Do Diário do Pará:
Uma fonte ligada ao empresariado do município de Paragominas informou ontem que a empresa Suzano Papel e Celulose S/A (Suzano) vai apenas comprar madeira a ser extraída no Pará, nas terras da Vale, e enviar toda a produção ao Estado do Maranhão, que receberá investimentos de US$ 200 milhões para a implantação de uma fábrica de papel e celulose. Executivos da Suzano estarão reunidos com o governo do Estado do Pará no dia 14 de agosto para discutir a possibilidade de implantação de uma nova fábrica. Porém, só em 2015. O projeto de expansão da empresa Suzano, que deverá expandir a atual produção de 4,3 milhões de toneladas para 7,2 milhões de toneladas de papel e celulose por ano, consiste na construção de três novas unidades produtivas. A primeira delas - já definida - será no Estado do Piauí a partir deste ano. A segunda unidade estava indefinida: Pará e Maranhão lutavam pela implantação.
sábado, 26 de julho de 2008
Áudio do debate está na web
Quem quiser ouvir o debate entre os três candidatos a prefeito de Santarém, realizado ontem de manhã pela Rádio Rural, pode acessar www.radioruraldesantarem.com.br
Lira Maia, Joaquim Hamad e professor Márcio debateram temas de importância para Santarém e responderam perguntas dos ouvintes.
A candidata Maria do Carmo, alegando incompatibilidade de agenda, não compareceu ao debate.
Lira Maia, Joaquim Hamad e professor Márcio debateram temas de importância para Santarém e responderam perguntas dos ouvintes.
A candidata Maria do Carmo, alegando incompatibilidade de agenda, não compareceu ao debate.
Manchetes deste sábado de O Estado do Tapajós
Maria faltou ao debate da Rádio Rural
Compra de votos é alvo de campanha
Futuro da Alcoa pode estar no Pará
Feijoada tem aumento de 50% no preço
Cada carteiro entrega mil cartas por dia
Excesso de cargas nas embarcações preocupa passageiros
Menor violetada pelo pai teve que ser internada
Compra de votos é alvo de campanha
Futuro da Alcoa pode estar no Pará
Feijoada tem aumento de 50% no preço
Cada carteiro entrega mil cartas por dia
Excesso de cargas nas embarcações preocupa passageiros
Menor violetada pelo pai teve que ser internada
sexta-feira, 25 de julho de 2008
A melhor mina e o pior trabalho
Lúcio Flávio Pinto, na mais nova edição do Jornal Pessoal, que já está nas bancas de Belém:
O Ministério Público do Trabalho de Marabá deverá ajuizar uma ação civil pública para apurar o acidente que matou um trabalhador na mina de Carajás, em Parauapebas, no sul do Pará, há um ano. Entre 3 e 4 horas da madrugada de 28 de julho de 2007 o auxiliar de serviços Thiago Santos Cardozo, de 20 anos, foi esmagado por um caminhão de 140 toneladas, que operava na jazida N4 Norte, onde a Companhia Vale do Rio Doce produz minério de ferro.
O inquérito instaurado já está em fase de conclusão e fornecerá os elementos para o Ministério Público propor a ação na justiça. A demora deve-se ao reduzido número de procuradores, atualmente três, atuando numa área com demanda explosiva. Há também uma resolução do Conselho Superior do Ministério Público do Trabalho que recomenda a conversão de todas as representações e procedimentos preparatórios antigos em inquérito civil, arquivando-os ou ajuizando a ação devida, de acordo com o que for apurado na análise.
Um dos pontos principais em relação a Carajás é a excessiva terceirização das atividades na mineração, que tem dado causa a acidentes e reclamações dos trabalhadores. Há mais dois acidentes com mortes em Carajás que o MPT de Marabá está apurando. Duas varas da justiça trabalhista já foram instaladas em Parauapebas, mas as reclamações contra as condições de trabalho em Carajás, que já passaram de oito mil, sobrecarregam a tramitação dos processos. Das 23 mil empregadas na produção de minério em Carajás, apenas 10% são contratadas pela Vale. A empreitada e subempreitada se disseminaram tanto que possibilitam acidentes, como o que vitimou Thiago Cardoso, um raro nativo de Marabá, a mais importante cidade na área de influência de Carajás.
Ele estava na hora errada, no lugar errado, numa relação de emprego errada e o caminhão que o esmagou procedia erradamente ao não contar com câmera e luz traseira. Essa é uma realidade que enodoa uma das maiores minas de ferro do planeta e sua proprietária globalizada. Mas parece-se mais a um cenário de dois séculos atrás em matéria de relação trabalhista.
O Ministério Público do Trabalho de Marabá deverá ajuizar uma ação civil pública para apurar o acidente que matou um trabalhador na mina de Carajás, em Parauapebas, no sul do Pará, há um ano. Entre 3 e 4 horas da madrugada de 28 de julho de 2007 o auxiliar de serviços Thiago Santos Cardozo, de 20 anos, foi esmagado por um caminhão de 140 toneladas, que operava na jazida N4 Norte, onde a Companhia Vale do Rio Doce produz minério de ferro.
O inquérito instaurado já está em fase de conclusão e fornecerá os elementos para o Ministério Público propor a ação na justiça. A demora deve-se ao reduzido número de procuradores, atualmente três, atuando numa área com demanda explosiva. Há também uma resolução do Conselho Superior do Ministério Público do Trabalho que recomenda a conversão de todas as representações e procedimentos preparatórios antigos em inquérito civil, arquivando-os ou ajuizando a ação devida, de acordo com o que for apurado na análise.
Um dos pontos principais em relação a Carajás é a excessiva terceirização das atividades na mineração, que tem dado causa a acidentes e reclamações dos trabalhadores. Há mais dois acidentes com mortes em Carajás que o MPT de Marabá está apurando. Duas varas da justiça trabalhista já foram instaladas em Parauapebas, mas as reclamações contra as condições de trabalho em Carajás, que já passaram de oito mil, sobrecarregam a tramitação dos processos. Das 23 mil empregadas na produção de minério em Carajás, apenas 10% são contratadas pela Vale. A empreitada e subempreitada se disseminaram tanto que possibilitam acidentes, como o que vitimou Thiago Cardoso, um raro nativo de Marabá, a mais importante cidade na área de influência de Carajás.
Ele estava na hora errada, no lugar errado, numa relação de emprego errada e o caminhão que o esmagou procedia erradamente ao não contar com câmera e luz traseira. Essa é uma realidade que enodoa uma das maiores minas de ferro do planeta e sua proprietária globalizada. Mas parece-se mais a um cenário de dois séculos atrás em matéria de relação trabalhista.
Mudança em O Estado do Tapajós
Desde quinta-feira, dia 24 de julho, o jornalista Miguel Oliveira se afastou do cargo de editor-chefe de O Estado do Tapajós.
Em seu lugar assume a função a jornalista Adriana Lins.
Miguel Oliveira vai atuar como coordenador de comunicação da campanha do candidato Lira Maia.
Em seu lugar assume a função a jornalista Adriana Lins.
Miguel Oliveira vai atuar como coordenador de comunicação da campanha do candidato Lira Maia.
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Qualquer semelhança...
Campanha caolha de entidades e igrejas prega apenas a rejeição de candidatos com processos na justiça, mesmo que não haja sentença transitado em julgado, mas não dá um único conselho ao eleitor para que este rejeite nas urnas aqueles candidatos que compram voto e usam a máquina administrativa para desequlibrar o pleito eleitoral.
...Não é mera coincidência
Hoje de manhã, no bairro do Santissimo, houve equipe de limpeza e capinação atuando com seis meses de atraso. É a primeira vez no ano que os moradores viram gente da Seminf trabalhando por lá.
A limpeza foi frenética, tal qual a presença nesses ruas de carro de propaganda eleitoral volante.
A limpeza foi frenética, tal qual a presença nesses ruas de carro de propaganda eleitoral volante.
Acusados de homicídio absolvidos em júri popular
Por maioria de votos, o Conselho de Sentença do Tribunal do Júri da 6ª Vara Penal absolveu os réus Mário Barral de Azevedo, Francivan Rodrigues Assunção e Paulírio dos Santos Sousa da acusação de terem matado o pedreiro Cleudivan Rocha dos Santos, há 4 anos, próximo ao posto da UBAM. O júri terminou a uma hora da madrugada, após longos debates entre os defensores públicos Edernilson Barroso e Alessandro Oliveira e os promotores públicos Andressa Pinheiro e Danyllo Colares, sob a presidência do juiz Alessandro Ozanan.
A tese da defesa, que foi vitoriosa, foi a de que não havia provas consistentes no inquérito policial contra os três acusados. Os réus sustentaram a informação de que admitiram o crime na delegacia sob tortura, que teria sido comandada pelo delegado Jardel Guimarães. Segundo eles, o delegado teria aumentado o nível de tortura após saber que os três não haviam votado nele para vereador nas eleições daquele ano. Jardel foi candidato a vereador em 2004 e o crime ocorreu poucos dias depois do resultado das urnas.
A defesa sustentou que a vítima foi atacada por uma gangue composta de mais de 20 jovens, mas os três acusados não fariam parte dela e teriam apenas tentando ajudar o rapaz esfaqueado e acabaram sendo acusados do crime por já terem passagens pela polícia por outros delitos.
Quadrilha - Por outro lado, os jurados entenderam que apesar de não terem cometido o homicídio, os réus faziam parte de um bando e concordaram com o MP, condenando os réus por esse crime, que prevê a pena máxima de 3 anos. A pena estipulada pelo juiz para esse crime foi mínima: um ano de reclusão e em alguns casos, transformada em pena alternativa.
Como dois dos réus já passaram mais de três anos presos a pena já teria prescrito, o que fez o magistrado expedir Alvará de Soltura para estes presos. Mário Barral deve ser liberado hoje, mas ainda responde a um processo de roubo na 4ª Vara Penal, enquanto Francivan Assunção ainda deverá ficar preso por ter sido condenado a seis anos de prisão por outro processo que respondia na 6ª Vara Penal. Paulírio Sousa teve sua pena transformada em suspensão condicional do processo por dois anos, período em que se não se envolver com outro problemas receberá perdão judicial.
Inusitado – Um fato inusitado ocorreu durante a votação dos jurados. Quando acabou a votação em relação ao 1º acusado, Paulírio Sousa, que segundo o MP teria sido o autor da facada que matou Cleudivan e que acabou sendo absolvido do crime de homicídio pelos jurados, a dupla de promotores decidiu pedir que os jurados votassem da mesma forma em relação aos outros réus, mudando sua posição sobre o caso.
Os promotores alegaram que essa posição estava sendo tomada para evitar que fosse cometida injustiça em relação aos dois outros réus que figuravam como co-autores do crime, sem que houvesse contra eles a confirmação de terem esfaqueado a vítima. Com a absolvição do primeiro réu, cairia por terra a tese inicial do MP. Os jurados acataram a proposta e aplicaram a mesma votação em relação aos outros dois réus.
(Fonte: 6ª Vara Penal)
A tese da defesa, que foi vitoriosa, foi a de que não havia provas consistentes no inquérito policial contra os três acusados. Os réus sustentaram a informação de que admitiram o crime na delegacia sob tortura, que teria sido comandada pelo delegado Jardel Guimarães. Segundo eles, o delegado teria aumentado o nível de tortura após saber que os três não haviam votado nele para vereador nas eleições daquele ano. Jardel foi candidato a vereador em 2004 e o crime ocorreu poucos dias depois do resultado das urnas.
A defesa sustentou que a vítima foi atacada por uma gangue composta de mais de 20 jovens, mas os três acusados não fariam parte dela e teriam apenas tentando ajudar o rapaz esfaqueado e acabaram sendo acusados do crime por já terem passagens pela polícia por outros delitos.
Quadrilha - Por outro lado, os jurados entenderam que apesar de não terem cometido o homicídio, os réus faziam parte de um bando e concordaram com o MP, condenando os réus por esse crime, que prevê a pena máxima de 3 anos. A pena estipulada pelo juiz para esse crime foi mínima: um ano de reclusão e em alguns casos, transformada em pena alternativa.
Como dois dos réus já passaram mais de três anos presos a pena já teria prescrito, o que fez o magistrado expedir Alvará de Soltura para estes presos. Mário Barral deve ser liberado hoje, mas ainda responde a um processo de roubo na 4ª Vara Penal, enquanto Francivan Assunção ainda deverá ficar preso por ter sido condenado a seis anos de prisão por outro processo que respondia na 6ª Vara Penal. Paulírio Sousa teve sua pena transformada em suspensão condicional do processo por dois anos, período em que se não se envolver com outro problemas receberá perdão judicial.
Inusitado – Um fato inusitado ocorreu durante a votação dos jurados. Quando acabou a votação em relação ao 1º acusado, Paulírio Sousa, que segundo o MP teria sido o autor da facada que matou Cleudivan e que acabou sendo absolvido do crime de homicídio pelos jurados, a dupla de promotores decidiu pedir que os jurados votassem da mesma forma em relação aos outros réus, mudando sua posição sobre o caso.
Os promotores alegaram que essa posição estava sendo tomada para evitar que fosse cometida injustiça em relação aos dois outros réus que figuravam como co-autores do crime, sem que houvesse contra eles a confirmação de terem esfaqueado a vítima. Com a absolvição do primeiro réu, cairia por terra a tese inicial do MP. Os jurados acataram a proposta e aplicaram a mesma votação em relação aos outros dois réus.
(Fonte: 6ª Vara Penal)
Pará é o que tem menores índices de redução de malária
No Amazônia:
De todos os Estados da Amazônia Legal, o Pará ainda é o que apresenta os menores índices de redução de malária. São 15,5% contra 47% de Rondônia, onde ocorreu a maior redução nos cinco primeiros meses do ano, segundo dados do Ministério da Saúde. 'Temos características específicas que favorecem a proliferação da doença e dificultam o controle. O Estado é porta de entrada e saída do País nessa região e essa movimentação favorece a transmissão da doença', explicou o sanitarista Reinaldo Braun, especialista em doenças tropicais e coordenador do Núcleo de Endemias da Secretária de Estado de Saúde Pública (Sespa).
Apesar da discrepância em relação aos níveis de redução nos outros sete Estados da Amazônia Legal - apenas a metade do percentual registrado em Tocantins, penúltimo colocado na lista do Ministério da Saúde, com redução de 30,1% - Braun aponta uma diminuição considerável de áreas consideradas de alto risco de contaminação dentro do Estado nos últimos anos. Segundo ele, até o final do ano 2000, o Pará tinha 57 municípios nessa situação. No ano passado eram apenas oito.
'Acredito que esse número será ainda menor até o final deste ano. Mesmo menos estabilizado que os outros estados, a redução dos casos da doença é uma tendência que estamos acompanhando', afirmou. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma área é considerada de alto risco quando, em um ano, ocorrem mais de 50 casos da doença por mil habitantes.
No Pará, ainda estão nessa situação as cidades de Anajás, Pacajá, Jacareacanga, Caxueira do Piriá, Anapú, Itaituba, Prainha e Goianesia.Em toda a Amazônia Legal, onde se concentram 99,9% dos casos de malária no Brasil, de janeiro a maio deste ano houve uma queda de 34,8% no número de infecções em relação ao mesmo período do ano passado.
De todos os Estados da Amazônia Legal, o Pará ainda é o que apresenta os menores índices de redução de malária. São 15,5% contra 47% de Rondônia, onde ocorreu a maior redução nos cinco primeiros meses do ano, segundo dados do Ministério da Saúde. 'Temos características específicas que favorecem a proliferação da doença e dificultam o controle. O Estado é porta de entrada e saída do País nessa região e essa movimentação favorece a transmissão da doença', explicou o sanitarista Reinaldo Braun, especialista em doenças tropicais e coordenador do Núcleo de Endemias da Secretária de Estado de Saúde Pública (Sespa).
Apesar da discrepância em relação aos níveis de redução nos outros sete Estados da Amazônia Legal - apenas a metade do percentual registrado em Tocantins, penúltimo colocado na lista do Ministério da Saúde, com redução de 30,1% - Braun aponta uma diminuição considerável de áreas consideradas de alto risco de contaminação dentro do Estado nos últimos anos. Segundo ele, até o final do ano 2000, o Pará tinha 57 municípios nessa situação. No ano passado eram apenas oito.
