segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

SOS Monte Alegre

Do Blog da Franssi:

Em Monte Alegre, a água das chuvas e o lixo invadem as casas e marombas são feitas pelas famílias para fugir da enchente. No bairro Curintanfã, onde não há sistema sanitário, o maior risco é a contaminação. O esgoto, a céu aberto, passa embaixo das palafitas. Os sanitários ficam expostos, nos quintais. No bairro existe um depósito de lixo, e a coleta demora a ser feita. A maioria não tem pra onde ir.
No bairro do Pajuçara, as casas podem ser levadas durante as chuvas torrenciais. Na rua Irmã Hamata, os bueiros foram destruídos com a enxurrada e uma enorme cratera tomou conta da via, que em trechos chega a medir 3,5 metros de profundidade.

Publicados editais de convocação dos concursados da prefeitura de Santarém

Os editais com os nomes dos candidatos convocados pela Prefeitura de Santarém você confere aqui.

Desapropriações emperram obras do PAC no Uruará

A prefeitura de Santarém dispõe de apenas 800 mil reais para desapropriar terrenos onde será construído o restante das 320 casas populares - já foram erguidas 83, até o ano passado, no projeto do PAC, no bairro do Uruará.

Essa limitação finaneira está impedindo que a PMS encontre as áreas necessárias para esse tipo de construção.

Casas em terreno da Moaçara dependem de aval do GRPU

A prefeita Maria do Carmo reclamou da demora da Gerência Regional de Patrimônio da União(GRPU) em aprovar a liberação de um terreno na avenida Moaçara para a construção de 2.600 casas populares.

A PMS reclama que o GRPU quer opiniar sobre a destinação daquela área e não apenas se manifestar sobre a legalidade ou não da transferência do terreno para o patrimônio municipal.

Há ainda a discordância da associação de moradores quando ao cadastro de moradores que terão direito às casas, que a Caixa prefere que seja de responsabilidade da prefeitura.

Temporários não serão reaproveitados

A prefeita Maria do Carmo descartou o aproveitamento em outras funções dos cerca de 600 servidores temporários que tiveram seus distratos efetuados no dia 31 de dezembro.

Mas em alguns setores, o número de temporários que passaram no concurso é alto, como no caso da educação infantil.

A prefeitura começa a incorporar os concursos ao quadro de pessoal do município a partir de fevereiro, principalmente nos setores de educação e saúde. O edital de convocação será publicado ainda hoje, no site da prefeitura.

Maria explicou que a chamada de outros concursados se dará por etapa até o final do ano.

Maria justifica atraso em ação para desocupar área de preservação

A prefeita Maria do Carmo justifica que a demora em agir no caso da invasão da área do Juá, na Fernando Guilhon, foi decorrência da dúvida que a PMS tinha quanto à competência do município de retirar invasores de área particular.

"O que temos é competência para agir na área ambiental", justificou a prefeita.

Mas não foi convincente quanto à demora da PMS em aplicar a legislação ambiental para proteger as matas ciliares do igarapé do Juá.

Acompanhe coletiva da prefeita Maria do Carmo

A prefeita Maria do Carmo mostra preocupação com ocupações irregulares na zona urbana de Santarém.
Maria diz que prefeitura não dispõe de estrutura para desocupar invasões e reclama da falta de apoio do governo do estado.
Essa limitação de agir das prefeituras foi tema de encontro nacional dos prefeitos, no ano passado. Os prefeitos sugeriram que essa tarefa seja assumida pelo governo federal.

Jornais de Manaus: fenômeno efêmero?

Lúcio Flávio Pinto
Editor do Jornal Pessoal e articulista de O Estado do Tapajós


Manaus tem quase 1,8 milhão de habitantes, dos quais 965 mil lêem jornais. É o segundo maior índice de leitura de jornais do Brasil, superado apenas pelo de Porto Alegre, que é de 73%, segundo pesquisa do instituto Ipsos Marplan, divulgada no final do mês passado. Quem encomendou o trabalho foram os jornais Diário do Amazonas e Dez Minutos, do mesmo grupo empresarial, a Editora Ana Cássia. Eles seriam lidos por 726 mil das 965 mil pessoas que constituem o mercado de jornais impressos da capital amazonense. Um índice formidável de domínio de 79%. Ainda mais porque Manaus tem sete jornais diários, enquanto em Porto Alegre eles são apenas três.


Com essa pesquisa, os donos da corporação procuram demonstrar o acerto de suas decisões. O jornal mais antigo, o Diário, tem uma tiragem menor, mas é mais influente, por ser o preferido pelos leitores com mais de 35 anos. Já o Benjamin da cadeia, que tem menos de um ano e meio de vida, se tornou o de maior vendagem no Estado, por conquistar o público da faixa entre 18 e 24 anos, com tendência a se dissociar da imprensa convencional ou abandoná-la por completo. A conquista foi facilitada pelos preços dos jornais, o Diário a 50 centavos e o Dez Minutos a 25 centavos, os menores da praça.


Pelos dados do Instituto Verificador de Circulação (IVC), a tiragem paga do Dez Minutos é de 63 mil exemplares, que o coloca em 12º lugar no ranking nacional, e a do irmão mais velho fica próxima de 20 mil. Para cobrirem todo o público que lhes é atribuído, cada exemplar deve ser lido por 10 pessoas, o dobro da média máxima constatada em pesquisas sistemáticas (ou mais do triplo do índice médio de leitura). Os dois jornais amazonenses estariam circulando por mais mãos, o que pode favorecer o crescimento da vendagem mais adiante. Se a amplitude não for fantasiosa.


Não consegui ter acesso à íntegra da pesquisa para poder analisá-la melhor. Ela confirmaria a tendência recente, sobretudo a partir da concorrência da internet, de preferência do público por publicações impressas de leitura fácil, aparência atraente e com recursos para conquistar leitor (mulher nua, crime, esporte, show-bizz, fofocas e promoções comerciais). Mas se a pesquisa da Marplan está certa, há um componente específico no caso amazonense para explicar o crescimento espantoso do Dez Minutos em tão pouco tempo. Superou não só os seus concorrentes estaduais como quebrou a tradicional hegemonia dos jornais de Belém, que nunca haviam sido perturbados por qualquer outra publicação regional.


De certa forma o índice de leitura dos dois jornais traduz a supremacia de Manaus, que tem o 7º maior PIB dentre as capitais do país, sobre Belém, que ficou na quarta pior posição. O índice de riqueza material, por outro lado, é produto da maior diversificação econômica e social da capital amazonense, com a presença marcante do imigrante, tanto pessoa física quanto jurídica. Ele não conhece a história local nem tem compromissos com sua elite mais antiga.


