terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Treino do Botafogo atrai 5 mil torcedores ao estádio de Santarém


Miguel Oliveira

O técnico Joel Santana comandou o treino-apronto do Botafogo para a partida desta quarta-feira, em Santarém(PA) pela Copa do Brasil, diante do São Raimundo, em ambiente mais que favorável ao time. Segundo o radialista Mianel Andrade(Rádio Rural), cerca de 5 mil torcedores botafoguenses compareceram ao estádio Barbalhão para ver o treinamento e incentivar a equipe alvinegra.

Joel não esconde o esquema tático do time para a estréia na Copa do Brasil e deve manter a escalação do Botafogo das últimas duas partidas disputadas pelo Campeonato Carioca, ao contrário do técnico do São Raimundo, Flávio Barros, que ainda não definiu o esquema do time santareno.

O São Raimundo, campeão Brasileiro da série D, está com o plantel remodelado para a temporada 2010. O Pantera perdeu o cérebro do time, o meia Luiz Carlos Trindade, o zagueiro Preto Marabá e o atacante Rafael Oliveira, autor do gol do título contra o Macaé, no ano passado.

No campeonato paraense, o Pantera ainda não conseguiu vencer e ocupa a lanterna do Parazão 2010. Das quatro partidas que disputou, o São Raimundo empatou duas e perdeu duas, e ainda demitiu o técnico Lúcio Santarém, que comandou a equipe na conquista do brasileiro da série D.

Flávio Barros promoveu treinos de portões fechados esta semana em Santarém após o regresso do time de Cametá. O treinador ainda tem dúvidas se vai manter o esquema 3-5-2, que o time vem adotando sob seu comando no campeonato paraense ou se fortalece a zaga, no esquema 4-4-2.

Segundo o treinador, a escalação da equipe só será conhecida minutos antes da partida, mas o São Raimundo não contará com o zagueiro Marabá e o atacante Max Jarí, contundidos.

Se o técnico optar pelo esquema 3-5-2, o recém-contratado Flamel, com rápida passagem pelo Flamengo, ficará no banco, para a manutenção de Evair na zaga, no lugar de Marabá. Se o time jogar no esquema 4-4-2, o técnico Flávio Barros promoverá a entrada de Flamel no meio-campo, ao lado de Beto, Marcelo Pitbul e Michel, recuando os laterais Leandrinho e João Pedro.

Cerca de 16 mil ingressos foram colocados à venda aos preços de 20 reais(arquibancada descoberta), 35 reais(arquibancada coberta) e 50 reais (arquibancada central).

O árbitro da partida será o brasiliense Wilton Pereira Sampaio.

Local: Estádio Jader Barbalho(Barbalhão)

Início: 20 horas (local)


Esquentando os tamborins


Giovana Giovaninni, vencedora do concurso do Sesc de melhor fantasia mirim do carnaval.

Orgulho de seu pai, Antenor Giovaninni, leitor assíduo do Blog do Estado.

As perguntas (im)pertinentes do grupo Pajú sobre a invasão do Juá


Depois de ser desocupado o terreno localizado na rodovia Fernando Guilhon, algumas perguntas devem ser feitas aos órgãos executores das políticas públicas de meio ambiente:

1- Os invasores serão processados pelos crimes cometidos contra a fauna?

2- Os invasores serão processados pelos crimes cometidos contra a flora?

3- Terão os órgãos ambientais, comprometimento e coragem de cumprir a lei de crimes ambientais?

4- Os invasores serão responsabilizados pelas agressões àquele ambiente frágil?

5- O princípio do "poluidor/pagador" será aplicado aos criminosos que invadiram, desmataram, atearam fogo e mataram animais silvestres na respectiva invasão?

Esperamos que atitudes responsáveis por parte dos órgãos ambientais aconteçam. Alias responsabilidade é coisa que pouco se vê quando o assunto é meio ambiente.

Ana Júlia visita Itaituba amanhã

Agenda da governadora Ana Júlia, amanhã, em Itaituba:

Às 10 horas ela assina acordo de cooperação técnica entre SEMA e DNPM, visando à mútua colaboração para agilizar a regularização das atividades de mineração, por meio da outorga de direitos minerários, o necessário licenciamento ambiental e as ações de fiscalização do setor mineral no Estado do Pará. A cerimônia acontece na sede a Associação dos Mineradores de Ouro do Tapajós, localizada na rua Nova de Santana, 380, Centro.

ÁS 11 horas a Governadora inaugura o INFOCENTRO da APAE. O infocentro terá 12 computadores ligados ao programa NavegaPará, e oferecerá cursos de informática básica, ferramentas para escritório e uso da internet e correio eletrônico para a comunidade. O infocentro fica localizado na Rua Por Deus de Lima, s/n, bairro Piracanã 2.

Às 12, lança a pedra fundamental de 930 casas do Programa Minha Casa Minha Vida, no bairro Piracanã, e às 12:30 assina contrato para início da construção das casas, no Parque de Exposições de Itaituba.

Às 15:30 a governadora inaugura o infocentro do Rotary Club. Este infocentro contará com 12 computadores, e localiza-se na Av. Drº Hugo de Mendonça, s/n, bairro: Boa Esperança Rabelo.

Às 16:30, inaugura o infocentro do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, na Quarta Rua, nº1219, bairro: Jardim das Araras.

Seminf nega que Prefeitura use areia da serra da Matinha

A secretária de infra-estrutura Alba Valéria Lima negou hoje, em entrevista coletiva, que a Seminf ou empresas que prestam serviços à PMS também estivessem utilizando em obras de pavimentação de ruas material retirado da serra da Matinha, que ameaça desmoronar e atingir casas situadas no pé-da-serra.

Segundo Alba Valéria, desde 2005 que o Ministério Público proibiu a prefeitura de retirar areia e piçarra de outra serra, a do Índio. Desde então, a Seminf exigiu que as empresas contratadas pela prefeitura só adquiram material de áreas licenciadas pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente(Sema).

Atualmente, a prefeitura e as construtoras retiram areia e piçarra de uma área licenciada pela Sema na serra do Saubal.

Juiz Gabriel Veloso decreta prisão de seguranças do prefeito de Porto de Moz


O juiz Gabriel Veloso, titular da Comarca de Porto de Moz e que responde por uma das varas penais de Santarém, mandou para cadeia dois seguranças do prefeito daquele município que atiraram à queima-roupa em um funcionário do posto local da Adepará.

A dupla, estava em liberdade, apesar de ter sido presa em flagrante pela PM, mas contava com a complacência do delegado de polícia que nada fez para mantê-la atrás das grades.

Agora, o juiz Gabriel Veloso decretou a prisão preventiva dos dois seguranças, que já estão de volta à cadeia.

Seminf fará campanha educativa sobre coleta de lixo

A secretária de infra-estrutura Alba Valéria Lima anunciou há pouco que a Seminf fará campanha educativa nos meios de comunicação para alertar os perigos que representa o acúmulo de lixo doméstico jogado nas ruas e que acabam entupindo as galerias e provocando o alagamento de lojas, principalmente no centro comercial.

O que é isso, ‘cumpanhêro’?

Do Cláudio Humberto:

Dois dos cinco servidores acusados de fraudar o registro de ponto, Cecília Torres e Rafael Aun Ming, não têm vínculo com o Senado. São funcionários de confiança do senador José Nery (PSOL-PA).

Odebrecht e Carmago Corrêa enfrentam concorrência por Belo Monte

No Blog da Franssi:

Esta semana é decisiva na formação dos consórcios que disputarão o leilão da usina de Belo Monte. Desde quinta-feira, com as condições aprovadas pelo TCU, tem sido intensa a negociação entre as empresas e a atuação do governo federal para garantir a competição contra o consórcio liderado por Odebrecht e Camargo Corrêa. O governo federal está usando não só os fundos de pensão como também o BNDES.

Para dar força à Andrade Gutierrez - que também fez os estudos de viabilidade da UHE - na formação de grupo para competir à altura, a Previ (fundo de pensão do Banco do Brasil) abriu mão da sociedade que pretendia formar com todas as empresas que têm participação relevante: Vale, Neoenergia e CPFL. A CPFL, controlada pela Camargo Corrêa, deverá selar a associação com a Odebrecht. Mas Vale e Neoenergia são os trunfos para garantir competição à Andrade. A Votorantim também deve entrar nesse consórcio, além de um grupo espanhol.

Os autoprodutores - que são os grandes consumidores -, ficarão com até 20% da energia e assim ganharam poder de negociação, já que só com sua participação no consórcio é possível que 30% da energia da hidrelétrica seja vendida a um preço diferente do que será negociado no leilão. A negociação caminha para que fechem acordo a R$ 90 o MWh. Os outros 10% da energia seriam vendidos livremente e os 70% dentro do preço-teto.

As empreiteiras choram porque o valor do investimento estimado pela Empresa de Pesquisa Energética é de R$ 16 bilhões, enquanto elas insistem que é de R$ 30 bilhões. Alguns chegam a estimar até R$ 35 bilhões.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Brasiliense apita São Raimundo x Botafogo

Para mediar São Raimundo x Botafogo, no estádio Barbalhão, em Santarém, quarta-feira, foi escalado o brasiliense Wilton Pereira Sampaio.