'Acredito que esse número será ainda menor até o final deste ano. Mesmo menos estabilizado que os outros estados, a redução dos casos da doença é uma tendência que estamos acompanhando', afirmou. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma área é considerada de alto risco quando, em um ano, ocorrem mais de 50 casos da doença por mil habitantes.
No Pará, ainda estão nessa situação as cidades de Anajás, Pacajá, Jacareacanga, Caxueira do Piriá, Anapú, Itaituba, Prainha e Goianesia.Em toda a Amazônia Legal, onde se concentram 99,9% dos casos de malária no Brasil, de janeiro a maio deste ano houve uma queda de 34,8% no número de infecções em relação ao mesmo período do ano passado.
Candidatos convocados para processo de desempate do concurso da Seduc
A Secretaria de Estado de Administração (Sead) divulgou nestaterça-feira (22), no Diário Oficial do Estado, a relação dos candidatosconvocados para o processo de desempate do concurso público C-126, daSecretaria de Estado de Educação (Seduc). A Sead também torna público o resultado final da investigação criminal esocial dos candidatos aprovados no concurso público C-120 parapreenchimento de vagas em cargos de níveis superior e médio do Centro dePerícias Científicas Renato Chaves.
Serviço - Os candidatos convocados para o concurso da Seduc devemapresentar cópia autenticada da carteira de identidade ou de documentosimilar. Também será necessária cópia autenticada, quando for o caso, dacertidão e/ou declaração de tempo de serviço público.Para apresentar os documentos, o candidato deve preencher um formuláriodisponibilizado no site www.unama.br e entregá-lo na central deatendimento do campus Alcindo Cacela da Universidade da Amazônia(Unama), na avenida Alcindo Cacela, 287, Umarizal, no período de 23 a 29de julho de 2008. Mais informações no site www.ioepa.com.br, edição31.216.
(Fonte: Agência Pará)
Serviço - Os candidatos convocados para o concurso da Seduc devemapresentar cópia autenticada da carteira de identidade ou de documentosimilar. Também será necessária cópia autenticada, quando for o caso, dacertidão e/ou declaração de tempo de serviço público.Para apresentar os documentos, o candidato deve preencher um formuláriodisponibilizado no site www.unama.br e entregá-lo na central deatendimento do campus Alcindo Cacela da Universidade da Amazônia(Unama), na avenida Alcindo Cacela, 287, Umarizal, no período de 23 a 29de julho de 2008. Mais informações no site www.ioepa.com.br, edição31.216.
(Fonte: Agência Pará)
Mega acumulada
Ninguém acertou as dezenas da Mega Sena. As dezenas sorteadas ontem foram 02 21 27 29 32 38.
O próximo sorteio deve pagar cerca de R$ 52 milhões.
O próximo sorteio deve pagar cerca de R$ 52 milhões.
Novo horário faz 30 dias
Há exatos 30 dias entrava em vigor o novo fuso horário em Santarém e região Oeste do Pará, que tiveram os relógios adiantados em uma hora.
Mas até agora os bancos continuam abrindo e fechando em horário diverso ao fuso oficial de Brasília.
Mas até agora os bancos continuam abrindo e fechando em horário diverso ao fuso oficial de Brasília.
Candidatos convocados para processo de desempate do concurso da Seduc
A Secretaria de Estado de Administração (Sead) divulgou nestaterça-feira (22), no Diário Oficial do Estado, a relação dos candidatosconvocados para o processo de desempate do concurso público C-126, daSecretaria de Estado de Educação (Seduc).
A Sead também torna público o resultado final da investigação criminal esocial dos candidatos aprovados no concurso público C-120 parapreenchimento de vagas em cargos de níveis superior e médio do Centro dePerícias Científicas Renato Chaves.
Serviço - Os candidatos convocados para o concurso da Seduc devemapresentar cópia autenticada da carteira de identidade ou de documentosimilar. Também será necessária cópia autenticada, quando for o caso, dacertidão e/ou declaração de tempo de serviço público.Para apresentar os documentos, o candidato deve preencher um formuláriodisponibilizado no site www.unama.br e entregá-lo na central deatendimento do campus Alcindo Cacela da Universidade da Amazônia(Unama), na avenida Alcindo Cacela, 287, Umarizal, no período de 23 a 29de julho de 2008. Mais informações no site www.ioepa.com.br, edição31.216.
A Sead também torna público o resultado final da investigação criminal esocial dos candidatos aprovados no concurso público C-120 parapreenchimento de vagas em cargos de níveis superior e médio do Centro dePerícias Científicas Renato Chaves.
Serviço - Os candidatos convocados para o concurso da Seduc devemapresentar cópia autenticada da carteira de identidade ou de documentosimilar. Também será necessária cópia autenticada, quando for o caso, dacertidão e/ou declaração de tempo de serviço público.Para apresentar os documentos, o candidato deve preencher um formuláriodisponibilizado no site www.unama.br e entregá-lo na central deatendimento do campus Alcindo Cacela da Universidade da Amazônia(Unama), na avenida Alcindo Cacela, 287, Umarizal, no período de 23 a 29de julho de 2008. Mais informações no site www.ioepa.com.br, edição31.216.
Empresas estudam um consórcio de curauá com paricá numa área de reflorestamento
O Grupo Concrem, responsável pela maior área de reflorestamento de paricá no Brasil, iniciou conversações com a Pematec para a implantação de um consórcio dessa espécie com o curauá, considerada a melhor fibra natural, no município de Pacajá, no Pará. Na última sexta-feira (18), o diretor da Pematec, Alberico Pasquetto, recebeu em Santarém o engenheiro florestal do Grupo Concrem, Alessandro Lechinoski, para o primeiro contato entre as duas empresas e traçar um plano de relacionamento para implantação de curauá no município de Pacajá.
Pioneiro na Amazônia com madeira tropical reflorestada em grande escala, o Grupo Concrem busca implantar novas plantações em áreas de assentamentos que estão localizados em torno de suas instalações. O ciclo do plantio do paricá é de seis anos para corte. Durante este período o Grupo pretende fazer um consórcio de curauá com paricá para fomentar mais renda aos agricultores rurais, já que o ciclo do curauá é de apenas um ano e tem mercado garantido. Segundo Alessandro Lechinoski, as áreas de assentamento para cada produtor são de cinco hectares, totalizando 85 hectares para 17 famílias. O engenheiro florestal Cristovam Sena, da Emater, disse na reunião que, no cultivo do Curauá para agricultura familiar, o melhor sistema indicado é de no máximo dois hectares por família. Portanto, nessa primeira fase a estimativa seria de 85 mil mudas de curauá para todo o assentamento, que seria de 34 hectares disponíveis para manejo do curauá.
A Pematec informou que está projetando uma máquina desfibradeira mais simples e de uso próprio por família. Isso significa um salto na viabilidade dos projetos de implantação de curauá. Hoje, um conjunto tradicional de desfibramento composto por uma máquina com duas bocas, motor a diesel ou gasolina e todo suporte de apoio, utilizado como central de desfibramento por vários produtores, está orçado em torno de R$ 13 mil. Com essa nova máquina com dimensões menores e potência de giro reduzido, o valor ficaria em torno de R$ 1.500,00.
(Fonte: Pará Negócios)
Pioneiro na Amazônia com madeira tropical reflorestada em grande escala, o Grupo Concrem busca implantar novas plantações em áreas de assentamentos que estão localizados em torno de suas instalações. O ciclo do plantio do paricá é de seis anos para corte. Durante este período o Grupo pretende fazer um consórcio de curauá com paricá para fomentar mais renda aos agricultores rurais, já que o ciclo do curauá é de apenas um ano e tem mercado garantido. Segundo Alessandro Lechinoski, as áreas de assentamento para cada produtor são de cinco hectares, totalizando 85 hectares para 17 famílias. O engenheiro florestal Cristovam Sena, da Emater, disse na reunião que, no cultivo do Curauá para agricultura familiar, o melhor sistema indicado é de no máximo dois hectares por família. Portanto, nessa primeira fase a estimativa seria de 85 mil mudas de curauá para todo o assentamento, que seria de 34 hectares disponíveis para manejo do curauá.
A Pematec informou que está projetando uma máquina desfibradeira mais simples e de uso próprio por família. Isso significa um salto na viabilidade dos projetos de implantação de curauá. Hoje, um conjunto tradicional de desfibramento composto por uma máquina com duas bocas, motor a diesel ou gasolina e todo suporte de apoio, utilizado como central de desfibramento por vários produtores, está orçado em torno de R$ 13 mil. Com essa nova máquina com dimensões menores e potência de giro reduzido, o valor ficaria em torno de R$ 1.500,00.
(Fonte: Pará Negócios)
Morosa, BR-163 ainda faz papel de elo com passado
Mauro Zanatta
Valor Econômico
Na manhã de uma quarta-feira de junho, no coração da Amazônia, o madeireiro Rusever Oliveira, 43 anos, comanda o ritmo frenético da empilhadeira que separa dezenas de toras de espécies nobres da região. No pátio de sua serraria, em Castelo de Sonhos, distrito de Altamira (PA) de 10 mil habitantes cortado pela BR-163, os troncos derrubados ilegalmente secam sob o sol abrasador e um grosso poeirão. As encomendas vêm de toda parte. Um caminhoneiro de Maringá (PR) reclama do atraso no pedido e um fazendeiro consulta o preço de algumas tábuas. Naquele dia, o metro cúbico do ipê-champanhe era comprado a R$ 150 e vendido a R$ 350 por Rusever.
A 23 quilômetros dali, longe dos negócios madeireiros, o ex-garimpeiro gaúcho Telmo Davies, 57 anos, acabara de estender no varal de casa retalhos de carne bovina cedidos por um fazendeiro vizinho. Rodeado por uma pequena roça de mandioca e meia dúzia de galinhas, Davies ocupa sozinho o primeiro lote do Assentamento Brasília, criado pelo Incra há três anos. Ali, tem apenas a companhia do rádio de pilha e de dois vira-latas. Sem energia elétrica nem água, vive com R$ 150 do aluguel de uma casa em Castelo. Também não tem o título de posse da terra. Cesta básica, bolsa-família e aposentadoria nunca beneficiaram o migrante.
Mais adiante, em Novo Progresso, município de 36 mil habitantes a 150 km no eixo norte da BR, a comerciante Rodemeire de Camargo, 42 anos, sofre, no único e desequipado hospital da cidade, para conseguir o diagnóstico da doença do filho de 16 anos. Para obter um exame de sangue mais preciso, teria que encarar 715 km da quase intransitável rodovia até Santarém ou voltar 600 km até Sinop (MT), trafegando por 360 km em uma estrada recheada de buracos de todos os tamanhos e profundidades. Desde o primeiro solavanco na rodovia Cuiabá-Santarém, ainda na área urbana de Guarantã do Norte, a 50 km da divisa do 'nortão' de Mato Grosso com o sudoeste do Pará, a precariedade da infra-estrutura, dos serviços públicos e a ausência quase total do Estado refletem a situação de abandono da região. A dura realidade dos dez municípios cortados pela BR-163, onde 90% do território é ocupado por reservas florestais, produz um forte contraste quando confrontada com os planos do governo para incentivar o chamado 'desenvolvimento sustentável' da Amazônia e brecar o desmatamento ilegal.
Ao longo dos 360 km de crateras e poeirão da BR-163 entre Guarantã do Norte e Novo Progresso, percorridos pelo Valor, é possível ver extensas áreas de pastagem, fazendas cheias de gado nelore, imensas castanheiras queimadas em pé e um intenso vaivém de caminhões de oito eixos abarrotados de toras de madeira. E muito abandono.
Em dois dias de viagem, à exceção de uma barreira fiscal próxima à base aérea da Serra do Cachimbo, a reportagem não viu vestígios de presença do Poder Público. Nenhum agente ou veículo oficial foi avistado nesse longo trecho não-pavimentado da rodovia aberta nos anos 70 pela ditadura militar para forçar a ocupação do território.
Novo Progresso está na lista dos 36 municípios campeões do desmatamento ilegal, onde a derrubada da mata está embargada. No início de 2006, o governo federal lançou um ambicioso plano que seria o 'novo paradigma de desenvolvimento sustentável' para a Amazônia.
O 'Plano BR-163 Sustentável', que inclui 73 municípios da área de influência da rodovia, prometia amenizar a precariedade da vida dos moradores ao conjugar asfaltamento da estrada com ações de ordenamento territorial, infra-estrutura, fomento de atividades econômicas sustentáveis, melhoria dos serviços públicos, inclusão social e fortalecimento da cidadania. Dois anos e meio depois, o plano ainda não teve força para virar realidade. E isso apesar do apoio obtido em 16 audiências públicas realizadas entre 2004 e 2005 com moradores da região, lideranças indígenas, movimentos sociais, ONGs e autoridades de todos os níveis. A resolução de graves problemas sociais, desde a escassez de emprego até a precariedade dos serviços sociais e a infra-estrutura incipiente, ainda parece utopia. '
Não é o ritmo que a sociedade quer', admite o coordenador do comitê gestor do plano, Johaness Eck. 'Tínhamos a expectativa de funcionar mais rapidamente, mas a ausência prolongada do Estado nos obrigou a fazer um trabalho de base, de ordenamento territorial', afirma Eck, também subchefe-adjunto de Políticas Governamentais da Casa Civil da Presidência da República. O próprio comitê é sinal da morosidade do plano. Até hoje, os membros não foram todos indicados e nenhuma reunião ordinária aconteceu. 'Estamos muito aquém das ações previstas, e a lentidão da pavimentação tem afetado a credibilidade do plano', reconhece Júlio Miragaya, ex-secretário-executivo do plano e coordenador de Planejamento Territorial do Ministério da Integração Nacional.
A pavimentação da BR, orçada em R$ 1,1 bilhão até 2011, é prioridade do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). De avanços substanciais, o governo aponta a criação de 6,8 milhões de hectares de unidades de conservação ao longo da BR e o início do asfaltamento de dois trechos de 20 km pelo Exército até o fim do ano. Ocorre que parte das unidades não tem, como previsto, gestores do Instituto Chico Mendes e as obras na BR só começaram, timidamente, no fim de junho. Houve atraso na liberação de verbas para contratação de pessoal e material de apoio ao Exército. Como as chuvas amazônicas começam em novembro e só dão trégua em junho, resta pouco tempo para avançar. 'O plano está quase na estaca zero. O Incra não fez a regularização fundiária e as ações sociais ainda não foram implementadas', reconhece Luiz Antonio Pagot, diretor-geral do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT).
A promessa do Incra de determinar as coordenadas geográficas (georreferenciamento) de 7,7 milhões de hectares nas margens da estrada neste ano deve atrasar mais o início do processo de regularização fundiária. Assim, os assentamentos de reforma agrária seguem sem a documentação de posse, o que impede o acesso dos moradores aos serviços básicos. 'É sofrido aqui. Não tem água nem luz, que dirá posto de saúde. Se quebrar o braço, tem que ir pro Guarantã [a 210 km]', diz Telmo Davies, que ficou seis meses acampado à beira da BR antes de ganhar o lote de 20 hectares em Castelo.
A situação piorou quando o Ministério Público Estadual interditou uma centena de assentamentos por irregularidades fundiárias e denúncias de corte ilegal da floresta. Davies confirma: 'De noite, é caminhão o tempo inteiro. Não pára faz três anos. Só tem ´torero´, mas não tiro a razão de quem vende [a madeira]. A pessoa tem sete filhos para criar e faz o quê? O Incra jogou a gente aqui sem nada. Precisa o Ibama vir aqui'.
