| Governo sem informação não pode ser democrático Nenhuma redação de jornal, televisão ou rádio abriga mais jornalistas do que a assessoria de comunicação social do governo do Estado. Enquanto geração de emprego, ótimo. Mas há efeitos perversos ou distorcidos desta situação. O mais elementar se manifesta através das cascatas de press-releases que chegam às redações todos os dias. Como a imprensa periódica investe pouco no seu material humano, podem-se ver diariamente as conseqüências dessa enxurrada de material chapa-branca: matérias sem a tarja de “informação publicitária” ocupam o espaço editorial. O leitor, desinformado, lê gato por lebre. Pensa que aquela notícia foi produzida pelo jornal quando veio da assessoria de imprensa. Torna-se, por isso, mais suscetível à manipulação da informação. Outro efeito ocorre para dentro do organismo público. O governo passa a achar que a sua comunicação com a sociedade se esgota nessa mão única: fornecer abundante informação, mas sob seu controle. Algum jornalista já recebeu um press-release no qual seu autor admite que errou, ou aceita críticas aos seus atos? Como é exuberante na produção de matérias oficiais, o governo considera cumprido o seu dever constitucional de manter os cidadãos informados. Faz ouvidos de mercador quando um crítico independente o questiona ou mesmo, como faço nesta coluna, lhe pede explicações sobre os atos oficiais. Esse tipo de jornalista é um desmancha-prazeres, que não se satisfaz com a informação pré-cozida da assessoria governamental. Ou é aquele que, nas entrevistas coletivas, insiste em obter respostas para perguntas incômodas, que a autoridade nem quer ouvir. Para isolar esse inconveniente e desestimular o surgimento de personagens desse tipo, o governo desanda a fazer propaganda nos veículos de comunicação. É para poder usar a publicidade como moeda de troca, conquistando (seria indelicado dizer “comprando”?) a opinião do jornal ou da emissora de rádio e televisão, para que os veículos recebam e absorvam sem reação o indigesto catatau dos press-releases. O pacote será então vendido ao consumidor como apuração independente mesmo que não passe de informação viciada. É esse conluio de interesses que explica a completa ojeriza do governo enquanto sistema e de seus integrantes em particular por espaços como este. A coluna não visa a denúncia, ao menos em princípio. O que quer é a informação, que devia estar contida (até por imposição legal) no ato oficial, mas dele não faz parte, por despreparo, ignorância ou malicia. O governo aposta no silêncio como arma para esvaziar o interesse do cidadão, desviá-lo do seu direito de cobrança e colocar uma pá de cal sobre o assunto, recolocando a sociedade no trilho da informação conduzida, sem variantes. Talvez, por seu poder, o governo acabe se saindo bem nesse propósito maquiavélico. Mas sua vitória será de Pirro se o cidadão tirar desse comportamento uma lição moral: democrático, o governo que assim procede não é. Ele também não será capaz de cumprir suas promessas de mudança, pelas quais foi eleito. Diz o povo que o gigante se conhece pelo dedo. O do governo Ana Júlia Carepa foi deformado pelo hábito de ignorar seu compromisso formal com a informação e a verdade. Disse que o cumpriria na palavra. Na prática, o viola todos os dias. Licenciamento capenga Dizem que o secretário de meio ambiente do Estado, Valmir Ortega, é um técnico competente e bem intencionado. Se é, porém, ele não se preocupa com a exação dos atos sujeitos à sua secretaria. Já por várias vezes reclamei da falta de informação no licenciamento ambiental. Nas administrações tucanas, os editais publicados na Imprensa Oficial tinham mais informação do que agora, no governo petista, que reduziu a divulgação ao osso da informação mínima minimorum. Exemplo dessa lacuna quase absoluta: a Brascomp Compensados do Brasil comunica que recebeu da Sema a licença de operação para desdobro de madeira em tora nas suas instalações, na rodovia Arthur Bernardes, em Belém. Mas nada diz sobre o volume de produção, informação obrigatória. A secretaria devia obrigar o licenciado a informação à opinião pública sobre a origem da madeira, que deve ser de área legal. LO também foi concedida, com validade até novembro de 2011, para a Industrial Madeireira Santa Catarina operar em Santarém. Mas não só a empresa não disse quanto produzirá como sequer informou o que irá produzir. O público que se lixe. Procedimento idêntico o da Agroflorestal e Industrial São Miguel, licenciada para atuar em Placas ainda por mais tempo, até outubro de 2012. Para quê? Silêncio total. Pesquisa mineral A Xstrata, a multinacional suíça que a Companhia Vale do Rio Doce tentou inutilmente adquirir até pouco tempo atrás, com a intenção de assim se tornar a maior mineradora do mundo, requereu à Sema a prorrogação da sua licença de operação pelo prazo de quatro anos para pesquisa mineral no alvo Serra do Tapa, município de Xinguara, no Pará. Não diz para qual substância (níquel ou cobre, provavelmente), mas devia ser obrigada a fazê-lo pela Sema. E a indicar a área do pedido de pesquisa. Floresta energética O que é que uma empresa de produtos florestais tem a ver com geração, transmissão e distribuição de energia? Aparentemente, nada. Mas a Ebata Produtos Florestais foi licenciada pela Sema a realizar esses serviços no distrito industrial de Icoaraci. Estará habilitada legalmente para isso? Há tal previsão estatutária? Assessoria pessoal Enquanto a governadora do Estado seguia da China para a Califórnia, nos Estados Unidos, para uma curta permanência na terra do governador Arnold Schwarzenegger, de Belém seguiram direto para Los Angeles três auxiliares diretos da governadoria, que se incorporariam à sua caravana. A major da PM Ana Laura Carvalho dos Santos e André Segantin Luiz, secretário particular de Ana Júlia Carepa, tiveram direito a quatro diárias e meia. David Teixeira Alves, assessor de comunicação, recebeu uma diária a mais por ter viajado um dia antes, no dia 16. Era indispensável fazer todas essas despesas? A governadora não confiou na segurança do super-governador austríaco-americano, ou nunca viu um filme dele? | ||
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sábado, 29 de novembro de 2008
Interesse Público Nº 2 - Lúcio Flávio Pinto
Pantera é o terceiro colocado na primeira fase do Parazão 2009
Rádio Clube do Pará
A quarta rodada do Campeonato Paraense de 2009 foi iniciada nesta sexta-feira com a realização de quatro partidas. O destaque ficou por conta do Castanhal que, com um gol de Marcelo Maciel, venceu o Vila Rica Marajó por 1 a 0 no estádio Maximino Porpino (Castanhal-PA) e assumiu a ponta da tabela.
A vitória deixou o “Japiin da Estrada” na liderança da primeira fase da competição com oito pontos ganhos. O Vila Rica caiu da segunda para a quarta colocação, com os seus 6 pontos.
No CEJU, o Pedreira perdeu para o São Raimundo pelo placar de 2 a 1. O time Santareno mostrou uma grande reação no campeonato somando agora seis pontos na tabela conquistando com isso a terceira colocação. Já o Pedreira despencou da terceira para a sexta posição com os seus cinco pontos. O São Raimundo retornou ontem à noite a Santarém, onde fará os seus cinco jogos restantes na competição.