A escala foi divulgada na tarde desta segunda-feira pelo Departamento de Árbitros da CBF.

Qual futuro do IDESP?

Lúcio Flávio Pinto

Editor do Jornal Pessoal


Menos de dois anos depois de ter sido recriado, o Idesp atravessa nova crise, comparável à que levou à sua extinção súbita e violenta, em 1999. Os petistas podem repetir o erro dos tucanos, que antes condenavam: submeter a pesquisa à política, sufocando a verdade.

José Raimundo Trindade assumiu a direção do Idesp (Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará), no dia 26 de janeiro, com uma proposta inovadora e até mesmo audaciosa: depois da solenidade formal de posse, abriu o primeiro diálogo com a sociedade sobre o tema de trabalho da instituição, o desenvolvimento. Convidou para inaugurarem a prometida série um legítimo representante da academia, o economista Francisco de Assis Costa, com largo e intenso currículo de estudos sobre a Amazônia e o Pará, e a mim, como acompanhante cotidiano da história da região e crítico dos governos, inclusive o do PT, do qual ele faz parte.

Lamentei que o diálogo não tenha sido estabelecido com o presidente anterior do Idesp, Peter Mann de Toledo. Ele foi um incômodo ausente na solenidade, que consistiu em posse, mas não em passagem de cargo, como teria que ser se houvesse harmonia ou pelo menos entendimento entre quem sai e quem entra. Daí todas as especulações, inclusive na imprensa, de que algum estudo recente do Idesp (como sobre o PIB, que confirmou o atraso do Estado) tenha desagradado ao governo. Ou simplesmente que o órgão também foi engajado na campanha pela reeleição de Ana Júlia Carepa, para ser “instrumentalizado”, como se diz no meio político. A iniciativa democrática pelo diálogo seria apenas fogo de artifício para esconder o que virá depois.

O secretário de governo, Edilson Rodrigues de Sousa, tratou logo de desmentir as insinuações e o novo presidente assegurou suas convicções pluralistas e o compromisso de trabalhar a sério, em favor do melhor planejamento das políticas públicas. Suas palavras foram acatadas e ressaltadas, mas é a prática que as confirmará ou desmentirá. Nem haveria especulação, ou ela logo se revelaria infundada, se a transição tivesse sido tão dialogal quanto a assunção da nova direção do Idesp, o que não aconteceu.

O próprio secretário e outros integrantes do governo declararam de público que a mudança foi motivada por razões políticas, embora imaginando fazê-las aceitar como “alta política”. Mas política com P maiúsculo se faz com bons resultados específicos, de cada competência. A do Idesp é fazer pesquisa – e foi justamente com esse compromisso que o paulista Peter Toledo assumiu a presidência do instituto e se pôs a trabalhar. Mas nunca contou com a estrutura mínima para formar quadros (por concurso), um orçamento decente e sede própria, que depende de morosa obra de restauração de um palacete de valor histórico (da família Faciola) no centro da cidade.

Depois de deixar a direção do Museu Emílio Goeldi, fazendo de sua vice-diretora, Ima Vieira, sua sucessora (e ela também conseguir a aprovação do nome que indicou, Nelson Gabas Jr.), e de uma carreira como pesquisador do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), Peter não se enquadrou no modelo que parece ter sido imaginado pelo dito “núcleo duro” da administração estadual. Foi tratado a pão e água, fritado e, quando, ainda assim, resistiu a pedir sua demissão, demitido – com detalhes que não honram quem o afastou do cargo (incluindo a versão de que o ato foi conseqüência de iniciativa do próprio Peter, que meses antes, quando a mãe ficou gravemente doente e morreu, pedira seu afastamento, mas decidiu prosseguir, consumada a perda familiar). O desfecho dessa ópera bufa foi bizarro.

Tornou-se inevitável comparar o final do Idesp, em 1999, sob o tucano Almir Gabriel, com o seu renascimento, em 2008. Quando Afonso Chermont, o então diretor, chegou à sede do instituto para começar seu trabalho, soube, pelo Diário Oficial, que estava demitido – e o primeiro órgão estadual de planejamento do país, criado em 1966, extinto. Franz Kafka não teria imaginado situação mais surreal. Como na metamorfose kafkiana do inseto, Afonso se viu transformado subitamente em nada. E como é que o súbito nada podia se entender com seus interlocutores da véspera, inclusive os que, naquele mesmo momento, aplicavam recursos seus no Idesp, imaginando que a ciência é feita sob um terreno mais sólido, insuscetível à mudança de humores do chefe do governo?

A decisão de extinguir o instituto foi tão avassaladora que não deu nem tempo para as formalidades e gentilezas: foi uma autêntica intervenção cirúrgica – de emergência e, por isso, a frio, com todo trauma decorrente desse método. O órgão não estava sendo punido por suas falhas ou lacunas evidentes, mas justamente por ainda conseguir cumprir uma das suas funções: fornecer informações à sociedade. No caso da sucumbência idespiana, estatísticas que revelavam a incapacidade do governo de cumprir um dos seus compromissos de campanha, apresentado em 1996, e a ser renovado em 2000: criar 400 mil novos empregos no Estado. Pelo contrário, o saldo era negativo.

Ao invés de mudar a realidade, o mais fácil e tentador é escondê-la. Assim, mais uma vez o mensageiro das más notícias foi sacrificado pelo destinatário furioso – e com poder de causar a morte. Com um golpe de bisturi, o governador-médico Almir Gabriel eliminou a criatura que não se acomodava ao seu modo autoritário de comandar a máquina pública estadual. Na posse de José Raimundo, o secretário de governo admitiu a história como hipótese, como lenda. Mas os fatos ainda são muito recentes e estão minuciosamente documentados nas edições deste jornal da época para que já possam ser abrangidos pelo vasto manto brumoso da mitologia.

Também deviam ser consideradas mitológicas as interpretações sobre uma nova sanção aplicada ao Idesp justamente pelo governo que o ressuscitou, também insatisfeito em conviver com uma parte do seu corpo que não se conformava ao todo, à ordem unida imposta sobre a totalidade do governo para a tarefa – nada fácil, mas também nada impossível – de garantir a continuidade de Ana Júlia. A se confirmar esse entendimento, será mais uma ironia da história: os petistas repetem os tucanos nas práticas que antes condenavam.

Os discursos da “refundação” do Idesp em 2008 tocaram em dois pontos nevrálgicos que ocasionaram sua morte e são vitais para a sua perenidade. Na ocasião, a governadora, que comandou pessoalmente a solenidade, disse que o PT encontrou o governo sem informações. As decisões eram tomadas à base do conhecimento empírico. Mas que, a partir daquele momento, o Idesp seria um órgão mais da sociedade do que do governo.

Se fosse assim, não teria sido necessário demitir o dirigente do órgão, afastado por razões políticas e não administrativas, técnicas ou científicas. Se fosse a boa política, a transição teria sido pacífica, normal. A governadora teria feito questão de estar presente ao ato de demissão, seguido da posse, diante do público. O chefe da Casa Civil, Cláudio Puty, o personagem mais citado nas conversas de bastidores, como o articulador da troca, compareceria para negar a veracidade das versões, abraçar o ex-colega de governo, prestigiar o novo cargo assumido pelo ex-secretário da Fazenda e afastar as maledicências sobre seu jeito maquiavélico de agir para se eleger deputado federal, fortalecendo sua vertente política.

Dois anos depois, o cidadão que devia estar à frente dessa trajetória foi colocado de lado, sem qualquer explicação pública, e outro cidadão posto em seu lugar, com a reiteração dos compromissos, que já deviam ter se materializado, mas que travaram na falta de apoio superior e se desviaram para caminhos ínvios pelas barreiras colocadas no caminho. A abertura do diálogo foi importante, mas não faz a remissão do erro nem é garantia do acerto. Agora, mais do que falar, é preciso fazer – e o que é também irônico: não o que foi feito recentemente, até criar a mais nova crise no Idesp.

Médico é furtado dentro do Hospital Municipal de Santarém

O médico nefrologista Fábio Botelho teve sua pasta contendo carteira, iphone e documentos furtada de dentro do Hospital Municipal de Santarém, onde presta serviço ao centro de hemodiálise.

O caso foi registrado na polícia, mas até o momento a direção do hospital não se pronunciou a respeito da falha do sistema de segurança do HMS que permite que meliantes circulem livremente em áreas internas daquele hospital.