A grilagem segue corriqueira, gerando violência, pistoleiros e mortes pela posse da terra. O governo admite a necessidade de 'implantar o Estado de Direito na região', dada a dimensão do problema. Mas a instalação de delegacias da Polícia Federal e postos da Polícia Rodoviária na região ainda está no campo das promessas. 'Aqui a pistolagem manda', diz o catarinense Cleo Almeida Becker, pioneiro de Castelo de Sonhos. Há 16 anos no lugar, dono de uma pousada, ele está de malas prontas. 'Vou vender tudo e ir embora porque esse asfalto nunca vai chegar'. Para piorar, foi suspensa a aprovação de novos planos de manejo na região por falta de regularização fundiária. O Ibama repassou a ação à secretaria estadual do Pará. A medida é criticada pelos madeireiros. 'Temos trabalhado na ilegalidade porque não temos os planos de manejo. Tem que comprar nota para transportar a madeira porque o plano depende de comprovar a posse da terra', diz Rusever Oliveira, presidente de uma associação de 24 madeireiras dos distritos de Castelo e Cachoeira. Denúncias de corrupção dos fiscais são comuns.
O Ibama também tem dificuldades para criar o chamado Distrito Florestal Sustentável da BR-163, área de 16 milhões de hectares onde seria permitida a exploração de até 6 milhões de m³ de madeira segundo regras mais rígidas. 'Até agora só veio a parte ruim do plano, a repressão', diz Adriano Ferreira, secretário-executivo do Sindicato das Madeireiras do Sudoeste do Pará (Simaspa). 'O governo precisa incentivar o manejo aprovando os planos. Ele ataca a conseqüência, e não a causa do problema, que é a ausência de Estado com infra-estrutura e regularização fundiária'.
Aberta em 1972 para 'integrar' a Amazônia ao Brasil, a BR-163, que liga Cuiabá (MT) a Santarém (PA), tem 1.780 km e atravessa uma das regiões mais ricas do país em recursos naturais, potencial econômico e diversidade étnica e cultural. No eixo da rodovia, há áreas de floresta amazônica, cerrado e zonas de transição, além das bacias hidrográficas dos rios Amazonas, Xingu e Tapajós. Por isso, o plano sustentável do governo Lula. A pavimentação da estrada não foi concluída: faltam 956 km entre Guarantã do Norte (MT) e Santarém. A obra pode facilitar o escoamento da produção agropecuária do norte de MT, pólo dinâmico de grãos e gado, pelos portos de Miritituba e Santarém. Asfaltada, a BR também pode encurtar a distância dos produtos eletroeletrônicos de Manaus para as regiões consumidoras do Sul.
Governo promete acelerar obras e regularizar terras
Passados dois anos e meio do lançamento do 'Plano BR-163 Sustentável', o governo admite problemas e atraso no cronograma das ações, mas promete acelerar as obras, autorizar os planos de manejo da floresta e regularizar a posse das terras na região. O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, diz que, até agosto, serão lançados os editais para 50 planos de manejo dentro das florestas nacionais e reservas extrativistas. 'Nas unidades de conservação, vamos repassar os planos do Ibama para o SFB [Serviço Florestal Brasileiro] dentro do conceito de gestão das florestas públicas para produção sustentável', disse ao Valor.
O ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, anunciou no início de julho, em Novo Progresso (PA), uma força-tarefa de 120 funcionários do Incra e do Exército para mapear 7,7 milhões regularizar a posse de três mil imóveis em quatro municípios na região da BR. 'Não podemos mais olhar para esta terra como se só existisse grileiro ou desmatamento: aqui tem trabalho, tem gente que trabalha', afirmou Cassel. O ministro esclareceu que uma medida provisória permitirá a venda direta de áreas com até 1,5 mil hectares na Amazônia Legal.
'O Incra já sabe onde estão as terras da União, do Estado e o que é privado. Falta entrar nas glebas, medir e regularizar', disse o presidente do Incra, Rolf Hackbart. O coordenador do comitê gestor do plano e subchefe-adjunto da Casa Civil, Johaness Eck, afirma que ter havido avanços com a criação de unidades de conservação, o zoneamento ecológico-econômico (ZEE) na região. 'Tivemos que alterar a lei para permitir zoneamento por região', diz. 'Temos ganhos de ordenamento fundiário que não são realidade porque precisamos de mais velocidade'. Segundo ele, o problema com o distrito florestal decorre da necessidade de criação de uma lei de gestão e do Serviço Florestal Brasileiro (SFB). Para ele, questões de saúde, segurança e fiscalização serão resolvidas com o avanço da pavimentação da BR. 'A Polícia Rodoviária vai para lá e as instalações de Ibama, Funai e Incra vão melhorar. Mas isso será ao longo do ano'.
O Ministério da Integração Nacional reconhece os problemas, mas pondera que o plano pôs a BR no centro das discussões. 'A bolsa-família chegou de forma bem ampla e houve mérito em ter colocado a BR no mapa das preocupações do governo', diz Júlio Miragaya, coordenador de Planejamento Territorial. Resta conferir a execução orçamentária dos R$ 350 milhões destinados ao plano em 2008. (MZ)
Asfalto alimenta sonhos de uma vida melhor na região
A BR-163 corta Guarantã do Norte ao meio. Mas a pavimentação acaba antes de cruzar toda a cidade do 'nortão' de Mato Grosso, quase na divisa com o Pará. Uma nuvem de poeira em suspensão, que impregna o último município no eixo da rodovia servido por asfalto, pode ser vista de longe. Guarantã do Norte tem poucas ruas e avenidas pavimentadas, mas obsessão pelo asfaltamento. Primeiro, porque ainda tem 120 quilômetros de vias urbanas em estado bruto. Depois, porque sofre enorme pressão nos serviços de saúde e assistência social com o atendimento de moradores dos lugarejos ao norte do eixo da BR-163.
Há também gastos prosaicos, como os R$ 20 mil anuais pagos a caminhões-pipa para molhar as ruas do centro. Nascida no interior paulista, a secretária municipal de Obras, Nívia Calzolari, sonha com o início da pavimentação da BR-163, agora a cargo do 9º Batalhão de Engenharia e Construção do Exército. 'Faz 30 anos que queremos virar essa página. O asfalto garante um mínimo de qualidade de vida, atrai empresas, empregos e gera oportunidades para segurar a juventude', diz a engenheira civil.
Ainda tímidas, as obras nos primeiros 20 quilômetros da rodovia de ligação Cuiabá-Santarém, entre Guarantã do Norte e a divisa com o Pará, começam a entusiasmar parte da cidade de 40 mil habitantes. No fim de junho, após muita demora na liberação das verbas, foram contratadas 80 pessoas (engenheiros, serventes, operadores de máquinas) para auxiliar os 120 soldados do BEC na construção. 'Vim para cá atrás de emprego. O asfalto vai melhorar a vida aqui', afirma o frentista Francisco Alves de Souza, recém-chegado da vizinha Matupá.
Do prefeito à associação comercial, todos apostam que a pavimentação pode tirar do atraso muitas localidades no eixo da BR. Com escolas e postos de saúde bem cuidados, 14 médicos e orçamento anual de R$ 27 milhões, Guarantã do Norte está melhor que suas vizinhas paraenses, mas ainda sofre com o principal problema da Amazônia: a pobreza derivada da falta de regularização fundiária.
'Dá até tristeza falar de reforma agrária aqui', diz o prefeito José Humberto Macedo (DEM). Primeiro executor do assentamento do Incra que deu origem a Guarantã do Norte, Macedo afirma haver uma área com 200 famílias, no interior do município, onde só três lotes têm título de propriedade. Na periferia da cidade, a prefeitura toca obras com verbas do Estado para construir banheiros nas casas precárias. A cidade conta 1,6 mil beneficiários do bolsa-família, o que significa R$ 100 mil mensais. 'Mas quando chove ou tem ação fiscal, as serrarias param e quem vive da derrubada acaba aqui', diz a secretária de Ação Social, Sandra Martins.
Em Castelo de Sonhos, distrito a 1,2 mil km da sede municipal, em Altamira (PA), a situação é surreal. Nenhuma rua tem asfalto, apenas um posto médico funciona precariamente e dois PMs fazem a lei no lugar de 10 mil habitantes. Dos madeireiros aos comerciantes e fazendeiros, todos temem a ação da Polícia Federal e do Ibama. (MZ)
Valor Econômico
Na manhã de uma quarta-feira de junho, no coração da Amazônia, o madeireiro Rusever Oliveira, 43 anos, comanda o ritmo frenético da empilhadeira que separa dezenas de toras de espécies nobres da região. No pátio de sua serraria, em Castelo de Sonhos, distrito de Altamira (PA) de 10 mil habitantes cortado pela BR-163, os troncos derrubados ilegalmente secam sob o sol abrasador e um grosso poeirão. As encomendas vêm de toda parte. Um caminhoneiro de Maringá (PR) reclama do atraso no pedido e um fazendeiro consulta o preço de algumas tábuas. Naquele dia, o metro cúbico do ipê-champanhe era comprado a R$ 150 e vendido a R$ 350 por Rusever.
A 23 quilômetros dali, longe dos negócios madeireiros, o ex-garimpeiro gaúcho Telmo Davies, 57 anos, acabara de estender no varal de casa retalhos de carne bovina cedidos por um fazendeiro vizinho. Rodeado por uma pequena roça de mandioca e meia dúzia de galinhas, Davies ocupa sozinho o primeiro lote do Assentamento Brasília, criado pelo Incra há três anos. Ali, tem apenas a companhia do rádio de pilha e de dois vira-latas. Sem energia elétrica nem água, vive com R$ 150 do aluguel de uma casa em Castelo. Também não tem o título de posse da terra. Cesta básica, bolsa-família e aposentadoria nunca beneficiaram o migrante.
Mais adiante, em Novo Progresso, município de 36 mil habitantes a 150 km no eixo norte da BR, a comerciante Rodemeire de Camargo, 42 anos, sofre, no único e desequipado hospital da cidade, para conseguir o diagnóstico da doença do filho de 16 anos. Para obter um exame de sangue mais preciso, teria que encarar 715 km da quase intransitável rodovia até Santarém ou voltar 600 km até Sinop (MT), trafegando por 360 km em uma estrada recheada de buracos de todos os tamanhos e profundidades. Desde o primeiro solavanco na rodovia Cuiabá-Santarém, ainda na área urbana de Guarantã do Norte, a 50 km da divisa do 'nortão' de Mato Grosso com o sudoeste do Pará, a precariedade da infra-estrutura, dos serviços públicos e a ausência quase total do Estado refletem a situação de abandono da região. A dura realidade dos dez municípios cortados pela BR-163, onde 90% do território é ocupado por reservas florestais, produz um forte contraste quando confrontada com os planos do governo para incentivar o chamado 'desenvolvimento sustentável' da Amazônia e brecar o desmatamento ilegal.
Ao longo dos 360 km de crateras e poeirão da BR-163 entre Guarantã do Norte e Novo Progresso, percorridos pelo Valor, é possível ver extensas áreas de pastagem, fazendas cheias de gado nelore, imensas castanheiras queimadas em pé e um intenso vaivém de caminhões de oito eixos abarrotados de toras de madeira. E muito abandono.
Em dois dias de viagem, à exceção de uma barreira fiscal próxima à base aérea da Serra do Cachimbo, a reportagem não viu vestígios de presença do Poder Público. Nenhum agente ou veículo oficial foi avistado nesse longo trecho não-pavimentado da rodovia aberta nos anos 70 pela ditadura militar para forçar a ocupação do território.
Novo Progresso está na lista dos 36 municípios campeões do desmatamento ilegal, onde a derrubada da mata está embargada. No início de 2006, o governo federal lançou um ambicioso plano que seria o 'novo paradigma de desenvolvimento sustentável' para a Amazônia.
O 'Plano BR-163 Sustentável', que inclui 73 municípios da área de influência da rodovia, prometia amenizar a precariedade da vida dos moradores ao conjugar asfaltamento da estrada com ações de ordenamento territorial, infra-estrutura, fomento de atividades econômicas sustentáveis, melhoria dos serviços públicos, inclusão social e fortalecimento da cidadania. Dois anos e meio depois, o plano ainda não teve força para virar realidade. E isso apesar do apoio obtido em 16 audiências públicas realizadas entre 2004 e 2005 com moradores da região, lideranças indígenas, movimentos sociais, ONGs e autoridades de todos os níveis. A resolução de graves problemas sociais, desde a escassez de emprego até a precariedade dos serviços sociais e a infra-estrutura incipiente, ainda parece utopia. '
Não é o ritmo que a sociedade quer', admite o coordenador do comitê gestor do plano, Johaness Eck. 'Tínhamos a expectativa de funcionar mais rapidamente, mas a ausência prolongada do Estado nos obrigou a fazer um trabalho de base, de ordenamento territorial', afirma Eck, também subchefe-adjunto de Políticas Governamentais da Casa Civil da Presidência da República. O próprio comitê é sinal da morosidade do plano. Até hoje, os membros não foram todos indicados e nenhuma reunião ordinária aconteceu. 'Estamos muito aquém das ações previstas, e a lentidão da pavimentação tem afetado a credibilidade do plano', reconhece Júlio Miragaya, ex-secretário-executivo do plano e coordenador de Planejamento Territorial do Ministério da Integração Nacional.
A pavimentação da BR, orçada em R$ 1,1 bilhão até 2011, é prioridade do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). De avanços substanciais, o governo aponta a criação de 6,8 milhões de hectares de unidades de conservação ao longo da BR e o início do asfaltamento de dois trechos de 20 km pelo Exército até o fim do ano. Ocorre que parte das unidades não tem, como previsto, gestores do Instituto Chico Mendes e as obras na BR só começaram, timidamente, no fim de junho. Houve atraso na liberação de verbas para contratação de pessoal e material de apoio ao Exército. Como as chuvas amazônicas começam em novembro e só dão trégua em junho, resta pouco tempo para avançar. 'O plano está quase na estaca zero. O Incra não fez a regularização fundiária e as ações sociais ainda não foram implementadas', reconhece Luiz Antonio Pagot, diretor-geral do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT).
A promessa do Incra de determinar as coordenadas geográficas (georreferenciamento) de 7,7 milhões de hectares nas margens da estrada neste ano deve atrasar mais o início do processo de regularização fundiária. Assim, os assentamentos de reforma agrária seguem sem a documentação de posse, o que impede o acesso dos moradores aos serviços básicos. 'É sofrido aqui. Não tem água nem luz, que dirá posto de saúde. Se quebrar o braço, tem que ir pro Guarantã [a 210 km]', diz Telmo Davies, que ficou seis meses acampado à beira da BR antes de ganhar o lote de 20 hectares em Castelo.
A situação piorou quando o Ministério Público Estadual interditou uma centena de assentamentos por irregularidades fundiárias e denúncias de corte ilegal da floresta. Davies confirma: 'De noite, é caminhão o tempo inteiro. Não pára faz três anos. Só tem ´torero´, mas não tiro a razão de quem vende [a madeira]. A pessoa tem sete filhos para criar e faz o quê? O Incra jogou a gente aqui sem nada. Precisa o Ibama vir aqui'.
A grilagem segue corriqueira, gerando violência, pistoleiros e mortes pela posse da terra. O governo admite a necessidade de 'implantar o Estado de Direito na região', dada a dimensão do problema. Mas a instalação de delegacias da Polícia Federal e postos da Polícia Rodoviária na região ainda está no campo das promessas. 'Aqui a pistolagem manda', diz o catarinense Cleo Almeida Becker, pioneiro de Castelo de Sonhos. Há 16 anos no lugar, dono de uma pousada, ele está de malas prontas. 'Vou vender tudo e ir embora porque esse asfalto nunca vai chegar'. Para piorar, foi suspensa a aprovação de novos planos de manejo na região por falta de regularização fundiária. O Ibama repassou a ação à secretaria estadual do Pará. A medida é criticada pelos madeireiros. 'Temos trabalhado na ilegalidade porque não temos os planos de manejo. Tem que comprar nota para transportar a madeira porque o plano depende de comprovar a posse da terra', diz Rusever Oliveira, presidente de uma associação de 24 madeireiras dos distritos de Castelo e Cachoeira. Denúncias de corrupção dos fiscais são comuns.
