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| Foto: Diego Ramalheiro |
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Alter do Chão sob sombras no por-do-sol
Um fim de tarde em Alter-do-Chão, em Santarém, às margens do Rio Tapajós.
A foto é de Emir Bemerguy Filho.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Imagens da Amazônia
Balé dos talha-mares, na ponta do Cururu, dia 30 de dezembro de 2011, em Alter do Chão, município de Santarém. Foto de Larissa Oliveira.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Lixo em cenário da novela das 6 em Alter do Chão preocupa, diz fotógrafo santareno
No início de janeiro, a Globo vai fazer gravações da próxima novela das "6" em Alter do Chão com o ator Gabriel Braga Nunes. Mês passado já filmaram para uma mini-série...ou seja, em 2012 Alter do Chão vai estar no auge da divulgação, tanto no cinema (Tainá 3) quanto na televisão...até o JN no Ar fez uma ótima divulgação. MAS, precisa URGENTEMENTE de melhorias na infra-estrutura urbana, limpeza pública, cursos e treinamento para os barraqueiros, muitas lixeiras e banheiros químicos. Alter do Chão assim como Ponta de Pedras não podem mais ficar ao "Deus dará"...o turismo gera renda/empregos e precisamos nos profissionalizar. Então vamos parar de sujar nossas praias ! Todo dia 1º de janeiro a vila de Alter se torna um grande LIXÃO... Assim não dá!
terça-feira, 29 de novembro de 2011
A apaixonante Ilha do Amor, no ‘Caribe amazônico’
Alter do Chão, no litoral do Pará, já foi considerada uma das melhores praias do Brasil
Ilha do Amor, em Alter do Chão, onde se chega após cinco minutos de barco a remo ou um minuto de voadeira navegando pelo rio Tapajós Fernanda Krakovics / Agência O Globo
ALTER DO CHÃO - Não é à toa que a vila de Alter do Chão, a cerca de 35 quilômetros de Santarém, no Pará, é conhecida como o “Caribe amazônico”. O local é sucesso inclusive em publicações internacionais — já tendo sido citado pelo “The Guardian”, entre as melhores praias do Brasil. O Rio Tapajós é de um azul cristalino, a água é morna e a areia, branca. E sem mosquitos a incomodar, devido à acidez da água, resta aos visitantes relaxar em suas praias, passear de barco e, para quem quiser, explorar a Floresta Nacional do Tapajós, fazendo uma trilha, tomando banho de igarapé e conhecendo a realidade de uma comunidade ribeirinha.
Diante da imensidão do Tapajós, às vezes é difícil acreditar que estamos num rio. Em alguns trechos, ele chega a ter impressionantes 18 quilômetros de largura. Em Alter, a praia que faz mais sucesso é a Ilha do Amor, localizada bem em frente à vila e seu cartão-postal. A travessia é feita em barquinhos a remo, leva cerca de cinco minutos e custa R$ 3. No mês de novembro as águas baixam ainda mais e é possível chegar lá a pé.
A Praia do Cajueiro também encanta os visitantes, e fica a dez minutos a pé do centro da vila. Nas duas há barracas que servem bolinho de piracuí (farinha feita de peixe seco socado no pilão), iscas de peixe e tucunaré na chapa.
Entre os passeios de barco, há o Lago Verde, que inclui passagem por igapós (áreas de floresta amazônica alagada); a praia de Ponta das Pedras, com formações rochosas; e a Ponta do Cururu, onde você verá um lindo pôr do sol e, com sorte, botos. Prepare-se para tomar um banho mesmo no barco, na ida ou na volta de Ponta das Pedras, dependendo da direção do vento.
Caminhada e banho de igarapé às margens do Rio Tapajós
Partindo de Alter do Chão, também vale a pena conhecer é a Floresta Nacional do Tapajós (Flona Tapajós), a uma hora e meia de voadeira (lancha veloz). O passeio inclui caminhada de três horas pela floresta, parando para apreciar árvores como Breu Branco, utilizada no preparo de remédios para sinusite, seringueiras e uma enorme sumaúma.
