terça-feira, 8 de março de 2011

Imagens do carnaval carioca

Última escola do Grupo Especial a entrar na avenida na segunda noite de desfiles no Rio de Janeiro, com o enredo “A Simplicidade de um Rei”, a Beija-Flor de Nilópolis contou a vida do cantor Roberto Carlos, desde a infância em Cachoeiro de Itapemirim (ES), passando pela Jovem Guarda, até chegar aos dias de hoje. Este ano a Beija-Flor levou para a Marquês de Sapucaí oito carros alegóricos e 3,8 mil componentes, divididos em 45 alas.

União da Ilha - A musa e rainha da bateria da escola da Ilha do Governador, Bruna Bruno
Roberto Carlos, o grande homenagado da Beija-Flor, desfila no último carro da escola e encerra o Carnaval na Marques de Sapucaí
Beija-Flor - Comissão de frente representou a inspiração das músicas do rei Roberto Carlos
Beija-Flor - A atriz Claudia Raia fez parte da comissão de frente da escola de Nilópolis
Beija-Flor - A rainha da bateria da escola de Nilópolis, Raíssa, puxa a bateria durante passagem na Sapucaí
Porto da Pedra - Ellen Roche foi a musa e rainha da bateria da agremiação de São Gonçalo

O craque Ronaldinho Gaúcho esteve presente em mais uma escola de samba neste segundo dia de desfile, e desta vez foi na Grande Rio
Grande Rio - A apresentadora da Rede Record Ana Hickman, um dos destaques da escola
Mocidade Independente - A agremiação cruzou a Sapucaí com 3.800 componentes em 41 alas
Mocidade Independente - A escola de Padre Miguel foi a 3ª a passar pela Sapucaí. A cantora Wanessa Carmargo foi um dos destaques da agremiação
Salgueiro - A funkeira Valeska Popozuda foi um dos destaques da escola vermelha e branca
Salgueiro - A escola teve problemas com um dos oito carros alegóricos e atrasou o término do desfile 10 minutos após o tempo permitido

Trocando beijinhos com o marido, o jogador americano Tom Brady
Como destaque da Vila Isabel
Gisele foi muito assediada
Uma das presenças mais festejadas e aplaudidas no sambódromo do Rio durante o desfile de domingo (6), foi a modelo Gisele Bündchen que, como sambista, foi uma boa operária. Confirmando as expectativas, atraiu todas as atenções no camarote da revista Caras e brilhou no último carro da Vila Isabel. Trajando vestido dourado bem curto, que a obrigava a uma puxadinha para baixo de vez em quando durante todo o desfile da escola, representando a “Vênus do século 21.”
(Blog do Ercio)

segunda-feira, 7 de março de 2011

Começa obra relacionada ao projeto da UHE Belo Monte

Foto: Andreia Gomes/Altamira
Iniciou hoje (07/03) na região de Altamira (PA) a melhoria do acesso ao Sítio Pimental, no Travessão 27, obra que integra o projeto da UHE Belo Monte no rio Xingu. Neste local será construído o vertedouro e a casa auxiliar (subestação) do empreendimento Belo Monte. O melhoramento do acesso está previsto na Licença de Instalação (LI) concedida pelo Ibama no dia 26 de janeiro deste ano. A LI refere-se às atividades e instalações como canteiros industriais pioneiros e acampamentos dos sítios Belo Monte e Pimental, almoxarifados, escritório de engenharia, enfermaria, refeitório, terraplanagens e melhorias de acessos já existentes.

A Norte Energia S. A., empresa responsável pela construção da usina, e a Construtora Belo Monte/CCBM, começaram nesta segunda-feira, às 9h, a implantação da infra-estrutura de acesso ao Sítio Pimental, com a utilização de patrulha mecanizada de terraplanagem. A patrulha mecanizada é formada por um conjunto de máquinas e equipamentos que inclui uma motoniveladora, pá carregadora e caminhões de terraplanagem. Esse conjunto de máquinas e equipamentos facilitará o acesso ao Sítio Pimental.

O engenheiro José Biagioni, da Norte Energia, responsável pelas obras das condicionantes ambientais da usina de Belo Monte, falou com a imprensa e explicou que esta fase da obra se refere apenas aos trabalhos autorizados na LI expedida pelo Ibama. Ou seja: melhoria de acessos para que possa ser construído o canteiro de obras para alojar os trabalhadores que vão participar de diversas ações, entre elas o projeto de saneamento da região e outras intervenções previstas nas condicionantes socioambientais que envolvem 11 municípios (Altamira, Vitória do Xingu, Senador José Porfírio, Anapu, Brasil Novo, Medicilândia, Uruacá, Placas, Porto de Moz, Gurupá e Pacajá).

