Somente na quinta-feira os alunos retornam às aulas no Colégio Dom Amando.
Ontem, quem chevaga para o primeiro dia de aula do segundo semestre era informado pelo guarda que o returno escolar só será iniciado na quinta-feira, dia 1º de agosto.
Oficialmente, o CDA não explicou o motivo do adiamento, mas o site apurou que o sindicato dos professores não aceitou que as férias de julho dos docentes fossem interrompidas antes do final o mês.
terça-feira, 29 de julho de 2008
Alerta Pará
Do Repórter Diário:
O Instituto Alerta Pará, em conjunto com a prefeitura e diversas entidades classistas de Santarém, realiza no próximo dia 2 de agosto, às 16h, no Parque de Exposição de Santarém, a reunião de apresentação do Projeto Preservar/Consolidação da Fronteira Aberta, que propõe o desenvolvimento do agronegócio paraense em bases sustentáveis.
O Instituto Alerta Pará, em conjunto com a prefeitura e diversas entidades classistas de Santarém, realiza no próximo dia 2 de agosto, às 16h, no Parque de Exposição de Santarém, a reunião de apresentação do Projeto Preservar/Consolidação da Fronteira Aberta, que propõe o desenvolvimento do agronegócio paraense em bases sustentáveis.
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Dom Azcona volta outra vez. Para dizer que nada mudou.
Do Espaço Aberto:
O bispo do Marajó, dom Luiz Azcona deu entrevista, no último final de semana, à Rádio CBN.Contou que se viu forçado a mudar vários hábitos depois que veio a Belém fez várias e graves denúncias, que ganharam repercussão nacional e chegaram até o Congresso.O bispo, segundo disse, evita sair à noite.E até mesmo a porta da catedral de Breves, que ele costumava abrir às 5h, agora abre pontualmente às 05h55, quando o dia está clareando.
Em abril deste ano, o bispo, em entrevista coletiva em Belém, dom Azcona que classificou o município de Breve como “um antro de perversão” e de “difícil convivência, por causa de crimes e falta de respeito com a mulher e o menor”.
Disse ainda que “todo o Estado está tomado por essa execração que é a exploração sexual de menores.”
Revelou que num dos rios da região de Breves e Melgaço meninos e meninas de 12 a 16 anos aproveitam o percurso das balsas para subir nas embarcações e se prostituir em troca de carne ou óleo de cozinha.
Revelou ainda ter ouvido de dois prefeitos o vaticínio de “que, dentro de alguns anos, o narcotráfico iria eleger todos os prefeitos do Marajó”. O Marajó, segundo ele, “está sendo refúgio de pessoas degeneradas”.
Dom Azcona resumiu tudo nesta sentença: “Eu acuso as nossas autoridades de conivência por omissão.”
O repórter da CBN Evaldo José, que fez a entrevista, perguntou ao bispo o que mudou desde que fez as denúncias até agora.
A resposta de dom Luiz Azcona: nada, absolutamente nada.
Se mudou, acrescenta o bispo, mudou para pior, porque os políticos da região todos se voltaram contra ele.
O bispo do Marajó, dom Luiz Azcona deu entrevista, no último final de semana, à Rádio CBN.Contou que se viu forçado a mudar vários hábitos depois que veio a Belém fez várias e graves denúncias, que ganharam repercussão nacional e chegaram até o Congresso.O bispo, segundo disse, evita sair à noite.E até mesmo a porta da catedral de Breves, que ele costumava abrir às 5h, agora abre pontualmente às 05h55, quando o dia está clareando.
Em abril deste ano, o bispo, em entrevista coletiva em Belém, dom Azcona que classificou o município de Breve como “um antro de perversão” e de “difícil convivência, por causa de crimes e falta de respeito com a mulher e o menor”.
Disse ainda que “todo o Estado está tomado por essa execração que é a exploração sexual de menores.”
Revelou que num dos rios da região de Breves e Melgaço meninos e meninas de 12 a 16 anos aproveitam o percurso das balsas para subir nas embarcações e se prostituir em troca de carne ou óleo de cozinha.
Revelou ainda ter ouvido de dois prefeitos o vaticínio de “que, dentro de alguns anos, o narcotráfico iria eleger todos os prefeitos do Marajó”. O Marajó, segundo ele, “está sendo refúgio de pessoas degeneradas”.
Dom Azcona resumiu tudo nesta sentença: “Eu acuso as nossas autoridades de conivência por omissão.”
O repórter da CBN Evaldo José, que fez a entrevista, perguntou ao bispo o que mudou desde que fez as denúncias até agora.
A resposta de dom Luiz Azcona: nada, absolutamente nada.
Se mudou, acrescenta o bispo, mudou para pior, porque os políticos da região todos se voltaram contra ele.
Crianças desaparecem em naufrágio no Ituqui
Equipes da delegacia da Marinha e do Corpo de Bombeiros iniciam agora de manhã as buscas dos corpos de duas crianças que desapareceram após naufrágio do barco Jotinha, no rio Amazonas, na região do Ituqui.
A pequena embarcação em que viajavam as crianças e uma equipe de futebol foi a pique domingo de manhã após enfrentar forte maresia provocada por um barco de maior porte.
Os jogadores conseguiram se salvar do naufrágio.
A pequena embarcação em que viajavam as crianças e uma equipe de futebol foi a pique domingo de manhã após enfrentar forte maresia provocada por um barco de maior porte.
Os jogadores conseguiram se salvar do naufrágio.
Maria Freire substituirá Oti Santos
O deputado Antônio Rocha informa que caso o candidato Oti Santos não consiga reverter em tempo hábil a decisão do juiz Gabriel Veloso de negar-lhe registro de candidato a prefeito de Belterra, o PMDB lançará a empresária Maria Freire como sua substituta.
Oti teve o pedido de registro de sua candidatura negada por ter seu nome incluído entre os ordenadores de despesas cujas contas foram rejeitadas pelo TCE e TCU.
Oti teve o pedido de registro de sua candidatura negada por ter seu nome incluído entre os ordenadores de despesas cujas contas foram rejeitadas pelo TCE e TCU.
PRF reabre inscrição
Depois de sete meses, Polícia Rodoviária Federal retoma hoje seleção que contratará 340 funcionários para atuar no Pará e em Mato Grosso.
Foram necessários ete meses para que a Polícia Rodoviária Federal retomasse o concurso para policial rodoviário. A partir de hoje, e até o dia 10 de agosto, está reaberto o prazo de inscrição da seleção que contratará 340 pessoas para atuar no Pará e em Mato Grosso. O processo seletivo foi interrompido após denúncia de fraude que cancelou as provas às vésperas da realização.
Mais de 122 mil candidatos já estão na disputa e a concorrência deve aumentar. Inscrições devem ser feitas no site www.cespe.unb.br.
Os testes, marcados para 14 de setembro, terão questões de português, raciocínio lógico e matemático, conhecimentos gerais e atualidades, conhecimentos de informática, legislação de trânsito, noções de direito e redação.
A segunda etapa inclui prova física, exames médicos e avaliação psicológica.
A terceira fase é o curso de formação, que será realizado no Pará ou Mato Grosso, com dedicação integral e exclusiva.
O cargo exige nível médio e prevê salário de R$ 5.238,94.
Este deve ser o último concurso com esse critério. A Medida Provisória 431, aprovada na Câmara dos Deputados, cria 3 mil vagas para policiais rodoviários, exige nível superior e reajusta o salário para R$ 5.815,22, após estágio probatório de 90 dias.
A reabertura das inscrições é uma determinação da 2ª Vara da Justiça Federal de Cuiabá, atendendo a pedido do Ministério Público Federal. O edital também prevê devolução de taxa de inscrição para quem desistir do concurso.
Foram necessários ete meses para que a Polícia Rodoviária Federal retomasse o concurso para policial rodoviário. A partir de hoje, e até o dia 10 de agosto, está reaberto o prazo de inscrição da seleção que contratará 340 pessoas para atuar no Pará e em Mato Grosso. O processo seletivo foi interrompido após denúncia de fraude que cancelou as provas às vésperas da realização.
Mais de 122 mil candidatos já estão na disputa e a concorrência deve aumentar. Inscrições devem ser feitas no site www.cespe.unb.br.
Os testes, marcados para 14 de setembro, terão questões de português, raciocínio lógico e matemático, conhecimentos gerais e atualidades, conhecimentos de informática, legislação de trânsito, noções de direito e redação.
A segunda etapa inclui prova física, exames médicos e avaliação psicológica.
A terceira fase é o curso de formação, que será realizado no Pará ou Mato Grosso, com dedicação integral e exclusiva.
O cargo exige nível médio e prevê salário de R$ 5.238,94.
Este deve ser o último concurso com esse critério. A Medida Provisória 431, aprovada na Câmara dos Deputados, cria 3 mil vagas para policiais rodoviários, exige nível superior e reajusta o salário para R$ 5.815,22, após estágio probatório de 90 dias.
A reabertura das inscrições é uma determinação da 2ª Vara da Justiça Federal de Cuiabá, atendendo a pedido do Ministério Público Federal. O edital também prevê devolução de taxa de inscrição para quem desistir do concurso.
Delegado violento
Um delegado de polícia teria invadido e praticado quebra-quebra no interior de um bar localizado na esquina da avenida Presidente Vargas com a travessa 7 de setembro.
Apelar a quem?
Apelar a quem?
País registra queda de 35% nos casos de malária até maio deste ano
Agência Brasil
Os casos de malária tiveram uma queda de 35% em todo o país, nos cinco primeiros meses do ano, em especial na Amazônia Legal que compreende áreas dos estados do Amazonas, Amapá, Pará, Roraima, Rondônia, Acre, Tocantins, Maranhão e Mato Grosso.
O Ministério da Saúde, que anunciou o percentual nesta semana, atribuiu a redução de casos ao uso de um novo medicamento no esquema terapêutico, conhecido pela sigla de ASMQ, expansão da rede de diagnóstico e ao tratamento adequado.
De janeiro a maio, foram notificados 121.132 casos da doença, contra 185.983 no mesmo período do ano passado. Ou seja, uma redução de 34,8%.
Além disso, a rede de laboratórios para diagnóstico de malária teve um crescimento de 172,2%, entre 1999 e 2007, passando de 1 182 laboratórios para 3.217, informou o ministério.
De acordo com os dados divulgados, o estado que teve a maior redução foi o de Rondônia , com 47% menos casos. Em seguida, foram os estados do Amapá, com 45,3%; Maranhão, 43,8%; Mato Grosso, 42,7%; Roraima, 40,6%; Acre, 39,5%; Amazonas, 33,2% e Tocantins 30,1%.
Para o coordenador do Programa Nacional de Controle da Malária, José Ladislau, a redução no número de casos da doença, é impulsionada por vários fatores, inclusive pela parceria interministerial que permite que as ações sejam bem ordenadas, como é o caso da Amazônia Legal.
O ministério tem feito um trabalho de capacitação com os estados e municípios para que haja um planejamento das ações, de modo que direcione a expansão do acesso para áreas que realmente precisam da atenção, explicou Ladislau
Os casos de malária tiveram uma queda de 35% em todo o país, nos cinco primeiros meses do ano, em especial na Amazônia Legal que compreende áreas dos estados do Amazonas, Amapá, Pará, Roraima, Rondônia, Acre, Tocantins, Maranhão e Mato Grosso.
O Ministério da Saúde, que anunciou o percentual nesta semana, atribuiu a redução de casos ao uso de um novo medicamento no esquema terapêutico, conhecido pela sigla de ASMQ, expansão da rede de diagnóstico e ao tratamento adequado.
De janeiro a maio, foram notificados 121.132 casos da doença, contra 185.983 no mesmo período do ano passado. Ou seja, uma redução de 34,8%.
Além disso, a rede de laboratórios para diagnóstico de malária teve um crescimento de 172,2%, entre 1999 e 2007, passando de 1 182 laboratórios para 3.217, informou o ministério.
De acordo com os dados divulgados, o estado que teve a maior redução foi o de Rondônia , com 47% menos casos. Em seguida, foram os estados do Amapá, com 45,3%; Maranhão, 43,8%; Mato Grosso, 42,7%; Roraima, 40,6%; Acre, 39,5%; Amazonas, 33,2% e Tocantins 30,1%.
Para o coordenador do Programa Nacional de Controle da Malária, José Ladislau, a redução no número de casos da doença, é impulsionada por vários fatores, inclusive pela parceria interministerial que permite que as ações sejam bem ordenadas, como é o caso da Amazônia Legal.
O ministério tem feito um trabalho de capacitação com os estados e municípios para que haja um planejamento das ações, de modo que direcione a expansão do acesso para áreas que realmente precisam da atenção, explicou Ladislau
Sentença desmascara manipulação de autoria de pedido de censura a blog
Miguel Oliveira
O que o leitor vai ler transcrito abaixo, destacado em itálico e negrito, é a parte importante da sentença do juiz eleitoral Gabriel Veloso que revoga a liminar concedida pela juíza Betânia Pessoa Batista impondo restrição à liberdade de informação ao site do nacional Jeso Carneiro até o julgamento do mérito.
Esta transcição não teria importância jornalística a não ser pelo fato que o texto judicial desmascara uma farsa montada a partir da manipulação de informações que deveriam ser levadas ao conhecimento público de modo isento, o que não ocorreu, porque é público que o nacional explorou indevidamente e exaustivamente essa liminar atribuindo seu pedido ao partido Democratas e ao seu candidato, de modo a tornar-se vítima de perseguição jurídica e política.
Como mentira tem pernas curtas, na senteça contida nos autos da representação do Democratas, o próprio juiz Gabriel Veloso, ao revogar a liminar, sustenta que houve um alargamento daquilo que foi requerido pelo próprio representante [o candidato e seu partido] que requereu na sua inicial apenas a retirada do site da matéria publicada intitulada como "O que a gente quer pra Santarém". Matéria que o juiz considerou ofensiva e em desacordo com a legislação eleitoral.
Fica demonstrado, portanto, que se houve censura ao site daquele nacional, esta foi uma decisão exclusiva da juiza Betania Pessoa Batista e não uma iniciativa do partido Democratas e seu candidato, como se tentou passar à opinião pública.
Após ler a sentença, o leitor tirará a sua própria conclusão.
Representação..... folha 58(...)
Com base nesse entendimento e diante do fato de que esse magistrado não encontrou requisitos de propaganda eleitoral antecipada extemporânea nas notícias colocadas no site mencionados pelos representados deve ser a presente representação eleitoral julgada improcedente.Assim dando prosseguimento ao feito entendo necessário verificar que na liminar concedida nesses autos houve um alargamento daquilo que foi requerido pelo próprio representante que requereu na sua inicial apenas a retirada do site da matéria publicada intitulada como "O que a gente quer pra Santarém", enquanto na liminar foi determinada a proibição dos representantes de vincular em suas matérias jornalísticas notas ou posts até o julgamento deste processo comparações a atual gestora ou seu partido ou depreciando o ex-gestor ou seu partido sob pena de multa diária de R$ 10.000,00 no período em que a matéria estiver no ar.
Com base nisso entendo necessário revogar essa liminar mas diante das vedações legais da legislação eleitoral determino que a alegada matéria seja retirada do ar definitivamente por conter termos atacando pessoalmente um dos candidatos a Prefeito Municipal de Santarém o que é vedado pela Legislação Eleitoral, em especial da Lei Federal 9.504/1997, além disso, ficamam os requeridos cientes de que ora em diante esse tipo de matéria não pode vincular por violar a legislação eleitoral.
Nessa oportunidade entendo necessário destacar que esse magistrado pessoalmente entende que não se pode vedar toda a imprensa de publicar fatos relacionados à eleição, desde que os responsáveis pelas reportagens as façam sem depreciar ou prejudicar candidatos ou partidos políticos conforme externei em decisões proferidas em vários outros processos neste juízo eleitoral, muitas neste mês de julho.
Posto isso, com fundamento na Lei Federal n° 9.504/1997 e em outras determinações legais, julgo improcedente a presente representação eleitoral ante a inexistência de propaganda eleitoral extemporânea, além disso, diante das vedações da legislação eleitoral determino que a matéria "O que a gente quer pra Santarém", seja retirada do ar definitivamente por conter termos atacando pessoalmente um dos candidatos a Prefeito Municipal de Santarém o que é vedado atualmente pela legislação eleitoral em especial da Lei Federal 9.504/1997, além disso, por viciar a legislação eleitoral. Por fim revogo a liminar de fls.24 ante os fundamentos articulados na fundamentação desta decisão que regulamenta a questão.