Deputado quer proibir antecipação de royalties

O deputado Megale apresentou Projeto de Lei que proíbe a antecipação de royalties pelo governo do Estado até 2015. A proposição revoga a Lei estadual nº 7.031, de 2007 que autorizava a concessão.
Para Megale, a Lei é inconstitucional em sua aplicação, já que a Lei de Responsabilidade Fiscal determina o equilíbrio das chamadas “contas primárias”, através do equilíbrio auto-sutentável; ou seja, “gastar apenas o que se arrecada”.
“O governo anunciou a antecipação, mas sabemos que há necessidade de ajustes fiscais. Na sessão especial para discutir o assunto foi posto a necessidade da medida, a fim de ser comprado cadeiras e calculadoras. Isso é uma irresponsabilidade do governo. Se fossem recursos arrecadados, dentro dos seus quatro anos, tudo bem, mas não se pode comprometer os recursos do próximo governo”, destacou.
(Fonte: Assessoria Parlamentar)

Iterpa contrata empresas para georreferenciamento

O Instituto de Terras do Pará (Iterpa) publica resultados de licitações para seleção e contratação de empresas em diversos municípios paraenses. As empresas C. C. L. Clara Construtora Ltda. - ME e Maratop - Marabá Topografia Ltda. foram escolhidas para prestar serviço de georreferenciamento em Almeirim, Juruti e Talândia, atendendo ao programa Pará Rural.
(Fonte: Diário Oficial do Estado)

Garimpagem no Tapajós

O governo do Estado anuncia que intercedeu junto ao DNPM para que fossem liberados os pedidos de exploração de lavras de ouro na Província Aurífera do Tapajós.
Em Itaituba, 2.083 áreas (cada uma de 50 hectares), são passíveis de conseguir a licença ambiental na Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) e, consequentemente, a Permissão de Lavra Garimpeira (PLG).

Existem hoje apenas 104 PLG's emitidas na região. Todas as demais áreas (não se pode precisar quantas, apenas que há 19.534 requisitadas) operam na ilegalidade. O setor envolve entre 40 mil e 60 mil pessoas, sobretudo dos municípios de Itaituba, Jacareacanga, Trairão, Novo Progresso, Rurópolis e Aveiro. A estimativa dos próprios garimpeiros é de uma produção diária de 20 a 30 quilos de ouro, destinado basicamente ao mercado financeiro.

(F0nte: Secom)

O fantasma e a assombração

Hélio Gueiros e Odair Corrêa.
Sem comentários.

Noca inaugura quiosque amanhã na praça São Sebastião

A mais famosa tacacazeira santarena, a Noca, volta a servir o público, depois de uma ausência de cerca de 6 meses, a partir de amanhã, agora alojada no quiosque construído pela prefeitura de Santarém, na praça São Sebastião.

400's PM atuam na desocupação da área do Juá


A Polícia Militar está empregando na operação no terreno do Juá ,invadido desde outubro de 2009, cerca de 400 homens incluindo uma tropa do Choque de Belém que chegou a Santarém na madrugada de hoje.

Além da Polícia Militar participam da reintegração a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros, Ordem dos Advogados do Brasil, Conselho Tutelar, Ibama, Secretaria de Meio Ambiente de Santarém e agentes municipais de trânsito.

Todo o processo está transcorrendo na maior tranqüilidade possível, pois os invasores não apresentam resistência quando são informados pelo oficial de justiça da necessidade de desocuparem os barracos e retirarem seus pertences.

As pessoas que ocupavam a área passaram a madrugada e continuam em manifestação em frente a prefeitura de Santarém, onde a Polícia Militar também tem empregado guarnições para garantir que a ordem e tranqüilidade sejam mantidas no local.
(Com informações e fotos da PM)

Rodovia Everaldo Martins está sem sinalização

Faltam poucos trechos para a rodovia Everaldo Martins ser reasfaltada em toda a sua extensão.

Mas a estrada que liga Santarém a Alter do Chão ainda não recebeu sinalização horizontal, tornando a viagem perigosa, já que muitos motoristas trafegam naquela via em alta velocidade.

Dilma e Padilha reagem a FHC

Da Veja On Line

O PT decidiu responder ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso após um artigo em que o tucano critica a estratégia do governo para vencer as eleições de outubro. No domingo, a ministra da Casa Civil Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à presidência, disse que sua campanha não vai parar com as comparações entre os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e FHC. "Não estou desmerecendo ninguém, estou dizendo que nosso caminho é melhor", afirmou.

A edição de domingo do jornal O Estado de S. Paulo traz um artigo assinado por Fernando Henrique em que o ex-presidente afirma que Lula, levado por "momentos de euforia", está inventando inimigos e enunciando inverdades. FHC ainda lamenta que o presidente tenha se deixado contaminar por "impulsos tão toscos". "Se o lulismo quiser comparar, sem mentir e sem descontextualizar, a briga é boa", diz o texto.

Já Dilma afirmou que sua campanha defende a comparação entre os governos para que os brasileiros escolham seu caminho. "Essa é a forma de nós confrontarmos as possibilidades", disse a ministra. "Comparar não é ficar olhando pelo retrovisor. Comparar é discutir que caminho vou seguir. Sem sombra de dúvida, houve passos no governo anterior, agora, o que estou dizendo é que o nosso caminho é melhor", completou.

As comparações foram defendidas também pelo ministro das Relações Institucionais Alexandre Padilha. Ele ainda afirmou que o PT está disposto a debater com os tucanos suas propostas para o futuro. "Assim que mostrarem o que querem fazer, nós vamos comparar com aquilo que queremos fazer daqui para frente."

Operação da PM na área do Juá derruba construções e cercas

Começou por volta das 6 horas da manha de hoje a operação de desocupação da área de preservação ambiental invadida na região do lago Juá, às margens da rodovia Fernando Guilhon.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Clasificação do campeonato paraense

1º Remo, 10 pontos
2º Paissandu, 8 pontos
3º Independente, 7 (saldo: 2/gols pró: 5)
4º Cametá, 5
5º Águia, 4 (saldo: 0)
6º Santa Rosa, 4 (saldo: -3)
7º Ananindeua, 3
8º São Raimundo, 2

Ação da PM no terreno do Juá 'vazou' para invasores

A prefeita Maria do Carmo está desconfiada que tenha 'vazado' a informação de que a Polícia Militar cumpriria neste final de semana a liminar do juiz Sílvio Maria que determina a imediata desocupação do terreno invadido em área de preservação ambiental do lago do Juá.

A prefeita tomou conhecimento que o serviço reservado da PM já tinha detectado um movimento de resistência ao cumprimento da liminar, e que por isso a operação teria sido abortada para não provocar situações descontroláveis de ambas a partes.

O Blog do Estado apurou que os invasores, orientados por lideranças do MST, estariam fabricando coquetéis molotoves para enfrentar o grupo de missões especiais da PM.

A PM também já estaria em mãos com os nomes dessas lideranças do MST e dos invasores que organizaram a reação à ação da PM mas, inexplicavelmente, não efetuou nenhuma prisão.

Como a operação policial foi abortada, os manifestantes, então, decidiram ocupar o prédio da prefeitura de Santarém para forçar uma reunião com a prefeita Maria do Carmo.

Invasores da área do Juá ocupam prédio da prefeitura de Santarém

Invasores do terreno localizado às margens da rodovia Fernando Guilhon, cuja área é de preservação ambiental, estão ocupando desde o final da tarde de hoje o prédio da prefeitura de Santarém, na avenida Anusio Chaves.

Daqui a pouco mais informações.

Re-Pa da confusão termina empatado

Por Gerson Nogueira:

Com o placar definido ainda no primeiro tempo - gols de Moisés, aos 45, e Vélber um minuto depois -, o Re-Pa mais atrapalhado de todos os tempos foi tecnicamente um jogo acima do esperado, com bons momentos dos dois lados e lances eletrizantes até os instantes finais. No primeiro tempo, o Remo esteve mais tempo com a bola e teve ligeira superioridade até a expulsão (corretíssima) do volante Ramon aos 40 minutos.

A partir daí, o Paissandu passou a mandar na partida e pressionou seguidamente, com muito perigo. Até que, em jogada iniciada pelo lado direito de seu ataque, a bola foi lançada por Luciano Dias para o interior da área e Moisés, oportunista e veloz, antecipou-se aos zagueiros e mandou para as redes de Adriano.

Os jogadores do Paissandu se prolongaram nas comemorações do gol de Moisés e custaram a recompor a defesa. Gian deu a saída rapidamente, passou por dois marcadores e tocou para Vélber, que entrou livre para encobrir o goleiro Alexandre Fávaro e empatar a partida. O Remo substituiu Marciano por Marlon para recompor o setor de marcação.

Na sequencia, o Paissandu ainda teria a dupla oportunidade de desempatar, depois que a bola bateu no travessão de Adriano e, no rebote, foi cabeceada novamente na trave pelo atacante Luciano Dias.

Na etapa final, a situação se inverteu: o Paissandu tinha o domínio das ações, tocava a bola quase com liberdade em seu campo, mas não conseguia ser incisivo nos lances de área. O técnico Barbieri, aos 20 minutos, lançou o veterano Zé Augusto no lugar do lateral direito Parral e aumentou seu poderio ofensivo, embora o atacante tenha sido deslocado para jogadas pelos lados do campo.

