domingo, 26 de abril de 2009

Começou: São Raimundo x Clube do Remo:

Governo libera R$ 30 mil ao São Raimundo

O deputado Carlos Martins(PT) conseguiu intermediar e liberar a
verba do Governo do Estado para o São Raimundo Esporte Clube,
no valor 30.000,00 em três parcelas. A primeira sai ainda nesta
terça feira, dia 28 , a outra ainda na primeira semana de
maio e a último também no mês de maio.
O deputado solicitou da SEEL que adiantasse o repasse para atender
as necessidade do Pantera nesta reta final do Campeonato Paraense
de Futebol, e obteve o aval do Secretario de Esporte que prontamente
atendeu a reivindicação do representante santareno e do oeste do Pará
na ALEPA.
(Texto: José Colares)

Erick, na lateral, é a novidade do Pantera

O técnico Walter Lima acaba de divulgar a escalação do São Raimundo contra o Cluibe do Remo:
Labilá, Erick, Filho, Marabá e João Pedro; Marcelo Pit Bull, Trindade e Kleberton; Michel, Elcio e Garrinchinha.

Em clima de decisão

Na Vila Belmiro, Corinthians 2 x 1 Santos.
No Maracanã, Flamengo 1 x 0 Botafogo.
São Raimundo x Clube do Remo começa as 17 horas, em Santarém.
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Atualização: Flamengo 1 x 1 Botafogo.
Flamengo 1 x 2 Botafogo.
2º tempo
Flamengo 2 x 2 Botafogo.
Final:
Na Vila Belmiro: Corinthians 3 x 1 Santos.

São Raimundo x Clube do Remo: Em cima do lance

O Blog do Estado vai informar up to date o andamento da decisão do segundo turno, a partir de 16h00.
Até lá.

Eletrobrás aumenta participação na Celpa


Ronaldo Brasiliense:

A Eletrobrás está negociando com a Rede Energia (novo nome do grupo Rede) um aumento de sua participação na Centrais Elétricas do Pará (Celpa). A estatal tem hoje 34% da distribuidora paraense e pode aumentar essa fatia para 49%. O Valor apurou que a negociação está em andamento e um acordo de acionistas permitiria a transferência da gestão da Celpa para a Eletrobrás. Como quer evitar a reestatização, a estatal terá participação minoritária.
A Celpa é uma das distribuidoras mais problemáticas do país. Ela fechou 2008 com receita líquida de R$ 1,263 bilhão e lucro líquido de R$ 38,7 milhões. O lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização (lajida), foi de R$ 290 milhões. A dívida financeira bruta da empresa soma R$ 1,052 bilhão, que somados a dívidas tributárias (deve R$ 488 milhões ao Refis) e trabalhistas (R$ 233 milhões), entre outras, resulta em dívida total de R$ 1,7 bilhão. A Celpa tem a receber R$ 590 milhões dos controladores, sendo R$ 207 milhões da Rede Energia e R$ 382 milhões da QMRA.
Se forem consideradas como pagas as dívidas relacionadas com os controladores ou empresas do mesmo grupo, a dívida financeira líquida da Celpa cai para R$ 1,1 bilhão, o que corresponde a 3,8 vezes a geração de caixa operacional. A opinião de um experiente analista do mercado é que se a Eletrobrás aumentar sua participação na Celpa em 15%, para 49%, deverá negociar antes a dívida dos controladores. "Sem isso, a situação é muito complicada", avalia.
A Celpa tem baixa liquidez (apenas 4,39% das ações são negociadas), o que dificulta uma avaliação pelo valor de mercado. Não são conhecidos os critérios para estipular o preço para os 15% que irão para a estatal. No mercado estima-se que os 15% valem entre R$ 50 milhões e R$ 120 milhões caso sejam pagas as dívidas de partes relacionadas. Sem isso, o valor cai para no máximo R$ 50 milhões ou mesmo zero, dependendo de uma análise mais aprofundada dos números.

O Estado do Tapajós quarta-feira nas bancas

O jornal O Estado do Tapajós estará nas bancas como de costume, na próxima quarta-feira.

Lúcio Flávio Pinto: Vontade real

Editor do Jornal Pessoal e articulista de O Estado do Tapajós

O PT pôs fim aos 12 anos de hegemonia tucana na política do Pará, mas não instalou uma nova forma de governar no Estado. As mudanças foram mais cosméticas e retóricas. As continuidades é que prevaleceram, de alto a baixo. Um pequeno exemplo a mais dessa constatação é oferecido pela sorte da Estação das Docas. O projeto foi combatido como uma intrusão onerosa do poder público num espaço essencialmente privado. A um custo final mais do que dobrado em relação ao orçado e tropelias pelo caminho, a Estação foi concluída, inaugurada e administrada imperialmente pelos delegados do arquiteto Paulo Chaves Fernandes. À frente do negócio, para efeitos legais, estava uma organização social, a Pará 2000. Mas ai de quem não cumprisse as determinações – urbi et orbi – do voluntarioso super-secretário (que era apenas de cultura, para quem quisesse acreditar).

PT mudou a Estação das Docas? Não de início, mas agora, sim. O local é uma das pedras de fantasia do colar (de bijuteria) oferecida a um novo aliado político. As pessoas indicadas pelo Partido Verde entendem do riscado? A julgar pelo pânico que se estabeleceu entre os donos de restaurantes e demais pontos comerciais do espaço, não. Querem salários, DAS, vantagens, status e o que couber no butim. Um esforço de ajuste e correção de rumos, que estava em curso, foi lançado à baía das conveniências políticas e do arbítrio do executivo.
A OS Pará 2000 morreu, sem fita vermelha, se é que não nasceu morta. Atender aos interesses da clientela, respeitar a integridade dos conselheiros, servir ao público? Balela. O baile da ilha Fiscal acabou e os convivas estão à espera do “cristo” para voltar aos seus domicílios. O povo passa fome? Que coma brioches, pensa a Maria Antonieta ao tucupi. O exemplo da Estação é apenas um. Há muitos outros, bem mais graves. Mas é pelo dedo que se conhece o gigante. Quem ocupa o trono emite de lá os éditos reais e faz valer sua vontade: na Estação, no Hangar, na Seduc et caterva. Só não em Brasília, onde, ao que parece, Lula não mudou a primeira opinião sobre o governo petista do Pará. A primeira impressão ficou.


