Agora os defensores da Pantera partem para o jogo que pode definir o futuro do clube no Parazão.
E se a pressão por um resultado positivo é grande jogando dentro do Barbalhão, diante do seu torcedor, qualquer vacilo pode significar desclassificação prematura da Taça Estado do Pará.
Compacta e entrosada, a defensiva do alvinegro tem a segunda defesa menos vazada no Estadual ao lado do Clube do Remo, com apenas 21 gols sofridos em 17 jogos. A média é elogiável: apenas 1,23 gol por partida. A maior goleada sofrida pela defesa do time santareno foi no primeiro turno, ambas pelo Paysandu: 3 a 0 na sexta rodada e o mesmo placar pela primeira partida da final da Taça Cidade de Belém.
Agora a história é outra. Os elogios são frutos do bom posicionamento da retaguarda da Pantera, graças aos zagueiros Preto Marabá, Filho e do volante Marabá, que de vez em quando dá uma recuada para o setor.
Os jogadores garantem a despreocupação do técnico Válter Lima. Os volantes Cléberton e Marcelo Pitbull, além do goleiro Labilá, também contribuem para o sucesso da retaguarda. (Fonte: Diário do Pará)
sábado, 11 de abril de 2009
São Raimundo tem defesa menos vazada
Reforma da rodovia BR-163 terá que respeitar meio ambiente
| Depois de 33 anos, o Exército volta à rodovia BR-163, que liga Cuiabá, em Mato Grosso, a Santarém, no Pará. A missão deles é terminar o asfaltamento da rodovia, que está em péssimas condições. Para dar conta da tarefa, os militares foram buscar ajuda de quem participou da primeira etapa da construção da estrada, na década de 1970. “Eu esperava que esse asfalto tivesse saído na época em que nós fizemos a BR, porque deixamos tudo no jeito quase só para asfaltar”, afirma Fernando Pedroso da Silva, coordenador de pessoal de campo. Mas o asfalto só chegou a pouco de mais de 700 dos quase 1.800 quilômetros da rodovia. Três décadas depois, o manual de construção para a Amazônia é outro. As árvores devem ser preservadas. A área aberta para o trânsito dos caminhões terá de ser reflorestada. Outra preocupação de hoje, em que a preservação do meio ambiente é prioridade, é garantir condições para que os animais possam atravessar a estrada sem correr risco de morte. Para isso vão ser construídos corredores por baixo da rodovia. O maior desafio, contudo, não é proteger a travessia de animais. O mais difícil será conter a voracidade do homem. O apetite dos desmatadores foi sentido assim que o Ministério do Meio Ambiente deu o sinal verde para o asfalto. “Desde a licença prévia da BR-163, em 2005, até hoje, triplicou o desmatamento da região, e isso antes do asfalto”, relata o Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Ele admite que faltou fiscalização, e sabe que o asfalto vai atrair mais gente. A previsão é de que a população na área de influência da BR 163, cresça dos atuais 2,1 milhões para 2,9 milhões de pessoas até 2015. “A única possibilidade de defender o bioma amazônico é instalar a legalidade ambiental com planejamento”, afirma Minc. Há dois anos, a lei determina que quase metade da região não pode ser modificada. São unidades de conservação, terras indígenas e áreas do Ministério da Defesa. Terras hoje ocupadas pela agricultura e pecuária devem ser regularizadas, sem expansão. Colaboração de empresários “Não faz nenhum sentido para a pecuária derrubar um hectare a mais. E para a área de produção de grãos, nós não precisamos avançar o bioma amazônico, ao contrário, ele nem é adequado”, defende o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes. O equilíbrio da Amazônia depende também da colaboração dos empresários, que devem dizer “não” para quem produz carne e madeira ilegal. Pessoas que saibam valorizar esforços como o das mulheres da Floresta Nacional do Tapajós, no Pará. Há dez anos, elas transformam o látex extraído das seringueiras em bolsas. “A gente vende para os turistas, para a fábrica, para São Paulo. Já foi também para o Rio, Inglaterra, França...”, comemora Elgesi Alves Dias, costureira da comunidade da Floresta de Tapajós. Na Flona Tapajós estão oito mil pessoas. Enquanto isso, na Floresta Nacional do Jamanxim, criada pelo governo há três anos, só há dois funcionários para tomar conta de uma área de 1,3 milhão de hectares, o equivalente a metade do estado de Alagoas. A falta de apoio também compromete dezenas de assentamentos. No trecho de 113 km em que a Transamazônica coincide com a BR-163, a natureza foi devastada. Pequenas comunidades estão em processo de extinção por falta de assistência. Uma fábrica de farinha, por exemplo, foi doada à comunidade São Francisco pelo governo do Pará em 1994, mas os colonos só tiveram dinheiro para fazê-la funcionar em novembro de 2008, 14 anos depois. Na longa espera pelo asfalto, o próprio representante do Ibama no município de Sinop, em Mato Grosso, alerta: o estado tem que estar presente. 'Que a sustentabilidade seja uma opção concreta e real para as pessoas, não seja só a degradação da floresta através da pecuária e da soja. E isso, sem a presença do estado, sem a fiscalização, é impossível”. (Fonte: Globo Amazônia) |
Arapongagem na base de foguetes
TIAGO PARIZ, RICARDO BRITO E MIRELLA D´ELIA
Correio
| Militar en frente aos destroços do veículo lançador de satélites, que explodiu em agosto de 2003 e matou 21 pessoas, em Alcântara |
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Boias de captação de dados sigilosos instaladas em locais suspeitos e comunidades de quilombolas com conhecimento técnico e específico sobre lançamento de foguetes espaciais. Num mercado que gira US$ 1 bilhão por ano e já foi expressão da corrida tecnológica na Guerra Fria entre Estados Unidos e Rússia, a sombra de espionagem é cada vez maior. Com esse roteiro na cabeça, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) garante ter coletado indícios de que a Base de Alcântara, no Maranhão, foi espionada por franceses.