O Ibama também tem dificuldades para criar o chamado Distrito Florestal Sustentável da BR-163, área de 16 milhões de hectares onde seria permitida a exploração de até 6 milhões de m³ de madeira segundo regras mais rígidas. 'Até agora só veio a parte ruim do plano, a repressão', diz Adriano Ferreira, secretário-executivo do Sindicato das Madeireiras do Sudoeste do Pará (Simaspa). 'O governo precisa incentivar o manejo aprovando os planos. Ele ataca a conseqüência, e não a causa do problema, que é a ausência de Estado com infra-estrutura e regularização fundiária'.
Aberta em 1972 para 'integrar' a Amazônia ao Brasil, a BR-163, que liga Cuiabá (MT) a Santarém (PA), tem 1.780 km e atravessa uma das regiões mais ricas do país em recursos naturais, potencial econômico e diversidade étnica e cultural. No eixo da rodovia, há áreas de floresta amazônica, cerrado e zonas de transição, além das bacias hidrográficas dos rios Amazonas, Xingu e Tapajós. Por isso, o plano sustentável do governo Lula. A pavimentação da estrada não foi concluída: faltam 956 km entre Guarantã do Norte (MT) e Santarém. A obra pode facilitar o escoamento da produção agropecuária do norte de MT, pólo dinâmico de grãos e gado, pelos portos de Miritituba e Santarém. Asfaltada, a BR também pode encurtar a distância dos produtos eletroeletrônicos de Manaus para as regiões consumidoras do Sul.
Governo promete acelerar obras e regularizar terras
Passados dois anos e meio do lançamento do 'Plano BR-163 Sustentável', o governo admite problemas e atraso no cronograma das ações, mas promete acelerar as obras, autorizar os planos de manejo da floresta e regularizar a posse das terras na região. O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, diz que, até agosto, serão lançados os editais para 50 planos de manejo dentro das florestas nacionais e reservas extrativistas. 'Nas unidades de conservação, vamos repassar os planos do Ibama para o SFB [Serviço Florestal Brasileiro] dentro do conceito de gestão das florestas públicas para produção sustentável', disse ao Valor.
O ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, anunciou no início de julho, em Novo Progresso (PA), uma força-tarefa de 120 funcionários do Incra e do Exército para mapear 7,7 milhões regularizar a posse de três mil imóveis em quatro municípios na região da BR. 'Não podemos mais olhar para esta terra como se só existisse grileiro ou desmatamento: aqui tem trabalho, tem gente que trabalha', afirmou Cassel. O ministro esclareceu que uma medida provisória permitirá a venda direta de áreas com até 1,5 mil hectares na Amazônia Legal.
'O Incra já sabe onde estão as terras da União, do Estado e o que é privado. Falta entrar nas glebas, medir e regularizar', disse o presidente do Incra, Rolf Hackbart. O coordenador do comitê gestor do plano e subchefe-adjunto da Casa Civil, Johaness Eck, afirma que ter havido avanços com a criação de unidades de conservação, o zoneamento ecológico-econômico (ZEE) na região. 'Tivemos que alterar a lei para permitir zoneamento por região', diz. 'Temos ganhos de ordenamento fundiário que não são realidade porque precisamos de mais velocidade'. Segundo ele, o problema com o distrito florestal decorre da necessidade de criação de uma lei de gestão e do Serviço Florestal Brasileiro (SFB). Para ele, questões de saúde, segurança e fiscalização serão resolvidas com o avanço da pavimentação da BR. 'A Polícia Rodoviária vai para lá e as instalações de Ibama, Funai e Incra vão melhorar. Mas isso será ao longo do ano'.
O Ministério da Integração Nacional reconhece os problemas, mas pondera que o plano pôs a BR no centro das discussões. 'A bolsa-família chegou de forma bem ampla e houve mérito em ter colocado a BR no mapa das preocupações do governo', diz Júlio Miragaya, coordenador de Planejamento Territorial. Resta conferir a execução orçamentária dos R$ 350 milhões destinados ao plano em 2008. (MZ)
Asfalto alimenta sonhos de uma vida melhor na região
A BR-163 corta Guarantã do Norte ao meio. Mas a pavimentação acaba antes de cruzar toda a cidade do 'nortão' de Mato Grosso, quase na divisa com o Pará. Uma nuvem de poeira em suspensão, que impregna o último município no eixo da rodovia servido por asfalto, pode ser vista de longe. Guarantã do Norte tem poucas ruas e avenidas pavimentadas, mas obsessão pelo asfaltamento. Primeiro, porque ainda tem 120 quilômetros de vias urbanas em estado bruto. Depois, porque sofre enorme pressão nos serviços de saúde e assistência social com o atendimento de moradores dos lugarejos ao norte do eixo da BR-163.
Há também gastos prosaicos, como os R$ 20 mil anuais pagos a caminhões-pipa para molhar as ruas do centro. Nascida no interior paulista, a secretária municipal de Obras, Nívia Calzolari, sonha com o início da pavimentação da BR-163, agora a cargo do 9º Batalhão de Engenharia e Construção do Exército. 'Faz 30 anos que queremos virar essa página. O asfalto garante um mínimo de qualidade de vida, atrai empresas, empregos e gera oportunidades para segurar a juventude', diz a engenheira civil.
Ainda tímidas, as obras nos primeiros 20 quilômetros da rodovia de ligação Cuiabá-Santarém, entre Guarantã do Norte e a divisa com o Pará, começam a entusiasmar parte da cidade de 40 mil habitantes. No fim de junho, após muita demora na liberação das verbas, foram contratadas 80 pessoas (engenheiros, serventes, operadores de máquinas) para auxiliar os 120 soldados do BEC na construção. 'Vim para cá atrás de emprego. O asfalto vai melhorar a vida aqui', afirma o frentista Francisco Alves de Souza, recém-chegado da vizinha Matupá.
Do prefeito à associação comercial, todos apostam que a pavimentação pode tirar do atraso muitas localidades no eixo da BR. Com escolas e postos de saúde bem cuidados, 14 médicos e orçamento anual de R$ 27 milhões, Guarantã do Norte está melhor que suas vizinhas paraenses, mas ainda sofre com o principal problema da Amazônia: a pobreza derivada da falta de regularização fundiária.
'Dá até tristeza falar de reforma agrária aqui', diz o prefeito José Humberto Macedo (DEM). Primeiro executor do assentamento do Incra que deu origem a Guarantã do Norte, Macedo afirma haver uma área com 200 famílias, no interior do município, onde só três lotes têm título de propriedade. Na periferia da cidade, a prefeitura toca obras com verbas do Estado para construir banheiros nas casas precárias. A cidade conta 1,6 mil beneficiários do bolsa-família, o que significa R$ 100 mil mensais. 'Mas quando chove ou tem ação fiscal, as serrarias param e quem vive da derrubada acaba aqui', diz a secretária de Ação Social, Sandra Martins.
Em Castelo de Sonhos, distrito a 1,2 mil km da sede municipal, em Altamira (PA), a situação é surreal. Nenhuma rua tem asfalto, apenas um posto médico funciona precariamente e dois PMs fazem a lei no lugar de 10 mil habitantes. Dos madeireiros aos comerciantes e fazendeiros, todos temem a ação da Polícia Federal e do Ibama. (MZ)
terça-feira, 22 de julho de 2008
Inscrições do Prêmio Alcoa de Inovação se encerram em 30 dias
Em 22 de Agosto encerram-se as inscrições para o 7º Prêmio Alcoa de Inovação em Alumínio. Podem participar estudantes de qualquer curso superior, alunos de pós-graduação lato sensu e profissionais que atuam com projetos e planejamento de gestão, sem distinção quanto à categoria funcional, tipo ou tempo de atuação no mercado.
As inscrições devem ser feitas pelo site da Alcoa (www.alcoa.com.br) para as categorias Produtos & Aplicações (tema livre) e Gestão da Reciclagem (com foco na reciclagem de alumínio, resíduos pós-consumo ou gerados na produção de bens de consumo). Os trabalhos serão julgados e premiados separadamente por categoria e modalidade de participação (profissional e estudante).
O objetivo do Prêmio é estimular a criatividade e difundir as idéias dos estudantes e profissionais brasileiros no setor, além de promover a conscientização ecológica entre os participantes. A entrega dos trabalhos inscritos deverá ser feita até 22 de Setembro. Os finalistas serão conhecidos em Novembro e a ordem classificatória dos vencedores será divulgada no evento de premiação, programado para Dezembro.
Na modalidade Estudante, podem concorrer universitários de todo o País que estejam matriculados em cursos de tecnologia/graduação e pós-graduação (lato sensu) no ano letivo de 2008. As equipes participantes podem ser multidisciplinares, compostas por alunos de cursos diferentes, desde que da mesma instituição. É possível também a inscrição em mais de uma categoria. A modalidade profissional também está aberta em duas categorias: produtos & aplicações e gestão da reciclagem.
(Fonte: Alcoa)
As inscrições devem ser feitas pelo site da Alcoa (www.alcoa.com.br) para as categorias Produtos & Aplicações (tema livre) e Gestão da Reciclagem (com foco na reciclagem de alumínio, resíduos pós-consumo ou gerados na produção de bens de consumo). Os trabalhos serão julgados e premiados separadamente por categoria e modalidade de participação (profissional e estudante).
O objetivo do Prêmio é estimular a criatividade e difundir as idéias dos estudantes e profissionais brasileiros no setor, além de promover a conscientização ecológica entre os participantes. A entrega dos trabalhos inscritos deverá ser feita até 22 de Setembro. Os finalistas serão conhecidos em Novembro e a ordem classificatória dos vencedores será divulgada no evento de premiação, programado para Dezembro.
Na modalidade Estudante, podem concorrer universitários de todo o País que estejam matriculados em cursos de tecnologia/graduação e pós-graduação (lato sensu) no ano letivo de 2008. As equipes participantes podem ser multidisciplinares, compostas por alunos de cursos diferentes, desde que da mesma instituição. É possível também a inscrição em mais de uma categoria. A modalidade profissional também está aberta em duas categorias: produtos & aplicações e gestão da reciclagem.
(Fonte: Alcoa)
Piques de energia danificam aparelhos que superlotam oficinas
Alesandra Branches
Repórter
É comum os piques de energia elétrica na cidade de Santarém que ocasionam a queima de equipamentos eletrodomésticos e industriais, prejudicando empresários e a população em geral. O curioso é que os dados estatísticos do PROCON municipal revelam que não há denúncias contra a concessionária de energia que por sua vez, alega que as atuais interrupções são frutos da interferência de pipas e papagaios na rede elétrica.
A burocracia para conseguir provar que os danos ocasionados nos aparelhos domésticos e industriais foram acarretados pelos freqüentes piques de energia faz com que grande parte dos consumidores prefira comprar novos equipamentos a reclamar dos prejuízos junto à empresa. Em virtude disso é que o número de denúncias do PROCON caiu significativamente, já que o laudo que avalia se houve ou não oscilação de energia é feita pela própria CELPA e não por um órgão independente.
A Associação Comercial e Empresarial de Santarém (ACES) vai ingressar perante a justiça com uma ação em nome de seus associados cobrando da Rede Celpa a reparação dos danos causados ao empresariado local devido ás oscilações e interrupções de energia elétrica, que ocasionaram a queima de equipamentos essenciais para o desempenho das atividades empresariais.
Mas as Centrais Elétricas do Pará em nota a imprensa, garante que as ocorrências registradas têm resultado da interferência de pipas no sistema elétrico. Dados comprovam que a brincadeira representa 54% dos desligamentos registrados nos primeiros dez dias do mês, no Estado, vem causando prejuízos e tomando proporções maiores a cada dia.
Em julho de 2000 os registros chegaram a 1.163 interrupções, no total, sendo 564 delas por pipa. Em 2005 os registros chegaram a 1.424, dos quais 40% provocados pelo brinquedo. Em 2006 e 2007, houve um acréscimo nas incidências, respectivamente, 35% e 31%, mas o cenário visto hoje, aponta um crescimento. A empresa projeto fechar julho com 1.544 interrupções provocadas por pipas. Além disso, ressalta que os desligamentos ocorrem a todo tempo e em vários pontos da cidade, principalmente em áreas distantes do centro, onde as pipas são mais utilizadas. O pode provocar o desligamento de um alimentador mais de uma vez por dia.
Ao contrário do que a nota apresenta, a população reclama que os piques de energia não acontecem apenas no período de férias, em especial, no mês de julho, e sim, em todos os meses do ano. Nas lojas de reposição e assistência técnica é crescente o número de aparelhos eletroeletrônicos à espera de concerto e avaliação, sendo grande parte, fruto de piques de energia elétrica.
Repórter
É comum os piques de energia elétrica na cidade de Santarém que ocasionam a queima de equipamentos eletrodomésticos e industriais, prejudicando empresários e a população em geral. O curioso é que os dados estatísticos do PROCON municipal revelam que não há denúncias contra a concessionária de energia que por sua vez, alega que as atuais interrupções são frutos da interferência de pipas e papagaios na rede elétrica.
A burocracia para conseguir provar que os danos ocasionados nos aparelhos domésticos e industriais foram acarretados pelos freqüentes piques de energia faz com que grande parte dos consumidores prefira comprar novos equipamentos a reclamar dos prejuízos junto à empresa. Em virtude disso é que o número de denúncias do PROCON caiu significativamente, já que o laudo que avalia se houve ou não oscilação de energia é feita pela própria CELPA e não por um órgão independente.
A Associação Comercial e Empresarial de Santarém (ACES) vai ingressar perante a justiça com uma ação em nome de seus associados cobrando da Rede Celpa a reparação dos danos causados ao empresariado local devido ás oscilações e interrupções de energia elétrica, que ocasionaram a queima de equipamentos essenciais para o desempenho das atividades empresariais.
Mas as Centrais Elétricas do Pará em nota a imprensa, garante que as ocorrências registradas têm resultado da interferência de pipas no sistema elétrico. Dados comprovam que a brincadeira representa 54% dos desligamentos registrados nos primeiros dez dias do mês, no Estado, vem causando prejuízos e tomando proporções maiores a cada dia.
Em julho de 2000 os registros chegaram a 1.163 interrupções, no total, sendo 564 delas por pipa. Em 2005 os registros chegaram a 1.424, dos quais 40% provocados pelo brinquedo. Em 2006 e 2007, houve um acréscimo nas incidências, respectivamente, 35% e 31%, mas o cenário visto hoje, aponta um crescimento. A empresa projeto fechar julho com 1.544 interrupções provocadas por pipas. Além disso, ressalta que os desligamentos ocorrem a todo tempo e em vários pontos da cidade, principalmente em áreas distantes do centro, onde as pipas são mais utilizadas. O pode provocar o desligamento de um alimentador mais de uma vez por dia.
Ao contrário do que a nota apresenta, a população reclama que os piques de energia não acontecem apenas no período de férias, em especial, no mês de julho, e sim, em todos os meses do ano. Nas lojas de reposição e assistência técnica é crescente o número de aparelhos eletroeletrônicos à espera de concerto e avaliação, sendo grande parte, fruto de piques de energia elétrica.
Sentença desmascara manipulação de autoria de pedido de censura a blog
Miguel Oliveira
Editor-Chefe
O que o leitor vai ler transcrito abaixo, destacado em itálico e negrito, é a parte importante da sentença do juiz eleitoral Gabriel Veloso que revoga a liminar concedida pela juíza Betânia Pessoa Batista impondo restrição à liberdade de informação ao site do nacional Jeso Carneiro até o julgamento do mérito.
Esta transcição não teria importância jornalística a não ser pelo fato que o texto judicial desmascara uma farsa montada a partir da manipulação de informações que deveriam ser levadas ao conhecimento público de modo isento, o que não ocorreu, porque é público que o nacional explorou indevidamente e exaustivamente essa liminar atribuindo seu pedido ao partido Democratas e ao seu candidato, de modo a tornar-se vítima de perseguição jurídica e política.
Como mentira tem pernas curtas, na senteça contida nos autos da representação do Democratas, o próprio juiz Gabriel Veloso, ao revogar a liminar, sustenta que houve um alargamento daquilo que foi requerido pelo próprio representante [o candidato e seu partido] que requereu na sua inicial apenas a retirada do site da matéria publicada intitulada como "O que a gente quer pra Santarém". Matéria que o juiz considerou ofensiva e em desacordo com a legislação eleitoral.
