terça-feira, 19 de maio de 2009
Informando sempre na frente
Despedida compulsória
Na quinta-feira, Coutinho pede aposentadoria.
No dia 30 de maio, o professor aposentado da UFPa., ex-secretário de planejamento, ex-deputado federal, ex-secretário de educação, ex-prefeito de Belém, ex-senador e ex-ministro do Meio Ambiente completa 70 anos.
Domingueira não funciona
O coletivos demoram a passar no intervalo de duas horas entre uma viagem e outra.
E nem todas as empresas colocam os ônibus para rodar na domingueira.
Governo desiste de hidrelétrica no rio Araguaia
Mário Coelho
O Ministério das Minas e Energia engavetou, pelo menos por enquanto, o projeto de construção da usina hidrelétrica de Santa Isabel, que seria construída no Rio Araguaia, entre Pará e Tocantins. A decisão foi comunicada por representantes da pasta e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) durante reunião da Câmara Técnica de Análise de Projetos (CTAP) do Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH).
A informação foi confirmada ao Congresso em Foco por dois conselheiros, representantes dos movimentos sociais no CNRH. A discussão do tema, que preocupa especialmente os moradores das regiões afetadas pela construção da hidrelétrica, ocorreu na manhã de ontem (18). "Atendendo a um pedido da sociedade civil, o ministério e a Aneel decidiram engavetar o projeto", afirmou João Clímaco, que representa o Fórum Nacional da Sociedade Civil nos Comitês de Bacias Hidrográficas (Fonasc) no conselho.
Leia mais em O Congresso em Foco.
Cenas do cotidiano amazônico
Esta cena pode não ser atual, mas algo muito parecido ocorre todos os dias, com cobras de todos os tamanhos, em época de enchente dos rios amazônicos.
As cobras, em busca de comida, são presas frágeis dos ribeirinhos, que vêem nesses réptieis um pavoroso inimigo e tratam de abatê-las em dó nem piedade.
As fotos são do Blog do Piteira:


Perdigão e Sadia confirmam megafusão que cria a Brasil Foods
A Sadia e a Perdigão anunciaram oficialmente nesta terça-feira, por volta das 9h, a fusão entre as duas empresas. "Da associação resultará a BRF Brasil Foods S.A. com sede social na cidade de Itajaí, Santa Catarina", informaram as empresas em comunicado conjunto enviado ao mercado.
As empresas convocaram entrevista coletiva às 10h30, em São Paulo, para esclarecer dúvidas sobre a transação. Participam os presidentes dos conselhos da Sadia, Luiz Fernando Furlan, e da Perdigão, Nildemar Secches --ontem, eles jantavam em um restaurante em São Paulo enquanto o contrato era assinado.
Segundo o comunicado, o acordo foi aprovado pelos Conselhos de Administração das duas empresas e ainda precisa passar por adesão dos acionistas de ambas. "A concretização da associação também depende da apresentação da operação aos órgãos antitruste de outras jurisdições nas quais essa exigência legal seja necessária, em virtude de a Perdigão e a Sadia possuírem operações."
Entre esses orgãos estão, por exemplo, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e a SDE (Secretaria de Direito Econômico).
No processo de fusão previsto, a Perdigão muda de nome para BRF e a Sadia para HFF, e em seguida ocorre a incorporação das ações da HFF pela BRF. Os Conselhos de Administração das duas empresas serão formadas pelas mesmas pessoas, e o presidente de uma será co-presidente da outra.
A Brasil Foods ainda realizará uma oferta pública de ações no valor estimado de R$ 4 bilhões, que segundo as empresas tem o objetivo de captar recursos.
O comunicado não menciona a participação do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) no negócio, mencionado como um dos investidores na oferta.
Brasil Foods
A nova empresa nasce com os apostos de décima maior empresa de alimentos das Américas, segunda maior indústria alimentícia do Brasil (atrás apenas do frigorífico JBS Friboi), maior produtora e exportadora mundial de carnes processadas e terceira maior exportadora brasileira (atrás de Petrobras e da mineradora Vale).
Com 119 mil funcionários, 42 fábricas e mais de R$ 10 bilhões em exportações por ano, a gigante surge com um faturamento anual líquido de R$ 22 bilhões.
A fusão foi concretizada depois de meses de negociações. A elaboração final do contrato, informa a reportagem, foi marcada por muitas idas e vindas entre advogados e executivos de bancos de investimentos envolvidos no acordo.
As discordâncias eram com relação ao valor patrimonial do banco Concórdia, que pertence à Sadia. Desde o início, estava decidido que a área financeira do grupo ficaria fora da BRF. A avaliação de seu valor para baixo, no entanto, significou milhões de reais a menos em ações, para os acionistas da Sadia.
Congresso da Paz pode ser transferido
Dessa forma, a data de 5 de julho estaria disponivel para o São Raimundo estrear na série D do campeonato brasileiro contra o Moto Clube, no Barbalhão.
Pará já perdeu quase 14 mil empregos formais este ano
| Nos primeiros quatro meses de 2009 o Pará já perdeu 13.802 empregos com carteira assinada, um decréscimo de 2,50%. De janeiro a abril foram registradas no Estado 74.569 admissões e 88.371 desligamentos. É o que informa o Dieese/Pa, com base em dados do Ministério do Trabalho. No mesmo período de 2008 haviam sido registradas 254.579 admissões e 228.506 desligamentos, gerando um saldo positivo de 26.073 postos de trabalho, com um crescimento de 5,37%. Entre dezembro de 2008 e abril de 2009 já foram extintos cerca de 25 mil empregos na economia formal paraense – só em dezembro do ano passado foram menos 11.375 empregos. No primeiro quadrimestre de 2009, o setor da construção civil foi o mais impactado na questão da perda de postos de trabalho no Pará, com uma queda de 13,39%, seguido pela industria de transformação (-5,63%), agropecuária (-2,21%) e comercio (-1,35%). O mês de abril é o quinto consecutivo de queda no emprego formal no Pará, com 18.644 admissões e 20.787 desligamentos, gerando um saldo negativo de 2.143 postos de trabalho, um decréscimo de 0,39% em relação a março. (Pará Negócios) |
Após sentir dores, Dilma é levada para hospital
Em tratamento contra um câncer no sistema linfático, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, embarcou na noite de segunda-feira (18/5) de Brasília para São Paulo num jatinho da Amil, plano de saúde ao qual é associada. Sofrendo de dores “lancinantes” em uma das pernas, a ministra foi se consultar com os médicos do Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista, que cuidam dela há cerca de um mês e meio, quando foi identificado um nódulo debaixo da axila de seu braço esquerdo. O nódulo já foi retirado, mas Dilma enfrenta desde então um tratamento que continuará, pelo menos, nos próximos quatro meses.Dilma será submetida a uma uma bateria de exames, para que a equipe médica possa fazer o diagnóstico e identificar se as dores na perna são uma reação à quimioterapia. Os médicos - Dr. Roberto Kalil (cardiologista), Dra. Yana Novis (hematologista), Dr. Paulo Hoff (oncologista) e Dr. Davi Uip (infectologista) - só definirão o tratamento após os exames.
