quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Copa 2014- O que impresssiona em Belém
Ronaldo Brasiliense
Os inspetores da FIFA ficaram bem impressionados em Belém com a estrutura do estádio olímpico Mangueirão, que com pouquísismos investimentos pode ser readaptado para os jogos da Copa do Mundo de 2014, ao contrário dom estádio Vivaldo Lima, de Manaus, que precisará se totalmente reconstruído. Os fiscais também elogiaram o Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, obra que é a menina dos olhos da gestão de Ana Júlia Carepa (PT) embora tenha sido construído no governo Simão Jatene (PSDB) e gostaram dos equipamentos de lazer como a Estação das Docas, Casa das Onze Janelas e Mangal das Garças, obras assinadas pelo arquiteto Paulo Chaves nos governos de Almir Gabriel (PSDB).
Os inspetores da FIFA ficaram bem impressionados em Belém com a estrutura do estádio olímpico Mangueirão, que com pouquísismos investimentos pode ser readaptado para os jogos da Copa do Mundo de 2014, ao contrário dom estádio Vivaldo Lima, de Manaus, que precisará se totalmente reconstruído. Os fiscais também elogiaram o Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, obra que é a menina dos olhos da gestão de Ana Júlia Carepa (PT) embora tenha sido construído no governo Simão Jatene (PSDB) e gostaram dos equipamentos de lazer como a Estação das Docas, Casa das Onze Janelas e Mangal das Garças, obras assinadas pelo arquiteto Paulo Chaves nos governos de Almir Gabriel (PSDB).
Amazônia Celular/Oi prejudicam clientes
Ninguém consegue ligar ou receber ligação de aparelhos da Amazônia Celular/Oi, aqui em Santarém.
Desde ontem o sistema da operadora apresenta falhas de comunicação entre celulares da mesma empresa ou de interligação com outras operadoras.
Hoje de manhã a situação se agravou.
Á tarde, embora operando precariamente, o sistema da Amazônia/Oi permanecia inconfiável para os clientes.
Até o momento, a operadora não se dignou em emitir nota oficial sobre o problema.
Desde ontem o sistema da operadora apresenta falhas de comunicação entre celulares da mesma empresa ou de interligação com outras operadoras.
Hoje de manhã a situação se agravou.
Á tarde, embora operando precariamente, o sistema da Amazônia/Oi permanecia inconfiável para os clientes.
Até o momento, a operadora não se dignou em emitir nota oficial sobre o problema.
Campanha de rua só na segunda-feira em Santarém
Em visita ao jornal O Estado do Tapajós, na manhã de hoje, os candidatos Alexandre Von(PSDB) e José Antônio Rocha(PMDB) informaram que a campanha de rua, isto é, propaganda volante, só começará a partir de segunda-feira.
Os tímpanos dos santarenos agradecem a mais essa folguinha.
Os tímpanos dos santarenos agradecem a mais essa folguinha.
Ex-presidente da Cargill passa a integrar secretariado de Aécio Neves
Agência Minas
O governador Aécio Neves apresentou, nesta quarta-feira (04/02), no Palácio da Liberdade, o novo secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Sérgio Barroso. Desde a saída de Márcio Lacerda, no segundo semestre do ano passado, a secretaria vem sendo conduzida interinamente pelo secretário-adjunto, Raphael Guimarães Andrade. A posse do novo secretário deverá acontecer na próxima semana.
Mineiro de Cipotânea, Sérgio Barroso foi presidente da Cargill no Brasil, onde trabalhou por 34 anos, tornando-se o primeiro brasileiro a ocupar a presidência da empresa no país. Ele também integrou os quadros das empresas Light e da Bunge. Em 2007, ao se aposentar na Cargill, passou a atuar como consultor e sócio de atividades nas áreas de agronegócio, responsabilidade social e investimentos ambientais.
“Sérgio Barroso será muito importante para Minas Gerais. E ele se incorpora à equipe, até agora comandada pelo secretário Raphael, de forma absolutamente natural. Essa nova experiência, esse sangue novo que vem para o governo, vem no momento em que temos novos desafios a enfrentar. Estamos agora administrando em tempos de crise e por isso, o talento, a credibilidade, a experiência como gestor do doutor Sérgio Barroso será extremamente importante para Minas”, afirmou Aécio Neves, em entrevista.
No setor privado, o novo secretário liderou e implementou com sucesso grandes investimentos no setor de agronegócio em toda a região do Cerrado brasileiro, com ênfase no Triângulo Mineiro. Foi também presidente do Conselho de Administração da Fosfértil, Ultrafértil e Fertifos.
Formado pela Universidade São Lucas,em São PauloSérgio Barroso é mestre em Economia Internacionalpela Universidade de Boston, nos Estados Unidos, com especialização em Administração de Empresas pela Universidade de Michigan, Gerenciamento de Executivos pela Universidde Columbia, e pela Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo.
Experiência
Para o novo secretário de Desenvolvimento Econômico, um dos seus principais objetivos é retomar negociação com empresas que paralisaram investimentos no Estado em razão da crise econômica mundial.“O meu objetivo aqui é trazer os meus conhecimentos. Estou no meu estado, num estado que tem sido modelo brasileiro em termos de administração, tanto na área administrativa como na área política. Meu objetivo é buscar, de novo, algum investimento que por uma razão ou outra, por um medo ou outro, por causa da crise, pode ser paralisado. Vou buscar novos investimentos para o Estado, que é o que sei fazer”, afirmou Sérgio Barroso.
O governador Aécio Neves apresentou, nesta quarta-feira (04/02), no Palácio da Liberdade, o novo secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Sérgio Barroso. Desde a saída de Márcio Lacerda, no segundo semestre do ano passado, a secretaria vem sendo conduzida interinamente pelo secretário-adjunto, Raphael Guimarães Andrade. A posse do novo secretário deverá acontecer na próxima semana.
Mineiro de Cipotânea, Sérgio Barroso foi presidente da Cargill no Brasil, onde trabalhou por 34 anos, tornando-se o primeiro brasileiro a ocupar a presidência da empresa no país. Ele também integrou os quadros das empresas Light e da Bunge. Em 2007, ao se aposentar na Cargill, passou a atuar como consultor e sócio de atividades nas áreas de agronegócio, responsabilidade social e investimentos ambientais.
“Sérgio Barroso será muito importante para Minas Gerais. E ele se incorpora à equipe, até agora comandada pelo secretário Raphael, de forma absolutamente natural. Essa nova experiência, esse sangue novo que vem para o governo, vem no momento em que temos novos desafios a enfrentar. Estamos agora administrando em tempos de crise e por isso, o talento, a credibilidade, a experiência como gestor do doutor Sérgio Barroso será extremamente importante para Minas”, afirmou Aécio Neves, em entrevista.
No setor privado, o novo secretário liderou e implementou com sucesso grandes investimentos no setor de agronegócio em toda a região do Cerrado brasileiro, com ênfase no Triângulo Mineiro. Foi também presidente do Conselho de Administração da Fosfértil, Ultrafértil e Fertifos.
Formado pela Universidade São Lucas,em São PauloSérgio Barroso é mestre em Economia Internacionalpela Universidade de Boston, nos Estados Unidos, com especialização em Administração de Empresas pela Universidade de Michigan, Gerenciamento de Executivos pela Universidde Columbia, e pela Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo.
Experiência
Para o novo secretário de Desenvolvimento Econômico, um dos seus principais objetivos é retomar negociação com empresas que paralisaram investimentos no Estado em razão da crise econômica mundial.“O meu objetivo aqui é trazer os meus conhecimentos. Estou no meu estado, num estado que tem sido modelo brasileiro em termos de administração, tanto na área administrativa como na área política. Meu objetivo é buscar, de novo, algum investimento que por uma razão ou outra, por um medo ou outro, por causa da crise, pode ser paralisado. Vou buscar novos investimentos para o Estado, que é o que sei fazer”, afirmou Sérgio Barroso.
O dia D para a candidatura de Belém
No Amazônia:
Depois de visitar nove candidatas a sub-sede da Copa 2014, a comissão de vistoria da Fifa chega hoje, às 15h20, para avaliar se a capital paraense tem ou não condições de receber jogos do Mundial. O presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Ricardo Teixeira, acompanha a comitiva, que sobrevoará o Mangueirão, as vias de acesso ao estádio, o terminal hidroviário e o Hangar. Belém concorre com Manaus e Rio Branco. O anúncio das 12 sub-sedes do torneio será em março.
Por enquanto, nem a Fifa nem a CBF deram pistas de que Belém será contemplada. Contudo, o presidente Lula, em visita ao Fórum Social Mundial, prometeu ao prefeito Duciomar Costa que se esforçaria para que a cidade fosse escolhida. Mas o próprio ministro do Esporte, Orlando Silva, já havia afirmado que o Pantanal e a Amazônia teriam representantes na Copa do Mundo. 'São destinos turísticos que merecem ser promovidos', declarou.
Com uma sede no Pantanal, aumentam as chances de que haverá apenas uma sede amazônica. Belém e Manaus estão no páreo. E Rio Branco assumiu o posto de zebra. Se a disputa levar mesmo em consideração os números e a infraestrutura das cidades - e não a influência política -, será uma luta equilibrada entre o Pará e o Amazonas. '
Ganharemos esta vaga nos detalhes, diferente de Manaus, que quer ganhar com ‘oba-oba’', garante Lúcia Penedo, coordenadora do GT Copa.
Entre vantagens e desvantagens, as principais diferenças entre Belém e Manaus são os quesitos estádio e campanha publicitária. A reforma do Mangueirão custaria U$S 90 milhões, enquanto a reconstrução do Vivaldão não sairia por menos de R$ 550 milhões. Os valores não parecem tão exorbitantes. Porém, o presidente Lula já avisou que o dinheiro do PAC Copa, anunciado após a escolha das sub-sedes, não será usado para reformar os estádios. Ou seja, é imprescindível o apoio de grandes investidores.
Estádios à parte, é na publicidade e na influência política que Manaus leva vantagem. O governo do Amazonas se vale do título de 'Copa da Amazônia' para justificar a própria candidatura. Já o governo do Pará busca apenas 'fazer o dever de casa', sem divulgar uma única obra ou ação que já tenha começado. Problema é que, como constatou o jornalista Juca Kfouri, Manaus é a capital amazônica mais conhecida no mundo. Resta saber se esse é realmente um dos quesitos avaliados pela Fifa.
ROTEIRO
5h20 * Chegada prevista da equipe técnica da Fifa ao Aeroporto Internacional de Val de Cans. Recepção no aeroporto pela coordenadora do GT Copa 2014 (Lúcia Penedo), autoridades e representantes da Infraero.
16 horas
* Sobrevoo de 30 minutos em helicóptero. Saída em helicóptero. Saídado Aeroporto Internacional, com passagem pelo Mangueirão (com pouso para inspeção), vias de acesso ao estádio e à cidade, hospitais, zona hoteleira, terminal hidroviário, Portal da Amazônia, Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, entre outros).
16h30
* Chegada da equipe técnica da Fifa ao Hangar. Os técnicos serão recepcionados pela governadora do Estado, Ana Júlia Carepa, e o prefeito de Belém, Duciomar Costa. Também estarão presentes deputados estaduais.
17 horas
* Apresentação do projeto básico de engenharia e arquitetura e investidores potenciais e afins, com tradução simultânea, à equipe técnica da Fifa.
17h45
* Retorno da equipe técnica ao Aeroporto Internacional para embarque.
Depois de visitar nove candidatas a sub-sede da Copa 2014, a comissão de vistoria da Fifa chega hoje, às 15h20, para avaliar se a capital paraense tem ou não condições de receber jogos do Mundial. O presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Ricardo Teixeira, acompanha a comitiva, que sobrevoará o Mangueirão, as vias de acesso ao estádio, o terminal hidroviário e o Hangar. Belém concorre com Manaus e Rio Branco. O anúncio das 12 sub-sedes do torneio será em março.
Por enquanto, nem a Fifa nem a CBF deram pistas de que Belém será contemplada. Contudo, o presidente Lula, em visita ao Fórum Social Mundial, prometeu ao prefeito Duciomar Costa que se esforçaria para que a cidade fosse escolhida. Mas o próprio ministro do Esporte, Orlando Silva, já havia afirmado que o Pantanal e a Amazônia teriam representantes na Copa do Mundo. 'São destinos turísticos que merecem ser promovidos', declarou.
Com uma sede no Pantanal, aumentam as chances de que haverá apenas uma sede amazônica. Belém e Manaus estão no páreo. E Rio Branco assumiu o posto de zebra. Se a disputa levar mesmo em consideração os números e a infraestrutura das cidades - e não a influência política -, será uma luta equilibrada entre o Pará e o Amazonas. '
Ganharemos esta vaga nos detalhes, diferente de Manaus, que quer ganhar com ‘oba-oba’', garante Lúcia Penedo, coordenadora do GT Copa.
Entre vantagens e desvantagens, as principais diferenças entre Belém e Manaus são os quesitos estádio e campanha publicitária. A reforma do Mangueirão custaria U$S 90 milhões, enquanto a reconstrução do Vivaldão não sairia por menos de R$ 550 milhões. Os valores não parecem tão exorbitantes. Porém, o presidente Lula já avisou que o dinheiro do PAC Copa, anunciado após a escolha das sub-sedes, não será usado para reformar os estádios. Ou seja, é imprescindível o apoio de grandes investidores.
Estádios à parte, é na publicidade e na influência política que Manaus leva vantagem. O governo do Amazonas se vale do título de 'Copa da Amazônia' para justificar a própria candidatura. Já o governo do Pará busca apenas 'fazer o dever de casa', sem divulgar uma única obra ou ação que já tenha começado. Problema é que, como constatou o jornalista Juca Kfouri, Manaus é a capital amazônica mais conhecida no mundo. Resta saber se esse é realmente um dos quesitos avaliados pela Fifa.
ROTEIRO
5h20 * Chegada prevista da equipe técnica da Fifa ao Aeroporto Internacional de Val de Cans. Recepção no aeroporto pela coordenadora do GT Copa 2014 (Lúcia Penedo), autoridades e representantes da Infraero.
16 horas
* Sobrevoo de 30 minutos em helicóptero. Saída em helicóptero. Saídado Aeroporto Internacional, com passagem pelo Mangueirão (com pouso para inspeção), vias de acesso ao estádio e à cidade, hospitais, zona hoteleira, terminal hidroviário, Portal da Amazônia, Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, entre outros).
