A Procuradoria Regional da União da 1ª Região (PRU1) está defendendo na Justiça a lista de inelegíveis do Tribunal de Contas da União (TCU). Muitos políticos condenados pela não prestação de contas de verbas repassadas pelo Governo estão movendo ações judiciais para retirarem seus nomes da lista e conseguirem ser novamente candidatos às eleições de outubro deste ano.
Até o momento, 25 candidatos entraram na Justiça de primeira instância para tentar suspender acórdãos do TCU, que os condenava pelas contas irregulares e os tornou inelegíveis, nos termos do artigo 1º, inciso I, alínea “g”, da Lei Complementar nº 64/90.
O Subprocurador-Regional, Eduardo Watanabe, afirmou que com a proximidade das eleições a tendência é que apareçam muitos outros casos. “Até o momento temos 24 decisões favoráveis e três desfavoráveis. Apenas um candidato entrou com três ações”, informou.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Manchete do Jornal Pessoal de Lúcio Flávio Pinto
Amanhã, nas bancas de Belém, mais uma edição do JP.
Nossas ou deles?
O Pará é o lugar mais importante para a estratégia da Companhia Vale do Rio Doce. Já é hoje e será ainda mais no futuro. Essa importância está presente em todos os discursos. O Estado sabe qual é a parte que lhe cabe nesse bolo? O que lhe caberia se tivesse mais poder sobre essa partilha?
Nossas ou deles?
O Pará é o lugar mais importante para a estratégia da Companhia Vale do Rio Doce. Já é hoje e será ainda mais no futuro. Essa importância está presente em todos os discursos. O Estado sabe qual é a parte que lhe cabe nesse bolo? O que lhe caberia se tivesse mais poder sobre essa partilha?
STF autoriza contratação de parentes para cargo de secretário
Numa decisão contraditória, O Supremo Tribunal Federal proibiu ontem a contratação de parentes para cargos da administração dos três poderes, mas o STF permitiu ao presidente, governadores ou prefeitos que nomeiem familiares para cargos de secretariado.
TAC inédito disciplina as eleições em Novo Progresso
Em Novo Progresso, no sudoeste do Pará, um Termo de Ajuste de Conduta assinado pelas coligações vai disciplinar as eleições municipais. O TAC, inédito na Justiça Eleitoral paraense, foi proposto pelo promotor de Justiça José Augusto Nogueira Sarmento. O pleito será o primeiro que incluirá o município como integrante da 91ª Zona Eleitoral, o que facilita a fiscalização do MP, uma vez que nas eleições anteriores, Novo Progresso pertencia à zona eleitoral de Itaituba, a 400 quilômetros de distância. O objetivo do acordo é disciplinar o cumprimento das obrigações que constam na legislação eleitoral, bem como irregularidades na administração, após o pleito.
Assinaram o TAC as coligações majoritárias "A Força do Povo" e União por um Novo Progresso", as coligações proporcionais "A Força do Povo I", "A Força do Povo II", "Progresso com Renovação", "União pelo Progresso 2", "Vitória para Novo Progresso", além dos representantes da emissora de rádio "Associação Amigos de Novo Progresso".
Ao propor o TAC, o promotor de justiça considera que "uma nova ordem eleitoral foi implantada em Novo Progresso, a partir da criação da 91ª Zona Eleitoral, com reflexos diretos nas eleições municipais de 2008, onde se observa a presença tanto do Poder Judiciário quanto do Ministério Público".
O TAC prevê prazo de seis meses após a posse nos cargos, para que todos os partidos se adequem à prévia abertura de livro, com a rubrica do juiz eleitoral, para "dar transparência e acessibilidade aos órgãos fiscalizadores da lei quanto aos registros de suas reuniões e deliberações". A inexistência da rubrica do juiz nos livros foi um dos principais motivos que levaram o MP a impugnar candidatos no município, por isso a proposição dessa cláusula.
Com relação à propaganda eleitoral, os candidatos comprometeram-se em respeitar todas as regras estabelecidas pela justiça eleitoral, que incluem, dentre outros, não distribuir brindes, cestas básicas ou outros produtos em troca de votos, não sujar a cidade, não ridicularizar os concorrentes, usar alto-falantes e carros-som dentro dos limites de local, volume e horário estabelecidos na lei e não realizar showmícios. As coligações e partidos devem ainda, trinta dias após o pleito, retirar todas as propagandas eleitorais, com a restauração do local onde foi fixada.
Os candidatos que concorrem às eleições majoritárias, Madalena Hoffman e Ricardo Faccin, Tony Fabio Gonçalves Rodrigues e Emilio Pereira da Rocha, se comprometeram, caso sejam eleitos, a "adotar transparência total na administração", fornecendo todas as informações requeridas pelos cidadãos e órgãos como o Ministério Público.
Leia mais aqui.
Assinaram o TAC as coligações majoritárias "A Força do Povo" e União por um Novo Progresso", as coligações proporcionais "A Força do Povo I", "A Força do Povo II", "Progresso com Renovação", "União pelo Progresso 2", "Vitória para Novo Progresso", além dos representantes da emissora de rádio "Associação Amigos de Novo Progresso".
Ao propor o TAC, o promotor de justiça considera que "uma nova ordem eleitoral foi implantada em Novo Progresso, a partir da criação da 91ª Zona Eleitoral, com reflexos diretos nas eleições municipais de 2008, onde se observa a presença tanto do Poder Judiciário quanto do Ministério Público".
O TAC prevê prazo de seis meses após a posse nos cargos, para que todos os partidos se adequem à prévia abertura de livro, com a rubrica do juiz eleitoral, para "dar transparência e acessibilidade aos órgãos fiscalizadores da lei quanto aos registros de suas reuniões e deliberações". A inexistência da rubrica do juiz nos livros foi um dos principais motivos que levaram o MP a impugnar candidatos no município, por isso a proposição dessa cláusula.
Com relação à propaganda eleitoral, os candidatos comprometeram-se em respeitar todas as regras estabelecidas pela justiça eleitoral, que incluem, dentre outros, não distribuir brindes, cestas básicas ou outros produtos em troca de votos, não sujar a cidade, não ridicularizar os concorrentes, usar alto-falantes e carros-som dentro dos limites de local, volume e horário estabelecidos na lei e não realizar showmícios. As coligações e partidos devem ainda, trinta dias após o pleito, retirar todas as propagandas eleitorais, com a restauração do local onde foi fixada.
Os candidatos que concorrem às eleições majoritárias, Madalena Hoffman e Ricardo Faccin, Tony Fabio Gonçalves Rodrigues e Emilio Pereira da Rocha, se comprometeram, caso sejam eleitos, a "adotar transparência total na administração", fornecendo todas as informações requeridas pelos cidadãos e órgãos como o Ministério Público.
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Jari Celulose é multada em quase R$ 500 mil pelo Ibama
Do ParáNegócios:
A Jari Celulose, que já pertenceu ao milionário norte-americano Daniel Ludwig e que hoje integra o Grupo Orsa e que tem suas florestas certificadas pelo Conselho de Manejo Florestal (FSC na sigla em inglês), foi multada em R$ 475 mil nesta quarta-feira (20) pelo Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente), por manter uma ferrovia operando sem a devida licença ambiental.
Segundo o Ibama, a multa foi aplicada com base no Decreto nº 6.514, de 22 de julho de 2008, e na Resolução CONAMA nº 349/2004, que estabelece o licenciamento para empreendimentos ferroviários.
A assessoria da Jari Celulose, que tem sua sede localizada em Monte Dourado, às margens do rio Jari, no estado do Pará, no limite com o Amapá, informou na noite desta quarta-feira que a empresa está estudando a questão, mas garantiu que vai recorrer da aplicação da multa.
Para a Jari, a medida é descabida, pois a ferrovia, de 71 quilômetros, existe há cerca de 40 anos e faz o transporte da madeira do pátio à fábrica, dentro da área da empresa.
O Ibama informou que também foram lavrados três autos de infração e emitidas quatro notificações para empresas localizadas na região, totalizando mais de R$ 500 mil em multas. “As ações fiscalizatórias estão em andamento, com vistorias em empreendimentos e atendimento a denúncias de ilícitos ambientais recebidas no Escritório do Ibama”, diz o órgão.
A Jari ocupa 1.734.606 hectares distribuídos em terras nos Estados do Pará (55%) e do Amapá (45%), cortadas pelo rio Jari, que faz a divisa entre os dois estados. Na região do Jari vivem hoje cerca de 100.000 habitantes, distribuídos pelas cidades de Monte Dourado (Pará), Laranjal do Jari (Amapá), Vitória do Jari (Amapá) e Almeirim (Pará).
A Jari Celulose, que já pertenceu ao milionário norte-americano Daniel Ludwig e que hoje integra o Grupo Orsa e que tem suas florestas certificadas pelo Conselho de Manejo Florestal (FSC na sigla em inglês), foi multada em R$ 475 mil nesta quarta-feira (20) pelo Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente), por manter uma ferrovia operando sem a devida licença ambiental.
Segundo o Ibama, a multa foi aplicada com base no Decreto nº 6.514, de 22 de julho de 2008, e na Resolução CONAMA nº 349/2004, que estabelece o licenciamento para empreendimentos ferroviários.
A assessoria da Jari Celulose, que tem sua sede localizada em Monte Dourado, às margens do rio Jari, no estado do Pará, no limite com o Amapá, informou na noite desta quarta-feira que a empresa está estudando a questão, mas garantiu que vai recorrer da aplicação da multa.
Para a Jari, a medida é descabida, pois a ferrovia, de 71 quilômetros, existe há cerca de 40 anos e faz o transporte da madeira do pátio à fábrica, dentro da área da empresa.
O Ibama informou que também foram lavrados três autos de infração e emitidas quatro notificações para empresas localizadas na região, totalizando mais de R$ 500 mil em multas. “As ações fiscalizatórias estão em andamento, com vistorias em empreendimentos e atendimento a denúncias de ilícitos ambientais recebidas no Escritório do Ibama”, diz o órgão.
A Jari ocupa 1.734.606 hectares distribuídos em terras nos Estados do Pará (55%) e do Amapá (45%), cortadas pelo rio Jari, que faz a divisa entre os dois estados. Na região do Jari vivem hoje cerca de 100.000 habitantes, distribuídos pelas cidades de Monte Dourado (Pará), Laranjal do Jari (Amapá), Vitória do Jari (Amapá) e Almeirim (Pará).
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
50 novos cargos de juiz de direito
Sancionada que cria 50 cargos de juiz de direito nas comarcas de Belém, no distrito de Icoaraci, em Ananindeua, Marituba, Benevides, Santarém, Parauapebas, Oriximá, Tailândia, Juruti e Viseu; de Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher e de Juizados Especiais.
Todos os cargos serão preenchidos através de concurso público.
As vagas serão preenchidas a critério do Tribunal de Justiça, na medida das necessidades e existência de recursos financeiros.
Serão cinco Varas em Belém e quatro em Icoaraci. As três de Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher serão em Santarém, Marabá e Altamira. As varas de Juizados Especiais serão duas em Belém, cinco em Ananindeua, duas em Marituba, duas em Benevides e uma em Santarém, em Parauapebas e em Oriximiná. O Juizado Especial terá quatro Varas em Marabá, duas em Santarém, uma em Tailândia, Juruti e Viseu.
Todos os cargos serão preenchidos através de concurso público.
As vagas serão preenchidas a critério do Tribunal de Justiça, na medida das necessidades e existência de recursos financeiros.
Serão cinco Varas em Belém e quatro em Icoaraci. As três de Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher serão em Santarém, Marabá e Altamira. As varas de Juizados Especiais serão duas em Belém, cinco em Ananindeua, duas em Marituba, duas em Benevides e uma em Santarém, em Parauapebas e em Oriximiná. O Juizado Especial terá quatro Varas em Marabá, duas em Santarém, uma em Tailândia, Juruti e Viseu.
