quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Policia investiga uso do Navega Pará com fins comerciais
Jorge Souza, da Diretoria de Clientes e Mercado (DCM) da Empresa de Processamento de Dados do Pará (PRODEPA), explica que são cerca de 100 pontos conectados, na rede do NAVEGAPARÁ, entre escolas, unidades de segurança pública, saúde, administrativas e de justiça e cidadania. Dois pontos de livre acesso (Orla/Igreja Matriz e mirante) e 10 infocentros. O link principal de chegada em Santarém tem a capacidade de transmissão de 6,25 Gbps e cada ponto conectado pode atingir até 6 Mbps.
Sobre as ocorrências de comercialização do sinal do 'Navega Pará', Jorge admitiu que o PRODEPA tem conhecimento da captação do sinal por outras antenas próximo aos pontos de acesso aberto, mas diz que nãopode comentar o assunto. "Pelo fato de estar sob investigação, não podemos divulgar", despistou.
Jorge alerta que a captação ilícita do sinaldo Navega Pará tem a mesma tipificação do crime de furto disposto no artigo 155 do Código Penal, pelo qual, desde que juridicamente comprovado o crime através de processo judicial com todas as garantias constitucionais previstas, a pena é de reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa. Por este motivo, já existe um equipe de policiais complementada com peritos, investigando os supostos autores do desvio de sinal para posterior apuração de responsabilidades. Adicionalmente, estão sendo instalados servidores "proxy", no intuito de manter um maior controle sobre os acessos nos pontos públicos.
Os órgãos públicos que recebem o sinal do navega Pará têm os serviços atrasados por causa do sistema. A Superintendência Regional de Polícia Civil os serviços são afetados diretamente. Francinara de Almeida, assistente administrativo da superintendência, informa que o sistema oscila freqüentemente, comprometendo o atendimento. "O sistema fica fora do ar e as pessoas pensam que nós não queremos atender", comenta a assistente. Francinara informa que quando o sinal do Navega Pará normaliza os serviços são agilizados, mas que na semana passada o sistema passou a maior parte com problemas. "Não ficava sempre fora do ar, mas o servidor sempre 'caía'", comenta.
No departamento de identificação da Polícia Civil, o problema é o mesmo. Os usuários que vão para tirar seu documento de identidade têm que esperar horas, se quiser sair com a carteira de identidade nas mãos no mesmo dia.
Os funcionários contam que o serviço atrasa, mas a fila só não é maior por causa da descentralização dos serviços de expedição de carteiras identidades.
Já no Mirante, onde existe uma antena do Navega Pará com sinal aberto, os internautas que se utilizam do espaço para navegar na rede, também apontam os mesmos problemas.
Andréia Reis, moradora do bairro do Maracanã, disse que vai todos os domingos ao Mirante para acessar. Ela conta que a conexão à rede, geralmente, é mais rápida aos domingos. Mas que ultimamente tem sido mais difícil.
UFOPA nasce como referência amazônica, diz vice-reitora
Segundo a professora Raimunda Monteiro, vice-reitora da recém-criada Universidade Federal do Oeste do Pará(UFOPA) a nova universidade irá produzir conhecimento de excelência sobre a Amazônia. "A UFOPA, já nasce como referencia dentro do sistema que esta aperfeiçoando o ensino no Brasil, dentre as demais novas universidades criadas esta é a única que propõe trabalhar com o sistema de ciclos constituídos sobre eixos temáticos: Sociedade.Natureza e Desenvolvimento: Relações Sociais, locais e globais; A produção do conhecimento: Ciência e não ciência; e, Lógica, Informática e Comunicação".Segundo a vice-reitora, "na Ufopa estará em foco o conhecimento amazônico, os quais serão trabalhados nos dois primeiros períodos de vida acadêmica, gerando um certificado de Extensão Universitária em Estudos da Amazônia, com o total de 800h aula. O semestre seguinte direciona o aluno ao instituto especifico, o qual direcionará o mesmo ao curso escolhido, o encaminhamento se dará através de uma avaliação desempenho interno", explicou.
Raimunda alerta que "é importante que os vestibulandos saibam que a partir de 2011 a seleção pra ingresso da UFOPA será feita através do ENEM, Exame Nacional do Ensino Médio, diferentemente dos vestibulares atuais".
Cargill arrenda armazéns no planalto para evitar congestionamento de caminhões na área da CDP
Com a medida, a Cargill espera evitar que se formem imensas filas de caminhões na avenida Cuiabá, como aconteceu este ano, atrapalhando o trânsito nas imediações do porto da CDP.
Mesmo os caminhões abastecidos que ficarem no pátio da Matogrosso só entrarão na zona urbana da cidade quando receberem permissão da empresa para se deslocar até o porto sem necessidade de esperar em fila, do lado de fora do terminal, na avenida Cuiabá.
Diretoria do Leão pune atletas por derrota diante do Pantera
Os jogadores do São Francisco perderam o direito de ir aos treinos a bordo de ônibus confortável após a derrota para o São Raimundo, por 2 x0, na última terça-feira.
Ontem, os atletas do leão tiveram que se espremer no interior de uma van para chegar até o campo de treinamento.
Nenhum diretor apareceu para incentivar os jogadores. O técnico Arapixuna teve que se virar sozinho para incentivar a equipe.
Os jogadores azulinos são acusados pela diretoria de fazer corpo mole em campo, apesar de todo o apoio que lhes é dado, incluindo, aí, gratificações por vitórias.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Pará receberá o maior projeto de exploração de níquel do mundo
As reservas minerais de Jacaré foram avaliadas e apresentam potencial para suportar uma planta industrial de pirometalurgia e outra de hidrometalurgia. A produção anual estimada de níquel é da ordem de 35.000 toneladas provenientes da planta de pirometalurgia e de 47.000 de toneladas de níquel eletrolítico mais 5.400 toneladas de cobalto provenientes da planta de Hidrometalurgia.
Aprovado no Senado referendo sobre fuso-horário no Oeste do Pará
Foi aprovado em caráter terminativo na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado o projeto (PDS 931/2009) de autoria do Senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), que estabelece a realização de um referendo na região Oeste do Pará e parte do Amazonas, atingida pela mudança de fuso horário desde 2008.
A aprovação ocorre apenas uma semana após o projeto ter sido apresentado. Agora, a proposta segue para votação em plenário em regime de urgência. Em seguida irá para tramitação na Câmara dos Deputados.
O relator na CCJ foi o Senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que incluiu uma emenda, a pedido dos senadores Flexa Ribeiro e Arthur Virgílio (PSDB-AM). A alteração, também aprovada, define que o plebiscito seja realizado apenas nas 18 cidades do Pará atingidas pela mudança e em parte do Amazonas.
“Caminhando pelo Oeste do Pará, verificamos que existem dificuldades enormes ocorridas com a mudança, fato aos hábitos da população. Fui solicitado que se fizesse isto que propomos: que se dê à população a oportunidade de decidir se quer ter seu fuso igual ao de Brasília ou retorne ao que era antes da mudança. E isto deve ser decidido por aqueles que tiveram suas vidas alteradas”, explicou Flexa Ribeiro.
Para Arthur Virgílio, também signatário do projeto, o referendo pode trazer à tona os transtornos causados à população. “As pessoas que moram nessas regiões estão tendo que fingir o horário deles. São muitas as críticas. Inicialmente defendi as vantagens econômicas que a mudança poderia trazer. Mas, pensamos também na questão social e na segurança, além do transtorno causado para as pessoas. Eu que ia errar, recuei pois sou obediente ao que dizem aqueles que represento. Mantenho a coerência, pois a mudança não está sendo favorável aos moradores de municípios atingidos por essa alteração”, destacou Virgílio, durante a aprovação na CCJ.
Para Flexa Ribeiro, a expectativa é que na Câmara dos Deputados o projeto tramite também rapidamente. “Tenho certeza que a bancada do Pará estará unida na defesa dessa causa, que é dar aos moradores da região Oeste a decisão sobre uma questão que influencia a vida deles. Essas decisões não podem ser tomadas sem o aval da população. E é isso que queremos fazer: dar a chance da população se manifestar”, destaca o senador paraense.
Entenda mais
No dia 24 de junho de 2008, o Estado do Acre e parte do Pará e Amazonas tiveram seu fuso horário alterado em função da Lei nº 11.662, sancionada pelo presidente da República dois meses antes daquela data. Os relógios foram adiantados em uma hora e a diferença horária em relação a Brasília, no estado do Acre, passou de duas para uma hora a menos.
Já no Pará, os municípios do Oeste do Estado ficaram com o mesmo horário de Belém e de Brasília. Exceto, claro, durante o período de vigência do horário de verão, que não vale para o Estado do Pará.
No Oeste do Pará, os municípios atingidos pela mudança em 2008 foram: Alenquer, Almerim, Aveiro, Belterra, Curuá, Faro, Jacareacanga, Juruti, Itaituba, Monte Alegre, Novo Progresso, Óbidos, Oriximiná, Prainha, Rurópolis, Santarém, Terra Santa e Trairão.
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Atualizado às 23h11:
O plenário do Senado votou, às 21h34, o PDS 931/09 do Senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), subscrito também pelo Senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) que estabelece um referendo para a região Oeste do Pará e parte do Amazonas decidir sobre o fuso-horário que foi alterado nas regiões desde 2008. A matéria foi apresentada e aprovada em apenas uma semana. Já segue agora para a Câmara dos Deputados.
