quarta-feira, 17 de junho de 2009
Agência do INSS de Santarém tem 70% dos funcionários em greve
Dos 27 funcionários lotados na agência do INSS em Santarém, apenas 6 estão atendendo aos segurados da Previdência Social.
São 19 previdenciários em greve desde ontem.
O atendimento está sendo feito, também, com a ajuda de estagiários.
SEMAB deu sumiço em dinheiro de convênio
Incra liberou mais de 400 mil reais para a SEMAB abrir 46 km de estradas no PDS Renascer, mas o dinheiro sumiu e estrada não saiu do papel
O desvio de recurso de um convênio entre o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e a prefeitura municipal de Santarém pode ser o mais novo escândalo no governo municipal de Santarém. Desta vez, o problema está instalado dentro da Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (SEMAB), responsável por executar as obras de estrada vicinal no projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Renascer, na região da Rodovia Curuá-Uma. Os mais de R$ 400 mil liberados pelo Incra se evaporaram e a estrada nunca saiu do papel.
O convênio de número 561822 previa a liberação de pouco mais R$ 805 mil para a construção dos 46 quilômetros de estrada que deveria cortar também o PDS Arara Azul II. Segundo informações do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) foram liberados para a prefeitura de Santarém pelo Incra R$ 402 mil, metade do valor total. No entanto, o Siafi aponta que a prefeitura de Santarém está inadimplente com a União por causa de irregularidades com o convênio, que foi cancela do devido ao não uso dos recursos na abertura das estradas.
Em maio, a reportagem do Novo Estado tentou chegar de carro, ao PDS Renascer, mas não conseguiu, pois não existe estrada para o assentamento, somente um ramal intransitável. Mas a reportagem conseguiu falar com moradores do projeto que confirmaram a inexistência da estrada que deveria ter sido aberta pela Semab, com os recursos do Incra. Dos 46 km de estrada, apenas um ramal com menos de oito quilômetros foi feito, sem qualquer condição de trafegabilidade. Os moradores estão no isolamento, enquanto os recursos liberados pelo Incra desapareceram.
Segundo informações dos assentados, da estrada que deveria ter sido feita sobrou somente uma placa indicativa do convênio, instalada na margem Da Rodovia Curuá-Uma. A placa, já deteriorada, indica a liberação dos recursos para a abertura da estrada. Os moradores dizem que a prefeitura chegou a contratar uma empresa que começou a fazer a abertura da estrada, mas os trabalhos foram paralisados no meio do ano passado, nas vésperas das eleições municipais. Sem estrada, só sobrou o abandono.
Ano passado, técnicos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária fizeram uma vistoria nos assentamentos e constataram que os recursos liberados para a abertura das estradas foram desviados. Por isso, o Incra nacional cancelou o convênio. No entanto, no Incra de Santarém, os assentados encontram dificuldades para receber informações e não sabem se vai haver liberação de novos recursos ou o que vai acontecer para que a estrada saia do papel.
Segundo a assentada Lourdes Jardel Acácio Kulhkamp, da Associação PDS Renascer Arara Azul II, a unia estrada que dá acesso ao local é na verdade um ramal aberto ao meio da mata, sem quaisquer condições de trafegabilidade. Ele disse que os colonos não podem produzir nada, pois não existe como escoar a produção. Assim mesmo eles plantaram arroz, milho, abacaxi e outras culturas, na esperança de que os recursos liberados pelo Incra fossem efetivamente investidos na abertura da estrada para dar acesso ao assentamento. “Estamos isolados, por isso, poucas famílias de assentados estão morando lá”, diz.
Porto Trombetas recebe o IV Encontro de Responsabilidade Social
Porto Trombetas se prepara para receber mais uma edição do Encontro de Responsabilidade Social dia 20 de junho. O evento, promovido há quatro anos pela Mineração Rio do Norte (MRN) tem como objetivo principal apresentar os projetos sociais desenvolvidos pela empresa à população de Trombetas e das comunidades vizinhas.
Abaixo-assinado contra novo fuso horário será inócuo
Um dos argumentos usados pelo padre Edilberto Sena, líder do manifesto, é a exclusão dos municípios amazonenses do decreto. Manaus, por exemplo, continua com o antigo horário de Santarém.
Mas ontem, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou ontem projeto que altera o fuso horário de seis estados e unifica a hora legal em todo o território brasileiro. A proposta prevê que relógios sejam adiantados em uma hora em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima. Assim, todos os estados passariam a seguir a hora oficial de Brasília, que já vale para o restante do território nacional. O texto precisa passar pela Comissão de Relações Exteriores do Senado antes de ser votado na Câmara.
Autor do projeto, o líder do PSDB, senador Arthur Virgílio (AM), disse que a diferença de horário prejudica a atividade econômica nos estados que não seguem os ponteiros da capital federal.
Para o tucano, a unificação vai reduzir problemas no sistema financeiro, nos transportes aéreos e nas comunicações. Se aprovada, a proposta eliminará diferenças na programação das emissoras de TV. Em abril de 2008, o Senado aprovou projeto que reduziu em uma hora a diferença de fuso do Acre e de municípios do Pará e do Amazonas. O texto virou lei em junho.
Documento pró-Jatene recolhe assinaturas
Do Espaço Aberto:
Todos os dez deputados estaduais da bancada do PSDB na Assembléia Legislativa – Alexandre Von, Ana Cunha, André Dias, Bira Barbosa, Bosco Gabriel, Ítalo Mácola, Manoel Pioneiro, Suleima Pegado, Tetê Santos e o líder José Megale – já assinaram documento de apoio à escolha do ex-governador Simão Jatene como o candidato do partido à eleição do próximo ano.Além deles, também já assinaram o documento dois deputados federais – Zenaldo Coutinho e Wandenkolk Gonçalves. Nilson Pinto, o outro representante do PSDB na Câmara dos Deputados, já ofereceu demonstrações explícitas, dentro do partido, de que apoia as pretensões do senador Mário Couto de ser o candidato da legenda ao pleito do próximo ano.
É possível que o documento, após receber as adesões de prefeitos e de outras lideranças do partido, seja divulgado publicamente até o final desta semana. Seu teor é sóbrio. Não há ataques ou a mais remota crítica ao senador Mário Couto. Mas relaciona as razões pelas quais os signatários entendem que Jatene é o melhor nome que o PSDB do Pará dispõe no momento para encarar a disputa eleitoral no próximo ano.
