quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Aposentados podem ter ganho real em 2010
A bondade será paga em duas parcelas. Em janeiro de 2010, a correção levará em conta a inflação de 2009 mais 50% do crescimento do PIB registrado em 2008. Ou seja, algo entre 6% e 7%.
O número não está definido porque os dois indicadores ainda não foram fechados. Em janeiro de 2011, o reajuste usará a inflação de 2010 e a metade da expansão econômica em 2009. A medida beneficiará 8 milhões de aposentados e pensionistas que recebem mais um salário mínimo por mês.
Prefeitura entrega sementes
Cerca de 3 toneladas de sementes serão entregues a aproximadamente 1.200 famílias dessas comunidades da várzea de Santarém.
Novos concursos vão oeferecer 1.221 vagas no Estado do Pará
Até o final do ano, o Governo do Pará preencherá, portanto, 2.171 vagas no serviço público do Estado. No período entre 2007 e 2009, já foram realizados 29 concursos públicos, ofertando 24.547 vagas, um total de mais de oito mil vagas preenchidas a cada ano de governo.
Os 2.164 servidores temporários ainda vinculados à administração direta foram admitidos até 31 de dezembro de 2007, quando o Executivo assumiu a gestão dos contratos, segundo informações da Câmara Setorial de Gestão, vinculada à Secretaria de Estado de Governo (Segov). Esses servidores, que, em alguns casos, trabalham há mais de 15 anos em órgãos estaduais, serão mantidos até janeiro de 2010.
Resultado do júri de PM's de Eldorado de Carajás é mantido
A defesa pedia a anulação do julgamento, ocorrido em 2002, mas os ministros da Quinta Turma, por unanimidade, consideraram regular a formulação dos quesitos (perguntas sobre o crime) apresentados ao Júri
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Lembram desta nota do dia 21 de agosto?
O técnico Valter Lima ficou de desembarcar esta madrugada em Santarém.
Hoje de manhã teria acertado uma reunião com os cartolas do São Raimundo.
Se fechar negócio, Valtinho será apresentado no treino-apronto de hoje à tarde.
Mas tem gente que acha que Valtinho vai recuar...Será?
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O Blog do Estado antecipou o que hoje se confirmou.
Valtinho 'pipocou'.
O abacaxi está nas mãos de Lúcio Santarém.
Von vai ao MP questionar crise na saúde
01. Por que até os dias de hoje ainda não entrou em funcionamento, no HospitalRegional do Baixo Amazonas, o serviço de Radioterapia, previsto para iniciar emnovembro de 2008, conforme Ofício DG/GAB. Nº 0030/008, datado de 06 de junho de2008, enviado ao Ministério Público do Estado do Pará pela diretoria da OSPró-Saúde, gestora do referido Hospital Regional ?
02. Por que ainda não foram iniciados os procedimentos de angioplastia e ascirurgias cardíacas, previstas para terem início em dezembro de 2008, conformeestabelecido no mesmo ofício da diretoria da OS Pró-Saúde?
03. Por que diversos tipos de cirurgias eletivas têm sido constantemente adiadas,como as de implantação de próteses, sem ter maiores justificativas para tal?
04. Se os repasses contratuais estão sendo feitos regularmente, por que ospagamentos dos funcionários do corpo clínico do Hospital Regional estão atrasados?
05. Se os repasses contratuais não estão sendo feitos no prazo estipulado, quais aspendências e qual a justificativa do Governo por tal omissão?
O Contrato de Gestão Nº 001/2008 teve seu prazo de vigência prorrogado, pro períodode 07/05/2009 a 07/05/2010, e repactuado seu valor que passa a ser de R$65.808.000,00 (Sessenta e cinco milhões, oitocentes e oito mil reais), conforme Extrato de Termo Aditivo publicado no Diário Oficial do Estado no último dia14/05/2009.
Lúcio Flávio Pinto: Censura
O anúncio foi publicado nos jornais diários, inclusive em O Liberal, que provocou um dos casos de censura prévia à imprensa através da justiça, contra este jornal. O tilintar das moedas no caixa costuma anular o som da voz da consciência nos organismos mercantis.
Lúcio Flávio Pinto: Grandes projetos 30 anos depois
Os grandes projetos econômicos abriram clareiras na floresta amazônica e nela instalaram o capitalismo mais moderno do mundo. Os primeiros desses empreendimentos entraram em operação há 30 anos, no Jari. Quem se lembra? O que acha?
Em 1976 o Projeto Jari encomendou um documentário de quase meia hora de duração a Jean Manzon. Era um momento delicado. Nove anos antes o bilionário americano Daniel Ludwig, do alto dos seus 70 anos, sucedera um grupo de empresários portugueses estabelecidos em Belém no controle da vasta área de terras que fora do coronel (da Guarda Nacional e de barranco) José Júlio de Andrade, imensamente poderoso até a revolução de 1930 (quando o tenente Magalhães Barata o tomaria por inimigo). A compra dos ativos da Jari Comércio e Industria custara a Ludwig três milhões de dólares.
Era o maior – e mais complicado – imóvel rural de que alguém poderia se tornar dono na Amazônia. Os detentores dos muitos papéis depositados em vários cartórios achavam que eles lhe davam direito a 3,6 milhões de hectares. Depois de apurar melhor as coisas através dos seus advogados, Ludwig se satisfaria com menos da metade, “apenas” 1,6 milhão de hectares.
Na foz do rio Amazonas, porta de entrada para uma nova fronteira de recursos naturais quase do tamanho dos Estados Unidos, a possessão de um dos homens mais ricos e estranhos do mundo incomodava e provocava reações diversas. Mesmo alguns setores militares, que sustentavam o governo, estabelecido através de golpe de estado em 1964, desconfiavam daquele grande projeto. Mais do que projeto, era um império, funcionando como se constituísse um autêntico país dentro do Brasil. Seria uma ponta-de-lança do governo americano?