Nos outros dois jogos da tarde tivemos um empate e duas vitórias dos visitantes. O Time Negra Carajás empatou em 1 a 1 com o Sport Belém em plena Curuzu. O resultado não foi bom para nenhuma das equipes, que caíram uma posição na classificação. O Time Negra perdeu a liderança caindo para a segunda colocação com sete pontos e o Sport Belém caiu da sexta para a sétima posição com agora 5 pontos.
No Souza, a Tuna Luso Brasileira atravessando uma má fase,amargou a sua segunda derrota no campeonato. A “Elite do Norte” perdeu para o Bragantino pelo placar de 2 a 0 e caiu para última posição com apenas dois pontos conquistados.Por outro lado, o Bragantino conquistou sua primeira vitória no Parazão, passando para a Tuna a lanterna da competição. O “Tubarão do Caeté”subiu duas posições (8º colocado) somando agora quatro pontos.
Nesta sábado, teremos uma partida fechando a rodada. O Tiradentes (9º colocado com 2 pontos) tentando se reerguer, enfrentará o Pinheirense (5º colocado com 5 pontos) às 15h30 no Baenão.
Confira jogos da quarta rodada do Paraense:
Sexta-feira:
Tuna 0 x 2 Bragantino (Souza)
Pedreira 1 x 2 São Raimundo (CEJU)
Time Negra 1 x 1 Sport Belém (Curuzu)
Castanhal 1 x 0 Vila Rica (Maximino Porpino)
Sábado:
15h30 (Baenão)
Tiradentes x Pinheirense
PT e PMDB bucam a melhor justificar para romper
Paulo Bemerguy, de O Espaço Aberto:
O clima entre a governadora Ana Júlia Carepa e o PMDB, até ontem à noite, era de rompimento.Ana Júlia chamou petistas e mandou que dessem o seguinte recado a quem interessar possa: o governo não aceita ninguém do PSDB na Mesa; e se o PMDB insistir no acordo que garante ao tucano Ítalo Mácola a 1ª vice-presidente da Casa, conforme o blog adiantou na tarde de sexta-feira passada, então o PMDB pode considerar-se, desde logo, adversário do governo.
Em três palavras: é o rompimento.
Qual a alegação de Ana Júlia para rejeitar qualquer tucano na Mesa?
A alegação é de que ela faz igualzinho ao PSDB, que também não dava cargo na Mesa a nenhum petista.
Esse é um argumento, mas não o grande, o essencial argumento.
O argumento básico, que Ana Júlia e ninguém do seu círculo reconhecerão, é o de que o PMDB e o PSDB estão se conduzindo, nessas articulações para compor a Mesa, de olho em 2010.
E se 2010 fosse hoje, 29 de novembro de 2008, é evidente que PMDB e PSDB já estariam juntos.
Como 2010 só é mesmo em 2010, tucanos capitaneados por Simão Jatene e peemedebistas sob a regência de Jader Barbalho piscam os olhinhos um para o outro, flertam e começam a sonhar em formar uma aliança para disputar com quem?
Com Ana Júlia, é claro.
A governadora já percebeu claramente que é esse é o jogo.
Aliás, não é apenas ela que percebeu.
Percebem dez entre dez, cem entre cem, 1 mil entre 1 mil, 1 milhão entre 1 milhão de pessoas que tenham um pingo, um mínimo, uma réstia de inteligência.
Sabe aquela história do só não vê quem não quer?
Pois é.
A governadora Ana Júlia vê o que está à sua frente.
Vê claramente.
Só não vê quem não quer.
Manchetes da edição de sábado de O Estado do Tapajós
CARTAS AO PAPI NOEL ESPERAM POR ADOÇÃO
VEREADOR DIZ QUE ATERRO NÃO FOI RETIRADO DO LAGO DO MAPIRI
EMPRESÁRIOS DE ÔNIBUS REAGEM A MAIS GRATUIDADE PARA IDOSOS
CONSELHEIRA CRITICA OMISSÃO DO CONSELHO TUTELAR DE SANTARÉM
PATO SOME DAS FEIRAS E DA BARRACA DA SANTA NO ARRAIAL
VESTIBULAR DA UEPA COMEÇA DOMINGO AS OITO HORAS EM SANTARÉM
AUTORIZAÇÃO PARA 42,9 MIL VAGAS DE CONCURSOS ESTÃO MANTIDAS
ASSEMBLÉIA VAI DEBATER HIDROVIA DO TAPAJÓS/TELES PIRES
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE JURUTI REALIZA REUNIÃO DE NEGÓCIOS COM ALCOA
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Encerrado: São Raimundo 2 x 1 Pedreira
Com esse resultado o Pantera obtém 6 pontos na tabela de classificação da primeira fase do Parazão 2009.
A urna eletrônica e a fraude
A Subcomissão de Segurança do Voto Eletrônico promoveu ontem na Câmara dos Deputados, uma audiência pública. Mais uma vez, cientistas e professores, especialistas em informática mostraram que as urnas eletrônicas brasileiras são, sim, vulneráveis.
Mas o TSE resiste a qualquer auditoria ou teste.
(Anteontem, assistimos na TV a uma matéria mostrando a altíssima possibilidade de fraude nas eleições no município de Caxias, no Maranhão.)
Desde 2003 venho falando e escrevendo sobre o assunto.
A adoção das urnas eletrônicas no Brasil reduziu drasticamente as fraudes. Fraude eleitoral deixou de ser tema prioritário.
Mas ficamos sem um comprovante impresso, que pudesse ser utilizado em caso de necessidade de recontagem.
O vexame das eleições presidenciais americanas de 2000, quando não foi possível recontar muitas urnas na Flórida, só fez confirmar a necessidade de se ter um comprovante da eleição.
Uma lei foi aprovada às pressas, mandando que a Justiça Eleitoral instalasse em todo o país urnas eletrônicas com a capacidade de imprimir o voto. Este voto não ficaria com o eleitor. Seria depositado em outra urna e ficaria guardado com a Justiça Eleitoral para o caso de ser necessária uma recontagem.
Ou seja, uma garantia a mais.
Na época, o presidente do TSE era o ministro Nelson Jobim que, pura e simplesmente, desconsiderou a lei. E não cumpriu.
Quando o prazo para a substituição das urnas estava se esgotando, o TSE passou a alegar que não tinha dinheiro para realizar a substituição a tempo de valer para as eleições municipais de 2004.
Novamente, redigiu-se às pressas um projeto, de autoria do senador tucano Eduardo Azeredo (MG), anulando a lei anterior, isto é, acabando com a obrigatoriedade do voto impresso. Na época, jurava-se que os verdadeiros autores do projeto eram dois famosos ministros do TSE.
E as urnas eletrônicas continuaram sem um comprovante impresso, uma contraprova do voto do eleitor.
Na internet há vários grupos de discussão sobre o assunto, manifestos circularam, com milhares de assinaturas de especialistas do Brasil inteiro.