A Zona Franca atraiu empresários e executivos, mas também técnicos e operários. Eles passaram a ter acesso a uma versão mais convencional do modelo de jornais expressos, que é o Diário, e outra mais ao gosto popular, mas ambas com o atrativo de uma aparência de independência e dinamismo que faltou aos concorrentes, sobretudo o grupo de A Crítica, com 60 anos de atividade (e líder disparado durante a maior parte desse período).


A versão fast-food da família Calderaro, o Manaus Hoje, não deu para a competição e o órgão tradicional não se renovou. O grupo do Diário obteve vitória completa, algo que a família Maiorana não conseguiu com sua dupla O Liberal-Amazônia contra o Diário do Pará, que imobilizou o segundo jornal dos oponentes com um caderno de polícia sensacionalista e anúncios classificados populares. Ao invés de esmagar o adversário, a aplicação paraense da fórmula provocou mais autofagia do que expansão.


Essa é mesmo a fórmula do sucesso, veio para ficar e será o meio de reposicionar os jornais no universo das mídias? Ainda é cedo para apresentar uma resposta. No caso do Amazonas, os baixos preços só poderão ser mantidos se surgirem novas formas de faturamento – ou nos próprios jornais ou agregando novas mídias, como a televisão, que o grupo Ana Cássia não tem. Esse investimento também dependerá do futuro da Zona Franca, atingida pelos efeitos positivos e negativos do câmbio atual e da crise internacional. E pela própria posição editorial que os jornais assumirem a partir da campanha eleitoral, identificados com o público ou com os grupos políticos. De qualquer maneira, o fenômeno Dez Minutos tem um efeito proveitoso: obriga quem quer entender o que acontece a examinar os fatos com mais atenção, rigor e lucidez.

Lei do inquilinato começa a valer a partir de hoje

A nova Lei do Inquilinato começa a valer nesta segunda-feira em todo o Brasil. O texto, sancionado em dezembro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tem como objetivo ampliar as garantias do inquilino e também agilizar ações de despejo.Entre as mudanças previstas na lei estão a desobrigação do fiador e a criação de regras para a mudança de fiador durante o contrato.

Atualmente, a Lei do Inquilinato não trata do assunto. O fiador pode desistir da função, ficando apenas responsável pelos efeitos da fiança durante 120 dias depois de o locador ter sido notificado.

O proprietário também poderá exigir um novo fiador, caso o antigo ingresse no regime de recuperação judicial. Com isso, pretende-se dar mais garantias ao proprietário e exonerar a empresa fiadora que passe por crise econômico-financeira.

A proposta também adequa ao novo Código Civil a proposta que mantém a proporcionalidade da multa rescisória em caso de devolução antecipada do imóvel locado.

Em caso de divórcio ou morte do locatário, a nova Lei do Inquilinato cria regras para a manutenção ou substituição do fiador. Antes, a legislação não previa essa possibilidade.

Nos casos de despejo, a ação é suspensa se, em 15 dias, o inquilino quitar integralmente a dívida com o proprietário ou a imobiliária. Com isso, não fica mais valendo a apresentação de um simples requerimento em que o locatário atesta a intenção de pagar a dívida --algo que tem atrasado em mais de quatro meses as ações de despejo.

Fica adotado também o mandado único de despejo. Cai, portanto, a prática atual de dois mandados e duas diligências, entre outros procedimentos que atrasam o processo.
(Fonte: Folha News)

Grupo entra em defesa do Estado do Tapajós

Do Blog do Paju, sob o título abaixo:

Estado do Tapajós: nós queremos

Durante almoço com o presidente do PV -PA José Carlos Lima o grupo Paju foi firme no seu posicionamento favorável à criação do Estado do Tapajós e cobrou do diretório regional posicionamento do partido sobre o tema. Zé Carlos colocou que este tema deve ser discutido urgentemente e intensamente em várias regiões do Estado e prometeu realizar debates para este fim. Os membros do PV no Oeste do Pará devem ser os primeiros a serem ouvidos.
Zé Carlos colocou sua preocupação em grupos políticos defenderem e usarem o argumento de que a criação dos novos Estados resolveria todos os problemas das regiões envolvidas, camuflando neste argumento seus verdadeiros interesses pessoais. Zé Carlos mostrou-se simpático a idéia do plebiscito.

As convenções em Mojuí dos Campos



O senador Flexa Ribeiro, o ex-governador Simão Jatene e os deputados Lira Maia e Alexandre Von prestigiaram a convenção do PSDB que referendou o nome do vereador Jailson Costa como candidato do partido à prefeitura de Mojuí dos Campos.

O ex-deputado José Priante e o deputado Antônio Rocha comandaram a convenção do PMDB que escolheu Maria do Carmo candidata à prefeitura do mais novo município do Pará.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Amazonas-Tapajós

Por Flávio Cavalcante – Promotor de Justiça

Como cearense que vive no Amapá desde 1991, busco resistir a uma deliciosa tentação. Nos feriados prolongados ou nas férias, uma força me puxa para as terras de Iracema. Não é à toa. Meu umbigo foi enterrado lá. Meus pais, irmãos e parentes próximos moram naquele hospitaleiro lugar.

Mas sempre que posso, viajo também pelo interior do Amapá. Aqui há lindas paisagens e lugares com forte atrativo turístico. Não é fácil encontrar por aí uma cachoeira como a de Santo Antônio do Jari ou um rio com o encanto do Araguari.

Neste mês de janeiro decidi por um roteiro eminentemente amazônico. Junto com esposa, filhas, sogra e cunhada saí no navio Luan, do Porto de Santana com destino a Santarém. A viagem, por si só, já era um novidade para todos. Acostumados com os frios e automáticos cumprimentos das elegantes aeromoças, a simpatia dos modestos tripulantes do navio nos pareceu bem mais sincera. No trajeto, paramos em Almeirim, Monte Alegre e Prainha, municípios paraenses também banhados pelo Rio Amazonas.

Depois de quarenta horas sobre as águas do Amazonas chegamos a Santarém. Antes de desembarcar assistimos ao impressionante espetáculo do encontro das águas. Os rios Tapajós e Solimões (Amazonas), de cores distintas, correndo lado a lado, sem se misturar.

Durante os dias, aproveitando o sol, visitamos inúmeras praias de areia branca do belo Rio Tapajós: Alter do Chão, Ponta do Cururu, Ponta de Pedras, Pajuçara, Aramanaí e muitas outras.

Nas noites, aproveitando a refrescante brisa da bem movimentada orla, passeamos por vários pontos interessantes da cidade, com parada obrigatória no bem frequentado Mascote, tradicional bar e restaurante em funcionamento há 75 anos.