Centenas de milhões de dólares estavam sendo investidos para criar duas cidades de porte razoável para o padrão regional e outras 10 menores, as silvivilas, para cuidar dos plantios, que se estenderiam por quase 100 mil hectares. Calculava-se que a população desse território com ares de autonomia logo passaria de 100 mil habitantes. O exército de máquinas pesadas e equipamentos, como nunca antes houvera na selva amazônica, abria quase 900 quilômetros de estradas por ano.
Os carros se abasteciam de combustível grátis e ilimitado. Havia hospital, médicos, remédios à vontade. Quatro pistas de pouso, sendo uma equivalente ao dos grandes aeroportos, tinham movimento diário. Uma empresa de navegação fazia linha para Belém e uma frota de aviões levava e trazia passageiros constantemente, vários deles estrangeiros. Uma ferrovia de 70 quilômetros ligava a fábrica às plantações.
Mais do que uma empreitada econômica, o “grande projeto” parecia materializar uma concepção de poder. Ameaçava criar um governo paralelo na Amazônia. Tocava nos nervos da “comunidade de segurança e informações”, a espinha dorsal do regime militar, que, com sua doutrina de segurança nacional, promovia a integração da Amazônia justamente para não entregá-la a estrangeiros. E não era exatamente isso o que estava acontecendo no império de Mr. Ludwig, ameaçando a soberania do Brasil sobre essa enorme possessão de terras?
Leia mais aqui.
Base de Candiru será fechada hoje
A base Candiru está sucateada e o governo federal não liberou verba para sua restauração.
Sem apresentar condições de segurança para o trabalho dos agentes, a PF resolveu remover a balsa para Santarém.
Antes disso, Ibama e eceita Federal já tinha deixado o local como posto de fiscalização.
Com isso, contrabandistas e traficantes vão agir à vontade na tregião, apesar das demais ações da PF.
Blefe ou medo
E mandou publicar a ameaça em blog venal da cidade.
Mas, ontem, a montanha pariu um rato.
O vereador passou a sessão na moita.
O que foi que aconteceu?
Faltou coragem?
Ou tudo era mentira?
Aguardem os próximos lances.
Lula incentiva empresário da navegação a investir em Santarém
Segundo o empresário, a Br-163 será asfaltada e as empresas de transporte que ampliarem seus terminais exclusivos de carga ficarão em vantagem diante da concorrência.
Ao retornar a Manaus, o executivo determinou ao gerente da Bertoline em Santarém que adquira áreas vizinhas ao porto da empresa na Vila Arigó para sua ampliação.
Governadora afasta diretor de hospital em que acadêmico atendia pelo médico
A medida foi tomada após notícia do Jornal Nacional sobre o flagrante de exercício ilegal da profissão praticado por um estudante de medicina, que usava ocarimbo e o número do CRM (Conselho Regional de Medicina) de José Aldo.
Ainda ontem, a secretária de Saúde do Estado, Silvia Comaru, anunciouque está sendo aberto procedimento administrativo disciplinar paraapurar detalhes do caso e que o pedido de exoneração do diretor dohospital será encaminhado para publicação no Diário Oficial do Estado ainda nesta terça-feira.
Reunião avalia mandato parlamentar
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Sorteio define primeira partida do São Raimundo em Santarém
A segunda partida será realizada em Macapá, dia 6 de setembro.
Funai faz concurso
A Funai tem até janeiro de 2010 para publicar o edital do concurso, sob pena de perder a autorização dada pelo Planejamento. De acordo com a última tabela de remuneração dos servidores públicos federais, de junho de 2009, a remuneração inicial para os cargos de nível superior da Funai é de R$ 3.849,59. Para nível médio, é de R$ 3.300,87 e, para nível fundamental, de R$ 2.654,96.
(Blog do Jubal)
Força Nacional ocupou madeireira
O dono da empresa, Moacir Ciesca, passou mal e precisou ser internado.
A direção da Rancho da Cabocla pretende dar aviso prévio a todos os 150 funcionários, exceto os vigias.
É um protesto contra o que a empresa considera como ato truculento da fiscalização do Ibama.
Governo precisa agir com mão firme na penitenciária...e fora dela
Como se já não bastasse a indicação política para a polícia civil na região, eis que surge agora a tentativa de controle do sistema penal por gente que quer mandar no presídio para praticar atos inconfessáveis, aqueles de estreita ligação como o mundo do crime.
Por isso, é inconcebível que o governo se deixe influenciar por manifestações orquestradas dentro e fora do presídio de Cucurunã que visam impedir o retorno da diretora afastada Eceila Menezes.
Se Eceila tem culpa no cartório, como propalam seus desafetos, o sistema penal deveria apurar tudo com a maior isenção. Se provada sua culpa, demitida sumariamente do serviço público.
O que não pode é o governo se deixar manietar por gente que não tem estatura moral ou política para indicar este ou aquele nome para ocupar direção de cargo público nessa área tão nevrálgica como é o sistema penal.
Essa gente é capaz de tudo para conseguir os seus objetivos e se o governo deixar-se amedrontar com suas patranhasteremos em Santarém um reinado do tipo Al Capone, onde tudo se faz, na hora que se quer, com quem se quer e nada é apurado.
Portanto, se a volta de Eceila representa tanto temor a detentos manipuláveis, embora não sejam estes flor que se cheire, e aos que tem interesse em comandar Cucurunã, colocando ali uma marionete, o governo deveria suspeitar que está no caminho certo, por vias oblíquoas, e deve ao invés de ceder às pressões espúrias, tocar o barco para frente.
Doa a quem doer.
Ou como diria o ressuscitado Collor, doela a quem doela.
REMANEJADOS RECLAMAM DO TAMANHO DAS CASAS NO URUARÁ
Da Redação
O tamanho minúsculo das casas conjugadas que a prefeitura de Santarém está construindo com verbas do PAC, no bairro do Uruará, está gerando insatisfação entre os moradores que foram remanejados de áreas alagadas que estão sendo urbanizadas. As casas possuem uma área construída é de 28 metros quadrados. A maioria das famílias é formada por mais de 5 pessoas.