Nossas urnas passaram por perícias em importantes universidades americanas, para ver se poderiam ser adotadas nos Estados Unidos. E não passaram no teste da segurança.
Os americanos não adotaram a urna brasileira.
Claro que, no Brasil, aquelas fraudes clamorosas deixaram de existir. Hoje a fraude é residual. Mas numa eleição apertada, qualquer voto roubado pode decidir a parada.
Neste caso de Caxias (MA), como proceder à recontagem, se não há possibilidade de confronto entre o voto eletrônico e um comprovante qualquer de que o eleitor votou neste e não naquele candidato?
Por isso mesmo, é muito bem-vinda a volta da discussão sobre a segurança das urnas eletrônicas.
Homicídio por R$ 2,00 resulta em 14 anos de prisão
Os promotores Gustavo Rodolfo e Hélio Pinheiro atuaram pelo Ministério Público e o advogado Wilton Dolzanis em defesa do réu. O próximo Júri da sexta vara será na terça-feira, 02.12.2008, quando serão julgados Luiz Cléber Sousa Vieira e Lucivaldo Batista, acusados de matar, juntamente com outros, Ednaldo Lira Lima, crime ocorrido há dois anos.(Fonte: 6ª Vara Penal)
São Raimundo 0 x 0 Pedreira
Ana lança edital com 152 vagas para especialidades de nível superior
Para o cargo de analista administrativo, há chances para as especialidades de Administração, Arquivologia, Biblioteconomia, Ciências Contábeis e Econômicas, Comunicação Social (Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas), Tecnologia da Informação e Comunicação e qualquer área de formação. Já para as funções de especialistas, os candidatos devem ter graduação em qualquer área.
As inscrições poderão ser feitas das 10 horas do dia 4 de dezembro às 18 horas do dia 28 de dezembro, pelo site www.esaf.fazenda.gov.br. A remuneração prevista para todos os cargos é de R$ 8.389,60. Os candidatos inscritos deverão passar por duas provas objetivas, prova discursiva e avaliação de títulos e de experiência profissional. Os aprovados nestas etapas deverão ser submetidos ainda ao curso de formação, que terá duração mínima de 120 horas.
Confira aqui o edital de abertura da seleção.
Quem lidera quem?
Ok, por mero amor ao debate e ao ficcionismo, imaginem que o aviao caisse na mata (todos salvos,claro).
Esses sobreviventes, apos incansaveis mas mal-sucedidas buscas,resolvessem fundar uma nova comunidade.
A pergunta seria: Quem lideraria o grupo e quem votaria em quem para tal?
Só para exercitar a mente...
Vôo da TAM dá susto em políticos santarenos
Uma chuva repentina, segundo o piloto da aeronave, teria sido a causa da manobra abortada, que provocou o desvio do vôo para Manaus.
Entre os passageiros desse vôo estava nada menos que a maioria dos políticos santarenos, exceto o deputado estadual Carlos Martins.
Hoje de manhã, Lira Maia, Maria do Carmo, Antônio Rocha, Alexandre Von, e de quebra, Inácio Corrêa, Paulo Roberto, Sandro Lopes e Ana Elvira desembarcaram aliviados no aeroporto Wilson Fonseca.
É namoro ou amizade?
Rio de Janeiro – Depois de décadas trocando tapas e coelhadas nas páginas da revista Turma da Mônica, os personagens de quadrinhos Mônica e Cebolinha finalmente partem para o beijo. O episódio se dá no quarto número da HQ Turma da Mônica jovem, que retrata os personagens na adolescência, com seus 15 ou 16 anos, em estilo mangá. Segundo o autor, Mauricio de Sousa, esse é o primeiro beijo romântico da dupla. “Já houve bitoquinha de criança, no rosto, mas beijo de paquera e de começo de namoro é o primeiro”, afirmou ele.O beijo faz parte da nova fase da turma, na qual o personagem Cascão toma banho (mas não sempre), Mônica fez um regime e emagreceu e Cebolinha, agora chamado de Cebola, recorreu à fonaudiologia e só troca a pronuncia dos “r”s pelos “l”s quando está nervoso. Mesmo avesso a romper definitivamente com certos tabus – “o Cascão pode até tomar banho, mas isso deve ficar subentendido, não deve aparecer!”–, Mauricio explicou que o beijo de Mônica e Cebolinha veio naturalmente: “Hoje, os jovens de 15, 16 anos paqueram, dão seus beijinhos e sentem atração. E, nesta nova fase da revista, a Mônica e o Cebola vivem na base de um flertezinho, uma paquera. Por isso, achei que estava na hora de a Mônica ter um momento de mulherzinha, mais crescida e ir para cima do Cebola com um beijinho”, explicou o criador dos personagens.
Mauricio ainda não revela, no entanto, se o beijo vai terminar em namoro. “Vamos ver o que vai acontecer no futuro”, despista, jogando a responsabilidade para a reação do público: “Mais do que nunca, esta revista é uma criação viva. Tenho ouvido muito o público leitor nas comunidades da internet. E venho trocando muitas idéias com os jovens para a gente poder escrever na língua deles”. Para quem pensa que o clima poderá esquentar e terminar em sexo, o autor antecipa: “É claro que vou ter todos os cuidados para não ultrapassar a fronteira do bom gosto”. Segundo ele, a Turma da Mônica jovem é uma revista para a família e tem de ter mensagens: “Vamos falar de qualquer tema, mas sempre de maneira suave e tranqüila, sem ferir sensibilidades”.
O quadrinista reconhece, porém, que pode frustrar alguns leitores mais tradicionais com as recentes mudanças na publicação: “Temos três tipos de leitores atualmente: os veteranos, que já liam a revista e a têm como uma recordação da infância. Os jovens, que querem conferir para ver se os personagens agem e reagem como eles mesmos. E a criançada, que quer ser igual à Turma da Mônica quando crescer”. Por enquanto, os resultados têm sido favoráveis. A tiragem deste quarto número da revista, nas bancas desde o dia 22, é de 300 mil exemplares. Segundo Mauricio de Sousa, a revista é hoje o maior sucesso editorial de todos os tempos na HQ no Brasil.
Memória de Santarém - Lúcio Flávio Pinto
A pescaria com uso de bomba estava se generalizando em Santarém, em 1964. "Os nossos saborosos peixes, que fornecem alimento para a população de nossas cidades, vilas e povoados, estão rareando, desaparecendo, isso porque pessoas desprovidas de senso de responsabilidade, espíritos mesquinhos e criminosos passaram a usar bombas como meio prático de apanhar peixes, dizimando os cardumes dos milhares de peixinhos que ainda estão em crescimento e assim sem condições para servirem de alimento".
O jornal estranhava que os fiscais do serviço de caça e pesca e a cooperativa de pescadores "não se apercebem do crime que estão praticando, sem punição, os que pescam com bombas".
Banho proibido
Em maio de 1965, o delegado de polícia, Alberto Jennings, proibiu banhos no Caiszinho, atendendo pedidos dos moradores do local, que reclamaram do "mau comportamento de certos banhistas, que ali, por ocasião de banhos, proferem palavras obscenas, em verdadeiro acinte à moral familiar", Os infratores seriam punidos na forma da lei e os menores flagrados seriam conduzidos à delegacia, "respondendo pela infração seus respectivos pais ou responsáveis".
