terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Diretor do Dnit diz que Br-163 vai transformar Mato Grosso em canteiro de obras


Em Sinop, a comitiva, liderada pelo diretor-geral do DNIT, Luiz Antonio Pagot, e composta também pelo vice-governador de Mato Grosso, Silval Barbosa, pelo deputado estadual Otaviano Pivetta, como também pelo diretor presidente da Bunge, Dr. Trevisan, Pagot disse que Mato Grosso deve se resumir em um "canteiro de obras" neste ano.
O diretor geral do DNIT afirmou ainda que até o final de 2010 cerca de 500 quilômetros da rodovia estarão reformados. A pavimentação em território mato-grossense de Guarantã do Norte até a divisa será completada e a construção do asfalto no trecho paraense será iniciada. “Até o final do ano alguns trechos em Mato Grosso já estarão duplicados, além de cerca de 500 quilômetros recuperados”, disse ele.

Em reunião ocorrida na cidade de Novo Progresso (PA), na última sexta-feira, 29, Luiz Antonio Pagot falou com lideranças indígenas Kayapó (do subgrupo Mekrangnotire) sobre as obras de pavimentação da BR-163, a readequação dos ramais que dão acesso às aldeias e a reivindicações relativas ao componente indígena do Programa Básico Ambiental - PBA. O foco da conversa foi direcionado às dúvidas dos membros das aldeias sediadas naquele município paraense. O objetivo do DNIT é apoiar as reivindicações que devem propiciar aos Kayapó a realização de serviços ambientais para mitigar os impactos negativos e otimizar os impactos positivos causados pelas obras na BR-163.
(Fonte: ExpressoMT))

Justiça lenta

Do Blog do Parsifal

O tempo passado para que o julgamento acima citado entre em fase final, força-me a tratar de um ponto que muito se discute no Brasil: a lentidão da justiça.

É verdade que a justiça é lenta no Brasil, todavia, lenta ela é em todos os países, pois os sistemas processuais guardam, no geral, semelhanças.

A Microsoft, por exemplo, conseguiu demandar por 13 anos uma ação que os EUA movem contra ela, e, este ano, recebeu uma sentença condenatória, da qual recorreu, e pretende demandar o recurso por mais 5 ou seis anos.

Os julgamentos são rápidos, nos EUA ou em qualquer outro país, quando há a confissão ou a transação processual, o que evita toda a fase de instrução, que é a parte mais demorada em uma demanda.

O Brasil não precisa mudar as linhas gerais do seu sistema processual, porque não é isto que faz a justiça lenta.

Precisamos, sim, aumentar o número de juízes, de varas, de trabalhadores da justiça e até de tribunais, para que não haja o acúmulo de processos, que é a verdadeira causa da lentidão.

O cidadão não pode ser usado pelo discurso da pressa: os recursos processuais são uma garantia individual. Sem eles, as chances de erros judiciários se consumarem são enormes, e a vítima pode ser você.

Moradores de Rurópolis interditam Transamazônica

Valdo Colares - enviado especial

Moradores de Rurópolis, na região oeste do Estado, interditam, desde ontem, um trecho da rodovia Transamazônica, a cerca de 18 quilômetros da sede da cidade. O protesto reivindica a implantação, no município, do programa Luz para Todos, do governo federal. Segundo o prefeito da cidade, Aparecido Silva - que está em Belém para tentar resolver o problema -, em Rurópolis, que tem cerca de 38 mil moradores, apenas 8% da população contam com energia elétrica em casa.

De acordo com Aparecido, os manifestantes estão localizados próximos à comunidade de Novo Horizonte. Eles fecharam uma ponte e o tráfego no local está bloqueado. Segundo o prefeito, a pista só será desobstruída quando houver uma resposta para o problema. “Eles querem que a luz chegue principalmente para as vicinais”, destacou.

Aparecido Silva disse que, no ano passado, representantes do município estiveram em Belém para uma reunião com o comitê gestor do Luz para Todos, o qual teria prometido estudar uma solução para o caso, o que não aconteceu. “Municípios vizinhos ao nosso, como Placas e Uruará já tem mais de 90% da população com energia elétrica”, completou.

O prefeito informou, ainda, que provavelmente uma nova reunião do comitê gestor ocorrerá na próxima sexta-feira e que ele tentará a resolução do impasse. “No ano passado, o pessoal de Novo Progresso, também revoltado com a falta de energia elétrica, derrubou algumas torres de energia na cidade e o problema foi resolvido prontamente. Eu estando uma solução pacífica, para que os moradores de Rurópolis não cheguem a uma postura mais drástica”, observou.
(Fonte: Blog do Colares)

Ministro Padilha indicou nome de Everaldo para a Casa Civil

Confirmando o que o Blog do Estado publicou ontem - que o nome de Everaldo Martins Filho para a Casa Civil não foi resultado das pressões das correntes internas do PT e que o convite feito ao secretário de planejamento de Santarém para substituir Cláudio Puty aconteceu bem antes do imbróglio com a deputada Bernadete Ten Catem - sabe-se, agora, pelo Blog da Professora Edilza, que a indicação de Everaldo foi feita à Ana Júlia pelo ministro das relações institucionais Alexandre Padilha.

Pantera não aceita adiamento de jogo em Cametá

Está confirmado para amanhã à noite, em Cametá, a partida entre Cametá e São Raimundo.

A diretoria do time cametaense propôs o adiamento da partida para o próximo sábado, visando turbinar a arrecadação.

Mas a diretoria do Pantera tem pressa em regressar a Santarém e iniciar os preparativos para a partida do dia 10, contra o Botafogo, pela Copa do Brasil

Belo Monte liberada


O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) concedeu ontem o licenciamento ambiental prévio da usina de Belo Monte, no rio Xingu, sudoeste paraense. Com isso, o Ministério de Minas e Energia informou que a licitação da hidrelétrica - maior empreendimento deste tipo em elaboração do mundo, orçado entre R$ 20 bilhões e R$ 30 bilhões e com 11 mil megawatts (MW) de potência - ocorrerá nos primeiros dias de abril.

O ministro de Meio Ambiente, Carlos Minc, e o presidente do Ibama, Roberto Messias, informaram que foram impostas 40 condicionantes socioambientais, de saneamento, habitação e segurança, entre outras, para que o início das obras seja posteriormente autorizado (licença de instalação, LI). As ações custarão ao vencedor do leilão R$ 1,5 bilhão'. 'Hoje é um momento para se comemorar, é histórico, com o licenciamento de Belo Monte', disse o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim.

A expectativa é de que o edital do leilão, com todas as regras e prazos, seja aprovado ainda em fevereiro no âmbito da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O aval do Tribunal de Contas da União (TCU) também deve acontecer em plenário este mês. O relator é o ministro José Múcio Monteiro, que tem o processo em mãos desde o último dia 26. A expectativa do governo é que, com o início das obras ainda este ano, Belo Monte - que será a terceira maior do mundo - fique pronta em 2015.

As condicionantes impostas a Belo Monte foram mais amplas e onerosas do que as exigidas dos empreendedores das usinas de Santo Antonio e Jirau, no rio Madeira, que tiveram que fazer investimentos de R$ 30 milhões em habitação, R$ 30 milhões em saneamento, a adoção de quatro parques nacionais, entre outras.

Messias disse que as condicionantes têm três objetivos gerais. No primeiro caso, atender às populações atingidas pela barragem, como os indígenas, os moradores das cidades da região e os ribeirinhos. A preocupação é transferir os benefícios para estas pessoas. O segundo é biológico, inclusive com programas de preservação de peixes e tartarugas. E um terceiro é manter a vazão do rio. 'São 40 difíceis obrigações, mas todas exequíveis', disse Minc, lembrando que a maioria tem que ser entregue para a concessão da LI.

