quinta-feira, 24 de abril de 2008
Binário de segurança
A principal preocupação do novo delegado regional do Baixo-Amazonas Jardel Guimarães é o combate às gangues e à poluição sonora em Santarém.
Câmara flexibiliza veto a bebidas em estrada
Na Folha de São Paulo:
O governo cedeu e a Câmara aprovou ontem a medida provisória que proíbe a venda de bebidas alcoólicas apenas nas rodovias federais que passam por áreas rurais. Pelo texto aprovado ontem, está liberado o comércio da bebida nos trechos de estradas federais dentro de cidades. A proposta segue para votação no plenário.
A MP foi enviada pelo governo em janeiro e o ministro da Justiça, Tarso Genro, defendia a proibição da venda em todas as rodovias federais. Com a pressão do lobby das indústrias de cerveja, do comércio, da oposição e até de parlamentares da base, o governo cedeu.O acordo foi fechado em um almoço ontem de líderes da base aliada com o ministro José Múcio Monteiro (Relações Institucionais). O relator da medida, Hugo Leal (PSC-RJ), acatou a decisão e alterou o seu texto.
O governo cedeu e a Câmara aprovou ontem a medida provisória que proíbe a venda de bebidas alcoólicas apenas nas rodovias federais que passam por áreas rurais. Pelo texto aprovado ontem, está liberado o comércio da bebida nos trechos de estradas federais dentro de cidades. A proposta segue para votação no plenário.
A MP foi enviada pelo governo em janeiro e o ministro da Justiça, Tarso Genro, defendia a proibição da venda em todas as rodovias federais. Com a pressão do lobby das indústrias de cerveja, do comércio, da oposição e até de parlamentares da base, o governo cedeu.O acordo foi fechado em um almoço ontem de líderes da base aliada com o ministro José Múcio Monteiro (Relações Institucionais). O relator da medida, Hugo Leal (PSC-RJ), acatou a decisão e alterou o seu texto.
Destruição da orla
O Espaço Aberto informa que os barcos que fazem linha Santarém/Alenquer/Juruti estão destruindo o local onde regularmente atracam, em frente ao Mascotinho, um dos locais da orla mais freqüentados da cidade.
As amarras ficam na mureta de ferro, que, como se vê na foto acima, já está completamente entortada. E o piso também já se apresenta parcialmente destruído.
Não seria conveniente, pergunta o leitor, a prefeitura interferir – e interferir urgentemente – junto à Capitania dos Portos, “para impedir que a curto prazo tudo o que é tão bonito e foi construído com tanto carinho seja completamente destruído?”
As amarras ficam na mureta de ferro, que, como se vê na foto acima, já está completamente entortada. E o piso também já se apresenta parcialmente destruído.
Não seria conveniente, pergunta o leitor, a prefeitura interferir – e interferir urgentemente – junto à Capitania dos Portos, “para impedir que a curto prazo tudo o que é tão bonito e foi construído com tanto carinho seja completamente destruído?”
quarta-feira, 23 de abril de 2008
IÇAMI TIBA FALA SOBRE EDUCAÇÃO NO SALÃO DO 1° SALÃO DO LIVRO DA REGIÃO DO BAIXO AMAZONAS
No próximo dia 25, o psiquiatra e educador, especialista em adolescentes, Dr. Içami Tiba comanda a palestra Quem Ama, Educa! Formando Cidadãos Éticos, que integra o ciclo de atividades da primeira edição do Salão do Livro da Região do Baixo Amazonas.
Durante a palestra, o especialista aborda os conceitos descritos na novaedição do livro Quem Ama, Educa! – que destaca a importância da ética naeducação dos filhos.
O salão do livro foi aberto oficialmente na noite de hoje, na praça Barão de Santarém.
Durante a palestra, o especialista aborda os conceitos descritos na novaedição do livro Quem Ama, Educa! – que destaca a importância da ética naeducação dos filhos.
O salão do livro foi aberto oficialmente na noite de hoje, na praça Barão de Santarém.
Uma guerra viciada
Esta é a manchete do Jornal Pessoal, que chega às bancas de Belém na sexta-feira.
Uma guerra viciada
A relação da Vale privatizada com o governo petista voltou ao estágio do conflito que houve em anos anteriores. A novidade nessa beligerância é que algumas situações podem estar fugindo ao controle dos protagonistas. O prejuízo pode ser maior do que aparenta.
Uma guerra viciada
A relação da Vale privatizada com o governo petista voltou ao estágio do conflito que houve em anos anteriores. A novidade nessa beligerância é que algumas situações podem estar fugindo ao controle dos protagonistas. O prejuízo pode ser maior do que aparenta.
Ministério da Defesa anuncia aumento de 47,19% para militares
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, anuncia um reajuste de 47,19% para as Forças Armadas. Segundo Jobim, a folha de pagamento em 2011 será de R$ 39,9 bilhões, o que significa um aumento de mais de R$ 12 bilhões em relação a 2007, quando a despesa com ativos e inativos foi de R$ 27,3 bilhões. Segundo ele, o último aumento dos militares foi em 2006, de 10%.
(Agência Brasil)
(Agência Brasil)
Liberada venda de bebida alcoólica em zona urbana cortada por rodovias federais
O governo fechou acordo com a base aliada no Congresso e vai permitir a venda de bebidas alcoólicas em zonas urbans cortadas por rodovias federais.
Projeto do governo em banho maria
O projeto do executivo que cria a Coordenadoria Especial do Planejamento Participativo está levando embargo de gaveta dos deputados estaduais.
Hoje, a mesa da Assembléia adiou por cinco sessões a votação desse projeto quando percebeu que a oposição e descontentes da base aliada poderiam rejeitá-lo.
Hoje, a mesa da Assembléia adiou por cinco sessões a votação desse projeto quando percebeu que a oposição e descontentes da base aliada poderiam rejeitá-lo.
Arroz em falta
O governo proibiu as exportações de arroz para segurar o preço do produto no mercado interno e garantir a oferta.
Em Santarém, há cinco anos, o quilo do arroz era vendido a R$% 0,50, mas depois que as ONG's e Ministério Público assustaram os produtores e o Ibama empreendeu implacável perseguição, a produção começou a regredir. Este ano a produção local de arroz é praticamento zero.
Em Santarém, há cinco anos, o quilo do arroz era vendido a R$% 0,50, mas depois que as ONG's e Ministério Público assustaram os produtores e o Ibama empreendeu implacável perseguição, a produção começou a regredir. Este ano a produção local de arroz é praticamento zero.
Diretoria do São Raimundo não cumpre acordo
Jogadores do São Raimundo tinham a esperança de que a renda do jogo contra o Ananindeua fosse suficiente para a direção do clube quitar os salários atrasados há três meses, como você leu aqui, como combinado com a diretoria.
Mas a parte da arrecadação que coube ao Pantera no jogo de domingo chegou apenas a R$ 7 mil, valor insuficiente para quitar a folha do clube, atrasada há mais de três meses.
Os salários atrasados dos atletas provocaram um grave atrito entre o presidente Rosinaldo do Vale e o técnico Humberto Santana, que comprou a briga dos jogadores.
Rosinaldo disse a Santana que a porta da rua é serventia da casa.
Mas a parte da arrecadação que coube ao Pantera no jogo de domingo chegou apenas a R$ 7 mil, valor insuficiente para quitar a folha do clube, atrasada há mais de três meses.
Os salários atrasados dos atletas provocaram um grave atrito entre o presidente Rosinaldo do Vale e o técnico Humberto Santana, que comprou a briga dos jogadores.
Rosinaldo disse a Santana que a porta da rua é serventia da casa.
Alepa aprova redação final de projeto que cria frente em defesa do plebiscito
A Assembléia Legislativa aprovou ainda há pouco ,em redação final, projeto de resolução de autoria do deputado estadual Alexandre Von(PSDB) que cria a Frente Parlamentar em Defesa do Plebiscito.
Segundo Alexandre, a frente será um instrumento político que visa aprofundar estudos e debates acerca da redivisão territorial do Pará, bem como assegurar a legitimidade da decisão pelos eleitores.
Segundo Alexandre, a frente será um instrumento político que visa aprofundar estudos e debates acerca da redivisão territorial do Pará, bem como assegurar a legitimidade da decisão pelos eleitores.
Sem trigo argentino, pão fica mais caro
Da FolhaNews -
A Argentina voltou a suspender as exportações de trigo para o Brasil. Os registros, que deveriam ser abertos nesta semana para possibilitar os embarques em 5 de maio, foram cancelados pelo governo, surpreendendo mais uma vez os moinhos brasileiros. Esse adiamento complica ainda mais a situação da indústria brasileira, que, com estoques para até o final de maio, vai ter de buscar o cereal em outros mercados, principalmente na América do Norte.
Além de ter preço mais alto, o trigo dos EUA e do Canadá também tem frete mais caro. E, enquanto uma importação de trigo argentino chega ao Brasil em menos de uma semana, a dos EUA demora pelo menos 40 dias.
Chamado às pressas para a reunião nesta quarta-feira (23/04), em Buenos Aires, entre representantes dos dois governos, Luiz Martins, presidente do Conselho Deliberativo da Abitrigo (Associação Brasileira da Indústria do Trigo), diz que o fechamento das exportações, desta vez, é por tempo indeterminado. O resultado será aumento de custos para as indústrias e, conseqüentemente, mais repasse de preço ao consumidor. O que afetará ainda mais a inflação.
Nos últimos 12 meses o pãozinho subiu 17% e a farinha de trigo 18% para o consumidor paulista, segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Na semana passada, a indústria já havia acenado com novos reajustes de 12% no pão e de 10% a 15% nas massas e nos biscoitos.
Lawrence Pih, do moinho Pacífico, conta que moinhos esperavam o trigo argentino, mais barato, para contrabalançar com o que terão de importar de outros países, acrescenta Pih. "Com isso, poderíamos fazer uma melhor média de preços. Agora a situação está complicada".
O resultado final para o Brasil, que importa até 70% do trigo que consome, é a maior crise do setor nos últimos 20 anos. Os preços do trigo duplicaram no mercado externo, o que exige o dobro do fluxo de caixa para os moinhos brasileiros obterem o mesmo volume de produto importado.
A Argentina voltou a suspender as exportações de trigo para o Brasil. Os registros, que deveriam ser abertos nesta semana para possibilitar os embarques em 5 de maio, foram cancelados pelo governo, surpreendendo mais uma vez os moinhos brasileiros. Esse adiamento complica ainda mais a situação da indústria brasileira, que, com estoques para até o final de maio, vai ter de buscar o cereal em outros mercados, principalmente na América do Norte.
Além de ter preço mais alto, o trigo dos EUA e do Canadá também tem frete mais caro. E, enquanto uma importação de trigo argentino chega ao Brasil em menos de uma semana, a dos EUA demora pelo menos 40 dias.
Chamado às pressas para a reunião nesta quarta-feira (23/04), em Buenos Aires, entre representantes dos dois governos, Luiz Martins, presidente do Conselho Deliberativo da Abitrigo (Associação Brasileira da Indústria do Trigo), diz que o fechamento das exportações, desta vez, é por tempo indeterminado. O resultado será aumento de custos para as indústrias e, conseqüentemente, mais repasse de preço ao consumidor. O que afetará ainda mais a inflação.
Nos últimos 12 meses o pãozinho subiu 17% e a farinha de trigo 18% para o consumidor paulista, segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Na semana passada, a indústria já havia acenado com novos reajustes de 12% no pão e de 10% a 15% nas massas e nos biscoitos.