Retratação
Argemiro Vale Fernandes publicou a seguinte declaração em O Jornal de Santarém de maio de 1965, muito sugestiva:
"Declaro que, levado pela neurastenia de minha idade e pelo gênio irritadiço de minha esposa, proferi contra o senhor João Evangelista Damasceno palavras que lhe ofenderam a honra e ele, revelando a sua alma bem formada e fina educação, perdoou-me juntamente com a minha esposa, que também lhe desrespeitou.
Desse modo, deixo bem claro que nada tenho a censurar do referido senhor, cuja vida privada é inatacável e modelo para que seja respeitada como bem merece".
Justiça Eleitoral cassa registro de prefeito eleito em Manaus
Agência Folha, em Manaus
A Justiça Eleitoral, em primeira instância, cassou o registro das candidaturas e impediu a expedição dos diplomas do prefeito eleito de Manaus, Amazonino Mendes (PTB), e do vice, Carlos Souza (PP), por compra de votos. Cabe recurso ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Amazonas.
Na véspera do primeiro turno, a Polícia Federal apreendeu em um posto de combustível 419 requisições de carros já abastecidos com 20 litros de gasolina cada um. Nas requisições havia a frase "eleições 2008-Amazonino Mendes".
Na decisão, a juíza Maria Eunice do Nascimento diz que "as alegações apresentadas pela defesa dos candidatos não foram suficientes para identificar que eles não haviam cometido o delito e as provas documentais e testemunhais corroboraram [para a decisão]".
Os advogados de Amazonino e Souza não foram localizados pela reportagem. Segundo a assessoria de Amazonino, ele não vai comentar a decisão judicial, mas anunciou que vai recorrer.
Quilhotina
Começou e não deve parar. A Vale, contrariando seu discurso oficial e sem alarde, iniciou o processo de demissão de, pelo menos, 400 de seus 56 mil empregados. As primeiras vítimas da degola foram escolhidas entre os trabalhadores da área do cobre, no Pará; na ferrovia, em Minas Gerais; e no setor de pelotização, no Espírito Santo.
Pantera enfrenta o Pedreira
Encerrada essa estada na capital, o Pantera volta a Santarém para cumprir quatro jogos com mando de campo. O primeiro confronto no estádio barbalhão está marcado para o dia 3 de dezembro, conra a Tuna Luso Brasileira.
Chapa da Mesa Diretora da AL está em construção
Domingos Juvenil (PMDB) - presidente
Ítalo Mácola (PSDB) - 1º vice
João Salame (PPS) - 2º vice
Miriquinho Batista (PT) - se mantém na 1ª secretaria
Na chapa ainda terá espaço o PR, o PV e o DEM.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Lojas de compra de ouro em Itaituba não adotam catalisadores
A engenhoca custa apenas 800 reais, mas poucos se interessaram pelo equipamento que além de reduzir a poluição, evitar a contaminação humana ainda reaproveita o mercúrio utilizado nesse processo de queima do ouro.
Apertem os cintos
Agora, quem necessitar da informação sobre a chegada e partida dos vôos tem que procurar as caríssimas telinhas de plasma espalhadas pelo aeródromo. Ocorre que aí você descobre que a maior parte dos aparelhos não funciona, está em manutenção ou desligado. O passageiro, após o check-in, tem que ir logo para a área de embarque, sob pena de perder o vôo. E quem vai ao aeroporto para aguardar alguém, seja por motivo de trabalho ou de ordem familiar, tem que ficar grudado na porta da sala de desembarque, de olho na esteira da bagagens, para descobrir se o vôo chegou.
Muita gente já reclamou à Infraero e a ANAC por causa disso, mas até agora, nem explicação, nem solução.
Fuga frustrada
É que os adolescentes ao pularem o muro caíram em um terreno repleto de cacos de vidro. Todos tiveram golpes profundos nos pés e mãos.
Quando a PM chegou ao local os mesmos não fereceram resitência e pediram para serem levados até o pronto-socorro municipal, onde foram medicados.
Retrocesso no aeroporto
A desculpa é pra lá de furada: as chamadas provocam poluição sonora em horários de maior movimento.
Se realmente a Infraero estivesse interessada no conforto dos passageiros deveria ampliar o minúsculo saguão do aeroporto Wilson Fonseca, que na hora de maior pico faz com que os usuários do terminal se sintam que nem sardinha em lata, sem contar com o calor insuportável.
Além disso, pedir que a Infraero instale cadeiras para descanso dos passageiros e acompanhantes pode parecer brincadeira. Mas não é.
Ideflor promove curso de formação para produtores rurais de Santarém
Segundo Denes Barros, engenheiro florestal do Ideflor, o curso é voltado para pessoas ligadas à utilização dos recursos da biodiversidade, as que trabalham diretamente com a floresta na identificação de plantas medicinais, frutíferas e madeireiras, bem como para as que têm na floresta uma fonte de renda. "A formação e qualificação desses profissionais geram novas oportunidades de trabalho e contribui para um melhor aproveitamento dos recursos florestais", destaca Barros.
O aprendizado obtido pelos produtores poderão evitar erros comuns que acontecem por causa da identificação das plantas por nomes populares e que pode variar bastante a cada região. "Para conservar ou usar de forma sustentável os recursos da biodiversidade, é preciso conhecê-la, e para isso é necessário utilizar metodologias básicas que auxiliem na identificação das espécies botânicas", ressalta Barros.
(Fonte: Assessoria de imprensa do Ideflor)
Brigadas contra a dengue
Como é sabido a prefeita de Santarém passa um dia sim e outro também em Brasília e bem que Maria do Carmo poderia se interessar pela sugestão e desenvolver essas ações em Santarém, município vice-campeão em focos de aedis aegypt em todo o estado do Pará.
Ladrões arrombam igreja de Aparecida
O pároco Antônio Jorge conta que os ladrões destruíram as fechaduras da sacristia, vasculharam os armários e danificaram outros objetos.
No interior da igreja, até o sacrário foi aberto.
Os ladrões conseguiram desmontar e roubar o som da igreja.
Carta à Fifa protestando contra Simon é divulgada pelo Flamengo
O erro do árbitro Carlos Eugênio Simon na partida entre Cruzeiro e Flamengo nesse final de semana revoltou os flamenguistas. No entanto, o presidente rubro-negro Kléber Leite deu um ponto final nas reclamações nesta quarta-feira e divulgou a carta que o clube enviou a Fifa protestando contra o juiz.
Junto com a reclamação, o Flamengo anexou um DVD com imagens do pênalti não marcado por Simon em cima de Diego Tardelli no final do jogo. “Estamos dando por encerrado este episódio. E quero frisar que o Flamengo não tem força para impor nada à Fifa. Não temos este poder de tirar um árbitro de uma Copa do Mundo. Mas, na condição de clube mais popular do país do futebol, nos vemos no direito de colaborar com a Fifa. É apenas um alerta', declarou Kléber Leite.