Apesar de ter um trecho de subida, a caminhada não é pesada, mas torna-se cansativa por causa do forte calor, principalmente na área de floresta secundária, que foi desmatada no passado, antes de o local ser transformado em Unidade de Conservação. Mas a vegetação é tão fechada nesse trecho que um leigo só percebe a diferença a sua volta por causa do aumento do calor e do solo arenoso. Depois da caminhada, a pedida é um bom banho de igarapé, com água bem mais gelada que a do Tapajós.
Um dos pontos de partida para a trilha é a comunidade de Jamaraquá, formada por 24 famílias que vivem da extração da borracha e do turismo. Mas, antes de fazer esse passeio, certifique-se de que o guia contratado tem autorização do Instituto Chico Mendes (ICMBio) para entrar na reserva florestal. O preço médio fica em torno de R$ 150 por pessoa para um grupo de três.
O verão amazônico vai de agosto a dezembro. A partir de novembro, o calor é muito intenso. A melhor época para visitar Alter do Chão é durante o mês de setembro, quando as águas do rio baixam, formando bancos de areia e praias, e a temperatura é amena. Mas é justamente nessa época que Alter vive seu período de altíssima temporada, com a realização do Sairé.
O Sairé, festa de cunho religioso e bastante importante para as comunidades da região, acontece na segunda quinzena de setembro. O evento é marcado pela procissão fluvial que dá início à programação e inclui shows de carimbó e uma disputa dos botos Tucuxi e Cor de Rosa, nos moldes dos bois de Parintins.
Mas o Sairé costuma superlotar a vila, expondo a frágil estrutura da região para comportar tantos visitantes de uma vez só. Por isso, quem quiser programar sua viagem para o mês de setembro deve fazê-lo com bastante antecedência, já que a oferta de quartos em pousadas e hotéis é limitada para o volume de visitantes que a localidade atrai nesse período.
Quatro dias são suficientes para explorar o lugar. Devido à proximidade de Santarém, principal cidade no oeste do Pará, a vila de Alter do Chão oferece infraestrutura razoável. Há bons hotéis e pousadas, mas não há muitos restaurantes. A especialidade são os pratos à base de peixe. Tucunaré, surubim, tambaqui e pirarucu são as grandes atrações, servidos na chapa, à escabeche, na manteiga ou na forma de moqueca.
Procure levar dinheiro em espécie, já que nenhum lugar aceita cartão e há somente um caixa eletrônico da Caixa Econômica, no mercadinho, e uma agência dos Correios que funciona como banco postal do Bradesco.
COMO CHEGAR
Alter do Chão: De Santarém saem ônibus diariamente, de hora em hora, para Alter do Chão. De táxi, a viagem é feita em menos de uma hora e custa cerca de R$ 80.
ONDE FICAR
Hotel Beloalter: Situado em uma praia particular do Lago Verde, cobra diárias a partir de R$ 184. Tel. (93) 3527-1230. beloalter.com.br
Hotel Mirante da Ilha: De frente para o rio Tapajós, o hotel fica ao lado da praia do Cajueiro. Diárias a partir de R$ 153. Rua Lauro Sodré 369. Tel. (93) 3527-1268. hotelmirantedailha.com.br
Pousada Vila da Praia: A um quarteirão da praia, a pousada oferece chalés com ar-condicionado a partir de R$ 100. Trav. Copacabana 145. Tel. (93) 8114.2694. viladapraiapousada.blogspot.com
PASSEIOS
Raimundo: É possível combinar de fazer os três passeios visitando as Ilhas do Amor e do Cajueiro, além do Lago Verde, todos de uma vez só, por um preço único em torno de R$ 70. Os passeios são tratados em uma barraca na Ilha do Amor ou pelo telefone (93) 9139-1680.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/boa-viagem/a-apaixonante-ilha-do-amor-no-caribe-amazonico-3340099#ixzz1f7YKATBb
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Prefeitura autoriza atracação de barcos em área de banhistas em Alter do Chão
A apagada secretaria de (des)organização portuária da Prefeitura de Santarém, que nada faz para organizar o caos na orla da cidade quer transferir a muvuca do cais de arrimo para a vila de Alter do Chão, por ocasião do Çairé.
