O Jornal Nacional da Rede Globo começou a exibir desde segunda-feira uma série de reportagens sobre as rodovias federais que cortam a Amazônia.Em destaque a situação da Br-163, aqui no trecho próximo a Rurópolis, no estado do Pará.
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| Cerca de 4,6 milhões de cheques foram devolvidos no primeiro bimestre de 2009, revelando uma alta de 20% no número de cheques sem fundos em relação ao período anterior, segundo a Serasa. O consumidor que já está endividado com as compras de Natal, Férias e Carnaval e com o limite do cartão de crédito comprometido, recorre ao cheque para pagar as contas, mas o salário não é suficiente para pagar todas. No início do ano acumulam-se gastos como IPTU, IPVA, Matrícula e Material Escolar, fazendo com que o consumidor deixe de pagar as contas não essenciais feitas com cheque. Muitos consumidores procuram o Ibedec quando o problema já aconteceu, revela José Geraldo Tardin, presidente da entidade. “Os consumidores não se planejam para as despesas do início do ano, reservando por exemplo, uma parte do 13º salário para estes pagamentos, e acabam contraindo mais dívidas que sua capacidade de pagamento”.Os juros do cheque especial só perdem para os juros do cartão de crédito, chegando a 10% ao mês. E quando é ultrapassado o limite, o consumidor tem os cheques devolvidos e seu nome fica negativado tanto pela empresa que recebeu o cheque sem fundos como no CCF – Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundos. Fonte: Ibedec |
Pedro Maia disse...
Tadeu disse...
Um dinheirinho a mais no bolso não faz a ninguém. Por isso os jogadores do São Raimundo estão discutindo com a diretoria do Pantera o valor da premiação pela vitória sobre o Águia domingo e também pela decisão do segundo turno, caso os alvinegros cheguem lá. Os jogadores apresentaram uma planilha com valores para estudo dos dirigentes. Amanhã tem nova rodada de negociação.
Mesmo com salários em dia, a diretoria vem dando ‘’bicho’’ por cada jogo vencido no Colosso, além disso, por meio de sorteio leva para Santarém familiares do jogador da capital. Como diz o diretor Sandicley Monte, o São Raimundo hoje é um clube e não somente um time de futebol. Segundo ele, a diretoria está empenhada em levar o São Raimundo à Serie D graças ao Remo. ‘’A campanha feita pelo Remo de não querer jogar em Santarém foi benéfica para o clube, porque os empresários do oeste do Pará estão unidos em torno da classificação para Série D. É aquela historia do mal que vem para bem. Os santarenos querem dar o troco no Remo’’, ressalta.
Treinos - O atacante Hélcio, que continua na ‘’meia-boca’’, vem treinando devagar para ganhar condições de jogo contra o Águia. O jogador foi lançado no sacrifício contra o Ananindeua e acabou não aguentando o pique e foi substituído no segundo tempo. Ele é a única situação preocupante do técnico Válter Lima, que tem o retorno do meia Marabá e do lateral Hugo Deleon. Marabá é vaga garantida, mas Deleon vai ter de brigar com Sidivan e David pela camisa 2. Hoje tem treino pela manhã e à tarde no campo do União, em Belterra.
Garimpos em Altamira, Itaituba, Jacareacanga e Novo Progresso reúnem cerca de 10 mil pessoas
Leonencio Nossa
O Estado de São Paulo
Veja
Capa - Transplantes: As cirurgias de transplante salvam milhares de brasileiros * Países ricos cedem no G-20 para pôr fim à crise * Entrevista: Victor Hugo Cárdenas – “O índio sou eu” – O líder da oposição boliviana diz que o presidente Evo Morales é um indígena de fachada e que seu governo incentiva um racismo às avessas, contra os não índios * Cigarros: Como o preço alto inibe o vício
Época
Capa - Cotas: Reservar vagas na universidade para negros, índios ou pobres é uma solução – ou cria mais problemas? *Ele é o cara: O sucesso de Lula na reunião do G20 * Exclusivo: O presente de R$ 178 milhões do governo para os usineiros * O que muda no vestibular: O novo processo seletivo para as universidades federais.
ISTOÉ
Capa - Os riscos do sexo precoce: Os perigos da erotização de crianças e adolescentes na era da internet * Delúbio, os novos negócios e articulações do ex-tesoureiro do PT * Entrevista: As revelações do cabeleireiro de Lula * O bruxo em ação: João Santana, marketeiro do PT, diz à IstoÉ como pretende fazer de Dilma Rousseff uma candidata sensível e de “pavio longo”.