Intimem-se o representante e ambos os representados, através de seus procuradores judiciais. Dê–se ciência ao Representante do Ministério Público Eleitoral.Transitada em julgado nessa decisão cumpram- se todas as determinações da Douta Corregedoria Eleitoral e arquivem-se esses autos com as baixas anotações necessárias.
Publique-se, registre-se e intimem-se
Santarém, 18 de julho de 2008
Gabriel Veloso de Araújo
Juiz Eleitoral
O que o leitor vai ler transcrito abaixo, destacado em itálico e negrito, é a parte importante da sentença do juiz eleitoral Gabriel Veloso que revoga a liminar concedida pela juíza Betânia Pessoa Batista impondo restrição à liberdade de informação ao site do nacional Jeso Carneiro até o julgamento do mérito.
Esta transcição não teria importância jornalística a não ser pelo fato que o texto judicial desmascara uma farsa montada a partir da manipulação de informações que deveriam ser levadas ao conhecimento público de modo isento, o que não ocorreu, porque é público que o nacional explorou indevidamente e exaustivamente essa liminar atribuindo seu pedido ao partido Democratas e ao seu candidato, de modo a tornar-se vítima de perseguição jurídica e política.
Como mentira tem pernas curtas, na senteça contida nos autos da representação do Democratas, o próprio juiz Gabriel Veloso, ao revogar a liminar, sustenta que houve um alargamento daquilo que foi requerido pelo próprio representante [o candidato e seu partido] que requereu na sua inicial apenas a retirada do site da matéria publicada intitulada como "O que a gente quer pra Santarém". Matéria que o juiz considerou ofensiva e em desacordo com a legislação eleitoral.
Fica demonstrado, portanto, que se houve censura ao site daquele nacional, esta foi uma decisão exclusiva da juiza Betania Pessoa Batista e não uma iniciativa do partido Democratas e seu candidato, como se tentou passar à opinião pública.
Após ler a sentença, o leitor tirará a sua própria conclusão.
Representação..... folha 58(...)
Com base nesse entendimento e diante do fato de que esse magistrado não encontrou requisitos de propaganda eleitoral antecipada extemporânea nas notícias colocadas no site mencionados pelos representados deve ser a presente representação eleitoral julgada improcedente.Assim dando prosseguimento ao feito entendo necessário verificar que na liminar concedida nesses autos houve um alargamento daquilo que foi requerido pelo próprio representante que requereu na sua inicial apenas a retirada do site da matéria publicada intitulada como "O que a gente quer pra Santarém", enquanto na liminar foi determinada a proibição dos representantes de vincular em suas matérias jornalísticas notas ou posts até o julgamento deste processo comparações a atual gestora ou seu partido ou depreciando o ex-gestor ou seu partido sob pena de multa diária de R$ 10.000,00 no período em que a matéria estiver no ar.
Com base nisso entendo necessário revogar essa liminar mas diante das vedações legais da legislação eleitoral determino que a alegada matéria seja retirada do ar definitivamente por conter termos atacando pessoalmente um dos candidatos a Prefeito Municipal de Santarém o que é vedado pela Legislação Eleitoral, em especial da Lei Federal 9.504/1997, além disso, ficamam os requeridos cientes de que ora em diante esse tipo de matéria não pode vincular por violar a legislação eleitoral.
Nessa oportunidade entendo necessário destacar que esse magistrado pessoalmente entende que não se pode vedar toda a imprensa de publicar fatos relacionados à eleição, desde que os responsáveis pelas reportagens as façam sem depreciar ou prejudicar candidatos ou partidos políticos conforme externei em decisões proferidas em vários outros processos neste juízo eleitoral, muitas neste mês de julho.
Posto isso, com fundamento na Lei Federal n° 9.504/1997 e em outras determinações legais, julgo improcedente a presente representação eleitoral ante a inexistência de propaganda eleitoral extemporânea, além disso, diante das vedações da legislação eleitoral determino que a matéria "O que a gente quer pra Santarém", seja retirada do ar definitivamente por conter termos atacando pessoalmente um dos candidatos a Prefeito Municipal de Santarém o que é vedado atualmente pela legislação eleitoral em especial da Lei Federal 9.504/1997, além disso, por viciar a legislação eleitoral. Por fim revogo a liminar de fls.24 ante os fundamentos articulados na fundamentação desta decisão que regulamenta a questão.
Intimem-se o representante e ambos os representados, através de seus procuradores judiciais. Dê–se ciência ao Representante do Ministério Público Eleitoral.Transitada em julgado nessa decisão cumpram- se todas as determinações da Douta Corregedoria Eleitoral e arquivem-se esses autos com as baixas anotações necessárias.
Publique-se, registre-se e intimem-se
Santarém, 18 de julho de 2008
Gabriel Veloso de Araújo
Juiz Eleitoral
domingo, 27 de julho de 2008
Nova radioterapia contra o câncer de mama

Correio Brasiliense
O câncer de mama é o tipo da doença que mais mata mulheres no Brasil. O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que cerca de 49.400 novos casos serão registrados em 2008 no país. A reincidência, na maioria das vezes (por volta de 85%), ocorre perto do local onde o primeiro tumor apareceu. São nódulos em fase inicial e que exigem tratamento imediato. Para esse grupo feminino, surge um novo tipo de radioterapia: a intra-operatória. O procedimento consiste em uma única aplicação de radiação, feita durante a cirurgia para retirada do tumor, em substituição às 20 sessões normalmente exigidas.
No Brasil, o tratamento é oferecido em poucas cidades — Belo Horizonte, Campinas, Porto Alegre e São Paulo. Em agosto, uma clínica de radioterapia de Taguatinga passará a oferecer o serviço no Distrito Federal. “A terapia ainda é tida como experimental, mas apresenta bons resultados”, diz o mastologista Sílvio Bromberg. Segundo o médico, para se tornar uma opção definitiva, falta a publicação de um estudo de grande escala, com mais de mil casos, conduzido pelo médico italiano Umberto Veronesi, que foi quem desenvolveu a técnica.
A desvantagem é o custo: a radioterapia intra-operatória não está na lista de procedimentos pagos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) ou pela maioria das seguradoras de saúde, e a paciente precisa desembolsar cerca de R$ 8 mil. Para Bromberg, a intra-operatória será a radioterapia do futuro e apresenta um custo-benefício grande para a paciente. “A mulher passa por um trauma muito grande quando lida com um câncer de mama. Fazer duas coisas ao mesmo tempo ajuda a superar isso.”
Cobaia morre de hepatite ao capturar anofelino na Amazônia

CHICO ARAÚJO
BRASÍLIA — O uso de ‘cobaias humanas’ e o combate a malária continuam a fazer vítimas no Acre. Manoel Vitorino da Silva é mais um caso. Ele morreu no dia 4 de novembro de 2007, vítima de hepatite, cirrose hepática, insuficiência renal e insuficiência respiratória. Um detalhe intrigante é que Silva nunca fumou nem ingeriu bebidas alcoólicas. Mesmo assim, consta no seu atestado de óbito, ao qual a Agência Amazônia teve acesso, que ele contraiu cirrose e hepatite, e veio a falecer em decorrência dessas doenças.
A história de Manoel Vitorino da Silva é idêntica à dos demais agentes de endemias em atividades em Cruzeiro do Sul, no Acre. Todos, sem exceção, expõem seus corpos nus para capturar do Anopheles, o mosquito transmissor da malária, e contraem a malária — alguns, até doze vezes seguidas; outros, um pouco menos. O drama de Silva não foi diferente.
Inscrições para 1.520 vagas de fuzileiro naval só até este domingo
A Marinha encerra neste domingo (27) as inscrições para 1.520 vagas para o curso de formação de soldado fuzileiro naval.As inscrições podem ser feitas até as 23h59, no site www.mar.mil.br/cgcfn, link “Concursos”.
O candidato deve digitar seus dados no formulário de pré-inscrição e imprimir o boleto bancário para pagamento da taxa de inscrição, que é de R$ 20. No preenchimento do formulário de pré-inscrição, o candidato, obrigatoriamente, deverá especificar o local onde deseja realizar as etapas do concurso.
Os cursos começam em 2009. Os candidatos devem ter no mínimo 18 anos e no máximo 21 anos até a data de apresentação prevista para cada turma do curso de formação, terem ter concluído, com aproveitamento, o ensino fundamental, e altura mínima de 1,62m e máxima de 1,95m.Os candidatos aprovados no concurso e classificados dentro do número de vagas serão matriculados na condição de recruta fuzileiro naval e receberão R$ 450 por mês durante o curso, que durará 17 semanas. Após aprovação, os selecionados serão nomeados a soldado fuzileiro naval e receberão a remuneração inicial de R$ 990,00.
Os selecionados serão designados para servir em qualquer Organização Militar da Marinha no território nacional.
O concurso terá seis etapas: exame de escolaridade, verificação de dados biográficos, verificação de documentos, inspeção de saúde, teste de suficiência física e exame psicológico.
A prova escrita (exame de escolaridade) será aplicada no dia 2 de setembro.
O candidato deve digitar seus dados no formulário de pré-inscrição e imprimir o boleto bancário para pagamento da taxa de inscrição, que é de R$ 20. No preenchimento do formulário de pré-inscrição, o candidato, obrigatoriamente, deverá especificar o local onde deseja realizar as etapas do concurso.
Os cursos começam em 2009. Os candidatos devem ter no mínimo 18 anos e no máximo 21 anos até a data de apresentação prevista para cada turma do curso de formação, terem ter concluído, com aproveitamento, o ensino fundamental, e altura mínima de 1,62m e máxima de 1,95m.Os candidatos aprovados no concurso e classificados dentro do número de vagas serão matriculados na condição de recruta fuzileiro naval e receberão R$ 450 por mês durante o curso, que durará 17 semanas. Após aprovação, os selecionados serão nomeados a soldado fuzileiro naval e receberão a remuneração inicial de R$ 990,00.
Os selecionados serão designados para servir em qualquer Organização Militar da Marinha no território nacional.
O concurso terá seis etapas: exame de escolaridade, verificação de dados biográficos, verificação de documentos, inspeção de saúde, teste de suficiência física e exame psicológico.
A prova escrita (exame de escolaridade) será aplicada no dia 2 de setembro.
Muy amigo
Era visível o constrangimento de algumas pessoas quando eram cumprimentadas pelo vice-governador Odair Corrêa, ontem à noite, no parque de exposições da feira agropecuária.
Há quem aposte que a rejeição de Odair em Santarém é maior que a da governadora Ana Júlia.
Há quem aposte que a rejeição de Odair em Santarém é maior que a da governadora Ana Júlia.
Pesquisa eleitoral vira jogo de cartas marcadas
Lúcio Flávio Pinto
Editor do Jornal Pessoal e articulista de O Estado do Tapajós
A pesquisa de opinião se tornou uma espécie de santo graal no ambiente pré-eleitoral em Belém. Todos estão atrás dos seus resultados, como se eles fossem uma exata antecipação dos votos que serão depositados nas urnas em outubro. Como há uma quantidade desproporcionalmente maior de pesquisas na boataria que se espalha pela cidade do que no protocolo do TRE, ter acesso a números se tornou um troféu, quase um talismã.
A supervalorização das pesquisas tem uma causa bem visível: a falta de informação na imprensa. Os grupos de comunicação tratam a eleição municipal deste ano, sobretudo a da capital, como tema secundário. A cobertura é burocrática e fraca. A razão? Os dois principais grupos, o Liberal (dos Maiorana) e a RBA (de Jader Barbalho) têm candidatos da “casa”, in pectori, na disputa. Como fazem tudo para prejudicar o outro lado, mas não querem expor seu próprio lado, esvaziam o noticiário enquanto intensificam a movimentação nos bastidores. O (e)leitor é deixado ao Deus dará, desinformado e ansioso. É terreno fértil para o jogo das pesquisas, nem sempre praticado com regras claras (freqüentemente, sem qualquer regra).
Toda informação que escapa ao redil é vista com desconfiança ou hostilidade, como um balão de ensaio dos adversários ou, quando verdadeira, como uma ameaça que cumpre evitar. Daí a troca de acusações e as medidas para impedir a divulgação de pesquisa, quando ela é montada em bases técnicas. Finalmente, vencendo a barreira que lhe antepôs o PTB, o partido que está na prefeitura, a primeira pesquisa desde a homologação oficial dos candidatos, encomendada pelo DEM (ex-PFL), foi apresentada.
Estranhamente, ela apareceu apenas em O Liberal e, ao contrário do que se podia esperar, não foi para a primeira página do jornal, nem com uma simples chamada, e não teve continuidade no dia seguinte. O jornal teria resistido o quanto pôde a reproduzi-la e só concordou em noticiá-la porque o segundo colocado também recebe suas bênçãos. O Diário do Pará ignorou a pesquisa, o que talvez possa indicar que o jornal de Jader Barbalho vai tentar colocar o candidato da “casa”, o ex-deputado José Priante, no 2º turno. E, não conseguindo essa façanha, apoiará o atual prefeito, se ele passar pela primeira prova de fogo.
A pesquisa do Ibope, dando 29% a Duciomar Costa contra 24% de Valéria Pires Franco, do DEM, em empate técnico em função dos 4% de margem de erro (sempre alta quando realizada em período mais distante da eleição), praticamente coincidiu com muitas das especulações que estavam sendo feitas na cidade. Também confirmou as previsões de que o atual prefeito sofrerá uma queda no 2º turno se enfrentar um candidato mais forte (na simulação do Ibope, Valéria venceria por uma diferença de 14 pontos percentuais). Mas há tanta sonegação de informações adicionais que mesmo essa sintonia entre os boatos e a mensuração técnica ainda deixa muita desconfiança.
A cautela é ainda maior em função do fato mais importante nesse início de corrida à prefeitura de Belém: o índice de rejeição de Duciomar Costa, que não foi divulgado por O Liberal. Se ele tem uma rejeição cristalizada em um patamar elevado, ainda que seja candidato forte a passar para o 2º turno, na nova eleição suas possibilidades deverão se tornar muito menores, qualquer que seja o seu concorrente.
Como é que um prefeito no exercício do cargo pode ter rejeição tão forte nas ruas e aparecer na mídia como um nome credenciado à reeleição? O aparente paradoxo tem uma explicação: Duciomar comprou o apoio da grande imprensa. Esse compadrio oneroso lhe permite projetar uma imagem positiva, que reduz as possibilidades de iniciativas contra ele canalizando a hostilidade que provoca.
A ênfase é mais acentuada nas camadas mais pobres da população, justamente nas quais recrutava antes a sua clientela. O prefeito trocou de parceiro e agora usa a conivência da elite para tentar escapar aos efeitos de sua administração desastrada. Até agora, conseguiu essa façanha: a lava de maus feitos que circula pelos ambientes informais da sociedade, nas ruas e nos lares, não transborda para as vitrines, a mais vistosa das quais é a mídia. Bonitinha, mas ordinária, como na famosa peça de Nélson Rodrigues.
De nada adiantou o engenheiro Luiz Otávio Mota Pereira, na condição de secretário de saneamento e também de urbanismo durante um ano na administração de Duciomar, ter ido ao Ministério Público do Estado fazer cinco graves acusações contra o prefeito, quase um ano e meio atrás, juntando documentos comprobatórios dos fatos alegados. Até hoje não houve a apuração das irregularidades e ilegalidades apontadas na coleta de lixo, em contratos de serviços superfaturados ou em serviços realizados sem contrato. Diante desse histórico, mais importante do que especular sobre se o prefeito conseguirá se reeleger é inquirir sobre como conseguirá se manter como candidato.
Editor do Jornal Pessoal e articulista de O Estado do Tapajós
A pesquisa de opinião se tornou uma espécie de santo graal no ambiente pré-eleitoral em Belém. Todos estão atrás dos seus resultados, como se eles fossem uma exata antecipação dos votos que serão depositados nas urnas em outubro. Como há uma quantidade desproporcionalmente maior de pesquisas na boataria que se espalha pela cidade do que no protocolo do TRE, ter acesso a números se tornou um troféu, quase um talismã.