Fica demonstrado, portanto, que se houve censura ao site daquele nacional, esta foi uma decisão exclusiva da juiza Betania Pessoa Batista e não uma iniciativa do partido Democratas e seu candidato, como se tentou passar à opinião pública.
Após ler a sentença, o leitor tirará a sua própria conclusão.
Representação..... folha 58
(...)
Com base nesse entendimento e diante do fato de que esse magistrado não encontrou requisitos de propaganda eleitoral antecipada extemporânea nas notícias colocadas no site mencionados pelos representados deve ser a presente representação eleitoral julgada improcedente.
Assim dando prosseguimento ao feito entendo necessário verificar que na liminar concedida nesses autos houve um alargamento daquilo que foi requerido pelo próprio representante que requereu na sua inicial apenas a retirada do site da matéria publicada intitulada como "O que a gente quer pra Santarém", enquanto na liminar foi determinada a proibição dos representantes de vincular em suas matérias jornalísticas notas ou posts até o julgamento deste processo comparações a atual gestora ou seu partido ou depreciando o ex-gestor ou seu partido sob pena de multa diária de R$ 10.000,00 no período em que a matéria estiver no ar. Com base nisso entendo necessário revogar essa liminar mas diante das vedações legais da legislação eleitoral determino que a alegada matéria seja retirada do ar definitivamente por conter termos atacando pessoalmente um dos candidatos a Prefeito Municipal de Santarém o que é vedado pela Legislação Eleitoral, em especial da Lei Federal 9.504/1997, além disso, ficamam os requeridos cientes de que ora em diante esse tipo de matéria não pode vincular por violar a legislação eleitoral.
Nessa oportunidade entendo necessário destacar que esse magistrado pessoalmente entende que não se pode vedar toda a imprensa de publicar fatos relacionados à eleição, desde que os responsáveis pelas reportagens as façam sem depreciar ou prejudicar candidatos ou partidos políticos conforme externei em decisões proferidas em vários outros processos neste juízo eleitoral, muitas neste mês de julho.
Posto isso, com fundamento na Lei Federal n° 9.504/1997 e em outras determinações legais, julgo improcedente a presente representação eleitoral ante a inexistência de propaganda eleitoral extemporânea, além disso, diante das vedações da legislação eleitoral determino que a matéria "O que a gente quer pra Santarém", seja retirada do ar definitivamente por conter termos atacando pessoalmente um dos candidatos a Prefeito Municipal de Santarém o que é vedado atualmente pela legislação eleitoral em especial da Lei Federal 9.504/1997, além disso, por viciar a legislação eleitoral. Por fim revogo a liminar de fls.24 ante os fundamentos articulados na fundamentação desta decisão que regulamenta a questão.
Intimem-se o representante e ambos os representados, através de seus procuradores judiciais. Dê–se ciência ao Representante do Ministério Público Eleitoral.
Transitada em julgado nessa decisão cumpram- se todas as determinações da Douta Corregedoria Eleitoral e arquivem-se esses autos com as baixas anotações necessárias.
Publique-se, registre-se e intimem-se
Santarém, 18 de julho de 2008
Gabriel Veloso de Araújo
Juiz Eleitoral
Editor-Chefe
O que o leitor vai ler transcrito abaixo, destacado em itálico e negrito, é a parte importante da sentença do juiz eleitoral Gabriel Veloso que revoga a liminar concedida pela juíza Betânia Pessoa Batista impondo restrição à liberdade de informação ao site do nacional Jeso Carneiro até o julgamento do mérito.
Esta transcição não teria importância jornalística a não ser pelo fato que o texto judicial desmascara uma farsa montada a partir da manipulação de informações que deveriam ser levadas ao conhecimento público de modo isento, o que não ocorreu, porque é público que o nacional explorou indevidamente e exaustivamente essa liminar atribuindo seu pedido ao partido Democratas e ao seu candidato, de modo a tornar-se vítima de perseguição jurídica e política.
Como mentira tem pernas curtas, na senteça contida nos autos da representação do Democratas, o próprio juiz Gabriel Veloso, ao revogar a liminar, sustenta que houve um alargamento daquilo que foi requerido pelo próprio representante [o candidato e seu partido] que requereu na sua inicial apenas a retirada do site da matéria publicada intitulada como "O que a gente quer pra Santarém". Matéria que o juiz considerou ofensiva e em desacordo com a legislação eleitoral.
Fica demonstrado, portanto, que se houve censura ao site daquele nacional, esta foi uma decisão exclusiva da juiza Betania Pessoa Batista e não uma iniciativa do partido Democratas e seu candidato, como se tentou passar à opinião pública.
Após ler a sentença, o leitor tirará a sua própria conclusão.
Representação..... folha 58
(...)
Com base nesse entendimento e diante do fato de que esse magistrado não encontrou requisitos de propaganda eleitoral antecipada extemporânea nas notícias colocadas no site mencionados pelos representados deve ser a presente representação eleitoral julgada improcedente.
Assim dando prosseguimento ao feito entendo necessário verificar que na liminar concedida nesses autos houve um alargamento daquilo que foi requerido pelo próprio representante que requereu na sua inicial apenas a retirada do site da matéria publicada intitulada como "O que a gente quer pra Santarém", enquanto na liminar foi determinada a proibição dos representantes de vincular em suas matérias jornalísticas notas ou posts até o julgamento deste processo comparações a atual gestora ou seu partido ou depreciando o ex-gestor ou seu partido sob pena de multa diária de R$ 10.000,00 no período em que a matéria estiver no ar. Com base nisso entendo necessário revogar essa liminar mas diante das vedações legais da legislação eleitoral determino que a alegada matéria seja retirada do ar definitivamente por conter termos atacando pessoalmente um dos candidatos a Prefeito Municipal de Santarém o que é vedado pela Legislação Eleitoral, em especial da Lei Federal 9.504/1997, além disso, ficamam os requeridos cientes de que ora em diante esse tipo de matéria não pode vincular por violar a legislação eleitoral.
Nessa oportunidade entendo necessário destacar que esse magistrado pessoalmente entende que não se pode vedar toda a imprensa de publicar fatos relacionados à eleição, desde que os responsáveis pelas reportagens as façam sem depreciar ou prejudicar candidatos ou partidos políticos conforme externei em decisões proferidas em vários outros processos neste juízo eleitoral, muitas neste mês de julho.
Posto isso, com fundamento na Lei Federal n° 9.504/1997 e em outras determinações legais, julgo improcedente a presente representação eleitoral ante a inexistência de propaganda eleitoral extemporânea, além disso, diante das vedações da legislação eleitoral determino que a matéria "O que a gente quer pra Santarém", seja retirada do ar definitivamente por conter termos atacando pessoalmente um dos candidatos a Prefeito Municipal de Santarém o que é vedado atualmente pela legislação eleitoral em especial da Lei Federal 9.504/1997, além disso, por viciar a legislação eleitoral. Por fim revogo a liminar de fls.24 ante os fundamentos articulados na fundamentação desta decisão que regulamenta a questão.
Intimem-se o representante e ambos os representados, através de seus procuradores judiciais. Dê–se ciência ao Representante do Ministério Público Eleitoral.
Transitada em julgado nessa decisão cumpram- se todas as determinações da Douta Corregedoria Eleitoral e arquivem-se esses autos com as baixas anotações necessárias.
Publique-se, registre-se e intimem-se
Santarém, 18 de julho de 2008
Gabriel Veloso de Araújo
Juiz Eleitoral
IBGE abre inscrição para 700 vagas de agente censitário
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abre nesta terça-feira (22) as inscrições para o preenchimento de 700 vagas de agente censitário a serem distribuídas em todos os estados e o Distrito Federal. O cargo, de nível médio, terá gratificação de R$ 600,00, além de auxílio-alimentação e auxílio transporte, assim como férias e 13º salário (veja aqui o edital).
Serão 665 vagas de ampla concorrência e 35 destinadas aos portadores de necessidades especiais. A jornada de trabalho será de 40 horas semanais.
Os serviços serão prestados pelo prazo máximo de 12 meses, podendo ser prorrogado por igual período. Os contratos terão vigência de 30 dias, podendo ser prorrogados por igual período, condicionados à necessidade de trabalho.
As inscrições podem ser feitas pelo site www.consulplan.net, entre a 0h de 22 de julho até as 23h59 de 13 de agosto, ou através das agências credenciadas dos Correios em todo o Brasil listadas no edital, entre os dias 31 de julho e 13 de agosto. A taxa de inscrição é de R$ 14,50.
Os agentes trabalharão na atualização de mapas municipais, mapas cadastrais e croquis dos setores censitários da base territorial, bem como do cadastro de endereços. A prova está prevista para o dia 21 de setembro, das 14h às 18h, com questões de português, geografia, raciocínio lógico, noções de informática e conhecimentos gerais. Os gabaritos serão divulgados no dia 22 de setembro.
Os locais das provas serão divulgados no site www.consulplan.net a partir do dia 4 de setembro.
Serão oferecidas vagas para 492 cidades, sendo que São Paulo, Minas Gerais e Bahia são os estados que possuem mais cidades atendidas por este processo seletivo (veja aqui a relação de cidades).
Os resultados finais serão divulgados no dia 15 de outubro. As contratações ocorrerão a partir de outubro. Os contratos terão vigência de 30 dias, podendo ser sucessivamente prorrogados por apostilamento, por igual período, condicionados estritamente à necessidade de trabalho.
(Fonte: G 1)
Serão 665 vagas de ampla concorrência e 35 destinadas aos portadores de necessidades especiais. A jornada de trabalho será de 40 horas semanais.
Os serviços serão prestados pelo prazo máximo de 12 meses, podendo ser prorrogado por igual período. Os contratos terão vigência de 30 dias, podendo ser prorrogados por igual período, condicionados à necessidade de trabalho.
As inscrições podem ser feitas pelo site www.consulplan.net, entre a 0h de 22 de julho até as 23h59 de 13 de agosto, ou através das agências credenciadas dos Correios em todo o Brasil listadas no edital, entre os dias 31 de julho e 13 de agosto. A taxa de inscrição é de R$ 14,50.
Os agentes trabalharão na atualização de mapas municipais, mapas cadastrais e croquis dos setores censitários da base territorial, bem como do cadastro de endereços. A prova está prevista para o dia 21 de setembro, das 14h às 18h, com questões de português, geografia, raciocínio lógico, noções de informática e conhecimentos gerais. Os gabaritos serão divulgados no dia 22 de setembro.
Os locais das provas serão divulgados no site www.consulplan.net a partir do dia 4 de setembro.
Serão oferecidas vagas para 492 cidades, sendo que São Paulo, Minas Gerais e Bahia são os estados que possuem mais cidades atendidas por este processo seletivo (veja aqui a relação de cidades).
Os resultados finais serão divulgados no dia 15 de outubro. As contratações ocorrerão a partir de outubro. Os contratos terão vigência de 30 dias, podendo ser sucessivamente prorrogados por apostilamento, por igual período, condicionados estritamente à necessidade de trabalho.
(Fonte: G 1)
Onde há fumaça, há fogo
Este site só se reportará ao episódio de um incêndio ocorrido na madrugada de domingo em Santarém após as devidas diligências policiais.
E informa aos seus leitores que é de opinião que o caso deveria ser apurado também pela Polícia Federal.
E informa aos seus leitores que é de opinião que o caso deveria ser apurado também pela Polícia Federal.
segunda-feira, 21 de julho de 2008
ACES insiste para que bancos mudem horário
Paulo Leandro Leal
A alteração dos horários das agências bancárias de Santarém, para que funcionem de forma sincronizada com os bancos de Belém e Brasília, é uma luta que vem sendo travada pela Associação Comercial e Empresarial de Santarém (ACES), juntamente com outras entidades empresariais e do setor produtivo. Nesta semana, a ACES reforçou esta luta ao solicitar diretamente à superintendência do Banco do Brasil no Pará a mudança de horário, e também ao reforçar o pedido à gerência local.
O Banco do Brasil funciona como uma central para os outros bancos, que se guiam pelo horário de funcionamento do BB. O presidente da ACES, Olavo das Neves, entrou em contato direto com o superintendente do Banco do Brasil no Pará, Daniel Hanson, solicitando que o horário de atendimento fosse alterado das 09 às 14 horas para de 10 às 15 horas. Daniel informou que o assunto está nas mãos do gerente local do Banco, Martin Granja, que está fazendo uma análise da situação para passar um posicionamento definitivo para a superintendência.
Nesta quinta-feira, 17, a ACES encaminhou ofício ao gerente Martin Granja, solicitando, mais uma vez, que o horário de atendimento das agências bancárias seja alterado, passando a ser das 10 às 15 horas, abrindo, portanto, em sincronia com os bancos de Belém, Brasília e as cidades da região Sudeste. É a segunda vez que a ACES encaminha documento ao gerente fazendo a mesma solicitação. No final de junho, a ACES, o Sindicato Lojista de Santarém (Sindlojas) e a Câmara de Dirigentes Lojistas de Santarém (CDL) se reuniram com os gerentes dos bancos instalados na cidade para discutir a adequação do horário de funcionamento das agências bancárias de Santarém.
No documento enviado nesta quinta, foi demonstrada a necessidade de que as agências funcionem no horário de 10 às 15 horas, em sincronia com as agências de Belém e Brasília. “Estando a decisão em suas mãos, vimos reforçar a grande necessidade de que os bancos de Santarém funcionem em sincronia com os de outras regiões, uma reivindicação da classe empresarial e, com certeza, de toda a sociedade santarena”, manifestou a ACES no ofício.
A entidade lembra que a classe empresarial santarena lutou há anos para que houvesse uma mudança no fuso-horário da região, equiparando o nosso horário ao de Brasília. A luta ocorreu principalmente em virtude do funcionamento dos bancos, já que sempre havia uma hora de déficit em relação a outra regiões, perdendo oportunidades de negócios, reduzindo a competitividade das empresas e atrapalhando as pessoas que têm títulos e outros tipos de contas a pagar na rede bancária. “Agora que a mudança de fuso horário foi efetivada, é desalentador que as agências bancárias de Santarém continuem funcionando das 09 às 14 horas, um horário que definitivamente não atende aos anseios da classe empresarial e de todos os clientes da rede bancária”, lamenta a ACES.
A alteração dos horários das agências bancárias de Santarém, para que funcionem de forma sincronizada com os bancos de Belém e Brasília, é uma luta que vem sendo travada pela Associação Comercial e Empresarial de Santarém (ACES), juntamente com outras entidades empresariais e do setor produtivo. Nesta semana, a ACES reforçou esta luta ao solicitar diretamente à superintendência do Banco do Brasil no Pará a mudança de horário, e também ao reforçar o pedido à gerência local.
O Banco do Brasil funciona como uma central para os outros bancos, que se guiam pelo horário de funcionamento do BB. O presidente da ACES, Olavo das Neves, entrou em contato direto com o superintendente do Banco do Brasil no Pará, Daniel Hanson, solicitando que o horário de atendimento fosse alterado das 09 às 14 horas para de 10 às 15 horas. Daniel informou que o assunto está nas mãos do gerente local do Banco, Martin Granja, que está fazendo uma análise da situação para passar um posicionamento definitivo para a superintendência.
Nesta quinta-feira, 17, a ACES encaminhou ofício ao gerente Martin Granja, solicitando, mais uma vez, que o horário de atendimento das agências bancárias seja alterado, passando a ser das 10 às 15 horas, abrindo, portanto, em sincronia com os bancos de Belém, Brasília e as cidades da região Sudeste. É a segunda vez que a ACES encaminha documento ao gerente fazendo a mesma solicitação. No final de junho, a ACES, o Sindicato Lojista de Santarém (Sindlojas) e a Câmara de Dirigentes Lojistas de Santarém (CDL) se reuniram com os gerentes dos bancos instalados na cidade para discutir a adequação do horário de funcionamento das agências bancárias de Santarém.
No documento enviado nesta quinta, foi demonstrada a necessidade de que as agências funcionem no horário de 10 às 15 horas, em sincronia com as agências de Belém e Brasília. “Estando a decisão em suas mãos, vimos reforçar a grande necessidade de que os bancos de Santarém funcionem em sincronia com os de outras regiões, uma reivindicação da classe empresarial e, com certeza, de toda a sociedade santarena”, manifestou a ACES no ofício.