Lawrence Pih, do moinho Pacífico, conta que moinhos esperavam o trigo argentino, mais barato, para contrabalançar com o que terão de importar de outros países, acrescenta Pih. "Com isso, poderíamos fazer uma melhor média de preços. Agora a situação está complicada".
O resultado final para o Brasil, que importa até 70% do trigo que consome, é a maior crise do setor nos últimos 20 anos. Os preços do trigo duplicaram no mercado externo, o que exige o dobro do fluxo de caixa para os moinhos brasileiros obterem o mesmo volume de produto importado.
EmPACado
Não se fala em licitação para obras do PAC em Santarém, ao contrário de Belém, Ananindeua, Castanhal e Marabá.
Culpa da chuva
A Seminf resolveu fazer obra de pavimentação no período chuvoso em Santarém.
Agora, com as obras atrasadas, alega a secretaria que não dá para concluir o serviço.
A avenida Bartolomeu de Gusmão, por exemplo, está com a base e sub-base comprometidas.
Agora, com as obras atrasadas, alega a secretaria que não dá para concluir o serviço.
A avenida Bartolomeu de Gusmão, por exemplo, está com a base e sub-base comprometidas.
Uma rodada, ora pois!
Foi só afrouxar a proibição de venda de bebidas alcoólicas nas rodovias federais e o feriado de Tiradentes produziu mais mortes do que na Semana Santa, em todo país.
Liminares que pipocam em todas as varas federais tiram a força da acertada medida provisória editada pelo presidente Lula que proíbe a venda de bebida às margens das rodovias federais.
Liminares que pipocam em todas as varas federais tiram a força da acertada medida provisória editada pelo presidente Lula que proíbe a venda de bebida às margens das rodovias federais.
Alvo errado
O deputado estadual Antônio Rocha(PMDB) já sabe quem banca um papelucho que circula na cidade com 'matérias' ofensivas a um de seus familiares.
Memória de Santarém - Por Lúcio Flávio Pinto
1959
Tela panorâmica
O Cine-Olímpia exibiu, nas férias de julho de 1959, "Marcelino, Pão e Vinho", apresentado como "o maior filme da história do cinema". Quem foi ver, chorou um bocado. A propaganda sugeria ao cliente: "goze mais a vida indo mais vezes ao Cinema, assistindo os grandes filmes que o Cine-Olímpia está exibindo na sua gigantesca 'Tela Panorâmica'".
Automóveis à venda
Quem, mais velhinho, não se lembra do automóvel "Nash Super", de cor verde claro, chapa 1-09-64", de Lourival ("Lauri") Vanghon, que ia e vinha do velho aeroporto transportando cargas e passageiros, ou circulando maciamente pela cidade, com todo seu charme? Pois uma praça de 30 de julho de 1959 foi marcada para quem o arrematasse, a partir da avaliação de 40 mil cruzeiros, por conta de uma dívida do simpático Lauri com Elpídio Cruz Moura.
Aliás, muitos editais de praça foram publicados nessa época em execuções de dívidas.
E quem comprou o automóvel Studebaker Champion semi-novo que José Fernandes anunciou para venda, "por preço de ocasião", em 1959? Os interessados tiveram que tratar com o vendedor na "Rodagem 178".
Jornal do Arbelo
No dia 22 de agosto de 1959 Arbelo Campos Guimarães reassumiu a gerência de O Jornal de Santarém, da qual se afastara em 31 de janeiro, fazendo publicar uma declaração na primeira página: enquanto o semanário estivesse sob sua direção e gerência, "não publicarei nenhum artigo de ataque pessoal a quem quer que seja, sem que o autógrafo esteja assinado pelo responsável, com firma reconhecida, ou depois que o referido jornal esteja devidamente registrado em juízo". Com isso, considerava "bem claro que não assumirei nenhuma responsabilidade pelos conceitos que outros emitirem".
Conseqüência imediata da decisão editorial: desapareceram as colunas "O que dizem no café do povo" e "Ferroadas". Sem assinaturas, elas se dedicavam a dar estocadas, fazer comentários picantes e ataques políticos, em linguagem irônica e dura. Deviam ser as seções mais lidas do jornal, mas certamente eram também as que mais lhe criavam problemas, sobretudo comerciais.
Na reunião para eleger o novo presidente do diretório do PSD, em outubro, Custódio Santos atacou violentamente a nova orientação editorial, dizendo que Arbelo estava "amordaçado ou vendido ao prefeito" Ubaldo Corrêa. Não tendo respondido de imediato ("falamos baixo e o orador não tem audição perfeita"), o gerente do jornal publicou outra nota na primeira página para dizer que não iria se defender, deixando essa tarefa a todos que o conheciam, inclusive no partido.
Garantia que as colunas do jornal oficial do PSD estavam franquedas a Custódio Santos "para criticar, em quaisquer termos, qualquer autoridade, desde que os originais de seus artigos estejam devidamente assinados, ou assuma ele a responsabilidade do jornal, em juízo, nos termos da lei". O oferecimento era "extensivo a outro qualquer cidadão que deseje escrever pelas colunas do nosso semanário".
Voltava a ressalvar, porém, que enquanto estivesse na gerência da publicação, "sem que haja redator-chefe registrado em juízo, só revidaremos com todo o ardor de nossas convicções, insultos e ataques que forem dirigidos aos responsáveis pelo nosso Partido".
Tela panorâmica
O Cine-Olímpia exibiu, nas férias de julho de 1959, "Marcelino, Pão e Vinho", apresentado como "o maior filme da história do cinema". Quem foi ver, chorou um bocado. A propaganda sugeria ao cliente: "goze mais a vida indo mais vezes ao Cinema, assistindo os grandes filmes que o Cine-Olímpia está exibindo na sua gigantesca 'Tela Panorâmica'".
Automóveis à venda
Quem, mais velhinho, não se lembra do automóvel "Nash Super", de cor verde claro, chapa 1-09-64", de Lourival ("Lauri") Vanghon, que ia e vinha do velho aeroporto transportando cargas e passageiros, ou circulando maciamente pela cidade, com todo seu charme? Pois uma praça de 30 de julho de 1959 foi marcada para quem o arrematasse, a partir da avaliação de 40 mil cruzeiros, por conta de uma dívida do simpático Lauri com Elpídio Cruz Moura.
Aliás, muitos editais de praça foram publicados nessa época em execuções de dívidas.
E quem comprou o automóvel Studebaker Champion semi-novo que José Fernandes anunciou para venda, "por preço de ocasião", em 1959? Os interessados tiveram que tratar com o vendedor na "Rodagem 178".
Jornal do Arbelo
No dia 22 de agosto de 1959 Arbelo Campos Guimarães reassumiu a gerência de O Jornal de Santarém, da qual se afastara em 31 de janeiro, fazendo publicar uma declaração na primeira página: enquanto o semanário estivesse sob sua direção e gerência, "não publicarei nenhum artigo de ataque pessoal a quem quer que seja, sem que o autógrafo esteja assinado pelo responsável, com firma reconhecida, ou depois que o referido jornal esteja devidamente registrado em juízo". Com isso, considerava "bem claro que não assumirei nenhuma responsabilidade pelos conceitos que outros emitirem".
Conseqüência imediata da decisão editorial: desapareceram as colunas "O que dizem no café do povo" e "Ferroadas". Sem assinaturas, elas se dedicavam a dar estocadas, fazer comentários picantes e ataques políticos, em linguagem irônica e dura. Deviam ser as seções mais lidas do jornal, mas certamente eram também as que mais lhe criavam problemas, sobretudo comerciais.
Na reunião para eleger o novo presidente do diretório do PSD, em outubro, Custódio Santos atacou violentamente a nova orientação editorial, dizendo que Arbelo estava "amordaçado ou vendido ao prefeito" Ubaldo Corrêa. Não tendo respondido de imediato ("falamos baixo e o orador não tem audição perfeita"), o gerente do jornal publicou outra nota na primeira página para dizer que não iria se defender, deixando essa tarefa a todos que o conheciam, inclusive no partido.
Garantia que as colunas do jornal oficial do PSD estavam franquedas a Custódio Santos "para criticar, em quaisquer termos, qualquer autoridade, desde que os originais de seus artigos estejam devidamente assinados, ou assuma ele a responsabilidade do jornal, em juízo, nos termos da lei". O oferecimento era "extensivo a outro qualquer cidadão que deseje escrever pelas colunas do nosso semanário".
Voltava a ressalvar, porém, que enquanto estivesse na gerência da publicação, "sem que haja redator-chefe registrado em juízo, só revidaremos com todo o ardor de nossas convicções, insultos e ataques que forem dirigidos aos responsáveis pelo nosso Partido".
Eleições municipais
No Diário do Pará:
Depois de PT e PMDB, que lançaram respectivamente as candidaturas do ex-secretário Mário Cardoso e do deputado federal José Priante, agora é a vez do PSDB correr para definir posição na largada da corrida sucessória da capital. Até o dia 15 de maio, segundo anunciou na Assembléia Legislativa o líder tucano José Megale, o partido resolve se lançará candidatura própria ou se vai apenas compor chapa liderada por outra legenda. Lá, com o ex-governador Simão Jatene virtualmente fora da disputa, um dos dilemas é apoiar eventual candidatura da ex-vice-governadora Valéria Pires Franco (DEM) ou a reeleição do prefeito Duciomar Costa (PTB).
Definições
Os tucanos já definiram candidaturas em 39 dos 143 municípios paraenses, em alianças com DEM, PTB, PPS e PR, segundo revela o deputado. Em Placas e Medicilândia, diz ele, o parceiro será o PMDB. Dos grandes colégios eleitorais, Santarém terá tucanos e democratas marchando unidos. Só ainda não sabem se a cabeça de chapa será do deputado estadual Alexandre Von ou do federal Lira Maia. Nessa composição, o que já está pactuado é que só um desses dois nomes concorrerá, sem dividir chapa.
Depois de PT e PMDB, que lançaram respectivamente as candidaturas do ex-secretário Mário Cardoso e do deputado federal José Priante, agora é a vez do PSDB correr para definir posição na largada da corrida sucessória da capital. Até o dia 15 de maio, segundo anunciou na Assembléia Legislativa o líder tucano José Megale, o partido resolve se lançará candidatura própria ou se vai apenas compor chapa liderada por outra legenda. Lá, com o ex-governador Simão Jatene virtualmente fora da disputa, um dos dilemas é apoiar eventual candidatura da ex-vice-governadora Valéria Pires Franco (DEM) ou a reeleição do prefeito Duciomar Costa (PTB).
Definições
Os tucanos já definiram candidaturas em 39 dos 143 municípios paraenses, em alianças com DEM, PTB, PPS e PR, segundo revela o deputado. Em Placas e Medicilândia, diz ele, o parceiro será o PMDB. Dos grandes colégios eleitorais, Santarém terá tucanos e democratas marchando unidos. Só ainda não sabem se a cabeça de chapa será do deputado estadual Alexandre Von ou do federal Lira Maia. Nessa composição, o que já está pactuado é que só um desses dois nomes concorrerá, sem dividir chapa.