A supervalorização das pesquisas tem uma causa bem visível: a falta de informação na imprensa. Os grupos de comunicação tratam a eleição municipal deste ano, sobretudo a da capital, como tema secundário. A cobertura é burocrática e fraca. A razão? Os dois principais grupos, o Liberal (dos Maiorana) e a RBA (de Jader Barbalho) têm candidatos da “casa”, in pectori, na disputa. Como fazem tudo para prejudicar o outro lado, mas não querem expor seu próprio lado, esvaziam o noticiário enquanto intensificam a movimentação nos bastidores. O (e)leitor é deixado ao Deus dará, desinformado e ansioso. É terreno fértil para o jogo das pesquisas, nem sempre praticado com regras claras (freqüentemente, sem qualquer regra).
Toda informação que escapa ao redil é vista com desconfiança ou hostilidade, como um balão de ensaio dos adversários ou, quando verdadeira, como uma ameaça que cumpre evitar. Daí a troca de acusações e as medidas para impedir a divulgação de pesquisa, quando ela é montada em bases técnicas. Finalmente, vencendo a barreira que lhe antepôs o PTB, o partido que está na prefeitura, a primeira pesquisa desde a homologação oficial dos candidatos, encomendada pelo DEM (ex-PFL), foi apresentada.
Estranhamente, ela apareceu apenas em O Liberal e, ao contrário do que se podia esperar, não foi para a primeira página do jornal, nem com uma simples chamada, e não teve continuidade no dia seguinte. O jornal teria resistido o quanto pôde a reproduzi-la e só concordou em noticiá-la porque o segundo colocado também recebe suas bênçãos. O Diário do Pará ignorou a pesquisa, o que talvez possa indicar que o jornal de Jader Barbalho vai tentar colocar o candidato da “casa”, o ex-deputado José Priante, no 2º turno. E, não conseguindo essa façanha, apoiará o atual prefeito, se ele passar pela primeira prova de fogo.
A pesquisa do Ibope, dando 29% a Duciomar Costa contra 24% de Valéria Pires Franco, do DEM, em empate técnico em função dos 4% de margem de erro (sempre alta quando realizada em período mais distante da eleição), praticamente coincidiu com muitas das especulações que estavam sendo feitas na cidade. Também confirmou as previsões de que o atual prefeito sofrerá uma queda no 2º turno se enfrentar um candidato mais forte (na simulação do Ibope, Valéria venceria por uma diferença de 14 pontos percentuais). Mas há tanta sonegação de informações adicionais que mesmo essa sintonia entre os boatos e a mensuração técnica ainda deixa muita desconfiança.
A cautela é ainda maior em função do fato mais importante nesse início de corrida à prefeitura de Belém: o índice de rejeição de Duciomar Costa, que não foi divulgado por O Liberal. Se ele tem uma rejeição cristalizada em um patamar elevado, ainda que seja candidato forte a passar para o 2º turno, na nova eleição suas possibilidades deverão se tornar muito menores, qualquer que seja o seu concorrente.
Como é que um prefeito no exercício do cargo pode ter rejeição tão forte nas ruas e aparecer na mídia como um nome credenciado à reeleição? O aparente paradoxo tem uma explicação: Duciomar comprou o apoio da grande imprensa. Esse compadrio oneroso lhe permite projetar uma imagem positiva, que reduz as possibilidades de iniciativas contra ele canalizando a hostilidade que provoca.
A ênfase é mais acentuada nas camadas mais pobres da população, justamente nas quais recrutava antes a sua clientela. O prefeito trocou de parceiro e agora usa a conivência da elite para tentar escapar aos efeitos de sua administração desastrada. Até agora, conseguiu essa façanha: a lava de maus feitos que circula pelos ambientes informais da sociedade, nas ruas e nos lares, não transborda para as vitrines, a mais vistosa das quais é a mídia. Bonitinha, mas ordinária, como na famosa peça de Nélson Rodrigues.
De nada adiantou o engenheiro Luiz Otávio Mota Pereira, na condição de secretário de saneamento e também de urbanismo durante um ano na administração de Duciomar, ter ido ao Ministério Público do Estado fazer cinco graves acusações contra o prefeito, quase um ano e meio atrás, juntando documentos comprobatórios dos fatos alegados. Até hoje não houve a apuração das irregularidades e ilegalidades apontadas na coleta de lixo, em contratos de serviços superfaturados ou em serviços realizados sem contrato. Diante desse histórico, mais importante do que especular sobre se o prefeito conseguirá se reeleger é inquirir sobre como conseguirá se manter como candidato.
Todo cuidado é pouco
A cúpula operacional da Polícia Civil, em Belém, já está antenada nas ameaças de morte sofridas por dois jornalistas em Santarém.
Duas apostas acertam a Mega-Sena de R$ 53 milhões
Duas apostas acertaram neste sábado (26) as seis dezenas do concurso 990 da Mega-Sena, que pagou um prêmio de R$ 53.172.281,02. O sorteio aconteceu em Jequeri (MG).
Cada aposta vencedora - uma em Belo Horizonte (MG) e outra em Ji-Paraná (RO) - vai receber um prêmio de R$ 26.586.140,51, segundo a Caixa Econômica Federal.
Confira os números sorteados: 02 - 10 - 15 - 18 - 29 - 39.
(Fonte: G1)
Cada aposta vencedora - uma em Belo Horizonte (MG) e outra em Ji-Paraná (RO) - vai receber um prêmio de R$ 26.586.140,51, segundo a Caixa Econômica Federal.
Confira os números sorteados: 02 - 10 - 15 - 18 - 29 - 39.
(Fonte: G1)
sábado, 26 de julho de 2008
Para entender as pesquisas
Belém tem 950 mil eleitores.
Santarém tem 185 mil eleitores.
A pesquisa do Vox Populi em Belém, publicada pelo Diário do Pará, ouviu 600 eleitores.
A pesquisa Perspectiva em Santarém, publicada por O Estado do Tapajós, ouviu 413 eleitores.
É só fazer uma regra de três para saber que a amostra da pesquisa feita em Santarém é melhor ponderada.
Santarém tem 185 mil eleitores.
A pesquisa do Vox Populi em Belém, publicada pelo Diário do Pará, ouviu 600 eleitores.
A pesquisa Perspectiva em Santarém, publicada por O Estado do Tapajós, ouviu 413 eleitores.
É só fazer uma regra de três para saber que a amostra da pesquisa feita em Santarém é melhor ponderada.
Duciomar, Valéria e Priante, os três primeiros
Do Espaço Aberto:
O Diário do Pará, edição de domingo, já está nas ruas[ em Belém].
E divulga a segunda pesquisa Vox Populi sobre intenções de votos, agora com os candidatos a prefeito de Belém já definidos.
A sondagem, contratada pelo jornal, foi registrada sob o nº 1297/2008, junto à 98ª Zona Eleitoral.
Os números:
Duciomar Costa (PTB)28%
Valéria Pires Franco (DEM)22%
Priante (PMDB)11%
Mário Cardoso (PT)8%
Arnaldo Jordy (PPS)7%
Marinor Brito (PSOL)2%
João Moraes (PSL)1%
Cenários de segundo turno:
Duciomar 37% x 37% Valéria
Duciomar 40% x 32% Priante
Duciomar 40% x 31% Jordy
Duciomar 43% x 26% Mário Cardoso
Índices de rejeição
Duciomar – 28%
Mário Cardos – 16%
João Moraes – 8%
Valéria – 7%
Priante – 6%
Marinor – 6%
Jordy – 5%
O Diário do Pará, edição de domingo, já está nas ruas[ em Belém].
E divulga a segunda pesquisa Vox Populi sobre intenções de votos, agora com os candidatos a prefeito de Belém já definidos.
A sondagem, contratada pelo jornal, foi registrada sob o nº 1297/2008, junto à 98ª Zona Eleitoral.
Os números:
Duciomar Costa (PTB)28%
Valéria Pires Franco (DEM)22%
Priante (PMDB)11%
Mário Cardoso (PT)8%
Arnaldo Jordy (PPS)7%
Marinor Brito (PSOL)2%
João Moraes (PSL)1%
Cenários de segundo turno:
Duciomar 37% x 37% Valéria
Duciomar 40% x 32% Priante
Duciomar 40% x 31% Jordy
Duciomar 43% x 26% Mário Cardoso
Índices de rejeição
Duciomar – 28%
Mário Cardos – 16%
João Moraes – 8%
Valéria – 7%
Priante – 6%
Marinor – 6%
Jordy – 5%
Fundação Esperança ferve
Será segunda-feira, dia 28, o encerramento da assembléia-geral que vai analisar as contas da atual diretoria.
A reunião foi suspensa há três meses até que fosse feita uma auditagem na contabilidade da fundação.
Haverá, tambérm, a eleição do novo presidente do conselho diretor da entidade.
A reunião foi suspensa há três meses até que fosse feita uma auditagem na contabilidade da fundação.
Haverá, tambérm, a eleição do novo presidente do conselho diretor da entidade.
Mega-Sena leva apostadores a fazerem filas nas agências lotéricas
Agência Brasil
Acumulada desde o último dia 5, a Mega-Sena está levando os apostadores a fazerem filas nas agências lotéricas.
O vice-presidente de Loterias da Caixa Econômica Federal, Moreira Franco, disse que o prêmio - "uma bolada muito boa", segundo ele - poderá ultrapassar R$ 53 milhões.
As apostas para o concurso podem ser feitas até as 19h deste sábado, em todas as casas lotéricas do país. A aposta simples custa R$ 1,75.
O sorteio será realizado hoje (26), em Jequeri (MG).
Acumulada desde o último dia 5, a Mega-Sena está levando os apostadores a fazerem filas nas agências lotéricas.
O vice-presidente de Loterias da Caixa Econômica Federal, Moreira Franco, disse que o prêmio - "uma bolada muito boa", segundo ele - poderá ultrapassar R$ 53 milhões.
As apostas para o concurso podem ser feitas até as 19h deste sábado, em todas as casas lotéricas do país. A aposta simples custa R$ 1,75.
O sorteio será realizado hoje (26), em Jequeri (MG).
Incêndio ou farsa?
O delegado Jardel Guimarães tem a obrigação de vir a público prestar contas do inquérito sobre o fogo ateado em uma residência, no último domingo, em Santarém.
A demora nas investigações levanta suspeita de que 'há algo de podre no reino da Dinamarca".
Foi por isso que este site sugeriu a entrada da PF nas investigações, o que incomodou o delegado da polícia civil.
A demora nas investigações levanta suspeita de que 'há algo de podre no reino da Dinamarca".
Foi por isso que este site sugeriu a entrada da PF nas investigações, o que incomodou o delegado da polícia civil.
Testemunhas de Jeová se reúnem em Santarém
De maio a setembro, as Testemunhas de Jeová realizarão 381 congressos em 139 cidades do Brasil. O tema do congresso destaca a necessidade que os humanos têm de orientações confiáveis, mostrando como é possível obter verdadeira felicidade e bênçãos eternas quando seguimos a orientação do espírito de Deus.
A programação na cidade de Santarém será do dia 01 a 03 de agosto de 2008. O público está convidado a assistir a qualquer sessão do programa. A sessão da manhã começará às 09h00 todos os dias. Na sexta-feira e no sábado, a sessão da tarde terá início à 13h30. No domingo, a sessão da tarde iniciará à 13h10. O congresso será realizado no Estádio Barbalhão.
A assistência total aguardada para o Brasil é de mais de 1.145.000 pessoas.
Todos os congressos são abertos ao público e a entrada é franca.
No mundo todo, há quase 7 milhões de Testemunhas de Jeová ativas em 236 países e territórios.
(Fonte: Wellington Denis Pereira)
A programação na cidade de Santarém será do dia 01 a 03 de agosto de 2008. O público está convidado a assistir a qualquer sessão do programa. A sessão da manhã começará às 09h00 todos os dias. Na sexta-feira e no sábado, a sessão da tarde terá início à 13h30. No domingo, a sessão da tarde iniciará à 13h10. O congresso será realizado no Estádio Barbalhão.
A assistência total aguardada para o Brasil é de mais de 1.145.000 pessoas.
Todos os congressos são abertos ao público e a entrada é franca.
No mundo todo, há quase 7 milhões de Testemunhas de Jeová ativas em 236 países e territórios.
(Fonte: Wellington Denis Pereira)
Maranhão leva fábrica da Suzano que seria instalada no Pará
Do Diário do Pará:
Uma fonte ligada ao empresariado do município de Paragominas informou ontem que a empresa Suzano Papel e Celulose S/A (Suzano) vai apenas comprar madeira a ser extraída no Pará, nas terras da Vale, e enviar toda a produção ao Estado do Maranhão, que receberá investimentos de US$ 200 milhões para a implantação de uma fábrica de papel e celulose. Executivos da Suzano estarão reunidos com o governo do Estado do Pará no dia 14 de agosto para discutir a possibilidade de implantação de uma nova fábrica. Porém, só em 2015. O projeto de expansão da empresa Suzano, que deverá expandir a atual produção de 4,3 milhões de toneladas para 7,2 milhões de toneladas de papel e celulose por ano, consiste na construção de três novas unidades produtivas. A primeira delas - já definida - será no Estado do Piauí a partir deste ano. A segunda unidade estava indefinida: Pará e Maranhão lutavam pela implantação.
Uma fonte ligada ao empresariado do município de Paragominas informou ontem que a empresa Suzano Papel e Celulose S/A (Suzano) vai apenas comprar madeira a ser extraída no Pará, nas terras da Vale, e enviar toda a produção ao Estado do Maranhão, que receberá investimentos de US$ 200 milhões para a implantação de uma fábrica de papel e celulose. Executivos da Suzano estarão reunidos com o governo do Estado do Pará no dia 14 de agosto para discutir a possibilidade de implantação de uma nova fábrica. Porém, só em 2015. O projeto de expansão da empresa Suzano, que deverá expandir a atual produção de 4,3 milhões de toneladas para 7,2 milhões de toneladas de papel e celulose por ano, consiste na construção de três novas unidades produtivas. A primeira delas - já definida - será no Estado do Piauí a partir deste ano. A segunda unidade estava indefinida: Pará e Maranhão lutavam pela implantação.
Áudio do debate está na web
Quem quiser ouvir o debate entre os três candidatos a prefeito de Santarém, realizado ontem de manhã pela Rádio Rural, pode acessar www.radioruraldesantarem.com.br
Lira Maia, Joaquim Hamad e professor Márcio debateram temas de importância para Santarém e responderam perguntas dos ouvintes.
A candidata Maria do Carmo, alegando incompatibilidade de agenda, não compareceu ao debate.
Lira Maia, Joaquim Hamad e professor Márcio debateram temas de importância para Santarém e responderam perguntas dos ouvintes.
A candidata Maria do Carmo, alegando incompatibilidade de agenda, não compareceu ao debate.
Manchetes deste sábado de O Estado do Tapajós
Maria faltou ao debate da Rádio Rural
Compra de votos é alvo de campanha
Futuro da Alcoa pode estar no Pará
Feijoada tem aumento de 50% no preço
Cada carteiro entrega mil cartas por dia
Excesso de cargas nas embarcações preocupa passageiros
Menor violetada pelo pai teve que ser internada
Compra de votos é alvo de campanha
Futuro da Alcoa pode estar no Pará
Feijoada tem aumento de 50% no preço
Cada carteiro entrega mil cartas por dia
Excesso de cargas nas embarcações preocupa passageiros
Menor violetada pelo pai teve que ser internada
sexta-feira, 25 de julho de 2008
A melhor mina e o pior trabalho
Lúcio Flávio Pinto, na mais nova edição do Jornal Pessoal, que já está nas bancas de Belém:
O Ministério Público do Trabalho de Marabá deverá ajuizar uma ação civil pública para apurar o acidente que matou um trabalhador na mina de Carajás, em Parauapebas, no sul do Pará, há um ano. Entre 3 e 4 horas da madrugada de 28 de julho de 2007 o auxiliar de serviços Thiago Santos Cardozo, de 20 anos, foi esmagado por um caminhão de 140 toneladas, que operava na jazida N4 Norte, onde a Companhia Vale do Rio Doce produz minério de ferro.
O inquérito instaurado já está em fase de conclusão e fornecerá os elementos para o Ministério Público propor a ação na justiça. A demora deve-se ao reduzido número de procuradores, atualmente três, atuando numa área com demanda explosiva. Há também uma resolução do Conselho Superior do Ministério Público do Trabalho que recomenda a conversão de todas as representações e procedimentos preparatórios antigos em inquérito civil, arquivando-os ou ajuizando a ação devida, de acordo com o que for apurado na análise.