Indústria do Pará tenta reagir a boicote à carne liderado pelo MPF
O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa), Carlos Xavier, estima que apenas 1% da produção de gado do Estado é proveniente das fazendas e frigoríficos paraenses denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF) e alvos do boicote comercial anunciados pelas redes Pão de Açucar, Carrefour e Wal-Mart Brasil. Mesmo assim, ele critica a denúncia, questiona o porquê da punição comercial não atingir outras regiões do país e defende até que o Pará se separe do resto do Brasil.
O setor pecuarista do Estado ganhou ontem o apoio da Federação das Indústrias do Pará (Fiepa) na mobilização contra a recomendação do MPF. Mas os produtores estaduais têm de encarar uma queda de R$ 10,00 na arroba do boi produzido no Pará. Essa queda na arroba, que passou de R$ 71,00 para R$ 61,00 como efeito da medida do MPF, deverá provocar queda nos preços do produto na venda ao consumidor final, porém atinge negativamente os produtores rurais com relação a custos, como declarou ontem o presidente da Faepa, Carlos Xavier.
A afirmação de Xavier contrasta com a declaração feita anteontem pelo presidente da União das Indústrias Exportadoras de Carne do Pará (frigoríficos), Francisco Victer, de que, com a recomendação do MPF, os supermercadistas poderão, nos próximos dias, passar a comprar carne de outros centros, o que encareceria o produto na mesa do belenense.
Segundo Xavier, 'essa medida é um profundo equívoco porque as fazendas detêm áreas antropizadas quando esse procedimento era permitido no País, inclusive, para fins de regularização pelo Incra, que definia 50% da terra para ser desmatada', alega.
Fiepa - Para o presidente da Fiepa, José Conrado, o principal efeito da medida do MPF com relação à carne paraense, que ele considera 'um corte radical' no setor, é que atinge a imagem dos produtos do Estado no mercado, em um momento em que o setor industrial retoma a busca por investimentos em solo paraense, após três anos sem uma política de incentivos fiscais definida.'O Pará é o Estado que mais recebe migrantes de outros pontos do País, e não pode ser penalizado com medidas dessa natureza.'
Ainda hoje, os pecuaristas se reúnem com técnicos do governo do Estado às 10 horas, e tem nova reunião amanhã, às 11 horas, na Fiepa, e à tarde, novamente com o governo do Estado, para formalizar uma contraproposta ao TAC a ser discutida com o MPF nesta sexta-feira.
Segundo Xavier, o Pará tem 180 mil propriedades, onde são produzidos 21 milhões de cabeças de gado. As 21 empresas denunciadas em ação do MPF por crimes de grilagem, devastação florestal e trabalho escravo são apontadas como as maiores, mas produzem em torno de 200 mil animais, diz.
Manchetes desta quarta-feira de O Estado do Tapajós
GADO ABATIDO EM SANTARÉM NÃO TEM CERTIFICADO DE PROCEDÊNCIA
CRIADORES DE PEIXES PODEM NÃO RECEBER ISENÇÃO DE LICENCIAMENTO
PREFEITURA TEM MAIS SECRETARIAS QUE A CIDADE DE SÃO PAULO
JORNAL DENUNCIA QUE SEMAB DESVIOU RECURSOS DE CONVÊNIO COM INCRA
ENCERRADA GREVE. PROFESSORES NÃO ACEITAM DAR AULAS AOS SÁBADOS
RECEITA FEDERAL NÃO TEM DATA PARA VOLTAR A ATENDER NO PRÉDIO DA ORLA
MOTORISTA ENVOLVIDO EM ACIDENTE GRAVE TERÁ CNH SUSPENSA
SUCESSÃO EM CARTÓRIOS DE SANTARÉM ESTÁ LEGAL
Livro resgata história de nordestinos na Amazônia
Você conhece a história da ocupação da Amazônia do Acre no período da Borracha? Sabe qual foi a importância das praias e dos barrancos para os nordestinos seringalistas que serviram de mão de obra do látex? Essas e outras questões referentes ao resgate da história que agrega os hábitos e os costumes dos nordestinos estão registradas no livro “Cultivando Praias e Barrancos: nordestinos, feitos seringueiros, ocupam a Amazônia do Acre", que será lançado nesta quinta-feira, 18 de junho, cuja autoria é dos professores da Universidade Federal do Pará José de Arimateia do Rego, Marcondes Costa e Henrique Almeida.
“Lançar este livro significa ter vencido um grande desafio”, afirma Marcondes Costa. Segundo o autor do livro, a obra é fruto de dois projetos de pesquisa da UFPA apoiados pelo CNPQ e será importante para compreender a importância das praias e dos barrancos no período de decadência da borracha na Amazônia do Acre. “É importante compreender que essas localidades, além de agregarem e revelarem os hábitos, os costumes e a identidade dos nordestinos, foram de essencial importância para a sobrevivência dos nordestinos no período crítico da borracha, já que serviram para a produção da agricultura”.
E nós, habitantes da Amazônia, conhecemos a história da nossa região? De acordo com o professor José de Arimateia do Rego, o livro será importante para aprofundarmos nossos conhecimentos acerca da região amazônica, a exemplo da integração do Acre ao Brasil. Ele informa, ainda, que a obra contém um levantamento histórico, social, científico e cultural diferenciado das praias e dos barrancos.
O livro fará, inclusive, um resgate à história para que se esclareça por que essas terras foram cultivadas e fizeram com que os nordestinos seringalistas se fixassem ao local. Um dos autores do livro, o professor Henrique Almeida, disse que as riquezas da localidade e os diversos produtos de subsistência, como feijão, milho e arroz, foram os principais fatores que fizeram os seringalistas ficarem no Acre, já que se encontravam em péssimas condições de vida. “É importante saber que essas terras ainda são muito boas e podem ser aproveitadas, desde que se tenha incentivo”, declara.
O lançamento do livro será realizado pelo Grupo de Mineralogia e Geoquímica Aplicada (GMGA) e ocorrerá a partir das 17:00 horas, no Museu de Geociências da UFPA.