Igreja Universal quer comprar o Baenão
Do Blog do Gerson Nogueira:
Belém- Caiu mais um dos mistérios sobre o controvertido projeto de venda do estádio Evandro Almeida. O comprador, ainda não divulgado oficialmente, será mesmo a Igreja Universal, que já apresentou proposta e aguarda a decisão dos conselheiros do clube. No âmbito da igreja, já se comenta que no local onde fica hoje o estádio do Remo será erguido ”o maior templo das Américas”, com quatro torres que se destacarão na paisagem da cidade.
Desde o começo das negociações, a diretoria do Remo optou por divulgar o nome de uma construtora e incorporadora paulista como interessada na aquisição. Nesta quarta-feira, em contato com o comentarista Rui Guimarães, da Rádio Clube, um pastor da Universal informou todos os detalhes do negócio. A proposta da igreja não contemplaria, porém, a espera de dois ou três anos (tempo que levaria para a construção de um novo estádio, fora da área urbana) para utilização do terreno da rua Antonio Baena.
Antes da Universal, os dirigentes do Remo chegaram a propor a venda para um grupo supermercadista de Belém e para o prefeito Duciomar Costa. Segundo fontes do próprio clube, a dificuldade em obter certidões negativas emperrou o negócio até agora.
Hospital regional muda consultas de 'retorno'
Cilícia FerreiraRepórter
O médico Valter Sinimbu, da secretaria municipal de Saúde (SEMSA), informa que a única alteração ocorrida nos agendamentos de consultas do Hospital Regional do Baixo-Amazonas foi a da marcação das consultas de retorno, que antes eram feitas no próprio Hospital Regional. O médico explica que houve um acordo entre o Estado e o município para que os retornos devam ser marcados pela central regulação, para que pudesse haver uma garantia de atendimento, evitando com que pacientes não voltem para casa sem atendimento.
"Assim, o paciente já marca previamente", diz Sinimbu. O paciente sairá do Regional com a solicitação, devendo se dirigir a unidade de saúde, para que seja feito o agendamento por telefone através da unidade. Nos casos de pacientes de outras cidades, o paciente deverá procurar a 9ª Regional do Estado (SESPA) para que seja agendado o retorno desse paciente.
O médico explica que todas as consultas e exames de média e alta complexidade são regulados pela SEMSA, ou seja, o paciente precisa ter uma solicitação médica e esses exames ou consultas são marcadas previamente pela secretaria. O procedimento é feito visando a organização do fluxo dessas consultas ou exames. Sinimbu expõe a finalidade do Hospital Regional que é um hospital de referência, para atender alta e média complexidade para isso precisa dispor de controle do fluxo de atendimentos.
Sinimbu explica que todo o processo de marcação de consultas exames é realizado desde a implantação do hospital na região. Todas as secretarias marcam com a central de regulação. A central de regulação é regional e atende todos os 21 municípios da região, como exemplo, um doente de Monte Alegre que precise ser transferido para o Hospital Regional tem sua transferência marcada pela secretaria municipal local através da central. "Isso ocorre para que o doente não venha à Santarém sem a certeza do atendimento", comenta.
O médico explica que nos casos dos pacientes de outros municípios já estarem em Santarém e serem atendidos por aqui, a marcação do retorno é feita por meio da 9ª Regional de Saúde (SESPA), pois é através da Sespa que é feito o controle do pacientes em tratamento fora do domicílio.
Como critérios para o agendamento, há necessidade de um médico fazer uma solicitação. É esse médico que indica a necessidade ou não do doente consultar um especialista. As consultas agendadas são consultas eletivas. "Tendo a vaga disponível, a central verifica dentro de cada especialidade quantas vagas existem. Desde que haja vaga o paciente é agendado", esclarece Sinimbu.
Nos casos de desistência, o médico diz que é verificada a lista de agendamento e antecipada as consultas para os pacientes posteriores. Ele acrescentou que o agendamento é feito cerca de 15 dias antes da consulta ou exame, para que os serviços se programem e não deixe o paciente sem atendimento. Se houver mudanças, como, um médico adoecer, entrar de férias ou ir a um Congresso os serviços são orientados a notificar a secretaria com antecedência. Nos casos de férias, a notificação precisar ser feita, pelo menos, um mês antes. Nos casos de viagem à congressos, no mínimo 15 dias.
"Isso organiza, evita filas os pacientes, evita que as pessoas de outros lugares venham aqui [Hospital Regional] e não consigam vagas", diz o médico.
Pimenta é refresco para Odair Corrêa
Vejam em que se transformou o nosso vice-governador Odair Corrêa apó sua viagem à China.De lá voltando, Odair anunciou que pretende impor aos alunos das escolas públicas o estudo do mandarim, uma das inúmeras línguas daquele país.
Agora, talvez fustigado por coceira de pó de mico ou urtiga, Odair se apresenta como expert em pimena-do-reino, especiaria que ele, até bem pouco tempo, conhecia apenas como condimento de comidas picantes.
A dúvida é se Odair, embalado por essa cruzada quixotesca, vai se interessar pelos efeitos colaterais do chá do capim barba de bode e anunciar, em breve, que tal remédio caseiro poderá ser liofilizado para distribuição nas farmácias populares espalhadas pelo país afora.
Um apagão nacional
Na noite do dia 10 de novembro milhões de brasileiros foram submetidos mais uma vez a um apagão de proporções gigantescas (não podemos ter memória curta e nos esquecermos do apagão aéreo que tanta confusão trouxe na mobilização das pessoas), este novo apagão afetou nada mais nada menos que 18 estados e algo em torno de 80 milhões de pessoas. O instinto fez com que o uso de alternativas elementares do passado como a iluminação a luz de velas e a noticia captada através do radio até para saber o que realmente havia acontecido voltassem repentinamente a serem utilizados.
O prejuízo com a produção é imensurável (quem paga esta conta?) a segurança ficou como se diz no popular, sem pai e sem mãe, a orientação e o bom senso mandavam permanecer em casa e de preferência bem trancado. Em plena era da tecnologia, os telefones celulares tiveram funcionamento precário e a internet também. Baterias resistiram enquanto puderam, mas somente geradores de potência maior resistiram as mais de quatro horas de apagão em centenas de cidades principalmente na região sudeste.
Leia mais aqui
Pontuando - José Olivar
Toque, não me toque....
Na Coluna de José Olivar, em O Estado do Tapajós:
Um médico urologista que atua em Santarém, não gosta de fazer o "toque" para detectar possível problema prostático. Segundo ele, não há necessidade do exame, se forem baixos os índices do PSA e da ultrassonografia.
Pessoalmente, acho que este profissional caminha na contramão da recomendação unânime da Medicina.
Tenho confirmação de dois casos de recusa do referido profissional. Por outro lado, os excelentes profissionais da urologia, Alberto Tolentino e Mauro Carneiro, rotineiramente fazem o "toque" nos seus pacientes.
Leia a coluna na íntegra aqui.
Criação de novos cartórios em Santarém
José Ricardo Geller e Jarbas Vasconcelos (eleitos respectivamente, para OAB/STM e OAB/PA), devem ter em mente, como uma das primeiras ações, a luta para criação na Comarca de Santarém, de mais três cartórios destinados aos registros públicos de: pessoas naturais e jurídicas; títulos e documentos e imóveis.
Como é sabido, há mais de 30 anos que em Santarém existem apenas três cartórios destinados a estes serviços, só que a população aumentou - hoje é de mais 200 mil habitantes - a cidade cresceu, e continuamos com a mesma estrutura daquela época, o que é inconcebível. Sei que os novos dirigentes abraçarão esta luta junto ao TJE, em prol da coletividade. Atualmente a delegação para cartórios se faz por lei e mediante concurso público.
Quem é o responsável?
A ameaça virou realidade e a madeira foi queimada após um reunião dos manifestantes com um procurador federal.
Ontem, em Altamira, na presença de procuradores federais, lideranças indígenas anunciaram que haverá um 'banho de sangue' na região do Xingu se o governo prosseguir com o projeto de construção da usina de Belo Monte.
Será que o pior vai acontecer de novo e o MPF assiste a tudo de camarote?
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Senado aprova plebiscito do Estado de Carajás
O plenário do Senado aprovou, na tarde desta terça-feira, o projeto de plebiscito para criação do Estado de Carajás. Agora, o projeto segue para apreciação da Câmara dos Deputados. Caso venha a ser criado, o novo Estado será um dos mais ricos do país, em função de sua potencialidade em recursos minerais. Terá cerca de 1,5 milhões de habitantes e renda per capita cinco vezes superior à do Estado do Pará.(Blog do Gerson Nogueira)
Obras emergenciais em Santarém
Em outros pontos da cidade, também estão sendo realizados pela prefeitura de Santarém, trabalhos de infraestrutura. Na Orla da cidade, às proximidades da praça do Mascotinho, já está sendo executado o reforço estrutural do cais de arrimo, seguindo os padrões da obra realizada há dois anos na Orla em frente ao Museu João Fona.
Na Avenida Tancredo Neves, no bairro da Nova República, os trabalhos de assentamento da rede de drenagem profunda continuam na fase de construção dos poços de visita. Na Rua Margarida, no Santarenzinho, está sendo concluída a etapa de assentamento de tubulação da rede de drenagem profunda e posteriormente, serão iniciados os serviços de terraplenagem e a colocação de meio fio.
Na Avenida Rouxinol, no bairro da Floresta, o trecho situado entre a Avenida Moaçara e a Rua Seringueira, está pronto para receber a imprimação. Neste momento, equipes trabalham no tratamento da base no trecho entre as Ruas Seringueira até a Chico Irene.
