quarta-feira, 2 de junho de 2010
Pontuando - José Olivar
Academia Artística e Literária de Óbidos empossa três 'imortais'
A Academia Artística e Literária de Óbidos (AALO) tem a honra de convidar V. Exa. e família para a sessão solene de posse dos acadêmicos Deodoro Pedro de Oliveira Filho na Cadeira n.º 9, patrocinada por Benjamin de Araújo Lima, Shirlei Guimarães Florenzano Figueira na Cadeira n.º 14, patrocinada por Mário Ferreira do Rego e Cláudio Jorge Bentes de Castro na Cadeira n.º 37, patrocinada por Augusto Corrêa Pinto.
Na referida solenidade, haverá a entrega da Medalha “CIDADE PRESÉPIO” - categoria HONRA AO MÉRITO - às seguintes personalidades, que contribuíram ou ainda contribuem significativamente para a preservação das mais caras tradições culturais do Município de Óbidos: Marcírio Siqueira Assunção e Valdir Marinho de Matos. E post mortem a José Cardoso Ayres, José Carlos Ferrari e Maria Ramos.
Contando com a vossa presença e de seus dignos familiares para maior brilho do evento, apresentamos, na oportunidade, protestos de estima e elevada consideração.
CÉLIO SIMÕES DE SOUZA
Presidente da AALO
LOCAL: Palácio da Cultura José Veríssimo - Óbidos (Pa)
DATA: 23 de Julho de 2010.
HORA: 17 Horas
O vulcão e as cinzas
adenauergoes@gmail.com
Embora a erupção do vulcão Eyjafjallajokull na Islândia tenha mais de um mês de iniciada, todo o imbróglio criado com esta situação no setor aeroviário, ainda não está totalmente superado sendo, portanto motivo para muitas incertezas e inseguranças. Na realidade o mercado ainda não havia se recuperado totalmente das mais recentes crises globais, tanto a das finanças, como a da gripe suína e esta nova nuvem traz o caos da imobilidade gerando enormes prejuízos, aos setores de turismo,da aviação e da economia de um modo geral.Milhares de vôos em todo mundo,sobretudo com referência na Europa foram cancelados em função das toneladas de cinzas que cobriram os Países europeus, chegando até ao Canadá.
O Royal Bank of Scotland trouxe a informação de que sete milhões de pessoas foram prejudicadas, e que os efeitos danosos na economia podem ultrapassar 1,5 bilhão de euros. Somente entre os dias 14 e 18 de abril, não foram efetuados 63 mil vôos. Na opinião do Presidente da TAP Fernando Pinto, os prejuízos das companhias aéreas poderão ser comparados ao que aconteceu após o 11 de setembro de 2001.
O Presidente da GOL, Constantino de Oliveira Jr. referiu-se as dificuldades enfrentadas para se recuperar a normalidade da malha aérea, pois a capacidade de mobilização das empresas ficou limitada em função da infra-estruturar, equipamentos e pessoal,levando em conta a segurança, e necessidade de organização e acomodação dos milhões de passageiros que permaneceram em terra, o que é uma tarefa muito difícil, e agravada em função do pouquíssimo tempo.
A Comissão Européia estuda um pacote de compensação financeira ás companhias aéreas que possam aliviar os prejuízos neste período em que os aviões não puderem voar e os aeroportos ficaram fechados.
Dentro daquela máxima de que enquanto uns choram, outros vendem lenços, há quem esteja faturando alto com o caos aéreo. Hotéis lotados , férias prolongadas forçosamente, táxis, restaurantes, bares locadoras de veículos e etc. Os passageiros que puderam, buscaram alternativas de mobilização e de saírem da situação critica repentina, quem não conseguiu, simplesmente ampliou sua estadia.
De qualquer forma este é mais um desafio que se impõe á indústria de viagens em todo o mundo, mostrando o quanto estamos interligados e sofremos os efeitos das intercorrências nos quatro cantos do globo. Além de todas as estratégias e organizações preventivas, precisamos torcer por dias com céu mais claro e bem menos nebuloso.
adenauergoes@gmail.com
Encerra greve dos professores estaduais
A decisão da assembléia do Sintepp será submetida aos professores do interior do estado.
Em Santarém, a reunião da categoria será hoje à tarde, na sede do Veterano, e o fim da greve também será aprovado.
Mas a volta às aulas somente se efetivará a partir de segunda-feira.
Barata faria aniversário hoje
Hoje, 2 de junho, é aniversário de nascimento de Joaquim Cardoso Magalhães Barata.Barata nasceu no dia 2 de junho de 1888.
Foi interventor federal no Pará, de 12 de novembro de 1930 a 12 de abril de 1935.
Em 1935, uma cisão no Partido Liberal inviabilizou sua eleição para o governo do estado pelo voto direto, sepultando uma vitória que era considerada praticamente certa. O adversário era Lauro Sodré, então com 77 anos, candidato lançado pela Frente Única. Os tumultos e as cenas de violência que se seguiram, ameaçando instalar o caos no Pará, levaram Getúlio Vargas a intervir mais uma vez na política local, sendo nomeado interventor José Carneiro da Gama Malcher.
Eleito senador em 1945, Barata disputou e perdeu a eleição para o governo em 1950 para o general Alexandre Zacharias de Assumpção. Cinco anos depois, disputou novamente, contra Epílogo de Campos, e venceu por uma diferença de 1743 votos, após oito meses de batalha judicial. Estava no exercício do cargo quando morreu, em 1959.
Os registros da viagens de Barata pelo Baixo-Amazonas estão no livro Memória de Santarém(Editora O Estado do Tapajós), que será lançado dia 22 de junho, no Museu João Fonna.
A publicação, com projeto gráfico de Sérgio Bastos, contém pesquisa e textos de Lúcio Flávio Pinto e direção editorial de Miguel Oliveira.
terça-feira, 1 de junho de 2010
ALEPA assegura avanços para servidores da educação
* Gratificação de 50% sobre o vencimento-base aos servidores que exercem suas atividades na SUSIPE – Superintendência do Sistema Penal e na FUNCAP – Fundação da Criança e do Adolescente;
* Gratificação unificada de 100% sobre o vencimento-base e a gratificação de escolaridade aos servidores que atuam no Sistema de Organização Modular de Ensino – SOME;
* Regulamentação, por lei complementar, do Sistema de Organização Modular de Ensino até o final do período legislativo do ano em curso;
* Gratificação de titularidade ao servidor portador de diploma de especialização em educação (10%), mestrado (20%) e doutorado (30%), incidentes sobre o vencimento-base do cargo;
* Garantia da jornada de trabalho do Grupo Ocupacional do Magistério a ser cumprida, prioritariamente, numa única unidade de ensino, podendo ser complementada em projetos, na mesma unidade de ensino, ou em outra unidade de ensino, em caráter suplementar;
* Garantia de vantagem pecuniária progressiva na remuneração do Professor AD-1 e AD-2, habilitado em curso de licenciatura plena, no percentual de 10% ao ano e até o limite de 50%, incidindo sobre o vencimento-base do cargo. A primeira concessão da vantagem se dará na entrada em vigor do PCCR.
Para o deputado Alexandre Von, que participou de todas as rodadas de negociação que aconteceram no âmbito da Assembleia Legislativa do Estado do Pará, os itens acordados representam avanços consideráveis no PCCR dos profissionais da educação, corrigindo distorções e injustiças contidas na proposta original enviada pelo Governo do Estado à ALEPA. “Se não é o plano ideal, mas as conquistas adicionais garantidas aos profissionais da educação vão permitir um PCCR mais justo”.
Após os entendimentos havidos, os itens serão transformados em emendas ao PCCR, devendo tramitar nas comissões de Constituição e Justiça, Finanças e Educação, para posterior deliberação no Plenário.
Para conhecer o inteiro teor do acordo celebrado na ALEPA, acesse www.alexandrevon.com.br
Veja como é a regulamentação para exercer o jornalismo em diversos países
Veja o que diversos países exigem para o exercício da profissão
Rodrigo Bittar
Diversos países não cobram diploma de jornalista para o exercício da profissão. Entre eles estão Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Chile, China, Colômbia, Dinamarca Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Irlanda, Itália, Japão, Luxemburgo, Peru, Polônia, Reino Unido, Suécia e Suíça.