Salários em dia

A Prefeitura de Santarém já creditou desde sexta-feira nas contas bancárias dos servidores municipais lotados nas secretarias de saúde e educação, bem como, pensionistas e inativos, os proventos do mês de abril.
A partir das 16h da próxima quinta-feira (30/04), os vencimentos dos demais servidores estarão sendo pagos pelo governo municipal.

Minha casa, minha vida

161 santarenos estão inscritos até o momento no programa Minha Casa, minha vida, do governo federal.
Mas em Ananindeua o programa tem um beneficiário ilustre.

São Raimundo x Remo: drama e tabu na decisão

No Amazônia:

Não há mais escolha. Para o Remo, é vencer ou vencer, se não quiser enfrentar uma das piores tragédias dos seus 104 anos de história.
A oito meses do final do ano, o término da temporada parece inevitável, mas, diante do São Raimundo, hoje, às 16h, no estádio Colosso do Tapajós, os jogadores precisarão provar aos descrentes que, enquanto houver esperança, há chance de conquistar o segundo turno do Campeonato Paraense e as vagas na decisão da competição, na Copa do Brasil de 2010 e, o que é mais importante, na Série D do Brasileiro.
A decisão de hoje esteve ameaçada de não acontecer em Santarém até na sexta-feira à noite. No dia anterior, o São Raimundo foi punido com a perda de um mando de campo, mas o Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) tentou passar por cima do regulamento da competição, baseado em boa parte do Estatuto do Torcedor, uma lei federal, para impor, pelo 'tapetão', a saída do local da partida da Pérola do Tapajós.
A lei versa que um jogo oficial, quando não classificatório, não pode ter data e local mudado senão com cinco dias de antecipação, o que não aconteceria nesse caso. Mesmo assim o tribunal afirmou que a decisão teria que ser cumprida de imediato, já para esse jogo.
A Federação bateu o pé e, por vias tortas, manteve certa justiça na disputa, já que a Pantera tem campanha melhor que o Leão e conquistou em campo o direito de decidir o returno em casa. Afinal, dela é a responsabilidade do regulamento escasso em objetividade.
A matemática é cruel para o Remo. Por ter somado menos pontos que o adversário ao longo do returno, o time azulino não pode pensar nem em empatar. Esse resultado, em outras circunstâncias, seria considerado benéfico - pelo fato de jogar fora de casa -, mas, como o São Raimundo tem a vantagem de jogar por dois empates ou pela igualdade na soma dos resultados, Leão precisar vencer de qualquer jeito a partida deste domingo.
Se a tarefa por si só parece árdua, o Mais Querido ainda precisará enfrentar obstáculos internos. O primeiro deles é manter os nervos no lugar e evitar atos de indisciplina no decorrer do jogo. Outro desafio será corrigir os principais defeitos da equipe ao longo da competição, como o excesso de passes errados, os erros de finalização e a falta de apoio pelas laterais.
Além da matemática e da estatística jogarem contra, outros fatores aumentam a dramaticidade da situação azulina. Não bastasse a vantagem do time santareno, que só precisa de um empate para garantir a Taça Estado do Pará, o Remo terá que quebrar um incômodo tabu - não vence a Pantera mocoronga há cinco jogos, um na temporada passada e mais quatro na atual.
'Para quem acha que jogamos a toalha, sabemos que a situação é complicada, mas só nós podemos tirar o Remo dessa situação', disse o goleiro Adriano.
Para esse confronto decisivo contra o time mocorongo, o técnico Artur Oliveira terá dois importantes reforços. O meia Jaime e o atacante Marcelo Maciel, antes suspensos, voltam ao time nos lugares de Gegê e Bebeto, respectivamente.
Além deles, outras duas mudanças foram confirmadas pelo treinador. Na lateral-direita, Neto entra no lugar que antes foi de Levy e que no primeiro jogo da final foi ocupado pelo volante San. Ao mesmo tempo, Toninho volta ao time depois de ter sido preterido pelo garoto Heliton na partida do domingo passado.

O maestro está no banco de reservas


Wálter Lima é a pedra no sapato de Artur Oliveira. E não é só porque o Remo esbarrou no São Raimundo quatro vezes no Parazão. O técnico da Pantera Negra incomoda porque já conseguiu o que o comandante do Leão tenta desde que assumiu a equipe: montar um time coerente.
Esse é o recurso de Válter Lima para chegar à final do Estadual. O treinador segue o estilo perfeccionista. Não daqueles que chegam ao clube e exigem isso e aquilo para fazer o trabalho. Válter reconhece o terreno e faz o que pode. Às vezes dá certo, às vezes não. Na decisão do segundo turno, é arriscado sair vitorioso.
O São Raimundo é, sem dúvida, o time mais bem arrumado do Parazão. Chega a ser estranho ver uma equipe pequena com um toque de bola tão refinado. Por isso terminou o primeiro turno em segundo lugar na tabela. No returno, é, por enquanto, o melhor time.
E isso tem o dedo de Válter Lima, um técnico cuidadoso ao extremo, completamente avesso às polêmicas e tão calmo que parece estar sempre mal humorado. Mesmo assim, graças ao Remo, o treinador tornou-se pivô de um embate político. Quando o time azulino ficou sem técnico, uns dirigentes o queriam, outros recusaram. E começou a disputa.
Contratar o treinador da Pantera teria duas utilidades. A primeira, desestruturar o São Raimundo. A segunda, contratar um técnico desvalorizado no mercado, mas competente para tirar o Leão do sufoco. Ou seja, pelo menos para os azulinos, a qualidade de Válter Lima é comprovada.
A partida contra o Remo é praticamente a prova dos nove. Se vencer, o técnico classifica o São Raimundo para a Série D e confirma o que alguns colaboradores azulinos pensavam. Se desperdiçar a chance de eliminar o Leão, revelará suas fraquezas e as da equipe pela primeira na temporada.

sábado, 25 de abril de 2009

Novo energético da Cerpa

Quando maio chegar as gôndolas dos supermercados serão abastecidos do energético Amazon Power, envasado em embalagem produzida em Berlim.