Escolhida por Lula para representá-lo na próxima corrida presidencial, a “mãe do PAC” cumpria agenda normalmente no Centro Cultural Banco do Brasil quando sentiu a dor, por volta do meio-dia. Nas horas seguintes, a dor aumentou, obrigando-a a deixar o CCBB, no meio da tarde, para tomar uma injeção prescrita pela equipe médica do Sírio-Libanês.
Como a medicação não surtiu o efeito desejado, a ministra viajou para São Paulo. Desde o anúncio público do tratamento contra o câncer, Dilma já enfrentou duas sessões de quimioterapia. A segunda foi realizada na quinta-feira da semana passada. Em entrevista ao Correio publicada em 10 de maio, ela se mostrou confiante em superar o problema de saúde. “Tenho certeza de que vou vencer (o inimigo)”, declarou.
Dilma passou o dia no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília, no gabinete em que vem trabalhando desde o início da reforma no Palácio do Planalto. À tarde, ela se encontrou com o presidente interino José Alencar, o ministro da Integração, Geddel Vieira Lima, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. A ministra só deixou o local às 18 horas. Na portaria, disse que não daria entrevistas por ter compromissos, sem dar detalhes. Seguiu então para o Hospital das Forças Armadas, onde recebeu analgésicos.
À noite, quando Dilma estava a caminho de São Paulo, o Palácio do Planalto informou que as dores já haviam passado e o motivo da viagem era a necessidade de uma avaliação médica. Em visita oficial à China, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu informes sobre o estado de saúde da ministra. No Sírio-Libanês, Dilma deveria se submeter a uma bateria de exames e passar a noite em um quarto. Na semana passada, a ministra se submeteu à segunda das seis sessões de quimioterapia previstas.
(Agência Estado)
Marília Brasil Xavier é nomeada reitora da Uepa até 2013
A governadora Ana Júlia Carepa nomeou, na última sexta-feira (15), a
professora Marília Brasil Xavier reitora da Universidade do Estado do
Pará (Uepa) pelos próximos quatro anos. O decreto foi publicado
segunda-feira (18), no Diário Oficial do Estado, e entra em vigor
imediatamente.
PF apreende 105 kg de cocaina peruana
Numa operação que mobilizou por meses policiais civis das seccionais urbanas de Belém e de Santarém, da Superintendência da Região do Baixo Amazonas e, ainda, agentes da Polícia Federal, foram presos ontem seis pessoas acusadas de tráfico de entorpecentes. Com elas, foram apreendidos 105 quilos e 800 gramas de cocaína pura.
A droga, como apuraram os policiais, é oriunda do Peru, tendo sido conduzida pelo rio Amazonas, e se destinava a Belém. Cinco policiais da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO) participaram da ação, sob o comando do titular da Divisão de Repressão a Entorpecentes (DRE), delegado Henison Jacob Azevedo, e do chefe de Operações da DRCO, Edinaldo Araújo. Da Seccional de Santarém, atuaram o chefe de Operações Hélio Pereira e o investigador Carlos Jennings, entre outros policiais. Até a noite de ontem, o delegado Henison continuava tomando depoimentos dos presos.
Os presos são dois Raimundo Íris Nunes Penha, 55 anos, amazonense; Elson da Conceição Mangabeira, 58 anos, macapaense; além de dois homens do apoio logístico ao bando: Adriano Melo Penha (filho de Raimundo), 28 anos e amazonense; e Vilsomar Oliveira Lameira, 27 anos e paraense; além de mais dois guias: João Maria Ramos, 32 anos e paraense; e Samuel Rodrigues Ramirez, 21 anos e amazonense. Todos estão presos na Seccional Urbana de Santarém.
Rastro - O bando vinha sendo alvo de investigações da Polícia há meses. O grupo foi preso na área do balneário de Alter do Chão, em Santarém, por volta das 14 horas de ontem. Os traficantes estavam reunidos em uma rabeta, tipo de embarcação de pequeno porte, movida por um motor. A cocaína foi encontrada nas matas de uma outra praia santarena. No caso, a praia do Juá. A droga estava sendo guardada por um homem, que também atuava como guia do bando. Na cidade de Santarém foi preso o filho de um dos traficantes e mais um homem, que tinham a responsabilidade de dar apoio logístico às ações do grupo. A Polícia conseguiu apreender 150 litros de combustível, utilizado neste apoio logístico da quadrilha. Até ontem à noite, ainda não estava decidido o destino do bando, se permaneceria em Santarém ou seria transferido para Belém.
Silêncio comprometedor
A sessão de ontem da Câmara de Vereadores foi palco de abobrinhas e salamaleques. Apenas.
Cosanpa terá gerência voltada ao Baixo-Amazonas
Ainda este semestre, Ribeiro vai criar uma gerência de gestão da Cosanpa que terá a incumbência de supervionar os trabalhos da empresa no interior do estado, a começar pelo escritório de Santarém.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Juiz Gabriel Veloso é cidadão de Santarém
Ana Júlia e Priante no mesmo avião
Passageiro do vôo da TAM das 11h30 de hoje, que decolou de Belém rumo a Brasília, registrou uma cena que provocou comentários entre os que estavam dentro do avião: a governadora Ana Júlia Carepa e o ex-deputado José Priante estavam em locais onde um podia ver o outro, mas não se falaram em nenhum momento.
Ana Júlia, segundo o passageiro, ficou o tempo todo de cara amarrada durante a viagem. No desembarque, os dois chegaram a se cruzar no corredor do avião, mas não trocaram uma palavra. Pareciam dois estranhos. E ponha estranho nisso.