A reportagem do O Estado do Tapajós esteve visitando as obras do PAC no Uruará. Segundo informações de funcionários da empresa que trabalha no local, estão em fase final de acabamento 16 unidades conjugadas faltando somente a parte elétrica e os banheiros, totalizando um número de 32 moradias. As casas têm uma sala/cozinha, um quarto, banheiro e área de serviço. Os moradores da área ao mesmo tempo em que estão na expectativa da nova casa, estão decepcionados com os responsáveis com o projeto. Alguns relatam que o modelo construído não corresponde ao modelo apresentado a eles em reuniões anteriores às obras.
Ronivaldo é casado tem 4 filhos, é pescador e morador do bairro há 12 anos, conta que nunca passou por uma enchente tão grande quanto a de 2009. A atividade de pesca que ele exerce foi afetada, segundo ele, perdeu em torno de R$1. 500 com malhadeira, gasolina e gelo. Não bastasse isso, ele diz que o motivo maior de sua casa 'ir pro fundo' foi o aterramento feito pelas obras do PAC no local.
Ele diz que sabe das melhorias para o local, porém sua casa não existe mais. Fala que não queria desmontar a casa, mas o fez com a promessa da Defesa Civil pagar aluguel de uma casa para ele, quando achou o imóvel foi à Defesa Civil e a coordenadora 'Baiana' disse que não estavam mais alugando casas para ninguém. Hoje, ele mora com a família toda na casa do sogro. "Achava melhor quando minha casa estava no lugar dela porque 'a gente' tinha tranqüilidade, mas agora com essa orla aí na frente aqui ficou muito perigoso, nem conseguimos dormir direito à noite", conta o pescador.
Ronivaldo conta, ainda, que em uma das reuniões feitas com os moradores, onde a secretária Alba Valéria estava presente foi mostrado o projeto da Orla do Uruará. Neste, constavam as casas individuais e não conjugadas, como as que já estão construídas. O pescador ressalta que o tamanho não corresponde à necessidade da população do bairro, uma vez que as famílias, em geral, são numerosas. "Não tem condições de uma família de 4 filhos morar numa casa tão pequena, que nem quintal tem direito, meu terreno era grande", reclama Ronivaldo.
Leila, 25 anos, tem 4 filhos e mora no bairro desde a infância. Ela diz que a enchente 'levou' sua casa. Hoje, ela mora com a mãe numa casa que já tinha 9 pessoas e com a chegada de mais uma família ficou complicada a situação. A casa está num buraco alagado, por causa do aterramento de parte da área para o início das obras. " Fico sentida com isso porque o terreno da minha mãe era grande, tinha muitas árvores e ela também criava galinhas(...) Se a 'gente' ganhar uma casa dessa não tem nem quintal para gente plantar alguma coisa", reclama Leila.
Mas apesar do espaço bem menor, ela afirma que quer sim ser uma beneficiada pelo programa, ela diz que está na expectativa. "O cadastro já fiz, agora é só esperar", acrescenta.
Já a moradora Maria Domingas, 42 anos, dona de casa, solteira, tem seis crianças consigo e disse que seria melhor o governo pagar uma indenização do que oferecer uma casa pequena demais, que tem que pagar todo mês. "Uns dizem que é para pagar outros dizem que não. Eu só sei que se for 'pra' pagar não dar para mim, porque eu ganho só o dinheiro do Bolsa-Família.
A assessoria de imprensa da Seminf foi procurada para dar a versão da secretaria, mas não foi encontrada até o fechamento desta edição.
Caixa Econômica Federal: Fator de estagnação ou desenvolvimento?
Em abril de 2008, por iniciativa dos Arquitetos Ary Rabelo e Ney Imbiriba, o Sindicato dos Engenheiros e Arquitetos de Santarám elaborou um memorial obejetivando obter da CEF - Caixa Econômica Federal a descentralização e dinamização da GEDUR - Gerência de Desenvolvimento Urbano. Algum tempo depois, o Sindicato solicitou à Associação Empresarial e Comercial de Santarém que agregasse seu prestígio ao movimento. A diretoria da ACES, liderada por seu presidente Olavo Neves, encaminhou ofícios à CEF, requerendo a urgente descentralização da GEDUR, e a diversas autoridades solicitando apoio ao pleito. Há notícias, não confirmadas, de que o Amapá fora atendido. Quanto ao Pará, por enquanto, nada.
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domingo, 23 de agosto de 2009
Encerrado. São Raimundo 2 x 0 Gênus.
O próximo jogo será contra Cristal, dia 30, em Macapá.
O Cristal goleou o Nacional 5x2, em Manaus.
Pantera começa o aquecimento
O professor Roni Lameira começa o aquecimento do atletas.
Time do São Raimundo: Labilá, Ceará, Kleberton, Filho, João Pedro, Marcelo Pitbul, Beto, Rafael Oliveira, Luiz Carlos Trindade, Elcio e Halace.
Michel fica no banco
Carpegiane preferiu manter Michel no banco de reserva para o jogo de logo mais do São Raimundo contra o Gênus.
Belo Monte: Estado impõe condições para construção
Para o governo do Pará, a proposta é animadora porque entre as exigências para que um autoprodutor vença o leilão estaria a de apresentar uma proposta de desenvolvimento regional com capacidade de gerar emprego. Isso se daria com a instalação de projetos de verticação mineral próximos à região da usina, tornando essas empresas competitivas e, ao mesmo tempo, dando ao Pará uma compensação pela contribuição que o Estado dará à política energética do País com a construção, em seu território, da usina.
No final de julho, a governadora Ana Júlia Carepa enviou ofícios à ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e ao ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, em que apresenta argumentos em favor das mudanças no edital.“O modelo atualmente vigente não estimula a participação dos autoprodutores”, diz o documento assinado por Ana Júlia. No mesmo ofício, a governadora pede apoio da Casa Civil para que sejam “incorporados mecanismos necessários para estimular a participação dos autoprodutores que tenham como foco o fornecimento de energia para empreendimentos industriais no Pará”.
Pelo menos 25% do investimento para construção da usina e da energia gerada por Belo Monte seriam destinados aos autoprodutores, que fariam uma disputa entre eles para ver quem apresenta a melhor proposta de desenvolvimento regional.Pelas regras dos editais lançados até agora pelo governo federal, os autoprodutores não conseguiram sequer entrar na disputa. Embora não houvesse impedimento legal, alegaram que as regras não traziam vantagens comerciais.
