quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Re x Pa será domingo
PGE e SEEL convocam coletiva para as 19 horas, no CIG, em Belém.
Everaldo assume Casa Civl dia 1º de março
Everaldo Martins foi recebido ontem à noite pela governadora Ana Júlia para conversarmos, os três, sobre a transição da Casa Civil, já que os secretários candidatos saem dia 1º de março, antecipando em um mês o período de desincompatibilização. E também fazer uma avaliação dos desafios do governo e formas de superar esses desafios.
Foi uma conversa tranquila e Everaldinho se colocou inteiramente à disposição da governadora para trabalhar na diretriz apontada pelo governo, para somar.
Ônibus do interior, mesmo sem catraca, apanham passageiros na zona urbana de Santarém
Repórter
Se dependesse da quantidade de ônibus em Santarém, os usuários teriam um serviço melhor de transporte coletivo. Conforme dados da Secretaria Municipal de Transporte (SMT), Santarém possui um cadastro com 105 ônibus da área urbana, 47 intramunicipais. Belterra também faz parte desse cadastro com 2 empresas e 6 ônibus. Mojuí dos Campos ainda está cadastrado como linha intramunicipal, mas com a instalação do novo município, a SMT está fechando um convênio com a ARCON - Agência Reguladora do Estado - para que a fiscalização de Belterra e Mojuí dos Campos fique a cargo da secretaria de transportes de Santarém.
Mas a realidade é outra. Basta apanhar um ônibus em uma das paradas específicas no Mercadão, ou na Silvino Pinto, próximo à Feira da Candilha, para se constatar que a frota data do século passado. Além de antigos, os ônibus não estão em bom estado de conservação.
Muitas vezes os ônibus viajam com excesso de carga, poltronas e assentos quebrados, faróis quebrados, lataria enferrujada e deteriorada, pneus carecas. Esses são alguns aspectos que podem ser vistos a 'olho nu'. As condições internas, do motor e de outros equipamentos só podem ser avaliadas por um profissional mecânico que tenha acesso a um dos coletivos com linha para o interior.
Os problemas não são apenas de condições de veículos, mas do serviço prestado de modo geral. Muitos ônibus que vêm das comunidades vão pegando passageiros ao longo do trajeto dentro de área urbana. O que segundo Sandro Lopes, secretário municipal de transportes, não é ilegal. "todos podem pegar, mas os intramunicipais não têm bilhetagem eletrônica", explica o secretário.
Dentro da área urbana é comum vê passageiros que pegam esses ônibus por falta de opção, muitas vezes querem chegar mais rápido ao seu destino e acaba deparando-se com um ônibus que não oferece boas condições, além de não receber a bilhetagem eletrônica. As empresas da área urbana disputam diretamente com os da área rural. Muitas rotas coincidem principalmente nas comunidades às margens da Rodovia Curuá-Una e Santarém-Cuiabá.
Geralmente, os ônibus que vêm das comunidades alguns chegam sujos, com muita poeira ou lama, dependendo da estação do ano; com cargas e, na grande maioria, em péssimas condições de uso e segurança. A competência de fiscalizar esse tipo de situação é da SMT.
Sandro Lopes informa que o controle é difícil, mas informa que os ônibus passam por vistorias semestrais, e quando é verificada ocorrência de sujeira ou más condições, a empresa é notificada, primeiro como advertência e depois com multas até 200 UFMS.
Segundo o secretário, o problema é que as muitas linhas intramunicipais não são viáveis e o atendimento só consegue ser feito, muitas vezes, por alguém que mora na comunidade.
No caso da Estrada Nova, o secretário explica que houve um ônibus apreendido e a empresa notificada através da fiscalização da SMT. Os fiscais detectaram o transbordo de passageiros para uma caminhonete e corte de linha, retorno antes do previsto.
Sandro diz a comunidade foi até a secretaria, mas não havia nenhum problema com relação ao atendimento da linha, era apenas questão de operação, descumprimento das regras. O proprietário da empresa pode reaver o ônibus após o pagamento da multa.
A SMT vai disponibilizar mais 3 pontos fixos de fiscalização, cabines e duas motos para dar mais mobilidade aos fiscais. O secretário diz que qualquer usuário pode denunciar quando for mal atendido ou verificar uma situação irregular dos transportes coletivos. O número para denúncias é o 158.
Sandro finaliza dizendo que a responsabilidade pelo bom funcionamento do transporte coletivo é todos: a fiscalização, os operadores e o usuário.
Restaurante popular tem que ser entregue até 30 de abril, diz Semtras
De acordo com informações da Secretaria Municipal do Trabalho e Assistência Social (SEMTRAS), não tem data de entrega definida, mas o prazo de vigência do contrato vai até 30 de abril. "dentro desse prazo pode ser entregue, depende só da secretária", afirma Tânia Borges, do setor financeiro da SEMTRAS.
A SEMTRAS informou que após serem tomadas todas as providências, o restaurante será inaugurado. Segundo Tânia Borges, as providências dependem de liberação da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, que faz vistoria na obra e gera um boletim de medição para então liberá-la.
Segundo Ana Elvira Alho, titular da SEMTRAS, a secretaria está fazendo licitação para determinar a forma de gestão do restaurante. A licitação é conforme o padrão do Ministério de Desenvolvimento Social (MDS) cuja definição apontará se a gestão será pública, terceirizada ou mista.
O perfil do restaurante, segundo Ana Elvira, terá capacidade para até 500 refeições por dia. O espaço é multiuso e, além de restaurante, poderá ser utilizado para outros fins, como, teatro, apresentações. As dependências contam com salas, mini auditório. Dra. Ana Elvira ressaltou que haverá um posto de atendimento do Bolsa-Família para os ribeirinhos.
A reportagem de O Estado do Tapajós esteve no local e constatou que as obras estão prontas, apenas pequenos ajustes estão sendo realizados, como, colocação de lajotas no auditório e algumas salas. A cozinha, já está montada; fogões, exaustores, câmaras de frigoríficas, entre outros materiais. A placa que divulgava o prazo e o valor total da obra já foi retirada do local.
Os vendedores do Mercadão 2000 reclamam da demora, pois com a abertura do restaurante popular, os que não têm condições de pagar 6 reais por um prato de comida serão beneficiados com a refeição custando 2 reais.
A data de publicação do convênio é de 25 de novembro de 2005, com vigência de novembro de 2005 a dezembro de 2007. Já se passaram 2 anos do vencimento do prazo e as obras não foram concluídas.
Presos deveriam estar em albergue
Repórter
Conforme Ação Civil Pública ingressada pelo Ministério Público Estadual (MPE) contra o Estado do Pará, os presos do regime semi-aberto em Santarém deveriam estar recolhidos em uma Casa de Albergado. A casa deveria ser construída com capacidade mínima de 90 presos. A Ação é de 2007, mas o Estado entrou com recurso após a liminar ser concedida, em primeira instância, pelo Tribunal de Justiça em Santarém.