Concurso Público da SEMA
O Governo do Estado, por meio da Secretaria e Estado de Meio Ambiente (Sema) lançou edital para o preenchimento de 300 vagas, correspondentes a 37 cargos de níveis superior, médio e fundamental, para aumentar o quadro de servidores, dotar a Sema de pessoal qualificado e iniciar a descentralização das atividades do órgão em cinco regiões do interior do estado.
O novo concurso, que elevará o quadro da secretaria para 700 servidores
O novo concurso, que elevará o quadro da secretaria para 700 servidores
Cadastramento Ambiental Rural
O Sindicato Rural de Santarém - SIRSAN, a The Nature Conservancy – TNC e a Cargill vão reunir com os produtores rurais da região para tratar do Cadastramento Ambiental Rural - CAR.
A Secretaria Estadual de Meio Ambiente - SEMA vai informar quais os procedimentos que devem ser adotados pelos produtores para o cadastramento das propriedades rurais.
A reunião será no dia 26 de agosto de 2008, às 16:00 horas, no auditório da Associação Comercial e Empresarial de Santarém.
A Secretaria Estadual de Meio Ambiente - SEMA vai informar quais os procedimentos que devem ser adotados pelos produtores para o cadastramento das propriedades rurais.
A reunião será no dia 26 de agosto de 2008, às 16:00 horas, no auditório da Associação Comercial e Empresarial de Santarém.
Plano de gestão florestal
A Comissão Estadual de Floresta - Comef criou uma subcomissão para viabilizar a participação dos povos e comunidades tradicionais na fiscalização e monitoramento dos contratos de concessão florestal que deverão ser firmados a partir do ano que vem no Estado do Pará.
O Instituto de Desenvolvimento Florestal do Pará - Ideflor, órgão que preside a Comef, apresentou aos membros da comissão o conteúdo do Plano Anual de Outorga Florestal - PAOF 2008/2009, documento que descreve e identifica as áreas de florestas de domínio estadual que em 2009 deverão ser submetidas à primeira licitação pública de áreas florestais no Pará.
De acordo com o PAOF as glebas Nova Olinda II e Mamuru, localizadas na região Oeste do Estado, são as prioritárias para serem submetidas ao primeiro processo de concessão florestal para uso sustentável. Juntas ela detém uma área de 686 mil hectares de cobertura florestal, estando 65% desse total aptos para a prática de manejo florestal.
A área tem uma relativa conservação de seus recursos naturais, mas por outro lado, há várias pretensões de posse.
O Instituto de Desenvolvimento Florestal do Pará - Ideflor, órgão que preside a Comef, apresentou aos membros da comissão o conteúdo do Plano Anual de Outorga Florestal - PAOF 2008/2009, documento que descreve e identifica as áreas de florestas de domínio estadual que em 2009 deverão ser submetidas à primeira licitação pública de áreas florestais no Pará.
De acordo com o PAOF as glebas Nova Olinda II e Mamuru, localizadas na região Oeste do Estado, são as prioritárias para serem submetidas ao primeiro processo de concessão florestal para uso sustentável. Juntas ela detém uma área de 686 mil hectares de cobertura florestal, estando 65% desse total aptos para a prática de manejo florestal.
A área tem uma relativa conservação de seus recursos naturais, mas por outro lado, há várias pretensões de posse.
Horário dos bancos
A Associação Comercial e Empresarial de Santarém agendou reunião com representantes das agências bancárias de Santarém para esta quinta-feira. Na pauta a decisão sobre o novo horário dos bancos proposta pela ACES, das 10h as 15h. Há informações que apenas o Banco do Brasil não aceita a mudança. Os empresários querem que o novo horário já entre em vigor a partir de segunda-feira (25).
Candidatos a prefeito estréiam no rádio
Leia um resumo do que falou cada candidato à prefeitura de Santarém, na primeira participação deles no horario eleitoral nas emissoras de rádio.
Joaquim Hamad
Em tom dramático, Hamad fez uma apelo para que os eleitores dêem oportunidade a um candidato jovem. Mas o candidato gastou a maior parte de seu tempo com a execução do jingle de campanha.
Maria do Carmo
Com mais tempo de rádio( 16 minutos), a candidata do PT apresentou em seu primeiro programa os apoios do vice-governador Odair Corrêa e do coordenador de sua campanha, o ex-secretário de governo Inácio Corrêa. O companheiro de chapa de Maria, José Antônio Rocha, também participou do programa.
Maria usou o discurso do alinhamento politico com Lula e Ana Júlia.
Márcio Pinto
O candidato do PSOL apresentou-se como candidato alternativo à polarização da campanha entre Maria do Carmo e Lira Maia. Márcio criticou o "passado de corrupção" e o "presente de incompetência.
Lira Maia
O candidato dos Democratas fez um programa emotivo, colocando a voz do povo em primeiro lugar. Seu discurso centrou-se na 'retomada do desenvolvimento de Santarém'. O candidato falou de sua experiência administrativa à serviço da população e no seu compromisso de fazer um governo do 'jeito que o povo gosta', seu slogan de campanha. O programa também chamou a atenção do eleitor para a ilegalidade da compra do voto.
Joaquim Hamad
Em tom dramático, Hamad fez uma apelo para que os eleitores dêem oportunidade a um candidato jovem. Mas o candidato gastou a maior parte de seu tempo com a execução do jingle de campanha.
Maria do Carmo
Com mais tempo de rádio( 16 minutos), a candidata do PT apresentou em seu primeiro programa os apoios do vice-governador Odair Corrêa e do coordenador de sua campanha, o ex-secretário de governo Inácio Corrêa. O companheiro de chapa de Maria, José Antônio Rocha, também participou do programa.
Maria usou o discurso do alinhamento politico com Lula e Ana Júlia.
Márcio Pinto
O candidato do PSOL apresentou-se como candidato alternativo à polarização da campanha entre Maria do Carmo e Lira Maia. Márcio criticou o "passado de corrupção" e o "presente de incompetência.
Lira Maia
O candidato dos Democratas fez um programa emotivo, colocando a voz do povo em primeiro lugar. Seu discurso centrou-se na 'retomada do desenvolvimento de Santarém'. O candidato falou de sua experiência administrativa à serviço da população e no seu compromisso de fazer um governo do 'jeito que o povo gosta', seu slogan de campanha. O programa também chamou a atenção do eleitor para a ilegalidade da compra do voto.
Tô fora!
De se estranhar.
Apenas um vereador faltou à sessão da Câmara, ontem: Evaldo da Premac(PT).
Será que hoje o nobre edil vai aparecer por lá?
Apenas um vereador faltou à sessão da Câmara, ontem: Evaldo da Premac(PT).
Será que hoje o nobre edil vai aparecer por lá?
Rádio Rural faz debate dia 9 de setembro
A Rádio Rural de Santarém confirmou a realização do segundo debate entre os candidatos a prefeito dia 9 de setembro, das 08h00 as 10h00.
A novidade é que os candidatos também responderão a perguntas, mediante sorteio, de perguntas enviadas por 10 jornalistas que atuam em Santarén.
A novidade é que os candidatos também responderão a perguntas, mediante sorteio, de perguntas enviadas por 10 jornalistas que atuam em Santarén.
Oi e Claro entram em briga judicial em razão de bloqueio de celulares
Da FolhaNews
A Oi e a Claro deram início a uma briga judicial por conta do bloqueio de celulares. A Claro conseguiu em junho liminar que proíbe a veiculação de campanha da Oi que incentivava o desbloqueio de celulares. A decisão foi baseada em regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) que permite que as operadoras vendam celulares bloqueados, desde que os aparelhos sejam subsidiados e o bloqueio não dure mais de um ano.
Como retaliação, a Oi colocou no ar desde sábado anúncio em que diz que "uma operadora" está impedindo a divulgação de informações ao consumidor. A empresa anunciou ainda que, a partir desta semana, desbloqueará o celular de consumidores de qualquer operadora que procurarem a empresa, desde que eles apresentem a nota fiscal do aparelho e comprovante de identidade.
Procurada, a Claro atribuiu a reação da Oi à "derrota que sofreu na Justiça que entende que a Claro age dentro da legislação brasileira, ao contrário da Oi".
A diretora de Comunicação da Oi, Flávia Da Justa, afirmou que a empresa entende que o consumidor tem direito a ter um telefone desbloqueado para usar chips de outras operadoras, o que é possível com a tecnologia GSM."
A Oi presta serviço de telefonia móvel. Seu negócio não é a venda de aparelhos de celular", afirmou, ao criticar as empresas que vendem telefones subsidiados para atrais clientes.
Segundo a executiva, a empresa entende que o telefone desbloqueado não tem relação com o contrato de fidelização que, nos casos de celulares pós-pagos, é comum existir.
"Não defendemos a quebra de contratos, mas a Oi não tem como saber se o cliente tem alguma cláusula impedindo o desbloqueio. Se o cliente quiser desbloquear, faremos gratuitamente", afirmou.
A Anatel informou que o desbloqueio é um direito do consumidor e pode ser feito por qualquer operadora legalmente, independente de o aparelho ser subsidiado. Segundo a agência, o cliente deverá ficar atento, porém, se existem cláusulas no contrato de fidelidade prevendo multas caso o aparelho seja desbloqueado antes do período de permanência exigido, o que é permitido.
A Oi e a Claro deram início a uma briga judicial por conta do bloqueio de celulares. A Claro conseguiu em junho liminar que proíbe a veiculação de campanha da Oi que incentivava o desbloqueio de celulares. A decisão foi baseada em regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) que permite que as operadoras vendam celulares bloqueados, desde que os aparelhos sejam subsidiados e o bloqueio não dure mais de um ano.
Como retaliação, a Oi colocou no ar desde sábado anúncio em que diz que "uma operadora" está impedindo a divulgação de informações ao consumidor. A empresa anunciou ainda que, a partir desta semana, desbloqueará o celular de consumidores de qualquer operadora que procurarem a empresa, desde que eles apresentem a nota fiscal do aparelho e comprovante de identidade.
Procurada, a Claro atribuiu a reação da Oi à "derrota que sofreu na Justiça que entende que a Claro age dentro da legislação brasileira, ao contrário da Oi".
A diretora de Comunicação da Oi, Flávia Da Justa, afirmou que a empresa entende que o consumidor tem direito a ter um telefone desbloqueado para usar chips de outras operadoras, o que é possível com a tecnologia GSM."
A Oi presta serviço de telefonia móvel. Seu negócio não é a venda de aparelhos de celular", afirmou, ao criticar as empresas que vendem telefones subsidiados para atrais clientes.
Segundo a executiva, a empresa entende que o telefone desbloqueado não tem relação com o contrato de fidelização que, nos casos de celulares pós-pagos, é comum existir.
"Não defendemos a quebra de contratos, mas a Oi não tem como saber se o cliente tem alguma cláusula impedindo o desbloqueio. Se o cliente quiser desbloquear, faremos gratuitamente", afirmou.
A Anatel informou que o desbloqueio é um direito do consumidor e pode ser feito por qualquer operadora legalmente, independente de o aparelho ser subsidiado. Segundo a agência, o cliente deverá ficar atento, porém, se existem cláusulas no contrato de fidelidade prevendo multas caso o aparelho seja desbloqueado antes do período de permanência exigido, o que é permitido.
Concurso da Sema abre vagas para Santarém
A Secretaria de Estado de Administração (Sead) publicou ontem, no Diário Oficial do Estado, o edital de lançamento do concurso público da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). Serão ofertadas 309 vagas em cargos de nível superior, médio e fundamental. O concurso será executado pela Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp).
As inscrições serão realizadas pela internet no endereço www.fadesp.org.br, no período de 04 a 19 de setembro de 2008.
