domingo, 13 de abril de 2008

"MST não respeita a democracia"

Por Ronaldo Brasiliense

As entidades empresariais paraenses lançam amanhã, segunda, em Belém, o movimento Alerta Pará em meio a um cenário de conflitos desenhado pelo 'Abril Vermelho', do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST). Será no Hilton, com palestra do filósofo Denis Lerrer Rosenfield.
Nesta entrevista, o presidente da Federação da Agricultura do Pará, Carlos Xavier, fala do movimento e acusa o governo de financiar o MST.
P – O presidente da Vale, Roger Agnelli, chamou os invasores do MST de 'bandidos' e perguntou quem é que financia os sem-terra. O senhor sabe?
CARLOS XAVIER – Em grande parte, o próprio governo. Veja no caso do Incra, que fornece milhares de cestas básicas para os acampamentos dos sem-terra. O triste é ver que a sociedade, que paga impostos, é que acaba financiando um movimento que não tem nenhum respeito pela democracia.
P – As entidades empresariais paraenses vão lançar nesta segunda-feira o movimento Alerta Pará. É uma reação a este estado de violências?
XAVIER – Temos que reagir porque muitos empresários estão deixando de investir no Pará. Os ditos 'movimentos sociais'estão cada vez mais atropelando o Estado de Direito, afastando empreendimentos novos que viriam para o nosso Estado, gerando emprego e renda.
P – Fazer o quê?
XAVIER – As entidades empresariais do Estado vão criar um fundo voltado para a ciência e a tecnologia e a capacitação profissional. Não podemos ficar omissos diante de tanta violência. Vamos à luta.

Paysandu vence São Raimundo

Com gol de Beá aos 38 minutos do segundo tempo o Paysandu derrotou o São Raimundo pelo placar de 1x0.
Esa é a décima derrota do Pantera no Parazão. O time perdeu todos os jogos que disputou.
O próximo jogo do São Raimundo é contra o Ananindeua, domingo, no estádio Barbalhão.

São Raimundo 0 x 1 Paysandu

Beá, aos 38 minutos, faz São Raimundo 0 x 1 Paysandu.

Fecha o cerco à baixaria na tevê

Hércules Barros
Do Correio Braziliense

Uma lista com os patrocinadores de programas de televisão considerados de baixo nível será divulgada na próxima semana pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara. A campanha Ranking da Baixaria na TV amplia o acompanhamento da grade das emissoras brasileiras e passa a informar o público quais são as empresas que financiam a exibição de cenas de discriminação, apelo sexual e violência, além de exposição de cidadãos ao ridículo.
A intenção dos coordenadores do movimento é melhorar o padrão dos conteúdos de entretenimento atingindo o bolso das detentoras de concessão pública de tevê a partir dos consumidores. “As pessoas precisam saber quais são as empresas que bancam e garantem a baixaria que vai ao ar”, afirma o deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), presidente da CDHM. Segundo Mattos, só denunciar os programas televisivos que essas empresas patrocinam não tem sido suficiente para frear a baixaria porque as emissoras estão mudando de tática publicitária. “No lugar de expor o nome do produto diretamente e associá-lo aos seus conteúdos, passaram a oferecer os produtos das empresas como prêmios. É uma forma subliminar de propaganda”, avalia o parlamentar.
Campeões
O monitoramento, criado em 2002, já registrou 32,8 mil críticas feitas por telespectadores. Em sua 14ª edição, o Ranking da Baixaria na TV divulgou os cinco programas que receberam mais críticas nos últimos seis meses. As reclamações passam pelo crivo do Comitê de Acompanhamento da Programação, formado por representantes de mais de 60 entidades da sociedade civil.
O Big Brother Brasil 8, a novela Duas Caras e o Programa do Jô, da Rede Globo, além do Pânico na TV e do Super Pop, da Rede TV, foram os campeões de denúncia. “É possível diminuir o conteúdo sem caráter educacional e informativo da tevê se patrocinadores desistirem de financiar baixaria”, observa o advogado Ariel de Castro Alves, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda).

São Raimundo 0 x 0 Paysandu

30 minutros do segundo tempo.
São Raimundo 0 x 0 Paysandu.

R$ 19 mil de renda

A FPF divulgou há pouco a renda de São Raimundo x Paysandu.
Cerca de R$ 19 mil. O público pagante ainda não foi informado.