16h30
* Chegada da equipe técnica da Fifa ao Hangar. Os técnicos serão recepcionados pela governadora do Estado, Ana Júlia Carepa, e o prefeito de Belém, Duciomar Costa. Também estarão presentes deputados estaduais.
17 horas
* Apresentação do projeto básico de engenharia e arquitetura e investidores potenciais e afins, com tradução simultânea, à equipe técnica da Fifa.
17h45
* Retorno da equipe técnica ao Aeroporto Internacional para embarque.
Vic: Edmar foi o amigão do mensalão
Na coluna de Cláudio Humberto, hoje:
Após ser derrotado pelo deputado Edmar Moreira (DEM-MG), na disputa para o cargo de corregedor-geral da Câmara dos Deputados, o deputado Vic Pires Franco (DEM-PA) lamentou as declarações do seu oponente. Em entrevista coletiva, Moreira propôs que a Casa “não julgue mais deputados e repasse os casos para a Justiça".
Vic atribuiu a vitória do democrata mineiro a retribuição dos petistas, já que Moreira votou pela absolvição de nove deputados, sendo cinco do PT, quando era integrante do Conselho de Ética à época do escândalo do mensalão. O parlamentar ainda chamou Moreira de “absolvente-geral dos mensaleiros”.
Na disputa pelo cargo de corregedor, o candidato avulso Moreira recebeu 283 votos, contra 218 de Vic, candidato oficial do DEM.
Após ser derrotado pelo deputado Edmar Moreira (DEM-MG), na disputa para o cargo de corregedor-geral da Câmara dos Deputados, o deputado Vic Pires Franco (DEM-PA) lamentou as declarações do seu oponente. Em entrevista coletiva, Moreira propôs que a Casa “não julgue mais deputados e repasse os casos para a Justiça".
Vic atribuiu a vitória do democrata mineiro a retribuição dos petistas, já que Moreira votou pela absolvição de nove deputados, sendo cinco do PT, quando era integrante do Conselho de Ética à época do escândalo do mensalão. O parlamentar ainda chamou Moreira de “absolvente-geral dos mensaleiros”.
Na disputa pelo cargo de corregedor, o candidato avulso Moreira recebeu 283 votos, contra 218 de Vic, candidato oficial do DEM.
Everaldo e Valéria acumulam cargos
O prefeito José Maria Tapajós informou ao site que a secretária de infra-estrutura Valéria Lima vai acumular os cargos de secretária de meio ambiente e coordenadora de desenvolvimento urbano.
Everaldo Martins, secretário de planejamento, vai acumular a pasta da saúde.
Everaldo Martins, secretário de planejamento, vai acumular a pasta da saúde.
Alcoa considera reunião em Juruti Velho 'um avanço'
A Alcoa Mina de Juruti emitiu comunicado sobre a reunião realizada ontem na sede de Juruti Velho.
Segundo a assessoria da empresa, a reunião “ foi importantíssima, visto que pela primeira vez sentaram-se ao mesmo tempo os governos municipal, estadual e federal, além da própria empresa, para ouvir e avaliar a pauta de reivindicações dos moradores da região.
De acordo com a nota, o presidente da Alcoa Franklin Feder considerou a reunião “um avanço muito importante, sobretudo por ter sido uma reunião pacífica. E porque todos, Alcoa e representantes dos poderes instituídos saíram do encontro com suas responsabilidades e prazos estabelecidos para daqui em diante perante as comunidades”.
Feder participou do encontro após o desbloqueio da rodovia estadual PA-192 que dá acesso a mina de Bauxita.
Segundo a assessoria da empresa, a reunião “ foi importantíssima, visto que pela primeira vez sentaram-se ao mesmo tempo os governos municipal, estadual e federal, além da própria empresa, para ouvir e avaliar a pauta de reivindicações dos moradores da região.
De acordo com a nota, o presidente da Alcoa Franklin Feder considerou a reunião “um avanço muito importante, sobretudo por ter sido uma reunião pacífica. E porque todos, Alcoa e representantes dos poderes instituídos saíram do encontro com suas responsabilidades e prazos estabelecidos para daqui em diante perante as comunidades”.
Feder participou do encontro após o desbloqueio da rodovia estadual PA-192 que dá acesso a mina de Bauxita.
São Raimundo lidera campeonato paraense de futebol
O São Raimundo venceu por 2 a 0 a equipe do Time Negra em partida disputada ontem, pela 4ª rodada do Campeonato Paraense e assumiu a liderança do primeiro turno do campeonato paraense de futebol.
Aos 37 minutos do primeiro tempo, Luis Carlos Trindade abriu o placar para a alegria do torcedor de Santarém. Já no segundo tempo foi a vez de Hélcio fazer o seu pelo São Raimundo, também aos 37 minutos.
Com esse resultado a equipe santarena soma 10 pontos na tabela e é o líder do campeonato. O Paysandu, com o empate de 1 x 1 diante do Ananindeua também chegou aos 10 pontos, mas perde para o Pantera no critério de saldos de gols.
Aos 37 minutos do primeiro tempo, Luis Carlos Trindade abriu o placar para a alegria do torcedor de Santarém. Já no segundo tempo foi a vez de Hélcio fazer o seu pelo São Raimundo, também aos 37 minutos.
Com esse resultado a equipe santarena soma 10 pontos na tabela e é o líder do campeonato. O Paysandu, com o empate de 1 x 1 diante do Ananindeua também chegou aos 10 pontos, mas perde para o Pantera no critério de saldos de gols.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
TIME NEGRA 0 X 2 SÃO RAIMUNDO
O São Raimundo venceu o Time Negra hoje à tarde, no estádio do Souza, em Belém, pelo placar de 2 x0 e agora soma 10 pontos na tabela de classificação do campeonato paraense de futebol.
São Raimundo 1x0:Luis Carlos Trindade 37'1º
São Raimundo 2x0:Hélcio 37'2º
São Raimundo 1x0:Luis Carlos Trindade 37'1º
São Raimundo 2x0:Hélcio 37'2º
Lívio Pereira morre após acidente na rodovia Curuá-Una
O jovem Lívio Pereira, filho do empresário Nivaldo Pereira, faleceu há poucos instantes no Hospital Regional do Baixo-Amazonas, onde estava internado em estado grave. Ele sofreu uma acidente automobilístico na madrugada de hoje, na rodovia Curuá-Una.
Crise atinge jornais paraenses
Não é só em Belém que a crise assola os jornais.
Nesse início de ano é praticamente zero o volume de anúncio de grandes empresas nos jornais da região.
A maior baixa fica por conta da Alcoa, uma das maiores anunciantes do Oeste do Pará. A multinacional também vai reduzir sua participação na mídia eletrônica. O programa de rádio Sintonia deixará der ter periodicidade semanal.
Em Belém, o Diário do Pará não conseguiu, em janeiro, alcançar R$ 1 milhão em faturamento bruto. Em igual período do ano passado essa receita do Diário passava de R$ 2,5 milhões.
Nesse início de ano é praticamente zero o volume de anúncio de grandes empresas nos jornais da região.
A maior baixa fica por conta da Alcoa, uma das maiores anunciantes do Oeste do Pará. A multinacional também vai reduzir sua participação na mídia eletrônica. O programa de rádio Sintonia deixará der ter periodicidade semanal.
Em Belém, o Diário do Pará não conseguiu, em janeiro, alcançar R$ 1 milhão em faturamento bruto. Em igual período do ano passado essa receita do Diário passava de R$ 2,5 milhões.
Carnaval em Alter do Chão
Será neste domingo(8) o pré-carnaval dos blocos satíricos da vila de Alter do Chão.
Mas a programação oficial será nos dias 22 e 23 de fevereiro.
A organização é da comunidade, mas a prefeitura vai pagar bandas e trios.
Mas a programação oficial será nos dias 22 e 23 de fevereiro.
A organização é da comunidade, mas a prefeitura vai pagar bandas e trios.
Pará: governo não reprime invasão
Na coluna de Cláudio Humberto, hoje:
Manifestantes bloquearam a estrada de acesso à empresa Alcoa, em Juruti (PA), para protestar contra a “falta de diálogo” sobre os impactos socioambientais da mineradora na região. Bloquearam também o porto da empresa. O senador Flexa Ribeiro (PSDB) lembrou que o presidente Lula pede que os empresários continuem investindo, "mas não dá segurança aos investimentos". Como o governo do Pará não retira os invasores, a Alcoa já considera suspender os investimentos de US$ 2 bilhões, segundo adverte Ribeiro.
Manifestantes bloquearam a estrada de acesso à empresa Alcoa, em Juruti (PA), para protestar contra a “falta de diálogo” sobre os impactos socioambientais da mineradora na região. Bloquearam também o porto da empresa. O senador Flexa Ribeiro (PSDB) lembrou que o presidente Lula pede que os empresários continuem investindo, "mas não dá segurança aos investimentos". Como o governo do Pará não retira os invasores, a Alcoa já considera suspender os investimentos de US$ 2 bilhões, segundo adverte Ribeiro.
Ideflor trabalha em sistema de monitoramento para as florestas públicas estaduais
Cerca de 2 milhões e meio de hectares de florestas estaduais serão monitoradas a partir de um conjunto de ações que vem sendo discutidas e aprimoradas pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal do Pará (Ideflor), através do seu Núcleo de Monitoramento, Laboratório de Sensoriamento Remoto (LSR) e da Gerência de Outorga e Contratos.
As medidas incluem estudos dos planos de manejo desenvolvidos na região, análise da área através de imagens por satélite, além de viagens a campo.
As áreas de floresta que serão monitoradas estão localizadas no conjunto de glebas Mamuru-Arapiuns e Nova Olinda, que abrangem os municípios de Santarém, Aveiro, Juruti e Óbidos, além das glebas Joana Peres I e II, localizadas nas cidades de Portel e Bagre.
Segundo Daniel Costa, engenheiro florestal e Coordenador de Monitoramento do Ideflor, "A troca de informações entre outras instituições, como o Instituto de Terras do Pará (Iterpa) e a Secretaria de Meio Ambiente (Sema), será fundamental para a realização deste trabalho".
Futuramente, será criado o Sistema de Informação Geográfica (SIG) do Ideflor. A idéia é torná-lo acessível ao público através da internet.
(Fonte: Ideflor)
As medidas incluem estudos dos planos de manejo desenvolvidos na região, análise da área através de imagens por satélite, além de viagens a campo.
As áreas de floresta que serão monitoradas estão localizadas no conjunto de glebas Mamuru-Arapiuns e Nova Olinda, que abrangem os municípios de Santarém, Aveiro, Juruti e Óbidos, além das glebas Joana Peres I e II, localizadas nas cidades de Portel e Bagre.
Segundo Daniel Costa, engenheiro florestal e Coordenador de Monitoramento do Ideflor, "A troca de informações entre outras instituições, como o Instituto de Terras do Pará (Iterpa) e a Secretaria de Meio Ambiente (Sema), será fundamental para a realização deste trabalho".
Futuramente, será criado o Sistema de Informação Geográfica (SIG) do Ideflor. A idéia é torná-lo acessível ao público através da internet.
(Fonte: Ideflor)
Rádio cipó
Já vazou a informação de que o deputado estadual Alexandre Von conversou demoradamente pelo telefone com a ex-prefeita Maria do Carmo, na última sexta-feira.
Fonte do site diz que Maria está espalhando a versão de que Von ligou para pedir-lhe que se mantenha afastada da disputa de 8 de março.
Como essa versão é, por enquanto, inverossímel, espera-se que o interlocutor da ex-prefeita dê a sua versão.
Se achar conveniente, é claro.
Fonte do site diz que Maria está espalhando a versão de que Von ligou para pedir-lhe que se mantenha afastada da disputa de 8 de março.
Como essa versão é, por enquanto, inverossímel, espera-se que o interlocutor da ex-prefeita dê a sua versão.
Se achar conveniente, é claro.
Empresária presa por declarações na televisão consegue liberdade
A Primeira Turma concedeu, nesta tarde (3), Habeas Corpus (HC 95116) de ofício, para que a empresária Vera Lúcia Samagaia, condenada a 30 anos de prisão por latrocínio em Santa Catarina, aguarde em liberdade o julgamento de seu recurso de apelação. Ela teve a prisão preventiva decretada por conta de declarações dadas a uma rede TV.
Vera Lúcia foi condenada em primeira instância, sem direito de recorrer em liberdade. Foi o relator de um habeas ajuizado no Superior Tribunal de Justiça (STJ) que concedeu liberdade à empresária, até o trânsito julgado da condenação.
O relator do processo no Supremo, ministro Carlos Ayres Britto, explicou que a empresária foi presa novamente, com base, exclusivamente, em uma entrevista concedida por ela a um programa de televisão. No novo decreto de prisão, a juíza de primeira instância disse que a custódia se fazia necessária, porque, em razão da entrevista, “a credibilidade da Justiça estaria abalada”. Mas o ministro Ayres Britto, assim como o parecer do Ministério Público, entendeu que este fato não basta para justificar a prisão.
A empresária apenas atuou no campo da auto-defesa, disse o relator. Ela exerceu o legítimo exercício do direito à liberdade de expressão, em proveito próprio, “o que não pode justificar, isoladamente, a decretação da custódia preventiva”, frisou o ministro ao votar pela concessão da ordem. A decisão da Turma foi unânime.
(Fonte: Assessoria de Imprensa do STF)
Vera Lúcia foi condenada em primeira instância, sem direito de recorrer em liberdade. Foi o relator de um habeas ajuizado no Superior Tribunal de Justiça (STJ) que concedeu liberdade à empresária, até o trânsito julgado da condenação.
O relator do processo no Supremo, ministro Carlos Ayres Britto, explicou que a empresária foi presa novamente, com base, exclusivamente, em uma entrevista concedida por ela a um programa de televisão. No novo decreto de prisão, a juíza de primeira instância disse que a custódia se fazia necessária, porque, em razão da entrevista, “a credibilidade da Justiça estaria abalada”. Mas o ministro Ayres Britto, assim como o parecer do Ministério Público, entendeu que este fato não basta para justificar a prisão.
A empresária apenas atuou no campo da auto-defesa, disse o relator. Ela exerceu o legítimo exercício do direito à liberdade de expressão, em proveito próprio, “o que não pode justificar, isoladamente, a decretação da custódia preventiva”, frisou o ministro ao votar pela concessão da ordem. A decisão da Turma foi unânime.