Governo confirma o rompimento de 11 barragens em Altamira

Um relatório parcial, elaborado por técnicos da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), confirmou que 11 barragens romperam, provocando inundação em parte da cidade de Altamira, no oeste do Pará.
Os técnicos da Sema vistoriaram 19 propriedades, das quais oito tiveram barragens rompidas, totalizando 11 rompimentos. Houve quatro autuações ambientais. O relatório final deve ser concluído até o final do mês.

Centésimo programa

A Temple levou ao ar neste sábado o centésimo programa 'Sintonia' produzido para o cliente Alcoa/Mina de Juruti.
Em se tratando de programa institucional que tem formato e conteúdo que nem parecem chapa-branca, a marca merece registro.

Lúcio Flávio Pinto: O cangaceiro do cimento


Editor do Jornal Pessoal e articulista de O Estado do Tapajós

João Santos exibiu a prova derradeira de que era um verdadeiro sertanejo – antes de tudo, um forte: viveu com intensidade até o último dos seus dias. Uma parada cardíaca encerrou, com a melhor das mortes, a súbita, sua trajetória, no dia 15, em Recife. Ele tinha 101 anos. Até dois anos antes, ainda freqüentava a sede do seu império, um dos maiores do país e o terceiro de maior expressão originário do Nordeste, que ele montou, peça por peça, ao longo de 70 anos. O centro desse negócio era o cimento, um produto essencial e que foi consumido à larga durante a era do “milagre” econômico do regime militar, enriquecendo os dois cartéis do setor: o mais poderoso, do grupo Votorantim, que dominava a região mais rica do país, o Centro-Sul, e o de João Santos, que controlava o Nordeste e o Norte. Não exatamente por acaso, as duas empresas familiares eram de Pernambuco. Os Ermírio de Moraes se mudaram para o sul, se tornando cosmopolitas. João Santos permaneceu fiel à sua terra natal, Serra Talhada. a mesma onde nasceu outro sertanejo famoso: Virgulino Ferreira, o cangaceiro Lampião.

Foi com um cangaceiro sofisticado que eu me defrontei em 1977. Era um sábado à tarde. Marcílio Vianna, ao telefone, me perguntou se eu aceitava ir conversar com o “seu” João, no escritório da Cibrasa, na travessa Padre Prudêncio. Já não havia mais expediente, nem parecia um dia apropriado, mas troquei de roupa e fui. Marcílio, velho amigo do meu pai, era um cavalheiro.

O poderoso capitão da indústria, então próximo dos 70 anos, me esperava atrás da escrivaninha, numa sala austera. Já no cumprimento senti a barra: a mão que apertou a minha era forte, decidida. O olhar sugeria determinação. A voz era de comando, voluntariosa. A conversa ia ser a dois. Marcílio, advogado do grupo, esperou do lado de fora.

João Santos me fez uma proposta direta: queria patrocinar um giro meu pelo mundo. Eu iria visitar as principais fábricas de cimento, com despesas e pró-labore pagos por ele. “Quero que você seja o jornalista que mais conhece a indústria cimenteira”, me disse, com naturalidade. Estava certo de que eu aceitaria a tentadora oferta. Além dos conhecimentos acumulados e do prazer de uma longa jornada internacional, eu voltaria com muitos dólares no bolso. E não tinha compromisso na volta: podia escrever o que quisesse. “Eu sei que o senhor é inteligente e é capaz. Entenda o que lhe ofereço como um prêmio e uma demonstração de admiração”, observou ele, para vencer eventual resistência.

Mas eu não queria aquele prêmio. Agradeci pela iniciativa. Já conhecia o suficiente para me permitir analisar o que estava em causa: uma nova fábrica de cimento do grupo João Santos na Amazônia. Havia dois projetos emperrados na pauta do Conselho Deliberativo da Sudam. O mais antigo, da Caima, previa a instalação de uma fábrica no Pará. Quando a jazida inicial, a da Mulata, em Monte Alegre, se mostrou inadequada para cimento, o local foi deslocado para Itaituba, onde havia depósito enorme de calcário.

O interesse imediato de João Santos, que adquirira a Caima, era pelo mercado de Manaus. Ele queria levar o minério paraense para ser processado no Amazonas e manter em banho-maria o projeto de Itaituba, sentando em cima do mercado para ninguém o ameaçar (e ele impor seus preços). O Pará desempenharia mais uma função colonial, esta em dimensão regional, e o cartel se revigoraria. Eu já escrevera vários artigos, na coluna diária que tinha em O Liberal, combatendo essa idéia. Apoiava a posição do governo do Estado, de implantação simultânea das duas fábricas ou cancelamento de ambas. O governo acabou recuando e aceitou esperar pelo cronograma do grupo: de imediato, Manaus; quando desse bom tempo, Itaituba. Deve ter-se convencido do compromisso assumido pelo empresário.