Enquanto isso não acontece o sistema carcerário de Santarém passa por uma fase crítica, tumultos e ameaças de rebelião são uma constante, causando problemas para os presos e familiares e para os órgãos de segurança pública Estado. Os presos que condenados por crimes de potencial menos ofensivos são obrigados estar no mesmo complexo penitenciário que os de alta periculosidade.
Sabe-se que os presos são separados por pavilhões, mas de alguma forma os presos do semi-aberto tem acesso a área externa do presídio e conseguem ter uma visão mais ampla da possibilidade de escapar. Conseqüentemente, mesmo sem contato, acabam influenciando os demais presos do regime fechado e provisório a uma tentativa de fuga ou de rebelião.
O Estado recorreu por conta da multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento da liminar. Em outubro de 2007, a decisão foi modificada, no que diz respeito ao pagamento da multa diária pelo Estado, que passou de R$ 10 mil para R$ 1mil por dia. A desembargadora do caso foi a Dra. Célia Regina de Lima.
A decisão só tem valor legal a partir da publicação do Acórdão no Diário Oficial, que se deu apenas em julho de 2009, ou seja, quase dois anos depois. Em virtude disso, o Estado está obrigado a cumprir a liminar, e construir um albergue para os presos do semi-aberto, mas até agora não o fez, e desde então passa a valer o pagamento de multa diária de R$ 1 mil.
Segundo o MPE, a atual situação do processo é: o Estado foi notificado dessa decisão e a Ação passa a correr em segunda instância, ou seja: o MP de Santarém tem que ser intimado pelo TJ de Belém a ingressar com outro tipo de recurso, já relacionado ao não pagamento da multa. Mas até essa data, isso ainda não ocorreu.
Apenas 1.200 torcedores assistem ao jogo do Pantera em Cametá
O S. Raimundo voltou a vacilar nos minutos finais de jogo. Na tarde desta quarta-feira, no Parque do Bacurau, em Cametá, o time santareno saiu na frente, aos 9 minutos do segundo tempo, através do estreante Max Jari (de cabeça). Pressionado pelo Cametá, acabou permitindo a igualdade aos 48 minutos do tempo final. O Rodrigão, também de cabeça, marcou para o Mapará. O atacante é santareno, ex-jogador do São Francisco, levado para a equipe cametaense pelo técnico Artur Oliveira.
O resultado manteve o Cametá na terceira posição, agora com 5 pontos. Já o Mundico soma 2 pontos e deixou a lanterna para o Águia de Marabá que tem apenas 1. A renda divulgada foi de R$ 9.875,00. Público total de 1.227 torcedores, com 1.067 pagantes e 160 credenciados.
PMS divulga dia 8 relação de concursados aptos
Na última segunda-feira, foi divulgado o edital de convocação dos candidatos aprovados e classificados no concurso público número 001/2008 para provimento de vagas em cargos efetivos nos níveis fundamental, médio e superior.
“Em um primeiro momento, estaremos chamando 600 servidores da área da educação”, afirmou a prefeita Maria do Carmo, durante coletiva à imprensa. O restante será chamado durante este ano.
POÇO ESTÁ CONCLUÍDO, MAS ÁGUA NÃO CHEGA ÀS TORNEIRAS
Repórter
A falta d'água nas torneiras é um problema antigo de muitos santarenos. Os moradores do bairro da Nova República que o digam. Já foi construído um novo poço de abastecimento para atender toda a grande área da Nova República (Nova República, São Francisco, Vitória Régia, Matinha, Santo André). Mas o poço ainda não está funcionando, deixando os moradores numa situação crítica.
Segundo o novo diretor da COSANPA em Santarém, Edimar Rosas dos Santos, o poço ainda não entrou em funcionamento devido à falta da bomba. O diretor informou que a solicitação da bomba foi feita junto à companhia em Belém. "Estamos esperando chegar [a bomba], mas não tem nenhuma previsão de que dia ou mês para isso acontecer", explicou o diretor.
O novo diretor afirma que o problema é causado pela expansão da área do bairro resultando num aumento populacional que um poço apenas não deu conta da demanda. Por isso a implantação de um novo poço.
O primeiro poço que abastece o bairro está com problemas que ainda não foram detectados. Segundo Edimar, será preciso retirar a bomba e a tubulação interna para averiguar qual o problema. "O poço está funcionando com dificuldades, a água está sendo bombeada, mas acaba voltando, por isso o abastecimento está deficiente", diz o diretor.
Edimar diz que para o novo poço entrar em funcionamento depende da bomba, que, segundo ele, já foi solicitada junto à direção geral da empresa, mas não garantiu nenhum prazo. De acordo com o diretor regional, a demora da chegada da bomba deve-se a um fator atípico no Brasil: o PAC. "São tantas obras que as fábricas não conseguem produzir de acordo com a demanda", explica.
A direção local da COSANPA diz o problema será solucionado totalmente a partir da instalação da bomba e ampliação da rede no bairro, essa última prevista somente para as obras do PAC 2.
Clodoaldo Rêgo, presidente da Associação dos Moradores do bairro da Nova República (ASMOBNOR), conta que os moradores estão descontentes com o abastecimento de água no bairro. Segundo ele, o primeiro poço da COSANPA já tem dez anos e não supre mais a necessidade dos moradores. O presidente da associação conta que devido ao aumento populacional do bairro, a COSANPA cavou um novo poço, como medida emergencial, para garantir o abastecimento da grande área da Nova República até que o bairro seja contemplado com as obras do PAC 2, previsto para iniciar a partir de setembro de 2010. Conforme informações de Clodoaldo, o poço tinha data de entrega para 26 de junho de 2009, mas até agora não funciona.
Várias ruas do bairro estão sem águas nas torneiras. A parte mais alta do bairro está numa situação mais delicada. De acordo com moradores da Travessa 7, entre Rua A e Rua B, nem de madrugada a água chega. Além de culpar a COSANPA pelo problema, eles atribuem a falta de água às invasões próximas ao bairro.
"Acredito que a água falta aqui em cima para nós, porque tem muita invasão, tem muita gente fazendo 'gato' de água", conta Myrlys Viana, moradora revoltada com a situação.
Myrlys diz que conta com a solidariedade de uma amiga que mora na rua de trás de sua casa. "Meu marido vai buscar água no balde para não ficarmos sem nada aqui", explica.
Segunda a moradora, o caminhão pipa que passa no bairro cobra 10 reais por cada mil litros de água. Myrlys conta que para lavar roupa da família precisa ir até a casa de sua sogra, pois a água realmente não chega a sua residência. Até para beber é difícil, diz a moradora. "A gente tem que comprar água do caminhão pipa, ou pedir de quem tem poço", conta a moradora desolada.