Incra responde a nota "Desvio de função'
1. A modalidade Apoio Inicial, ora operacionalizada na Várzea Santarena, de acordo com as normativas de regência da matéria, "se destina à segurança alimentar e nutricional das famílias assentadas, ao suprimento de suas necessidades básicas, bem como ao fomento inicial de seu processo produtivo" (NE 79, art. 5º), de forma que a aquisição de alimentos e madeira não caracteriza qualquer desvio na finalidade do Crédito;
2. Na operacionalização dessa primeira etapa do Crédito Instalação, em conjunto com as entidades representativas dos assentados, o INCRA zelou para que fossem adquiridas peças de madeira cujo uso não se esgotasse no atendimento da situação emergencial. O material adquirido poderá ser utilizado, após a diminuição da enchente, no seu fim precípuo, se prestando à confecção de canoas e outros instrumentos de produção.
Por fim, cumpre dizer que já prevíamos esse tipo de questionamento, porém ante à insuficiência dos meritosos esforços no combate à situação emergencial, as entidades representativas e a Superintendência de Santarém decidiram que a intervenção, nesse momento crítico, se fazia necessária.
Sem mais,
Fagner Garcia Vicente
Chefe do Serv. de Infra-Estrutura
Coord. da Comissão de Crédito Instalação
INCRA/SR-30/Santarém
Jordy denuncia ameaça ao juiz de Itaituba
Por contrariar interesses de pessoas economicamente influentes dentro do município, o juiz teria sido acusado no último final de semana, sem nenhuma motivação, de assédio sexual a uma jovem ao sair de uma locadora de vídeo. O caso teria sido registrado inclusive na delegacia de polícia local. “A CPI não vai aceitar essas pressões e nem se intimidar com esse tipo de situação”, disse o relator da CPI durante a Sessão Especial para marcar o Dia Estadual contra a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
Jordy lamentou que, em Itaituba, pessoas “poderosas” estejam querendo inviabilizar e descaracterizar o trabalho da CPI, anunciando que vai pedir ao Tribunal de Justiça do Estado, ao Ministério Público e às autoridades governamentais mais empenho na apuração das denúncias para que nenhum caso fique impune, até porque, segundo ele, o caso em questão, trata-se de uma rede de agenciamento e de aliciamento contra menores. “Por isso, é preciso que seja dada prioridade a esse caso”, disse o relator.
Segundo o deputado mais do que denunciar, o principal objetivo da CPI é mobilizar os poderes e a sociedade à discussão de temas como esse a fim de que crimes de abuso sexual contra crianças e adolescentes não fiquem banalizados. Embora a CPI já tenha recebido em torno de duas mil denúncias de abuso contra menores, ele considera que a situação no Estado é infinitamente mais grave, mas defende que a Comissão tem conseguido fazer a sua parte, o seu dever de casa. “No início até achava que não mexeriam aqui ou acolá, mas em quatro meses de instalada, a CPI já levou até a cassação de um deputado”, disse. Para Jordy, isso é um exemplo de que nos trabalhos da CPI não existe interferência de partidos e nem tráfico de influência. “O que existe é um pacto pela vida em defesa dessas crianças e adolescentes”, reforçou.
Proibido uso de mini-saia no hospital regional do Baixo-Amazonas
O mais polêmico é este aqui:
Não é permitido aos acompanhantes e visitantes de pacientes internados nas enfermarias o uso de bermudas, saias curtas, miniblusas, shorts, roupas decotadas e transparentes.
Infraero divulga pedidos de isenção deferidos e altera conteúdo de prova
Do CorreioWeb
O órgão também divulgou a retificação no conteúdo programático para o cargo de analista superior 3 - engenheiro florestal. A lei no 4.775/65, que antes fazia parte do cronograma de estudos de legislação florestal, foi substituída pela lei no 4.771/65.
As oportunidades de nível superior são para assistente social, bibliotecário, biólogo, enfermeiro de trabalho, jornalista, relações públicas, publicitário, pedagogo, psicólogo, administrador, advogado, auditor, contador, economista, médico do trabalho, analista de sistemas, arquiteto, engenheiro agrônomo, engenheiro ambiental, engenheiro civil, engenheiro de infraestrutura aeronáutica, engenheiro de segurança do trabalho, engenheiro de telecomunicações, engenheiro eletricista, engenheiro eletrônico, engenheiro florestal, engenheiro mecânico, engenheiro mecatrônico, engenheiro químico, engenheiro sanitarista e meteorologista.
Já as vagas de nível médio/técnico são para desenhista projetista, técnico em edificações, técnico em eletrônica, técnico em eletrotécnica, técnico em estradas, técnico em mecânica, topógrafo e profissional de serviços aeroportuários.
De acordo com o edital de abertura, a remuneração para funções que exigem nível médio varia de R$ 1.029,50 a R$ 1.696,32. Já para quem possui nível superior os salários vão de R$ 2.484,18 a R$ 3.203,53. A aplicação das provas objetivas e discursivas está prevista para o dia 21 de junho, em todos os estados.
A Infraero divulgou, pela Fundação Carlos Chagas, o número parcial de 111.600 candidatos inscritos no concurso.
Confira aqui o edital de abertura da seleção.
A sinceridade de Ana Júlia
"Temos que ter um planejamento que, antevendo situações como essas, vividas por moradores de invasões em áreas próximas à beira do rio, sejam evitadas pelos prefeitos. Sei que os prefeitos não gostam de impedir ou remanejar as famílias que se instalam nessas áreas alagadiças, mas o custo dessa remoção é tirado de outras ações estatégicas do Estado e municípios", afirmou Ana Júlia.
Terra firme em Juruti vai pro fundo
Na terra firme, por exemplo, a vila Tabatinga já está com cinco ruas alagadas pelas águas do lago do Salé.
Desvio de função
O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) está agilizando o pagamento do Crédito Apoio Inicial, que corresponde a R$ 3.200 por família, a 810 famílias assentadas que são atingidas pelas cheias no Oeste do Pará. Com o recurso, além de material de pesca e ferramentas agrícolas, os assentados estão adquirindo madeira e alimentos, produtos que auxiliam a enfrentar a situação emergencial- segundo informa a assessoria de imprensa daquela autarquia.
Mas, convenhamos, há um gritante desvio de função do Incra nessa ação meritória.
Crédito instalação é para ajudar o assentado a começar a produzir, o nome mesmo diz.
A tarefa de doar madeira e alimentos, adquiridos com recursos do Crédito de Apoio Inicial, nome oficial do programa, deveria ser de outros órgãos federais, estaduais e municipais.