Após nove dias de agradável passeio pela Cidade Pérola do Tapajós chegou o momento de voltar para casa. Ficou a certeza que fizemos a escolha certa. Os roteiros turísticos da região amazônica são tão fascinantes como o Ceará e outros belos destinos do Brasil.

Rio Amazonas e Rio Tapajós, correndo lado a lado, sem misturar suas águas

Rio Amazonas e Rio Tapajós, correndo lado a lado, sem misturar suas águas

Definidas as coligações em Mojuí dos Campos

As duas principais candidaturas a prefeito de Mojuí dos Campos referendaram, hoje, durante convenções, as dobradinhas que vão disputar a primeira eleição do mais novo município do Pará.

Jailson Costa, candidato a prefeito pelo PSDB, terá como vice Juvenal dos Correios, do PP. Democratas e PSDC também fazem parte dessa coligação.

Maria do Carmo, do PMDB, terá como vice Antônio Valdir, do PT e o apoio de mais sete partidos.

PPS decide por apoio preferencial ao PSDB

Por unanimidade dos votos de suas lideranças, o Partido Popular Socialista (PPS) decidiu, no último sábado, 23, durante convenção estadual da legenda, na Câmara Municipal de Belém, que o partido irá caminhar, em 2010, preferencialmente, ao lado do PSDB, que já lançou como candidato ao governo, o ex-governador Simão Jatene.

O encontro foi coordenado pelo presidente regional do partido, deputado estadual, Arnaldo Jordy, e contou com a participação do deputado estadual, João Salame, de prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e dirigentes de diretórios municipais.

Para formalizar o apoio, o PPS vai reivindicar participação na chapa majoritária nos cargos de vice-governador ou senador, já que o partido considera ter nomes de peso e respeitados para ocupar uma dessas vagas, como, por exemplo, dos próprios deputados Jordy e Salame, e do doutor em Direito, Helenilson Pontes, que na eleição passada concorreu ao cargo de deputado federal.

O partido também decidiu formar uma comissão para elaborar propostas com o fim de contribuir com o programa de governo a ser defendido pela chapa. “O PPS não assina contrato de consórcio, aderindo pura e simplesmente a uma candidatura. O partido quer influir em questões importantes sobre o futuro do Pará’, disse o vereador de Belém e líder do PPS na Câmara, Augusto Pantoja. Outra decisão importante será promover cursos de formação política aos integrantes dos diretórios municipais com o objetivo de fortalecer a legenda às eleições 2010. No encontro estadual, 52 lideranças já se apresentaram como candidatos à Assembléia Legislativa e oito à Câmara Federal.

Matriz para hotel de selva será discutida em Manaus

Manaus, uma das 12 cidades-sede da Copa de 2014, foi escolhida pelo Ministério do Turismo (MTur) para abrigar, em maio, as discussões para a padronização da categoria Hotel de Selva. Esse tipo de empreendimento é um dos oito que serão objeto da nova classificação dos meios de hospedagem brasileiros. O projeto é uma iniciativa do MTur em parceria com o Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro) e a Sociedade Brasileira de Metrologia (SBM).

As discussões para estabelecer as novas matrizes começam em 24 de fevereiro em Porto Alegre (RS), quando será discutida a matriz de Hotel Urbano. Os encontros, que serão realizados em diferentes municípios, estabelecerão critérios para oito tipos de empreendimentos: Resorts, Pousadas, Hotéis Urbanos, Flats, Hotéis Fazenda, Hotéis de Selva, Hotéis Históricos e os chamados “Cama e Café”.

A escolha dos locais está relacionada às características da região. Em Ouro Preto, por exemplo, serão definidos os padrões para Hotéis Históricos e em Tibau do Sul (RN) o objeto serão as Pousadas. Os outros locais que sediarão os encontros, além dos já citados, são Rio de Janeiro (RJ), Costa do Sauípe (BA), Vitória (ES) e Cuiabá (MT).

Segundo dados do Código Nacional de Atividades Econômicas do Ministério da Fazenda (CNAE), existem hoje no Brasil cerca de 28 mil estabelecimentos hoteleiros. Seis mil deles estão cadastrados no Ministério do Turismo, através do Cadastur .

(Fonte: MTur)

Amazônia fornece 90% dos peixes ornamentais

Um pedacinho da Amazônia pode estar vivendo dentro da sua casa, sem você saber. A região de Barcelos, no Amazonas, é uma das mais ricas do planeta em peixes ornamentais, que são capturadas lá e vivem em aquários espalhados por todo o mundo.

Segundo as últimas estatísticas do Ibama, o Brasil exportou, em 2007, R$ 5,9 milhões em pequenos peixes de água doce, sendo que 90% desse valor veio de espécies capturadas no Pará e no Amazonas. O animal mais popular é foi o tetra cardinal (Paracheirodon axelrodi), da Região Norte, que alcançou a marca de 18,3 milhões de unidades exportadas.

A maior parte da atividade é feita de forma legal, e o Ibama tem uma lista de 379 espécies que podem ser coletadas. Na reserva de Amanã, no Amazonas, a captura é feita com o acompanhamento de cientistas, que estudam a melhor forma de tirar os peixinhos da natureza com o mínimo impacto. (Fonte: G1)

Mais um companheiro para atrapalhar Carlos Martins

Lembram do post sobe o excesso de candidatos à Câmara Federal disputando espaço dentro de uma mesma legenda?

Pois bem.

É o caso do deputado estadaul Carlos Martins(PT), pré-candidato a deputado federal com o apoio da tendência chefiada no Pará pelo deputado federal Paulo Rocha.

Até a semana passada, Martins dividiria o apoio interno com Meriquinho Batista. Já seria uma desvantagem, pois os votos de Paulo Rocha, se este for mesmo candidato ao Senado, não seriam suficiente para ajudar a garantir a eleição de dois companheiros da tendência Unidade na Luta.

Imagine agora que a tendência de Rocha podera ter mais um nome na campanha: Mário Cardoso.

Se com um já estava difícil, imagine com dois adversários na mesma tendência, sem contar com o prestígio dos candidatos à reeleição - José Geraldo e Beto Faro - , e com a força do candidato da DS, o secretário Cláudio Puty - como ficará o espaço que terá para se movimentar o irmão da prefeita Maria do Carmo.

A esperança - e ela é a última que morre - é a governadora Ana Júlia, patrona da candidatura de Puty, deslocar Mário Cardoso para um dos tribunais de contas, para faciliar a vida do chefe da Casa Civil e, de quebra, aliviar a parada para Martins.

Siderúrgica em Marabá: agora o sertão vai crescer?