Oferta de emprego formal na mineração do Pará cresce acima da média nacional e da região Norte
Do site Pará Negócios:
ego formal no setor extrativo mineral no Pará continua crescendo acima da média da região Norte e do país em todos os balanços feitos pelo Dieese/Pa, com base em dados do Ministério do Trabalho. No primeiro trimestre de 2008 houve um crescimento de 4,76% na geração de empregos com carteira assinada no Estado. Foram 751 admissões e 320 desligamentos, com saldo positivo de 431 postos de trabalho. Neste período, em toda a região Norte foram registradas 1.132 admissões no setor, ante 662 desligamentos, gerando um saldo positivo de 470 empregos e crescimento de 3,58%.
No mês de março, o extrativismo mineral paraense fez 310 contratações e 129 desligamentos, o que resultou num saldo positivo de 181 empregos formais, um crescimento de 1,94% em relação a fevereiro. Na região Norte, no mês passado houve 468 admissões e 240 desligamentos, com saldo positivo de 228 postos de trabalho e crescimento de 1,71% na comparação com fevereiro. Nos últimos 12 meses, encerrados em março, o setor registrou um crescimento de 12,36% na oferta de empregos formais no Pará, com 2.380 contratações e 1.393 desligamentos, gerando um saldo positivo de 987 empregos. Neste período ocorreram 3.959 contratações em toda a região Norte, ante 2.736 desligamentos, o que resultou em um saldo positivo de 1.223 postos de trabalho, com um crescimento de 10,41%..
Em todo o Brasil o crescimento do setor extrativo mineral nos últimos 12 meses ficou em torno de 6,10% com um saldo positivo de 10.219 empregos com carteira assinada.
ego formal no setor extrativo mineral no Pará continua crescendo acima da média da região Norte e do país em todos os balanços feitos pelo Dieese/Pa, com base em dados do Ministério do Trabalho. No primeiro trimestre de 2008 houve um crescimento de 4,76% na geração de empregos com carteira assinada no Estado. Foram 751 admissões e 320 desligamentos, com saldo positivo de 431 postos de trabalho. Neste período, em toda a região Norte foram registradas 1.132 admissões no setor, ante 662 desligamentos, gerando um saldo positivo de 470 empregos e crescimento de 3,58%.
No mês de março, o extrativismo mineral paraense fez 310 contratações e 129 desligamentos, o que resultou num saldo positivo de 181 empregos formais, um crescimento de 1,94% em relação a fevereiro. Na região Norte, no mês passado houve 468 admissões e 240 desligamentos, com saldo positivo de 228 postos de trabalho e crescimento de 1,71% na comparação com fevereiro. Nos últimos 12 meses, encerrados em março, o setor registrou um crescimento de 12,36% na oferta de empregos formais no Pará, com 2.380 contratações e 1.393 desligamentos, gerando um saldo positivo de 987 empregos. Neste período ocorreram 3.959 contratações em toda a região Norte, ante 2.736 desligamentos, o que resultou em um saldo positivo de 1.223 postos de trabalho, com um crescimento de 10,41%..
Em todo o Brasil o crescimento do setor extrativo mineral nos últimos 12 meses ficou em torno de 6,10% com um saldo positivo de 10.219 empregos com carteira assinada.
UFOPA em 2009
Do site Quinta Emenda:
Deverá começar os trabalhos no início de 2009 o reitor pro tempore da futura Universidade Federal do Oeste do Pará [em Santarém]. Com orçamento previsto de R$ 160 milhões para obras, o reitor, que terá um mandato de dois anos, coordenará o processo de contratação de 400 docentes e montará uma universidade com 30 cursos superiores em todas as áreas do conhecimento.
Deverá começar os trabalhos no início de 2009 o reitor pro tempore da futura Universidade Federal do Oeste do Pará [em Santarém]. Com orçamento previsto de R$ 160 milhões para obras, o reitor, que terá um mandato de dois anos, coordenará o processo de contratação de 400 docentes e montará uma universidade com 30 cursos superiores em todas as áreas do conhecimento.
terça-feira, 22 de abril de 2008
Carlos Martins debate problemas da saúde no Pará
O deputado Carlos Martins(PT) participou hoje de reunião da Comissão de Educação, Cultura e Saúde da Assembléia com dirigentes do Conselho Regional de Medicina, Santa Casa de Misericórdia, Conselho Estadual de Medicina, Sindicato dos
Médicos do Estado do Pará e acadêmicos do curso de medicina.
O tema central foi a situação da saúde pública no Estado do Pará, como a falta de materiais de procedimento cirúrgico, ausência de recursos básicos, como por exemplo, papel de receituário médico.
O deputado Carlos Martins se manifestou favorável ao debate, enfatizando a grande relevância do tema. “A característica na área de saúde é a falta de diálogo com as entidades sobre o assunto”, afirmou o deputado.
Martins reconheceu a “insuficiência de recursos”. Ele defendeu que deve haver a “descentralização da saúde, como dos hospitais regionais para um melhor atendimento, autonomia, orçamento pra arcar com despesas dessa natureza, capacidade de gestão democrática e financiamento adequado”
Neste encontro ficaram acertadas visita à Santa Casa de Misericórdia no Estado do Pará, a realização de um debate público mais aprofundado com essas entidades e sociedade civil, numa Sessão Especial que será realizada na Assembléia Legislativa, e audiência das entidades da área de saúde e a Comissão de Saúde da Assembléia Legislativa com a governadora Ana Júlia Carepa.
Médicos do Estado do Pará e acadêmicos do curso de medicina.
O tema central foi a situação da saúde pública no Estado do Pará, como a falta de materiais de procedimento cirúrgico, ausência de recursos básicos, como por exemplo, papel de receituário médico.
O deputado Carlos Martins se manifestou favorável ao debate, enfatizando a grande relevância do tema. “A característica na área de saúde é a falta de diálogo com as entidades sobre o assunto”, afirmou o deputado.
Martins reconheceu a “insuficiência de recursos”. Ele defendeu que deve haver a “descentralização da saúde, como dos hospitais regionais para um melhor atendimento, autonomia, orçamento pra arcar com despesas dessa natureza, capacidade de gestão democrática e financiamento adequado”
Neste encontro ficaram acertadas visita à Santa Casa de Misericórdia no Estado do Pará, a realização de um debate público mais aprofundado com essas entidades e sociedade civil, numa Sessão Especial que será realizada na Assembléia Legislativa, e audiência das entidades da área de saúde e a Comissão de Saúde da Assembléia Legislativa com a governadora Ana Júlia Carepa.
Mangabeira Unger recebe deputados pro-Tapajós e Carajás
Em audiência nesta terça-feira (22), com o ministro chefe da Secretaria de Planejamento a Longo Prazo, Mangabeira Hunger, solicitando o apoio do Governo para aprovação dos Plebiscitos dos Estados do Tapajós e Carajás.Estiveram presentes os deputados Lira Maia, Giovanni Queiroz, Wandenkolk Gonçalves e a deputada Bel Mesquita(foto).
Durante a Audiência os parlamentares ressaltaram da necessidade de emancipação das regiões Oeste e Sul do Estado do Pará como forma de desenvolver e alavancar o crescimento destas regiões.
O deputado Lira Maia ressaltou que a criação do Estado do Tapajós já é discutida a cerca de 150 anos e consta com parecer favorável a sua criação em todos os estudos de viabilidade promovidos pelos governos desde então.
Lira Maia ressaltou que o que se discute no momento é a realização da consulta plebiscitária e não propriamente a criação dos Estados que será discutida num segundo momento.
O ministro Mangabeira devera levar esta discussão para dentro do Governo e incluir esta questão dentro dos estudos que estão sendo promovidos pela sua decretaria.
Para Lira Maia, o desenvolvimento das regiões Oeste e Sul do Pará passam necessariamente pela criação dos dois Estados, reduzindo, se não, acabando com a falta de assistência nestas regiões ao longo de décadas por parte do poder público. “É inaceitável que o Oeste e o Sul do Pará somente contribuam para uma enorme parcela do PIB, e não tenham o mesmo tratamento por parte do Estado que é direcionado para a região metropolitana e para Belém. Isso não posso admitir, ver nossas crianças sem escola, sem cultura, sem saúde, nosso povo sem trabalho, sem estradas e sem dignidade para si e para suas famílias”, concluiu Lira Maia.
Candidato às eleições de outubro deverá ter registro no CNPJ
A Receita Federal e o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) editaram norma de inscrição de candidados a cargos eletivos no CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica). A Instrução Normativa Conjunta 838, assinada pelo secretário da Receita, Jorge Rachid, e pelo diretor geral da Secretaria-Geral do TSE, Athayde Fontoura Filho, prevê a inscrição no CNPJ destinada à abertura de contas bancárias para arrecadação de fundos de campanha e para controle de documentos relativos a captação, movimentação de fundos e gastos de campanha eleitoral.
A instrução normativa também prevê que a Secretaria de Tecnologia da Informação do TSE enviará a relação dos candidatos e dos comitês financeiros à Receita Federal do Brasil a cada eleição. O número do CNPJ dos candidatos e dos comitês será divulgado nas páginas da Receita e do TSE na Internet, até o dia 31 de dezembro do ano em que foram feitas as inscrições. A instrução normativa entrou em vigor hoje (22/4).
A natureza jurídica a ser atribuída na inscrição cadastral será 302-6 — Associação, para os comitês financeiros dos partidos políticos e 401-4 - Pessoa Física Equiparada à Pessoa Jurídica para os candidatos. O código da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE-Fiscal) a ser atribuído na inscrição será 91.92-8/00 - Atividades de Organizações Políticas.Para a inscrição, a SRF vai considerar, no caso de candidato, o número de inscrição no CPF e do título de eleitor e o cargo eletivo ao qual concorre; no caso de comitê financeiro, o município, o partido, o tipo de comitê financeiro constituído e o número de inscrição do seu presidente no CPF.
Os comitês financeiros devem seguir a seguinte regra para classificação: a expressão "ELEIÇÃO - (ano da eleição) - Comitê Financeiro - (Município, no caso de pleitos municipais) - (UF, no caso de pleitos municipais ou estaduais) - (cargo eletivo ou a expressão ÚNICO, seguida da sigla do Partido)". Para os candidatos a cargos eletivos, a expressão "ELEIÇÃO - (ano da eleição) - (nome do candidato) - (cargo eletivo)".
(Última Instância)
A instrução normativa também prevê que a Secretaria de Tecnologia da Informação do TSE enviará a relação dos candidatos e dos comitês financeiros à Receita Federal do Brasil a cada eleição. O número do CNPJ dos candidatos e dos comitês será divulgado nas páginas da Receita e do TSE na Internet, até o dia 31 de dezembro do ano em que foram feitas as inscrições. A instrução normativa entrou em vigor hoje (22/4).
A natureza jurídica a ser atribuída na inscrição cadastral será 302-6 — Associação, para os comitês financeiros dos partidos políticos e 401-4 - Pessoa Física Equiparada à Pessoa Jurídica para os candidatos. O código da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE-Fiscal) a ser atribuído na inscrição será 91.92-8/00 - Atividades de Organizações Políticas.Para a inscrição, a SRF vai considerar, no caso de candidato, o número de inscrição no CPF e do título de eleitor e o cargo eletivo ao qual concorre; no caso de comitê financeiro, o município, o partido, o tipo de comitê financeiro constituído e o número de inscrição do seu presidente no CPF.
Os comitês financeiros devem seguir a seguinte regra para classificação: a expressão "ELEIÇÃO - (ano da eleição) - Comitê Financeiro - (Município, no caso de pleitos municipais) - (UF, no caso de pleitos municipais ou estaduais) - (cargo eletivo ou a expressão ÚNICO, seguida da sigla do Partido)". Para os candidatos a cargos eletivos, a expressão "ELEIÇÃO - (ano da eleição) - (nome do candidato) - (cargo eletivo)".