Alagamentos irão afetar 12 mil famílias

Segundo o Ministério do Meio Ambiente, as obras para a construção da hidrelétrica de Belo Monte irão alagar cerca de 500 quilômetros quadrados. Pelo projeto, antes do início do processo que levou até a liberação da licença prévia, a área atingida pelos alagamentos seria de cerca de 1.500 km², considerando apenas a hidrelétrica, que foi mantida no projeto. Se somadas as três que foram descartadas ao longo dos estudos, a área alagada chegaria a 4,500 km². Mesmo com 500 km² de alagamento, o ministro de Meio Ambiente, Carlos Minc, afirma: 'Não haverá desastre ambiental. Impacto certamente sim e estamos exigindo uma série de contrapartidas justamente para amenizar esse impacto.'

Na estimativa do ministério, cerca de 12 mil famílias serão afetadas ou deslocadas pela obra. 'Não podemos confirmar exatamente o número de famílias que serão deslocadas. Mas elas terão um saldo positivo, com casas novas, saneamento e uma condição de vida melhor', argumentou o presidente do Ibama, Roberto Messias Franco.

Entre as famílias deslocadas, Minc garante que não haverá um único índio. 'A Funai ficou responsável e ela não aponta nada contra os indígenas no relatório', disse Messias. De acordo com o diretor de licenciamento do Ibama, Pedro Bignelli, as obrigações que o empreendedor terá que cumprir beneficiarão indiretamente os indígenas da região.

A diminuição da vazão do rio em um trecho que passa por uma terra indígena não vai prejudicar as populações locais, disse Bignelli. 'O rio não vai secar', completou. Desde a década de 1970, quando começou a ser elaborado, o projeto de Belo Monte é alvo de críticas de comunidades tradicionais, lideranças indígenas e organizações ambientalistas.

Ministério Público estuda interdição

O Ministério Público analisa a possibilidade de recorrer a tribunais internacionais de defesa dos direitos humanos na tentativa de barrar o início da obra da usina hidrelétrica de Belo Monte, em caso de o Judiciário brasileiro não julgar em tempo hábil as ações propostas anteriormente pelos MPs Federal e Estadual do Pará, já que ontem o Ministério do Meio Ambiente anunciou a liberação da licença prévia para o pontapé inicial da obra.

Promotores e procuradores alegam que as populações tradicionais que habitam na área onde a usina foi planejada não foram ouvidas nas audiências públicas realizadas para debater o projeto, conforme determina a legislação brasileira. Além disso, o Ministério Público questiona que apenas três audiências são insuficientes para atender os interesses das populações de todos os municípios que serão atingidos pelas obras de Belo Monte.

Belo Monte será a maior usina 100% brasileira, com 11.200 MW (megawatts). Maior do que ela, só a hidrelétrica de Itaipu, que é binacional (Brasil-Paraguai), e pode gerar aproximadamente 14.000 MW. (Fonte: Amazônia)

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Refazendo a viagem de Francisco Orellana


Pesquisadores da UFPA vão comandar a expedição científica internacional pelo rio Amazonas, tendo como ponto de partida Belém.

Leia mais no twitter do Tito Barata.

Barbalhão: PMS assina TAC e promete arquibancada no lugar da geral em 180 dias

Neste momento, na sede do Ministério Público Estadual, em Santarém, representantes da Prefeitura e da FederaçãoParaense de Futebol, estão assinando o Termo de Ajustamento de Conduta(TAC).

Trata-se de um documento legal do MP em que as administrações dos estádios se comprometem a fazer as adequações necessárias para que os estádios cumpram as exigências mínimas da Portaria 124, ou seja, é um comprometimento jurídico e que nós daremos um crédito de confiança. Estamos trabalhando para que esse estádio seja liberado”, disse hoje o coronel Osmar, após inspeção de segurança no estádio Jader Barbalho.

Acompanhados pelos secretários Everaldo Martins (Planejamento) e Inácio Corrêa (Governo) e pelo procurador jurídico da Prefeitura, Isaac Lisboa, os integrantes da comissão inspecionaram as dependências do estádio e verificaram os serviços executados pela PMS visando atender às exigências da Confederação Brasileira de Futebol – CBF e trazer para Santarém, jogos da São Raimundo Esporte Clube pelos Campeonatos Paraense e Brasileiro e Copa do Brasil.

“Nós estamos muito felizes pelo empenho da administração do estádio e dos secretários de governo. Acreditamos que o estádio atenderá as condições. O que não for atendido neste primeiro momento, a administração municipal irá se comprometer junto ao Ministério Público Estadual através da assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).

O Secretário de Planejamento, Everaldo Martins, destacou que uma das propostas que serão incluídas no TAC é em relação à Geral do Colosso do Tapajós. “A nossa proposta é transformar, no prazo de 180 dias, a geral em arquibancada. Se Deus quiser, assim faremos, com recursos do Governo Federal”, disse.

Das 16 câmeras exigidas pela CBF, seis já foram instaladas em pontos estratégicos do estádio santareno.

O relatório da vistoria realizada no Estádio Colosso do Tapajós e o TAC serão enviados ainda hoje à CBF.
(Com informações da PMS)

Uma estranha no ninho

Nas fotografias enviadas à imprensa da turma do Iespes que colou grau em jornalismo, na última quinta-feira, há uma pessoa que posou para o click do fotógrafo sem ter concluído o curso.

Mesmo não tendo cursado duas disciplinas, a dita cuja não se fez de rogada e apareceu risonha na imagem, tentando vender gato por lebre.

Se sabia de antemão que não tinha obtido o grau de bacharel , por quê resolveu se passar por concluinte?

Por quê não seguiu o exemplo de outra colega, na mesma situação, que preferiu discrição a essa papagaiada do gênero?

De primeira

Destaque da edição deste final de semana do jornal O Estado do Tapajós, o desabafo do ex-técnico Lúcio Santarém sobre os reais motivos que o levaram a deixar o comando do Pantera, ganha repercussão na edição de hoje do Jornal Tapajos primeira edição, exibido por Ronei Oliveira, na Tv Tapajós.

Minc anuncia hoje "exigente" parecer sobre hidrelétrica de Belo Monte

Folha Online

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, informou hoje que às 16h desta segunda-feira (1º) vai anunciar o parecer do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente dos Recursos Naturais Renováveis) sobre a licença ambiental para a instalação da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, no Pará.

"Com certeza esta será a licença que terá o maior número de exigências da história. A empresa terá que gastar cerca de R$ 1, 5 bilhão em projetos de mitigação [ações para conter danos ao ambiente]", disse o ministro.

As declarações foram feitas durante um evento no Instituto Estadual do Meio Ambiente do Rio de Janeiro.

Datas para o imbróglio

Há duas semanas, o ministro havia declarado que a autorização para a instalação da usina seria dada em fevereiro.

No entanto, não era a primeira data anunciada pelo governo para a concessão da licença. Ao longo do ano passado, vários prazos foram dados, sendo que o governo chegou a trabalhar para realizar o leilão de concessão para se construir a usina em dezembro.

Minc destacou que, se não fossem feitas as correções no projeto original, pelo menos cem espécies de peixes poderiam ter sido extintas.

O ministro defendeu a ação do Ibama no licenciamento de projetos de infraestrutura. Segundo ele, desde que assumiu, há um ano e sete meses, foram emitidas 40% mais licenças do que em igual período anterior.