Lúcio Flávo Pinto

Editor do Jornal Pessoal e articulista de O Estado do Tapajós

Com investimento equivalente a 3,7 bilhões de dólares (5,3 bilhões de reais), o projeto da Aços Laminados do Pará (Alpa), em Marabá, é um dos maiores negócios em andamento no Brasil. Na semana passada ele foi o tema de uma audiência pública, que atraiu quase duas mil pessoas em Marabá mesmo. Ao final, quem era a favor teve mais motivos para reforçar sua posição e quem era contra não arredou pé de onde estava. Como sempre acontece em tais situações, as vozes dissonantes do coro majoritário pediram novos debates. A “questão” ainda não estaria amadurecida o suficiente para possibilitar uma decisão democrática sobre a implantação do projeto.

É verdade que o domínio do tema permanece restrito, mas não sairá desse nível mesmo se mais dezenas de audiências públicas forem promovidas. Esses encontros se transformaram em autênticos “cabos-de-guerra” entre grupos a favor e contra. O auditório assumiu a condição de platéia circense, ainda que na sua versão eletrônica pós-moderna, a da televisão (e suas extensões culturais e tecnológicas, como a internet). Ainda que a discussão seja estendida a anfiteatros da democracia direta à moda clássica dos gregos, é de se duvidar que a plena consciência seja o combustível para as deliberações. Os grupos se moverão como as massas em geral, seguindo palavras de ordem e resumos simplificados e arbitrários.

Foi por perceber essa situação que as empreiteiras Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Odebrecht produziram, junto com a Eletrobrás, uma versão executiva do Relatório de Impacto Ambiental do aproveitamento hidrelétrico de Belo Monte, O resultado foi um livro de 197 páginas didático, claro, bem informativo. Podia ser lido, entendido e servir de base para aceitação ou crítica por qualquer pessoa, mesmo o não iniciado na complexidade de problemas tratados. Claro que não era satisfatório para o técnico e o especialista, sobretudo aquele que está fora da bitola dos “barrageiros” ou dos meramente “desenvolvimentistas”.

As coisas começam a desandar quando o simples interessado ignora o material produzido pelos promotores das obras, por considerá-lo suspeito ou contaminado pelo vírus da malignidade incurável, e o especialista não se aprofunda nos projetos completos, fazendo uma leitura superficial ou “a vôo de pássaro”. O debate se torna viciado e o círculo vira quadratura. A decisão passa a depender da força de cada lado, da astúcia, do acaso ou de fatores menos deletérios – e muito mais gravosos.

Todos os empreendimentos complexos projetados para a Amazônia deviam começar por uma intensa e profunda discussão técnica em lugares adequados, como os acadêmicos (mas nunca restrita aos acadêmicos). As partes, munidas dos seus instrumentais teóricos e práticos específicos, e movidas pelos compromissos dos seus ofícios, submeteriam os projetos aos testes de consistência.

Essa filtragem evitaria que falhas primárias só viessem a ser detectadas nas massivas audiências públicas, desviando o principal para o acessório ou sanável. Solidificado e coerente, ajustado ao rigor técnico-científico, o projeto passaria para a crítica da sociedade e a abordagem política. Essas condições é que deviam ser a marca das audiências públicas, exigidas para a concessão do licenciamento ambiental, em caráter consultivo, não como instância deliberativa (que é o Conselho do Meio Ambiente). Sem a discussão restrita no primeiro estágio, de consolidação, o circo armado nas audiências se torna inócuo. A definição na medição de forças pode atender a vários interesses, não, necessariamente, ao interesse público. Mas por que não se modifica o rito? Quem tiver a prenda que a apresente.

Eu li o EIA-Rima produzido (mais uma vez) pela Brandt, de Belo Horizonte, terra de origem da antiga Companhia Vale do Rio Doce, e apresentado em outubro do ano passado. É um bom documento, praticamente esgotando o elenco dos impactos socioambientais positivos e negativos do projeto. Nada ficou de fora. Não posso garantir se todos os pontos foram tratados satisfatoriamente, mas eventuais insuficiências não constituem o aspecto mais importante da abordagem.

O principal é o acompanhamento, em tempo real, de cada etapa da implantação da siderúrgica. Só assim será possível identificar seus efeitos, sua adequação à previsão e as providências para evitar, circunscrever, mitigar ou eliminar as conseqüências ruins dessa intervenção. O fundamental, portanto, é a construção de um centro de monitoramento do projeto, sujeito não só à fiscalização dos representantes dos órgãos públicos competentes como dos representantes da sociedade civil, devidamente credenciados para essa tarefa.

Uma unidade do porte industrial da Alpa, produzindo 2,5 milhões de toneladas anuais de placas de aço, precisará de um apreciável volume de energia. A previsão é de 107 megawatts. A empresa será auto-suficiente, graças a dois turbo-geradores, com potência para 130 MW. Na folga, poderá ceder energia para Marabá. A empresa assegura que utilizará gases de processo para a geração, mas provavelmente terá também que recorrer a carvão mineral. Ela importará 1,9 milhão de toneladas por ano, principalmente para transformar em coque, que, junto com um milhão de toneladas de calcário, entrará no alto-forno para produzir gusa, da qual sairá a bobina quente para as placas finais. Esse processo precisa ser acompanhado com extrema atenção para evitar a poluição do ar.

Outro momento vital está relacionado à água. Captando mais de mil metros cúbicos por hora, a siderúrgica terá que funcionar em circuito fechado de reciclagem (como em relação a todos os seus insumos) para evitar um impacto mais forte sobre a hidrografia da área. Ela precisará descartar 1,3 milhão de metros cúbicos por ano de resíduos perigosos (além de embarcar para fora 100 mil toneladas de coque excedente e 587 mil toneladas de escória). O centro de monitoramento em tempo real é indispensável para o controle dessas operações.

Questões como essas têm tal característica técnica que não deveriam mais estar provocando celeuma intensa, como ainda acontece. Se persiste a desconfiança é porque a imagem de seriedade e compromisso das empresas ainda não se consolidou (e algumas não parecem empenhadas em conquistar esse troféu). Da mesma forma, alguns representantes da sociedade não têm desempenhado com seriedade o papel de intermediação que lhes cabe. Um bom e acessível núcleo de acompanhamento parece ser a melhor maneira de resolver esse impasse.

Mas há ainda questões pendentes, que não constam do processo de licenciamento e por isso não estão no EIA-Rima. Uma delas é sobre o impacto humano da obra. Durante sua implantação, a siderúrgica vai gerar 16 mil empregos. O número cairá para um terço quando ela entrar em operação, em dezembro de 2013, se o cronograma atual for cumprido. Os empregos diretos permanentes serão ainda menores: 2.600. Os outros 2.500 serão terceirizados. É preciso ter esses números em consideração para evitar uma inserção traumática do empreendimento na região e, sobretudo, em Marabá.