ISTOÉ Dinheiro
Capa - Lily Safra vende tudo: Por que a mulher mais rica do Brasil procura um comprador para a rede Ponto Frio? * Entrevista: Thomas Besson, presidente da Nissan Mercosul – “Brasil e China são a saída para as montadoras” * Escândalo: Como o Madoff brasileiro deu um golpe de R$ 100 milhões. Tulio Vinícius Vertullo criou clubes de investimentos falsos e sumiu com mais de R$ 100 milhões dos clientes.
CartaCapital
Caoa - E, ainda por cima, Renan. A origem da crescente influência do senador alagoano, perfeito representante de uma elite política que se perpetua no poder * Líderes mundiais: O G-20 e a gambiarra de 1 trilhão de dólares * Até que ponto a ressaca global vai atingir o crédito direcionado aos pobres? * Privatizar os aeroportos resolveria?
EXAME
Capa - Para onde vai o consumo: Em 2009, a economia brasileira será sustentada pelo mercado interno. Um estudo inédito mostra como quase 2 trilhões de reais serão gastos neste ano * As grandes esperanças das empresas estão depositadas na emergente classe C. Uma pesquisa exclusiva mostra como esses 80 milhões de brasileiros se dividem, como se comportam – e o que compram.
Matéria exclusiva de autoria do jornalista Miguel Oliveira, com fotos de Anderson Pantoja, do Portal Buré, revela em O Estado do Tapajós, edição impressa deste final de semana, que a delegacia de Marinha em Santarém pretende cadastrar as embarcações de propriedade de indígenas, que navegam no alto Tapajós.
| Raimundo José Pinto Empresários do setor madeireiro paraense reagiram ao anúncio do secretário de Meio Ambiente, Valmir Ortega, de que 458 empresas do segmento tiveram seu cadastro bloqueado no Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (Sisflora). De acordo com a assessoria de imprensa da Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Estado do Pará (Aimex), as empresas afetadas que se dirigiram à Sema com pedido de informação sobre o motivo dos bloqueios não conseguiram ser atendidas, pois a orientação era para agendar reunião com técnicos do setor responsável, só disponível para a segunda quinzena de abril. Para o diretor executivo da Aimex, Justiniano Netto, os bloqueios estão se tornando rotina, quando deveriam ser a última medida nesses casos. “A Sema simplesmente distribuiu bloqueios, sem a mínima estrutura para atender aos pedidos de revisões. As empresas não sabem por que estão impedidas de trabalhar”, critica. “É uma medida arbitrária e ilegal. O órgão ambiental inverteu os processos, primeiramente deveria ter notificado as empresas, observando o devido processo legal e o direito de defesa. A Uniflor irá acionar judicialmente a Secretaria, caso esta situação não seja revertida imediatamente”, dispara Edgard Medeiros Jr., assessor jurídico da União das Entidades Florestais do Estado do Pará – Uniflor. Na porta da Sema, muita confusão e indignação. Depois de muito insistirem, algumas empresas tiveram a informação de que teriam sido bloqueadas por estarem sem a licença de operação (LO), porém muitas delas disseram estar em dia com o documento, que é emitido pela própria Sema. “É um absurdo o órgão cobrar um documento que ele próprio já emitiu, alegando que são setores diferentes dentro da Secretaria, o do CEPROF e o que emite LO, e que as empresas deveriam ter encaminhado cópia”, disse uma empresária do setor, protestando contra a situação. Entidades do setor chamam atenção para o fato da Sema anunciar, de uma só vez, o bloqueio de mais de 400 empresas, demonstrando que o monitoramento periódico não está sendo feito. “Se o sistema estivesse sendo acompanhado com rigor e, principalmente, a comunicação com o usuário estivesse funcionando de fato, o problema não teria essa dimensão”, alerta Wagner Kronbauer, presidente da Uniflor. “A verdade é que se tornou um verdadeiro martírio depender de qualquer tipo de licença ambiental neste Estado”. Na limpeza de cadastro, até o CEPROF do Ibama, que participou da operação, foi cancelado. A Aimex teme que a situação agrave, ainda mais, a queda da produção e aumente o desemprego no Estado. “Em tempos de crise, uma paralisação injusta provoca a queda no faturamento e, muitas vezes, essa é a gota d’água para a empresa desistir de vez das suas atividades”, avalia Guilherme Carvalho, diretor técnico da Aimex. Segundo a associação, é preciso muita cautela para não agravar o clima de tensão e insegurança que vive a economia paraense, pois isso pode fazer com que as empresas reduzam seus investimentos no Estado. |