O volante Sandro, mais recuado, organizava as jogadas, tentando lançamentos para Brida (que entrou no lugar de Fabinho), que atuava como ala, e Jênison (que substituiu Tácio), pelo lado direito. Confuso e errando muitos passes, Jênison não dava andamento às jogadas e atrapalhava as tentativas de Moisés, que tentava se deslocar constantemente para confundir os zagueiros do Remo e o bloqueio de Danilo, incansável no combate à entrada da área.

O Remo pressionava esporadicamente, aproveitando o contra-ataque através de lançamentos longos de Gian para Héliton e Vélber. Em um desses lances, Héliton invadiu pela direita e disparou forte, à meia-altura, para boa defesa de Fávaro. O Paissandu deu o troco em grande jogada na entrada da área, finalizada por Zeziel em meia-bicicleta. Adriano espalmou em lance de puro reflexo.

Sinomar Naves fez sua última alteração (o estreante Índio, havia sido substituído ainda no primeiro tempo, por Levy), tirando Gian, cansado, e lançando Samir para ajudar na armação. O Paissandu, porém, continuava mais presente no ataque e perdeu boa chance com Luciano Dias, que mandou a bola rente à trave, aos 41 minutos. Na saída rápida para o ataque, uma boa trama iniciada por Marlon quase resultou em gol remista, após disparo de Héliton da entrada da área.

A igualdade no placar terminou sendo o resultado mais justo para o clássico, pela produção e empenho das duas equipes, mas os bicolores lamentaram as oportunidades não aproveitadas. (Foto: MARCELO LÉLIS/Bola)

Jader pede a Dirceu lista tríplice do PT para PMDB escolher candidato a presidente

Do Blog do Parsifal, sob o título abaixo:

Três pra cá, três pra lá

tres

Quando o advogado Zé Dirceu esteve em Belém, em conversa com o Deputado Jader Barbalho, lá pelo meio da prosa saiu-se com o verso de que o PT insistia na tese de receber uma lista tríplice do PMDB para escolher o candidato a vice de Dilma Rousseff.

Jader Barbalho, homem de fino trato, não mandou Zé Dirceu pastar, como o fez Ciro Gomes, mas, arredou veementemente a leviandade: o PMDB escolherá um nome e o entregará ao PT.

Zé Dirceu quis ponderar. Jader fechou a estrofe: “está bem Zé, mandem ao PMDB uma lista tríplice com os candidatos a presidente do PT para o PMDB escolher um, e nós faremos o mesmo com o vice.”

Sem medo do passado

Fernando Henrique Cardoso

Ex-presidente da República

O presidente Lula passa por momentos de euforia que o levam a inventar inimigos e enunciar inverdades. Para ganhar sua guerra imaginária distorce o ocorrido no governo do antecessor, autoglorifica-se na comparação e sugere que, se a oposição ganhar, será o caos.

Por trás dessas bravatas está o personalismo e o fantasma da intolerância: só eu e os meus somos capazes de tanta glória. Houve quem dissesse "o Estado sou eu". Lula dirá: "o Brasil sou eu!" Ecos de um autoritarismo mais chegado à direita.

Lamento que Lula se deixe contaminar por impulsos tão toscos e perigosos. Ele possui méritos de sobra para defender a candidatura que queira. Deu passos adiante no que fora plantado por seus antecessores. Para que, então, baixar o nível da política à dissimulação e à mentira?

A estratégia do petismo-lulista é simples: desconstruir o inimigo principal, o PSDB e FHC (muita honra para um pobre marquês...). Por que seríamos o inimigo principal? Porque podemos ganhar as eleições.

Como desconstruir o inimigo? Negando o que de bom foi feito e apossando-se de tudo que dele herdaram como se deles sempre tivesse sido. Onde está a política mais consciente e benéfica para todos? No ralo.

Na campanha haverá um mote — o governo do PSDB foi "neoliberal" — e dois alvos principais: a privatização das estatais e a suposta inação na área social.

Os dados dizem outra coisa. Mas, os dados, ora os dados... O que conta é repetir a versão conveniente.

Há três semanas, Lula disse que recebeu um governo estagnado, sem plano de desenvolvimento. Esqueceu-se da estabilidade da moeda, da lei de responsabilidade fiscal, da recuperação do BNDES, da modernização da Petrobras, que triplicou a produção depois do fim do monopólio e, premida pela competição e beneficiada pela flexibilidade, chegou à descoberta do pré-sal.

Esqueceu-se do fortalecimento do Banco do Brasil, capitalizado com mais de R$ 6 bilhões e, junto com a Caixa Econômica, libertados da politicagem e recuperados para a execução de políticas de Estado.

Esqueceu-se dos investimentos do programa Avança Brasil, que, com menos alarde e mais eficiência que o PAC, permitiu concluir um número maior de obras essenciais ao país.

Esqueceu-se dos ganhos que a privatização do sistema Telebrás trouxe para o povo brasileiro, com a democratização do acesso à internet e aos celulares, do fato de que a Vale privatizada paga mais impostos ao governo do que este jamais recebeu em dividendos quando a empresa era estatal, de que a Embraer, hoje orgulho nacional, só pôde dar o salto que deu depois de privatizada, de que essas empresas continuam em mãos brasileiras, gerando empregos e desenvolvimento no país.

Esqueceu-se de que o país pagou um custo alto por anos de "bravata" do PT e dele próprio.

Esqueceu-se de sua responsabilidade e de seu partido pelo temor que tomou conta dos mercados em 2002, quando fomos obrigados a pedir socorro ao FMI — com aval de Lula, diga-se — para que houvesse um colchão de reservas no início do governo seguinte.

Esqueceu-se de que foi esse temor que atiçou a inflação e levou seu governo a elevar o superávit primário e os juros às nuvens em 2003, para comprar a confiança dos mercados, mesmo que à custa de tudo que haviam pregado, ele e seu partido, nos anos anteriores.

Os exemplos são inúmeros para desmontar o espantalho petista sobre o suposto "neoliberalismo" peessedebista. Alguns vêm do próprio campo petista.

Vejam o que disse o atual presidente do partido, José Eduardo Dutra, ex-presidente da Petrobras, citado por Adriano Pires, no Brasil Econômico de 13/1/2010:

"Se eu voltar ao parlamento e tiver uma emenda propondo a situação anterior (monopólio), voto contra. Quando foi quebrado o monopólio, a Petrobras produzia 600 mil barris por dia e tinha seis milhões de barris de reservas. Dez anos depois produz 1,8 milhão por dia, tem reservas de 13 bilhões. Venceu a realidade, que muitas vezes é bem diferente da idealização que a gente faz dela".

O outro alvo da distorção petista refere-se à insensibilidade social de quem só se preocuparia com a economia.

Os fatos são diferentes: com o Real, a população pobre diminuiu de 35% para 28% do total. A pobreza continuou caindo, com alguma oscilação, até atingir 18% em 2007, fruto do efeito acumulado de políticas sociais e econômicas, entre elas o aumento do salário mínimo.

De 1995 a 2002, houve um aumento real de 47,4%; de 2003 a 2009, de 49,5%. O rendimento médio mensal dos trabalhadores, descontada a inflação, não cresceu espetacularmente no período, salvo entre 1993 e 1997, quando saltou de R$ 800 para aproximadamente R$ 1.200. Hoje se encontra abaixo do nível alcançado nos anos iniciais do Plano Real.

Por fim, os programas de transferência direta de renda (hoje Bolsa Família), vendidos como uma exclusividade deste governo. Na verdade, eles começaram em um município (Campinas) e no Distrito Federal, estenderam-se para estados (Goiás) e ganharam abrangência nacional em meu governo.

O Bolsa Escola atingiu cerca de cinco milhões de famílias, às quais o governo atual juntou outras seis milhões, já com o nome de Bolsa Família, englobando em uma só bolsa os programas anteriores.

É mentira, portanto, dizer que o PSDB "não olhou para o social". Não apenas olhou como fez e fez muito nessa área: o SUS saiu do papel à realidade; o programa da Aids tornou-se referência mundial; viabilizamos os medicamentos genéricos, sem temor às multinacionais; as equipes de Saúde da Família, pouco mais de 300 em 1994, tornaram-se mais de 16 mil em 2002; o programa "Toda Criança na Escola" trouxe para o ensino fundamental quase 100% das crianças de 7 a 14 anos.

Foi também no governo do PSDB que se pôs em prática a política que assiste hoje a mais de três milhões de idosos e deficientes (em 1996, eram apenas 300 mil).

Eleições não se ganham com o retrovisor. O eleitor vota em quem confia e lhe abre um horizonte de esperanças. Mas, se o lulismo quiser comparar, sem mentir e sem descontextualizar, a briga é boa. Nada a temer.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Estádio de Santarém muda de nome

Na contramão dos esforços da governadora Ana Júlia, que quer porque quer o PMDB no seu palanque este ano, a prefeitura de Santarém, governada por petistas, acaba de cometer, por assim dizer, uma indelicadeza com o deputado Jader Barbalho, que dava o nome ao estádio de Santarém, construído e inaugurado por ele em 1985.