Já Joelson Reis, morador da Travessa 7, conta que a vizinha abastece a casa dele a cada três dias. "Pegamos água da vizinha pela mangueira", conta o morador. Na casa de Joelson o reservatório de água tem cerca de mil litros e, segundo ele, dá para passar três dias com muita dificuldade, mas não pode pedir água todos os dias para não abusar da boa vontade da vizinha,
Irene Vasconcelos e o marido, cansados de sofrer com a escassez de água, resolveram economizar e comprar aos poucos os materiais necessários para a perfuração de um poço artesiano. Dona Irene conta que compraram primeiro os canos e os materiais menores e guardaram, depois juntaram dinheiro para mão-de-obra e, só agora, conseguiram mandar cavar o poço. De acordo com ela, cada metro perfurado custa 22 reais, a bomba submersa cerca de 1mil e 400 reais e ainda tem a mão-de-obra. "São quase 3 mil reais ao todo que vamos gastar para fazer o poço", comenta Irene.
Além de passar todas as dificuldades pela falta de água, alguns moradores ainda precisam se arriscar altas horas da madrugada para esperar o líquido precioso chegar às torneiras. É o caso de dona Ideuzita Maciel, moradora da Rua B. Ela conta que a água chega a sua casa por volta de 2 horas da madrugada - e quando vem. Dona Ideuzita é uma senhora idosa e doente das pernas, não pode fazer muito esforço físico, tem dificuldades até de caminhar. Segunda a aposentada, quem a ajuda é uma neta que vai dormir, de vez em quando com a avó para conseguir 'aparar' água na caixa.
"Se não fosse minha neta, não sei como seria (...) moro sozinha com meu marido e sou doente e não posso fazer quase nada em casa", explicou dona Ideuzita.
Pontuando - José Olivar
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Copa do Brasil aceita qualquer pasto
Gerson Nogueira:
Como nem todos os promotores do Brasil são tão rigorosos quanto os daqui, a Copa do Brasil tem sido disputada em qualquer estádio, até naqueles que só têm um pasto para servir de campo de jogo. É o caso do estádio de Roraima, onde o Remo enfrentou o Progresso na Série C de 2008. No lance acima (arquivo do Bola), o meia-atacante Ratinho disputa bola pelo alto no manguezal roraimense. Em meio à lama e ao caos, o Remo ainda venceu por 1 a 0, gol de Ratinho.
Para a Copa do Brasil deste ano, o Paissandu vai jogar no estádio de Currais Novos contra o Potiguar (RN). As arquibancadas foram vetadas parcialmente e só existem 2.200 lugares disponíveis para o torcedor. O Barbalhão, em Santarém, que vai sediar S. Raimundo x Botafogo, esteve interditado até segunda-feira, por apresentar uma série de irregularidades. Misteriosamente, de uma hora para outra, foi liberado para o jogo. Coisas do futebol, paraense e brasileiro.
Espetáculo Parésqui será encenado sábado na Casa da Cultura
Parésqui estreou em dezembro de 2006, como resultado de uma bolsa de pesquisa do Instituto de Artes do Pará (IAP). Em cena, as atrizes Valéria Andrade e Nani Tavares se desdobram para representar cenicamente histórias de vida de oito pessoas de uma mesma família de ribeirinhos que vivem na Ilha do Combu, em frente a Belém.
A construção das personagens utilizou uma técnica chamada de mímesis corpórea, que consiste na imitação e teatralização das ações corporais e vocais cotidianas. Dessa maneira, as personagens imitam o modo de agir e de falar típicos do povo ribeirinho, para contar histórias cheias de humor, paixão, ciúme, brigas, dor e saudade, que mostram a dimensão universal do ser humano que habita a Amazônia.
Após inúmeras temporadas de sucesso em Belém ao longo de três anos, Parésqui foi apresentado em janeiro de 2010 para cerca de 500 pessoas nos municípios de Cametá, Abaetetuba e Barcarena, durante a etapa Rio Tocantins, a primeira desta turnê pelo Pará. Agora, o espetáculo cumpre a segunda etapa da viagem, denominada Rio Tapajós, e que abrange também apresentações nos municípios de Óbidos e Alenquer.
Parésqui tem direção de Alberto Silva Neto, desenho de som de Leo Bitar, figurinos de Anibal Pacha, iluminação e cenografia de Alberto Silva Neto e Patrícia Gondim, projeto gráfico de Alexandre Sequeira e fotos de André Mardock. Durante a turnê, a operação de luz e som é de Milton Aires.
Fundado em 1989, o grupo paraense Usina Contemporânea de Teatro já realizou a montagem de mais de 20 espetáculos em Belém, de vários gêneros que incluem dramas clássicos, comédias, farsas, teatro com bonecos e teatro de rua.
Serviço:
Maiores informações com Alberto Silva Neto, pelos fones (91) 8156-1070 e (91) 8711-8904, ou e-mail netosilvaalberto@gmail.com.br
Cametá 1 x 1 São Raimundo. Rodrigão, aos 48 minutos, em falha de Labilá
Encerrado Cametá 1 x 1 São Raimundo.
Começa segundo tempo: Cametá 0 x 0 São Raimundo
5 minutos do segundo tempo.
Ministro da Pesca vem a Santarém amanhã
Convidado a integrar a comitiva, o deputado federal Lira Maia não vai poder acompanhar a visita do ministro porque haverá votação na Cãmara dos Deputdos nesta quinta-feira.
É de autoria de Lira Maia a emenda ao orçamento da União que repassou R$ 500 mil à secretaria estadual de pesca para a instalação de laboratórios da base de Santa Rosa.
MPE mantém o veto ao Mangueirão
Reunião entre representantes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros termina sem acordo no Ministério Público Estadual e o adiamento do clássicoRe-Pa está mantido.
Presidentes de Remo e Paissandu reúnem nesta tarde de quarta-feira para avaliar a utilização do Baenão como palco do clássico, mas a confirmação vai depender do parecer da PM. Se o Comando do Policiamento garantir a segurança dentro e fora do estádio há chance de o jogo acontecer neste domingo.
O problema é que, no ano passado, uma decisão de sub-20 terminou em batalha campal envolvendo torcidas organizadas, fora do Evandro Almeida.(Gerson Nogueira)
Preventiva decretada para para motorista que atropelou e matou jovem durante 'racha' na Rui Barbosa
O juiz Rômulo Nogueira de Brito decretou, esta manhã, a prisão preventiva do jovem Roberto Júnio Mendonça de Oliveira, um dos envolvidos no "racha" que ceifou a vida de Susana dos Reis Lima, ontem à noite, na avenida Rui Barbosa. Roberto está foragido desde o acidente, não atendendo à voz de prisão do delegado Germano do Vale, que se encontrava no local e prendeu o outro envolvido, em flagrante, Felipe de Sousa Bello, prisão esta já mantida pelo juiz.