Reitor da UnB renuncia ao cargo; MEC discute substituição

Da Folha Online
com Folha de S.Paulo

O reitor da UnB (Universidade de Brasília), Timothy Mulholland, renunciou ao cargo. O pedido de exoneração será encaminhado ao Ministério da Educação. Ele estava afastado desde quinta-feira pelo prazo de 60 dias. A diretoria da UnB e o ministro da Educação, Fernando Haddad, discutem a substituição.
Na reunião também será discutida a posição a ser tomada em relação à ocupação dos estudantes na reitoria. Os estudantes da universidade, que ocupam a reitoria desde o último dia 3, não devem participar do encontro.
A expectativa é que seja apontado um nome para assumir a reitoria da entidade, já que Edgar Mamiya, vice-reitor da UnB que assumiu na última quinta-feira (10), pediu o afastamento do cargo neste sábado.
Conforme a Folha Online apurou, os alunos da UnB querem alterar o atual sistema de escolha de reitores. Os estudantes reivindicam que a UnB implemente o sistema de eleição paritária para escolha do reitor: os votos dos estudantes, professores e servidores teriam o mesmo peso.
Atualmente, o voto dos estudantes tem peso de 15%. O voto dos professores tem peso de 70% e os, dos servidores, de 15%. A saída dos membros da direção da reitoria da UnB era uma das principais reivindicações do DCE (Diretório Central dos Estudantes).
Nesta segunda-feira (14), os estudantes irão decidir a permanência na reitoria em uma assembléia.

São Raimundo x Paysandu.

Terminou no Barbalhão o primero tempo.
São Raimundo 0 x 0 Paysandu.

Remo 3 x 0 Pedreira

Pelo segundo turno do campeonato paraense.
Terminou no Baenão. Remo 3 x 0 Pedreira.

