A Mineração Rio do Norte emplacou 3 cases na etapa final do prêmio ABERJE, regional Norte e Nordeste. Estão concorrendo a publicação Quilombolas, na categoria Publicação Especial, e a campanha MRN: Uma história de Desenvolvimento, na categoria Comunicação de Marca. A campanha União, que leva o mote “A força da MRN vem da nossa união” disputa na categoria Comunicação e Relacionamento com Público Interno. A apresentação de defesa dos trabalhos será no dia 29 de agosto, em Salvador.
(Fonte: Assessoria de imprensa da MRN)
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Maria Lucidalva Bezerra substituirá Aracy Bentes
Fontes peemedebistas de Almeirim informam que caso o candidato Aracy Bentes não consiga reverter em tempo hábil a decisão do juiz Clênio Lima Corrêa da 55ª zonaEleitoral de Almeirim de negar-lhe registro de candidato a prefeito de Almeirim, o PMDB lançará a empresária Maria Lucidalva Bezerra como sua substituta.
Aracy Bentes teve o pedido de registro de sua candidatura negada por ter seu nome incluído entre os ordenadores de despesas cujas contas foram rejeitadas pelo TCM,TCE e TCU.
Aracy Bentes teve o pedido de registro de sua candidatura negada por ter seu nome incluído entre os ordenadores de despesas cujas contas foram rejeitadas pelo TCM,TCE e TCU.
Assalto com reféns em Monte Dourado
Assaltantes fazem quatro pessoas reféns no interior da agência do Bradesco em Monte Dourado, distrito de Almeirim.
Fratricídio
É de beligerância o clima reinante entre o coordenador da campanha de Maria do Carmo, Inácio Corrêa, e dezenas de candidatos a vereador, principalmente do PMDB.
Carona inimiga
No Repórter-70, hoje:
O Ministério Público foi informado de que o deputado Júnior Ferrari pagou o transporte de avião de seus convidados para a festa de aniversário, no fim de semana retrasado, o que serviu para inflar a candidatura a prefeito de Leôncio Neto, presidente do PMDB de Oriximiná.
O Ministério Público foi informado de que o deputado Júnior Ferrari pagou o transporte de avião de seus convidados para a festa de aniversário, no fim de semana retrasado, o que serviu para inflar a candidatura a prefeito de Leôncio Neto, presidente do PMDB de Oriximiná.
Çairé
Emenda parlamentar do deputado Lira Maia ao orçamento da União destina R$ 70 mil ao festival dos botos do Çairé deste ano.
O perigo é esse dinheiro parar, no final das negociações para sua liberação, nas contas da Duetto, a empresa do calote.
O perigo é esse dinheiro parar, no final das negociações para sua liberação, nas contas da Duetto, a empresa do calote.
Não mandem flores ao delegado
O vazamento de informações reservadas da delegacia regional de Santarém não está sendo apurado como deveria.
O delegado Jardel sabe do que se trata.
E finge que o problema não é com ele.
O delegado Jardel sabe do que se trata.
E finge que o problema não é com ele.
Partidos têm até hoje para questionar composição de juntas
Os partidos políticos têm até esta quarta-feira para questionar os nomes das pessoas indicadas para compor as juntas eleitorais. A contestação deve ser fundamentada e dirigida ao Tribunal Regional Eleitoral.
Dispositivo do Código Eleitoral determina que não podem fazer parte das juntas, como membros, os escrutinadores e seus auxiliares; os candidatos, seus cônjuges e parentes até o segundo grau; os membros de diretórios de partidos políticos registrados; as autoridades e os agentes policiais; e os funcionários com cargos de confiança no poder Executivo.
As juntas eleitorais são formadas por um juiz de direito – que é o presidente, e de dois a quatro cidadãos de notória idoneidade. Os nomes que compõem cada junta foram publicados, no órgão oficial de cada Estado, até o último dia 27.
(Fonte: Espaço Aberto)
Dispositivo do Código Eleitoral determina que não podem fazer parte das juntas, como membros, os escrutinadores e seus auxiliares; os candidatos, seus cônjuges e parentes até o segundo grau; os membros de diretórios de partidos políticos registrados; as autoridades e os agentes policiais; e os funcionários com cargos de confiança no poder Executivo.
As juntas eleitorais são formadas por um juiz de direito – que é o presidente, e de dois a quatro cidadãos de notória idoneidade. Os nomes que compõem cada junta foram publicados, no órgão oficial de cada Estado, até o último dia 27.
(Fonte: Espaço Aberto)
Excesso de cargas em embarcações preocupa passageiros
Alessandra Branches
Repórter
Durante o período de férias o volume de passageiros que se deslocam entre as cidades vizinhas ao município de Santarém é grande. O principal meio de transporte utilizado pela população são as embarcações que diariamente saem do porto improvisado da Praça Tiradentes levando centenas de pessoas e muita carga, situação que preocupa quem precisa se locomover e prima pela segurança.
Segundo os usuários do serviço naval, muita coisa melhorou depois que a delegacia fluvial de Santarém intensificou os trabalhos de fiscalização em frente à cidade, contudo é preciso estar de olho no excesso de carga que está sendo embarcado. "Agora está mais rígido, os comandantes estão tendo mais cuidado com a gente. Antes, nós não tínhamos a quem recorrer e ficávamos calados, sem reclamar. Hoje, estamos cientes da necessidade de abrimos a boca, caso contrário, podemos ser as próximas vítimas", conta a professora Ana Cláudia Vasconcelos que viaja para o município de Juruti, acrescentando que a preocupação é maior com o volume de carga embarcada durante as viagens.
"Além de o navio sair lotado, é preciso que a delegacia fiscalize o volume de carga embarcada. É muita coisa misturada. São bicicletas, motos, caixas de cerveja, alimentos, tudo num só lugar. Por isso, a delegacia deve ser mais rigorosa, pois existem embarcações que saem de Santarém aparentemente com lotação normal, contudo, o volume de cargas é muito grande", garante a professora.
Alguns carregadores de frente a Praça Tiradentes confirmam as denúncias, acrescentando que o embarque é feito durante a manhã, horas antes dos passageiros embarcarem. "A movimentação começa logo cedo, por volta das 7 horas, quando as embarcações começam a receber as cargas. De lá, quando se aproxima o horário do barco sair, apenas os passageiros começam a se acomodar e não percebem o tanto de carga que foi embarcado", conta o carregador que prefere não se identificar devido à necessidade de trabalhar no local. "Aqui as coisas são disputadas no tapa, se não for homem o suficiente para conseguir driblar o comércio negro que ronda nesta área, o cara explode", ressalta.
Além disso, neguinho, como preferiu se chamado, destaca que a incidência de superlotação é maior nas embarcações que saem diariamente para o município de Juruti. "Todo dia os barcos saem lotado, tanto de pessoal como de carga. São toneladas e toneladas todos os dias, é preciso que a delegacia fiscalize de fato aquelas embarcações", observa.
Segundo o comandante da Delegacia Fluvial de Santarém, Evandro Sousa, a denúncia será apreciada com carinho para que naufrágios sejam evitados. "Toda recomendação feita pela população está sendo ouvida. É ela que nos orienta, já que não podemos ficar 24 horas nas embarcações. São mais de 6 mil em toda a região. Por isso, eu agradeço a denuncia e vamos correr para evitar que situações como esta continuem acontecendo", prometeu o comandante, ressaltando que apesar da fiscalização está sendo mais intensa durante o período de férias, ela vai se estender durante todo o ano. "Não será apenas neste período que estaremos de olho nos navios. Os comandantes podem ter certeza que vigiaremos o tempo que pudermos", finaliza.
Repórter
Durante o período de férias o volume de passageiros que se deslocam entre as cidades vizinhas ao município de Santarém é grande. O principal meio de transporte utilizado pela população são as embarcações que diariamente saem do porto improvisado da Praça Tiradentes levando centenas de pessoas e muita carga, situação que preocupa quem precisa se locomover e prima pela segurança.
Segundo os usuários do serviço naval, muita coisa melhorou depois que a delegacia fluvial de Santarém intensificou os trabalhos de fiscalização em frente à cidade, contudo é preciso estar de olho no excesso de carga que está sendo embarcado. "Agora está mais rígido, os comandantes estão tendo mais cuidado com a gente. Antes, nós não tínhamos a quem recorrer e ficávamos calados, sem reclamar. Hoje, estamos cientes da necessidade de abrimos a boca, caso contrário, podemos ser as próximas vítimas", conta a professora Ana Cláudia Vasconcelos que viaja para o município de Juruti, acrescentando que a preocupação é maior com o volume de carga embarcada durante as viagens.
"Além de o navio sair lotado, é preciso que a delegacia fiscalize o volume de carga embarcada. É muita coisa misturada. São bicicletas, motos, caixas de cerveja, alimentos, tudo num só lugar. Por isso, a delegacia deve ser mais rigorosa, pois existem embarcações que saem de Santarém aparentemente com lotação normal, contudo, o volume de cargas é muito grande", garante a professora.
Alguns carregadores de frente a Praça Tiradentes confirmam as denúncias, acrescentando que o embarque é feito durante a manhã, horas antes dos passageiros embarcarem. "A movimentação começa logo cedo, por volta das 7 horas, quando as embarcações começam a receber as cargas. De lá, quando se aproxima o horário do barco sair, apenas os passageiros começam a se acomodar e não percebem o tanto de carga que foi embarcado", conta o carregador que prefere não se identificar devido à necessidade de trabalhar no local. "Aqui as coisas são disputadas no tapa, se não for homem o suficiente para conseguir driblar o comércio negro que ronda nesta área, o cara explode", ressalta.
Além disso, neguinho, como preferiu se chamado, destaca que a incidência de superlotação é maior nas embarcações que saem diariamente para o município de Juruti. "Todo dia os barcos saem lotado, tanto de pessoal como de carga. São toneladas e toneladas todos os dias, é preciso que a delegacia fiscalize de fato aquelas embarcações", observa.
Segundo o comandante da Delegacia Fluvial de Santarém, Evandro Sousa, a denúncia será apreciada com carinho para que naufrágios sejam evitados. "Toda recomendação feita pela população está sendo ouvida. É ela que nos orienta, já que não podemos ficar 24 horas nas embarcações. São mais de 6 mil em toda a região. Por isso, eu agradeço a denuncia e vamos correr para evitar que situações como esta continuem acontecendo", prometeu o comandante, ressaltando que apesar da fiscalização está sendo mais intensa durante o período de férias, ela vai se estender durante todo o ano. "Não será apenas neste período que estaremos de olho nos navios. Os comandantes podem ter certeza que vigiaremos o tempo que pudermos", finaliza.
Prejuízo
Além dos danos materiais provocados pelo temporal da madrugada de terça-feira, os expositores da feira agropecuária têm reclamado das vendas fracas.
Muitos compradores enfrentam restrições de crédito para fechar negócio com empresas do setor de implementos agrícolas. Até financiamento de veículos pesados deixou de ser um negócio atraente para os produtores.
Muitos compradores enfrentam restrições de crédito para fechar negócio com empresas do setor de implementos agrícolas. Até financiamento de veículos pesados deixou de ser um negócio atraente para os produtores.
Não é minha praia
Sandro Lopes, que deixou o Detran para se candidatar a vereador pelo PMDB, colocou sua campanha em ponto morto.
Mas tá dando pinta que vai mesmo é dar marcha-à-ré nestas eleições.
Mas tá dando pinta que vai mesmo é dar marcha-à-ré nestas eleições.
Mal na foto
Cartazes da candidata Bárbara Matos(PT) pregados em muros e paredes de casas em uma rua do bairro do Santíssimo não duraram nem 24 horas.
Foram postos ao chão pelos próprios moradores.
Foram postos ao chão pelos próprios moradores.
Tá fora
Ronaldo Bertognoli não é mais integrante da cúpula da Fundação Esperança, cuja diretoria agora é comandada pelo doutor Pinheiro, tendo Ivair Chaves como vice-presidente e Denis Maia na tesouraria.
Ibama recorre de liminar que proibiu redução de preço de “bois piratas” em leilão
O Instituto Nacional do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Ministério do Meio Ambiente apresentaram nesta terça-feira (29) recurso ao Tribunal Regional Federal da 1° Região contra a liminar expedida na segunda-feira (28) que proibiu a redução de 60% do preço mínimo do leilão dos “bois piratas”, apreendidos em junho na Estação Ecológica da Terra do Meio, no Pará.
“Demos um preço, não vendeu. Demos outro, não vendeu. O juiz quer que o preço seja o mesmo do primeiro leilão. Vamos ver se o juiz 'cai na razão' e deixa a gente vender. O preço de mercado é o preço que o mercado compra”, comentou o ministro Carlos Minc. “Estou triste porque ainda não consegui vender meus boizinhos”, brincou. Segundo Minc, cinco compradores já demostraram interesse no rebanho.
Se a liminar for derrubada, a expectativa do ministro é que os “bois piratas” sejam vendidos na próxima terça-feira (5), data do novo leilão.