O dirigente também colocou em dúvida a pecha de Simon de ser o melhor árbitro em atividade no Brasil. “O problema é que a Fifa, equivocadamente, considera o Simon o melhor árbitro do Brasil, o que é um absurdo. Temos o Paulo César Oliveira (SP) e aquele outro lá, o careca (Heber Roberto Lopes,do Paraná)', comentou.
Com isto, o Flamengo quer encerrar a polêmica entre o clube e o árbitro e agora espera alguma medida punitiva da Fifa.
Confira a carta que o Flamengo mandou à Fifa
Caro Sr. Valcke
Esperamos que vocês recebam bem essa carta
Em continuação ao árbitro de 43 anos, Carlos Eugênio Simon, um dos 38 indicados pela Fifa para participar da Copa de 2010, na África do Sul.
Para este propósito, por favor recebam os melhores momentos da partida entre Cruzeiro e Flamengo disputada ontem, (domingo, dia 23), no Estádio do Mineirão (Belo Horizonte, Brasil) válida pelo Campeonato Brasileiro.
A evidência deste vídeo coletado e por isso submetido - atestando a injustiça e a falha técnica do Sr. Simon - fornece ao Comitê de Árbitros da Fifa com a firmeza factual de que isso irá ajudar o corpo governamental do futebol na análise e preocupação dos riscos de relacionar o referido árbitro para a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul.
Esta é a contribuição do Flamengo para a boa ordem e bem do jogo
Respeitosamente,
Sr. Kleber Leite
Vice presidente de Futebol
Clube de Regatas do Flamengo
Memória de Santarém - Lúcio Flávio Pinto
As 16 senhoras e senhoritas de destaque em 1964, segundo o colunista social Wilson Fonna. As senhoras: Cecília Simões (que "conserva sua fisionomia" jovem, apesar de já ser mãe), Maria Nila Dias ("os seus belos vestidos são confeccionados com arte"), Edna Mariano ("elegância marcante de brasileira da paulicéia"), Gilda Cunha ("hostess de alto nível"), Anésia Lisboa ("simpatia cativante"), Socorro Lopes Lisboa ("jovem morena e bonita"), Alegria Serruya ("tipo clássico da mulher atraente"), Mercedes Melo ("destaca-se pela beleza de sua fisionomia e de seu corpo").
As senhoritas: Alvalinda Lopes (comerciária, representante do bairro da Aldeia), Maria da Graça Cardoso ("personalidade marcante"), Elsie Imbiriba Gonçalves ("cativa pela sua irradiante simpatia"), Nilsen Malheiros ("santarena de alta estirpe"), Conceição Gonçalves ("os cabelos andam sempre arrumados no jeito da Brigitte Bardot, caindo sobre a fronte"), Teresa Cristina Brandão ("ponto de referência na alta sociedade"), Ana Delfina Souza ("elegante, a beleza física não lhe importa" e Albanita Holanda Parente "Um dos tipos mais bonitos da cidade").
Nossa miss
Em 1965 Santarém apresentou, pela primeira vez, uma candidata ao concurso de Miss Pará. E Gonçala Alves Freitas podia ter sido a vencedora: conquistou o título de Miss Simpatia, que a imprensa lhe conferiu, na véspera do certame, num prenúncio do reconhecimento. As cinco mil pessoas que lotaram o Ginásio Serra Freire, do Clube do Remo, a ovacionaram. Mas as 11 pessoas que integraram o júri preferiram outra candidata, por "influências mesquinhas", o que não impediu os santarenos de se considerarem moralmente vencedores. Gonçala voltou à sua terra em triunfo.
Campanha da Tecejuta
Em 1964 a Tecejuta fez uma campanha de venda de suas ações, garantindo aos compradores em potencial que estariam realizando "um investimento altamente rendoso, como também dando o seu apoio à implantação de uma indústria que irá dar emprego especializado a centenas de operários e proporcionar novas dimensões econômicas aos municípios do Baixo-Amazonas", naquele que era "o maior investimento industrial no interior da Amazônia".
Na sessão de cinema
Wilson Fonna registrou, na "confortável sala de projeção" do Cine-Olímpia, a assistir a "maravilhosa película" Redemoinho de Paixões, dentre outros, "Aurélio (Mary Rocha) Rocha, Lourival (Tereza) Câmara, Everaldo (Marleusa) Figueira, Márlio (Socorro) Cunha, o prof. Nicolino Campos, ladeado pelas srtas. Aenne Meschede e Terezinha Corrêa, o chapa Carlos Meschede e sua linda noiva Nilsen Malheiros, acompanhada de sua genitora, Wanda Malheiros, além das senhoras Ainda Faria Campos e Maria José Gonçalves".
A programação do Olímpia para 1965 incluía a exibição dos filmes: Europa de Noite, Carícias de Luxo (com Doris Day e Cary Grant), Robin Hood, o Invencível, O Homem que Eu Devia Amar, Al Capone, Fanny, 20 quilos de Confusão (no qual Disneylândia aparecia como cenário para Tony Curtis e Suzanne Pleschette), Labirinto de Paixões (com o "astro" Rock Hudson), A Adolescente ("fortíssimo drama"), Mata Sete (com mo muito popular comediante mexicano Cantinflas), Melodia Imortal (Tyrone Power e Kim Novak deslizando ao som de belas músicas, incluindo nossa "Aquarela do Brasil", de Ary Barroso), Rastro de Ódio (com o caubói John Wayne), Safo, a Venus de Lesbos, Cerca casa de chá em Kyoto (como galã - recentemente falecido -Glenn Ford). Eichmann, o Carrasco Nazista, O Grande Circo e o 3º e último filme da série América de Noite.
Quantos desses você viu?
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Encerrado: São Raimundo 3 x 1 Sport Belém
A última partida do São Raimundo em Belém será contra o Pedreira, sexta-feira.
No dia 3 de dezembro, o Pantera joga pela primeira vez em Santarém enfrentando o time da Tuna Luso Brasileira.
Ao contrário do que foi divulgado, o São Raimundo foi dirigido por Osvaldo Montealegre. Carpegiane continua como preparador físico.
Renda de São Raimundo x Sport Belém é de apens R$ 219,00
A renda da partida foi de duzentos e dezenove reais.
Tentativa de fuga na Funcap de Santarém
Relatórios mostram que urnas eletrônicas foram violadas, mesmo depois de lacradas
A matéria revela ainda que as urnas foram ligadas antes da eleição, tiveram lista de códigos digitais e programas alterados. Dois técnicos da USP (Universidade de São Paulo), acionados pela emissora, confirmam as suspeitas. A PF mandou as urnas para perícia técnica e caso seja comprovada a violação promete punir os autores do crime. Uma possível anulação da eleição vai depender do Ministério Público Federal (MPF).
A reportagem lembra que dos 12 vereadores de Caxias, 11 se elegeram com apoio do prefeito reeleito Humberto Coutinho (PDT), que não quis falar sobre o caso. A presidente do TRE do Maranhão, desembargadora Cleonice Silva Freire, e o presidente do TSE, ministro Carlos Ayres Brito, também não quiseram se pronunciar.