Até porque, quando as águas dos rios vazarem, cadê o dinheiro para comprar o necessário para a primeira safra de alimentos ou de pescado?
Lista fechada trava reforma política
O Estado de São Paulo
Em debate na TV Estadão (www.estadao.com.br), realizado na sexta-feira, os deputados Arnaldo Madeira (PSDB-SP) e Carlos Zarattini (PT-SP) defenderam pontos de vistas distintos em relação a esses dois temas. É a partir deles que o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), pretende aprofundar com os líderes partidários, nesta semana, a discussão sobre a reforma. Os parlamentares, no entanto, são céticos em relação à aprovação de alterações na legislação às vésperas da eleição de 2010.
Zarattini afirmou que a posição do PT, firmada em congresso do partido em 2007, é de defesa da lista fechada. "Consideramos que é uma forma de valorizar o partido, reduzir o gasto de campanha e, ao mesmo tempo, possibilitar que as pessoas tenham uma visão mais clara do processo político", declarou.
De acordo com deputado, a lista fechada permite o financiamento público, já que os recursos para as campanhas ficam a cargo do partido, e não do candidato. O lado mais negativo do sistema atual, na avaliação de Zarattini, é que ele deixa "turvada" a visão do eleitor, em razão da "infinidade de candidatos".
"(No sistema atual) cada pessoa (candidato) tem de buscar recursos, cada pessoa faz um esforço gigantesco e, ao mesmo tempo, há uma doação cada vez maior das grandes empresas, colocando o candidato numa situação constrangedora quando se vai discutir determinado assunto", completou.
O deputado Madeira discorda. Com uma visão bastante crítica da lista fechada, ele acha que o sistema afasta o político do eleitor. "Em vez de nós ficarmos discutindo como construir um sistema eleitoral para que o eleitor se sinta mais confortável na escolha do seu representante, nós estamos com essa história de lista fechada na véspera do prazo para se decidir as regras", disse o parlamentar.
Na bancada do PSDB na Câmara, também não há uma posição fechada sobre o assunto. "Hoje o eleitor não se sente representado no Legislativo. Para pegar um exemplo, (na eleição para deputado federal em 2006) o Capão Redondo tinha cerca de 266 mil eleitores. O mais votado teve 9,8 mil votos. Então é óbvio que essa população não se sente representada. Essa é a distância que nós temos que ultrapassar", afirmou.
VOTO DISTRITAL
O parlamentar defende o sistema distrital misto, em que o eleitor pode votar apenas nos candidatos que concorrem no seu distrito eleitoral. "Cada pessoa vai saber quem é o seu representante", afirmou. Madeira, no entanto, acha pouco provável que esse sistema seja aprovado no País. "Um sistema que tem mais aceitação, e que é possível, é o distrital misto, em que parte seria eleita pelo distrito e parte pela lista partidária."
Zarattini criticou o voto distrital misto. Disse que o sistema tende a diminuir a representação dos minoritários. "Você caminha sempre para uma polarização. E um partido que pode ter 30% ou 40% não consegue ter representação. Vai ser eliminado porque ganha um ou outro, como no sistema de senador", declarou o parlamentar.
Questionado sobre a possibilidade de os partidos usarem a listas para emplacarem candidatos polêmicos, ele afirmou: "Se colocar na lista candidato com problemas na Justiça, isso é um problema para o partido. O partido vai sofrer as consequências de ter um candidato pesado para carregar." Ele defendeu que o sistema da lista valoriza a discussão política e fortalece a democracia partidária.
Para Madeira, a lista pode propiciar corrupção interna. "O deputado vai colocar um anúncio: ?Deputado que quer se eleger procura partido que consiga eleger até seis parlamentares para negociar terceira ou quarta posição na lista.?"
Ele citou o caso da Argentina, onde há lista fechada. "É um escândalo atrás do outro. A maior desmoralização. Essa coisa de financiamento público é idealizar o mundo real. Temos que construir instituições sólidas e transparentes para que a população tenha condições de avaliar o que está acontecendo", afirmou ele.
O tucano criticou ainda o financiamento das campanhas com dinheiro do Estado. Zarattini rebateu, ao dizer que as elas já são, em parte, bancadas com recursos do fundo partidário, que vem do Tesouro.
No final do debate, ao ser indagado sobre as críticas feitas ao PT, de que poderia usar a discussão da reforma política para tentar aprovar um terceiro mandato do presidente Lula, Zarattini negou haver no partido articulação nesse sentido. "Não queremos que haja uma mudança nessa questão. Isso sempre se coloca para evitar a discussão da reforma. Quando falamos, dizemos que é para dar mais transparência. Hoje a Justiça Eleitoral tem dificuldade. São milhares de candidatos, milhares de contribuições."
Babel
Quer dizer.
A Seminf nada fez e não deve explicações. Mesmo que tenha feito os pagamentos e preste contas deles para os órgãos de fiscalização.
Mas a CGU, que aponta o superfaturamento, esta tem que se explicar.
Dá para entender?
Ana Júlia acha interessante proposta da ALC para Santarém
Ana Júlia não só endossou a proposta como também pediu que Olavo leve o assunto para a pauta do Fórum Estadual de Competividade, do qual a ACES tem assento.
Caminhos opostos
Mas lá na capital federal, Maria vai para um lado e Lira Maia para outro.
Os dois políticos santarenos só pensam naquilo( julgamento do STF).
Cada um pela ótica de suas conveniências.
E Jader? Avalizou ou não a metralhadora verbal de Priante?
Uma pergunta não quer calar entre os que ouviram ou leram sobre a saraivada de balas que foi a entrevista de sábado, do presidente do Diretório Municipal do PMDB de Belém, o ex-deputado José Priante.
Uma entrevista, vocês sabem, que teve como alvo, no início, no meio e no fim, o governo de Sua Excelência a governadora Ana Júlia Carepa.
A pergunta que não quer calar é: e o presidente regional do PMDB, deputado Jader Barbalho, em que ponto dessa corda se equilibra? Ele avalizou ou não as críticas? Apoiou ou não a metralhadora verbal de Priante?
O ex-deputado, durante o programa apresentado pelo jornalista Carlos Mendes, com a participação do também jornalista Francisco Sidou, informou claramente que Jader o chamou para conversar na sexta-feira, um dia antes, tão logo tomou conhecimento, pelos blogs, de que ele, Priante, não apenas iria ao programa Jogo Aberto como ainda soltaria o verbo contra o governo Ana Júlia.