(Fonte: Agência Brasil)
“Demos um preço, não vendeu. Demos outro, não vendeu. O juiz quer que o preço seja o mesmo do primeiro leilão. Vamos ver se o juiz 'cai na razão' e deixa a gente vender. O preço de mercado é o preço que o mercado compra”, comentou o ministro Carlos Minc. “Estou triste porque ainda não consegui vender meus boizinhos”, brincou. Segundo Minc, cinco compradores já demostraram interesse no rebanho.
Se a liminar for derrubada, a expectativa do ministro é que os “bois piratas” sejam vendidos na próxima terça-feira (5), data do novo leilão.
(Fonte: Agência Brasil)
União proibirá espera maior que 2 minutos em call center
Na Folha de São Paulo:
A partir de dezembro, quem telefonar para o SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) do banco, do plano de saúde ou da empresa de TV a cabo, entre outros, terá que aturar no máximo dois minutos de "música de elevador" antes de conseguir falar com o atendente.Além disso, a empresa ficará obrigada a cancelar o serviço assim que solicitado e terá cinco dias úteis para responder a qualquer demanda. Outra mudança é que o cliente não terá de informar ao atendente dados pessoais que nada tenham a ver com o motivo de sua ligação e não terá de repetir a demanda a um segundo funcionário.
Essas são algumas das mudanças para os call centers de empresas privadas que estão sendo definidas pelo governo. Parte delas consta de decreto que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assina amanhã. Outras serão estabelecidas em portarias ainda neste ano."O consumidor precisará contar a sua história uma única vez. Ele não precisa contar a história da sua vida, a data de nascimento da sua avó e o nome do seu primeiro cachorro para obter a primeira informação", disse a secretária de Direito Econômico do Ministério da Justiça, Mariana Tavares, durante o anúncio das mudanças.
As novas regras irão valer para os seguintes setores: telecomunicações, sistema financeiro, aviação, água, energia elétrica, transporte terrestre e planos de saúde.
As empresas terão 120 dias para se adaptar ao decreto, cujo texto é, em grande parte, resultado de audiências públicas.
Esconde-esconde
O decreto determina a inclusão, no menu, de duas opções de transferência do telefonema: cancelamento do serviço e contato com um atendente. "Acaba esse jogo de esconde-esconde e de empurra-empurra", afirmou Mariana Tavares.Além disso, caso haja a solicitação do cliente, a empresa deverá encaminhar a ele um histórico de sua reclamação ou de seu cancelamento (por e-mail, correio ou torpedo).
De acordo com as novas regras, que devem ser publicadas na edição de sexta do "Diário Oficial" da União, nos casos de serviços ininterruptos (como cartão de crédito, internet, telefone e TV por assinatura), os serviços de call centers terão de funcionar 24 horas por dia, sete dias por semana.
Durante o processo de consulta pública, iniciado em fevereiro, foi sugerido um tempo máximo de um minuto entre o telefonema e o início da conversa com o atendente. Isso, porém, não constará do decreto. Segundo o Ministério da Justiça, haverá um tempo de no máximo dois minutos, a ser definido em portarias setoriais, ainda neste ano.
Sem especificar, a secretária de Direito Econômico disse que, para 70% dos casos, o limite será de um minuto. Como exemplo de quem poderá usar o limite de dois minutos, Mariana Tavares citou o atendimento no sistema bancário, numa segunda-feira e após um feriado prolongado.
Outra novidade será a exigência de um único número de telefone no atendimento da empresa para informações, reclamações e cancelamentos."É uma resposta do sistema nacional de defesa do consumidor a esses excessos", disse Ricardo Morishita, diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor.
Caso alguma regra não seja cumprida, o consumidor poderá recorrer ao Procon ou denunciar a empresa ao Ministério Público e à Defensoria Pública pelo descumprimento do Código de Defesa do Consumidor -que prevê multas de R$ 320 a R$ 4,8 milhões.
A partir de dezembro, quem telefonar para o SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) do banco, do plano de saúde ou da empresa de TV a cabo, entre outros, terá que aturar no máximo dois minutos de "música de elevador" antes de conseguir falar com o atendente.Além disso, a empresa ficará obrigada a cancelar o serviço assim que solicitado e terá cinco dias úteis para responder a qualquer demanda. Outra mudança é que o cliente não terá de informar ao atendente dados pessoais que nada tenham a ver com o motivo de sua ligação e não terá de repetir a demanda a um segundo funcionário.
Essas são algumas das mudanças para os call centers de empresas privadas que estão sendo definidas pelo governo. Parte delas consta de decreto que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assina amanhã. Outras serão estabelecidas em portarias ainda neste ano."O consumidor precisará contar a sua história uma única vez. Ele não precisa contar a história da sua vida, a data de nascimento da sua avó e o nome do seu primeiro cachorro para obter a primeira informação", disse a secretária de Direito Econômico do Ministério da Justiça, Mariana Tavares, durante o anúncio das mudanças.
As novas regras irão valer para os seguintes setores: telecomunicações, sistema financeiro, aviação, água, energia elétrica, transporte terrestre e planos de saúde.
As empresas terão 120 dias para se adaptar ao decreto, cujo texto é, em grande parte, resultado de audiências públicas.
Esconde-esconde
O decreto determina a inclusão, no menu, de duas opções de transferência do telefonema: cancelamento do serviço e contato com um atendente. "Acaba esse jogo de esconde-esconde e de empurra-empurra", afirmou Mariana Tavares.Além disso, caso haja a solicitação do cliente, a empresa deverá encaminhar a ele um histórico de sua reclamação ou de seu cancelamento (por e-mail, correio ou torpedo).
De acordo com as novas regras, que devem ser publicadas na edição de sexta do "Diário Oficial" da União, nos casos de serviços ininterruptos (como cartão de crédito, internet, telefone e TV por assinatura), os serviços de call centers terão de funcionar 24 horas por dia, sete dias por semana.
Durante o processo de consulta pública, iniciado em fevereiro, foi sugerido um tempo máximo de um minuto entre o telefonema e o início da conversa com o atendente. Isso, porém, não constará do decreto. Segundo o Ministério da Justiça, haverá um tempo de no máximo dois minutos, a ser definido em portarias setoriais, ainda neste ano.
Sem especificar, a secretária de Direito Econômico disse que, para 70% dos casos, o limite será de um minuto. Como exemplo de quem poderá usar o limite de dois minutos, Mariana Tavares citou o atendimento no sistema bancário, numa segunda-feira e após um feriado prolongado.
Outra novidade será a exigência de um único número de telefone no atendimento da empresa para informações, reclamações e cancelamentos."É uma resposta do sistema nacional de defesa do consumidor a esses excessos", disse Ricardo Morishita, diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor.
Caso alguma regra não seja cumprida, o consumidor poderá recorrer ao Procon ou denunciar a empresa ao Ministério Público e à Defensoria Pública pelo descumprimento do Código de Defesa do Consumidor -que prevê multas de R$ 320 a R$ 4,8 milhões.
Manchetes da edição de quarta-feira de O Estado do Tapajós
2,5 mil pessoas por mês entram na lista de devedores do SPC
Professores marcam paralisação sexta-feira
Uso solitário de veículo aumenta caos no trânsito em Santarém
Edilberto apóia veto da CNBB a candidatura de padres
Transporte de banana é irregular
Feira do pescado fica apenas no canteiro de obras
Adesivagem de veículos é febre da campanha eleitoral
Professores marcam paralisação sexta-feira
Uso solitário de veículo aumenta caos no trânsito em Santarém
Edilberto apóia veto da CNBB a candidatura de padres
Transporte de banana é irregular
Feira do pescado fica apenas no canteiro de obras
Adesivagem de veículos é febre da campanha eleitoral
A justiça do Pará posta em questão
Lúcio Flávio Pinto
Editor do Jornal Pessoal e articulista de O Estado do Tapajós
O ano de 2002 foi decisivo na vida de Ana Tereza Sereni Murrieta. Primeiro, aos 62 anos, ela alcançou o ápice de sua carreira, 37 anos depois de iniciá-la como juíza no interior: foi promovida a desembargadora pelo Tribunal de Justiça do Estado do Pará – e por merecimento. Mas exerceu o cargo por pouco tempo: ao saber de uma queixa-crime proposta contra si pela OAB do Pará, Murrieta pediu sua aposentadoria – e a obteve: foi para casa com direito a mais de 20 mil reais por mês.
Podia ter a partir daí uma vida tranqüila se o processo judicial instaurado não provasse que ela se apropriou do dinheiro depositado em nome da justiça por pessoas que litigaram perante a 1ª vara cível do fórum de Belém. Sem se importar com os seus jurisdicionados – órfãos, interditos e ausentes – a magistrada retirou 1,6 milhão dos 3 milhões de reais das contas sob sua jurisdição, através de terceiros ou diretamente na agência bancária onde o dinheiro estava depositado, à espera da decisão das causas em litígio.
Como os fatos da apropriação indébita – ou peculato – foram comprovados inquestionavelmente, a defesa da desembargadora aposentada teve que apelar para um ardil: provar que Murrieta não tinha o domínio dos seus atos ao fazer os saques. Obviamente, a insanidade mental da acusada não foi provada: ela praticou o extravio ao longo de sete anos, sem que, nesse período, houvesse qualquer suspeita sobre a sanidade do seu comportamento público (extravagante, às vezes, mas não aberrante).
Na semana passada, o juiz Pedro Pinheiro Sotero, da 5ª vara penal da capital, condenou-a a 13 anos e quatro meses de prisão, em regime fechado, além do pagamento de multa de R$ 145 mil reais, a ser recolhida 10 dias após a intimação da sentenciada.
A decisão é histórica. O juiz foi tolerante por um lado: não acolheu os pedidos da promotoria pública para o seqüestro dos bens de Murrieta, por não ter encontrado nos autos prova da existência de bens móveis, sobretudo jóias, que a magistrada teria adquirido com o dinheiro dos depósitos judiciais. Também não aceitou decretar a perda do cargo porque a punição só é aplicável aos servidores da ativa. Rejeitou, por fim, enquadrar a ex-desembargadora por 157 vezes em crime de peculato, conforme o número de retiradas por ela efetuadas na agência do Banpará. Tal enquadramento resultaria em pena mínima de 314 anos e máxima de 1.099 anos, o que afrontaria a dignidade da ré, que o Código Penal procura preservar.
Mas o juiz Pedro Sotero foi determinado na aplicação da pena que impôs na sentença: a condenada terá que cumprir os 268 meses de prisão em regime fechado, por ser necessário "assegurar seu afastamento do convício social". Se a pena começasse a ser executada no próximo ano, a magistrada ficaria na cadeia até os 82 anos de idade, no caso de cumprimento integral da sentença, o que dificilmente ocorrerá diante dos abrandamentos previstos em lei. Mas, pela primeira vez, um representante da mais alta magistratura do Pará irá para trás das grades.
Não há como condescender à sorte da desembargadora Tereza Murrieta: ela cometeu de forma consciente um ato nefando, do ponto de vista pessoal, e de grave repercussão social, que abalou a credibilidade da justiça perante a opinião pública. A sentença que a condenou foi tão serena e consistente que à defesa restará apenas se insurgir contra o regime fechado da prisão e à acusação, se for o caso, por considerar "branda" a deliberação, insistir em punição mais dura, porém apenas no sentido de carregar nos efeitos morais da penalização.
O processo de aplicação conseqüente da justiça, contudo, já sofreu um ligeiro desvio de rumos: na condição de presidente em exercício do TJE, a desembargadora Maria Helena Ferreira acolheu pedido de habeas corpus da defesa de Murrieta e decidiu que ela responderá ao processo em liberdade, suspendendo a execução do mandado de prisão, expedido pelo juiz de 1º grau (que pôde deliberar sobre o processo porque, aposentada, a desembargadora perdeu o foro especial a que teria direito se ainda estivesse na ativa).
Nada há demais na decisão, que está perfeitamente no âmbito deliberativo da relatora do pedido. Mas a concessão do HC pode ser a primeira manifestação concreta do desejo do tribunal de rever a decisão de primeira instância não pela análise isenta do conteúdo dos autos, a partir dos quais é impossível não concluir pelo dolo da acusada, mas por espírito de corpo.
Na condenação de Murrieta está implícito certo grau de culpa da cúpula do judiciário paraense. Todos os desembargadores do tribunal ignoravam o procedimento ilegal de sete anos da titular da 1ª vara cível do fórum de Belém, de sacar nas contas sob sua responsabilidade, inclusive comparecendo pessoalmente ao caixa da agência bancária? A movimentação aconteceu não uma nem 10 vezes, mas em 157 ocasiões. Nunca a boataria que circulava pelos corredores forenses chegou aos ouvidos da alta magistratura estadual? Ou será que o diz-que-diz não teve tanto impacto porque esse procedimento não era exclusivo da juíza Murrieta, que apenas podia estar agindo de forma mais desenvolta do que outros magistrados, ou mesmo servidores públicos?
