O vereador Nélio Aguiar(PMN) é quem irá assumir o mandato do deputado estadual Alessandro Novelino(PMN), que morreu hoje em acidente aéreo.
Nélio Aguiar é o primeiro suplente da coligação PMN/PPS que elegeu os deputados Novelino e Salame(PPS), e também primeiro suplente do PMN.
O vereador, que é médico, se encontrava em Itaituba neste sábado atendendo a pacientes do programa saúde da família da prefeitura daquele município.
Ele não quis comentar o acidente e nem a sua virtual assunção à Assembléia Legislativa. Ao telefone, em contato com o jornalista Miguel Oliveira, Nélio disse apenas que estava muito abalado com a notícia do acidente e que por isso iria suspender as consultas e retornar imediatamente a Santarém.
"Sinto muito pelo que aconteceu, não sei nem o que falar diante disso. Não vou comentar a questão política, em respeito à família do meu companheiro de partido", resumiu Nélio.
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Avião caia perto de Belém e mata deputado Alessandro Novelino
Os destroços do avião bimotor que levava o deputado paraense Alessando Novelino foi encontrado em uma ilha nas proximidades do Acará, no final da manhã deste sábado (25). O Seripa (Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) registrou o sumiço da aeronave dos radares da aeronautica na manhã de hoje. Um helicóptero com familiares do parlamentar já se deslocou para o local.
Segundo informações do Seripa, no bimotor modelo Seneca estavam três pessoas, o piloto, Roberto Figueiredo, e mais dois passageiros, entre eles o deputado Alessandro Novelino e seu assessor. A informação foi confirmada pelo pai do parlamentar Bira Novelino.
De acordo com o Seripa, o avião teria saído por volta das 8h30 do aeroporto Brigadeiro Protásio de Oliveira (aeroclube), em Belém, com destino a uma fazenda no município de Tomé-Açu, no nordeste do Estado.(O Liberal)
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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Dois prefeitos, duas grandes figuras humanas de Santarém
Os ex-prefeitos de Santarém, Antônio Guerreiro e Everaldo de Souza Martins, já falecidos.
A foto é do Blog O Mocorongo.
Emater divulga edital de leilão de veículos
A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) leiloará, em 9 de março, 235 veículos – entre carros, caminhonetes, voadeiras e um minitrator. O leilão será realizado das 10h às 17h, na sede da Vip Leilões, no Km 1 da Alça Viária, em Marituba. Fora funcionários da Emater, qualquer pessoa ou empresa pode participar, presencialmente ou online – nesse caso, pelo site da Vip (www.vipleiloes.com.br).
Não é necessário pré-inscrição. O edital já foi lançado e publicado no Diário Oficial do Estado, e está disponível no portal internético da Emater (www.emater.pa.gov.br). O leilão público será do tipo maior lance ofertado, nas modalidades “on-line e presencial”, para alienação de veículos, barcos, motores e equipamentos diversos e será realizado pelo leiloeiro público oficial do estado do Pará Vicente de Paulo Albuquerque Costa Filho.(Agência Pará)
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
O que acontece com o futebol de Santarém?
Gustavo Pena, do DOL

Primeiro de novembro de 2009. Em uma tarde de domingo, o futebol de Santarém, Oeste paraense, vivia o seu ápice, com o São Raimundo vencendo o Macaé por 2 a 1 em um estádio Jader Fontenelle Barbalho, o Barbalhão, lotado com mais de 15 mil pessoas. Ali o Pantera Negro se sagrava o primeiro campeão do Campeonato Brasileiro da Série D. Mas a conquista parece não ter servido de estímulo para os dirigentes santarenos.
A campanha na Série D foi sofrida. O São Raimundo vivia problemas estruturais ao longo da competição. Problemas financeiros e as trocas excessivas de treinadores quase atrapalham a conquista do primeiro título nacional. Com o apoio da torcida, se esperava que 2010 fosse ser um ano melhor para o alvinegro. Seria. Isso porque o time não se estruturou como podia, “inventou” uma pré-temporada no Rio de Janeiro, ficou na sexta colocação do Parazão e voltou para a Série D. Atualmente é o vice-lanterna da competição local.
O São Francisco, mais conhecido como o Leão santareno, voltava ao cenário do Campeonato Paraense após 11 anos. Era mais um clube do interior chegando à elite do Estadual. Abnegados se uniram para trazer de volta uma das equipes mais tradicionais do futebol do Pará. Todavia, no primeiro turno do Campeonato Paraense da atual temporada, a equipe ficou, apenas, na sexta posição.
O que aconteceu com os dois maiores times que Santarém, que não conseguem vôos maiores e não mostram a regularidade de equipes como Águia de Marabá e Cametá, por exemplo? Na realidade, os problemas extrapolam as questões do futebol jogado dentro das quatro linhas. Já faz algum tempo que, infelizmente para o torcedor, o futebol paraense vive um momento de crise, capitaneado por dirigentes que pensam com o coração ou emoção, não com a razão.
Para azar da torcida, que sempre lota os estádios seja qual for a competição, nossos clubes perdem, quase que consecutivamente, não para outras equipes, mas para eles mesmos. Vaidades internam atrapalham o pleno desenvolvimento dos jogadores nas quatro linhas. E isso acontece no futebol santareno.
Ou se não, como explicar o tumulto e confusão na sede do São Raimundo no início do ano, quando o local foi arrombado? Dois grupos brigavam pelo poder no clube. E quando dirigentes de mesma camisa não se entendem, a tendência é que os problemas só se prolonguem. Não há mais espaços para amadorismo no futebol.
No São Francisco, não é muito diferente. Osvaldo Monte Alegre não é mais técnico do clube. Segundo ele, entregou o cargo por motivos pessoais. Porém, informações da imprensa santarena atestam que problemas entre a comissão técnica e parte do plantel foram os reais motivos que ocasionaram a mudança no comando.
Enquanto isso, o torcedor de São Francisco e São Raimundo – que apresenta boa média de público no Parazão -, espera por dias e momentos melhores. O futebol santareno pode e merece crescer muito mais. Já diz o ditado que a união faz a força. Que assim seja. Que os dirigentes possam se unir com o objetivo único de levar Leão e Pantera aos caminhos de glórias e conquistas.
Jornalistas mortos em combate
Do Blog do Parsifal
Dois fotógrafos especializados em cobertura de conflitos internacionais foram mortos hoje, na Síria, vítimas dos bombardeios impostos à cidade de Homs pelas forças do presidente-ditador do país, Bashar al-Assad.
A jornalista norte-americana Marie Colvin, 50 anos, era correspondente do “Sunday Times” e já tinha sido vítima de um ataque quando cobria a guerra civil no Sri Lanka, em 2001, quando perdeu o olho esquerdo.
O fotojornalista francês Rémi Ochlik, 28 anos, também pereceu no mesmo bombardeio. A revista “Paris Match”, para a qual Rémi trabalhava, já lhe havia orientado, há uma semana, a deixar a cidade de Homs, onde as forças do ditador al-Assad caíram, sem piedade, sobre os oposicionistas que se armaram contra o regime sírio.