Michel Mathien, professor de ciências da informação e da comunicação da Universidade de Strasbourg III, na França, lista em seu livro “Les Journalistes”, de 1995, que em quase toda a Europa, apesar de não haver requisito de formação, existe regulamentação de acesso à profissão.
Nesses países prevalece a concepção de que a liberdade de expressão é incompatível com impedimentos para que qualquer cidadão possa não só ingressar na profissão, mas até mesmo ter seu próprio veículo de comunicação.
O jornalista Mauricio Tuffani, editor do blog Laudas Críticas, defende que os cursos superiores de jornalismo do Brasil sejam o “que eles são na maior parte do mundo”: um diferencial, não uma obrigação, na formação de profissionais.
O diretor de negociação salarial da Federação Nacional de Jornalistas, José Carlos Torves, lembra que em alguns países, como nos Estados Unidos, há uma “contradição” nas exigências feitas: ao mesmo tempo em que não se cobra o diploma do profissional, ele só pode exercer a profissão de jornalista se for sindicalizado.
Na América Latina, acrescentou, a maioria não cobra “absolutamente nada, nenhum diploma”, mas é a região onde há mais violência contra jornalistas, incluindo assassinatos. “Pelo fato de não terem conhecimento da profissão, do código de ética, às vezes os jornalistas desses países avançam o sinal. Há uma relação muito forte entre falta de informação e violência”, disse Torves.
Entre os países que cobram o diploma, estão África do Sul, Arábia Saudita, Colômbia, Congo, Costa do Marfim, Croácia, Equador, Honduras, Indonésia, Síria, Tunísia, Turquia e Ucrânia.
Conheça as exigências feitas para o exercício do Jornalismo em alguns países:
Alemanha: não há obrigatoriedade de formação superior; a profissão é regulamentada por meio do reconhecimento conjunto, por parte das empresas jornalísticas e das organizações profissionais, de um período de aprendizado prático de 18 a 24 meses.
Bélgica: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado ao reconhecimento, por parte da organização profissional, de ausência de impedimentos; existem vantagens salariais para os diplomados.
Dinamarca: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado à licença emitida pelo sindicato nacional dos jornalistas.
Espanha: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado a ter nacionalidade espanhola, inscrição no registro de jornalistas e à posse de diploma em ciências da informação ou de experiência profissional de dois a cinco anos.
França: não há obrigatoriedade de formação superior.
Grã-Bretanha: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado a um estágio em empresa jornalística ou, para os que não o conseguirem, a um curso preparatório do Conselho Nacional de Treinamento de Jornalistas.
Grécia: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é obtido por meio de diploma em jornalismo ou experiência de três anos na área.
Irlanda: não há obrigatoriedade de formação superior; não há nenhuma norma formal ou tradicional de acesso.
Itália: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado ao registro na ordem dos jornalistas, que é concedido somente após um estágio de 18 meses e aprovação em um exame de proficiência.
Luxemburgo: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado a licença do conselho de imprensa, que exige o compromisso com princípios deontológicos.
Países-Baixos: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado a licença do conselho de imprensa.
Saneng atrasa início de obras de recapeamento da Turiano Meira
No dia 18 de maio - há exatos 15 dias - a prefeitura anunciou que a Saneng já estava trabalhado no recapeamento da avenida Turiano Meira, mais conhecido por o 'ramal da Turiano".
Leia o que a assessoria de imprensa divulgou no dia 19:
Recapeamento – A exemplo da avenida Borges Leal, a empresa SANENG está trabalhando na preparação da travessa Turiano Meira, que nos próximos dias, será recapeada no trecho entre a avenida Muiraquitã até as proximidades da avenida Tropical. Os serviços realizados desde terça-feira, 18 de maio, são de tapa-buracos para regularizar as margens da via.
Pois bem. Quem passar agora nesse trecho da Turiano Meira poderá comprovar que a prefeita está coberta de razão em reclamar da empresa, que nunca termina a tal "regularização da margem da via'.
Mas está descoberta de razão ao permitir que obras anunciadas por ela não sejam nem iniciadas.
Dá a impressão que a prefeira governa uma cidade. A que a gente vive é outra diferente.
Pará encerra o ciclo de oficinas do Mais Cultura na Amazônia
Nesta semana acontecem as últimas oficinas do Programa Microprojetos Mais Cultura na Amazônia Legal. Representantes da Funarte estarão em Belém e Santarém a fim de capacitar jovens, artistas, grupos artísticos e produtores culturais, na apresentação de projetos e concorrer ao edital inédito que destina R$ 13,8 milhões para financiar projetos culturais da região amazônica.
Em Santarém, a oficina será amanhã, na sala de reunião da Secretaria Municipal de Cultura, no horário de 19 as 21h.
O prazo final para o envio de projetos é o dia 11 de junho. As inscrições são gratuitas e podem participar pessoas físicas com idade superior ou igual a 18 anos completos e pessoas jurídicas sem fins lucrativos que desenvolvam projetos socioculturais nas seguintes áreas: artes visuais, artes cênicas, música, literatura, audiovisual, artesanato, cultura afrobrasileira, cultura popular, cultura indígena, design, moda e artes integradas (ações que não se enquadrem nas áreas anteriores ou que contemplem mais de uma área artística na mesma proposta).
Os projetos devem ser enviados pelo correio para o seguinte endereço: Programa Mais Cultura – Ação Microprojetos Amazônia Legal, Coordenação de Difusão Cultural da Funarte – Brasília, Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural, Lote 02, CEP 70.070-350, Brasília, DF.
(Com informações de SAI/MinC)
Seca na Amazônia veio do oceano
Em 2005, quando uma das maiores secas de todos os tempos atingiu a Amazônia, ninguém entendeu a razão. Mas uma recente pesquisa, coordenada por Luiz Antônio Cândido, especialista em meteorologia do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), decifrou o mistério: o aquecimento anormal das águas do Oceano Atlântico foi a causa para tal resultado.
"Houve aquecimento anômalo no mar. A temperatura influencia a ocorrência de chuvas na região e, de um ano para outro, a quantidade de águas de chuva pode mudar", diz Cândido.
Através do "Estudo do potencial de previsibilidade climática para a Amazônia: influência da forçante oceânica e continental" avaliou-se de que forma o Atlântico e o Pacífico interferem no clima da floresta.
A ideia é que, a partir dos resultados obtidos com a pesquisa, seja possível prever novas influências ao clima antes que elas ocorram.
Ouvidos de mercador
Do blog do Alailson, sob o título: Calado e desinformado
No programa CQC (Custe o Que Custar) de ontem, o repórter Danilo Gentili entrevistou, pelo menos tentou, os deputados federais Zé Geraldo (PT) e Lira Maia (DEM). A pergunta era: quem é o presidente da Colômbia? Zé Geraldo não soube responder e Lira nem deu atenção ao repórter do programa humorístico. Passou por Danilo feito um furacão.
Falta o Blog do Juvenil
Ana Júlia e Simão Jatene já estão na blogosfera.
No Blog do Jatene, menção a um "Pacto pelo Pará":
"Sem uma grande aliança entre os vários atores sociais, poderemos ter governos piores ou melhores, mais ou menos sérios, competentes e realizadores, mas nenhum nos levará ao “Pará que Queremos”. Um grande pacto entre governo e sociedade é o caminho."
No Blog da Ana Júlia, a goverandora apresenta sua solidariedade à família da jovem grávida Ana Karina, assassinada pelo marido, em Paraupaebas:
"Todos que me conhecem sabem que tenho horror a toda forma de violência. Imagina então como a que aconteceu em Parauapebas com a jovem Ana Karina, grávida de 9 meses e brutalmente assassinada.
Minha solidariedade à família de Ana Karina. A dor da família da jovem também é de todas nós que não toleramos injustiça e nem impunidade."
Nepotismo é uma praga
Mal comum a praticamente todos os municípios parauaras: as prefeituras estão inchadas de servidores - a maioria absoluta sem vínculo -, o número de funções comissionadas é abusivo e os parentes dos prefeitos ocupam o primeiro escalão para escapar da lei do nepotismo.