O jogo estava nessa tensão quando houve a nossa conversa. O velho sertanejo tentou contraditar meus argumentos, a princípio com bonomia. Minha resistência, porém, despertou sua impaciência e fomentou sua fúria. Ele não estava disposto a engolir uma recusa, que não constava do seu repertório. O tom de voz se elevou e o confronto parecia iminente. Pressentindo o pior, Marcílio entrou na sala e me resgatou no momento certo, indo me deixar em casa. Foi a primeira e última vez que conversei com o grande personagem.

Mantive minha posição e pude continuar a expressá-la no jornal. Mas as coisas decorreram como João Santos queria: um dos primeiros atos de José Sarney como presidente, no lugar que devia ser de Tancredo Neves, em 1985, foi inaugurar a fábrica de Manaus. A de Itaituba esperou mais de uma década. Nesse período, funcionou como ponto de passagem (e de justificativa) para outros lugares de peças e equipamentos industriais da corporação.

O poder do pernambucano João Santos era muito maior do que ele se permitia sugerir. Todos os anos uma ordem de Brasília baixava para a Sudam em Belém cumprir: a destinação de recursos de incentivos fiscais para seus empreendimentos, com selo pré-fixado. Ele tinha um método ao mesmo tempo sedutor e esmagador de fazer a sua vontade prevalecer, sem aparecer (raramente deu entrevistas ou se permitiu fotografar). Se tinha um objetivo a alcançar, passava por cima das barreiras que surgissem no caminho da sua execução, como um trator.

Quando a isenção de imposto que recebeu do governo do Pará, na primeira administração do tenente-coronel Alacid Nunes, ameaçava ser questionada, pela sua insólita exclusividade, a sede da Cibrasa (que ele adquiriu do grupo Pires Carneiro) pegou fogo, com todos os papéis dentro. Foi acidente, disse a perícia. Ao deixar o cargo, Alacid passou a chefe do escritório da empresa em Belém, sem quarentena.

Outros militares e políticos, inclusive o legendário general Cordeiro de Farias, integrante da Coluna Prestes, estavam na sua folha de pagamento. Para os agregados, havia sempre um jatinho da Weston disponível. João Santos, além de inteligente, era um homem de sensibilidade, afeito às artes, amigo de Brennand e outros intelectuais. Aos recalcitrantes, porém, a fúria.

Ele viveu muito – e viveu bem. Fez história. Mas, ao contrário dos Ermírio de Moraes e outros notáveis, sua história ainda não foi escrita. Talvez porque, se o enredo não o agradasse, ele podia reagir como no confronto comigo. No final, porém, como outros sertanejos e cangaceiros, que também foi, com verniz de alta civilização, seu grande amigo Assis Chateaubriand, fundador de outro império, o das comunicações, ele acabaria por aceitar a desfeita. E, quem sabe, no íntimo, perdoar o desafeto. João Santos era, conforme a desgastada – mas inevitável – imagem, uma força da natureza. Até o último dia.

Área de Livre Comércio: a roda voltaria a girar

Caro Editor

Com certeza mais que uma luz no final do túnel. Afinal uma ALC isenta tributos que atinge o consumidor final que obteria uma redução de preço naquilo que normalmente consome dando-lhe oportunidade de aumentar esse mesmo consumo. E a roda voltaria a girar e o que é mais importante não continuariamos assistindo o transito que hoje se observa em razão das zonas francas de Manaus e Macapá, inviabilizando nossa competitividade.
Aplausos para todos que estão empenhados em mais essa luta.

Antenor Giovannini

Zé Geraldo emite passagem aérea para dono de construtora

Na coluna Painel, da Folha de S.Paulo, sob o título Gabinetur:

A lista de bilhetes aéreos emitidos pelo gabinete de Zé Geraldo (PT-PA), especialmente para o exterior, inclui passageiros sem nenhuma ligação com o deputado. Trata-se do mesmo padrão observado no gabinete de Aníbal Gomes (PMDB-CE), onde funcionava um esquema de negociação de passagens da Câmara com agências de turismo de Brasília.
Na lista de Zé Geraldo aparecem o ex-deputado e ex-secretário do governo do Distrito Federal Wigberto Tartuce e seu filho, Wigberto Veloso. Ambos viajaram a Buenos Aires em setembro de 2008. Dono de construtoras, Tartuce é um dos homens mais ricos de Brasília. Em 2006, quando disputou cadeira de deputado distrital, desembolsou R$ 755 mil na campanha.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Cofirmado São Raimundo x Clube do Remo domingo em Santarém

Com a desistência do processo remista, o jogo entre São Raimundo e Remo pela segunda partida decisiva do segundo turno esta confirmado para às 17h do próximo domingo (26) no Estádio Barbalhão em Santarém.
A delegação do Clube do Remo viajará para a Santarém por volta das 13h45 de amanhã.
A partida entre São Raimundo e Remo terá a arbitragem do gaucho Leonardo Gaciba da Silva que pertence ao quadro da FIFA.

E o vice Odair Corrêa, por onde andava?

Do blog Espaço Aberto:

Com todo o respeito que nos merece o vice-governador do Pará, Odair Corrêa, mas por onde andava Sua Excelência no último final de semana, quando estourou o confronto entre sem-terra e seguranças da fazenda de Daniel Dantas que, no sábado passado, deixou oito feridos em Xinguara?
Por onde andava Sua Excelência nessa ocasião, já que a governadora Ana Júlia estava no Rio, para participar da posse de dom Orani na Arquidiocese de lá?
Quem leu os jornais de segunda-feira, percebeu que só dava Cláudio Puty, o chefe da Casa Civil.
Puty disse, Puty declarou, Puty afirmou, Puty determinou, Puty criticou, Puty isso e Puty aquilo.
E o vice-governador, não era ele quem estava no exercício do governo, não?
Se não estava, estava fazendo mesmo o quê, onde e quando?