Um dos pontos principais em relação a Carajás é a excessiva terceirização das atividades na mineração, que tem dado causa a acidentes e reclamações dos trabalhadores. Há mais dois acidentes com mortes em Carajás que o MPT de Marabá está apurando. Duas varas da justiça trabalhista já foram instaladas em Parauapebas, mas as reclamações contra as condições de trabalho em Carajás, que já passaram de oito mil, sobrecarregam a tramitação dos processos. Das 23 mil empregadas na produção de minério em Carajás, apenas 10% são contratadas pela Vale. A empreitada e subempreitada se disseminaram tanto que possibilitam acidentes, como o que vitimou Thiago Cardoso, um raro nativo de Marabá, a mais importante cidade na área de influência de Carajás.
Ele estava na hora errada, no lugar errado, numa relação de emprego errada e o caminhão que o esmagou procedia erradamente ao não contar com câmera e luz traseira. Essa é uma realidade que enodoa uma das maiores minas de ferro do planeta e sua proprietária globalizada. Mas parece-se mais a um cenário de dois séculos atrás em matéria de relação trabalhista.
O Ministério Público do Trabalho de Marabá deverá ajuizar uma ação civil pública para apurar o acidente que matou um trabalhador na mina de Carajás, em Parauapebas, no sul do Pará, há um ano. Entre 3 e 4 horas da madrugada de 28 de julho de 2007 o auxiliar de serviços Thiago Santos Cardozo, de 20 anos, foi esmagado por um caminhão de 140 toneladas, que operava na jazida N4 Norte, onde a Companhia Vale do Rio Doce produz minério de ferro.
O inquérito instaurado já está em fase de conclusão e fornecerá os elementos para o Ministério Público propor a ação na justiça. A demora deve-se ao reduzido número de procuradores, atualmente três, atuando numa área com demanda explosiva. Há também uma resolução do Conselho Superior do Ministério Público do Trabalho que recomenda a conversão de todas as representações e procedimentos preparatórios antigos em inquérito civil, arquivando-os ou ajuizando a ação devida, de acordo com o que for apurado na análise.
Um dos pontos principais em relação a Carajás é a excessiva terceirização das atividades na mineração, que tem dado causa a acidentes e reclamações dos trabalhadores. Há mais dois acidentes com mortes em Carajás que o MPT de Marabá está apurando. Duas varas da justiça trabalhista já foram instaladas em Parauapebas, mas as reclamações contra as condições de trabalho em Carajás, que já passaram de oito mil, sobrecarregam a tramitação dos processos. Das 23 mil empregadas na produção de minério em Carajás, apenas 10% são contratadas pela Vale. A empreitada e subempreitada se disseminaram tanto que possibilitam acidentes, como o que vitimou Thiago Cardoso, um raro nativo de Marabá, a mais importante cidade na área de influência de Carajás.
Ele estava na hora errada, no lugar errado, numa relação de emprego errada e o caminhão que o esmagou procedia erradamente ao não contar com câmera e luz traseira. Essa é uma realidade que enodoa uma das maiores minas de ferro do planeta e sua proprietária globalizada. Mas parece-se mais a um cenário de dois séculos atrás em matéria de relação trabalhista.
Mudança em O Estado do Tapajós
Desde quinta-feira, dia 24 de julho, o jornalista Miguel Oliveira se afastou do cargo de editor-chefe de O Estado do Tapajós.
Em seu lugar assume a função a jornalista Adriana Lins.
Miguel Oliveira vai atuar como coordenador de comunicação da campanha do candidato Lira Maia.
Em seu lugar assume a função a jornalista Adriana Lins.
Miguel Oliveira vai atuar como coordenador de comunicação da campanha do candidato Lira Maia.
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Qualquer semelhança...
Campanha caolha de entidades e igrejas prega apenas a rejeição de candidatos com processos na justiça, mesmo que não haja sentença transitado em julgado, mas não dá um único conselho ao eleitor para que este rejeite nas urnas aqueles candidatos que compram voto e usam a máquina administrativa para desequlibrar o pleito eleitoral.
...Não é mera coincidência
Hoje de manhã, no bairro do Santissimo, houve equipe de limpeza e capinação atuando com seis meses de atraso. É a primeira vez no ano que os moradores viram gente da Seminf trabalhando por lá.
A limpeza foi frenética, tal qual a presença nesses ruas de carro de propaganda eleitoral volante.
A limpeza foi frenética, tal qual a presença nesses ruas de carro de propaganda eleitoral volante.
Acusados de homicídio absolvidos em júri popular
Por maioria de votos, o Conselho de Sentença do Tribunal do Júri da 6ª Vara Penal absolveu os réus Mário Barral de Azevedo, Francivan Rodrigues Assunção e Paulírio dos Santos Sousa da acusação de terem matado o pedreiro Cleudivan Rocha dos Santos, há 4 anos, próximo ao posto da UBAM. O júri terminou a uma hora da madrugada, após longos debates entre os defensores públicos Edernilson Barroso e Alessandro Oliveira e os promotores públicos Andressa Pinheiro e Danyllo Colares, sob a presidência do juiz Alessandro Ozanan.
A tese da defesa, que foi vitoriosa, foi a de que não havia provas consistentes no inquérito policial contra os três acusados. Os réus sustentaram a informação de que admitiram o crime na delegacia sob tortura, que teria sido comandada pelo delegado Jardel Guimarães. Segundo eles, o delegado teria aumentado o nível de tortura após saber que os três não haviam votado nele para vereador nas eleições daquele ano. Jardel foi candidato a vereador em 2004 e o crime ocorreu poucos dias depois do resultado das urnas.
A defesa sustentou que a vítima foi atacada por uma gangue composta de mais de 20 jovens, mas os três acusados não fariam parte dela e teriam apenas tentando ajudar o rapaz esfaqueado e acabaram sendo acusados do crime por já terem passagens pela polícia por outros delitos.
Quadrilha - Por outro lado, os jurados entenderam que apesar de não terem cometido o homicídio, os réus faziam parte de um bando e concordaram com o MP, condenando os réus por esse crime, que prevê a pena máxima de 3 anos. A pena estipulada pelo juiz para esse crime foi mínima: um ano de reclusão e em alguns casos, transformada em pena alternativa.
Como dois dos réus já passaram mais de três anos presos a pena já teria prescrito, o que fez o magistrado expedir Alvará de Soltura para estes presos. Mário Barral deve ser liberado hoje, mas ainda responde a um processo de roubo na 4ª Vara Penal, enquanto Francivan Assunção ainda deverá ficar preso por ter sido condenado a seis anos de prisão por outro processo que respondia na 6ª Vara Penal. Paulírio Sousa teve sua pena transformada em suspensão condicional do processo por dois anos, período em que se não se envolver com outro problemas receberá perdão judicial.
Inusitado – Um fato inusitado ocorreu durante a votação dos jurados. Quando acabou a votação em relação ao 1º acusado, Paulírio Sousa, que segundo o MP teria sido o autor da facada que matou Cleudivan e que acabou sendo absolvido do crime de homicídio pelos jurados, a dupla de promotores decidiu pedir que os jurados votassem da mesma forma em relação aos outros réus, mudando sua posição sobre o caso.
Os promotores alegaram que essa posição estava sendo tomada para evitar que fosse cometida injustiça em relação aos dois outros réus que figuravam como co-autores do crime, sem que houvesse contra eles a confirmação de terem esfaqueado a vítima. Com a absolvição do primeiro réu, cairia por terra a tese inicial do MP. Os jurados acataram a proposta e aplicaram a mesma votação em relação aos outros dois réus.
(Fonte: 6ª Vara Penal)
A tese da defesa, que foi vitoriosa, foi a de que não havia provas consistentes no inquérito policial contra os três acusados. Os réus sustentaram a informação de que admitiram o crime na delegacia sob tortura, que teria sido comandada pelo delegado Jardel Guimarães. Segundo eles, o delegado teria aumentado o nível de tortura após saber que os três não haviam votado nele para vereador nas eleições daquele ano. Jardel foi candidato a vereador em 2004 e o crime ocorreu poucos dias depois do resultado das urnas.
A defesa sustentou que a vítima foi atacada por uma gangue composta de mais de 20 jovens, mas os três acusados não fariam parte dela e teriam apenas tentando ajudar o rapaz esfaqueado e acabaram sendo acusados do crime por já terem passagens pela polícia por outros delitos.
Quadrilha - Por outro lado, os jurados entenderam que apesar de não terem cometido o homicídio, os réus faziam parte de um bando e concordaram com o MP, condenando os réus por esse crime, que prevê a pena máxima de 3 anos. A pena estipulada pelo juiz para esse crime foi mínima: um ano de reclusão e em alguns casos, transformada em pena alternativa.
Como dois dos réus já passaram mais de três anos presos a pena já teria prescrito, o que fez o magistrado expedir Alvará de Soltura para estes presos. Mário Barral deve ser liberado hoje, mas ainda responde a um processo de roubo na 4ª Vara Penal, enquanto Francivan Assunção ainda deverá ficar preso por ter sido condenado a seis anos de prisão por outro processo que respondia na 6ª Vara Penal. Paulírio Sousa teve sua pena transformada em suspensão condicional do processo por dois anos, período em que se não se envolver com outro problemas receberá perdão judicial.
Inusitado – Um fato inusitado ocorreu durante a votação dos jurados. Quando acabou a votação em relação ao 1º acusado, Paulírio Sousa, que segundo o MP teria sido o autor da facada que matou Cleudivan e que acabou sendo absolvido do crime de homicídio pelos jurados, a dupla de promotores decidiu pedir que os jurados votassem da mesma forma em relação aos outros réus, mudando sua posição sobre o caso.
Os promotores alegaram que essa posição estava sendo tomada para evitar que fosse cometida injustiça em relação aos dois outros réus que figuravam como co-autores do crime, sem que houvesse contra eles a confirmação de terem esfaqueado a vítima. Com a absolvição do primeiro réu, cairia por terra a tese inicial do MP. Os jurados acataram a proposta e aplicaram a mesma votação em relação aos outros dois réus.
(Fonte: 6ª Vara Penal)
Pará é o que tem menores índices de redução de malária
No Amazônia:
De todos os Estados da Amazônia Legal, o Pará ainda é o que apresenta os menores índices de redução de malária. São 15,5% contra 47% de Rondônia, onde ocorreu a maior redução nos cinco primeiros meses do ano, segundo dados do Ministério da Saúde. 'Temos características específicas que favorecem a proliferação da doença e dificultam o controle. O Estado é porta de entrada e saída do País nessa região e essa movimentação favorece a transmissão da doença', explicou o sanitarista Reinaldo Braun, especialista em doenças tropicais e coordenador do Núcleo de Endemias da Secretária de Estado de Saúde Pública (Sespa).
Apesar da discrepância em relação aos níveis de redução nos outros sete Estados da Amazônia Legal - apenas a metade do percentual registrado em Tocantins, penúltimo colocado na lista do Ministério da Saúde, com redução de 30,1% - Braun aponta uma diminuição considerável de áreas consideradas de alto risco de contaminação dentro do Estado nos últimos anos. Segundo ele, até o final do ano 2000, o Pará tinha 57 municípios nessa situação. No ano passado eram apenas oito.
'Acredito que esse número será ainda menor até o final deste ano. Mesmo menos estabilizado que os outros estados, a redução dos casos da doença é uma tendência que estamos acompanhando', afirmou. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma área é considerada de alto risco quando, em um ano, ocorrem mais de 50 casos da doença por mil habitantes.
No Pará, ainda estão nessa situação as cidades de Anajás, Pacajá, Jacareacanga, Caxueira do Piriá, Anapú, Itaituba, Prainha e Goianesia.Em toda a Amazônia Legal, onde se concentram 99,9% dos casos de malária no Brasil, de janeiro a maio deste ano houve uma queda de 34,8% no número de infecções em relação ao mesmo período do ano passado.
De todos os Estados da Amazônia Legal, o Pará ainda é o que apresenta os menores índices de redução de malária. São 15,5% contra 47% de Rondônia, onde ocorreu a maior redução nos cinco primeiros meses do ano, segundo dados do Ministério da Saúde. 'Temos características específicas que favorecem a proliferação da doença e dificultam o controle. O Estado é porta de entrada e saída do País nessa região e essa movimentação favorece a transmissão da doença', explicou o sanitarista Reinaldo Braun, especialista em doenças tropicais e coordenador do Núcleo de Endemias da Secretária de Estado de Saúde Pública (Sespa).
Apesar da discrepância em relação aos níveis de redução nos outros sete Estados da Amazônia Legal - apenas a metade do percentual registrado em Tocantins, penúltimo colocado na lista do Ministério da Saúde, com redução de 30,1% - Braun aponta uma diminuição considerável de áreas consideradas de alto risco de contaminação dentro do Estado nos últimos anos. Segundo ele, até o final do ano 2000, o Pará tinha 57 municípios nessa situação. No ano passado eram apenas oito.
'Acredito que esse número será ainda menor até o final deste ano. Mesmo menos estabilizado que os outros estados, a redução dos casos da doença é uma tendência que estamos acompanhando', afirmou. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma área é considerada de alto risco quando, em um ano, ocorrem mais de 50 casos da doença por mil habitantes.
No Pará, ainda estão nessa situação as cidades de Anajás, Pacajá, Jacareacanga, Caxueira do Piriá, Anapú, Itaituba, Prainha e Goianesia.Em toda a Amazônia Legal, onde se concentram 99,9% dos casos de malária no Brasil, de janeiro a maio deste ano houve uma queda de 34,8% no número de infecções em relação ao mesmo período do ano passado.
Candidatos convocados para processo de desempate do concurso da Seduc
A Secretaria de Estado de Administração (Sead) divulgou nestaterça-feira (22), no Diário Oficial do Estado, a relação dos candidatosconvocados para o processo de desempate do concurso público C-126, daSecretaria de Estado de Educação (Seduc). A Sead também torna público o resultado final da investigação criminal esocial dos candidatos aprovados no concurso público C-120 parapreenchimento de vagas em cargos de níveis superior e médio do Centro dePerícias Científicas Renato Chaves.
Serviço - Os candidatos convocados para o concurso da Seduc devemapresentar cópia autenticada da carteira de identidade ou de documentosimilar. Também será necessária cópia autenticada, quando for o caso, dacertidão e/ou declaração de tempo de serviço público.Para apresentar os documentos, o candidato deve preencher um formuláriodisponibilizado no site www.unama.br e entregá-lo na central deatendimento do campus Alcindo Cacela da Universidade da Amazônia(Unama), na avenida Alcindo Cacela, 287, Umarizal, no período de 23 a 29de julho de 2008. Mais informações no site www.ioepa.com.br, edição31.216.
(Fonte: Agência Pará)
Serviço - Os candidatos convocados para o concurso da Seduc devemapresentar cópia autenticada da carteira de identidade ou de documentosimilar. Também será necessária cópia autenticada, quando for o caso, dacertidão e/ou declaração de tempo de serviço público.Para apresentar os documentos, o candidato deve preencher um formuláriodisponibilizado no site www.unama.br e entregá-lo na central deatendimento do campus Alcindo Cacela da Universidade da Amazônia(Unama), na avenida Alcindo Cacela, 287, Umarizal, no período de 23 a 29de julho de 2008. Mais informações no site www.ioepa.com.br, edição31.216.
(Fonte: Agência Pará)
Mega acumulada
Ninguém acertou as dezenas da Mega Sena. As dezenas sorteadas ontem foram 02 21 27 29 32 38.
O próximo sorteio deve pagar cerca de R$ 52 milhões.
O próximo sorteio deve pagar cerca de R$ 52 milhões.
Novo horário faz 30 dias
Há exatos 30 dias entrava em vigor o novo fuso horário em Santarém e região Oeste do Pará, que tiveram os relógios adiantados em uma hora.
Mas até agora os bancos continuam abrindo e fechando em horário diverso ao fuso oficial de Brasília.
Mas até agora os bancos continuam abrindo e fechando em horário diverso ao fuso oficial de Brasília.
Candidatos convocados para processo de desempate do concurso da Seduc
A Secretaria de Estado de Administração (Sead) divulgou nestaterça-feira (22), no Diário Oficial do Estado, a relação dos candidatosconvocados para o processo de desempate do concurso público C-126, daSecretaria de Estado de Educação (Seduc).