No Centro de Lançamentos de Alcântara (CLA), há uma base militar e uma área reservada à Alcântara Cyclone Space, uma empresa binacional Brasil-Ucrânia, comandada pelo ex-ministro da Ciência e Tecnologia Roberto Amaral, filiado ao PSB. Próximo da costa, foram encontradas, em outubro do ano passado, as boias que carregavam equipamentos de telemetria capazes de captar e enviar dados à distância. Foi a terceira vez. Como a disputa entre os países é a cada centímetro pela capacidade de possuir tecnologia própria para colocar satélites em órbita, os arapongas concluíram, preliminarmente, que esses equipamentos estavam sendo monitorados “possivelmente por um grupo de franceses”, segundo fontes do setor que leram o documento da Abin.
As boias são de fabricação japonesa e espanhola. Elas transmitem dados via satélite e por ondas VHF e UHF. Uma das pessoas que teve acesso ao informe da Abin foi Roberto Amaral. Ele teve conhecimento dos dados da espionagem durante uma reunião no começo de março. Procurado pelo Correio, Amaral negou o encontro e a informação recebida. Como há toda uma trama internacional, o governo brasileiro trata o assunto com a máxima delicadeza. O documento da Abin não faz qualquer menção a governos, mas a grupos.
Os militares brasileiros vendem a Base de Alcântara como o local mais adequado para se lançar um foguete, por estar mais próxima da Linha do Equador, mais ainda do que a Guiana Francesa, onde está instalada a Agência Especial Europeia. Quanto mais próximo da linha que divide a Terra em duas metades, menos combustível o veículo gasta para chegar ao espaço por percorrer uma distância menor. O governo brasileiro estima que se possa economizar até 30% do valor de colocar um satélite em órbita quando a base estiver funcionando. No papel, então, há uma clara competição entre Alcântara e a Agência Espacial Europeia. Por isso, o cuidado extra do setor de inteligência e dos militares.
A sombra da espionagem ronda o CLA desde a explosão, em agosto de 2003, do terceiro protótipo do Veículo Lançador de Satélites (VLS), que matou 21 pessoas. Jamais se provou nada e o episódio ficou creditado a uma fatalidade. O fracasso com o VLS foi um baque para o governo, que patina nas tentativas de retomar o programa espacial. A Cyclone espera lançar seu primeiro foguete em julho do ano que vem. O problema é que esse cronograma já foi atrasado diversas vezes por uma disputa de terras com os quilombolas.
No fim do ano passado, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) reconheceu o direito dos quilombolas a 65% do território do município de Alcântara, de 115 mil hectares. A suspeita apurada pelos arapongas é a de que organizações não-governamentais (ONGs) que atuam na defesa dos direitos das comunidades negras venham recebendo nos últimos anos contribuições de entidades estrangeiras para emperrar propositadamente o programa espacial. Os serviços de inteligência do Exército e da Aeronáutica também investigam essa suposta sabotagem financeira.
“Sabotagem”
Funcionários do serviço espacial brasileiro relatam que alguns líderes das comunidades demonstram conhecimento sobre técnicas de lançamento de foguetes além do esperado para pessoas humildes. Servidores da Abin infiltrados na região estranharam o incomum conhecimento de algumas lideranças quilombolas sobre detalhes técnicos do programa espacial brasileiro. Os arapongas descobriram ainda que o líder de uma das comunidades da região vive na Praia do Calhau, o famoso ponto turístico de São Luís, distante 50km de Alcântara.
Em fevereiro de 2008, os quilombolas bloquearam as estradas de acesso à Base de Alcântara, expulsaram técnicos e apreenderam as máquinas e isso causou um prejuízo ao cronograma de lançamento do foguete brasileiro ucraniano, segundo o diretor-geral da Cyclone. Houve uma negociação com os quilombolas e Amaral. “Hoje, temos uma excelente relação com os quilombolas. Antes não considerávamos a importância deles. Eu tinha que ter tido competência para saber que o bom relacionamento com a comunidade ia pesar”, afirmou Amaral. A Cyclone espera lançar o primeiro foguete em julho de 2010.
Vaias e aplausos suspeitos em Itaituba
Aplausos para uns, vaias para outros.
Mas não pense que são grupos antagônicos que dão esse tipo de show.
O mesmo grupo vaia e aplaude.
Durante a inauguração do Linhão, antes do show da Roberta Miranda, em 2000, um grupo aplaudia o então governador Almir Gabriel. A mesma claque vaiava o então prefeito Edilson Botelho.
Na semana passada, os que vaiaram a governadora Ana Júlia são os mesmos que aplaudiram o vice-governador Odair Corrêa.
Papel de palhaço
Águas do rio invadem orla de Alter do Chão
Diretoria do São Raimundo faz torcedor de palhaço
Mas não há ingresso à venda pelo preço normal.
Dez mil ingressos estão nas mãos do cambistas desde terça-feira.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Posto de controle da SMT fechado no feriado
Se, com o controle de viagens funcionando, os ônibus já abusam, imagine com o posto fechado.
Apoio do governo não barateou peixe vivo
Fez uma publicidade danada da feira de peixe vivo, em Santarém, prometendo mundos e fundos.
Mas, o que se viu na prática, foi o pescado de tanque-rede sendo vendido a 8 e 9 reais.