Mas foi só isso e apenas isso que Priante disse aos ouvintes: que foi chamado por Jader.
Não é fácil, no entanto, imaginar as seguintes hipóteses, as seguintes alternativas ocorridas na conversa reservada entre Priante e o presidente regional do PMDB:
1. Jader deixou o ex-deputado à vontade para quebrar o pau.
2. Jader o advertiu: podes falar o que quiseres, mas assume sozinho (e durante o programa Priante, em certa ocasião, foi muito claro: disse que falava em seu próprio nome).
3. Jader recomendou que Priante tivesse prudência nas palavras.
4. Jader vetou a ida de Priante ao programa.
Se fosse numa prova de marcar, dessas de vestibular, a terceira e quarta alternativas seriam prontamente descartáveis, porque Priante foi ao programa e porque destilou as criticas mais contundentes já feitas até por uma liderança do PMDB do Pará ao governo Ana Júlia.
As alternativas 1 e 2 são as mais prováveis.
E das duas alternativas mais prováveis, a mais provável das duas é a primeira.
Até porque Jader, ele mesmo, também já cuspiu fogo contra auxiliares do governo Ana Júlia, a quem chamou de fofoqueiros.
Até porque o líder da bancada do PMDB na Assembléia, deputado Parsifal Pontes, também já aplicou os seus pontapés verbais nos petistas e no governo, a quem acusou de não respeitarem o PMDB.
Até porque Jader, ele mesmo, sabe que a insatisfação no PMDB é muito grande com o governo Ana Júlia.
Até porque Jader, com Priante soltando fogo por todos os poros, continua numa situação confortável, uma vez que, se ainda se contém para dizer tudo o que Priante disse, de qualquer forma sente exatamente o que Priante e tantos outros peemedebistas sentem.
E mais: Jader ainda se dá ao luxo de posar como a liderança de um grande partido que deixa os aliados inteiramente livres para demarcarem suas posições, sobretudo quando em favor dos privilégios que o PMDB exige na condição de grande fiador da eleição de Ana Júlia em 2006.
Não é fácil concluir, assim, que Jader, quem sabe, soltou foguetes depois da entrevista.
E se não soltou, teve vontade de soltá-los.
Muita vontade.
Nem os mortos estão livres da enchente
Armadilha
Ainda carente de confirmação, o boato dá conta que o juiz teria sido filmado em situação nada ortodoxa.
A conferir.
Oriximiná vaia Governadora
Blog Belém
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Nota da redação:
Em conversa com o editor-chefe de O Estado do Tapajós, a governadora Ana Júlia atribuiu a um mal-entendido o motivo das vaias que recebeu em Oriximiná.
"Depois do episódio, muitos dos manifestantes me procuraram para dizer que estavam mal-informados sobre as ações do governo. No entanto, considero a manifestação democrática, embora preferisse que episódios dessa natureza dessem lugar ao diálogo", afirmou Ana Júlia.
Pauta 17
Na quinta-feira passada, O Supremo concluiu a votação da pauta 14.
Faltam, portanto, duas pautas a serem vencidas pelos ministros do STF até chegar à sessão que vai decidir se Maria volta ou não à prefeitura de Santarém, o que deve ocorrer a partir do final deste mês.
domingo, 17 de maio de 2009
Os dedos, a loucura e a razão
conceicaofreitas.df@diariosassociados.com.br
O carro saiu do posto de gasolina e entrou na minha frente, sem pedir licença. Reduzi a marcha, xinguei um bocado e colei na traseira dele, de raiva, de provocação, correndo risco, querendo briga. De repente, da janela do carro brota um dedo apontado pra cima. Demorei a perceber que era um dedo colado numa mão, num antebraço e num braço anônimos.
Estava num dia de briga. Continuei colada no cara. E ele continuou a apontar o dedo pra mim. Deve ter se cansado de ter de pôr o dedo pra fora do carro e passou a me mandar o dedo pelo retrovisor central. Eu também tenho dedos, dez!, mas não quis fazer uso de nenhum. Provocar eu sei, mas dar o dedo ficou meio risível para uma senhora.
Nos dias que se seguiram, comecei a observar os dedos. Depois da buzina, da insuportável e intolerante buzina, eles são a arma preferida no trânsito, pelo que concluiu a pesquisa empírica que tenho feito, munida de credencial de motorista no Plano Piloto, com viagens constantes às cidades-satélites. Os dedos têm aparecido no trânsito na proporção em que o trânsito nos tem enlouquecido. Em geral, é o pai-de-todos que fica irritado, enquanto o mindinho, seu vizinho, fura-bolo e mata-piolho se encolhem, receosos da confusão que há de vir. Nunca descobri o sentido, ao pé da letra, do dedo médio em riste, mas nem precisa. Nenhum palavrão soa mais agressivo do que o dedo médio em riste numa mão crispada e tesa.
A menina que um dia eu fui ficava entre assustada e fascinada com os moleques da rua que apontavam o dedo uns para os outros. A garotinha se escondia atrás da porta e punha-se a treinar o gesto. Àquela idade, os dedos ainda não tinham inteira autonomia de movimentos. Era preciso segurar os quatro demais dedos com a mão esquerda para liberar o pai-de-todos que se erguia não sem muito esforço muscular.
O que ela fazia era exercitar a linguagem mímica tal qual as garotinhas das cavernas. “O Gesto é anterior à Palavra. Dedos e braços falaram milênios antes da Voz (maiúsculas do autor)”, diz Câmara Cascudo, em História dos nossos gestos. Os gestos foram a primeira forma de comunicação humana. O potiguar que dedicou a vida a descrever hábitos, costumes e manifestações culturais brasileiras cita 333 gestos, incluindo os obscenos. Ensina o mestre que o dedo médio simboliza o falo. “Apontá-lo, isoladamente [significa], agressão, escárnio, impudícia.”
Cascudo descreve 18 gestos obscenos feitos com os dedos e a mão, gestos que simbolizam o ato sexual, a “pederastia”, a masturbação, a impotência, um convite para o sexo — tal o poder dos gestos e dos dedos, do médio em especial. As feiticeiras da Roma Antiga, conta, misturavam as essências mágicas com o dedo médio.
Bem dizia o grego Diógenes: Um dedo separa a loucura da razão. Pelo tanto que eles andam ameaçadores nesse trânsito de deus-nos-acuda, desisti de meu projeto dedo-médio-em-ação.