(Com informações de Jota Ninos)
Jogo do São Raimundo é antecipado
A equipe local tentou adiar o jogo para sábado, mas o que conseguiu foi apenas antecipar da noite para a tarde o horário da partida, que terá seu início às 16 horas.
"Racha" na Rui Barbosa deixa 1 morto e quatro feridos
Felipe dirigia o automóvel Ford K placas JUQ-5973. Roberto era o motorista do automóvel FIAT Pálio placas KRJ-3250. Ele é dono de um lava-jato localizado na avenida Bartolomeu de Gusmão.
Os dois veículos, em alta velocidade, capotaram depois de se tocarem, atingindo as vítimas, e indo de encontro ao poste de iluminação pública.
Suzana trabalhava em uma concessionária de veículos e se encontrava em uma parada de ônibus quando foi atingida junto com outras 4 pessoas. Os feridos estão internados no Hospital Municipal de Santarém. O estado de saúde de Marlon é considerado grave. Os demais não correm risco de morte.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
MPE veta Re-Pa no Mangueirão
O Re-Pa de domingo está temporariamente suspenso. Representantes do Ministério Público Estadual decidiram, em reunião realizada nesta terça-feira, vetar a realização da partida envolvendo as equipes de Paissandu e Remo, marcada para o estádio Edgar Proença. O jogo entre as duas equipes é o de número 12 do concurso 399 da loteca do Brasil e está marcado para o próximo domingo (7), válido pela quarta rodada do turno do Parazão.
Segundo o Ministério Público, o veto ao estádio foi em virtude do não cumprimento do TAC (Termo de Ajuste de Conduta). Segundo informações do MPE, o Mangueirão ainda precisará passar por uma série de adequações nos mais variados setores, justificando o cancelamento da partida. A data agendada para realização do clássico passa a ser 7 de março.(Blog do Gerson Nogueira)
Diretor do Dnit diz que Br-163 vai transformar Mato Grosso em canteiro de obras
Em reunião ocorrida na cidade de Novo Progresso (PA), na última sexta-feira, 29, Luiz Antonio Pagot falou com lideranças indígenas Kayapó (do subgrupo Mekrangnotire) sobre as obras de pavimentação da BR-163, a readequação dos ramais que dão acesso às aldeias e a reivindicações relativas ao componente indígena do Programa Básico Ambiental - PBA. O foco da conversa foi direcionado às dúvidas dos membros das aldeias sediadas naquele município paraense. O objetivo do DNIT é apoiar as reivindicações que devem propiciar aos Kayapó a realização de serviços ambientais para mitigar os impactos negativos e otimizar os impactos positivos causados pelas obras na BR-163.
Justiça lenta
O tempo passado para que o julgamento acima citado entre em fase final, força-me a tratar de um ponto que muito se discute no Brasil: a lentidão da justiça.
É verdade que a justiça é lenta no Brasil, todavia, lenta ela é em todos os países, pois os sistemas processuais guardam, no geral, semelhanças.
A Microsoft, por exemplo, conseguiu demandar por 13 anos uma ação que os EUA movem contra ela, e, este ano, recebeu uma sentença condenatória, da qual recorreu, e pretende demandar o recurso por mais 5 ou seis anos.
Os julgamentos são rápidos, nos EUA ou em qualquer outro país, quando há a confissão ou a transação processual, o que evita toda a fase de instrução, que é a parte mais demorada em uma demanda.
O Brasil não precisa mudar as linhas gerais do seu sistema processual, porque não é isto que faz a justiça lenta.
Precisamos, sim, aumentar o número de juízes, de varas, de trabalhadores da justiça e até de tribunais, para que não haja o acúmulo de processos, que é a verdadeira causa da lentidão.
O cidadão não pode ser usado pelo discurso da pressa: os recursos processuais são uma garantia individual. Sem eles, as chances de erros judiciários se consumarem são enormes, e a vítima pode ser você.
Moradores de Rurópolis interditam Transamazônica
Moradores de Rurópolis, na região oeste do Estado, interditam, desde ontem, um trecho da rodovia Transamazônica, a cerca de 18 quilômetros da sede da cidade. O protesto reivindica a implantação, no município, do programa Luz para Todos, do governo federal. Segundo o prefeito da cidade, Aparecido Silva - que está em Belém para tentar resolver o problema -, em Rurópolis, que tem cerca de 38 mil moradores, apenas 8% da população contam com energia elétrica em casa.
De acordo com Aparecido, os manifestantes estão localizados próximos à comunidade de Novo Horizonte. Eles fecharam uma ponte e o tráfego no local está bloqueado. Segundo o prefeito, a pista só será desobstruída quando houver uma resposta para o problema. “Eles querem que a luz chegue principalmente para as vicinais”, destacou.
Aparecido Silva disse que, no ano passado, representantes do município estiveram em Belém para uma reunião com o comitê gestor do Luz para Todos, o qual teria prometido estudar uma solução para o caso, o que não aconteceu. “Municípios vizinhos ao nosso, como Placas e Uruará já tem mais de 90% da população com energia elétrica”, completou.
O prefeito informou, ainda, que provavelmente uma nova reunião do comitê gestor ocorrerá na próxima sexta-feira e que ele tentará a resolução do impasse. “No ano passado, o pessoal de Novo Progresso, também revoltado com a falta de energia elétrica, derrubou algumas torres de energia na cidade e o problema foi resolvido prontamente. Eu estando uma solução pacífica, para que os moradores de Rurópolis não cheguem a uma postura mais drástica”, observou.
(Fonte: Blog do Colares)
Ministro Padilha indicou nome de Everaldo para a Casa Civil
Pantera não aceita adiamento de jogo em Cametá
A diretoria do time cametaense propôs o adiamento da partida para o próximo sábado, visando turbinar a arrecadação.
Mas a diretoria do Pantera tem pressa em regressar a Santarém e iniciar os preparativos para a partida do dia 10, contra o Botafogo, pela Copa do Brasil
Belo Monte liberada
O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) concedeu ontem o licenciamento ambiental prévio da usina de Belo Monte, no rio Xingu, sudoeste paraense. Com isso, o Ministério de Minas e Energia informou que a licitação da hidrelétrica - maior empreendimento deste tipo em elaboração do mundo, orçado entre R$ 20 bilhões e R$ 30 bilhões e com 11 mil megawatts (MW) de potência - ocorrerá nos primeiros dias de abril.
O ministro de Meio Ambiente, Carlos Minc, e o presidente do Ibama, Roberto Messias, informaram que foram impostas 40 condicionantes socioambientais, de saneamento, habitação e segurança, entre outras, para que o início das obras seja posteriormente autorizado (licença de instalação, LI). As ações custarão ao vencedor do leilão R$ 1,5 bilhão'. 'Hoje é um momento para se comemorar, é histórico, com o licenciamento de Belo Monte', disse o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim.