(Fonte: Assessoria de imprensa da PMB)
RÉU É CONDENADO A 12 ANOS NO PRIMEIRO JÚRI DA VARA ESPECIALIZADA DO TRIBUNAL
Terminou por volta das 16h30 desta terça-feira, a primeira sessão de júri popular da recém-criada 10ª Vara Penal - Privativa do Tribunal do Jùri de Santarém. Sob a presidência do juiz auxiliar Dr. Gabriel Veloso de Araújo, o réu Edgar de Miranda Sousa, lavrador, hoje com 44 anos, acusado de ter matado no dia 20.12.1989 o também lavrador Waldir Figueira Guimarães, (à época com 22 anos), com um tiro de espingarda, foi condenado à pena de 12 anos de reclusão em regime fechado, após veredicto dos jurados pela votação de 5 x 2.
Tumulto - O réu não compareceu ao plenário do Tribunal, sendo julgado à revelia como prevê a nova redação do Código Penal Brasileiro, em seu artigo 457. Antes do início da sessão houve um princípio de polêmica provocada pelo advogado Cléber Parente, que apresentou procuração do réu constituindo-o como patrono na causa. O advogado alegou que foi contratado na sexta-feira e pedia adiamento da sessão por não ter tido acesso aos Autos. Edgar, que já havia tido dois advogados durante o processo, em 2006 optou por defensor público.
O juiz Gabriel e o promotor público Rodrigo Aquino Silva, não concordaram com as alegações do advogado. A defensora Paula Maria Adrião aguardava a resolução do impasse, mas estava pronta para a defesa do réu. Ao final, o presidente do júri indeferiu o pedido do advogado e manteve o início da sessão.
Rixa - O caso em julgamento era sobre um fato ocorrido há 20 anos, na localidade de Ajamury, no Lago Grande, por causa de uma rixa entre famílias pela ocupação de uma área de terras. Edgar chegou a ser preso à época, mas logo foi liberado e passou a trabalhar em uma colônia na BR-163, não sendo localizado e considerado em lugar incerto e não sabido, sendo intimado da Sentença de Pronúncia. (que remete o processo ao julgamento pelo júri popular) por Edital
O réu foi julgado pelo crime tipificado no art. 121, caput, do código Penal Brasileiro (Homicídio Simples), mas sua prisão não foi decretada, por ter respondido o processo em liberdade. A defensoria recorreu da sentença.
O próximo júri da 10ª Vara Penal será nesta quinta-feira (03/12), ainda sob a presidência do Dr. Gabriel Araújo, que é titular da Comarca de Porto de Moz e responde como auxiliar da 10ª Vara de Santarém, por conta das férias do titular, Gérson Marra Gomes.(Jota Ninos)
Florestas são solução mais rápida para o clima
Por mais que já as tenhamos escutado, algumas estatísticas simplesmente nos surpreendem. Uma que sempre me espanta é a seguinte: imaginem que se pegassem todos os carros, caminhões, aviões, trens e navios do mundo e se somassem suas emissões a cada ano. A quantidade de dióxido de carbono, ou CO2, que todos esses carros, caminhões, aviões, trens e navios coletivamente emitiram na atmosfera seria na verdade menor que as emissões anuais de carbono resultantes da derrubada e desmatamento de florestas tropicais em lugares como Brasil, Indonésia e Congo.
Estamos perdendo hoje uma floresta tropical do tamanho do Estado de Nova York a cada ano. E o carbono que isso libera na atmosfera responde por aproximadamente 17% de todas as emissões globais que contribuem para as mudanças climáticas.
Vai demorar um bom tempo até eliminarmos as emissões da frota de transporte mundial. Mas agora - e amanhã - poderíamos eliminar 17% de todas as emissões globais se pudéssemos interromper a derrubada e queima de florestas tropicais. Isso, porém, requer a criação de todo um novo sistema de desenvolvimento econômico - um que torne mais lucrativo para as nações mais pobres e ricas em florestas preservar e administrar suas árvores em vez de derrubá-las para fazer móveis e plantar soja.
Sem um novo sistema de desenvolvimento econômico nos trópicos ricos em madeira, podemos dizer adeus às florestas tropicais. O velho modelo de crescimento econômico as devorará. A única Amazônia (em inglês, Amazon) com a qual nossos netos se relacionarão um dia é a que termina em "pontocom" e vende livros.
Para compreender melhor essa questão, estou em visita à Floresta Nacional do Tapajós, no coração da Amazônia brasileira, numa viagem organizada pela Conservação Internacional e pelo governo brasileiro. Viajando de Manaus para cá em avião a hélice, pode-se compreender por que a floresta amazônica é considerada um dos pulmões do mundo. Mesmo de 6 mil metros de altitude, tudo que se pode ver em qualquer direção é uma extensão ininterrupta das copas de árvores da floresta tropical que, do ar, lembram um vasto e interminável tapete de brócolis.
Uma vez em terra, seguimos de carro de Santarém para Tapajós, onde nos reunimos com a cooperativa comunitária que administra os negócios de cunho ecológico que sustentam os 8 mil moradores que vivem nessa floresta protegida. O que se aprende quando se visita uma minúscula comunidade brasileira que realmente vive na e da floresta é uma verdade simples, mas crucial: para um ecossistema da natureza, é preciso um ecossistema de mercados e governança.
"É preciso um novo modelo de desenvolvimento econômico. Um que se baseie em elevar os padrões de vida das pessoas preservando seu capital natural e não simplesmente convertendo esse capital natural em agroindústria, pecuária, ou indústria madeireira", disse José Maria Silva, vice-presidente para a América do Sul da Conservação Internacional.
Atualmente, as pessoas que protegem a floresta tropical recebem uma ninharia - em comparação com os que a derrubam -, apesar de agora sabermos que a floresta tropical oferece de tudo, de retirar o CO2 da atmosfera a manter o fluxo de água doce nos rios.
INVESTIMENTO
A boa nova é que o Brasil criou todos os elementos de um sistema para remunerar seus moradores das florestas para que eles as preservem. O Brasil já reservou 43% da floresta tropical amazônica para preservação e para povos indígenas. Outros 19% da Amazônia, porém, já foram desflorestados por agricultores e pecuaristas.
A grande questão, portanto, é o que acontecerá com os outros 38%. Quanto mais fizermos o sistema brasileiro funcionar, mais desses 38% serão preservados e menos reduções de carbono o mundo todo terá de fazer. O problema é que isso exige dinheiro.
Os moradores de Tapajós já estão organizados em cooperativas que vendem ecoturismo em trilhas florestais, móveis e outros produtos de madeira feitos a partir de uma derrubada seletiva sustentável e uma linha muito atraente de bolsas feitas com "couro ecológico", ou seja, a borracha da floresta. Eles também recebem subsídios do governo.
Sérgio Pimentel, de 48 anos, explicou-me que cultivava cerca de 2 hectares de terra para a subsistência, mas agora está usando apenas cerca de meio hectare para sustentar sua família de seis pessoas. O resto da renda vem de negócios florestais cooperativos. "Nós nascemos dentro da floresta", ele acrescentou. "Então nós sabemos a importância de ela ser preservada, mas precisamos ter mais acesso aos mercados globais para os produtos que fazemos aqui. Poderia nos ajudar nisso?"
Há cooperativas comunitárias como essa por todas as áreas protegidas da floresta amazônica. Mas esse sistema requer dinheiro - dinheiro para expandi-lo para mais mercados, dinheiro para manter o monitoramente e a fiscalização policial e dinheiro para aumentar a produtividade da agricultura em terras já degradadas para que as pessoas não queiram avançar sobre mais floresta. É por isso que precisamos garantir que qualquer legislação sobre energia e clima que venha a sair do Congresso americano e qualquer estrutura que venha a sair da conferência de Copenhague no próximo mês incluam provisões para financiar sistemas de conservação da floresta tropical como os do Brasil. Os últimos 38% da Amazônia ainda estão disponíveis. Estão lá para nós salvarmos. Nossos netos agradecerão.
É colunista de assuntos internacionais do The New York Times
Modelo F de fracasso
Lucas Mendes:
Colunista comenta um livro que dá novos detalhes sobre a Fordlandia, o faraônico projeto de Henry Ford na selva brasileira.
O Estado do Amazonas estava na miséria depois que outro Henry, em 1876, numa monumental bio-pirataria, roubou 70 mil sementes das nossas seringueiras e mandou para o Jardim Botânico de Londres. Henry Wickham, um aventureiro expulso de outras praças, acabou com o monopólio brasileiro e com a belle époque amazonense. Pelo roubo recebeu da rainha Vitoria o título de Cavaleiro. Sir Henry.
Os interesses de criador do modelo T e do Amazonas se cruzaram no fim da década de 1920. O Estado empobrecido deu a ele 10 mil quilômetros quadrados para plantar seringueiras na esperança de recuperar a glória perdida. O pedação de terra ficava na margem do Tapajós, 18 horas de barco de Santarém, rio acima.
Quem nos conta a história é o professor Greg Grandin, da New York University, autor do recém-publicado Fordlandia - The Rise and Fall of Henry Ford's Forgotten Jungle City.
O livro traz novas revelações e detalhes preciosos sobre o faraônico projeto de Ford na selva brasileira. Em resumo, Ford estava muito mais interessado na criação de uma nova sociedade do que na borracha para os pneus.
Antes de chegar lá vale a pena voltar à infância de Ford, que nasceu uma fazenda em Michigan, recebeu uma educação austera, mas, logo que pode, caiu fora do campo. Sua antipatia por vacas, leite e e bichos de fazenda duraria a vida inteira .