"Vamos sempre procurar agilizar, mas sem perder o rigor", frisou.

Pão que o diabo amassou

A Divisão de Vigilância Sanitária da Prefeitura de Santarém lacrou hoje, no bairro do Aeroporto Velho, em Santarém, uma padaria por falta de higiene.

Foram encontrados pães e torradas acondicionadas em caixas sujas, restos de comida, insetos. Os padeiros não usavam toucas e luvas para o manuseio da massa.

O dono do estabelecimento tem 15 dias para recorrer da punição, mas nesse período a padaria tem que permanecer fechada.

Presos de Cucurunã não podem falar com advogados há 23 dias

Por causa da destruição do parlatório ocorrida por ocasião da rebelião do dia 9 de janeiro, os presos da penitenciária de Cucurunã, em Santarém, não podem mais receber a visita de advogados.

A OAB alega que a direção da penitenciária proibiu o contato de presos com os advogados por falta de segurança.

O parlatório ainda vai demorar para ser reconstruído. A Susipe não dispõe de recursos imediatos para reconstuir o recinto de contato dos presos com os advogados.

A própria OAB estuda a possibilidade de bancar os custos da obra para que os detentos não fiquem privados de assistência jurídica.

Laudos do Barbalhão devem estar na CBF até amanhã

Laudos de inspeção do estádio Jader Barbalho devem ficar prontos até o meio-dia de hoje.
Coronel PM Osmar comanda a comissão de vistoria que está, desde de manhã, no interior do Barbalhão.
Prazo de primeiro de fevereiro foi estabelecido pela CBF para que o TAC seja assinado pela Prefeitura de Santarém com o Ministério Público, em Belém.
Cópia do TAC e laudos de vistoria têm que estar no Rio de Janeiro até amanhã.

São Raimundo segura a lanterna do Parazão

1º) Remo - 9 pontos
2º) Paissandu – 7
3º) Cametá – 4 (saldo: 0; gols pró: 4)
4º) Independente - 4 (saldo: 0; gols pró: 3)
5º) Santa Rosa - 4 (saldo: -1)
6º) Ananindeua - 3
7º) Águia – 1 (saldo: -2; gols pró: 5)
8º) São Raimundo - 1 (saldo: -2; gols pró: 1)

Everaldo foi convidado antes da carta de Bernadete

No dia 19 de janeiro, a governadora Ana Júlia recebeu em seu gabinete, no Palácio dos Despachos, o secretário de planejamento de Santarém, Everaldo Martins, ocasião em que lhe foi feito convite para substituir Cláudio Puty a partir de abril. Só depois, então, o nome de Everaldo para a Casa Civil foi levado ao conhecimento do deputado Paulo Rocha, recebendo apoio, assim como também a aprovação das outras tendências petistas.

Fonte bem situada no ninho petista garante que a mudança na Casa Civil ja estava acertada bem antes do imbroglio que envolveu o envio da carta da deputada Bernadete Tem Caten à governadora Ana Júlia, reclamando da provável indicação de Raimundo Oliveira, chefe do Incra de Marabá, para fazer dobradinha com Cláudio Puty, este pré-candidato da tendência da governadora, a DS, a deputado federal.

A candidatura de Oliveira a deputado estadual e a substituição deste por um nome também ligado a Puty deflagrou a crise na semana de aniversário do PT e foi o mote para que as demais tendências do PT se manifestassem mais abertamente, inclusive, pela imprensa.

A saída de Puty da Casa Civil, garante a fonte, já estava definida por Ana Júlia para o dia 3 de abril, mesmo Puty tendo demonstrado à governadora o seu desejo de sair do cargo antes dessa data, uma vez que sentia-se incomodado com as críticas que sofria todas às vezes que atuava, em nome do governo, para resolver problemas surgidos no interior do estado.

Antes de convidar Everaldo, a governadora Ana Júlia foi informada que não teria problemas com as demais tendências se o substituto de Puty fosse um nome da própria D.S, desde que o mesmo não fosse candidato nestas eleições e tivesse um perfil mais de gestor do que de articulador político.

A fonte garante que a DS abriu mão do cargo, uma vez que os demais postos da Casa Civil continuariam sendo comandados pela tendência.

População de Rurópolis fará bloqueio por energia

No AMAZÔNIA:

Moradores do município de Rurópolis, sudoeste do Pará, prometem bloquear a rodovia Transamazônica a partir de hoje. Comunitários da vila Água Azul, descontentes com a falta de energia na localidade, pretendem interromper o tráfego de veículos no trecho que interliga Rurópolis a Altamira. A cidade, que possui cerca de 27 mil habitantes, recebe o linhão de Tucuruí há 12 anos. No entanto, entre Rurópolis e Água Azul nunca houve o rebaixamento da energia elétrica.
Segundo avalia o deputado estadual Airton Faleiro (PT), embora a rede de alta tensão (AT) esteja cruzando o município, existe todo um processo para converter a energia de AT para baixa tensão (BT). 'As residências não podem receber energia em AT, apenas em BT. O local tem subestação, porém, ainda precisa de alguns trâmites para que esta energia seja rebaixada', destaca.
Faleiro afirma que o rebaixamento da energia de AT para BT depende da aprovação do Comitê Gestor do Programa Luz para Todos.
'O processo que leva energia para àquela região está enquadrado na etapa oito - sendo que recentemente foi concluída a etapa sete. Com o início da próxima etapa, é preciso seguir uma série de hierarquias que estão numeradas conforme a prioridade', explica o deputado. Na lista de prioridades, a chegada da energia elétrica em Rurópolis está na 70ª posição - ou seja, deve acontecer somente no final de 2010, ou mais provavelmente em 2011. Segundo afirma Faleiro, a etapa oito deveria ter sido executada em 2008.
O deputado lembra que na próxima reunião do Comitê Gestor, marcada para o dia 5 de fevereiro, a proposta dos moradores de Rurópolis será discutida. 'Este é o meu argumento para que eles não fechem a rodovia, pelo menos até que saiam as decisões do próximo encontro do Comitê', revela. Segundo comenta Faleiro, tanto a Celpa como a Eletronorte se mostraram favoráveis à antecipação do calendário no caso de Rurópolis. 'Se eles bloquearem a rodovia, causaram grande impacto na logística dos municípios próximos. A região pode ficar sem combustível e alimentos. O prejuízo será compartilhado com pessoas que nada tem a ver com a falta de energia', afirma.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Flamengo 5 x 3 Fluminense

Público pequeno assistiu empate do São Raimundo em Marabá

A renda de Águia 1 x 1 São Raimundo foi de R$ 32.998,00 para um público total de 2.543 torcedores, sendo 2.131 pagantes e 412 credenciados

Eleitores de Placas vão votar na primeira eleição de Mojuí dos Campos


O jornal O Estado do Tapajós, que está nas bancas desde sábado, publica a relação completa das seccões eleitorais de Mojuí dos Campos.

Há sete secções em Placas, Belterra e Santarém, em que mesmo fora dos domínios geográficos do novo municipio, devem ser locais de votação.