O governo pode ser até popular no slogan, mas o preço do pescado vivo é impopular na realidade.
Mal conservada, rodovia Cuiabá-Santarém é desafio para motoristas
Abrindo dois quilômetros de mata por dia, os militares montavam acampamentos sobre chassis de caminhão. “Integrar para não entregar a Amazônia. A preocupação era realmente a integração”, conta o coronel Severo. Naquela época, o governo militar temia a guerrilha que se opunha à ditadura no país, e também tentava se proteger da suposta cobiça internacional provocada pelas vastas florestas intactas.
No meio do caminho e dos planos do governo estavam as terras dos índios Panarás. Eram quinhentas pessoas que desconheciam os brancos. Apesar de não ter havido conflito, graças ao apoio dos famosos indigenistas Villas-Boas, dois anos depois o povo havia se reduzido a 82 indivíduos. “Começou a febre, deu um grande sarampo naquela época, acabou todo mundo”, lembra o índio Akan, um dos sobreviventes.
Hoje, a tribo voltou a crescer e são 420 índios, a maioria crianças. O comandante do batalhão que abriu a estrada lamenta o sofrimento dos Panará, mas defende a construção da rodovia de terra, inaugurada em 1976. “A gente sente orgulho, alegria de ter participado de uma obra tão importante. Era uma estrada larga, estrada de primeira classe, uma viagem tranquila”, relembra o coronel Mathias.
Buracos - A falta de segurança é um dos piores problemas da estrada. Quando se cruza a divisa entre Mato Grosso e Pará, ainda há 900 km terra até Santarém. E o pior: o primeiro hospital está a 750 km, em Itaituba.
Os ônibus têm que elevar a suspensão para enfrentar os buracos. Genivaldo Ribeiro, um motorista que trabalha há dez anos no trecho diz que, se chover, não dá para seguir. “É dormir na estrada, sem condições de nada, com sede, com fome, junto com os passageiros”, relata.
Um dos trechos mais perigosos é o conhecido como Cintura Fina. O terreno arenoso faz da rodovia uma espuma derrapante. Basta um erro para que os ônibus e caminhões vão parar nas imensas valas que margeiam a estrada.
O asfalto só aparece a cem quilômetros do porto de Santarém, um importante acesso para o transporte de produtos à Europa e aos Estados Unidos. A promessa do governo é recuperar a BR-163 até 2011. A obra tornaria mais barata a exportação de grãos de Mato Grosso e daria dignidade às famílias que vivem no Pará. O grande desafio do empreendimento, contudo, será asfaltar a rodovia preservando o que ainda resta da Amazônia.
(Fonte: Globo Amazônia)
Secretária invisível
Arroz de festa na administração da ex-prefeita Maria do Carmo, a titular da Semtras vive incógnita na administração de José Maria Tapajós.
Vereadores farão protesto em Brasília
Conforme a Constituição, o total da despesa das câmaras — excluindo apenas os gastos com inativos — é limitado a percentuais que variam de 5% a 8% da receita tributária e das transferências não vinculadas dos municípios. O critério para distribuição em quatro faixas é populacional, sendo o máximo de 8% para municípios com até 100 mil habitantes, e o mínimo, de 5%, para população acima de 500 mil habitantes. A nova divisão, prevista no projeto em discussão, é feita com base nas receitas de cada cidade e coloca os percentuais entre 2% e 4,5%. Passam a ser cinco faixas: 4,5% para municípios com até R$ 30 milhões de arrecadação, 3,75% para os de R$ 30 milhões a R$ 70 milhões, 3,5% entre R$ 70 milhões e R$120 milhões, 2,75% entre R$ 120 milhões e R$ 200 milhões e 2% para as cidades com receita superior a R$ 200 milhões.
(Fonte; Estado de Minas)
Varas federais serão especializadas em Belém e Manaus
Em busca de terra grátis
LEONEL ROCHA
Enviado Especial do Correio Braziliense
| Iano Andrade/CB/D.A Press |
| Francisco com sua caminhonete cabine dupla: há seis meses, vendeu um sítio e guardou o dinheiro para investir no lote que espera ganhar |
Um exemplo da infiltração de pessoas sem necessidade de terra nos acampamentos é o de Francisco Pereira da Silva. Aos 61 anos, casado, dois filhos adultos, um deles trabalhando como digitador do quartel do Exército, Irmão, como Francisco é conhecido, pretende receber um módulo rural padrão do programa de reforma agrária — 50 hectares. O objetivo é cultivar mandioca e produzir a própria farinha para vender na feira de Marabá nos fins de semana, como já faz hoje revendendo o produto adquirido de outros produtores. “Quero ter minha própria terra para não depender de fornecedor”, explica.
O irmão Francisco, assíduo frequentador da igreja evangélica Tabernáculo da Fé, não se intimida. Ele tem uma caminhonete Toyota cabine dupla, com carroceria de madeira e há seis meses fez uma reforma no carro para disfarçar os 18 anos de uso. “O carro saiu para mim por R$ 40 mil”, conta. Nos dias em que está no acampamento Helenira Resende, organizado pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na Fazenda
Há seis meses, Francisco vendeu um sítio de um hectare próximo ao centro de Marabá, com água e energia elétrica, e aguarda o momento certo para investir o dinheiro no esperado futuro lote da reforma agrária. Por lei, Irmão não se enquadra nos critérios para a escolha dos assentados pelo programa oficial de reforma agrária. Mas não custa tentar. Com o dinheiro que recebeu pelo sítio, poderia comprar 15 hectares de terra na periferia da cidade e produzir alimentos. Mas quer a terra de graça. Ele relembra que há 20 ou 15 anos o mesmo fenômeno aconteceu na região e, mesmo sem necessidade, muita gente da cidade recebeu lotes.