Encontro discute tecnologia social com jornalistas da Região Norte

Começou nesta sexta-feira (24) em Belém, no Pará, o I Encontro de Jornalistas da Região Norte, promovido pela Fundação Banco do Brasil, no Hotel Hilton. Com o tema Jornalismo e Sustentabilidade - Tecnologia Social Para o Desenvolvimento, cerca de 50 jornalistas participaram da abertura nesta manhã.
De acordo com o gerente de Comunicação e Mobilização Social da Fundação, Claiton Mello, a expectativa é discutir a Tecnologia Social como alternativa de sustentabilidade para a região.
Durante a primeira parte do evento falaram ainda o presidente do Grupo de Trabalho Amazônico (GTA), Rubens Gomes. Ao falar da tecnologia social para o desenvolvimento, ele citou exemplos como o da OELA, a Oficina Escola de Lutheria da Amazônia.
O Encontro contou ainda com a participação da coordenadora de projetos da Associação dos Trabalhadores Agroextrativistas da Ilha das Cinzas (Ataic), de Gurupá (PA), Josineide Malheiros. Um vídeo apresentado aos jornalistas mostrou o trabalho de Manejo Comunitário de Camarão de Água Doce, vencedor do Prêmio em 2005, é um exemplo do potencial da região Norte de gerar tecnologias sociais.
No projeto, pescadores ligados à Associação dos Trabalhadores Agroextrativistas da Ilha das Cinzas, em Gurupá, no Pará, criaram uma armadilha em forma cilíndrica, de fibras vegetais e confeccionada pela própria comunidade, com espaço para a saída dos camarões pequenos, que, na pesca predatória, são mortos e não aproveitados. O programa substitui a pesca predatória por técnicas que permitem o exercício dessa atividade de forma sustentável.
De Santarém participam do encontro os jornalistas Miguel Oliveira e Joelma Viana e Socorro Carvalho, do projeto Rádio pela Educação.

Ação conjunta ajustada pelo MP vai coibir a ação de cambistas no jogos do São Raimundo

Com informações de Lila Bemerguy:

Em Santarém, o Ministério Público do Estado do Pará, por meio do Promotor de Justiça Raimundo Nonato Coimbra Brasil, coordenador do MP no município, reuniu com representantes das polícias Civil e Militar para tratar das denúncias de venda de ingressos por cambistas nos jogos do São Raimundo, no estádio Jader Barbalho.
Foi definida uma ação conjunta da polícia, que montará uma base móvel no estádio, para coibir a ação dos cambistas no jogo deste domingo, 26 de abril.
Na reunião, estiveram presentes o delegado de polícia civil Gilberto da Conceição Azevedo Aguiar e o Major João Carlos Costa de Souza, além do Promotor de Justiça criminal do MPE, Paulo Roberto Correa Monteiro.
O MP ajustou uma ação conjunta das polícias para coibir a venda de ingressos por cambistas, acima do preço estabelecido pela Federação Paraense de Futebol, como aconteceu em jogos anteriores do São Raimundo, no Colosso do Tapajós.
No caso de ser constatada a presença de cambistas, os mesmos deverão ser autuados e encaminhados para a delegacia da 16ª Seccional, localizada na av. Borges Leal. Se forem menores de idade, a comunicação deve ser feita ao Conselho Tutelar.

TIM reforça cobertura de Rede no Pará

A capacidade de transmissão da TIM foi ampliada, nos primeiros meses deste ano, nos municípios de Santarém, Oriximiná, Porto Trombetas, Óbidos, Alter do Chão e Juruti.
O gerente consumer da TIM na Região Norte, Gerson Costa, anuncia que o reforço à melhoria na rede é resultado, principalmente, da aquisição de novas tecnologias. A TIM continua durante todo esse ano de 2009, à expansão da capacidade de sua rede na Região.
Nos últimos dois anos, a operadora promoveu ampliação da cobertura da rede em todo o Pará e em vários pontos da região metropolitana de Belém.
A rede da TIM cobre 63 municípios no Pará, dos quais 55 com tecnologia EDGE. Esta tecnologia permite a transmissão de dados em alta velocidade e navegação rápida e fácil pela internet, dando mobilidade de serviços para o cliente, acesso ágil a e-mails e download e upload de arquivos em banda larga, tudo isto sem a necessidade de provedor.

MRN promove 7ª edição do Torneio de Integração entre municípios do Oeste

Oriximiná será a sede da 7º Torneio de Integração Regional de Futebol de Campo, promovido pela Mineração Rio do Norte (MRN) nos dias 1 e 2 de maio. As seleções de Porto Trombetas, Oriximiná, Terra Santa e Faro entrarão em campo no estádio municipal Doutor Picanço Diniz, a partir das 16h. Tradicionalmente realizado em Trombetas, a intenção é que a partir dessa edição o torneio seja itinerante.
“Vamos avaliar a possibilidade de realizar o evento a cada ano em uma das cidades. Acreditamos que assim a integração seja ainda maior”, explica o gerente de Relações Comunitárias da MRN, José Haroldo Chaves Paula. O torneio é uma realização da secretaria de Cultura, Desporto e Lazer de Oriximiná e do Mineração Esporte Clube (MEC), com patrocínio da MRN.
(Fonte: MRN)

ACES intesifica luta pela criação da Zona de Livre Comércio em Santarém

Reunião realizada ontem à noite na sede da Associação Comercial e Empresarial de Santarém contou com a participação do Sindicato dos empregados do Comércio, do Sindicato da Construção Civil, CDL, Sindilojas, Prefeitura de Santarém e diretoria da ACES.
O encontro serviu para que o advogado Helenilson Pontes expusesse os pontos positivos da instalação da ALC em Santarém.
Mas o encontro de uma comitiva de empresários e sindicalistas com Ana Júlia, em Belém, ainda depende de confirmação e pode ser realizado aqui mesmo em Santarém se a governadora vier a cidade verificar os efeitos da enchente e a situação dos desabrigados.