Placas:
4227 COM. SANTA RITA DE CÁSSIA

E.M.E.F. SANTA RITA DE CÁSSIA

711 03º26'57,8''

54º36'46,5''

4286 COM. IGARAPÉ DO FORTALEZA

E.M.E.F. VITÓRIA DO FORTALEZA

729 03º28'02,6''

54º33'08,1''

4313 COM. SANTA FÉ DO CACHOEIRINHA

E.M.E.F. SANTA FÉ

736 03º23'29,2''

54º31'10,0''


Santarém:

1546 COM. PORTO NOVO

E.M.E.F. SÃO FRANCISCO

180 02º49'46,9''

54º19'37,7''

4111 COM. AMPARO – (menos de 50 eleitores)

E.M.E.F. CRISTO LIBERTADOR

689

(agr. na 434)

02º39'05,3''

54º47'09,3''



Belterra:

1872 COM. PRATA

E.M.E.F. SÃO FRANCISCO

225 02º53'39,2''

54º51'48,1''

3760 COM. SÃO RAIMUNDO DO TRACOÁ – (menos de 50 eleit)

E.M.E.F. STA. LUZIA

579

(agr. na 227)

02º42'26,0''

54º50'07,5''

O TJE cumpriu a meta 2 do CNJ?

Lúcio Flávio Pinto

Belém- Foi exemplar a sessão do Tribunal Pleno do TJE realizada em 9 de dezembro do ano passado, presentes 21 dos 30 desembargadores (os oito ausentes se justificaram e o ex-presidente, Milton Nobre, está licenciado por ter sido eleito membro do Conselho Nacional de Justiça, o primeiro representante do Pará no colegiado). Na abertura da sessão o presidente, desembargador Rômulo Nunes, entregou o certificado que o CNJ expediu para a desembargadora Vânia Lúcia de Azevedo da Silva, por ter atingido a Meta 2 do Conselho, que previa o julgamento de todos os processos em tramitação até 2005. Ao invés de se tornar festiva, consagrando o combate à lentidão da justiça no Brasil, a sessão passou a ser tomada por controvérsias.


Começou quando o desembargador Rômulo Nunes se referiu a um expediente da desembargadora Eliana Rita Abufaiad, comunicando a existência de apenas três processos da Meta 2 pendentes em seu gabinete. O primeiro teve a sua tramitação suspensa por solicitação das partes, visando a composição de um acordo, enquanto os dois últimos já tinham sido julgados, mas ainda havia o prazo para a interposição de eventuais recursos, explicou a magistrada.


Em seguida, a desembargadora Célia Regina de Lima Pinheiro disse que faria uma colocação “bem oportuna” em função da entrega do certificado à desembargadora Vânia Azevedo da Silva, por ter concluído os processos da Meta 2 em seu gabinete, e também sobre o ofício da desembargadora Abufaiad mostrando quantos processos ainda estavam pendentes de diligência ou alguma outra situação. Lembrou que provavelmente em setembro se manifestou naquele mesmo plenário “dizendo que do jeito que estava seria até inviável cumprir a Meta 2”.


Explicou ter saído de férias no dia 9 daquele mês e na semana do seu retorno foi avisada que estava chegando ao seu gabinete um processo de Meta 2. Reafirmou então o que anunciara: não iria jurar suspeição sobre processos de Meta 2, por isso ia ficar difícil cumpri-la: “Não devolvi nenhum processo. Fiquei com eles e os analisei, decidindo”. Por isso, considerava ter atingido a meta estabelecida pelo CNJ, porque o último processo que ainda dependia de julgamento no seu gabinete seria julgado naquela mesma sessão do Tribunal Pleno, o que a deixava muito feliz. No entanto, informou que acabara de receber dois novos processos da Meta 2, que lhe foram redistribuídos, sem que pudesse decidi-los de imediato, monocraticamente (sem depender dos seus pares de tribunal).


“Não estou aqui questionando, dizendo nada ao meu colega, que jurou suspeição nos dois processos, e por isso foram-me redistribuídos. Quero dizer a todos que não vou jurar suspeição, mas vou comunicar ao Conselho Nacional de Justiça”. A desembargadora disse que dava por cumprida a meta porque as normas legais não lhe permitiam jurar suspeição: “Meu dever é processar e julgar”. Lamentava, mas ressalvava: “não vai ser um certificado que vai me alterar em nada”. A existência dos dois processos nas estatísticas significaria “tão somente números”: “ninguém vai aferir e nem vai justificar na estatística quando eu recebi estes processos”.


A desembargadora Vânia Silva interveio para dizer que partilhava o mesmo sentimento da sua colega: estava alegre porque naquela mesma sessão era revisora do julgamento do último processo da desembargadora Brígida Gonçalves dos Santos de Meta 2, “que também veio por motivo de redistribuição, processo antigo, quando ela tinha quase que zerado”.


Foi a vez de o desembargador João Maroja falar para manifestar a impressão de que a Meta 2 “parece que veio para fazer constrangimento para todos nós”. Confessou ter dois processos. Pedira inclusão de pauta para um deles, ação penal contra um promotor de Justiça, que, só no Ministério Público, “passou um ano e dez meses para receber parecer”. O outro processo também era uma ação penal, desta vez contra uma promotora de justiça. Observou que “essa moça me tem criado mil embaraços no processo, só faltou arrolar testemunhas em Nova York para eu ouvir”.


Ressaltou ser essa “uma instrução que não posso absolutamente fazer de modo açodado sob pena de estar prejudicando o amplo direito de defesa. Só registro que o Conselho Nacional de Justiça coloque nesses termos, pressão em cima de nós e depois premia... Acho absolutamente dispensável esse prêmio do Conselho Nacional, porque eu cumpro a minha meta sem qualquer preocupação, é ponto número um celeridade no meu processo”.


Foi então a vez de a desembargadora Luzia Nadja do Nascimento se aliar à desembargadora Célia Regina em relação ao tema: na véspera também recebera um processo de Meta 2 por redistribuição e que, por estar em diligências, não podia ser julgado, embora sem estar parado. Por isso, não atenderia a meta, mas também não a violaria, porque ela não podia limitar a ação dos magistrados. Admitiu que a iniciativa do CNJ “veio com certeza pelo clamor da sociedade. Isto nós não podemos dizer que não foi, e que ela está tendo resultado, está sim, não podemos dizer de forma diferente. Contudo, o 2º grau não só fica restrito a decidir processos de Meta, ele recebe mandados de segurança, agravos, tem os processos dos idosos que têm prioridade, que tem que dar andamento. Quer dizer, a Meta é só um plus para nós do 2º grau”.


O desembargador Cláudio Montalvão pediu a palavra para reforçar a manifestação das colegas. Disse que se esforçou para cumprir a exigência do CNJ e que, finalizando seus julgamentos, igualmente recebeu um novo processo de Meta 2. “Fico realmente enojado e estou argüindo minha suspeição, sim, porque entendo que é fora de cabimento, deveria ter um meio; estes processos redistribuídos no mês de outubro ou novembro para o colega, deveria ter em escape, porque vão dizer que ele ficou, não cumpriu a Meta 2, mas não sabe que você exerceu um esforço tremendo para julgar todos, e de uma hora para outra chega um processo sem solução”. Assim, não se sentia à vontade “para julgar um processo da Meta 2 em dezembro”, quando estava cumprindo a sua parte.


A desembargadora Albanira Bemerguy também decidiu se manifestar, “embora eu sinta que é pregar no deserto, mas continuo pregando no deserto, não tem problema”. Sua opinião era de que “estamos andando em círculos”. Em conversa com a corregedora de justiça disse que ninguém devia ser penalizado. Em primeiro lugar porque esses processos constituíam “’herança maldita’, que nós chamamos porque houve desembargador que deixou dois mil processos, se aposentou belo e faceiro e bonitinho”, transferindo o ônus aos colegas que permaneceram na ativa. Mas não citou o nome do magistrado relapso, que acumulou tantos processos sem julgá-los.