De qualquer maneira, agiu com correção o TJE ao promover por merecimento uma juíza em torno da qual havia uma névoa de dissensões e suspeições quanto ao seu procedimento jurisdicional? Nenhum dos questionamentos foi absorvido e incorporado à sua ficha funcional? Surpreendentemente, os assentamentos de Tereza Murrieta eram exemplares, como imaculadas se encontravam as fichas de juízes anteriormente promovidos por merecimento ao desembargo, apesar de suas carreiras temerárias, por envolvimento público com fatos polêmicos, ou abertamente irregulares ou ilegais.
Parece que nem o súbito pedido de aposentadoria influiu no ânimo de desembargadores dispostos a ser mais tolerantes do que o aceitável para com os desvios de conduta da nobre colega. Murrieta acabou sendo favorecida por um erro cometido em 2005 pelo então presidente do TJE, desembargador Milton Nobre. Ele ignorou a determinação legal do juiz natural para funcionar no caso, que devia ser escolhido por sorteio. Quando apenas três magistrados se declararam suspeitos (em 19 alternativas possíveis), Milton Nobre designou um juiz especial para o feito.
Paulo Jussara rapidamente concluiu a instrução e condenou Murrieta (em sentença considerada "amena" pelo Ministério Público do Estado), mas o Superior Tribunal de Justiça anulou o processo, pela violação do princípio do juízo natural, fazendo-o voltar ao ponto de partida. O novo juiz responsável pela ação, Pedro Sotero, determinou a prisão da desembargadora, mas logo ela foi solta por ordem superior. E aí pode estar um dos fatores para que o processo acabe prescrito, em função dos recursos protelatórios que vierem a ser usados pela defesa e da lentidão da sua tramitação.
Editor do Jornal Pessoal e articulista de O Estado do Tapajós
O ano de 2002 foi decisivo na vida de Ana Tereza Sereni Murrieta. Primeiro, aos 62 anos, ela alcançou o ápice de sua carreira, 37 anos depois de iniciá-la como juíza no interior: foi promovida a desembargadora pelo Tribunal de Justiça do Estado do Pará – e por merecimento. Mas exerceu o cargo por pouco tempo: ao saber de uma queixa-crime proposta contra si pela OAB do Pará, Murrieta pediu sua aposentadoria – e a obteve: foi para casa com direito a mais de 20 mil reais por mês.
Podia ter a partir daí uma vida tranqüila se o processo judicial instaurado não provasse que ela se apropriou do dinheiro depositado em nome da justiça por pessoas que litigaram perante a 1ª vara cível do fórum de Belém. Sem se importar com os seus jurisdicionados – órfãos, interditos e ausentes – a magistrada retirou 1,6 milhão dos 3 milhões de reais das contas sob sua jurisdição, através de terceiros ou diretamente na agência bancária onde o dinheiro estava depositado, à espera da decisão das causas em litígio.
Como os fatos da apropriação indébita – ou peculato – foram comprovados inquestionavelmente, a defesa da desembargadora aposentada teve que apelar para um ardil: provar que Murrieta não tinha o domínio dos seus atos ao fazer os saques. Obviamente, a insanidade mental da acusada não foi provada: ela praticou o extravio ao longo de sete anos, sem que, nesse período, houvesse qualquer suspeita sobre a sanidade do seu comportamento público (extravagante, às vezes, mas não aberrante).
Na semana passada, o juiz Pedro Pinheiro Sotero, da 5ª vara penal da capital, condenou-a a 13 anos e quatro meses de prisão, em regime fechado, além do pagamento de multa de R$ 145 mil reais, a ser recolhida 10 dias após a intimação da sentenciada.
A decisão é histórica. O juiz foi tolerante por um lado: não acolheu os pedidos da promotoria pública para o seqüestro dos bens de Murrieta, por não ter encontrado nos autos prova da existência de bens móveis, sobretudo jóias, que a magistrada teria adquirido com o dinheiro dos depósitos judiciais. Também não aceitou decretar a perda do cargo porque a punição só é aplicável aos servidores da ativa. Rejeitou, por fim, enquadrar a ex-desembargadora por 157 vezes em crime de peculato, conforme o número de retiradas por ela efetuadas na agência do Banpará. Tal enquadramento resultaria em pena mínima de 314 anos e máxima de 1.099 anos, o que afrontaria a dignidade da ré, que o Código Penal procura preservar.
Mas o juiz Pedro Sotero foi determinado na aplicação da pena que impôs na sentença: a condenada terá que cumprir os 268 meses de prisão em regime fechado, por ser necessário "assegurar seu afastamento do convício social". Se a pena começasse a ser executada no próximo ano, a magistrada ficaria na cadeia até os 82 anos de idade, no caso de cumprimento integral da sentença, o que dificilmente ocorrerá diante dos abrandamentos previstos em lei. Mas, pela primeira vez, um representante da mais alta magistratura do Pará irá para trás das grades.
Não há como condescender à sorte da desembargadora Tereza Murrieta: ela cometeu de forma consciente um ato nefando, do ponto de vista pessoal, e de grave repercussão social, que abalou a credibilidade da justiça perante a opinião pública. A sentença que a condenou foi tão serena e consistente que à defesa restará apenas se insurgir contra o regime fechado da prisão e à acusação, se for o caso, por considerar "branda" a deliberação, insistir em punição mais dura, porém apenas no sentido de carregar nos efeitos morais da penalização.
O processo de aplicação conseqüente da justiça, contudo, já sofreu um ligeiro desvio de rumos: na condição de presidente em exercício do TJE, a desembargadora Maria Helena Ferreira acolheu pedido de habeas corpus da defesa de Murrieta e decidiu que ela responderá ao processo em liberdade, suspendendo a execução do mandado de prisão, expedido pelo juiz de 1º grau (que pôde deliberar sobre o processo porque, aposentada, a desembargadora perdeu o foro especial a que teria direito se ainda estivesse na ativa).
Nada há demais na decisão, que está perfeitamente no âmbito deliberativo da relatora do pedido. Mas a concessão do HC pode ser a primeira manifestação concreta do desejo do tribunal de rever a decisão de primeira instância não pela análise isenta do conteúdo dos autos, a partir dos quais é impossível não concluir pelo dolo da acusada, mas por espírito de corpo.
Na condenação de Murrieta está implícito certo grau de culpa da cúpula do judiciário paraense. Todos os desembargadores do tribunal ignoravam o procedimento ilegal de sete anos da titular da 1ª vara cível do fórum de Belém, de sacar nas contas sob sua responsabilidade, inclusive comparecendo pessoalmente ao caixa da agência bancária? A movimentação aconteceu não uma nem 10 vezes, mas em 157 ocasiões. Nunca a boataria que circulava pelos corredores forenses chegou aos ouvidos da alta magistratura estadual? Ou será que o diz-que-diz não teve tanto impacto porque esse procedimento não era exclusivo da juíza Murrieta, que apenas podia estar agindo de forma mais desenvolta do que outros magistrados, ou mesmo servidores públicos?
De qualquer maneira, agiu com correção o TJE ao promover por merecimento uma juíza em torno da qual havia uma névoa de dissensões e suspeições quanto ao seu procedimento jurisdicional? Nenhum dos questionamentos foi absorvido e incorporado à sua ficha funcional? Surpreendentemente, os assentamentos de Tereza Murrieta eram exemplares, como imaculadas se encontravam as fichas de juízes anteriormente promovidos por merecimento ao desembargo, apesar de suas carreiras temerárias, por envolvimento público com fatos polêmicos, ou abertamente irregulares ou ilegais.
Parece que nem o súbito pedido de aposentadoria influiu no ânimo de desembargadores dispostos a ser mais tolerantes do que o aceitável para com os desvios de conduta da nobre colega. Murrieta acabou sendo favorecida por um erro cometido em 2005 pelo então presidente do TJE, desembargador Milton Nobre. Ele ignorou a determinação legal do juiz natural para funcionar no caso, que devia ser escolhido por sorteio. Quando apenas três magistrados se declararam suspeitos (em 19 alternativas possíveis), Milton Nobre designou um juiz especial para o feito.
Paulo Jussara rapidamente concluiu a instrução e condenou Murrieta (em sentença considerada "amena" pelo Ministério Público do Estado), mas o Superior Tribunal de Justiça anulou o processo, pela violação do princípio do juízo natural, fazendo-o voltar ao ponto de partida. O novo juiz responsável pela ação, Pedro Sotero, determinou a prisão da desembargadora, mas logo ela foi solta por ordem superior. E aí pode estar um dos fatores para que o processo acabe prescrito, em função dos recursos protelatórios que vierem a ser usados pela defesa e da lentidão da sua tramitação.
terça-feira, 29 de julho de 2008
Prazo para recadastramento de carteiras de habilitação sem foto termina dia 10 de agosto
Agência Pará
Os condutores que possuem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) sem fotografia, vencida até 13 de maio, que ainda não fizeram o recadastramento deverão procurar o Departamento de Trânsito do Estado do Pará (Detran) até o próximo dia 10 para regularizar a situação. Os que tiverem os documentos vencidos após o dia 13 de maio têm 30 dias, a contar da data de vencimento, para se recadastrar.
Se a atualização do cadastro não for realizada conforme os prazos estabelecidos, a CNH será cancelada, sendo necessário um novo processo de habilitação. De acordo com a coordenadora do Registro Nacional de Condutores Habilitados (Renach), Glair Souza, o condutor que ainda não procurou o Detran deve fazer o seu recadastramento o mais rápido possível, a fim de que não deixe para os últimos dias. Ela acrescenta que o Detran designou funcionários para atender exclusivamente os condutores com carteira sem foto.
Para se recadastrar, o condutor deve procurar o Detran portando o documento de habilitação mais a carteira de identidade. O recadastramento não implica na renovação dos exames. E, quem desejar, pode fazer apenas o recadastramento. Mas, conforme alerta Glair Souza, quem já está com a CNH vencida não pode conduzir veículo enquanto não fizer a renovação, conforme estabelece o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
O objetivo do recadastramento, segundo esclarece o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), previsto na Resolução 276 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), é incluir os condutores portadores de CNHs antigas no Registro Nacional de Condutores Habilitados, possibilitando assim mais eficácia na identificação deles. De acordo com a Resolução, os Detrans poderão determinar os procedimentos de recadastramento, procurando dar agilidade e praticidade ao processo.
Dúvidas - Apesar da intensa divulgação que os Detrans e o Denatran fazem sobre recadastramento, ainda permanecem dúvidas por parte de alguns condutores com relação ao assunto. O Detran do Pará recebe diariamente telefonemas e e-mails de condutores que, apesar de contar com carteira de motorista com foto, acreditam que é preciso se recadastrar. O Detran esclarece, no entanto, que os portadores da CNH com foto colorida digitalizada não precisam se recadastrar.
Os condutores que possuem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) sem fotografia, vencida até 13 de maio, que ainda não fizeram o recadastramento deverão procurar o Departamento de Trânsito do Estado do Pará (Detran) até o próximo dia 10 para regularizar a situação. Os que tiverem os documentos vencidos após o dia 13 de maio têm 30 dias, a contar da data de vencimento, para se recadastrar.
Se a atualização do cadastro não for realizada conforme os prazos estabelecidos, a CNH será cancelada, sendo necessário um novo processo de habilitação. De acordo com a coordenadora do Registro Nacional de Condutores Habilitados (Renach), Glair Souza, o condutor que ainda não procurou o Detran deve fazer o seu recadastramento o mais rápido possível, a fim de que não deixe para os últimos dias. Ela acrescenta que o Detran designou funcionários para atender exclusivamente os condutores com carteira sem foto.
Para se recadastrar, o condutor deve procurar o Detran portando o documento de habilitação mais a carteira de identidade. O recadastramento não implica na renovação dos exames. E, quem desejar, pode fazer apenas o recadastramento. Mas, conforme alerta Glair Souza, quem já está com a CNH vencida não pode conduzir veículo enquanto não fizer a renovação, conforme estabelece o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
O objetivo do recadastramento, segundo esclarece o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), previsto na Resolução 276 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), é incluir os condutores portadores de CNHs antigas no Registro Nacional de Condutores Habilitados, possibilitando assim mais eficácia na identificação deles. De acordo com a Resolução, os Detrans poderão determinar os procedimentos de recadastramento, procurando dar agilidade e praticidade ao processo.
Dúvidas - Apesar da intensa divulgação que os Detrans e o Denatran fazem sobre recadastramento, ainda permanecem dúvidas por parte de alguns condutores com relação ao assunto. O Detran do Pará recebe diariamente telefonemas e e-mails de condutores que, apesar de contar com carteira de motorista com foto, acreditam que é preciso se recadastrar. O Detran esclarece, no entanto, que os portadores da CNH com foto colorida digitalizada não precisam se recadastrar.
Carteiros têm 15 dias para zerar entregas de correspondências
Com o fim da greve dos Correios, os carteiros se preparam para colocar em dias as correspondências acumuladas após vinte dias de paralisação. São mais de 33 profissionais que estão trabalhando duas horas a mais que a jornada normal, e entregando mais de 1000 correspondências por dia. A expectativa é de que em quinze dias o serviço seja normalizado.