Detestava igualmente as grandes cidades. Seu sonho era uma cidade pequena, auto suficiente, agroindustrial. Parte do ano produziria alimentos, noutros meses, fabricaria. Fazia experiências semelhantes em cidades do norte de Michigan, mas a selva era como um laboratório isolado.
Na sua Fordlandia, só dançariam quadrilhas, polcas e valsas, só entraria leite de soja, arroz integral, uma cidade sem álcool, fumo, prostitutas, igrejas nem carnes (era vegetariano).
Ford também não gostava de judeus, bandeiras, países - acreditava numa super Nações Unidas -, nem de sindicatos. Os salários dos empregados dele eram o dobro da média para que pudessem comprar o que fabricavam, mas foi implacável contra os sindicatos. Suas fábricas tinham um Departamento de Sociologia, que controlava toda vida dos empregados, do comportamento social a higiene da casa.
Detestava especialistas. Criou seu carro sem eles , empiricamente: errava, corrigia, errava, corrigia, e quando decidiu criar seu mundo na selva não mandou botânicos nem cientistas examinar as terras e as seringueiras.
Deu tudo errado. A cidade virou uma zona sem lei nem ordem, e 3 anos depois de criada foi quase toda queimada pelos empregados numa rebelião que começou quando um engenheiro decidiu substituir o serviço de mesa do restaurante da fábrica pelo bandejão. No protesto contra a fila da comida não sobrou um relógio de ponto. Os carros e caminhões foram jogados no rio.
Ford era teimoso. Despejou mais dinheiro na Fordlandia. A cidade chegou a ter 25 mil habitantes, cinco mil deles empregados. As ruas eram asfaltadas, as casas tinham banheiros, água corrente, máquinas de lavar, vitrolas, geladeiras. O hospital era um dos mais avançados do país. Os problemas sociais diminuíram, mas as seringueiras não produziram borracha. Na Amazônia elas são nativas, com árvores distantes umas das outras .
Na plantação da Forlandia as árvores eram alinhadas e próximas umas das outras. Foram todas destruídas por diferentes insetos e pragas que não existiam na Malásia, Indonésia e Indochina.
Henry Ford não só perseverou como criou uma outra cidade, Belterra, mais perto de Santarém. Pelas contas de Gradin, ele despejou US$ 250 milhões de dólares na selva.
Quando aprenderam a combater as pragas e as seringueiras iam dar o látex para os pneus, o preço da borracha brasileira deixou de ser competitivo com outras borrachas, inclusive a sintética.
Logo depois do fim da Segunda Guerra, com o pai batendo pino, o filho Henry Ford II assumiu o comando da empresa e uma de suas primeiras decisões foi cortar a verba da Fordlandia e da Belterra. Nunca saiu um quilo de borracha do Brasil para Detroit. O novo mundo de Ford se tornou um modelo F, de Fracasso.
Jantar para Nicodemos Sena
O escritor santareno Nicodemos Sena, um dos participantes do II Salão do Livro do Baixo-Amazonas, encerrado domingo, em Santarém, foi recepcionado pelo editor-chefe de O Estado do Tapajós, Miguel Oliveira, com um jantar à base de pratos regionais.Nicodemos, colaborador de O Estado do Tapajós, onde publicou em folhetim o seu segundo romance "A Noite é dos Passáros" - o primeiro foi "A Espera do Nunca Mais" - veio a Santarém para lançar seu terceiro livro, 'A mulher, o homem e o cão'.
Na foto, Nicodemos e seu primo Adler, Miguel Oliveira e o agrônomo Podalyro Neto.
Deputado pede a publicação da Resolução para as eleições em Mojui dos Campos
Eis a integra da Moção:
MOÇÃO Nº 544/09
Dispõe sobre a necessidade de publicação pelo Egrégio Tribunal Regional Eleitoral da resolução que regulamentará as eleições municipais em Mojui dos Campos.
Em outubro deste ano o Tribunal Regional Eleitoral do Pará decidiu pela realização das eleições municipais em Mojui dos Campos que deverão ocorrer no início de 2010.
Possivelmente em razão da complexidade da situação, até a presente data, esse Egrégio Tribunal não publicou a Resolução que regulamentará o pleito.
Ocorre que para a efetiva formação do novo município, após a posse dos eleitos, algumas medidas precisariam ser tomadas ainda em 2009 para viabilizar a implantação dos poderes executivo e legislativo local que exigem um complexo aparato administrativo.
Uma dessas medidas se referem ao CENSO/2010 a ser realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica – I.B.G.E que regulamentará os repasses constitucionais à cada unidade federativa.
Este deputado recebeu uma equipe do IBGE em 28 de novembro de 2009 que expôs as dificuldades encontradas pelo Instituto para realizar o censo em Mojui dos Campos do ano que vem.
Dentre as dificuldades apontadas, está a não formação na área em questão, da comissão censitária municipal que já está sendo formada nos 5.565 municípios brasileiros, cujas comissões irão nortear as ações desenvolvidas pelo órgão em cada unidade.
Vale destacar que em razão da demora na regulamentação das eleições em Mojui dos Campos ficam prejudicadas as ações do I.B.G.E que fatalmente prejudicarão os preparativos do censo de 2010.
Como é do conhecimento de Vossa Excelência, são extraídos do Censo do I.B.G.E os dados que determinam os repasses financeiros de cada município e sem a regulamentação ora requerida, fica impossível a delimitação por parte do I.B.G.E dos limites geográficos da área.
Regimentalmente, com fundamento no Art. 189 do regimento interno desta Augusta Casa, encaminho a presente Moção, sugerindo que seja publicado no menor tempo possível a resolução que regulamentará o pleito em Mojui dos Campos.
E que o inteiro teor desta seja dado conhecimento ao Tribunal Regional Eleitoral – TRE-Pa
PALÁCIO DA CABANAGEM, Plenário Newton Miranda, 01 de dezembro de 2009.
ITALO MÁCOLA
Deputado Estadual
Nova questão é anulada na UFPA
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| A Universidade Federal do Pará (UFPA) anulou mais uma questão da primeira fase do Processo Seletivo Seriado (PSS) 2010. Foi a de número 24, da prova de física. A assessoria da instituição informou que a anulação não tem a ver com plágio ou suspeita de fraude e sim com o uso de uma palavra que tornou a questão incorreta. Também ontem, a UFPA instalou a comissão |
Médico santareno enfrenta 'Predador' em combate de 'Vale-tudo'
Está confirmado para este sábado à noite, no Kanecão, o combate de vale-tudo que colocará, frente à frente, o 'Demolidor', de Jacareacanga e o neorologista Erick Jenings ( Reconstituidor de cérebros).A luta já vem despertando a curiosidade dos memtros do PAJU, grupo de amigos que se reúnem em volta de Érick, na praia do Pajuçara, e movimentando a bolsa de apostas para o combate.
Hoje de manhã, membros do PAJU firmavam as primeiras apostas, cravando um em um milhão a possibilidade de Érick sair vitorioso da luta.
Mas se Erick tem a desvantagem diante do favoritismo das apostas do 'Predador", o neurologista vai contar com uma imensa torcida e terá na retarguada um dezena de profissionais que lhe prestarão assistência médica imediata, mesmo antes do final do combate.
Conselho empossado por ministro Padilha tem formação 'biônica'

Instalado em Santarém no último final de semana, o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social - CDESS, que tem entre suas atribuições, o assessoramento à prefeita na formulação de políticas e diretrizes voltadas ao desenvolvimento econômico e social do município. No total, são 42 conselheiros, sendo 12 representantes do governo municipal e 30 da sociedade civil organizada, que foram empossados pelo Ministro de Estado de Relações Institucionais da Presidência da República, Alexandre Rocha Santos Padilha.
Os membros do referido conselho foram indicados pelo executivo municipal, que não fez nenhuma consulta, mesmo que informal, à sociedade civil do município. Os nomes foram escolhidos pelo secretário Everaldo Martins Filho.
Nesse caso, a representativade do conselho está eivada de vício de origem e o colegiado pode se transformar em um simples organismo figurativo, criado apenas para aparentar uma pluralidade que, na prática, não existe.
A assessoria de imprensa da PMS não divulgou, até o momento, a relação completa dos conselheiros nomeados e empossados no último sábado.
UFPA inicia investigação
A Universidade Federal do Pará (UFPA) instalou, ontem, a comissão criada para investigar a conduta dos professores elaboradores da prova de geografia do Processo Seletivo Seriado 2010 (PSS). A comissão terá até 60 dias para apontar a responsabilidade pelas questões clonadas que fizeram com que a instituição anulasse toda a prova da disciplina.
A comissão é formada por dois professores da UFPA com titulação de doutorado, indicados na sexta-feira, 27, pela Comissão Permanente de Processos Seletivos (Coperpes). Ontem, eles abriram a sindicância que poderá resultar em um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra a banca elaboradora.
Segundo as informações da assessoria da instituição, o prazo para a conclusão da investigação é de 30 dias, a contar de ontem, renováveis por mais 30. Durante esse período, serão ouvidas testemunhas e analisados documentos, mas tudo em sigilo.
Conforme a assessoria, caso a sindicância aponte para um PAD, os responsáveis poderão sofrer punições que vão da suspensão até demissão.
A sindicância foi aberta após a constatação de que três das cinco questões de geografia do PSS 2010 eram iguais ou muito semelhantes às encontradas em uma apostila de um cursinho de Belém ou em outros processos seletivos, como o da Universidade Federal da Bahia (UFBA).