A ex-presidente do TJE disse não ser contra a iniciativa do CNJ, mas destacou que o judiciário precisa ter condições “para cumprir essas exigências, essas demandas, essas metas que estão sacrificando magistrados e servidores: é depressão, é estresse, tudo mais”. Exemplificou que o judiciário paraense vai poder contratar mais 50 juízes, quando precisaria de 200 para dar conta de tantas e tão complexas questões, como as fundiárias e as ambientais. Foi autorizada a contratação de apenas um psiquiatra para atender milhares de necessitados, quando a demanda requeria muito mais.


No entanto, só era destacada a cobrança, sem as medidas de apoio para atender o serviço. “Quer dizer: ganham marketing, parece que estão resolvendo o problema da justiça do Brasil, mas não estão, ao contrário, estão penalizando injustamente magistrados que não têm mais a quem recorrer”


O desembargador Leonam Gondim Júnior informou que, consultando os arquivos do dia em relação à semana anterior, constatou que os processos pendentes no judiciário do Pará haviam baixado de 230 para 166. Não sabia dizer “como é esse critério de baixa, e já me disseram que só vale quando transita em julgado”. Discordou, argumentando que há recursos “que não dependem de mim”, e que ainda estavam tramitando em seu gabinete 15 processos (quase 10% do total), embora estivesse redobrando suas jornadas de trabalho (na véspera, dormira apenas quatro horas – reclamou).


A desembargadora Maria do Carmo Araújo e Silva anunciou que também não iria cumprir a meta, “porque os processos ficam dependentes de recursos e há processos em diligências, mas na minha sala não tenho mais nenhum”. Estava trazendo o último para julgamento naquele dia. Mas recebeu uns 15 dias antes “um processo de 17 volumes, é um problema sério. A desembargadora Célia Regina está reclamando e já não posso mais nem reclamar porque é muito complicado”.


E assim a sessão chegou ao fim. Mas não a Meta 2.

Ana Júlia sela paz com Bernadete. Puty sai antes de abril.

Do Espaço Aberto:

A governadora Ana Júlia prometeu neste sábado, durante café da manhã com a deputada estadual Bernadete ten Caten (PT) indicar o nome que a parlamentar escolher para ocupar a superintendência do Incra em Marabá.

A informação foi prestada há pouco pela professora Edilza Fontes, ex-secretária da Escola de Governo do Pará (EGP), durante entrevista de duas horas ao programa Jogo Aberto, da Rádio Tabajara.
Edilza informou mais. Disse que o coordenador da campanha de reeleição de Ana Júlia já está escolhido: será o presidente regional do partido, João Batista da Silva. A ex-diretora da EGP adiantou ainda que todos os secretários de Estado com pretensões eleitorais sairão do governo antes de abril, prazo fatal para as desincompatibilizações. Essa situação alcançará inclusive o chefe da Casa Civil, Cláudio Puty, pré-candidato a deputado federal pela DS (Democracia Socialista), tendência a que pertence a governadora.

O entendimento entre Ana Júlia e Bernadete ten Caten ameniza, pelo menos por enquanto, a crise aberta com a revelação, pelo Diário do Pará, do teor de uma carta que a deputada enviou à DS e à direção do partido. A carta continha um ultimato: ou a tendência da parlamentar, a PT Pra Valer, teria o direito de indicar o novo superintendente do Incra em Marabá ou então ela, Bernadete, disputaria prévias com a governadora Ana Júlia, para que o partido escolhesse quem, dentre elas duas, concorreria à eleição de outubro.

Bernadete e o deputado federal Zé Geraldo, também da PT Pra Valer, ficaram revoltados desde que, na semana passada, 17 prefeitos da região sul do Pará foram até o Palácio dos Despachos, para um encontro com a governadora e com Puty. Os gestores estiveram acompanhados de Raimundo Oliveira, atual superintendente do Incra em Marabá, indicado para o cargo pelo grupo da deputada.

Bernadete e Zé Geraldo, que dizem não ter sido convidados para o encontro, sentiram, exalando da reunião em palácio, o cheio de articulações eleitorais para favorecer a pré-candidatura de Puty. E tanto é assim que o encontro teria servido para confirmar a pré-candidatura de Raimundo Oliveira a deputado estadual, em dobradinha com Puty.

Edilza considerou uma vitória do partido o fato de Ana Júlia ter sentado com Bernadete para ouvi-la pessoalmente sobre suas queixas e reivindicações. “É por isso que eu tenho orgulho desse partido”, disse a professora, referindo-se ao PT.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Flávio Barros diz que time não está bem fisicamente

O treinador Flávio Barros comentou, após o jogo, que o São Raimundo apresentou um futebol vibrante contra o Águia, mesmo com o empate de 1 x 1.
'A nossa equipe foi guerreira, com os jogadores com moral elevado, atuando em velocidade, mas reconheço que faltou preparo físico para matar a partida", afirmou técnico alvinegro.
Barros lamentou os gols perdidos por Michel em jogadas de contra-ataque. "Não culpo o Michel, ele é um excelente jogafor, mas faltou preparo físico para a equipe. Os jogadores não estão bem condicionados, é visível o cansaço, sofremos a pressão do adversário e cedemos o gol", lamentou.

Labilá reclama de Michel

O goleiro Labilá, que foi um dos detaques do jogo contra o Águia, a exemplo do meia Beto, criticou o meia-atacante Michel pelos dois gols perdidos cara a cara com o goleiro Alan.

Pantera enfrenta Cametá

O próximo jogo do Pantera será contra o Cametá, em Cametá.
Depois o time regressa a Santarém para o enfrentar o Botafogo pela Copa do Brasil.

Águia 1 x 1 São Raimundo: jogo encerrado

Águia empata aos 45 minutos

Daniel, camisa 5, de cabeça.
Águia 1 x 1 São Raimundo.

Águia 0 x 1 São Raimundo. 42 minutos do segundo tempo.

Daniel recebe cartão amarelo por falta cometida em Tarta, atacante do São Raimundo.

Torcida do Águia pede a saída do ténico João Galvão. Protestos nas arquibancadas.

Águia continua pressionando em busca do empate. Mais um escanteio contra o São Raimundo.

Águia 0 x 1 São Raimundo. 37 minutos do segundo tempo

Jarles, atacante do Águia, desperdiçou boas chances de gol para o Águia, no segundo tempo.
Marcelo Pitbul, do Pantera, se destaca com os lançamento para os contra-ataques que levam perigo ao gol de Alan.
Mais um escanteio para o Águia.
Pressão total do ataque marabaense.

Águia 0 x 1 São Raimundo. 31 minutos do segundo tempo

Michel desperdiça um gol, ao tocar a bola por cima da trave.
No contra-ataque, o Águia quase empata.
Em outro contra-ataque, Michel perdeu novamente o gol.
Tarta acaba de substituir Michel.

Radio Rural corta retransmissão do jogo do São Raimundo

Sem qualquer aviso prévio, a direção da Rádio Rural cortou a retransmissão que a emissora fazia do jogo Águia x São Raimundo.

Quando transcorriam 20 minutos do primeiro tempo, o som da Rádio Clube foi desconectado para a transmissão de uma missa.

Um desrespeito com o ouvinte da emissora.

Águia pressiona São Raimundo aos 23 minutos do segundo tempo

O São Raimundo continua a frente do marcador em Marabá. 1 x 0.
Mas no segundo tempo, a equipe Marabaense é quem teve as melhores chances de gol, evitadas pela excelente atuação do goleiro Marabá e a presença de Filho na zaga.
O Águia já obteve quatro escanteios no jogo, contra nenhum do São Raimundo.