(Fonte: Assessoria de Imprensa do STF)
Vice-líder, Pantera pega o Time Negra
No Amazônia:
O vice-líder do Campeonato Paraense de 2009, São Raimundo, com 7 pontos, encara hoje o lanterna e caçula da competição, Time Negra, que até agora não conseguiu somar pontos no certame. A partida será realizada às 15h30, no estádio Francisco Vasquez. Para o São Raimundo, esta é a chance de assumir a liderança do campeonato, torcendo por um tropeço do Paysandu diante do Ananindeua, e conseguir uma boa vantagem sobre os rivais, já que poderá mandar todas as suas partidas em Santarém no próximo turno.
O técnico da Pantera, Válter Lima, afirma que, mesmo sem ter tido o tempo ideal para preparar a equipe, está contente com o futebol apresentado até o momento. Ele reclama também das condições do gramado do Souza, que não parece receber cuidados há tempos, mas minimiza as dificuldades. 'No São Raimundo nós não podemos reclamar muito. Jogamos o primeiro turno longe da nossa estrutura e apenas visitando os adversários. A condição não é totalmente favorável, mas temos nos saído bem até o momento', diz Válter.
O vice-líder do Campeonato Paraense de 2009, São Raimundo, com 7 pontos, encara hoje o lanterna e caçula da competição, Time Negra, que até agora não conseguiu somar pontos no certame. A partida será realizada às 15h30, no estádio Francisco Vasquez. Para o São Raimundo, esta é a chance de assumir a liderança do campeonato, torcendo por um tropeço do Paysandu diante do Ananindeua, e conseguir uma boa vantagem sobre os rivais, já que poderá mandar todas as suas partidas em Santarém no próximo turno.
O técnico da Pantera, Válter Lima, afirma que, mesmo sem ter tido o tempo ideal para preparar a equipe, está contente com o futebol apresentado até o momento. Ele reclama também das condições do gramado do Souza, que não parece receber cuidados há tempos, mas minimiza as dificuldades. 'No São Raimundo nós não podemos reclamar muito. Jogamos o primeiro turno longe da nossa estrutura e apenas visitando os adversários. A condição não é totalmente favorável, mas temos nos saído bem até o momento', diz Válter.
Presidente da Alcoa fala em risco de paralisação do projeto Juruti
A interdição da rodovia PA-192 por comunitários liderados por Gerdeonor Pereira, presidente da Associação das Comunidades da Região de Juruti Velho (Acorjuve), pode paralisar o projeto Mina de Juruti e causar sérios prejuízos ao Pará e ao país. Durante coletiva à imprensa em Belém, o Presidente da Alcoa América Latida e Caribe Franklin L. Feder mostrou-se preocupado com as manifestações que podem interferir no andamento do Projeto já em fase de conclusão. “Mantivemos os investimentos no Estado, indo contra todas as circunstâncias da forte crise que abala a economia mundial, acreditando nesse projeto e no Pará. Porém, esta invasão traz um impasse em todo o diálogo que vinha ocorrendo. Corremos um sério risco de paralisar o empreendimento, gerando sérios prejuízos a todos”, afirmou Franklin.
(Fonte: Alcoa)
(Fonte: Alcoa)
Manchetes desta quarta-feira de O Estado do Tapajós
PROJETO JURUTI PODE SER SUSPENSO
PESO DE MOCHILAS PREJUDICA CRESCIMENTO DE ALUNOS
PRODUTOS NÃO FARMACÊUTICOS SERÃO PROIBIDOS
FAZER CONCURSO PÚBLICO CUSTA TEMPO E DINHEIRO
SEDUC NÃO OFERECE VAGAS SUFICIENTES PERTO DE CASA DE ALUNOS
PROPAGANDA ELEITORAL COMEÇA NESTA QUARTA-FEIRA
PREFEITURA DE SANTARÉM VAI AUMENTAR VALOR DO ITR
ESCOLA DE MÚSICA CANCELA CURSO DE INICIALIZAÇÃO
PESO DE MOCHILAS PREJUDICA CRESCIMENTO DE ALUNOS
PRODUTOS NÃO FARMACÊUTICOS SERÃO PROIBIDOS
FAZER CONCURSO PÚBLICO CUSTA TEMPO E DINHEIRO
SEDUC NÃO OFERECE VAGAS SUFICIENTES PERTO DE CASA DE ALUNOS
PROPAGANDA ELEITORAL COMEÇA NESTA QUARTA-FEIRA
PREFEITURA DE SANTARÉM VAI AUMENTAR VALOR DO ITR
ESCOLA DE MÚSICA CANCELA CURSO DE INICIALIZAÇÃO
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Atualização precária
Por causa das constantes panes de energia provocadas pela Rede Celpa, que nem os nobreak's deste jornal suportaram a oscilação de fases, a atualização do Blog do Estado foi prejudicada nesta terça-feira.
Este site volta a ser atualizado amanhã.
Este site volta a ser atualizado amanhã.
Lúcio Flávio Pinto: Brasil e China no novo ciclo da nossa pilhagem
Indo ou vindo do Brasil para a Amazônia, ou vice-versa, passando por Belém, Larry Rohter me avisava para que pudéssemos conversar. Nunca deixei de atender seus convites, mesmo que fosse para um contato rápido. Não tendo mais a mesma desenvoltura que o New York Times lhe dava, e que O Estado de S. Paulo me possibilitou durante quase duas décadas, aproveitava para me atualizar sobre o que acontecia nos locais que ele tinha percorrido. Ao mesmo tempo, verificava se minhas observações de província resistiam à confrontação com um observador cosmopolita.
Fiquei feliz ao receber um exemplar de Deu no New York Times com a seguinte dedicatória de Rohter, datada ainda do Rio de Janeiro, em novembro (o volume só me chegou há duas semanas, quando já o lera): “Durante 30 anos você tem sido meu professor de assuntos amazônicos. Quero agradecer todos os bate-papos lá em Belém, as dicas e os conselhos. Devo muito a você, e o capítulo sobre a Amazônia deve muito ao nosso diálogo permanente”.
De fato, muitas das idéias e informações que transmiti ao correspondente do NYT, sem qualquer reserva nem economia, estão por trás das conclusões que ele tirou ao submetê-las à sua própria apreciação. Fiquei ainda mais feliz porque ele me citou não no capítulo amazônico do livro, no qual sou presença anônima, ainda que bem detectável, mas quando trata de ciência e economia. É uma das partes mais relevantes da obra – e não por acaso. Larry Rohter se dedica há muito tempo à China. Até fala o mandarim.
Por isso, suas observações sobre a relação do Brasil – e em especial da Amazônia – com a China merecem uma atenção à parte. Infelizmente, nem os brasileiros em geral nem os amazônidas em particular têm dado à questão a relevância que ela tem. Como é uma importância real, ela vai produzir seus efeitos, ainda que não atentemos para a sua evolução rápida e profunda. Mais uma vez, alguém poderá alegar que Larry Rohter (como eu?) está fazendo o jogo dos Estados Unidos contra a China, tentando criar rivalidades, antagonismos e incompatibilidades exageradas ou inexistentes.
Mais de uma vez ouvi de interlocutores a sugestão de não procurá-lo. “Vai ver, é agente da CIA”. Se fosse, merecia uma medalha por tanto tempo de serviço em missão num país que um agente americano consideraria desinteressante, fora do eixo central do poder – e ainda por cima quente e úmido. Larry casou com uma brasileira e teve com ela dois filhos. Seu interesse pelo país é sincero e decidido. Seu livro é mais uma prova nesse sentido. Aconselha os adversários ou antagonistas a procurarem um motivo mais sólido para contraditá-lo.
Decidi transcrever esta parte da introdução que ele escreveu para o capítulo dedicado à ciência e à economia como um convite ao leitor para que atente com mais para esse novo momento da história da Amazônia e do Brasil. Diz Rohter:
Mas uma pergunta ainda mais importante a ser feita é se a China vê o Brasil como um parceiro e aliado, e a resposta, acho, é não. A China vê o Brasil mais do que qualquer outra coisa como uma fonte de matérias-primas para suas fábricas, e secundariamente como um mercado para seus produtos acabados. Os riscos para o Brasil numa situação como essa são óbvios: se a atual situação não for controlada, a China vai se servir das enormes reservas brasileiras de ferro, alumínio, cobre e madeira, sem oferecer nenhum valor agregado e deixando para trás a poluição como sua única contribuição.
Discuti muitas vezes esse fenômeno crescente com meu amigo Lúcio Flávio Pinto, de Belém, que considero o analista brasileiro mais sensato de todas as coisas amazônicas, e concordo com sua tese. No século XVI, ele argumenta, o Brasil forneceu as matérias-primas que possibilitaram que as casas reais de Portugal e Espanha se tornassem enormemente ricas, mas teve ele próprio poucos benefícios. No século XIX, o Brasil forneceu muitas das matérias-primas essenciais que capacitaram a Grã-Bretanha e os Estados Unidos a se industrializarem rapidamente e se tornarem potências mundiais, mas só se beneficiou marginal e tardiamente por ter cumprido esse papel.
Agora estamos no século XXI, e desta vez é a China, observa Lúcio Flávio, que tem um apetite insaciável pelos recursos do Brasil e de outros países latino-americanos. Seria de pensar que os brasileiros tivessem aprendido a amarga lição de suas duas experiências anteriores como fornecedores de matérias-primas, mas talvez não tenham. O essencial é o seguinte: o Brasil não pode simplesmente se dar ao luxo de cometer o mesmo erro pela terceira vez. Para seu próprio bem, ele deve fazer uso do poder de barganha que ainda tem e insistir em que a China receba em seus portos não somente matérias-primas enviadas do Brasil, mas também produtos acabados feitos no Brasil, que propiciem empregos e lucros aos brasileiros.
Traição à vista
Osmando Figueiredo e sua trupe se ofereceram na sexta-feira para apoiar a candidatura de Alexandre Von(PSDB).
Foram vetados.
Mesmo assim, Osmando finge que é Rocha desde criancinha.
Foram vetados.
Mesmo assim, Osmando finge que é Rocha desde criancinha.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Prefeito constata falta de médicos no Hospital Municipal
O prefeito José Maria Tapajós foi hoje de manhã até o Hospital Municipal confirmar uma denúncia de uma ouvinte de rádio que reclamou da falta de médicos no setor de emergência no HMS.
Tapajós comprovou que a ouvinte tinha razão.
E prometeu aos presentes tomar providências.
No final da manhã, o prefeito convidou o médico Júlio Cezar Imbiria para retornar ao hospital municipal, justamente ele que foi mandado embora pela ex-prefeita Maria do Carmo por pura retaliação política.
Júlio Cezar, até o momento, mantém-se na posição de não atender ao convite do prefeito.
Uma pena.
Tapajós comprovou que a ouvinte tinha razão.
E prometeu aos presentes tomar providências.
No final da manhã, o prefeito convidou o médico Júlio Cezar Imbiria para retornar ao hospital municipal, justamente ele que foi mandado embora pela ex-prefeita Maria do Carmo por pura retaliação política.
Júlio Cezar, até o momento, mantém-se na posição de não atender ao convite do prefeito.
Uma pena.
Juruti: invasão e bloqueio de rodovia estadual causam prejuízo superior a R$2 milhões e colocam em risco empregos e impostos
Prejuízo superior a R$2 milhões de reais já foi causado pela invasão das instalações da Alcoa em Juruti e o bloqueio da estrada PA-192, por um grupo de cerca de 150 pessoas que se dizem habitantes da região de Juruti Velho e, desde a última sexta-feira, se encontram em uma das entradas do empreendimento da Alcoa, impedindo a passagem no km. 26 da rodovia estadual.
Esses atos de vandalismo vêm obstruir também a continuidade das negociações que vinham sendo realizadas há mais de um ano entre moradores de Juruti Velho e a Alcoa, sob os auspícios do INCRA, para a assinatura de compromisso que estabeleceria as bases de relacionamento entre as partes, bem como definiria o valor dos pagamentos devidos pelo empreendimento aos superficiários que habitam os locais de mineração.
Essa ação violenta também coloca sob ameaça negociações que visavam ao equacionamento da quase totalidade da pauta de reivindicações que consta de uma nota pública que circulou hoje em Belém, assinada por um auto-denominado “Movimento Juruti em Ação e Via Campesina Pará”. Cerca de 80% dos itens referentes à Alcoa que constam dessa pauta também estavam sendo cobertos por essas negociações lideradas pelo INCRA e agora colocadas em risco pela invasão de propriedade e bloqueio de rodovia estadual. O impedimento de continuidade das obras, em virtude dessa invasão e bloqueio do direito de ir-e-vir de veículos e trabalhadores, por uma rodovia estadual, por um grupo de cerca de 20 pessoas, além de configurar várias ilegalidades, coloca também sob grave ameaça a própria continuidade do empreendimento da Alcoa, gerador de empregos diretos e indiretos e que, só em 2008, contribuiu com mais de R$48 milhões em receita de ISS para a Prefeitura de Juruti.
(Fonte: Assessoria de imprensa da Alcoa)
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NOTA PÚBLICA DAS COMUNIDADES DE JURUTI E JURUTI VELHO SOBRE A ALCOA
As comunidades de Juruti e Juruti Velho que lutaram e lutam até hoje pela não implantação da mineradora denominada de ALCOA e que hoje se encontra implantada graças ao descaso das autoridades dos governos federal e estadual, que não se importaram com as comunidades existentes na região, aprovando um projeto que está destruindo as matas privando a locomoção dos trabalhadores e trabalhadoras de poderem produzir seu sustento.
Há tempos as comunidades tentam negociações para a reparação dos danos causados nas áreas de assentamentos existentes no local onde a mesma foi implantada, além dos danos que viriam como Poluição do lago que circundam as comunidades diminuindo a quantidade de peixes e a locomoção dos ribeirinhos com a diminuição de água do lago, impactos esses que serão sentidos principalmente no verão;
Diminuição das coletas de frutos como: castanhas, andirobas, bacabas etc. Pois a mineradora esta derrubando as árvores nativas e enterrando junto a outras madeiras de lei;
Atropelamentos que podem acontecer por parte da ferrovia que corta assentamentos, e que não construirão nem túneis muito menos passarelas para as comunidades que trafegarem.