Hoje foi anuniciada a expedição de uma portaria que permitirá a atracação de barcos, independente do calado, na primeira enseada de Alter do Chão, após a última barraca da ilha do Amor.
Essa enseada é o local preferido dos banhistas que preferem um lazer mais tranquilo à agitação da ponta da ilha ou do lago verde.
O local ideal para atracação de barcos seria a segunda enseada, próxima à corrente em direção ao rio Tapajós.
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Atualização:
A propósito da nota acima, a jornalista Nelma Bentes, assessora de imprensa da PMS, enviou os seguintes esclarecimentos:
A secretaria municipal de Organização Portuária (SEMOP), da prefeitura de Santarém, cujo titular é Hilário Miranda Coimbra, publicou ontem (12/09), Portaria visando disciplinar o trânsito fluvial, as atracações e desatracações de embarcações na Vila de Alter do Chão, no período das festividades do Sairé (15 a 19 de setembro).
De acordo com a Portaria de Nº 002/2011, fica vedado o trânsito de embarcações acima de “22 pés”, no sentido Rio Tapajós – Lago Verde e Lago Verde – Rio Tapajós. As embarcações acima de 15 AB (Arqueação Bruta), só poderão aportar na enseada em frente à praia do Cajueiro, no perímetro compreendido na última “barraca” para o Oeste, sentido Ponta do Cururu.
Ainda segundo o documento, embarcações abaixo de 15 AB, não poderão atracar/desatracar em áreas de concentração de banhistas.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
domingo, 21 de agosto de 2011
Cenário de Tainá 2 em Alter do Chão é destruído pelo fogo
Texto e fotos: Bruno Moura*
Incêndio criminoso iniciado na tarde de sábado em Alter do Chão destruiu todo o cenário do filme Tainá 2, às margens do Lago Verde, em frente à Ilha do Amor.
No fim da tarde de domingo o fogo continuava se alastrando, contrastando com o dia lindo que fazia em Alter do Chão. Lamentável.
Alter do Chão sofre ocupação desordenada, fluxo de banhistas, lanchas, jets também desordenado. Reclamação generalizada na prestação de serviços aos turistas e falta de higiene na Ilha do Amor.
*Bruno Moura é médico, membro do PV e dirigente do São Francisco
terça-feira, 16 de agosto de 2011
O perigo em Alter do Chão
Se repetem a cada final de semana acidentes com jet-sky, lanchas e rabetas que atingem banhistas que frequentam a ilha do Amor.
Há 15 dias, o filho de uma barraqueira sofreu um corte em suas costas provocado pela hélice de uma lancha.
Na semana passada, no início da noite, um jet-sky por muito pouco não colidiu com uma catraia.
À beira do lago Verde, os frequenadores têm que dividir espaço com lanchas e balsas, e ainda, ficar bem atento para não ser atingido pelas manobras dos pilotos de jet-sky.
A foto é um exemplo do caos em que se transformou o banho nas águas de Alter do Chão, na ilha do Amor, ontem à tarde.
Nenhuma lancha da Delegacia da Marinha de Santarém fazia fiscalização.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Rema, rema, catraieiro de Alter do Chão
Catraieiro regressa com banhistas do que resta da praia do Amor, nesta época de enchente do rio Tapajós, para a vila de Alter do Chão.
Foto: Miguel Oliveira
quarta-feira, 18 de maio de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
APA de Alter do Chão ganha conselho gestor
A prefeita de Santarém Maria do Carmo Martins Lima assinou decreto criando as atribuições do Conselho Gestor da Área de Proteção Ambiental (APA), de Alter do Chão, que deve tomar posse o dia 01 de junho, iniciando as comemorações da semana do meio ambiente.