Águia 0 x 1 São Raimundo. 12 minutos do segundo tempo

Mudança no São Raimundo

Tiago Neiva substituiu Branco, autor do gol do Pantera.

Labilá se destaca contra o Águia

O goleiro Labilá é o destaque do São Raimundo.
O jogo está com 10 minutos do segundo tempo.
Labilá salvou dois gols praticamente certos no primeiro tempo.
No início do segundo tempo Labilá salvou mais uma vez o Pantera. E aos 9 minutos espalmou para escanteio um chute forte do ataque do time marabaense.
O Águia tem mais volume de jogo, mas o Pantera joga no contra-ataque, esquema 3-5-2 montado pelo novo técnico Flávio Barros.

Começa o segundo tempo. Águia 0 x 1 São Raimundo

De virada, Paissandu derrota Ananindeua

Do Blog do Gerson Nogueira:


Apesar de grandes dificuldades ao longo do segundo tempo, o Paissandu conseguiu sua segunda vitória no campeonato, derrotando o Ananindeua por 2 a 1, de virada, na tarde deste sábado, na Curuzu. Depois de um primeiro tempo em que alternou boas manobras de ataque com descuidos na marcação, o time de Barbieri voltou do intervalo sem grandes novidades na distribuição em campo. Jênison era o mais ativo, buscando jogadas com Moisés e Zé Augusto, que entrou no lugar de Bruno Rangel.

O Ananindeua buscava os contra-ataques e sempre chegava com perigo. Aos 18 minutos, nasceu o primeiro gol, em cruzamento que Junior Belém desviou para as redes de Fávaro. O Paissandu entrou em desespero com as cobranças da torcida e o Ananindeua continuou a ameaçar. Jênison foi substituído por Luciano Dias e a equipe foi toda ao ataque buscar o empate, até que, aos 37 minutos, em meio a uma confusão na área, Moisés empatou a partida. Cinco minutos depois, escorando cruzamento de Zé Augusto, Luciano Dias desempatou.

Encerrado primeiro tempo: Águia 0 x 1 São Raimundo

Águia 0 x 1 São Raimundo. Branco, aos 26 minutos do 1o. tempo

26 minutos do primeiro tempo.
Águia 0 x 1 São Raimundo.
Branco marcou o gol do Pantera, em jogada de contra-ataque.

Águia 0 x O São Raimundo - 13 minutos do 1o. tempo

Acompanhe: Águia x São Raimundo, aqui no Blog do Estado a partir de 19 horas

O Blog do Estado acompanha a terceira partida do Sáo Raimundo na primeira fase do campeonato paraense, contra o Águia, em Marabá, a partir de 19 horas.

Será o jogo dos lanternas.

Ficha do jogo

Águia - Alan, Victor Ferraz, Edkléber, Charles e Aldivan; Daniel, Analdo, Soares e Thiago Marabá; Garrinchinha e Jales.
Técnico: João Galvão
São Raimundo -Labilá, Leandrinho, Filho, Marabá e João Pedro; Beto, Marcelo Pitbull, Michell e Thiago Neiva; Branco e Del Curuçá.
Técnico: Flávio Barros
Local: Zinho de Oliveira (Marabá)
Horário: 19 horas
Ingressos: R$ 10 e R$ 15
Árbitro: Fernando José de Castro Rodrigues
Assistentes: Heronildo Sebastião Freitas da Silva e Manoel Cardoso Santos
Regra-três: José Lima de Carvalho

Portal da Record dá destaque a Alter do Chão


Política paraense: Tudo no leilão

Lúcio Flávio Pinto

Como das vezes anteriores, tudo indica que a eleição deste ano será disputada em dois pólos: pelos que exercem o poder agora e pelos que o exerceram ontem. Uma “terceira via”, como a anunciada pelo ex-governador Almir Gabriel, não passa de fantasia. Ou fraude.

Como acontece há vários anos, a menos de três meses do encerramento do prazo para o registro das candidaturas e a nove meses do 1º turno da eleição, o eleitor paraense tateia para identificar as tendências do processo eleitoral no Estado. Há um único pré-candidato, sacramentado no final do ano passado: o economista Simão Jatene, do PSDB, que já foi governador. Seu nome foi aprovado numa prévia partidária, que devia eliminar qualquer possibilidade de divergência através de consenso na cúpula dos tucanos, que detestam bola dividida. Aparentemente, essa unidade foi conseguida porque o único concorrente, o senador Mário Couto, desistiu e compôs com seu ex-quase adversário.

A desistência de Couto foi interpretada como uma traição pelo seu padrinho, Almir Gabriel, que jurava não pensar mais em voltar ao centro do ringue (apenas não queria que Jatene ficasse sob os holofotes). É pouco provável que o ex-governador venha a bater chapas com Jatene na convenção do PSDB, em abril. Não tem correligionários suficientes para isso. Mas desde o acordo de Mário Couto, Almir abandonou de vez seu domicílio no litoral de São Paulo, restabeleceu sua base física em Belém e tem concentrado sua bateria de ataques na direção daquele que era seu mais íntimo colaborador e amigo até recentemente. Essa metralhadora giratória tem feito estragos. Inclusive ao atirador, que, nesse ponto, repete a inusitada imperícia do seu novo desafeto, que fisgou o próprio olho numa de suas tantas pescarias pelo interior.

Dentre as várias denúncias que Almir tornou públicas, uma é de maior gravidade. Em outras circunstâncias, teria se transformado em escândalo. Disse que Jatene sempre foi um elemento de confiança da antiga Companhia Vale do Rio Doce, tanto durante os oito anos como o principal secretário na gestão de Almir como nos quatro anos seguintes, quando o sucedeu no trono do poder executivo estadual. Nenhuma novidade até aí, exceto a tentativa do ex-governador de se isentar de responsabilidade nessa parceria.

De fato, as principais negociações em torno do imenso contencioso entre a empresa e o Estado foram tratadas com (e por) Jatene. O governador, fiel ao seu estilo trombudo, com humor sujeito a súbitas mudanças dos ventos, permanecia na retaguarda. Ora aplaudia, ora criticava. Mas era sempre quem decidia. Em algumas situações forçou a Vale a ceder-lhe o que exigia. Em outras, quem cedeu foi ele. A moeda de troca nem sempre foi só – nem principalmente – a causa pública. Por isso, o melhor cenário para essas relações sempre foi mais o gabinete do que o palanque ou a praça. Se as paredes falassem, falariam muito mais do que o agora irado Almir.

Desta vez ele foi muito mais longe: insinuou que a Vale deu dinheiro não contabilizado a Jatene para a campanha na qual ele se elegeu, em 2002, contando para isso com o total apoio do então governador no cargo, no qual fazia questão de tudo saber e agora, por conveniência, adotou o cacoete celebrizado do presidente Lula, de nada saber. Continuando na denúncia, sugeriu que a Vale, a maior empresa privada do Brasil, pode ter contratado Jatene como assessor quando ele entregou o cargo de governador a Ana Júlia Carepa, do PT, em 2006, e não ao seu padrinho fiduciário, que tentou voltar à chefia do executivo estadual pela terceira vez e acabou derrotado.

Foi só uma insinuação, sem provas e sem rastros. As duas jornalistas que atenderam ao chamado do ex-governador e foram entrevistá-lo, na verdade, quase só o ouviram (Rita Soares, do Diário do Pará, e Ana Célia Pinheiro, do blog A Perereca da Vizinha, não puderam gravar a conversa; Ronaldo Brasiliense, de O Liberal, o terceiro convidado, desta vez não atendeu à convocação e o jornal dos Maiorana nada divulgou a respeito).

