| Eriberto, ao centro, cumprimentava leitores do Salão do Livro 2012. |
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Divulgado novo edital do concurso para a Polícia Civil
Foi publicado na edição desta sexta-feira, 25, no Diário Oficial do
Estado, o novo edital do concurso público para provimento de 670 vagas
em cargos de nível superior da carreira policial de delegado, escrivão,
investigador e papiloscopista. As inscrições serão realizadas entre os
dias 20 de fevereiro e 17 de março através do site da Universidade do
Estado do Pará (www.uepa.br), com o mesmo valor da inscrição anterior, R$ 47,50. A data prevista para a realização da prova objetiva é dia 28 de abril.
Os candidatos que participaram do processo anterior e não solicitaram
ressarcimento do valor da taxa estão com suas inscrições asseguradas,
sem ônus. Porém, é necessário fazer um novo cadastro para registrar o
interesse do candidato em participar do certame. Este pode desconsiderar
o boleto emitido ao final da inscrição. Em caso de novas inscrições ou
de candidatos que solicitaram ressarcimento, deve-se fazer o
procedimento normal.
A seleção visa o provimento efetivo de 150 vagas para a classe inicial
(Classe A) do cargo de Delegado de Polícia Civil do Estado do Pará, 250
para investigador, 250 para escrivão e 20 para o cargo de
papiloscopista. A primeira etapa será realizada sob a responsabilidade
da Universidade do Estado do Pará (Uepa), que executará o certame e
indicará a Banca Examinadora para elaboração e correção das provas, com o
acompanhamento da Comissão do Concurso designada pela Portaria nº
0076/2013, abrangendo seis subfases: prova objetiva de múltipla escolha,
de caráter eliminatório e classificatório; prova de capacitação física,
de caráter eliminatório; exames médicos, de caráter eliminatório; exame
psicológico, de caráter eliminatório; prova oral, de caráter
eliminatório e classificatório e investigação criminal e social, de
caráter eliminatório, sob a responsabilidade da Polícia Civil do Pará.
A prova objetiva de múltipla escolha será realizada em seis municípios
do Estado do Pará: Altamira, Belém, Itaituba, Marabá, Redenção e
Santarém. As demais subfases da 1ª etapa serão realizadas no município
de Belém. A segunda etapa corresponde ao curso técnico profissional, de
caráter eliminatório e classificatório, de responsabilidade da Polícia
Civil do Estado do Pará, a ser realizado e ministrado pela Academia de
Polícia Civil/IESP, em suas instalações no município de Marituba.
Texto:
Aycha Nunes-Polícia Civil
Aycha Nunes-Polícia Civil
Oposição reage ao uso eleitoral de cadeia nacional de rádio e tv por Dilma Rousseff
No Blog do Parsifal:
O doce aceno do totalitarismo
O
PSDB reagiu ao pronunciamento da presidente Dilma Rousseff feito ontem
(23) em cadeia nacional, no qual ela anunciou o deságio no preço da
energia elétrica.
A nota inicia dizendo que "o governo do PT acaba de ultrapassar um limite perigoso para a sobrevivência da jovem democracia brasileira.”.
E finaliza opinando que “em
vez de assumir suas responsabilidades de gestora, fazendo o governo
produzir, o que se vê é o lançamento prematuro de uma campanha à
reeleição”.
> A presidente extrapolou as prerrogativas da presidência
Assisti
o pronunciamento: a presidente ultrapassou os limites constitucionais
da sua prerrogativa de convocar cadeia de rádio e televisão para se
dirigir à nação.
Essa prerrogativa não é da
presidente e sim da presidência (e aí o cargo é impessoal e apartidário)
para falar sobre assunto de relevante interesse nacional. Quem o usa
está obrigado a agir como mandatário maior de um dos poderes da
República e não como filiado, ou mandatário, de partido político.
Quando
a presidente fala em cadeia nacional é a República que está falando
através do Poder Executivo e a República não convoca cadeia nacional
para dizer que está fazendo uma liquidação de energia elétrica.
> A presidente deveria usar o horário político do PT
Se
a presidente desejava tirar proveito eleitoral do ato, que não é ilegal
ou ilegítimo, dever-se-ia reservar ao horário político do PT e não usar
8 minutos da fala da República para “responder” críticas ao seu governo
vindas da imprensa e de outros partidos, o que ela chamou de “seus adversários”: isso só se vê em países totalitários, onde o chefe de Estado é quem dita as normas e ninguém deve ousar discordar.