A expectativa é de que o edital do leilão, com todas as regras e prazos, seja aprovado ainda em fevereiro no âmbito da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O aval do Tribunal de Contas da União (TCU) também deve acontecer em plenário este mês. O relator é o ministro José Múcio Monteiro, que tem o processo em mãos desde o último dia 26. A expectativa do governo é que, com o início das obras ainda este ano, Belo Monte - que será a terceira maior do mundo - fique pronta em 2015.
As condicionantes impostas a Belo Monte foram mais amplas e onerosas do que as exigidas dos empreendedores das usinas de Santo Antonio e Jirau, no rio Madeira, que tiveram que fazer investimentos de R$ 30 milhões em habitação, R$ 30 milhões em saneamento, a adoção de quatro parques nacionais, entre outras.
Messias disse que as condicionantes têm três objetivos gerais. No primeiro caso, atender às populações atingidas pela barragem, como os indígenas, os moradores das cidades da região e os ribeirinhos. A preocupação é transferir os benefícios para estas pessoas. O segundo é biológico, inclusive com programas de preservação de peixes e tartarugas. E um terceiro é manter a vazão do rio. 'São 40 difíceis obrigações, mas todas exequíveis', disse Minc, lembrando que a maioria tem que ser entregue para a concessão da LI.
Alagamentos irão afetar 12 mil famílias
Segundo o Ministério do Meio Ambiente, as obras para a construção da hidrelétrica de Belo Monte irão alagar cerca de 500 quilômetros quadrados. Pelo projeto, antes do início do processo que levou até a liberação da licença prévia, a área atingida pelos alagamentos seria de cerca de 1.500 km², considerando apenas a hidrelétrica, que foi mantida no projeto. Se somadas as três que foram descartadas ao longo dos estudos, a área alagada chegaria a 4,500 km². Mesmo com 500 km² de alagamento, o ministro de Meio Ambiente, Carlos Minc, afirma: 'Não haverá desastre ambiental. Impacto certamente sim e estamos exigindo uma série de contrapartidas justamente para amenizar esse impacto.'
Na estimativa do ministério, cerca de 12 mil famílias serão afetadas ou deslocadas pela obra. 'Não podemos confirmar exatamente o número de famílias que serão deslocadas. Mas elas terão um saldo positivo, com casas novas, saneamento e uma condição de vida melhor', argumentou o presidente do Ibama, Roberto Messias Franco.
Entre as famílias deslocadas, Minc garante que não haverá um único índio. 'A Funai ficou responsável e ela não aponta nada contra os indígenas no relatório', disse Messias. De acordo com o diretor de licenciamento do Ibama, Pedro Bignelli, as obrigações que o empreendedor terá que cumprir beneficiarão indiretamente os indígenas da região.
A diminuição da vazão do rio em um trecho que passa por uma terra indígena não vai prejudicar as populações locais, disse Bignelli. 'O rio não vai secar', completou. Desde a década de 1970, quando começou a ser elaborado, o projeto de Belo Monte é alvo de críticas de comunidades tradicionais, lideranças indígenas e organizações ambientalistas.
Ministério Público estuda interdição
O Ministério Público analisa a possibilidade de recorrer a tribunais internacionais de defesa dos direitos humanos na tentativa de barrar o início da obra da usina hidrelétrica de Belo Monte, em caso de o Judiciário brasileiro não julgar em tempo hábil as ações propostas anteriormente pelos MPs Federal e Estadual do Pará, já que ontem o Ministério do Meio Ambiente anunciou a liberação da licença prévia para o pontapé inicial da obra.
Promotores e procuradores alegam que as populações tradicionais que habitam na área onde a usina foi planejada não foram ouvidas nas audiências públicas realizadas para debater o projeto, conforme determina a legislação brasileira. Além disso, o Ministério Público questiona que apenas três audiências são insuficientes para atender os interesses das populações de todos os municípios que serão atingidos pelas obras de Belo Monte.
Belo Monte será a maior usina 100% brasileira, com 11.200 MW (megawatts). Maior do que ela, só a hidrelétrica de Itaipu, que é binacional (Brasil-Paraguai), e pode gerar aproximadamente 14.000 MW. (Fonte: Amazônia)
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Refazendo a viagem de Francisco Orellana
Pesquisadores da UFPA vão comandar a expedição científica internacional pelo rio Amazonas, tendo como ponto de partida Belém.
Leia mais no twitter do Tito Barata.
Barbalhão: PMS assina TAC e promete arquibancada no lugar da geral em 180 dias
Trata-se de um documento legal do MP em que as administrações dos estádios se comprometem a fazer as adequações necessárias para que os estádios cumpram as exigências mínimas da Portaria 124, ou seja, é um comprometimento jurídico e que nós daremos um crédito de confiança. Estamos trabalhando para que esse estádio seja liberado”, disse hoje o coronel Osmar, após inspeção de segurança no estádio Jader Barbalho.
Acompanhados pelos secretários Everaldo Martins (Planejamento) e Inácio Corrêa (Governo) e pelo procurador jurídico da Prefeitura, Isaac Lisboa, os integrantes da comissão inspecionaram as dependências do estádio e verificaram os serviços executados pela PMS visando atender às exigências da Confederação Brasileira de Futebol – CBF e trazer para Santarém, jogos da São Raimundo Esporte Clube pelos Campeonatos Paraense e Brasileiro e Copa do Brasil.
“Nós estamos muito felizes pelo empenho da administração do estádio e dos secretários de governo. Acreditamos que o estádio atenderá as condições. O que não for atendido neste primeiro momento, a administração municipal irá se comprometer junto ao Ministério Público Estadual através da assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).
O Secretário de Planejamento, Everaldo Martins, destacou que uma das propostas que serão incluídas no TAC é em relação à Geral do Colosso do Tapajós. “A nossa proposta é transformar, no prazo de 180 dias, a geral em arquibancada. Se Deus quiser, assim faremos, com recursos do Governo Federal”, disse.
Das 16 câmeras exigidas pela CBF, seis já foram instaladas em pontos estratégicos do estádio santareno.
O relatório da vistoria realizada no Estádio Colosso do Tapajós e o TAC serão enviados ainda hoje à CBF.
(Com informações da PMS)
Uma estranha no ninho
Mesmo não tendo cursado duas disciplinas, a dita cuja não se fez de rogada e apareceu risonha na imagem, tentando vender gato por lebre.
Se sabia de antemão que não tinha obtido o grau de bacharel , por quê resolveu se passar por concluinte?
Por quê não seguiu o exemplo de outra colega, na mesma situação, que preferiu discrição a essa papagaiada do gênero?