Foi o bastante, porém, para que a cidade fosse inundada por comentários e afirmativas sobre a relação contratual entre a Vale e Jatene, imaginada e “vocalizada” (como gostam de dizer tucanos e petistas), mas ainda sem provas. Mesmo que elas não surjam e o também ex-governador, na volta de mais férias no exterior, desfaça a onda de veneno, que pode prejudicar muito a sua candidatura, com quem contaria Almir Gabriel para abrir uma “terceira via” no processo eleitoral paraense, há muitos anos marcadamente bipolar (tanto no seu sentido ideológico quanto, talvez, psicológico)?

Dentro do seu próprio partido ele não tem mais liderança capaz de ameaçar a confirmação de Jatene, o preferido da maioria. Precisou ir atrás de reforço em outra freguesia. Diz já ter sido contatado por dois partidos, sem nominá-los. Atacando raivosamente uma prevenção suposta contra sua idade (77 anos), que só ele considera como a causa da campanha contra seu nome dentro do PSDB, garante estar em plena forma: seu baú de idéias conteria 120 projetos para desenvolver o Pará, um terço dos quais inteiramente novos, que ele concebeu à beira-mar, em Bertioga, indiferente aos apelos das orquídeas pela atenção tantas vezes prometida – e outras tantas ignorada.

Enquanto essa cascata de “projetos estruturantes” não desaba, o aríete para romper a competição em dois blocos políticos seria o combate à antiga CVRD, que é um Estado dentro do Estado. Nessa investida, é mais provável que, ao invés de voltar ao inquilinato no Palácio dos Despachos, na avenida Augusto Montenegro, o doutor Almir se torne personagem de um Cervantes nada adaptado aos tempos atuais. Quem pode peitar a Vale, que no Pará faz e acontece e não está nem aí para saber se no Bernardino aparece?

Jader Barbalho podia ser o Sancho Pança, capaz de aceitar o importante papel de coadjuvante, já que, contra todas as suas declarações, o sonho que ainda parece embalar o doutor Almir é se tornar o único cidadão eleito três vezes para governar o Pará? Por falta de sedução é que não deixará de ser. Na conversa com as repórteres, ele não poupou elogios àquele que se tornou a primeira causa do seu atrito com o pupilo até então querido. Justamente quando Jatene se aproximou de Jader para a aliança, que agora é a chave para a “terceira via”, Almir começou a destilar mágoa e o tratamento dispensado ao até então amigo do peito passou a ser característico dos inimigos.

Esse passado tão recente foi apagado e na memória foi inscrita a revelação, feita às repórteres, de que Almir sempre foi eleitor de Jader até que seus caminhos se dissociaram, quando o PSDB veio ao mundo da casca do PMDB (ou do útero). A partir desse momento, com a decisiva participação do doutor Almir e do seu ninho de tucanos, Jader passou a ser a expressão de todos os males do Pará, o Judas a ser malhado em todas as eleições, o boi de piranha para a passagem de outras manadas, não muito diferenciadas do bando que, sob a liderança do ex-ministro, andou pilhando o Estado e circunvizinhanças, mais ou menos próximas.

A posição de liderança de Almir Gabriel já não tem a solidez necessária para ancorar a inauguração da pluralidade político-eleitoral, tão ansiada e tão frustrada no Pará. Não só porque Jader Barbalho e outros cardeais menos votados o conhecem muito bem. É também porque, como quase todos os demais, por vias diversas, raramente assumindo de público essa condição, os políticos comem na mão da Vale (e de outras empresas menos capitalizadas e assediadas). Há um ambiente de expectativas e de necessidades favorável ao surgimento de uma candidatura que não seja a derivada do exercício presente do poder, ou remanescente do poder que foi destronado. O que não há é o cimento para consolidar essa ânsia. O Pará se tornou uma bacia das almas de lideranças.

Por isso, enquanto não surge um terreno propício à pastagem de uma zebra eleitoral, as especulações são feitas em torno da composição dos dois campos litigantes. Por enquanto, um é o da governadora Ana Júlia Carepa, em busca da reeleição. Outro é do ex-governador Simão Jatene, atrás do qual os tucanos tentam retornar ao domínio das rédeas, que foram suas durante 12 anos seguidos, sem mudar a substância da condição do Pará.

Em seus três anos de mandato, Ana Júlia também não cumpriu suas promessas. Seus principais “projetos estruturantes” são federais, comandados por Brasília, que nunca teve bons ouvidos para os clamores paraenses (e amazônicos). Se a União cumprir o cronograma físico-financeiro do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e tiver verbas para o assistencialismo lateral de massa, a governadora terá o que inaugurar, indo de um ponto a outro do Estado (ela tem zanzado, sim, mas com pouca produtividade), e não apenas uma rotatória em Belém (sucessora melhorada do túnel subaquático e do tobogã de carro em fila única da administração petista em Belém do também arquiteto Edmilson Rodrigues).

Será o suficiente para tirar a governadora do limbo da alta rejeição, talvez até maior do que a de Jader Barbalho, na qual ela ainda se encontra? É possível que sim, mas não há certeza. De olho no próprio medidor de rejeição, Jader já decidiu: decisão, só no mais tardar que for possível. O tempo é, mais uma vez, o seu maior aliado, qualquer que venha a ser a definição que dará através do PMDB. Se Almir Gabriel já considera não só possível, mas salutar, um encontro com o anhanga de ontem, para Jader não há incompatibilidades de agenda. Ele pode conversar com qualquer um, principalmente por ser procurado para esses encontros. Por conseqüência, pode fazer acordo com quem quiser. Ou não fazer acordo.

Daí tantas especulações sobre quem vai formar com quem. Se o PTB de Duciomar Costa fornecerá o candidato a vice-governador ou ele sairá do aliado PR. Se o prefeito de Belém, contra todas as aparências, comporá com o deputado federal Jader Barbalho, numa nova aliança, ou ambos enlaçados ao PT. Ou se Jader estará ao lado de Jatene ou se formará um novo velho pólo, com um peemedebista na cabeça de chapa. Nessa algaravia de hipóteses, o que não conta é as divisões ideológicas, as divergências políticas, as desavindas visões de mundo, que simplesmente inexistem. Uma verdade axiomática de ontem some hoje. E vice-versa: o impensável se materializa de súbito. O absurdo se torna racional. Tudo pode mudar. Menos o Pará.

Manchetes de O Estado do Tapajós

A edição deste sábado do jornal O Estado do Tapajós tem as seguintes manchetes:

Doação de gado a quilombolas cria tensão com produtores na várzea

Falta de albergue e violência a presos podem 'explodir' Cucurunã

Técnico Lúcio Santarém abre o jogo e critica diretoria do São Raimundo

Jailson e Nal dos Correios formam chapa em Mouí dos Campos

Confira as secções eleitores de Mojuí para eleição de 28 de março

Poço da Cosanpa está concluído, mas não funciona na Nova República

Santarém recebe peça teatral Parésqui

Restaurante popular tem até 30 de abril para ser entregue

Justiça suspende exploração de Flona no Trombetas

Pará é pioneiro a adotar sistema de regularização fundiária

Sem catraca eletrônica, ônibus do interior pegam passageiros na zona urbana

Prefeitura divulga programação do carnaval

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Barbalhão: Câmeras de segurança poderiam ter sido instaladas desde dezembro

Hoje de manhã, a empresa contratada para instalar câmeras de filmagem no estádio Barbalhão começou a executar o serviço.

Mas, apesar do esforço, não há como negar que a providência poderia ter sido tomada ainda no ano passado.