No Pará, Estado que vai abrigar Belo Monte, a construção da usina ainda divide opiniões, mas dentro do governo, a ordem é apoiar o projeto, mas impor condições para que o obra traga algum benefício aos paraenses.O titular da Sedect, Maurílio Monteiro, diz que, sem criar condições para a participação dos autoprodutores, o Pará vai assistir à saída de toda a energia de Belo Monte para alimentar indústrias em outras regiões do País, uma vez que o sistema é interligado. Nesse caso, ficarão poucos benefícios para o Estado, já que até os impostos gerados pela energia são cobrados no lugar do consumo, e não onde a energia é gerada.“Belo Monte é importante para o País, mas é preciso que as licitações de outorgas de concessões sejam consideradas concepções de projeto calcadas na integração do aproveitamento hidrelétrico à região na qual ela será construída”, defende Monteiro. O secretário garante que a destinação de parte à energia ao consumo local não vai prejudicar a competitividade tampouco exigir “modificações complexas nas atuais regras dos leilões de energia nova”. (Diário do Pará)
Curtíssimas de domingo
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Foi de 140 mil reais o valor da multa aplicada pelo Ibama ao porto da Marques & Pinto, embargado pelo órgão na última terça-feira.
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Além da queda, o coice. O empresário Paulo Corrêa, que teve seu porto embargado pelo Ibama, também está na iminência de perder o terreno onde planejava construir o novo porto da Marques & Pinto. Mas a área será desapropriada por apens R$ 80 mil para obras do PAC no bairro do Uruará.
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Ana Júlia faz palestra amanhã à noite em São Paulo sobre meio ambiente. Na platéia, além dos estudantes e professores da UniABC, estarão os jornalistas paraenses Miguel Oliveira e Paulo Roberto Ferreira, titular da Secom.
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A secretaria municipal de Meio Ambiente vai plantar mudas de mangueiras no lugar das árvores
derrubadas por ordem da prefeita Maria do Carmo no final da avenida Borges Leal. Como castigo, a prefeita deveria passar um mês molhando as mudas.
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Essa novela do Valtinho com o São Raimundo, ou vice-versa, está enchendo o saco. Se o time passar de fase, hoje, Carpegiani Sarmento deveria ser mantido. Mas...
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Leia abalizado artigo de Lúcio Flávio Pinto sobre os 30 anos dos grandes projetos na Amazônia.
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Prefeitura de Santarém quer desapropriar a preço de banana o terreno do antigo karaoquê, ao lado do Iate Clube, para construir ali uma estação de tratamento do esgoto da rede de esgotamento dos bairros do Caranazal e Mapiri construída com verbas do PAC.
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Acompanhe o andamento do jogo São Raimundo x Vênus, aqui no Bog do Estado, a partir de 17 horas.
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Até lá.
São Raimundo confia na vaga
O São Raimundo entra em campo hoje reforçado pela confiança da torcida e pelo meia Michell, xodó da equipe santarena, que retornou depois de uma rápida passagem pelo Paysandu, para tentar garantir o avanço à terceira fase da Série D do Campeonato Brasileiro, contra o Gênus, de Rondônia.A partida, que será disputada às 17 horas, no Colosso do Tapajós, deve ter casa cheia: 10 mil ingressos foram postos à venda. A diretoria do Pantera resolveu baixar ainda mais o preço dos ingressos. Em caso de classificação, é muito provável que o técnico Válter Lima volte ao comando da equipe, decisão que tem o aval até do treinador Carpegiane Sarmento.O Pantera se classifica se empatar sem gols ou vencer. Empate por 1 a 1 leva a decisão da vaga à 3ª fase da Série D para a cobrança de tiros livres da marca do pênalti, a partir de dois gols classifica o time de Rondônia.Se o empate por 1 a 1 contra o Gênus em Porto Velho, no último domingo, pode ser considerado um bom resultado, as circunstâncias da primeira partida dão motivos suficientes para o São Raimundo abrir o olho contra o adversário hoje. Carpegiane Sarmento lembrou que a equipe rondoniense é qualificada e esteve na frente do placar na maior parte do jogo. 'Eles saíram na nossa frente e souberam fazer o jogo. Depois conseguimos empatar e poderíamos até ter chegado à vitória, mas eles se fecharam', lembrou o técnico.Sarmento também se disse satisfeito com a movimentação da equipe durante os treinos da semana. Ele acredita numa boa apresentação da Pantera hoje. O treinador afirma que tanto Rafael Oliveira quanto Michell podem fazer dupla com Trindade e completa dizendo que os dois são grandes jogadores e saberão o que fazer.Sobre a possibilidade de Valtinho voltar à equipe em caso de classificação, Carpegiane mostrou-se resignado. 'O Valtinho é um grande técnico, um profissional de primeira linha no Pará e até fora daqui, então se ele voltar será um grande reforço para a nossa equipe. Eu sempre fui auxiliar-técnico e vou continuar ajudando como puder', afirmou.Se a Pantera tem motivos de sobra para acreditar na classificação, o mesmo não acontece com o Gênus. Apesar de os jogadores da equipe rondoniense demonstrarem confiança, o técnico Nilo Neves teve alguns problemas para armar a equipe que entrará em campo hoje.Além do zagueiro Wanderson, o treinador perdeu mais dois titulares da equipe: o também zagueiro Simônio, com dores no pescoço, e o lateral esquerdo Jean, que foi dispensado pela diretoria. Com os desfalques, é provável que o Genus mude o esquema tático - do 3-5-2 para o 4-4-2. De quebra, o time veio para Santarém com apenas 15 jogadores.
sábado, 22 de agosto de 2009
Contra a padronização da cozinha
Para ele, é importante ter consciência da origem do alimento e não deixar a essência da cozinha regional ficar perdida no tempo. “A nossa cultura gastronômica tem muito potencial. Muita gente está voltando ao passado, usando técnicas e receitas antigas, o que é muito bom”, afirma.