O diretor de informática do TSE disse que a fraude é impossível.
Fonte: Imirante
São Raimundo 2 x 1 Sport Belém
Sessão Especial debaterá Hidrovia Tapajós - Teles Pires
Desde 1994, através do Ministério dos Transportes, Administração das Hidrovias da Amazônia Oriental - AHIMOR e Companhia Docas do Pará - CDP, vários estudos e projetos acerca da Hidrovia Tapajós - Teles Pires já foram elaborados. Porém, nenhum destes dado como conclusivo em função de empecilhos e restrições de ordem econômica, ambiental e até mesmo jurídica.
Para o Consórcio Vanguarda-Montana, \"é possível afirmar que a rota adequada liga Santarém (PA) até Sinop (MT) e, existindo viabilidade econômica e viabilidade ambiental, deve ser implantada em duas fases:
FASE 01: Alta Floresta (MT) - Santarém (PA)
FASE 02: Sinop (MT) - Alta Floresta (MT)\"
De acordo com o deputado estadual Alexandre Von (PSDB/PA), vice-presidente da Frente Parlamentar Pró-Hidrovias e Portos do Pará, além da proposta de investimentos privados apresentada pelo Consórcio Empresarial Vamont e em análise na Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), é necessário conhecer o posicionamento do Governo Federal, através dos ministérios diretamente envolvidos com o projeto hidroviário, do Governo do Estado do Pará, dos municípios e demais órgãos e entidades diretamente envolvidos e/ou atingidos com a implantação da Hidrovia Tapajós - Teles Pires.(Fonte: Assessoria parlamentar)
Emancipação
A partir desta semana a ACES está oficialmente associada à Câmara das Associações Comerciais e Empresariais do Oeste do Pará, com sede em Santarém.
Santarém vota em Juvenil
PMDB indica Sandro Lopes para a SMT
Novo diretor da Diretran anuncia emissão de DUT em Santarém
Erlon anunciou que vai ser lançado pelo Detran de Santarém o "DETRAN MÓVEL", que vai atuar em parceria com as auto-escolas das cidades onde existem agencias do Detran, fazendo com que a cada dois meses os coordenadores de Santarém, visitem cada uma das cidades na tentativa de legalizar o maior número de veículos e motoristas possível.
O prédio onde hoje funciona o Detran de Santarém na Avenida Cuiabá, que era alugado, foi recentemente comprado e passara por um grande processo de reforma e modernização tecnológica do sistema para se adequar à emissão de documentos de veículos e habilitações e que pode dar a Santarém o mesmo padrão de atendimento e estrutura da capital paraense. Além do prédio, uma nova viatura foi comprada para uso do Detran.
Outro investimento importante na região Oeste do Pará será a construção em Juruti de uma nova Agência do Detran, prevista para 2009. O projeto da Alcoa tornou necessário o investimento devido ao grande aumento no número de veículos e a pouca organização do trânsito que existe hoje em Juruti.
Manchetes da edição de quarta-feira de O Estado do Tapajós
DANIEL COHENCA É DEMITIDO DA GERÊNCIA DO IBAMA EM SANTARÉM
CÍRIO REÚNE CERCA DE 100 MIL PESSOAS EM LOUVOR A VIRGEM
APREENDIDAS MAIS DE 9 TONELADAS DE PEIXES EM PERÍODO DE DEFESO
ATIVISMO CONTRA VIOLÊNCIA LANÇADO NA CÂMARA
COMEÇA TRIAGEM PARA CIRURGIAS DE LÁBIO-LEPORINO
Santarém é vice-campeã em casos de dengue
Repórter
A cidade de Santarém pode enfrentar uma epidemia daqui a alguns meses se as autoridades de saúde e toda a população não tomarem providências urgentes quanto ao combate aos focos do mosquito "Aedes aegypti", transmissor da Dengue.
Segundo o levantamento divulgado esta semana pelo Ministério da Saúde, Santarém só perde em quantidade de focos do mosquito para Benevides - município da região metropolitana de Belém.
O Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), do MS também mostra que entre as capitais brasileiras, o Pará tem um dos piores índices quanto ao combate aos focos da doença.
Apenas a cidade de Abaetetuba apresentou índice satisfatório dentre os municípios pesquisados. Outras seis cidades, além de Belém, Benevides e Santarém aparecem em situação de alerta, com índice de infestação entre 1% e 3,9%, que são: Ananindeua, Cametá, Castanhal, Marabá, Marituba e Santa Bárbara. Em Belém, que aparece com 1,6% de focos do mosquito as infestações chegam à 7,3% tornando o caso um pouco mais complexo devido ao maior número de habitantes e a maior extensão territorial do município.
O Ministério da Defesa já disponibilizou um efetivo de 240 militares (50 da Marinha, 150 do Exército e 40 da Aeronáutica) para ajudar a combater os focos de mosquitos no Pará.
ABASTECIMENTO DE ÁGUA É O VILÃO
Em Santarém o índice de infestação predial mostra que o criadouro predominante é identificado nos sistemas de abastecimento de água do município, o que levou a cidade em 2008 aos 1,8% colocando-a em situação de alerta, de acordo com a metodologia de risco aplicada pelo Ministério da Saúde.
A conscientização da população e o trabalho preventivo de todos têm que ter início o quanto antes, para que as vidas de pessoas inocentes não sejam colocadas em risco, já que essa pode ser uma tragédia anunciada. Nos anos anteriores, muitas famílias perderam pessoas devido ao avanço da doença para o nível de "Dengue Hemorrágica", e o que se mostra mais interessante no estudo do Governo Federal é quanto a diversidade de tipos de criadouros do mosquito, por exemplo: em Abaetetuba, Ananindeua e Marituba os depósitos domiciliares são os maiores responsáveis pelos focos; Belém, Benevides, Castanhal e Santa Bárbara, o lixo acumulado nas vias públicas é o problema; já em Cametá, Marabá e aqui em Santarém os depósitos de água são os maiores vilões e principais responsáveis pela proliferação do mosquito transmissor da Dengue.
O objetivo do (LIRAa) é identificar com antecedência as áreas de maior risco de formação de criadouros do mosquito transmissor. Os resultados permitem o planejamento e a intensificação de ações de combate ao vetor da doença, assim como as atividades de mobilização, comunicação e de educação.
Para ser realizado, o município é dividido em grupos de 9 mil a 12 mil imóveis com características semelhantes. Em cada grupo, também chamado estrato, são pesquisados 450 imóveis. Os estratos apontam três situações: até 1% de infestação, significa que o município está em condições satisfatórias; de 1% a 3,9% indica situação de alerta; e superior a 4% aponta risco de surto de dengue.
O leão da Receita Federal é meio vesgo na Amazônia
Editor do Jornal Pessoal e articulista de O Estado do Tapajós
José Tostes Neto provavelmente foi o superintendente que por mais tempo esteve à frente da 2ª Região Fiscal da Receita Federal, a maior e mais complexa do país. Durante os quase 15 anos em que se manteve no cargo enfrentou ameaças à sua integridade física, "tentativas de intimidações, representações, acusações falsas, calúnias, injúrias, difamações (todas repelidas através de processos judiciais), queixa crime e estratégias sórdidas para tentar desmoralizar-me". Ao transmitir a função ao seu sucessor, no mês passado, porém, podia apresentar resultados quantitativos e qualificativos atestando que enfrentou e superou as barreiras para cumprir sua missão.