A cidade tem crescido de forma caótica há vários anos. A violência é sua marca histórica, desde as origens, em função dos ciclos de presença e ausência dos homens, que se deslocavam da cidade para as áreas de extrativismo no interior, e voltavam trazendo (ou encontrando) os impulsos do conflito. Essa característica se multiplicou várias vezes com os “grandes projetos”, consagrando tristemente a cidade como “Marabala”.

Deve-se treinar com urgência mão-de-obra qualificada e semi-qualificada no próprio local para tentar reduzir a intensa imigração previsível (e já em curso). Deve-se também preparar pessoas para criarem negócios destinados a atender a terceirização, multiplicando sua irradiação. A Vale não tem interesse em nada além da placa de aço, um produto que não é nobre na atual configuração do mercado siderúrgico. Aparentemente, é vantajoso avançar – mesmo que seja só até esse estágio – na verticalização. O Brasil é responsável por 18% do minério de ferro (com o restante da América Latina, a participação chega a 25%) e apenas 2,5% da produção de aço.

Para que a produção da Alpa conquiste novos mercados ou desloque fornecedores, em especial no mercado asiático, é preciso reter o custo de cada tonelada num valor entre 400 e 500 dólares, segundo o projeto. Os chineses, que estão um degrau acima (entre US$ 500/600), e os japoneses (US$ 700) poderão achar melhor importar do que produzir placas.

Mas é bom não esquecer que o principal problema dos chineses é o minério, do qual só têm em seu território 14% do que precisam para seus 500 milhões de toneladas de aço, que correspondem a 38% do mercado mundial. Nesse caso, a Vale exportará tudo que puder. A verticalização não irá além. A relação custo/benefício entrará em desequilíbrio. E alguém que fizer um cálculo mais sofisticado em torno do valor comercial e do teor de hematita no minério de ferro de Carajás (de 65%), ficará na dúvida sobre os ganhos com sua queima para chegar à pureza de 94% na gusa. Ou mesmo sobre as placas de aço.

Nessa avaliação, deve-se levar na devida conta o significado de instalar uma aciaria de médio porte (para os padrões atuais) no interior da região amazônica, ao invés de seguir a rotina da fixação no litoral. Em Minas Gerais, essa decisão, que já tem mais de meio século (a partir da inauguração da siderúrgica da Mannesmann, o último ato de Getúlio Vargas, na companhia de Juscelino Kubitscheck, antes de se suicidar, em 24 de agosto de 1954), teve um efeito benéfico inegável. Mas os mineiros procuraram não ficar dependentes de uma só aciaria nem do processo siderúrgico. Buscaram a diversificação e o maior dos efeitos multiplicadores possível. É a diretriz que também deve ser buscada desde já na região do Tocantins-Araguaia paraense.

Ainda na fase de projeto, a Alpa já motivou iniciativas como a terceira fase do distrito industrial de Marabá, em localização melhor do que as duas etapas anteriores (embora sob uma controversa desapropriação da área), e o desvio de um trecho da rodovia Transamazônica. As eclusas de Tucuruí, vitais para o projeto, estão em vias de conclusão. Mas ainda será preciso investir – e pesado – para viabilizar a hidrovia de 511 quilômetros entre Marabá e Vila do Conde, onde também serão exigidos custos para a capacitação do porto para as novas cargas.

A empresa precisa participar dessas obras, sem as quais o fluxo poderá continuar a ser feito pela ferrovia privativa da Vale, até São Luiz do Maranhão (que tem o inconveniente de estar 220 quilômetros mais longe do que Vila do Conde e ter um frete mais caro). O terminal hidroviário em Marabá não poderá ser exclusivo da Alpa e dos seus produtos: terá que prever carga geral para proporcionar benefícios maiores.

A agenda ainda é grande e repleta de lacunas, que não serão preenchidas se o tratamento da questão for emocional ou baseado em informações superficiais, restritas ou desligadas de uma visão de conjunto. Como, infelizmente, parece estar acontecendo, mais uma vez, em relação a um “grande projeto”.

Trindade, o candidato

É preocupante, se verdadeiro for, o comentário divulgado durante a transmissão do jogo São Raimundo 0 x 1 Santa Rosa, pela Rádio Tropical de Santarém, sobre o veto de alguns diretores do Pantera sobre o jogador Trindade, um dos responsáveis pela vitoriosa campanha na série D, no ano passado.

Mesmo considerado o cérebro da equipe, a diretoria fez pouco caso para renovar o contrato de Trindade para esta temporada. Segundo Peninha Povão, não foi só a questão financeira que pesou para que o 'feiticeiro' deixasse de vestir a camisa alvinegra em 2010.

De acordo com o comentarista, o veto a renovação do contrato de Trindade foi político, uma vez que o meio-campo teria revelado sua intenção de se candidatar a deputado estadual, como já fez com sucesso Robgol, ex-ídolo do Paysandu.

Como na diretoria do Pantera há diretores almejando uma candidatura à Assembléia Legislativa nestas eleições, Trindade passou a ser considerado persona non grata ao time.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Domingo, no Blog do Estado

POLITICA-PARTIDÁRIA INTERFERE EM CONTRATAÇÕES DE JOGADORES DO SÃO RAIMUNDO

ELEIÇÃO EM MOJUÍ DOS CAMPOS A PESO DE OURO

MAIS UM CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL PARA ATRAPALHAR CARLOS MARTINS

19 cartórios no Oeste do Pará que terão que fazer concurso para preencher titularidade

ALENQUER
Cartório Registro Civil Único Ofício de Camburão 068023
Essa Serventia foi declarada vaga em razão de irregularidade no
concurso de provimento, ou sua inexistência.
Cartorio Reis 068080
Essa Serventia foi declarada vaga em razão de irregularidade no
concurso de provimento, ou sua inexistência.

ALTAMIRA
CARTORIO DE REGISTRO DE IMOVEIS DO 1º
OFICIO DE ALTAMIRA 066514
Em razão de declaração válida do Tribunal de Justiça, pois
fundada no artigo 39 da Lei n. 8.935/1994, essa Serventia foi
declarada vaga.

AVEIRO CARTÓRIO SARMENTO - BRASILIA LEAL 068205
Decorrido o prazo concedido, o Tribunal não forneceu a
documentação necessária para comprovação do provimento
regular dessa Serventia. Assim, em razão do descumprimento do
Art. 1º, §§ 1º e 2º, da Resolução 80 do Conselho Nacional de
Justiça, de 09 de junho de 2009, e do não atendimento da
intimação eletrônica, conforme evento 536 – CERT2071 do
CUMPRDEC - 0200694-97.2009.2.00.0000, essa Serventia foi
declarada vaga.