A entidade lembra que a classe empresarial santarena lutou há anos para que houvesse uma mudança no fuso-horário da região, equiparando o nosso horário ao de Brasília. A luta ocorreu principalmente em virtude do funcionamento dos bancos, já que sempre havia uma hora de déficit em relação a outra regiões, perdendo oportunidades de negócios, reduzindo a competitividade das empresas e atrapalhando as pessoas que têm títulos e outros tipos de contas a pagar na rede bancária. “Agora que a mudança de fuso horário foi efetivada, é desalentador que as agências bancárias de Santarém continuem funcionando das 09 às 14 horas, um horário que definitivamente não atende aos anseios da classe empresarial e de todos os clientes da rede bancária”, lamenta a ACES.
Ibope em Belém
Duciomar (29%), Valéria (24%), Priante (10%), Mário Cardoso (7%), Marinor (2%), Jordy (5%) e João Moraes (1%). Branco/Nulo – 11%; Não sabe/não opinou – 12%.
Segundo o Ibope, esse resultado indica um empate técnico entre os candidatos Duciomar Costa e Valéria Pires Franco, já que a margem de erro máxima da pesquisa é de 4 pontos percentuais para mais ou para menos, fazendo com o percentual exato de voto de Duciomar esteja entre 25% e 33%, e de Valéria Pires Franco esteja entre 20% e 28%.
(Fonte: Espaço Aberto)
Segundo o Ibope, esse resultado indica um empate técnico entre os candidatos Duciomar Costa e Valéria Pires Franco, já que a margem de erro máxima da pesquisa é de 4 pontos percentuais para mais ou para menos, fazendo com o percentual exato de voto de Duciomar esteja entre 25% e 33%, e de Valéria Pires Franco esteja entre 20% e 28%.
(Fonte: Espaço Aberto)
Ritmo lento
Desde o último domingo e por toda esta semana este site será atualizado, excepcionalmente, com menor frequência.
A redação de O Estado do Tapajós curte mini-temporada de férias.
Em razão disso, a edição impressa do jornal desta quarta-feira não circulará como de costume.
O Estado do Tapajós volta com sua edição inédita no próximo sábado, dia 26, trazendo encartado o fascículo 50 da série Memória de Santarém.
A redação de O Estado do Tapajós curte mini-temporada de férias.
Em razão disso, a edição impressa do jornal desta quarta-feira não circulará como de costume.
O Estado do Tapajós volta com sua edição inédita no próximo sábado, dia 26, trazendo encartado o fascículo 50 da série Memória de Santarém.
domingo, 20 de julho de 2008
Negócios
A feira agropecuária de Oriximiná, que se encerra neste domingo, é um sucesso de público e de vendas.
A feira de Santarém começa dia 26 de julho.
A feira de Santarém começa dia 26 de julho.
Um mês da lei seca no trânsito
Faz um mês que entrou em vigor a lei seca no trânsito.
Apesar de algumas reclamações de motoristas bebuns, a lei veio para ficar.
Isto é, se as nossas autoridades fizerem a parte delas.
Apesar de algumas reclamações de motoristas bebuns, a lei veio para ficar.
Isto é, se as nossas autoridades fizerem a parte delas.
E haja promessa
Na falta de medidas concretas para anunciar, o governo do estado trombeteia a realização de novo concurso da PM para o segundo semestre.
Em Santarém, a prefeitura levou três anos e meio para organizar um concurso fajuto, cujo edital já foi mudado cinco vezes.
Em Santarém, a prefeitura levou três anos e meio para organizar um concurso fajuto, cujo edital já foi mudado cinco vezes.
Vice-governador é 'penetra' em casamento
Jantar de casamento de um jornalista, sábado à noite, contou com uma presença notável, a do vice-governador Odair Corrêa.
Detalhe: Odair não foi convidado para o evento e nem conhecia os noivos.
Foi levado ao evento por um colega de trabalho da nubente.
Detalhe: Odair não foi convidado para o evento e nem conhecia os noivos.
Foi levado ao evento por um colega de trabalho da nubente.
Campanha fria, quase gelada
Foi um erro gritante de Inácio Corrrêa programar o lançamento da candidatura de Maria do Carmo para um sábado à tarde, nomês de julho, em Santarém, quando a cidade fica vazia.
E não deu outra.
Na Cohab, quando Maria chegou para falar no comício não havia quase ninguém, nem aqueles cabos eleitorais que são levados para levantar 'pirulitos'.
E a carreata, recheada de veículos alugados de locadoras e de pessoas que têm DAS na prefeitura e no governo, apesar de ser muito barulhenta, não era tão extensa assim.
E não deu outra.
Na Cohab, quando Maria chegou para falar no comício não havia quase ninguém, nem aqueles cabos eleitorais que são levados para levantar 'pirulitos'.
E a carreata, recheada de veículos alugados de locadoras e de pessoas que têm DAS na prefeitura e no governo, apesar de ser muito barulhenta, não era tão extensa assim.
sábado, 19 de julho de 2008
Pipa com cerol dá multa de R$1.000 a pais
CÍNTIA ACAYABA
da Agência Folha
Pais de cinco crianças e adolescentes foram multados em R$ 1.000, em Sorocaba (99 km de São Paulo), porque seus filhos foram pegos empinando pipas com cerol, uma mistura de cola de madeira e vidro moído nas linhas. Eles têm 15 dias para recorrer.
Além deles, três adultos e um estabelecimento comercial que vendia o cerol também foram autuados.
A Prefeitura de Sorocaba cumpre lei municipal, sancionada no dia 16 de maio, que proíbe o uso de cerol em toda a cidade. As três primeiras operações foram realizadas dias depois da morte de uma motociclista de 23 anos, em 9 de julho, atingida por uma linha com cerol na rodovia Raposo Tavares.
Rubens Costa Júnior, diretor de fiscalização da prefeitura, diz que quando as crianças percebem a aproximação de fiscais, elas arrebentam as linhas das pipas que estão com cerol.
Segundo o diretor, a cidade registrou ao menos três casos de pessoas que morreram após serem cortadas com linhas de cerol nos últimos anos.
da Agência Folha
Pais de cinco crianças e adolescentes foram multados em R$ 1.000, em Sorocaba (99 km de São Paulo), porque seus filhos foram pegos empinando pipas com cerol, uma mistura de cola de madeira e vidro moído nas linhas. Eles têm 15 dias para recorrer.
Além deles, três adultos e um estabelecimento comercial que vendia o cerol também foram autuados.
A Prefeitura de Sorocaba cumpre lei municipal, sancionada no dia 16 de maio, que proíbe o uso de cerol em toda a cidade. As três primeiras operações foram realizadas dias depois da morte de uma motociclista de 23 anos, em 9 de julho, atingida por uma linha com cerol na rodovia Raposo Tavares.
Rubens Costa Júnior, diretor de fiscalização da prefeitura, diz que quando as crianças percebem a aproximação de fiscais, elas arrebentam as linhas das pipas que estão com cerol.
Segundo o diretor, a cidade registrou ao menos três casos de pessoas que morreram após serem cortadas com linhas de cerol nos últimos anos.
Acabou a greve dos Correios
Foi fechado hoje à tarde um acordo entre a direção dos Correios e a coordenação nacional dos funcionários da EBCT.
Os carteiros voltam ao trabalho na segunda-feira, não haverá desconto dos dias parados mas os trabalhadadores terão de fazer hora extra para colocar em dia as correspondências em atraso.
Os carteiros voltam ao trabalho na segunda-feira, não haverá desconto dos dias parados mas os trabalhadadores terão de fazer hora extra para colocar em dia as correspondências em atraso.
Medida atrasada
Há muito tempo Santarém deveria receber uma severa fiscalização nos órgãos municipais e estaduais que cuidam da saúde da população.
A medida do MP, embora acertada, chega atrasada.
A medida do MP, embora acertada, chega atrasada.
Mato Grosso terá exportação pelo Pacífico facilitada
Mato Grosso exportou U$ 3.81 bilhões neste primeiro semestre, sendo que deste total, cerca de U$ 4.6 milhões foram com a venda de produtos para o Peru. Com base nestes dados expostos nesta quinta-feira (17.07) pela Federação das Industrias de Mato Grosso, o embaixador peruano no Brasil, Jaime Stiglich, acompanhado de uma comitiva empresarial, apresentaram uma proposta para que a produção do Estado possa escoar pelos sete portos do país vizinho. O Peru possui grande produção de produtos essenciais para a agricultura, fazendo assim uma caminho comercial de ida e volta.
"Uma carga do fosfato, que hoje é comprada da Rússia, leva em torno de 40 dias para chegar até Mato Grosso. Se comprarmos do Peru, o fosfato pode estar sendo utilizada nas plantações em quatro dias", comenta o presidente da Fiemt, Jadir Milan. Chegar ao pacífico pelo país vizinho também representa um aumento significativo na industrialização do Estado, explica o presidente. Ele aponta que a cordilheira dos Andes é uma barreira que dificulta o frete de cargas pesadas, acima de 20 toneladas. A solução é a exportação de produtos prontos para o consumo, totalmente industrializados, com alto valor agregado.
(Fonte: 24 horas News)
"Uma carga do fosfato, que hoje é comprada da Rússia, leva em torno de 40 dias para chegar até Mato Grosso. Se comprarmos do Peru, o fosfato pode estar sendo utilizada nas plantações em quatro dias", comenta o presidente da Fiemt, Jadir Milan. Chegar ao pacífico pelo país vizinho também representa um aumento significativo na industrialização do Estado, explica o presidente. Ele aponta que a cordilheira dos Andes é uma barreira que dificulta o frete de cargas pesadas, acima de 20 toneladas. A solução é a exportação de produtos prontos para o consumo, totalmente industrializados, com alto valor agregado.
(Fonte: 24 horas News)
Aposta milionária
O soteio da Mega Sena paga hoje 25 milhões de reais.
As apostas se encerram às 17 horas.
As apostas se encerram às 17 horas.
De quem é o Opportunity?
No Repórter Diário, hoje:
Depois de anos de investigação da Polícia Federal, acompanhada pelo Ministério Público Federal, Abin, e sob a égide da Justiça Federal, o Brasil e a imprensa vêem com perplexidade a informação divulgada no blog da comentarista econômica Miriam Leitão que o Banco Central diz sobre Daniel Dantas, que “oficialmente ele não consta nem como dono nem como dirigente do Opportunity”. Dantas registrou a marca Opportunity e como dono da marca recebe “aluguel” pelo seu uso.
Como assim?
É o Banco Central que informa ser Dorio Ferman, dono de 99% das ações do Opportunity, de quem DD “não é sócio nem dirigente, é apenas mais um cliente”. Quer dizer que se inicia uma investigação tão aprofundada sem saber a real qualificação do investigado? E como acusá-lo e indiciá-lo por gestão fraudulenta, omissão de informações das contas de correntista do Opportunity, se DD não é banqueiro, dirigente nem dono do banco?
Síndrome de Porcina
Até que tudo fique esclarecido, a Operação Satiagraha começa a ser conhecida pelo codinome “Operação Viúva Porcina”: a que era sem nunca ter sido; viúva de um homem que não estava morto e que nunca foi seu marido, personagem do inesquecível Dias Gomes. Ante a espetacularização dos fatos, vá se explicar isso aos investidores estrangeiros.
Depois de anos de investigação da Polícia Federal, acompanhada pelo Ministério Público Federal, Abin, e sob a égide da Justiça Federal, o Brasil e a imprensa vêem com perplexidade a informação divulgada no blog da comentarista econômica Miriam Leitão que o Banco Central diz sobre Daniel Dantas, que “oficialmente ele não consta nem como dono nem como dirigente do Opportunity”. Dantas registrou a marca Opportunity e como dono da marca recebe “aluguel” pelo seu uso.
Como assim?
É o Banco Central que informa ser Dorio Ferman, dono de 99% das ações do Opportunity, de quem DD “não é sócio nem dirigente, é apenas mais um cliente”. Quer dizer que se inicia uma investigação tão aprofundada sem saber a real qualificação do investigado? E como acusá-lo e indiciá-lo por gestão fraudulenta, omissão de informações das contas de correntista do Opportunity, se DD não é banqueiro, dirigente nem dono do banco?
Síndrome de Porcina
Até que tudo fique esclarecido, a Operação Satiagraha começa a ser conhecida pelo codinome “Operação Viúva Porcina”: a que era sem nunca ter sido; viúva de um homem que não estava morto e que nunca foi seu marido, personagem do inesquecível Dias Gomes. Ante a espetacularização dos fatos, vá se explicar isso aos investidores estrangeiros.
Manchetes deste sábado de O Estado do Tapajós
O Estado/Perspectiva:
Pesquisa revela que 55% dos eleitores reclamam prioridade á saúde do próximo prefeito
Maria do Carmo tem rejeição de 39,9%
Lira Maia lidera com 54,2%
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Vídeo pronográfico de menores vai parar na internet
Cerca de 40% dos ônibus circulam irregularmente em Santarém
Tertúlias literárias são apenas lembramças do passado
Feira agropecuária espera 170 mil visitantes
Cresce movimento nas locadoras de filmes e DVD's
Sindicato dos professores diz que piso nacional não é vantajoso
Pesquisa revela que 55% dos eleitores reclamam prioridade á saúde do próximo prefeito
Maria do Carmo tem rejeição de 39,9%
Lira Maia lidera com 54,2%
--------
Vídeo pronográfico de menores vai parar na internet
Cerca de 40% dos ônibus circulam irregularmente em Santarém
Tertúlias literárias são apenas lembramças do passado
Feira agropecuária espera 170 mil visitantes
Cresce movimento nas locadoras de filmes e DVD's
Sindicato dos professores diz que piso nacional não é vantajoso
sexta-feira, 18 de julho de 2008
MPF pede radiografia do setor de Saúde em todo o Estado
A Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão pediu ao Ministério Público do Estado e às Procuradorias da República no interior do Pará que abram investigação para apurar as condições de prestação dos serviços de saúde, na atenção básica, de todos os municípios paraenses.
A Procuradora Regional dos Direitos do Cidadão, Ana Karízia Teixeira, sugere em ofício a promotores e procuradores que verifiquem a existência e a regularidade dos Conselhos Municipais de Saúde. Também foram encaminhados questionamentos às Secretarias Municipais de Saúde e ao Ministério da Saúde sobre as condições do atendimento no interior do Estado.
A proposta surgiu após a análise de relatório elaborado pelo Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus). O relatório foi resultado de vistorias realizadas na Santa Casa de Misericórdia no final de junho e início de julho.
No documento, podem ser encontrados levantamentos estatísticos apresentados esta semana pela direção da Santa Casa ao Ministério Público Federal.
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Com informações da Assessoria de Imprensa da Procuradoria da República.
A Procuradora Regional dos Direitos do Cidadão, Ana Karízia Teixeira, sugere em ofício a promotores e procuradores que verifiquem a existência e a regularidade dos Conselhos Municipais de Saúde. Também foram encaminhados questionamentos às Secretarias Municipais de Saúde e ao Ministério da Saúde sobre as condições do atendimento no interior do Estado.
A proposta surgiu após a análise de relatório elaborado pelo Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus). O relatório foi resultado de vistorias realizadas na Santa Casa de Misericórdia no final de junho e início de julho.
No documento, podem ser encontrados levantamentos estatísticos apresentados esta semana pela direção da Santa Casa ao Ministério Público Federal.
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Com informações da Assessoria de Imprensa da Procuradoria da República.
Papagaio na pista
Do Espaço Aberto:
Um avião da TAM que há pouco se preparava para aterrissar no Aeroporto de Val-de-Cans, proveniente de Manaus, teve que arremeter.
Havia papagaio na pista.
E não era o currupaco-papaco, não. Era aquele papagaio que é empinado.
Por empinarem papagaio próximo à pista, o avião teve que empinar novamente.
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Nota da redação:
O avião da TAM referido acima fez escala em Santarém com destino a Belém.
Um avião da TAM que há pouco se preparava para aterrissar no Aeroporto de Val-de-Cans, proveniente de Manaus, teve que arremeter.