A dinastia al-Assad continua firme e forte na Síria. Diferente da Líbia, onde o Estado era menos estruturado, a Síria possui um regime sólido e o presidente-ditador tem controle do país, podendo sufocar qualquer rebelião em seu território, caso não haja interferência externa.
A China e a Rússia, escaldados do avanço norte-americano nas brechas abertas pela sede de democracia nas suas bordas, não desejam correr o risco de entregar a Síria aos caprichos da geopolítica ocidental e deixaram claro os seus respectivos suportes ao regime sírio, o que consolida a posição da ditadura dos al-Assad que governa o país a mais de 40 anos.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Vasco e Flamengo definem finalista da Taça Guanabara
O Estado de São Paulo
RIO - Vasco e Flamengo decidem nesta quarta-feira quem vai ficar com a vaga para a final da Taça Guanabara, o primeiro turno do Campeonato Carioca. Quando entrarem em campo, às 22 horas, no Engenhão, os jogadores do clube rubro-negro, atual campeão estadual, vão defender uma invencibilidade de 21 meses em clássicos cariocas - contra os vascaínos, a vantagem é ainda maior: o time de São Januário não vence desde março de 2009.
Além da quebra de um tabu, a vitória no duelo desta quarta deixaria o Vasco um pouco mais perto de voltar a levantar o troféu do Campeonato Carioca - a última vez foi em 2003. O time, mesmo com atraso de salários e o protesto dos jogadores, que deixaram de se concentrar antes dos jogos, chega à semifinal com 100% de aproveitamento no Estadual. A única derrota no ano foi na estreia pela Copa Libertadores, em São Januário, para o Nacional (Uruguai), por 2 a 1.
Segundo o meia Felipe, um dos líderes do grupo, 'jogo contra o Flamengo é diferente'. 'Pra nós, o importante é a classificação. Não importa se for com 100% de aproveitamento ou não', disse.
O Flamengo tem a favor o retrospecto, mas, por outro lado, esbarra na dificuldade de ter um time ainda à procura de sua 'identidade', como definiu o técnico Joel Santana. 'O Vasco vem jogando junto há muito tempo', disse. 'Mas vamos lutar. Bancos, vôos nacionais e telejornais locais no Pará voltam ao horário de costume a partir de domingo
Apesar do Pará não ter adotado o Horário Brasileiro de Verão, que termina no próximo domingo, 26, em 10 Estados das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além da Bahia e do Distrito Federal, a rotina dos paraenses voltará ao normal a partir de domingo.
È que com o HBV, aqui no Pará, expediente dos bancos e vôos nacionais foram antecipados em uma hora para sincronização com a hora oficial do país.
Com o fim do HBV, os bancos e companhias aéreas voltam a operar no horário antigo. A programação das redes de televisão também deixará de ser atrasada e, os telejornais locais das emissoras voltarão ao horário de costume.
Plano de saúde não pode fixar limite de despesa hospitalar
Do Site do STJ
É abusiva cláusula que limita despesa com internação hospitalar, segundo decisão da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Para os ministros, não pode haver limite monetário de cobertura para as despesas hospitalares, da mesma forma que não pode haver limite de tempo de internação.
A tese foi fixada no julgamento de recurso especial contra decisão da Justiça paulista, que considerou legal a cláusula limitativa de custos. Em primeiro e segundo graus, os magistrados entenderam que não havia abuso porque a cláusula estava apresentada com clareza e transparência, de forma que o contratante teve pleno conhecimento da limitação.
Contudo, a Quarta Turma entendeu que a cláusula era sim abusiva, principalmente por estabelecer montante muito reduzido, R$ 6.500, incompatível com o próprio objeto do contrato de plano de saúde, consideradas as normais expectativas de custo dos serviços médico-hospitalares. “Esse valor é sabidamente ínfimo quando se fala em internação em unidade de terapia intensiva (UTI), conforme ocorreu no caso em exame”, afirmou o relator, ministro Raul Araújo.
O ministro ressaltou que o bem segurado é a saúde humana, sendo inviável a fixação de um valor monetário determinado, como acontece com o seguro de bens materiais. “Não há como mensurar previamente o montante máximo a ser despendido com a recuperação da saúde de uma pessoa enferma, como se faz, por exemplo, facilmente até, com o conserto de um carro”, explicou Araújo.
O relator lembrou que a própria Lei 9.656/98, que estabelece as regras dos planos privados de assistência à saúde, vigente à época dos fatos, vedava a limitação de prazo, valor máximo e quantidade na cobertura de internações simples e em centro de terapia intensiva.
Por essas razões, e “em observância à função social dos contratos, à boa-fé objetiva e à proteção à dignidade humana”, a Turma reconheceu a nulidade da cláusula contratual.
Liminar
A ação inicial foi ajuizada pela família de uma mulher que faleceu em decorrência de câncer no útero. Ela ficou dois meses internada em UTI de hospital conveniado da Medic S/A Medicina Especializada à Indústria e ao Comércio. No 15º dia de internação, o plano recusou-se a custear o restante do tratamento, alegando que havia sido atingido o limite máximo de custeio, no valor de R$ 6.500.
Por força de decisão liminar, o plano de saúde pagou as despesas médicas até o falecimento da paciente. Na ação de nulidade de cláusula contratual cumulada com indenização por danos materiais e morais, a empresa apresentou reconvenção, pedindo ressarcimento das despesas pagas além do limite estabelecido no contrato, o que foi deferido pela Justiça paulista.
Dano moral
Ao analisar o pedido de indenização por danos morais e materiais, o ministro Raul Araújo ressaltou que ele se refere à recusa pela seguradora à cobertura do tratamento médico-hospitalar. Ele destacou que a morte da segurada não foi decorrente dessa recusa, pois o tratamento teve continuidade por força de decisão liminar. Assim, o processo não aponta que a família da segurada tenha efetuado gastos com o tratamento.
Quanto ao dano moral, o relator destacou que a jurisprudência do STJ considera que o mero inadimplemento contratual não gera danos morais, mas que ele dever ser reconhecido quanto houver injusta e abusiva recusa de cobertura pela operadora de saúde, extrapolando o mero aborrecimento. No caso analisado, os ministros entenderam que houve dano moral pela aflição causada à segurada.
Em decisão unânime, a Turma deu provimento ao recurso especial para julgar procedente a ação e improcedente a reconvenção. Foi decretada a nulidade da cláusula contratual limitativa, tido como abusiva. O plano de saúde foi condenado a indenizar os danos materiais decorrentes do tratamento da segurada, deduzidas as despesas já pagas pelo plano, que também deve pagar indenização por danos morais. O valor foi fixado em R$ 20 mil, com incidência de correção monetária a partir do julgamento no STJ e de juros moratórios de 1% ao mês, a partir da citação.
A tese foi fixada no julgamento de recurso especial contra decisão da Justiça paulista, que considerou legal a cláusula limitativa de custos. Em primeiro e segundo graus, os magistrados entenderam que não havia abuso porque a cláusula estava apresentada com clareza e transparência, de forma que o contratante teve pleno conhecimento da limitação.