Eterno garoto-propaganda, Pelé visita Belém
Um Rei à solta em Belém. Craque da simpatia, Pelé desembarcou na capital paraense na tarde desta segunda-feira (31) para um compromisso profissional: a abertura de mais uma unidade da rede de academias que leva seu nome, a terceira do grupo Pelé Club e a primeira fora da região sudeste (as duas outras unidades encontram-se em São Paulo e Belo Horizonte).
“Eu deveria estar na África, mas pedi a permissão da Comissão Técnica da Fifa, da qual faço parte, para vir a Belém nessa data tão especial para mim. Essa academia, uma parceria com o grupo Figer, é uma das coisas mais importantes da minha vida, pois quem me conhece sabe que a lição que quero passar para os jovens é a da valorização da saúde e da qualidade de vida por meio da prática de atividades físicas”, disse Pelé na visita que fez às instalações da academia, que abre suas portas no dia 7 de junho já com 1.000 alunos matriculados. “Se me deixaram um mês treinando nessa academia, volto a jogar!”, brincou. “A aparelhagem aqui é de primeira, o atendimento exclusivo dedicado a cada aluno não existe em outro lugar “, explicou em seguida.
A Pelé Club dispõe de mais de 7.000 m² de área construída no bairro de Nazaré e foi desenvolvida para receber até 3.500 alunos com o mesmo padrão de estrutura e atendimento de suas outras unidades. Ela se divide em: área para musculação, duas salas de ginástica, uma de bike, duas quadras de squash, duas piscinas, salas de fisioterapia e pilates, cabeleireiro, loja de materiais esportivos, lanchonete e um amplo estacionamento. Os aparelhos utilizados para a prática dos exercícios físicos, das marcas Life Fitness e Technogym, são os mais modernos do mundo.
Depois de visitar a academia, o Atleta do Século se dirigiu ao Hangar Centro de Convenções para o evento oficial de inauguração. Em conversa com os jornalistas, ele falou da emoção pessoal de estar de novo na cidade, após 40 anos, desta vez para inaugurar a academia. “Recebi o título de cidadão paraense, sou irmão de todos vocês! Espero que o brasileiro possa a cada dia tomar mais consciência sobre a importância da atividade física para a sua saúde. Estou certo de que o povo de Belém seguirá o mesmo caminho”, agradeceu.(Blog do Gerson Nogueira)
Greve no calendário letivo
Já fazem parte do calendário letivo as paralisações dos professores estaduais paraenses, que ganham hora/aula menos que os colegas do Acre e Amazonas.
Todo ano é a mesma ladainha.
O estado paga pouco e os professores fazem muita greve.
Os alunos, ociosos, ganham as ruas e os cybers e lanhouses são concorridíssimos.
Os pais assisitem a tudo passivamente.
E assim vão levando a vida.
Prejuízos?
Bem, deixa para lá.
Temas eleitorais
O Ministério Público do Estado promove no dia 23 de junho, em Santarém, seminário "Temas Atuais de Direito Ambiental". As inscrições são gratuitas e estão abertas na sede do MP em Santarém, até o próximo dia 21 de junho.
Os palestrantes serão as Promotoras de Justiça Lilian Regina Braga e Ione Missae Nakamira, e o Procurador da República Marcel Mesquita. Além das palestras, haverá uma mesa redonda que terá como expositor o engenheiro ambiental do MP, Dilaelson Tapajós, e como debatedores Jardson Ferreira da Silva e Miguel Borghezan.
O seminário acontece na sala do Tribunal do Juri do Forum de Santarém, das 8hs às 12hs e das 14hs às 18hs. O público alvo são membros do Ministério Público, servidores, advogados, estudantes de Direito e público em geral, com interesse no temaAté quando?
No último sábado foi encerrado o rally de 1.287 quilômetros percorridos pela comitiva, integrada por Blairo Maggi (ex-governador do Mato Grosso), Airton Faleiro (deputado Estadual do Pará), General Komatsu (representante do Comando do Exército, do Departamento de Engenharia de Construção), engenheiros e técnicos, lideranças regionais e empresários região.
Foto: Ronaldo Ferreira/Ascom PMS
ONU não condena Israel por ataque a navio com ajuda humanitária
Após 12 horas de intensas negociações, a sessão do Conselho terminou com o pedido de "uma investigação rápida, imparcial, credível e transparente" sobre o incidente desta segunda-feira, enquanto afirmou que a situação de Gaza é "insustentável" e ressaltou que a única solução possível para o conflito palestino-israelense é o diálogo.
O presidente rotativo do Conselho e embaixador do México perante a ONU, Claude Heller, disse que o organismo decidiu "pedir a imediata libertação dos navios e dos civis retidos por Israel".
O Conselho começou suas reuniões na segunda-feira (31) por volta das14h de Brasília, a pedido da Turquia e do Líbano, país que o presidia até a 0h de 31 de maio, quando o México assumiu o comando para o mês de junho.
Réu semi-imputável vai a julgamento hoje em Santarém
(Com informações de Jota Ninos)
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Vitória folgada no Iate Clube
O elástico placar da eleição para a diretoria do Iate Clube foi de 137 votos a 57 votos.
Uma diferença de 80 votos.
Adepará ganha mais duas gerências regionais
Ele também divulgou dados do recadastramento georreferenciado realizado na região e garantiu a visita de uma equipe técnica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no mês de junho, para avaliar e reclassificar a região do Baixo Amazonas.
Com a inclusão de mais duas gerências, a partir desta segunda-feira (31), o escritório do município de Oriximiná passa a ser referência para os produtores de Faro, Terra Santa, Óbidos, Curuá e Juruti.
Até o dia 15 de junho deve ser instalada a gerência no município de Almeirim, que assume Prainha, Porto de Moz e Gurupá, ficando sob a responsabilidade de Santarém apenas os municípios de Alenquer, Monte Alegre, Belterra e Mojuí dos Campos (assim que este for instalado).
“Não sou candidato ‘laranja’”, assegura Domingos Juvenil
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Domingos Juvenil, lançado na semana passada pré-candidato do PMDB ao governo do Estado, garante que sua candidatura não é “laranja”, não é apenas para fazer de conta.
Em conversa com o Espaço Aberto por telefone, o deputado assegurou que não acredita na possibilidade de uma disputa na convenção com o ex-deputado José Priante, disse que sua candidatura nasceu das “bases do partido” e confirmou que já está procurando partidos como o DEM, PDT, PR, PTB e outros para formar alianças.
A seguir, a entrevista.
A sua candidatura é “laranja”? Ou o senhor entra com pé firme para ganhar a eleição de outubro?
Claro. Veja bem. O partido não escolheria o presidente da Assembleia Legislativa do Estado, o presidente do Poder Legislativo para fazer uma candidatura laranja. A minha determinação, o meu compromisso, a minha experiência não seriam jogados por terra. Teria eu uma eleição tranquila para deputado federal. Eu já fui três vezes deputado federal, inclusive constituinte. E a minha articulação estava toda pronta para deputado federal. Eu não a jogaria por terra para ser “laranja”. Portanto, a minha candidatura é séria, firme, indeclinável. Nós vamos trabalhar decididamente para ganhar a eleição. Portanto, seria natural que alguém pensasse que uma candidatura que não fosse da Ana Júlia ou do Jatene fosse um candidatura “laranja”. É até natural que no PMDB e em outros círculos se pensasse que qualquer outra candidatura, que não a do Jáder, fosse “laranja”. Poderia ser até natural se pensar isso. Mas no meu caso, não é. E não é por essas razões que eu acabei de lhe falar. Minha candidatura é seria, em defesa do Estado. E tenho experiência administrativa. Tenho experiência de Executivo. Eu sei como administrar.
Na reunião entre os deputados estaduais com o presidente do PMDB, Jader Barbalho, o senhor prometeu colocar à disposição do partido uma estrutura para o próximo pleito. Que tipo de estrutura o senhor vai oferecer numa eleição dessas, que, sabemos todos, será uma eleição cara?
Mas eu não me referi jamais à estrutura financeira. Eu falo da estrutura política, do meu passado político que une regiões enormes. É essa estrutura política construída ao longo dos anos que foi colocada em debate. A estrutura financeira, ela é necessária. Mas vem de colaborações, vem de tudo aquilo que a lei permite. Vem do partido, compreende? Portanto, não se entenda como estrutura financeira. Não, não. A estrutura financeira vem do que o partido proporciona, do que os companheiros proporcionam, as famosas doações legítimas, legais.
