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quarta-feira, 28 de março de 2012

Fiscais do Ibama e ICMBio sofrem emboscada na Br-163



Brasília - Dois homens com armas automáticas, coletes balísticos e máscaras emboscaram uma equipe de fiscalização do Ibama e do Instituto Chico Mendes (ICMBio) na manhã de hoje na BR-163, na altura de Cachoeira da Serra, no distrito de Novo Progresso, no Pará.

Os veículos da fiscalização foram obrigados a parar por causa dos troncos dispostos na estrada e, imediatamente, os homens os abordaram. Policiais ambientais do Pará acompanhavam os fiscais e trocaram tiros com os mascarados que acabaram fugindo pelo mato. Nenhum dos agentes foi ferido.

Há cerca de duas semanas, Ibama, ICMBio e Polícia Ambiental do Pará estão na região para combater desmatamento ilegal. Ontem, durante sobrevôo com o helicóptero do instituto, identificou-se um acampamento e uma grande área de floresta derrubada. A equipe que estava a bordo desembarcou próximo ao local para monitorar as ações e o helicóptero retornou à base para buscar apoio terrestre. Na manhã de hoje, duas caminhonetes com fiscais e policiais seguiam para a localidade quando houve o confronto.

Os fiscais que permaneceram a noite aguardando a equipe de apoio foram resgatados no final desta manhã pelo helicóptero do Ibama.

Não é a primeira vez, que a fiscalização do Ibama enfrenta problemas na região de Cachoeira da Serra. Em 2007, uma equipe apreendeu dez caminhões carregados de madeira ilegal e quando passou pelo distrito foi cercada por uma população irada com a ação contra a os crimes ambientais, comuns naquela região. (Ibama/ICMBio)

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

IBAMA x Incêndio

José Olivar
Colunista de O Estado do Tapajós

Fica difícil acreditar que o IBAMA deixou ocorrer o grande incêndio nas toras de madeira apreendidas e colocadas sob a guarda do Instituto, principalmente quando o Juiz Garcês, da Justiça Federal, declarou na imprensa que já havia autorizado a doação da madeira e inclusive, estabelecido prazo para cumprimento da decisão, sob pena de multa. É de pasmar que a gerência do IBAMA não tenha cumprido a ordem e venha a público apresentar desculpas evasivas. Este servidor deve responder retroativamente (está na Constituição), pela condenação na multa diária, pois não se admite tamanho descalabro. O povo é quem sofre os prejuízos, até porque, a multa sai dos cofres públicos. Portanto, o Ministério Público Federal tem que agir e rápido, sem prejuízo do processo administrativo interno.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

PF prende casal suspeito de atear fogo em madeira sob guarda do Ibama

Está preso na Polícia Federal de Santarém o casal Roberta e Leomir.

Eles são suspeitos de atearem fogo da madeira que era depositada no terreno da Assibama, no bairro da Aldeia, em Santarém, no último domingo à noite.

Segundo informações extra-oficiais, Roberta, conhecida naquele bairro como "Ratinha', após assaltar um idoso, teria pulado o muro do terreno e provocado o incêndio que consumiu 5 mil metros cúbidos de madeira que foram resultados de apreensões do Ibama na região Oeste do Pará.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Ibama apreende gado em Novo Progresso




Ibama apreende gado em Novo Progresso (Foto: Hugo Américo/ Ascom Ibama)
(Foto: Hugo Américo/ Ascom Ibama)

Um comboio com oito caminhões, carregados com 181 cabeças de gado, cruzou nesta segunda-feira (22) o centro de Novo Progresso, no sudoeste do Pará, levando mais um lote dos bois apreendidos na região em março durante a operação Disparada. O município, que está entre as dez que mais desmatam a Amazônia paraense, praticamente parou para ver o cortejo com os animais entrar pela BR-163 (Cuiabá-Santarém), que cruza a cidade, seguindo na direção de Itaituba, distante cerca de 400 km, onde vão aguardar até serem doados.

Os animais fazem parte de um dos três rebanhos apreendidos pela operação Disparada no Pará. São cerca de 900 bois que eram criados na fazenda Jatobá, uma propriedade ilegalmente desmatada e embargada pelo Ibama, cujo fazendeiro tentou por mais de três meses impedir na Justiça a conclusão da doação do gado apreendido. Vencidas nos tribunais todas as liminares, o Ibama começou a retirar o gado de Novo Progresso na quinta-feira (11/08) e, até o momento, movimentou um terço do rebanho.