De primeira
Minc anuncia hoje "exigente" parecer sobre hidrelétrica de Belo Monte
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, informou hoje que às 16h desta segunda-feira (1º) vai anunciar o parecer do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente dos Recursos Naturais Renováveis) sobre a licença ambiental para a instalação da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, no Pará.
"Com certeza esta será a licença que terá o maior número de exigências da história. A empresa terá que gastar cerca de R$ 1, 5 bilhão em projetos de mitigação [ações para conter danos ao ambiente]", disse o ministro.
As declarações foram feitas durante um evento no Instituto Estadual do Meio Ambiente do Rio de Janeiro.
Datas para o imbróglio
Há duas semanas, o ministro havia declarado que a autorização para a instalação da usina seria dada em fevereiro.
No entanto, não era a primeira data anunciada pelo governo para a concessão da licença. Ao longo do ano passado, vários prazos foram dados, sendo que o governo chegou a trabalhar para realizar o leilão de concessão para se construir a usina em dezembro.
Minc destacou que, se não fossem feitas as correções no projeto original, pelo menos cem espécies de peixes poderiam ter sido extintas.
O ministro defendeu a ação do Ibama no licenciamento de projetos de infraestrutura. Segundo ele, desde que assumiu, há um ano e sete meses, foram emitidas 40% mais licenças do que em igual período anterior.
"Vamos sempre procurar agilizar, mas sem perder o rigor", frisou.
Pão que o diabo amassou
Foram encontrados pães e torradas acondicionadas em caixas sujas, restos de comida, insetos. Os padeiros não usavam toucas e luvas para o manuseio da massa.
O dono do estabelecimento tem 15 dias para recorrer da punição, mas nesse período a padaria tem que permanecer fechada.
Presos de Cucurunã não podem falar com advogados há 23 dias
A OAB alega que a direção da penitenciária proibiu o contato de presos com os advogados por falta de segurança.
O parlatório ainda vai demorar para ser reconstruído. A Susipe não dispõe de recursos imediatos para reconstuir o recinto de contato dos presos com os advogados.
A própria OAB estuda a possibilidade de bancar os custos da obra para que os detentos não fiquem privados de assistência jurídica.
Laudos do Barbalhão devem estar na CBF até amanhã
Coronel PM Osmar comanda a comissão de vistoria que está, desde de manhã, no interior do Barbalhão.
Prazo de primeiro de fevereiro foi estabelecido pela CBF para que o TAC seja assinado pela Prefeitura de Santarém com o Ministério Público, em Belém.
Cópia do TAC e laudos de vistoria têm que estar no Rio de Janeiro até amanhã.
São Raimundo segura a lanterna do Parazão
2º) Paissandu – 7
3º) Cametá – 4 (saldo: 0; gols pró: 4)
4º) Independente - 4 (saldo: 0; gols pró: 3)
5º) Santa Rosa - 4 (saldo: -1)
6º) Ananindeua - 3
7º) Águia – 1 (saldo: -2; gols pró: 5)
8º) São Raimundo - 1 (saldo: -2; gols pró: 1)
Everaldo foi convidado antes da carta de Bernadete
Fonte bem situada no ninho petista garante que a mudança na Casa Civil ja estava acertada bem antes do imbroglio que envolveu o envio da carta da deputada Bernadete Tem Caten à governadora Ana Júlia, reclamando da provável indicação de Raimundo Oliveira, chefe do Incra de Marabá, para fazer dobradinha com Cláudio Puty, este pré-candidato da tendência da governadora, a DS, a deputado federal.
A candidatura de Oliveira a deputado estadual e a substituição deste por um nome também ligado a Puty deflagrou a crise na semana de aniversário do PT e foi o mote para que as demais tendências do PT se manifestassem mais abertamente, inclusive, pela imprensa.
A saída de Puty da Casa Civil, garante a fonte, já estava definida por Ana Júlia para o dia 3 de abril, mesmo Puty tendo demonstrado à governadora o seu desejo de sair do cargo antes dessa data, uma vez que sentia-se incomodado com as críticas que sofria todas às vezes que atuava, em nome do governo, para resolver problemas surgidos no interior do estado.
Antes de convidar Everaldo, a governadora Ana Júlia foi informada que não teria problemas com as demais tendências se o substituto de Puty fosse um nome da própria D.S, desde que o mesmo não fosse candidato nestas eleições e tivesse um perfil mais de gestor do que de articulador político.
A fonte garante que a DS abriu mão do cargo, uma vez que os demais postos da Casa Civil continuariam sendo comandados pela tendência.
População de Rurópolis fará bloqueio por energia
Moradores do município de Rurópolis, sudoeste do Pará, prometem bloquear a rodovia Transamazônica a partir de hoje. Comunitários da vila Água Azul, descontentes com a falta de energia na localidade, pretendem interromper o tráfego de veículos no trecho que interliga Rurópolis a Altamira. A cidade, que possui cerca de 27 mil habitantes, recebe o linhão de Tucuruí há 12 anos. No entanto, entre Rurópolis e Água Azul nunca houve o rebaixamento da energia elétrica.
Segundo avalia o deputado estadual Airton Faleiro (PT), embora a rede de alta tensão (AT) esteja cruzando o município, existe todo um processo para converter a energia de AT para baixa tensão (BT). 'As residências não podem receber energia em AT, apenas em BT. O local tem subestação, porém, ainda precisa de alguns trâmites para que esta energia seja rebaixada', destaca.
Faleiro afirma que o rebaixamento da energia de AT para BT depende da aprovação do Comitê Gestor do Programa Luz para Todos.
'O processo que leva energia para àquela região está enquadrado na etapa oito - sendo que recentemente foi concluída a etapa sete. Com o início da próxima etapa, é preciso seguir uma série de hierarquias que estão numeradas conforme a prioridade', explica o deputado. Na lista de prioridades, a chegada da energia elétrica em Rurópolis está na 70ª posição - ou seja, deve acontecer somente no final de 2010, ou mais provavelmente em 2011. Segundo afirma Faleiro, a etapa oito deveria ter sido executada em 2008.
O deputado lembra que na próxima reunião do Comitê Gestor, marcada para o dia 5 de fevereiro, a proposta dos moradores de Rurópolis será discutida. 'Este é o meu argumento para que eles não fechem a rodovia, pelo menos até que saiam as decisões do próximo encontro do Comitê', revela. Segundo comenta Faleiro, tanto a Celpa como a Eletronorte se mostraram favoráveis à antecipação do calendário no caso de Rurópolis. 'Se eles bloquearem a rodovia, causaram grande impacto na logística dos municípios próximos. A região pode ficar sem combustível e alimentos. O prejuízo será compartilhado com pessoas que nada tem a ver com a falta de energia', afirma.
domingo, 31 de janeiro de 2010
Público pequeno assistiu empate do São Raimundo em Marabá
Eleitores de Placas vão votar na primeira eleição de Mojuí dos Campos
O jornal O Estado do Tapajós, que está nas bancas desde sábado, publica a relação completa das seccões eleitorais de Mojuí dos Campos.