A Sead também torna público o resultado final da investigação criminal esocial dos candidatos aprovados no concurso público C-120 parapreenchimento de vagas em cargos de níveis superior e médio do Centro dePerícias Científicas Renato Chaves.
Serviço - Os candidatos convocados para o concurso da Seduc devemapresentar cópia autenticada da carteira de identidade ou de documentosimilar. Também será necessária cópia autenticada, quando for o caso, dacertidão e/ou declaração de tempo de serviço público.Para apresentar os documentos, o candidato deve preencher um formuláriodisponibilizado no site www.unama.br e entregá-lo na central deatendimento do campus Alcindo Cacela da Universidade da Amazônia(Unama), na avenida Alcindo Cacela, 287, Umarizal, no período de 23 a 29de julho de 2008. Mais informações no site www.ioepa.com.br, edição31.216.
A Sead também torna público o resultado final da investigação criminal esocial dos candidatos aprovados no concurso público C-120 parapreenchimento de vagas em cargos de níveis superior e médio do Centro dePerícias Científicas Renato Chaves.
Serviço - Os candidatos convocados para o concurso da Seduc devemapresentar cópia autenticada da carteira de identidade ou de documentosimilar. Também será necessária cópia autenticada, quando for o caso, dacertidão e/ou declaração de tempo de serviço público.Para apresentar os documentos, o candidato deve preencher um formuláriodisponibilizado no site www.unama.br e entregá-lo na central deatendimento do campus Alcindo Cacela da Universidade da Amazônia(Unama), na avenida Alcindo Cacela, 287, Umarizal, no período de 23 a 29de julho de 2008. Mais informações no site www.ioepa.com.br, edição31.216.
Empresas estudam um consórcio de curauá com paricá numa área de reflorestamento
O Grupo Concrem, responsável pela maior área de reflorestamento de paricá no Brasil, iniciou conversações com a Pematec para a implantação de um consórcio dessa espécie com o curauá, considerada a melhor fibra natural, no município de Pacajá, no Pará. Na última sexta-feira (18), o diretor da Pematec, Alberico Pasquetto, recebeu em Santarém o engenheiro florestal do Grupo Concrem, Alessandro Lechinoski, para o primeiro contato entre as duas empresas e traçar um plano de relacionamento para implantação de curauá no município de Pacajá.
Pioneiro na Amazônia com madeira tropical reflorestada em grande escala, o Grupo Concrem busca implantar novas plantações em áreas de assentamentos que estão localizados em torno de suas instalações. O ciclo do plantio do paricá é de seis anos para corte. Durante este período o Grupo pretende fazer um consórcio de curauá com paricá para fomentar mais renda aos agricultores rurais, já que o ciclo do curauá é de apenas um ano e tem mercado garantido. Segundo Alessandro Lechinoski, as áreas de assentamento para cada produtor são de cinco hectares, totalizando 85 hectares para 17 famílias. O engenheiro florestal Cristovam Sena, da Emater, disse na reunião que, no cultivo do Curauá para agricultura familiar, o melhor sistema indicado é de no máximo dois hectares por família. Portanto, nessa primeira fase a estimativa seria de 85 mil mudas de curauá para todo o assentamento, que seria de 34 hectares disponíveis para manejo do curauá.
A Pematec informou que está projetando uma máquina desfibradeira mais simples e de uso próprio por família. Isso significa um salto na viabilidade dos projetos de implantação de curauá. Hoje, um conjunto tradicional de desfibramento composto por uma máquina com duas bocas, motor a diesel ou gasolina e todo suporte de apoio, utilizado como central de desfibramento por vários produtores, está orçado em torno de R$ 13 mil. Com essa nova máquina com dimensões menores e potência de giro reduzido, o valor ficaria em torno de R$ 1.500,00.
(Fonte: Pará Negócios)
Pioneiro na Amazônia com madeira tropical reflorestada em grande escala, o Grupo Concrem busca implantar novas plantações em áreas de assentamentos que estão localizados em torno de suas instalações. O ciclo do plantio do paricá é de seis anos para corte. Durante este período o Grupo pretende fazer um consórcio de curauá com paricá para fomentar mais renda aos agricultores rurais, já que o ciclo do curauá é de apenas um ano e tem mercado garantido. Segundo Alessandro Lechinoski, as áreas de assentamento para cada produtor são de cinco hectares, totalizando 85 hectares para 17 famílias. O engenheiro florestal Cristovam Sena, da Emater, disse na reunião que, no cultivo do Curauá para agricultura familiar, o melhor sistema indicado é de no máximo dois hectares por família. Portanto, nessa primeira fase a estimativa seria de 85 mil mudas de curauá para todo o assentamento, que seria de 34 hectares disponíveis para manejo do curauá.
A Pematec informou que está projetando uma máquina desfibradeira mais simples e de uso próprio por família. Isso significa um salto na viabilidade dos projetos de implantação de curauá. Hoje, um conjunto tradicional de desfibramento composto por uma máquina com duas bocas, motor a diesel ou gasolina e todo suporte de apoio, utilizado como central de desfibramento por vários produtores, está orçado em torno de R$ 13 mil. Com essa nova máquina com dimensões menores e potência de giro reduzido, o valor ficaria em torno de R$ 1.500,00.
(Fonte: Pará Negócios)
Morosa, BR-163 ainda faz papel de elo com passado
Mauro Zanatta
Valor Econômico
Na manhã de uma quarta-feira de junho, no coração da Amazônia, o madeireiro Rusever Oliveira, 43 anos, comanda o ritmo frenético da empilhadeira que separa dezenas de toras de espécies nobres da região. No pátio de sua serraria, em Castelo de Sonhos, distrito de Altamira (PA) de 10 mil habitantes cortado pela BR-163, os troncos derrubados ilegalmente secam sob o sol abrasador e um grosso poeirão. As encomendas vêm de toda parte. Um caminhoneiro de Maringá (PR) reclama do atraso no pedido e um fazendeiro consulta o preço de algumas tábuas. Naquele dia, o metro cúbico do ipê-champanhe era comprado a R$ 150 e vendido a R$ 350 por Rusever.
A 23 quilômetros dali, longe dos negócios madeireiros, o ex-garimpeiro gaúcho Telmo Davies, 57 anos, acabara de estender no varal de casa retalhos de carne bovina cedidos por um fazendeiro vizinho. Rodeado por uma pequena roça de mandioca e meia dúzia de galinhas, Davies ocupa sozinho o primeiro lote do Assentamento Brasília, criado pelo Incra há três anos. Ali, tem apenas a companhia do rádio de pilha e de dois vira-latas. Sem energia elétrica nem água, vive com R$ 150 do aluguel de uma casa em Castelo. Também não tem o título de posse da terra. Cesta básica, bolsa-família e aposentadoria nunca beneficiaram o migrante.
Mais adiante, em Novo Progresso, município de 36 mil habitantes a 150 km no eixo norte da BR, a comerciante Rodemeire de Camargo, 42 anos, sofre, no único e desequipado hospital da cidade, para conseguir o diagnóstico da doença do filho de 16 anos. Para obter um exame de sangue mais preciso, teria que encarar 715 km da quase intransitável rodovia até Santarém ou voltar 600 km até Sinop (MT), trafegando por 360 km em uma estrada recheada de buracos de todos os tamanhos e profundidades. Desde o primeiro solavanco na rodovia Cuiabá-Santarém, ainda na área urbana de Guarantã do Norte, a 50 km da divisa do 'nortão' de Mato Grosso com o sudoeste do Pará, a precariedade da infra-estrutura, dos serviços públicos e a ausência quase total do Estado refletem a situação de abandono da região. A dura realidade dos dez municípios cortados pela BR-163, onde 90% do território é ocupado por reservas florestais, produz um forte contraste quando confrontada com os planos do governo para incentivar o chamado 'desenvolvimento sustentável' da Amazônia e brecar o desmatamento ilegal.
Ao longo dos 360 km de crateras e poeirão da BR-163 entre Guarantã do Norte e Novo Progresso, percorridos pelo Valor, é possível ver extensas áreas de pastagem, fazendas cheias de gado nelore, imensas castanheiras queimadas em pé e um intenso vaivém de caminhões de oito eixos abarrotados de toras de madeira. E muito abandono.
Em dois dias de viagem, à exceção de uma barreira fiscal próxima à base aérea da Serra do Cachimbo, a reportagem não viu vestígios de presença do Poder Público. Nenhum agente ou veículo oficial foi avistado nesse longo trecho não-pavimentado da rodovia aberta nos anos 70 pela ditadura militar para forçar a ocupação do território.
Novo Progresso está na lista dos 36 municípios campeões do desmatamento ilegal, onde a derrubada da mata está embargada. No início de 2006, o governo federal lançou um ambicioso plano que seria o 'novo paradigma de desenvolvimento sustentável' para a Amazônia.
O 'Plano BR-163 Sustentável', que inclui 73 municípios da área de influência da rodovia, prometia amenizar a precariedade da vida dos moradores ao conjugar asfaltamento da estrada com ações de ordenamento territorial, infra-estrutura, fomento de atividades econômicas sustentáveis, melhoria dos serviços públicos, inclusão social e fortalecimento da cidadania. Dois anos e meio depois, o plano ainda não teve força para virar realidade. E isso apesar do apoio obtido em 16 audiências públicas realizadas entre 2004 e 2005 com moradores da região, lideranças indígenas, movimentos sociais, ONGs e autoridades de todos os níveis. A resolução de graves problemas sociais, desde a escassez de emprego até a precariedade dos serviços sociais e a infra-estrutura incipiente, ainda parece utopia. '
Não é o ritmo que a sociedade quer', admite o coordenador do comitê gestor do plano, Johaness Eck. 'Tínhamos a expectativa de funcionar mais rapidamente, mas a ausência prolongada do Estado nos obrigou a fazer um trabalho de base, de ordenamento territorial', afirma Eck, também subchefe-adjunto de Políticas Governamentais da Casa Civil da Presidência da República. O próprio comitê é sinal da morosidade do plano. Até hoje, os membros não foram todos indicados e nenhuma reunião ordinária aconteceu. 'Estamos muito aquém das ações previstas, e a lentidão da pavimentação tem afetado a credibilidade do plano', reconhece Júlio Miragaya, ex-secretário-executivo do plano e coordenador de Planejamento Territorial do Ministério da Integração Nacional.
A pavimentação da BR, orçada em R$ 1,1 bilhão até 2011, é prioridade do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). De avanços substanciais, o governo aponta a criação de 6,8 milhões de hectares de unidades de conservação ao longo da BR e o início do asfaltamento de dois trechos de 20 km pelo Exército até o fim do ano. Ocorre que parte das unidades não tem, como previsto, gestores do Instituto Chico Mendes e as obras na BR só começaram, timidamente, no fim de junho. Houve atraso na liberação de verbas para contratação de pessoal e material de apoio ao Exército. Como as chuvas amazônicas começam em novembro e só dão trégua em junho, resta pouco tempo para avançar. 'O plano está quase na estaca zero. O Incra não fez a regularização fundiária e as ações sociais ainda não foram implementadas', reconhece Luiz Antonio Pagot, diretor-geral do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT).
A promessa do Incra de determinar as coordenadas geográficas (georreferenciamento) de 7,7 milhões de hectares nas margens da estrada neste ano deve atrasar mais o início do processo de regularização fundiária. Assim, os assentamentos de reforma agrária seguem sem a documentação de posse, o que impede o acesso dos moradores aos serviços básicos. 'É sofrido aqui. Não tem água nem luz, que dirá posto de saúde. Se quebrar o braço, tem que ir pro Guarantã [a 210 km]', diz Telmo Davies, que ficou seis meses acampado à beira da BR antes de ganhar o lote de 20 hectares em Castelo.
A situação piorou quando o Ministério Público Estadual interditou uma centena de assentamentos por irregularidades fundiárias e denúncias de corte ilegal da floresta. Davies confirma: 'De noite, é caminhão o tempo inteiro. Não pára faz três anos. Só tem ´torero´, mas não tiro a razão de quem vende [a madeira]. A pessoa tem sete filhos para criar e faz o quê? O Incra jogou a gente aqui sem nada. Precisa o Ibama vir aqui'.
A grilagem segue corriqueira, gerando violência, pistoleiros e mortes pela posse da terra. O governo admite a necessidade de 'implantar o Estado de Direito na região', dada a dimensão do problema. Mas a instalação de delegacias da Polícia Federal e postos da Polícia Rodoviária na região ainda está no campo das promessas. 'Aqui a pistolagem manda', diz o catarinense Cleo Almeida Becker, pioneiro de Castelo de Sonhos. Há 16 anos no lugar, dono de uma pousada, ele está de malas prontas. 'Vou vender tudo e ir embora porque esse asfalto nunca vai chegar'. Para piorar, foi suspensa a aprovação de novos planos de manejo na região por falta de regularização fundiária. O Ibama repassou a ação à secretaria estadual do Pará. A medida é criticada pelos madeireiros. 'Temos trabalhado na ilegalidade porque não temos os planos de manejo. Tem que comprar nota para transportar a madeira porque o plano depende de comprovar a posse da terra', diz Rusever Oliveira, presidente de uma associação de 24 madeireiras dos distritos de Castelo e Cachoeira. Denúncias de corrupção dos fiscais são comuns.
O Ibama também tem dificuldades para criar o chamado Distrito Florestal Sustentável da BR-163, área de 16 milhões de hectares onde seria permitida a exploração de até 6 milhões de m³ de madeira segundo regras mais rígidas. 'Até agora só veio a parte ruim do plano, a repressão', diz Adriano Ferreira, secretário-executivo do Sindicato das Madeireiras do Sudoeste do Pará (Simaspa). 'O governo precisa incentivar o manejo aprovando os planos. Ele ataca a conseqüência, e não a causa do problema, que é a ausência de Estado com infra-estrutura e regularização fundiária'.
Aberta em 1972 para 'integrar' a Amazônia ao Brasil, a BR-163, que liga Cuiabá (MT) a Santarém (PA), tem 1.780 km e atravessa uma das regiões mais ricas do país em recursos naturais, potencial econômico e diversidade étnica e cultural. No eixo da rodovia, há áreas de floresta amazônica, cerrado e zonas de transição, além das bacias hidrográficas dos rios Amazonas, Xingu e Tapajós. Por isso, o plano sustentável do governo Lula. A pavimentação da estrada não foi concluída: faltam 956 km entre Guarantã do Norte (MT) e Santarém. A obra pode facilitar o escoamento da produção agropecuária do norte de MT, pólo dinâmico de grãos e gado, pelos portos de Miritituba e Santarém. Asfaltada, a BR também pode encurtar a distância dos produtos eletroeletrônicos de Manaus para as regiões consumidoras do Sul.
Governo promete acelerar obras e regularizar terras
Passados dois anos e meio do lançamento do 'Plano BR-163 Sustentável', o governo admite problemas e atraso no cronograma das ações, mas promete acelerar as obras, autorizar os planos de manejo da floresta e regularizar a posse das terras na região. O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, diz que, até agosto, serão lançados os editais para 50 planos de manejo dentro das florestas nacionais e reservas extrativistas. 'Nas unidades de conservação, vamos repassar os planos do Ibama para o SFB [Serviço Florestal Brasileiro] dentro do conceito de gestão das florestas públicas para produção sustentável', disse ao Valor.
O ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, anunciou no início de julho, em Novo Progresso (PA), uma força-tarefa de 120 funcionários do Incra e do Exército para mapear 7,7 milhões regularizar a posse de três mil imóveis em quatro municípios na região da BR. 'Não podemos mais olhar para esta terra como se só existisse grileiro ou desmatamento: aqui tem trabalho, tem gente que trabalha', afirmou Cassel. O ministro esclareceu que uma medida provisória permitirá a venda direta de áreas com até 1,5 mil hectares na Amazônia Legal.
'O Incra já sabe onde estão as terras da União, do Estado e o que é privado. Falta entrar nas glebas, medir e regularizar', disse o presidente do Incra, Rolf Hackbart. O coordenador do comitê gestor do plano e subchefe-adjunto da Casa Civil, Johaness Eck, afirma que ter havido avanços com a criação de unidades de conservação, o zoneamento ecológico-econômico (ZEE) na região. 'Tivemos que alterar a lei para permitir zoneamento por região', diz. 'Temos ganhos de ordenamento fundiário que não são realidade porque precisamos de mais velocidade'. Segundo ele, o problema com o distrito florestal decorre da necessidade de criação de uma lei de gestão e do Serviço Florestal Brasileiro (SFB). Para ele, questões de saúde, segurança e fiscalização serão resolvidas com o avanço da pavimentação da BR. 'A Polícia Rodoviária vai para lá e as instalações de Ibama, Funai e Incra vão melhorar. Mas isso será ao longo do ano'.