"Voltamos ao trabalho na última terça-feira e estamos fazendo de tudo para conseguir colocar em dia as correspondências. Nós faremos horas extras, trabalharemos nos sábados tudo para minimizar os transtornos causados à população pela greve", declarou Risoney Souza, delegado sindical do movimento de greve em Santarém acrescentando que em duas semanas todas as correspondências atrasadas serão entregues. "Nós estamos voltando com força total e vamos trabalhar nos finais de semana para escoar o material que está parado", garantiu Risoney Sousa.
Após 20 dias de paralisação depois de muitas negociações o ministro das Comunicações, Hélio Costa e a direção dos Correios, além dos representantes dos servidores conseguiram chegar a um acordo, que pôs fim ao movimento grevista. A ECT pagará em definitivo 30% do salário base para 43 mil carteiros que trabalham na distribuição e coleta externa, a título de adicional de atividade, retroativo a junho de 2008. "Apesar de tanto transtorno e tanto embate com os gestores da empresa nós conseguimos ser atendidos nas nossas reivindicações e tivemos uma vitória importante", informou o Jéferson Brito, diretor do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios/Belém que esteve no município a fim de liderar a greve.
Os Correios e a Fentect voltarão a discutir, em agosto, na data-base da categoria, os termos do Plano de Cargos, Carreiras e Salários de 2008. Os dias parados não serão descontados, mas compensados, mediante banco de horas. Além disso, o crédito do vale- refei-ção/alimentação/cesta será efetuado após o encerramento total do movimento grevista.
O acordo foi submetido ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) para homologação, nesta segunda-feira (21).
"Voltamos ao trabalho na última terça-feira e estamos fazendo de tudo para conseguir colocar em dia as correspondências. Nós faremos horas extras, trabalharemos nos sábados tudo para minimizar os transtornos causados à população pela greve", declarou Risoney Souza, delegado sindical do movimento de greve em Santarém acrescentando que em duas semanas todas as correspondências atrasadas serão entregues. "Nós estamos voltando com força total e vamos trabalhar nos finais de semana para escoar o material que está parado", garantiu Risoney Sousa.
Após 20 dias de paralisação depois de muitas negociações o ministro das Comunicações, Hélio Costa e a direção dos Correios, além dos representantes dos servidores conseguiram chegar a um acordo, que pôs fim ao movimento grevista. A ECT pagará em definitivo 30% do salário base para 43 mil carteiros que trabalham na distribuição e coleta externa, a título de adicional de atividade, retroativo a junho de 2008. "Apesar de tanto transtorno e tanto embate com os gestores da empresa nós conseguimos ser atendidos nas nossas reivindicações e tivemos uma vitória importante", informou o Jéferson Brito, diretor do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios/Belém que esteve no município a fim de liderar a greve.
Os Correios e a Fentect voltarão a discutir, em agosto, na data-base da categoria, os termos do Plano de Cargos, Carreiras e Salários de 2008. Os dias parados não serão descontados, mas compensados, mediante banco de horas. Além disso, o crédito do vale- refei-ção/alimentação/cesta será efetuado após o encerramento total do movimento grevista.
O acordo foi submetido ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) para homologação, nesta segunda-feira (21).
Compra de votos e candidato processado são prioridades para Comitê 9840
O comitê santareno de combate à corrupção eleitoral, iniciativa da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e da Igreja Católica, durante entrevista concedida a imprensa garantiu que a compra de votos será veementemente combatida, assim como o uso da máquina pública para promover campanhas neste período.Além disso, será fiscalizada também, qualquer forma de pressão dos candidatos sob os eleitores, tais como a troca de votos por empregos, objetos e promessas consideradas infundáveis diante dos cargos pleiteados. O comitê arrecada até o mês de agosto assinaturas a fim de aprovar projeto de lei que veda a candidatura de políticos processados.
"A sociedade pode ter certeza que em parceria dela, nós estaremos fiscalizando toda e qualquer atitude suspeita, sendo ela, primeiramente apurada e depois denunciada ao Ministério Público do Estado. Umas das questões que daremos ênfase é a compra de voto, posto que a campanha deste pleito traz o lema: "Voto não tem preço,têm conseqüências", explica Dom Esmeraldo Barreto Farias , bispo da Diocese de Santarém elencando as situações em que o comitê deverá agir. "Assim que presenciarmos ou tivermos provas que algum candidato esteja forçando ou prometendo coisas infundáveis iremos aprecia-las e com base nisso, analisaremos também até que ponto a estrutura pública está sendo utilizada como palco de campanha. Isso não pode acontecer", garante a liderança maior da igreja católica da Diocese de Santarém.
Candidato processado
Além disso, o Comitê de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) vai investir em formação interna sobre o Projeto de Lei de iniciativa popular sobre a Vida Pregressa dos Candidatos e na organização de uma primeira mobilização nacional. Com o nome Campanha Ficha Limpa, a nova ação do MCCE pretende levar o PL ao Congresso Nacional depois de coletar um milhão e trezentos mil assinaturas.
"Muitos políticos foram condenados em primeira instância ou respondem a denúncias recebidas por tribunais em virtude de fatos gravíssimos e isso não impede, pela legislação atual, que eles sejam candidatos. Hoje, só os que já foram condenados em definitivo ficam impedidos de participar das eleições como candidatos, o que é muito pouco, pois os processos penais duram muitos anos para chegar ao fim" explica Dom Esmeraldo.
A presidente em Santarém da OAB, Ana Calderaro, destacou durante a coletiva a importância do trabalho do comitê de combate a corrupção eleitoral. De acordo com ela a ação diminuiu as incidências de compra de votos nos anos passados. "A cada ano o trabalho vem se ampliando e ganhando mais espaço. As pessoas estão mais conscientes", ressaltou a presidente da OAB/Santarém.
"A sociedade pode ter certeza que em parceria dela, nós estaremos fiscalizando toda e qualquer atitude suspeita, sendo ela, primeiramente apurada e depois denunciada ao Ministério Público do Estado. Umas das questões que daremos ênfase é a compra de voto, posto que a campanha deste pleito traz o lema: "Voto não tem preço,têm conseqüências", explica Dom Esmeraldo Barreto Farias , bispo da Diocese de Santarém elencando as situações em que o comitê deverá agir. "Assim que presenciarmos ou tivermos provas que algum candidato esteja forçando ou prometendo coisas infundáveis iremos aprecia-las e com base nisso, analisaremos também até que ponto a estrutura pública está sendo utilizada como palco de campanha. Isso não pode acontecer", garante a liderança maior da igreja católica da Diocese de Santarém.
Candidato processado
Além disso, o Comitê de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) vai investir em formação interna sobre o Projeto de Lei de iniciativa popular sobre a Vida Pregressa dos Candidatos e na organização de uma primeira mobilização nacional. Com o nome Campanha Ficha Limpa, a nova ação do MCCE pretende levar o PL ao Congresso Nacional depois de coletar um milhão e trezentos mil assinaturas.
"Muitos políticos foram condenados em primeira instância ou respondem a denúncias recebidas por tribunais em virtude de fatos gravíssimos e isso não impede, pela legislação atual, que eles sejam candidatos. Hoje, só os que já foram condenados em definitivo ficam impedidos de participar das eleições como candidatos, o que é muito pouco, pois os processos penais duram muitos anos para chegar ao fim" explica Dom Esmeraldo.
A presidente em Santarém da OAB, Ana Calderaro, destacou durante a coletiva a importância do trabalho do comitê de combate a corrupção eleitoral. De acordo com ela a ação diminuiu as incidências de compra de votos nos anos passados. "A cada ano o trabalho vem se ampliando e ganhando mais espaço. As pessoas estão mais conscientes", ressaltou a presidente da OAB/Santarém.
Após queda, desmatamento volta a crescer na Amazônia
Na Folha de São Paulo:
O desmatamento voltou a subir na Amazônia em junho, após uma queda no mês de maio, e se concentrou nos municípios paraenses próximos das rodovias BR-163 e Transamazônica. Os dados são do SAD, sistema não-governamental de monitoramento da floresta por satélite, do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia).
Foram desmatados 612 quilômetros quadrados em junho, contra 499 quilômetros quadrados no mesmo período de 2007 -um aumento de 23%. No acumulado dos meses também houve acréscimo: o desmatamento passou de 4.370 quilômetros quadrados de agosto de 2006 a junho de 2007 para 4.754 quilômetros quadrados de agosto do ano passado a junho deste ano (ou seja, uma ampliação de 9%).
Em maio, o SAD havia detectado 294 quilômetros quadrados desmatados em sete Estados da Amazônia, o que representou uma queda de 26% em relação ao mesmo mês de 2007.O calendário oficial do desmatamento vai de agosto de um ano a julho do outro.
Segundo Adalberto Veríssimo, do Imazon e coordenador do Projeto Transparência Florestal, o aumento do desmatamento em junho "anula a queda que houve em maio".
O desflorestamento observado em junho se concentrou no Pará (63%). Na seqüência, está Mato Grosso (12%).
O desmatamento voltou a subir na Amazônia em junho, após uma queda no mês de maio, e se concentrou nos municípios paraenses próximos das rodovias BR-163 e Transamazônica. Os dados são do SAD, sistema não-governamental de monitoramento da floresta por satélite, do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia).
Foram desmatados 612 quilômetros quadrados em junho, contra 499 quilômetros quadrados no mesmo período de 2007 -um aumento de 23%. No acumulado dos meses também houve acréscimo: o desmatamento passou de 4.370 quilômetros quadrados de agosto de 2006 a junho de 2007 para 4.754 quilômetros quadrados de agosto do ano passado a junho deste ano (ou seja, uma ampliação de 9%).
Em maio, o SAD havia detectado 294 quilômetros quadrados desmatados em sete Estados da Amazônia, o que representou uma queda de 26% em relação ao mesmo mês de 2007.O calendário oficial do desmatamento vai de agosto de um ano a julho do outro.
Segundo Adalberto Veríssimo, do Imazon e coordenador do Projeto Transparência Florestal, o aumento do desmatamento em junho "anula a queda que houve em maio".
O desflorestamento observado em junho se concentrou no Pará (63%). Na seqüência, está Mato Grosso (12%).
Cuidado, piranhas!
Entornou o caldo no Piranhas, domingo último.
Staff eleitoral oficial voltou desolado da comunidade que ali realizava um torneio de futebol.
Isolados dos eleitores, deputado estadual, secretário de agricultura e candidata perderam a estribeira e juraram de pés juntos que voltariam ali, às véspera do pleito, com a 'parrudinha'.
Staff eleitoral oficial voltou desolado da comunidade que ali realizava um torneio de futebol.
Isolados dos eleitores, deputado estadual, secretário de agricultura e candidata perderam a estribeira e juraram de pés juntos que voltariam ali, às véspera do pleito, com a 'parrudinha'.
Temporais voltam a asssustar santarenos
Pela segunda madrugada seguida forte temporal atingiu Santarém nesta terça-feira.
Ventos fortes derrubaram árvores, apagaram semáforos e danificaram parte da rede de distribuição de energia.
No final da rua do Imperador, no bairro da Prainha, uma árvore caiu sobre um automóvel que estava estacionado no acostamento daquela via.
Ventos fortes derrubaram árvores, apagaram semáforos e danificaram parte da rede de distribuição de energia.
No final da rua do Imperador, no bairro da Prainha, uma árvore caiu sobre um automóvel que estava estacionado no acostamento daquela via.
Alunos batem com a cara na porta
Somente na quinta-feira os alunos retornam às aulas no Colégio Dom Amando.
Ontem, quem chevaga para o primeiro dia de aula do segundo semestre era informado pelo guarda que o returno escolar só será iniciado na quinta-feira, dia 1º de agosto.
Oficialmente, o CDA não explicou o motivo do adiamento, mas o site apurou que o sindicato dos professores não aceitou que as férias de julho dos docentes fossem interrompidas antes do final o mês.
Ontem, quem chevaga para o primeiro dia de aula do segundo semestre era informado pelo guarda que o returno escolar só será iniciado na quinta-feira, dia 1º de agosto.
Oficialmente, o CDA não explicou o motivo do adiamento, mas o site apurou que o sindicato dos professores não aceitou que as férias de julho dos docentes fossem interrompidas antes do final o mês.
Alerta Pará
Do Repórter Diário:
O Instituto Alerta Pará, em conjunto com a prefeitura e diversas entidades classistas de Santarém, realiza no próximo dia 2 de agosto, às 16h, no Parque de Exposição de Santarém, a reunião de apresentação do Projeto Preservar/Consolidação da Fronteira Aberta, que propõe o desenvolvimento do agronegócio paraense em bases sustentáveis.
O Instituto Alerta Pará, em conjunto com a prefeitura e diversas entidades classistas de Santarém, realiza no próximo dia 2 de agosto, às 16h, no Parque de Exposição de Santarém, a reunião de apresentação do Projeto Preservar/Consolidação da Fronteira Aberta, que propõe o desenvolvimento do agronegócio paraense em bases sustentáveis.