Placas:
| 4227 | COM. SANTA RITA DE CÁSSIA E.M.E.F. SANTA RITA DE CÁSSIA | 711 | 03º26'57,8'' 54º36'46,5'' |
| 4286 | COM. IGARAPÉ DO FORTALEZA E.M.E.F. VITÓRIA DO FORTALEZA | 729 | 03º28'02,6'' 54º33'08,1'' |
| 4313 | COM. SANTA FÉ DO CACHOEIRINHA E.M.E.F. SANTA FÉ | 736 | 03º23'29,2'' 54º31'10,0'' |
Santarém:
| 1546 | COM. PORTO NOVO E.M.E.F. SÃO FRANCISCO | 180 | 02º49'46,9'' 54º19'37,7'' |
| 4111 | COM. AMPARO – (menos de 50 eleitores) E.M.E.F. CRISTO LIBERTADOR | 689 (agr. na 434) | 02º39'05,3'' 54º47'09,3'' |
Belterra:
| 1872 | COM. PRATA E.M.E.F. SÃO FRANCISCO | 225 | 02º53'39,2'' 54º51'48,1'' |
| 3760 | COM. SÃO RAIMUNDO DO TRACOÁ – (menos de 50 eleit) E.M.E.F. STA. LUZIA | 579 (agr. na 227) | 02º42'26,0'' 54º50'07,5'' |
O TJE cumpriu a meta 2 do CNJ?
Belém- Foi exemplar a sessão do Tribunal Pleno do TJE realizada em 9 de dezembro do ano passado, presentes 21 dos 30 desembargadores (os oito ausentes se justificaram e o ex-presidente, Milton Nobre, está licenciado por ter sido eleito membro do Conselho Nacional de Justiça, o primeiro representante do Pará no colegiado). Na abertura da sessão o presidente, desembargador Rômulo Nunes, entregou o certificado que o CNJ expediu para a desembargadora Vânia Lúcia de Azevedo da Silva, por ter atingido a Meta 2 do Conselho, que previa o julgamento de todos os processos em tramitação até 2005. Ao invés de se tornar festiva, consagrando o combate à lentidão da justiça no Brasil, a sessão passou a ser tomada por controvérsias.
Começou quando o desembargador Rômulo Nunes se referiu a um expediente da desembargadora Eliana Rita Abufaiad, comunicando a existência de apenas três processos da Meta 2 pendentes em seu gabinete. O primeiro teve a sua tramitação suspensa por solicitação das partes, visando a composição de um acordo, enquanto os dois últimos já tinham sido julgados, mas ainda havia o prazo para a interposição de eventuais recursos, explicou a magistrada.
Em seguida, a desembargadora Célia Regina de Lima Pinheiro disse que faria uma colocação “bem oportuna” em função da entrega do certificado à desembargadora Vânia Azevedo da Silva, por ter concluído os processos da Meta 2 em seu gabinete, e também sobre o ofício da desembargadora Abufaiad mostrando quantos processos ainda estavam pendentes de diligência ou alguma outra situação. Lembrou que provavelmente em setembro se manifestou naquele mesmo plenário “dizendo que do jeito que estava seria até inviável cumprir a Meta 2”.
Explicou ter saído de férias no dia 9 daquele mês e na semana do seu retorno foi avisada que estava chegando ao seu gabinete um processo de Meta 2. Reafirmou então o que anunciara: não iria jurar suspeição sobre processos de Meta 2, por isso ia ficar difícil cumpri-la: “Não devolvi nenhum processo. Fiquei com eles e os analisei, decidindo”. Por isso, considerava ter atingido a meta estabelecida pelo CNJ, porque o último processo que ainda dependia de julgamento no seu gabinete seria julgado naquela mesma sessão do Tribunal Pleno, o que a deixava muito feliz. No entanto, informou que acabara de receber dois novos processos da Meta 2, que lhe foram redistribuídos, sem que pudesse decidi-los de imediato, monocraticamente (sem depender dos seus pares de tribunal).
“Não estou aqui questionando, dizendo nada ao meu colega, que jurou suspeição nos dois processos, e por isso foram-me redistribuídos. Quero dizer a todos que não vou jurar suspeição, mas vou comunicar ao Conselho Nacional de Justiça”. A desembargadora disse que dava por cumprida a meta porque as normas legais não lhe permitiam jurar suspeição: “Meu dever é processar e julgar”. Lamentava, mas ressalvava: “não vai ser um certificado que vai me alterar em nada”. A existência dos dois processos nas estatísticas significaria “tão somente números”: “ninguém vai aferir e nem vai justificar na estatística quando eu recebi estes processos”.
A desembargadora Vânia Silva interveio para dizer que partilhava o mesmo sentimento da sua colega: estava alegre porque naquela mesma sessão era revisora do julgamento do último processo da desembargadora Brígida Gonçalves dos Santos de Meta 2, “que também veio por motivo de redistribuição, processo antigo, quando ela tinha quase que zerado”.
Foi a vez de o desembargador João Maroja falar para manifestar a impressão de que a Meta 2 “parece que veio para fazer constrangimento para todos nós”. Confessou ter dois processos. Pedira inclusão de pauta para um deles, ação penal contra um promotor de Justiça, que, só no Ministério Público, “passou um ano e dez meses para receber parecer”. O outro processo também era uma ação penal, desta vez contra uma promotora de justiça. Observou que “essa moça me tem criado mil embaraços no processo, só faltou arrolar testemunhas em Nova York para eu ouvir”.
Ressaltou ser essa “uma instrução que não posso absolutamente fazer de modo açodado sob pena de estar prejudicando o amplo direito de defesa. Só registro que o Conselho Nacional de Justiça coloque nesses termos, pressão em cima de nós e depois premia... Acho absolutamente dispensável esse prêmio do Conselho Nacional, porque eu cumpro a minha meta sem qualquer preocupação, é ponto número um celeridade no meu processo”.
Foi então a vez de a desembargadora Luzia Nadja do Nascimento se aliar à desembargadora Célia Regina em relação ao tema: na véspera também recebera um processo de Meta 2 por redistribuição e que, por estar em diligências, não podia ser julgado, embora sem estar parado. Por isso, não atenderia a meta, mas também não a violaria, porque ela não podia limitar a ação dos magistrados. Admitiu que a iniciativa do CNJ “veio com certeza pelo clamor da sociedade. Isto nós não podemos dizer que não foi, e que ela está tendo resultado, está sim, não podemos dizer de forma diferente. Contudo, o 2º grau não só fica restrito a decidir processos de Meta, ele recebe mandados de segurança, agravos, tem os processos dos idosos que têm prioridade, que tem que dar andamento. Quer dizer, a Meta é só um plus para nós do 2º grau”.