Se o ex-deputado José Priante resolver bater chapa na convenção para ser o candidato ao governo, o senhor acha que isso pode rachar o partido? Será saudável para o partido? O senhor vai conversa com o Priante? O que é que o senhor vai fazer?
Não há nenhuma possibilidade de rachar o partido e nem de bater chapa. Porque o candidato não pode ser candidato de si mesmo. Eu sou candidato do partido. O partido se reuniu, decidiu. Se o Priante fizesse isso, o que eu não creio que o fará, ele seria candidato de si mesmo. E o partido não racharia jamais porque o partido tem comando, o partido tem liderança maior, que participou de todos os debates, de todas as discussões. Portanto, não posse admitir uma situação dessa. Agora, é verdade, e isso a gente aprende na vida, que qualquer mudança enfrenta reações. Qualquer situação como esta, por exemplo, de uma candidatura séria como a minha, desagrada aqui, desagrada ali, dentro e fora do partido. Mas o candidato deve ter a capacidade, a paciência, a tolerância para conversar, articular e resolver isso. Não há dúvida: você não faz uma campanha sem ter problemas aqui, ali e acolá. E o meu nome não estava posto. Ele surgiu das bases. Eu não me ofereci. Ele surgiu das bases. A partir daí, eu me ofereci ao partido e coloquei meu nome numa reunião em que tudo foi bem discutido.
Deputado, a sua candidatura surpreendeu a todos nós, que especulávamos sobre os nomes do Hildegardo Nunes, do Priante e do deputado Parsifal Pontes como prováveis candidatos do PMDB. E também todos imaginávamos, inclusive aqui o blog, que o senhor estivesse desavindo com o deputado Jader Barbalho, por conta de uma suposta simpatia pelo governo Ana Júlia. Pois nós erramos: o senhor, que não era cogitado, é o pré-candidato; e a sua pré-candidatura demonstra que o senhor tem a confiança da direção do partido. A que o senhor atribui essas especulações errôneas?
Eu sou presidente de um Poder. E os três poderes do Estado, apesar de independentes – e eu mostrei a minha independência durante esse período -, eles têm a obrigação de preservar a harmonia. E então esta harmonia, o fato de eu receber os secretários, de eu receber a governadora em audiência, o fato de eu ser um homem pacífico pode ter levado a essas conclusões errôneas. Mas nunca que eu estivesse em lado oposto. Nada disso.
E as alianças. O senhor vai conversar com quem? A noiva, ao que parece, passou a ser o PR do vice-prefeito Anivaldo Vale. Em que termos o senhor vai conversar com o PR para conquistar o apoio do Anivaldo?
O PR é muito importante, mas não é só o PR. Nós temos o DEM, o PTB, o PDT, temos toda uma gama enorme de partidos com os quais vamos conversar. Temos o cargo de vice-governador que está em aberto. E vamos discutir mais: espaço político, administração de governo, essas coisas todas.
Águia bate Paissandu e abre vantagem
Gerson Nogueira:
Um contra-ataque fulminante, aos 44 minutos, garantiu ao Águia a vitória (1 a 0) sobre o Paissandu no primeiro jogo da decisão do campeonato estadual, na tarde deste domingo, no estádio Zinho Oliveira, em Marabá. Logo depois de sofrer um ataque perigoso, no qual o lateral Edinaldo acertou um chute rasteiro no poste esquerdo do goleiro Alan, o Águia saiu rápido e fez a bola chegar ao meia-atacante Tiago Marabá. Acompanhado à distância por Paulão, Tiago bateu rasteiro para o interior da área, onde Jales desviou para as redes de Fávaro. Com a vitória, a equipe interiorana vai com a vantagem do empate para a segunda partida da decisão, domingo, no estádio Edgar Proença.
O jogo foi fraco tecnicamente, com predomínio das defesas sobre as ofensivas. No primeiro tempo, o Paissandu foi ligeiramente superior, controlando bem as tímidas tentativas do Águia, que se ressentia da ausência do lateral-direito Vítor Ferraz e do centroavante Samuel Lopes. Com a vistosa pintura nos cabelos de grande parte do time, resultado de promessa pela conquista da Taça Estado do Pará, o Águia parecia ter perdido o entusiasmo do jogo anterior contra o Remo, vencido por 2 a 0. Desta vez, o time de João Galvão custava a chegar ao ataque, preferindo passes laterais sem maior consequência.
Sem três peças fundamentais – Vando, Samuel e Vítor Ferraz, barrado à última hora -, o time custou a se encontrar em campo. As tentativas eram sempre pelo lado direito do ataque, para escapadas de Garrinchinha. O problema é que o Paissandu se mantinha plantado na defesa e com forte cobertura no meio-campo, onde Tácio e Alexandre se posicionavam como protetores da zaga, sem dar chance para a movimentação dos meias Soares e Diego Biro.
Sem grandes emoções na partida, o torcedor do Águia se mantinha frio nas arquibancadas. Para piorar as coisas, com pouco mais de 30 minutos o Azulão perdeu o meia Soares, que estava improvisado na ala direita. A entrada de Tiago Marabá foi aplaudida pelos torcedores, mas o meia custou a achar posição, chegando a errar dois passes seguidos. Aos 40, uma bola alta na área foi disputada por Garrinchinha com o zagueiro Paulão, que chegou a tocar a mão na bola. Na sequencia, Diego Biro acertou um disparo de fora da área, que obrigou o goleiro Fávaro a fazer difícil defesa. Logo depois, aos 44, Garrinchinha foi lançado, invadiu a área e chutou forte, mas a bola saiu pela linha de fundo. No mesmo lance, o atacante se contundiu e acabou substituído pelo meia Rodrigo.
Na etapa final, com sol mais ameno, o jogo ficou mais aberto e o Paissandu se adiantou um pouco mais, embora sem conseguir furar o bloqueio defensivo marabaense. Moisés tentava uma ou outra jogada, mas sem qualquer inspiração. Forçado pela necessidade da vitória, o Águia se arriscou um pouco mais, embora com sérias dificuldades de articulação pelas extremas. Tiago, Rodrigo e Aldivan tentavam triangulações pelo centro da área e, aos 35 minutos, a bola foi tocada por Tiago, mas Rodrigo acabou desarmado quando ia disparar para o gol.
A partida só esquentou mesmo nos instantes finais. Em jogada que envolveu Moisés e Romeu, o Paissandu quase chegou ao gol. Em rápida troca de passes, a bola sobrou para Edinaldo, que chutou rasteiro no canto de Alan. A bola tocou na trave e voltou para o interior da área, sendo afastada pela zaga. Na sequência, aos 44, Tiago Marabá foi acionado e entrou na área do Paissandu sem marcação. O chute cruzado encontrou Jales à altura da pequena área. Ele desviou do goleiro Fávaro e marcou o gol da vitória do Águia. Em seguida, Tiago ainda arriscou um disparo de fora da área, mas a bola passou ao lado da trave.