O Ministério da Integração Nacional reconhece os problemas, mas pondera que o plano pôs a BR no centro das discussões. 'A bolsa-família chegou de forma bem ampla e houve mérito em ter colocado a BR no mapa das preocupações do governo', diz Júlio Miragaya, coordenador de Planejamento Territorial. Resta conferir a execução orçamentária dos R$ 350 milhões destinados ao plano em 2008. (MZ)
Asfalto alimenta sonhos de uma vida melhor na região
A BR-163 corta Guarantã do Norte ao meio. Mas a pavimentação acaba antes de cruzar toda a cidade do 'nortão' de Mato Grosso, quase na divisa com o Pará. Uma nuvem de poeira em suspensão, que impregna o último município no eixo da rodovia servido por asfalto, pode ser vista de longe. Guarantã do Norte tem poucas ruas e avenidas pavimentadas, mas obsessão pelo asfaltamento. Primeiro, porque ainda tem 120 quilômetros de vias urbanas em estado bruto. Depois, porque sofre enorme pressão nos serviços de saúde e assistência social com o atendimento de moradores dos lugarejos ao norte do eixo da BR-163.
Há também gastos prosaicos, como os R$ 20 mil anuais pagos a caminhões-pipa para molhar as ruas do centro. Nascida no interior paulista, a secretária municipal de Obras, Nívia Calzolari, sonha com o início da pavimentação da BR-163, agora a cargo do 9º Batalhão de Engenharia e Construção do Exército. 'Faz 30 anos que queremos virar essa página. O asfalto garante um mínimo de qualidade de vida, atrai empresas, empregos e gera oportunidades para segurar a juventude', diz a engenheira civil.
Ainda tímidas, as obras nos primeiros 20 quilômetros da rodovia de ligação Cuiabá-Santarém, entre Guarantã do Norte e a divisa com o Pará, começam a entusiasmar parte da cidade de 40 mil habitantes. No fim de junho, após muita demora na liberação das verbas, foram contratadas 80 pessoas (engenheiros, serventes, operadores de máquinas) para auxiliar os 120 soldados do BEC na construção. 'Vim para cá atrás de emprego. O asfalto vai melhorar a vida aqui', afirma o frentista Francisco Alves de Souza, recém-chegado da vizinha Matupá.
Do prefeito à associação comercial, todos apostam que a pavimentação pode tirar do atraso muitas localidades no eixo da BR. Com escolas e postos de saúde bem cuidados, 14 médicos e orçamento anual de R$ 27 milhões, Guarantã do Norte está melhor que suas vizinhas paraenses, mas ainda sofre com o principal problema da Amazônia: a pobreza derivada da falta de regularização fundiária.
'Dá até tristeza falar de reforma agrária aqui', diz o prefeito José Humberto Macedo (DEM). Primeiro executor do assentamento do Incra que deu origem a Guarantã do Norte, Macedo afirma haver uma área com 200 famílias, no interior do município, onde só três lotes têm título de propriedade. Na periferia da cidade, a prefeitura toca obras com verbas do Estado para construir banheiros nas casas precárias. A cidade conta 1,6 mil beneficiários do bolsa-família, o que significa R$ 100 mil mensais. 'Mas quando chove ou tem ação fiscal, as serrarias param e quem vive da derrubada acaba aqui', diz a secretária de Ação Social, Sandra Martins.
Em Castelo de Sonhos, distrito a 1,2 mil km da sede municipal, em Altamira (PA), a situação é surreal. Nenhuma rua tem asfalto, apenas um posto médico funciona precariamente e dois PMs fazem a lei no lugar de 10 mil habitantes. Dos madeireiros aos comerciantes e fazendeiros, todos temem a ação da Polícia Federal e do Ibama. (MZ)
Valor Econômico
Na manhã de uma quarta-feira de junho, no coração da Amazônia, o madeireiro Rusever Oliveira, 43 anos, comanda o ritmo frenético da empilhadeira que separa dezenas de toras de espécies nobres da região. No pátio de sua serraria, em Castelo de Sonhos, distrito de Altamira (PA) de 10 mil habitantes cortado pela BR-163, os troncos derrubados ilegalmente secam sob o sol abrasador e um grosso poeirão. As encomendas vêm de toda parte. Um caminhoneiro de Maringá (PR) reclama do atraso no pedido e um fazendeiro consulta o preço de algumas tábuas. Naquele dia, o metro cúbico do ipê-champanhe era comprado a R$ 150 e vendido a R$ 350 por Rusever.
A 23 quilômetros dali, longe dos negócios madeireiros, o ex-garimpeiro gaúcho Telmo Davies, 57 anos, acabara de estender no varal de casa retalhos de carne bovina cedidos por um fazendeiro vizinho. Rodeado por uma pequena roça de mandioca e meia dúzia de galinhas, Davies ocupa sozinho o primeiro lote do Assentamento Brasília, criado pelo Incra há três anos. Ali, tem apenas a companhia do rádio de pilha e de dois vira-latas. Sem energia elétrica nem água, vive com R$ 150 do aluguel de uma casa em Castelo. Também não tem o título de posse da terra. Cesta básica, bolsa-família e aposentadoria nunca beneficiaram o migrante.
Mais adiante, em Novo Progresso, município de 36 mil habitantes a 150 km no eixo norte da BR, a comerciante Rodemeire de Camargo, 42 anos, sofre, no único e desequipado hospital da cidade, para conseguir o diagnóstico da doença do filho de 16 anos. Para obter um exame de sangue mais preciso, teria que encarar 715 km da quase intransitável rodovia até Santarém ou voltar 600 km até Sinop (MT), trafegando por 360 km em uma estrada recheada de buracos de todos os tamanhos e profundidades. Desde o primeiro solavanco na rodovia Cuiabá-Santarém, ainda na área urbana de Guarantã do Norte, a 50 km da divisa do 'nortão' de Mato Grosso com o sudoeste do Pará, a precariedade da infra-estrutura, dos serviços públicos e a ausência quase total do Estado refletem a situação de abandono da região. A dura realidade dos dez municípios cortados pela BR-163, onde 90% do território é ocupado por reservas florestais, produz um forte contraste quando confrontada com os planos do governo para incentivar o chamado 'desenvolvimento sustentável' da Amazônia e brecar o desmatamento ilegal.
Ao longo dos 360 km de crateras e poeirão da BR-163 entre Guarantã do Norte e Novo Progresso, percorridos pelo Valor, é possível ver extensas áreas de pastagem, fazendas cheias de gado nelore, imensas castanheiras queimadas em pé e um intenso vaivém de caminhões de oito eixos abarrotados de toras de madeira. E muito abandono.
Em dois dias de viagem, à exceção de uma barreira fiscal próxima à base aérea da Serra do Cachimbo, a reportagem não viu vestígios de presença do Poder Público. Nenhum agente ou veículo oficial foi avistado nesse longo trecho não-pavimentado da rodovia aberta nos anos 70 pela ditadura militar para forçar a ocupação do território.
Novo Progresso está na lista dos 36 municípios campeões do desmatamento ilegal, onde a derrubada da mata está embargada. No início de 2006, o governo federal lançou um ambicioso plano que seria o 'novo paradigma de desenvolvimento sustentável' para a Amazônia.
O 'Plano BR-163 Sustentável', que inclui 73 municípios da área de influência da rodovia, prometia amenizar a precariedade da vida dos moradores ao conjugar asfaltamento da estrada com ações de ordenamento territorial, infra-estrutura, fomento de atividades econômicas sustentáveis, melhoria dos serviços públicos, inclusão social e fortalecimento da cidadania. Dois anos e meio depois, o plano ainda não teve força para virar realidade. E isso apesar do apoio obtido em 16 audiências públicas realizadas entre 2004 e 2005 com moradores da região, lideranças indígenas, movimentos sociais, ONGs e autoridades de todos os níveis. A resolução de graves problemas sociais, desde a escassez de emprego até a precariedade dos serviços sociais e a infra-estrutura incipiente, ainda parece utopia. '
Não é o ritmo que a sociedade quer', admite o coordenador do comitê gestor do plano, Johaness Eck. 'Tínhamos a expectativa de funcionar mais rapidamente, mas a ausência prolongada do Estado nos obrigou a fazer um trabalho de base, de ordenamento territorial', afirma Eck, também subchefe-adjunto de Políticas Governamentais da Casa Civil da Presidência da República. O próprio comitê é sinal da morosidade do plano. Até hoje, os membros não foram todos indicados e nenhuma reunião ordinária aconteceu. 'Estamos muito aquém das ações previstas, e a lentidão da pavimentação tem afetado a credibilidade do plano', reconhece Júlio Miragaya, ex-secretário-executivo do plano e coordenador de Planejamento Territorial do Ministério da Integração Nacional.
A pavimentação da BR, orçada em R$ 1,1 bilhão até 2011, é prioridade do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). De avanços substanciais, o governo aponta a criação de 6,8 milhões de hectares de unidades de conservação ao longo da BR e o início do asfaltamento de dois trechos de 20 km pelo Exército até o fim do ano. Ocorre que parte das unidades não tem, como previsto, gestores do Instituto Chico Mendes e as obras na BR só começaram, timidamente, no fim de junho. Houve atraso na liberação de verbas para contratação de pessoal e material de apoio ao Exército. Como as chuvas amazônicas começam em novembro e só dão trégua em junho, resta pouco tempo para avançar. 'O plano está quase na estaca zero. O Incra não fez a regularização fundiária e as ações sociais ainda não foram implementadas', reconhece Luiz Antonio Pagot, diretor-geral do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT).
A promessa do Incra de determinar as coordenadas geográficas (georreferenciamento) de 7,7 milhões de hectares nas margens da estrada neste ano deve atrasar mais o início do processo de regularização fundiária. Assim, os assentamentos de reforma agrária seguem sem a documentação de posse, o que impede o acesso dos moradores aos serviços básicos. 'É sofrido aqui. Não tem água nem luz, que dirá posto de saúde. Se quebrar o braço, tem que ir pro Guarantã [a 210 km]', diz Telmo Davies, que ficou seis meses acampado à beira da BR antes de ganhar o lote de 20 hectares em Castelo.
A situação piorou quando o Ministério Público Estadual interditou uma centena de assentamentos por irregularidades fundiárias e denúncias de corte ilegal da floresta. Davies confirma: 'De noite, é caminhão o tempo inteiro. Não pára faz três anos. Só tem ´torero´, mas não tiro a razão de quem vende [a madeira]. A pessoa tem sete filhos para criar e faz o quê? O Incra jogou a gente aqui sem nada. Precisa o Ibama vir aqui'.
A grilagem segue corriqueira, gerando violência, pistoleiros e mortes pela posse da terra. O governo admite a necessidade de 'implantar o Estado de Direito na região', dada a dimensão do problema. Mas a instalação de delegacias da Polícia Federal e postos da Polícia Rodoviária na região ainda está no campo das promessas. 'Aqui a pistolagem manda', diz o catarinense Cleo Almeida Becker, pioneiro de Castelo de Sonhos. Há 16 anos no lugar, dono de uma pousada, ele está de malas prontas. 'Vou vender tudo e ir embora porque esse asfalto nunca vai chegar'. Para piorar, foi suspensa a aprovação de novos planos de manejo na região por falta de regularização fundiária. O Ibama repassou a ação à secretaria estadual do Pará. A medida é criticada pelos madeireiros. 'Temos trabalhado na ilegalidade porque não temos os planos de manejo. Tem que comprar nota para transportar a madeira porque o plano depende de comprovar a posse da terra', diz Rusever Oliveira, presidente de uma associação de 24 madeireiras dos distritos de Castelo e Cachoeira. Denúncias de corrupção dos fiscais são comuns.
O Ibama também tem dificuldades para criar o chamado Distrito Florestal Sustentável da BR-163, área de 16 milhões de hectares onde seria permitida a exploração de até 6 milhões de m³ de madeira segundo regras mais rígidas. 'Até agora só veio a parte ruim do plano, a repressão', diz Adriano Ferreira, secretário-executivo do Sindicato das Madeireiras do Sudoeste do Pará (Simaspa). 'O governo precisa incentivar o manejo aprovando os planos. Ele ataca a conseqüência, e não a causa do problema, que é a ausência de Estado com infra-estrutura e regularização fundiária'.
Aberta em 1972 para 'integrar' a Amazônia ao Brasil, a BR-163, que liga Cuiabá (MT) a Santarém (PA), tem 1.780 km e atravessa uma das regiões mais ricas do país em recursos naturais, potencial econômico e diversidade étnica e cultural. No eixo da rodovia, há áreas de floresta amazônica, cerrado e zonas de transição, além das bacias hidrográficas dos rios Amazonas, Xingu e Tapajós. Por isso, o plano sustentável do governo Lula. A pavimentação da estrada não foi concluída: faltam 956 km entre Guarantã do Norte (MT) e Santarém. A obra pode facilitar o escoamento da produção agropecuária do norte de MT, pólo dinâmico de grãos e gado, pelos portos de Miritituba e Santarém. Asfaltada, a BR também pode encurtar a distância dos produtos eletroeletrônicos de Manaus para as regiões consumidoras do Sul.
Governo promete acelerar obras e regularizar terras
Passados dois anos e meio do lançamento do 'Plano BR-163 Sustentável', o governo admite problemas e atraso no cronograma das ações, mas promete acelerar as obras, autorizar os planos de manejo da floresta e regularizar a posse das terras na região. O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, diz que, até agosto, serão lançados os editais para 50 planos de manejo dentro das florestas nacionais e reservas extrativistas. 'Nas unidades de conservação, vamos repassar os planos do Ibama para o SFB [Serviço Florestal Brasileiro] dentro do conceito de gestão das florestas públicas para produção sustentável', disse ao Valor.
O ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, anunciou no início de julho, em Novo Progresso (PA), uma força-tarefa de 120 funcionários do Incra e do Exército para mapear 7,7 milhões regularizar a posse de três mil imóveis em quatro municípios na região da BR. 'Não podemos mais olhar para esta terra como se só existisse grileiro ou desmatamento: aqui tem trabalho, tem gente que trabalha', afirmou Cassel. O ministro esclareceu que uma medida provisória permitirá a venda direta de áreas com até 1,5 mil hectares na Amazônia Legal.
'O Incra já sabe onde estão as terras da União, do Estado e o que é privado. Falta entrar nas glebas, medir e regularizar', disse o presidente do Incra, Rolf Hackbart. O coordenador do comitê gestor do plano e subchefe-adjunto da Casa Civil, Johaness Eck, afirma que ter havido avanços com a criação de unidades de conservação, o zoneamento ecológico-econômico (ZEE) na região. 'Tivemos que alterar a lei para permitir zoneamento por região', diz. 'Temos ganhos de ordenamento fundiário que não são realidade porque precisamos de mais velocidade'. Segundo ele, o problema com o distrito florestal decorre da necessidade de criação de uma lei de gestão e do Serviço Florestal Brasileiro (SFB). Para ele, questões de saúde, segurança e fiscalização serão resolvidas com o avanço da pavimentação da BR. 'A Polícia Rodoviária vai para lá e as instalações de Ibama, Funai e Incra vão melhorar. Mas isso será ao longo do ano'.
O Ministério da Integração Nacional reconhece os problemas, mas pondera que o plano pôs a BR no centro das discussões. 'A bolsa-família chegou de forma bem ampla e houve mérito em ter colocado a BR no mapa das preocupações do governo', diz Júlio Miragaya, coordenador de Planejamento Territorial. Resta conferir a execução orçamentária dos R$ 350 milhões destinados ao plano em 2008. (MZ)
Asfalto alimenta sonhos de uma vida melhor na região
A BR-163 corta Guarantã do Norte ao meio. Mas a pavimentação acaba antes de cruzar toda a cidade do 'nortão' de Mato Grosso, quase na divisa com o Pará. Uma nuvem de poeira em suspensão, que impregna o último município no eixo da rodovia servido por asfalto, pode ser vista de longe. Guarantã do Norte tem poucas ruas e avenidas pavimentadas, mas obsessão pelo asfaltamento. Primeiro, porque ainda tem 120 quilômetros de vias urbanas em estado bruto. Depois, porque sofre enorme pressão nos serviços de saúde e assistência social com o atendimento de moradores dos lugarejos ao norte do eixo da BR-163.