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Dom Azcona volta outra vez. Para dizer que nada mudou.
Do Espaço Aberto:
O bispo do Marajó, dom Luiz Azcona deu entrevista, no último final de semana, à Rádio CBN.Contou que se viu forçado a mudar vários hábitos depois que veio a Belém fez várias e graves denúncias, que ganharam repercussão nacional e chegaram até o Congresso.O bispo, segundo disse, evita sair à noite.E até mesmo a porta da catedral de Breves, que ele costumava abrir às 5h, agora abre pontualmente às 05h55, quando o dia está clareando.
Em abril deste ano, o bispo, em entrevista coletiva em Belém, dom Azcona que classificou o município de Breve como “um antro de perversão” e de “difícil convivência, por causa de crimes e falta de respeito com a mulher e o menor”.
Disse ainda que “todo o Estado está tomado por essa execração que é a exploração sexual de menores.”
Revelou que num dos rios da região de Breves e Melgaço meninos e meninas de 12 a 16 anos aproveitam o percurso das balsas para subir nas embarcações e se prostituir em troca de carne ou óleo de cozinha.
Revelou ainda ter ouvido de dois prefeitos o vaticínio de “que, dentro de alguns anos, o narcotráfico iria eleger todos os prefeitos do Marajó”. O Marajó, segundo ele, “está sendo refúgio de pessoas degeneradas”.
Dom Azcona resumiu tudo nesta sentença: “Eu acuso as nossas autoridades de conivência por omissão.”
O repórter da CBN Evaldo José, que fez a entrevista, perguntou ao bispo o que mudou desde que fez as denúncias até agora.
A resposta de dom Luiz Azcona: nada, absolutamente nada.
Se mudou, acrescenta o bispo, mudou para pior, porque os políticos da região todos se voltaram contra ele.
O bispo do Marajó, dom Luiz Azcona deu entrevista, no último final de semana, à Rádio CBN.Contou que se viu forçado a mudar vários hábitos depois que veio a Belém fez várias e graves denúncias, que ganharam repercussão nacional e chegaram até o Congresso.O bispo, segundo disse, evita sair à noite.E até mesmo a porta da catedral de Breves, que ele costumava abrir às 5h, agora abre pontualmente às 05h55, quando o dia está clareando.
Em abril deste ano, o bispo, em entrevista coletiva em Belém, dom Azcona que classificou o município de Breve como “um antro de perversão” e de “difícil convivência, por causa de crimes e falta de respeito com a mulher e o menor”.
Disse ainda que “todo o Estado está tomado por essa execração que é a exploração sexual de menores.”
Revelou que num dos rios da região de Breves e Melgaço meninos e meninas de 12 a 16 anos aproveitam o percurso das balsas para subir nas embarcações e se prostituir em troca de carne ou óleo de cozinha.
Revelou ainda ter ouvido de dois prefeitos o vaticínio de “que, dentro de alguns anos, o narcotráfico iria eleger todos os prefeitos do Marajó”. O Marajó, segundo ele, “está sendo refúgio de pessoas degeneradas”.
Dom Azcona resumiu tudo nesta sentença: “Eu acuso as nossas autoridades de conivência por omissão.”
O repórter da CBN Evaldo José, que fez a entrevista, perguntou ao bispo o que mudou desde que fez as denúncias até agora.
A resposta de dom Luiz Azcona: nada, absolutamente nada.
Se mudou, acrescenta o bispo, mudou para pior, porque os políticos da região todos se voltaram contra ele.
Crianças desaparecem em naufrágio no Ituqui
Equipes da delegacia da Marinha e do Corpo de Bombeiros iniciam agora de manhã as buscas dos corpos de duas crianças que desapareceram após naufrágio do barco Jotinha, no rio Amazonas, na região do Ituqui.
A pequena embarcação em que viajavam as crianças e uma equipe de futebol foi a pique domingo de manhã após enfrentar forte maresia provocada por um barco de maior porte.
Os jogadores conseguiram se salvar do naufrágio.
A pequena embarcação em que viajavam as crianças e uma equipe de futebol foi a pique domingo de manhã após enfrentar forte maresia provocada por um barco de maior porte.
Os jogadores conseguiram se salvar do naufrágio.
Maria Freire substituirá Oti Santos
O deputado Antônio Rocha informa que caso o candidato Oti Santos não consiga reverter em tempo hábil a decisão do juiz Gabriel Veloso de negar-lhe registro de candidato a prefeito de Belterra, o PMDB lançará a empresária Maria Freire como sua substituta.
Oti teve o pedido de registro de sua candidatura negada por ter seu nome incluído entre os ordenadores de despesas cujas contas foram rejeitadas pelo TCE e TCU.
Oti teve o pedido de registro de sua candidatura negada por ter seu nome incluído entre os ordenadores de despesas cujas contas foram rejeitadas pelo TCE e TCU.
PRF reabre inscrição
Depois de sete meses, Polícia Rodoviária Federal retoma hoje seleção que contratará 340 funcionários para atuar no Pará e em Mato Grosso.
Foram necessários ete meses para que a Polícia Rodoviária Federal retomasse o concurso para policial rodoviário. A partir de hoje, e até o dia 10 de agosto, está reaberto o prazo de inscrição da seleção que contratará 340 pessoas para atuar no Pará e em Mato Grosso. O processo seletivo foi interrompido após denúncia de fraude que cancelou as provas às vésperas da realização.
Mais de 122 mil candidatos já estão na disputa e a concorrência deve aumentar. Inscrições devem ser feitas no site www.cespe.unb.br.
Os testes, marcados para 14 de setembro, terão questões de português, raciocínio lógico e matemático, conhecimentos gerais e atualidades, conhecimentos de informática, legislação de trânsito, noções de direito e redação.
A segunda etapa inclui prova física, exames médicos e avaliação psicológica.
A terceira fase é o curso de formação, que será realizado no Pará ou Mato Grosso, com dedicação integral e exclusiva.
O cargo exige nível médio e prevê salário de R$ 5.238,94.
Este deve ser o último concurso com esse critério. A Medida Provisória 431, aprovada na Câmara dos Deputados, cria 3 mil vagas para policiais rodoviários, exige nível superior e reajusta o salário para R$ 5.815,22, após estágio probatório de 90 dias.
A reabertura das inscrições é uma determinação da 2ª Vara da Justiça Federal de Cuiabá, atendendo a pedido do Ministério Público Federal. O edital também prevê devolução de taxa de inscrição para quem desistir do concurso.
Foram necessários ete meses para que a Polícia Rodoviária Federal retomasse o concurso para policial rodoviário. A partir de hoje, e até o dia 10 de agosto, está reaberto o prazo de inscrição da seleção que contratará 340 pessoas para atuar no Pará e em Mato Grosso. O processo seletivo foi interrompido após denúncia de fraude que cancelou as provas às vésperas da realização.
Mais de 122 mil candidatos já estão na disputa e a concorrência deve aumentar. Inscrições devem ser feitas no site www.cespe.unb.br.
Os testes, marcados para 14 de setembro, terão questões de português, raciocínio lógico e matemático, conhecimentos gerais e atualidades, conhecimentos de informática, legislação de trânsito, noções de direito e redação.
A segunda etapa inclui prova física, exames médicos e avaliação psicológica.
A terceira fase é o curso de formação, que será realizado no Pará ou Mato Grosso, com dedicação integral e exclusiva.
O cargo exige nível médio e prevê salário de R$ 5.238,94.
Este deve ser o último concurso com esse critério. A Medida Provisória 431, aprovada na Câmara dos Deputados, cria 3 mil vagas para policiais rodoviários, exige nível superior e reajusta o salário para R$ 5.815,22, após estágio probatório de 90 dias.
A reabertura das inscrições é uma determinação da 2ª Vara da Justiça Federal de Cuiabá, atendendo a pedido do Ministério Público Federal. O edital também prevê devolução de taxa de inscrição para quem desistir do concurso.
Delegado violento
Um delegado de polícia teria invadido e praticado quebra-quebra no interior de um bar localizado na esquina da avenida Presidente Vargas com a travessa 7 de setembro.
Apelar a quem?
Apelar a quem?
País registra queda de 35% nos casos de malária até maio deste ano
Agência Brasil
Os casos de malária tiveram uma queda de 35% em todo o país, nos cinco primeiros meses do ano, em especial na Amazônia Legal que compreende áreas dos estados do Amazonas, Amapá, Pará, Roraima, Rondônia, Acre, Tocantins, Maranhão e Mato Grosso.
O Ministério da Saúde, que anunciou o percentual nesta semana, atribuiu a redução de casos ao uso de um novo medicamento no esquema terapêutico, conhecido pela sigla de ASMQ, expansão da rede de diagnóstico e ao tratamento adequado.
De janeiro a maio, foram notificados 121.132 casos da doença, contra 185.983 no mesmo período do ano passado. Ou seja, uma redução de 34,8%.
Além disso, a rede de laboratórios para diagnóstico de malária teve um crescimento de 172,2%, entre 1999 e 2007, passando de 1 182 laboratórios para 3.217, informou o ministério.
De acordo com os dados divulgados, o estado que teve a maior redução foi o de Rondônia , com 47% menos casos. Em seguida, foram os estados do Amapá, com 45,3%; Maranhão, 43,8%; Mato Grosso, 42,7%; Roraima, 40,6%; Acre, 39,5%; Amazonas, 33,2% e Tocantins 30,1%.
Para o coordenador do Programa Nacional de Controle da Malária, José Ladislau, a redução no número de casos da doença, é impulsionada por vários fatores, inclusive pela parceria interministerial que permite que as ações sejam bem ordenadas, como é o caso da Amazônia Legal.
O ministério tem feito um trabalho de capacitação com os estados e municípios para que haja um planejamento das ações, de modo que direcione a expansão do acesso para áreas que realmente precisam da atenção, explicou Ladislau
Os casos de malária tiveram uma queda de 35% em todo o país, nos cinco primeiros meses do ano, em especial na Amazônia Legal que compreende áreas dos estados do Amazonas, Amapá, Pará, Roraima, Rondônia, Acre, Tocantins, Maranhão e Mato Grosso.
O Ministério da Saúde, que anunciou o percentual nesta semana, atribuiu a redução de casos ao uso de um novo medicamento no esquema terapêutico, conhecido pela sigla de ASMQ, expansão da rede de diagnóstico e ao tratamento adequado.
De janeiro a maio, foram notificados 121.132 casos da doença, contra 185.983 no mesmo período do ano passado. Ou seja, uma redução de 34,8%.
Além disso, a rede de laboratórios para diagnóstico de malária teve um crescimento de 172,2%, entre 1999 e 2007, passando de 1 182 laboratórios para 3.217, informou o ministério.
De acordo com os dados divulgados, o estado que teve a maior redução foi o de Rondônia , com 47% menos casos. Em seguida, foram os estados do Amapá, com 45,3%; Maranhão, 43,8%; Mato Grosso, 42,7%; Roraima, 40,6%; Acre, 39,5%; Amazonas, 33,2% e Tocantins 30,1%.
Para o coordenador do Programa Nacional de Controle da Malária, José Ladislau, a redução no número de casos da doença, é impulsionada por vários fatores, inclusive pela parceria interministerial que permite que as ações sejam bem ordenadas, como é o caso da Amazônia Legal.
O ministério tem feito um trabalho de capacitação com os estados e municípios para que haja um planejamento das ações, de modo que direcione a expansão do acesso para áreas que realmente precisam da atenção, explicou Ladislau
Sentença desmascara manipulação de autoria de pedido de censura a blog
Miguel Oliveira
O que o leitor vai ler transcrito abaixo, destacado em itálico e negrito, é a parte importante da sentença do juiz eleitoral Gabriel Veloso que revoga a liminar concedida pela juíza Betânia Pessoa Batista impondo restrição à liberdade de informação ao site do nacional Jeso Carneiro até o julgamento do mérito.
Esta transcição não teria importância jornalística a não ser pelo fato que o texto judicial desmascara uma farsa montada a partir da manipulação de informações que deveriam ser levadas ao conhecimento público de modo isento, o que não ocorreu, porque é público que o nacional explorou indevidamente e exaustivamente essa liminar atribuindo seu pedido ao partido Democratas e ao seu candidato, de modo a tornar-se vítima de perseguição jurídica e política.
Como mentira tem pernas curtas, na senteça contida nos autos da representação do Democratas, o próprio juiz Gabriel Veloso, ao revogar a liminar, sustenta que houve um alargamento daquilo que foi requerido pelo próprio representante [o candidato e seu partido] que requereu na sua inicial apenas a retirada do site da matéria publicada intitulada como "O que a gente quer pra Santarém". Matéria que o juiz considerou ofensiva e em desacordo com a legislação eleitoral.
Fica demonstrado, portanto, que se houve censura ao site daquele nacional, esta foi uma decisão exclusiva da juiza Betania Pessoa Batista e não uma iniciativa do partido Democratas e seu candidato, como se tentou passar à opinião pública.