Lúcio Flávio Pinto: Vale vai sondar a serra Arqueada, em Orilândia do Norte

Sob o título "Mineração", esta notícia está na edição do Jornal Pessoal que começa a circular hoje, em Belém:

A Vale não desistiu de ampliar a jazida de ferro de Carajás. Vai começar a sondar a Serra Arqueada, em Ourilândia do Norte, no sul do Pará. A empresa também continua atrás de cobre e ouro. Selecionou quatro alvos num bloco de pesquisa denominado Cururu, em Parauapebas, onde pretende fazer furos de sondagem. Não haverá entressafra de minérios nessa região.

Secura total

O centro de Santarém está sem água nas torneiras desde a madrugada de hoje.
Enquanto isso, o presidente da Cosanpa Eduardo Ribeiro continua fazendo promessas e mais promessas.

Flamaster 2 x 1 Seleção Santarena

Com dois gols de Nunes o time do Flamaster derrotou a seleção santarena de veteranos por 2 x 1, ontem à noite, no Barbalhão. Gilson descontou para a prata da casa.

De cosmético a combustível, os múltiplos usos do patauá, uma palmeira amazônica

A exemplo do açaí, mais uma palmeira amazônica promete ganhar popularidade: o patauá, de cujas sementes extrai-se um óleo de múltiplos usos, desde o culinário, até o cosmético e como combustível, substituindo o óleo diesel. Em alguns meses do ano, também, o vinho do patauá, que é o suco extraído das sementes, é vendido no mercado informal de sucos em Rio Branco (AC).

Além disso, estudo feito em 2004 por Daisy Gomes-Silva e Lucia Wadt, bolsista do CNPq e pesquisadora da Embrapa, constatou que o óleo de patauá é rico em aminoácidos e gorduras insaturadas usadas contra o colesterol. Resíduos da extração do óleo têm sido estudados como suplemento alimentar na pecuária.

Em Belém (PA), para difundir o potencial do óleo do patauá o engenheiro químico Luiz Morais, proprietário da fábrica de cosméticos Curupira, dá oficinas, sobretudo métodos higiênicos de extração do óleo. Depois, adquire os produtos para usar na sua fábrica.

Recentemente, também, o empresário rural e do ramo de navegação na Amazônia, o mineiro João Salim, reuniu uma equipe na Expedição Patauá, que saiu do porto de Belém em um navio até Breves (PA). Algumas amêndoas do patauá, daquela região, foram enviadas ao Departamento de Gorduras e Óleos da Faculdade de Engenharia da Alimentação da Unicamp para análise de seus componentes e na composição do óleo, do vinho e dos resíduos. Em apenas uma filtragem o óleo pode ser consumido. Ainda citando os estudos de Daisy e Lucia Wadt, 'o patauá e outras palmeiras como açaí, buriti, murumuru e tucumã podem formar um grupo potencial da floresta nativa, atuando como fonte de renda para as comunidades locais e contribuindo com a proposta de desenvolvimento sustentável'.

(Fonte: Estadão)

Mensalão: Ministro defere perícia em conta bancária de Paulo Rocha

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa, relator da Ação Penal (AP) 470, deferiu quinze pedidos de diligências feitos pelos advogados de defesa de oito dos 40 réus da ação, conhecida como mensalão. As solicitações envolvem principalmente perícias contábeis e pedidos de informações a órgãos públicos.

As diligências foram solicitadas ao ministro pelos advogados dos réus Marcos Valério, Henrique Pizzolato, Rogério Lanza Tolentino, Luiz Carlos da Silva (Professor Luizinho), Paulo Rocha, Jacinto e Antonio Lamas e Delúbio Soares.

O ministro deferiu a realização de perícia contábil em contas apontadas em interrogatório, destinatárias de valores repassados. Neste caso, o ministro determinou que a defesa dos solicitantes – Professor Luizinho e Paulo Rocha, apontem, no prazo de cinco dias, quais contas devem ser periciadas, sob pena de indeferimento desta diligência.

Voto de cabresto

Do Blog de Ércio Bemerguy:

A decisão do TJD reforça a nossa opinião: o campeonato paraense de futebol é desenhado, planejado e executado para ser ganho exclusivamente pelo Clube do Remo ou Paysandu. Os demais clubes são apenas figurantes, principalmente os do interior, como é o caso do São Raimundo. Mesmo assim, os presidentes das tais ligas esportivas interioranas, não deixam de votar no coronel Antônio Carlos Nunes para permanecer à frente da Federação Paraense de Futebol, e ele nada faz para acabar com essa farsa, ou seja, uma competição com carta marcada.

Definição do local de jogo somente à tarde

A FPF se reúne a partir de 14 horas para definir se a partida São Raimundo x Clube do Remo será realizada mesmo em Santarém, domingo.
Mas o Clube do Remo já reservou as passagens aéreas da delegação azulina com destino a Pérola do Tapajós.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

FPF deve manter jogo de domingo em Santarém

O diretor técnico da FPF deve manter o jogo do São Raimundo contra o Clube do Remo em Santarém.
Paulo Romano informou há pouco a emissoras de rádio de Belém que somente amanhã à tarde a FPF será notificada da decisão do TJD que puniu o São Raimundo com perda de mando de campo.
A partir daí, a FPF vai aplicar o regulamento que determina o cumprimento da pena cinco dias após o julgamento do processo, segundo Romano.
Trocando em miúdos: como não há mais tempo hábil para transferir a data do jogo, o Clube do Remo vai ter que jogar mesmo em Santarém.
É o que se pode deduzir das palavras do diretor técnico da FPF.
Mas é bom esperar porque no futebol, tanto quanto na política, só falta boi avoar.