Revenda
Junto com Francisco, dezenas de outros pequenos comerciantes e profissionais de várias áreas engrossam o acampamento da Fazenda Cedro. Dois corretores de imóveis ouvidos pelo Correio também estão na turma que acampou no imóvel do grupo Santa Bárbara. Sob a condição de não terem os nomes revelados, eles contaram que estão no acampamento para conseguir um lote e melhorar de vida. Um deles pretende revender a terra e continuar na cidade onde a mãe é comerciante.
Com a onda de invasões de terra no sudeste do Pará, uma das fazendas escolhidas foi a Sororó, do comerciante Reinaldo Zucatelli. Abandonada em 1999 depois que a Polícia Federal detectou trabalhadores em situações análogas à escravidão, a área com mais de 2 mil hectares foi escolhida pelo desempregado Rivaldo Soares, o Federal, e outras 68 famílias para tentar obter um pedaço de chão. A propriedade, originalmente um castanhal que deveria estar de pé, foi transformada ilegalmente em pasto e está sendo reivindicada pelo estado do Pará, que considera a terra pública.
Juntando forças
A Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (Fetraf) e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) decidiram juntar forças. Vão dividir a área de atuação das duas instituições na região do sudeste do Pará. Foi acertado que os camponeses que seguem orientação da federação deixarão hoje a Fazenda Cedro, no Km 563 da PA-150, e serão transferidos para outro imóvel da mesma agropecuária, a Fazenda Espírito Santo, em Xinguara, invadida em fevereiro. Em troca, o MST retira suas famílias da Espírito Santo e ocupa os barracos levantados pela Fetraf na Cedro. “Os dois movimentos não podem ficar juntos na mesma fazenda. É um desperdício de forças”, explica Francisco Ferreira de Carvalho, o Chico da Cib, presidente da Fetraf.
A Fetraf organiza 61 acampamentos no Pará. A maior concentração está ao longo da rodovia PA-150, com oito ocupações e 1,4 mil famílias sob a bandeira da federação. Chico da CIB prefere não ingressar no MST e se incorporar à estrutura sindical tradicional. Garante que seus liderados não matam gado das fazendas ocupadas, nem mesmo para a alimentação das crianças. O sindicalista acusa os grupos de posseiros isolados que estão na Fazenda Barreira Branca de caçar gado.
O coordenador do assentamento do MST na Fazenda Maria Bonita, Moisés Jorge Costa da Silva, aceita dividir as tarefas com a Fetraf. Tendo que controlar 500 famílias acampadas, ele não tem tempo para coordenar o grupo que ocupa outro imóvel. Aos 31 anos, casado e com cinco filhos, Moisés usa dois telefones celulares de última geração e está sempre visitando os parentes em Marabá. (LR)
Árbitros da FIFA vão levar mais de 15 mil reais do jogo São Raimundo x Águia
Os custos com tantos árbitros fifa devem superar os R$ 15 mil em cada jogo. Cabe aos clubes o pagamento das cotas de arbitragem, das passagens aéreas, além das diárias de hospedagem.
(Fonte: AMAZÔNIA)
Atravessador faz a festa com peixe vivo
Salário atraente
O salário é tentador: 5 mil reais.
Manchetes da edição de fim de semana de O Estado do Tapajós
A VIDA PESSOAL E O FUTURO POLÍTICO DE JADER BARBALHO
UFPA VAI MANTER PROCESSO SELETIVO SERIADO ATÉ 2010
INGRESSOS DE SÃO RAIMUNDO X ÁGUIA SÓ NAS MÃOS DOS CAMBISTAS
GENERAL HELENO FRAGOSO E SUA VISÃO GEOPOLÍTICA DA AMAZÔNIA
ALCOA INDICADA MELHOR EMPRESA PELA ISTO É DINHEIRO
OVOS DE CHOCOLATE CONCORREM COM O SENTIDO DA PÁSCOA
CONSUMIDOR RECLAMA DO ALTO PREÇO DO PESCADO
ADEPARÁ NÃO FISCALIZA TRANSPORTE DE BANANA
Repasse do FPM cai 9,5% em relação a março de 208
Hoje, a Secretaria do Tesouro Nacional depositou nos caixas das prefeituras o primeiro repasse de abril: R$ 2,4 bilhões. Na segunda-feira, os municípios também receberão o crédito de R$ 9,1 milhões referente a dívidas ativas do ano passado --tributos de IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) e IR (Imposto de Renda) que não foram recolhidos na data prevista.
Os prefeitos apontam as desonerações autorizadas pelo governo nas alíquotas do IPI e do IR como os principais motivos para a redução da arrecadação. O IPI e o Imposto de Renda correspondem por 82% e 18% da arrecadação municipal, respectivamente.
Segundo levantamento da CNM, a crise financeira internacional causou um prejuízo de R$ 8,1 bilhões para as prefeituras --levando em consideração a queda nos repasses do FPM em comparação com o valor previsto no Orçamento de 2009, aprovado pelo Congresso no ano passado.
Pressionado, o governo deve apresentar na segunda-feira um pacote de medidas em socorro às prefeituras que registram queda na arrecadação. A expectativa é que seja determinado um repasse fixo do FPM. A CNM defende que o valor mensal das parcelas seja de R$ 4,2 bilhões, média do FPM de 2008.
O ministro das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, defendeu na última quinta-feira as desonerações do governo. "A queda do FPM é fruto dos incentivos que foram dados à construção civil, à indústria de automóveis. Por outro lado, se isso não fosse feito, não teríamos mantido ou gerado os empregos que precisávamos", disse.