(Última Instância)
Prazos...
Jubal Cabral Filho
Está findando o mês de abril e a promessa do secretário [Walmir] Ortega de que haveria uma filial da SEMA em Santarém, para atender as demandas do setor para o oeste do Pará não se concretizou.
Mais uma promessa de campanha não cumprida.
Está findando o mês de abril e a promessa do secretário [Walmir] Ortega de que haveria uma filial da SEMA em Santarém, para atender as demandas do setor para o oeste do Pará não se concretizou.
Mais uma promessa de campanha não cumprida.
56% das declarações entregues à Receita
Segundo o delegado Moacir Mondardo Junior a entrega de declarações de imposto de renda 2008 atingiu o número de 25.333 declarações.
Isto representa 56,30% da previsão de 45.000 declarações a serem recepcionadas até o dia 30/04 na jurisdição da Delegacia da Receita Federal de Santarém.
Isto representa 56,30% da previsão de 45.000 declarações a serem recepcionadas até o dia 30/04 na jurisdição da Delegacia da Receita Federal de Santarém.
Rodovia Translago está em péssimas condições de tráfego
O vereador José Maria Tapajós (PMDB) denunciou na Câmara de Santarém as péssimas condições da rodovia Translago, que liga Santarém a Juruti a partir da comunidade de Patacho. O vereador atribuiu a má conservação da estrada ao aumento do fluxo de veículos após a instalação da empresa Alcoa em Juruti. São ônibus, caminhões e carretas que trafegam diariamente transportando entre 40 e 50 toneladas colocando em risco a vida da população ao longo da rodovia.
Tapajós contou que passageiros que saíram as 19 horas de Santa Luzia só conseguiram chegar na manhã de segunda feira às 8 horas, em virtude do ônibus ter quebrado.
O vereador solicitou empenho das autoridades, dentre estas o prefeito de Juruti Henrique Costa e da prefeita de Santarém Maria do Carmo, para que seja cobrado junto a governadora Ana Júlia, que pertence ao mesmo partido de ambos, uma maior manutenção na rodovia.
Tapajós destacou o empenho do deputado estadual Antonio Rocha (PMDB), que através de emenda parlamentar conseguiu R$ 500 mil para construção de pontes de concreto ao longo da rodovia Translago.
Tapajós contou que passageiros que saíram as 19 horas de Santa Luzia só conseguiram chegar na manhã de segunda feira às 8 horas, em virtude do ônibus ter quebrado.
O vereador solicitou empenho das autoridades, dentre estas o prefeito de Juruti Henrique Costa e da prefeita de Santarém Maria do Carmo, para que seja cobrado junto a governadora Ana Júlia, que pertence ao mesmo partido de ambos, uma maior manutenção na rodovia.
Tapajós destacou o empenho do deputado estadual Antonio Rocha (PMDB), que através de emenda parlamentar conseguiu R$ 500 mil para construção de pontes de concreto ao longo da rodovia Translago.
Aeroporto desconfortável (2)
Comentário do leitor Anísio Quincó sobre o desconforto que sentem os passageiros no aeroporto Wilson Fonseca:
E no desembarque? Quando há dois vôos chegando simultaneamente, aquele recinto – que insistem em chamar de “sala de desembarque” – fica numa situação bastante crítica... Para um terminal desse porte, muito mais movimentado do que alguns aeroportos de capitais estaduais, é uma vergonha.
O curioso é que dizem que é um aeroporto deficitário: como pode, pois os quase 30.000 passageiros que passaram pelo “Maestro Wilson Fonseca” no mês de março pagaram R$ 15,42 de taxa de embarque. Cada um.
Uma cidade como Santarém, de tantas belezas naturais e sede de um pólo econômico, tem que passar por esse tipo de situação?
E no desembarque? Quando há dois vôos chegando simultaneamente, aquele recinto – que insistem em chamar de “sala de desembarque” – fica numa situação bastante crítica... Para um terminal desse porte, muito mais movimentado do que alguns aeroportos de capitais estaduais, é uma vergonha.
O curioso é que dizem que é um aeroporto deficitário: como pode, pois os quase 30.000 passageiros que passaram pelo “Maestro Wilson Fonseca” no mês de março pagaram R$ 15,42 de taxa de embarque. Cada um.
Uma cidade como Santarém, de tantas belezas naturais e sede de um pólo econômico, tem que passar por esse tipo de situação?
Memória de Santarém - Por Lúcio Flávio Pinto
1959
Eleição senatorial
Lobão da Silveira, tendo o ministro da Saúde, Mário Pinotti, como suplente, recebeu 3.324 votos em Santarém na primeira eleição, de 21 de junho de 1959, para uma das duas vagas colocadas em disputa para o Senado (a outra seria definida na eleição de 3 de outubro), contra 2.653 votos dados a Janary Nunes. Ganhou tanto na cidade (1.780 votos contra 1.112) quanto, por margem bem menor, no interior (1.544 a 1.523), onde era mais forte a presença da prefeitura, que apoiava o político amapaense.
As seções eleitorais da cidade funcionavam na sede da prefeitura, Escola de Comércio, São Francisco, Casa Cristo Rei, Teatro Vitória, Instituto Batista, Sociedade Artística, Centro Recreativo e nos grupo escolares Frei Ambrósio, Barão de Tapajós, Magalhães Barata, Ezeriel Matos e Barão de Santarém. No interior: Belterra, Colônia São José, Vila Curuai, Vila de Boim, Aritapera, Aramanaí, Arapixuna, Alter do Chão, Guajará, Colônia São Braz, Barreira do Tapará, Vila do Socorro, Tauarí, São Pedro-Arapiuns, Vila Franca-Arapiuns, Mojuí dos Campos, Água Preta, Piraquara, Mojú, Colônia São José e Colônia do Tapará.
Frustração em Belterra
Enquanto essa homenagem acontecia em Santarém, o candidato a senador Janary Nunes, ex-governador do Amapá, ia em comitiva a Belterra, a 50 quilômetros de distância, para um comício, em maio de 1959. "Chegou de surpresa, mas esperava foguetes, povaréu e banda de música", relatou O Jornal de Santarém.
Apenas 30 pessoas, além dos acompanhantes do político (incluindo o prefeito Ubaldo Corrêa e Lopo de Castro, prefeito de Belém, mais o deputado Cléo Bernardo), participaram do encontro. É que, na mesma ocasião, "os padres haviam preparado, com grande antecedência, uma festa religiosa, para onde afluiu quase toda a população de Belterra".
Diz o jornal que Janary Nunes "foi logo implicando com a cancela que controla os carros que entram" no Estabelecimento Rural do Tapajós, o empreendimento do governo federal que sucedeu, em 1945, o Projeto Ford, do milionário americano Henry Ford.
"Quando soube que as pessoas que se aglomeravam no arraial não estavam ali para recebê-lo, reclamou contra os padres e culpou o Bispo por não ter transferido a festa religiosa. Quando ingressou na praça - escura, sem iluminação especial, o que acontece de costume com os comícios de todos os partidos - pensou que se tratava de perseguição por parte do Professor Abenor [Abnor Gondim, diretor de Belterra], o qual levou o caso ao conhecimento do Bispo", registrou ainda o jornal.
Vendo o reduzido número de pessoas à sua frente ("trazidas do Moju pelo Belarmino" Paiva), o político amapaense "não se conteve e transbordou-se em acusações, queixas, calúnias e lamúrias", segundo o relato jornalístico.
Janary prometeu inquéritos contra o Estabelecimento Rural do Tapajós e a SPVEA (Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia, antecessora da Sudam), e demissões, que pediria ao presidente da república, do qual se declarava íntimo, tratando-o de "Juscelino". Entre os alvos de sua ira estava Elias Pinto, "ao qual prometera demissão da SPVEA logo que assumisse 'sua' cadeira no Senado".
Mas acabou sendo derrotado fragorosamente na região, inclusive em sua terra natal, Alenquer, onde era apoiado pelo também conterrâneo, Benedito Monteiro, líder do PTB na Assembléia Legislativa.
Pai, afasta de mim esse cálice!
O ex-secretário de transportes José Antônio Rocha tem sido convidado com insistência para participar já de reuniões do futuro comando da campanha de reeleição da prefeita Maria do Carmo, mas tem-se esquivado de assumir qualquer compromisso.
Quem fala pela família, em nome do pai, do filho e do espiríto santo é o deputado Antônio Rocha, diz orgulhoso José Antônio.
Quem fala pela família, em nome do pai, do filho e do espiríto santo é o deputado Antônio Rocha, diz orgulhoso José Antônio.
Pesquisadores em campo
Começa esta semana, em Santarém, a coleta de dados de pesquisas eleitorais encomendadas pelo Democratas e pelo deputado Antônio Rocha.
Luiz Araújo teria falado em morte de juiz e deputado
Do Espaço Aberto
José Augusto de Souza, que cumpre sentença condenatória de 52 anos de reclusão, disse nesta terça-feira, ao depor no Tribunal do Júri, que o radialista Luiz Araújo, condenado como mandante das mortes dos irmãos Ubiracy e Uraquitam Novelino, teria dito, ao chegar à cela onde cumpria pena, que ainda faltava matar o juiz, o promotor, o pai dos irmãos assassinados e o deputado Alessandro Novelino.
Arrolado como testemunha de defesa de Chico Ferreira, José Augusto de Souza, condenado por oito assaltos a mão armada, disse que passou dois meses dividindo a mesma cela com o Chico Ferreira. Informou perante o juiz Raimundo Flexa que tentaram envenenar Chico com Baygon solúvel (produto químico para matar baratas), adicionando-o ao suco do réu.
Segundo o depoente, Luiz Araújo, ao chegar à cela, teria dito o seguinte: "Chegou o perneta mais perigoso do planeta [referência que o réu fazia à sua própria deficiência física]. Já dei tiros na RBA [emissora de TV que integra o grupo de comunicação do deputado federal Jader Barbalho, do PMDB] e, mesmo aleijado, já matei dois que tinham dinheiro. E quem se meter comigo, mando matar também".
Segundo a testemunha José Augusto de Souza, o radialista o teria procurado para saber se ele teria dinamite e disse também que ainda faltava matar mais outros: o juiz, o promotor, o pai dos irmão assassinados e o deputado Alessandro.
José Augusto, que já cumpriu seis anos e quatro meses pelos crimes de assalto, trabalha na cadeia em serviços gerais de limpeza. Ele afirmou ter visto o advogado César Ramos, que atua na defesa de Luiz Araújo ter ido na Casa Penal procurar pelo empresário. A declaração da testemunha confirma o que Chico Ferreira declarou no começo da manhã, ao ser interrogado no plenário, que o advogado estaria pressionando-o a lhe pagar R$ 2 milhões, para inocentá-lo da acusação dos crimes e responsabilizar somente o ex-policial civil Sebastião Alves Cardias.
José Augusto de Souza, que cumpre sentença condenatória de 52 anos de reclusão, disse nesta terça-feira, ao depor no Tribunal do Júri, que o radialista Luiz Araújo, condenado como mandante das mortes dos irmãos Ubiracy e Uraquitam Novelino, teria dito, ao chegar à cela onde cumpria pena, que ainda faltava matar o juiz, o promotor, o pai dos irmãos assassinados e o deputado Alessandro Novelino.