CARTORIO UNICO OFICIO DE AVEIRO 068304
Essa Serventia foi declarada vaga em razão de irregularidade no
concurso de provimento, ou sua inexistência.

CURUA
CARTORIO DE REGISTRO CIVIL DE CURUA -
OBIDOS 066209
Decorrido o prazo concedido, o Tribunal não forneceu a
documentação necessária para comprovação do provimento
regular dessa Serventia. Assim, em razão do descumprimento do
Art. 1º, §§ 1º e 2º, da Resolução 80 do Conselho Nacional de
Justiça, de 09 de junho de 2009, e do não atendimento da
intimação eletrônica, conforme evento 536 – CERT2071 do
CUMPRDEC - 0200694-97.2009.2.00.0000, essa Serventia foi
declarada vaga.
CARTORIO DE REGISTRO CIVIL DO DISTRITO
DE PARANÁ-MIRI 066282
Essa Serventia foi declarada vaga em razão de irregularidade no
concurso de provimento, ou sua inexistência.

FARO
CARTÓRIO UNICO OFÍCIO DE FARO 068320
Decorrido o prazo concedido, o Tribunal não forneceu a
documentação necessária para comprovação do provimento
regular dessa Serventia. Assim, em razão do descumprimento do
Art. 1º, §§ 1º e 2º, da Resolução 80 do Conselho Nacional de
Justiça, de 09 de junho de 2009, e do não atendimento da
intimação eletrônica, conforme evento 536 – CERT2071 do
CUMPRDEC - 0200694-97.2009.2.00.0000, essa Serventia foi
declarada vaga.

ITAITUBA
CARTÓRIO DO 1° OFÍCIO 066662
Essa Serventia foi declarada vaga, pois seu titular foi nomeado
ou designado sem a devida aprovação em concurso público
regular.

JURUTI
CARTORIO DE REGISTRO CIVIL DE SALE -
TERMO DE JURUTI 066233
Essa Serventia foi declarada vaga em razão de irregularidade no
concurso de provimento, ou sua inexistência.
CARTORIO DO UNICO OFICIO H B CUNHA -
COMARCA DE JURUTI 067512
Essa Serventia foi declarada vaga em razão de irregularidade no
concurso de provimento, ou sua inexistência.

MONTE ALEGRE
CARTORIO DO 2º OFICIO DE MONTE ALEGRE/PA 065797
Em razão de declaração válida do Tribunal de Justiça, pois
fundada no artigo 39 da Lei n. 8.935/1994, essa Serventia foi
declarada vaga.

OBIDOS
CARTORIO ALMEIDA - UNICO OFICIO DE FLEXAL
- 0BIDOS 065748
Essa Serventia foi declarada vaga em razão de irregularidade no
concurso de provimento, ou sua inexistência.
CARTORIO FERREIRA 2º OFÍCIO - ÓBIDOS 067660
Essa Serventia foi declarada vaga em razão de irregularidade no
concurso de provimento, ou sua inexistência.

ORIXIMINA
CARTORIO DE PORTO TROMBETAS 066100
Em razão de declaração válida do Tribunal de Justiça, pois
fundada no artigo 39 da Lei n. 8.935/1994, essa Serventia foi
declarada vaga.

PORTO DE MOZ
CARTÓRIO DO REGISTRO CIVIL E NOTAS -
ÚNICO OFÍCIO 066944
Essa Serventia foi declarada vaga em razão de irregularidade no
concurso de provimento, ou sua inexistência.

PRAINHA
Cartório do Único Ofício 067033
Em razão de declaração válida do Tribunal de Justiça, pois
fundada no artigo 39 da Lei n. 8.935/1994, essa Serventia foi
declarada vaga.

SANTAREM
CARTORIO DE REGISTRO DO UNICO OFICIO DE
CURUAI - SANTAREM 066548
Vago em razão de efetivação nos termos do art. 309, par. 3o., da
Constituição Estadual.
CARTÓRIO EXTRAJUDICIAL DO ÚNICO OFÍCIO 067645
Essa Serventia foi declarada vaga em razão de irregularidade no
concurso de provimento, ou sua inexistência.
(Fonte: CNJ)

Jader, sem piedade, ironiza Puty

O confrade Paulo Bemerguy, o redator-em-chefe do Blog Espaço Aberto marca em cima o secretário Cláudio Puty que nem carrapato. Não larga o pé dele.

Na semana passada, Bemerguy repercutiu em seu site as estocadas que Puty desferiu em direção do jornal do deputado Jader Barbalho, mirando, é claro, no dono do negócio.

Puty se sentiu incomodado com o tratamento do RD às ações do governo do estado - ele à frente da missão, é claro - no conflito latente na Resex Renascer em Prainha.

Sob o título Piedade para o RD! Puty disparou em seu Blog:

Ao sabor das conveniências e dos interesses políticos do dono do negócio, desde o dia 13 deste mês o Repórter Diário noticia – e opina desbragadamente – sobre os acontecimentos na Resex Renascer, em Prainha, no oeste do Pará.(...)

Parece esquizofrenia, mas é apenas frustração.
Como diria o Cazuza, vamos pedir piedade!
Piedade para o RD!

Mas Bemerguy não sossegou enquanto não farejou a réplica de Jader a Puty. Com ouvidos bem atentos, sintonizou as poderosas ondas da Rádio Clube do Para, e de lá garimpou a resposta tão esperada por parte de Jader:

- Nonato, modéstia à parte, eu conheço o Pará. Eu ajudei a construir este Estado. É isso que incomoda. Agora, veja você, Nonato, tem esses meninos que ainda não trocaram as fraldas, que ainda não trocaram os cueiros, mas querem nos ensinar a fazer política, Nonato.


Na referência a “meninos”, “fraldas” e “cueiros”, todo mundo fez logo a ligação com Puty, que no início da semana desancou Jader.

Aqui você lê a postagem de Bemerguy na íntegra.