Após ler a sentença, o leitor tirará a sua própria conclusão.
Representação..... folha 58(...)
Com base nesse entendimento e diante do fato de que esse magistrado não encontrou requisitos de propaganda eleitoral antecipada extemporânea nas notícias colocadas no site mencionados pelos representados deve ser a presente representação eleitoral julgada improcedente.Assim dando prosseguimento ao feito entendo necessário verificar que na liminar concedida nesses autos houve um alargamento daquilo que foi requerido pelo próprio representante que requereu na sua inicial apenas a retirada do site da matéria publicada intitulada como "O que a gente quer pra Santarém", enquanto na liminar foi determinada a proibição dos representantes de vincular em suas matérias jornalísticas notas ou posts até o julgamento deste processo comparações a atual gestora ou seu partido ou depreciando o ex-gestor ou seu partido sob pena de multa diária de R$ 10.000,00 no período em que a matéria estiver no ar.
Com base nisso entendo necessário revogar essa liminar mas diante das vedações legais da legislação eleitoral determino que a alegada matéria seja retirada do ar definitivamente por conter termos atacando pessoalmente um dos candidatos a Prefeito Municipal de Santarém o que é vedado pela Legislação Eleitoral, em especial da Lei Federal 9.504/1997, além disso, ficamam os requeridos cientes de que ora em diante esse tipo de matéria não pode vincular por violar a legislação eleitoral.
Nessa oportunidade entendo necessário destacar que esse magistrado pessoalmente entende que não se pode vedar toda a imprensa de publicar fatos relacionados à eleição, desde que os responsáveis pelas reportagens as façam sem depreciar ou prejudicar candidatos ou partidos políticos conforme externei em decisões proferidas em vários outros processos neste juízo eleitoral, muitas neste mês de julho.
Posto isso, com fundamento na Lei Federal n° 9.504/1997 e em outras determinações legais, julgo improcedente a presente representação eleitoral ante a inexistência de propaganda eleitoral extemporânea, além disso, diante das vedações da legislação eleitoral determino que a matéria "O que a gente quer pra Santarém", seja retirada do ar definitivamente por conter termos atacando pessoalmente um dos candidatos a Prefeito Municipal de Santarém o que é vedado atualmente pela legislação eleitoral em especial da Lei Federal 9.504/1997, além disso, por viciar a legislação eleitoral. Por fim revogo a liminar de fls.24 ante os fundamentos articulados na fundamentação desta decisão que regulamenta a questão.
Intimem-se o representante e ambos os representados, através de seus procuradores judiciais. Dê–se ciência ao Representante do Ministério Público Eleitoral.Transitada em julgado nessa decisão cumpram- se todas as determinações da Douta Corregedoria Eleitoral e arquivem-se esses autos com as baixas anotações necessárias.
Publique-se, registre-se e intimem-se
Santarém, 18 de julho de 2008
Gabriel Veloso de Araújo
Juiz Eleitoral
O que o leitor vai ler transcrito abaixo, destacado em itálico e negrito, é a parte importante da sentença do juiz eleitoral Gabriel Veloso que revoga a liminar concedida pela juíza Betânia Pessoa Batista impondo restrição à liberdade de informação ao site do nacional Jeso Carneiro até o julgamento do mérito.
Esta transcição não teria importância jornalística a não ser pelo fato que o texto judicial desmascara uma farsa montada a partir da manipulação de informações que deveriam ser levadas ao conhecimento público de modo isento, o que não ocorreu, porque é público que o nacional explorou indevidamente e exaustivamente essa liminar atribuindo seu pedido ao partido Democratas e ao seu candidato, de modo a tornar-se vítima de perseguição jurídica e política.
Como mentira tem pernas curtas, na senteça contida nos autos da representação do Democratas, o próprio juiz Gabriel Veloso, ao revogar a liminar, sustenta que houve um alargamento daquilo que foi requerido pelo próprio representante [o candidato e seu partido] que requereu na sua inicial apenas a retirada do site da matéria publicada intitulada como "O que a gente quer pra Santarém". Matéria que o juiz considerou ofensiva e em desacordo com a legislação eleitoral.
Fica demonstrado, portanto, que se houve censura ao site daquele nacional, esta foi uma decisão exclusiva da juiza Betania Pessoa Batista e não uma iniciativa do partido Democratas e seu candidato, como se tentou passar à opinião pública.
Após ler a sentença, o leitor tirará a sua própria conclusão.
Representação..... folha 58(...)
Com base nesse entendimento e diante do fato de que esse magistrado não encontrou requisitos de propaganda eleitoral antecipada extemporânea nas notícias colocadas no site mencionados pelos representados deve ser a presente representação eleitoral julgada improcedente.Assim dando prosseguimento ao feito entendo necessário verificar que na liminar concedida nesses autos houve um alargamento daquilo que foi requerido pelo próprio representante que requereu na sua inicial apenas a retirada do site da matéria publicada intitulada como "O que a gente quer pra Santarém", enquanto na liminar foi determinada a proibição dos representantes de vincular em suas matérias jornalísticas notas ou posts até o julgamento deste processo comparações a atual gestora ou seu partido ou depreciando o ex-gestor ou seu partido sob pena de multa diária de R$ 10.000,00 no período em que a matéria estiver no ar.
Com base nisso entendo necessário revogar essa liminar mas diante das vedações legais da legislação eleitoral determino que a alegada matéria seja retirada do ar definitivamente por conter termos atacando pessoalmente um dos candidatos a Prefeito Municipal de Santarém o que é vedado pela Legislação Eleitoral, em especial da Lei Federal 9.504/1997, além disso, ficamam os requeridos cientes de que ora em diante esse tipo de matéria não pode vincular por violar a legislação eleitoral.
Nessa oportunidade entendo necessário destacar que esse magistrado pessoalmente entende que não se pode vedar toda a imprensa de publicar fatos relacionados à eleição, desde que os responsáveis pelas reportagens as façam sem depreciar ou prejudicar candidatos ou partidos políticos conforme externei em decisões proferidas em vários outros processos neste juízo eleitoral, muitas neste mês de julho.
Posto isso, com fundamento na Lei Federal n° 9.504/1997 e em outras determinações legais, julgo improcedente a presente representação eleitoral ante a inexistência de propaganda eleitoral extemporânea, além disso, diante das vedações da legislação eleitoral determino que a matéria "O que a gente quer pra Santarém", seja retirada do ar definitivamente por conter termos atacando pessoalmente um dos candidatos a Prefeito Municipal de Santarém o que é vedado atualmente pela legislação eleitoral em especial da Lei Federal 9.504/1997, além disso, por viciar a legislação eleitoral. Por fim revogo a liminar de fls.24 ante os fundamentos articulados na fundamentação desta decisão que regulamenta a questão.
Intimem-se o representante e ambos os representados, através de seus procuradores judiciais. Dê–se ciência ao Representante do Ministério Público Eleitoral.Transitada em julgado nessa decisão cumpram- se todas as determinações da Douta Corregedoria Eleitoral e arquivem-se esses autos com as baixas anotações necessárias.
Publique-se, registre-se e intimem-se
Santarém, 18 de julho de 2008
Gabriel Veloso de Araújo
Juiz Eleitoral
domingo, 27 de julho de 2008
Nova radioterapia contra o câncer de mama
Maria Vitória Correio Brasiliense
O câncer de mama é o tipo da doença que mais mata mulheres no Brasil. O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que cerca de 49.400 novos casos serão registrados em 2008 no país. A reincidência, na maioria das vezes (por volta de 85%), ocorre perto do local onde o primeiro tumor apareceu. São nódulos em fase inicial e que exigem tratamento imediato. Para esse grupo feminino, surge um novo tipo de radioterapia: a intra-operatória. O procedimento consiste em uma única aplicação de radiação, feita durante a cirurgia para retirada do tumor, em substituição às 20 sessões normalmente exigidas.
No Brasil, o tratamento é oferecido em poucas cidades — Belo Horizonte, Campinas, Porto Alegre e São Paulo. Em agosto, uma clínica de radioterapia de Taguatinga passará a oferecer o serviço no Distrito Federal. “A terapia ainda é tida como experimental, mas apresenta bons resultados”, diz o mastologista Sílvio Bromberg. Segundo o médico, para se tornar uma opção definitiva, falta a publicação de um estudo de grande escala, com mais de mil casos, conduzido pelo médico italiano Umberto Veronesi, que foi quem desenvolveu a técnica.
A desvantagem é o custo: a radioterapia intra-operatória não está na lista de procedimentos pagos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) ou pela maioria das seguradoras de saúde, e a paciente precisa desembolsar cerca de R$ 8 mil. Para Bromberg, a intra-operatória será a radioterapia do futuro e apresenta um custo-benefício grande para a paciente. “A mulher passa por um trauma muito grande quando lida com um câncer de mama. Fazer duas coisas ao mesmo tempo ajuda a superar isso.”
Cobaia morre de hepatite ao capturar anofelino na Amazônia

CHICO ARAÚJO
BRASÍLIA — O uso de ‘cobaias humanas’ e o combate a malária continuam a fazer vítimas no Acre. Manoel Vitorino da Silva é mais um caso. Ele morreu no dia 4 de novembro de 2007, vítima de hepatite, cirrose hepática, insuficiência renal e insuficiência respiratória. Um detalhe intrigante é que Silva nunca fumou nem ingeriu bebidas alcoólicas. Mesmo assim, consta no seu atestado de óbito, ao qual a Agência Amazônia teve acesso, que ele contraiu cirrose e hepatite, e veio a falecer em decorrência dessas doenças.
A história de Manoel Vitorino da Silva é idêntica à dos demais agentes de endemias em atividades em Cruzeiro do Sul, no Acre. Todos, sem exceção, expõem seus corpos nus para capturar do Anopheles, o mosquito transmissor da malária, e contraem a malária — alguns, até doze vezes seguidas; outros, um pouco menos. O drama de Silva não foi diferente.
Inscrições para 1.520 vagas de fuzileiro naval só até este domingo
A Marinha encerra neste domingo (27) as inscrições para 1.520 vagas para o curso de formação de soldado fuzileiro naval.As inscrições podem ser feitas até as 23h59, no site www.mar.mil.br/cgcfn, link “Concursos”.
O candidato deve digitar seus dados no formulário de pré-inscrição e imprimir o boleto bancário para pagamento da taxa de inscrição, que é de R$ 20. No preenchimento do formulário de pré-inscrição, o candidato, obrigatoriamente, deverá especificar o local onde deseja realizar as etapas do concurso.
Os cursos começam em 2009. Os candidatos devem ter no mínimo 18 anos e no máximo 21 anos até a data de apresentação prevista para cada turma do curso de formação, terem ter concluído, com aproveitamento, o ensino fundamental, e altura mínima de 1,62m e máxima de 1,95m.Os candidatos aprovados no concurso e classificados dentro do número de vagas serão matriculados na condição de recruta fuzileiro naval e receberão R$ 450 por mês durante o curso, que durará 17 semanas. Após aprovação, os selecionados serão nomeados a soldado fuzileiro naval e receberão a remuneração inicial de R$ 990,00.
Os selecionados serão designados para servir em qualquer Organização Militar da Marinha no território nacional.
O concurso terá seis etapas: exame de escolaridade, verificação de dados biográficos, verificação de documentos, inspeção de saúde, teste de suficiência física e exame psicológico.
A prova escrita (exame de escolaridade) será aplicada no dia 2 de setembro.
O candidato deve digitar seus dados no formulário de pré-inscrição e imprimir o boleto bancário para pagamento da taxa de inscrição, que é de R$ 20. No preenchimento do formulário de pré-inscrição, o candidato, obrigatoriamente, deverá especificar o local onde deseja realizar as etapas do concurso.
Os cursos começam em 2009. Os candidatos devem ter no mínimo 18 anos e no máximo 21 anos até a data de apresentação prevista para cada turma do curso de formação, terem ter concluído, com aproveitamento, o ensino fundamental, e altura mínima de 1,62m e máxima de 1,95m.Os candidatos aprovados no concurso e classificados dentro do número de vagas serão matriculados na condição de recruta fuzileiro naval e receberão R$ 450 por mês durante o curso, que durará 17 semanas. Após aprovação, os selecionados serão nomeados a soldado fuzileiro naval e receberão a remuneração inicial de R$ 990,00.
Os selecionados serão designados para servir em qualquer Organização Militar da Marinha no território nacional.
O concurso terá seis etapas: exame de escolaridade, verificação de dados biográficos, verificação de documentos, inspeção de saúde, teste de suficiência física e exame psicológico.
A prova escrita (exame de escolaridade) será aplicada no dia 2 de setembro.
Muy amigo
Era visível o constrangimento de algumas pessoas quando eram cumprimentadas pelo vice-governador Odair Corrêa, ontem à noite, no parque de exposições da feira agropecuária.
Há quem aposte que a rejeição de Odair em Santarém é maior que a da governadora Ana Júlia.