O reitor da UFPA, Carlos Maneschy, disse que todos os professores contratados para a elaboração das provas se comprometeram a apresentar questões inéditas. Houve, então, uma quebra do contrato.
A banca elaboradora da prova de geografia é composta por três professores da própria UFPA. Segundo Maneschy, não há um grupo fixo de professores elaboradores, mas todos os que participaram do PSS 2010 acumulam experiência na elaboração de outros processos seletivos realizados pela instituição.
Ontem, a universidade anulou mais uma questão da primeira fase do PSS 2010. Foi a de número 24 da prova de física. A assessoria informa que a anulação não tem a ver com plágio ou suspeita de fraude, e sim com a utilização de uma palavra que tornou a questão incorreta.
Vestibulinho - A UFPA divulgou ontem o gabarito e a prova do Processo Seletivo Externo, o vestibulinho. Os materiais podem ser acessados no site www.ceps.ufpa.br. O resultado do exame realizado no domingo, 29, deverá sair dentro de 15 dias.
Fafá também derrapa no Hino Nacional
Depois do vexame de Vanusa, agora foi a vez da cantante paraense. A gafe aconteceu em Cuiabá, no Mato Grosso, em cerimônia da Fiemt (Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso). Segundo o portal R7, Depois do vacilo, Fafá pediu desculpas e disse que estava emocionada. A TV Rondon Canal 5 entrevistou a cantora, que se mostrou irritada: “Não queria falar nisso. Isso acontece tantas vezes”, disse. Como a repórter local insistisse, Fafá alfinetou Vanusa: ”Não vou dar detalhes, na boa. A Vanusa faria isso. Eu não”.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Governadora defende hidrelétrica com desenvolvimento sustentável
A governadora do Pará, Ana Júlia Carepa, diz que a construção da Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, tem o apoio de seu governo, acompanhada de um projeto de desenvolvimento sustentável para a região e com respeito às populações tradicionais e indígenas. Ana Júlia participou do 1º Fórum Regional de Desenvolvimento Econômico e Sócio-Ambiental da Transamazônica e Xingu, realizado em Altamira, dias 27 e 28.
Ana Júlia explicou que os impactos ambientais causados pela usina serão mitigados com ações compensatórias realizadas pelo empreendedor e que a obra não vai repetir erros do passado. Ana Júlia lembrou após a construção da Hidrelétrica de Turucuí as cidades da região continuaram sem energia. “Isso não vai se repetir, pois consegui junto ao presidente Lula a garantia que Belo Monte, depois de pronta, destinará 20% de toda a energia produzida para o Pará", afirmou a governadora.
A governadora garantiu que a energia de Belo Monte é crucial para a verticalização da cadeia do alumínio. "Hoje, a bauxita extraída de Juruti, aqui na região oeste do Estado, é enviada para o Maranhão para ser transformada em alumínio, um produto de maior valor agregado. Ou seja, os maranhenses ganham mais dinheiro às nossas custas", disse.
Acompanharam a governadora diversos secretários de Estado, como o Chefe da Casa Civil, Cláudio Puty, o secretário de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia, Maurílio Monteiro, a secretária de Desenvolvimento Urbano e Regional, Suely Oliveira, a secretária de Educação, Socorro Coelho, o prefeito de Anapu e presidente do consórcio Belo Monte, Francisco de Assis, o Chiquinho do PT, o deputado federal Zé Geraldo, o deputado estadual Aírton Faleiro, além de lideranças locais, prefeitos e vereadores.
Pagot garante asfaltamento da Transamazônica
O diretor geral do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT), Luiz Antônio Pagot, garantiu que até março do próximo ano o governo terá licitado todo o asfaltamento da Rodovia Transamazônica (BR-230). A informação foi dada durante o 1º Fórum Regional de Desenvolvimento Econômico e Sócio-Ambiental da Transamazônica e Xingu, realizado em Altamira nos dias 27 e 28.
Pagot percorreu um trecho da Transamazônica entre as cidades de Altamira e Brasil Novo e depois participou de uma mesa sobre o assunto, com a presença de mais de 300 lideranças dos 11 municípios da área de influência da Hidrelétrica de Belo Monte. As lideranças cobraram a liberação de recursos para a retomada das obras de pavimentação da rodovia, que haviam sido iniciadas há dois anos, mas foram paralisadas.
O diretor do Denit declarou que diversos problemas impediram o prosseguimento da obra, entre eles problemas ambientais e de irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU). “Mas os recursos estão garantidos, existe o recurso, que está liberado e não contigenciado”, disse Pagot, fazendo questão de repetir a informação para o público presente. O diretor disse que no próximo ano voltará a região, mas para vistorias as obras que estarão em andamento.
'Fé cabocla' vence festival de música de Porto Trombetas
Pelo segundo ano consecutivo, a música de Alexandre Cordeiro interpretada por Carlinhos Dias foi a grande vencedora do 9o Festival da Canção de Porto Trombetas (FECAN), realizado entre os dias 27 e 29 de novembro no palco do Mineração Esporte Clube, em Trombetas. “Fé Cabocla” envolveu o público e foi aclamada como o primeiro lugar do Festival.
A voz jovem de Sebastião Júnior, músico de Juruti, levou o recado da preservação das águas com a canção “Gotas Divinas” e conquistou o segundo lugar no Festival. O músico também conquistou a premiação por “Aclamação Popular” e agradeceu pela oportunidade de mostrar seu trabalho e ser reconhecido pelo público do FECAN. “A cada ano as coisas mudam e as pessoas já estão me reconhecendo. Agradeço à população de Porto Trombetas pelo carinho. Esse ano representei minha cidade com uma belíssima música e, sempre que puder, estarei aqui, ganhando ou perdendo, gosto muito de Porto Trombetas”.
A terceira canção premiada durante a final do 9o FECAN foi “O último poema”, de Sérgio Sales, músico de Macapá – AP. O próprio autor interpretou a música, que faz uma homenagem aos últimos momentos de vida do reconhecido poeta de Língua Portuguesa, Fernando Pessoa.
Salão do livro esvaziou primeira semana do arraial da Conceição
Já os barraqueiros têm outra posição em relação à sobreposição de datas. A insatisfação é geral, motivado pelo movimento fraco e a queda nas vendas em relação aos anos anteriores, mesmo com a grande maioria ainda não tendo sentido os prejuízos. Alguns dizem que a cidade não comporta dois eventos desse porte ao mesmo tempo, como que em uma concorrência por publico.
Dona Margarida Ferreira de França Santana, de Manaus, segundo ano trabalhando no arraial, diz que o movimento este ano está muito fraco em comparação com o ano passado, mas que suas expectativas estão voltadas para a próxima semana quando não houver outro evento na cidade "A nossa esperança é que Deus possa prover", diz a vendedora.
Francisco Sobrinho afirma ainda não ter tido prejuízos, por não trabalhar com materiais perecíveis. "A feira do Livro acabou com o arraial", ele diz que se tivesse ocorrido no mesmo local do ano anterior - Praça São Sebastião - talvez tivesse sido melhor, pela proximidade com a Praça da Matriz, mas a distância entre os dois eventos e a programação com os shows gratuitos só diminuiu o numero de freqüentadores da festividade já tradicional na cidade. Quem trabalha com alimentos já sente os prejuízos. Michela Débora de Araujo veio de Itaituba com o marido e está na esperança de um publico maior a partir desta próxima segunda-feira com o final do II Salão do Livro. Esta é a primeira vez que o casal participa do arraial e ainda não conseguiu suprir as suas expectativas, "As pessoas se dividem. Sobra muito material, estraga" reclama a barraqueira.
A maior expectativa de todos é para os três últimos dias de arraial, quando o movimento promete melhorar, como comentou Patrícia Moita. Ela espera cobrir os gastos de aluguel, tendo em vista que cada barraqueiro pagou o valor de R$700 pelo espaço da barraca.
As festividades de Nossa Senhora da Conceição, evento tradicional na cidade, que atrai todos os anos um grande numero de pessoas, tanto na programação religiosa quanto na programação social (arraial), por seu tamanho e por atrair pessoas de outros municípios faz parte do calendário oficial de eventos do Estado, pela PARATUR, órgão oficial de turismo do Pará.
Segundo Padre Ronaldo, pároco da matriz, não está havendo essa queda no numero de fieis nas programações. "As missas continuam atraindo uma grande quantidade de pessoas que lotam a igreja todas as noites, chegando a ficar muita gente do lado de fora como nos anos anteriores. O Salão do Livro é bom para população que tem oportunidade de poder participar de um evento desta categoria".
Gabriel, o pensador sem papas na língua
Evealdo, talvez pensando que Gabriel era um de seus subordinados na prefeitura, teve o topete de cobrar explicações de Gsabriel sobre a ausência dele em um show no dia mundial do meio ambientae(5 de junho) em Santarém.
- Me informaram que você se recusou a vir a Santarém em junho deste ano, provocou Everaldo.
- Que é que isso companheiro, respondeu Gabriel. E arrematou:
- Eu só agora fui convidado para vir a Santarém, cidade sobre a qual eu conheço bastante através de eitura de jornais e revistas. Ninguém me convidou antes. Se tivesse recebido o convite, teria vindo com prazer.
Oposição assume Prefeitura de Santarém
Nélio assume o posto em função do substituto da prefeita e do vice-prefeito, o presidente da Câmara José Maria Tapajós, estar de licença médica.