O ministro reconheceu a queda na arrecadação do FPM, mas afirma que o índice está dentro da normalidade. "Durante o governo Lula, o fundo de participação cresceu. Verdadeiramente, os municípios sentiram de 2003 para cá uma divisão do bolo, ficaram com mais poder de investimento. Mas há uma natural queda do FPM no início de cada ano. Este ano, tivemos uma queda mais acentuada, mas não muito, mas que preocupou quem vinha com arrecadação crescente, com euforia muito grande. Mas os números positivos que começam a se apresentar, nós estamos mais otimistas", afirmou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu ontem a equipe econômica e pediu ajustes na proposta. O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse que os municípios menores que dependem diretamente dos recursos do FPM terão prioridade para receber o auxílio. Segundo dados do governo, pelos menos 3.000 municípios se encontram nesta situação.
O ministro, no entanto, não descartou a participação de grandes municípios. "A proposta leva em conta todos os municípios com ênfase nos pequenos onde o FPM tem peso maior. Além disso, podemos ter saídas alternativas para grandes municípios e para os estados", disse Bernardo.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Jornalista revela fim do segundo casamento de Jader Barbalho
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O deputado federal Jader Barbalho pode estar abusando: da sorte e das circunstâncias. A sensação de onipotência pode levar a um senso de irrealidade. Induz ao erro, às vezes fatal. Mas talvez o líder do PMDB se ache em condições de se expor a todas as sortes e circunstâncias.
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Ele pode estar dando um novo passo na sua vida. Seu segundo casamento parece chegar ao fim, 15 anos depois de iniciá-lo com a sobrinha de sua ex-primeira esposa, em meio a um novo relacionamento amoroso, que ainda não se sabe se culminará em um terceiro casamento ou será fugaz. Desta vez, a relação é com uma mulher em pleno início de uma promissora carreira política. É Simone Maria Morgado Ferreira.
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O que planeja Jader Fontenelle Barbalho para 2010? A brusca mudança na sua vida pode ser um movimento apenas pessoal, por parte de quem se ligou sentimentalmente a outra mulher e viu esse relacionamento precipitar as conseqüências (as fontes dizem que a iniciativa da separação foi de Márcia, ao confirmar pessoalmente o romance do marido, sobre o qual até então apenas tivera notícias; Jader teve que alugar um apartamento para morar)
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À parte essa dimensão do novo acontecimento, que não é exatamente recente, o fato de que, pela primeira vez, o ex-governador tem ligação com uma política em plena carreira, pode significar que ele pretende para Simone Morgado planos semelhantes (ou até maiores) do que os que foram reservados para Elcione, num esquema de constituição de uma dinastia política mais duradoura?
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A dúvida, agora, é saber como se comportará Márcia Centeno Barbalho, com quem Jader tem dois filhos. O esquema será o mesmo que vigorou com Elcione, conciliando todos os interesses do antigo casal, através do entendimento, ou a ruptura será conflituosa e deverá se desdobrar em novos litígios?
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Márcia nunca foi seduzida pelo percurso político, nem abriu mão de sua independência econômica. Pelo contrário: ela assumiu a condução das fazendas que já eram de Jader e atualmente constrói uma autêntica mansão num dos condomínios exclusivos na área metropolitana de Belém. Por isso, contrariando as expectativas, a iniciativa do rompimento foi dela. Talvez pensando em poder retomar sua vida com mais naturalidade e menos pontos de atrito.
Adílio, ex-craque do Fla, divulga escolinha de futebol em Santarém
No dia 23 de abril a escolinha será lançada durante o jogo do Flamaster contra uma seleção de atletas veteranos santarenos.
Memória de Santarém - Os estádios de ontem e de hoje
Sabor e preços amargos
O pescado criado em tanque-rede custa, em média, 8 reais o quilo.
Preço muito acima das posses das camadas mais pobres da população.
Além disso, é patente o sabor desse tipo de peixe ter ranço de ração.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Flamengo 2 x 0 Clube do Remo - Trasmissão da Globo
Os torcedores do Paysandu já estão acostumados a ver o Papão na tela da Globo. Lembram da campanha da Copa Libertadores?
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Nas arquibancadas do Mangueirão foi afixada uma faixa: "Santarém está aqui. Tavinho & Yuri", que vem a ser filhos do ex-vereador Otávio Macêdo.
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No intervalo do jogo a Globo mostrou os melhores lances do jogo estrelado pelos Gigantes do Norte, time da Tuna que é formado por atletas de 1,20 metros. Amanhã, os programas esportivos vão reprisar essas cenas com certeza.
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Uma delegação de torcedores de Sanatrém aproveitou a promoção de uma agência de viagens e foi assistir ao jogo Clube do Remo x Flamengo.
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Tomadas aéreas exibidas a todo instante mostravam a estética do Estádio Olímpico do Pará, um dos mais bonitos do país.
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Junior, ex-atleta do Flamengo e comentarista da Globo, jogou 48 Fla x Flu. Nem ele sabia. Foi socorrido por um internautam diante da pergunta do narrador Luiz Roberto.
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Luiz Roberto sabe tudo de futebol paraense. Não torceu para o Flamengo durante a transmissão.
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O clássico Re x Pará é o mais jogado do Brasil. Remo e Paysandu já se enfrentaram 700 vezes. Informação do repórter de campo da Tv Liberal que trabalhou na trasmissão.
Remo é eliminado da Copa do Brasil
Eliminado, o Leão precisa vencer o Paysandu, domingo, para continuar jogando este ano.
Se perder para o arquirrival, o Remo dará adeus ao Parazão e ficará sem jogar partidas oficiais pelo resto do ano, já que perderá a vaga para a série D do campeonato brasileiro.