A informação foi repercutida na Câmara Municipal pelo vereador Valdir Matias Jr(PV). " A instalação do conselho da APA, a gente precisa que esse instrumento realmente funcione bem para garantir que Alter do Chão cresça, se desenvolva, gere ocupação, renda para os seus moradores, de forma organizada, equilibrada, sustentável, sem poluir e devastar.”
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Turista gasta pouco dinheiro em Santarém
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| Museu João Fonna. Plenário onde funcionou o Senado Municipal e o salão do tribunal do júri. Foto: Miguel Oliveira |
Aritana Aguiar
Repórter
O turista que desembarca na Pérola do Tapajós para conhecer as nossas belezas naturais vê muita beleza, mas gasta pouco dinheiro. Em média, cada turista desembolsa cerca de R$ 200 por visita, segundo pesquisa realizada pela Secretaria Municipal de Turismo (Semtur) com dados da Associação Brasileira de Representantes de Empresas Marítimas.
O turista que desembarca na Pérola do Tapajós para conhecer as nossas belezas naturais vê muita beleza, mas gasta pouco dinheiro. Em média, cada turista desembolsa cerca de R$ 200 por visita, segundo pesquisa realizada pela Secretaria Municipal de Turismo (Semtur) com dados da Associação Brasileira de Representantes de Empresas Marítimas.
O coordenador de projetos da Semtur, Aureo Roffé, explica que há uma preocupação da secretaria em tentar apagar uma imagem negativa de alguns aspectos da região que impede que o turista passe mais tempo na cidade, pois os ncruzeiros não chegam a ficar 12 horas atracado no porto de Santarém.
O secretário de Turismo Arildo Nogueira informa que, de 2005 até 2011, Santarém já recebeu 153 mil turistas de cruzeiro. Eles injetaram cerca de R$ 30 milhões na economia santarena. São R$ 5 milhões por temporada. A maior parte desse dinheiro é gasta com a compra de artesanato. "Esse dinheiro é muito investido no artesanato local, é o setor que mais movimenta. E outro segmento bem procurado são os guias informais", explicou.
A atividade turística em Santarém gera cerca de 953 empregos diretos e 2.850 indiretos. Rooffé leva-se em consideração apenas três setores: hotéis, agências de turismo e restaurantes. "Nós sabemos que bem mais informalmente tem muito mais empregos indiretos aqui em Santarém, porque a maioria é informal", informou o coordenador.
Todos os prestadores de serviço são impactados pelo turista quando ele chega a cidade. "Quando está visitando compra remédio, roupa, água, gasolina, carros, entre outros. Tudo aquilo que ele pode utilizar na cidade são esses setores da economia que ele impacta", afirmou Roffé.
Na questão de guia turístico, há uma preocupação por parte da Secretaria. Segundo o coordenador de projetos da Semtur, Santarém tem apenas um guia turístico regulamentado. Pois a profissão é regulamentada por lei federal, os demais são guias informais. Por que há necessidade de cadastro e registro.
Segundo o coordenador, a expectativa da Secretaria é que no final de 2011 o IFPA (Instituto Federal do Pará) forme sua primeira turma de guia turístico, 30 estudantes. Para que logo na cidade haja normatização e profissionalização dessa atividade. O secretário explica fala que há a necessidade, pois em Santarém passam mais de 20 mil turistas por temporada. A maioria vem de países como Estados Unidos, Canadá, França e Itália.
Para fomentar o turismo em Santarém, principalmente de cruzeiro, uma das articulações da Secretaria são cursos de capacitação para os grupos de carimbó, que fazem a recepção dos turistas. "Estamos trabalhando a questão de um palco para fazer as apresentações nas Docas, porque as Docas são regidas por normas internacionais, então há todo um processo para que possa utilizar aquele espaço", afirmou Arildo Nogueira. E outras ações que segundo o secretário parecem ser simples e pequenas, mas possuem um impacto muito grande.
Os navios turísticos vêm por temporada que começa no mês de outubro e encerra no mês de maio do ano seguinte. Para a temporada que começou em 2010 e encerra em maio de 2011, há confirmação de 29 navios, no qual 9 vão diretamente para Alter do Chão, há uma média de 800 turistas por navio.
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