No período em que foi superintendente, a arrecadação da Receita Federal na Amazônia cresceu 674%%, contra a média nacional de 595%%, um desempenho 79 pontos percentuais acima da arrecadação total do Brasil. Este seria apenas um número se não houvesse uma história para explicar como ele se tornou possível. Na solenidade de transmissão do cargo, Tostes disse ter em seu poder, como um trunfo, inúmeros documentos sobre todas as reações que precisou enfrentar em defesa da renda pública. Dentre esses documentos há a cópia de um inquérito instaurado pela Polícia Federal no Amazonas, em 2003, para apurar um esquema de tráfico de influência "que utilizou serviços profissionais de lobistas com dois objetivos: o primeiro era desacreditar-me e conseguir minha exoneração do cargo de superintendente; o segundo era garantir a nomeação para os cargos de comando da Receita Federal na 2ª Região Fiscal de pessoas comprometidas com o esquema que pretendia movimentar ilegalmente mercadorias nos portos da região em montante, segundo peças desse inquérito, de R$ 10 milhões mensalmente".
O esquema descoberto - lembrou Tostes - "oferecia vultosa premiação em espécie para quem conseguisse viabilizar seus objetivos". O manuseio desse processo, "onde desfilam personagens ilustres da elite política e econômica de nosso país", revelará, a quem o consultar, "um panorama decepcionante sobre os valores éticos condenáveis que movem as ações dessas pessoas, que tanta influência e poder exercem na vida do nosso país", garantiu o ex-superintendente. Ele não tem dúvida de que "serão necessários muitos anos de trabalho em educação fiscal para que a nossa sociedade possa tomar consciência do quão perniciosas são essas práticas e passe a agir contra elas".
Para Tostes, não foi surpresa, "depois que esses fatos foram descobertos e desmascarados seus personagens", aparecerem, pouco tempo depois, alguns deles mesmos "flagrados num dos maiores escândalos de nosso passado recente, o famoso caso do 'mensalão', tendo que vergonhosamente renunciar aos seus mandatos políticos para não serem cassados ou serem exonerados de suas funções".
Ele não citou outros dois episódios também marcantes. Um deles se relacionou com a aprovação do tristemente famoso projeto da Usimar, durante reunião do Conselho Deliberativo da Sudam, em São Luís do Maranhão, em 2002. O então governador de Mato Grosso, Dante de Oliveira, apresentou queixa-crime contra Tostes, justamente o único dos conselheiros contrário à aprovação do projeto, sobre o qual pesavam denúncias de prevaricação. Era uma ousada tentativa de inverter a verdade e deslocar o foco do fato principal, que acabou não dando, graças à persistência de Tostes. O Ministério Público Federal denunciou a aberração, que contribuiu para a extinção da Sudam, A ação civil pública, porém, continua engavetada no Supremo Tribunal Federal, à espera de julgamento. Provavelmente o crime prescreverá.
O segundo episódio foi a aplicação à Mineração Rio do Norte da maior multa que uma empresa já sofreu no Brasil. A MRN, uma das maiores produtoras de bauxita do mundo, estabelecida em Oriximiná, reduziu em 30% o seu capital sem considerar que parte dele foi resultante da colaboração financeira do governo federal, que lhe concedeu incentivos fiscais. Como não foi consultada, a Receita Federal autuou a mineradora, que precisou depositar em juízo um grande valor. O processo tramita no Tribunal Regional Federal da 1ª região.
Ao repassar essas experiências, Tostes admitiu sua surpresa "ao constatar como foi possível enfrentar tantos combates e resistir a todos eles". Mas também estava convencido "de ter valido a pena passar por esses dissabores, pois os resultados compensaram". Ainda assim, não podia deixar de "constatar com inquietação" que a Amazônia "continua a receber um tratamento incompatível com sua importância e seu potencial de desenvolvimento. Sabemos que ela não representa problema, como equivocadamente muitos imaginam, mas sim solução para inúmeras questões nacionais.
Por desconhecimento e por diversas outras razões, são definidas políticas públicas e adotadas decisões inteiramente equivocadas em relação aos anseios e necessidades da região".
No seu pronunciamento, Tostes apontou "alguns exemplos desses equívocos" da política tributária nacional, que merecem ser considerados na íntegra, porque dificilmente aparecem de forma tão clara e incisiva. Disse ele:
"- Como entender e muito menos aceitar como racional a concessão de incentivos fiscais para a extração dos recursos naturais que representam as maiores riquezas da região? Alguns desses recursos são de qualidades inigualáveis a nível mundial e assistimos sua exploração desenfreada ser feita à custa de renúncia fiscal e sem que a região receba uma justa recompensa pela extração desses recursos.
- Como é possível tolerar a criação de mais áreas de livre comércio, como a de Boa Vista/Roraima, que está em vias de ser regulamentada? Quem aqui vive sabe perfeitamente que essas áreas foram concebidas no passado dentro de um cenário de economia fechada inteiramente diverso da realidade de hoje e que elas são muito mais instrumentos de fraudes, outros ilícitos tributários e aduaneiros, de geração de distorções econômicas e até mesmo de proselitismo político do que efetivamente uma estratégia para promover desenvolvimento regional.
- Como explicar a existência da Zona Franca de São Paulo? Algumas das senhoras e senhores irão perguntar. Mas não seria Zona Franca de Manaus? Não, é isso mesmo. Zona Franca de São Paulo. Explico melhor.
A distorção é tamanha que, pasmem, na criatividade ilimitada em inventar incentivos, sob pretexto de favorecer a região, existe hoje um conjunto de incentivos fiscais maior para a produção fora dela do que propriamente para geração de emprego e renda na própria região.
No conjunto de incentivos fiscais estabelecidos para a Zona Franca de Manaus, com o intuito de proporcionar condições melhores de preço às indústrias e ao comércio em geral naquela área incentivada, foram concedidos benefícios fiscais aos fornecedores de outras regiões do país que comercializassem produtos para Manaus, equiparando tal operação a uma exportação brasileira para o exterior. Com isso, qualquer indústria de outra região, quando vende seus produtos para a Zona Franca de Manaus, tem direito a mais incentivos do que se estivesse produzindo na própria Zona Franca de Manaus.
Como preponderantemente as empresas industriais que vendem para a Zona Franca de Manaus estão localizadas em São Paulo, esses incentivos são conhecidos como incentivos da zona franca de São Paulo.
Posteriormente, alguns desses benefícios foram estendidos para as vendas efetuadas não só para a Zona Franca de Manaus, mas também para toda a Amazônia Ocidental e para as Áreas de Livre Comércio.