E
até mesmo quem ousar, não pode, sequer arbitrariamente, convocar cadeia
nacional de rádio e TV para a réplica, o que apunhala de morte a
igualdade de direitos políticos.
> Um dia chegamos lá
Exercer
a democracia resistindo à tentação totalitária não é tarefa fácil. E
pelo que se vê, muitas pedras ainda devem rolar para que o Brasil
conheça a plenitude democrática. Mas vamos chegar lá.
Leia aqui a nota do PSDB.
Semma suspende licenciamentos da SISA/Buriti
Na edição de O Estado do Tapajós, que já está nas bancas:
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMA) suspendeu
provisoriamente, ontem, 24, todas as licenças ambientais de quaisquer
espécies emitidas em nome da Salvação Empreendimentos Imobiliários
(SISA) referente ao loteamento Cidade Jardim, localizado na rodovia
Fernando Guilhon, até manifestação formal da Procuradoria Jurídica do
Município pelo cancelamento definitivo dos documentos.
A partir dessa decisão, a empresa terá que encaminhar,
administrativamente, novo pedido de licenciamento do empreendimento à
Secretaria de Estado do Meio Ambiente(Sema), se quiser prosseguir com as
obras do loteamento Cidade Jardum. Ou recorrer novamente à justiça.
LEIA TAMBÉM:
Sefa não repassa ICMS a Mojuí dos Campos
Como era de se esperar, o prefeito Jailson Costa(PSDB) está enfrentando
dificuldades no seu início de governo em Mojuí dos Campos. Os recursos
são escassos e o repasse do ICMS (Imposto sobre Circulação de
Mercadorias e Serviço), que deveria estar sendo feito pela Secretaria de
Estado do Fazenda(SEFA), não será creditado durante esse primeiro
trimestre.
O novo município deve receber mensalmente cerca de R$ 46 mil. A
cota-parte deve ser igual a do município de Faro. Por enquanto, apenas
os repasses federais estão caindo na conta do município. "É de onde
estamos tirando para fazer a máquina pública andar", argumenta o
prefeito de Mojuí dos Campos.
Morcegos provocam interdição do laboratório de águas do CCZ
O laboratório de análise de águas do Centro de Controle de Zoonoses(CSS) foi interditado pelo Lacen (Laboratório Central) em
virtude da invasão de morcegos que compromete o trabalho de análise da
água em função dos expurgos que caem do forro.
"Esse é um laboratório de grande importância para o município de
Santarém. Ele é responsável pela análise da qualidade da água que está
sendo consumida pelos alunos das escolas municipais. Verificamos nas
análises já realizadas que em grande parte das escolas há presença de
coliformes fecais na água, inclusive em comunidade do interior", conta
João Alberto.
Demora na emissão de certidão da Prefeitura gera insatisfação
Nas Expressas, da Coluna do Estado:
A demora na liberação de certidões negativas de débito e alvarás por
parte da Prefeitura Municipal de Santarém está causando reclamações e
inúmeros transtornos a empresários, principalmente aqueles que precisam
dos documentos para participar de licitações. *** Na administração
anterior, tanto o alvará quanto a certidão negativa de débitos saíam no
mesmo dia em que eram requeridas. Desde 2 de janeiro, quando o setor de
tributação passou ao comando da nova administração, o prazo mínimo para
liberação tanto do alvará quanto da certidão negativa é de 10 dias.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Para onde vai o Brasil? (Por Lúcio Flávio Pinto)
Lúcio Flávio Pinto
Editor do Jornal Pessoal
O
advogado Ives Gandra Martins arrematou com uma frase de Roberto Campos (“a
melhor forma de evitar a fatalidade é conhecer os fatos”) um artigo no qual
vaticina o caminho pelo qual segue o Brasil: até uma encruzilhada. Os
integrantes do governo e seus simpatizantes reagiram apontando para a alegada
condição ideológica do autor, um homem de direita, de uma Opus Dei paulista que
gravita em torno do governador Geraldo Alckmin, do PSDB. E um advogado da
plutocracia paulista.
Mas
e os fatos?
Um
dos mais impressionantes continua à espera da devida contradita. Gandra, um
respeitado tributarista e advogado de conceito, acusou:
“Na
super-elite nacional, representada pelos governantes, o déficit previdenciário
gerado para atender menos de 1 milhão de servidores aposentados (1a classe) foi
superior a 50 bilhões de reais, em 2011; enquanto para os cidadãos comuns
(2a. Classe) - o povo -, foi de pouco mais de 40 bilhões, para atender 24
milhões de brasileiros!!!”