Ele lembra que na Amazônia, por exemplo, as formas de extração e manipulação do cacau foram conservadas, o que faz toda a diferença no produto final. “O chocolate fica com uma textura e um sabor que não há igual”, conta Sicília, que também é líder do movimento Slow Food no Brasil. Para ele, não pode haver padronização na cozinha. “O alimento tem de ser bom, prazeroso, saudável e não pode agredir o meio ambiente para ser produzido, além de ser justo para quem compra e para quem produz”, explica.
A caminho de 200 mil acessos
Obrigado leitores.
Lúcio Flávio Pinto: A condenação de Hélio Gueiros
A ação foi proposta pelo Ministério Público Federal e acolhida pelo juiz Ruy Dias de Souza Filho. O MPF utilizou na denúncia os documentos dos processos nos quais tanto a justiça eleitoral quanto o Tribunal de Contas da União rejeitaram a prestação de contas do Partido da Frente Liberal. Elas abrangiam de despesas não autorizadas a gastos sem comprovação ou com notas fiscais rasuradas e com prazo de validade vencido.
A omissão do Diário diante de um fato tão grave se explica: Hélio Gueiros se reconciliou com Jader Barbalho e hoje é um dos seus liderados no PMDB. Gueiros foi sucessor de Jader no governo do Estado, em 1987, mas os dois romperam antes do final do mandato. Hélio apoiou a candidatura do ex-prefeito de Belém Sahid Xerfan, nomeado por Jader para esse cargo, no qual permaneceu até 1985, quando foi substituído cirurgicamente pelo então governador, que colocou no cargo o ex-secretário de saúde do coronel Alacid Nunes, Almir Gabriel. Apesar do uso ostensivo da máquina oficial, Jader derrotou Xerfan, em 1990. Foi uma das campanhas eleitorais mais violentas dos anos recentes. Jader e Hélio trocaram acusações pesadas.
O Liberal se tornou a caixa de ressonância dos ataques a Jader Barbalho, acusando-o principalmente de enriquecimento ilícito e desvio de recursos públicos em benefício pessoal. Hélio Gueiros rompeu com Romulo Maiorana, pai, do qual era amigo e com quem trabalhava, como um dos redatores da principal coluna do jornal, o Repórter 70. Hélio sabia que Romulo apoiaria os candidatos do PDS (o partido do regime militar, que sucedeu a Arena) ao governo (o empresário Oziel Carneiro) e ao senado (o coronel Jarbas Passarinho). Como também era candidato ao senado, não só se incorporou definitivamente à oposição (que contava com a adesão do governador Alacid Nunes, rompido com o governo federal para não apoiar Passarinho) como passou a atacar o amigo e sua família. Revelou detalhes íntimos da atividade empresarial e política de Romulo e também atacou sua vida privada, não poupando sequer sua esposa, Déa.
Jader se elegeu governador pela primeira vez, Hélio conseguiu a vaga do senado e a antiga relação com o dono do grupo Liberal foi restabelecida, mantendo-se até a sua morte, em abril de 1986. A partir daí a convivência de Hélio Gueiros com os herdeiros de Romulo dependeu dos seus interesses políticos e comerciais. Sem a intimidade que havia com o fundador do império de comunicações e com os desgastes da litigância de 1982, nunca inteiramente superados, a aliança do grupo Liberal com Gueiros dependia da retribuição que ele desse ao apoio recebido. Teria que pagar para continuar a merecer a cobertura dos veículos da corporação.
Gueiros pôde pagar a conta e, com isso, adiar uma eventual retaliação: depois de ter sido senador, na volta à carreira política, interrompida pela cassação durante o regime militar, foi governador do Estado e prefeito de Belém. Com abundantes verbas publicitárias, o erário manteve seus elevados índices de aprovação no jornal e nas emissoras de televisão e rádio dos Maiorana. Fiel ao seu estilo, porém, ao sair da prefeitura, em 1996 (seu último cargo político, em virtude da fracassada tentativa, feita logo depois, de voltar ao senado), Hélio Gueiros deixou muitas contas pendentes para seu sucessor, o adversário Edmilson Rodrigues, do PT. O passivo de um milhão de reais de restos a pagar ao grupo Liberal causou o primeiro atrito entre o novo alcaide e os Maiorana, que só não levou a uma guerra aberta porque o erário logo contemporizou as diferenças.
O episódio revelou que, por trás do entendimento entre Gueiros e os Maiorana, oneroso para os cofres públicos, havia uma mal acomodada desconfiança, que, mais cedo ou mais tarde, conforme as circunstâncias, evoluiria para um novo acerto de contas. Aos 82 anos, é pouco provável que Hélio Mota Gueiros ainda consiga conquistar algum cargo político, que lhe devolva a condição de ordenador de despesas, com poder sobre a destinação de verbas de publicidade.
O poder que lhe resta é a página semanal que Jader Barbalho voltou a lhe reservar no Diário do Pará, depois de um período de privação (ou provação). Nela, conforme a vontade do padrinho, poderá ainda cometer alguma retaliação ou dano, graças ao seu estilo de jornalismo, forjado no próprio O Liberal, quando instrumento de combate do PSD (Partido Social Democrático), de Magalhães Barata. Mas não muita, nem de maior alcance. A chamada da primeira página e a destacada matéria interna do dia 8 podem ter sido a oportunidade para a segunda geração dos Maiorana declarar que a história de Hélio Gueiros acabou, ao menos nos veículos do império das comunicações. O ex-prefeito nada disse em sua coluna: nem sobre a condenação nem sobre a matéria dos seus ex-amigos. Deve ter repetido para seus botões uma frase com a qual ficou famoso: e eu choro? O choro cabe mesmo é ao povo, que paga a conta.