Com estimativa de iniciar as operações no dia 31 de dezembro de 2014, Belo Monte será a maior usina hidrelétrica brasileira e a terceira maior do mundo. Segundo o Ministério de Minas e Energia, sua construção deve gerar cerca de 20 mil empregos diretos. A UHE Belo Monte terá capacidade instalada de 11.233,1 MW de potência e geração anual prevista de 38.790.156 MWh ou 4, 5mil MW médios e reservatório com área de 516 km quadrados. A conclusão do empreendimento está prevista para 10 anos, com início de operação a partir do quinto ano do começo da obra.

O empreendimento integra o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), que é uma prioridade do governo federal. Sua entrada em ação propiciará mais oferta de energia e mais segurança para o Sistema Interligado Nacional (SIN), com melhor aproveitamento das diferenças hidrológicas de cheia e seca nas diversas regiões do País.

 

Imagens do carnaval carioca e paulistano

Pegando carona no bloco do blog do Ercio:

Gisele usava um microvestido que teimava em subir – e ela em puxá-lo para baixo
 

Comissão de frente “tira” a própria cabeça

Destaque na Portela
Jogador também desfilou no meio da bateria da verde e rosa

Estação Primeira de Mangueira: Gracyanne Barbosa foi um dos destaques de chão da escola que encerrou a programação do primeiro dia do grupo especial no Rio
Estação Primeira de Magueira: Tatiana Santos é a rainha de bateria da escola de samba que encerrou o primeiro dia de desfiles do grupo especial do Rio de Janeiro
Unidos de Vila Isabel: Mayana Moura desfilou como Cleópatra em um dos carros da escola de samba carioca
Unidos de Vila Isabel: A ex-BBB Lia Khey mostrou seu samba no pé na penúltima escola a passar pela Sapucaí
Unidos de Vila Isabel: Ex-BBB 11, Ariadna foi um dos destaques de chão da quinta escola a entrar na avenida neste primeiro dia de desfiles
Unidos de Vila Isabel: Gisele Bündchen foi destaque de carro alegórico da quarta escola a desfilar no Rio de Janeiro
Unidos de Vila Isabel: Sabrina Sato desfilou como musa da bateria da quarta escola a desfilar na Marquês de Sapucaí na madrugada desta segunda-feira (7)
Unidos da Tijuca: Mais uma vez, Adriane Galisteu desfilou à frente da bateria da Unidos da Tijuca - escola que venceu o Carnaval carioca em 2010
Portela: Sheron Menezzes desfilou como madrinha de bateria da terceira escola a cruzar a avenida
Imperatriz Leopoldinese: Luisa Brunet, desfilou mais uma vez como madrinha de bateria da Imperatriz Leopoldinense. A escola foi a segunda a entrar na Sapucaí neste primeiro dia de desfiles do grupo especial
(Fonte: R7 - fotos Ag.News)
 

Eliana
Carla
 

Estácio de Sá - Luciene Santos, destaque da alegoria das Índias
Império da Tijuca - A escola da zona norte do Rio entrou na Sapucaí representada por sua musa, Alessandra Mattos
Representantes - Rei Momo, rainhas e princesas - do Carnaval do Rio de Janeiro foram receber o público antes do desfile do grupo de acesso ´A`
Viradouro - A dançarina Dani Bananinha à frente da bateria da qual é rainha
Mulher melão foi um dos destaques do desfile da Acadêmicos do Cubango
 

Musas do carnaval paulistano 2011

Gaviões da Fiel: Sabrina Sato, a madrinha de bateria da escola da torcida organizada corintiana. E que madrinha, hein?
Unidos de Vila Maria: Sheila Carvalho desfilou como destaque
Águias de Ouro: Valeska Popozuda foi a rainha da bateria
Angela Bismarchi, madrinha da bateria da Nenê de Vila Matilde
Cantora Maria Rita desfilou pela Escola Vai-Vai
Dani Sperle, musa de bateria da Tom Maior, desfila praticamente nua no Anhembi
A madrinha da escola Tom Maior, Adriana Bombom desfila fantasiada de camaleão
Adriana Ferrari
Ana Hickmann
Caroline Bittencourt
Ellen Roche
Juju Panicat
Sheila Mello
Viviane Araújo

Baile do Copa, tradição de glamour

Luiza Brunet
Vincent Cassel
Zeka Marquez
 

domingo, 6 de março de 2011

Ophir e Amazonino, tudo a ver

No Jornal Pessoal sob o titulo de 'Nada disse':

Lúcio Flávio Pinto
 
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Ofir Cavalcante Filho, não pode ver um microfone e uma câmera de televisão à sua frente. Fala sobre tudo o que lhe é proposto, com ou sem autoridade sobre o tema, com ou sem competência, com ou sem razão. Mas quando provocado a se manifestar sobre a censura tentada pelo juiz Antonio Campelo, afastou microfones e câmeras: era mera “questão regional”, que não ia merecer a atenção do presidente nacional da outrora gloriosa OAB.