Expediente na prefeitura só volta na segunda-feira
Como sexta-feira santa, 10 de abril, é feriado religioso municipal, o expediente ao público nos órgãos da Prefeitura será normalizado somente na segunda-feira, 13 de abril.
Crise! Que crise?
Os bares estão praticamente vazios.
Nos postos de combustíveis, os motoristas enchem apenas meio tanque.
Voz do leitor: Não falta dinheiro, falta trabalho
Torna-se dificil e chega às raias do absurdo como uma cidade consegue sobreviver tanto tempo somente na base de esmolas advindas do governo estadual e federal. Quando é que vamos criar uma vontade politica de arregaçar as mangas e trabalhar para que se consiga arrecadar fundos para que façamos algo sem ajuda externa?
Quando alguém pergunta sobre uma obra há sempre uma resposta de que estamos solicitando verbas, não recebemos verbas, precisamos de verbas, não há verbas disponiveis e a coisa vai sendo empurrada ladeira abaixo. E o dinheiro do PAC aonde ele está? Chegou? Quanto? Aonde foi destinado? De que forma?
E mesmo assim a cidade encontra-se um queijo suiço, periferia abandonada, sem ruas, sem água, com luz oscilante, sem Plano Diretor aprovado, com inumeras obras irregulares espalhadas pela cidade, com empresas fechando as portas, sem calçada, atendimento médico precário, e ainda no fim, para resolverem os problemas emergenciais ainda precisam de mais R$ 4 milhões e mais uma vez se sai com o pinico na mão a procura do estado/governo federal atrás de mais empréstimos ... dificil gerirmos nossos próprios recursos ...
Querer ter uma Santarém Pai D'Égua é dificil, mas nao impossivel.
Ajudaria muito se houvesse vontade politica porque hoje nossa única alegria se resume ao São Raimundo ...
Mais um acidente com avião da W&J
Em setembro do ano passado, um monomotor da empresa fez pouso forçado no rio Tapajós, próxima à praia da Maria José, em acidente que acabou matando o nutricionista Rubem Serruya.
Hoje no final da manhã, o acidente foi menos grave.
Um monomotor da W&J saiu da pista após pousar no aeroporto Wilson Fonseca.
A aeronave permanece no local à espera da perícia.
Ivair Chaves faz 70 anos

O produtor rural e empresário Ivair Chaves faz 70 anos esta semana.
Além dos cumprimentos que vai receber pela data, Ivair está sendo lembrado por sua longevidade no mercado de trabalho.
Para quem não sabe, o empresário trabalha desde os 8 anos.
Quer dizer: já são mais de 62 anos de labuta, um feito inédito em nosso país.
Parabéns, Ivair.
Prefeitura de Santarém precisa de R$ 4 milhões para obras emergenciais
Estudantes desconfiam de catracas eletrônicas nos ônibus
A troca da antiga carteirinha de estudante pela eletrônica foi uma medida tomada para tentar impedir que outras pessoas usem dos direitos dos estudantes para conseguirem transporte, como informa Sheila Silva, secretária geral da UES.
Os estudantes da UES levantam possíveis problemas que podem ocorrem com os alunos no novo sistema, como por exemplo, no tempo de passagem da carterinha. O estudante terá cinco segundos para passar a carterinha, pois o sistema da máquina será liberado pelo cobrador e com isso, o aluno precisa passar imediatamente a carteira no sistema, caso contrário, ela não poderá ser passada novamente nessa passagem.
Mário Borges, do setor administrativo do Setrans, diz que é possível que a situação de travamento ocorra, mas que cabe aos alunos tomarem os devidos cuidados. Se o sistema for liberado para o aluno e a carterinha não for passada em 5 segundos, o aluno não poderá passar com a carteirinha, terá que pagar a passagem em dinheiro.
Os estudantes também estão preocupados com impossibilidade de entrar no ônibus duas vezes antes que ele conclua o ponto de troca de viagem conhecida como balão. Os ônibus terão um ponto onde será renovada a entrada do passe dos alunos. Os pontos de troca de viagem dependerão de cada empresa, alguns concluirão o ciclo de viagem na Praça Sebastião, uns no Mercadão 200 e outros
A secretária geral da UES lembra ainda de que aparelhos eletrônicos são passíveis a panes e problemas técnicos, mas o representante do Setrans Mário Borges diz que já está fazendo testes nas máquinas que estão nos ônibus e, segundo ele, esse tipo de problema não acontecerá em virtude de que o sistema registra o crédito a cada passagem. O aluno saberá quanto consumiu e quanto ainda tem de crédito.
Projeto de Lira Maia obriga o uso de papel reciclado
Segundo o deputado Lira Maia, não existe razão para que o Estado siga depredando o meio ambiente em áreas na qual isso pode e deve ser evitado. Pela proposta, a impressão de documentos de caráter oficial em órgãos e entidades da administração pública federal somente ocorrerá em papel reciclado. A lei abrange os órgãos e entidades do Poder Executivo Federal, a Câmara dos Deputados, o Senado Federal, o Tribunal de Contas da União, o Supremo Tribunal Federal, o Superior Tribunal de Justiça, o Tribunal Superior do Trabalho, o Superior Tribunal Militar, o Tribunal Superior Eleitoral, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, os Tribunais Regionais Federais, os Tribunais Regionais do Trabalho, as varas da justiça federal, as varas do trabalho, o Ministério Público Federal, o Ministério Público do Trabalho, o Ministério Público Militar e o Ministério Público do Distrito Federal.