DESGRAÇA VIRA BOA FONTE DE RENDA
Da Redação
Ajudar pessoas doentes que não têm condições financeiras de se tratar é uma maneira de demonstrar solidariedade ao próximo. O brasileiro tem o hábito de ser solidário. Agora usar a desgraça do outro para benefício próprio é um absurdo! Mas há uma prática que faz isso em Santarém, de modo que está se tornando comum: são os carros de propaganda ambulante pedindo ajuda financeira para um doente, que inclusive sempre se encontra no interior do veículo. Vale ressaltar que não se estar pondo em dúvida o doente muito menos seu estado físico. Estar sendo colocado em questão o uso dos serviços da propaganda para esta finalidade. Sabe-se que estes serviços não são gratuitos, eles exigem custos, que não são poucos, pois são cobrados por hora de divulgação. Esses carros são encontrados, geralmente, no centro comercial, na frente dos bancos e das feiras da cidade.
Em conversa com uma senhora que se utiliza juntamente com seu neto, criado como filho - uma criança doente mesmo - desse recurso para conseguir ajuda, a reportagem do jornal foi informada de que o dono do carro pratica um "ato de solidariedade". Segundo ela, não só a criança é doente, mas ela também. Teve fratura nas pernas e anda de muletas, tem problemas de osteoporose e caroços no seio. A mulher afirma que o serviço de som não é pago por ela, uma vez que é cedido pelo genro do proprietário do veículo, com a permissão devida. Afirma que o único valor que ela gasta é o de R$ 15,00 para o combustível do carro, mas um 'lanchinho' para o motorista. O dinheiro arrecadado fica para ela.
A criança que a acompanha é um menino com deficiências na fala e de locomoção, tem 10 anos e recebe benefício de 1 salário mínimo desde bebê, pois nasceu com a doença - que a senhora não soube dizer qual era. A avó diz que a mãe biológica do garoto sofreu de depressão pós-parto e ficou com seqüelas até hoje. Perguntada se já havia levado a criança a Associação de Pais e Amigos de Excepcionais (APAE) ela disse que sim, mas que não tem condições de acompanhar a criança nos trabalhos da entidade. A única forma de cuidar dele é ficando em casa, o que não acontece.
Ela disse que sempre vai ao centro nos dias mais movimentados, como nos dias de pagamento. Quando o movimento fica 'fraco' ela vai para os bairros. O dinheiro arrecadado a tira do 'sufoco', pois a única fonte de renda (a da criança) não supre as necessidades do mês com moradia, alimentação e remédios. "Quando era no meio do mês a gente não tinha mais nada, e fica comendo ovo ou conserva (carne enlatada) até chegar o outro pagamento. Agora não, já dá pra comprar carne e algumas coisas pra ele (a criança)", declarou a senhora.
A avó fala que um terreno no Cucurunã foi doado a ela pelo genro do dono do carro de som que a acompanha e que seu objetivo é construir uma casa e sair do aluguel, "pra isso também que eu peço ajuda à população", comenta. Falou também que já esteve no INSS por 4 vezes para realizar perícias médicas, mas não conseguiu aprovação da solicitação de benefício. Já foi à Prefeitura por algumas vezes tentar algum tipo de auxílio do município, mas nunca seus pedidos foram atendidos.
A reportagem ficou cerca de 20 minutos conversando com senhora e nesse intervalo de tempo o motorista do carro não estava presente, segundo a idosa, ele sai e quando chegar o horário do almoço ele volta.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Alunos do Alvaro Adolfo protestam por melhorias e denunciam que estudam debaixo de árvores
Na manhã do dia 18, alunos da escola Álvaro Adolfo da Silveira fizeram uma passeata saindo da escola passando pelas ruas do centro da cidade até o Ministério Público Estadual. O protesto foi contra as precárias condições do prédio da escola. O Grêmio Estudantil organizou o manifesto e montou uma comissão para falar com o Promotor de Justiça Dr. Hélio Rubens P. Pereira. Além dos representantes do Grêmio, a comissão contou a participação de duas professoras e da Técnica em Educação Joana Cunha Bernardo.
O promotor recebeu os manifestantes e ouviu novas reclamações do caso. Segundo o Dr. Hélio, esse é um fator inédito na história paraense - que ele tenha conhecimento -, alunos que tem a iniciativa de ir reivindicar por reformas na escola.
O promotor Hélio Rubens ajuizou Ação Civil Pública contra o Estado do Pará pedindo que a justiça determine no prazo máximo de noventa dias, a execução de obras nas escolas Plácido de Castro e Álvaro Adolfo da Silveira, que correm o risco de incêndio e desabamento. Ele afirmou que apesar de a publicação da Ação estar constando no dia 03 de junho, nesta data foi feita a publicação à imprensa. Para tornar-se oficialmente publicado o Estado precisa receber uma citação do Ministério via oficial de justiça para só então ser contada como data legal. Portanto, o governo estadual ainda está no prazo, pois só recebeu a citação semana passada.
Na ocasião foram acrescentadas novidades da situação do prédio da escola como o caso do pavilhão 2, com 7 salas dando um total 21 turmas só desse pavilhão não tem aulas pelo fato da fiação elétrica estar comprometida. "Nem as lâmpadas e nem os ventiladores são ligados, temos medo de pegar tudo fogo", confessa uma estudante.
Outra reclamação feita ao promotor foi a de que a cozinha da escola não estar apropriada para o acondicionamento devido da merenda escolar. "Desde maio a merenda foi disponibilizada para os alunos do Ensino Médio, mas por falta de estrutura da cozinha voltaram duas vezes da porta da escola", reclama Aya Cristina, professora da escola. Ela reforça dizendo que os alunos estão tendo aulas debaixo das árvores , pois não suportam o calor e têm medo do desabamento do telhado.
Uma aluna relatou também que, no dia 13, um ventilador caiu do telhado da sala, no momento da aula, passando há poucos centímetros de um aluno.
Sobre os kit's escolares, o representante do Grêmio Estudantil, da manhã, Rubens de Sousa disse que eles foram entregues separadamente. Primeiro, entregaram a agenda e a mochila no final do mês de abril, depois, em junho, entregaram o restante que são duas camisas. "A mochila não tem como usar, ao colocar um livro se soltam as alças", relata Rubens. Indagado se eles tinham recebido alguma justificativa sobre a demora da entrega dos kit's, ele contou que a explicação dada aos alunos era de que a escola abriu licitação para que as camisas fossem confeccionadas em Santarém.