O nome estádio Jader Barbalho, ou melhor Barbalhão, já não é mais citado em entrevistas dadas pelas autoridades municipais. O nome adotado é Colosso do Tapajós, depois que o Ministério Público ingressou com ação para proibir que nomes de pessoas vivas dêem nome a prédios públicos.

O detalhe é que, por força legal, a medida teria de ser cumprida cedo ou tarde, mas não se entende a pressa com que a administração petista de Santarém tratou logo de desvincular o nome de Jader Barbalho do estádio, que é estadual, mas é administrado pelo município.

Outro detalhe que não passa despercebido é que o nome do ex-governador Jarbas Passarinho continua dando nome ao prédio-sede do executivo municipal, sem que o letreiro tenha sido retirado da fachada principal da prefeitura de Santarém depois da ação do MP.

Nomeados 213 concursados da Seduc

A governadora Ana Júlia Carepa nomeou, ontem, 213 novos assistentes administrativos aprovados em concurso público
da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). Os novos servidores serão distribuídos pelas escolas da rede estadual
em diversos municípios. Com esses, contabiliza-se 16.964 servidores concursados nomeados pelo atual governo.

Esquentado os tamborins

Águia vence e deixa Pantera na lanterna

O Águia de Marabá derrotou o Santa Rosa, por 2 x 0, em jogo disputado hoje de manhã, em Belém.
Com a vitória, o time marabaense, agora com 4 pontos, deixa o São Raimundo na laterna, com apenas 2 pontos na tabela de classificação do Parazão 2010.

Prefeitura de Santarém convoca candidatos aprovados em concurso para a região do planalto

A prefeitura de Santarém divulgou ontem os editais de convocação de candidatos aprovados no concurso 01/2008 para vagas oferecidas na região do planalto santareno.

Leia os editais completos aqui.

Justiça confirma Re-Pa no Mangueirão

Agora, ao que parece, o Re-Pa está mesmo confirmado. Toda a polêmica envolvendo o clássico, com duas tentativas frustradas de cassação da liminar que autorizou sua realização, chegou ao fim na manhã deste sábado. A desembargadora Raimunda Gomes Noronha, vice-presidente do Tribunal de Justiça do Estado, depois de fazer uma visita ao estádio, manteve a liminar que garante a realização do clássico previsto para este domingo, às 16h, no Mangueirão. Os ingressos estão sendo vendidos a R$ 20,00 (arquibancadas), no Baenão, Curuzu e sede da Federação Paraense de Futebol.(Gerson Nogueira)

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Quem tem força para usar na eleição

Lúcio Flávio Pinto
Editor do Jornal Pessoal

A Democracia Socialista é tendência ideológica (ainda?) minoritária dentro do Partido dos Trabalhadores em todo país. Mas conseguiu conquistar o governo de um dos cinco Estados nos quais o PT se saiu vitorioso na eleição de 2006 (menos de 20% das unidades da federação), impedindo a quarta vitória seguida do PSDB, a terceira tentativa do ex-governador Almir Gabriel. Quem não fosse além desse número concluiria que a DS conseguira façanha semelhante à dos bolcheviques: embora minoritários, eles saíram da crise que levou à revolução russa de 1917 como os donos do poder. Os bolcheviques, à parte todos os seus graves erros e crimes, constituíram um dos mais brilhantes grupamentos intelectuais de todos os tempos, em qualquer lugar.

A comparação deve ser sedutora, mas é oca de conteúdo. Se dependesse dela mesmo, a senadora Ana Júlia Carepa não seria candidata ao governo do Estado. Raríssimos acreditavam que ela podia vencer a máquina tucana (que, em tese, ia ser colocada por Simão Jatene a serviço da volta de Almir, o que acabou não acontecendo, ao menos com a ênfase das eleições de 1998 e 2002). Jader Barbalho precisava acreditar que sim. Lula também. O objetivo de ambos era vencer o PSDB, intruso no esquema populista que precisava ser mantido (o PMDB teria, em 2006, quase o dobro de governos estaduais: 9).

O deputado federal peemedebista ofereceu ao presidente petista um esquema que podia dar certo: colocar Ana Júlia no 2º turno, quando seria plenamente viável abater o tucano, em vôo desastrado, usando como ponte uma candidatura auxiliar (que quase cresce além de todas as expectativas, a de José Priante). Ana Júlia recebeu o prato feito em Brasília e, depois de certa relutância, o aceitou. E assim se tornou a primeira mulher a governar o Pará, sem currículo que permitisse antecipar essa façanha histórica. Ou sustentar sua realização, depois.

Mas a nova governadora acreditou na força que imaginou ter e na versão que seu grupo passou a criar a partir daí. Como é próprio de vanguardas, reais ou imaginárias, a DS acreditou na força que alardeava, mesmo não a possuindo. Depois de três anos de exercício do poder estadual, continua a ser um grupo minoritário no PT, na representação política e no Estado. Cresceu, é bem verdade, e ainda poderá continuar crescendo até a eleição de outubro, mas a relação custo/benefício (ou de vantagens comparativas) pelo uso e abuso da máquina pública é inferior à dos tucanos e, antes deles, dos peemedebistas. O PT também se tornou fisiológico, mas nesse campo ainda está aprendendo, apesar do tom doutoral dos seus líderes.

O problema é que o PMDB de Jader Barbalho, supostamente aliado, mas, na prática, um sapo de difícil deglutição (e vice-versa, pela ótica do ex-governador), que devia ser abatido, cresceu mais do que o PT e, principalmente, do que a DS. Não sei se algum “socialista democrático” tem consciência desse fato, mas basta lembrar que, com todos os recursos que a chave do cofre do tesouro estadual e a caneta que assina os atos de nomeação e demissão proporcionam, a DS só tem um candidato a deputado federal: é o chefe da Casa Civil, Cláudio Puty.

Puty entrou no jogo do poder ao ser nomeado para integrar o secretariado. Até então, seu universo se limitava à academia. De lá contemplava o espetáculo da política como um observador interessado, mas sem participação efetiva. O exercício do maquinismo oficial lhe despertou o desejo de entrar na roda da fortuna. A pretensão é natural e deve ser encorajada, mas Puty almeja muito mais votos do que poderia alcançar se não contasse com o sopro do alto para passar à frente de quem está há mais tempo na fila e sobe vencendo cada etapa intermediária.

O sopro que projetou Puty mais acima vai derrubando quem já estava a postos pelo caminho, seja adversário, aliado ou correligionário. Por enquanto, a gritaria é mais na casa do PT. Tornou-se tonitruante pelas vozes do deputado federal José Geraldo e da deputada estadual Bernardete ten Caten, que ecoam vozes ainda no solfejo dissonante. A principal reserva de votos deles é no sul do Estado, com ênfase em Marabá, onde as lideranças costumam ficar pulverizadas. Para atrair mais adesões, um dos instrumentos mais eficazes é o Incra (assim como, embora sobre outra clientela, o Ibama). O Incra recebeu um reforço de 30% para este ano, mas para que o comando mude de mãos e apóie o preferido da governadora, que fez de Marabá o destino principal das suas viagens ao interior.

Essa cisão interna revela não apenas o tamanho verdadeiro da DS, mas o “desenvolvimento não-sustentável” do PT paraense no governo – para o bem e para o mal. Ao analista isento e bem informado não escapa mais uma conclusão: sem o uso da máquina e a decisiva participação do governo federal, Ana Júlia Carepa estaria com a reeleição ameaçada, ou comprometida de vez.

O problema está em saber se bastam essas duas forças para reverter a rejeição que a governadora acumulou? Dizem alguns comentadores de pesquisas metafísicas que o índice da governadora já é pior do que o de Jader Barbalho, inclusive na área da capital. Se é ou não é, não se sabe ao certo por falta dos resultados da sondagem. Mas a rejeição é uma pedra tão grande no caminho da governadora quanto na do seu incerto aliado principal.

Só que, sem os mesmos recursos da petista, Jader se fortaleceu mais do que ela, ainda que essa riqueza que formou represente também uma fonte de angústia para ele. Jader pode tomar várias decisões, mas, se a escolha não for vitoriosa, seu futuro estará comprometido de vez. Por isso, a melhor alternativa, que seria disputar o governo, é também a mais arriscada.

No entanto, parece fora de dúvida que o espantalho da política paraense em quase três décadas demonstrou capacidade de sobrevivência excepcional. Boa parte dessa capacidade deve-se a qualidades que, em política, respondem pela liderança autêntica, mesmo quando negativa, porque testada em diversas condições e momentos. Dentre elas a de se impor ao PT neste novo e grande teste, para o qual o Partido dos Trabalhadores não se apresenta com as mesmas qualidades. Continua muito menor do que a própria sombra – e tão distante das suas promessas e compromissos.