Mais 14 caminhões chegam nesta terça-feira (23/08) à cidade para encerrar a retirada, que acontece sempre escoltada por agentes do Ibama e homens do Batalhão de Polícia Ambiental de Belém, acompanhados por helicóptero. “A prefeitura assinou um Termo de Ajustamento de Conduta contra o desmatamento e há empenho de parte da população em coibir as práticas ilegais, mas as ações de uma minoria tem exigido um forte aparato de segurança para se diminuir o avanço dos desmates em Novo Progresso”, explica o gerente do Ibama em Santarém, Hugo Américo Schaedler, lembrando que setores ligados aos pecuaristas da cidade chegaram a acorrentar o helicóptero do instituto no início das ações da operação Disparada.

Para retirar o gado apreendido em Novo Progresso, que possui o segundo maior rebanho de gado do Pará, com cerca de 1,2 milhão de cabeças, os agentes do Ibama vem enfrentando até táticas de guerrilha. “Houve sabotagem de pontes numa tentativa de isolar a fazenda onde estava o gado, armadilhas com pregos para danificar as viaturas, caminhões e bloqueios de estradas, enfim, uma série de atentados à ordem pública que dificultaram, mas nunca chegaram a impedir nosso trabalho. Todo o gado apreendido vai sair do município”, diz Schaedler. “E se o desmatamento não cair na região de Novo Progresso, haverá tantas apreensões de gado nas áreas embargadas pelo Ibama quantas forem necessárias”, complementa o superintendente-substituto do órgão no Pará, Alex Lacerda. ( Com informações são do Ibama)

domingo, 21 de agosto de 2011

Usina de Teles Pires recebe licença de instalação do Ibama


SÃO PAULO (Reuters) - A usina hidrelétrica (UHE) Teles Pires recebeu nesta sexta-feira a licença ambiental do Ibama autorizando o início imediato das obras do empreendimento, informou a Neoenergia em comunicado.
O investimento previsto na hidrelétrica é de R$ 3,6 bilhões. A usina, de 1.820 megawatts (MW), será construída no rio Teles Pires, com barramento na divisa entre os estados do Mato Grosso e do Pará, e vendeu energia no leilão A-5 realizado em dezembro de 2010.
A UHE Teles Pires é de responsabilidade da Neoenergia, que possui 50,1 por cento de participação no consórcio vencedor de leilão realizado em 2010, e das empresas do grupo Eletrobras Eletrosul e Furnas, cada uma com 24,5 por cento. A Odebrecht Participações e Investimentos conta com 0,9 por cento do empreendimento.
A Neoenergia informou que as obras da usina começam imediatamente e que os equipamentos e pessoal necessários já estão disponíveis no local. (Por Anna Flávia Rochas)


quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Ibama não autoriza extermínio de ratos silvestres na várzea de Santarém


Aritana Aguiar
Repórter de O Estado do Tapajós

A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará(Emater) ainda espera autorização do Ibama para orientar o extermínio de ratos silvestres por produtores da região da várzea de Santarém.

Desde o ano passado, as plantações de milho, feijão, hortaliças e frutas estão sendo atacadas por redores que causam a hantavirose. Com a descida das águas, as terras voltam a ser cultivadas e são alvos preferidos de ratos.

Antes de sugerir o extermínio desses roedores, a Emater orientou que 62 produtores tivessem o sangue coletado para exames de sorologia, além de 25 técnicos, pessoal das embarcações e cozinheiros, mas ainda não há resultados que apontem contaminação de humanos. 

Segundo o agrônomo Francisco Chaves, caso o Ibama libere a aplicação de raticidas, a Emater dará apoio técnico para que o produtor sabia manusear corretamente o produto.

Três campos de demonstração de produção da Emater foram perdidos por causa do ataques de ratos, observa o agrônomo.
Os locais atingidos pelos ratos silvestres, no ano passado, foram Santana do Ituqui e Costa do Tapará, no rio Amazonas. 

O escritório do Ibama em Santarém confirmou que fez a fiscalização juntamente com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária(Embrapa) e que foram constatados a ação dos roedores e os prejuízos causados nas plantações.

Um relatório foi enviado à Superintendência do Ibama em
Belém, mas até o momento não houve resposta.
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