Havia papagaio na pista.
E não era o currupaco-papaco, não. Era aquele papagaio que é empinado.
Por empinarem papagaio próximo à pista, o avião teve que empinar novamente.
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Nota da redação:
O avião da TAM referido acima fez escala em Santarém com destino a Belém.
Rede Celpa, o pisca-pisca e o laudo fajuto
A Rede Celpa atira pedra e esconde a mão.
Conta em atraso, o corte é imediato, às vezes até com certa truculência.
Quando dá pane na rede de distribuição, a Rede Celpa esconde a cabeça e fica com as mãos abanando.
Quando alguém reclama de prejuíuzo, a Celpa diz, invariavelmente, que não é dela a responsabilidade.
Quando um consumidor que se sente lesado e vai atrás do prejuízo, a Celpa enumera uma série de procedimentos burocráticos que tem o condão de dificultar a vida do prejudicado e até de desestimulá-lo a prosseguir com a reclamação contra a empresa.
Mas aqueles que têm paciência e prosseguem com a ação contra a empresa passam a enfretnar um inimigo invencível: o laudo que atesta se houve ou não oscilação de energia e se esta foi o que provocou dano ao equipamento ou aparelho elétrico é feito sabem por quem?
Pela própria Rede Celpa.
E sabem qual é o resultado desses laudos?
A culpa é do consumidor.
Conta em atraso, o corte é imediato, às vezes até com certa truculência.
Quando dá pane na rede de distribuição, a Rede Celpa esconde a cabeça e fica com as mãos abanando.
Quando alguém reclama de prejuíuzo, a Celpa diz, invariavelmente, que não é dela a responsabilidade.
Quando um consumidor que se sente lesado e vai atrás do prejuízo, a Celpa enumera uma série de procedimentos burocráticos que tem o condão de dificultar a vida do prejudicado e até de desestimulá-lo a prosseguir com a reclamação contra a empresa.
Mas aqueles que têm paciência e prosseguem com a ação contra a empresa passam a enfretnar um inimigo invencível: o laudo que atesta se houve ou não oscilação de energia e se esta foi o que provocou dano ao equipamento ou aparelho elétrico é feito sabem por quem?
Pela própria Rede Celpa.
E sabem qual é o resultado desses laudos?
A culpa é do consumidor.
Advocacia e ética
A presidente da secção local da AOB Ana Calderaro vem recebendo manifestações de apoio de associados à entidade por a sua firme posição em defesa da ética e do exercício profissional dos advogados santarenos.
O resto é conversa para boi dormir.
O resto é conversa para boi dormir.
Minc assina Pacto da Madeira Legal em Belém
No Amazônia:
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, participa, hoje, em Belém, da assinatura do Pacto pela Madeira Legal e Sustentável, que envolve, além do Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Governo do Estado, a Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), a Associação das Indústrias Exportadoras de Madeiras do Estado do Pará (Aimex), o Grupo de Produtores Florestais Certificados da Amazônia e o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). O objetivo é incentivar a comercialização dos recursos florestais feita de uma maneira legal.
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, participa, hoje, em Belém, da assinatura do Pacto pela Madeira Legal e Sustentável, que envolve, além do Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Governo do Estado, a Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), a Associação das Indústrias Exportadoras de Madeiras do Estado do Pará (Aimex), o Grupo de Produtores Florestais Certificados da Amazônia e o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). O objetivo é incentivar a comercialização dos recursos florestais feita de uma maneira legal.
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Cientista quer combate ao avanço da pecuária sobre floresta
Carlos Nobre defendeu ontem durante a 60ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) que, com a atual área alterada para agricultura e pecuária no Brasil, "é perfeitamente possível" que o país alcance lugar entre os três maiores produtores agrícolas do mundo. "A questão está em como desenhar esse futuro agrícola. Os ministros da agricultura têm uma frase padrão: 'não é preciso cortar uma única arvore da Amazônia', mas essas frases têm sido muito vazias, porque elas não têm sido acompanhadas de uma política agrícola, que realmente coloque limites a essa expansão em cima dos ecossistemas ainda naturais, principalmente o Cerrado e a Amazônia", criticou Nobre.
Na avaliação de Nobre, sem uma política que freie essa expansão e sem modernização do agronegócio brasileiro, "os números de desmatamento não vão cair; dificilmente cairão muito abaixo desses números que nós temos visto, entre 10 e 15 mil quilômetros quadrados".
Na avaliação de Nobre, sem uma política que freie essa expansão e sem modernização do agronegócio brasileiro, "os números de desmatamento não vão cair; dificilmente cairão muito abaixo desses números que nós temos visto, entre 10 e 15 mil quilômetros quadrados".
Lira Maia lidera pesquisa eleitoral em Santarém
Alesandra Branches
repórter
Pesquisa eleitoral contratada pelo jornal O Estado do Tapajós, realizada pelo Instituto de Pesquisa Perspectiva, mediu a intenção de voto dos eleitores de Santarém nas categorias espontânea e estimulada, rejeição de votos a candidatos e expectativa de vitória dos candidatos.
Na pesquisa estimulada de intenção de voto para prefeito o candidato Lira Maia (DEM) aparece na frente desta vez com 45,2% dos votos. A candidata Maria do Carmo (PT) vem em seguida com 32,4%, seguida de Márcio Pinto (PSOL) com 3,9% e de Joaquim Hamad (PTC) com 1,9%. Brancos, nulos e indecisos somaram 16,6%.
Já na pesquisa estimulada de intenção de voto para prefeito, constando apenas os votos válidos aponta que, se as eleições para prefeito em Santarém fossem hoje, o candidato do Democratas Lira Maia venceria a disputa contra a prefeita Maria do Carmo (PT), que tenta a reeleição. Se considerados apenas os votos válidos, critério adotado pela Justiça Eleitoral para a totalização dos votos, excetuando-se brancos, nulos e indecisos, Lira Maia obteve 54,2%, Maria do Carmo 38,8%, Márcio Pinto 4,6% e Joaquim Hamad 2,3%.
A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo 920/08, processo 001/2008-POP.
Com a pergunta de expectativa de vitória, "Quem você acha que vai ganhar as eleições?", Lira Maia (DEM) aparece em primeiro com 40,8% dos votos. A candidata Maria do Carmo (PT) figura em segundo com 27,1%, seguida dos candidatos Márcio Pinto (PSOL) com 1,7%, e do candidato Joaquim Hamad (PTC) com 1,2%. Brancos, nulos e indecisos somaram 29,2%.
Rejeição
A pesquisa aponta números desfavoráveis a candidata a reeleição Maria do Carmo (PT). Entre os questionamentos feitos pelo Instituto Perspectiva foi a rejeição de votos de candidatos. O Perspectiva perguntou: Entre esses candidatos, qual deles você não votaria de jeito nenhum? Maria do Carmo (PT) aparece com 39,9% de rejeição, Lira Maia (DEM) aparece em segundo com 29,0% de rejeição de votos. Márcio Pinto do PSOL e Joaquim Hamad do PTC aparecem empatados com 7,0%, cada. Brancos, nulos e indecisos somaram 17,2%.
A pesquisa foi realizada nos dias 9 e 10 de julho, contemplando todos os bairros da zona urbana e comunidades da zona rural. Foram entrevistados 414 pessoas no município de Santarém de diversas faixas etárias. A metodologia utilizada na pesquisa é quantitativa domiciliar com quotas estabelecidas de sexo, idade e área geográfica. Com uma margem de erro calculada em 3,0% , para mais ou para menos dos resultados finais, o que nos garante um nível de confiança de 97%.
repórter
Pesquisa eleitoral contratada pelo jornal O Estado do Tapajós, realizada pelo Instituto de Pesquisa Perspectiva, mediu a intenção de voto dos eleitores de Santarém nas categorias espontânea e estimulada, rejeição de votos a candidatos e expectativa de vitória dos candidatos.
Na pesquisa estimulada de intenção de voto para prefeito o candidato Lira Maia (DEM) aparece na frente desta vez com 45,2% dos votos. A candidata Maria do Carmo (PT) vem em seguida com 32,4%, seguida de Márcio Pinto (PSOL) com 3,9% e de Joaquim Hamad (PTC) com 1,9%. Brancos, nulos e indecisos somaram 16,6%.
Já na pesquisa estimulada de intenção de voto para prefeito, constando apenas os votos válidos aponta que, se as eleições para prefeito em Santarém fossem hoje, o candidato do Democratas Lira Maia venceria a disputa contra a prefeita Maria do Carmo (PT), que tenta a reeleição. Se considerados apenas os votos válidos, critério adotado pela Justiça Eleitoral para a totalização dos votos, excetuando-se brancos, nulos e indecisos, Lira Maia obteve 54,2%, Maria do Carmo 38,8%, Márcio Pinto 4,6% e Joaquim Hamad 2,3%.
A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo 920/08, processo 001/2008-POP.
Com a pergunta de expectativa de vitória, "Quem você acha que vai ganhar as eleições?", Lira Maia (DEM) aparece em primeiro com 40,8% dos votos. A candidata Maria do Carmo (PT) figura em segundo com 27,1%, seguida dos candidatos Márcio Pinto (PSOL) com 1,7%, e do candidato Joaquim Hamad (PTC) com 1,2%. Brancos, nulos e indecisos somaram 29,2%.
Rejeição
A pesquisa aponta números desfavoráveis a candidata a reeleição Maria do Carmo (PT). Entre os questionamentos feitos pelo Instituto Perspectiva foi a rejeição de votos de candidatos. O Perspectiva perguntou: Entre esses candidatos, qual deles você não votaria de jeito nenhum? Maria do Carmo (PT) aparece com 39,9% de rejeição, Lira Maia (DEM) aparece em segundo com 29,0% de rejeição de votos. Márcio Pinto do PSOL e Joaquim Hamad do PTC aparecem empatados com 7,0%, cada. Brancos, nulos e indecisos somaram 17,2%.
A pesquisa foi realizada nos dias 9 e 10 de julho, contemplando todos os bairros da zona urbana e comunidades da zona rural. Foram entrevistados 414 pessoas no município de Santarém de diversas faixas etárias. A metodologia utilizada na pesquisa é quantitativa domiciliar com quotas estabelecidas de sexo, idade e área geográfica. Com uma margem de erro calculada em 3,0% , para mais ou para menos dos resultados finais, o que nos garante um nível de confiança de 97%.
Mototaxistas clandestinos ocupam mais de 10 pontos no centro da cidade
Darte Vasques
Repórter
Os mototaxistas credenciados na Secretaria Municipal de Transporte Público e Trânsito de Santarém (SMT) vivem sob o olhar vigilante dos agentes de trânsito. Recolhem seus impostos cobrados pelo órgão gestor do trânsito no município, taxas, além de manterem um seguro tanto de vida quanto de acidentes pessoais para si, bem como para os passageiros que utilizam o serviço destes que são habilitados para conduzirem à vida de outras pessoas. Bem diferente deles, os clandestinos atuam na cidade sem medo de fiscalização, e audaciosos tomam os pontos de passageiros dos mototaxistas legalizados gerando conflitos que como no mês passado param na delegacia e no Pronto Socorro Municipal.
Mas a SMT, não tem feito a sua parte como deveria. Após um caso recente em que mototaxistas credenciados se digladiaram por uma passageira com os mototaxistas taxados de clandestinos, mais uma vez o titular da secretaria foi à imprensa prometer o que não está cumprindo. Joaquim Aquino, sob a afirmação de que a fiscalização estaria sendo feita, garantiu que o cerco aos clandestinos seria fechado e pediu que a população se conscientizasse e não usasse os mototaxis clandestinos. Contudo não é bem isso que encontramos após uma semana da briga.
O curioso é que diferentemente do que o secretário diz em entrevistas, os agentes de trânsito que deveriam combater o trabalho clandestino, posto que atuam nas ruas da cidade, fingem não ver o serviço irregular se espalhando no município. Exemplo disso são os pontos instalados na Avenida Rui Barbosa. Lá, dezenas deles se escoram nos postes, chamam os passageiros, que por opção atravessam a rua, sobem nas motos e seguem viagem, sem que sejam atrapalhados.
Só no centro da cidade é possível encontrar mais de dez pontos, locais onde estes mototaxistas se aglomeram chegando mesmo até a organizarem-se. Somente na Avenida Rui Barbosa, coração financeiro de Santarém, os pontos de mototaxistas clandestinos e credenciados são separados por menos de duzentos metros. A cada quarteirão tem um ponto tanto dos clandestinos como dos credenciados. Entre as Travessas 15 de Agosto e dos Mártires há dois pontos das classes distintas praticamente um ao lado do outro. Os passageiros escolhem com quem vão. E tudo isso na frente dos agentes de trânsito da SMT, e claro sem interferência.
A estimativa é de que mais de seis mil motociclistas atuam no serviço irregular durante o dia, além daqueles que a fim de ganhar uma grana extra trabalham nos finais de semana e feriado como mototáxis.
Repórter
Os mototaxistas credenciados na Secretaria Municipal de Transporte Público e Trânsito de Santarém (SMT) vivem sob o olhar vigilante dos agentes de trânsito. Recolhem seus impostos cobrados pelo órgão gestor do trânsito no município, taxas, além de manterem um seguro tanto de vida quanto de acidentes pessoais para si, bem como para os passageiros que utilizam o serviço destes que são habilitados para conduzirem à vida de outras pessoas. Bem diferente deles, os clandestinos atuam na cidade sem medo de fiscalização, e audaciosos tomam os pontos de passageiros dos mototaxistas legalizados gerando conflitos que como no mês passado param na delegacia e no Pronto Socorro Municipal.
Mas a SMT, não tem feito a sua parte como deveria. Após um caso recente em que mototaxistas credenciados se digladiaram por uma passageira com os mototaxistas taxados de clandestinos, mais uma vez o titular da secretaria foi à imprensa prometer o que não está cumprindo. Joaquim Aquino, sob a afirmação de que a fiscalização estaria sendo feita, garantiu que o cerco aos clandestinos seria fechado e pediu que a população se conscientizasse e não usasse os mototaxis clandestinos. Contudo não é bem isso que encontramos após uma semana da briga.
O curioso é que diferentemente do que o secretário diz em entrevistas, os agentes de trânsito que deveriam combater o trabalho clandestino, posto que atuam nas ruas da cidade, fingem não ver o serviço irregular se espalhando no município. Exemplo disso são os pontos instalados na Avenida Rui Barbosa. Lá, dezenas deles se escoram nos postes, chamam os passageiros, que por opção atravessam a rua, sobem nas motos e seguem viagem, sem que sejam atrapalhados.
Só no centro da cidade é possível encontrar mais de dez pontos, locais onde estes mototaxistas se aglomeram chegando mesmo até a organizarem-se. Somente na Avenida Rui Barbosa, coração financeiro de Santarém, os pontos de mototaxistas clandestinos e credenciados são separados por menos de duzentos metros. A cada quarteirão tem um ponto tanto dos clandestinos como dos credenciados. Entre as Travessas 15 de Agosto e dos Mártires há dois pontos das classes distintas praticamente um ao lado do outro. Os passageiros escolhem com quem vão. E tudo isso na frente dos agentes de trânsito da SMT, e claro sem interferência.
A estimativa é de que mais de seis mil motociclistas atuam no serviço irregular durante o dia, além daqueles que a fim de ganhar uma grana extra trabalham nos finais de semana e feriado como mototáxis.
14 candidatos foram impugnados em Santarém
Darte Vasques
Repórter
O quantitativo de candidatos impugnados em Santarém não é considerado muito alto principalmente diante da quantidade de pessoas que colocaram seus nomes a disposição da população nesse pleito eleitoral, cerca de 180. Destes, quatorze candidatos entre os que estão disputando as eleições majoritárias e proporcionais tiveram pedidos de impugnação contra suas candidaturas, na maior parte por questões de aspectos formais. "Dos quatorze pedidos, treze estão em tramite. A maioria é por ausência de certidão e omissão na prestação de contas em pleitos anteriores. Destes treze, somente dois candidatos apresentaram contestação. O candidato a vereador Valter Almeida de Sousa (PDT), e a prefeita candidata a reeleição Maria do Carmo (PT), foram os que já contestaram", disse Breno Augusto de Oliveira Barata, analista judiciário da 83ª Zona Eleitoral.