Apesar de válida pela disputa do título estadual, a partida reuniu público inferior ao registrado na final do segundo turno, entre Águia e Remo, que somou R$ 86.600,00, com público total de 4.845 pessoas. Neste domingo, o Zinho Oliveira teve público total de 4.296, que resultou em renda de R$ 75.463,00. (Fotos: MÁRIO QUADROS/Bola)
Pantera apresenta plantel para a série C
| NOME | POSIÇÃO | PRINCIPAIS CLUBES POR QUAL TEVE PASSAGEM | |
| Del Curuça | Atacante | Castanhal (PA), Ananindeua (PA), Bragantino (PA) | |
| Branco | Atacante | São Raimundo (AM), Marilia (SP), Nacional (AM) | |
| Torona | Atacante | América(RN), Baraunas (RN), Alecrim (RN) | |
| Jailson | Atacante | Cametá (PA), Paysandu (PA), Novo Hamburgo (RS), Remo (PA) | |
| Marinelson | Atacante | Fast (AM), Corinthians (PR), Nova Iguaçu (RJ). | |
| Hallace | Atacante | Paysandu (PA), Tuna (PA), Ananindeua (PA) | |
| Tarta | Atacante | São Raimundo | |
| Labilá | Goleiro | São Raimundo, Fast (AM) | |
| Nei | Goleiro | São Raimundo | |
| Roberto | Lat. direito | Ceará (CE), Guarani (CE), Juzeiro (CA). | |
| Ceará | Lat. direito | São Raimundo, Paysandu, Castanhal, Remo | |
| Souza | Lat. Esquerdo | Cametá (PA), Ananindeua (PA), Paysandu (PA). | |
| Flamel | Meia | Flamengo (RJ), Olaria (RJ), Águia (PA). | |
| Tete | Meia | Horizonte (CE), Paysandu (PA), Portuguesa Santista (SP) | |
| Michel | Meia | São Raimundo, Fast (AM) | |
| Jaquinha | Meia | São Raimundo | |
| Beto | volante | Remo (PA), Juventude (RS), Bom Sucesso (RJ). | |
| Marcelo PitBul | Volante | Cametá (PA), São José (AP), Amapa Clube (AP). | |
| Quiglas | Volante | São Raimundo | |
| Paulo de Társio | Volante | Paysandu (PA), Tuna (PA), Cametá (PA), Time Negra (PA) | |
| Nata | Volante | Guarany (SP), Cabofriense (RJ), União São João de Araras (SP). | |
| Romerson | Volante | São Raimundo | |
| Preto Marabá | Zagueiro | Santa Helena (GO), São Raimundo, Mogi Mirim (SP), Paysandu. | |
| Filho | Zagueiro | São Raimundo, Bragantinho (PA), Nacional (AM), Cristal (AP). | |
| Preto Barcarena | Zagueiro | Paysandu (PA), Tuna (PA), Ipiranga (AP). | |
| Evair | zagueiro | São Raimundo, Paysandu (PA), Portuguesa (SP), Oeste (SP). |
domingo, 30 de maio de 2010
Cartilha sobre hidrelétrica provoca polêmica
A publicação contém o desenho -segundo o crédito, feito por um adolescente- de um índio carregando a cabeça cortada de um homem branco e diálogos de histórias em quadrinhos que incentivam a luta contra a "Eletromorte" -uma referência à Eletronorte, subsidiária da Eletrobras na região.
Feita em janeiro deste ano, mas só lançada no último dia 1º, a cartilha pretende elucidar as "verdades e mentiras sobre o projeto" e vem sendo distribuída para movimentos sociais e comunidades que devem atingidas pelas hidrelétricas.
O link da matéria completa você lê aqui
Abaixo, a nota da Frente em Defesa da Amazônia contestando os termos da reportagem da Folha.
Nota Pública FDA
No último dia 15 de maio deste ano, foi publicado no jornal Folha de São Paulo, reportagem, assinada por João Carlos Magalhães, intitulada “Cartilha pede reação violenta à índios e ribeirinhos da região”, cujo teor, em síntese, afirma que a Cartilha em Defesa da Bacia do Rio Tapajós seus povos e culturas, elaborada por iniciativa conjunta da Frente em Defesa da Amazônia, do Movimento Tapajós Vivo e da Aliança Missionária Franciscana do Tapajós, estaria incentivando indígenas e ribeirinhos a uma resistência violenta caso o governo federal insistisse na implantação de um complexo de cinco usinas hidrelétricas na bacia do rio Tapajós.
Diante de tal fato, a Frente em Defesa da Amazônia decidiu, em reunião de seus militantes, emitir a presente nota com as seguintes considerações:
1- Ao contrário do que diz a reportagem, somos um MOVIMENTO POPULAR formado por pessoas e organizações que se comprometem com defesa e melhoria de vida dos povos da Amazônia. Nossa atuação se pauta pela defesa contra os crimes e criminosos da Amazônia e é fruto do espírito de solidariedade de seus militantes, que não recebem qualquer tipo de remuneração por isto. Nossa organização, existente há sete anos, optou por não vincular sua existência a projetos que buscam financiamentos, prescindindo, portanto, de uma constituição de pessoa jurídica com sede, estatuto e representação hierárquica (presidente, coordenador, etc.).
2- A história da Amazônia nos ensinou que as políticas públicas reservam à Amazônia o papel de colônia fornecedora de matérias-primas aos países desenvolvidos, que concentram os benefícios dos grandes empreendimentos aqui implantados, enquanto distribuem os prejuízos (sociais e ambientais) ao nosso povo. O complexo de hidrelétricas da bacia do Tapajós é mais um desses grandes empreendimentos bancados por um Estado que decidiu implementá-lo em nome de um suposto interesse nacional que “coincide” com a chegada de grandes mineradoras internacionais na região.
3- A Cartilha em Defesa da Bacia do Rio Tapajós é um instrumento de luta com objetivo de dar informação sobre o real significado das hidrelétricas na bacia do Tapajós e INCENTIVAR à organização da resistência DOS POVOS AFETADOS contra um ESTE projeto imposto pelo governo federal de forma autoritária. Nossa reação também fundamenta-se na falta de qualquer consulta, por parte dos trabalhos do Ministério de Minas e Energia, aos povos tradicionais a serem atingidos. Consulta que, conforme preceitua a nossa Constituição Federal e a Convenção 169 da OIT é obrigatória. Neste sentido, o conteúdo da Cartilha expressa o sentimento de povos que, historicamente, foram esquecidos pelo Estado brasileiro e que quando são lembrados, pela primeira vez, é para serem expropriados de seus territórios.
4- Entendemos que a reportagem publicada na Folha de São Paulo é parte de uma iniciativa nacional de criminalização dos movimentos sociais, coordenada por setores do agronegócio, em especial a Confederação Nacional de Agricultura (CNA) e a bancada ruralista no Congresso Nacional. Este processo vem se desenvolvendo, principalmente, nas instituições do Poder Judiciário e nos veículos de comunicação de massa (diga-se grande mídia) que deixam de prestar um serviço público para servir a interesses privados, criminalizando manifestações populares que objetivam o fim das injustiças sociais. A criminalização dos movimentos sociais parte do pressuposto absurdo de que a realização de um Estado Democrático de Direito se dá pela obediência cega e submissa de seu povo às decisões arbitrárias e autoritárias de um governo federal em benefício de poucos.
5- Por fim, consideramos profundamente lamentável que organizações, que se dizem atuar em defesa dos povos amazônidas, estejam reproduzindo a reportagem aqui tratada, sem qualquer esclarecimento sobre o seu real significado, contribuindo, portanto, com os anseios do grande capital nacional de criminalizar os movimentos sociais.
Diante destas considerações, a Frente em Defesa da Amazônia vem tornar público o seu REPÚDIO a reportagem do Sr. João Carlos Magalhães, publicada pela Folha de São Paulo, e reafirma seu compromisso com a luta em defesa dos povos a serem atingidos pelo complexo hidrelétrico da bacia do rio Tapajós. Não estamos exigindo mais do que nossos direitos garantidos constitucionalmente e toda ação em defesa de direitos consiste em uma ação em legítima defesa.
Atenciosamente,
FRENTE EM DEFESA DA AMAZÔNIA
Fim da Última Hora: lembranças apressadas
Editor do Jornal Pessoal
Há uma frase que soa como sentença nas redações: jornal não morre de véspera; mas, quando começa a morrer, não tem escapatória. A Última Hora do Rio de Janeiro morreu quando seu criador, Samuel Wainer, a vendeu para um grupo de empreiteiros, em 1971. Mas a certidão de passamento só saiu 20 anos depois. É um caso incrível: por duas décadas o jornal vegetou, servindo de pasto para vicejarem interesses paralelos ou antagônicos ao jornalismo. Foi uma fase exatamente igual à anterior, que também durou 20 anos, iniciada em 1951, quando Wainer fundou o jornal. Só que nessa primeira metade, a UH se tornou legenda, marco na história da imprensa no Brasil. Da segunda, ninguém mais lembra.