NOTA DA REDAÇÃO – A edição já estava fechada quando o Diário do Pará anunciou, na segunda-feira, 1º (em mais um bom trabalho da repórter Rita Soares), o principal resultado dos entendimentos do final de semana no PT para apaziguar as dissensões internas, geradas pelo favorecimento do governo a Cláudio Puty. O chefe da Casa Civil terá que antecipar sua desincompatibilização, de 3 de abril para uma data próxima do final deste mês, mas ainda não definida. Para não ficar escancarado o recuo, a governadora Ana Júlia Carepa estabeleceu esse prazo como fatal para outros três secretários estaduais que também concorrerão em outubro: Edílson Silva, da Cultura; Suely Oliveira, de Urbanismo (outros dois preferidos da DS), e Valdir Ganzer, dos Transportes. Bernadete também conseguiu retomar o controle do Incra em Marabá, perdido pelo aliciamento de Puty do atual dirigente do órgão, Raimundo Oliveira, que fará com o secretário dobradinha como candidato a deputado estadual, apoiando-o para federal. As ameaças da deputada e de Zé Geraldo deram resultado. Refeito o pacto, todos ficaram satisfeitos. As questões suscitadas pela reação dos parlamentares contrariados foram esquecidas, como conveio a todos. Menos à opinião pública.

Manchetes desta sexta-feira de O Estado do Tapajós

Ministro anuncia cancelamento de 10 mil carteiras de pescador no Pará


SEFA cobra IPVA maior que tabela do Diário Oficial do Estado



Dia 18 é o prazo para farmácias venderem somente remédios


Pegas na Rui Barbosa já ocorriam antes do reasfaltamento da avenida



Urnas eletrônicas de Mojuí chegam em março


Everaldo assume Casa Civil dia primeiro de março



Invasores avançam sobre ára do Juá


Novo delegado da Marinha descarta base de fiscalização em Monte Alegre



Diretor da penitenciária desmente espancamentos em Cucurunã


Conselho de Saúde quer retorno marcado no hospital regional



Registrados 64 casos de hanseníase em Santarém no ano passado


Reformado, Museu João Fona não tem guias especializados

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Re x Pa será domingo

Saiu a limitar garantindo o jogo do Remo e Paysandu no domingo no Mangueirão.
PGE e SEEL convocam coletiva para as 19 horas, no CIG, em Belém.

Everaldo assume Casa Civl dia 1º de março

Do Blog do Puty:

Everaldo Martins foi recebido ontem à noite pela governadora Ana Júlia para conversarmos, os três, sobre a transição da Casa Civil, já que os secretários candidatos saem dia 1º de março, antecipando em um mês o período de desincompatibilização. E também fazer uma avaliação dos desafios do governo e formas de superar esses desafios.

Foi uma conversa tranquila e Everaldinho se colocou inteiramente à disposição da governadora para trabalhar na diretriz apontada pelo governo, para somar.

Ônibus do interior, mesmo sem catraca, apanham passageiros na zona urbana de Santarém

Cilícia Ferreira
Repórter


Se dependesse da quantidade de ônibus em Santarém, os usuários teriam um serviço melhor de transporte coletivo. Conforme dados da Secretaria Municipal de Transporte (SMT), Santarém possui um cadastro com 105 ônibus da área urbana, 47 intramunicipais. Belterra também faz parte desse cadastro com 2 empresas e 6 ônibus. Mojuí dos Campos ainda está cadastrado como linha intramunicipal, mas com a instalação do novo município, a SMT está fechando um convênio com a ARCON - Agência Reguladora do Estado - para que a fiscalização de Belterra e Mojuí dos Campos fique a cargo da secretaria de transportes de Santarém.

Mas a realidade é outra. Basta apanhar um ônibus em uma das paradas específicas no Mercadão, ou na Silvino Pinto, próximo à Feira da Candilha, para se constatar que a frota data do século passado. Além de antigos, os ônibus não estão em bom estado de conservação.

Muitas vezes os ônibus viajam com excesso de carga, poltronas e assentos quebrados, faróis quebrados, lataria enferrujada e deteriorada, pneus carecas. Esses são alguns aspectos que podem ser vistos a 'olho nu'. As condições internas, do motor e de outros equipamentos só podem ser avaliadas por um profissional mecânico que tenha acesso a um dos coletivos com linha para o interior.

Os problemas não são apenas de condições de veículos, mas do serviço prestado de modo geral. Muitos ônibus que vêm das comunidades vão pegando passageiros ao longo do trajeto dentro de área urbana. O que segundo Sandro Lopes, secretário municipal de transportes, não é ilegal. "todos podem pegar, mas os intramunicipais não têm bilhetagem eletrônica", explica o secretário.

Dentro da área urbana é comum vê passageiros que pegam esses ônibus por falta de opção, muitas vezes querem chegar mais rápido ao seu destino e acaba deparando-se com um ônibus que não oferece boas condições, além de não receber a bilhetagem eletrônica. As empresas da área urbana disputam diretamente com os da área rural. Muitas rotas coincidem principalmente nas comunidades às margens da Rodovia Curuá-Una e Santarém-Cuiabá.

Geralmente, os ônibus que vêm das comunidades alguns chegam sujos, com muita poeira ou lama, dependendo da estação do ano; com cargas e, na grande maioria, em péssimas condições de uso e segurança. A competência de fiscalizar esse tipo de situação é da SMT.

Sandro Lopes informa que o controle é difícil, mas informa que os ônibus passam por vistorias semestrais, e quando é verificada ocorrência de sujeira ou más condições, a empresa é notificada, primeiro como advertência e depois com multas até 200 UFMS.

Segundo o secretário, o problema é que as muitas linhas intramunicipais não são viáveis e o atendimento só consegue ser feito, muitas vezes, por alguém que mora na comunidade.
No caso da Estrada Nova, o secretário explica que houve um ônibus apreendido e a empresa notificada através da fiscalização da SMT. Os fiscais detectaram o transbordo de passageiros para uma caminhonete e corte de linha, retorno antes do previsto.

Sandro diz a comunidade foi até a secretaria, mas não havia nenhum problema com relação ao atendimento da linha, era apenas questão de operação, descumprimento das regras. O proprietário da empresa pode reaver o ônibus após o pagamento da multa.

A SMT vai disponibilizar mais 3 pontos fixos de fiscalização, cabines e duas motos para dar mais mobilidade aos fiscais. O secretário diz que qualquer usuário pode denunciar quando for mal atendido ou verificar uma situação irregular dos transportes coletivos. O número para denúncias é o 158.
Sandro finaliza dizendo que a responsabilidade pelo bom funcionamento do transporte coletivo é todos: a fiscalização, os operadores e o usuário.

Restaurante popular tem que ser entregue até 30 de abril, diz Semtras

O restaurante popular é um projeto do governo municipal desde o primeiro mandato. Passados pouco mais de quatro anos da liberação do recurso, o restaurante ainda não foi inaugurado e entregue à população santarena.

De acordo com informações da Secretaria Municipal do Trabalho e Assistência Social (SEMTRAS), não tem data de entrega definida, mas o prazo de vigência do contrato vai até 30 de abril. "dentro desse prazo pode ser entregue, depende só da secretária", afirma Tânia Borges, do setor financeiro da SEMTRAS.

A SEMTRAS informou que após serem tomadas todas as providências, o restaurante será inaugurado. Segundo Tânia Borges, as providências dependem de liberação da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, que faz vistoria na obra e gera um boletim de medição para então liberá-la.

Segundo Ana Elvira Alho, titular da SEMTRAS, a secretaria está fazendo licitação para determinar a forma de gestão do restaurante. A licitação é conforme o padrão do Ministério de Desenvolvimento Social (MDS) cuja definição apontará se a gestão será pública, terceirizada ou mista.

O perfil do restaurante, segundo Ana Elvira, terá capacidade para até 500 refeições por dia. O espaço é multiuso e, além de restaurante, poderá ser utilizado para outros fins, como, teatro, apresentações. As dependências contam com salas, mini auditório. Dra. Ana Elvira ressaltou que haverá um posto de atendimento do Bolsa-Família para os ribeirinhos.

A reportagem de O Estado do Tapajós esteve no local e constatou que as obras estão prontas, apenas pequenos ajustes estão sendo realizados, como, colocação de lajotas no auditório e algumas salas. A cozinha, já está montada; fogões, exaustores, câmaras de frigoríficas, entre outros materiais. A placa que divulgava o prazo e o valor total da obra já foi retirada do local.
Os vendedores do Mercadão 2000 reclamam da demora, pois com a abertura do restaurante popular, os que não têm condições de pagar 6 reais por um prato de comida serão beneficiados com a refeição custando 2 reais.

A data de publicação do convênio é de 25 de novembro de 2005, com vigência de novembro de 2005 a dezembro de 2007. Já se passaram 2 anos do vencimento do prazo e as obras não foram concluídas.

Presos deveriam estar em albergue

Cilícia Ferreia
Repórter

Conforme Ação Civil Pública ingressada pelo Ministério Público Estadual (MPE) contra o Estado do Pará, os presos do regime semi-aberto em Santarém deveriam estar recolhidos em uma Casa de Albergado. A casa deveria ser construída com capacidade mínima de 90 presos. A Ação é de 2007, mas o Estado entrou com recurso após a liminar ser concedida, em primeira instância, pelo Tribunal de Justiça em Santarém.