Chico Ferreira envolve Paulo Rocha e Waldir Ganzer
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Nota da redação:
Dois dias depois de ter sido preso, Luiz Araújo mandou um bate-pau da Polícia Civil entregar um bilhete ao deputado Paulo Rocha, pedindo dinheiro para pagar advogado e interferência do parlamentar para sua transferência para outro presídio.
A carta manuscrita foi entregue a um assessor de Paulo Rocha, quando este se econtrava em um bar no bairro da Sacramenta.
Após ler a carta, Paulo Rocha rasgou o papel na frente do próprio assessor.
Falou que nada tinha a ver com os fatos narrados na missiva.
Que fatos?
TSE é consultado sobre suplência de vereador
Comissão quer antecipar eleição em Mojuí dos Campos
Luciana Nunes Leal
BRASÍLIA
No distrito de Mojuí dos Campos (PA), que em 2013 será definitivamente desmembrado de Santarém, é grande a expectativa para as primeiras eleições. Tanto que a comissão de emancipação tenta na Justiça Eleitoral antecipar a data da escolha do prefeito e dos vereadores de 2012 para este ano.
Como é provável que haja nova eleição em Santarém, depois da cassação, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), do registro da prefeita reeleita Maria do Carmo Martins Lima (PT), os emancipadores querem aproveitar a ocasião. A nova eleição depende do Supremo Tribunal Federal (STF), onde a prefeita recorreu contra a cassação.
Com cerca de 30 mil habitantes, Mojuí tem economia baseada na pecuária e na cultura de soja, arroz, feijão, milho e abacaxi. "Nós abastecemos Santarém, Macapá, Manaus e até Roraima", orgulha-se o vice-presidente da comissão de emancipação, o tabelião do distrito, Francisco Pereira Pantoja, filiado ao PMDB e com planos eleitorais no novo município.
Seminário discute regras para criação de municípios
Ele diz que o Congresso vem sendo pressionado pelas Legislativos estaduais que querem criar municípios. "Não podemos dar às Assembleias a prerrogativa de criá-los sem garantia da viabilidade econômica", diz. "É preciso fazer a lei complementar exigida pela Constituição, com regras claras e objetivas. Não vamos dar condições de se fazer irresponsabilidades."
Para ele, não há excesso de cidades. "O cidadão que mora em um distrito com condições de se transformar em município tem esse direito. Estudos mostram que muitos emancipados aumentaram a receita, melhoraram o atendimento à população." O deputado afirma que é "demagógico e ridículo dizer que vai gastar muito porque vai criar prefeito, vice e vereadores". "Se os municípios fossem levados a sério neste País, todos estariam melhores."
Jaraqui: enchente desfaz crendice popular

Quem conhece ou já ouviu falar das conversas de pescadores sobre a relação entre o jaraqui e a vazante dos rios deve estar se perguntando, a essa hora, e agora?
Os velhos pescadores sentenciavam que assim que o jaraqui começava a bamburrar, as águas dos rios começavam a baixar.
Mas este ano, os jaraquis estão por toda a parte e as águas do Tapajós e Amazonas continuam subindo....
A corrida pelo apoio de Almir Gabriel
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"Nunca vi nada parecido" , diz ribeirinho de Óbidos
O ribeirinho Valdir Rufino da Silva tem 52 anos, mas aparenta muito mais. Morando numa palafita – hoje completamente submersa - às margens do igarapé do Paru, um afluente do rio Trombetas, em Óbidos, no oeste do Pará, Valdir deixou a família com parentes na sede do município e enfrenta a maior cheia do rio Amazonas em todos os tempos morando numa bajara, pequeno barco a motor.
A cheia está braba este ano, não?
VALDIR RUFINO – Olha dotô, nunca se viu nada parecido por aqui. As casas estão todas no fundo e nem adiante mais fazer maromba (assoalho sobre o assoalho). Então, o jeito é se virar como dá, dormindo e cozinhando aqui mesmo dentro da bajara e torcendo para que a vazante não demore.
Está difícil até de comer?
VALDIR – Como tem muita água, está difícil pescar. Cai uns peixinhos na malhadeira e a gente se vira pegando outros no anzol. O problema é que tem muita água contaminada também e fica difícil até de beber.
Já morreu gente por aqui?
VALDIR – Por aqui não, mas a gente ficou sabendo que um jacaré comeu o cachorro do Chato lá pelas bandas do Buiussu e que lá pelas bandas do Mondongo uma criança desapareceu da rede e todo mundo acha que foi engolida por sucuriju, porque só encontraram uma baba no local.
Manaus na pole da Copa
sábado, 16 de maio de 2009
As dezenas da Mega-Sena
A Caixa Econômica Federal (CEF) divulgou as dezenas sorteadas no concurso 1074 da Mega-Sena neste sábado (16).
Confira os números:
03 - 10 - 23 - 29 - 47 - 50
O resultado das apostas ainda não foi divulgar. O prêmio para quem acertar as seis dezenas é de R$ 9 milhões.
Se aplicado na poupança, o prêmio pode render ao ganhador R$ 63 mil por mês.
Notas do Enem: Ufra vai manter atual processo seletivo
1. Universidade Federal da Amazônia (UFAM) – A nota do Enem será usada como fase única para preencher 50% das vagas do processo seletivo. As outras 50% serão preenchidas por meio de avaliação seriada. O Enem também será usado para preencher vagas remanescentes.
2. Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) – Não utilizará o Enem nos processos seletivos de 2009 e 2010.
3. Universidade Federal do Acre (UFAC) – Em fase de decisão
4. Universidade Federal de Roraima (UFRR) – Em fase de decisão
5. Universidade Federal de Rondônia (UNIR) – Em fase de decisão
6. Universidade Federal do Tocantins (UFT) – Em fase de decisão
7. Universidade Federal do Pará (UFPA) – Em fase de decisão
8. Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) – Em fase de decisão
O que diz o relatório da CGU
Governo de Ana Júlia não tem cara nem obras, ataca Priante.