Por essas e outras as comunidades de Juruti e Juruti Velho se organizaram e tomaram como justa e necessária fazer luta contra a transnacional ALCOA e no dia 28 de janeiro as 15:00 horas cerca de 1500 trabalhadores e trabalhadoras ocuparam a base da mineradora, na chegada as forças do estado já estavam a postos pronto para defender a empresa contra os verdadeiros donos das terras, numa atitude truculenta da PM com o batalhão de choque, receberam os trabalhadores e trabalhadoras com spray de pimenta e bombas de gás, numa cena de pura barbárie onde crianças e mulheres passaram mal, não quiseram nem saber de conversas.
Apesar da truculência da PM o povo permanece em frente a base com acampamento montado e só sairão do local com a vinda do presidente da ALCOA na América Latina, INCRA Nacional, Casa Civil do Governo Estadual, SEMA, ITERPA, Ministério Publico Federal e Estadual e Governo Municipal, pois temos pautas e cobranças para todas essas autoridades, lembrando o Governo do Estado se o Pará e de fato terra de direito ou se o direito é somente de empresas estrangeiras que só se aproveitam de nossas riquezas e como lucro deixam a miséria, devastação e exclusão.
MOVIMENTO JURUTI EM AÇÃO E VIA CAMPESINA PARÁ.
Esses atos de vandalismo vêm obstruir também a continuidade das negociações que vinham sendo realizadas há mais de um ano entre moradores de Juruti Velho e a Alcoa, sob os auspícios do INCRA, para a assinatura de compromisso que estabeleceria as bases de relacionamento entre as partes, bem como definiria o valor dos pagamentos devidos pelo empreendimento aos superficiários que habitam os locais de mineração.
Essa ação violenta também coloca sob ameaça negociações que visavam ao equacionamento da quase totalidade da pauta de reivindicações que consta de uma nota pública que circulou hoje em Belém, assinada por um auto-denominado “Movimento Juruti em Ação e Via Campesina Pará”. Cerca de 80% dos itens referentes à Alcoa que constam dessa pauta também estavam sendo cobertos por essas negociações lideradas pelo INCRA e agora colocadas em risco pela invasão de propriedade e bloqueio de rodovia estadual. O impedimento de continuidade das obras, em virtude dessa invasão e bloqueio do direito de ir-e-vir de veículos e trabalhadores, por uma rodovia estadual, por um grupo de cerca de 20 pessoas, além de configurar várias ilegalidades, coloca também sob grave ameaça a própria continuidade do empreendimento da Alcoa, gerador de empregos diretos e indiretos e que, só em 2008, contribuiu com mais de R$48 milhões em receita de ISS para a Prefeitura de Juruti.
(Fonte: Assessoria de imprensa da Alcoa)
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NOTA PÚBLICA DAS COMUNIDADES DE JURUTI E JURUTI VELHO SOBRE A ALCOA
As comunidades de Juruti e Juruti Velho que lutaram e lutam até hoje pela não implantação da mineradora denominada de ALCOA e que hoje se encontra implantada graças ao descaso das autoridades dos governos federal e estadual, que não se importaram com as comunidades existentes na região, aprovando um projeto que está destruindo as matas privando a locomoção dos trabalhadores e trabalhadoras de poderem produzir seu sustento.
Há tempos as comunidades tentam negociações para a reparação dos danos causados nas áreas de assentamentos existentes no local onde a mesma foi implantada, além dos danos que viriam como Poluição do lago que circundam as comunidades diminuindo a quantidade de peixes e a locomoção dos ribeirinhos com a diminuição de água do lago, impactos esses que serão sentidos principalmente no verão;
Diminuição das coletas de frutos como: castanhas, andirobas, bacabas etc. Pois a mineradora esta derrubando as árvores nativas e enterrando junto a outras madeiras de lei;
Atropelamentos que podem acontecer por parte da ferrovia que corta assentamentos, e que não construirão nem túneis muito menos passarelas para as comunidades que trafegarem.
Por essas e outras as comunidades de Juruti e Juruti Velho se organizaram e tomaram como justa e necessária fazer luta contra a transnacional ALCOA e no dia 28 de janeiro as 15:00 horas cerca de 1500 trabalhadores e trabalhadoras ocuparam a base da mineradora, na chegada as forças do estado já estavam a postos pronto para defender a empresa contra os verdadeiros donos das terras, numa atitude truculenta da PM com o batalhão de choque, receberam os trabalhadores e trabalhadoras com spray de pimenta e bombas de gás, numa cena de pura barbárie onde crianças e mulheres passaram mal, não quiseram nem saber de conversas.
Apesar da truculência da PM o povo permanece em frente a base com acampamento montado e só sairão do local com a vinda do presidente da ALCOA na América Latina, INCRA Nacional, Casa Civil do Governo Estadual, SEMA, ITERPA, Ministério Publico Federal e Estadual e Governo Municipal, pois temos pautas e cobranças para todas essas autoridades, lembrando o Governo do Estado se o Pará e de fato terra de direito ou se o direito é somente de empresas estrangeiras que só se aproveitam de nossas riquezas e como lucro deixam a miséria, devastação e exclusão.
MOVIMENTO JURUTI EM AÇÃO E VIA CAMPESINA PARÁ.
Genérico contra a AIDS começa a ser produzido
A versão genérica do Efavirenz, um dos 17 medicamentos que compõem o coquetel antiaids, começou a ser produzida esta semana no Brasil, depois da concessão do registro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). De acordo com o diretor do Instituto de Tecnologia de Fármacos (Farmanguinhos) — ligado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) —, Eduardo Costa, a primeira entrega ao Ministério da Saúde, com 2,1 milhões de comprimidos, está prevista para a segunda quinzena de fevereiro. Atualmente, cerca de 185 mil pessoas no Brasil estão em tratamento contra a Aids. Delas, 85 mil tomam o medicamento.
Cortina de fumaça
Quanto mais os desavisados propalarem aos quatro cantos que a candidatura de Alexandre Von é 'independente' e que o deputado Lira Maia não é o 'pai da criança', estes só estarão cumprindo o papel que lhes fora reservado quando a estratégia do ex-prefeito foi lançada.
Isto é, quanto mais Alexandre decolar sozinho, melhor, como estava escrito no figurino.
Então, ao serviço, inocentes úteis!
Isto é, quanto mais Alexandre decolar sozinho, melhor, como estava escrito no figurino.
Então, ao serviço, inocentes úteis!
Xeque-mate
Quem pensava que Lira Maia perdeu sua habilidade política está enganado.
Esticou a corda o quanto pôde para despistar a situação.
Retirou-se da disputa no sábado de manhã.
Domingo de manhã colocou Nélio Aguiar como vice de Alexandre Von, lance impensável pelos seus adversários.
Se no dia 31 Lira Maia já tinha zerado o jogo, a partir do dia primeiro de fevereiro o deputado federal do Democratas colocou seu time na dianteira.
Esticou a corda o quanto pôde para despistar a situação.
Retirou-se da disputa no sábado de manhã.
Domingo de manhã colocou Nélio Aguiar como vice de Alexandre Von, lance impensável pelos seus adversários.
Se no dia 31 Lira Maia já tinha zerado o jogo, a partir do dia primeiro de fevereiro o deputado federal do Democratas colocou seu time na dianteira.
Trio no páreo
Como o site adiantou ontem, na nota Lipoaspiração de candidatos, apenas três nomes vão disputar a prefeitura de Santarém.
José Antônio/Milton Peloso
Alexandre Von/ Nélio Aguiar
Márcio Pinto/ Gean Carlos
José Antônio/Milton Peloso
Alexandre Von/ Nélio Aguiar
Márcio Pinto/ Gean Carlos
Camaleão
Helenilson Pontes é mais novo mutante da política santarena.
Deixou no chinelo o vereador José Maria Tapajós e o ex-prefeito Ruy Corrêa.
Deixou no chinelo o vereador José Maria Tapajós e o ex-prefeito Ruy Corrêa.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Ronaldo Brasiliense - CURTÍSSIMAS
COPA – Todo paraense que se preza quer a Copa de 2014
CAMPEÃO – O outrora pacífico bairro da Campina É o campeão da violência
ENGESSADO – As terras indígenas ocupam 1.200.000 Km2 e as unidades de conservação outros 1.100.000 Km2, totalizando mais de 46% da superfície da Amazônia Legal brasileira. São 2,3 milhões de kms quadrados engessados para a exploração mineral. Ainda bem...
UBURU - Sucesso de público e crítica a apresentação do documentário Adote um Urubu, da artista visual Andréa Feijó, na Aldeia da Paz do Fundo Social Mundial. O vídeo, mais que uma reflexão sobre preservação ambiental na ilha de Algodoal, na costa atlântica paraense, é um grito de alerta. Imperdível.
NOMEAÇÃO – O papa Bento XVI nomeou o frei franciscano Johannes Bahlmann como novo bispo de Óbidos, no oeste do Pará. Ele toma posse dia 24 de maio substituindo dom Martinho Lammers, que se aposentou.
ALTA – Recuperado de uma angioplastia, quando implantou um stent em artéria do coração, o ex-governador Simão Jatene (PSDB) já recebeu alta hospitalar.
MINERAÇÃO - O diretor do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Rinaldo César Mancin, garante: a crise financeira mundial não afetará investimentos em mineração na Amazônia, principalmente, no estado do Pará. Segundo ele, o que deverá acontecer é apenas a dilatação dos prazos para esses investimentos, que são da ordem de 23 bilhões de dólares, anunciados antes da crise.
FÓRUM – Queremos bis!
Previsão confirmada
Há exatos quinze dias este site previu que José Antônio Rocha seria o candidato a prefeito pelo PMDB.
Lipoaspiração na campanha
Até o encerramento das convenções, à noite, o número de candatos a prefeito de Santarém - que na sexta-feira estava em 5 - pode ser reduzido drasticamente.
Rodovia Santarém/Cuiabá é exemplo de atraso dos projetos do PAC
O ritmo de execução do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), principal bandeira do governo para aliviar os efeitos da crise mundial na economia brasileira, está longe de atender as carências do País. Levantamento feito pelo Estado, com 75 projetos de logística (portos, ferrovias, rodovias e aeroportos), energia (energia elétrica, transmissão e gás natural) e transporte urbano, mostra que 62% dos empreendimentos estão com o cronograma atrasado.
A pesquisa acompanhou apenas obras que constavam do terceiro balanço do PAC, até janeiro de 2008, e do último, até setembro. De acordo com a amostra analisada, os obstáculos ao avanço do programa, que completou dois anos em janeiro, variam de entraves burocráticos, ambientais, ideológicos a questões financeiras.
Entre as rodovias, um exemplo é a BR-163, que prevê a pavimentação de 1.000 km entre Guarantã do Norte (MT) até Santarém (PA). No trecho 1, por exemplo, que vai de Rurópolis a Santarém, a expectativa era terminar 20 km de terraplenagem e execução de 15 km de pavimentação até 31 de janeiro de 2008. Em setembro, a obra havia avançado só 11 km de terraplenagem e 10 de pavimentação. Neste caso, a lentidão é decorrente de atraso nos projetos executivos e de licenças ambientais.
(Fonte: O Estado de S.Paulo)
A pesquisa acompanhou apenas obras que constavam do terceiro balanço do PAC, até janeiro de 2008, e do último, até setembro. De acordo com a amostra analisada, os obstáculos ao avanço do programa, que completou dois anos em janeiro, variam de entraves burocráticos, ambientais, ideológicos a questões financeiras.
Entre as rodovias, um exemplo é a BR-163, que prevê a pavimentação de 1.000 km entre Guarantã do Norte (MT) até Santarém (PA). No trecho 1, por exemplo, que vai de Rurópolis a Santarém, a expectativa era terminar 20 km de terraplenagem e execução de 15 km de pavimentação até 31 de janeiro de 2008. Em setembro, a obra havia avançado só 11 km de terraplenagem e 10 de pavimentação. Neste caso, a lentidão é decorrente de atraso nos projetos executivos e de licenças ambientais.
(Fonte: O Estado de S.Paulo)
Pontuando - José Olivar
É grande o número de processos tramitando na Comarca local, principalmente na 5ª Vara Cível que tem à frente o dinâmico e muito cordial Juiz, Dr. Cosme Ferreira Neto, para o qual os advogados tecem muitos elogios. ///O momento político ainda é de incertezas no que diz respeito aos possíveis candidatos a Prefeito e Vice. Do lado do PMDB ainda há uma incógnita referente ao cabeça de chapa. No PT há um movimento que quer candidatura própria, muito embora essa atitude pode não ser uma boa decisão. Nos demais partidos não vejo novidades, salvo os pequenos que, com certeza, tenderão a apoiar quem tem mais chances. ///As chuvas estão trazendo à tona os trabalhos mau feitos de asfaltamento por empreiteiras que ganharam concorrência mas não cumpriram a contento com suas obrigações, tantas são as ruas que estão se deteriorando rapidamente. A atitude do Prefeito interino em responsabilizar a quem de direito é a mais certa e corajosa. ///O Fórum Social Mundial que se realiza em Belém é palco de muitos debates buscando melhoria e sustentabilidade em todos os setores da sociedade mundial, mas também é local para muitos irresponsáveis praticarem assaltos e até consumir drogas, como se verá no resultado final. ///Realizada a eleição no dia 08/03 e a diplomação, espera-se que com a posse dos eleitos - ainda não definida para quando - que Santarém comece a ser administrada com garantia de gestão até o final de 2012, para sairmos desta incerteza que levou o nobre Presidente da Câmara, Vereador José Maria Tapajós, a fazer um grande sacrifício como Prefeito interino e que, apesar de tudo, está dando conta do recado. ///Ontem, dia 30/01, participei no Amazônia Boulevard do aniversário de 15 anos de Lays Oliveira, filha dos meus amigos Valnilson e Núbia Oliveira, ela que é minha colega advogada. Parabéns à bela aniversariante! ///Se os trabalhos da Orla não forem logo concluídos, só os serão depois do inverno pois as águas do Tapajós estão subindo rapidamente. ///O Presidente Nacional da OAB juntamente com o Dep. Federal Fernando Ferro (PT/PE), estão imbuídos do propósito de apressar a identificação e punição dos assassinos do advogado Manoel Bezerra de Mattos Neto, ocorrido recentemente no interior da Paraíba. Ainda segundo o Dr. Cezar Brito, a Polícia Federal foi acionada para acompanhar o caso. ///O STJ decidiu que prestar falsa declaração de pobreza para conseguir os benefícios da justiça gratuita não constitui crime, determinando até o trancamento de inquérito policial nesse sentido. ///Atenção empresas de transporte coletivo, principalmente aquelas que não gostam de pagar indenização: quem não aceitar carteira de passe livre para idoso está sujeito a pagar indenização por danos morais e materiais. Foi o que decidiu a Justiça de Brasília em um caso ocorrido com um idoso. ///O 8º BEC deve estar esperando que as chuvas aumentem e continuem com o desmoronamento no trecho da serra que fica às proximidades do quartel. Fizeram um serviço no ano passado, mas não algo duradouro, e com as chuvas deste ano, pode escrever que haverá deslizamento e até interrupção do tráfego. ///O que aconteceu com o Juiz Leonel Figueiredo, da Comarca de São Félix do Xingu, que já foi Juiz em Santarém não deixando saudades, (segundo o noticiado foi agredido e revidou com dois tiros) deve ser apurado com rigor e punido quem efetivamente for culpado, até mesmo o Juiz, se houve excesso na sua reação, para que a corda não arrebente só para o lado mais fraco. ///O Dr. Luiz Ismaelino Valente, apesar de aposentado como Procurador de Justiça, continua atualizado e com uma lucidez jurídica excelente, tanto que recorro a ele e a nossa amizade para discutirmos matéria jurídica de complexidade. ///Um recado para os invejosos: Minhas virtudes e minhas amizades eu consegui com esforço e sinceridade e não em troca de pirarucu e outras formas de bajulação.