FPF decidiu não aplicar perda de mando de campo, por enquanto

O regulamento do campeonato paraense de futebol atribui ao departamento técnico da FPF a competência para a aplicação de pena de perda de mando de campo.
O presidente da FPF Antõnio Carlos Nunes e o diretor técnico Paulo Romano estão reunidos neste momento a portas fechadas na sede da entidade para decidir se a federação vai aplicar antes do prazo de cinco dias a punição ao São Raimundo e alterar a data e local do jogo da final do segundo turno entre Pantera e Leão Azul.
Mas a tesouraria da FPF já enviou hoje à tarde 10 mil ingressos para o jogo de domingo em Santarém.

TJD pune Pantera com perda de um mando de campo

O Clube do Remo quer o cumprimento imediato da decisão do TJD que interditou o estádio Barbalhão e puniu o São Raimundo com a perda de um mando de campo.
Mas os advogados do Pantera não querem o cumprimento imediato da decisão e que a pena seja aplicada após cinco dias úteis, o que não atingiria o jogo de domingo em Santarém.

TJD interdita Barbalhão

O Tribunal de Justiça Desportiva puniu o São Raimundo com multa de R$ 10 mil e a interdição do estádio Barbalhão por uma partida por causa dos incidentes ocorridos no jogo do dia 28 de março contra o Paysandu.

Edson Gaúcho pega 30 dias de suspensão

Por causa da invasão de campo do Barbalhão e ofensas ao árbitro que apitou o jogo São Raimundo x Paysandu, em Santarém, o técnico do Papão Edosn Gaúcho foi punido com pena de 30 dias de suspensão.
E neste momento começa o julgamento do caso Barbalhão pelo TJD da FPF.

Marabá suspenso por dois jogos

Marabá, do São Raimundo, foi punido com dois jogos de suspensão pelo Tribunal de Justiça Desportiva da FPF.
O caso Barbalhão ainda não começou a ser julgado.

Vereador pede que TCE aprecie contas de ONG's

valdir.jpgA proposta apresentada através de indicação, esta semana, pelo vereador Valdir Matias Jr. solicita que as contas de ONGs que atuam no Pará sejam apreciadas pelo Tribunal de Contas do Estado com uma avaliação mais criteriosa da aplicação de recursos por estas organizações; também das aplicações de recursos das entidades não-governamentais que recebam recursos oriundos do Governo do Estado do Pará ou por este intermediado. O requerimento foi encaminhamento a Governadora do Estado e aos deputados Alexandre Von, Carlos Martins e Antonio Rocha. (Fonte: Assessoria Parlamentar)

Circo do futebol

Já começou a sessão do TJD da FPF.
O caso Barbalhão é o terceiro da pauta.
Bruno Castro é o advogado do Paysandu.
André Cavalcante, é o patrono do Pantera.
Estão expostos na mesa do presidente do tribunal desportivo os objetos citados na súmula pelo árbrito da partida: uma pedra, duas pilhas e um rádio portátil.

Tapetão da FPF está em profusão

Ainda não começou a sessão do TJD da Federação Paraense de Futebol que vai julgar o processo no qual o São Raimundo é acusado de ser o responsável pela violação do estatuto do torcedor durante o jogo contra o Paysandu, em Santarém.
O juiz colocou na súmula que torcedores do Pantera atiraram rádio de pilha e bagaço de laranja no gramado do Barbalhão.
Há um jogo de pressão de todos os lados.
Cada time trouxe políticos para a sua platéia, além de seus dirigentes e advogados, é claro.
Em defesa do Pantera, o deputado Alexandre Von já está presente no auditório da casa do futebol.
Ainda são esperados os deputados Carlos Martins e Ítalo Mácola.

Àrea de Livre Comércio para Santarém recebe mais adesões

Os diretores da Associação Comercial e Empresarial de Santarém Renato Dantas, Cesar Ramalheiro e Alberto Oliveira foram recebidos hoje, ao meio-dia, pelo prefeito José Maria Tapajós e saíram do encontro satisfeitos.
Tapajós se entusiasmou pela proposta de instalação em Santarém de uma Área de Livre Comércio.

Para matar a saudade de palmeirense roxo

Mercado Municipal de São Paulo, ontem à tarde,
refúgio do palmeirense Antenor Giovaninni
quando vai a capital paulista rever familiares.
Foto: Blog do Estado

Jornal Pessoal desta quinzena não terá suíte do affair Jader x Simone

O leitor de Lúcio Flávio Pinto não encontrará na mais nova edição do Jornal Pessoal, que chega às bancas da capital, amanhã, a suíte da matéria anterior que revelou com todas as letras o fim do segundo casamento do deputado federal Jader Barbalho.
Mas uma nota de pé de página não encerrará o assunto:
"Este jornal, que não é Caras nem tem interesse em exibir conhecimento sobre o vaudeville papa-chibé, só voltará ao tema quando ele preencher seus critérios editoriais. Ou seja: disser respeito à vida pública."

Interinidade oportunista

O vereador Nélio Aguiar atirou no que viu e acertou no que não viu.
Propôs um réles requerimento ao STF pedindo pressa na votação do recurso extraordinário da ex-prefeita Maria do Carmo - que já tem parecer contrário do MP - para que duas almas penadas mordessem a isca.
Eis que Bruno Paraíba e Carlos Jaime deixaram a condição de viúvas da coalizão de 12 partidos e se revelaram fãs incondicionais do governo tampão de José Maria Tapajós, procrastinando o quanto puderam a discussão do requerimento em plenário.
Jaime, o petista, parece quer se vingar da lisura de sua campanha.
Paraíba, o pedetista, parece contente com o a desenvoltura do pai na interinidade.

Restos a pagar ...nem o resto sobra

Quem tenta receber o dindim empenhado na rubrica maldita é aconselhado a se contentar só com a espinha e deixar a carne para ser saboreada por pessoas que se dizem probas.