Carlos Mendes Sob um bombardeio de críticas à governadora Júlia Carepa, a quem acusa de "traição" e de estar levando seu governo a ser "um dos piores da história do Pará", o ex-deputado José Priante, presidente do Diretório Municipal do PMDB, defende o rompimento "imediato" do partido com o governo petista e a entrega de todos os cargos. "É um governo sem cara, sem obras e sem projetos", ataca Priante, acrescentando que Ana Júlia governa apoiada na Democracia Socialista (DS), uma das tendências política abrigadas no PT. Segundo o ex-deputado, o pior de tudo é que Ana Júlia perde uma oportunidade rica, porque tem como aliado o governo do presidente Lula, que, "este sim, tem obras e tem transformado socialmente o Brasil". Na entrevista a O Liberal, Priante afirma que o governo paraense patina porque não tem demonstrado capacidade de construir momentos importantes para o Estado. E diz que não é só o PMDB quem reclama dessa oportunidade que a governadora está perdendo. "Tenho ouvido as mesmas críticas de pessoas e lideranças importantes dentro do próprio PT". Resume. Perguntado se sua posição não contraria o pensamento do chefe do partido no Estado, o deputado federal Jader Barbalho, que até então tem se mantido calado sobre o barulho feito por integrantes do seu partido na relação com o governo, o ex-deputado salienta ser um "homem partidário", mas repete que se o PMDB sair agora do governo "já sai tarde". Pergunta- O PMDB entregou o Detran e o Hospital Ophir Loyola à governadora Ana Júlia e ameaça romper de vez com o governo. Que avaliação, como presidente do Diretório Municipal de Belém do PMDB, o sr. faz hoje dessa relação do seu partido com o governo dela? Resposta- A relação do PMDB com o governo e do governo com o PMDB é muito ruim. Um vive reclamando do outro e isso não é bom para ambos. Está na hora de o PMDB fazer uma reflexão, rediscutir seu posicionamento em relação ao governo, avaliar a aliança e trilhar um outro caminho. É hora de o PMDB sair desse governo. Ele deve entregar agora todos os cargos e discutir seu rumo para 2010. Não dá mais para ficar dentro do governo, mas reclamando dele permanentemente. P- O que o PMDB reclama do governo? R- É muito claro o esvaziamento que o governo da Ana Júlia vem dando ao PMDB. A governadora vem fazendo isso desde o início do seu mandato. Os espaços do partido foram todos esvaziados por ela. E mais do que isso: não há uma discussão com o PMDB com relação a um projeto para o Estado. P- Quer dizer que o governo Ana Júlia, com apoio do PMDB, já está caminhando para o terceiro ano no poder e ainda não tem um projeto para o Estado? R- O governo da Ana Júlia está perdendo suas feições. Ela foi eleita sob uma expectativa extraordinária de mudanças, abrindo um caminho de renovação e de prosperidade no Pará. Foi isso que o PMDB defendeu quando decidiu apoiá-la. Hoje, porém, o governo dela decepciona o Pará, os aliados políticos e a todos. P- Como o sr. define o atual governo? R- É um governo sem cara, sem obras e sem projetos. O pior é que perde uma oportunidade rica, porque tem como aliado o governo do presidente Lula, que, este sim, tem obras e tem transformado socialmente o Brasil. O governo paraense patina porque não tem demonstrado capacidade de construir momentos importantes para o Estado. Não é só o PMDB quem reclama dessa oportunidade que a governadora está perdendo, mas tenho ouvido isso também dentro do próprio PT. P- O PT também se queixa dela? R- Claro. Tenho conversado com pessoas importantes do PT paraense e as queixas são as mesmas. O problema é que a Ana Júlia governa com uma tendência, a DS (Democracia Socialista), que é minoritária dentro do PT, marginalizando outras tendências importantes. Para mim, o governo ainda não saiu da primeira fase, que é a do governo do fuxico: tem muita discussão dentro da tendência dela, muita conversa e pouca ação de governo. Usando uma linguagem bem popular e lembrando um ex-governador, o governo da Ana Júlia não tem sequer uma batida de cumeeira. As únicas inaugurações que ela fez foi do Hospital Regional de Santarém e do Hangar. Que, aliás, nem são delas. São obras do governo anterior. P- Se o governo é um fracasso, onde entra a responsabilidade do PMDB nesse fracasso, já que o seu partido é aliado da governadora, recebeu cargos e secretarias desse mesmo governo? O PMDB também não tem culpa no cartório? R- O papel do PMDB foi construir um governo de mudanças. Para isso eu me sacrifiquei, deixando uma tranqüila reeleição de deputado federal, para sair candidato a governador e impedir a vitória do Almir Gabriel. A estratégia deu certo. No segundo turno eu apoiei a Ana Júlia, assim como todo o PMDB paraense sob a liderança do deputado Jader Barbalho. Elegemos a governadora e, a partir daí, passamos a dar sustentação política a esse governo, mas sem abrir mão das mudanças que queríamos e queremos para o nosso Estado. Ela não pode reclamar do apoio que recebe da nossa bancada na Assembléia Legislativa e na Câmara Federal. Estou dizendo tudo isso para que uma coisa fique bem clara: o PMDB apoiou o governo, mas não participa das diretrizes desse governo. P- Pelo que entendi, o PMDB não participa do governo, embora tenha cargos no governo? R- Hoje, o PMDB sequer tem cargos, ele tem empregos. Veja o caso da Secretaria de Obras, do Chicão, que não faz jus ao nome, porque não tem obras. O nosso valoroso Chicão vai acabar sua gestão, se ainda continuar lá, sem inaugurar uma obra sequer. Que secretaria é essa, que não inaugura nada? O Detran é apenas um órgão de arrecadação no Estado e não tem problema. O Lívio (Lívio Assis, diretor demissionário do órgão), com sua capacidade e competência, fez o Detran ganhar prêmio nacional. O problema do governo da Ana Júlia é seu núcleo, que tem dificuldades de encaminhar até reivindicações do próprio PT. O PT se queixa dia e noite do governo dela. P- No caso da Sespa, em que o sr. indicou o secretário Halmélio Sobral, houve denúncias de irregularidades com relação ao hospital regional de Santarém. O que houve nesse caso? R- De fato, indiquei o Halmélio, que começou bem, nos primeiros meses era festejado como o de melhor desempenho entre os secretários. Porém, depois, passou a desfrutar de um prestígio e intimidade pessoal com a governadora e seus familiares ao ponto de não ouvir mais qualquer orientação minha, conflitar diariamente com toda a sua diretoria e, no episódio do hospital, sugeri que, mesmo