Nesse caso, Nélio, na condição de segundo na hirerarquia do legislativo, foi guindado à condição temporária de chefe do executivo, enquanto o primeiro secretário, vereador Emir Aguir passa a presidir a Câmara de Santarém.
Nélio é oposição, mas Emir integra a base de apoio ao governo no legislativo municipal.
PT contesta denúncias de compra de votos
“Faz parte da história de vida e lutas do PT o repúdio a qualquer tentativa de fraude e compra de votos. Sempre rechaçamos essa prática, como também sempre rechaçamos qualquer tipo de violência à vida e à democracia. Esses são valores intrínsecos ao PT. Qualquer denúncia é apurada nas instâncias partidárias e com ampla chance de defesa de todos os envolvidos. Mas neste caso, não há denúncia, repetimos”, dizem os subscritores da nota.
Leia mais aqui.
domingo, 29 de novembro de 2009
Watergate ao tucupi
Leia os detalhes aqui.
Desmatamento da Amazônia: história deletada
Lúcio Flávio Pinto
Em 1987 foi registrado na Amazônia o maior desmatamento num único ano em toda história da humanidade. Atingiu 80 mil quilômetros quadrados de mata nativa densa, quatro vezes mais do que a média da década de 90, que também foi um período de fogo intenso na floresta. O cálculo desse desmatamento foi feito pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), de São José dos Campos (São Paulo), com base em imagens de satélite. No entanto, o registro foi apagado da história da instituição e da própria história do país.
Na quinzena passada o Inpe anunciou que o desmatamento entre agosto de 2008 e julho deste ano, de sete mil quilômetros quadrados, foi o menor desde 1988, “quando o Inpe começou a fazer o levantamento”. A memória sobre o terrível ano de 1987 foi oficialmente apagada. Uma hipótese seria a de que o instituto considera aquele cálculo errado, sem validade científica, como alguns alegaram na ocasião, e por isso é melhor desconsiderá-lo. Ou trata-se de mais um revisionismo utilitário, que coloca no armário ou debaixo do tapete fato incômodo, à custa de uma violação da verdade histórica?
De fato, a metodologia utilizada para a apuração do desmatamento de 1987 apresentava falhas, tanto na margem de erro exagerada quanto no tipo de imagem utilizada, de um satélite meteorológico (falha admitida e, por isso mesmo, compensada na excepcional margem de erro, de 30%). Mas havia um fato concreto a dar credibilidade aos números: os proprietários e grileiros de terra desmataram loucamente para criar benfeitoria e se imunizar contra a ameaça de desapropriação de seus imóveis – tornados produtivos através da manobra – na definição do capítulo sobre reforma agrária na Assembléia Nacional Constituinte, que preparava a carta magna, aprovada no ano seguinte. Numa ordem legal e administrativa delimitada pelo conceito de “terra nua” como elemento de valor fundiário, desmatar era o recurso acessível, mesmo que irracional.
A divulgação do relatório do Inpe sobre o desmatamento de 1987 provocou muita celeuma na ocasião, mas depois parece ter havido amnésia coletiva. Dela se valem os que decidiram apagar esse capítulo da terrível história da ocupação da Amazônia, da mesma maneira como atuam os que induzem um entendimento obtuso sobre os fatos novos. Ao anunciar o desmatamento de 2007/2008, o Inpe incensou as loas sobre a redução da destruição de 13 mil km2 (como aconteceu na temporada de fogo de 2006/2007) para 7 mil km2 na última apuração.
A queda, de quase 50%, merece mesmo ser recebida com certo alívio. Mas também precisa ser relacionada ao total acumulado de destruição em cada momento para que se apure seu significado relativo. E, relativamente, a redução nada alivia porque o universo destruído é crescente, sem mudança de tendência. São mais de 700 mil quilômetros quadrados de floresta postos abaixo, três vezes o tamanho do Estado de São Paulo.
É possível que se algum dia for alcançado o desmatamento zero, não haja o que comemorar. Por já não haver mais floresta nativa densa para desmatar.
sábado, 28 de novembro de 2009
Manchetes deste sábado de O Estado do Tapajós
FÉ DOS ROMEIROS SE RENOVA A CADA CÍRIO DA CONCEIÇÃO
ARRAIAL ENFRENTA CONCORRÊNCIA DA FEIRA DO LIVRO
PORTOS EM CONSTRUÇÃO NÃO TÊM DESTINAÇÃO DEFINIDA PELA PMS
ANA JÚLIA CONCORDA COM DIVISÃO DE ROYALTIES
CONFERÊNCIA DE SAÚDE DEFENDE GESTÃO PÚBLICA PARA HOSPITAL REGIONAL
DEMOCRATAS LANÇA VALÉRIA PARA O SENADO EM 2010
PRODEPA PEDE PARA POLÍCIA INVESTIGAR CAPTAÇÃO ILÍCITA DE SINAL DO NAVEGAPÁ EM SANTARÉM
PROJETO RÁDIO PELA EDUCAÇÃO VENCE PRÊMIO NACIONAL DE TECNOLOGIA SOCIAL
SANTARÉM PODE GANHAR CENTRO LÁBIO-PALATINA
VESTIBULAR DA UEPA COMEÇA DOMINGO
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Omissão, esperneio e descaso em Oriximiná
A jornalista Franssinete Florezano, em comentário abalizado em seu Uruatapera, reclama da omissão dos vereadores de Oriximiná quanto ao péssimo serviço de internet daquele município. Leiam o que escreveu Franssi:
Oriximiná estagnada
Mas a justa indignação de Franssi poderia ir bem mais além do que simplesmente atribuir responsabilidades aos vereadores e à Mineração Rio do Norte.
Depois de ter recebido zilhões $$$$$$ por IUM, (atual CFEM) e royalties, a prefeitura de Oriximiná, ao que parece gastou tudo em asfalto, se esquecendo de fomentar atividades produtivas sustentáveis e a implantação de serviços - incluindo aí telefonia e internet - de qualidade e que não dependessem, para sua efetivação, das benesses dos governos ou da iniciativa privada.
Prefeitos de diferentes partidos se locupletaram do dinheiro da prefeitura. E, num gesto de covardia, todos eles se ajoelharam aos pés da MRN, atribuindo a esta uma importância que nem mesma a empresa reconhecia como sua. Deu no que deu. Feitos filhotes de mucura se agarraram à MRN em troca de migalhas. Se bem que agumas quinquilharias foram obtidas. Mas a trôco de que?
Ao aproximar-se o prazo de 10 anos para o fim da exploração de bauxita nas minas existentes em seu município - a extração passará para os territórios de Faro e Terra Santa - recomeçou o chororô de alguns setores de Oriximiná.
Não digo que é injuto o esperneio. Mas, convenhamos, é no mínimo atrasado e fora de foco. Que a cidade precisa de internet de qualidade, isso nem se discute.
Mas,a final, o que tem a MRN a ver com tudo isso? Alegará a empresa que pagou as taxas e impostos devidos e que oferecer ou estender o sistema de internet utilizado pela empresa aos oriximinaenses não é sua atribuição. Certo ou errado?
Depende, de acordo com a ótica dos atores desse processo.
Eu, fico com a opinião de que quem deveria ter zelado ou lutado por internet de boa qualidade em Oriximiná são a prefeitura e os empresários locais.
Mas sei que haverá sempre aqueles que, baseados em uma imagem negativa per si de mineradoras, dirão que é obrigação dessas empresas dar água, egosto, hospitais e até internet em compensação pelo minério extraído de seus subsolos.
E não lhes tiro essa justa reivindicação, embora não concorde totalmente com esse pensamento.
Lagos correm perigo com devastação

Cilícia Ferreira
Repórter
A invasão que avança rumo ao Lago do Juá preocupa estudiosos da expansão urbana de Santarém. A ocupação desordenada é um fator de risco iminente para a destruição de um berçário de peixes e inimiga do meio ambiente.
Há quase dois meses, uma área de 1.372 hectares foi invadida às margens da rodovia Fernando Guilhon. A ocupação vem causando grandes danos ambientais que vão de derrubada e queimada da vegetação até chegar à mata ciliar - mata típica das margens dos igarapés que servem de proteção - que poderá conseqüentemente extingui-la, assim como o igarapé do Juá.
O engenheiro Roberto Branco, que já foi coordenador municipal de desenvolvimento urbano, em sua dissertação de mestrado, com o tema "a Urbanização de Santarém e a Preservação ambiental do Lago Mapiri: um estudo de caso", faz referência ao desenvolvimento urbano da cidade e importância da preservação do Lago do Mapiri. No trabalho foi abordado a formação da malha urbana que avançou involuntariamente para as áreas dos lagos e igarapés de Santarém. Ocasionando um crescimento desordenado.
A O Estado do Tapajós fez um comparativo do que já aconteceu com o Lago do Mapiri e que o poderá ocorrer com o Igarapé e Lago do Juá com a permanência dos invasores e omissão dos órgãos ambientais.
Roberto verifica que Juá e Mapiri são lagos que durante a cheia são invadidos pelo Rio Tapajós, mas durante a seca o processo é inverso, ou seja, os igarapés que deságuam no Tapajós alimentam os lagos. "Se não fossem os igarapés, durante a seca, os lagos não seriam lagos, seriam áreas baixas alagadas".
Por análise, segundo Roberto Branco, o que acontece atualmente com o Juá, tem as mesmas características do que aconteceu com o Mapiri.