Enquanto isso não acontece o sistema carcerário de Santarém passa por uma fase crítica, tumultos e ameaças de rebelião são uma constante, causando problemas para os presos e familiares e para os órgãos de segurança pública Estado. Os presos que condenados por crimes de potencial menos ofensivos são obrigados estar no mesmo complexo penitenciário que os de alta periculosidade.

Sabe-se que os presos são separados por pavilhões, mas de alguma forma os presos do semi-aberto tem acesso a área externa do presídio e conseguem ter uma visão mais ampla da possibilidade de escapar. Conseqüentemente, mesmo sem contato, acabam influenciando os demais presos do regime fechado e provisório a uma tentativa de fuga ou de rebelião.
O Estado recorreu por conta da multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento da liminar. Em outubro de 2007, a decisão foi modificada, no que diz respeito ao pagamento da multa diária pelo Estado, que passou de R$ 10 mil para R$ 1mil por dia. A desembargadora do caso foi a Dra. Célia Regina de Lima.

A decisão só tem valor legal a partir da publicação do Acórdão no Diário Oficial, que se deu apenas em julho de 2009, ou seja, quase dois anos depois. Em virtude disso, o Estado está obrigado a cumprir a liminar, e construir um albergue para os presos do semi-aberto, mas até agora não o fez, e desde então passa a valer o pagamento de multa diária de R$ 1 mil.
Segundo o MPE, a atual situação do processo é: o Estado foi notificado dessa decisão e a Ação passa a correr em segunda instância, ou seja: o MP de Santarém tem que ser intimado pelo TJ de Belém a ingressar com outro tipo de recurso, já relacionado ao não pagamento da multa. Mas até essa data, isso ainda não ocorreu.

Apenas 1.200 torcedores assistem ao jogo do Pantera em Cametá

O S. Raimundo voltou a vacilar nos minutos finais de jogo. Na tarde desta quarta-feira, no Parque do Bacurau, em Cametá, o time santareno saiu na frente, aos 9 minutos do segundo tempo, através do estreante Max Jari (de cabeça). Pressionado pelo Cametá, acabou permitindo a igualdade aos 48 minutos do tempo final. O Rodrigão, também de cabeça, marcou para o Mapará. O atacante é santareno, ex-jogador do São Francisco, levado para a equipe cametaense pelo técnico Artur Oliveira.

O resultado manteve o Cametá na terceira posição, agora com 5 pontos. Já o Mundico soma 2 pontos e deixou a lanterna para o Águia de Marabá que tem apenas 1. A renda divulgada foi de R$ 9.875,00. Público total de 1.227 torcedores, com 1.067 pagantes e 160 credenciados.

PMS divulga dia 8 relação de concursados aptos

O resultado com os nomes dos candidatos aprovados no concurso da Prefeitura de Santarém que cumpriram as exigências quanto a documentação nos termos do Edital 001/2008 será divulgada no dia 8 de fevereiro/10.
Na última segunda-feira, foi divulgado o edital de convocação dos candidatos aprovados e classificados no concurso público número 001/2008 para provimento de vagas em cargos efetivos nos níveis fundamental, médio e superior.
“Em um primeiro momento, estaremos chamando 600 servidores da área da educação”, afirmou a prefeita Maria do Carmo, durante coletiva à imprensa. O restante será chamado durante este ano.

POÇO ESTÁ CONCLUÍDO, MAS ÁGUA NÃO CHEGA ÀS TORNEIRAS

Ciícia Ferreira
Repórter

A falta d'água nas torneiras é um problema antigo de muitos santarenos. Os moradores do bairro da Nova República que o digam. Já foi construído um novo poço de abastecimento para atender toda a grande área da Nova República (Nova República, São Francisco, Vitória Régia, Matinha, Santo André). Mas o poço ainda não está funcionando, deixando os moradores numa situação crítica.
Segundo o novo diretor da COSANPA em Santarém, Edimar Rosas dos Santos, o poço ainda não entrou em funcionamento devido à falta da bomba. O diretor informou que a solicitação da bomba foi feita junto à companhia em Belém. "Estamos esperando chegar [a bomba], mas não tem nenhuma previsão de que dia ou mês para isso acontecer", explicou o diretor.
O novo diretor afirma que o problema é causado pela expansão da área do bairro resultando num aumento populacional que um poço apenas não deu conta da demanda. Por isso a implantação de um novo poço.
O primeiro poço que abastece o bairro está com problemas que ainda não foram detectados. Segundo Edimar, será preciso retirar a bomba e a tubulação interna para averiguar qual o problema. "O poço está funcionando com dificuldades, a água está sendo bombeada, mas acaba voltando, por isso o abastecimento está deficiente", diz o diretor.
Edimar diz que para o novo poço entrar em funcionamento depende da bomba, que, segundo ele, já foi solicitada junto à direção geral da empresa, mas não garantiu nenhum prazo. De acordo com o diretor regional, a demora da chegada da bomba deve-se a um fator atípico no Brasil: o PAC. "São tantas obras que as fábricas não conseguem produzir de acordo com a demanda", explica.
A direção local da COSANPA diz o problema será solucionado totalmente a partir da instalação da bomba e ampliação da rede no bairro, essa última prevista somente para as obras do PAC 2.
Clodoaldo Rêgo, presidente da Associação dos Moradores do bairro da Nova República (ASMOBNOR), conta que os moradores estão descontentes com o abastecimento de água no bairro. Segundo ele, o primeiro poço da COSANPA já tem dez anos e não supre mais a necessidade dos moradores. O presidente da associação conta que devido ao aumento populacional do bairro, a COSANPA cavou um novo poço, como medida emergencial, para garantir o abastecimento da grande área da Nova República até que o bairro seja contemplado com as obras do PAC 2, previsto para iniciar a partir de setembro de 2010. Conforme informações de Clodoaldo, o poço tinha data de entrega para 26 de junho de 2009, mas até agora não funciona.
Várias ruas do bairro estão sem águas nas torneiras. A parte mais alta do bairro está numa situação mais delicada. De acordo com moradores da Travessa 7, entre Rua A e Rua B, nem de madrugada a água chega. Além de culpar a COSANPA pelo problema, eles atribuem a falta de água às invasões próximas ao bairro.
"Acredito que a água falta aqui em cima para nós, porque tem muita invasão, tem muita gente fazendo 'gato' de água", conta Myrlys Viana, moradora revoltada com a situação.
Myrlys diz que conta com a solidariedade de uma amiga que mora na rua de trás de sua casa. "Meu marido vai buscar água no balde para não ficarmos sem nada aqui", explica.
Segunda a moradora, o caminhão pipa que passa no bairro cobra 10 reais por cada mil litros de água. Myrlys conta que para lavar roupa da família precisa ir até a casa de sua sogra, pois a água realmente não chega a sua residência. Até para beber é difícil, diz a moradora. "A gente tem que comprar água do caminhão pipa, ou pedir de quem tem poço", conta a moradora desolada.
Já Joelson Reis, morador da Travessa 7, conta que a vizinha abastece a casa dele a cada três dias. "Pegamos água da vizinha pela mangueira", conta o morador. Na casa de Joelson o reservatório de água tem cerca de mil litros e, segundo ele, dá para passar três dias com muita dificuldade, mas não pode pedir água todos os dias para não abusar da boa vontade da vizinha,
Irene Vasconcelos e o marido, cansados de sofrer com a escassez de água, resolveram economizar e comprar aos poucos os materiais necessários para a perfuração de um poço artesiano. Dona Irene conta que compraram primeiro os canos e os materiais menores e guardaram, depois juntaram dinheiro para mão-de-obra e, só agora, conseguiram mandar cavar o poço. De acordo com ela, cada metro perfurado custa 22 reais, a bomba submersa cerca de 1mil e 400 reais e ainda tem a mão-de-obra. "São quase 3 mil reais ao todo que vamos gastar para fazer o poço", comenta Irene.
Além de passar todas as dificuldades pela falta de água, alguns moradores ainda precisam se arriscar altas horas da madrugada para esperar o líquido precioso chegar às torneiras. É o caso de dona Ideuzita Maciel, moradora da Rua B. Ela conta que a água chega a sua casa por volta de 2 horas da madrugada - e quando vem. Dona Ideuzita é uma senhora idosa e doente das pernas, não pode fazer muito esforço físico, tem dificuldades até de caminhar. Segunda a aposentada, quem a ajuda é uma neta que vai dormir, de vez em quando com a avó para conseguir 'aparar' água na caixa.
"Se não fosse minha neta, não sei como seria (...) moro sozinha com meu marido e sou doente e não posso fazer quase nada em casa", explicou dona Ideuzita.