Manchetes deste sábado de O Estado do Tapajós



PANTERA ESTRÉIA COM DERROTA

DINHEIRO PARA OBRAS NO BARBALHÃO FOI REPASSADO AO SÃO RAIMUNDO

DEMOLIÇÃO E PROTESTOS EM ÁREA DE PRESERVAÇÃO INVADIDA

OBRAS DA PREFEITURA SOFREM ATRASO, MESMO COM VERBAS

FAMÍLIAS CONTINUAM EM ÁREAS DE RISCO, APESAR DAS OBRAS DO PAC

LEI DA FILA DOS BANCOS É LETRA MORTA

Memória de Santarém: BR-163: a estrada já existia, se uso, ainda não

PARTIDOS FAZEM CONVENÇÕES EM MOJUÍ DOS CAMPOS

VOLTA AS AULAS NAS ESCOLAS PARTICULARES SERÁ NA SEGUNDA-FEIRA

GOVERNO DO ESTADO ESTRUTURA TRÊS CENTROS REGIONAIS

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Renda do jogo do São Raimundo foi de apenas R$ 2 mil 600


O São Raimundo estreou com derrota no Campeonato Paraense. Foi derrotado pelo Santa Rosa, por 1 a 0, na tarde desta sexta-feira, na Curuzu. O único gol da partida foi marcado através de Wellington de cabeça aos 15 minutos do primeiro tempo. O resultado garantiu ao Santa Rosa que é comandado pelo técnico Mariozinho, a quarta colocação com 3 pontos. O São Raimundo, do técnico Lúcio Santarém, está na sétima posição. A renda foi de R$ 2.660,00, com público total de 517 torcedores - 291 pagantes e 226 credenciados.

(Foto de MÁRIO QUADROS/Bola)

Mudança no comando da delegacia da Marinha em Santarém


O capitão do corpo de fuzileiros navais Paul Antônio Carlos é o novo delegado fluvial da Marinha em Santarém.

Paul substituiu o capitão Evandro Oliveira de Sousa, em solenidade que contou com a presença da prefeita Maria do Carmo.

Foto:Ronaldo Ferreira/PMS

SÃO RAIMUNDO 0 X 1 SANTA ROSA - jogo encerrado

SÃO RAIMUNDO 0 X 1 SANTA ROSA - 32 minutos do segundo tempo

SÃO RAIMUNDO 0 X 1 SANTA ROSA - começa o segundo tempo

Encerrado primeiro tempo: São Raimundo 0 x 1 Santa Rosa

SANTA ROSA 1 X 0 SÃO RAIMUNDO - Welington, aos 16 minutos do primeiro tempo

SÃO RAIMUNDO 0 X 0 SANTA ROSA - começa o jogo

A TAM e o aeroporto de Santarém

Do Site do deputado Nilson Pinto:

Atenção pessoal da TAM: o nome do aeroporto de Santarém é “Maestro Wilson Fonseca”, em homenagem ao grande músico paraense que ficou eternizado como Maestro Isoca. Mas no site da companhia aérea TAM, o aeroporto se chama “Eduardo Gomes”, que é o nome do aeroporto de Manaus. Mais um sinal de desapreço da TAM pelo município de Santarém e pelo Estado do Pará.

Para quem não lembra, a TAM tem histórico: vetou a campanha publicitária do Círio de Nazaré, alegando teor religioso. Recentemente cancelou um vôo Belém-Santarém e hoje oferece apenas duas alternativas: um vôo direto para a capital paraense e outro com escala em Manaus – ou seja, atrelando Santarém ao aeroporto da capital amazonense. Resultado? Vôos sempre lotados e tratamento desqualificado.

Para completar tanto descaso, agora a TAM muda o nome do aeroporto, que é uma justa homenagem ao grande maestro nascido em Santarém. Faça o teste: simule uma compra de passagem a partir de Santarém e depois clique em detalhes do vôo. Lá aparece o nome errado do aeroporto.

Maestro Isoca – A homenagem que deu ao aeroporto o nome desse grande compositor, um dos maiores da Música Popular Brasileira e autor de belíssimas canções, ocorreu mediante projeto de minha autoria e do ex-deputado José Priante. Aprovados no Congresso, os projetos se converteram na Lei Nº 11.338, de 3 de agosto de 2006.

São Raimundo x Santa Rosa

Acompanhe o placar do jogo de estréia do Pantera aqui no Blog do Estado.

Três noites de folia

Desfile oficial de carnaval de Santarém será na orla da cidade e terá três noites de folia.

PM desobstruiu bloqueio da Fernando Guilhon

Não durou nem meia hora o bloqueio da pista da avenida Fernando Guihon por manifestantes que tiveram suas casas demolidas pela prefeitura em área de preservação ambiental, hoje de manhã.

Com a chegada da PM ao local, os próprios manifestantes retiram os galhos de árvores que impediam o tráfego de veículos na rodovia que dá acesso ao aeroporto Wilson Fonseca e à vila de Alter do Chão.

Sem Área de Livre Comércio, produtos paraenses são 30% mais caros

Ontem, durante solenidade na Federação das Indústrias do Pará(FIEAP), o tributarista Helenilson Pontes afirmou que "por não ter uma ALC[Área de Livre Comércio] em seu território, os produtos paraenses são 30% mais caros que os produzidos nos outros Estados nortistas. 'Os Estados da Amazônia, por exemplo, o Amazonas, através de sua capital, Manaus, compra insumos de São Paulo e neste processo são desonerados os impostos.

No caso do ICMS, ele deixa de pagar os 7% do imposto e, como a desoneração dá credito presumido, ele ainda ganha esse crédito de mais 7%. Somando se aos outros impostos, essa vantagem chega até 30%. Como o Pará é exceção, isso quer dizer que o Estado é 30% mais caro do que os seus vizinhos', alertou Pontes.

Sebastião Tapajós grava para especial da Tv Brasil

O violonista e compositor santareno Sebastião Tapajós, grava hoje, participação no programa "Tô Sabendo", da TV Brasil, no estúdio da 3 D, em Belém.

A produção é do IRDEB, ABAIS e Ministério da Cultura.

A TV Brasil pode ser acessada através de antena parabólica ou pela Sky.

Governo cria comissão de prevenção e reparação de emergências ambientais

O governo do Estado criou por decreto assinado pela governadora Ana Júlia Carepa a Comissão Estadual de Prevenção, Reparação e Resposta Rápida às Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos, baseada em princípios gerais do Direito Ambiental Brasileiro, como a informação, a participação, a prevenção, a reparação e a publicidade, entre outros.

A Comissão tem caráter consultivo e deliberativo, e será dotada de uma estrutura mínima composta de secretaria executiva, núcleo de plano de ação de emergência e núcleo de suporte técnico. Dentre as suas diretrizes, está a elaboração e a atualização constante do planejamento preventivo que evite a ocorrência de acidentes com produtos químicos perigosos e o estímulo à doação de soluções inovadoras que assegurem a plena integração de esforços nesta área, entre o Poder Público e a sociedade civil, especialmente no âmbito do estado do Pará e seus municípios.

Cabe ainda à Comissão definir as responsabilidades respectivas do Poder Público e dos setores privados em casos de acidentes com produtos químicos perigosos, e dos compromissos a serem assumidos pelas partes de proteger o meio ambiente e a saúde da população, assim como desenvolver e implementação de sistemas de geração e compilação de informações essenciais à execução eficaz do Plano Nacional de Prevenção nesta área.