Lúcio Flávio Pinto: Um repórter estrangeiro e outros estrangeiros na Amazônia: um bem?
Quantos jornalistas brasileiros já estiveram mais de 30 vezes na Amazônia? Quantos conseguem somar um ano inteiro de presença na região com todas essas viagens? E entre os profissionais nascidos na Amazônia ou que nela fixaram domicílio, quantos a percorreram por inteiro? O número é muito pequeno, escandalosamente pequeno para a prioridade que o resto do Brasil costuma atribuir - em geral da boca para fora - à região que abrange 60% do território nacional.
O americano Larry Rohter, de 59 anos, faz parte desse círculo restrito. Em 1972 ele começou a viajar para o Brasil, país pelo qual passou a interessá-lo quando ainda morava nos Estados Unidos. Em 1977 sua cobertura brasileira se tornou jornalística. No ano seguinte, ainda como correspondente do jornal Washington Post e da revista Newsweek, desceu pela primeira vez na Amazônia. Essas visitas se amiudaram a partir de 1990, quando assumiu o cargo de correspondente do New York Times, o mais influente jornal do mundo. Em nenhum dos anos até 2007, quando largou a função e regressou aos EUA, deixou de fazer o circuito amazônico pelo menos uma vez.
Uma seleção do que ele produziu a partir dessas excursões ocupa 10% das 416 páginas do seu livro, Deu no New York Times, lançado no ano passado pela editora Objetiva, do Rio de Janeiro, sede do escritório do jornal novaiorquino, que enfrenta a maior crise da sua história (e ameaçado de sucumbir a ela). O valor e a utilidade do que Larry Rohter diz sobre a Amazônia (como, de resto, sobre o Brasil) decorre de sua qualificação pessoal e profissional (ao mesmo tempo como jornalista e acadêmico) e dos meios que teve à sua disposição, graças à clarividente diretriz editorial que orientou o NYT ao longo dos anos recentes, para obter informações e checá-las nos próprios lugares onde os fatos ocorriam.
Não se trata de um intelectual de laboratório nem de um pesquisador que passou mais tempo lidando com informações secundárias e fontes indiretas. Larry pôde ir às fontes primárias e até acompanhar os assuntos quando sua consumação estava em curso, um privilégio conferido com mais freqüência aos jornalistas do que a qualquer outro profissional, mas somente aos jornalistas de linha de frente, aos autênticos repórteres. O capítulo amazônico do livro abriga apenas sete das numerosas reportagens que ele escreveu, algumas seguidas de comentários enriquecedores, todas com alguma contribuição documental.
O mais importante, porém, é a apresentação dessas matérias, a parte inédita. É quando o acadêmico, formado em história e especializado na China Moderna na Universidade de Colúmbia, se debruça sobre as anotações de campo para entender-lhes o sentido e captar suas sugestões. O tema central dessas reflexões é a relação da Amazônia com o mundo, mediada pelo Brasil. A Amazônia sempre esteve sujeita a uma razão categórica: a afirmação da soberania nacional em seu vasto e pouco ocupado território, um vazio demográfico, um anecúmeno.
A sujeição decorre da convicção, no topo da sociedade brasileira e na cúpula do governo nacional, da existência de uma sempiterna cobiça internacional sobre a região. Esse desejo de apropriação se valeria das condições naturais da região, coberta de floresta, que dificulta sua ocupação e integração, e da sua carência de densidade humana. Para contrapor-se a esse cenário tendente à usurpação por estrangeiros, o governo desencadeou um processo de ocupação intensiva, integrando a Amazônia para não entregá-la, substituindo o espaço vazio pela plenitude da presença nacional.
Quanto há de verdade nessa ameaça? Quantos dos inimigos projetados sobre o cenário geopolítico não passam de moinhos de vento, combatidos não por um cavaleiro sem mácula, mas por pessoas e entidades que criam fantasmas ao meio-dia em proveito próprio? Não será justapondo fantasmagorias sobre fantasmagorias ou mitos sobre mitos que se chegará às respostas necessárias. Será revelando as informações a partir dos fatos e submetendo-as ao teste de consistência, através do qual as interpretações se tornarão sólidas e fecundas, não mais garatujas sofisticadas ou elucubração metafísica.
Indiferente à suspeição que lhe foi aplicada em função de sua nacionalidade e da natureza do seu patrão, Rohter enfrentou com inteligência, bom humor e argúcia todas as armadilhas que pretendem reduzir os graves problemas a leis de um catecismo dogmático. Ele descobriu que os brasileiros falam muito sobre a Amazônia sem a conhecer, em muitos casos nem mesmo fisicamente. Outros já colocaram seus pés nessa terra úmida e incômoda, mas, como o torcedor que deduz o que vê de uma partida de futebol que se desenrola á sua vista pelo que seu ouvido capta da locução transmitida pelo aparelho de rádio colado ao seu ouvido, repetem como santa verdade informação que jamais se deram ao trabalho de checar. Num universo de coisas vãs, é vã a necessidade de saber o que se diz. De tão vasta, a Amazônia é como um papel em branco: aceita tudo que se lhe inscreva.
Como a existência de um livro de geografia adotado nas escolas americanas de ensino fundamental, por exemplo, com um mapa que secciona a Amazônia do resto do Brasil porque os brasileiros são um povo incapaz de administrá-la. Ou que a região perdeu a batalha da borracha porque um inglês contrabandeou sementes da seringueira para a Ásia, um crime até de lesa-majestade, por ser a hévea brasiliensis espécie nativa. Os brasileiros não se apercebem que se fosse verdade que uma árvore só dá bem onde surgiu, o Brasil não seria o país do café, arbusto exótico.
Qualquer país que abrigasse em seu território uma região como a Amazônia haveria de se empenhar em exercer nela a soberania nacional. É um desejo legítimo e inquestionável do Brasil submeter o interesse internacional aos seus desígnios e controle. O problema é que a soberania brasileira tem sido firmada à base da destruição da Amazônia. Em menos de meio século, um dos dois elementos definidores da região, a sua floresta (como a sua água), foi destruído como nunca em qualquer outro lugar e em qualquer fase da história humana. Sem ser sequer inventariada ou avaliada na sua esmagadora maioria, foi despojado de sua cobertura vegetal essencial um território que já equivale a quase três vezes o tamanho de São Paulo, a mais rica unidade da federação.
Para tentar minimizar o tamanho desse crime, alguns argumentam que, ainda assim, o desmatamento "só" representa 20% do espaço amazônico, sem conseguir ter uma idéia real do que estas últimas quatro décadas representaram a partir de um ponto de partida em 1970, ano da Transamazônica, quando o desmatamento estava bem abaixo de 1%. Outros ainda mantêm as últimas esperanças de normalidade nessa brutalidade contra a natureza (e o próprio homem), dizendo que foi assim no passado e só porque foi assim as grandes nações de hoje se desenvolveram. Omitem, como lembra Rohter, que antes não existia a ecologia (ciência da segunda metade do século XX).
Mesmo se o cidadão do nosso tempo não se tivesse apercebido da dinâmica do planeta vivo, a grandeza quantitativa do drama não perderia em seus tons trágicos. Porque nunca o homo sapiens colocou abaixo tanta mata quanto o brasileiro colonizador da Amazônia. Agindo assim na suposição de que, ao substituir o espaço da natureza pelo espaço do homem, o país evita que a Amazônia seja internacionalizada, o Brasil, na verdade, acaba com a Amazônia. E assim se concilia de vez com a natureza do seu bandeirante de ontem, de hoje e de sempre, um fazedor de desertos, paulista ou não.
Pelo contrário, um modo de estabelecer a presença do homem em harmonia com uma natureza tão fecunda e desafiadora, seria estimular in situ um debate sem fronteiras, atraindo para a região todos aqueles que se declaram dispostos a partilhar seu conhecimento e dedicar seus esforços para evitar que ela seja mais um capítulo da pilhagem dos recursos naturais e de saque dos povos.
O Brasil será o condutor desse diálogo (de idéias e de práxis) não só - nem principalmente - por ser o dono da Amazônia, mas por ser aquele que melhor a conhece. E por tão bem dominá-la, com as armas do saber e do conhecimento, à frente dos mecanismos de governo e das ações sociais, não pode ser iludido nem manipulado. Como define o jornalista, esse pode "acabar sendo o mais importante campo de batalha ambiental do século XXI".
Nem sempre Larry Rohter tira das suas informações, obtidas em contato direto com os fatos ou através dos seus interlocutores, as deduções coerentes ou as interpretações corretas. É verdade que os projetos de Henry Ford, de Daniel Ludwig e da Volkswagen não deram certo, mas não é verdade que "todos os grandes projetos comerciais estrangeiros de risco que foram executados na Amazônia fracassaram". Deu muito certo o da Bethlehem Steel, na época a segunda maior siderúrgica do mundo, que em quatro décadas extraiu do Amapá milhões de toneladas do melhor de todos os minérios de manganês e, quando o teor caiu, foi-se embora sem cumprir suas responsabilidades, inclusive ambientais.
A Georgia Pacific, que também foi a maior madeireira dos Estados Unidos, extrai árvores selecionadas (sem precisar fazer corte raso) na foz do Amazonas há décadas, sempre alegando dificuldades (que existem mesmo), mas sem parar de embarcar as valiosas pranchas para o exterior. A japonesa Eidai acaba de falir, mas porque a mesma trajetória seguida pela americana, em três décadas, sofreu uma interrupção excepcional, por fatores que ainda é preciso avaliar em profundidade para definir sua ponderação.
Deu certo, sobretudo, a estratégia dessas corporações de deixar de lado o controle nominal do capital dos "grandes projetos" e assumir o pleno domínio dos mecanismos de comercialização das matérias primas. Exercem seu poder a partir de fora, mesmo quando esse poder não se traduz no percentual das ações das empresas que exploram os mais valiosos recursos naturais da região.
Mas é verdade que a causa principal do desmatamento na Amazônia não são as multinacionais ou as ONGs disfarçadas, mas brasileiros inescrupulosos que grilam terras, extraem madeiras de qualquer maneira, compram-nas sem fazer qualquer indagação sobre sua origem ou querem é que a mata desapareça para dar lugar aos pastos ou às extensas plantações de monoculturas, como a soja. A principal sede dessa destruição não é Nova York, mas São Paulo.
"Sim, a Amazônia é do Brasil", concorda Larry Rohter. "Mas o que os brasileiros vão fazer com ela? Essa é a pergunta realmente importante e ainda não há uma resposta para ela", acrescenta o jornalista. E não há mesmo. O Brasil que modifica com dramaticidade a fisionomia, o modo de ser e o etos da Amazônia só pretende fazer esta pergunta, que devia ser ao mesmo tempo primal e seminal, quando a Amazônia for Brasil. Ou seja, quando deixar de ser o que ainda teima em ser, uma realidade estranha, diferente e desafiadora para os fazedores de desertos: Amazônia.
O americano Larry Rohter, de 59 anos, faz parte desse círculo restrito. Em 1972 ele começou a viajar para o Brasil, país pelo qual passou a interessá-lo quando ainda morava nos Estados Unidos. Em 1977 sua cobertura brasileira se tornou jornalística. No ano seguinte, ainda como correspondente do jornal Washington Post e da revista Newsweek, desceu pela primeira vez na Amazônia. Essas visitas se amiudaram a partir de 1990, quando assumiu o cargo de correspondente do New York Times, o mais influente jornal do mundo. Em nenhum dos anos até 2007, quando largou a função e regressou aos EUA, deixou de fazer o circuito amazônico pelo menos uma vez.
Uma seleção do que ele produziu a partir dessas excursões ocupa 10% das 416 páginas do seu livro, Deu no New York Times, lançado no ano passado pela editora Objetiva, do Rio de Janeiro, sede do escritório do jornal novaiorquino, que enfrenta a maior crise da sua história (e ameaçado de sucumbir a ela). O valor e a utilidade do que Larry Rohter diz sobre a Amazônia (como, de resto, sobre o Brasil) decorre de sua qualificação pessoal e profissional (ao mesmo tempo como jornalista e acadêmico) e dos meios que teve à sua disposição, graças à clarividente diretriz editorial que orientou o NYT ao longo dos anos recentes, para obter informações e checá-las nos próprios lugares onde os fatos ocorriam.
Não se trata de um intelectual de laboratório nem de um pesquisador que passou mais tempo lidando com informações secundárias e fontes indiretas. Larry pôde ir às fontes primárias e até acompanhar os assuntos quando sua consumação estava em curso, um privilégio conferido com mais freqüência aos jornalistas do que a qualquer outro profissional, mas somente aos jornalistas de linha de frente, aos autênticos repórteres. O capítulo amazônico do livro abriga apenas sete das numerosas reportagens que ele escreveu, algumas seguidas de comentários enriquecedores, todas com alguma contribuição documental.