As provas ocorrerão nas cidades de Belém (Região Metropolitana), Santarém, (Baixo Amazonas), Marabá (Carajás), Soure (Marajó), Altamira (Xingu) e Paragominas (Rio Capim).
Mais detalhes no site www.ioepa.com.br, edição 31.235.
As inscrições serão realizadas pela internet no endereço www.fadesp.org.br, no período de 04 a 19 de setembro de 2008.
As provas ocorrerão nas cidades de Belém (Região Metropolitana), Santarém, (Baixo Amazonas), Marabá (Carajás), Soure (Marajó), Altamira (Xingu) e Paragominas (Rio Capim).
Mais detalhes no site www.ioepa.com.br, edição 31.235.
Nepotismo em pauta do STF
Será que desta vez o nepotismo no serviço público está chegando ao fim?
O STF decide, finalmente, nesta quarta-feira, se contratar parentes para o serviço público é legal ou ilegal.
Como em Santarém essa praga de usar o serviço público como extensão da casa dos políticos é prática recorrente, muita gente vai passar o dia com o coração na mão.
Ainda bem,
O STF decide, finalmente, nesta quarta-feira, se contratar parentes para o serviço público é legal ou ilegal.
Como em Santarém essa praga de usar o serviço público como extensão da casa dos políticos é prática recorrente, muita gente vai passar o dia com o coração na mão.
Ainda bem,
Vem por aí um livro sobre o maestro Isoca
Do Espaço Aberto:
O desembargador e compositor santareno Vicente Malheiros da Fonseca organiza, há muitos anos, informações aos quilos sobre seu pai, Wilson Fonseca, o maestro Isoca. Já dispõe de biografia (integral e resumida), discografia, bibliografia, obra musical (catálogo), partituras impressas, discografia etc.É material que não acaba mais. E material dos mais preciosos. Como é tempo de Olimpíadas, diríamos que é material que vale ouro.Vem livro por aí.
O desembargador e compositor santareno Vicente Malheiros da Fonseca organiza, há muitos anos, informações aos quilos sobre seu pai, Wilson Fonseca, o maestro Isoca. Já dispõe de biografia (integral e resumida), discografia, bibliografia, obra musical (catálogo), partituras impressas, discografia etc.É material que não acaba mais. E material dos mais preciosos. Como é tempo de Olimpíadas, diríamos que é material que vale ouro.Vem livro por aí.
Mangabeira Unger chega hoje a Altamira
No Amazônia:
O ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, estará em Altamira hoje para discutir a implantação do Programa Amazônia Sustentável (PAS). Um grupo de produtores rurais vai pedir ao ministro que interceda junto ao governo federal para que agilize as ações de regularização fundiária e ambiental na região, que vem sendo alvo, desde maio, de ações fiscalizatórias como as operações Arco de Fogo e Guardiões da Amazônia, que resultaram em mais de R$ 80 milhões em multas.
O PAS prevê várias ações para manter a floresta preservada e, ao mesmo tempo, manter as atividades produtivas. Uma das prioridades do programa é a regularização fundiária, que está entre as maiores reivindicações do setor produtivo. Em Altamira, por exemplo, o maior município do mundo, são raras as propriedades que possuem titulação definitiva e menor ainda o número de propriedades com licenciamento ambiental. Apesar disso, o município possui 96% de sua área cobertos por floresta nativa.
As entidades ligadas ao setor produtivo, especialmente da agricultura, pecuária e florestal, usam os números para garantir que o produtor não é um destruidor da floresta. Eles querem que o ministro acelere as ações do PAS na região, aparelhando os órgãos responsáveis pelo licenciamento ambiental e a regularização fundiária. O Ibama e o Incra, segundo eles, não têm condições e estrutura suficientes para promover a regularização.Uma das causas da ausência de uma política que favoreça a produção é a falência de empresas e setores inteiros.
Segundo a Associação das Indústrias Madereiras de Altamira (Aimat), 100% das indústrias instaladas no município estão paradas por falta de matéria-prima legalizada, devido à não liberação de planos de manejo florestal. Mais de 15 mil trabalhadores perderam o emprego nos últimos anos, segundo os dados do sindicato dos trabalhadores.
As entidades esperam obter do ministro o compromisso de que o governo federal vai criar um programa de regularização para permitir que os produtores possam se adequar à legislação ambiental e alertam que sem isso, o desemprego tende a aumentar na região e que o desenvolvimento sustentável não vai sair do papel.
O ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, estará em Altamira hoje para discutir a implantação do Programa Amazônia Sustentável (PAS). Um grupo de produtores rurais vai pedir ao ministro que interceda junto ao governo federal para que agilize as ações de regularização fundiária e ambiental na região, que vem sendo alvo, desde maio, de ações fiscalizatórias como as operações Arco de Fogo e Guardiões da Amazônia, que resultaram em mais de R$ 80 milhões em multas.
O PAS prevê várias ações para manter a floresta preservada e, ao mesmo tempo, manter as atividades produtivas. Uma das prioridades do programa é a regularização fundiária, que está entre as maiores reivindicações do setor produtivo. Em Altamira, por exemplo, o maior município do mundo, são raras as propriedades que possuem titulação definitiva e menor ainda o número de propriedades com licenciamento ambiental. Apesar disso, o município possui 96% de sua área cobertos por floresta nativa.
As entidades ligadas ao setor produtivo, especialmente da agricultura, pecuária e florestal, usam os números para garantir que o produtor não é um destruidor da floresta. Eles querem que o ministro acelere as ações do PAS na região, aparelhando os órgãos responsáveis pelo licenciamento ambiental e a regularização fundiária. O Ibama e o Incra, segundo eles, não têm condições e estrutura suficientes para promover a regularização.Uma das causas da ausência de uma política que favoreça a produção é a falência de empresas e setores inteiros.
Segundo a Associação das Indústrias Madereiras de Altamira (Aimat), 100% das indústrias instaladas no município estão paradas por falta de matéria-prima legalizada, devido à não liberação de planos de manejo florestal. Mais de 15 mil trabalhadores perderam o emprego nos últimos anos, segundo os dados do sindicato dos trabalhadores.
As entidades esperam obter do ministro o compromisso de que o governo federal vai criar um programa de regularização para permitir que os produtores possam se adequar à legislação ambiental e alertam que sem isso, o desemprego tende a aumentar na região e que o desenvolvimento sustentável não vai sair do papel.
TRE multa vereadora do PT
O Pleno do Tribunal Regional Eleitoral multou ontem a vereadora Odete Costa(PT), candidada à reeleeição, em mais de 21 mil reais por propaganda eleitoral irregular.
A representação, movida pelo partido Democratas, havia sido julgada improcedente pelo juiz eleitoral de Santarém Gabriel Veloso, mas houve recurso dessa decisão ao tribunal, que reformou a sentença.
Odete foi multada por distribuir calendários com fotos suas em período vedado para propaganda eleitoral.
A representação, movida pelo partido Democratas, havia sido julgada improcedente pelo juiz eleitoral de Santarém Gabriel Veloso, mas houve recurso dessa decisão ao tribunal, que reformou a sentença.
Odete foi multada por distribuir calendários com fotos suas em período vedado para propaganda eleitoral.
Manchetes da edição de quarta-feira de O Estado do Tapajós
Explosão de barco é tragédia anunciada ha 7 anos
Pesquisa revela que meninas lêem mais
UFOPA atrai pouca gente em solenidade de implantação
Candidatos a prefeitos iniciam propaganda no rádio e televisão
Moradores sem água há duas semanas no bairro do Livramento
Poupança volta a ser considerada bom investimento
Bancada paraense pede mudanças ao Banco Central para liberação de crédito rural
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UFOPA atrai pouca gente em solenidade de implantação
Candidatos a prefeitos iniciam propaganda no rádio e televisão
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Poupança volta a ser considerada bom investimento
Bancada paraense pede mudanças ao Banco Central para liberação de crédito rural
Não tem sobremesa por uma semana
Bellini Tavares de Lima Neto
Advogado
Um velho amigo me contou um episodio vivido entre ele e sua filha quando a moça chegou à casa dos seus 30 anos. Jornalista, inteligente, muito bem formada, nem por isso deixou inteiramente de lado a natureza meio infantil que todos nós carregamos conosco a vida inteira. O amigo me contou, então, que num momento de reflexões e revelações pessoais entre os dois, a moça saiu-se com esta: “Pai, às vezes eu fico pensando em como você mudou. É impressionante. Quando eu tinha 15 anos, você era uma pessoa difícil, intransigente, inflexível. Como era difícil conviver com você. Hoje, não. Hoje você é compreensivo, razoável. Agora, sim, a gente consegue se entender e se dar muito bem. Olha, como você melhorou, pai”.
Pois é. Mas o fato é que, tirando crianças imaginárias, como o garotinho da propaganda que berra dentro do supermercado porque quer que a mãe lhe compre uma chicória, ninguém, tanto na infância como na adolescência, é capaz de entender de disciplina, de seriedade, de coerência de comportamentos. Também não se consegue muito bem observar regras e padrões éticos ou morais. Essa é a fase da irresponsabilidade, da irreverência, do descaso, da rebeldia. Tudo o que se quer, nesse período, é contestar, contrariar, desafiar, andar pelos atalhos. E, como esse é o tempo de ser assim, contamos com uma cera dose de compreensão por parte dos mais velhos, o que não impede os conflitos e as conseqüências que sofremos por conta disso.
Uma das conseqüências de nossa atitude inconseqüente é que, volta e meia, levamos uma bronca dos adultos, tomamos um pito e somos lembrados que, já que ainda não somos capazes de nos comportar como gente grande, temos que ser tratados como crianças. Não conheço criança ou adolescente que compreenda isso. Na época, a vontade que se tem é de exterminar por completo essa raça insuportável a que se dá o nome de gente adulta. Como, no entanto, tudo é só uma fase, os adultos acabam, em sua grande maioria, escapando da fúria dos jovens e, quando muito, tomam pela cara aqueles adjetivos que, embora variem de geração para geração, tem exatamente o mesmo conteúdo.
Complicado, mesmo, é quando se resolve prolongar indefinidamente a fase da infância e adolescência. Aí as coisas podem se complicar e muito. Sim, porque, se o cidadão insiste em se manter criança ou adolescente pela vida toda e se comportar com aquela mesma irreverência, inconseqüência, desrespeito e imaturidade, corre o risco de passar a vida inteira recebendo aquele mesmo tratamento que os adultos dispensam às crianças. Pois, na semana que passou tivemos o desprazer de ver, mais uma vez, alguém nos tratar como verdadeiras crianças peraltas e incontroladas. Pois é, esses nada simpáticos ingleses vieram puxar nossas orelhas e nos ameaçar com castigos caso não paremos com nossas peraltices lá pelos quintais deles. É que insistimos em querer pular no quintal deles sem permissão nem regras. Aí, eles vêm nos passar um pito, uma descompostura e nos colocar de castigo.
O governo inglês está em vias de voltar a exigir visto de entrada para brasileiros e isso porque a quantidade de patrícios que acham bonito ir viver por lá sem autorização não pára de crescer. Para não impor o visto de entrada, sugerem colocar fiscais ingleses nos aeroportos brasileiros para “treinar” as autoridades e as empresas de turismo. Nessa hora, o brio nacionalista se sente ultrajado e a reação é imediata. E furiosa. Os pais da pátria se põem em guarda para defender a honra nacional. Nós continuamos a os comportar mal tanto aqui dentro quando no exterior. Não damos a menos importância para o respeito às regras, nos julgamos mais espertos que os demais porque “aliviamos” pequenos lembrancinhas em hotéis e restaurantes, burlamos a vigilância e permanecemos de forma irregular na casa dos outros. Tal como achamos que podemos dirigir depois de beber ou ultrapassar pelo acostamento ou dar uma propina ao guarda ou votar em político desonesto desde que ele “alivie” o nosso lado.