Maria foi barrada na PGR

Fonte brasiliense garante: a ex-prefeita Maria do Carmo bem que tentou um contato com os seus colegas de parquet, mas não passou nem da recepção da PGR.

Assembleias Legislativas pedem apoio do STF para regularizar municípios

Em audiência com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, na manhã desta quarta-feira (22), o presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, deputado Domingos Filho, pediu apoio junto à Câmara dos Deputados para que o Congresso Nacional agilize a aprovação da lei complementar que trata da criação de municípios. O deputado veio como representante do parlamento nordestino e também do colegiado de presidentes das Assembleias Legislativas de todo o Brasil.

Eles querem que a Câmara dos Deputados cumpra decisão do STF que estipulou prazo de 18 meses para a criação de uma lei complementar que trata de alteração territorial dos municípios. A decisão do STF foi na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 3682, ajuizada pelo estado do Mato Grosso contra a omissão do Congresso em legislar sobre o tema. O prazo estipulado pelo Supremo venceu em novembro do ano passado e apesar de o Senado já ter aprovado a lei, a Câmara ainda não se manifestou.

A consequência dessa demora, segundo o deputado, é que as Assembleias Legislativas já entenderam que o não cumprimento autoriza os estados a fazerem suas próprias leis sobre criação, alteração e fusão de municípios.

“Isso está gerando um desconforto nos estados porque muitas assembleias entendem que a decisão do Supremo já restaurou a prerrogativa tendo em vista a omissão do Congresso em não editar a matéria”, afirmou Domingos Filho.

Ocorre que o STF julgou outras ações (ADI 2240, 3316, 3489 e 3689) considerando inconstitucionais as leis estaduais que criam municípios ou alteram seus limites territoriais. Isso porque a Emenda Constitucional 15/96 determinou que a questão só poderia ser tratada por força de lei federal.

De acordo com o deputado, o objetivo da reunião com o ministro Gilmar Mendes é resolver “harmoniosamente” o assunto junto com o Congresso e o STF. Também está marcada para hoje uma audiência com o presidente da Câmara, Michel Temer, com o mesmo intuito.

Ele revelou que no caso de uma demora maior, a Assembleia Legislativa do Ceará entrará com um Mandado de Injunção no STF pedindo novamente o cumprimento da decisão.

Julgamentos

Em maio de 2007, o plenário do STF reconheceu a demora do Congresso Nacional na aprovação de uma lei complementar federal que trataria da criação, incorporação, fusão e desmembramento de municípios. Na ocasião do julgamento da ADI 3682, ficou estipulado o prazo de 18 meses – a partir de 9 de maio de 2007 – para que a lei fosse criada.

A não criação desta lei pode afetar mais de 50 municípios em todo o país, uma vez que foram criadas por leis estaduais consideradas inconstitucionais pelo Supremo.

Bomba esgota água em frente a delegacia da Marinha


Agora já são 15 bombas instaladas pela prefeitura para tentar drenar a água da enchente do rio Tapajós, orla da cidade.
A última foi instalada ontem em frente ao prédio da delegacia da Marinha em Santarém.
(Fotos: Rozinaldo Garcia)

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Pesquisa revela deficiência de serviços de energia e saude na área de influência da MRN no Trombetas

Conhecer a realidade das comunidades sobre as quais tem influência. Essa foi a motivação que levou a Mineração Rio Norte (MRN) a realizar um levantamento do contexto socioeconômico e ocupacional da região do entorno da empresa.
Uma equipe de 17 pessoas percorreu, ao longo do mês de fevereiro, a área dos municípios de Terra Santa e Oriximiná (regiões do alto e médio Trombetas e lago Sapucuá).
Ao todo, foram 1483 entrevistas domiciliares - o que representa 88,54% dos domicílios existentes nas 56 comunidades que participaram do censo.

Principais resultados da pesquisa:

56 comunidades rurais

1424 famílias entrevistadas (6.984 moradores)

Faixa Etária: 21,4% entre 7 e 14 anos

Tamanho das famílias: 31,54% (até 3 pessoas) e 31,18% (de 6 até 8 pessoas)

Sexo: 52,8% masculino e 47,1% feminino

Escolaridade: 59,7% ensino fundamental incompleto

Renda Familiar: 89,45% até 2 salários mínimos

Ocupação: 37,7% são estudantes e 32% possuem algum tipo de trabalho remunerado (desses, 80,3% é agricultor, pescador ou extrativista)

Fonte da renda familiar: 30,9% vende da farinha de mandioca e 26,6% trabalho informal

Principais problemas da família: 58,6% falta de posto de saúde e 55,4% energia elétrica.

(Fonte: Assessoria de imprensa da MRN)



Carlos Martins solicita apoio para realização do II Salão do Livro do Oeste do Pará

O deputado estadual Carlos Martins (PT) solicitou ao Governo do Estado do Pará apoio para a realização do II Salão do Livro do Oeste do Pará, em Santarém. O parlamentar enviou requerimento à Governadora do Estado, Ana Júlia Carepa, e a Secretaria de Estado de Cultura (SECULT), para que em parceria com a Prefeitura Municipal de Santarém a Feira seja realizada novamente.
No ano de 2008, aconteceu o Primeiro Salão do Livro da Região do Baixo Amazonas, no município de Santarém. O evento foi realizado pelo Governo do Estado, através da SECULT e em parceria com a Prefeitura Municipal de Santarém, e teve como objetivo a regionalização do acesso à literatura. Foi a primeira vez que um evento literário de grande porte aconteceu fora da região metropolitana de Belém.
De acordo com Martins, “eventos deste tipo servem de estímulo à leitura. Observando a grande participação da população do Oeste do Pará no evento, percebemos
que é importante a realização de mais um Salão do Livro na cidade”.

(Fonte: Assessoria Parlamentar)