Há quem aposte que a rejeição de Odair em Santarém é maior que a da governadora Ana Júlia.
Pesquisa eleitoral vira jogo de cartas marcadas
Lúcio Flávio Pinto
Editor do Jornal Pessoal e articulista de O Estado do Tapajós
A pesquisa de opinião se tornou uma espécie de santo graal no ambiente pré-eleitoral em Belém. Todos estão atrás dos seus resultados, como se eles fossem uma exata antecipação dos votos que serão depositados nas urnas em outubro. Como há uma quantidade desproporcionalmente maior de pesquisas na boataria que se espalha pela cidade do que no protocolo do TRE, ter acesso a números se tornou um troféu, quase um talismã.
A supervalorização das pesquisas tem uma causa bem visível: a falta de informação na imprensa. Os grupos de comunicação tratam a eleição municipal deste ano, sobretudo a da capital, como tema secundário. A cobertura é burocrática e fraca. A razão? Os dois principais grupos, o Liberal (dos Maiorana) e a RBA (de Jader Barbalho) têm candidatos da “casa”, in pectori, na disputa. Como fazem tudo para prejudicar o outro lado, mas não querem expor seu próprio lado, esvaziam o noticiário enquanto intensificam a movimentação nos bastidores. O (e)leitor é deixado ao Deus dará, desinformado e ansioso. É terreno fértil para o jogo das pesquisas, nem sempre praticado com regras claras (freqüentemente, sem qualquer regra).
Toda informação que escapa ao redil é vista com desconfiança ou hostilidade, como um balão de ensaio dos adversários ou, quando verdadeira, como uma ameaça que cumpre evitar. Daí a troca de acusações e as medidas para impedir a divulgação de pesquisa, quando ela é montada em bases técnicas. Finalmente, vencendo a barreira que lhe antepôs o PTB, o partido que está na prefeitura, a primeira pesquisa desde a homologação oficial dos candidatos, encomendada pelo DEM (ex-PFL), foi apresentada.
Estranhamente, ela apareceu apenas em O Liberal e, ao contrário do que se podia esperar, não foi para a primeira página do jornal, nem com uma simples chamada, e não teve continuidade no dia seguinte. O jornal teria resistido o quanto pôde a reproduzi-la e só concordou em noticiá-la porque o segundo colocado também recebe suas bênçãos. O Diário do Pará ignorou a pesquisa, o que talvez possa indicar que o jornal de Jader Barbalho vai tentar colocar o candidato da “casa”, o ex-deputado José Priante, no 2º turno. E, não conseguindo essa façanha, apoiará o atual prefeito, se ele passar pela primeira prova de fogo.
A pesquisa do Ibope, dando 29% a Duciomar Costa contra 24% de Valéria Pires Franco, do DEM, em empate técnico em função dos 4% de margem de erro (sempre alta quando realizada em período mais distante da eleição), praticamente coincidiu com muitas das especulações que estavam sendo feitas na cidade. Também confirmou as previsões de que o atual prefeito sofrerá uma queda no 2º turno se enfrentar um candidato mais forte (na simulação do Ibope, Valéria venceria por uma diferença de 14 pontos percentuais). Mas há tanta sonegação de informações adicionais que mesmo essa sintonia entre os boatos e a mensuração técnica ainda deixa muita desconfiança.
A cautela é ainda maior em função do fato mais importante nesse início de corrida à prefeitura de Belém: o índice de rejeição de Duciomar Costa, que não foi divulgado por O Liberal. Se ele tem uma rejeição cristalizada em um patamar elevado, ainda que seja candidato forte a passar para o 2º turno, na nova eleição suas possibilidades deverão se tornar muito menores, qualquer que seja o seu concorrente.
Como é que um prefeito no exercício do cargo pode ter rejeição tão forte nas ruas e aparecer na mídia como um nome credenciado à reeleição? O aparente paradoxo tem uma explicação: Duciomar comprou o apoio da grande imprensa. Esse compadrio oneroso lhe permite projetar uma imagem positiva, que reduz as possibilidades de iniciativas contra ele canalizando a hostilidade que provoca.
A ênfase é mais acentuada nas camadas mais pobres da população, justamente nas quais recrutava antes a sua clientela. O prefeito trocou de parceiro e agora usa a conivência da elite para tentar escapar aos efeitos de sua administração desastrada. Até agora, conseguiu essa façanha: a lava de maus feitos que circula pelos ambientes informais da sociedade, nas ruas e nos lares, não transborda para as vitrines, a mais vistosa das quais é a mídia. Bonitinha, mas ordinária, como na famosa peça de Nélson Rodrigues.
De nada adiantou o engenheiro Luiz Otávio Mota Pereira, na condição de secretário de saneamento e também de urbanismo durante um ano na administração de Duciomar, ter ido ao Ministério Público do Estado fazer cinco graves acusações contra o prefeito, quase um ano e meio atrás, juntando documentos comprobatórios dos fatos alegados. Até hoje não houve a apuração das irregularidades e ilegalidades apontadas na coleta de lixo, em contratos de serviços superfaturados ou em serviços realizados sem contrato. Diante desse histórico, mais importante do que especular sobre se o prefeito conseguirá se reeleger é inquirir sobre como conseguirá se manter como candidato.
Editor do Jornal Pessoal e articulista de O Estado do Tapajós
A pesquisa de opinião se tornou uma espécie de santo graal no ambiente pré-eleitoral em Belém. Todos estão atrás dos seus resultados, como se eles fossem uma exata antecipação dos votos que serão depositados nas urnas em outubro. Como há uma quantidade desproporcionalmente maior de pesquisas na boataria que se espalha pela cidade do que no protocolo do TRE, ter acesso a números se tornou um troféu, quase um talismã.
A supervalorização das pesquisas tem uma causa bem visível: a falta de informação na imprensa. Os grupos de comunicação tratam a eleição municipal deste ano, sobretudo a da capital, como tema secundário. A cobertura é burocrática e fraca. A razão? Os dois principais grupos, o Liberal (dos Maiorana) e a RBA (de Jader Barbalho) têm candidatos da “casa”, in pectori, na disputa. Como fazem tudo para prejudicar o outro lado, mas não querem expor seu próprio lado, esvaziam o noticiário enquanto intensificam a movimentação nos bastidores. O (e)leitor é deixado ao Deus dará, desinformado e ansioso. É terreno fértil para o jogo das pesquisas, nem sempre praticado com regras claras (freqüentemente, sem qualquer regra).
Toda informação que escapa ao redil é vista com desconfiança ou hostilidade, como um balão de ensaio dos adversários ou, quando verdadeira, como uma ameaça que cumpre evitar. Daí a troca de acusações e as medidas para impedir a divulgação de pesquisa, quando ela é montada em bases técnicas. Finalmente, vencendo a barreira que lhe antepôs o PTB, o partido que está na prefeitura, a primeira pesquisa desde a homologação oficial dos candidatos, encomendada pelo DEM (ex-PFL), foi apresentada.
Estranhamente, ela apareceu apenas em O Liberal e, ao contrário do que se podia esperar, não foi para a primeira página do jornal, nem com uma simples chamada, e não teve continuidade no dia seguinte. O jornal teria resistido o quanto pôde a reproduzi-la e só concordou em noticiá-la porque o segundo colocado também recebe suas bênçãos. O Diário do Pará ignorou a pesquisa, o que talvez possa indicar que o jornal de Jader Barbalho vai tentar colocar o candidato da “casa”, o ex-deputado José Priante, no 2º turno. E, não conseguindo essa façanha, apoiará o atual prefeito, se ele passar pela primeira prova de fogo.
A pesquisa do Ibope, dando 29% a Duciomar Costa contra 24% de Valéria Pires Franco, do DEM, em empate técnico em função dos 4% de margem de erro (sempre alta quando realizada em período mais distante da eleição), praticamente coincidiu com muitas das especulações que estavam sendo feitas na cidade. Também confirmou as previsões de que o atual prefeito sofrerá uma queda no 2º turno se enfrentar um candidato mais forte (na simulação do Ibope, Valéria venceria por uma diferença de 14 pontos percentuais). Mas há tanta sonegação de informações adicionais que mesmo essa sintonia entre os boatos e a mensuração técnica ainda deixa muita desconfiança.
A cautela é ainda maior em função do fato mais importante nesse início de corrida à prefeitura de Belém: o índice de rejeição de Duciomar Costa, que não foi divulgado por O Liberal. Se ele tem uma rejeição cristalizada em um patamar elevado, ainda que seja candidato forte a passar para o 2º turno, na nova eleição suas possibilidades deverão se tornar muito menores, qualquer que seja o seu concorrente.
Como é que um prefeito no exercício do cargo pode ter rejeição tão forte nas ruas e aparecer na mídia como um nome credenciado à reeleição? O aparente paradoxo tem uma explicação: Duciomar comprou o apoio da grande imprensa. Esse compadrio oneroso lhe permite projetar uma imagem positiva, que reduz as possibilidades de iniciativas contra ele canalizando a hostilidade que provoca.
A ênfase é mais acentuada nas camadas mais pobres da população, justamente nas quais recrutava antes a sua clientela. O prefeito trocou de parceiro e agora usa a conivência da elite para tentar escapar aos efeitos de sua administração desastrada. Até agora, conseguiu essa façanha: a lava de maus feitos que circula pelos ambientes informais da sociedade, nas ruas e nos lares, não transborda para as vitrines, a mais vistosa das quais é a mídia. Bonitinha, mas ordinária, como na famosa peça de Nélson Rodrigues.
De nada adiantou o engenheiro Luiz Otávio Mota Pereira, na condição de secretário de saneamento e também de urbanismo durante um ano na administração de Duciomar, ter ido ao Ministério Público do Estado fazer cinco graves acusações contra o prefeito, quase um ano e meio atrás, juntando documentos comprobatórios dos fatos alegados. Até hoje não houve a apuração das irregularidades e ilegalidades apontadas na coleta de lixo, em contratos de serviços superfaturados ou em serviços realizados sem contrato. Diante desse histórico, mais importante do que especular sobre se o prefeito conseguirá se reeleger é inquirir sobre como conseguirá se manter como candidato.
Todo cuidado é pouco
A cúpula operacional da Polícia Civil, em Belém, já está antenada nas ameaças de morte sofridas por dois jornalistas em Santarém.
Duas apostas acertam a Mega-Sena de R$ 53 milhões
Duas apostas acertaram neste sábado (26) as seis dezenas do concurso 990 da Mega-Sena, que pagou um prêmio de R$ 53.172.281,02. O sorteio aconteceu em Jequeri (MG).
Cada aposta vencedora - uma em Belo Horizonte (MG) e outra em Ji-Paraná (RO) - vai receber um prêmio de R$ 26.586.140,51, segundo a Caixa Econômica Federal.
Confira os números sorteados: 02 - 10 - 15 - 18 - 29 - 39.
(Fonte: G1)
Cada aposta vencedora - uma em Belo Horizonte (MG) e outra em Ji-Paraná (RO) - vai receber um prêmio de R$ 26.586.140,51, segundo a Caixa Econômica Federal.
Confira os números sorteados: 02 - 10 - 15 - 18 - 29 - 39.
(Fonte: G1)
sábado, 26 de julho de 2008
Para entender as pesquisas
Belém tem 950 mil eleitores.
Santarém tem 185 mil eleitores.
A pesquisa do Vox Populi em Belém, publicada pelo Diário do Pará, ouviu 600 eleitores.
A pesquisa Perspectiva em Santarém, publicada por O Estado do Tapajós, ouviu 413 eleitores.
É só fazer uma regra de três para saber que a amostra da pesquisa feita em Santarém é melhor ponderada.
Santarém tem 185 mil eleitores.
A pesquisa do Vox Populi em Belém, publicada pelo Diário do Pará, ouviu 600 eleitores.
A pesquisa Perspectiva em Santarém, publicada por O Estado do Tapajós, ouviu 413 eleitores.
É só fazer uma regra de três para saber que a amostra da pesquisa feita em Santarém é melhor ponderada.
Duciomar, Valéria e Priante, os três primeiros
Do Espaço Aberto:
O Diário do Pará, edição de domingo, já está nas ruas[ em Belém].
E divulga a segunda pesquisa Vox Populi sobre intenções de votos, agora com os candidatos a prefeito de Belém já definidos.
A sondagem, contratada pelo jornal, foi registrada sob o nº 1297/2008, junto à 98ª Zona Eleitoral.
Os números:
Duciomar Costa (PTB)28%
Valéria Pires Franco (DEM)22%
Priante (PMDB)11%
Mário Cardoso (PT)8%
Arnaldo Jordy (PPS)7%
Marinor Brito (PSOL)2%
João Moraes (PSL)1%
Cenários de segundo turno:
Duciomar 37% x 37% Valéria
Duciomar 40% x 32% Priante
Duciomar 40% x 31% Jordy
Duciomar 43% x 26% Mário Cardoso
Índices de rejeição
Duciomar – 28%
Mário Cardos – 16%
João Moraes – 8%
Valéria – 7%
Priante – 6%
Marinor – 6%
Jordy – 5%
O Diário do Pará, edição de domingo, já está nas ruas[ em Belém].