(Ascom/UFPA)
Sindicato dos Jornalistas do Pará
O Sindicato dos Jornalistas do Pará vem a público prestar solidariedade a um dos diretores do Jornal O Estado do Tapajós, jornalista Miguel Oliveira, que foi vítima de grave ato de violência cometido na noite da última quinta-feira (11), quando dois elementos apertaram o botão da campainha da residência do jornalista, que é o editor-chefe do jornal.
Ao serem atendidos, perguntaram se o jornalista se encontrava
A situação de violência cometida contra jornalistas é preocupante e, especialmente neste caso, exige a atuação imediata das autoridades da área de segurança pública, para que proceda a apuração necessária dos fatos de forma isenta. Precisamos dar um basta nesta onda de violência e atentados cometidos contra jornalistas, que vem se acirrando, respaldada pela impunidade observada nos últimos anos.
A violência contra o jornalista do O Estado do Tapajós não pode ficar impune. Ela é exemplar das dificuldades que os jornalistas da Região Norte enfrentam no seu cotidiano de trabalho, oprimidos por grandes grupos empresariais e/ou por políticos que não titubeiam em empregar a violência para calar aqueles profissionais que não rezam em suas cartilhas coronelistas.
É importante ressaltar ainda, que vivemos em um estado democrático onde é inadmissível a perseguição a jornalistas, que tem como principal papel o de agente social: denunciando injustiças, formando opinião, informando a sociedade. Que País é este que estamos construindo, onde um jornalista tem seu automóvel quebrado por prestar um relevante serviço à sociedade, que é o de informar?
Diante destes fatos, o Sindicato dos Jornalistas do Pará declara total apoio ao jornalista Miguel Oliveira, que ele continue a sua jornada difícil, porém imprescindível e inadiável, do exercício da profissão, sem intimidar-se, sem calar-se.
A Diretoria
Lira Maia propõe área de livre comércio de Santarém
Em pronunciamento, Maia fez questão de ressaltar o trabalho desenvolvido pelo advogado tributarista Helenilson Pontes, que participou ativamente da elaboração do projeto e que tem buscado difundir a proposta de criação da área de Livre Comércio de Santarém.
Maia também enfatizou a importância de Santarém como o principal fornecedor de serviços e produtos da região oeste do Estado do Pará, com localização estratégica para apoio aos Municípios da região, principalmente aos grandes projetos ali implantados, tais como projeto da Alcoa em Juruti; Mineração Rio do Norte em Oriximiná, Hidroelétrica de Belo Monte em Altamira, dentre outros.
Prefeitura de Santaré tem mais secretarias que prefeitura paulistana
Sr Editor
Não se trata de implicância, querer ser do contra, provocar desconforto, absolutamente nada disso.
Apenas uma constatação de fatos e uma explicação se é que ela pode ser dada pelos nossos dirigentes municipais.
Toda vez que se cobram obras, qualquer uma delas, sempre vem uma explicação que não há verbas e que precisam obtê-las e assim conseguirem executar tal obra. Em resumo, não há dinheiro, não há recursos.
Se não há verbas, como conseguem abrir tantas novas secretarias? Com que recursos irão fazer essas secretarias se movimentarem? Afinal imagina-se que uma secretaria é composta por secretário, funcionários, equipamentos, veículos, local de trabalho, etc. Sem verba como fazer executar o trabalho proposto?
Normalmente quando não há recursos tenta-se enxugar ao máximo para que se possa diminuir os gastos. Parece que aqui andamos na contramão da economia e do bom gerenciamento, ou seja, mesmo sem dinheiro aumentamos nosso quadro com mais secretarias e mais custos.
Comparando a outros centros vemos o quanto na contramão andamos. Belém a nossa capital com quase 1.5 milhões de habitantes possue com função de secretárias tão somente 14 secretarias. A capital do Espírito Santo, Vitória uma cidade com mais de 3,5 milhões de pessoas, existem 12 ao nível de secretarias. A cidade de São Paulo a maior do País com mais de 19 milhões de pessoas existem 25 secretarias e tendo uma Secretaria de Agricultura somente. . E Santarém com 300 mil habitantes chega agora com o novo loteamento eleitoral na casa das 21 secretarias sendo que na área da Agricultura é preciso ser dividida.
A questão é apenas entender.
Alguém já me disse que eu sou muito ingênuo em termos políticos. Tenho que dar razão a quem disse. Uma matéria que nunca fiz questão de estudar, mas apenas que me incomoda porque o meu dinheiro embutido em vários impostos é que está indo pelo ralo nessa festa do boi feita com dinheiro alheio.
Talvez a imprensa que sempre consegue as respostas nos possa elucidar como todo isso é possível.
Antenor Pereira Giovannini – aposentado que vive com salário de aposentado
terça-feira, 16 de junho de 2009
Secretário desmente prefeita
Pode ter sido falha de edição, mas na televisão ainda há pouco, o secretário de administração Cássio Portela desmentiu a prefeita Maria do Carmo.
Na matéria anterior do telejornal, ao ser questionada se a prefeitura dispunha de recursos suficientes para bancar a instalação de mais 4 secretarias municipais, Maria respondeu que sim
Em outra matéria, exibida em seguida, perguntado se a prefeitura ia chamar os concursados, o secretário de administração disse que não porque a prefeitura estava atravessando uma crise financeira e não dispunha de recursos.
Quer dizer: para pagar o pessoal do cabide de emprego, pode. Para chamar os concursados, não pode!
Projeto de Lei garante maior fiscalização do Governo do Estado pelos Deputados
Projeto de Lei, de iniciativa do deputado estadual Alexandre Von (PSDB/PA) e subscrito por parlamentares de diferentes legendas, garantindo ao Deputado Estadual acesso ao Sistema Integrado de Administração Financeira para Estados e Municípios (SIAFEM) e ao Sistema de Gestão dos Programas do Estado do Pará (GP Pará), começou a tramitar nesta data (16/06/2009) na Assembléia Legislativa do Estado do Pará. Com a aprovação do Projeto de Lei, objetiva-se assegurar que todos os parlamentares estaduais detenham senha de acesso aos sistemas de controle da execução financeira e orçamentária e aos programas executados pelos diferentes órgãos públicos estaduais.
