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| Foto: Miguel Oliveira. 08/12/2011. |
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
ANA contrata consultoria do Banco Mundial para dimensionar aqüífero Alter-do-Chão
Miguel Oliveira
Enviado especial a Porto Velho
A Agência Nacional de Águas(ANA), órgão regulador do uso e exploração dos recursos hídricos no Brasil contratou no ano passado, junto ao Banco Mundial, uma consultoria internacional para dimensionar a extensão e a reserva de água doce do Aquífero Alter-do-Chão, identificado no ano passado na região de Manaus até Santarém, no oeste do Pará. A informação é do coordenador de Produção de Águas da ANA Flávio de Carvalho, que esteve em Porto Velho, esta semana, participando do II Encontro de Jornalistas da Região Norte, promovido pela Fundação Banco do Brasil.
Segundo Flávio de Carvalho, a agência ainda analisa com reservas o potencial e o uso imediato dessas águas subterrâneas, a exceção do município de Manaus, onde os poços profundos de captação da empresa amazonense de saneamento já bombeiam a água do aqüífero Alter-do-Chão. “ A ANA considera o aqüífero Alter-do-Chão uma reserva estratégia para o Brasil, mas em relação ao aqüífero Guarany há um desvantagem, pois a região onde se encontra é remota, com pouca população e grande oferta de água superficial”, explicou Carvalho.
“O Aquífero Guarny está assentado sob diversos países e regiões densamente povoadas da América do Sul e por isso sua exploração tem prioridade nas atividades da agência reguladora, ao contrário do aqüífero Alter do Chão”, ponderou o coordenador.
Quanto a qualidade da água e o grau de dificuldade para sua exploração subterrânea,
Carvalho explicou que o aqüífero Alter do Chão leva vantagem se comparado ao Guarany. “ A água do Guarany é cristalina, isto é, a água está dentro ou nas fissuras das rochas, o que dificulta um pouco sua exploração. Já o aqüífero Alter-do-Chão tem a água em bacias sedimentares, de mais fácil captação”, comparou o coordenador da ANA.
Flávio de Carvalho voltou a defender o fortalecimento dos comitês de bacias hidrográficas para a definição do uso sustentável dos recursos hídricos brasileiros. Os comitês são formados pelo governo, entidades da sociedade civil e empresários e têm a função de definir normas para a utilização da água para consumo humano e seu uso industrial ou agrícola.
A experiência bem sucedida de comitê de bacias são as do rio Paraíba do Sul(São Paulo e Rio de Janeiro) e rio das Velhas( Minas Gerais).
quarta-feira, 25 de maio de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Plebiscito, uma fotografia emblemática
Miguel Oliveira
Repórter
Quando regressava da vila de Muiapinima, encostei em uma das margens do paraná do Bailo, que liga o Lago Grande de Juruti ao rio Amazonas, para visitar um entrevistado, seu Nazareno, um paraense, natural de Juruti, que mora na comunidade de Boa Esperança.
Quando me indentifiquei como jornalista seu Nazareno, de sopetão, me perguntou se o plebiscito para a criação do estado do Tapajós seria ou não aprovado.
Disse-lhe, de pronto, que tudo estava encaminhado. Ele me respondeu: - "Tá demorando muito,a gente não aguenta mais ser esquecido."
E com um sorisso maroto no rosto apontou para um dos caibros de madeira que sustentam sua casa de farinha. " Veja lá, tenho até um plástico[adesivo ]. Sou a favor do Tapajós".
Por isso, divido essa foto com os leitores do Blog do Estado para mostrar que o sonho de criação do Estado do Tapajós não é só um desejo 'das eleites", como querem fazer crer os que são contrários à redivisão do Pará. O povão também quer.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Farinha , alquimia do sabor da mandioca
Produção de farinha de mandioca, em Boa Esperança, comunidade de Juruti, oeste do Pará. Foto: Miguel Oliveira. @direitosreservados
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