Quando presidente da seccional paraense da Ordem, Ofir Filho foi instado a dar seu parecer sobre a agressão física de Ronaldo Maiorana a mim. Nada disse por considerar que se tratava de simples “rixa familiar”, tese que seria adotada por todas as pessoas e instituições coniventes com a violência do então presidente da comissão da OAB encarregada justamente de tratar da liberdade de imprensa.

A frase infeliz do sucessor do pai na presidência da OAB (local e nacional) coincidiu com a referência preconceituosa do prefeito de Manaus, Amazonino Mendes, filho de paraense, aos nativos deste Estado, como se eles não tivessem discernimento para tomar decisões e se tivessem tornado párias.

Enquanto fala sobre tudo que acontece no Brasil, Ofir não se sente em condições de tratar de uma “questão regional” do Pará. Ou o Pará não existe ou o presidente da OAB nacional é o que foi o presidente da secção estadual: uma pessoa que não está à altura da posição na qual foi posto por circunstâncias outras que não a postura altaneira e o conhecimento de quem, no passado, tanto dignificou a OAB, como Raymundo Faoro.
Deus proteja o Pará desses seus representantes.

sábado, 5 de março de 2011

Manchetes deste sábado de O Estado do Tapajós

TRE julga Maria depois do carnaval

Jatene quer máquinas de hemodiálise funcionando

SESPA confirma 482 casos de dengue em Santarém

Prefeitura de Santarém não assina o TAC da saúde

Trem da Alcoa mata ancião em Juruti

Cosanpa necessita de três meses para retomar obras do PAC

Desfile vai arrastar milhares de foliões

Santarém tem 1.200 na malha fina

Licença do Ibama para Belo Monte é mantida

Lira Maia assume vice-presidência da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados

Câmara de Santarém vai realizar concurso público

Evandro Cunha assume mandato de vereador

Frete encarece hortifrutis até 40% em Santarém

Moradores reclamam da triplicidade do IPTU em Santarém

Pro-Reitor de ensino é exonerado antes que alunos iniciem atividades na UFOPA

sexta-feira, 4 de março de 2011

CCJ é favorável à manutenção do exame da OAB

Agência Senado

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (2) parecer contrário à proposta de emenda à Constituição que considera o diploma de curso superior suficiente para comprovar a qualificação profissional dos formados. Na prática, se convertida em norma constitucional, a PEC 1/10 impediria instituições como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de realizar exames de admissão ao mercado de trabalho.
 
Apesar do parecer pela rejeição da PEC, a matéria ainda poderá ser analisada pelo Plenário da Casa, se, em dois dias úteis, um número mínimo de nove senadores apresentar recurso à Mesa do Senado. Nessa hipótese, o Plenário votará a proposta de emenda à Constituição, e não o parecer da CCJ, conforme entendimento da Secretaria Geral da Mesa, com base no artigo 254 do Regimento Interno. Se o recurso não for apresentado, a matéria será simplesmente arquivada.

 
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Em seu parecer, o relator da matéria, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), argumentou que a aprovação da proposta impediria que diplomados em cursos de graduação fossem submetidos a avaliações com o objetivo de obter registros profissionais. No entendimento do parlamentar goiano, a PEC, de autoria do ex-senador Geovani Borges, tiraria da sociedade um mecanismo de segurança importante para quem precisa dos serviços de advogados.

 
- Convenhamos, um advogado que não alcançou nota cinco para obter a carteira, não dá. Não dá pra aprovar um promotor, um juiz, um delegado que não consegue alcançar nota cinco. Que segurança oferece um profissional que não se encontra preparado para exercer sua profissão? - questionou Demóstenes, que é procurador de Justiça e ex-presidente da comissão.

 
O senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) observou que não há unanimidade a favor do exame da OAB. Em Recife, segundo ele, há decisões judiciais que impedem de forma temporária a realização da prova. No entanto, Valadares reconheceu a necessidade desse tipo de avaliação profissional, em razão da baixa qualidade do ensino no Brasil.

 
- Pena que em um país como o nosso, um advogado tenha de passar pelo exame da Ordem, o que mostra a qualidade do ensino ainda lá embaixo - disse o parlamentar sergipano.



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