De acordo com o deputado Alexandre Von, \"para que possamos potencializar o desempenho de nossos mandatos, em especial com referência ao papel fiscalizador, necessitamos de acesso a informações do Poder Executivo que digam respeito à execução orçamentária, financeira, patrimonial e contábil dos organismos estaduais, bem como à gestão dos programas desenvolvidos pelo Governo do Estado\".
Com a transformação dessa matéria legislativa em Lei Estadual, Von acredita que os parlamentares estaduais disporão de um instrumento a mais para o exercício da prerrogativa constitucional de fiscalizar a correta aplicação dos recursos públicos.
(Fonte: Assessoria Parlamentar)
Os covardes: Erasmo Maia
Caro Miguel,
Os cavardes sempre buscam a violência para mostrarem que são poderosos.
A POLÍCIA tem a obrigação de exclarecer este fato, pois do contrário ações dessa natureza se tornarão corriqueiras em nosso município.
Minha solidariedade!
E que os culpados sejam encontrados e punidos na forma da lei!
Erasmo Maia
Vereador
CCJ aprova projeto que declara cuias de Santarém patrimônio cultural
A matéria segue para Comissão de Educação, cultura e Saúde - CECS, e deve ser analisada pelo relator designado, para só então ir à votação em plenário.
Depois que a Lei for aprovada pelos parlamentares, haverá um incentivo à preservação desta arte, por parte do poder público, conforme estabelece o art. 6º da Lei Estadual Nº 5.629/1990 que dispõe sobre a preservação e proteção do patrimônio histórico, artístico, natural e cultural do Estado do Pará. As Cuias Pintadas de Santarém são artesanatos típicos desse município.
(Fonte: Assessoria Parlamentar)
Diretor do Basa é preso pela Polícia Federal
O diretor foi preso em sua residência, em um condomínio fechado no bairro do Jurunas,
As execuções das ordens judiciais estão sendo cumpridas
Enchente pode tudo
Mas não se tem notícia de que a cheia tenha atingido a cumeeira do mercado Modelo, até hoje descoberta à espera de telhado.
A prefeita deveria arranjar outra desculpa para esse descaso mais que evidente com o patrimônio público
Lúcio Flávio Pinto: Centenário sem brilho
Freqüentei intensamente o imponente palácio Lauro Sodré durante o segundo mandato do coronel Alacid Nunes (de
Quando a questão era de finanças, o general Rubens Vaz sempre estava disposto a dividir a morigerada pitada no seu interminável cigarro com preleções didáticas e alguns números. Mas se a conversa era para abranger tudo que fosse humano, tinha que arrastar o professor Machado Coelho para a janela mais próxima. Era para dispersar as gargalhadas mútuas na dialética da prosódia – a dele, erudita, sem perder a jovialidade e a picardia.
Inocêncio Machado Coelho teria completado um século, no mês passado, se não tivesse mudado de estrela em 2001, quando seguiu no rumo de Celina, a sua musa, perda que o consumiu até o derradeiro dos seus dias. Houve um convescote intelectual para celebrar a data na Unama e um artigo de jornal de um dos seus ilustres filhos, o historiador Geraldo Coelho. E nada mais. Não é de surpreender. As novas gerações perderam o contato com o mestre. Um livro até foi editado com saborosos artigos que ele escreveu para a imprensa. Mas a distribuição falhou e os volumes devem ter estacionado em algum depósito. A divulgação foi quase nula. Mandei exemplares para dois amigos, apreciadores da fina escrita, e eles adoraram. É efeito inevitável: Machado Coelho escrevia como um clássico, mas sem pose. Com brilho, vivacidade e irreverência. E o que é mais raro: também com profundidade.
Mas escreveu pouco e publicou quase nada em vida na forma mais perene (ainda), a do livro. O que ele queria era ler, conversar com os amigos e circular pela cidade, de “flosô”, como se dizia. Foi fundamental para os que tiveram o privilégio de estar no seu pequeno e seletivo auditório, durante os longos serões na sua imensa e acolhedora casa, primeiro na Assis de Vasconcelos e, depois, na avenida São Jerônimo (rebatizada para governador José Malcher pela mania de nominar o que devia ser eterno).
Como Virgílio na Divina Comédia de Dante, Machado Coelho era o melhor dos guias sobre o que ler e como ler, do inferno ao paraíso, em português e em francês, sua língua afetiva, que dominava o bastante para poder bem traduzir poetas, como os simbolistas. Não só indicava e comentava: ia também buscar o volume referido, singrando pelas passagens necessárias. E o que não faltava na sua retaguarda eram volumes, aos milhares.
Se faltasse, ele atravessava a parede e ia para o outro lado, à biblioteca do seu par cultural, o outro mestre, Francisco Paulo do Nascimento Mendes, que também atendia por Chiquinho e Ratinho, se a voz era conhecida. Era ele que mais ia ao outro lado, regressando, às vezes, com ataques de fúria, inevitáveis nas discussões apaixonadas que se seguiam. O mundo acadêmico congelou a paixão. O intelectual virou numismata, colecionador de conceitos, estripador de entranhas.
Hoje as duas bibliotecas estão reunidas na mansarda, transmitida à família. O centenário do pequeno grande Machado podia ter sido a hora certa para abri-las à visitação pública, prolongando aqueles saraus, que, se não voltam mais, podem ser reinventados através da consulta aos preciosos volumes, a impressão definitiva dos seus donos e leitores, seu renascimento em terceiros que lhes seguirem na paixão que os moveu. Talvez, à margem dos papéis, a memória anotasse a época que passou, quando um governo se fazia com meia dúzia de assessores (e não por centenas deles) e sabíamos o que eram ou faziam pela simples enunciação dos seus nomes. O de Inocêncio Machado Coelho pode ser imediatamente associado à mais elevada das culturas humanas, em Belém ou em qualquer outro lugar.
Minc garante que Belo Monte vai a leilão
| Ronaldo Brasiliense O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, afirmou que há cinco hidrelétricas com licenciamento pendente na esfera do ministério e assegurou que a usina de Belo Monte, no rio Xingu, sudeste do Pará, estará devidamente autorizada a tempo do leilão, previsto para o segundo semestre. No entanto, o ministro garantiu que duas dessas cinco não deverão ser licenciadas. "As pessoas têm que se acostumar no Brasil. Sempre que você resolve não dar a licença (para um empreendimento), você vira um inimigo do progresso. Isso não é assim", criticou o ministro, que participou de evento na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e lembrou que, na época em que era secretário de Meio Ambiente do Rio, vetou a instalação de uma termelétrica de US$ 1 bilhão no Estado. |
TJE diz que só anula concurso após análise
Fim da greve dos professores teve o dedo de Ana Júlia
Se fosse pela posição unilateral da Seduc, não teria havido acordo.