Decisão da Vale privatizada causa prejuízo de US$ bilhões

Lúcio Flávio Pinto
Editor do Jornal Pessoal e articulista de O Estado do Tapajós

A Companhia Vale do Rio Doce pode ser considerada uma das melhores vendedoras de minério de ferro do mundo, além de ser a maior em quantidade comercializada. Mas em matéria de fretes internacionais ela pode ser classificada como um desastre. Ao desativar a Docenave, privou o Brasil do melhor dos negócios: os fretes na navegação de longo curso, com ênfase na Ásia.
Um dos efeitos mais imediatos e cristalinos da privatização da Vale, em 1997, foi a progressiva desativação da Docenave, criada em 1962 e controlada pela estatal, que detinha 92% do capital. O principal objetivo da empresa de navegação, implantada quando a CVRD já líderava o mercado, era levar minério de ferro para o exterior (principalmente para o Japão e, depois, para a China) e trazer carvão mineral (sobretudo da Austrália) para o Brasil (e também petróleo, em menor escala e problematicamente).
A trajetória da empresa era de sucesso até a venda do controle da CVRD à iniciativa privada, por decisão do governo de Fernando Henrique Cardoso. Seus excelentes resultados não se deviam a nenhum protecionismo da Vale porque o minério de ferro é vendido a preço FOB, posto para o comprador no porto de embarque. A partir daí, o transporte é decisão de quem compra o produto. A Vale dissociou o preço FOB de venda do minério do frete oceânico para poder enfrentar seu principal competidor, a Austrália, muito mais próxima dos mercados asiáticos. Foi através de vendas cada vez maiores para o Japão que a estatal brasileira viabilizou comercialmente, a partir dos anos 1980, a valiosa jazida de Carajás, que possui o melhor teor de hematita do planeta. Quem comprasse seu minério teria liberdade para contratar o transporte mais barato até o ponto de entrega.
A Docenave provou eficiência conquistando mais clientes e se expandindo, até se tornar uma das maiores empresas de transporte de granéis sólidos do mundo. Chegou a operar com uma frota de 15 embarcações próprias e 30 fretadas, parte dessa frota com bandeira brasileira e outra parte com bandeira da Libéria e das Bahamas. “O mar parece não ter limites para nós”, disse o presidente da empresa, almirante Henrique Sabóia, que foi ministro da Marinha.
Através do seu braço liberiano, a Seamar, em parceria com um armador norueguês, a Docenave colocou nas águas, em 1986, os dois maiores míneropetroleiros do mundo, ambos construídos no Brasil: o Docefjord e o Tijuca. Logo em seguida contratou um navio ainda maior, o Docecanyon, de 275 mil toneladas. Dois anos depois, com a privatização, as águas começaram a se inverter.
Em 2000, o Docefjord, ainda em idade ativa, com 14 anos de uso, foi vendido pelos novos donos da Vale por 17 milhões de dólares. Seis navios da frota foram transacionados com a espanhola Elcano por US$ 53 milhões. Em 2001, 18 graneleiros já tinham sido passados em frente. A Docenave passou a se utilizar principalmente de navios afretados, quando necessário. A empresa sumiu dos mares, só começando a retornar em 2001, mas apenas no comércio de cabotagem, pela costa brasileira, até ser substituída por uma nova empresa, a Log-In, que acabaria por se desvincular da Vale, tornando-se autônoma.
Os analistas observaram que a Vale, já privatizada, ao decidir se desfazer da sua frota de alto curso, abriu mão dos fretes internacionais, que agregam mais valor do que a venda do minério em si. A empresa, que se orgulha de planejar a longo prazo e ter afinada visão estratégica, caminhou na direção oposta à da opção preferencial que iria fazer, pelo mercado asiático. Assim, destruiu o patrimônio construído com muito esforço e competência pela Docenave, ao oferecer fretes competitivos e conquistar clientes, independentemente da empresa-mãe.
Os fretes dispararam a partir de 2001-2002, quando a demanda chinesa por minério de ferro esquentou. Se é verdade que a navegação de cabotagem pela costa brasileira se expandiu a taxas superiores às do transporte interoceânico entre o final do século passado e os dois primeiros anos desta década, a partir de 2003 o frete entre o Brasil e o Japão e a China superou tudo que ocorreu até então. Esse é o destino de 60% dos quase 100 milhões de toneladas extraídos de Carajás e embarcados no porto da Ponta da Madeira, em São Luís do Maranhão, no ano passado.
O faturamento com a venda desse volume de minério rendou 5 bilhões de dólares. Mas a conta do frete foi a US$ 9 bilhões. Só uma minúscula parcela dessa última conta ficou com o transportador brasileiro. Se a Docenave não tivesse sido sufocada e quase extinta, até renascer apenas para redistribuir internamente minério trazido por outros navios internacionais, e para a cabotagem, alguns desses bilhões seriam faturados pelo Brasil, com muito maior rentabilidade do que a comercialização do minério. Mesmo com seu crescimento recente, dominando 70% do transporte entre os portos marítimos brasileiros, a Log-In só faturou US$ 120 milhões.
O erro de avaliação e de decisão, que destruiu a posição brasileira no mercado internacional de fretes, é evidente. A prova definitiva é a corrida recente que a Vale faz para afretar navios e reconstruir uma frota própria. Chegou-se a especular sobre a encomenda de dois ou três super-cargueiros de 540 mil toneladas. Os navios encomendados, porém, não estarão nos mares antes de cinco anos, por causa do excesso de demanda nos estaleiros espalhados pelo mundo, que estão lotados de pedidos.A busca do tempo perdido, se vier a se consumar, talvez ocorra quando o mercado já não estará tão aquecido quanto nos últimos quatro anos. Comprovado o erro desastroso, falta saber por que ele foi cometido: por simples imprevidência ou por qualquer outro motivo. Mas esta é uma história na qual ninguém parece querer tocar no Brasil. É uma típica batata quente.