O Mapiri vem sendo, ao longo dos anos, destruído em suas cabeceiras. Os invasores ocupam as áreas cada vez mais próximas do igarapé, destruindo as matas ciliares. No caso do Mapiri, o igarapé do Irurá que o mantém tem sido prejudicado pela descida de areia da Serra do Índio, onde foi retirada a ponta superior da serra a fim de reduzir a altura da serra e facilitar o pouso de aeronaves no antigo aeroporto da cidade. A ação causou um dano ambiental sério, pois os idealizadores da obra não previram o desastre do assoreamento do Irurá com a descida das terras durante a chuva.
Segundo Roberto, matando o igarapé acaba-se com a biodiversidade e transforma-se a área em um 'deserto'. Salientou o avanço das habitações do bairro do Santarenzinho às margens do igarapé, causando um estrangulamento do córrego. O engenheiro é a favor da retirada total da Serra do Índio, pois o impacto seria menor visto que a preocupação deveria ocorrer antes da retirada da parte superior da serra que lhe servia de proteção. Agora sem a proteção natural, a areia desce impactando o ambiente, assoreando o igarapé e toda região.
A proibição da retirada é incoerente na visão do engenheiro. Com a remoção total da serra, a alternativa proposta por ele seria o reflorestamento da área e a construção de uma escola florestal, um bosque ou outra área verde para a cidade.

Atualmente, o Juá passa pela mesma ameaça de degradação do Mapiri, só que ainda é possível impedir que isso aconteça. O ideal é proteger as matas ciliares obedecendo a uma distância de 100 metros, no mínimo, e não 30 metros com prevê a lei federal. Segundo Roberto Branco, apenas os 30 metros não conseguem proteger o igarapé. Ele aponta que algumas casas de banho já se instalaram. Com a entrada dos invasores, as queimadas estão chegando até a beira do igarapé.
O engenheiro enfatiza que a destruição da vegetação que protege as margens do igarapé fará com que água da chuva conjuntamente com a terra carreie para o lago possibilitando o assoreamento. Ele diz que se espanta ao ver a omissão do governo, dos órgãos ambientais e das organizações não-governamentais engajadas na luta contra a destruição da Amazônia, não e pronunciarem e nem agirem em função do igarapé e do lago do Juá.
Segundo Roberto, a área em torno do Juá, por se tratar de um terreno muito arenoso, a queimada da vegetação e ocupação desordenada pode causar o aparecimento das voçorocas, que são grandes valas. E salienta que a vegetação é diferenciada das demais encontradas na região, no entanto, que tem grande importância para o equilíbrio ecológico da região, fazendo com que os animais se mantenham no local e o cerrado ajude não só na proteção natural do igarapé e lago, mas também no clima da cidade.
Roberto observa que nos processos expansões desordenadas é imprescindível que o poder público chegue antes da população, ou seja, fazer a urbanização organizada para que quando população chegar à área encontre um sistema viável de habitação, com os lotes definidos, com a implantação de rede de água, de esgoto e de eletricidade. Proporcionando o crescimento urbano equilibrado, evitando o caos.
O ex-coordenador de urbanismo aponta que a solução é o isolamento imediato das margens do igarapé e da praia. "Pois quanto mais tempo se omite mais área se degrada. O poder público tem essa obrigação, as margens dos igarapés, mesmo passando dentro de propriedades privadas, tem proteção legal. Isolando as margens, o restante do terreno fica a critério do proprietário para utilizá-lo de forma que não degrade o ambiente", alerta Roberto.
Ele afirmou que ao longo dos anos, o igarapé do Juá vem sofrendo ameaças de destruição e alerta que os maiores prejudicados da degradação ambiental são os próprios invasores do terreno às margens da rodovia Fernando Guilhon, que ao ocuparem desordenadamente, acarretam problemas graves de infra-estrutura, saúde pública, educação e outros danos sócio-econômicos.
Presidente eleito da OAB defende diploma para jornalista
Miguel OliveiraRepórter
O novo presidente da subseccional da OAB, advogado José Ricardo Geller, defende a obrigatoriedade do diploma para a profissão de jornalista, apóia a campanha pelo voto consciente e se posiciona contrario ao foro privilegiado.
A chapa encabeçada por José Ricardo Geller venceu a disputa contra a chapa de Geraldo Sirotheau pela presidência da subseção da OAB de Santarém.
O presidente eleito da OAB reconhece que o pleito foi muito disputado por que, segundo ele, 'houve interferência partidária na campanha".
Leia íntegra da entrevista:
O Estado do Tapajós - Com uma diferença apertada para o segundo colocado, a nova diretoria pretende encampar algumas bandeiras de campanhda da chapa de Geraldo Sirotheau? Se sim quais?
José Ricardo Geller - Temos um projeto de administração da Subseção construído com intensa participação de advogados e advogadas. Ele será nosso guia de compromissos. Contudo, estamos abertos a contribuições, sugestões e acréscimos qualitativos, na Diretoria e Conselho Subsecional, de todos os colegas. Nosso objetivo é realizar o melhor para a advocacia e a OAB, de forma ética, coerente e justa.
O Estado do Tapajós - O senhor esperava um votação tão apertada? O que contribuiu para isso na sua opinião?
José Ricardo Geller - Esperava sim. As estratégias da política partidária não devem ser modelo para as eleições da Ordem. Aqui não temos partidos. O sistema eleitoral na OAB deve ser democrático puro, sem estar permeado de interesses particulares ou de grupos. Acabada a eleição não há divisões. A OAB é a casa dos advogados e abriga a todos, independente de idéias ou partidos, segundo as normas.
O Estado do Tapajós - O senhor usou como discurso não permitir que a OAB se transformasse em feudo partidário, mas como explicar a maciça participação de advogados do PT ou ligados à administração municipal em sua chapa?
José Ricardo Geller - Somos contra e renovamos a convicção de que a OAB não deve ser feudo de partidos políticos, que devem ter vinculação apenas com o Legislativo e suas atribuições constitucionais e legais. Que eu saiba, há um filiado a partido em nossa chapa, o Dr. Roberto Vinholte, ao PTB, mas nunca disputou cargo político. Da outra chapa seis membros já haviam disputado cargos nas lutas partidárias.
O Estado do Tapajós - O que o senhor acha de como a OAB deve se posicionar diante de demandas do movimento social organizado?
José Ricardo Geller - A OAB deve atuar no limite de suas competências e finalidades normativas. A par das atribuições internas, a OAB defenderá a Constituição, o Estado de Direito, os direitos humanos fundamentais, a justiça social, lutará pela boa aplicação das leis, rápida administração da justiça e aperfeiçoamento da cultura e das instituições jurídicas. A Ordem cumprirá com sua função social histórica.
O Estado do Tapajós - A OAB vem sendo acusado de inércia e desinteresse em questões fundamentais para a cidade e região, como asfaltamento da BR-163, criação do estado do Tapajós, funcionamento pleno do hospital regional. O que o senhor pensa sobre essas trê grandes demandas?
José Ricardo Geller - A OAB não se furtará de apreciar as questões locais e regionais importantes no âmbito da Diretoria e Conselho. Não vai criar a ilusão de que poderá resolver ou decidir. Chega de vendedores de ilusões. Queremos mudanças coerentes com nossa realidade e cultura, com nossos valores, com nossa dignidade.
O Estado do Tapajós - O senhor é a favor da campanhaque visa impdir impedir que cidadãos processados sejam impedidos de se candidatar ou se reeleger a cargos legislativos?
José Ricardo Geller - O Conselho Federal da OAB é favorável a idéia da ficha limpa para candidatos aos cargos políticos em geral. Não distoamos, mas isto não significa prévio julgamento ou condenação antecipada. Apenas cria um novo critério eletivo, isto é, só pode ser candidato quem atender novas condições e exigências. Do ponto de vista ético-filosófico é saudável e defensável. Basta de artifícios formais.
O Estado do Tapajós - Qual sua opinião sobre foro privilegiado?
José Ricardo Geller - Pessoalmente somos contrários a todos os privilégios. O princípio da igualdade reclama maior irradiação normativa constitucional. Não é bom para a sociedade nem para o Estado instituir ou manter privilégios fora dos que estão inscritos na Constituição. Porém, não se deve confundir privilégios com prerrogativas de função ou cargo nem com direitos à proteção.
O Estado do Tapajós - Como o senhor vê a tentativa de dispensa do exame da Ordem para o ingresso do bacharel de direito no efetivo exercício da advocacia e do fim do quinto constitucional nos tribunais superiores?
José Ricardo Geller - Somos frontalmente contrários à dispensa do exame de ordem para os que querem exercer a advocacia. Precisamos fortalecê-lo para bem atender aos jurisdicionados. A inclusão de questões das disciplinas propedêuticas são provas do vigor do exame de ordem. O acesso de advogados à magistratura pela via do quinto constitucional é engrandecedor e deve ser mantido.
O Estado do Tapajós - Como o senhor analisa o fim da obrigatoriedade do diploma para a profissão de jornalista e se essa decisão do STF abre precedente para que sejam desregulamentas outras categorias profissionais, inclusivedo advogado?
José Ricardo Geller - Embora a profissão de jornalista pareça acessível a curiosos, isto não se pode pretender de serviços mais técnicos. Não cremos que a decisão circunstancial do STF retire a importância técnica e ética do curso de jornalismo. De igual sorte nas outras profissões. Do contrário, voltaremos ao tempo em que charlatões agiam como se fossem médicos. Precisamos evoluir, crescer e não regredir.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Quilombolas do Arapemã esperam por titulação. Produtores rurais pedem anulação da sentença
REPÓRTER
O Chefe do Serviço de Regularização do Território Quilombola do INCRA de Santarém, Martfran Albuquerque, reconheceu que a titulação das terras dos quilombolas na região do Arapemã, na várzea de Santarém, está atrasada. "Encaminhamento prático e recente, temos apenas a instalação de placas dando publicidade à decisão da Justiça Federal", explicou Martfran.