E, quando o nosso comportamento juvenil, marginal de pequenas proporções, típico do adolescente que se sente dispensado de qualquer seriedade, é apanhado por um adulto, lá vem o pito, o castigo, a descompostura. Pois eu confesso que ando cansado disso. Ando realmente farto desse tipo de situação que volta e meia se repete. Ando cheio de tomar bronca e ser ameaçado de ser colocado de castigo. Não vejo a hora que essa gente adulta que vive nos aborrecendo se torne mais flexível, mais maleável. Assim como fez o meu amigo quando sua filha chegou aos 30 anos. Será que demora muito?
17 de agosto de 2008
Advogado
Um velho amigo me contou um episodio vivido entre ele e sua filha quando a moça chegou à casa dos seus 30 anos. Jornalista, inteligente, muito bem formada, nem por isso deixou inteiramente de lado a natureza meio infantil que todos nós carregamos conosco a vida inteira. O amigo me contou, então, que num momento de reflexões e revelações pessoais entre os dois, a moça saiu-se com esta: “Pai, às vezes eu fico pensando em como você mudou. É impressionante. Quando eu tinha 15 anos, você era uma pessoa difícil, intransigente, inflexível. Como era difícil conviver com você. Hoje, não. Hoje você é compreensivo, razoável. Agora, sim, a gente consegue se entender e se dar muito bem. Olha, como você melhorou, pai”.
Pois é. Mas o fato é que, tirando crianças imaginárias, como o garotinho da propaganda que berra dentro do supermercado porque quer que a mãe lhe compre uma chicória, ninguém, tanto na infância como na adolescência, é capaz de entender de disciplina, de seriedade, de coerência de comportamentos. Também não se consegue muito bem observar regras e padrões éticos ou morais. Essa é a fase da irresponsabilidade, da irreverência, do descaso, da rebeldia. Tudo o que se quer, nesse período, é contestar, contrariar, desafiar, andar pelos atalhos. E, como esse é o tempo de ser assim, contamos com uma cera dose de compreensão por parte dos mais velhos, o que não impede os conflitos e as conseqüências que sofremos por conta disso.
Uma das conseqüências de nossa atitude inconseqüente é que, volta e meia, levamos uma bronca dos adultos, tomamos um pito e somos lembrados que, já que ainda não somos capazes de nos comportar como gente grande, temos que ser tratados como crianças. Não conheço criança ou adolescente que compreenda isso. Na época, a vontade que se tem é de exterminar por completo essa raça insuportável a que se dá o nome de gente adulta. Como, no entanto, tudo é só uma fase, os adultos acabam, em sua grande maioria, escapando da fúria dos jovens e, quando muito, tomam pela cara aqueles adjetivos que, embora variem de geração para geração, tem exatamente o mesmo conteúdo.
Complicado, mesmo, é quando se resolve prolongar indefinidamente a fase da infância e adolescência. Aí as coisas podem se complicar e muito. Sim, porque, se o cidadão insiste em se manter criança ou adolescente pela vida toda e se comportar com aquela mesma irreverência, inconseqüência, desrespeito e imaturidade, corre o risco de passar a vida inteira recebendo aquele mesmo tratamento que os adultos dispensam às crianças. Pois, na semana que passou tivemos o desprazer de ver, mais uma vez, alguém nos tratar como verdadeiras crianças peraltas e incontroladas. Pois é, esses nada simpáticos ingleses vieram puxar nossas orelhas e nos ameaçar com castigos caso não paremos com nossas peraltices lá pelos quintais deles. É que insistimos em querer pular no quintal deles sem permissão nem regras. Aí, eles vêm nos passar um pito, uma descompostura e nos colocar de castigo.
O governo inglês está em vias de voltar a exigir visto de entrada para brasileiros e isso porque a quantidade de patrícios que acham bonito ir viver por lá sem autorização não pára de crescer. Para não impor o visto de entrada, sugerem colocar fiscais ingleses nos aeroportos brasileiros para “treinar” as autoridades e as empresas de turismo. Nessa hora, o brio nacionalista se sente ultrajado e a reação é imediata. E furiosa. Os pais da pátria se põem em guarda para defender a honra nacional. Nós continuamos a os comportar mal tanto aqui dentro quando no exterior. Não damos a menos importância para o respeito às regras, nos julgamos mais espertos que os demais porque “aliviamos” pequenos lembrancinhas em hotéis e restaurantes, burlamos a vigilância e permanecemos de forma irregular na casa dos outros. Tal como achamos que podemos dirigir depois de beber ou ultrapassar pelo acostamento ou dar uma propina ao guarda ou votar em político desonesto desde que ele “alivie” o nosso lado.
E, quando o nosso comportamento juvenil, marginal de pequenas proporções, típico do adolescente que se sente dispensado de qualquer seriedade, é apanhado por um adulto, lá vem o pito, o castigo, a descompostura. Pois eu confesso que ando cansado disso. Ando realmente farto desse tipo de situação que volta e meia se repete. Ando cheio de tomar bronca e ser ameaçado de ser colocado de castigo. Não vejo a hora que essa gente adulta que vive nos aborrecendo se torne mais flexível, mais maleável. Assim como fez o meu amigo quando sua filha chegou aos 30 anos. Será que demora muito?
17 de agosto de 2008
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Vinda de Lula a Santarém não está confirmada
Na Folha de Sao Paulo:
O presidente Lula deve destinar atenção no primeiro turno a no máximo 15 municípios estratégicos. Lula disse a subordinados que fazia questão de visitar São Paulo (Marta Suplicy) e São Bernardo do Campo (Luiz Marinho). Ele pode passar por Campinas, Diadema e Santo André e estuda participação em outros 10 municípios: Ananindeua (PA), Campina Grande (PB), Duque de Caxias (RJ), João Pessoa (PB), Natal (RN), Santarém (PA), Serra (ES), São Carlos (SP), Vitória (ES) e Teresina (PI).
O presidente Lula deve destinar atenção no primeiro turno a no máximo 15 municípios estratégicos. Lula disse a subordinados que fazia questão de visitar São Paulo (Marta Suplicy) e São Bernardo do Campo (Luiz Marinho). Ele pode passar por Campinas, Diadema e Santo André e estuda participação em outros 10 municípios: Ananindeua (PA), Campina Grande (PB), Duque de Caxias (RJ), João Pessoa (PB), Natal (RN), Santarém (PA), Serra (ES), São Carlos (SP), Vitória (ES) e Teresina (PI).
Tv fiscal nas eleições
Assessoria jurídica do Democratas acompanha on line a exibição dos comerciais nas emissoras de televisão a partir de hoje.
Pelo controle up to date é possível saber se o número e a ordem das inserções dos candidatos a prefeito estão de acordo com o mapa de mídia elaborado pela justiça eleitoral.
Pelo controle up to date é possível saber se o número e a ordem das inserções dos candidatos a prefeito estão de acordo com o mapa de mídia elaborado pela justiça eleitoral.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Produtos madeireiros e não madeireiros
Madeireiros, IBAMA e INCRA não se interessam por informações que a Embrapa coletou sobre a cadeia produtiva de produtos madeireiros e não madeireiros no Pará e Acre. Todos foram convidados com antecedência mas não compareceram no workshop de lançamento dos resultados pesquisados.
A pesquisa foi financiada pelo CNPq, por meio de um projeto desenvolvido pela Embrapa Amazônia Oriental, em parceria com a Universidade Federal de Rondônjia (UNIR), Embrapa Acre, Ibama Acre, e Universidade Federal da Amazônia (UFRA). Os dados foram coletados na área de abrangência da BR 163, no Pará e no Estado do Acre, no período de 2007 e 2008.
Segundo o pesquisador Willian Castro, o resultado permite a observação do contraste existente na indústria de base florestal nos dois estados. Um exemplo interessante é o trabalho apoiado por ONG's. No Pará, a atuação dessas organizações é considerada como um "problema". No Acre, quanto maior a pressão feita pelas ONG's melhor. Trabalhar em parceria com o Greenpeace, é sinônimo de muitas portas se abrindo.
A pesquisa foi financiada pelo CNPq, por meio de um projeto desenvolvido pela Embrapa Amazônia Oriental, em parceria com a Universidade Federal de Rondônjia (UNIR), Embrapa Acre, Ibama Acre, e Universidade Federal da Amazônia (UFRA). Os dados foram coletados na área de abrangência da BR 163, no Pará e no Estado do Acre, no período de 2007 e 2008.
Segundo o pesquisador Willian Castro, o resultado permite a observação do contraste existente na indústria de base florestal nos dois estados. Um exemplo interessante é o trabalho apoiado por ONG's. No Pará, a atuação dessas organizações é considerada como um "problema". No Acre, quanto maior a pressão feita pelas ONG's melhor. Trabalhar em parceria com o Greenpeace, é sinônimo de muitas portas se abrindo.
Bancos não cumprem determinação do BC
O Banco Central determina que obrigatóriamente as agências devem atender o público no período de 12h as 15h, horário de Brasilia, deixando facultativo o horário de funcionamento interno.
Porém, em Santarém os bancos continuam atendendo o público até as 14h. A Associação Comercial e Empresarial de Santarém vem tentando sensibilizar os agentes financeiros de que o encerramento do funcionamento dos bancos às 14 horas causa prejuízos para a sociedade. Os empresários reivindicam que o atendimento ao público seja das 10 da manhã às 15 h, alegando que esse horário provoca aumento dos custos das empresas. Se as agências não cederem, a Associação Empresarial pretende ingressar com uma denúncia junto ao Banco Central e FEBRABAN por descumprimento da Resolução 2.932, de 28.02.2002, que observa o horário mínimo de expediente ao público de cinco horas ininterruptas, com atendimento obrigatório das 12h às 15h, horário de Brasília.
Porém, em Santarém os bancos continuam atendendo o público até as 14h. A Associação Comercial e Empresarial de Santarém vem tentando sensibilizar os agentes financeiros de que o encerramento do funcionamento dos bancos às 14 horas causa prejuízos para a sociedade. Os empresários reivindicam que o atendimento ao público seja das 10 da manhã às 15 h, alegando que esse horário provoca aumento dos custos das empresas. Se as agências não cederem, a Associação Empresarial pretende ingressar com uma denúncia junto ao Banco Central e FEBRABAN por descumprimento da Resolução 2.932, de 28.02.2002, que observa o horário mínimo de expediente ao público de cinco horas ininterruptas, com atendimento obrigatório das 12h às 15h, horário de Brasília.
Professores se mobilizam
Em Santarém o Sindicato dos Professores convocou seus filiados para uma assembléia. Já se movimenta para articular uma nova greve, segundo informou a circular publicada pela entidade.
Enquanto isso, em Belém, as negociações continuam. Aliás, foram reabertas na última quinta-feira (14) na sede da Seduc. Pelo o que informou a assessoria da secretaria as cláusulas econômicas, sociais e gerais deveriam ser formalizadas ainda nesta segunda-feira (18). Há estudo para alterar o novo calendário escolar nesta negociação, para que os professores não tenham que enfrentar a maratona de dar aulas aos sábados.
Enquanto isso, em Belém, as negociações continuam. Aliás, foram reabertas na última quinta-feira (14) na sede da Seduc. Pelo o que informou a assessoria da secretaria as cláusulas econômicas, sociais e gerais deveriam ser formalizadas ainda nesta segunda-feira (18). Há estudo para alterar o novo calendário escolar nesta negociação, para que os professores não tenham que enfrentar a maratona de dar aulas aos sábados.
Cultura Afro
Professores paraenses vão fazer curso de aperfeiçoamento para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. O curso, que acontece a partir de 22 de setembro, é promovido pela Coordenação de Promoção da Igualdade Racial (Copir) da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), terá 180 horas e será realizado nos municípios de Altamira, Marabá, Monte Alegre, Bragança, Cametá, Curuçá e Conceição do Araguaia.