Do pleito proporcional doze candidatos tiveram pedidos de impugnação. Já no pleito majoritário, apenas dois. "Contra Maria do Carmo foram dois pedidos de impugnação. Da primeira impugnação ela já apresentou contestação. A segunda delas, impetrada pelo Partido Social Democrata Cristão, ela foi notificada na segunda-feira (14) e ainda não foi contestou. Além dessas duas impugnações a candidatura, nos autos do mesmo processo, existe duas notícias de inelegibilidade, que não é necessariamente uma ação de impugnação. É uma noticia que pode constituir ou não causa de impugnação a candidatura. As noticias foram encaminhadas ao Ministério Público (MP), mas o promotor Raimundo Nonato Coimbra Brasil, provavelmente não convencido da noticia de inelegibilidade achou por bem não ingressar", explicou Breno Barata.
O candidato a prefeito pelo Democratas (DEM), Lira Maia, também recebeu uma impugnação, mas ainda não foi notificado, o que deve acontecer hoje. Na lista de candidatos da eleição proporcional que receberam impugnações aparecem nomes conhecidos como o do Ouvidor Geral do município, Milton Peloso da Silva (PT), por supostamente não ter apresentado portaria de desincompatibilização do cargo que ocupava na Prefeitura de Santarém. O vereador Luis Otávio Batista de Macedo (PSDB), postulante ao cargo de vice-prefeito, teve um pedido de impugnação por parte da coligação do Partido dos Trabalhadores (PT), sob alegação da rejeição de contas pelo Tribunal de Contas dos Municípios, quando foi presidente da Câmara dos Vereadores em Santarém.
A coligação do PT, também entrou com impugnação a candidatura do vereador Valdir Matias Júnior do Partido Verde (PV), por ausência da certidão de quitação eleitoral, exigência supra considerada como condição de elegibilidade. Na peça processual eles acusam o candidato de não estar quite com a Justiça Eleitoral. Não menos conhecido, o repórter José de Sousa Sena, o Jota Sena, também teve pedido de impugnação, mas por ausência de prestação de contas da arrecadação da campanha nas eleições de 2004.
Igualmente sob a alegação de ausência de prestação de contas da arrecadação da campanha para vereador nas eleições de 2004, contrariando a Resolução 21.609 do TSE, os candidatos Valter Almeida (PDT), César da Silva Alves (PMDB), Luís Raimundo Sousa Abreu (PR), e Irene Gomes Nogueira, tiveram pedido de impugnação. José Orivaldo Tavares dos Santos (PT), também teve pedido de impugnação de sua candidatura, mas este sob alegação da ausência de prestação de contas para deputado estadual nas eleições de 2006, e José Solivandro Pereira Franco (PDT), por supostamente não ter apresentado portaria de desincompatibilização do cargo que ocupava na Prefeitura de Santarém.
Além do caso do vereador Valdir Matias Jr., outros casos chamaram atenção, como do candidato Jailson da Costa Alves supostamente filiado ao PSDB, que teve o pedido de impugnação da sua candidatura por está, segundo o PT, filiado ao Partido Progressista (PP), e não ao PSDB.
Breno Barata considera importante a disposição dos candidatos e partidos em se fiscalizarem. "É extremamente salutar. O processo democrático é traduzido justamente nessa autofiscalização. Os próprios partidos fiscalizam o trabalho ou os procedimentos dos outros partidos. Isso acaba gerando um controle muito apertado em relação à própria tramitação na Justiça Eleitoral", argumentou o analista judiciário. Mesmo aumentando a demanda de trabalho do magistrado até o servidor de maior estatura no escalonamento, Breno Barata, reafirma que encara da melhor forma possível esse tipo de fiscalização. "Dessa forma o processo eleitoral torna o trabalho da Justiça Eleitoral mais eficiente", conclui.
Repórter
O quantitativo de candidatos impugnados em Santarém não é considerado muito alto principalmente diante da quantidade de pessoas que colocaram seus nomes a disposição da população nesse pleito eleitoral, cerca de 180. Destes, quatorze candidatos entre os que estão disputando as eleições majoritárias e proporcionais tiveram pedidos de impugnação contra suas candidaturas, na maior parte por questões de aspectos formais. "Dos quatorze pedidos, treze estão em tramite. A maioria é por ausência de certidão e omissão na prestação de contas em pleitos anteriores. Destes treze, somente dois candidatos apresentaram contestação. O candidato a vereador Valter Almeida de Sousa (PDT), e a prefeita candidata a reeleição Maria do Carmo (PT), foram os que já contestaram", disse Breno Augusto de Oliveira Barata, analista judiciário da 83ª Zona Eleitoral.
Do pleito proporcional doze candidatos tiveram pedidos de impugnação. Já no pleito majoritário, apenas dois. "Contra Maria do Carmo foram dois pedidos de impugnação. Da primeira impugnação ela já apresentou contestação. A segunda delas, impetrada pelo Partido Social Democrata Cristão, ela foi notificada na segunda-feira (14) e ainda não foi contestou. Além dessas duas impugnações a candidatura, nos autos do mesmo processo, existe duas notícias de inelegibilidade, que não é necessariamente uma ação de impugnação. É uma noticia que pode constituir ou não causa de impugnação a candidatura. As noticias foram encaminhadas ao Ministério Público (MP), mas o promotor Raimundo Nonato Coimbra Brasil, provavelmente não convencido da noticia de inelegibilidade achou por bem não ingressar", explicou Breno Barata.
O candidato a prefeito pelo Democratas (DEM), Lira Maia, também recebeu uma impugnação, mas ainda não foi notificado, o que deve acontecer hoje. Na lista de candidatos da eleição proporcional que receberam impugnações aparecem nomes conhecidos como o do Ouvidor Geral do município, Milton Peloso da Silva (PT), por supostamente não ter apresentado portaria de desincompatibilização do cargo que ocupava na Prefeitura de Santarém. O vereador Luis Otávio Batista de Macedo (PSDB), postulante ao cargo de vice-prefeito, teve um pedido de impugnação por parte da coligação do Partido dos Trabalhadores (PT), sob alegação da rejeição de contas pelo Tribunal de Contas dos Municípios, quando foi presidente da Câmara dos Vereadores em Santarém.
A coligação do PT, também entrou com impugnação a candidatura do vereador Valdir Matias Júnior do Partido Verde (PV), por ausência da certidão de quitação eleitoral, exigência supra considerada como condição de elegibilidade. Na peça processual eles acusam o candidato de não estar quite com a Justiça Eleitoral. Não menos conhecido, o repórter José de Sousa Sena, o Jota Sena, também teve pedido de impugnação, mas por ausência de prestação de contas da arrecadação da campanha nas eleições de 2004.
Igualmente sob a alegação de ausência de prestação de contas da arrecadação da campanha para vereador nas eleições de 2004, contrariando a Resolução 21.609 do TSE, os candidatos Valter Almeida (PDT), César da Silva Alves (PMDB), Luís Raimundo Sousa Abreu (PR), e Irene Gomes Nogueira, tiveram pedido de impugnação. José Orivaldo Tavares dos Santos (PT), também teve pedido de impugnação de sua candidatura, mas este sob alegação da ausência de prestação de contas para deputado estadual nas eleições de 2006, e José Solivandro Pereira Franco (PDT), por supostamente não ter apresentado portaria de desincompatibilização do cargo que ocupava na Prefeitura de Santarém.
Além do caso do vereador Valdir Matias Jr., outros casos chamaram atenção, como do candidato Jailson da Costa Alves supostamente filiado ao PSDB, que teve o pedido de impugnação da sua candidatura por está, segundo o PT, filiado ao Partido Progressista (PP), e não ao PSDB.
Breno Barata considera importante a disposição dos candidatos e partidos em se fiscalizarem. "É extremamente salutar. O processo democrático é traduzido justamente nessa autofiscalização. Os próprios partidos fiscalizam o trabalho ou os procedimentos dos outros partidos. Isso acaba gerando um controle muito apertado em relação à própria tramitação na Justiça Eleitoral", argumentou o analista judiciário. Mesmo aumentando a demanda de trabalho do magistrado até o servidor de maior estatura no escalonamento, Breno Barata, reafirma que encara da melhor forma possível esse tipo de fiscalização. "Dessa forma o processo eleitoral torna o trabalho da Justiça Eleitoral mais eficiente", conclui.
Planta nativa da Amazônia pode virar biodiesel
Agência Amazônia de Notícias
Óleo de tucumã pode ser transformado em energia. Pesquisas nesse sentido estão bem adiantadas.
O tucumã (Astrocaryum aculeatum), espécie nativa da Amazônia, é uma das mais promissoras matérias-primas para produção do biodiesel. É o que apontam os dados de uma pesquisa da estudante de química da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Banny Silva Barbosa. A experiência chama-se “Aproveitamento do óleo da amêndoa de tucumã na produção do Biodiesel”, e está sendo feita na comunidade Roque, no município de Carauari (AM). O Amazonas é um Estado rico nessa espécie. A palmeira cresce em todo o Estado e produz uma grande quantidade de óleo, tanto na polpa como na amêndoa, a qual pouco aproveitada. Além disso, conta com uma alta densidade populacional.
Óleo de tucumã pode ser transformado em energia. Pesquisas nesse sentido estão bem adiantadas.
O tucumã (Astrocaryum aculeatum), espécie nativa da Amazônia, é uma das mais promissoras matérias-primas para produção do biodiesel. É o que apontam os dados de uma pesquisa da estudante de química da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Banny Silva Barbosa. A experiência chama-se “Aproveitamento do óleo da amêndoa de tucumã na produção do Biodiesel”, e está sendo feita na comunidade Roque, no município de Carauari (AM). O Amazonas é um Estado rico nessa espécie. A palmeira cresce em todo o Estado e produz uma grande quantidade de óleo, tanto na polpa como na amêndoa, a qual pouco aproveitada. Além disso, conta com uma alta densidade populacional.
Memória de Santarém - Lúcio Flávio Pinto
Novo clube
Em outubro de 1963, Daniel Câma-ra,(foto ao lado) delegado dos conferentes e consertadores de carga e descarga de Santarém, anunciou que estava constituindo um novo time, o Cônser Clube, para disputar o campeonato de futebol do ano seguinte. Para isso, já contava com a colaboração do veterano atleta Mindó e de Raimundo Sobrinho, mais conhecido como Amazonas, para ser o técnico. Esperava ainda a participação na administração do sargento Vasconcelos, da Aeronáutica, ex-presidente do América, com Arthur Brandão, o popular "Foguete", e Álvaro Fonseca, da loja Curiboca.
Taxa telefônica
Quem usava telefone pagava conforme uma taxa. Em maio de 1964 a Empresa Telefônica de Santarém reajustou essa taxa mensal. A nova tabela previa 10% sobre o valor do salário mínimo para aparelhos telefônicos comerciais, repartições federais, autarquias municipais e semelhantes. Já os aparelhos particulares pagariam taxa de 6% do salário mínimo. Os pagamentos podiam ser efetuados no escritório da empresa, à rua Floriano Peixoto.
Mercado viciado
Uma portaria em vigor em 1964 estabelecia que os quarteiros e marreteiros que operavam no Mercado Municipal só podiam comprar a produção dos colonos ou dos canoeiros depois das 8 horas da manhã. Até esse horário, a compra e venda devia ser feita diretamente aos consumidores para evitar a ação dos atravessadores, que encareciam os preços.
Mas os comerciantes estavam adotando uma tática para burlar a vigilância da fiscalização e dispor de estoque para oferecer, a preço maior, aos que compravam depois das 8 horas, por isso mesmo os "mais abastados": acertavam com colonos e canoeiros, na véspera, para esconderem os seus produtos e só entregá-los depois do horário de venda livre.
Por esse motivo, enquanto no início da manhã faltavam produtos, depois os havia em abundância para os que pudessem pagar mais, prejudicando a "economia popular", em cuja defesa fora baixada a norma de comercialização. O pobre ficava sem comprar sua alimentação.
Em outubro de 1963, Daniel Câma-ra,(foto ao lado) delegado dos conferentes e consertadores de carga e descarga de Santarém, anunciou que estava constituindo um novo time, o Cônser Clube, para disputar o campeonato de futebol do ano seguinte. Para isso, já contava com a colaboração do veterano atleta Mindó e de Raimundo Sobrinho, mais conhecido como Amazonas, para ser o técnico. Esperava ainda a participação na administração do sargento Vasconcelos, da Aeronáutica, ex-presidente do América, com Arthur Brandão, o popular "Foguete", e Álvaro Fonseca, da loja Curiboca.
Taxa telefônica
Quem usava telefone pagava conforme uma taxa. Em maio de 1964 a Empresa Telefônica de Santarém reajustou essa taxa mensal. A nova tabela previa 10% sobre o valor do salário mínimo para aparelhos telefônicos comerciais, repartições federais, autarquias municipais e semelhantes. Já os aparelhos particulares pagariam taxa de 6% do salário mínimo. Os pagamentos podiam ser efetuados no escritório da empresa, à rua Floriano Peixoto.
Mercado viciado
Uma portaria em vigor em 1964 estabelecia que os quarteiros e marreteiros que operavam no Mercado Municipal só podiam comprar a produção dos colonos ou dos canoeiros depois das 8 horas da manhã. Até esse horário, a compra e venda devia ser feita diretamente aos consumidores para evitar a ação dos atravessadores, que encareciam os preços.
Mas os comerciantes estavam adotando uma tática para burlar a vigilância da fiscalização e dispor de estoque para oferecer, a preço maior, aos que compravam depois das 8 horas, por isso mesmo os "mais abastados": acertavam com colonos e canoeiros, na véspera, para esconderem os seus produtos e só entregá-los depois do horário de venda livre.
Por esse motivo, enquanto no início da manhã faltavam produtos, depois os havia em abundância para os que pudessem pagar mais, prejudicando a "economia popular", em cuja defesa fora baixada a norma de comercialização. O pobre ficava sem comprar sua alimentação.
Show de Maria Lídia
A cantora santarena Maria Lídia faz o show "Apaixonadamente" hoje à noite no bar Piracaia, no centro da cidade.
Voto não é mercadoria
Não venda nem troque seu voto.
O político que compra seu voto, paga por ele ou lhe dá um objeto ou lhe faz um favor, não tem compromisso com você depois das eleições.
Se você vender ou trocar seu voto, o político vai lhe dizer: já lhe paguei, nada lhe devo.
A venda ou a compra de voto é crime, mas acima de tudo é um desrepeito à democracia.
Se algum político ou cabo eleitoral, líder comunitário, vizinho ou conhecido lhe oferecer quaisquer vantagens financeiras ou materiais, avise a justiça eleitoral ou chame a polícia.
Seu voto é soberano e inegociável.
O político que compra seu voto, paga por ele ou lhe dá um objeto ou lhe faz um favor, não tem compromisso com você depois das eleições.
Se você vender ou trocar seu voto, o político vai lhe dizer: já lhe paguei, nada lhe devo.
A venda ou a compra de voto é crime, mas acima de tudo é um desrepeito à democracia.
Se algum político ou cabo eleitoral, líder comunitário, vizinho ou conhecido lhe oferecer quaisquer vantagens financeiras ou materiais, avise a justiça eleitoral ou chame a polícia.
Seu voto é soberano e inegociável.
Mineradora entre as melhores
A Mineração Rio do Norte, empresa que produz bauxita no oeste do Pará, é uma das 10 maiores empresas do setor mineral do Brasil. No ranking “Melhores e Maiores”, da revista Exame, a mineradora ocupa o 9o lugar na classificação das maiores empresas de mineração. E, no que diz respeito às 15 melhores empresas do setor, a MRN aparece na 12a colocação. A empresa também é a primeira quando o assunto é rentabilidade nos Estados do Pará e Amazonas, com 33,3% do retorno investido no ano. No ranking das 500 maiores empresas, a maior produtora de bauxita do país aparece na 343a posição.
(Fonte: Repórter Diário)
(Fonte: Repórter Diário)
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