Contudo, a Quarta Turma entendeu que a cláusula era sim abusiva, principalmente por estabelecer montante muito reduzido, R$ 6.500, incompatível com o próprio objeto do contrato de plano de saúde, consideradas as normais expectativas de custo dos serviços médico-hospitalares. “Esse valor é sabidamente ínfimo quando se fala em internação em unidade de terapia intensiva (UTI), conforme ocorreu no caso em exame”, afirmou o relator, ministro Raul Araújo.
O ministro ressaltou que o bem segurado é a saúde humana, sendo inviável a fixação de um valor monetário determinado, como acontece com o seguro de bens materiais. “Não há como mensurar previamente o montante máximo a ser despendido com a recuperação da saúde de uma pessoa enferma, como se faz, por exemplo, facilmente até, com o conserto de um carro”, explicou Araújo.
O relator lembrou que a própria Lei 9.656/98, que estabelece as regras dos planos privados de assistência à saúde, vigente à época dos fatos, vedava a limitação de prazo, valor máximo e quantidade na cobertura de internações simples e em centro de terapia intensiva.
Por essas razões, e “em observância à função social dos contratos, à boa-fé objetiva e à proteção à dignidade humana”, a Turma reconheceu a nulidade da cláusula contratual.
Liminar
A ação inicial foi ajuizada pela família de uma mulher que faleceu em decorrência de câncer no útero. Ela ficou dois meses internada em UTI de hospital conveniado da Medic S/A Medicina Especializada à Indústria e ao Comércio. No 15º dia de internação, o plano recusou-se a custear o restante do tratamento, alegando que havia sido atingido o limite máximo de custeio, no valor de R$ 6.500.
Por força de decisão liminar, o plano de saúde pagou as despesas médicas até o falecimento da paciente. Na ação de nulidade de cláusula contratual cumulada com indenização por danos materiais e morais, a empresa apresentou reconvenção, pedindo ressarcimento das despesas pagas além do limite estabelecido no contrato, o que foi deferido pela Justiça paulista.
Dano moral
Ao analisar o pedido de indenização por danos morais e materiais, o ministro Raul Araújo ressaltou que ele se refere à recusa pela seguradora à cobertura do tratamento médico-hospitalar. Ele destacou que a morte da segurada não foi decorrente dessa recusa, pois o tratamento teve continuidade por força de decisão liminar. Assim, o processo não aponta que a família da segurada tenha efetuado gastos com o tratamento.
Quanto ao dano moral, o relator destacou que a jurisprudência do STJ considera que o mero inadimplemento contratual não gera danos morais, mas que ele dever ser reconhecido quanto houver injusta e abusiva recusa de cobertura pela operadora de saúde, extrapolando o mero aborrecimento. No caso analisado, os ministros entenderam que houve dano moral pela aflição causada à segurada.
Em decisão unânime, a Turma deu provimento ao recurso especial para julgar procedente a ação e improcedente a reconvenção. Foi decretada a nulidade da cláusula contratual limitativa, tido como abusiva. O plano de saúde foi condenado a indenizar os danos materiais decorrentes do tratamento da segurada, deduzidas as despesas já pagas pelo plano, que também deve pagar indenização por danos morais. O valor foi fixado em R$ 20 mil, com incidência de correção monetária a partir do julgamento no STJ e de juros moratórios de 1% ao mês, a partir da citação.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Ô abre alas... que eu quero passar...
![]() |
| Charge:J. Bosco |
Carlos Brito
Passar um dia me embriagando na ilusão de que nesse país tudo está p/ Carnaval.
E esquecer da ala das crianças que morrem de fome...fome cultural, fome de educação, simplesmente fome.
Um dia p/ pular e não lembrar dos aposentados que mendigam para receber o que lutaram a vida toda.
Um dia p/ colocar a máscara negra da ignorância e esquecer dos nossos ilustres políticos e o bloco da corrupção.
De gorda mesmo só a terça-feira e o bolso dos homens de paletó... Pão e circo p/ eles!
Hoje é a festa da carne!!! Carne suada de um povo trabalhador que adora se iludir.
O dia tá p/ brincadeira.... menos para quem precisa da saúde pública.
Serpentina na tristeza por que hoje vai dar samba. Abram alas e apreciem o standarte da impunidade a da injustiça. Saudosos heróis da Amazônia que talvez morreram por nada.
Hoje é dia de cair na folia porque amanhã, só cinzas. Vamos celebrar a nossa falta de bom senso, mas vai lá! Hoje é carnaval.
Do “luxo ao lixo”, galera! Todo carnaval tem seu fim....

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Captação de órgãos para transplante realizada com sucesso em Santarém
![]() |
| Equipe da Comissão Intra_Hospitalar que captou a doação.Foto:Facebbok de Erick Jennings |
Da Redação de O Estado do Tapajós
Uma mulher, de prenome Elizama, 40 anos, natural de Belterra, que estava internada há cerca de15 dias, após ter sofrido um AVC, é a primeira doadora múltipla de órgãos do Hospital Regional do Baixo-Amazonas, localizado em Santarém.
O procedimento de indentificação de paciente com morte encefálica foi realizado pela equipe da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes, domingo à tarde.
Anteontem, por volta de 20 horas, uma equipe da Central de Transplantes do Pará para veio buscar os órgãos da mulher aptos para transplantes e levá-los para Belém.
Segundo o médico André Rodrigues, membro da central de transplantes do estado, os rins e as córneas serão transplantados em Belém, o coração segue para Curitiba e o fígado deverá seguir para São Paulo ou Fortaleza, de acordo com a Central Nacional de Transplantes.
É que o Hospital Regional do Baixo-Amazonas tem previsão dos primeiras cirurgias em Santarém apenas para o segundo semestre deste ano, com transplantes renais.
Segundo o diretor técnico do Hospital regional, o neurocirurgião Erick Jenings, ainda é preciso concluir a ampliação dos leitos de UTI(s) do Hospital Regional, porque sem a disponibilidade de UTI para suporte pós-operatório não é possível realizar transplantes e outros grandes procedimentos, como as cirurgias cardíacas.
A Vale merece mesmo ser a pior empresa do mundo?
Lúcio Flávio Pinto
No dia 26 do mês passado a mineradora brasileira Vale foi eleita a pior corporação do mundo no Public Eye Awards, com sede em Zurique, na Suíça, criada pelo Greenpeace suíço e a Declaração de Berna, que se apresenta como “o Prêmio Nobel da vergonha corporativa mundial”. Desde 2000, o Public Eye é concedido anualmente à empresa vencedora, escolhida por voto popular, em função de problemas ambientais, sociais e trabalhistas, durante o Fórum Econômico Mundial, na cidade suíça de Davos.
A antiga estatal Companhia Vale do Rio Doce foi indicada junto com mais cinco empresas internacionais: Barclays, Freeport, Samsung, Syngenta e Tepco. Das 88 mil pessoas que votaram, através da internet, 25 mil escolheram a Vale. As entidades que lideraram a campanha contra a mineradora a apresentaram como uma multinacional típica, presente em 38 países e com impactos espalhados pelo mundo, o que serviria para atrair o interesse de moradores dessas nações.
Os organizadores do prêmio levaram em consideração a participação societária que a Vale passou a ter, em meados de 2010, no Consórcio Norte Energia, responsável pela construção da hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, “fator determinante para a sua inclusão na lista das seis finalistas” do prêmio.