O desembargador Cláudio Montalvão pediu a palavra para reforçar a manifestação das colegas. Disse que se esforçou para cumprir a exigência do CNJ e que, finalizando seus julgamentos, igualmente recebeu um novo processo de Meta 2. “Fico realmente enojado e estou argüindo minha suspeição, sim, porque entendo que é fora de cabimento, deveria ter um meio; estes processos redistribuídos no mês de outubro ou novembro para o colega, deveria ter em escape, porque vão dizer que ele ficou, não cumpriu a Meta 2, mas não sabe que você exerceu um esforço tremendo para julgar todos, e de uma hora para outra chega um processo sem solução”. Assim, não se sentia à vontade “para julgar um processo da Meta 2 em dezembro”, quando estava cumprindo a sua parte.
A desembargadora Albanira Bemerguy também decidiu se manifestar, “embora eu sinta que é pregar no deserto, mas continuo pregando no deserto, não tem problema”. Sua opinião era de que “estamos andando em círculos”. Em conversa com a corregedora de justiça disse que ninguém devia ser penalizado. Em primeiro lugar porque esses processos constituíam “’herança maldita’, que nós chamamos porque houve desembargador que deixou dois mil processos, se aposentou belo e faceiro e bonitinho”, transferindo o ônus aos colegas que permaneceram na ativa. Mas não citou o nome do magistrado relapso, que acumulou tantos processos sem julgá-los.
A ex-presidente do TJE disse não ser contra a iniciativa do CNJ, mas destacou que o judiciário precisa ter condições “para cumprir essas exigências, essas demandas, essas metas que estão sacrificando magistrados e servidores: é depressão, é estresse, tudo mais”. Exemplificou que o judiciário paraense vai poder contratar mais 50 juízes, quando precisaria de 200 para dar conta de tantas e tão complexas questões, como as fundiárias e as ambientais. Foi autorizada a contratação de apenas um psiquiatra para atender milhares de necessitados, quando a demanda requeria muito mais.
No entanto, só era destacada a cobrança, sem as medidas de apoio para atender o serviço. “Quer dizer: ganham marketing, parece que estão resolvendo o problema da justiça do Brasil, mas não estão, ao contrário, estão penalizando injustamente magistrados que não têm mais a quem recorrer”
O desembargador Leonam Gondim Júnior informou que, consultando os arquivos do dia em relação à semana anterior, constatou que os processos pendentes no judiciário do Pará haviam baixado de 230 para 166. Não sabia dizer “como é esse critério de baixa, e já me disseram que só vale quando transita em julgado”. Discordou, argumentando que há recursos “que não dependem de mim”, e que ainda estavam tramitando em seu gabinete 15 processos (quase 10% do total), embora estivesse redobrando suas jornadas de trabalho (na véspera, dormira apenas quatro horas – reclamou).
A desembargadora Maria do Carmo Araújo e Silva anunciou que também não iria cumprir a meta, “porque os processos ficam dependentes de recursos e há processos em diligências, mas na minha sala não tenho mais nenhum”. Estava trazendo o último para julgamento naquele dia. Mas recebeu uns 15 dias antes “um processo de 17 volumes, é um problema sério. A desembargadora Célia Regina está reclamando e já não posso mais nem reclamar porque é muito complicado”.
E assim a sessão chegou ao fim. Mas não a Meta 2.
Ana Júlia sela paz com Bernadete. Puty sai antes de abril.
A governadora Ana Júlia prometeu neste sábado, durante café da manhã com a deputada estadual Bernadete ten Caten (PT) indicar o nome que a parlamentar escolher para ocupar a superintendência do Incra em Marabá.
A informação foi prestada há pouco pela professora Edilza Fontes, ex-secretária da Escola de Governo do Pará (EGP), durante entrevista de duas horas ao programa Jogo Aberto, da Rádio Tabajara.
Edilza informou mais. Disse que o coordenador da campanha de reeleição de Ana Júlia já está escolhido: será o presidente regional do partido, João Batista da Silva. A ex-diretora da EGP adiantou ainda que todos os secretários de Estado com pretensões eleitorais sairão do governo antes de abril, prazo fatal para as desincompatibilizações. Essa situação alcançará inclusive o chefe da Casa Civil, Cláudio Puty, pré-candidato a deputado federal pela DS (Democracia Socialista), tendência a que pertence a governadora.
O entendimento entre Ana Júlia e Bernadete ten Caten ameniza, pelo menos por enquanto, a crise aberta com a revelação, pelo Diário do Pará, do teor de uma carta que a deputada enviou à DS e à direção do partido. A carta continha um ultimato: ou a tendência da parlamentar, a PT Pra Valer, teria o direito de indicar o novo superintendente do Incra em Marabá ou então ela, Bernadete, disputaria prévias com a governadora Ana Júlia, para que o partido escolhesse quem, dentre elas duas, concorreria à eleição de outubro.
Bernadete e o deputado federal Zé Geraldo, também da PT Pra Valer, ficaram revoltados desde que, na semana passada, 17 prefeitos da região sul do Pará foram até o Palácio dos Despachos, para um encontro com a governadora e com Puty. Os gestores estiveram acompanhados de Raimundo Oliveira, atual superintendente do Incra em Marabá, indicado para o cargo pelo grupo da deputada.
Bernadete e Zé Geraldo, que dizem não ter sido convidados para o encontro, sentiram, exalando da reunião em palácio, o cheio de articulações eleitorais para favorecer a pré-candidatura de Puty. E tanto é assim que o encontro teria servido para confirmar a pré-candidatura de Raimundo Oliveira a deputado estadual, em dobradinha com Puty.
Edilza considerou uma vitória do partido o fato de Ana Júlia ter sentado com Bernadete para ouvi-la pessoalmente sobre suas queixas e reivindicações. “É por isso que eu tenho orgulho desse partido”, disse a professora, referindo-se ao PT.
sábado, 30 de janeiro de 2010
Flávio Barros diz que time não está bem fisicamente
'A nossa equipe foi guerreira, com os jogadores com moral elevado, atuando em velocidade, mas reconheço que faltou preparo físico para matar a partida", afirmou técnico alvinegro.
Barros lamentou os gols perdidos por Michel em jogadas de contra-ataque. "Não culpo o Michel, ele é um excelente jogafor, mas faltou preparo físico para a equipe. Os jogadores não estão bem condicionados, é visível o cansaço, sofremos a pressão do adversário e cedemos o gol", lamentou.
Labilá reclama de Michel
Pantera enfrenta Cametá
Depois o time regressa a Santarém para o enfrentar o Botafogo pela Copa do Brasil.