Em Santarém, o Sintepp via fazer apenas uma reunião pro forma para anunicar a volta às aulas.
Semab perde orçamento e PSB emplaca mais um
Coordenadora de quê?
Não seria de ação global?
Deve ser por isso que o caso dos supersalários dos médicos do HMS saiu da telinha.
Vereador Denuncia “Operação Tartaruga” nas Obras do Mercado Modelo
O vereador afirmou que há um grande descontentamento para com a Construtora responsável pelas obras do Mercado Modelo, que segundo informações recebidas a construtora estaria pedindo lajotas, forro para colocar nos boxes.
Nélio Aguiar ressaltou que é preciso saber o teor do contrato da empresa com a prefeitura, para identificar o que é obrigação da empresa e o que é do permissionários dos boxes, pois segundo o vereador, a empresa está fazendo “operação tartaruga” com o objetivo de obrigar os comerciantes comprarem materiais para os boxes.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Termina a greve dos professores estaduais
Covardia: José Picanço
Caro Miguel Oliveira.
José Manoel Picanço
(Monte Dourado)
Santarém debaixo de forte chuva
Hoje de manhã, com a descida das águas do rio Tapajós que atingiam o centro comercial, alguns comerciantes retiraram as muretas de proteção das lojas e a prefeitura tratou de remover as marombas.
Agora à tarde, a água da enxurrada que não terá como ser drenada para o rio Tapajós vai voltar provavelmente a alagar as lojas.
Para se ter uma idéia da força da enxurrada, o declive da parte mais alta da cidade em direção ao rio é de 18 metros.
Coisa triste: José Colares
Com a palavra a Polícia Civil...
Tapajós passa mal, transmite cargo a Maria sob efeito de remédios e não reassume presidência da Câmara
Após participar da sessão de posse de Maria do Carmo, na Câmara, Tapajós teve uma crise de hipertensão, o que lhe obrigou a ser atendido de emergência. À base de antihipertensivos, o ex-prefeito deixou o consultório apenas para transmitir a faixa a prefeita.
Mas assim que a solenidade na prefeitura se encerrou, Tapajós sentiu-se mal novamente e precisou de atendimento especializado.
Hoje de manhã, Tapajós não compareceu à Càmara de Vereadores. A sessão foi presidida pelo vice-presidente Nélio Aguiar.
"INVENÇÃO DE ONIRA", O BELO ROMANCE DE SANT´ANA PEREIRA
Silas Correa LeiteEspecial
Um livro de peso, é a primeira impressão que fica após a leitura da obra "Invenção de Onira", de Sant´Ana Pereira (Ed. LetraSelvagem, 2009, Taubaté-SP), romance de 272 páginas. Denso, de tirar o fôlego: a busca de um Eldorado tropical em terra brasilis, aqui muito bem nominada Cabânia. Embarcações em aventuras ribeirinhas, com alusões a uma Arca de Noé, só que levando ricos e pobres, miseráveis e expropriados, loucos e leprosos (todos os "modelos" da espécie humana), para um paraíso aqui mesmo na terra; dentro de uma onírica visão de região que emana leite e mel (e pássaros, rios, relevos, encantamentos). O homem contra si mesmo, mais os interesses dos podres poderes por trás, com os silvícolas sem teto, sem terra, sem amor.
E os personagens principais conduzindo a obra. Vinagre (temperando o sonho?), Lavor (trabalhando a idéia-terra-lugar-espaço, lavorando-a), o virgem e casto Pilin, um cristão sonhador que fugiu da igreja para conhecer a vida real dos fracos e oprimidos, e Suzel, a guerrilheira das palavras e atos, mais a sedução pelo sonho, pelo amor, por um mundo melhor, feito uma Shangri-lá aqui mesmo. O livro é tão bom que é como se já tivéssemos ouvido essa história antes, de alguma maneira, de algum ancestral, aqui detalhada com personagens, tipificações, detalhes, especificidades que qualificam a obra, ainda mais que contada com maestria, entre um certo neorrealismo e pitadas a capricho de fantástico, entre linguagens náuticas, conhecimento de rios e portos, remos e rumos, corações e sentenças.
Um desdobramento de cenas fílmicas, de linguagens regionais, de lugares, dizeres; entre as contações com as caras da caboclada com sua orquestra de tons, citações, palavras e entendimentos de Deus, do mundo e do outro mundo. Política maquiavélica, folclore na medida, meditações sobre o pântano da condição humana. Uma procissão de lazarentos, mais a desejada lei da nova terra fundada na não-violência (Gandhi) que mesmo assim acaba ocorrendo por motivos torpes (posses, domínio, usurpações, injustiças sociais, vinganças), até numa citação do Evangelho de amar ao próximo, tudo feita sob medida dentro das proporções do historial, como assim, mal comparando, uma ideia de um socialismo-moreno tropical de resultados, como pregava o maior patriota do Brasil, Leonel Brizola.
Histórias orais revisitadas, o sentimento do mundo. O leitor sentindo na carne (conhecendo na carne) um outro Brasil; um Brasil rural com suas contundências, desde o pano de fundo da Cabanagem (Revolução Cabana, 1835/1841), também aqui e ali o vislumbre da paleta de uma prosa poética bem colocada nas narrativas. Um livro que daria uma bela mini-série. Contundente e perfeitamente escrito, "A Invenção de Onira" é um documento literário de um Brasil que já vai longe com seus contrastes socais, lucros injustos, propriedades-roubos, e as chamadas riquezas impunes como pregou São Lucas. Tudo continua como antes, agora nas urbanidades; tantas são as ruas de amarguras dos excluídos sociais.
