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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Sema acompanha e fiscaliza estudo do aquífero Alter do Chão


Uma Comissão Técnica de Acompanhamento e Fiscalização, formada por técnicos da Agência Nacional das Águas (ANA) e representantes das Secretarias de Meio Ambiente do Pará, Amazonas, Rondônia, Acre e Amapá, foi constituída para acompanhar e fiscalizar o estudo denominado Avaliação dos Aquíferos das Bacias Sedimentares da Província Hidrogeológica Amazonas(aquífero Alter do Chão) iniciado em junho pela ANA, através do consórcio Techne/Projetec.

O estudo visa a geração de conhecimento hidrogeológico sobre os principais sistemas aquíferos da região e também em cinco áreas urbanas - cidades de Macapá, Porto Velho, Rio Branco, Santarém e Tabatinga. A partir deste trabalho será possível atuar na proteção ambiental e gestão sustentável das águas subterrâneas na região amazônica, contando-se também com a participação de países vizinhos.

Ao final dos trabalhos, o Pará terá à disposição produtos que poderão auxiliar na gestão das águas subterrâneas do seu território, principalmente no apoio ao instrumento de Outorga – concessão para utilização da água -, onde estão em destaque a caracterização da hidrogeologia dos sistemas aquíferos das Bacias Sedimentares da Província Hidrogeológica Amazonas, com maior ênfase nos aquíferos Alter do Chão, Solimões e Içá; a elaboração de Mapa Hidrogeológico da área urbana de Santarém; e a preparação de proposta de um plano de implementação de projeto para proteção ambiental e gestão sustentável das águas subterrâneas na região amazônica. (Fonte: Ascom Sema)

segunda-feira, 27 de junho de 2011

ANA contrata consultoria do Banco Mundial para dimensionar aqüífero Alter-do-Chão


Diante das notícias alarmistas difundidas por alguns blogs que reproduzem as declarações de um professor da UFPA dando conta que o aquífero Alter do Chão teria sido entregue a pesquisadores estrangeiros, ameaçando a soberania brasileira, o Blog do Estado publica reportagem acerca do assunto, obtida de fonte oficial, dia 5 de junho deste ano:

Miguel Oliveira
Enviado especial a Porto Velho

A Agência Nacional de Águas(ANA), órgão regulador do uso e exploração dos recursos hídricos no Brasil contratou no ano passado, junto ao Banco Mundial, uma consultoria internacional para dimensionar  a extensão e a reserva de água doce do Aquífero Alter-do-Chão, identificado no ano passado na região de Manaus até Santarém, no oeste do Pará. A informação é do coordenador de Produção de Águas da ANA Flávio de Carvalho, que esteve em Porto Velho, esta semana, participando do II Encontro de Jornalistas da Região Norte, promovido pela Fundação Banco do Brasil.

Segundo Flávio de Carvalho, a agência ainda analisa com reservas o potencial e o uso imediato dessas águas subterrâneas, a exceção do município de Manaus, onde os poços profundos de captação da empresa amazonense de saneamento já  bombeiam a água do aqüífero Alter-do-Chão. “ A ANA considera o aqüífero Alter-do-Chão uma reserva estratégia para o Brasil, mas em relação ao aqüífero Guarany há um desvantagem, pois a região onde se encontra é remota, com pouca população e grande oferta de água superficial”, explicou Carvalho.

“O Aquífero Guarny está assentado sob diversos países e regiões densamente povoadas da América do Sul e por isso sua exploração tem prioridade nas atividades da agência reguladora, ao contrário do aqüífero Alter do Chão”, ponderou o coordenador.

Quanto a qualidade da água e o grau de dificuldade para sua exploração subterrânea, Carvalho explicou que o aqüífero Alter do Chão leva vantagem se comparado ao Guarany.“ A água do Guarany é cristalina, isto é, a água está dentro ou nas fissuras das rochas, o que dificulta um pouco sua exploração. Já o aqüífero Alter-do-Chão tem a água  em bacias sedimentares, de mais fácil captação”, comparou o coordenador da ANA.

Flávio de Carvalho voltou a defender o fortalecimento dos comitês de bacias hidrográficas para a definição do uso sustentável dos recursos hídricos brasileiros. Os comitês são formados pelo governo, entidades da sociedade civil e empresários e têm a função de definir normas para a utilização da água para consumo humano e seu uso industrial ou agrícola.

A experiência bem sucedida de comitê de bacias são as do rio Paraíba do Sul(São Paulo e Rio de Janeiro) e rio das Velhas( Minas Gerais).

domingo, 5 de junho de 2011

ANA contrata consultoria do Banco Mundial para dimensionar aqüífero Alter-do-Chão

Miguel Oliveira
Enviado especial a Porto Velho

A Agência Nacional de Águas(ANA), órgão regulador do uso e exploração dos recursos hídricos no Brasil contratou no ano passado, junto ao Banco Mundial, uma consultoria internacional para dimensionar  a extensão e a reserva de água doce do Aquífero Alter-do-Chão, identificado no ano passado na região de Manaus até Santarém, no oeste do Pará. A informação é do coordenador de Produção de Águas da ANA Flávio de Carvalho, que esteve em Porto Velho, esta semana, participando do II Encontro de Jornalistas da Região Norte, promovido pela Fundação Banco do Brasil.

Segundo Flávio de Carvalho, a agência ainda analisa com reservas o potencial e o uso imediato dessas águas subterrâneas, a exceção do município de Manaus, onde os poços profundos de captação da empresa amazonense de saneamento já  bombeiam a água do aqüífero Alter-do-Chão. “ A ANA considera o aqüífero Alter-do-Chão uma reserva estratégia para o Brasil, mas em relação ao aqüífero Guarany há um desvantagem, pois a região onde se encontra é remota, com pouca população e grande oferta de água superficial”, explicou Carvalho.

“O Aquífero Guarny está assentado sob diversos países e regiões densamente povoadas da América do Sul e por isso sua exploração tem prioridade nas atividades da agência reguladora, ao contrário do aqüífero Alter do Chão”, ponderou o coordenador.
Quanto a qualidade da água e o grau de dificuldade para sua exploração subterrânea, 

Carvalho explicou que o aqüífero Alter do Chão leva vantagem se comparado ao Guarany. “ A água do Guarany é cristalina, isto é, a água está dentro ou nas fissuras das rochas, o que dificulta um pouco sua exploração. Já o aqüífero Alter-do-Chão tem a água  em bacias sedimentares, de mais fácil captação”, comparou o coordenador da ANA.

Flávio de Carvalho voltou a defender o fortalecimento dos comitês de bacias hidrográficas para a definição do uso sustentável dos recursos hídricos brasileiros. Os comitês são formados pelo governo, entidades da sociedade civil e empresários e têm a função de definir normas para a utilização da água para consumo humano e seu uso industrial ou agrícola.

A experiência bem sucedida de comitê de bacias são as do rio Paraíba do Sul(São Paulo e Rio de Janeiro) e rio das Velhas( Minas Gerais).