"Além de gerar economia, o presente projeto serve de instrumento para adequar as unidades da administração pública federal às exigências do mundo contemporâneo, onde a disseminação de comportamentos ecologicamente corretos passou a ser freqüente no aparato normativo dos povos mais avançados. O Brasil deve aderir a este modelo preservacionista já praticado em diversos países. Esperamos que esta proposta sirva também como base para que as legislações Estaduais e Municipais sejam também alteradas neste mesmo sentido", concluiu o deputado Lira Maia.
Pontuando - José Olivar
Qualificação para os agentes de viagens
Articulista de O Estado do Tapajós
Em recente encontro da Confederação Nacional do Turismo - CNTur em São Paulo, o vice-presidente da entidade Michel Tuma Ness e Presidente da Federação Nacional de Turismo-FENACTUR, possuidora entre seus associados de 15.000 agentes de viagens distribuídos em todos os estados brasileiros e distrito federal, enfatizou a importância destes profissionais como propulsores da atividade turística, mas realçou a necessidade de aprimoramento constante e de que o mercado não admite mais espaço para amadores.
Um dos programas apresentados pelo consultor Paulo Gaudenzi na plataforma que embasará o Plano de atividades da recém oficializada CNTur é justamente o de qualificação permanente daquelas atividades que fazem parte da chamada cadeia produtiva do turismo.
Pela presença maciça de parlamentares federais, profissionais de turismo e o apoio de cento e trinta Sindicatos e Federações que representam mais de dois milhões de empresas no País ao XXII CIHAT - Congresso Internacional de Gastronomia, Hospitalidade e Turismo e a FISTUR 2009 - Feira Internacional de Serviços para Gastronomia, Hotelaria e Turismo, descortiná-se a perspectiva concreta de criação pelo Congresso Nacional do Sistema de qualificação da CNTur ainda este ano.
Tecnologia é um termo que engloba conhecimento técnico e cientifico, bem como ferramentas,processos e materiais criados ou utilizados a partir de tal conhecimento. Com a evolução, os métodos de produção tornam-se mais eficientes,pois as atividades rotineiras passam a contar com os equipamentos e tecnologias inovadoras, é como se a forma de executar as atividades fossem reinventadas agregando valores aos produtos formatados, e como a evolução é continua, não temos outra alternativa a não ser atualizar e explorar o dinamismo e a capacidade,incorporando as novas tecnologias aos modelos de sucesso já existentes.
No setor de viagens encontramos os mesmos desafios, os programas de internet, cada vez mais modernos, não podem mais deixar de fazer parte da ferramenta dos agentes de viagens, para ter qualificação é fundamental investir em tecnologia. As exigências e necessidades dos turistas também mudaram.Agora buscam uma gama completa de produtos e serviços que satisfaçam suas necessidades antes, durante e depois da viagem, o que faz com que os agentes precisem conhecer,informar e formatar todos os pontos da cadeia do roteiro.
Aos agentes de viagens não resta outra alternativa, que não seja investir sempre em organização, qualificação de recursos humanos e aprimoramento tecnológico, sendo para isto fundamental que suas representações civis e sindicais tenham propostas concretas que viabilizem estas necessidades.
Rio Tinto reduz produção de bauxita e demite 700 na Austrália
| A mineradora Rio Tinto [que tem alvará de pesquisa na Calha Norte] informou que irá desacelerar a expansão da refinaria de alumina em Yarwun e reduzir a produção de bauxita na mina de Weipa, ambas na Austrália, para responder à queda na demanda e nos preços. As medidas vão resultar na demissão de mais de 700 funcionários permanentes e temporários. A desaceleração em Yarwun, no estado de Queensland, significa que a conclusão do projeto de expansão, orçado em US$ 1,8 bilhão, será atrasada em um ano para o segundo semestre de 2012. Quando concluída, a unidade aumentará a produção de alumina de 1,4 milhão de toneladas para 3,4 milhões de t. Em Weipa, a Rio Tinto planeja reduzir a produção anual de bauxita de 19,4 milhões de toneladas para 15 milhões de t. O presidente da Rio Tinto Alcan Bauxite and Alumina, Steve Hodgson, traçou um cenário sombrio para o mercado global de alumínio ao dizer que a demanda continua fraca e os estoques seguem aumentando, apesar dos cortes na produção. Segundo ele, aos atuais preços cerca de 70% do setor está operando com perdas. 'Estamos fortemente focados na redução de custos e conservação de caixa enquanto monitoramos de perto as condições do mercado', afirmou. As cotações do alumínio despencaram de um recorde de US$ 3.380 em julho do ano passado, para a mínima de oito anos em US$ 1.279, em fevereiro, na London Metal Exchange (LME). Nesta semana, o preço subiu a US$ 1.518, o maior desde janeiro. A queda no valor do alumínio é especialmente ruim para a Rio Tinto, que em 2007, apostando nesse mercado, comprou a Alcan por US$ 38,1 bilhões. A dívida da companhia, que negocia um acordo com a Chinalco de US$ 19,5 bilhões, chega a US$ 38,7 bilhões. (Fonte: Pará Negócios) |
Semab não atua com eficiência
O preço do peixe disparou.
Nem a venda de peixe vivo conteve a alta de preços.
Até porque a secretaria municipal de agricultura(Semab) em vez de trabalhar articulada com os pescadores, só faz política partidária.
A crise se agrava porque o titular daquela pasta não sabe a diferença entre uma jatuarana e um apapá.