O mais importante, porém, é a apresentação dessas matérias, a parte inédita. É quando o acadêmico, formado em história e especializado na China Moderna na Universidade de Colúmbia, se debruça sobre as anotações de campo para entender-lhes o sentido e captar suas sugestões. O tema central dessas reflexões é a relação da Amazônia com o mundo, mediada pelo Brasil. A Amazônia sempre esteve sujeita a uma razão categórica: a afirmação da soberania nacional em seu vasto e pouco ocupado território, um vazio demográfico, um anecúmeno.
A sujeição decorre da convicção, no topo da sociedade brasileira e na cúpula do governo nacional, da existência de uma sempiterna cobiça internacional sobre a região. Esse desejo de apropriação se valeria das condições naturais da região, coberta de floresta, que dificulta sua ocupação e integração, e da sua carência de densidade humana. Para contrapor-se a esse cenário tendente à usurpação por estrangeiros, o governo desencadeou um processo de ocupação intensiva, integrando a Amazônia para não entregá-la, substituindo o espaço vazio pela plenitude da presença nacional.
Quanto há de verdade nessa ameaça? Quantos dos inimigos projetados sobre o cenário geopolítico não passam de moinhos de vento, combatidos não por um cavaleiro sem mácula, mas por pessoas e entidades que criam fantasmas ao meio-dia em proveito próprio? Não será justapondo fantasmagorias sobre fantasmagorias ou mitos sobre mitos que se chegará às respostas necessárias. Será revelando as informações a partir dos fatos e submetendo-as ao teste de consistência, através do qual as interpretações se tornarão sólidas e fecundas, não mais garatujas sofisticadas ou elucubração metafísica.
Indiferente à suspeição que lhe foi aplicada em função de sua nacionalidade e da natureza do seu patrão, Rohter enfrentou com inteligência, bom humor e argúcia todas as armadilhas que pretendem reduzir os graves problemas a leis de um catecismo dogmático. Ele descobriu que os brasileiros falam muito sobre a Amazônia sem a conhecer, em muitos casos nem mesmo fisicamente. Outros já colocaram seus pés nessa terra úmida e incômoda, mas, como o torcedor que deduz o que vê de uma partida de futebol que se desenrola á sua vista pelo que seu ouvido capta da locução transmitida pelo aparelho de rádio colado ao seu ouvido, repetem como santa verdade informação que jamais se deram ao trabalho de checar. Num universo de coisas vãs, é vã a necessidade de saber o que se diz. De tão vasta, a Amazônia é como um papel em branco: aceita tudo que se lhe inscreva.
Como a existência de um livro de geografia adotado nas escolas americanas de ensino fundamental, por exemplo, com um mapa que secciona a Amazônia do resto do Brasil porque os brasileiros são um povo incapaz de administrá-la. Ou que a região perdeu a batalha da borracha porque um inglês contrabandeou sementes da seringueira para a Ásia, um crime até de lesa-majestade, por ser a hévea brasiliensis espécie nativa. Os brasileiros não se apercebem que se fosse verdade que uma árvore só dá bem onde surgiu, o Brasil não seria o país do café, arbusto exótico.
Qualquer país que abrigasse em seu território uma região como a Amazônia haveria de se empenhar em exercer nela a soberania nacional. É um desejo legítimo e inquestionável do Brasil submeter o interesse internacional aos seus desígnios e controle. O problema é que a soberania brasileira tem sido firmada à base da destruição da Amazônia. Em menos de meio século, um dos dois elementos definidores da região, a sua floresta (como a sua água), foi destruído como nunca em qualquer outro lugar e em qualquer fase da história humana. Sem ser sequer inventariada ou avaliada na sua esmagadora maioria, foi despojado de sua cobertura vegetal essencial um território que já equivale a quase três vezes o tamanho de São Paulo, a mais rica unidade da federação.
Para tentar minimizar o tamanho desse crime, alguns argumentam que, ainda assim, o desmatamento "só" representa 20% do espaço amazônico, sem conseguir ter uma idéia real do que estas últimas quatro décadas representaram a partir de um ponto de partida em 1970, ano da Transamazônica, quando o desmatamento estava bem abaixo de 1%. Outros ainda mantêm as últimas esperanças de normalidade nessa brutalidade contra a natureza (e o próprio homem), dizendo que foi assim no passado e só porque foi assim as grandes nações de hoje se desenvolveram. Omitem, como lembra Rohter, que antes não existia a ecologia (ciência da segunda metade do século XX).
Mesmo se o cidadão do nosso tempo não se tivesse apercebido da dinâmica do planeta vivo, a grandeza quantitativa do drama não perderia em seus tons trágicos. Porque nunca o homo sapiens colocou abaixo tanta mata quanto o brasileiro colonizador da Amazônia. Agindo assim na suposição de que, ao substituir o espaço da natureza pelo espaço do homem, o país evita que a Amazônia seja internacionalizada, o Brasil, na verdade, acaba com a Amazônia. E assim se concilia de vez com a natureza do seu bandeirante de ontem, de hoje e de sempre, um fazedor de desertos, paulista ou não.
Pelo contrário, um modo de estabelecer a presença do homem em harmonia com uma natureza tão fecunda e desafiadora, seria estimular in situ um debate sem fronteiras, atraindo para a região todos aqueles que se declaram dispostos a partilhar seu conhecimento e dedicar seus esforços para evitar que ela seja mais um capítulo da pilhagem dos recursos naturais e de saque dos povos.
O Brasil será o condutor desse diálogo (de idéias e de práxis) não só - nem principalmente - por ser o dono da Amazônia, mas por ser aquele que melhor a conhece. E por tão bem dominá-la, com as armas do saber e do conhecimento, à frente dos mecanismos de governo e das ações sociais, não pode ser iludido nem manipulado. Como define o jornalista, esse pode "acabar sendo o mais importante campo de batalha ambiental do século XXI".
Nem sempre Larry Rohter tira das suas informações, obtidas em contato direto com os fatos ou através dos seus interlocutores, as deduções coerentes ou as interpretações corretas. É verdade que os projetos de Henry Ford, de Daniel Ludwig e da Volkswagen não deram certo, mas não é verdade que "todos os grandes projetos comerciais estrangeiros de risco que foram executados na Amazônia fracassaram". Deu muito certo o da Bethlehem Steel, na época a segunda maior siderúrgica do mundo, que em quatro décadas extraiu do Amapá milhões de toneladas do melhor de todos os minérios de manganês e, quando o teor caiu, foi-se embora sem cumprir suas responsabilidades, inclusive ambientais.
A Georgia Pacific, que também foi a maior madeireira dos Estados Unidos, extrai árvores selecionadas (sem precisar fazer corte raso) na foz do Amazonas há décadas, sempre alegando dificuldades (que existem mesmo), mas sem parar de embarcar as valiosas pranchas para o exterior. A japonesa Eidai acaba de falir, mas porque a mesma trajetória seguida pela americana, em três décadas, sofreu uma interrupção excepcional, por fatores que ainda é preciso avaliar em profundidade para definir sua ponderação.
Deu certo, sobretudo, a estratégia dessas corporações de deixar de lado o controle nominal do capital dos "grandes projetos" e assumir o pleno domínio dos mecanismos de comercialização das matérias primas. Exercem seu poder a partir de fora, mesmo quando esse poder não se traduz no percentual das ações das empresas que exploram os mais valiosos recursos naturais da região.
Mas é verdade que a causa principal do desmatamento na Amazônia não são as multinacionais ou as ONGs disfarçadas, mas brasileiros inescrupulosos que grilam terras, extraem madeiras de qualquer maneira, compram-nas sem fazer qualquer indagação sobre sua origem ou querem é que a mata desapareça para dar lugar aos pastos ou às extensas plantações de monoculturas, como a soja. A principal sede dessa destruição não é Nova York, mas São Paulo.
"Sim, a Amazônia é do Brasil", concorda Larry Rohter. "Mas o que os brasileiros vão fazer com ela? Essa é a pergunta realmente importante e ainda não há uma resposta para ela", acrescenta o jornalista. E não há mesmo. O Brasil que modifica com dramaticidade a fisionomia, o modo de ser e o etos da Amazônia só pretende fazer esta pergunta, que devia ser ao mesmo tempo primal e seminal, quando a Amazônia for Brasil. Ou seja, quando deixar de ser o que ainda teima em ser, uma realidade estranha, diferente e desafiadora para os fazedores de desertos: Amazônia.
Aeroporto mixuruca
Sebstião Imbiriba
Articulista de O Estado do Tapajós
Meu dileto amigo Odair Correa - com seus novos e belos cabelos negros, que há algum tempo prefere, em lugar de suas antigas e características melenas grisalhas, que lhe davam certo charme, que perdeu - criou e protagonizou belíssimo factóide ao melhor estilo César Maia. Odair induziu o presidente da INFRAERO a vir a Santarém do Tapajós pagar tremendo mico. O brigadeiro trouxe o contrato do projeto do que será a futura estação de passageiros do Aeroporto de Santarém, contrato este já assinado em Brasília pelas partes competentes, para que nosso amado vice-governador lhe acrescentasse sua preciosa assinatura, como TESTEMUNHA, sob caridosos aplausos de convidados muito bem selecionados.
A esdrúxula ocorrência se deu na tarde de 22 de janeiro de 2009, no auditório da UEPA em Santarém. Cerimônia plena de pompa e circunstância para falso testemunho. O que seria de total inutilidade, não fosse a oportunidade aproveitada por espíritos atentos que detectaram incongruência no pré-projeto e alguém mais atrevido não alertasse o público para o crime que se prepara contra Santarém do Tapajós, contra o Pará d'Oeste, o futuro Estado do Tapajós renegado por Odair.
A premissas que orientam o projeto a ser elaborado e recém-contratado tem um horizonte de oito anos, isto é, define as instalações necessárias ao atendimento do número de pessoas que circularão no Aeroporto Wilson Fonseca em 2017. Ocorre que o tempo gasto, a partir da assinatura do contrato, para elaboração do projeto mais o que será despendido na construção - se não houver hiato entre o término de um e a licitação da outra - decorrerão quase quatro anos, metade do horizonte previsto.
Trocando em miúdos, isto significa que, a partir da data de sua inauguração, em 2013, a vida útil do novo aeroporto será de apenas quatro anos, quando já estará saturado e requerendo ampliação. Quatro anos após sua inauguração, o novo aeroporto estará nas mesmas condições precárias de atendimento ao público em que o atual se encontra hoje. Para projeto desse porte, vida útil de apenas quatro anos é, realmente, absurda insignificância.
Não sou noviço no assunto. Acompanhei o projeto do aeroporto do Galeão, realizado pela Hidroservice na segunda metade da década de 1960, o qual previa quatro módulos, um dos quais foi construído em seguida. Logo, esse módulo estava saturado. No entanto, o segundo módulo só foi construído após delongas e hesitações. Era o caso de vários aeroportos pelo Brasil afora que tiveram que aguardar por longos anos até que a Infraero construísse novas instalações. Um dos poucos casos sem solução é o aeroporto de Santarém do Tapajós e todos sabemos do empenho com que, desde que chegou a esta Terra da Felicidade, Luiz Barra se esforça por fazer a direção da Infraero a dar soluça de emergência à atual estação de passageiros e iniciar a construção do novo aeroporto.
Em toda parte, muito tardiamente se tomou a iniciativa de projetar e construir melhores aeroportos. Em todos os casos, por muitos anos, as cidades servidas por eles sofreram a obsolescência de seus aeroportos. E nós ainda teremos que penar tais agruras por mais quatro anos enquanto se projeta e constrói as novas instalações. Infelizmente, conforme se depreende da forma como foi apresentado o pré-projeto, este aparentemente inevitável problema se repetirá a partir de 2017 com a prematura obsolescência do novo aeroporto de Santarém do Tapajós.
Por isso mesmo, o projeto deve prever ampliações rápidas, fáceis e baratas. O assunto tem que ser discutido e esclarecido, e nada melhor para isto do que a realização de audiências públicas para debater premissas, parâmetros e paradigmas do projeto a ser elaborado. Agora sim, aqui caberia bela iniciativa de Odair, não para criar palanque de prosopopéias e autopromoção, mas para que o povo objetivamente discuta e decida sobre assunto de tão vital importância para sua vida econômica, cultural e social.
É isto o que esperamos de Odair. É isto o que lhe restituirá respeito e apreço dos que, apesar dos desapontamentos, continuam amigos de sempre. Audiência pública e imediata do aeroporto. É isto o que exigimos.
Leia e comente o livro A Montanha da Sabedoria.
Compre nas livrarias ou peça para: 5poderes@gmail.com ou (93) 3523-2181
Articulista de O Estado do Tapajós
Meu dileto amigo Odair Correa - com seus novos e belos cabelos negros, que há algum tempo prefere, em lugar de suas antigas e características melenas grisalhas, que lhe davam certo charme, que perdeu - criou e protagonizou belíssimo factóide ao melhor estilo César Maia. Odair induziu o presidente da INFRAERO a vir a Santarém do Tapajós pagar tremendo mico. O brigadeiro trouxe o contrato do projeto do que será a futura estação de passageiros do Aeroporto de Santarém, contrato este já assinado em Brasília pelas partes competentes, para que nosso amado vice-governador lhe acrescentasse sua preciosa assinatura, como TESTEMUNHA, sob caridosos aplausos de convidados muito bem selecionados.
A esdrúxula ocorrência se deu na tarde de 22 de janeiro de 2009, no auditório da UEPA em Santarém. Cerimônia plena de pompa e circunstância para falso testemunho. O que seria de total inutilidade, não fosse a oportunidade aproveitada por espíritos atentos que detectaram incongruência no pré-projeto e alguém mais atrevido não alertasse o público para o crime que se prepara contra Santarém do Tapajós, contra o Pará d'Oeste, o futuro Estado do Tapajós renegado por Odair.
A premissas que orientam o projeto a ser elaborado e recém-contratado tem um horizonte de oito anos, isto é, define as instalações necessárias ao atendimento do número de pessoas que circularão no Aeroporto Wilson Fonseca em 2017. Ocorre que o tempo gasto, a partir da assinatura do contrato, para elaboração do projeto mais o que será despendido na construção - se não houver hiato entre o término de um e a licitação da outra - decorrerão quase quatro anos, metade do horizonte previsto.