momentaneamente, fosse feito convênio com a prefeitura de Santarém para o funcionamento e um convênio com a Uepa para instalar o primeiro hospital universitário do interior do Estado. A forma como foi encaminhada a solução foi orientação do gabinete da governadora. Halmélio para mim foi mais uma decepção. Fiquei na posição semelhante a de um técnico de futebol, que escala o jogador, esse jogador tropeça na bola, chuta pênalti para fora, mas não pode ser substituído, porque a presidente do clube exige que ele jogue no time. Entreguei o lugar do secretário à Ana Júlia, mas ele ficou no cargo até a hora em que quis sair. P- O que a Ana Júlia deveria fazer para, na visão do PMDB, colocar o governo dela no rumo certo? R- Não sei, só ela sabe, ou não sabe. Só sei de uma coisa: as reclamações vêm de todos os lados. Da população mais pobre ao setor empresarial. Obras não existem, a insegurança pública domina o Estado e há projetos sociais incipientes. P- A posição que o sr. está tomando ao defender um rompimento imediato do PMDB com o governo estadual não estaria em rota de colisão com a idéia do presidente do partido, Jader Barbalho, que não se manifesta publicamente sobre o assunto, mas defenderia a manutenção da aliança com Ana Júlia, pensando no Senado em 2010? R- Não se pode ver a coisa desta forma. O PMDB certamente tomará sua posição, eu apenas estou dizendo que, neste momento, o melhor caminho seria desembarcar do governo, entregando tudo nas mãos da governadora. O Jader está ouvindo todos os companheiros dentro do PMDB e lá as reclamações contra o governo têm sido generalizadas. A posição que o Jader tomará junto com o PMDB está sendo amadurecida. A minha posição é está que estou manifestando. Sou um homem partidário, mas saberei respeitar a decisão que a maioria do meu partido tomar. Repito, porém, que se o PMDB sair agora do governo já sai tarde. P- O PMDB não está fazendo um jogo para conseguir mais cargos e empregos no governo? R- Absolutamente. Eu não viria a público dizer as coisas que estou dizendo se não tivesse pensado e avaliado sobre tudo o que o partido vem sofrendo na relação dele com o governo. O nosso partido não precisa fazer jogo, porque tem um excelente cacife eleitoral no Estado. Você viu, na eleição à prefeitura de Belém, a força que o partido demonstrou, lutando contra tudo e contra todos. A própria Ana Júlia retribuiu o apoio que dei a ela para se eleger governadora, fazendo campanha a favor do Duciomar. Ela votou nele. Todas as denúncias que fiz na época da eleição para prefeito se confirmaram, inclusive sobre o caos da saúde. Hoje eu ando nas ruas e sou festejado pelo povo. P- O sr. se considera traído pela governadora nesse episódio da eleição municipal em Belém? R- Fui abandonado por um governo que ajudei a construir, assim como o povo do Pará. Mas vou confessar uma coisa: não me arrependo de ter apoiado e ajudado a eleger a Ana Júlia. Quem fez a coisa errada foi ela e não eu. Quem erra é quem não consegue encontrar o ponto de equilíbrio e a boa relação política. P- Sem mandato ou cargo estadual ou federal, o sr não estaria fazendo críticas ao governo Ana Júlia por não ter sido convidado para fazer parte dele? R- Pelo contrário, quando a Ana Júlia assumiu o governo fui convidado para ser secretário, mas não aceitei. Disse que se ficasse fora poderia colaborar mais e seguir meu caminho político. Não tenho ressentimento de nada. Fui convidado tanto para ocupar cargo estadual como federal. Recusei o que me foi oferecido por sentir que queriam me dar um emprego, não uma função em que pudesse contribuir para a melhoria do meu Estado. O afastamento momentâneo de um mandato tem sido bom para mim. P- O site do governo do Pará diz que as saídas de peemedebistas que ocupavam o Detran e o Ophir Loyola ocorreram devido a inúmeras irregularidades descobertas pela Auditoria Geral do Estado (AGE). O que o sr. tem a dizer sobre isso? R- Não conheço detalhes desse parecer da AGE. O órgão, como braço do Estado, é dirigido por pessoa de confiança da governadora. Me parece, contudo, que esse parecer é um pouco esquisito. Por exemplo, o Hangar já mereceu denúncias em O Liberal e em outros grupos de comunicação do Estado, assim como o problema dos kits escolares, inclusive junto ao Ministério Público, mas não vi mudanças nem na direção do Hangar, nem na Secretaria de Educação, ou mesmo na Secretaria de Meio Ambiente, sobre a qual também pairam denúncias. Credito o que ocorreu envolvendo órgãos ligados ao PMDB a mais uma manobra política do governo. É fogo amigo junto com a intenção de querer substituir dirigentes. P- O sr. apoiaria a governadora em 2010? R- Entendo que o PMDB deveria lançar candidato próprio em 2010. Meu trabalho é para retornar à Câmara dos Deputados, porém se o partido quiser estou pronto para disputar o governo. P- Que nota daria para ela? R- Eu a reprovaria, dando a ela chance de recuperação. Se ela não conseguisse se recuperar irá entrar para o ranking dos piores governos que o Pará já teve. Quero encerrar fazendo uma comparação: como deputado federal, eu trouxe para o Pará mais obras, graças às emendas que consegui em Brasília, que a Ana Júlia nesses três anos de governo dela. ( FIM ) |
Prontuário policial
Isso é que é renascer em baixo estilo e enveredar sempre por ramais tortuosos.
Superfaturamento do PAC em Santarém
E agora, Maria do Carmo?
Bola dividida
Nesta mesma data o estádio continua cedido à Igreja da Paz.
Ana Júlia exibe novo flair play perante jornalistas
Tanto no aeroporto quanto na Seir, a governadora dispensou atenção especial aos jornalistas que cobriam a visita do ministro Gedel.
Ana Júlia estava tão à vontade que se permitiu conversar ao pé do ouvido com os jornalistas Miguel Oliveira, de O Estado do Tapajós, e Ed Portela, da Tv Ponta Negra - dois repórteres que os petistas santarenos gostariam de vê-los pelas costas.
Barrados no baile
Maria do Carmo não prestigia prata da casa
Os experts em eventos consideram duas alternativas para esse gesto da ex-prefeita: está bamburrando na grana ou não confia no trabalho dos profissionais prata de casa.
A conferir.
Aprovados em concurso da Cosanpa pedem demissão ou transferência de Santarém
O último certarme aprpvou 30 candidatos, sendo que apenas 4 eram naturais de Santarém. Um ano depois, a maioria pediu demissão ou requisitou transferência.
O anunciado concurso para engenheiro, revelou Ribeiro, terá vagas específicas para Santarém.