Na nota que distribuíram a respeito, as entidades que pediram votos contra a mineradora disseram que a vitória da Vale foi comemorada em nome das “milhares de pessoas, no Brasil e no mundo, que sofrem com os desmandos desta multinacional, que foram desalojadas, perderam casas e terras, que tiveram amigos e parentes mortos nos trilhos da ferrovia Carajás, que sofreram perseguição política, que foram ameaçadas por capangas e pistoleiros, que ficaram doentes, tiveram filhos e filhas explorados/as, foram demitidas, sofrem com péssimas condições de trabalho e remuneração, e tantos outros impactos, conceder à Vale o titulo de pior corporação do mundo é muito mais que vencer um premio. É a chance de expor aos olhos do planeta seus sofrimentos, e trazer centenas de novos atores e forças para a luta pelos seus direitos e contra os desmandos cometidos pela empresa”.
Leia o texto completo aqui.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Lei da Ficha Limpa atinge, pelo menos, três conhecidos políticos do Pará
Do Blog do Parsifal
Com a constitucionalidade, formal e material, da “Lei da Ficha Limpa” (LFL) declarada pelo STF, pelo menos três políticos do Pará não poderão concorrer às eleições municipais de 2012 e 2014.
Paulo Rocha, um dos nomes do PT que poderia disputar a eleição para governador em 2014, está inelegível até o final de janeiro de 2015.
No quadro abaixo, os três políticos mais conhecidos, que foram atingidos pelos efeitos da LFL, e a situação de cada um:
Observe-se, todavia, que a LFL estabeleceu ao político alcançado pelos seus efeitos, a prerrogativa de, no momento do registro, recorrer ao tribunal superior àquele que o condenou, para, em sede liminar, pleitear a suspensão da inelegibilidade.
Alguns portais nacionais relacionam o Senador Jader Barbalho como inelegível para as eleições municipais de 2012. A informação é incorreta.
Jader Barbalho renunciou, em 2001, ao mandato de Senador que terminaria no final de janeiro de 2003, portanto, a sua inelegibilidade terminou no final de janeiro de 2011.
O único alcance da LRF sobre Jader seria o caso da renúncia, que já decorreu. O senador não tem uma única sentença condenatória, em instância alguma, contra a sua pessoa.
O Supremo Tribunal Federal determinou a posse de Jader Barbalho no Senado por ter decidido que a LFL não poderia ser aplicada em 2010, mesmo ano em que foi sancionada, por ferir o princípio da anualidade (qualquer legislação que mude o processo eleitoral só tem validade um ano após a sua publicação).
Lúcio Flávio Pinto mantém decisão de não recorrer à sentença que dá indenização a grileiro de terras
NOTA AO PÚBLICO
A JUSTIÇA E A SOCIEDADE
Minha iniciativa, de não recorrer mais da minha condenação na ação de Cecílio do Rego Almeida, está recebendo dois tipos de questionamento.
Uns querem que eu prossiga a litigar na justiça. Podia usar ainda recursos contra a decisão liminar do presidente do Superior Tribunal de Justiça, que negou seguimento ao meu recurso, ou propor ação rescisória junto ao Tribunal de Justiça do Estado, autor da última decisão de mérito no meu “caso”.
Outros acham que estou me precipitando ao recolher contribuições para pagar uma indenização indevida aos herdeiros do grileiro Cecílio do Rego Almeida, dono da Construtora C. R. Almeida. Devia esperar mais.
Claro que a minha iniciativa, tomada no dia 7, logo em seguida à decisão do presidente do STJ, foi impulsiva. Foi um ato de indignação. Mas não súbita. Os processos contra mim começaram em setembro de 1992 e somaram 33, cíveis e penais. Nesse percurso, sofri todas as formas de injustiça, consumadas à revelia das normas legais, ou simplesmente as violando.
No início, acreditei na justiça do Pará. Mal sabia que uma ação fora protocolada e já me apresentava espontaneamente em cartório, sem esperar pelo oficial de justiça com o mandado e sem sequer cogitar de prescrição. Sabia estar com a verdade e desejava apresentá-la o mais rápido possível. Por isso que pedi o desaforamento da ação de C. R. Almeida de São Paulo, onde ela foi proposta, para Belém, que era o foro competente.
Aos poucos fui percebendo que, independentemente dos magistrados e serventuários decentes, honestos e competentes, havia um esquema de bastidores para me condenar. A palavra conspiração está gasta, mas não há outra para aplicar ao meu “caso”. Basta ligar os fatos para reconstituir as conexões, que funcionavam a despeito da letra da lei e da disposição de seus aplicadores, aqueles que não integravam esse esquema.
O desembargador João Alberto de Paiva foi quem primeiro deu sustentação aos propósitos do grileiro. Declarou em sua sentença que a propriedade privada da área era “inquestionável”. Quando analisei sua decisão, ele me processou no cível e no criminal. Seu advogado, vindo especialmente de Brasília com essa missão, foi o ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral, José Eduardo Alckmin, que também era advogado da C. R. Almeida.
A desembargadora Maria do Céu Cabral Duarte foi autora de um cabuloso episódio de proteção à grilagem, que provocou denúncia da sua colega, a desembargadora Sônia Parente. Maria do Céu também me processou, sem jamais desmentir os fatos que caracterizaram sua conivência com a fraude.
A juíza da vara privativa dos chamados crimes de imprensa (na vigência da malfadada Lei de Imprensa, de 1967), Maria Edwiges de Miranda Lobato, cometeu tantos desatinos contra mim, que acabou se expondo à arguição de suspeição que fiz contra ela. Foi promovida ao desembargo, no ano passado, mesmo depois de ter provocado escândalo nacional ao mandar soltar o mais perigoso traficante de drogas da região, preso pela polícia depois de prolongadas diligências (e até hoje não recapturado). O estupor foi tal que a malsinada decisão teve que ser revogada.
A punição dada à magistrada, sempre tendenciosa ao atuar nos meus processos: uma censura do tribunal, mas reservada, não pública, como tinha que ser, no mínimo, para falha de tal gravidade (uma dentre tantas outras). Quem lhe garantiu a promoção – e por merecimento ! – teve que esticar o prazo para a substituição da desembargadora Maria Rita Xavier, que era a vaga da vez, por esta atingir a idade da aposentadoria compulsória, a fim de que fosse superado o prazo de um ano da punição da juíza, durante o qual ela não podia ser promovida. O ato, portanto, foi de caso pensado.
Esses são apenas alguns dos muitos exemplos de tendenciosidade e parcialidade do tribunal ao longo de duas décadas em que tive meus direitos desrespeitados. Por falhas de formalização do instrumento de agravo, o STJ não apreciará o mérito do meu recurso especial. Eu teria que voltar, com a ação rescisória, a bater às portas de um tribunal que fez julgamento político da minha causa.
Minha dignidade de cidadão e minha consciência de profissional de imprensa não permitem mais que eu aceite passar a borracha sobre uma história vívida e sofrida. Se o processo foi político, que o tribunal responda por seus atos perante a sociedade. Convido a todos para exercerem sua função de controle externo desse poder, que, de ordinário, se recusa a prestar contas e se considera acima do bem e do mal, fora do alcance do comum dos mortais.