Mesmo assim, não acabou a curiosidade sobre o fenômeno. Quem ainda busca uma reconstituição mais convincente e substanciosa sobre as origens e o fim do jornal, foi atraído pelo título provocativo que Benício Medeiros deu ao seu livro: A rotativa parou! Os últimos dias da Última Hora de Samuel Wainer (215 páginas, Civilização Brasileira, 2009). Medeiros foi repórter nos estertores do jornal sob Wainer, continuou na profissão depois e nela se destacaria ainda mais. Parecia credenciado, se não a apresentar nova visão sobre os anos de glória do jornal, ao menos saciar a curiosidade dos seus leitores sobre como se desnatura agoniza e um grande jornal, visto a partir de dentro da redação, com intimidade. Os testemunhos disponíveis a respeito são francamente insatisfatórios no Brasil.
A situação continuará imutável. Talvez sem a intenção, Janio de Freitas já dá pistas nessa direção quando observa na orelha do livro (e bem que podia ser um alerta): “Este não é um livro de memórias, é um livro de lembranças”. É muito pouco para uma história tão patética. Benício, ao contrário do que diz seu apresentador, não tinha consciência na época da importância do que vivia e testemunhava. O que lhe sobrou não chega à memória: fica no plano da lembrança. Ela está bem narrada, tem trechos interessantes, mas frustra o título.
O autor pode se defender alegando que nunca pretendeu mais do que uma crônica de época. Desobrigou-se de consultar documentos, fazer entrevistas, forçar a memória. Mas é uma pena que sua pretensão não haja sido maior. Quando os irmãos Alencar compraram a UH, depois de terem arrendado um jornal ainda maior, o Correio da Manhã, em decadência forçada pelo regime militar, com o qual entrou em colisão, tinham como objetivo dar apoio à candidatura do então ministro dos Transportes, Mário Andreazza, à presidência da República.
Andreazza era dos poucos militares que saíram das casernas para a atividade política, em função do novo regime, sem estranhar a mudança. Era um autêntico anfíbio, como o paraense Jarbas Passarinho, o que mais ministérios colecionou, enquanto se mantinha no Senado. Mas a patente inferior de coronel foi fatal aos propósitos de Andreazza e ele teve que se contentar como ministro. O esquema jornalístico perdeu sua razão de ser. A UH foi passada em frente. O Correio da Manhã teve morte inglória.
No entanto, ao contrário da noção em geral aceita, quem se imortalizou foi o jornal de Edmundo, Paulo e Niomar Bittencourt. O Correio deve sua existência e seu alto conceito ao fato de ser um empreendimento autônomo, com marca pessoal e alguns princípios editoriais indeléveis. Já o nascimento da Última Hora resultou de outro projeto político, o de Getúlio Vargas, agora aplicado à fase democrática da sua passagem pelo poder. Sem o dinheiro do Banco do Brasil e a sombra do governo, espalhando-se sobre anunciantes e “apoiadores”, como hoje se diz, o jornal de Samuel Wainer não se consolidaria.
Ele sobreviveu ao fim de Getúlio, três anos depois de chegar ao mercado, mas o getulismo ainda era uma fonte de poder. Ressoava o bastante para favorecer a criatura impressa. Mas não por muito tempo e não ao custo Wainer. Todas as virtudes, conquistas e inovações do jornal resultavam da condição especial do seu dono, que era um verdadeiro jornalista, ao contrário da esmagadora maioria dos capitães da imprensa (que mal conseguem escrever um bilhete, como podemos constatar em nossa ilharga). Infelizmente, todas as deficiências, vícios e lacunas também.
Deve-se creditar a Wainer, porém, o mérito de, uma vez despejado do poder, que tanto perseguiu, ter-se comportado com dignidade até o fim dos seus dias, em 1980, aos 70 anos. O ostracismo não o deixou amargurado nem derrotado. Merecia uma lembrança mais exigente do que a que Benício Medeiros lhe dedicou.
Dialética das dores&delícias do jornalismo
"(...)
No melhor dos cenários, jornalistas instalam-se à margem da história da mesma maneira que vulcanogistas escalam uma cratera fumegante, tentando olhar para seu interior em meio a fumaça e cinzas, esticando os pescoços sobre a beirada que ameaça cair. Os governos procuram assegurar que tudo permaneça como está. Suspeito de que seja isto de que trata o jornalismo - ou pelo menos aquilo que deveria ser: assistir à história e testemunhá-la e, então, apesar dos perigos e restrições e de nossas imperfeições humanas, registrar tudo da maneira mais honesta possível."
Robert Fisk (1946), jornalista e escritor inglês, considerado o mais importante e completo correspondente de guerra em atividade. Pobre Nação. As Guerras do Líbano no século XX ( Rio de Janeio: Record, 2007, p.10)
sábado, 29 de maio de 2010
Show Cristina Caetano interpreta Sebastião Tapajós e Parceiros
Dia 04 de junho, no Iate Clube, o Show Cristina Caetano interpreta Sebastião Tapajós e parceiros.
Pela primeira vez estarei apresentando ao vivo o repertório que compõe o CD Cristina Caetano interpreta Sebastião e parceiros em um grande show.
Todos os músicos que fazem parte da gravação do CD estarão na cidade de Santarém (Iate Clube) e Porto Trombetas (MEC).
Terei o prazer de mostrar à Santarém um grande show, com nomes reconhecidos da música popular brasileira como:
Sebastião Tapajós, meu grande parceiro nesta empreitada, violonista santareno e internacional, que assina a produção musical. Sebastião compôs todas a músicas em parceria com Billy Blanco, Antonio Carlos Maranhão, Geraldo Julião, Avelino V. doVale, Marilena Amaral e Paulo André Barata e fez os arranjos.
O contrabaixista paraense de renome nacional Ney Conceição que nos honrou com sua extrema competência musical;
Marcelo Bernardes excelente intrumentista brasileiro (clarinete, sax, flautim etc…) que nos deu a honra de ter sua musicalidade abrilhantando o CD;
Célio Vulcão, pianista santareno radicado no Rio de janeiro, que vem trilhando um caminho de sucesso, um orgulho para nossa cidade!
Edivaldo Anaice baterista de Belém, um dos músicos mais requisitados para shows de grandes artistas paraenses.
Marcio Jardim, percussionista do Trio Manari que também acaba de gravar um CD com Sebastião Tapajós.
Teremos também a participação especialíssima de nosso músico pianista santareno Andresson Dourado, meu parceiro musical de longa data.
Santarém faz aniversário e ganha de presente o lançamento de mais uma artista da cidade com seu primeiro CD muito bem apadrinhado por Sebastião Tapajós.
(Fonte: www.cristianacaetano.wordpress.com )
Bastidores políticos
Desde esta semana já está no ar seu Blogdarepórter.
Puty invade horta eleitoral de Carlos Martins
As 8h30, Puty estará na sede da AABB para uma reunião. A partir das 9h30 o candidato da DS à Câmara Federal terá outros encontros partidários. As 11 horas, Puty seguirá para Alenquer.
O ex-chefe da Casa Civil vem a Santarém garimpar votos no reduto do deputado estadual Carlos Martins, que também é candidato a deputado federal, mas por outra tendência do PT, a Unidade na Luta.
Incomodada com a presença de Puty, a prefeita Maria do Carmo, irmã de Carlos, neste sábado vai estar a centenas de quilômetros da cidade.
Maria segue agora cedo para Rurópolis, onde se encontrará com o presidente do DNIT, Luiz Antônio Pagot, levando a tiracolo secretários municipais e o irmão-candidato.
Obras em ano eleitoral
Como as "obras" e "serviços" só aparecem em ano eleitoral, deveria haver uma mobilização nacional para lançar o PAE- PROGRAMA ANUAL DE ELEIÇÕES. A coisa funcionaria assim: Em um ano se votaria para Prefeito e dois Senadores. Em outro, Presidente da República e Deputado Estadual. No outro ano seriam eleitos vereador e um senador. Fechando o ciclo teríamos as eleições de Governador e Deputado Federal.
Todos teriam mandato de quatro anos e a recandidatura seria livre. Se fosse bom continuava, se não prestasse dava o fora. Com certeza não teríamos obras paralisadas como ocorre agora em todos os lugares.
Os mandatários teriam que prestar contas anualmente aos eleitores, e sempre estariam em contato com as bases, pois teriam interesse no voto para sí, ou para algum aliado. Sendo eleito um representante local e outro nacional simultaneamente, sempre teríamos investimentos do governo federal, que é quem detém a chave do cofre.