Sem ser panfletário, mas literalmente colocando o dedo nas feridas, o autor parte de um núcleo narrativo para outro, com outro novo enfoque concorrente, outra janela de contar, de um personagem a outro, levando a história bem estruturada para deleite do leitor. Juan José Sar dizia "Cada romance tem de ser um objeto único. O enredo ordena a sua forma. A estrutura do relato segue a intensidade da narração." Sant'Ana escreveu uma obra brilhante nesse sentido, um clássico, por assim dizer.
O autor Sant'Ana Pereira, neto de índia colombiana, nasceu em Santarém do Pará, é radicado em Belém, já tendo publicados quatro outros livros, sendo que o próprio "Invenção de Onira" saiu numa outra primeira edição em 1988 (Ed. Cejup, Belém, PA), e, passando-se vinte anos, a obra ainda continua contagiante e atual, perfeitamente condizente com as vicissitudes das questões agrárias e de latifúndios improdutivos desses tantos brasis de uma historicidade inumana para a grande maioria da população, principalmente os bóias-frias, favelados, negros, índios, pobres, mamelucos, mestiços, os moradores de rua, porque ainda lhes restam a rua. O mundo real, o mundo do sonho. A dura realidade e as sequelas da colonização européia (invasão do Brasil, não descobrimento), passando por certos enfoques dos ameríndios que se misturam aos afrobrasilis, tudo perfeitamente enquadrado naquilo que Caetano Veloso bem chamou (in Sampa), de uma "sulamérica de áfricas utópicas", no livro ainda migrações, embustes, traições, o próprio uso do povo como bucha de canhão. Não foi por acaso que Carlos Drummond de Andrade sabiamente escreveu que toda história é remorso.
Conflitos e exasperações de conflitos, quando o homem agente alterador da natureza (na maioria das vezes para pior), humanizando o território, além de demarcando-o culturalmente, também enfrentando interesses escusos de terceiros, poderosos, feito algumas veredas dos grandes sertões e seus cafundós que remontam a Guerra dos Canudos com seus farrapos.
Gente, humana gente correndo atrás de utopias para dar uma chama à vida pobre, rotina amarga, sem perspectiva para o futuro, terminantemente triste. A história do Brasil com seus tantos heróis anônimos, captados pela ótica criativa do autor. Raimundo Faoro dizia: "Acho que a história do Brasil é um romance sem heróis".
Na verdade, sendo o escritor "antena de sua época" (Rimbaud), devendo dar testemunho de seu tempo, Sant'Ana Pereira recuperou heróis anônimos; retratou Onira feito um achado sócio-cultural, um paraíso-lugar que se fixa na mente do leitor, como a própria "Via de Meditação" que dá ao romance um significado cheio de iluminura, de esperança, muito além da perversidade dos poderosos insensíveis para com os excluídos sociais.
Violência, ousadia e impunidade: Ércio Bemerguy
O que aconteceu (>Dano a veículo de jornalista é tentativa de intimidação ao jornal O Estado do Tapajós) na residência do jornalista Miguel Oliveira, em Santarém, é a repetição de casos de tentativas de fazer calar profissionais que atuam na imprensa local. Infelizmente, enquanto o fato está em evidência, anunciam que enérgicas medidas serão adotadas para punir os culpados, principalmente os mandantes desses atos de vandalismo. O tempo passa, e nada...
Os prometidos e esperados "rigorosos inquéritos" perdem a embalagem até que, como a propaganda daquela cerveja: "não se fala mais nisso". Quer queiram, quer não, a impunidade é incentivadora da persistência no delinquir. Só nos resta pedir a Deus que faça cessar essa onda de violência, ousadia e impunidade na Pérola do Tapajós.
Zoológico de Santarém abriga 400 animais

Suzana Pinto Repórter
O Zoológico da FIT (Faculdades Integradas do Tapajós) ajuda a recuperar animais que foram agredidos em cativeiros ou em criações domésticas. Além desses animais, o parque recebe animais recuperados de áreas de risco por bombeiros ou pelo Ibama. Hoje o parque abriga 400 animais sendo 56 aves de 22 espécies, 101 mamíferos de 40 espécies e 144 répteis de 28 espécies. Os animais podem ser visitados de terça a domingo a partir das 8 horas. O gerente e biólogo do zoológico, Cidcley Matos comenta que crianças até dez anos não pagam pela entrada. A partir dessa idade, o ingresso custa 3,00 reais.
Atualmente o parque recebe uma média de 100 pessoas por mês, porém o público maior é de alunos que visitam com a caravana da escola.
São 26 funcionários que cuidam da saúde e criação dos animais. Uma das espécies que chama atenção é o gavião real por estar na zona de risco de ameaça de extinção, este animal é o símbolo do zoológico. Além desse, o gerente diz que outra espécie abrigada no centro está ameaçada de extinção que é o macaco aranha da testa branca. Muitos animais foram recuperados de criação doméstica ou de circos, onde geralmente são maltratados pelos criadores como é o caso dos macacos, um deles teve o pêlo pintado com produto químico e em outro os dedos foram atrofiados pela violência.
O gerente informa que 25% dos animais que chegam fragilizados ao zoológico pela criação em cativeiro não conseguem viver na floreta novamente.
Os visitantes podem observar outras espécies como as tartarugas, os jacarés que foram resgatados próximos às casas no período de enchente e posteriormente serão soltos no seu hábitat natural. Os papagaios são atrações que atraem principalmente as crianças que gostam de ouvir as frases repetidas pelas aves. Os periquitos, quatis, cutia, cobras, gaviões também chamam atenção de quem nunca pôde estar tão perto de animais.
José Olivar - Pontuando
Adenauer Góes: E a copa não veio
Recentemente escrevi sobre este tema, a questão é pertinente, pois além de ter mexido muito com o imaginário das pessoas, tem tudo a ver com turismo, marketing e infra-estruturar urbana. Abordei entre outros aspectos, o fato de que se fosse o espírito desportivo e conseqüentemente do futebol que norteasse a decisão, Belém receberia a copa, mas se assim não fosse, dela estaríamos alijados. Infelizmente, a copa não veio, à tarde de domingo passado não teve um bom resultado para o futebol paraense, na realidade, nem sabemos ao certo porque perdemos.