O poder absoluto e suas absolutas distorções

Lúcio Flávio Pinto
Editor do Jornal Pessoal e articulista de O Estado do Tapajós

Não vou, ao menos por enquanto, discutir se a atriz alemã Nina Hoss, filha do deputado “verde”, Willi Hoss, há vários anos com presença no meio acadêmico do Pará, merece ou não ser a primeira “embaixadora especial do Pará”, título que passou a ostentar no final do mês passado. Com o que não concordo é com o método adotado para a criação: em regime de urgência urgentíssima, a honraria foi instituída e, de pronto, concedida, tudo feito em circuito fechado e por decisão arbitrária (mais uma) da governadora Ana Júlia Carepa e sua entourage, o cenáculo dos sábios plenipotenciários.
Para não haver dúvidas e suspeições sobre uma “ação entre amigos”, o governo devia ter constituído um conselho, composto por pessoas credenciadas a esse tipo de avaliação, que sugeriria nomes e opinaria sobre os que lhe fossem submetidos. Assim, ao invés de decretos categóricos e auto-suficientes, os atos seriam fundamentados, o que permitiria ao cidadão tomar ciência (e, eventualmente, aprovar) o seu embaixador honorífico, legitimando o seu mandato.
Embora o título seja simbólico, ele tem conseqüências. Uma delas é material: as idas e vindas do representante honorário serão custeadas pelo contribuinte paraense. Ao “toma lá”, por isso, devia corresponder o “dá cá”, abolido in limine. A outra conseqüência é – digamos assim – moral: sem colegiado, quem é que avaliará o desempenho da nossa primeira representante (e dos que vierem a segui-la, com a expedição de novas delegações de poderes)? Ora, no processo atual, os que lhe conferiram o título. Ou seja: os mesmos. O que acentua ainda mais o caráter da medida: uma ação entre amigos.
O arbítrio é, no Brasil, uma prerrogativa do chefe do poder executivo (federal, estaduais e municipais). Eles tudo podem porque têm a chave que abre os cofres públicos e a caneta que demite e admite no serviço público (com ênfase no presidente da república, com acesso ao erário mais robusto e à mais extensa folha de pessoal). Um embaixador inglês que observou essa concentração de poder ainda na década de 30 do século passado, Ernest Halmbloch, num livro sugestivamente intitulado Sua Excelência, o Presidente, foi expulso sumariamente do país pela autoridade suprema ofendida. Por ter dito a verdade.
Punido o herege, a prática permanece imutável até hoje. Os integrantes do Ministério Público elegem seus favoritos para uma lista de mais votados para a chefia do MP, mas o governador pode, dentre estes, escolher quem quiser. Da mesma forma, tem o poder sacramentador absoluto em relação aos novos desembargadores, podendo ignorar a hierarquia da lista que lhe é submetida. Essa prerrogativa é exercida majestaticamente pelo quase soberano, mas cada vez mais provoca crises. A diversificação da sociedade e a complexidade na sua representação colidem com essa verticalização no mando pelo chefe do poder executivo.
Faria muito bem à sociedade e à democracia se essa instância fosse suprimida. Cada categoria e cada instituição responderiam por seus atos, dando-se conteúdo a uma autonomia que existe apenas na letra vazia da lei e na formalidade da sua aplicação. O ordenador final e geral da despesa pública, que é o chefe do poder executivo, exerceria a função de coordenação e correção, no que lhe coubesse, a posteriori, ao invés de invadir previamente a seara alheia e tumultuar o equilíbrio entre os poderes. Muitos problemas seriam prevenidos e outros tantos resolvidos. Como este em fermentação e ebulição, da Universidade do Estado do Pará.
A UEPA é como outras instituições de ensino superior, que, ao invés de criarem efeito demonstrativo, funcionando como laboratório e modelo para outras engrenagens da sociedade, menos superiores e exemplares em seus pressupostos, acaba repetindo os procedimentos viciados ou deformados de outros agentes, como os políticos e seus partidos. Desde novembro, a instituição lava roupa suja e exibe suas máculas na tentativa de escolher seus novos dirigentes.
Ao invés de ser olímpico e modelar, o processo eletivo tem regras e procedimentos suspeitos, quando não viciados. Sob o impulso categórico de que só interessa ganhar, vale quase tudo (e um pouco mais), embora geralmente os candidatos aleguem a pobreza e a carência da instituição. Nem por isso se tornam mais moderados e ponderados nos seus projetos de poder.
Na cadeia de erros e deslizes, porém, a pior iniciativa foi a da governadora Ana Júlia Carepa, acolitada pelos seus inefáveis “luas pretas”. Ela podia alertar a comunidade acadêmica da UEPA e advertir os futuros dirigentes para suas responsabilidades, antecipando-lhes sua vigilância na observação da lisura e dos interesses superiores do Estado, mas não devia ir além do reconhecimento da autonomia universitária, ainda quando mal exercida.
Se um questionamento judicial suspendesse (temporariamente ou em definitivo) sua sanção, como ocorreu, devolveria à universidade o poder de suprir a lacuna. Mesmo havendo dúvidas e contradições formais quanto a essa autonomia, por que não deixar ao Conselho Universitário a tarefa (e o ônus) de indicar o reitor e o vice-reitor temporários, até a deliberação final da justiça sobre o contencioso armado pelos pretendentes aos cargos?
O bom senso é ignorado em proveito da voracidade pelo poder, o poder todo. Maquiavéis de orelha de livro e Richelieus de algibeira engendram operetas para justificar a desastrada intervenção da governadora em mais esse capítulo da já cabulosa novela. Diz o chefe da casa civil que o drama seria evitado se um dos candidatos, ao invés de recorrer à justiça da suposta decisão que a governadora iria tomar, esperasse pela concretização do ato. Ele teria uma agradável (e surpreendente, para abusar da tautologia e do pleonasmo) surpresa: o candidato de preferência de sua excelência era ele, não o adversário, tido como pule da vez.
Diante desse enredo, cabe a legendária frase do grande Machado de Assis, este, sim, um autêntico bruxo: ao vencedor, as batatas. A nós, o circo.