Juiz proíbe réus de dirigirem veículos
A "decisão deverá ser obedecida até segunda ordem deste juízo, devendo ser comunicado ao DETRAN local o seu teor para os fins de mister, sendo os réus advertidos que até a eventual revogação desta medida cautelar ficam proibidos de conduzirem qualquer veiculo automotor, sendo que a desobediência poderá ocasionar a decretação de suas novas prisões preventivas".
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Caráter político da greve dos professores prejudica ano letivo
Agência Pará A greve dos professores do ensino público estadual deixou de ser um movimento por melhores salários para se tornar um movimento de caráter político, conduzido por um pequeno grupo de lideranças partidárias. A eles, não interessa a negociação. O governo do Estado sempre esteve aberto ao diálogo com os professores. Sempre reconheceu o valor profissional dos trabalhadores da educação, e por isso levou as negociações salariais até os limites permitidos pela legislação e pelo orçamento do Estado. Mas a intransigência de parte da liderança grevista se recusa a voltar para as salas de aula, deixando fora das escolas parte dos 800 mil alunos em todo o Pará. O ano letivo está quase inviabilizado, e com risco de comprometer o de 2011. Alunos da rede pública que se preparam para o vestibular são os mais atingidos. É um prejuízo grave ao futuro da juventude. A Seduc e a Sepof conduziram sucessivos acordos em torno do Plano de Cargos, Salários e Remuneração (PCCR), e não vê justificativas para a continuidade da greve. Entre 2007 e 2010, o governo concedeu reajuste de 46,57% no vencimento base do professor que trabalha em regime de 200 horas; realizou concurso público; garantiu auxílio alimentação aos profissionais da educação, e enviou à Assembleia Legislativa o PCCR, uma reivindicação histórica da categoria. O próprio sindicato reconhece que o PCCR "já significa uma vitória", mas insiste em prejudicar os alunos e ameaçar o cumprimento do calendário escolar e a qualidade do ensino. Diante das manobras protelatórias do movimento, o governo decidiu que cortará o ponto dos grevistas e exigirá a reposição de todas as aulas. Para isso, constituirá uma comissão com a participação de técnicos, alunos, pais e professores, para monitorar o cumprimento da medida. |
Após 5 anos de atraso, restaurante popular será inaugurado
Esta semana, a prefeita Maria do Carmo reservou pelo menos três horas em sua agenda diária para visitar obras que estão sendo executadas na cidade e que serão entregues por ocasião das comemorações dos 349 de Santarém. O Restaurante Popular que funcionará no segundo piso do Mercadão 2000 é uma dessas obras.
A prefeita visitou o Restaurante Popular que já está equipado e pronto para entrar em funcionamento, após cinco anos do início de sua construção.
. “Estamos na fase de contratação de empresa especializada na prestação do serviço de nutrição, preparo e fornecimento dos alimentos, conforme estabelece o edital de pregão presencial que já publicamos.
Aproximadamente R$ 970 mil foram investidos no Restaurante Popular, cujos recursos são provenientes do governo Federal, através do ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), com contrapartida da prefeitura de Santarém, por meio da secretaria municipal de Trabalho e Assistência Social (SEMTRAS).
A proposta do Restaurante será a de vender à população santarena, e em especial aos trabalhadores (as) formais e informais, bem como às pessoas que vivem em vulnerabilidade social, 1000 refeições por dia, ao preço popular de R$ 2,00 (dois reais). O horário de funcionamento será de 11h às 14h, de segunda a sexta-feira.
A data de inauguração do Restaurante Popular será divulgada na próxima semana pela prefeita Maria do Carmo.
(Foto: Ronaldo Ferreira/Divulgação PMS)
Priante mantém pré-candidatura ao governo pelo PMDB
Priante diz só esperar até o dia 15 de junho por uma decisão do TRE quanto à cassação do mandato do prefeito Duciomar Costa e de seu vice Anivaldo Vale. Caso o TRE mantenha a cassação determinada pelo juiz eleitoral da capital, Priante assumirá a Prefeitura de Belém e, nesse caso, abriria mão de postular sua candidatura dentro do PMDB.
Priante conversou com Jader antes da reunião da bancada estadual que definiu o nome de Juvenil como pré-candidato ao governo e informou ao presidente do PMDB sua disposição de concorrer ao cargo, 'em melhores condições políticas', ao contrário das eleições passadas, quando disputou o governo "no sacrifício'.
Caso o TRE não julgue o processo até essa data ou mantenha o prefeito e o vice nos cargos, Priante vai disputar a convenção do PMDB e bater chapa, se não houver acordo, com Juvenil.
O ex-deputado analisa que o lançamento do nome de Juvenil, após reunião de Jader Barbalho com a bancada estadual, foi uma estratégia para que o vácuo de uma terceira via fosse ocupado pelo PMDB, inibindo, dessa forma, o lançamento de candidatos ao governo pelo PR e PTB.
Priante considera, também, que o lançamento do nome de Juvenil foi uma estratégia que Jader usou para comunciar ao Pará, sem muitos traumas, que disputará o Senado e não ao governo, como se especulava.
Juvenil: reunião definirá entrega de cargos ao PT
O candidato a governador Domingos Juvenil disse que o PMDB devolverá todos os cargos ao PT
Com o lançamento da candidatura do presidente da Assembléia Legislativa, deputado estadual Domingos Juvenil (PMDB) ao Governo do Estado, o que deve ser homologado nas convenções do partido que acontecem em junho, o PMDB fará uma reunião hoje (28) para acertar a entrega dos de todos os cargos em órgãos do Governo do Estado que ainda estão sob a tutela do partido. A decisão foi anunciada no final da manhã desta sexta-feira (28), pelo deputado Juvenil em entrevista ao DIÁRIO ONLINE, na sede da Assembléia Legislativa do Pará.
“Por coerência, vamos entregar todos os cargos. É uma decisão já tomada do nosso presidente de partido, deputado federal Jader Barbalho, e que será definida em uma reunião que faremos hoje”, adiantou o pré-candidato que avisa ainda que nada o impede de manter a sua gestão à frente do Poder Legislativo.
“O presidente da Câmara Federal Michel Temer (PMDB) é candidato a vice-presidente da República e ele continuará presidente da Câmara. O mesmo acontece no Executivo, pois com a governadora Ana Júlia continuará sendo governadora e candidata. Assim, faremos a campanha, obviamente, sem utilizar nada do poder público, assim como esperamos que a governadora a faça”, esclarece.
ALIANÇAS
O deputado falou sobre como serão desenvolvidas as alianças. “Com exceção, claro, dos partidos que já têm candidatura própria, todos os demais partidos serão contatados. Nós vamos fazer uma grande articulação para que campanha seja o conjunto das ideias partidárias e, portanto, também da sociedade paraense. Nós sabemos que estamos construindo uma terceira via que pode ser a opção do povo paraense. A minha experiência me dá certeza do preparo para ser governador do Estado. Até mesmo a experiência à frente como presidente reeleito da Assembléia do Pará, onde convivo com 13 agremiações partidárias com harmonia de gestão. Tudo isto me dá certeza que dará um bom desempenho na campanha”.
E A CÂMARA?
Domingos Juvenil já estava com a candidatura ao cargo de deputado federal lançada. Contudo, mudou de ideia após uma consulta às bases partidárias de todo o Pará que praticamente exigiram a candidatura.
“As nossas bases exigiram da cúpula uma definição sobre a candidatura nestas eleições. E acho que a gota d’água foi a reunião de prefeitos ocorrida na última terça-feira (27) quando os 40 prefeitos do PMDB no Pará reuniram e decidiram que o partido deveria ter o seu nome ao Executivo. A partir daí, houve toda uma consulta que desaguou no nome do deputado Domingos Juvenil que por sua experiência tem condições para assumir esta candidatura. Sou pois agora candidato a governador”.
Juvenil confessou que pesquisas o encorajaram para assumir a candidatura. “Sabia que, por pesquisas, tinha a melhor pontuação para candidato a deputado federal. Foi o que me encorajou a ampliar meus horizontes para o governo do Estado”, contou.