O objetivo é promover a valorização da cultura afro-brasileira e sua historicidade no Pará e no Brasil. O curso visa ainda preparar professores, técnicos e gestores para elaboração de currículos escolares que priorizem a produção de conhecimento sobre as culturas afro-brasileiras existentes na Amazônia. O curso será dividido em quatro módulos: História da África, o Negro na Amazônia: comunidades negras rurais e quilombolas atuais; Cultura e religião afro-brasileira; A poética afro-brasileira; Direitos humanos e racismo.
Em Santarém, a 5ª URE não sabia nada sobre o curso e nem soube explicar porque o município ficou de fora.
O objetivo é promover a valorização da cultura afro-brasileira e sua historicidade no Pará e no Brasil. O curso visa ainda preparar professores, técnicos e gestores para elaboração de currículos escolares que priorizem a produção de conhecimento sobre as culturas afro-brasileiras existentes na Amazônia. O curso será dividido em quatro módulos: História da África, o Negro na Amazônia: comunidades negras rurais e quilombolas atuais; Cultura e religião afro-brasileira; A poética afro-brasileira; Direitos humanos e racismo.
Em Santarém, a 5ª URE não sabia nada sobre o curso e nem soube explicar porque o município ficou de fora.
Muda chefia de gabinete de Ana Júlia mais uma vez
Na coluna “Repórter Diário”, do Diário do Pará:
O bancário Paulo Cunha, atual gerente da Sala das Prefeituras da Caixa Econômica Federal, em Brasília, será o novo chefe de gabinete da governadora Ana Júlia Carepa. Cunha, da tendência petista Democracia Socialista (DS), já foi diretor jurídico do Sindicato dos Bancários do Pará e Amapá, presidiu a Associação de Pessoal da Caixa (Apcef) no Pará por dois mandatos, foi secretário de Comunicação do PT e assessor da governadora quando esta ainda era senadora. Ele espera apenas a liberação da instituição para assumir o cargo, o que deve ocorrer ainda esta semana, quando deve chegar a Belém.
O bancário Paulo Cunha, atual gerente da Sala das Prefeituras da Caixa Econômica Federal, em Brasília, será o novo chefe de gabinete da governadora Ana Júlia Carepa. Cunha, da tendência petista Democracia Socialista (DS), já foi diretor jurídico do Sindicato dos Bancários do Pará e Amapá, presidiu a Associação de Pessoal da Caixa (Apcef) no Pará por dois mandatos, foi secretário de Comunicação do PT e assessor da governadora quando esta ainda era senadora. Ele espera apenas a liberação da instituição para assumir o cargo, o que deve ocorrer ainda esta semana, quando deve chegar a Belém.
Propaganda no rádio e na TV tem proibições expressas
Há proibições expressas na veiculação de propaganda eleitoral pelo rádio e pela TV, a partir desta terça-feira. Confira as principais:
* O candidato que veicular propaganda que degrade ou ridicularize outros candidatos pode perder o direito à veiculação do próximo programa. A Justiça Eleitoral ainda pode impedir a reapresentação da propaganda que ofender a honra de adversários, a moral e os bons costumes.
* Quem repetir conduta que já tenha sido punida pela Justiça Eleitoral poderá ter a propaganda suspensa temporariamente.
* É proibido usar trucagem, montagem ou outro recurso de áudio ou vídeo que, de alguma forma, degradem ou ridicularizem adversários. O partido ou coligação pode ser punido com a perda de tempo equivalente ao dobro do usado na propaganda ilícita. Também é proibida a veiculação de propaganda paga no rádio e na televisão.
* Não é permitido o uso do horário destinado à propaganda de prefeitos para exibir programa de vereadores e vice-versa. No horário de vereadores pode ser exibida legenda com referência a candidato a prefeito, bem como a foto deste candidato ao fundo.
(Fonte: Espaço Aberto)
* O candidato que veicular propaganda que degrade ou ridicularize outros candidatos pode perder o direito à veiculação do próximo programa. A Justiça Eleitoral ainda pode impedir a reapresentação da propaganda que ofender a honra de adversários, a moral e os bons costumes.
* Quem repetir conduta que já tenha sido punida pela Justiça Eleitoral poderá ter a propaganda suspensa temporariamente.
* É proibido usar trucagem, montagem ou outro recurso de áudio ou vídeo que, de alguma forma, degradem ou ridicularizem adversários. O partido ou coligação pode ser punido com a perda de tempo equivalente ao dobro do usado na propaganda ilícita. Também é proibida a veiculação de propaganda paga no rádio e na televisão.
* Não é permitido o uso do horário destinado à propaganda de prefeitos para exibir programa de vereadores e vice-versa. No horário de vereadores pode ser exibida legenda com referência a candidato a prefeito, bem como a foto deste candidato ao fundo.
(Fonte: Espaço Aberto)
domingo, 17 de agosto de 2008
sábado, 16 de agosto de 2008
Morreu, aos 94 anos, o cantor e compositor Dorival Caymmi
Um dos maiores criadores da música popular brasileira, Caymmi foi vítima de insufiência renal. Ele faleceu por volta das 6h deste sábado (16/08), em seu apartamento no Rio de Janeiro. Dorival se tratava de um câncer na bexiga há onze anos. De acordo com o filho, Danilo Caymmi, o horário e local do velório e sepultamento ainda não foram decididos. Ele disse que vai aguardar a chegada do irmão, Dori Caymmi, que mora no exterior.
Danilo deu a primeira entrevista sobre a morte a morte do pai à Rádio Nacional do Rio de Janeiro. Segundo ele, a família "tem uma gratidão muito grande Rádio Nacional, porque foi num show de calouros da emissora que Dorival Caymmi conheceu a mulher e companheira de toda a vida".Danilo disse ainda que a família atravessa por um momento muito difícil, já que a mãe, Stela Maris, está internada há três meses em coma. O músico acredita que o pai teve uma morte tranqüila, "baianamente como ele dizia".
(Com informações da Agência Estado)
Biografia
Dorival Caymmi, compositor baiano, nascido em 30 de abril de 1914, é responsável em grande parte pela imagem que a Bahia tem hoje em dia, seu estilo inimitável de compor e cantar influenciou várias gerações de músicos brasileiros. Em Salvador teve vários trabalhos antes de tentar a sorte como cantor de rádio, e como compositor ganhou um concurso de músicas de carnaval em 1936.
Dois anos mais tarde foi para o Rio de Janeiro com o objetivo de realizar o curso preparatório de Direito e talvez arranjar um emprego como jornalista, profissão que já havia exercido em Salvador. Mas, incentivado pelos amigos, muda de idéia e resolve enveredar para a música.
Primeiro, por obra do acaso, tem sua música O que é que a baiana tem? incluída no filme Banana da Terra, estrelado por Carmen Miranda. Em seguida sua música O mar foi colocada em um espetáculo promovido pela então primeira-dama Darcy Vargas. Daí em diante seu prestígio foi se ampliando.
Passou a atuar na Rádio Nacional, onde conheceu a cantora Stella Maris, com quem se casou em 1940 e permanece casado até hoje. Seus filhos Dori, Danilo e Nana também são músicos. As canções que celebrizaram Caymmi versam na maioria das vezes sobre temas praieiros ou sobre a Bahia e as belezas da terra, o que colaborou para fixar, de certa forma, uma imagem do Brasil para o exterior e para os próprios brasileiros.
Algumas das mais marcantes são A lenda do Abaeté, Promessa de pescador, É doce morrer no mar, Marina, Não tem solução, João Valentão, Maracangalha, Saudades de Itapoã, Doralice, Samba da minha terra, Lá vem a baiana, Suíte dos pescadores, Sábado em Copacabana, Nem eu, Nunca mais, Saudade da Bahia, Dora, Oração da Mãe Menininha , Rosa morena, Eu não tenho onde morar, Das rosas.
Em 60 anos de carreira, Dorival Caymmi gravou cerca de 20 discos, mas o número de versões de suas músicas feitas por outros intérpretes é praticamente incalculável. Sua obra, considerada pequena em quantidade, compensa essa falsa impressão com inigualável número de obras-primas
Danilo deu a primeira entrevista sobre a morte a morte do pai à Rádio Nacional do Rio de Janeiro. Segundo ele, a família "tem uma gratidão muito grande Rádio Nacional, porque foi num show de calouros da emissora que Dorival Caymmi conheceu a mulher e companheira de toda a vida".Danilo disse ainda que a família atravessa por um momento muito difícil, já que a mãe, Stela Maris, está internada há três meses em coma. O músico acredita que o pai teve uma morte tranqüila, "baianamente como ele dizia".
(Com informações da Agência Estado)
Biografia
Dorival Caymmi, compositor baiano, nascido em 30 de abril de 1914, é responsável em grande parte pela imagem que a Bahia tem hoje em dia, seu estilo inimitável de compor e cantar influenciou várias gerações de músicos brasileiros. Em Salvador teve vários trabalhos antes de tentar a sorte como cantor de rádio, e como compositor ganhou um concurso de músicas de carnaval em 1936.
Dois anos mais tarde foi para o Rio de Janeiro com o objetivo de realizar o curso preparatório de Direito e talvez arranjar um emprego como jornalista, profissão que já havia exercido em Salvador. Mas, incentivado pelos amigos, muda de idéia e resolve enveredar para a música.
Primeiro, por obra do acaso, tem sua música O que é que a baiana tem? incluída no filme Banana da Terra, estrelado por Carmen Miranda. Em seguida sua música O mar foi colocada em um espetáculo promovido pela então primeira-dama Darcy Vargas. Daí em diante seu prestígio foi se ampliando.
Passou a atuar na Rádio Nacional, onde conheceu a cantora Stella Maris, com quem se casou em 1940 e permanece casado até hoje. Seus filhos Dori, Danilo e Nana também são músicos. As canções que celebrizaram Caymmi versam na maioria das vezes sobre temas praieiros ou sobre a Bahia e as belezas da terra, o que colaborou para fixar, de certa forma, uma imagem do Brasil para o exterior e para os próprios brasileiros.
Algumas das mais marcantes são A lenda do Abaeté, Promessa de pescador, É doce morrer no mar, Marina, Não tem solução, João Valentão, Maracangalha, Saudades de Itapoã, Doralice, Samba da minha terra, Lá vem a baiana, Suíte dos pescadores, Sábado em Copacabana, Nem eu, Nunca mais, Saudade da Bahia, Dora, Oração da Mãe Menininha , Rosa morena, Eu não tenho onde morar, Das rosas.
Em 60 anos de carreira, Dorival Caymmi gravou cerca de 20 discos, mas o número de versões de suas músicas feitas por outros intérpretes é praticamente incalculável. Sua obra, considerada pequena em quantidade, compensa essa falsa impressão com inigualável número de obras-primas
Manchetes deste sábado do jornal O Estado do Tapajós
BANCOS DESCUMPREM HORÁRIO FIXADO PELO BANCO CENTRAL
ESCOLA VOLTA A FUNCIONAR COM A PRESENÇA DA PM
UFOPA RECEBE PATRIMÔNIO DA SUDAM
JUIZ LIBERA OS REGISTRO DE MARIA DO CARMO E LIRA MAIA
ESCOLA VOLTA A FUNCIONAR COM A PRESENÇA DA PM
UFOPA RECEBE PATRIMÔNIO DA SUDAM
JUIZ LIBERA OS REGISTRO DE MARIA DO CARMO E LIRA MAIA
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Planalto adia aumento para 300 mil servidores
Estava tudo certo para sair dentro de alguns dias a medida provisória com a qual o governo concederá reajuste salarial a mais de 300 mil funcionários públicos federais, de 54 diferentes categorias. Mas a MP não virá agora. Oficialmente, os acordos entraram numa espécie de revisão final. O fato, porém, é que, por questão política, o Palácio do Planalto teme oficializá-los valendo-se de uma MP. Por isso, estuda mandar um projeto de lei à Câmara. O presidente da Casa, Arlindo Chinaglia (PT-SP), ofereceu-se para intermediar o assunto com ministros, sindicalistas e deputados.(Correio Braziliense)
Pedro Fona e cultura japonesa serão destaques no Festival Folclórico do Colégio Dom Amando

Por Ormano Sousa
A partir do dia 20, durante quatro noites, o santareno e o visitante deSantarém, no oeste do Pará, terão a oportunidade de conhecer a realidadepluricultural da Amazônia, com a realização do XXXVI Festival Folclórico doColégio Dom Amando, educandário de 65 anos de tradição. Este ano, o festivaldará destaque ao artesão e artista plástico Pedro Fona, famoso pelaspinturas paisagísticas em cuias que ganharam o mundo. Também dará enfoque àcultura japonesa, em homenagem ao centenário da imigração japonesa aoBrasil, considerando o fato de que o município teve também uma grandecontribuição cultural e econômica desses imigrantes, com a produção de jutae hortifrutigranjeiros.