A subscrição pública é medida complementar da minha decisão. Podia recorrer a amigos para constituir esse fundo, já que me faltam recursos para dar conta dos processos, quanto mais do valor da indenização, estabelecida em oito mil reais em 2006, mas retroativa a 1999, com juros de 6% ao ano, correção monetária pelo INPC da FGV, mais custas e honorários advocatícios (10% do valor da causa).
Espero dividir com centenas ou milhares de pessoas o efeito dessa ignomínia, de indenizar quem se apropriou de parte tão valiosa do patrimônio público. A responsabilidade é do Tribunal de Justiça do Estado do Pará e dele deve ser cobrada, quando a sentença for cobrada. Cada real depositado materializa a união de todos nós contra uma justiça que precisa de urgente reforma para se ajustar aos seus deveres e ao que dela espera a sociedade.
Belém (PA), 17 de fevereiro de 2012
LÚCIO FLÁVIO PINTO
Editor do Jornal Pessoal
Expediente nos órgãos municipais suspenso até quarta-feira de Cinzas
A Portaria Nº 038/2012, de 15 de fevereiro, assinada pela prefeita Maria do Carmo estabelece ponto facultativo nas repartições públicas municipais nos dias 20, 21 e 22 de fevereiro de 2012, em virtude da quadra carnavalesca.
Somente na segunda-feira, dia 21 de fevereiro, funcionarão mercados, férias, serviços de limpeza e saúde pública.
O expediente nos órgãos da Prefeitura de Santarém voltará ao funcionamento normal na quarta-feira de cinzas (22/02), a partir das 14h.(Ascom PMS)
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Cacau de Altamira na feira de orgânicos da Alemanha
Cacau em amêndoas, licor de cacau, manteiga de cacau e cacau em pó são os produtos escolhidos pela Cooperativa de Produtos Orgânicos da Amazônia (Copoam) para representar o município de Altamira (PA) na maior feira de orgânicos do mundo, a Biofach 2012, em Nuremberg, na Alemanha. A feira ocorre entre os dias 15 e 18 de fevereiro, com a participação de mais de 2,6 mil expositores e a expectativa de receber 45 mil visitantes de 130 países.
A Copoam faz parte da Fundação Viver, Produzir e Preservar (FVPP), uma entidade que engloba outras cinco cooperativas e tem como missão contribuir para as políticas de desenvolvimento sustentável na Amazônia, fortalecendo iniciativas econômicas que promovam o bom uso de recursos naturais. A FVPP tem 23 famílias associadas e 113 organizações filiadas. Além do cacau, os produtores rurais cultivam pimenta-do-reino, café, feijão, milho e gado.(Ascom/MDA)
Pesquisa de gás e petróleo em Santarém e mais 3 municípios do Oeste do Pará
Simone Romero, via twitter:
Governador entrega, em Santarem, licença ambiental para a empresa Geo Radar pesquisar petróleo e gas em Santarem, Almeirim, Prainha e Juruti
Deputado Lira Maia rejeita modificações do Senado no Novo Código Florestal
Deputado Lira Maia (Democratas-PA) falou que as modificações do Senado beneficiam mais os interesses internacionais, derrubando a produção brasileira, do que protegem o meio ambiente.
Seop executará obra na avenida Curua-Una
O governador Simão Jatene anunciou ontem, em Santarém, onde permanece até o final da manhã de hoje, a pavimentação do trecho de 3 quilômetros da avenida Curua-Una( entre a ponte do Urumari e a avenida Mendonça Furtado).
A obra será executada diretamente pela Secretaria de Obras do Estado.
Ainda ontem, no salão do hotel onde está hospedado, Jatene apresentou o projeto de ampliação e modernização do estádio Barbalhão e da construção do ginásio esportivo com capacidade para 5.100 lugares. O ginásio será construído na área do antigo campo do América.
Hoje de manhã, Jatene faz reunião com a administração superior da Ufopa, entrega veículos para as polícias civil, militar e científica, e ao final da programação, assina decreto autorizando a concessão de áreas para a exploração florestal.
Em todos esses eventos, o governador do estado faz-se acompanhar de secretários estaduais e dos deputados José Megale e Alexandre Von, ambos do PSDB.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Jatene apresenta projeto do novo estádio de Santarém
Daqui a pouco o governador Simão Jatene vai apresentar o projeto do novo estádio Barbalhão, durante reunião com lideranças do município, no hotel Barrudada.
Segundo o secretário de Obras, Joaquim Passarinho, a licitação será concluída até o final de julho e as obras serão iniciadas por todo o segundo semestre de 2012.
O projeto de ampliação e modernização do Barbalhão, que passará a ter de 20 a 22 mil lugares, custará ao governo do estado cerca de 30 milhões de reais e atenderá as exigências da FIFA.
Residência Médica em Santarém inscreve até sexta (17)
Agência Pará
Estão abertas até o dia 17 de fevereiro as inscrições do Processo Seletivo para o preenchimento de vaga remanescente do Programa de Residência Médica da Universidade do Estado do pará (Uepa) em Santarém, destinados a médicos e formandos em Medicina. A vaga é para o programa Medicina de Família e Comunidade, que tem duração de dois anos.
As inscrições serão realizadas das 8h às 12h e de 14h às 16h na Sala da Coordenação de Residência Médica (Coreme), em Belém. Os candidatos devem estar munidos de cópia do documento de identificação, histórico escolar do Curso de Medicina, cópia do Currículo Lattes devidamente comprovado, ficha de inscrição preenchida e comprovante do pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 200,00.
A primeira etapa será realizada no dia 23 de fevereiro, das 8h às 13h, no Auditório do Serviço de Dermatologia da Uepa. Os candidatos irão se submeter a uma prova, de caráter eliminatório, constituída de 100 questões de múltipla escolha contendo iguais números de questões nas cinco áreas básicas: Clínica Médica, Saúde Coletiva, Clínica Cirúrgica, Ginecologia/Obstetrícia e Pediatria.
A segunda etapa, com caráter classificatório, será constituída de Análise Curricular e Entrevista e acontece no dia 27 de fevereiro, das 8h às 12h.
O resultado final será divulgado na Coreme, na Coordenação do Curso de Medicina Santarém e no site da Uepa até 29 de fevereiro de 2012, a partir das 15h, e a matrícula acontece entre os dias 1 a 2 de março de 2012, na Secretaria do Curso de Medicina em Santarém.
Willian Bonner e seu xará santareno
O jornalista Willian Bonner, apresentador do Jornal Nacional, publicou esta semana em seu twitter, a fotografia de um santareno, Willian Bonne Sousa Rodrigues, 21 anos, por ocasião da visita que o xará lhe fez no Rio de Janeiro.
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Pará - Nota de apoio a Lúcio flávio Pinto
NOTA DE APOIO A LÚCIO FLÁVIO PINTO
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Pará, por intermédio de sua Diretoria e da Comissão de Ética e Liberdade de Imprensa, vem a público denunciar, de modo veemente, a gritante inversão de valores em que o autor de uma denúncia pública pela imprensa, devidamente comprovada, no caso o jornalista Lúcio Flávio Pinto, é condenado, e o denunciado, no caso a empresa C. R. Almeida, que não se defendeu perante a opinião pública, ainda é premiado com indenização determinada pelo judiciário paraense.