Os casos relatados ao promotor serão adicionados à Ação. Com relação à outras escolas Hélio Rubens disse que sua intenção é de atender as reivindicações de todas as escolas de Santarém, não só as da área urbana, mas como as do interior também. Reforçou que está empenhado em ajudar as escolas necessitadas.
Iracy Gallo fala sobre kits escolares
Repórter
A secretária de Educação Iracy Gallo falou com exclusividade à reportagem de O Estado do Tapajós sobre o processo judicial aberto para apurar denúncia do Ministério Público Federal sobre superfaturamento na aquisição de kits escolares distribuídos pela Seduc aos alunos da rede pública estadual.
O Estado do Tapajós: O que a senhora diz sobre a reinauguração da escola Mª Uchôa?
Iracy Gallo: O governo do estado está muito feliz em entregar mais um espaço completamente revitalizado em Santarém e em outros 142municípios do Pará. Só neste mês de agosto, o estado está entregando 34 escolas revitalizadas para a comunidade. Isso faz parte do nosso compromisso de resgatar a dignidade e garantir um ensino público de qualidade.
O Estado do Tapajós: E com relação às eleições diretas dos diretores de escolas?
Iracy Gallo: Isso é um compromisso da governadora Ana Júlia, um compromisso de campanha. Uma luta histórica do movimento dos trabalhadores da educação são as eleições diretas. As escolas que têm conselho escolar, que estão adimplentes e que fizeram seu projeto político pedagógico atualizado 'tão' realizando as eleições.
O Estado do Tapajós: Com relação aos kit's escolares o que a senhora fala sobre a denúncia de superfaturamento, e no caso de Santarém, se eles foram comprados aqui e quando vão ser entregues?
Iracy Gallo: O kit escolar já foi entregue em Santarém e eu estou muito tranqüila. A ação foi dentro da lei. Nós já encaminhamos toda a documentação para a justiça e estamos aguardando o pronunciamento da justiça.
O Estado do Tapajós: O que a senhora tem a falar sobre o pronunciamento da deputada Regina Barata criticando sua gestão?
Iracy Gallo: Eu não me recordo da deputada Regina Barata contestar a minha gestão.
SESI realiza festival de música em Santarém
O evento é uma realização do Serviço Social da Indústria (SESI) Pará, que tem o objetivo de estimular as habilidades musicais do trabalhador, favorecendo seu desenvolvimento profissional e pessoal. Além deles, o público presente poderá assistir ao show do artista Sebastião Tapajós.
Os trabalhadores estão disputando o Festival em duas modalidades: “Interpretação não inédita” e “Composição e interpretação inédita”. O trabalhador da indústria pôde escolher qualquer estilo musical brasileiro para apresentar a interpretação ou a sua composição.
De acordo com o gerente de cultura, esporte e lazer do SESI, Éder Palheta, o festival é uma grande oportunidade para os trabalhadores das indústrias mostrarem o seu talento para a música. “O Festival é mais um palco para a descoberta de novos talentos. É uma oportunidade para os trabalhadores mostrarem seu potencial como músicos, compositores e intérpretes”, afirma Palheta.
Ainda de acordo com Palheta, o SESI trabalha para facilitar o acesso dos trabalhadores e da população aos bens e manifestações artísticas. “Com a realização deste Festival, pretendemos também, contribuir para a formação técnica dos participantes. Incentivando esta cultura, temos a certeza de estar promovendo a melhoria da qualidade de vida do trabalhador da indústria”, destaca.
TSE aprova plebiscito de Mojuí dos Campos
Foi publicada nesta quinta-feira (19) a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que aprova um plebiscito realizado por duas vezes: em 1995 e 1999. Nas duas oportunidades, mais de 84% da população de Mojuí e de Santarém votaram a favor da emancipação.
As eleições não foram realizadas até hoje pois o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, não havia homologado os referendos. Apesar de criado, não poderia ser implantado. Porém, o Tribunal Regional Eleitoral do Pará cumpriu a lei e enviou toda a documentação, inclusive dos plebiscitos realizados e aguardava apenas homologação do plebiscito.
Isso só poderia ser concretizado pelo TSE, o que ocorreu esta semana, de acordo com resultado de sessão de julgamento divulgada no site do Tribunal. “O Tribunal, por unanimidade, homologou o plebiscito no município de Santarém, objetivando a criação do município de Mojuí dos Campos. Votaram com o relator a Ministra Cármen Lúcia e os Ministros Félix Malcher, Aldir Passarinho Junior, Marcelo Ribeiro e Arnaldo Versiani”, diz a breve nota do Tribunal.
Acompanhando de perto o processo, o Senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) explica que todo o trabalho recente foi motivado em função da aprovação da Emenda Constitucional 57/2008, que permite a criação de municípios cuja lei tenha sido publicada até 31 de dezembro de 2006. “Era exatamente o caso de Mojuí dos Campos. O deferimento pelo TSE garantiu que a lei foi cumprida em Mojuí e já deveria ter sido efetivamente criado o novo município”, disse Flexa Ribeiro.
O parlamentar paraense informa ainda que irá nos próximos dias ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Pará, juntamente com o ex-deputado federal Nicias Ribeiro, para debater a situação. “Agora a coisa é mais prática. O TRE será informado sobre todo o processo e irá definir a data de eleição, para que Mojuí tenha seu prefeito. O Pará passará em breve a ter 144 municípios”, declarou Flexa Ribeiro.
Mojuí dos Campos possui 32 mil habitantes distribuídos em pouco mais de 56 mil quilômetros quadrados. Em dois plebiscitos, realizados nos anos de 1995 e 1999, mais de 84% da população de Mojuí e de Santarém votaram a favor da emancipação. No dia 29 de maio deste ano, já havia indicativo de que o TSE iria aprovar o plebiscito. A Procuradoria-Geral Eleitoral emitiu parecer favorável, assinado vice-procurador geral eleitoral, Francisco Xavier Pinheiro Filho.
Hospital regional em greve
A direção do hospital não pagou até ontem os salários de julho.