Trocando em miúdos, isto significa que, a partir da data de sua inauguração, em 2013, a vida útil do novo aeroporto será de apenas quatro anos, quando já estará saturado e requerendo ampliação. Quatro anos após sua inauguração, o novo aeroporto estará nas mesmas condições precárias de atendimento ao público em que o atual se encontra hoje. Para projeto desse porte, vida útil de apenas quatro anos é, realmente, absurda insignificância.
Não sou noviço no assunto. Acompanhei o projeto do aeroporto do Galeão, realizado pela Hidroservice na segunda metade da década de 1960, o qual previa quatro módulos, um dos quais foi construído em seguida. Logo, esse módulo estava saturado. No entanto, o segundo módulo só foi construído após delongas e hesitações. Era o caso de vários aeroportos pelo Brasil afora que tiveram que aguardar por longos anos até que a Infraero construísse novas instalações. Um dos poucos casos sem solução é o aeroporto de Santarém do Tapajós e todos sabemos do empenho com que, desde que chegou a esta Terra da Felicidade, Luiz Barra se esforça por fazer a direção da Infraero a dar soluça de emergência à atual estação de passageiros e iniciar a construção do novo aeroporto.
Em toda parte, muito tardiamente se tomou a iniciativa de projetar e construir melhores aeroportos. Em todos os casos, por muitos anos, as cidades servidas por eles sofreram a obsolescência de seus aeroportos. E nós ainda teremos que penar tais agruras por mais quatro anos enquanto se projeta e constrói as novas instalações. Infelizmente, conforme se depreende da forma como foi apresentado o pré-projeto, este aparentemente inevitável problema se repetirá a partir de 2017 com a prematura obsolescência do novo aeroporto de Santarém do Tapajós.
Por isso mesmo, o projeto deve prever ampliações rápidas, fáceis e baratas. O assunto tem que ser discutido e esclarecido, e nada melhor para isto do que a realização de audiências públicas para debater premissas, parâmetros e paradigmas do projeto a ser elaborado. Agora sim, aqui caberia bela iniciativa de Odair, não para criar palanque de prosopopéias e autopromoção, mas para que o povo objetivamente discuta e decida sobre assunto de tão vital importância para sua vida econômica, cultural e social.
É isto o que esperamos de Odair. É isto o que lhe restituirá respeito e apreço dos que, apesar dos desapontamentos, continuam amigos de sempre. Audiência pública e imediata do aeroporto. É isto o que exigimos.
Leia e comente o livro A Montanha da Sabedoria.
Compre nas livrarias ou peça para: 5poderes@gmail.com ou (93) 3523-2181
Manchetes deste sábado de O Estado do Tapajós
CINCO CANDIDATOS DISPUTAM ELEIÇÃO
BLITZ DO DETRAN FAZ VISTA GROSSAS AOS ÔNIBUS
PREFEITO VISITA OBRAS DO PAC EM TRÊS BAIRROS
SANTARÉM REGISTRA RECORDE DE DEMISSÕES EM DEZEMBRO
PRAZO PARA ADERIR AOS SUMPERSIMPLES PRORROGADO ATÉ 20 DE FEVEREIRO
ALCO SÓ NEGOCIA COM ACORJUVE APÓS RETIRADA DE INVASORES
A REALIDADE DOS CURSOS DE LÍNGUA ESTRANGEIRA EM SANTARÉM
RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DO HISPITAL REGIONAL ESTÁ EM PANE
SECRETÁRIO DE SAÚDE ADMITE RECORRER À JUSTIÇA PARA QUE AGENTES NÃO SEJAM BARRADOS NAS CASAS
FALTA DE CONSCIÊNCIA AMBIENTAL E INADIMPLÊNCIA EMPERRAM FNO, DIZ SUPERITENDENTE DO BANCO DA AMAZÔNIA
BLITZ DO DETRAN FAZ VISTA GROSSAS AOS ÔNIBUS
PREFEITO VISITA OBRAS DO PAC EM TRÊS BAIRROS
SANTARÉM REGISTRA RECORDE DE DEMISSÕES EM DEZEMBRO
PRAZO PARA ADERIR AOS SUMPERSIMPLES PRORROGADO ATÉ 20 DE FEVEREIRO
ALCO SÓ NEGOCIA COM ACORJUVE APÓS RETIRADA DE INVASORES
A REALIDADE DOS CURSOS DE LÍNGUA ESTRANGEIRA EM SANTARÉM
RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DO HISPITAL REGIONAL ESTÁ EM PANE
SECRETÁRIO DE SAÚDE ADMITE RECORRER À JUSTIÇA PARA QUE AGENTES NÃO SEJAM BARRADOS NAS CASAS
FALTA DE CONSCIÊNCIA AMBIENTAL E INADIMPLÊNCIA EMPERRAM FNO, DIZ SUPERITENDENTE DO BANCO DA AMAZÔNIA
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Maria indica vice do PMDB
Em telefonema dado ontem à noite ao deputado Antônio Rocha, a ex-prefeita Maria do Cargo garantiu-lhe que o PT 'não vai criar problemas com o PMDB' e que o partido aceita indicar o candidato a vice na chapa de Rocha.
Na chapa de Rocha, isso é que é a dúvida.
Porque a ex-prefeita, como este site já havia divulgado no post PT tenta imobilizar Rocha ensaiou um conversa mole de que o candidato do PMDB poderia ser o filho de Rocha, José Antônio, atual secretarío municipal de saúde.
Quer dizer: por vias oblíquas o PT disse a Rocha que não quer ele como candidato, embora não tenha coragem de lhe lançar o desaforo cara a cara.
Na chapa de Rocha, isso é que é a dúvida.
Porque a ex-prefeita, como este site já havia divulgado no post PT tenta imobilizar Rocha ensaiou um conversa mole de que o candidato do PMDB poderia ser o filho de Rocha, José Antônio, atual secretarío municipal de saúde.
Quer dizer: por vias oblíquas o PT disse a Rocha que não quer ele como candidato, embora não tenha coragem de lhe lançar o desaforo cara a cara.
Lúcio Flávio Pinto: Crise não afeta os dividendos
A crise internacional não afetará a remuneração dos acionistas da Companhia Vale do Rio Doce. A empresa anunciou, na semana passada, que neste ano destinará 2,5 bilhões de dólares para a remuneração mínima dos detentores dos seus papéis, o que significa quase meio dólar de rentabilidade por ação, seja ela ordinária ou preferencial, a ser pago em duas parcelas (em abril e em outubro). Foi esse o valor estabelecido pela empresa para a remuneração mínima em 2008, que começou a todo vapor, prenunciando o melhor de todos os anos para a Vale. A proposta ainda será submetida pela diretoria executiva ao conselho de administração da ex-estatal, mas a aprovação é considerada certa.
No comunicado distribuído à imprensa, a antiga CVRD informa ainda que o valor proposto é 24,5% superior à remuneração total média dos últimos três anos, entre 2006 e 2008, sendo “consistente com as diretrizes da política financeira da Vale, que prevêem a conciliação do financiamento das oportunidades de crescimento rentável com a preservação de um balanço saudável, fator essencial diante de um cenário de recessão global com várias incertezas sobre o futuro".
A questão merece uma reflexão. Os três últimos exercícios da companhia foram marcados por sucessivos recordes, graças à expansão desenfreada do consumo da China e aos preços sem igual das principais commodities comercializadas pela Vale. O principal efeito desse desempenho foi o pagamento de dividendos em escala tal que colocaram os papéis da empresa entre os de maior atração na bolsa de Nova York. A rentabilidade obtida pelos acionistas da Vale superou a dos banqueiros, algo fenomenal diante dos juros praticados no Brasil. As “incertezas sobre o futuro” trazidas para 2009 já fizeram a empresa demitir pessoal, reivindicar a redução do custo da mão-de-obra e cobrar uma espécie de AI-5 corporativo. Mas não atingiram a remuneração dos acionistas, que continuarão a ter as mesmas garantias dos anos anteriores.
Agindo assim, a Vale diz que concilia o “financiamento das oportunidades de crescimento rentável com a preservação de um balanço saudável”. Ela quer dizer que os ricos continuarão a investir nela, sejam acionistas como banqueiros, garantindo-lhe capital para continuar a crescer a despeito da recessão mundial. O executivo Roger Agnelli está pedindo que a sociedade lhe entregue um cheque em branco, confiando na sua capacidade e no seu faro.
Para poder lhe dar carta branca, dissipando alguns dos efeitos da crise, a opinião pública – que poderia se expressar através do principal controlador nominal da Vale, o fundo estatal Previ – precisa submeter a reavaliação seu desempenho à frente da segunda maior empresa do país e da sua principal fonte de divisas. As duas situações resultaram da época de vacas gordas, quando a companhia se comportou como se fosse uma simbiose da cigarra festeira com a formiga operosa. Agora, na estação das vacas magras, é preciso verificar se a face produtiva da Vale prevaleceu e irá predominar. A fixação em dividendos centrados no mercado internacional parece indicar que não. De qualquer maneira, para fazer a prova dos nove, é preciso verificar o que a empresa anuncia e confrontar sua palavra com a realidade.
No comunicado distribuído à imprensa, a antiga CVRD informa ainda que o valor proposto é 24,5% superior à remuneração total média dos últimos três anos, entre 2006 e 2008, sendo “consistente com as diretrizes da política financeira da Vale, que prevêem a conciliação do financiamento das oportunidades de crescimento rentável com a preservação de um balanço saudável, fator essencial diante de um cenário de recessão global com várias incertezas sobre o futuro".
A questão merece uma reflexão. Os três últimos exercícios da companhia foram marcados por sucessivos recordes, graças à expansão desenfreada do consumo da China e aos preços sem igual das principais commodities comercializadas pela Vale. O principal efeito desse desempenho foi o pagamento de dividendos em escala tal que colocaram os papéis da empresa entre os de maior atração na bolsa de Nova York. A rentabilidade obtida pelos acionistas da Vale superou a dos banqueiros, algo fenomenal diante dos juros praticados no Brasil. As “incertezas sobre o futuro” trazidas para 2009 já fizeram a empresa demitir pessoal, reivindicar a redução do custo da mão-de-obra e cobrar uma espécie de AI-5 corporativo. Mas não atingiram a remuneração dos acionistas, que continuarão a ter as mesmas garantias dos anos anteriores.
Agindo assim, a Vale diz que concilia o “financiamento das oportunidades de crescimento rentável com a preservação de um balanço saudável”. Ela quer dizer que os ricos continuarão a investir nela, sejam acionistas como banqueiros, garantindo-lhe capital para continuar a crescer a despeito da recessão mundial. O executivo Roger Agnelli está pedindo que a sociedade lhe entregue um cheque em branco, confiando na sua capacidade e no seu faro.
Para poder lhe dar carta branca, dissipando alguns dos efeitos da crise, a opinião pública – que poderia se expressar através do principal controlador nominal da Vale, o fundo estatal Previ – precisa submeter a reavaliação seu desempenho à frente da segunda maior empresa do país e da sua principal fonte de divisas. As duas situações resultaram da época de vacas gordas, quando a companhia se comportou como se fosse uma simbiose da cigarra festeira com a formiga operosa. Agora, na estação das vacas magras, é preciso verificar se a face produtiva da Vale prevaleceu e irá predominar. A fixação em dividendos centrados no mercado internacional parece indicar que não. De qualquer maneira, para fazer a prova dos nove, é preciso verificar o que a empresa anuncia e confrontar sua palavra com a realidade.
Nélio Aguiar confirma candidatura a prefeito
O médico e vereador Nélio Aguiar(PMN) confirma o lançamento de sua candidatura a prefeito de Santarém durante a convenção do partido que será realizada domingo, no Comercial Atlético Cearense.
Nélio vai liderar uma frente de seis pequenos partidos. O nome do vice deve sair do PSB, PSC ou PPS.
Nélio vai liderar uma frente de seis pequenos partidos. O nome do vice deve sair do PSB, PSC ou PPS.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
TSE nega mandado de segurança para suspender eleições em Santarém
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Carlos Ayres Brito, negou ainda há pouco o mandado de segurança 4171 através do qual a ex-prefeita Maria do Carmo pretendia suspender a eleição para prefeito marcada pelo TRE para dia o dia 8 de março em Santarém.
Em seu despacho, Ayes Brito mandou pedir informações ao Tribunal Regional Eleitoral e determinou a remessa dos autos para manifestação do ministro Marcelo Ribeiro, aquele mesmo que foi decisivo em seu voto para que o TSE indeferisse o registro da candidatura da ex-prefeita.
Esta é a oitava derrota da ex-prefeita Maria do Carmo nos tribunais superiores de Brasília desde o dia 16 de dezembro.
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Atualização: O despacho foi dado pelo presidente em exercício do TSE, ministro Arnaldo Versiani, outro ministro da corte que votou originalmente pelo indeferimento da candidatura da ex-prefeita.
Em seu despacho, Ayes Brito mandou pedir informações ao Tribunal Regional Eleitoral e determinou a remessa dos autos para manifestação do ministro Marcelo Ribeiro, aquele mesmo que foi decisivo em seu voto para que o TSE indeferisse o registro da candidatura da ex-prefeita.
Esta é a oitava derrota da ex-prefeita Maria do Carmo nos tribunais superiores de Brasília desde o dia 16 de dezembro.
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Atualização: O despacho foi dado pelo presidente em exercício do TSE, ministro Arnaldo Versiani, outro ministro da corte que votou originalmente pelo indeferimento da candidatura da ex-prefeita.
Alcoa exige retirada de invasores para restabelecer negociações
Através de comunicado à imprensa emitido esta tarde, a diretoria da Alcoa estabele condições para negociar com os líderes do acampamento montado desde quarta-feira à entrada da propriedade da empresa, em Juruti.
Segundo a nota da assessoria de imprensa, a Alcoa sempre esteve ' disposta a negociar, não aceita, porém, que isso aconteça sob coação e invasão de sua propriedade, hoje ou no futuro. E só voltará a negociar quando Gerdeonor Pereira e demais invasores se retirarem do local pacificamente".