O artista Pedro Paulo Xavier Camargo, o Pedro Fona, faleceu, aos 86 anos, em18 de novembro do ano passado, levado pela debilidade física, motivo peloqual vivia retirado na chácara “Paraíso”, em São Brás, a 15 quilômetros dacidade. Deixou um legado artístico fabuloso, sobretudo na arte pintada nascuias que comercializava diretamente nos navios de turismo que aportavam emSantarém.
Uma referência artística desse artista também é o quadro “Justiça”que se encontra no Museu João Fona. Por sua arte, obteve reconhecimentomunicipal com a medalha Pe. João Felipe Bettendorf, em 1999. Os filhos herdaram o dom artístico do pai e hoje essa arte está na terceirageração da família.
A técnica da pintura em cuias deverá ser mostrada aovivo durante o festival, bem como peças produzidas pelo artista.
Da cultura japonesa, a Associação Nipônica de Santarém também teráparticipação durante o festival. Mostrando a dança como um elemento culturalvivo transmitido de gerações milenares, um grupo de japoneses deverá seapresentar durante o evento. Essa iniciativa caracteriza a variedadecultural que forma a composição social brasileira, notadamente amazônica.Uma série de danças regionais, latinas e européias vai montar esse mosaicocultural durante o festival folclórico.
Foto: Ormano Souza/ Peneira de fibras e cuia pintada em parede de barro de casa amazônica)
Adesão do Pará é pouco lembrada
Hoje o feriado é comemorativo à Adesão do Pará à Independência do Brasil que foi assinada em 15 de agosto de 1823, há 175 anos. O país era dividido em duas Capitanias: A província do Grão Pará e Maranhão, no norte, e a Província do Brasil, no sul, havendo pouca comunicação entre eles. O Pará tinha forte ligação com Portugal e pouco se relacionava com outras províncias do país. Ambas pertenciam à Coroa Portuguesa, mas eram autônomas.
“ O processo em si não foi muito heróico. O herói da adesão foi o almirante John Pascoe Grenfell, de apenas 23 anos, que conseguiu a adesão com um blefe. Ele disse, a mando do imperador Dom Pedro I, que uma esquadra comandada por ele chegaria à província do Grão Pará e forçaria a aceitar a separação definitiva entre Brasil e Portugal”, conta a professora de História da UFPA e diretora do arquivo público do Estado, Magda Ricci.
Segundo ela, a “adesão foi feita por um inglês numa situação de blefe, nada tão heróico”, ressalta. O fato aconteceu quase um ano depois da Independência do Brasil. A esquadra de Grenffel não deveria ir até o Norte, se limitando apenas até o Estado da Bahia, mas em 11 de agosto de 1823 o almirante chegou ao Porto de Salinas. No mesmo dia, uma assembléia foi formada no Palácio Lauro Sodré entre os governantes do Grão Pará, quando ficou decidido aderir à Independência com a condição de que os postos e cargos públicos fossem mantidos.
O documento que foi assinado quatro dias depois da assembléia, data escolhida para o feriado, faz parte do Arquivo Público do Estado do Pará. “O processo de adesão foi fundamental para a junção do Estado do Brasil com a Província do Pará”, relata. Segundo Ricci, o significado da adesão é de “Luta política dela e de liberdade de expressão”. Para a professora, o “significado social e político da data é pouco divulgado. Deveriam chamar mais atenção neste momento para a cidadania”.
Três meses depois, aconteceu a revolta do Brigue Palhaço, onde 256 pessoas foram presas e mortas asfixiadas com cal dentro de um navio. “Não existiam prisões na época e os prisioneiros ficavam dentro de corvetas ou de navios. Essas pessoas mortas tinham aderido, mas foram reprimidas por fazerem uma revolta por terem visto que a Adesão não cumprira algumas exigências populares”, comenta Ricci.
(Texto: Liandro Brito/Diário do Pará)
“ O processo em si não foi muito heróico. O herói da adesão foi o almirante John Pascoe Grenfell, de apenas 23 anos, que conseguiu a adesão com um blefe. Ele disse, a mando do imperador Dom Pedro I, que uma esquadra comandada por ele chegaria à província do Grão Pará e forçaria a aceitar a separação definitiva entre Brasil e Portugal”, conta a professora de História da UFPA e diretora do arquivo público do Estado, Magda Ricci.
Segundo ela, a “adesão foi feita por um inglês numa situação de blefe, nada tão heróico”, ressalta. O fato aconteceu quase um ano depois da Independência do Brasil. A esquadra de Grenffel não deveria ir até o Norte, se limitando apenas até o Estado da Bahia, mas em 11 de agosto de 1823 o almirante chegou ao Porto de Salinas. No mesmo dia, uma assembléia foi formada no Palácio Lauro Sodré entre os governantes do Grão Pará, quando ficou decidido aderir à Independência com a condição de que os postos e cargos públicos fossem mantidos.
O documento que foi assinado quatro dias depois da assembléia, data escolhida para o feriado, faz parte do Arquivo Público do Estado do Pará. “O processo de adesão foi fundamental para a junção do Estado do Brasil com a Província do Pará”, relata. Segundo Ricci, o significado da adesão é de “Luta política dela e de liberdade de expressão”. Para a professora, o “significado social e político da data é pouco divulgado. Deveriam chamar mais atenção neste momento para a cidadania”.
Três meses depois, aconteceu a revolta do Brigue Palhaço, onde 256 pessoas foram presas e mortas asfixiadas com cal dentro de um navio. “Não existiam prisões na época e os prisioneiros ficavam dentro de corvetas ou de navios. Essas pessoas mortas tinham aderido, mas foram reprimidas por fazerem uma revolta por terem visto que a Adesão não cumprira algumas exigências populares”, comenta Ricci.
(Texto: Liandro Brito/Diário do Pará)
Decisão sobre registro de Maria e Lira Maia vai para o TRE
Tanto o Democrtas quanto o PT recorreram, ontem, no início da noite, da decisão do juiz eleitoal Sílvio Maria que deferiu o registro das candidaturas de Maria do Carmo e Lira Maia.
Na última terça-feira o juiz havia concedido o registro a ambos os candidatos que foram impugnados pelas coligações adversárias.
Na última terça-feira o juiz havia concedido o registro a ambos os candidatos que foram impugnados pelas coligações adversárias.
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Juiz manda reintegrar médico e enfermeira demitidos por ordem de Maria do Carmo
O Justiça Eleitoral determinou hoje a reintegração ao serviço do médico Júlio Cezar Imbiriba e da enfermeira Simone.
Os dois funcionários do hospital municipal foram dispensados de suas funções já durante o período eleitoral que veda a dispensa de funcionários por agentes públicos.
Júlio Cezar foi dispensado um dia após conceder entrevista relatando a falta de médicos plantonistas no HMS e de ter participado da convenção municipal do Democratas que homologou o nome do deputado Lira Maia como candidato de oposição à prefeita Maria do Carmo, que tenta a reeleição.
Os dois funcionários do hospital municipal foram dispensados de suas funções já durante o período eleitoral que veda a dispensa de funcionários por agentes públicos.
Júlio Cezar foi dispensado um dia após conceder entrevista relatando a falta de médicos plantonistas no HMS e de ter participado da convenção municipal do Democratas que homologou o nome do deputado Lira Maia como candidato de oposição à prefeita Maria do Carmo, que tenta a reeleição.
Ferro e trabalho
Em rápida entrevista após a solenidade de inauração da segunda etapa da Alunorte, em Barcarena, a governadora Ana Júlia comentou o anúncio da Vale em construir uma usina siderúrgica em Marabá, cuja inauguração está prevista para 2012.
Ana Júlia afirmou que a obra vai gerar de 15 mil a 20 empregos diretos, além de agregar outras empresas de metalurgia pesada. "Estamos transformando ferro em trabalho', comemorou a governadora.
Ana Júlia afirmou que a obra vai gerar de 15 mil a 20 empregos diretos, além de agregar outras empresas de metalurgia pesada. "Estamos transformando ferro em trabalho', comemorou a governadora.
Dilma garante Belo Monte
A ministra-chefe da Casa Civil Dilma Roussef garanitiu agora à tarde em Barcarena que a hidrelétrica de Belo Monte sairá do papel tão logo sejam iniciadas as obras das represas de Santo Antônio e Jirau, no rio Madeira.
Porto de Santarém será ampliado
O secretário nacional de portos Pedro Brito anunciou há pouco, em Barcarena, onde o presidente Lula e o presidente da Vale Roger Agnelli inauguraran a expansão da refinaria de alumina da Alunorte, que o porto de Santarém será ampliado para se transformar em um dos principais corredores de exportação de grãos produzidos no Mato Grosso e Pará.
Memória de Santarém- Por Lúcio Flávio Pinto
Baile em Belém
No número 299 da avenida Braz de Aguiar funcionava um hotel, o Januvalle, que em 1958, durante o jantar dançante que realizava todos os dias, homenagearia o conjunto musical Os Mocorongos, “o mais afamado de Belém”. O violonista Sebastião Tapajós era um dos integrantes do conjunto, formado por santarenos. Era exigido o traje passeio completo (paletó e gravata). Era o traço sofisticado da cidade.
Por incrível que pareça, os “amplos salões” do Teatro da Paz eram abertos na mesma semana para uma “reunião dançante” promovida pelo Atlético Belenense. Não dá nem para pensar nos salões da casa de ópera ocupados por mesas (vendidas na Casa das Meias e na Barbearia do Hotel Central) e em dançarinos evoluindo ao som da orquestra da Rádio Marajoara, sob a direção do maestro Silézio Queiroz. Era o lado predador da cidade, que se desenvolveria depois da Segunda Guerra Mundial, sob inspiração do pragmatismo e funcionalismo dos vencedores.
No número 299 da avenida Braz de Aguiar funcionava um hotel, o Januvalle, que em 1958, durante o jantar dançante que realizava todos os dias, homenagearia o conjunto musical Os Mocorongos, “o mais afamado de Belém”. O violonista Sebastião Tapajós era um dos integrantes do conjunto, formado por santarenos. Era exigido o traje passeio completo (paletó e gravata). Era o traço sofisticado da cidade.
Por incrível que pareça, os “amplos salões” do Teatro da Paz eram abertos na mesma semana para uma “reunião dançante” promovida pelo Atlético Belenense. Não dá nem para pensar nos salões da casa de ópera ocupados por mesas (vendidas na Casa das Meias e na Barbearia do Hotel Central) e em dançarinos evoluindo ao som da orquestra da Rádio Marajoara, sob a direção do maestro Silézio Queiroz. Era o lado predador da cidade, que se desenvolveria depois da Segunda Guerra Mundial, sob inspiração do pragmatismo e funcionalismo dos vencedores.