Na verdade, hoje, eles estão inteiramente desvirtuados e não mais atendem aos objetivos que levaram as suas criações. Esta convicção manifesta-se principalmente pelos seguintes aspectos:
1) Empresas localizadas fora da região incentivada têm mais incentivos do que as que estão dentro na região, o que se constitui num absurdo, pois é a política de incentivos praticada às avessas. Com essa política, a região mais necessitada jamais terá um parque industrial ou comercial que lhe proporcione condições de desenvolver-se, e estará condenada a ser uma eterna consumidora das regiões mais desenvolvidas.
2) A esperada redução de preço com a desoneração tributária, que proporcionaria melhores condições para a aquisição dos produtos na região incentivada não ocorre na prática, pois os fornecedores não vendem seus produtos mais baratos, o que significa que o incentivo se traduz em maior lucro para eles. É uma inversão completa de um dos objetivos pretendidos com o incentivo que seria promover desenvolvimento nas regiões mais carentes e diminuir as desigualdades regionais. Na verdade, está tendo efeito contrário, pois concentra mais renda e riqueza nas regiões mais desenvolvidas. Já ocorreu o inacreditável de produtos serem vendidos mais baratos sem incentivo do que com incentivo fiscal, provocando o envio de consulta à nossa Superintendência por uma entidade de classe empresarial indagando se poderia renunciar aos incentivos de seu Estado para poder comprar mais barato seus produtos.
3) O mecanismo tem propiciado condições para inúmeras fraudes, pois pela dificuldade de controle, e pela estrutura inadequada de fiscalização, inúmeras mercadorias são faturadas para a região e aqui nunca chegam sendo desviadas para comercialização no restante do país, representando uma elevada sonegação de tributos".
Tostes citou "duas observações muito pertinentes", feitas pelo tributarista Vasco Guimarães, da União Européia, durante um seminário sobre a nova proposta de reforma tributaria, em análise pelo Congresso, que "deveriam ser assimiladas por aqui".
A primeira é sobre a incrível incapacidade que o Brasil tem demonstrado para unificar sua tributação, criando uma tributação única sobre o valor agregado, capaz de pôr fim à guerra fiscal perniciosa praticada por seus Estados. Essa impotência é tanto mais grave por ser o Brasil um país que tem uma única língua e poucas diferenças culturais significativas. Já a União Européia alcançou esse objetivo, mesmo sendo formada por 26 países, com 16 línguas e culturas muito distintas, que geram conflitos históricos, inclusive guerras.
A segunda observação diz mais respeito à Amazônia em particular. É sobre a inadequação de política de desenvolvimento e de diminuição de desigualdades regionais, promovida através de incentivos fiscais, por meio de desoneração tributária. O melhor seria seguir o exemplo da União Européia, "através da política de gastos, com a criação de fundos regionais promotores de desenvolvimento que possam financiar projetos e onde somente os melhores projetos recebem recursos.
O Brasil custa e teima em não aprender essa lição, pois para cada problema que o país tem que enfrentar uma das primeiras propostas de solução quase sempre é a criação de incentivos fiscais".
Com base na sua experiência de 26 anos de trabalho na Receita Federal, Tostes aprendeu que, criado um incentivo fiscal, "surge imediatamente ou quase que simultaneamente a fraude, o desvio de finalidade, e as distorções, que provocam desequilíbrio econômico". E se cobrar tributos não é uma tarefa fácil, controlar a renúncia fiscal e os incentivos fiscais "é muito mais difícil, trabalhoso e complexo. E o pior, pouco valorizado e muito cobrado". Por isso, as palavras do superintendente que deixava a Receita depois de tanto tempo no cargo e tantos problemas foram solenemente esquecidas.
Pontuando - José Olivar
Os tucanos apóiam Juvenil de olho em 2010. Com Jader.
Engana-se quem pensa que a adesão dos tucanos à candidatura do deputado peemedebista Domingos Juvenil a presidente, em segundo mandato, vai se limitar aos restritos círculos de uma eleição para escolher a nova Mesa Diretora da Assembléia Legislativa.
Engana-se redondamente quem pensa assim.
Essa aliança é um aperitivo para o que ainda virá.
E o que virá, tudo indica, é uma aliança entre PSDB e PMDB para o governo do Estado em 2010.
Uma aliança que teria Simão Jatene (PSDB) para o governo do Estado, o atual prefeito peemedebista de Ananindeua, Helder Barbalho (PMDB), para vice e o deputado Jader Barbalho, presidente regional do PMDB, como candidato a uma vaga ao Senado Federal.
Para ontem à tarde, aliás, especulava-se que Jader e Jatene se encontrariam. Oficialmente e primordialmente, tratariam sobre os últimos detalhes acerca da eleição para a Mesa da Assembléia.
Quando acabassem de tratar sobre esse assunto específico, falariam sobre o quê?
Vocês acham que Jader e Jatene falariam sobre o quê?
Sobre um meio de salvar Remo e Paysandu, condenados à bancarrota?
Sobre a última pesquisa referente às conseqüências do efeito estufa na estrutura geológica do fundo dos mares?
Sobre a possibilidade de o Íbis, o pior time do mundo, vir um dia a disputar o campeonato mundial de clubes?
O que vocês acham que Jader e Jatene discutiriam antes, durante e depois de conversarem sobre a questão da Assembléia?
O blog, vale dizer, não conseguiu confirmar se o encontro houve e se ambos se encontraram pessoalmente ou se falaram apenas por telefone.
Mas não há dúvidas de que Jader e Jatene, mais cedo ou mais tarde, se encontrarão. Se é que já não se encontraram mesmo.
Os bigodes são apenas um detalhe
Os deputados do PSDB não embarcaram na candidatura Juvenil porque se encantaram, digamos, com os bigodes bem aparados do atual presidente da Assembléia.
Pode até ser também por isso, mas não simplesmente por isso.
É que o apoio a Juvenil sinaliza os meios que vão garantir a viabilização das despesas com a eleição de candidatos tucanos em 2010. Isso porque, vocês sabem, sem apoio do Estado e sem prefeituras, estão todos a perigo.
Afinal, o já gordo orçamento da Assembléia Legislativa vai aumentar ainda mais no ano que vem. “Quando Ana Júlia acordar, será tarde demais. A bancada do PT é totalmente desagregada, cada um por si de Deus por todos”, diz uma fonte antenadíssima ao blog. E cita um exemplo – apenas um: “O Faleiro [Airton Faleiro, líder da bancada do governo na AL] é simpático, mas não lidera ninguém, menos ainda as ditas bancadas de sustentação ao governo.”
Registre-se.
Para que se possa conferir mais tarde.
Olho gordo
Lira Maia já está em campanha à reeleição, ancorado numa estrutura em 11 municípios onde seu grupo político foi vitoroso para prefeito, vice-prefeito e câmara de vereadores. Sem contar com Santarém, onde, apesar de lutar contra a compra de votos, pressões espúrias e uso da máquina obteve mais de 60 mil votos para prefeito.
Em 2010, Lira Maia diz que sua campanha terá muito mais estrutura política, ao contrário de 2006, quando contou apenas com o apoio partidário de um prefeito da região Oeste do Pará.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Demitido gerente do Ibama em Santarém
Em seu lugar foi nomeada Polyana Magalhães Nunes.