O Juiz Francisco de Assis Garcês Castro Júnior decidiu pela retirada imediata dos não quilombolas da comunidade de Arapemã. A sentença foi o resultado de uma Ação Civil Pública movida pelo Instituo de Colonização e Reforma Agrária e Recursos Renováveis (INCRA) e pelo Ministério Público Federal (MPF). A sentença foi dada em 31 de julho de 2009, tendo como punição o pagamento individualizado de cinqüenta mil reais e uso de força policial, se necessário, mas os quilombolas afirmam que ainda levam gado para a área delimitada.
Devido o fenômeno das terras caídas a comunidade de Arapemã tem passado por um conflito de terras entre os produtores rurais e remanescentes quilombolas. A área total da comunidade é de 3.828 e a área delimitada pelo juiz é de 1.075 hectares.
Os produtores rurais informam que cumprirão a determinação judicial, contudo, entraram com uma ação pedindo a anulação da sentença.
Segundo Adinor Batista, vice-presidente do Sindicato Rural de Santarém, a insatisfação dos produtores rurais, que praticam atividades rurais na área e não são quilombolas, é com relação ao pedido de extensão das áreas quilombolas para as áreas dos produtores rurais. Ele diz que concorda que o fenômeno tem das terras caídas tem prejudicado os quilombolas, mas discorda com o pedido de extensão das terras quilombolas para as terras dos produtores. Defende o argumento de "que não se pode tirar de um para se dar para outro".
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Jari: uma história errada desde o coronel José Júlio
O grupo Orsa anunciou, no início do mês, que decidiu transferir sua matriz de controles, antes instalada em São Paulo, onde a corporação tem sua sede, para Monte Dourado, no Pará. A decisão foi adotada como forma de “celebrar os 110 anos do início do extrativismo no Vale do Jari e a concepção do Projeto Jari, adquirido no ano 2000 pelo Grupo Orsa, data da mudança em relação à sustentabilidade”.
A transferência é uma iniciativa positiva. A inspiração é péssima. Não há razão decente para celebrar o início do império do coronel José Júlio de Andrade no vale do rio Jari. Durante quase meio século, entre 1899 e 1948, quando vendeu as terras que dizia lhe pertencerem a um grupo de comerciantes portugueses, o imigrante cearense impôs um regime de violência, abusos e trabalho escravo sobre legiões de trabalhadores, que recrutou para a coleta de castanha, seringa e balata.
A história oficial, à qual os atuais proprietários do Jari dão um toque de renovação descabida, proclama José Júlio como herói, o desbravador do vale, o mecenas, patrono e padrinho de centenas de afilhados e seus dependentes, aos quais proporcionava ofício e meios de sobrevivência. Era, de fato, muito poderoso. Tinha um dos mais extensos domínios de terra, embora boa parte da papelada que juntou não lhe conferisse propriedade legal. Ele esquentava os papéis com seu prestígio junto aos políticos e governantes da 1ª República no Pará. Dava-lhes abundância de votos recrutados em currais cativos e financiava campanhas. Em troca, recebia os favores da lei – e o que a própria lei não seria capaz de conferir.
Essa farsa desmoronou quando, em 1928, um dos navios de sua frota atracou em Belém. Trazia dezenas de trabalhadores, que se rebelaram contra o regime de escravidão a que eram submetidos. Sob a liderança de outro cearense, José Cesário, tomaram a embarcação e fugiram do reino de pavor, trazendo consigo as provas vivas e documentais do que sofriam. Embora José Júlio comprasse jornalistas e autoridades, O Estado do Pará reproduziu com destaque as denúncias dos fugitivos, provocando um grande impacto junto à opinião pública da capital.
O impacto ainda ressoava quando os tenentes fizeram sua revolução, em 1930. O líder do movimento no Pará, Magalhães Barata, tomou José Júlio como exemplo do regime “carcomido” que queriam eliminar e lhe dispensou perseguição pessoal, como uma espécie de vingança pelo que fez no Jari aos trabalhadores. Obrigou o antigo soba a se refugiar no Rio de Janeiro e se desfazer do latifúndio.
Depois de passar pelo grupo português, as terras foram compradas por Daniel Ludwig, em 1967. Começava o Projeto Jari, nacionalizado em 1982, porque o milionário americano se recusou a pagar o empréstimo internacional que contraiu para a aquisição da fábrica de celulose e de uma termelétrica, com o aval do tesouro nacional. Em 2000 o empreendimento passou para o grupo Orsa, que pagou um dólar como valor simbólico e assumiu a dívida ainda remanescente, de 415 milhões de dólares.
Ao celebrar os 110 anos de extrativismo no Jari, a Orsa retoma uma história trágica dando-lhe falsa roupagem cor de rosa. Antes de se lançar a essa infeliz aventura, a empresa devia fazer uma revisão mais rigorosa do passado no vale. Um dos participantes da revolta de 1928, Jesus de Miranda Carvalho, escreveu um livro, Revolução do Jari (2004, 113 páginas, Smith Produções Gráficas), que é um testemunho precioso sobre a história verdadeira, que a empresa paulista ignora, do “maior escravista da região”. Fazendo a opção errada, os novos donos do Jari assumem um papel negativo no novo enredo.
Aftosa: Multa para quem não vacinar rebanho
A campanha tem como objetivo radicar o ocorrência da doença na Área 3, a qual fazem parte trinta e três municípios que estão classificados como alto risco, os quais o órgão pretende conseguir a mudança para médio risco.
Os pecuaristas têm ate o final do mês para fazer a vacinação de seu rebanho, prazo que não tem previsão para ser prorrogado. Após a vacinação é necessário que estes compareçam na sede da unidade da Adepará, em Santarém, munidos dos documentos necessários a comprovação da vacinação até o dia quinze de dezembro, caso não ocorra a vacinação ou comparecimento para constatação, nos prazos estabelecidos pelo órgão, o pecuarista está sujeito a multa. As multas variam de R$ 145,00 para quem não vacinou no prazo e de R$ 135,29 por não comparecimento para comprovação até quinze de dezembro. Após estas datas o pecuarista deve continuar a vacinação de seu rebanho, o que não o isenta da multa por não cumprimento dos prazos estipulados.
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Proposta criaçãode comissão externa da Assembléia para acompanhar instalaçãode Mojuí dos Campos
Assim que tomou conhecimento da decisão do TSE, Carlos Martins apresentou na Assembleia Legislativa requerimento solicitando a criação de uma Comissão Externa para acompanhar as eleições municipais e a estruturação de Mojuí dos Campos, já aprovado pelo Plenário dessa Casa e constituída pelos deputados Alexandre Von (PSDB) e Antônio Rocha (PMDB), além de Carlos Martins.
A Comissão que já se reuniu, no dia 17, com representantes do TRE-PA, que afirmaram que a Corte está elaborando a minuta de resolução que regulamentará as eleições para prefeito e vereadores do novo município. A minuta deverá ficar pronta antes do recesso, que terá inicio no dia 20 de dezembro. “É provável que as eleições ocorram no final de março, se for cumprido tudo aquilo que nos foi repassado. Aguardamos com ansiedade a instalação do município de Mojuí dos Campos, pois é algo almejado pela população local há muito tempo e que só agora poderá ser concretizada” informa. A Comissão pretende visitar outros órgãos, como o TCM e TCE, além de promover audiências publicas na localidade.
Os deputados Carlos Martins (PT), Alexandre Von(PSDB) e Antõnio Rocha (PMDB) apresentaramemendas ao projeto de lei orçamentária para o exercício de 2010, propondo a destinação de recursos para a construção de prédios da Prefeitura Câmara de vereadores.
Nepotismo pode provocar ação contra prefeitura de Santarém
A oposição em Santarém, está colhendo provas de casos de nepotismo que, segundo ela, a Prefeita Maria do Carmo vem praticando, objetivando ingressar na Justiça pela prática de crime de responsabilidade. Um caso já foi confirmado. Trata-se do irmão de uma Secretária o qual exerce o cargo de procurador no Município que, aliás, neste cargo, participou de reunião no caso da Gleba Nova Olinda, do Rio Arapiuns. Os casos de nepotismo podem gerar também devolução dos valores pagos indevidamente.
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009
A equipe do projeto premiado
Miguel!
Agradecemos pela bonita divulgação desse momento tão especial pra todos nós, que formamos a Equipe do Projeto Rádio Pela Educação.
Sem dúvidas, que todo esse êxito é fruto de muito trabalho e dedicação, de um coletivo de pessoas que contribuem para que o Rádio Pela Educação se projete.
Estamos muito felizes pela conquista.
Esse Prêmio só nos estimula ainda mais a continuarmos contribuindo com nossa sociedade e partilhando sonhos com nossas crianças e adolescentes de que é possível a construção de um mundo melhor, através da aquisição do conhecimento e da Educação..
Um grande abraço da Equipe que forma a mais Nova Tecnologia Social do Brasil – Rádio pela Educação.
EQUIPE TÉCNICA:
Coordenadora: Rosa Rodrigues
Produtora Executiva: Socorro Carvalho
Assessora Pedagógica: Adrya Letícia
Repórteres: Ageíse Navarro, Cesar Sousa e Júlio Guimarães.
Diretor de Edição: José Maria Gama
Auxiliar Administrativa: Lizandra Brasil
Coordenação Geral: Pe. Edilberto Sena