O presente episódio é apenas um dos capítulos da longa batalha judicial travada por esse profissional do jornalismo paraense. No caso presente, Lúcio Flávio teve negado, pelo Superior Tribunal de Justiça, pedido de revisão de condenação anterior, pelo Tribunal de Justiça do Pará, que determina que o jornalista indenize a empresa denunciada por grilagem, atestada por todos os órgãos públicos que lidam com as questões fundiária e ambiental.
O dono da Construtora C. R. Almeida, uma das maiores empreiteiras do país, se disse ofendido porque Lúcio o chamou de "pirata fundiário", embora ele tenha se apossado de uma área de quase cinco milhões de hectares no vale do rio Xingu, no Pará. A justiça federal de 1ª instância anulou os registros imobiliários dessas terras, por pertencerem ao patrimônio público.
A denúncia dessa monumental grilagem em terras paraenses é que motivou a ação movida contra Lúcio, agora obrigado a uma indenização "por dano moral". O despacho foi publicado no Diário Oficial eletrônico do STJ no dia último dia 13. O presidente do STJ não recebeu o recurso de Lúcio Flávio "em razão da deficiente formação do instrumento; falta cópia do inteiro teor do acórdão recorrido, do inteiro teor do acórdão proferido nos embargos de declaração e do comprovante de pagamento das custas do recurso especial e do porte de remessa e retorno dos autos". Ou seja: o agravo de instrumento não foi recebido na instância superior por falhas formais na juntada dos documentos que teriam que acompanhar o recurso especial.
O efeito dessa decisão é que o jornalista paraense vai deixar de ser réu primário, já que se recusou a utilizar a ação rescisória, que obrigaria à reapreciação da questão pelo TJE, tribunal por ele declarado suspeito e tendencioso para julgá-lo. Num país em que fichas de pessoas se tornam imundas pelo assalto aos cofres do erário, mas são limpas a muito poder e dinheiro, "serei ficha suja por defender o que temos de mais valioso em nosso país e em nossa região", afirma Lúcio, em nota pública divulgada ontem em todo o País.
Diante desses fatos, aqui expostos de modo resumido, o Sindicato e sua Comissão de Ética e Liberdade de Imprensa consideram que:
1. A perseguição a Lúcio Flávio extrapola uma vindita individual para atingir a liberdade de expressão e de imprensa em nosso Estado, tendência desgraçadamente verificada em vários outros Estados, vitimando outros jornalistas e jornais;
2. O presente episódio, juntamente com os outros 12 processos a que responde o referido jornalista, objetivam intimidar a categoria dos jornalistas como um todo, a despeito de vivermos formalmente dentro de um regime democrático de direito, em que a liberdade expressão acha-se consagrada na Constituição;
3. As irregularidades verificadas neste e nos demais processos a que responde o jornalista depõem, lamentavelmente, contra o judiciário paraense, órgão que deveria agir como promotor da Justiça e não o seu contrário;
4. É uma vergonhosa inversão de valores da parte do judiciário dar razão a quem açambarca quase cinco milhões de hectares no vale do Xingu, de modo ilegal e altamente lesivo aos interesses do Pará e de seu povo, ao mesmo tempo em que condena quem se dispõe a prestar o serviço da denúncia desse esbulho à sociedade paraense e brasileira.
Em vista disso, o Sindicato dos Jornalistas do Estado do Pará envidará todos os esforços, dentro do que lhe é possível, no sentido de contribuir financeiramente para a consecução do montante de R$ 8 mil (em valores de 2006, sujeitos a atualização), que Lúcio Flávio terá que entregar a quem tanto mal faz ao Pará e a seu povo. Ao mesmo tempo motivar a todos os jornalistas e a todas as pessoas que admiram o trabalho de Lúcio a contribuírem financeiramente, com depósitos na conta-poupança: 22.108-2, agência 3024-4 do Banco do Brasil, em nome de Pedro Carlos de Faria Pinto, irmão de Lúcio, que administrará o fundo proveniente das doações.
Belém, 15 de fevereiro de 2012 Sheila Faro, presidente do Sindicato. Manuel Dutra, presidente da Comissão de Ética e Liberdade de Imprensa.
A imprensa brasileira está acima das leis?
Parsifal Pontes
Haddad fez a fala em entrevista ao “Estado de S. Paulo” do domingo, 12, respondendo à pergunta se era a favor da regulamentação da mídia.
O protégé de Lula, ao se dizer contrário à regulamentação do conteúdo da mídia, esclarece que é contra o monopólio e a propriedade cruzada (empresas em nomes de terceiros) opina que a “regulamentação” da mídia precisa resolver isto.
Haddad não observou que o monopólio e a propriedade cruzada, a qualquer título, já são tipificados como crimes contra a ordem financeira, ou seja, é só soltar os farejadores em cima de quem os pratica que a palha da cana voa.
Portanto, se o assunto é a quebra de monopólio das empresas de comunicação e o arrebatamento das propriedades cruzadas, já há farta legislação para munir os caçadores, não precisando de uma “lei da imprensa” para isto.
Ou, alguém por obséquio, me indique onde está escrito que os órgãos de imprensa não estão sujeitos às leis existentes no Brasil?
Se assim for, não adianta, também, fazer uma lei específica, pois, idem esta, continuará sendo potoca.
Remo perde, apanha, bate e oferece dois péssimos exemplos
Paulo Bemerguy, do Espaço Aberto
O Remo, em Marabá, perdeu o jogo, apanhou em campo, bateu em campo e, no final das contas, acabou sendo protagonista de um péssimo exemplo.
O Remo perdeu para o Águia por 2 a 0.
Apanhou em campo - literalmente - na pessoa de Aldivan, seu jogador agredido covardemente por Alexandre Carioca, do Águia, num ato criminoso que repercutiu no país inteiro.
O Remo bateu em campo - literalmente - na pessoa de Magnum, que levou a nocaute um adversário, na confusão que se formou.
E qual o péssimo exemplo do Remo e dos remistas?
São dois.
Primeiro, a impunidade com que Magnum está sendo brindado.
O Águia já decidiu multar Alexandre Carioca com 50% de seu salário. Pelo menos isso.
E o Remo? Fez o quê com Magnum?
Até agora, nada.
Absolutamente nada.
O segundo péssimo exemplo é pior do que o primeiro.
Muito pior.
Aldivan, que levou uma pancada nas costas, foi levado a um hospital, sob o acompanhamento de um enfermeiro do Remo.
Lá, tiraram uma radiografia das costas dele.
Constatou-se que sofreu lesão leve.
Ou por outra: constatou-se que não houve fratura, como muitos temiam.
Do hospital, Aldivan foi à polícia.
Diante do delegado, ouviu o seguinte: se fosse do interesse da vítima registrar uma ocorrência contra Alexandre Carioca, Aldivan teria que se submeter a um exame de corpo de delito e o delegado, de imediato, meteria Alexandre Carioca no xadrez temporariamente, eis que ainda estava dentro do flagrante.
Eis que Aldivan se encheu, digamos assim, de compadecimentos.