Ainda com aquele fio de esperança, como diz o caboclo fui até os dois pontos de concentração preparados pelo Governo do Estado e pela Prefeitura em frente ao Teatro da Paz e na Doca de Souza Franco, na Praça da Republica até que havia certo clima de esperança que em muito aproveitava a própria concentração normal dos domingos naquele logradouro, mas na Doca a ausência das pessoas e o silêncio já prenunciavam o que viria, a partir do anuncio lá nas Bahamas.
A sensação que tive foi de frustração, conversei com um, com outro, e o desânimo, misturado com certa irritação estava estampado no rosto e nas palavras de todos aqueles que pude ver e ouvir. Embora as últimas noticias veiculadas pela imprensa não fossem alentadoras,todos esperavam que o resultado oficial trouxesse realidade diferente e favorável á nosso estado, mas tal não ocorreu. Perdemos a partida. O que será que realmente aconteceu? Faltou empenho? Entramos de sapato alto? Faltou melhor estratégia, melhor planejamento, melhor preparo físico? O treinador não conhecia tanto quanto deveria o time adversário? O fato é que perdemos, e a decisão era em um único resultado, não tem segunda chance.
A cidade vai deixar de receber quantidade significativa de investimentos e visibilidade. Não foi uma derrota qualquer, até porque ela mostrará seus efeitos a curto,médio e longo prazo, teremos cinco anos para acompanhar a distância os preparativos, com a história registrando este dia a dia.
Uma das alternativas para ajudar a superar esta frustração será vivenciar cada vez mais a chama da paixão clubistica e futebolística que o paraense culturalmente construiu, não há como deixar de reconhecer o clima que um Paissandu X Remo é capaz de produzir, são quase cem anos de uma trajetória sem igual, e que não tem páreo nem de longe em toda a Amazônia. Esta energia que vem de dentro de cada torcedor,haverá de prevalecer, com novas vitórias e conquistas, pois bem pior seria não termos sequer nos credenciado. Pior do que perder ,é o medo de competir.
adenauergoes@gmail.com
Agresão a todos: Sebastião Imbiriba
Este, como qualquer outro atentado contra a liberdade de expressão, é também agressão a todos os amantes da Democracia e da Liberdade. Os que se consideram, verdadeiramente, Cidadãos do Estado de Direito condenam o ato indigno e seus autores.
Sebastião
Resposta da Polícia Civil: Nélio Aguiar
A policia tem o dever de investigar e esclarecer para a população quem são esses criminosos que querem calar a imprensa na base da violência e intimidação.
Queremos uma resposta da Policia Civil para atentados como este e também no caso do incendiário da casa do Jornalista do Jornal A Gazeta que até hoje não tivemos resposta.
É incêndio, é depredação, são atos covardes contra jornalistas tentando tirar a sua liberdade de imprensa, a qual tem o direito e se faz necessário para cumprir o seu papel de informar a população.
Aceite a minha solidariedade.
Nélio Aguiar
Vereador
Sandice: Antenor Giovaninni
Antenor Giovaninni
Bandidos serão extirpados: Grupo Paju
O grupo Paju repudia de forma veemente a violência praticada contra sua pessoa e fundamentalmente contra a liberdade de expressão. Atitudes como essa tentam, de forma criminosa, enfraquecer a imprensa e a democracia. Tenha certeza que esses bandidos, mais cedo ou mais tarde, serão extirpados da sociedade. Confiamos na justiça, sempre!
Dano a veículo de jornalista é tentativa de intimidação ao jornal O Estado do Tapajós


O automóvel Siena dos diretores do jornal O Estado do Tapajós teve os parabrisas destruídos por dois elementos desconhecidos, na noite da última quinta-feira, quando o veículo se encontrava estacionado em frente à residência do jornalista Miguel Oliveira, no bairro do Santíssimo. Dois elementos apertaram o botão da campanhia da residência do jornalista, que é o editor-chefe do jornal.
Ao serem atendidos, perguntaram se o jornalista se encontrava em casa. Um dos elementos chamou o morador para fora da garagem a fim de “lhe apresentar um amigo”. Após o morador não atender o convite e regressar ao interior da residência, os elementos danificarm os vidros traseiro e dianteiro do veículo.
Vizinhos confirmam que após o dano, a dupla deixou o local em disparada para lados opostos. O vandalismo ocorreu meia hora após site do jornal publicar nota sobre o secretário de agricultura Osmando Figueiredo.
Em nota publicada na Coluna do Estado, a direção do jornal considera o ato covarde e intimidatório e sustenta que a ação faz parte de uma tentativa de intimidação aos diretores do jornal que se mantém independente diante da administração municipal que está retornando ao poder.
A direção de O Estado do Tapajós ressalta que, "se os mentores e executores desse atentado pensam que este jornal se deixará intimidar, estão muito enganados. Atos como esse só reforçam o sentimento de que O Estado do Tapajós precisa continuar prestando um relevante serviço à sociedade santarena, que é o da veiculação da boa informação".
A direção do jornal já registrou Boletim de Ocorrência na delegacia de polícia e o pedido de realização de perícia, o que já foi executada na manhã da última sexta-feira.
Por fim, a nota sustenta que " o jornal vai manter sua linha de independência, pois vai permanecer sempre ao lado dos interesses de seus leitores".
domingo, 14 de junho de 2009
Pará lidera queda na arrecadação do ICMS
Ronaldo Brasiliense
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Viagem de Odair paa o Suriname é barrada
O Diário do Pará, em sua coluna "Repórter Diário", na edição deste domingo, publica duas notas que são simplesmente inacreditáveis.
Informam, em resumo, que o vice-governador, Odair Corrêa, não pôde viajar para o Suriname, onde participaria de reunião de cúpula do Programa de Cooperação Transfronteiriça, implementado com verbas do governo francês, porque simplesmente não havia dinheiro para pagar as passagens aéreas e as diárias dele e dos que o acompanhariam, uma vez que o governo está, como se sabe, em fase de contenção de despesas.
Odair não teve como participar de um evento que, segundo o jornal, poderia representar ganhos financeiros consideráveis para o Estado.
É inacreditável.
Contenções de despesas são bem-vindas – inclusive em tempos de vacas gordas.
Não pode haver contenção de despesas, todavia, quando o Estado, que está com os cofres no ralo, pode tirar proveitos econômicos estratégicos.
Quem é, afinal, o mago das finanças do governo do Pará que não se dá conta disso, hein?
Com todo o respeito.