Manchetes desta quarta-feira de O Estado do Tapajós
GARIMPOS DO TAPAJÓS REVIVEM VELHAS MAZELAS
PANTERA TEM MEIO TIME PENDURADO COM DOIS CARTÕES
JURUTI COMEMORA 126 ANOS AMANHÃ
VEREADORES E COMUNITÁRIOS VÃO A BELÉM PRESSIONAR COSANPA
DOAÇÃO DE TERRENO AO SÃO FRANCISCO DEPENDE DE AVAL DA CÂMARA
AÇÕES NO BAIRRO DO MAPIRI MARCAM DIA MUNDIAL DA SAÚDE
ACIDENTES COM MOTOCICLETAS AUMENTAM 14% EM UM ANO
Serviços de habilitação ainda estão indisponíveis pelo site
O Departamento de Trânsito do Estado (Detran) informa que os serviços
relacionados à emissão de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) estão
normalizados desde a segunda-feira (6). Só os serviços oferecidos pelo
site www.detran.pa.gov.br na área de habilitação ainda estão
indisponíveis. Os usuários devem se deslocar às unidades do Detran,
que fazem atendimento na área de habilitação.
Fraudes com o Documento de Origem Florestal
| Ronaldo Braziliense | | | |
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| As falhas e falsificações envolvendo o Documento de Origem Florestal (DOF), versão eletrônica da Autorização para Transporte de Produtos Florestais (ATPF) lançada sem estar 100% pronta em setembro de 2006, estão se avolumando. Tanto que o Tribunal de Contas da União (TCU) recomendou ao Ibama uma série de medidas para conter o desmatamento ilegal de florestas com base nesse e em outros sistemas oficiais. Comentário nosso: o governo inova e os fraudadores inovam mnais ainda... Assim, não... |
Lei seca já não produz efeitos
Açao Global será dia 31 de maio em Santarém
O Ação Global deste ano será no dia 31 de maio.
O lançamento do evento será dia 23 de bril, no Palladiun, com um coquetel,
Gigantes de 1,20 m fazem o jogo de abertura do Re x Fla
O time de futebol Gigantes do Norte fará a partida preliminar do jogo entre Clube do Remo (Pará) e Clube de Regatas Flamengo (Rio de Janeiro), no Estádio Olímpico Edgar Proença, o "Mangueirão", nesta quarta-feira (09), a partir das 21h50. O "Gigantes do Norte" é mais uma atração do jogo válido pela Copa do Brasil.A fama do time, formado em Belém apenas por anões, já cruzou o Oceano Atlântico. Jornais ingleses publicaram matérias sobre o amistoso disputado pelo time, que jogou contra a equipe sub-13 do Barcarena, no estádio Barcarenão. A vitória por 4 a 0 chamou a atenção da mídia
estrageira, que destacou a força de vontade dos atletas na superação de desafios.
O amistoso foi manchete em vários jornais. O Telegraph estampou: "Anões brasileiros que são gigantes no futebol". O Daily Mail escreveu "Gigantes do Norte: o primeiro time de futebol feito totalmente por anões". "Time de futebol de anões alcança as alturas", afirmou o Metro.
O The Sun elogiou a determinação dos atletas ao publicar "que pequenos jogadores se tornaram grandes estrelas atuando em um time de anões".
Preconceitos - O objetivo da equipe é conseguir mais espaço no futebol. O "Gigantes" quer ajudar a visão da sociedade, diminuindo preconceitos e aumentando oportunidades. A média de altura da equipe é de 1,21m.
Cazemiro Ribeiro, chamado de "Vagner Love" por causa das trancinhas também usadas pelo jogador brasileiro que atua no exterior, é um dos craques da equipe, com apenas 1,10m.
Os outros destaques do time são o meio-campo Mineirinho, irmão de "Vagner Love"; Tonelada, lateral-direito, e o zagueiro Capacidade, que além do esporte integra a equipe de um programa de televisão de forte apelo popular no Estado. Capacidade já treina futebol há mais de cinco
anos e foi quem ajudou o técnico Lucena a montar o "Gigantes do Norte".
terça-feira, 7 de abril de 2009
Concessão de licença ambiental ganhará celeridade no Pará
Um convênio inédito de cooperação técnica que permitirá maior
agilidade nos processos de licenciamentos encaminhados por
empresas do setor florestal à Secretaria de Estado de Meio
Ambiente (Sema) foi assinado ontem em Belém.
A ação faz parte da política do governo do Pará que objetiva
formar um grupo de trabalho reunindo os principais
representantes da sociedade, empresários e órgãos de governo
ligados ao setor florestal, para discutir sobre as melhores formas
de desenvolver o setor e, consequentemente, alavancar a
economia do Estado de modo sustentável.
(Fonte: Agência Pará)
Br-163 na tela da Globo
Seffer renuncia
A renúncia ao mandato acaba de ser lida na Assembleia Legislativa.
Comissão de ética abre amanhã processo contra deputado Seffer
Amanhã, a Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Assembléia Legislativa instaura o processo de pedido de cassação contra o deputado, acusado de crime de pedofilia.
Se não renunicar a tempo, com o processo instaurado e se for cassado ao final do processo, Seffer já não poderá optar pela renúncia de modo a livrá-lo da inelegibilidade.
Quem informa é o vice-presidente da comissão, deputado Alexandre Von(PSDB).
Grupo de trabalho vai aperfeiçoar licenciamentos ambientais
O objetivo é efetivar mecanismos que ajudem a conferir mais eficiência e agilidade na solução dos gargalos do setor, que têm sido um dos mais afetados pela crise econômica mundial.A medida é um reflexo das ações articuladas no dia 18 de julho de 2008, quando foi assinado o Pacto pela Madeira Legal e Sustentável no Pará.O grupo terá o prazo de 60 dias para concuir os estudos e elaborar propostas para o setor.
(Fonte: Secdet)