Arrolado como testemunha de defesa de Chico Ferreira, José Augusto de Souza, condenado por oito assaltos a mão armada, disse que passou dois meses dividindo a mesma cela com o Chico Ferreira. Informou perante o juiz Raimundo Flexa que tentaram envenenar Chico com Baygon solúvel (produto químico para matar baratas), adicionando-o ao suco do réu.
Segundo o depoente, Luiz Araújo, ao chegar à cela, teria dito o seguinte: "Chegou o perneta mais perigoso do planeta [referência que o réu fazia à sua própria deficiência física]. Já dei tiros na RBA [emissora de TV que integra o grupo de comunicação do deputado federal Jader Barbalho, do PMDB] e, mesmo aleijado, já matei dois que tinham dinheiro. E quem se meter comigo, mando matar também".
Segundo a testemunha José Augusto de Souza, o radialista o teria procurado para saber se ele teria dinamite e disse também que ainda faltava matar mais outros: o juiz, o promotor, o pai dos irmão assassinados e o deputado Alessandro.
José Augusto, que já cumpriu seis anos e quatro meses pelos crimes de assalto, trabalha na cadeia em serviços gerais de limpeza. Ele afirmou ter visto o advogado César Ramos, que atua na defesa de Luiz Araújo ter ido na Casa Penal procurar pelo empresário. A declaração da testemunha confirma o que Chico Ferreira declarou no começo da manhã, ao ser interrogado no plenário, que o advogado estaria pressionando-o a lhe pagar R$ 2 milhões, para inocentá-lo da acusação dos crimes e responsabilizar somente o ex-policial civil Sebastião Alves Cardias.
Colônia Paes de Carvalho fica mesmo com Alenquer
A Assembléia Legislativa do Estado do Pará aprovou, em dois turnos de votação, o projeto de lei de autoria do deputado estadual Ítalo Mácola (PSDB/PA) que reconhece a área territorial da Colônia Paes de Carvalho como pertencente ao município de Alenquer, no Oeste do Pará.
Na condição de relator na Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária, o deputado Alexandre Von manifestou-se integralmente favorável à aprovação do projeto, o que foi acompanhado por todos os membros da comissão, acompanhando manifestação oficial das Câmaras Municipais de Alenquer e Monte Alegre.
O projeto segue, agora, à sanção da governadora do Estado.
Na condição de relator na Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária, o deputado Alexandre Von manifestou-se integralmente favorável à aprovação do projeto, o que foi acompanhado por todos os membros da comissão, acompanhando manifestação oficial das Câmaras Municipais de Alenquer e Monte Alegre.
O projeto segue, agora, à sanção da governadora do Estado.
Aviso aos leitores
O site O Estado do Tapajós On Line voltará a ser atualizado a partir das 14 horas.
Aeroporto desconfortável
O gerente da Infraero em Santarém, Cláudio Barra, acha que o bom funcionamento do aeroporto Wilson Fonseca deve ser medido, apenas, pelo número de pousos e decolagem.
Mas quem precisa usar as dependência do aeroporto depara-se com situações inusuitadas, senão vejamos:
1- Não há televisores no hall do aeroporto. Quem quiser assisitir a algum programa antes do ingressar na sala de embarque tem que mendigar junto aos donos das lanchonetes para que os aparelhos sejam ligados.
2- As cadeiras das lanchonetes são desconfortáveis, além de frágeis. E por cima, cedidas por distribuidores de bebidas alcoólicas.
3- Os banheiros são mal cheirosos.
4- Não há poltornas para descanso.
O site está aberto a outras reclamações dos usuários do aeroporto para publicá-las aqui neste espaço.
Mas quem precisa usar as dependência do aeroporto depara-se com situações inusuitadas, senão vejamos:
1- Não há televisores no hall do aeroporto. Quem quiser assisitir a algum programa antes do ingressar na sala de embarque tem que mendigar junto aos donos das lanchonetes para que os aparelhos sejam ligados.
2- As cadeiras das lanchonetes são desconfortáveis, além de frágeis. E por cima, cedidas por distribuidores de bebidas alcoólicas.
3- Os banheiros são mal cheirosos.
4- Não há poltornas para descanso.
O site está aberto a outras reclamações dos usuários do aeroporto para publicá-las aqui neste espaço.
Dica Frazão além-fronteiras
Na coluna “Repórter Diário”, do Diário do Pará:
Além-fronteiras
Mais uma vez o trabalho da artesã santarena Dica Frazão ultrapassa fronteiras e é mostrado na exposição Amazônia Brasil, que começa hoje e se estende até 13 de julho em Nova York, nos Estados Unidos. Um vestido confeccionado com fibras extraídas do tronco de uma árvore amazônica – que ela insiste manter em segredo – foi mandado para a exposição, atendendo pedido do Projeto Saúde e Alegria e de uma estilista norte-americana que ficou encantada com a obra da artesã santarena durante viagem de turismo a Santarém, no ano passado.
Sem apoio
Em outubro, acontecerá um desfile de modas no Teatro da Paz, em Belém, quando será exibida uma coleção completa dos vestidos confeccionados por Dica Frazão. Até agora, oito deles já estão prontos. A artesã santarena lamenta, porém, a falta de apoio do município ao seu trabalho, uma vez que no museu montado em sua residência – à rua Floriano Peixoto, centro de Santarém - não existe sequer uma recepcionista para atender turistas, principalmente estrangeiros e o número de vitrines não é suficiente para expor todos os seus produtos. Dica tem 20 vestidos encaixotados e catalogados e não tem onde expor.
Além-fronteiras
Mais uma vez o trabalho da artesã santarena Dica Frazão ultrapassa fronteiras e é mostrado na exposição Amazônia Brasil, que começa hoje e se estende até 13 de julho em Nova York, nos Estados Unidos. Um vestido confeccionado com fibras extraídas do tronco de uma árvore amazônica – que ela insiste manter em segredo – foi mandado para a exposição, atendendo pedido do Projeto Saúde e Alegria e de uma estilista norte-americana que ficou encantada com a obra da artesã santarena durante viagem de turismo a Santarém, no ano passado.
Sem apoio
Em outubro, acontecerá um desfile de modas no Teatro da Paz, em Belém, quando será exibida uma coleção completa dos vestidos confeccionados por Dica Frazão. Até agora, oito deles já estão prontos. A artesã santarena lamenta, porém, a falta de apoio do município ao seu trabalho, uma vez que no museu montado em sua residência – à rua Floriano Peixoto, centro de Santarém - não existe sequer uma recepcionista para atender turistas, principalmente estrangeiros e o número de vitrines não é suficiente para expor todos os seus produtos. Dica tem 20 vestidos encaixotados e catalogados e não tem onde expor.
Helenilson defende candidatura própria do PMDB
Em contato com o site, o advogado Helenilson Pontes faz comentários sobre a nota da Coluna do Estado sobre o teor da conversa mantida por ele com os vereadores Rui Corrêa e José Maria Tapajós, na última quinta-feira.
1- "Na citada reunião, externei aos vereadores Ruy Correa e José Maria Tapajós a posição que venho defendendo publicamente e dentro do PMDB desde o meu ingresso no Partido, qual seja, a de que a grandeza, a representatividade e a História do Partido em Santarém, no Pará e no Brasil são imperativos para o lançamento de uma candidatura própria à Prefeitura de Santarém. Os militantes do PMDB têm pedido por uma candidatura própria e é este anseio que tenho levado às diferentes instâncias partidárias."
2- " No entanto, pela importância geopolítica que o nosso Município assume, a posição do Partido no pleito que se avizinha será decidida pelo nosso Presidente Regional que do alto da sua inigualável e reconhecida sabedoria política, prudente e oportunamente, saberá escolher a melhor decisão."
3- "Uma coisa é certa: o PMDB combaterá unido em 2008."
1- "Na citada reunião, externei aos vereadores Ruy Correa e José Maria Tapajós a posição que venho defendendo publicamente e dentro do PMDB desde o meu ingresso no Partido, qual seja, a de que a grandeza, a representatividade e a História do Partido em Santarém, no Pará e no Brasil são imperativos para o lançamento de uma candidatura própria à Prefeitura de Santarém. Os militantes do PMDB têm pedido por uma candidatura própria e é este anseio que tenho levado às diferentes instâncias partidárias."
2- " No entanto, pela importância geopolítica que o nosso Município assume, a posição do Partido no pleito que se avizinha será decidida pelo nosso Presidente Regional que do alto da sua inigualável e reconhecida sabedoria política, prudente e oportunamente, saberá escolher a melhor decisão."
3- "Uma coisa é certa: o PMDB combaterá unido em 2008."
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Campanha de Vacinação do Idoso começa no dia 26 de abril
Começa no dia 26 de abril, mais uma Campanha Nacional de Vacinação do Idoso, coordenada no Pará pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).
Com o slogan "Não deixe a gripe derrubar você. Vacine-se", a campanha tem como meta, no Pará, vacinar contra a gripe 411.850 idosos com 60 anos ou mais, 12.330 contra a pneumonia e 82.370 contra difteria e tétano.
Serão vacinados 100.662 idosos na capital e 311.188 no interior do Estado. A campanha de vacinação se estenderá até o dia 9 de maio, tendo como Dia Nacional de Vacinação o dia 26 de abril, sábado.
Os objetivos da campanha são: contribuir para evitar a gripe e suas graves conseqüências; reduzir as mortes por complicações de pneumonia e atualizar a situação vacinal dos idosos contra a difteria e tétano. Para alcançar a meta, o Pará vai contar com 4.130 postos de vacinação, sendo 92 na capital e 4.038 no interior e dispor de 450.000 doses de vacina contra gripe, 83.000 doses contra difteria e tétano e 12.330 contra pneumonia, assim como seringas e agulhas em número suficiente para o trabalho. Também contará com 24.784 profissionais de saúde, 156 barcos e 607 carros.
Por que se proteger contra a gripe?
A gripe é uma virose respiratória aguda, que ocorre durante todo o ano, mas tem características de se manifestar sob a forma de surto ou epidemia. Os principais sintomas da gripe são febre, dores musculares, tosse e coriza. A doença é transmitida por meio de contato com secreções de pessoas gripadas expelidas pela boca ou nariz, por ocasião da fala, tosse ou espirro; ou ainda por contato com material contaminado. A pneumonia é uma infecção respiratória causada por vários microorganismos, sendo o Pneumococo o que produz os quadros mais graves da doença nos idosos.
Os principais sintomas são tosse com expectoração com pus e, às vezes, sangue, febre, dor torácica, podendo evoluir para extrema gravidade e morte, principalmente nas pessoas idosas. A transmissão ocorre por meio de contato com pessoas doentes ou com infecção sem sintomas. O Pneumococo também pode ficar alojado no trato respiratório superior de pessoas aparentemente sadias e causar a doença assim que há queda de resistência.
Com o slogan "Não deixe a gripe derrubar você. Vacine-se", a campanha tem como meta, no Pará, vacinar contra a gripe 411.850 idosos com 60 anos ou mais, 12.330 contra a pneumonia e 82.370 contra difteria e tétano.
Serão vacinados 100.662 idosos na capital e 311.188 no interior do Estado. A campanha de vacinação se estenderá até o dia 9 de maio, tendo como Dia Nacional de Vacinação o dia 26 de abril, sábado.