Ali mesmo, e após ter visto mulher e filhos de Alexandre Carioca chorando na polícia, tomou-se de compaixão e preferiu deixar o dito pelo não dito; ou deixou por menos a pancada que levou.
Mas que coisa!
Por que Aldivan fez isso?
E por que o departamento jurídico tolera que o faça?
Aldivan deveria ser convidado, por algum cardeal, cartola, colaborador ou seja lá o que for, do Remo, a considerar que esse seu gesto é contributo dos maiores para que a violência prepondere.
O Remo deveria fazer lembrar Aldivan lembrar-se que o próprio Remo foi agredido, na pessoa de seu jogador.
E aí?
E aí que doutores do jurídico do Remo deveriam explicar que, mesmo diante da expressa renúncia do jogador em registrar a ocorrência polícia contra o colega, mesmo assim ainda caberia a apresentação, diretamente ao juiz, de uma queixa-crime.
A queixa-crime poderia ser amparada por provas materiais insofismáveis, como a radiografia da lesão e as imagens - fartamente veiculadas por emissoras de TV de todo o Brasil e disponíveis na internet -, de que houve um crime passível de reparação judicial.
Se o Remo se eximir de adotar tais providências, tanto com relação a Magnum como relação à pancada que atingiu Aldivan, não terá condições morais de pedir punição ao Águia, inclusive com a interdição do estádio Zinho Oliveira.
Ou terá?
O Remo perdeu para o Águia por 2 a 0.
Apanhou em campo - literalmente - na pessoa de Aldivan, seu jogador agredido covardemente por Alexandre Carioca, do Águia, num ato criminoso que repercutiu no país inteiro.
O Remo bateu em campo - literalmente - na pessoa de Magnum, que levou a nocaute um adversário, na confusão que se formou.
E qual o péssimo exemplo do Remo e dos remistas?
São dois.
Primeiro, a impunidade com que Magnum está sendo brindado.
O Águia já decidiu multar Alexandre Carioca com 50% de seu salário. Pelo menos isso.
E o Remo? Fez o quê com Magnum?
Até agora, nada.
Absolutamente nada.
O segundo péssimo exemplo é pior do que o primeiro.
Muito pior.
Aldivan, que levou uma pancada nas costas, foi levado a um hospital, sob o acompanhamento de um enfermeiro do Remo.
Lá, tiraram uma radiografia das costas dele.
Constatou-se que sofreu lesão leve.
Ou por outra: constatou-se que não houve fratura, como muitos temiam.
Do hospital, Aldivan foi à polícia.
Diante do delegado, ouviu o seguinte: se fosse do interesse da vítima registrar uma ocorrência contra Alexandre Carioca, Aldivan teria que se submeter a um exame de corpo de delito e o delegado, de imediato, meteria Alexandre Carioca no xadrez temporariamente, eis que ainda estava dentro do flagrante.
Eis que Aldivan se encheu, digamos assim, de compadecimentos.
Ali mesmo, e após ter visto mulher e filhos de Alexandre Carioca chorando na polícia, tomou-se de compaixão e preferiu deixar o dito pelo não dito; ou deixou por menos a pancada que levou.
Mas que coisa!
Por que Aldivan fez isso?
E por que o departamento jurídico tolera que o faça?
Aldivan deveria ser convidado, por algum cardeal, cartola, colaborador ou seja lá o que for, do Remo, a considerar que esse seu gesto é contributo dos maiores para que a violência prepondere.
O Remo deveria fazer lembrar Aldivan lembrar-se que o próprio Remo foi agredido, na pessoa de seu jogador.
E aí?
E aí que doutores do jurídico do Remo deveriam explicar que, mesmo diante da expressa renúncia do jogador em registrar a ocorrência polícia contra o colega, mesmo assim ainda caberia a apresentação, diretamente ao juiz, de uma queixa-crime.
A queixa-crime poderia ser amparada por provas materiais insofismáveis, como a radiografia da lesão e as imagens - fartamente veiculadas por emissoras de TV de todo o Brasil e disponíveis na internet -, de que houve um crime passível de reparação judicial.
Se o Remo se eximir de adotar tais providências, tanto com relação a Magnum como relação à pancada que atingiu Aldivan, não terá condições morais de pedir punição ao Águia, inclusive com a interdição do estádio Zinho Oliveira.
Ou terá?
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Jatene visita Alenquer, Santarém e Itaituba
A agenda do governador na região oeste, em sua primeira visita após o plebiscito, começa amanhã (quarta-feira) pela manhã, em Alenquer, onde Simão Jatene assina a ordem de serviço para o início das obras da ponte sobre o rio Curuá, uma reivindicação antiga dos moradores do município. Ainda na cidade, estão previstas visitas ao trapiche, a duas escolas municipais e ao estádio municipal. No começo da tarde, o governador embarca para Santarém onde, por volta das 15h30, deverá receber a prefeita Maria do Carmo Martins em audiência, no Hotel Barrudada. Ainda no hotel, Jatene reúne-se com representantes da Associação Comercial de Santarém.
Em seguida, o governador fará o lançamento da maquete do novo estádio municipal de Santarém. Jatene pernoita no município e, na manhã de quinta-feira, participa da entrega de novo veículos para a Polícia Militar, Polícia Civil e Centro de Perícias Científicas Renato Chaves de Santarém. O governador também participa de um debate na Ufopa sobre as perspectivas de desenvolvimento para a região do Tapajós. No começo da tarde o governador parte de Santarém com destino a Itaituba, onde estão previstas visitas a obras.(Simone Romero)
Em seguida, o governador fará o lançamento da maquete do novo estádio municipal de Santarém. Jatene pernoita no município e, na manhã de quinta-feira, participa da entrega de novo veículos para a Polícia Militar, Polícia Civil e Centro de Perícias Científicas Renato Chaves de Santarém. O governador também participa de um debate na Ufopa sobre as perspectivas de desenvolvimento para a região do Tapajós. No começo da tarde o governador parte de Santarém com destino a Itaituba, onde estão previstas visitas a obras.(Simone Romero)
Projeto abre inscrição para excursão geológica
O projeto “Roteiros Santarenos: Geologia, História e Turismo” abre inscrições para a sua primeira excursão geológica, denominada “Formações de Alter do Chão”. As inscrições são gratuitas e abertas à comunidade em geral. Os interessados devem inscrever-se através do correio eletrônico roteiros.santarenos@gmail.com ou no Programa de Ciências da Terra do IEG (Rua 24 de Outubro, 3707 – em frente ao Iate Clube), no período de 16 a 21 de fevereiro.
Vinculado ao Programa de Extensão “Cultura, Identidade e Memória na Amazônia” do Instituto de Engenharia e Geociências (IEG) e ao Programa de Ciências da Terra, o projeto pretende mobilizar a comunidade acadêmica e a sociedade santarena em geral para a necessidade de conhecer a geologia e a história da formação do lugar para a realização de um tipo de turismo voltado para a conservação – o geoturismo.