1. A Alcoa, desde antes do início de implantação de sua mina de bauxita em Juruti, sempre procurou e manteve ativamente o diálogo com todas as comunidades de Juruti e continua desejosa de manter essa relação construtiva com a população e o poder público. As maiores provas do êxito dessa conduta são as negociações bem-sucedidas e já concluídas com praticamente todas as comunidades do município em torno das atividades de mineração; e a comprovação, em pesquisa do Ibope, de que quase 90% da população têm uma atitude positiva para com o empreendimento da Alcoa;
2. Neste momento em que a implantação da nova mina se encontra em fase de conclusão e as negociações para a assinatura de um Termo de Compromisso entre Alcoa e as comunidades do Lago Grande caminham para de uma conclusão bem-sucedida – sob os auspícios do Ministério do Desenvolvimento Agrário e do INCRA – um grupo de pessoas está acampado em uma entrada da propriedade da Alcoa em Juruti, sem uma pauta de pleitos objetivos e em clara violação de propriedade privada. Houve tentativa de invasão com violência, que foi evitada, sem conseqüências, pela Polícia Militar;
3. O presidente da Alcoa, Franklin Feder, estava em visita a Juruti no momento da invasão e lá permaneceu disponível para uma reunião com Gerdeonor Pereira, que chefia esse movimento de invasão. No entanto Gerdeonor só aceita reunir-se com a Alcoa desde que também participem da reunião a SEMA, o INCRA nacional, a Casa Civil do governo do Estado, o ITERPA e a Prefeitura de Juruti;
4. A Alcoa, sempre disposta a negociar, não aceita, porém, que isso aconteça sob coação e invasão de sua propriedade, hoje ou no futuro. E só voltará a negociar quando Gerdeonor e demais invasores se retirarem do local pacificamente;
5. Neste momento em que, devido à crise financeira mundial, a Companhia acaba de suspender todos os seus investimentos, mantendo-os somente no Brasil e especificamente em Juruti, a Alcoa confia e espera que as autoridades governamentais continuem a desempenhar seu papel harmonizador e regulador, assegurando a continuidade da implantação da nova mina de bauxita, notadamente mediante a emissão da sua licença de operação, levando em conta a importância do empreendimento para a geração de empregos, receita tributária e desenvolvimento sustentável do Oeste do Pará;
6. Tão logo seja restabelecida a normalidade na localidade da mina, com a retirada dos invasores, a Alcoa continuará, como sempre esteve, aberta ao mais abrangente diálogo com todas as partes interessadas, em benefício da continuidade da implantação da mina de bauxita de Juruti.
Assessoria de Comunicação Alcoa Mina de Juruti
Segundo a nota da assessoria de imprensa, a Alcoa sempre esteve ' disposta a negociar, não aceita, porém, que isso aconteça sob coação e invasão de sua propriedade, hoje ou no futuro. E só voltará a negociar quando Gerdeonor Pereira e demais invasores se retirarem do local pacificamente".
Nota Oficial
1. A Alcoa, desde antes do início de implantação de sua mina de bauxita em Juruti, sempre procurou e manteve ativamente o diálogo com todas as comunidades de Juruti e continua desejosa de manter essa relação construtiva com a população e o poder público. As maiores provas do êxito dessa conduta são as negociações bem-sucedidas e já concluídas com praticamente todas as comunidades do município em torno das atividades de mineração; e a comprovação, em pesquisa do Ibope, de que quase 90% da população têm uma atitude positiva para com o empreendimento da Alcoa;
2. Neste momento em que a implantação da nova mina se encontra em fase de conclusão e as negociações para a assinatura de um Termo de Compromisso entre Alcoa e as comunidades do Lago Grande caminham para de uma conclusão bem-sucedida – sob os auspícios do Ministério do Desenvolvimento Agrário e do INCRA – um grupo de pessoas está acampado em uma entrada da propriedade da Alcoa em Juruti, sem uma pauta de pleitos objetivos e em clara violação de propriedade privada. Houve tentativa de invasão com violência, que foi evitada, sem conseqüências, pela Polícia Militar;
3. O presidente da Alcoa, Franklin Feder, estava em visita a Juruti no momento da invasão e lá permaneceu disponível para uma reunião com Gerdeonor Pereira, que chefia esse movimento de invasão. No entanto Gerdeonor só aceita reunir-se com a Alcoa desde que também participem da reunião a SEMA, o INCRA nacional, a Casa Civil do governo do Estado, o ITERPA e a Prefeitura de Juruti;
4. A Alcoa, sempre disposta a negociar, não aceita, porém, que isso aconteça sob coação e invasão de sua propriedade, hoje ou no futuro. E só voltará a negociar quando Gerdeonor e demais invasores se retirarem do local pacificamente;
5. Neste momento em que, devido à crise financeira mundial, a Companhia acaba de suspender todos os seus investimentos, mantendo-os somente no Brasil e especificamente em Juruti, a Alcoa confia e espera que as autoridades governamentais continuem a desempenhar seu papel harmonizador e regulador, assegurando a continuidade da implantação da nova mina de bauxita, notadamente mediante a emissão da sua licença de operação, levando em conta a importância do empreendimento para a geração de empregos, receita tributária e desenvolvimento sustentável do Oeste do Pará;
6. Tão logo seja restabelecida a normalidade na localidade da mina, com a retirada dos invasores, a Alcoa continuará, como sempre esteve, aberta ao mais abrangente diálogo com todas as partes interessadas, em benefício da continuidade da implantação da mina de bauxita de Juruti.
Assessoria de Comunicação Alcoa Mina de Juruti
Adesão ao Super Simples prorrogada até 20 de fevereiro
Foi prorrogado até 20/02/2009 os prazos para adesão ao Simples Nacional (SuperSimples), que se encerrariam amanhã, dia 30.
Rocha oferece ao PT lugar de vice na chapa do PMDB
Em reunião realizada ontem à noite, o deputado Antônio Rocha(PMDB) propôs uma dobradinha com o PT para a eleição de 8 de março, tendo o peemedebista na cabeça da chapa e o PT indicando a vice.
Os emissários do PT - Everaldo Martins, Inácio Corrêa e Odete Costa- não disseram nem que sim, nem que não. Preferiram jogar a decisão para o encontro municipal do partido que se realizará amanhã.
Os emissários do PT - Everaldo Martins, Inácio Corrêa e Odete Costa- não disseram nem que sim, nem que não. Preferiram jogar a decisão para o encontro municipal do partido que se realizará amanhã.
Anúncio das sedes da Copa do Mundo será em 20 de março, diz Blatter
O presidente da Fifa, o suíço Joseph Blatter, anunciou nesta quinta-feira que o Comitê Executivo da entidade divulgará no dia 20 de março os nomes das 12 cidades que serão sedes da Copa do Mundo de 2014, em território brasileiro.
Blatter participou de uma reunião com o presidente Luis Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto, em Brasília. Além de ambos, estiveram presentes o ministro do Esporte, Orlando Silva, e o líder da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira.
"Nós confirmamos que a reunião do Comitê Executivo está prevista para os dias 19 e 20 de março, quando serão designadas as 12 cidades que organizarão a Copa do Mundo de 2014", disse o presidente da Fifa, após um encontro de uma hora com Lula.
Na quarta-feira, Blatter confirmou que serão 12 cidades-sede para o Mundial de 2014, ao contrário das dez que defendia anteriormente e que foram determinadas para a Copa do Mundo da África do Sul, em 2010.
"Estou feliz em constatar que os diferentes estádios e as diferentes cidades candidatas estão prontos para se organizar para a Copa do Mundo. O governo central e o chefe de Estado deram todas as garantias necessárias para isso", completou Blatter.
Também nesta quinta-feira, Orlando Silva afirmou que duas regiões brasileiras serão contempladas com vagas para o Mundial. Segundo o ministro, Manaus e Belém lutarão para serem sedes na Amazônia, enquanto Cuiabá e Campo Grande disputam na região do Pantanal.
Fonte: UOL
Blatter participou de uma reunião com o presidente Luis Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto, em Brasília. Além de ambos, estiveram presentes o ministro do Esporte, Orlando Silva, e o líder da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira.
"Nós confirmamos que a reunião do Comitê Executivo está prevista para os dias 19 e 20 de março, quando serão designadas as 12 cidades que organizarão a Copa do Mundo de 2014", disse o presidente da Fifa, após um encontro de uma hora com Lula.
Na quarta-feira, Blatter confirmou que serão 12 cidades-sede para o Mundial de 2014, ao contrário das dez que defendia anteriormente e que foram determinadas para a Copa do Mundo da África do Sul, em 2010.
"Estou feliz em constatar que os diferentes estádios e as diferentes cidades candidatas estão prontos para se organizar para a Copa do Mundo. O governo central e o chefe de Estado deram todas as garantias necessárias para isso", completou Blatter.
Também nesta quinta-feira, Orlando Silva afirmou que duas regiões brasileiras serão contempladas com vagas para o Mundial. Segundo o ministro, Manaus e Belém lutarão para serem sedes na Amazônia, enquanto Cuiabá e Campo Grande disputam na região do Pantanal.
Fonte: UOL
Escritório de santareno exporta projetos arquitetônicos
Santarém anda chamando a atenção de outras regiões do Brasil e do mundo, porém desta vez não é pelas belezas naturais, mas sim pela criatividade e qualidade no desenvolvimento de projetos arquitetônicos. Com uma idéia inovadora e pioneira no Brasil, o escritório Ary Rabelo e Arquitetos Associados colocou na rede mundial de computadores o site http://www.soprojetos.com.br
Há 05 anos no ar, o site que a princípio funcionaria apenas como vitrine para os projetos desenvolvidos pelo escritório, chamou a atenção do Brasil e do mundo e, logo chegaram os primeiros e-mails questionando sobre a possível venda dos projetos disponíveis no site. A internet então, passou de exposição para canal de comercialização.
Atualmente, com uma média de 1.000.000 (um milhão) de acessos mensais e de 120.000 (cento e vinte mil) visitas únicas por mês, o site apresentou no comparativo 2007/2008 um crescimento de 400% no número de atendimentos.
Os números impressionam. No último mês, o escritório produziu um projeto por dia e faz questão de entregar todos os pedidos sem atraso. “Temos um compromisso com o cliente. O site existe há 05 anos, mas já são 28 anos de intenso trabalho e aprimoramento”, afirma Ary Rabelo.
Essa é a grande prova do sucesso e da qualidade dos serviços prestados. Santarém pode se orgulhar destes grandes profissionais que já exportam seus trabalhos para o Japão, África e Europa, atendendo também qualquer lugar do mundo.
Há 05 anos no ar, o site que a princípio funcionaria apenas como vitrine para os projetos desenvolvidos pelo escritório, chamou a atenção do Brasil e do mundo e, logo chegaram os primeiros e-mails questionando sobre a possível venda dos projetos disponíveis no site. A internet então, passou de exposição para canal de comercialização.
Atualmente, com uma média de 1.000.000 (um milhão) de acessos mensais e de 120.000 (cento e vinte mil) visitas únicas por mês, o site apresentou no comparativo 2007/2008 um crescimento de 400% no número de atendimentos.
Os números impressionam. No último mês, o escritório produziu um projeto por dia e faz questão de entregar todos os pedidos sem atraso. “Temos um compromisso com o cliente. O site existe há 05 anos, mas já são 28 anos de intenso trabalho e aprimoramento”, afirma Ary Rabelo.
Essa é a grande prova do sucesso e da qualidade dos serviços prestados. Santarém pode se orgulhar destes grandes profissionais que já exportam seus trabalhos para o Japão, África e Europa, atendendo também qualquer lugar do mundo.
Lira Maia só toma decisão sobre candidatura no domingo
O deputado federal Lira Maia informou há instantes ao Blog do Estado que só decidirá se será ou não candidato, no próximo domingo, minutos antes da convenção conjunta do PSDB e Democratas, no Champanhe Clube.
Adoçante no ego do presidente da FIFA
Do Espaço Aberto:
Por aqui, devem estar preparando – ainda devem estar – balõezinhos, bombons de cupuaçu, maniçoba, açaí e pato no tucupi para adoçar, apimentar e temperar a boca e o paladar de Joseph Blatter, o chefão da Fifa, quando ele chegar a Belém, no próximo dia 5 de fevereiro, para fazer sua inspeção in loco nesta cidade-candidata a uma das subsedes da Copa de 2014.Pois é.
Enquanto tudo isso ainda está sendo preparado por aqui, o governador do Amazonas, Eduardo Braga, adiantou-se.
Em vez de esperar a chegada de Blatter a Manaus, o próprio governador já foi ao encontro do presidente da Fifa, em São Paulo.
Braga ainda não adoça a boca de Blatter com sabores amazonenses.
Por enquanto, adoça o ego de Blatter.
E faz isso antes mesmo do Pará.
Projeto Alcoa na mira de grupo de manifestantes da Acorjuve
Do Espaço Aberto
Cerca de 100 a 200 pessoas, todas integrantes da Associação Comunitária da Região de Juruti Velho (Acorjuve),concentram-se desde ontem num ponto de acesso ao Projeto da Alcoa, em Juruti, na região oeste do Pará.A pretensão do grupo, segundo informações chegadas ao blog, era ocupar as instalações da empresa.
Mas a invasão não se consumou porque a Alcoa, que adotou cautelas antecipadas, já havia pedido reforço da Polícia Militar. Cerca de 40 PMs guardam as instalações do projeto.
Os manifestantes, entre os quais se incluem mulheres e crianças, não informaram ainda, precisamente, quais são as suas reivindicações. Mas pretendem conversar numa reunião com alguma representante da Alcoa, o que deverá acontece provavelmente hoje.
Juruti possui um dos maiores depósitos de bauxita de alta qualidade do mundo. A reserva estimada é de 700 milhões de toneladas. A mina é explorada pela Alcoa, uma das líderes mundiais na produção de alumínio.
Na última segunda-feira, o blog adiantou que setores da Inteligência da Segurança Pública há haviam detectado fortes indícios da ocupação de grandes projetos instalados no interior do Pará, durante o Fórum Social Mundial que se realiza em Belém.
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Miguel,
A informação que temos é que desde às 15h da tarde de ontem, um grupo de aproximadamente 200 pessoas está acampado em uma entrada da propriedade da Alcoa em Juruti. Houve tentativa de invasão, que foi evitada pela Polícia Militar.
O presidente da Alcoa, Franklin Feder, esteve em Juruti desde ontem, disponível para uma reunião com Gerdeonor Pereira, que é o coordenador desse movimento de invasão. No entanto Gerdeonor só aceita reunir-se com a Alcoa desde que participem também a SEMA, o INCRA nacional, a Casa Civil do governo do Estado, o ITERPA, a Prefeitura de Juruti, autoridades que não estão presentes no município.
Logo que tenhamos mais informações, encaminhamos ao Estado do Tapajós.
Cleide Pinheiro
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