Valtinho não acerta e Carpegiani comanda Pantera domingo
Dessa forma, a possibilidade de Valtinho ser apresentado aos atletas ainda no treino de hoje à tarde são remotíssimas.
Mas há ainda quem acredite em milagre.
PM evita invasão e linchamento
A prisão dos 10 homens aconteceu ontem (20/08) por volta das 14 horas em dois bairros da cidade eles foram presos em flagrante pelos crimes de ameaça, invasão de domicilio e formação de quadrilha. Os cidadãos Marcos Vinicios das Chagas, Alexandre Branches de Sousa, Nonato Adriano Corrêa Jati, Darlison da Silva Gonçalves, Samuel Vieira da Silva, Antonio Carlos Silva dos Santos, Elielson Costa dos Reis, Endresson Aragão Leal, Márcio Anderson Sousa e Leandro Azevedo Castro estariam em busca de um homem acusado de ter furtado uma motocicleta e por esse motivo tentaram invadir a residência das senhoras Francisca Rosinete Silva Corrêa na Rua Edvaldo Leite nº. 244 no bairro Santo André, mãe da pessoa que procuravam e de Iolene Santos Andrade na Rua Tucano nº. 88 no bairro São Francisco que seria a companheira do mesmo.
Os presos negaram que tivessem invadido as residências e provocado algum dos outros crimes que são acusados, mas as informações repassadas pelo comandante da guarnição que prendeu o bando, sargento Anacleto Silvano Imbiriba Lima grande parte dos presos já é reincidente em crimes principalmente de desordem, “Nos estamos diariamente na rua e sabemos que constantemente alguns componentes de grupos como “pizeiro” e “playboy” que se intitulam mototaxistas estão constantemente envolvidos em crimes como confrontos em via pública e outros do tipo que está sendo apresentado agora. A intenção deles era fazer justiça com as próprias mãos”, afirmou o sargento Anacleto da polícia militar que também apreendeu as 10 motocicletas que estavam com os homens e encaminhou para o quartel do 3º Batalhão de Policia Militar.
O delegado responsável pelo inquérito Jamil Casseb lavrou o flagrante de todos e reafirmou que a maioria já tem passagem pela polícia, “No grupo existem alguns que já foram presos com droga recentemente além de outros crimes contra a ordem pública”, afirmou o delegado. Todos os 10 homem estão presos no setor de triagem da delegacia da polícia civil.
No sentido de continuar promovendo o policiamento ostensivo e garantindo a paz na cidade será realizado neste fim de semana em Santarém a operação “Paz na madrugada”.
(Fonte: Ascom PM/STM)
É ameaçando que se recebe
SECRETARIA MUNICIPAL DE INFRA-ESTRUTURA - SEMINF
EXTRATO DO CONTRATO Nº 026/2009- SEMINF
Origem: Concorrência Pública 001/2009- SEMINF, Contratante: PMS/ Secretaria Municipal de Infra Estrutura, Contratado: R C G Tolentino - Objeto: Prestação de Serviços de Drenagem Superficial com Assentamento de meio fio e calçadas, Valor R$ 2.280.000,00 (dois milhões duzentos e oitenta mil reais) Recurso Financeiro: OGU/ESTADO/ PMS/ SEMINF. Prazo de Execução 12 (doze) meses a contar da emissão da ordem de serviço.
Arqtª Alba Valeria Jorge Lima
Séc. Municipal de Infra Estrutura
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Para um bom entendedor, basta apenas esta publicação no Diário Oficial.
Seduc suspende concurso interno
Leia mais aqui
Democratas encomenda pequisa sobre sucessão estadual
Os números ainda não foram fechados e estão deixando na expectativa os potenciais candidatos ao governo e senado.
Será que o resultado da pesquisa será divulgado?
Novela continua
Hoje de manhã teria acertado uma reunião com os cartolas do São Raimundo.
Se fechar negócio, Valtinho será apresentado no treino-apronto de hoje à tarde.
Mas tem gente que acha que Valtinho vai recuar...
Será?
Manchetes desta sexta-feira de O Estado do Tapajós
PANTERA PEGA GÊNUS SEM TÉCNICO DEFINIDO
EXPLORAÇÃO DA POBREZA RENDE BOM DINHEIRO
OS GRANDES PROJETOS NA AMAZÔNIA FAZEM 30 ANOS
SEDUC REINAUGURA ESCOLA MARIA UCHOA MARTINS
ALUNOS DO ALVARO ADOLFO PROTESTAM POR MELHORIAS NA ESCOLA
TRE MANTÉM MANDATO DE VEREADOR VALDIR MATIAS JR.
PRÉ-LANÇAMENTO DO ÇAIRÉ TERÁ SHOW DE GIL E BANDA DIA 5 DE SETEMBRO
PORTO DA MARQUES & PINTO É EMBARGADO PELO IBAMA
RECADASTRAMENTO DO BOLSA-FAMÍLIA VAI ATÉ 31 DE AGOSTO
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Ana Júlia vai a universidade paulista falar sobre sustentabilidade ambiental
| No dia 24 de agosto (segunda-feira), às 19h30, a Governadora do Estado do Pará, Ana Júlia Carepa, virá à UniABC para proferir uma palestra sobre os principais projetos e ações de seu governo, referentes à sustentabilidade ambiental e o ordenamento territorial, nos aspectos fundiário e ambiental. Especialistas e autoridades na área de gestão ambiental e desenvolvimento sustentável já confirmaram presença no evento, como é o caso do Secretário de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Francisco Graziano Neto. A vinda da governadora é parte das comemorações dos 40 anos da UniABC e foi firmada em 9 de março deste ano, quando da visita do Reitor da Instituição, Prof. Ms. Flávio Rebustini, ao Estado do Pará, para a discussão de parcerias em projetos, como a ida de estudantes da UniABC ao Estado para a realização de estágios, além da parceria no projeto de extensão que a Instituição mantém em conjunto com a empresa Pematec Triangel do Brasil, localizada em Santarém, para desenvolvimento de produtos a partir da fibra curauá. |