(Fonte: Secom-PA)

Prefeitura derruba casas erguidas em área de invasão na Fernando Guilhon

Uma ação da prefeitura de Santarém, realizada ainda há pouco, derrubou dezenas de casas de alvenaria e de madeira que foram construídas no terreno pertencente à Família Corrêa, na roodovia Fernando Guilhon.

Revoltados, os moradores ameaçam interditar a rodovia, próximo ao trevo do Maracanã.

Processos de crimes eleitorais têm andamento no fórum de Santarém

Começa hoje a temporada de depoimentos de acusados de prática de crimes eleitorais nas últimas eleições em Santarém.

As denúncias foram oferecidas pela Polícia Federal.

São Raimundo fará dois jogos em 48 horas

Após estrear hoje à tarde na Curuzu, contra o Santa Rosa, a equipe do São Raimundo volta ao campo, domingo, para jogar sua segunda partida neste Parazão, contra o Idependente, de Tucuruí, também no estádio do Paysandu.

A FPF marcou esse jogo sem respeitar o intervalo de 36 horas entre uma partida e outra.
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Atualização as 15h20:

O jogo Independente x São Raimundo foi remarcado pela FPF para terça-feira, em Tucuruí.

Atualização as 18h00

Em virtude da não liberação do Estádio Navegantão em Tucurui, pela vistoria do Corpo de Bombeiros que não assinou o TAC (Termo de Ajuste de Conduta), a partida do próximo domingo entre São Raimundo e Independente,válida pela segunda rodada do Parazão 2010, foi adiada para a próxima terça-feira (26) às 15h30 no Estádio Baenão.
A Federação Paraense de Futebol comunicou o adiamento na tarde desta sexta-feira.
(Fonte: Rádio Clube do Pará)

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

SERVIDORES DA PREFEITURA SERÃO DESTACADOS PARA MISSÃO NO HAITI

O governo federal, por meio do Ministério da Saúde - MS, convocou de modo voluntário, profissionais que atuam na área da saúde para participar da ação humanitária que está sendo prestada às vítimas do terremoto que devastou o Haiti no último dia 12 de janeiro.

A Prefeitura de Santarém decidiu atender a solicitação do MS a partir da manifestação voluntária em participar da missão, de alguns servidores do Serviço Móvel de Urgência (SAMU). “Vamos disponibilizar nove profissionais que serão divididos em três grupos. Cada grupo é integrado por um enfermeiro, um técnico de enfermagem e um condutor de veículo/ambulância.

Inicialmente, viajarão três profissionais para o Haiti; ao retornarem depois de quinze dias, seguirão mais três, e depois o último grupo; ou seja, faremos uma escala de revezamento compensatória e o nosso secretário de Saúde, José Antônio Rocha, garantiu que não haverá nenhum tipo de problema com a equipe do SAMU que ficará em Santarém”, esclareceu a prefeita Maria do Carmo.
(Fonte: PMS)

As pedras vão rolar

Mais uma chuva forte e as pedras do alto do morro da Matinha podem rolar a ladeira.

No pé-da-serra, a esperá-las, moram oito famílias que ainda não foram remanejadas pela Defesa Civil de Santarém.

Todo cuidado é pouco.

Vassourada no Pantera

O elenco do São Raimundo vai ser reduzido.

Hoje à tarde, durante o treinamento apronto para o jogo de amanhã contra o Santa Rosa, na Curuzu, a diretoria do Pantera vai anunicar a dispensa de nada menos que oito jogadores. Um desses dispensados é o zagueiro Carlão, que sofreu lesão no joelho.

A delegação alvinegra viaja para Belém, amanhã de manhã, em vôo da TAM.

Enfermeiras dormem durante plantão no posto de saúde 24h do Livramento

Moradores do bairro do Livramento, na periferia de Santarém, reclamam, com razão, que à noite, o posto de saúde 24 horas daquele bairro, fecha as portas.

Quem necessita de atendimento tem que tocar a campainha para acordar a enfermeira de plantão. E a dita cuja acorda de mau humor. Os pacientes reclamam que são maltratados e, de quebra, que faltam remédios básicos.

Procurada para resolver o problema, uma subalterna do secretário de saúde José Antõnio Rocha, saiu-se com essa pérola: - A noite é pra dormir. Se não há procura, o profissional tem o direito de descansar".

Taí, a chefe da dita cuja inventou mais uma função no serviço público: dormir no horário de trabalho.

Secretário de Ana Júlia é contra ALC no Pará


O Secretário de Estado de Desenvolvimento Ciência e tecnologia Maurílio Monteiro falou ao vivo sobre o Projeto Norte Competitivo à rádio Liberal/CBN, de Belém, segundo nos informa o twitter da
SuelenCBNBelem.

Para Maurílio Monteiro "é ingênuo falar de Área de Livre Comércio no Estado. O objetivo é solucionar gargalos para que a região possa competir na área de investimentos com o resto do país".

Pois bem.

O projeto da área de livre comércio de Santarém, já aprovado pelo Senado, é uma das principais reivindicações da classe empresarial da região.

A ALC já teria recebido até o apoio da governadora Ana Júlia Carepa, a pedido da prefeita Maria do Carmo.

Por isso é, no mínimo estranho, que o secretário diga uma coisa e a governadora, outra.

Fifa não tem como fiscalizar bares com telões durante a copa de 2010

Da lavra do leitor Diego, sobre o post "Copa 2010: Fifa vai cobrar por imagens exibidas em...":

Desculpa o mal jeito é que isso só pode ser piada mesmo, quero ver é quem vai fiscalizar isso aqui no brasil durante os jogos da seleção, momento e que até os bandidos e PM's fazem trégua pra assistir o jogo.
Ai ai, minha barriga tá até doendo de tanto rir.

Perguntar não ofende

Leitor questiona:

Pois bem, a fiscalização terminou e NADA DE IRREGULAR FOI ENCONTRADO NOS PROJETOS DE MANEJO DA GLEBA NOVA OLINDA, conforme laudo emitido pelos fiscais da sema, ibama, evandro chagas, Ministerio Publico, Força Nacional e POlicia Federal.
E agora, será que os vandalos serão punidos?

Zero na conta de água

O leitor Diego deixou um comentário sobre a postagem "Em Santarém, é a mesma coisa":

Se a Cosanpa for instalar estes hidrômetros aqui em Santarém, eles terão um enorme prejuízo, pois devido a falta de água que nos assola todos dias, fará com que em algumas casas, a cobrança seja igual ou próximo a R$0,00.

Novo juiz

O juiz João Ronaldo Corrêa Mártires, da Comarca de São Domingos do Capim, assumirá a 6ª Vara Penal da Comarca de Santarém.