Ao todo, estão programadas 10 excursões em lugares que representam o grande potencial turístico de Santarém. Em cada excursão a comunidade poderá participar por meio de inscrição. De acordo com a Prof. Deize Carneiro, o projeto objetiva contribuir com a educação patrimonial, ou seja, a educação relacionada ao patrimônio geológico e natural, bem como também a educação ambiental de toda a comunidade santarena. “É uma forma alternativa de fazer educação ambiental e está dentro de uma área da Geologia, chamada de geoconservação. A geoconservação é uma linha teórica que contribui para a conservação de ambiente abióticos, isto é, rochas, relevos, minerais, ou seja, ambientes não vivos. É todo um movimento, uma linha teórica que há na Geologia e busca conservar a diversidade desses ambientes abióticos que chamamos de geodiversidade”, informa a Prof. Deize Carneiro, coordenadora do projeto.
Roteiros geoturísticos – As excursões geológicas, também conhecidas como roteiros geoturísticos, reúnem turismo, lazer, o conhecimento científico voltado para a Geologia e a Geomorfologia. Como a região Oeste do Pará possui forte potencial turístico, com a ocorrência de inúmeras praias e belas paisagens, a coordenadora do projeto considera que todo esse potencial pode ser utilizado não só para o lazer, mas também para a realização de trilhas. “A riqueza geológica é de toda a região Oeste do Pará, não só de Santarém. Na cidade de Monte Alegre, por exemplo, por causa da geodiversidade do lugar, está sendo proposto um geoparque, ou seja, um território que, segundo a Unesco, deve ser conservado devido ao patrimônio geológico e sua importância para contar a história da Terra, a história da paisagem”, enfatiza. (Talita Baena – Comunicação/UFOPA)
Vinculado ao Programa de Extensão “Cultura, Identidade e Memória na Amazônia” do Instituto de Engenharia e Geociências (IEG) e ao Programa de Ciências da Terra, o projeto pretende mobilizar a comunidade acadêmica e a sociedade santarena em geral para a necessidade de conhecer a geologia e a história da formação do lugar para a realização de um tipo de turismo voltado para a conservação – o geoturismo.
Ao todo, estão programadas 10 excursões em lugares que representam o grande potencial turístico de Santarém. Em cada excursão a comunidade poderá participar por meio de inscrição. De acordo com a Prof. Deize Carneiro, o projeto objetiva contribuir com a educação patrimonial, ou seja, a educação relacionada ao patrimônio geológico e natural, bem como também a educação ambiental de toda a comunidade santarena. “É uma forma alternativa de fazer educação ambiental e está dentro de uma área da Geologia, chamada de geoconservação. A geoconservação é uma linha teórica que contribui para a conservação de ambiente abióticos, isto é, rochas, relevos, minerais, ou seja, ambientes não vivos. É todo um movimento, uma linha teórica que há na Geologia e busca conservar a diversidade desses ambientes abióticos que chamamos de geodiversidade”, informa a Prof. Deize Carneiro, coordenadora do projeto.
Roteiros geoturísticos – As excursões geológicas, também conhecidas como roteiros geoturísticos, reúnem turismo, lazer, o conhecimento científico voltado para a Geologia e a Geomorfologia. Como a região Oeste do Pará possui forte potencial turístico, com a ocorrência de inúmeras praias e belas paisagens, a coordenadora do projeto considera que todo esse potencial pode ser utilizado não só para o lazer, mas também para a realização de trilhas. “A riqueza geológica é de toda a região Oeste do Pará, não só de Santarém. Na cidade de Monte Alegre, por exemplo, por causa da geodiversidade do lugar, está sendo proposto um geoparque, ou seja, um território que, segundo a Unesco, deve ser conservado devido ao patrimônio geológico e sua importância para contar a história da Terra, a história da paisagem”, enfatiza. (Talita Baena – Comunicação/UFOPA)
Jornalista desiste de recurso e declara suspeito Tribunal de Justiça do Pará
O jornalista Lúcio Flávio Pinto, editor do Jornal Pessoal e articulista do Blog do Estado, emitiu nota ao público ainda há pouco informando que diante da falta de isenção de alguns magistrados em processos nos quais o jornalista é réu, deixará de apresentar recurso à decisão do presidente do STJ, que negou provimento ao agravo que apresentou para reformar sentença do TJE em favor do espólio do empresário Cecílio Rego de Almeida, considerado por pele como 'pirata fundiário' do estado do Pará.
Na nota, Lúcio Flávio escreve que " decidi não mais recorrer. Se fui submetido a um processo político, que visa me destruir, como personagem incômodo para esses bandidos de toga e as quadrilhas de assalto ao bem coletivo do Pará, vou reagir a partir de agora politicamente, nos corretos limites da verdade e da prova dos fatos, que sempre nortearam meu jornalismo em quase meio século de existência".
E arremarta: "Declaro nesta nota suspeito o Tribunal de Justiça do Estado do Pará, que não tem condições de me proporcionar o devido processo legal, com o contraditório e a ampla defesa, que a Constituição do Brasil me confere, e decide a revelia e contra os fatos."
Leia a íntegra a nota de Lúcio Flávio Pinto aqui
Concurso público para a Polícia Federal terá edital ainda em fevereiro, e março
A Polícia Federal está realizando a contratação da entidade que irá organizar e executar os concursos públicos para provimento das 1.200 vagas autorizadas pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.
O cronograma previsto para o preenchimento destas vagas é o seguinte:
1) 500 vagas de Agente (APF) e 100 vagas de Papiloscopista (PPF).
Editais de abertura = Fev-2012Início dos Cursos de Formação = Jul/Ago-2012
Nomeação = Dez-2012/Jan-2013
2) 150 vagas de Delegado (DPF), 100 vagas de Perito (PCF) e 350 vagas de
Escrivão (EPF).
Editais de abertura = Mar/Abr-2012
Início dos Cursos de Formação = Jan-2013
Nomeação = Jun-Jul-2013
Este cronograma poderá ser alterado para contemplar eventuais necessidades administrativas ou ainda por interesse da Polícia Federal.
Projeto Fundo Amazônia investe em tecnologia para a Sema
Agência Pará
No primeiro desembolso do Projeto Fundo Amazônia para uso da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), foram adquiridos veículos, mobiliário e licenças corporativas de software de Sistema de Informações Geográficas. Esses equipamentos serão utilizados para apoiar as ações da Secretaria nas suas Unidades Regionais, em Altamira, Marabá, Santarém e Paragominas, e na sede, em Belém.
Os próximos recursos serão utilizados para adquirir equipamentos de áudio-medição (GPS, binóculos, máquinas fotográficas) e motos para apoiar as ações de gestão ambiental dos municípios. Os que estiverem habilitados à gestão municipal ambiental e assinarem Termo de Cooperação Técnica com a Sema serão beneficiados.
Os recursos do Fundo Amazônia - projeto que objetiva a redução das taxas anuais de desmatamento no território paraense - são oriundos do Governo Federal, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Para alcançar os objetivos, as ações concentram-se no Fortalecimento do Licenciamento Ambiental, Apoio à Infraestrutura para Emissão do Cadastro Ambiental Rural (CAR), Desconcentração e Descentralização da Gestão Ambiental. Com essas atividades, a Sema almeja assegurar o cumprimento da legislação ambiental do Estado e garantir também a celeridade da análise das demandas de licenciamento protocoladas na secretaria.
Texto:Káthia Oliveira-Sema
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