Lista misteriosa
Causou mal-estar entre os deputados na Assembléia Legislativa, quarta-feira, na sessão que aprovou o empréstimo de 1,5 milhão de reais para transporte escolar, a atitude do deputado André Dias de mostrar em plenário a lista de presença da comissão de finanças que revelava o quorum baixo da reuniãoo que deu parecer favorável ao empréstimo.
André alegou que não houve quorum e por isso o presidente Domingos Juvenil exigiu que a denúncia fosse formalizada.
André só não explicar como conseguiu a lista, o que provocou protestos do líder do governo Airton Faleiro.
André alegou que não houve quorum e por isso o presidente Domingos Juvenil exigiu que a denúncia fosse formalizada.
André só não explicar como conseguiu a lista, o que provocou protestos do líder do governo Airton Faleiro.
STF disciplina uso de algemas
Em O Globo:
O Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou ontem uma súmula para restringir o uso de algemas e punir autoridades que abusem do recurso. O texto estabelece que o agente público que usar indevidamente as algemas poderá responder a ação penal e a processo administrativo, além de ter que pagar indenização a quem passar pelo constrangimento. Além disso, a prisão poderá ser anulada, assim como os resultados das investigações que levaram às prisões.
A súmula estabelece que o acusado só pode ser algemado se resistir à prisão, se ameaçar agredir alguém, demonstrar intenção de fugir ou, ainda, como forma de proteção à integridade física do próprio preso. Se o policial considerar necessário o uso de algemas, terá que justificar sua opção por escrito, enquadrando o caso em uma das hipóteses previstas pelo STF.
A súmula tem caráter vinculante - ou seja, deverá ser cumprida pela administração pública, por policiais e também servirá de parâmetro para juízes de todo o país ao decidir questões sobre o tema. Ela impede que o STF tenha de julgar o assunto novamente.
Mais aqui.
O Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou ontem uma súmula para restringir o uso de algemas e punir autoridades que abusem do recurso. O texto estabelece que o agente público que usar indevidamente as algemas poderá responder a ação penal e a processo administrativo, além de ter que pagar indenização a quem passar pelo constrangimento. Além disso, a prisão poderá ser anulada, assim como os resultados das investigações que levaram às prisões.
A súmula estabelece que o acusado só pode ser algemado se resistir à prisão, se ameaçar agredir alguém, demonstrar intenção de fugir ou, ainda, como forma de proteção à integridade física do próprio preso. Se o policial considerar necessário o uso de algemas, terá que justificar sua opção por escrito, enquadrando o caso em uma das hipóteses previstas pelo STF.
A súmula tem caráter vinculante - ou seja, deverá ser cumprida pela administração pública, por policiais e também servirá de parâmetro para juízes de todo o país ao decidir questões sobre o tema. Ela impede que o STF tenha de julgar o assunto novamente.
Mais aqui.
Inquérito sobre agressão em Altamira está parado
No Amazônia:
O inquérito aberto pela Polícia Federal para apurar o episódio em que índios ligados ao Conselho Indigenista Missionário (Cimi) agrediram um engenheiro da Eletrobrás, em Altamira, está em banho-maria. As investigações estão paradas porque, até hoje, mais de dois meses após a agressão sofrida pelo engenheiro Paulo Fernando Vieira Souto Resende, a Fundação Nacional do Índio (Funai) não indicou um antropólogo para elaborar um laudo solicitado pela PF, para verificar se o uso de facões faz parte da cultura dos índios caiapós, responsáveis pela agressão.
Segundo informações do delegado Eduardo Jorge, que conduz as investigações, a Polícia Federal solicitou à Funai que indicasse um pesquisador para que fosse elaborado um laudo antropólogo, que confirmasse ou não que os caiapós têm o facão como parte de sua cultura. 'O inquérito está parado aguardando que a Funai indique este antropólogo', informou, acrescentando que a fundação alega que não possui em seus quadros nenhuma pessoa especialista em cultura caiapó.
A agressão aconteceu no dia 20 de maio, despertando imediata reação da opinião pública mundial. A PF abriu inquérito para apurar o incidente e descobriu que as entidades organizadoras do evento, lideradas pelo Cimi, haviam comprado os facões usados pelos índios na agressão.
O inquérito aberto pela Polícia Federal para apurar o episódio em que índios ligados ao Conselho Indigenista Missionário (Cimi) agrediram um engenheiro da Eletrobrás, em Altamira, está em banho-maria. As investigações estão paradas porque, até hoje, mais de dois meses após a agressão sofrida pelo engenheiro Paulo Fernando Vieira Souto Resende, a Fundação Nacional do Índio (Funai) não indicou um antropólogo para elaborar um laudo solicitado pela PF, para verificar se o uso de facões faz parte da cultura dos índios caiapós, responsáveis pela agressão.
Segundo informações do delegado Eduardo Jorge, que conduz as investigações, a Polícia Federal solicitou à Funai que indicasse um pesquisador para que fosse elaborado um laudo antropólogo, que confirmasse ou não que os caiapós têm o facão como parte de sua cultura. 'O inquérito está parado aguardando que a Funai indique este antropólogo', informou, acrescentando que a fundação alega que não possui em seus quadros nenhuma pessoa especialista em cultura caiapó.
A agressão aconteceu no dia 20 de maio, despertando imediata reação da opinião pública mundial. A PF abriu inquérito para apurar o incidente e descobriu que as entidades organizadoras do evento, lideradas pelo Cimi, haviam comprado os facões usados pelos índios na agressão.
Carne não baixa de preço
O gado da região da Br-163 está sendo levado para o estado do Mato Grosso.
Lá, o governador Blairo Maggi garante apoio integral aos criadores paraenses, o que não ocorre no Pará.
Por isso, a carne que já subiu 34% este ano dá sinais que vai continuar cada vez mais cara.
Lá, o governador Blairo Maggi garante apoio integral aos criadores paraenses, o que não ocorre no Pará.
Por isso, a carne que já subiu 34% este ano dá sinais que vai continuar cada vez mais cara.
Vale anuncia siderúrgica hoje
O presidente da Vale, Roger Agnelli, anuncia hoje pela manhã no município de Barcarena, em visita ao complexo industrial da Albrás/Alunorte, investimentos de cerca de cinco bilhões de dólares em três grandes projetos no Pará. Os novos empreendimentos vão gerar mais de vinte mil empregos ao longo da fase de implantação, permitindo uma notável expansão do mercado local de trabalho e beneficiando mais diretamente as populações sul e sudeste do Estado.Com Roger Agnelli, estarão também em Barcarena, para avalizar o anúncio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a governadora Ana Júlia Carepa, cujas gestões junto à direção da Vale foram decisivas para viabilizar esse pacote adicional de investimentos no Estado. Roger Agnelli vai anunciar oficialmente, na ocasião, a implantação, no município de Marabá, de uma usina siderúrgica de grande porte, tida desde já como um marco muito forte do ciclo industrial que, ao longo das próximas décadas, deverá sacudir a economia do Estado.
(Fonte: Diário do Pará)
(Fonte: Diário do Pará)
Protesto contra violência no trânsito de Santarém
A Escola Arte de Educar faz hoje de manhã uma manifestação para protestar contra os abusos e violência no trânsito na avenida São Sebastião, em cuja avenida estão situadas muitas escolas de educação infantil.
Nesse trecho, ônibus, carros e motos passam em alta velocidade, e inúmeras vezes as freadas bruscas e os acidentes são inevitáveis. Como a escola atende a crianças, através do Projeto Vivendo Sempre em Paz, a direção observou junto com os estudantes o trânsito em frente a escola e foram detectadas várias infrações.
Já foi solicitado a CMT a escala de guardas de trânsito, a colocação de mais placas e faixas de pedestres, mas nada foi feito, lamenta a direção da escola. Por isso, a intenção do protesto é juntar as escolas daquela avennida para chamar a atenção dos maus condutores e sociedade em geral.
Nesse trecho, ônibus, carros e motos passam em alta velocidade, e inúmeras vezes as freadas bruscas e os acidentes são inevitáveis. Como a escola atende a crianças, através do Projeto Vivendo Sempre em Paz, a direção observou junto com os estudantes o trânsito em frente a escola e foram detectadas várias infrações.
Já foi solicitado a CMT a escala de guardas de trânsito, a colocação de mais placas e faixas de pedestres, mas nada foi feito, lamenta a direção da escola. Por isso, a intenção do protesto é juntar as escolas daquela avennida para chamar a atenção dos maus condutores e sociedade em geral.
Alforria
Sebastião Imbiriba
Na página 89 da edição de março de 2007 da Revista de História da Biblioteca Nacional, encontrei notícia de carta da alforria passada pelo jovem proprietário de uma escrava.
A incongruência e imoralidade de uma sociedade escravista me fazem usar palavras do alforriante ao transformar drama em poesia.
Alforria
Neste ano da Graça de 1869,
Perante o Notário
Da comarca de Campinas,
Província de São Paulo,
Digo eu,
Isidoro Gurgel Mascarenhas,
Que, entre os mais bens que possuo,
Sou senhor
E possuidor
De uma escrava,
De nome Ana,
Que herdei de meu pai,
Lucio Gurgel Mascarenhas.
E, como a referida escrava é minha...
Verificando-se minha maioridade, hoje,
Pelo casamento, de ontem,
Por isto achando-me com direito,
Concedo à referida...Plena liberdade,
A qual concedo de todo meu coração,
Pois que, Ana, escrava minha,
Que foi de meu pai,
É também... minha Mãe.
Na página 89 da edição de março de 2007 da Revista de História da Biblioteca Nacional, encontrei notícia de carta da alforria passada pelo jovem proprietário de uma escrava.
A incongruência e imoralidade de uma sociedade escravista me fazem usar palavras do alforriante ao transformar drama em poesia.
Alforria
Neste ano da Graça de 1869,
Perante o Notário
Da comarca de Campinas,
Província de São Paulo,
Digo eu,
Isidoro Gurgel Mascarenhas,
Que, entre os mais bens que possuo,
Sou senhor
E possuidor
De uma escrava,
De nome Ana,
Que herdei de meu pai,
Lucio Gurgel Mascarenhas.
E, como a referida escrava é minha...
Verificando-se minha maioridade, hoje,
Pelo casamento, de ontem,
Por isto achando-me com direito,
Concedo à referida...Plena liberdade,
A qual concedo de todo meu coração,
Pois que, Ana, escrava minha,
Que foi de meu pai,
É também... minha Mãe.
Jogo de xadrez
Bellini Tavares de Lima Neto
Advogado
Parece mentira, mas a série DE VOLTA PARA O FUTURO já tem mais de 20 anos. Aliás, 23 anos para ser mais exato. Na época fez tanto sucesso que garantiu dois outros filmes além do primeiro. Só mesmo no terceiro episódio da série o autor resolveu destruir o carrão que um cientista meio esquisito transformou em máquina do tempo. Para quem não sabe, tudo começou com um adolescente que, para fugir de uns terroristas malucos, embarca no carrão construído pelo professor igualmente maluco e, sem querer, vai parar em 1955. Para tentar voltar ao seu tempo, o garoto vai procurar pelo professor que havia inventado a máquina. O sujeito está 30 anos mais jovem. Os pais do garoto também e ainda mal se conheciam. Um dos pontos de maior destaque na história é a enorme preocupação do cientista para impedir que o garoto alterasse qualquer coisa no passado, pois isso iria necessariamente interferir no futuro e mudar o curso da história. É claro que acaba havendo uma mexidinha sóbria e que modifica para melhor a situação do jovem no futuro, mas esse receio do cientista é o que vai gerar a maior parte da trama nos três filmes.