Os objetivos da campanha são: contribuir para evitar a gripe e suas graves conseqüências; reduzir as mortes por complicações de pneumonia e atualizar a situação vacinal dos idosos contra a difteria e tétano. Para alcançar a meta, o Pará vai contar com 4.130 postos de vacinação, sendo 92 na capital e 4.038 no interior e dispor de 450.000 doses de vacina contra gripe, 83.000 doses contra difteria e tétano e 12.330 contra pneumonia, assim como seringas e agulhas em número suficiente para o trabalho. Também contará com 24.784 profissionais de saúde, 156 barcos e 607 carros.
Por que se proteger contra a gripe?
A gripe é uma virose respiratória aguda, que ocorre durante todo o ano, mas tem características de se manifestar sob a forma de surto ou epidemia. Os principais sintomas da gripe são febre, dores musculares, tosse e coriza. A doença é transmitida por meio de contato com secreções de pessoas gripadas expelidas pela boca ou nariz, por ocasião da fala, tosse ou espirro; ou ainda por contato com material contaminado. A pneumonia é uma infecção respiratória causada por vários microorganismos, sendo o Pneumococo o que produz os quadros mais graves da doença nos idosos.
Os principais sintomas são tosse com expectoração com pus e, às vezes, sangue, febre, dor torácica, podendo evoluir para extrema gravidade e morte, principalmente nas pessoas idosas. A transmissão ocorre por meio de contato com pessoas doentes ou com infecção sem sintomas. O Pneumococo também pode ficar alojado no trato respiratório superior de pessoas aparentemente sadias e causar a doença assim que há queda de resistência.
SÃO RAIMUNDO 3 X 2 ANANINDEUA
O São Raimundo conquistou sua primeira vitória no Parazão diante do Ananindeua, hoje, no estádio Barbalhão em Santarém.
Ananindeua 1X0:Flamel 4'1º
S.Raimundo 1X1:Emerson Bala 5'1º
S.Raimundo 2X1:Marcel 35'1º
Ananindeua 2X2:Joãozinho(pênalti)4'2º
S.Raimundo 3X2:Divanor(pênalti)34'2º
Ananindeua 1X0:Flamel 4'1º
S.Raimundo 1X1:Emerson Bala 5'1º
S.Raimundo 2X1:Marcel 35'1º
Ananindeua 2X2:Joãozinho(pênalti)4'2º
S.Raimundo 3X2:Divanor(pênalti)34'2º
Inglês de Sousa é homenageado no I Salão do Livro em Santarém
O escritor paraense, nascido na da cidade de Óbidos, Inglês de Sousa,será o patrono do I Salão do Livro da Região do Baixo Amazonas,realizado em Santarém, no período de 23 a 27 de abril.
Inglês de Sousa foi um grande representante da cultura amazônica,principalmente por usar referências de pesca, do índio, do rio entretantos outros. Quando se mudou para o Rio de Janeiro levou a Amazônia emseus textos de ficção. Além de escritor, ele foi professor, advogado,político, jornalista e um dos introdutores do naturalismo na literaturabrasileira, se destacando também como um dos fundadores da AcademiaBrasileira de Letras.
No geral, sua obra enfoca principalmente o homem amazônico, acima atémesmo da paisagem e do exotismo da região. Tornou-se conhecido com "O Missionário", romance influenciado pelo cientificismo do final do séculoXIX. Pela ciência é capaz de justificar todos os fenômenos naturais,inclusive o modo como o homem se sobressai às forças da natureza. Neste seu principal romance ele descreve com fidelidade a vida em uma pequenacidade amazônica, com fidelidade às cenas regionais.
Testemunha - Destacando-se por seu vigor lingüístico, ele soube dosar aficção com o relato descritivo e real das diversas lendas e estórias daAmazônia. Foi testemunha de uma época de muitas transformações no país,tanto políticas quanto religiosas e literárias. "Ele mostra não uma Amazônia isolada, mas em contato com o Brasilinteiro, até porque sua obra remete ao período da borracha, onde eleescreveu sobre a Guerra do Paraguai, a presença de ingleses, os barcos avapor que traziam diversas coisas", afirma Silvio Holanda, doutor emLiteratura e professor de Teoria Literária da Universidade Federal doPará (UFPa).
Durante a Guerra do Paraguai ele demonstrou as deficiências daorganização militar que, aliada às campanhas absolutistas erepublicanas, abalaram a monarquia. O resultado que esse cenárioimprimiu em Inglês de Sousa o tornou diferente dos demais escritores desua escola literária.
Curiosidades - De acordo com Holanda, a vida do escritor homenageado apresenta algumas curiosidades. "Primeiramente, ele não morreu pobre como a maioria dos escritores. Ele enriqueceu como jurista e advogado", informa." Também foi tio do escritor paulista Oswald de Andrade, que em suasmemórias registradas no livro "Um homem sem profissão: Sob as ordens de mamãe", narra uma visita que fez ao Rio de Janeiro, quando ficou comvergonha de se apresentar ao tio rico, por medo que ele pensasse quefosse por interesse", diz o professor.
O Salão do Livro pretende consolidar a divulgação da literatura paraenseincentivando a leitura, além de formar público leitor em todo o Estado,fomentar a integração entre os municípios paraenses e difundir aliteratura regional. Fomenta, assim, obras de novos e tradicionaisvalores literários da Amazônia. No I Salão haverá ainda um bate-papo com escritores da Amazônia, como Éfrem Galvão e Walcyr Monteiro, além de autores de renome nacional, como Içami Tiba e Ariano Suassuna.
Inglês de Sousa foi um grande representante da cultura amazônica,principalmente por usar referências de pesca, do índio, do rio entretantos outros. Quando se mudou para o Rio de Janeiro levou a Amazônia emseus textos de ficção. Além de escritor, ele foi professor, advogado,político, jornalista e um dos introdutores do naturalismo na literaturabrasileira, se destacando também como um dos fundadores da AcademiaBrasileira de Letras.
No geral, sua obra enfoca principalmente o homem amazônico, acima atémesmo da paisagem e do exotismo da região. Tornou-se conhecido com "O Missionário", romance influenciado pelo cientificismo do final do séculoXIX. Pela ciência é capaz de justificar todos os fenômenos naturais,inclusive o modo como o homem se sobressai às forças da natureza. Neste seu principal romance ele descreve com fidelidade a vida em uma pequenacidade amazônica, com fidelidade às cenas regionais.
Testemunha - Destacando-se por seu vigor lingüístico, ele soube dosar aficção com o relato descritivo e real das diversas lendas e estórias daAmazônia. Foi testemunha de uma época de muitas transformações no país,tanto políticas quanto religiosas e literárias. "Ele mostra não uma Amazônia isolada, mas em contato com o Brasilinteiro, até porque sua obra remete ao período da borracha, onde eleescreveu sobre a Guerra do Paraguai, a presença de ingleses, os barcos avapor que traziam diversas coisas", afirma Silvio Holanda, doutor emLiteratura e professor de Teoria Literária da Universidade Federal doPará (UFPa).
Durante a Guerra do Paraguai ele demonstrou as deficiências daorganização militar que, aliada às campanhas absolutistas erepublicanas, abalaram a monarquia. O resultado que esse cenárioimprimiu em Inglês de Sousa o tornou diferente dos demais escritores desua escola literária.
Curiosidades - De acordo com Holanda, a vida do escritor homenageado apresenta algumas curiosidades. "Primeiramente, ele não morreu pobre como a maioria dos escritores. Ele enriqueceu como jurista e advogado", informa." Também foi tio do escritor paulista Oswald de Andrade, que em suasmemórias registradas no livro "Um homem sem profissão: Sob as ordens de mamãe", narra uma visita que fez ao Rio de Janeiro, quando ficou comvergonha de se apresentar ao tio rico, por medo que ele pensasse quefosse por interesse", diz o professor.
O Salão do Livro pretende consolidar a divulgação da literatura paraenseincentivando a leitura, além de formar público leitor em todo o Estado,fomentar a integração entre os municípios paraenses e difundir aliteratura regional. Fomenta, assim, obras de novos e tradicionaisvalores literários da Amazônia. No I Salão haverá ainda um bate-papo com escritores da Amazônia, como Éfrem Galvão e Walcyr Monteiro, além de autores de renome nacional, como Içami Tiba e Ariano Suassuna.
Pantera muda laterais para enfrentar Ananindeua
O time do São Raimundo que enfrenta o Ananinedua, hoje, as quatro da tarde, no estádio Barbalhão, vai apresentar mudanças nas laterais. Diego Vasconcelos faz sua estréia pela direita, enquanto João Pedro vai ser improvisado pela lateral esquerda.
O time: Tiago, Diego Vasconcelos, Darlan, Cezar Lira e João Pedro; Buiú, Divanor, Diego Carioca; Emerson Bala,Marcel e Elcio.
O time: Tiago, Diego Vasconcelos, Darlan, Cezar Lira e João Pedro; Buiú, Divanor, Diego Carioca; Emerson Bala,Marcel e Elcio.
Farmácia assaltada de madrugada
Uma farmácia de manipulação, localizada na esquina da trav. Moraes Sarmento com avenida Mendonça Furtado, foi assaltada na madrugada de hoje. Os ladrões levaram cerca de R$ 8 mil.
O curioso nesse roubo é que o proprietário da farmácia, quando informado, ligou para o CIOP para pedir ajuda. Recebeu como resposta que já que não era possível saber quem tinha feito o roubo 'a viatura não poderia fazer uma viagem perdida" e que o reclamante deveria procurar a delegacia.
Ao chegar à delegacia de Santarém, o reclamante também não pode registar o boletim de ocorrência(B.O), pois só havia um escrivão de manhã e este estava sobrecarregado atendendo a outros casos.
Se quiser, o reclamante, pelo jeito, vai ter que investigar o roubo a sua farmácia por seus próprios meios.
O curioso nesse roubo é que o proprietário da farmácia, quando informado, ligou para o CIOP para pedir ajuda. Recebeu como resposta que já que não era possível saber quem tinha feito o roubo 'a viatura não poderia fazer uma viagem perdida" e que o reclamante deveria procurar a delegacia.
Ao chegar à delegacia de Santarém, o reclamante também não pode registar o boletim de ocorrência(B.O), pois só havia um escrivão de manhã e este estava sobrecarregado atendendo a outros casos.
Se quiser, o reclamante, pelo jeito, vai ter que investigar o roubo a sua farmácia por seus próprios meios.
OBIDENSE É UMA DAS 'CARAS' DE BRASÍLIA
Mariana Mainenti Correio Braziliense
Brasília, que hoje comemora 48 anos de fundação, tem 16 mil paraenses. Um deles é Varlene Varlene Matos Souza, de 55 anos, que era funcionária do Banco do Estado do Pará quando chegou com o filho Alain nos braços à cidade, em 1977. Com sérios problemas ortopédicos, que a impediam de caminhar direito, a criança de apenas 2 anos recebeu esperança no Hospital Sarah Kubitschek. “O pé dele era torto, nem conseguia calçar sapato. Fiquei muito aliviada quando o médico disse: ‘O problema do seu filho tem cura’”, conta Varlene, que sem hesitar decidiu se mudar para a cidade e ir adiante no tratamento que levaria quatro anos.
“Ele fez três cirurgias. Hoje é recuperado, ficou perfeito”, comemora a mãe dedicada. “Daqui mesmo, pedi a minha transferência para Brasília e fiquei até hoje”, diz. Um mês depois, o marido dela também se mudou para a cidade.