Pontuando - José Olivar

Vejo entristecido o descaso das autoridades com referência ao reaparelhamento do Estádio "Colosso do Tapajós" para os jogos do São Raimundo do campeonato brasileiro série "C". Por outro lado, não posso entender como se transfere um simples jogo do campeonato paraense, para a capital, se o nosso estádio é melhor que o de lá. ///Se avolumam as manifestações de protestos do povo de Santarém em razão das obras inacabadas da Prefeitura. O fato deve ser levado a sério, pois, se de um lado peca a Prefeitura com a paralisação das obras; de outro, a obstrução de ruas não é atitude legal. Portanto, ambas as partes deve corrigir eventuais falhas. ///A REDE/CELPA está sendo objeto de críticas por parte dos usuários em razão de várias falhas do serviço. O mais grave é que o consumidor, ao sair de um imóvel, pede desligamento, paga todo débito apresentado, e o próximo ocupante do imóvel se vê obrigado a pagar um "tal resíduo" que sempre é exigido, mesmo com o comprovante em mãos de inexistência de qualquer pendência. Alguma coisa está errada! ///Os devedores relapsos poderão gozar de um benefício previsto em projeto de Lei com tramitação na Câmara Federal (Projeto nº 6.282/09), que prevê a extinção da dívida pela incidência da prescrição intercorrente se a execução ficar suspensa por dois anos em face da inexistência de bens penhoráveis. O Projeto altera o Código de Processo Civil e beneficia os maus pagadores. ///Um outro caso mais sério que o anterior, se registra no Congresso. É que tramita também, Projeto visando transformar em mera multa a atual pena de detenção para quem transporta madeira, lenha ou carvão, sem a documentação exigida por lei. Não vai demorar muito e vão premiar os devastadores do meio ambiente, tamanha as benevolências. ///Há previsão de que até março o novo Código de Processo Penal será votado pelo plenário do Senado Federal, conforme parecer do senador Renato Casagrande. Pelo jeito, quem sabe, no fim do ano de 2010 já teremos um novo Código, mais moderno e de acordo com a nossa realidade. A Advocacia Geral da União defenderá os interesses do Conselho Nacional de Justiça em razão de termo de cooperação técnica firmado entre o advogado Geral da União, Luiz Inácio Lucena Adams e o Ministro Gilmar Mendes. A atuação da AGU será mais presente no Supremo Tribunal Federal em eventuais impugnações dos atos do Conselho. ///Se estava difícil vai ficar mais ainda a realização do plebiscito para a criação do Estado do Tapajós. É que a as providências para realização do plebiscito visando criar o Estado do Carajás, estão bem mais adiantadas que as nossas. ///Ademais, o jornal O Liberal noticiou que o ex-deputado Zenaldo Coutinho vai reativar o movimento dos belenenses contra o desmembramento do Estado do Pará. Com os políticos que temos e o marasmo dessa Comissão, só vejo um céu nebuloso./// A convenção do PSDB e outros partidos coligados, destinada a escolha dos candidatos majoritários e proporcionais para Mojui dos Campos foi bem prestigiada. Lá estavam o Senador Flexa Ribeiro, alguns deputados estaduais, o candidato a governador, Simão Jatene, o Deputado Federal do DEM, Lira Maia, vereadores do DEM de Santarém e muitos simpatizantes. ///Da mesma forma, a convenção do PMDB para o mesmo fim, também teve uma presença marcante de seus filiados e parlamentares. ///O Promotor Harisson Bezerra continua sua firme atuação no Ministério Público, sem contudo esquecer as suas raízes nordestinas de homem de ação. Parabéns! ///Santarém é candidata a ser a cidade mais esburacada do Oeste do Pará. Isto porque, não se vê a iniciação da operação tapa buraco e a maioria das ruas está ficando intrafegável. Com o inverno chegando, não há como fazer os consertos das ruas, e aí seremos o primeiro lugar em buraqueira./// O Dr. Cosme Ferreira Neto, ilustre titular da Quinta Vara Cível, é um magistrado que se desdobra para dar conta do grande número de processos naquela especializada e ainda tem, não raras vezes, de responder por outras Varas. Mesmo assim, é uma pessoa cordial com todos. ///O Promotor, Dr. Raimundo Coimbra Brasil, é só alegria com o desempenho de seus filhos, para os quais transferiu sua dignidade e tranquilidade, virtudes que lhes são peculiares. ///A Câmara Municipal de Santarém, deve antecipar o reinicio de seus trabalhos legislativos no corrente ano, visto que o dia 15/02, estabelecido regimentalmente como a data base para o novo período, cai em pleno carnaval. Daí haverá antecipação da data da Sessão Especial de abertura, para o dia 10/02. ///O Dr. Silvio César, como sempre diligente e respondendo pelo expediente da Oitava Vara de Santarém, prolatou sentença julgando improcedente a Ação Anulatória de Ato Administrativo, que o PDT aforou em 2004 contra a Câmara Municipal de Santarém, revogando também a liminar que fora dada naquela época./// O Dr. Rodolfo Geller que integra o Conselho Federal da OAB, está em Brasília prestigiando a posse de Ophir Cavalcante Júnior na Presidência da OAB Nacional. ///Por ele, encaminhei ao eleito e empossado minhas desculpas por não poder estar presente, considerando que tenho compromisso na capital cearense, na mesma data.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Copa do Brasil aceita qualquer pasto

Gerson Nogueira:

Como nem todos os promotores do Brasil são tão rigorosos quanto os daqui, a Copa do Brasil tem sido disputada em qualquer estádio, até naqueles que só têm um pasto para servir de campo de jogo. É o caso do estádio de Roraima, onde o Remo enfrentou o Progresso na Série C de 2008. No lance acima (arquivo do Bola), o meia-atacante Ratinho disputa bola pelo alto no manguezal roraimense. Em meio à lama e ao caos, o Remo ainda venceu por 1 a 0, gol de Ratinho.

Para a Copa do Brasil deste ano, o Paissandu vai jogar no estádio de Currais Novos contra o Potiguar (RN). As arquibancadas foram vetadas parcialmente e só existem 2.200 lugares disponíveis para o torcedor. O Barbalhão, em Santarém, que vai sediar S. Raimundo x Botafogo, esteve interditado até segunda-feira, por apresentar uma série de irregularidades. Misteriosamente, de uma hora para outra, foi liberado para o jogo. Coisas do futebol, paraense e brasileiro.


Espetáculo Parésqui será encenado sábado na Casa da Cultura

No sábado, dia 06 de fevereiro, às oito da noite, na Casa da Cultura, o grupo paraense Usina Contemporânea de Teatro realiza apresentação única do espetáculo Parésqui na cidade de Santarém, com entrada franca. O município será o sexto a receber a montagem, que desde o início do ano realiza uma turnê por 12 cidades ribeirinhas do Pará, com recursos do prêmio Myriam Muniz, da Funarte.
Parésqui estreou em dezembro de 2006, como resultado de uma bolsa de pesquisa do Instituto de Artes do Pará (IAP). Em cena, as atrizes Valéria Andrade e Nani Tavares se desdobram para representar cenicamente histórias de vida de oito pessoas de uma mesma família de ribeirinhos que vivem na Ilha do Combu, em frente a Belém.
A construção das personagens utilizou uma técnica chamada de mímesis corpórea, que consiste na imitação e teatralização das ações corporais e vocais cotidianas. Dessa maneira, as personagens imitam o modo de agir e de falar típicos do povo ribeirinho, para contar histórias cheias de humor, paixão, ciúme, brigas, dor e saudade, que mostram a dimensão universal do ser humano que habita a Amazônia.
Após inúmeras temporadas de sucesso em Belém ao longo de três anos, Parésqui foi apresentado em janeiro de 2010 para cerca de 500 pessoas nos municípios de Cametá, Abaetetuba e Barcarena, durante a etapa Rio Tocantins, a primeira desta turnê pelo Pará. Agora, o espetáculo cumpre a segunda etapa da viagem, denominada Rio Tapajós, e que abrange também apresentações nos municípios de Óbidos e Alenquer.
Parésqui tem direção de Alberto Silva Neto, desenho de som de Leo Bitar, figurinos de Anibal Pacha, iluminação e cenografia de Alberto Silva Neto e Patrícia Gondim, projeto gráfico de Alexandre Sequeira e fotos de André Mardock. Durante a turnê, a operação de luz e som é de Milton Aires.
Fundado em 1989, o grupo paraense Usina Contemporânea de Teatro já realizou a montagem de mais de 20 espetáculos em Belém, de vários gêneros que incluem dramas clássicos, comédias, farsas, teatro com bonecos e teatro de rua.

Serviço:

Maiores informações com Alberto Silva Neto, pelos fones (91) 8156-1070 e (91) 8711-8904, ou e-mail netosilvaalberto@gmail.com.br

Cametá 1 x 1 São Raimundo. Rodrigão, aos 48 minutos, em falha de Labilá

Mais uma vez o São Raimundo deixa escapar a vitória no final do jogo.
Encerrado Cametá 1 x 1 São Raimundo.

Cametá 0 x 1 São Raimundo. 30 minutos do segundo tempo. Carlão, zagueiro do São Raimundo, expulso de campo

Lateral Leandrinho, do São Raimundo, expulso de campo

Cametá 0 x 1 São Raimundo. Max Jari, de cabeça, aos 9 minutos do segundo tempo