Lamentável; Carlos Jeha Kayath
Não percebem como são patéticos.
Nossa solidariedade ao Miguel e ao povo trabalhador de Santarém.
CJK
Repulsa a essa igonomínia: Lúcio Flávio Pinto
Miguel,
É uma lástima que a divergência seja tratada através da violência. Tu e o teu jornal lidam com informações e idéias. É assim que devem ser tratados também. À crítica, que se responda com esclarecimentos, quando se trata de assunto de interesse público, como o que constitui a pauta da imprensa. O jogo do contraditório, num clima de tolerância, é vital à democracia. Se os santarenos querem que assim continue a ser, devem repudiar o ato irresponsável e violento que te atingiu. A repulsa a essa ignomínia deve impedir que ela fique impune e se alastre. Conta com a minha solidariedade.
Lúcio Flávio Pinto
ONG’s internacionais emperram economia do Pará
Esses dois setores vêm sofrendo nos últimos meses um engessamento originado de um problema comum: os entraves decorrentes da falta de sustentabilidade ambiental e, principalmente, de legalização fundiária em várias áreas, que acabam se refletindo diretamente na produção de madeira e de gado. A situação se agrava com a atuação constante de ong’s internacionais que, desconhecendo a realidade local, ajudam a piorar a situação.
Carlos Xavier, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Faepa) avalia que a ação civil pública ambiental movida pelo Ministério Público Federal que obriga grandes redes de supermercados do Brasil a não comprar gado criado em terras paraenses onde a floresta tenha sido derrubada para dar lugar a pastagens, é equivocada. “O MPF errou. Nas propriedades citadas o desmatamento foi legal e isso será provado na hora em que a Justiça Federal analisar o caso”, disse o empresário, revelando que a federação já reuniu com o Ministério da Agricultura e com a Comissão de Agricultura da Câmara Federal para tratar do assunto.
Xavier disse ainda que através do Instituto Alerta Pará, formado por entidades empresariais e de trabalhadores, sindicatos e instituições de ensino e pesquisa, o setor vem buscando implementar boas práticas de sustentabilidade ambiental. “A governadora já saiu em defesa do setor produtivo. Essa ação do MPF pode gerar um caos social que será difícil de corrigir. Não podemos aceitar que pessoas de fora emperrem nossa economia”, dispara, numa alusão a atuação das ong’s.
Francisco Victer, presidente da União das Indústrias Exportadoras de Carne no Pará (Uniec) lembra que a agropecuária é um dos setores que mais gera riquezas para o Estado e deixou de ser uma atividade dos grandes proprietários. “Hoje 70% do rebanho do Pará está em propriedades com menos de 300 hectares, sendo que consumimos aqui apenas 30% do que consumimos, ou seja, 70% é exportado”.
Na medida em que a grande rede varejista do Pará e do país deixa de comprar das indústrias paraenses, a produção tende a se estagnar. “Sem ter para quem vender, não há produção. Dessa forma, as indústrias vão parar e empregos deixarão de ser gerados”. A Uniec cobrará do Estado uma ação junto ao MPF para esclarecer essa situação e que continue com o Zoneamento Econômico-Ecológico que fará a regularização fundiária no Pará.
SETOR MADEIREIRO - Justiniano Neto, presidente do Conselho de Meio Ambiente da Federação das Indústrias do Estado (Fiepa) e diretor-executivo da Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Estado (Aimex) ressalta que ainda é muito cedo para analisar a nova gestão da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), mas a expectativa é boa. “O setor produtivo quer e luta para trabalhar na legalidade. A crise financeira internacional é contornável, mas precisamos resolver a nossa crise interna para que possamos operar numa base sustentável”.
Ele diz que o setor produtivo está emparedado entre uma legislação rigorosa, um Ministério Público que, com razão exige que a Lei seja cumprida e a incapacidade do Estado de estruturar órgãos ambiental e fundiário para atender a demanda de licenciamento ambiental dos setores produtivos. (Diário do Pará)
Bandidagem: Jubal Cabral Filho
Selvageria. Desconforto familiar.
São, no mínimo, estes os sintomas desta atitude de desordeiros - que não devem ser santarenos - que tentam intimidar quem escreve e é contra ou a favor de uma atitude política ou passional nestas terras oestianas.
'Tá na hora de dar um basta nestas situações!
'Tá na hora de parar de prender os "ladrões de galinha" e ir pra cima dos verdadeiros meliantes para reprimir estes delitos.
Neste momento não importa só quem foi, mas quem mandou.
O Agonia se solidariza com o Miguel para que não se deixe passar esta intimidação.
Jubal Cabral Filho
sábado, 13 de junho de 2009
Astutos e covardes: Paulo Cidmil
Prezado Miguel Oliveira,
Em Santarém se faz necessário um movimento bem amplo, que envolva todo o sistema de ensino, do fundamental às universidades, toda a sociedade civil organizada, os meus culturais e sem duvida a imprensa, para discutir o valor e a importância da democracia, da diversidade cultural e do direito que todo cidadão tem de expressar seu pensamento.
A discussão politica em Santarem, longe de ser um instrumento para os avanços e conquistas da sociedade, virou um palco de “torcidas” onde os astutos e covardes manipulam os estupidos e de pouca compreensão, que agem como misseis teleguiados com o intuito de calar quem se manisfesta livremente.
Conte sempre comigo para divulgar e repudiar esse ato de opressão.
Um grande abraço e não dessista. Imprensa livre é sinônimo de Democracia.
Paulo Cidmil
Truculência e bandidagem: Dayan Serique
A liberdade do livre pensar e se manifestar jamais poderá se curvar diante da truculência e da bandidagem.
Dayan Serique
Barbárie: Paulo Bemerguy
Jornalistas, todos nós, precisamos ter paz e segurança para trabalhar.
Jornalistas de Santarém, idem.
E todos os que se opõem ao que jornalistas informam têm todo o direito de resolver pendências – civilizadamente.
Fora disso, é a barbárie.
É o olho por olho.
É a volta do tempo das cavernas, enfim.
Queremos isso?
Ataque a jornalista em Santarém: Franssinete Florenzano
(http://www.uruatapera.com/blog/blog.asp)
Conduta criminosa: Sábatto Rossetti
Miguel
Sábato Giovani Megale Rossetti