Há também gastos prosaicos, como os R$ 20 mil anuais pagos a caminhões-pipa para molhar as ruas do centro. Nascida no interior paulista, a secretária municipal de Obras, Nívia Calzolari, sonha com o início da pavimentação da BR-163, agora a cargo do 9º Batalhão de Engenharia e Construção do Exército. 'Faz 30 anos que queremos virar essa página. O asfalto garante um mínimo de qualidade de vida, atrai empresas, empregos e gera oportunidades para segurar a juventude', diz a engenheira civil.
Ainda tímidas, as obras nos primeiros 20 quilômetros da rodovia de ligação Cuiabá-Santarém, entre Guarantã do Norte e a divisa com o Pará, começam a entusiasmar parte da cidade de 40 mil habitantes. No fim de junho, após muita demora na liberação das verbas, foram contratadas 80 pessoas (engenheiros, serventes, operadores de máquinas) para auxiliar os 120 soldados do BEC na construção. 'Vim para cá atrás de emprego. O asfalto vai melhorar a vida aqui', afirma o frentista Francisco Alves de Souza, recém-chegado da vizinha Matupá.
Do prefeito à associação comercial, todos apostam que a pavimentação pode tirar do atraso muitas localidades no eixo da BR. Com escolas e postos de saúde bem cuidados, 14 médicos e orçamento anual de R$ 27 milhões, Guarantã do Norte está melhor que suas vizinhas paraenses, mas ainda sofre com o principal problema da Amazônia: a pobreza derivada da falta de regularização fundiária.
'Dá até tristeza falar de reforma agrária aqui', diz o prefeito José Humberto Macedo (DEM). Primeiro executor do assentamento do Incra que deu origem a Guarantã do Norte, Macedo afirma haver uma área com 200 famílias, no interior do município, onde só três lotes têm título de propriedade. Na periferia da cidade, a prefeitura toca obras com verbas do Estado para construir banheiros nas casas precárias. A cidade conta 1,6 mil beneficiários do bolsa-família, o que significa R$ 100 mil mensais. 'Mas quando chove ou tem ação fiscal, as serrarias param e quem vive da derrubada acaba aqui', diz a secretária de Ação Social, Sandra Martins.
Em Castelo de Sonhos, distrito a 1,2 mil km da sede municipal, em Altamira (PA), a situação é surreal. Nenhuma rua tem asfalto, apenas um posto médico funciona precariamente e dois PMs fazem a lei no lugar de 10 mil habitantes. Dos madeireiros aos comerciantes e fazendeiros, todos temem a ação da Polícia Federal e do Ibama. (MZ)
terça-feira, 22 de julho de 2008
Inscrições do Prêmio Alcoa de Inovação se encerram em 30 dias
Em 22 de Agosto encerram-se as inscrições para o 7º Prêmio Alcoa de Inovação em Alumínio. Podem participar estudantes de qualquer curso superior, alunos de pós-graduação lato sensu e profissionais que atuam com projetos e planejamento de gestão, sem distinção quanto à categoria funcional, tipo ou tempo de atuação no mercado.
As inscrições devem ser feitas pelo site da Alcoa (www.alcoa.com.br) para as categorias Produtos & Aplicações (tema livre) e Gestão da Reciclagem (com foco na reciclagem de alumínio, resíduos pós-consumo ou gerados na produção de bens de consumo). Os trabalhos serão julgados e premiados separadamente por categoria e modalidade de participação (profissional e estudante).
O objetivo do Prêmio é estimular a criatividade e difundir as idéias dos estudantes e profissionais brasileiros no setor, além de promover a conscientização ecológica entre os participantes. A entrega dos trabalhos inscritos deverá ser feita até 22 de Setembro. Os finalistas serão conhecidos em Novembro e a ordem classificatória dos vencedores será divulgada no evento de premiação, programado para Dezembro.
Na modalidade Estudante, podem concorrer universitários de todo o País que estejam matriculados em cursos de tecnologia/graduação e pós-graduação (lato sensu) no ano letivo de 2008. As equipes participantes podem ser multidisciplinares, compostas por alunos de cursos diferentes, desde que da mesma instituição. É possível também a inscrição em mais de uma categoria. A modalidade profissional também está aberta em duas categorias: produtos & aplicações e gestão da reciclagem.
(Fonte: Alcoa)
As inscrições devem ser feitas pelo site da Alcoa (www.alcoa.com.br) para as categorias Produtos & Aplicações (tema livre) e Gestão da Reciclagem (com foco na reciclagem de alumínio, resíduos pós-consumo ou gerados na produção de bens de consumo). Os trabalhos serão julgados e premiados separadamente por categoria e modalidade de participação (profissional e estudante).
O objetivo do Prêmio é estimular a criatividade e difundir as idéias dos estudantes e profissionais brasileiros no setor, além de promover a conscientização ecológica entre os participantes. A entrega dos trabalhos inscritos deverá ser feita até 22 de Setembro. Os finalistas serão conhecidos em Novembro e a ordem classificatória dos vencedores será divulgada no evento de premiação, programado para Dezembro.
Na modalidade Estudante, podem concorrer universitários de todo o País que estejam matriculados em cursos de tecnologia/graduação e pós-graduação (lato sensu) no ano letivo de 2008. As equipes participantes podem ser multidisciplinares, compostas por alunos de cursos diferentes, desde que da mesma instituição. É possível também a inscrição em mais de uma categoria. A modalidade profissional também está aberta em duas categorias: produtos & aplicações e gestão da reciclagem.
(Fonte: Alcoa)
Piques de energia danificam aparelhos que superlotam oficinas
Alesandra Branches
Repórter
É comum os piques de energia elétrica na cidade de Santarém que ocasionam a queima de equipamentos eletrodomésticos e industriais, prejudicando empresários e a população em geral. O curioso é que os dados estatísticos do PROCON municipal revelam que não há denúncias contra a concessionária de energia que por sua vez, alega que as atuais interrupções são frutos da interferência de pipas e papagaios na rede elétrica.
A burocracia para conseguir provar que os danos ocasionados nos aparelhos domésticos e industriais foram acarretados pelos freqüentes piques de energia faz com que grande parte dos consumidores prefira comprar novos equipamentos a reclamar dos prejuízos junto à empresa. Em virtude disso é que o número de denúncias do PROCON caiu significativamente, já que o laudo que avalia se houve ou não oscilação de energia é feita pela própria CELPA e não por um órgão independente.
A Associação Comercial e Empresarial de Santarém (ACES) vai ingressar perante a justiça com uma ação em nome de seus associados cobrando da Rede Celpa a reparação dos danos causados ao empresariado local devido ás oscilações e interrupções de energia elétrica, que ocasionaram a queima de equipamentos essenciais para o desempenho das atividades empresariais.
Mas as Centrais Elétricas do Pará em nota a imprensa, garante que as ocorrências registradas têm resultado da interferência de pipas no sistema elétrico. Dados comprovam que a brincadeira representa 54% dos desligamentos registrados nos primeiros dez dias do mês, no Estado, vem causando prejuízos e tomando proporções maiores a cada dia.
Em julho de 2000 os registros chegaram a 1.163 interrupções, no total, sendo 564 delas por pipa. Em 2005 os registros chegaram a 1.424, dos quais 40% provocados pelo brinquedo. Em 2006 e 2007, houve um acréscimo nas incidências, respectivamente, 35% e 31%, mas o cenário visto hoje, aponta um crescimento. A empresa projeto fechar julho com 1.544 interrupções provocadas por pipas. Além disso, ressalta que os desligamentos ocorrem a todo tempo e em vários pontos da cidade, principalmente em áreas distantes do centro, onde as pipas são mais utilizadas. O pode provocar o desligamento de um alimentador mais de uma vez por dia.
Ao contrário do que a nota apresenta, a população reclama que os piques de energia não acontecem apenas no período de férias, em especial, no mês de julho, e sim, em todos os meses do ano. Nas lojas de reposição e assistência técnica é crescente o número de aparelhos eletroeletrônicos à espera de concerto e avaliação, sendo grande parte, fruto de piques de energia elétrica.
Repórter
É comum os piques de energia elétrica na cidade de Santarém que ocasionam a queima de equipamentos eletrodomésticos e industriais, prejudicando empresários e a população em geral. O curioso é que os dados estatísticos do PROCON municipal revelam que não há denúncias contra a concessionária de energia que por sua vez, alega que as atuais interrupções são frutos da interferência de pipas e papagaios na rede elétrica.
A burocracia para conseguir provar que os danos ocasionados nos aparelhos domésticos e industriais foram acarretados pelos freqüentes piques de energia faz com que grande parte dos consumidores prefira comprar novos equipamentos a reclamar dos prejuízos junto à empresa. Em virtude disso é que o número de denúncias do PROCON caiu significativamente, já que o laudo que avalia se houve ou não oscilação de energia é feita pela própria CELPA e não por um órgão independente.
A Associação Comercial e Empresarial de Santarém (ACES) vai ingressar perante a justiça com uma ação em nome de seus associados cobrando da Rede Celpa a reparação dos danos causados ao empresariado local devido ás oscilações e interrupções de energia elétrica, que ocasionaram a queima de equipamentos essenciais para o desempenho das atividades empresariais.
Mas as Centrais Elétricas do Pará em nota a imprensa, garante que as ocorrências registradas têm resultado da interferência de pipas no sistema elétrico. Dados comprovam que a brincadeira representa 54% dos desligamentos registrados nos primeiros dez dias do mês, no Estado, vem causando prejuízos e tomando proporções maiores a cada dia.
Em julho de 2000 os registros chegaram a 1.163 interrupções, no total, sendo 564 delas por pipa. Em 2005 os registros chegaram a 1.424, dos quais 40% provocados pelo brinquedo. Em 2006 e 2007, houve um acréscimo nas incidências, respectivamente, 35% e 31%, mas o cenário visto hoje, aponta um crescimento. A empresa projeto fechar julho com 1.544 interrupções provocadas por pipas. Além disso, ressalta que os desligamentos ocorrem a todo tempo e em vários pontos da cidade, principalmente em áreas distantes do centro, onde as pipas são mais utilizadas. O pode provocar o desligamento de um alimentador mais de uma vez por dia.
Ao contrário do que a nota apresenta, a população reclama que os piques de energia não acontecem apenas no período de férias, em especial, no mês de julho, e sim, em todos os meses do ano. Nas lojas de reposição e assistência técnica é crescente o número de aparelhos eletroeletrônicos à espera de concerto e avaliação, sendo grande parte, fruto de piques de energia elétrica.
Sentença desmascara manipulação de autoria de pedido de censura a blog
Miguel Oliveira
Editor-Chefe
O que o leitor vai ler transcrito abaixo, destacado em itálico e negrito, é a parte importante da sentença do juiz eleitoral Gabriel Veloso que revoga a liminar concedida pela juíza Betânia Pessoa Batista impondo restrição à liberdade de informação ao site do nacional Jeso Carneiro até o julgamento do mérito.
Esta transcição não teria importância jornalística a não ser pelo fato que o texto judicial desmascara uma farsa montada a partir da manipulação de informações que deveriam ser levadas ao conhecimento público de modo isento, o que não ocorreu, porque é público que o nacional explorou indevidamente e exaustivamente essa liminar atribuindo seu pedido ao partido Democratas e ao seu candidato, de modo a tornar-se vítima de perseguição jurídica e política.
Como mentira tem pernas curtas, na senteça contida nos autos da representação do Democratas, o próprio juiz Gabriel Veloso, ao revogar a liminar, sustenta que houve um alargamento daquilo que foi requerido pelo próprio representante [o candidato e seu partido] que requereu na sua inicial apenas a retirada do site da matéria publicada intitulada como "O que a gente quer pra Santarém". Matéria que o juiz considerou ofensiva e em desacordo com a legislação eleitoral.
Fica demonstrado, portanto, que se houve censura ao site daquele nacional, esta foi uma decisão exclusiva da juiza Betania Pessoa Batista e não uma iniciativa do partido Democratas e seu candidato, como se tentou passar à opinião pública.
Após ler a sentença, o leitor tirará a sua própria conclusão.
Representação..... folha 58
(...)
Com base nesse entendimento e diante do fato de que esse magistrado não encontrou requisitos de propaganda eleitoral antecipada extemporânea nas notícias colocadas no site mencionados pelos representados deve ser a presente representação eleitoral julgada improcedente.
Assim dando prosseguimento ao feito entendo necessário verificar que na liminar concedida nesses autos houve um alargamento daquilo que foi requerido pelo próprio representante que requereu na sua inicial apenas a retirada do site da matéria publicada intitulada como "O que a gente quer pra Santarém", enquanto na liminar foi determinada a proibição dos representantes de vincular em suas matérias jornalísticas notas ou posts até o julgamento deste processo comparações a atual gestora ou seu partido ou depreciando o ex-gestor ou seu partido sob pena de multa diária de R$ 10.000,00 no período em que a matéria estiver no ar. Com base nisso entendo necessário revogar essa liminar mas diante das vedações legais da legislação eleitoral determino que a alegada matéria seja retirada do ar definitivamente por conter termos atacando pessoalmente um dos candidatos a Prefeito Municipal de Santarém o que é vedado pela Legislação Eleitoral, em especial da Lei Federal 9.504/1997, além disso, ficamam os requeridos cientes de que ora em diante esse tipo de matéria não pode vincular por violar a legislação eleitoral.
Nessa oportunidade entendo necessário destacar que esse magistrado pessoalmente entende que não se pode vedar toda a imprensa de publicar fatos relacionados à eleição, desde que os responsáveis pelas reportagens as façam sem depreciar ou prejudicar candidatos ou partidos políticos conforme externei em decisões proferidas em vários outros processos neste juízo eleitoral, muitas neste mês de julho.
Posto isso, com fundamento na Lei Federal n° 9.504/1997 e em outras determinações legais, julgo improcedente a presente representação eleitoral ante a inexistência de propaganda eleitoral extemporânea, além disso, diante das vedações da legislação eleitoral determino que a matéria "O que a gente quer pra Santarém", seja retirada do ar definitivamente por conter termos atacando pessoalmente um dos candidatos a Prefeito Municipal de Santarém o que é vedado atualmente pela legislação eleitoral em especial da Lei Federal 9.504/1997, além disso, por viciar a legislação eleitoral. Por fim revogo a liminar de fls.24 ante os fundamentos articulados na fundamentação desta decisão que regulamenta a questão.
Intimem-se o representante e ambos os representados, através de seus procuradores judiciais. Dê–se ciência ao Representante do Ministério Público Eleitoral.
Transitada em julgado nessa decisão cumpram- se todas as determinações da Douta Corregedoria Eleitoral e arquivem-se esses autos com as baixas anotações necessárias.
Publique-se, registre-se e intimem-se
Santarém, 18 de julho de 2008
Gabriel Veloso de Araújo
Juiz Eleitoral
Editor-Chefe
O que o leitor vai ler transcrito abaixo, destacado em itálico e negrito, é a parte importante da sentença do juiz eleitoral Gabriel Veloso que revoga a liminar concedida pela juíza Betânia Pessoa Batista impondo restrição à liberdade de informação ao site do nacional Jeso Carneiro até o julgamento do mérito.
Esta transcição não teria importância jornalística a não ser pelo fato que o texto judicial desmascara uma farsa montada a partir da manipulação de informações que deveriam ser levadas ao conhecimento público de modo isento, o que não ocorreu, porque é público que o nacional explorou indevidamente e exaustivamente essa liminar atribuindo seu pedido ao partido Democratas e ao seu candidato, de modo a tornar-se vítima de perseguição jurídica e política.
Como mentira tem pernas curtas, na senteça contida nos autos da representação do Democratas, o próprio juiz Gabriel Veloso, ao revogar a liminar, sustenta que houve um alargamento daquilo que foi requerido pelo próprio representante [o candidato e seu partido] que requereu na sua inicial apenas a retirada do site da matéria publicada intitulada como "O que a gente quer pra Santarém". Matéria que o juiz considerou ofensiva e em desacordo com a legislação eleitoral.
Fica demonstrado, portanto, que se houve censura ao site daquele nacional, esta foi uma decisão exclusiva da juiza Betania Pessoa Batista e não uma iniciativa do partido Democratas e seu candidato, como se tentou passar à opinião pública.