“Ele fez três cirurgias. Hoje é recuperado, ficou perfeito”, comemora a mãe dedicada. “Daqui mesmo, pedi a minha transferência para Brasília e fiquei até hoje”, diz. Um mês depois, o marido dela também se mudou para a cidade.
Apesar de toda a determinação de ficar em Brasília, a paraense conta que o início foi difícil: “Eu tinha vontade de ir embora, sentia falta do calor do Pará”. O pior momento foi em 1982, quando o marido morreu. “Enfrentei muitas dificuldades. Eu tinha os três filhos pequenos para criar. Fiz tudo sozinha, com a minha família longe”, lembra.
A mãe guerreira, no entanto, transformou a saudade de sua terra em meio de vida: em 1984, Varlene inaugurou na Feira da Torre a barraca Recanto do Pará. Logo outros conterrâneos dela descobriram o local, que hoje é parada obrigatória para quem quer saborear alimentos típicos do estado. “A comida que mais sai é o tacacá, que é afrodisíaco. E se acabar o tacacá, acaba o movimento. Todo mundo vai embora”, diz ela, que chega a vender 250 cuias do prato típico nos fins de semana.
Ela se orgulha de ter conseguido trazer três dos 17 irmãos para Brasília. “Mandei buscar para melhorarem de vida e hoje todos têm sua família aqui”, afirma. E não restou nenhuma dúvida de que valeu a pena a opção brasiliense. “Eu sabia que o melhor para nós era ficarmos aqui. Graças a Deus me recuperei de todas as dificuldades e estou muito feliz porque eu e meus filhos estamos todos bem”, afirma, com convicção.
Mas saudade é renitente. Então, ela passa o carnaval em Óbidos, cidade do interior do Pará onde nasceu e onde seus pais vivem. Além disso, vai a Belém pelo menos três vezes ao ano. Mas, agora, o Pará é só para passear. Quero morrer em Brasília. Tudo o que eu tenho, consegui aqui. Não quero mais sair para lugar algum.
8º BEC APONTA QUATRO PONTOS CRÍTICOS DA RODOVIA BR-163
Gisele de Freitas Repórter
O 8º Batalhão de Engenharia de Construção (BEC) informou os quatro pontos mais críticos de tráfego na BR 163. Os quilômetros 137, 194, 206 e 211 são considerados os locais onde há os maiores atoleiros no trecho entre Santarém e Rurópolis e exigem atenção redobrada dos motoristas. De acordo com relatório da Seção Técnica do BEC, o KM 137 estava sob iminência de ser interditado, mas uma equipe foi deslocada ao local para espalhar areia e piçarra sobre o atoleiro.
Nesta semana os soldados repararam a ponte sobre o igarapé Preto, que estava ameaçada. O trabalho durou 10 horas e o tráfego no local não foi interrompido. O relatório revela a dificuldade que os militares têm de fazer um trabalho satisfatório nos atoleiros, em função da grande quantidade de chuvas desta época do ano. As proximidades do KM 137 além de um atoleiro ainda estavam sofrendo com erosões, que estreitavam a pista. O problema está sendo resolvido por uma equipe que permanece no local desde a última terça-feira (15).
O trecho mais danificado da rodovia vai do KM 176 ao 217, o início deste trecho já chegou a ter o trânsito interditado, mas após cada chuva os soldados fazem a manutenção no local, dando condições de trafegabilidade. Além do KM 137, os atoleiros também preocupam os militares nos KMs 194, 206 e 211. O trecho do KM 194 permanece em péssimas condições até o final do 195, bem como no KM 206 a situação de risco engloba o KM 207. Após estes atoleiros, o KM 211 também é considerado um trecho crítico.
Há uma equipe responsável pela manutenção destas áreas onde se encontram os atoleiros, mas as péssimas condições da estrada e a falta de alguns equipamentos necessários limitam os soldados a apenas desatolar os veículos que não conseguem passar por estes trechos. De acordo com o relatório, os serviços de desatolamento não estavam previstos na operação dos militares.
PONTE SOBRE O IGARAPÉ PRETO - No dia 10 deste mês a ponte sobre o igarapé Preto teve um tráfego excessivo de veículos pesados, de forma que a estrutura apresentasse deformações e risco de cair. A equipe de pontes deslocou-se para o local para tomar medidas emergenciais que impedissem a interrupção do trânsito. Os soldados utilizaram macacos hidráulicos para içar a ponte e recuperaram a estrutura comprometida, substituindo as peças de madeira e utilizando braçadeiras de aço para garantir maior durabilidade. O trabalho de recuperação durou 10 horas contínuas e não parou totalmente o tráfego, pois em alguns momentos a equipe parava a manutenção e liberava os veículos que estavam esperando para transpor a ponte.
DNIT recebe prefeitos e deputados em audiência
Em audiência realizada nesta quarta-feira (16/04/2008) em Brasília, com o diretor geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT, Dr. Luis Antônio Pagot, órgão ligado ao Ministério dos Transportes, prefeitos ligados à AMUT cobraram efetiva aplicação de investimentos públicos do Governo Federal na conservação e pavimentação da BR-163 e na construção de pontes de concreto, objetivando eliminar seus pontos críticos e tirar do isolamento milhares de famílias, sobretudo dos municípios de Trairão e Novo Progresso.
A audiência contou com a presença do presidente da AMUT, prefeito Ademar Baú (Trairão), dos deputados Alexandre Von, Lira Maia e José Megale, dos senadores Mário Couto e Flexa Ribeiro, dos prefeitos de Itaituba, Rurópolis, Jacareacanga, Pacajá, Anapu e Porto de Móz, dentre outros.
Na ocasião, os presentes fizeram um relato das imensas dificuldades e do sofrimento que passam os moradores dos municípios localizados na margem da BR, principalmente nesta época do ano, inclusive das vidas que se perdem por falta de oportunidade de acessar tratamento de saúde emergencial em tempo hábil.
O deputado Alexandre Von relatou, ao diretor geral do DNIT, a recente visita que fez, na companhia do também deputado José Megale além do prefeito e vereadores de Trairão, a pontos críticos da BR-163, onde puderam constatar um verdadeiro estado de calamidade existente naquela área.
O representante do DNIT, conhecedor do problema e demonstrando sensibilidade à causa, assegurou que todos os procedimentos de ordem legal e ambiental já estão sendo tomados, bem como a superação de obstáculos que sempre impediram a concretização deste projeto, garantindo a sua plena execução no triênio 2008/2010.
O presidente da AMUT solicitou que todos os passos na execução do projeto, doravante, sejam acompanhados e fiscalizados pela AMUT e pelos parlamentares da região e requereu, por fim, que o DNIT informe o plano de trabalho e o cronograma completo de execução das obras, o que será atendido pelo órgão.
domingo, 20 de abril de 2008
Palmeiras e Botafogo nas finais
Palmeiras bateu o São Paulo por 2 x0. Vai encarar a Ponte Preta.
Botafogo despachou o Fluminense por 1x0. Vai pegar o Flamengo pela frente.
Botafogo despachou o Fluminense por 1x0. Vai pegar o Flamengo pela frente.
Apoio a Priante derrubou Charles Alcântara
Miguel Oliveira
Editor-chefe
O governo do estado vai tentar negar.
Os petistas de todas as tendência não vão querer admitir.
Mas o lançamento precipitado da candidatura de Mário Cardoso a prefeito de Belém guarda uma relação intrínseca com a saída de Charles Alcântara da Casa Civil.
Foi imputado a Charles a movimentação de bastidores em busca o apoio de parcela do PT e até do presidente Lula à candidatura de Priante. Por isso, o estado-maior de Ana Júlia aplicou uma dose profilática de 'desjaderização'.
Isto é, o ex-chefe da Casa Civil, que concentrava poderes de nomear a raia miúda, fermento indispensável à manutenção do fisíologismo político, estava também cuidando da articulação política com o PMDB 'ao seu modo', se guiando pela própria imagem do espelho.
- Que rei sou eu?, filosofava Charles.
- Eu sou a rainha!, respondeu Ana Júlia com a caneta de governadora, guiada pelo alterego Puty e pela dupla de hermanos Marcílio e Maurílio.
Aproveitando-se da mexida na Casa Civil, Mário Cardoso colocou seu bloco na rua.
O desfile pela avenida das eleições em Belém começou com a entrevista exclusiva que Mário concedeu ao jornalista Paulo Bemerguy( do site Espaço Aberto) desancando José Priante. Na área de dispersão, o bloco de Mário entrincheirou-se na plenária municipal do PT, sexta-feira. Mas quem pensava que seria ouvida ali a marcha "Quarta-feira de Cinzas", deparou-se com um bem entoado coro da música de Geraldo Vandré, "Pra não dizer que não falei de flores".
A plenária municipal do PT falou de flores, sim senhor.
Falou de rosas vermelhas, para perfurmar a candidatura de Mário Cardoso.
Falou de espada de São Jorge, para apunhalar José Priante pelas costas.
Editor-chefe
O governo do estado vai tentar negar.
Os petistas de todas as tendência não vão querer admitir.
Mas o lançamento precipitado da candidatura de Mário Cardoso a prefeito de Belém guarda uma relação intrínseca com a saída de Charles Alcântara da Casa Civil.
Foi imputado a Charles a movimentação de bastidores em busca o apoio de parcela do PT e até do presidente Lula à candidatura de Priante. Por isso, o estado-maior de Ana Júlia aplicou uma dose profilática de 'desjaderização'.
Isto é, o ex-chefe da Casa Civil, que concentrava poderes de nomear a raia miúda, fermento indispensável à manutenção do fisíologismo político, estava também cuidando da articulação política com o PMDB 'ao seu modo', se guiando pela própria imagem do espelho.
- Que rei sou eu?, filosofava Charles.
- Eu sou a rainha!, respondeu Ana Júlia com a caneta de governadora, guiada pelo alterego Puty e pela dupla de hermanos Marcílio e Maurílio.
Aproveitando-se da mexida na Casa Civil, Mário Cardoso colocou seu bloco na rua.
O desfile pela avenida das eleições em Belém começou com a entrevista exclusiva que Mário concedeu ao jornalista Paulo Bemerguy( do site Espaço Aberto) desancando José Priante. Na área de dispersão, o bloco de Mário entrincheirou-se na plenária municipal do PT, sexta-feira. Mas quem pensava que seria ouvida ali a marcha "Quarta-feira de Cinzas", deparou-se com um bem entoado coro da música de Geraldo Vandré, "Pra não dizer que não falei de flores".
A plenária municipal do PT falou de flores, sim senhor.
Falou de rosas vermelhas, para perfurmar a candidatura de Mário Cardoso.
Falou de espada de São Jorge, para apunhalar José Priante pelas costas.
Índios prontos para se alistar no Exército
Contrariando declaração aprovada na ONU, Exército brasileiro se prepara para incorporar índios tirió a um pelotão de fronteira no norte do Pará. Comandante da Amazônia desafia acordo assinado pelo Brasil
Fernanda Odilla
Enviada especial*
Óbidos (PA) — Na terra dos índios Tirió, poucos dominam o português. Nem por isso, a tribo do norte do Pará, quase na fronteira com o Suriname, dispensa tênis, camisetas, brincos e dentes de ouro. As crianças, de Havaianas nos pés e chicletes na boca, também resistem a entoar muitas palavras no idioma nacional. Mas falar português significa hoje, para os tirió, acesso a posições remuneradas e de destaque como professor, agente de saúde e, em breve, soldado do Exército. Contrariando a Declaração Universal dos Direitos dos Indígenas, o Exército se prepara para incorporar seis tirió no 1º. Pelotão Especial de Fronteira do 2º Batalhão de Infantaria de Selva em Tiriós, distrito de Óbidos, no Pará. Aprovada na Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas em setembro do ano passado, com voto favorável do Brasil, a declaração propõe a desmilitarização de terras indígenas. Os militares fazem questão de deixar clara a posição contrária à resolução.