E não me venham com a estória de que a Prefeitura de Santarém não dispunha de dinheiro em caixa para bancar o serviço.

Os 10% cobrados como taxa de administração do estádio rendeu à PMS cerca de 30 mil reais somente na decisão do título da série D, dinheiro que, ao invés de ser usado para melhorar a segurança do estádio, foi doado ao São Raimundo.

O custo das câmeras é também de 30 mi reais.

Entenderam?

Dinheiro tinha, faltou foi planejamento e vontade de fazer.

EScola de música abre inscrições em Santarém

A Escola de Música Maestro Wilson Fonseca abriu inscrições para novos alunos, a partir de cinco anos de idade. Neste primeiro semestre, 150 vagas estão sendo ofertadas.

Há cursos para musicalização baby, musicalização infantil, musicalização jovem e musicalização para adultos. As inscrições podem ser feitas na Casa de Cultura de Santarém, até amanhã.

Os alunos ganham muito mais que ritmo, cadência e afinação: acabam se tornando apreciadores da arte. Aproveitam e utilizam para os outros segmentos da vida todos os ensinamentos e benefícios que a música promove, como a socialização, o raciocínio lógico, a sensibilidade e a disciplina, entre tantos outros.

A escola foi idealizada e é dirigida pelo Maestro José Agostinho da Fonseca Neto, o Tinho.(Bog da Franssi)

Lei do tempo de espera em fila de bancos é letra morta em Santarém

CILÍCIA FERREIRA
REPÓRTER


A lei municipal que determina o tempo máximo de 30 minutos de espera nos dias normais e 45 nos dias de pagamento não vem sendo cumprida como deveria. Em Santarém, o tempo de espera, na maioria das vezes, supera o prazo determinado. O PROCON municipal que deveria fiscalizar o cumprimento da lei, alega que não dispõe de pessoal suficiente para efetuar blitzes nas agências bancárias e , depois de quase cinco anos de vigência da lei, aplicou apenas três notificações.

Nos dias de pico referentes aos pagamentos de aposentados e servidores públicos é um sacrifício ficar horas na fila do banco. Mas isso ainda acontece com muita freqüência. Basta chegar os primeiros dias do mês para que os bancos inchem e, as filas intermináveis apareçam.
Ademar Costa, gerente do Banpará, diz que o banco tem cumprido a lei na medida do possível. Mas que nos dias de pagamentos dos servidores estaduais e aposentados o banco recebe um número elevado de pessoas. Segundo o gerente, o banco tem montado estratégias para diminuir a insatisfação do usuário. Ele informa que os 4 pontos do banco espalhados pela cidade é uma dessas estratégias.

O vereador Valdir Matias, autor da lei, diz que a os bancos já se adequaram a algumas normas da lei como senha eletrônica, ter a cópia da lei exposta em local de fácil visibilidade, mas em relação ao tempo de espera, ele diz que o órgão responsável em fazer a fiscalização é o PROCON, o órgão de defesa do consumidor pode agir mediante denúncias ou de forma espontânea. "O PROCON é pró - ativo e pode fazer esse trabalho", explicou o vereador.

Valdir Matias considera que, depois de quase cinco anos da lei, os serviços prestados pelos bancos melhorou consideravelmente.

PROCON NÃO FISCALIZA POR TER PESSOAL REDUZIDO

Walter Murilo Colares, fiscal do PROCON, informa que em relação à fiscalização por conta do órgão é "humanamente impossível", porque o PROCON não conta com efetivo suficiente para fiscalizar e realizar a assistência jurídica necessária ao consumidor.

Segundo Walter, o PROCON tem apenas 2 fiscais, que além da função oficial, ainda dão assistência como advogados e atendentes. De acordo com dados do PROCON, no ano passado foram 1395 atendimentos protocolados, sendo que só 194 encaminhados ao juizado, ou seja, os demais foram resolvidos pelo PROCON mesmo. Walter expõe esses dados para mostrar que não tem como dar atenção às duas ações, ou atende o consumidor quando o órgão é solicitado, ou faz somente fiscalizações. "Uma deixa a outra vulnerável", comentou.

Em relação às reclamações referentes à lei, o fiscal diz que o órgão foi procurado no início da sanção da lei, mas não tem dados precisos. "Acredito que foram uns três protocolados", diz Walter.

Segundo o PROCON, foi feito um trabalho de sensibilização junto à população e aos bancos, foi realizada, reunião com os gerentes das agências.

Em avaliação Walter diz que os bancos melhoraram o atendimento, mas não dá para se alcançar a satisfação total do usuário. Explicou que os Bancos Real, Itaú, HSBC, reduziram consideravelmente o tempo nas filas. Já o Banco do Brasil, Caixa e Bradesco por serem os bancos com maior demanda têm maior dificuldade em cumprir a lei. Mas ainda assim, o PROCON tem recebido reclamações por conta do tempo de espera nas filas dos bancos.

Avião da Piquiatuba que caiu em Sendor José Porfírio tinha 32 anos de uso

O Major Aviador Marcelo Honorato, do Primeiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa I), sediado em Belém, está em Santarém desde ontem fazendo uma rigorosa investigação na empresa Piquiatuba Táxi Aéreo, contratada pela Uiraçu Turismo para fazer o transporte do presidente do Grupo Reicon, Luiz Rebello Neto, diretoria e alto escalão da área de Madeira e Energia do Grupo Andrade Gutierrez.

O avião Embraer 110 Bandeirante da Piaquiatuba foi fabricado pela Empresa Brasileira de Aeronáutica S/A em 1978. Tinha 32 anos de vida útil.

Os oficiais do Seripa I vão continuar investigando relatórios da empresa, documentos diversos que falam sobre a manutenção da aeronave, escalas técnicas, escalas operacionais, e outros.

Ex-juiz de Almeirim é aposentado compulsoriamente pelo CNJ

O juiz Alan Rodrigues Campos Meireles foi nomeado juiz da comarca do município de Almeirim, em 2006. Em 2008, ele foi afastado da função, após o TJ ter instaurado processo administrativo para apurar denúncias de que o então magistrado teria cometido diversas irregularidades no exercício da função. Após 90 dias de investigação interna, a conclusão do processo foi de que o Meireles descumpria as regras processuais, determinou a apreensão de veículos irregularmente e não encaminhava as armas apreendidas em operações policiais ao Exército.

Em dezembro de 2008, o Pleno do TJ/PA decidiu por maioria de votos pela aposentadoria compulsória, como prevê a Lei Orgânica da Magistratura. No entanto, em dezembro de 2009, após o juiz pedir revisão do processo, o pleno converteu a medida apenas para remoção compulsória para outra comarca, aprovando a reintegração do juiz ao Judiciário.

A justificativa para manter Alan Meireles no sistema judiciário do Pará era de que os fatos cometidos pelo juiz não eram graves, mas o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) manteve a aposentadoria compulsória .

Çairé, mais um jogo de empurra

Há dois anos, a prefeita Maria do Carmo e a governadora Ana Júlia eram só sorrisos na abertira da festa do Çairé, em Alter-do-Chão.

De tão afinada, a dupla prometeu que o governo do estado iria construir um lago dos botos definitivo - que o povo chama de çairódromo - para a apresentação do festival disputado elo Cor de Rosa e Tucuxi.

Dois anos se passaram e a promessa não foi cumprida. E pelo visto, não será cumprida este ano.

Questionada, a prefeita tirou o corpo fora e diz que quem fez a promessa foi feita apenas pela governadora Ana Júlia.

Mui amiga!