Após ler a sentença, o leitor tirará a sua própria conclusão.
Representação..... folha 58
(...)
Com base nesse entendimento e diante do fato de que esse magistrado não encontrou requisitos de propaganda eleitoral antecipada extemporânea nas notícias colocadas no site mencionados pelos representados deve ser a presente representação eleitoral julgada improcedente.
Assim dando prosseguimento ao feito entendo necessário verificar que na liminar concedida nesses autos houve um alargamento daquilo que foi requerido pelo próprio representante que requereu na sua inicial apenas a retirada do site da matéria publicada intitulada como "O que a gente quer pra Santarém", enquanto na liminar foi determinada a proibição dos representantes de vincular em suas matérias jornalísticas notas ou posts até o julgamento deste processo comparações a atual gestora ou seu partido ou depreciando o ex-gestor ou seu partido sob pena de multa diária de R$ 10.000,00 no período em que a matéria estiver no ar. Com base nisso entendo necessário revogar essa liminar mas diante das vedações legais da legislação eleitoral determino que a alegada matéria seja retirada do ar definitivamente por conter termos atacando pessoalmente um dos candidatos a Prefeito Municipal de Santarém o que é vedado pela Legislação Eleitoral, em especial da Lei Federal 9.504/1997, além disso, ficamam os requeridos cientes de que ora em diante esse tipo de matéria não pode vincular por violar a legislação eleitoral.
Nessa oportunidade entendo necessário destacar que esse magistrado pessoalmente entende que não se pode vedar toda a imprensa de publicar fatos relacionados à eleição, desde que os responsáveis pelas reportagens as façam sem depreciar ou prejudicar candidatos ou partidos políticos conforme externei em decisões proferidas em vários outros processos neste juízo eleitoral, muitas neste mês de julho.
Posto isso, com fundamento na Lei Federal n° 9.504/1997 e em outras determinações legais, julgo improcedente a presente representação eleitoral ante a inexistência de propaganda eleitoral extemporânea, além disso, diante das vedações da legislação eleitoral determino que a matéria "O que a gente quer pra Santarém", seja retirada do ar definitivamente por conter termos atacando pessoalmente um dos candidatos a Prefeito Municipal de Santarém o que é vedado atualmente pela legislação eleitoral em especial da Lei Federal 9.504/1997, além disso, por viciar a legislação eleitoral. Por fim revogo a liminar de fls.24 ante os fundamentos articulados na fundamentação desta decisão que regulamenta a questão.
Intimem-se o representante e ambos os representados, através de seus procuradores judiciais. Dê–se ciência ao Representante do Ministério Público Eleitoral.
Transitada em julgado nessa decisão cumpram- se todas as determinações da Douta Corregedoria Eleitoral e arquivem-se esses autos com as baixas anotações necessárias.
Publique-se, registre-se e intimem-se
Santarém, 18 de julho de 2008
Gabriel Veloso de Araújo
Juiz Eleitoral
IBGE abre inscrição para 700 vagas de agente censitário
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abre nesta terça-feira (22) as inscrições para o preenchimento de 700 vagas de agente censitário a serem distribuídas em todos os estados e o Distrito Federal. O cargo, de nível médio, terá gratificação de R$ 600,00, além de auxílio-alimentação e auxílio transporte, assim como férias e 13º salário (veja aqui o edital).
Serão 665 vagas de ampla concorrência e 35 destinadas aos portadores de necessidades especiais. A jornada de trabalho será de 40 horas semanais.
Os serviços serão prestados pelo prazo máximo de 12 meses, podendo ser prorrogado por igual período. Os contratos terão vigência de 30 dias, podendo ser prorrogados por igual período, condicionados à necessidade de trabalho.
As inscrições podem ser feitas pelo site www.consulplan.net, entre a 0h de 22 de julho até as 23h59 de 13 de agosto, ou através das agências credenciadas dos Correios em todo o Brasil listadas no edital, entre os dias 31 de julho e 13 de agosto. A taxa de inscrição é de R$ 14,50.
Os agentes trabalharão na atualização de mapas municipais, mapas cadastrais e croquis dos setores censitários da base territorial, bem como do cadastro de endereços. A prova está prevista para o dia 21 de setembro, das 14h às 18h, com questões de português, geografia, raciocínio lógico, noções de informática e conhecimentos gerais. Os gabaritos serão divulgados no dia 22 de setembro.
Os locais das provas serão divulgados no site www.consulplan.net a partir do dia 4 de setembro.
Serão oferecidas vagas para 492 cidades, sendo que São Paulo, Minas Gerais e Bahia são os estados que possuem mais cidades atendidas por este processo seletivo (veja aqui a relação de cidades).
Os resultados finais serão divulgados no dia 15 de outubro. As contratações ocorrerão a partir de outubro. Os contratos terão vigência de 30 dias, podendo ser sucessivamente prorrogados por apostilamento, por igual período, condicionados estritamente à necessidade de trabalho.
(Fonte: G 1)
Serão 665 vagas de ampla concorrência e 35 destinadas aos portadores de necessidades especiais. A jornada de trabalho será de 40 horas semanais.
Os serviços serão prestados pelo prazo máximo de 12 meses, podendo ser prorrogado por igual período. Os contratos terão vigência de 30 dias, podendo ser prorrogados por igual período, condicionados à necessidade de trabalho.
As inscrições podem ser feitas pelo site www.consulplan.net, entre a 0h de 22 de julho até as 23h59 de 13 de agosto, ou através das agências credenciadas dos Correios em todo o Brasil listadas no edital, entre os dias 31 de julho e 13 de agosto. A taxa de inscrição é de R$ 14,50.
Os agentes trabalharão na atualização de mapas municipais, mapas cadastrais e croquis dos setores censitários da base territorial, bem como do cadastro de endereços. A prova está prevista para o dia 21 de setembro, das 14h às 18h, com questões de português, geografia, raciocínio lógico, noções de informática e conhecimentos gerais. Os gabaritos serão divulgados no dia 22 de setembro.
Os locais das provas serão divulgados no site www.consulplan.net a partir do dia 4 de setembro.
Serão oferecidas vagas para 492 cidades, sendo que São Paulo, Minas Gerais e Bahia são os estados que possuem mais cidades atendidas por este processo seletivo (veja aqui a relação de cidades).
Os resultados finais serão divulgados no dia 15 de outubro. As contratações ocorrerão a partir de outubro. Os contratos terão vigência de 30 dias, podendo ser sucessivamente prorrogados por apostilamento, por igual período, condicionados estritamente à necessidade de trabalho.
(Fonte: G 1)
Onde há fumaça, há fogo
Este site só se reportará ao episódio de um incêndio ocorrido na madrugada de domingo em Santarém após as devidas diligências policiais.
E informa aos seus leitores que é de opinião que o caso deveria ser apurado também pela Polícia Federal.
E informa aos seus leitores que é de opinião que o caso deveria ser apurado também pela Polícia Federal.
segunda-feira, 21 de julho de 2008
ACES insiste para que bancos mudem horário
Paulo Leandro Leal
A alteração dos horários das agências bancárias de Santarém, para que funcionem de forma sincronizada com os bancos de Belém e Brasília, é uma luta que vem sendo travada pela Associação Comercial e Empresarial de Santarém (ACES), juntamente com outras entidades empresariais e do setor produtivo. Nesta semana, a ACES reforçou esta luta ao solicitar diretamente à superintendência do Banco do Brasil no Pará a mudança de horário, e também ao reforçar o pedido à gerência local.
O Banco do Brasil funciona como uma central para os outros bancos, que se guiam pelo horário de funcionamento do BB. O presidente da ACES, Olavo das Neves, entrou em contato direto com o superintendente do Banco do Brasil no Pará, Daniel Hanson, solicitando que o horário de atendimento fosse alterado das 09 às 14 horas para de 10 às 15 horas. Daniel informou que o assunto está nas mãos do gerente local do Banco, Martin Granja, que está fazendo uma análise da situação para passar um posicionamento definitivo para a superintendência.
Nesta quinta-feira, 17, a ACES encaminhou ofício ao gerente Martin Granja, solicitando, mais uma vez, que o horário de atendimento das agências bancárias seja alterado, passando a ser das 10 às 15 horas, abrindo, portanto, em sincronia com os bancos de Belém, Brasília e as cidades da região Sudeste. É a segunda vez que a ACES encaminha documento ao gerente fazendo a mesma solicitação. No final de junho, a ACES, o Sindicato Lojista de Santarém (Sindlojas) e a Câmara de Dirigentes Lojistas de Santarém (CDL) se reuniram com os gerentes dos bancos instalados na cidade para discutir a adequação do horário de funcionamento das agências bancárias de Santarém.
No documento enviado nesta quinta, foi demonstrada a necessidade de que as agências funcionem no horário de 10 às 15 horas, em sincronia com as agências de Belém e Brasília. “Estando a decisão em suas mãos, vimos reforçar a grande necessidade de que os bancos de Santarém funcionem em sincronia com os de outras regiões, uma reivindicação da classe empresarial e, com certeza, de toda a sociedade santarena”, manifestou a ACES no ofício.
A entidade lembra que a classe empresarial santarena lutou há anos para que houvesse uma mudança no fuso-horário da região, equiparando o nosso horário ao de Brasília. A luta ocorreu principalmente em virtude do funcionamento dos bancos, já que sempre havia uma hora de déficit em relação a outra regiões, perdendo oportunidades de negócios, reduzindo a competitividade das empresas e atrapalhando as pessoas que têm títulos e outros tipos de contas a pagar na rede bancária. “Agora que a mudança de fuso horário foi efetivada, é desalentador que as agências bancárias de Santarém continuem funcionando das 09 às 14 horas, um horário que definitivamente não atende aos anseios da classe empresarial e de todos os clientes da rede bancária”, lamenta a ACES.
A alteração dos horários das agências bancárias de Santarém, para que funcionem de forma sincronizada com os bancos de Belém e Brasília, é uma luta que vem sendo travada pela Associação Comercial e Empresarial de Santarém (ACES), juntamente com outras entidades empresariais e do setor produtivo. Nesta semana, a ACES reforçou esta luta ao solicitar diretamente à superintendência do Banco do Brasil no Pará a mudança de horário, e também ao reforçar o pedido à gerência local.
O Banco do Brasil funciona como uma central para os outros bancos, que se guiam pelo horário de funcionamento do BB. O presidente da ACES, Olavo das Neves, entrou em contato direto com o superintendente do Banco do Brasil no Pará, Daniel Hanson, solicitando que o horário de atendimento fosse alterado das 09 às 14 horas para de 10 às 15 horas. Daniel informou que o assunto está nas mãos do gerente local do Banco, Martin Granja, que está fazendo uma análise da situação para passar um posicionamento definitivo para a superintendência.
Nesta quinta-feira, 17, a ACES encaminhou ofício ao gerente Martin Granja, solicitando, mais uma vez, que o horário de atendimento das agências bancárias seja alterado, passando a ser das 10 às 15 horas, abrindo, portanto, em sincronia com os bancos de Belém, Brasília e as cidades da região Sudeste. É a segunda vez que a ACES encaminha documento ao gerente fazendo a mesma solicitação. No final de junho, a ACES, o Sindicato Lojista de Santarém (Sindlojas) e a Câmara de Dirigentes Lojistas de Santarém (CDL) se reuniram com os gerentes dos bancos instalados na cidade para discutir a adequação do horário de funcionamento das agências bancárias de Santarém.
No documento enviado nesta quinta, foi demonstrada a necessidade de que as agências funcionem no horário de 10 às 15 horas, em sincronia com as agências de Belém e Brasília. “Estando a decisão em suas mãos, vimos reforçar a grande necessidade de que os bancos de Santarém funcionem em sincronia com os de outras regiões, uma reivindicação da classe empresarial e, com certeza, de toda a sociedade santarena”, manifestou a ACES no ofício.
A entidade lembra que a classe empresarial santarena lutou há anos para que houvesse uma mudança no fuso-horário da região, equiparando o nosso horário ao de Brasília. A luta ocorreu principalmente em virtude do funcionamento dos bancos, já que sempre havia uma hora de déficit em relação a outra regiões, perdendo oportunidades de negócios, reduzindo a competitividade das empresas e atrapalhando as pessoas que têm títulos e outros tipos de contas a pagar na rede bancária. “Agora que a mudança de fuso horário foi efetivada, é desalentador que as agências bancárias de Santarém continuem funcionando das 09 às 14 horas, um horário que definitivamente não atende aos anseios da classe empresarial e de todos os clientes da rede bancária”, lamenta a ACES.
Ibope em Belém
Duciomar (29%), Valéria (24%), Priante (10%), Mário Cardoso (7%), Marinor (2%), Jordy (5%) e João Moraes (1%). Branco/Nulo – 11%; Não sabe/não opinou – 12%.
Segundo o Ibope, esse resultado indica um empate técnico entre os candidatos Duciomar Costa e Valéria Pires Franco, já que a margem de erro máxima da pesquisa é de 4 pontos percentuais para mais ou para menos, fazendo com o percentual exato de voto de Duciomar esteja entre 25% e 33%, e de Valéria Pires Franco esteja entre 20% e 28%.
(Fonte: Espaço Aberto)
Segundo o Ibope, esse resultado indica um empate técnico entre os candidatos Duciomar Costa e Valéria Pires Franco, já que a margem de erro máxima da pesquisa é de 4 pontos percentuais para mais ou para menos, fazendo com o percentual exato de voto de Duciomar esteja entre 25% e 33%, e de Valéria Pires Franco esteja entre 20% e 28%.
(Fonte: Espaço Aberto)
Ritmo lento
Desde o último domingo e por toda esta semana este site será atualizado, excepcionalmente, com menor frequência.
A redação de O Estado do Tapajós curte mini-temporada de férias.
Em razão disso, a edição impressa do jornal desta quarta-feira não circulará como de costume.
O Estado do Tapajós volta com sua edição inédita no próximo sábado, dia 26, trazendo encartado o fascículo 50 da série Memória de Santarém.
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domingo, 20 de julho de 2008
Negócios
A feira agropecuária de Oriximiná, que se encerra neste domingo, é um sucesso de público e de vendas.
A feira de Santarém começa dia 26 de julho.
A feira de Santarém começa dia 26 de julho.
Um mês da lei seca no trânsito
Faz um mês que entrou em vigor a lei seca no trânsito.
Apesar de algumas reclamações de motoristas bebuns, a lei veio para ficar.
Isto é, se as nossas autoridades fizerem a parte delas.
Apesar de algumas reclamações de motoristas bebuns, a lei veio para ficar.
Isto é, se as nossas autoridades fizerem a parte delas.
E haja promessa
Na falta de medidas concretas para anunciar, o governo do estado trombeteia a realização de novo concurso da PM para o segundo semestre.
Em Santarém, a prefeitura levou três anos e meio para organizar um concurso fajuto, cujo edital já foi mudado cinco vezes.
Em Santarém, a prefeitura levou três anos e meio para organizar um concurso fajuto, cujo edital já foi mudado cinco vezes.
Vice-governador é 'penetra' em casamento
Jantar de casamento de um jornalista, sábado à noite, contou com uma presença notável, a do vice-governador Odair Corrêa.
Detalhe: Odair não foi convidado para o evento e nem conhecia os noivos.
Foi levado ao evento por um colega de trabalho da nubente.
Detalhe: Odair não foi convidado para o evento e nem conhecia os noivos.
Foi levado ao evento por um colega de trabalho da nubente.
Campanha fria, quase gelada
Foi um erro gritante de Inácio Corrrêa programar o lançamento da candidatura de Maria do Carmo para um sábado à tarde, nomês de julho, em Santarém, quando a cidade fica vazia.
E não deu outra.
Na Cohab, quando Maria chegou para falar no comício não havia quase ninguém, nem aqueles cabos eleitorais que são levados para levantar 'pirulitos'.
E a carreata, recheada de veículos alugados de locadoras e de pessoas que têm DAS na prefeitura e no governo, apesar de ser muito barulhenta, não era tão extensa assim.
E não deu outra.
Na Cohab, quando Maria chegou para falar no comício não havia quase ninguém, nem aqueles cabos eleitorais que são levados para levantar 'pirulitos'.
E a carreata, recheada de veículos alugados de locadoras e de pessoas que têm DAS na prefeitura e no governo, apesar de ser muito barulhenta, não era tão extensa assim.
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