Apesar da ficção ou, talvez, até por isso mesmo, é realmente fascinante observar como um fato, uma circunstância qualquer pode dar um determinado rumo a uma vida inteira. Da mesma forma é fascinante perceber como todas as atitudes, todos os comportamentos, necessariamente têm conseqüências, estão entrelaçados. Não é à-toa que esses temas acabam estimulando tantas histórias de ficção e mistério. É impressionante como um gesto, uma palavra, uma conduta, um procedimento, vão gerar outros gestos, palavras, condutas, procedimentos e outros e outros numa cadeia de assustar. Basta mudar um elo da corrente e tudo pode se tornar completamente diferente. Daí porque é tão importante que as pessoas reflitam sobre o que fazem, o que dizem, como agem. A postura do pai vai, de alguma forma, em maior ou menor escala, interferir no filho. Todos nós somos um pouco do que são ou foram os nossos pais, assim como nossos filhos vão ser um pouco de nós. Que responsabilidade, hein?
“O jornal “O ESTADO DE SÃO PAULO” do dia 11 de agosto de 2008 publicou um artigo do jornalista Carlos Alberto di Franco sob o título ‘FICHA SUJA E DESENCANTO JUVENIL”. É claro que o tema é a recente decisão do STF sobre os candidatos a cargos eletivos e que também tem o hábito de freqüentar páginas policiais ou súmulas de indisciplina. Dado extremamente triste no artigo é a constatação de que em 2004 havia 3.600.000 eleitores na faixa de idade dos 16 e 17 anos. Em 2008 esse número caiu para 2.900.000. É uma queda de 19%. E o jornalista ainda esclarece que se em 2004 éramos 121 milhões de eleitores, hoje somos 130 milhões. Ou seja, o eleitorado aumentou, mas em compensação, o número de eleitores jovens diminuiu. Frase do brilhante jornalista: “a esperança juvenil encolheu”.
O mesmo jornal, na mesma edição assina um editorial sob o título “ESPERTEZA COM A DÍVIDA RURAL” em que comenta que a Câmara dos Deputados aprovou Medida Provisória que reduz a taxa de juros sobre dívidas de produtores rurais. Trata-se de dívidas vencidas e não pagas. A redução foi da ordem de 13%. Dessa maneira, aqueles produtores rurais que tomaram financiamentos oficiais e pagaram suas dívidas nos prazos estabelecidos estão vedo seus colegas caloteiros levando uma considerável vantagem.
Esse episódio é um grão de areia nesse nosso deserto de espeanças, uma gota nesse mar de lama. Todos os dias a imprensa despeja em nossas cabeças essas verdadeiras pérolas de conteúdo ético com que a classe política brinda a população e a sociedade. E como se vê, não é preciso refletir muito para se perceber como os atos se entrelaçam, como anda em pleno vigor a conhecida lei da ação e reação. E produzindo todos os efeitos de que é capaz. Os números estão estampados na nossa frente. Em dado momento, mesmo sem obrigação legal, os jovens foram buscar seus títulos de eleitores e assim começar sua participação cívica na sociedade. Em apenas quatros anos começam a mostrar seu desencanto, a se dar conta de que isso é só um engodo, uma farsa, uma perda de tempo. Já que dia de eleição é feriado, veja lá se vale a pena ficar em casa para votar se o garotão ou a garotinha podem curtir uma balada ou pegar uma onda na praia. Na ordem de importância, qualquer coisa está à frente desse teatrinho mambembe em que vão se transformando as eleições.
Pois é, são aquelas mesmas eleições que foram objeto de lutas durante quase três décadas. Alguém se lembra das “Diretas já”? Quem participou daquilo deve estar vermelho de vergonha. Será que o cientista maluco do filme pode nos ajudar? Será que existe um jeito de construir uma máquina que mostre a todos que a cada ação corresponde uma reação? E tem que ser depressa porque desse jeito não vai haver como voltar pra o futuro. Que futuro?
11 de agosto de 2008
Advogado
Parece mentira, mas a série DE VOLTA PARA O FUTURO já tem mais de 20 anos. Aliás, 23 anos para ser mais exato. Na época fez tanto sucesso que garantiu dois outros filmes além do primeiro. Só mesmo no terceiro episódio da série o autor resolveu destruir o carrão que um cientista meio esquisito transformou em máquina do tempo. Para quem não sabe, tudo começou com um adolescente que, para fugir de uns terroristas malucos, embarca no carrão construído pelo professor igualmente maluco e, sem querer, vai parar em 1955. Para tentar voltar ao seu tempo, o garoto vai procurar pelo professor que havia inventado a máquina. O sujeito está 30 anos mais jovem. Os pais do garoto também e ainda mal se conheciam. Um dos pontos de maior destaque na história é a enorme preocupação do cientista para impedir que o garoto alterasse qualquer coisa no passado, pois isso iria necessariamente interferir no futuro e mudar o curso da história. É claro que acaba havendo uma mexidinha sóbria e que modifica para melhor a situação do jovem no futuro, mas esse receio do cientista é o que vai gerar a maior parte da trama nos três filmes.
Apesar da ficção ou, talvez, até por isso mesmo, é realmente fascinante observar como um fato, uma circunstância qualquer pode dar um determinado rumo a uma vida inteira. Da mesma forma é fascinante perceber como todas as atitudes, todos os comportamentos, necessariamente têm conseqüências, estão entrelaçados. Não é à-toa que esses temas acabam estimulando tantas histórias de ficção e mistério. É impressionante como um gesto, uma palavra, uma conduta, um procedimento, vão gerar outros gestos, palavras, condutas, procedimentos e outros e outros numa cadeia de assustar. Basta mudar um elo da corrente e tudo pode se tornar completamente diferente. Daí porque é tão importante que as pessoas reflitam sobre o que fazem, o que dizem, como agem. A postura do pai vai, de alguma forma, em maior ou menor escala, interferir no filho. Todos nós somos um pouco do que são ou foram os nossos pais, assim como nossos filhos vão ser um pouco de nós. Que responsabilidade, hein?
“O jornal “O ESTADO DE SÃO PAULO” do dia 11 de agosto de 2008 publicou um artigo do jornalista Carlos Alberto di Franco sob o título ‘FICHA SUJA E DESENCANTO JUVENIL”. É claro que o tema é a recente decisão do STF sobre os candidatos a cargos eletivos e que também tem o hábito de freqüentar páginas policiais ou súmulas de indisciplina. Dado extremamente triste no artigo é a constatação de que em 2004 havia 3.600.000 eleitores na faixa de idade dos 16 e 17 anos. Em 2008 esse número caiu para 2.900.000. É uma queda de 19%. E o jornalista ainda esclarece que se em 2004 éramos 121 milhões de eleitores, hoje somos 130 milhões. Ou seja, o eleitorado aumentou, mas em compensação, o número de eleitores jovens diminuiu. Frase do brilhante jornalista: “a esperança juvenil encolheu”.
O mesmo jornal, na mesma edição assina um editorial sob o título “ESPERTEZA COM A DÍVIDA RURAL” em que comenta que a Câmara dos Deputados aprovou Medida Provisória que reduz a taxa de juros sobre dívidas de produtores rurais. Trata-se de dívidas vencidas e não pagas. A redução foi da ordem de 13%. Dessa maneira, aqueles produtores rurais que tomaram financiamentos oficiais e pagaram suas dívidas nos prazos estabelecidos estão vedo seus colegas caloteiros levando uma considerável vantagem.
Esse episódio é um grão de areia nesse nosso deserto de espeanças, uma gota nesse mar de lama. Todos os dias a imprensa despeja em nossas cabeças essas verdadeiras pérolas de conteúdo ético com que a classe política brinda a população e a sociedade. E como se vê, não é preciso refletir muito para se perceber como os atos se entrelaçam, como anda em pleno vigor a conhecida lei da ação e reação. E produzindo todos os efeitos de que é capaz. Os números estão estampados na nossa frente. Em dado momento, mesmo sem obrigação legal, os jovens foram buscar seus títulos de eleitores e assim começar sua participação cívica na sociedade. Em apenas quatros anos começam a mostrar seu desencanto, a se dar conta de que isso é só um engodo, uma farsa, uma perda de tempo. Já que dia de eleição é feriado, veja lá se vale a pena ficar em casa para votar se o garotão ou a garotinha podem curtir uma balada ou pegar uma onda na praia. Na ordem de importância, qualquer coisa está à frente desse teatrinho mambembe em que vão se transformando as eleições.
Pois é, são aquelas mesmas eleições que foram objeto de lutas durante quase três décadas. Alguém se lembra das “Diretas já”? Quem participou daquilo deve estar vermelho de vergonha. Será que o cientista maluco do filme pode nos ajudar? Será que existe um jeito de construir uma máquina que mostre a todos que a cada ação corresponde uma reação? E tem que ser depressa porque desse jeito não vai haver como voltar pra o futuro. Que futuro?
11 de agosto de 2008
Juruti formalizará Conselho de Sustentabilidade
A Secretaria Executiva do Conselho Provisório Juruti Sustentável prepara para os dias 20 e 21 deste mês de Agosto a primeira Assembléia Geral para a estruturação definitiva da Instituição. A reunião será realizada no Salão Dom Bosco, em Juruti, e entre outros objetivos avaliará os trabalhos das câmaras técnicas nos últimos seis meses, desde que foi instalado o Conselho Provisório, e redefinirá as prioridades para os próximos meses de 2008. O Conselho Provisório Juruti Sustentável resulta de um trabalho de articulação e união de esforços que começou em Setembro de 2007, durante a realização da I Oficina de Integração de Juruti.
O Conselho é formado por representantes de três empresas, três representantes do poder público e nove da sociedade civil, além de suplentes. As oito câmaras técnicas que captam e debatem as demandas sociais para subsidiar o Conselho são nas áreas de Saúde; Educação; Meio Ambiente; Segurança; Infra-estrutura e Saneamento; Cultura e Turismo; Desenvolvimento Rural; e Economia e Trabalho.
A criação da Instituição em Juruti é considerada, por muitos, um novo exemplo a ser seguido em outros municípios, pois se trata de um órgão consultivo e observador do conjunto de atividades promovidas, seja por empresas ou poder público, para o desenvolvimento sustentável de Juruti – incluindo o próprio empreendimento de mineração de bauxita da Alcoa, além dos Programas de Controle Ambiental (PCAs) e a Agenda Positiva, ambos desenvolvidos pela Companhia. Para o Gerente de Sustentabilidade e Assuntos Institucionais da Alcoa Mina de Juruti, Mauricio Macedo, o Conselho é uma nova jurisprudência em termos de diálogo social. “Juruti não é somente município minerador, mas também uma cidade com suas próprias habilidades sociais e econômicas”.
(Fonte: Alcoa)
O Conselho é formado por representantes de três empresas, três representantes do poder público e nove da sociedade civil, além de suplentes. As oito câmaras técnicas que captam e debatem as demandas sociais para subsidiar o Conselho são nas áreas de Saúde; Educação; Meio Ambiente; Segurança; Infra-estrutura e Saneamento; Cultura e Turismo; Desenvolvimento Rural; e Economia e Trabalho.
A criação da Instituição em Juruti é considerada, por muitos, um novo exemplo a ser seguido em outros municípios, pois se trata de um órgão consultivo e observador do conjunto de atividades promovidas, seja por empresas ou poder público, para o desenvolvimento sustentável de Juruti – incluindo o próprio empreendimento de mineração de bauxita da Alcoa, além dos Programas de Controle Ambiental (PCAs) e a Agenda Positiva, ambos desenvolvidos pela Companhia. Para o Gerente de Sustentabilidade e Assuntos Institucionais da Alcoa Mina de Juruti, Mauricio Macedo, o Conselho é uma nova jurisprudência em termos de diálogo social. “Juruti não é somente município minerador, mas também uma cidade com suas próprias habilidades sociais e econômicas”.
(Fonte: Alcoa)
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