“Enquanto eu for comandante militar, a tropa vai onde for necessário”, avisa o comandante da Amazônia, general Augusto Heleno Ribeiro Pereira. “Eu me assustei. Fiquei preocupado quando vi os termos da declaração”, observou o comandante, durante uma palestra em Marabá em 7 de abril, ao citar a parte do texto que permite aos povos indígenas determinar sua livre condição política. Ele criticou ainda outro trecho, no qual a ONU estabelece que “não se desenvolverão atividades militares nas terras indígenas, a menos que se justifiquem por ameaças graves ao interesse público ou que se faça um acordo com os índios”.
Caso fosse cumprida ao pé da letra, pelo menos quatro pelotões do Exército teriam de fechar as portas e desocupar as áreas onde atuam, em especial na faixa da fronteira no Norte do país — na área de conflito Raposa Serra do Sol, em Roraima.
Tiriós, embora não seja terra indígena, também seria uma dessas áreas, onde, além da tribo e de tropas do Exército e da Aeronáutica, só há um frei franciscano, uma antropóloga e, às vezes, funcionários da Funasa e da Funai. Para se chegar lá, só há duas formas: avião ou caminhada de seis horas a partir do Suriname.
“Aperreados” P
or isso, ao saber do interesse do Exército em arregimentar jovens de 18 anos para compor a tropa na fronteira com o Suriname, o cacique Tadeu Simétrio Tirió queria escolher os futuros soldados imediatamente. “Quando estamos aperreados, a gente corre para o Exército”, diz, com a ajuda de um tradutor. Ele afirma que pelo menos os militares estão sempre prontos para ajudar, já que, desde setembro do ano passado, não aparece um médico na tribo e os índios, em especial as crianças, sofrem com diarréia e desidratação. Por isso, atrai tantos olhares a presença dos homens de farda camuflada e fuzis nas mãos na comunidade Missão Nova, sede da tribo dos Tirió.
A admiração e o respeito, contudo, não são garantia do interesse dos índios em se transformar em soldados. De poucas palavras e muita desconfiança, Roberto, 18 anos, e Márcio, 17, não demonstram muito interesse em representar os Tirió no pelotão militar.
Há 15 anos pesquisando os Tirió, a antropóloga da USP Denise Fajardo Grupioni explica que o principal problema da tribo hoje é o isolamento. Os cerca de 900 índios que ficam do lado brasileiro vivem da caça, pesca, conhecem muito pouco do mundo fora da Serra do Tumucumaqui e sofrem com a ausência de assistência em tempo integral. “Eles se sentem muito isolados, mas têm interesse em se profissionalizar e diversificar as atividades. Ir para o Exército tem tudo a ver com a possibilidade de ter uma fonte de renda”, avalia a antropóloga, dizendo que os índios mais velhos se arrependem por não terem se esforçado em aprender o português. O dinheiro é gasto quando visitam parentes no Suriname ou quando alguns embarcam em aviões da FAB rumo a Macapá (AP) ou Belém (PA).
O primeiro passo para um índio compor o pelotão do Exército é dominar o idioma nacional, explica o comandante do 2º Batalhão de Infantaria da Selva, tenente coronel Marcos de Sá Affonso da Costa, responsável pela área. Ele justifica o interesse em contar com tiriós na patrulha oficial da faixa de fronteira argumentando que nada melhor que um homem adaptado e conhecedor de uma área para ajudar a defendê-la.
“Apesar de os índios serem os únicos habitantes da região, é uma fronteira seca, que pode ser percorrida a pé. Existe a possibilidade de ser roda de passagem de conexões criminosas (como de tráfico de drogas) terrestre”, observa, ponderando que a incorporação só deve acontecer no próximo ano, quando o pelotão se transformará em vila militar.
*A repórter do Correio Braziliense viajou a convite do Exército Brasileiro
Caixa lança concurso nacional para técnico bancário
Saiu sexta-feira(18) o edital de um dos concursos mais esperados do ano. Depois de muito suspense, a Caixa Econômica Federal publicou no Diário Oficial da União de 18/04 as regras da nova seleção para cargo de técnico bancário (nível médio). O objetivo do certame é preencher cadastro reserva.
Há vagas para todos os estados brasileiros, com exceção de São Paulo e Rio de Janeiro.
A organização do certame será feita pela Fundação Cesgranrio, também responsável pela seleção do órgão no estado do Acre, feita separadamente.
Os candidatos serão submetidos a duas etapas distintas: medição dos conhecimentos, por meio de prova objetiva, e exames médicos admissionais, de caráter exclusivamente eliminatório.
A primeira avaliação constará de questões sobre matemática, língua portuguesa, atualidades, noções de ética e atendimento.
As inscrições podem ser feitas dos dias 9 a 29 de maio, pelo site www.cesgranrio.org.br. Quem não tiver acesso à Internet também pode fazer o cadastro nas agências da Caixa. A taxa é de R$ 23. Benefícios A remuneração inicial para o posto é de R$ 1.244, em regime de trabalho de seis horas diárias. Além do salário-base, os novos servidores terão participação nos lucros e resultados, plano de saúde e plano de previdência complementar, auxílio refeição e alimentação, auxílio cesta-alimentação e possibilidade de crescimento profissional.
(Correio Web)
Há vagas para todos os estados brasileiros, com exceção de São Paulo e Rio de Janeiro.
A organização do certame será feita pela Fundação Cesgranrio, também responsável pela seleção do órgão no estado do Acre, feita separadamente.
Os candidatos serão submetidos a duas etapas distintas: medição dos conhecimentos, por meio de prova objetiva, e exames médicos admissionais, de caráter exclusivamente eliminatório.
A primeira avaliação constará de questões sobre matemática, língua portuguesa, atualidades, noções de ética e atendimento.
As inscrições podem ser feitas dos dias 9 a 29 de maio, pelo site www.cesgranrio.org.br. Quem não tiver acesso à Internet também pode fazer o cadastro nas agências da Caixa. A taxa é de R$ 23. Benefícios A remuneração inicial para o posto é de R$ 1.244, em regime de trabalho de seis horas diárias. Além do salário-base, os novos servidores terão participação nos lucros e resultados, plano de saúde e plano de previdência complementar, auxílio refeição e alimentação, auxílio cesta-alimentação e possibilidade de crescimento profissional.
(Correio Web)
Concurso da Polícia Rodoviária Federal será retomado
O concurso público da Polícia Rodoviária Federal (PRF), suspenso em dezembro de 2007 por suspeita de fraude, será retomado. O Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, empresa que organizou a seleção, devolveu à PRF o valor da taxa de inscrição paga por 112 mil candidatos. Foram restituídos cerca de R$ 7,5 milhões aos cofres da União.
A PRF vai contratar uma nova empresa para organizar o concurso. Terá prioridade aquela que oferecer maior segurança na elaboração e aplicação do processo seletivo.
As regras do edital continuam valendo e o valor da taxa de participação será devolvido aos candidatos que desistiram do concurso.
Os critérios de devolução serão divulgados quando a nova instituição organizadora for contratada.
O concurso tem o objetivo de preencher 340 vagas nos estados do Pará e Mato Grosso. Este será o último processo seletivo que exigirá o nível médio para se ingressar na carreira de Policial Rodoviário Federal. De acordo com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), o próximo concurso exigirá a formação superior.
(Correio Web)
A PRF vai contratar uma nova empresa para organizar o concurso. Terá prioridade aquela que oferecer maior segurança na elaboração e aplicação do processo seletivo.
As regras do edital continuam valendo e o valor da taxa de participação será devolvido aos candidatos que desistiram do concurso.
Os critérios de devolução serão divulgados quando a nova instituição organizadora for contratada.
O concurso tem o objetivo de preencher 340 vagas nos estados do Pará e Mato Grosso. Este será o último processo seletivo que exigirá o nível médio para se ingressar na carreira de Policial Rodoviário Federal. De acordo com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), o próximo concurso exigirá a formação superior.
(Correio Web)
Quem mata um filho, suicida-se
Rosana Hermann
O Brasil não tem inimigos de guerra.
Não temos Bin Laden.
Ninguém quer nos atacar.
Nossos inimigos são nossos próprios demônios internos.
Estamos todos envolvidos numa nuvem de dore e indignação, o caso Isabella.
Na TV, nos rádios, nos jornais, nas ruas, o assunto é recorrente. Ininterrupto.
Para a mídia do Brasil o caso Isabella assume a dimensão do 11 de setembro americano.
Revemos as imagens sem parar. Ouvimos as informações repetidamente.
E as perguntas ecoam o tempo todo, como abelhas na cabeça.
Questionamos tudo, todos, insanamente.
Como pode um pai acobertar a mulher que assassina sua filha?
Que amor é esse?
É por causa dos outros filhos?
Que pai pensa primeiro em proteger uma assassina a salvar a filha?
Que pai segura uma filha nos braços e joga-a pela janela?
Que pai pensa em salvar sua pele ao invés de salvar sua criança?
E se ela tiver usado o chinelo dele?
Ela teria sobrevivido se tivesse sido atendida naquela hora?
O que deflagrou a ira da madrasta?
O que fez Isabella ficar desacordada?
O que foi que eles combinaram?
Como a mãe conseguiu responder no Orkut no dia em que sua filha foi assassinada?
A família sabe o que aconteceu?
O casal contou o que fez para seus familiares?
Os advogados sabem a verdade?
O que vai acontecer?
Quer dizer que, o pai pensou que a mulher tinha matado Isabella e, ao tentar acobertar a assassina, jogou a menina pela janela torando-se assim, sem saber, o verdadeiro assassino da própria filha?
Queremos ver.
Queremos saber.
Queremos entender.
Queremos vivenciar.
Queremos conhecer nossos sentimentos pelos sentimentos dos outros.
Porque o crime abalou nossos alicerces mais profundos, na questão mais crucial da vida, a continuidade da vida.
Porque um pai, uma mãe, não apenas colocam um filho no mundo mas continuam até a morte, dando a vida por eles. Pais e mães morrem para salvar seus filhos.
Pais e mães não matam os filhos, não arremessam seus filhos, não pensam primeiro na própria salvação quando a vida do filho está em jogo.
O caso Isabella é nosso 11 de setembro. Nosso inimigo, que bombardeia nossas crenças, é a transgressão do amor que nos mantém em pé, o amor entre pais e filhos. Quem ama não mata.
Quem ama salva.
E ninguém no nosso mundo real, na nossa crença e fé, pode matar a própria filha, uma criança pequena, indefesa.
Quando um pai mata sua própria menina nada mais faz sentido.
Eu também estou vendo a tv e não consigo parar. Não consigo sair de casa. Também preciso ver, sentir, refletir, saber, pensar.
Uma parte de mim quer sofrer.
Outra, quer ir trabalhar.Porque a vida continua
E o caso todo é sobre isso.
Nossos filhos são a continuidade das nossas vidas.
Quem mata um filho, suicida-se. Com a agravante de continuar vivo para pagar.
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