VICE
Juvenil partirá agora para escolher o seu candidato a vice-governador ou vice-governadora. “Temos aqui vários partidos que estão se articulando para formarmos uma grande aliança para completarmos a chapa. Além de vice-governador, temos mais uma vaga que ainda deve ser definida pelo partido para o Senado. São tantas oportunidades, temos muita gente com espaço político e vamos negociar os seus representantes. Para isso, vamos a vários setores da sociedade. Vamos à classe produtora, aos empresários, e assim, faremos um plano de governo que atenda as inspirações do Pará, especialmente, a população do interior do Estado, que é de onde eu venho”.
PODER LEGISLATIVO
Depois de escolhida a candidatura na convenção o presidente da Alepa garante que manterá sua administração sem interferência. “Continuarei trabalhando, presidindo as sessões, continuo presidente da Assembleia, pois nada me impende que sendo presidente do Poder Legislativo seja também candidato a governador”.
ALIANÇA NACIONAL
“O PMDB nacional tem o compromisso já com a candidatura da doura Dilma Roussef. Mas já aqui no PMDB estadual será uma discussão que nós vamos fazer para saber o procedimento que será tomado para a preparação da campanha que ainda está curso”.
QUEBRA ESTADUAL
“A aliança com o PT já vinha sendo desgastada há tempos. E os últimos acontecimentos foram decisivos. E este desgaste chegou ao interior às bases do partido e foi por isso também que todos se levantaram para que tivéssemos um candidato próprio. Vamos Respeitar o ponto de vista federal, nisso não há dúvida, visto o compromisso do partido. Mas aqui estamos estudando como será precedido. A aliança ou ‘meia-aliança’ que existia agora vai se extinguir”. (Diário Online)
Transparência fosca
Dados estão sendo atualizados no Servidor de Internet. Opção estará disponível nas próximas horas.
Mas assim, como diria meu amigo Colares!!!
Proposta de Lira Maia estende benefícios para micro e pequenas empresas
Pela proposta de Lira Maia, às empresas optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte – Simples Nacional, poderão efetuar o pagamento e parcelamento de débitos junto à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e à Secretaria da Receita Federal do Brasil, na forma que dos arts. 1º a 13 da Lei n° 11.941, de 27 de maio de 2009. A proposta reabre o prazo de opção pelo pagamento à vista ou pelos parcelamentos de débitos de que trata o art. 7º da mesma Lei por 90 (noventa) dias contados da publicação desta Lei Complementar.
Segundo Lira Maia, a Lei n° 11.941, de 27 de maio de 2009, possibilitou às empresas de grande porte, o pagamento à vista ou o parcelamento, em até 180 (cento e oitenta) meses, dos débitos administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil e os débitos para com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. Posteriormente a Portaria Conjunta PGFN/SRFB n° 6, de 22 de julho de 2009, não permitiu que as empresas integrantes do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte – Simples Nacional, optassem pelos benefícios da referida Lei.
“Trata-se de uma grande injustiça com as micro e pequenas empresas. Por esta razão é que apresentei o presente projeto de lei complementar estendendo os benefícios da Lei n° 11.941, de 2009, às empresas inscritas no Simples Nacional. Trata-se de medida justa e de grande alcance econômico e social pois as pequenas e médias empresas são responsáveis por expressiva parcela dos empregos formais no País. Não é justo excluir este seguimento dos benefícios da referida Lei”, ressaltou Lira Maia.
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Liberdade de imprensa e o dono da liberdade
Lúcio Flávio Pinto
Editor do Jornal Pessoal
Foi a Unesco, a agência da ONU para ciência, cultura e educação, que instituiu o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, comemorado todos os anos a 3 de maio. Na sua mensagem sobre a data, a Unesco “conclama os governos e autoridades públicas ao redor do mundo a colocarem um fim na cultura da impunidade relacionada à violência contra jornalistas, por meio da investigação e da punição dos responsáveis pela violência contra profissionais de mídia, e por tomar as necessárias precauções para tornar possível que os jornalistas possam continuar a nos oferecer o conhecimento essencial e a informação que emanam de uma imprensa livre e independente”.
Eu achei que a conclamação era válida não apenas em Nova York, mas também nos confins amazônicos. Por isso, quando fui agredido pelo diretor do jornal O Liberal, Ronaldo Maiorana, em função de um artigo que escrevi neste jornal, em janeiro de 2005, procurei a proteção da agência da Organização das Nações Unidas. Ela tinha em seu poder um instrumento concreto para transformar palavras em ação. Juntamente com a Associação Nacional de Jornais (ANJ), órgão patronal de representação das empresas jornalísticas brasileiras, a Unesco criou, em 1997, o Programa em Defesa da Liberdade de Imprensa, que recebe recursos do Programa Internacional de Defesa da Comunicação. Até a época em que fui agredido, por exercer a profissão de jornalista e nenhuma outra, a ANJ registrara 200 atentados à liberdade de imprensa no Brasil. Dessa relação, porém, não constava a agressão que sofri. Por iniciativa própria, a agência não fez o registro.
A falha era desconcertante, mas presumi a boa fé da instituição. Enviei-lhe um relato do acontecimento e pedi sua inclusão no levantamento, no qual havia numerosas ocorrências de muito menor relevância, mas a ANJ, falando também em nome de sua parceira, se recusou a a acrescentar o que lhe informei à relação de atentados à liberdade de expressão. Forçada por minhas cobranças, usou como fundamento da sua atitude um parecer que encomendou. Sua assessoria caracterizou o episódio como produto de “rixa familiar”. E assim a questão foi arquivada.
Quando a entidade fez um novo levantamento, achei que chegara a hora de abrigar um novo atentado à liberdade de imprensa, quando o juiz Raimundo das Chagas Filho, da 4ª vara cível de Belém, me condenou a indenizar os irmãos Romulo Maiorana Júnior e Ronaldo Maiorana, por supostamente ofendê-los em um artigo, no qual fiz referência à origem do grupo de comunicação da família, o maior do norte do país, afiliado à Rede Globo de Televisão.
Além de me condenar ao pagamento de 30 mil reais a título de indenização, o juiz me impunha a publicação de uma carta da dupla, no exercício do direito de resposta, carta essa que eles nunca anexaram aos autos do processo (e, por isso, não fez parte da instrução; logo, não existia para o mundo jurídico). Também me proibiu de fazer qualquer referência a Romulo Maiorana e a seus dois filhos, embora eles tivessem pedido a tutela inibitória apenas para a memória do pai e não para si.
O caso era grave: censura prévia pela via judicial, algo proibido pela Constituição. Nem assim a ANJ se dispôs a incluir a censura determinada pelo juiz Raimundo das Chagas ao Jornal Pessoal na relação dos 31 casos que o seu portal relatava. Ficava claro que a defesa da liberdade de imprensa estava condicionada aos interesses corporativos da associação, que não ia aplicar os seus princípios a um associado, que, ainda por cima, é um dos 13 jornais que financiam o Programa em Defesa da Liberdade de Imprensa da ANJ/Unesco. Mas e a Unesco, que alega agir em nome de toda humanidade: como se curvou a essa vilania? Qual a legitimidade para falar em nome da liberdade de imprensa no Brasil depois dessa conivência?
A perseguição dos irmãos Maiorana, com a cumplicidade de membros do judiciário paraense, que lhe fazem todas as vontades se mantém e novamente se aperta em torno de mim. É a razão de este jornal ter perdido a sua pontualidade nas últimas edições e não poder acompanhar como devia os acontecimentos. A movimentação forense dos processos me desvia do exercício da minha profissão, apesar dos esforços que tenho feito para resistir a essa manobra dos que não querem que a verdade seja matéria prima do jornalismo local.
Manchetes desta sexta-feira de O Estado do Tapajós
Governo vende a R$ 2,99 0 hectare de terra pública para regularizar posses na Amazônia
Feira do Pescado não vai eliminar velho tablado
Cosanpa descumpre promessa feita na Câmara de Vereadores de Santarém
Horário dos bancos será reduzido em dia de jogos do Brasil
Orelhões viram peças decorativas na cidade
Empresa santarena apresentará tecnologia de ponta na feira agropecuária
Memória de Santarém: Como não destruir a floresta no Tapajós
Santarém terá mais uma etapa do Luz para Todos
Marinha informa que é lento ritmo da cheia do rio Tapajós
Barcos intermunicipais desistem de reajustar passagem
Mês junino, alegria que custa caro
TCE aprova parecer prévio favorável às contas de 2009 do governo do estado

