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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Maria do Carmo vai à forra contra Puty

Embora possa vir a negar, o que mais pesou na decisão de Maria do Carmo ao anunciar seu apoio a Alfredo Costa, no segundo turno das prévias que o PT está realizando para escolher seu candidato a prefeito de Belém, foi uma vingança pessoal contra Cláudio Puty, a quem a prefeita de Santarém acusa de ser o responsável pela derrota da candidatura de seu irmão Carlos Martins à Câmara dos Deputados, nas eleições do ano passado.

Embora sabidamente seu apoio não possa ser traduzido em muitos votos, o gesto de Maria soa como um acerto de contas, no tempo certo, com quem foi responsável, segundo ela mesma já confidenciou ao Blog do Estado, de ter usado a máquina do governo do estado para obter cerca de 15 mil votos nos currais eleitorais do irmão no Oeste do Pará, votação que fez falta para eleger seu irmão pela bancada do PT.
E tem mais.

A prefeita de Santarém também elegeu Puty como responsável pelo engavetamento de pleitos que apresentou ao governo Ana Júlia, o que lhe deixou em condição desfavorável para cabalar votos perante o eleitorado santareno, que descarregou seus votos maciçamente no deputado federal Lira Maia, reeleito com mais de 65% dos votos válidos em Santarém.

Trocando em miúdos: Se Maria tem alguma influência perante à militância petista em Belém, seu apoio a Alfredo Costa pode até não somar votos para ele, mas que tira de Puty uns votinhos, isso tira com certeza.

 

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Maria terá que renunciar ao cargo de promotora se quiser continuar na pólítica

Na Coluna do Estado, de O Estado do Tapajós desta semana, que está nas bancas de Santarém:

A prefeita Maria do Carmo se quiser concorrer a qualquer outro cargo eletivo ou ser nomeada para cargos da  administração federal, depois de deixar a prefeitura de Santarém, terá que se aposentar ou se afastar definitivamente do Minitério Público  Estadual. *** A licença de Maria das atividades do parquet lhe foi garantida pelo STF, no julgamento de seu processo de cassação, apenas até o final de seu mandato de prefeita, sob a tese de direito adquirido à reeleição. Nova eleição para Maria significa começar tudo de novo, dentro das regras estabelecidos para os integrantes do Ministério Público, proibidos de atividade político-eleitoral pela  Constituição Federal, assim como os demais integrantes da magistratura.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Julgamento de ação que pede cassação de prefeita de Santarém está marcado para o dia 8


O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) colocará em pauta, na sessão de terça-feira, dia 8, o processo oriundo do Ministério Público Eleitoral que pede a cassação do mandato da prefeita Maria do Carmo Martins Lima por suposto crime de abuso de poder político nas eleições municipais de 2008.

Autor da representação ao MPE, o Democratas santareno dá sinais de que não acredita mais em um desfecho desfavorável à prefeita de Santarém, por causa do longo período de tramitação do processo.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Presidente da Câmara desmente afirmações da prefeita de Santarém sobre administração da cidade em 2009



Com a solidariedade de seus pares Erasmo Maia e Henderson Pinto (DEM), Nélio Aguiar (PMN), manifestadas em aparte, o presidente da Câmara José Maria Tapajós (PMDB), reagiu à afirmação da prefeita Maria do Carmo Martins Lima, feita na manhã desta segunda-feira, em entrevista a uma emissora de rádio local de que “o ano de 2009 foi perdido para Santarém”. “Não foi perdido porque tinha prefeito, momento em que estávamos no governo, trabalhando e os projetos todos em curso fluíram, os que foram executados foram entregues á sociedade, os que não foram possíveis concluir, continuaram fluindo”, assegurou Tapajós. 

“A prefeita sim, ela perdeu o primeiro semestre procurando cuidar da sua vida jurídica, para retornar a prefeitura de Santarém. Quanto ao município, procuramos fazer de tudo para que pudéssemos dar a municipalidade, aos munícipes santarenos, a tranquilidade, a certeza e a segurança de que tínhamos prefeito na cidade, prova disso que o Judiciário, Ministério Público, Poder Legislativo, a sociedade em geral, reconheceu a legitimidade do prefeito interino”, observou o presidente da Câmara. 

“Procurei, enquanto prefeito ter muito cuidado, do ponto de vista das despesas, quando a secretária de finanças me chamou a atenção para a diminuição de recurso financeiro de transferências federais e estaduais e que íamos ficar sem recurso do tesouro para garantir o pagamento da folha no último dia útil de cada mês, tomamos medidas concordadas com os secretários, diminuindo o salário do prefeito e dos comissionados e também não instalando as novas coordenadorias e secretarias, para que nós tivemos uma economia no ano de 2009 de R$ 4 milhões, dinheiro esse suficiente para garantir o pagamento do 13º salário do referido ano; a contra partida de 10% dos convênios daquele ano, todos esses cuidados tivemos, porque podemos contar com a equipe que já vinha trabalhando”, esclareceu. 

“Mantivemos o secretariado, com o objetivo de que não houvesse interrupção nos projetos em andamento, tive a surpresa desagradável com esta colocação da prefeita, de que “o ano de 2009, teria sido perdido para Santarém, dou o assunto por encerrado, se doravante houver manifestação desse tipo, não me manifestarei mais, que o povo julgue e possa me criticar, porque acredito que quem tem condições de fazer uma avaliação enquanto estive prefeito interino de Santarém, é o povo”, desabafou Tapajós.(Ascom da Câmara)