E divulga a segunda pesquisa Vox Populi sobre intenções de votos, agora com os candidatos a prefeito de Belém já definidos.
A sondagem, contratada pelo jornal, foi registrada sob o nº 1297/2008, junto à 98ª Zona Eleitoral.
Os números:
Duciomar Costa (PTB)28%
Valéria Pires Franco (DEM)22%
Priante (PMDB)11%
Mário Cardoso (PT)8%
Arnaldo Jordy (PPS)7%
Marinor Brito (PSOL)2%
João Moraes (PSL)1%
Cenários de segundo turno:
Duciomar 37% x 37% Valéria
Duciomar 40% x 32% Priante
Duciomar 40% x 31% Jordy
Duciomar 43% x 26% Mário Cardoso
Índices de rejeição
Duciomar – 28%
Mário Cardos – 16%
João Moraes – 8%
Valéria – 7%
Priante – 6%
Marinor – 6%
Jordy – 5%
Fundação Esperança ferve
Será segunda-feira, dia 28, o encerramento da assembléia-geral que vai analisar as contas da atual diretoria.
A reunião foi suspensa há três meses até que fosse feita uma auditagem na contabilidade da fundação.
Haverá, tambérm, a eleição do novo presidente do conselho diretor da entidade.
A reunião foi suspensa há três meses até que fosse feita uma auditagem na contabilidade da fundação.
Haverá, tambérm, a eleição do novo presidente do conselho diretor da entidade.
Mega-Sena leva apostadores a fazerem filas nas agências lotéricas
Agência Brasil
Acumulada desde o último dia 5, a Mega-Sena está levando os apostadores a fazerem filas nas agências lotéricas.
O vice-presidente de Loterias da Caixa Econômica Federal, Moreira Franco, disse que o prêmio - "uma bolada muito boa", segundo ele - poderá ultrapassar R$ 53 milhões.
As apostas para o concurso podem ser feitas até as 19h deste sábado, em todas as casas lotéricas do país. A aposta simples custa R$ 1,75.
O sorteio será realizado hoje (26), em Jequeri (MG).
Acumulada desde o último dia 5, a Mega-Sena está levando os apostadores a fazerem filas nas agências lotéricas.
O vice-presidente de Loterias da Caixa Econômica Federal, Moreira Franco, disse que o prêmio - "uma bolada muito boa", segundo ele - poderá ultrapassar R$ 53 milhões.
As apostas para o concurso podem ser feitas até as 19h deste sábado, em todas as casas lotéricas do país. A aposta simples custa R$ 1,75.
O sorteio será realizado hoje (26), em Jequeri (MG).
Incêndio ou farsa?
O delegado Jardel Guimarães tem a obrigação de vir a público prestar contas do inquérito sobre o fogo ateado em uma residência, no último domingo, em Santarém.
A demora nas investigações levanta suspeita de que 'há algo de podre no reino da Dinamarca".
Foi por isso que este site sugeriu a entrada da PF nas investigações, o que incomodou o delegado da polícia civil.
A demora nas investigações levanta suspeita de que 'há algo de podre no reino da Dinamarca".
Foi por isso que este site sugeriu a entrada da PF nas investigações, o que incomodou o delegado da polícia civil.
Testemunhas de Jeová se reúnem em Santarém
De maio a setembro, as Testemunhas de Jeová realizarão 381 congressos em 139 cidades do Brasil. O tema do congresso destaca a necessidade que os humanos têm de orientações confiáveis, mostrando como é possível obter verdadeira felicidade e bênçãos eternas quando seguimos a orientação do espírito de Deus.
A programação na cidade de Santarém será do dia 01 a 03 de agosto de 2008. O público está convidado a assistir a qualquer sessão do programa. A sessão da manhã começará às 09h00 todos os dias. Na sexta-feira e no sábado, a sessão da tarde terá início à 13h30. No domingo, a sessão da tarde iniciará à 13h10. O congresso será realizado no Estádio Barbalhão.
A assistência total aguardada para o Brasil é de mais de 1.145.000 pessoas.
Todos os congressos são abertos ao público e a entrada é franca.
No mundo todo, há quase 7 milhões de Testemunhas de Jeová ativas em 236 países e territórios.
(Fonte: Wellington Denis Pereira)
A programação na cidade de Santarém será do dia 01 a 03 de agosto de 2008. O público está convidado a assistir a qualquer sessão do programa. A sessão da manhã começará às 09h00 todos os dias. Na sexta-feira e no sábado, a sessão da tarde terá início à 13h30. No domingo, a sessão da tarde iniciará à 13h10. O congresso será realizado no Estádio Barbalhão.
A assistência total aguardada para o Brasil é de mais de 1.145.000 pessoas.
Todos os congressos são abertos ao público e a entrada é franca.
No mundo todo, há quase 7 milhões de Testemunhas de Jeová ativas em 236 países e territórios.
(Fonte: Wellington Denis Pereira)
Maranhão leva fábrica da Suzano que seria instalada no Pará
Do Diário do Pará:
Uma fonte ligada ao empresariado do município de Paragominas informou ontem que a empresa Suzano Papel e Celulose S/A (Suzano) vai apenas comprar madeira a ser extraída no Pará, nas terras da Vale, e enviar toda a produção ao Estado do Maranhão, que receberá investimentos de US$ 200 milhões para a implantação de uma fábrica de papel e celulose. Executivos da Suzano estarão reunidos com o governo do Estado do Pará no dia 14 de agosto para discutir a possibilidade de implantação de uma nova fábrica. Porém, só em 2015. O projeto de expansão da empresa Suzano, que deverá expandir a atual produção de 4,3 milhões de toneladas para 7,2 milhões de toneladas de papel e celulose por ano, consiste na construção de três novas unidades produtivas. A primeira delas - já definida - será no Estado do Piauí a partir deste ano. A segunda unidade estava indefinida: Pará e Maranhão lutavam pela implantação.
Uma fonte ligada ao empresariado do município de Paragominas informou ontem que a empresa Suzano Papel e Celulose S/A (Suzano) vai apenas comprar madeira a ser extraída no Pará, nas terras da Vale, e enviar toda a produção ao Estado do Maranhão, que receberá investimentos de US$ 200 milhões para a implantação de uma fábrica de papel e celulose. Executivos da Suzano estarão reunidos com o governo do Estado do Pará no dia 14 de agosto para discutir a possibilidade de implantação de uma nova fábrica. Porém, só em 2015. O projeto de expansão da empresa Suzano, que deverá expandir a atual produção de 4,3 milhões de toneladas para 7,2 milhões de toneladas de papel e celulose por ano, consiste na construção de três novas unidades produtivas. A primeira delas - já definida - será no Estado do Piauí a partir deste ano. A segunda unidade estava indefinida: Pará e Maranhão lutavam pela implantação.
Áudio do debate está na web
Quem quiser ouvir o debate entre os três candidatos a prefeito de Santarém, realizado ontem de manhã pela Rádio Rural, pode acessar www.radioruraldesantarem.com.br
Lira Maia, Joaquim Hamad e professor Márcio debateram temas de importância para Santarém e responderam perguntas dos ouvintes.
A candidata Maria do Carmo, alegando incompatibilidade de agenda, não compareceu ao debate.
Lira Maia, Joaquim Hamad e professor Márcio debateram temas de importância para Santarém e responderam perguntas dos ouvintes.
A candidata Maria do Carmo, alegando incompatibilidade de agenda, não compareceu ao debate.
Manchetes deste sábado de O Estado do Tapajós
Maria faltou ao debate da Rádio Rural
Compra de votos é alvo de campanha
Futuro da Alcoa pode estar no Pará
Feijoada tem aumento de 50% no preço
Cada carteiro entrega mil cartas por dia
Excesso de cargas nas embarcações preocupa passageiros
Menor violetada pelo pai teve que ser internada
Compra de votos é alvo de campanha
Futuro da Alcoa pode estar no Pará
Feijoada tem aumento de 50% no preço
Cada carteiro entrega mil cartas por dia
Excesso de cargas nas embarcações preocupa passageiros
Menor violetada pelo pai teve que ser internada
sexta-feira, 25 de julho de 2008
A melhor mina e o pior trabalho
Lúcio Flávio Pinto, na mais nova edição do Jornal Pessoal, que já está nas bancas de Belém:
O Ministério Público do Trabalho de Marabá deverá ajuizar uma ação civil pública para apurar o acidente que matou um trabalhador na mina de Carajás, em Parauapebas, no sul do Pará, há um ano. Entre 3 e 4 horas da madrugada de 28 de julho de 2007 o auxiliar de serviços Thiago Santos Cardozo, de 20 anos, foi esmagado por um caminhão de 140 toneladas, que operava na jazida N4 Norte, onde a Companhia Vale do Rio Doce produz minério de ferro.
O inquérito instaurado já está em fase de conclusão e fornecerá os elementos para o Ministério Público propor a ação na justiça. A demora deve-se ao reduzido número de procuradores, atualmente três, atuando numa área com demanda explosiva. Há também uma resolução do Conselho Superior do Ministério Público do Trabalho que recomenda a conversão de todas as representações e procedimentos preparatórios antigos em inquérito civil, arquivando-os ou ajuizando a ação devida, de acordo com o que for apurado na análise.
Um dos pontos principais em relação a Carajás é a excessiva terceirização das atividades na mineração, que tem dado causa a acidentes e reclamações dos trabalhadores. Há mais dois acidentes com mortes em Carajás que o MPT de Marabá está apurando. Duas varas da justiça trabalhista já foram instaladas em Parauapebas, mas as reclamações contra as condições de trabalho em Carajás, que já passaram de oito mil, sobrecarregam a tramitação dos processos. Das 23 mil empregadas na produção de minério em Carajás, apenas 10% são contratadas pela Vale. A empreitada e subempreitada se disseminaram tanto que possibilitam acidentes, como o que vitimou Thiago Cardoso, um raro nativo de Marabá, a mais importante cidade na área de influência de Carajás.
Ele estava na hora errada, no lugar errado, numa relação de emprego errada e o caminhão que o esmagou procedia erradamente ao não contar com câmera e luz traseira. Essa é uma realidade que enodoa uma das maiores minas de ferro do planeta e sua proprietária globalizada. Mas parece-se mais a um cenário de dois séculos atrás em matéria de relação trabalhista.
O Ministério Público do Trabalho de Marabá deverá ajuizar uma ação civil pública para apurar o acidente que matou um trabalhador na mina de Carajás, em Parauapebas, no sul do Pará, há um ano. Entre 3 e 4 horas da madrugada de 28 de julho de 2007 o auxiliar de serviços Thiago Santos Cardozo, de 20 anos, foi esmagado por um caminhão de 140 toneladas, que operava na jazida N4 Norte, onde a Companhia Vale do Rio Doce produz minério de ferro.
O inquérito instaurado já está em fase de conclusão e fornecerá os elementos para o Ministério Público propor a ação na justiça. A demora deve-se ao reduzido número de procuradores, atualmente três, atuando numa área com demanda explosiva. Há também uma resolução do Conselho Superior do Ministério Público do Trabalho que recomenda a conversão de todas as representações e procedimentos preparatórios antigos em inquérito civil, arquivando-os ou ajuizando a ação devida, de acordo com o que for apurado na análise.
Um dos pontos principais em relação a Carajás é a excessiva terceirização das atividades na mineração, que tem dado causa a acidentes e reclamações dos trabalhadores. Há mais dois acidentes com mortes em Carajás que o MPT de Marabá está apurando. Duas varas da justiça trabalhista já foram instaladas em Parauapebas, mas as reclamações contra as condições de trabalho em Carajás, que já passaram de oito mil, sobrecarregam a tramitação dos processos. Das 23 mil empregadas na produção de minério em Carajás, apenas 10% são contratadas pela Vale. A empreitada e subempreitada se disseminaram tanto que possibilitam acidentes, como o que vitimou Thiago Cardoso, um raro nativo de Marabá, a mais importante cidade na área de influência de Carajás.
Ele estava na hora errada, no lugar errado, numa relação de emprego errada e o caminhão que o esmagou procedia erradamente ao não contar com câmera e luz traseira. Essa é uma realidade que enodoa uma das maiores minas de ferro do planeta e sua proprietária globalizada. Mas parece-se mais a um cenário de dois séculos atrás em matéria de relação trabalhista.
Mudança em O Estado do Tapajós
Desde quinta-feira, dia 24 de julho, o jornalista Miguel Oliveira se afastou do cargo de editor-chefe de O Estado do Tapajós.
Em seu lugar assume a função a jornalista Adriana Lins.
Miguel Oliveira vai atuar como coordenador de comunicação da campanha do candidato Lira Maia.
Em seu lugar assume a função a jornalista Adriana Lins.
Miguel Oliveira vai atuar como coordenador de comunicação da campanha do candidato Lira Maia.
Assinar:
Postagens (Atom)