A
situação, que já é preocupante e injusta, vai se agravar ainda mais com novas
contratações para a administração pública, reajustes salariais e vantagens
adicionais.
Gandra
argumentou também:
“Numa
arrecadação de quase 1 trilhão e quinhentos bilhões de reais (35% do PIB
brasileiro), foram destinados à decantada bolsa família menos de 20 bilhões de
reais! Em torno de 1% de toda a arrecadação!!! O grande eleitor do Presidente
Lula e da Presidente Dilma não custou praticamente nada aos Erários da
República”.
Com
esse sistema de poder viciado, realmente não é improcedente a previsão de
Gandra e de vários outros analistas da situação do país: a conta de chegada vai
ser cara, dura e imprevisível. O barco brasileiro navega cheio de remendos e
arranjos artificiais. Se começa a fazer água quando o país tinha todas as
condições para progredir, ao invés de patinar em índices econômicos frustrantes
e indicadores sociais graves, o que acontecerá sob um tempo muito pior, como o
que ainda se anuncia no horizonte mundial?
Aos
fatos, portanto, com competência, seriedade e honestidade, para ver a realidade
concreta escondida em contas maquiadas ou submergida em discursos falsos.
Grupo Líder é processado por danos morais
Por Carlos Mendes
(O Estado de São Paulo/Agência Estado)
Belém - O Ministério Público do Trabalho (MPT) abriu uma ação civil pública por dano moral coletivo, no valor de R$ 3 milhões, contra o Grupo Líder, uma das principais redes de supermercados do Pará - e uma das 20 maiores do Brasil - devido a uma série de denúncias feitas por trabalhadores contra o grupo desde 2008. A empresa é dona de um shopping em Belém, dezesseis lojas de supermercados, quinze farmácias e dez magazines.
Belém - O Ministério Público do Trabalho (MPT) abriu uma ação civil pública por dano moral coletivo, no valor de R$ 3 milhões, contra o Grupo Líder, uma das principais redes de supermercados do Pará - e uma das 20 maiores do Brasil - devido a uma série de denúncias feitas por trabalhadores contra o grupo desde 2008. A empresa é dona de um shopping em Belém, dezesseis lojas de supermercados, quinze farmácias e dez magazines.
As denúncias, comprovadas em fiscalização pelo MPT e apontadas na ação como “estarrecedoras”, eram principalmente sobre a prática de desvio de função e ausência de descanso semanal remunerado, além de problemas na potabilidade da água fornecida, desrespeito às convenções e acordos coletivos, e jornada de quatro domingos consecutivos por mês, dentre outras reclamações.
Foi tentada uma solução extrajudicial e a assinatura de um termo de ajustamento de conduta para sanar as irregularidades, mas a direção do Grupo Líder recusou o acordo. “O empregador se mostrou insensível ao apelo dos agentes públicos, incluindo o Ministério Público”, diz na ação o procurador do Trabalho, José Carlos Souza de Azevedo. Desse modo, não restou alternativa ao MPT, senão o ajuizamento de ação, requerendo reparação das “lesões ao tecido social”.
As diligências atestaram que o grupo efetuava pagamentos diferenciados a empregados que exerciam mesma função, exigia o uso de uniformes completos porém não os fornecia e que o limite de peso fixado para o transporte manual no setor de portaria de carga estaria prejudicando a saúde dos trabalhadores. A audiência inaugural entre as partes foi marcada para o próximo dia 31.
Segundo o MPT, restou caracterizada a prática de dumping social, que consiste na redução dos custos de um negócio com base na eliminação de direitos trabalhistas, resultando em prejuízos tanto à concorrência, quanto à sociedade como um todo.
O diretor da empresa, Oscar Rodrigues, declarou ao Estado ter ficado “surpreso” com o processo, afirmando que as acusações contidas na ação do MPF seriam "totalmente improcedentes". Ele não quis comentar a respeito das tentativas de acordo extrajudicial para evitar o processo, adiantando apenas que os advogados do grupo estão prontos para contestar em juízo os argumentos da procuradoria do Trabalho. “Eu confio na justiça”, resumiu o empresário.
Assinar:
Postagens (Atom)