Fuso

No Repórter Diário:

Conforme divulgou quinta-feira o Jornal Nacional, já seguiu para sanção presidencial o projeto de lei que altera o fuso horário no Pará, Acre e Amazonas. As propostas, que tramitaram em conjunto, são de autoria dos deputados Elcione Barbalho (PMDB-PA), Lira Maia (DEM-PA) e do senador Tião Viana (PT-AC). Se sancionado, o projeto garantirá ao Pará trabalhar em fuso unificado.

Petistas funcionários públicos

"Acabou-se o tempo em que o militante do PT era aquele funcionário do Banco do Brasil, que saia candidato a vereador ou a prefeito no interior, carregando sua bandeirinha.

Hoje, quando se chega nos lugares mais distantes do país nos deparamos com a campanha eleitoral mais cara sendo a do PT.

Os militantes do PT acabaram. Hoje, só tem funcionário público, isto é, petista remunerado."

Frase do Senador Sérgio Guerra, durante encontro regional do PSDB, sexta-feira, em Santarém.

Paysandu começa sua jornada de redenção

No AMAZÔNIA:

Ainda tentando se recuperar do fracasso no primeiro turno do Campeonato Paraense, o Paysandu entra em campo, hoje, às 17 horas (de Belém), para encarar o São Raimundo, em Santarém, com o objetivo de dar início ao pacto lançado pelo técnico Edson Boaro. O novo comandante bicolor, que fará sua estréia no comando da equipe, quer que o grupo tenha uma seqüência de 11 vitórias para que o Papão comemore a conquista do segundo turno e garanta assim a participação na decisão do Parazão e as vagas na Série C deste ano e na Copa do Brasil de 2009.
'Não podemos parar e pensar no que aconteceu no primeiro turno. Temos que encarar esse jogo com o São Raimundo e todos os outros que virão pela frente como verdadeiras decisões', declarou Edson Boaro, que acredita em um desempenho melhor da equipe nesta segunda etapa da competição. 'Esse grupo de jogadores merece crédito pois, apesar da derrota na semifinal contra o Águia de Marabá, já deu uma boa resposta no primeiro turno. Acredito em um aproveitamento bem melhor agora e que estaremos na decisão do campeonato'.
Mas, para a partida, o técnico alvi-azul tem, pelo menos, quatro desfalques de peso - o lateral-direito Marquinhos Belém, que até a sexta-feira aguardava o resultado dos seus exames cardíacos; o meio-campista Rafael Oliveira, com uma contratura na coxa direita; o atacante Luís Mário, que se recupera de virose; e o volante Guilherme, que pediu, há dois dias, rescisão contratual.

sábado, 12 de abril de 2008

Almir tem alta do Hospital do Coração

Espaço Aberto

O ex-governador Almir deixou no final da manhã de hoje o Hospital do Coração, em São Paulo (SP), onde se encontrava desde 30 de março passado, quando foi vítima de um infarto em Bertioga (SP), onde reside desde o início deste ano.
Almir ficou vários dias internado na Unidade Coronária do HCor, de onde foi transferido para um apartamento depois que um cateterismo revelou que a área do coração lesionada não exigiria procedimento cirúrgico, e sim apenas clínico, à base de medicamentos.
Mas Almir não voltou logo para casa. Ainda permaneceu do Hospital do Coração porque se constataram alterações na próstata do ex-governador, de onde foi extraído um tumor.
“Mesma essa pequena cirurgia não tirou o bom-humor do dr. Almir. Quando falamos com ele, na quinta-feira, ele estava bem disposto, numa [cadeira] espreguiçadeira, falando em política sem parar e dando ordem às enfermeiras”, disse há pouco um amigo de Almir ao blog.
O ex-governador ainda permanecerá por enquanto na capital paulista, na casa de uma de suas filhas, e só nos próximos dias é que retornará a Bertioga.

Artesã santarena ganha um prêmio nacional

A artesã Neida Maria Pereira Rêgo, da Associação de Artesãos e Artesãs das Comunidades de Vista Alegre, Pedreira e Coroca (AARTA), em Santarém, foi uma das 10 vencedoras na categoria 'Membros de Associações ou Cooperativas de Pequenos Negócios', do prêmio Mulher de Negócios, promovido pelo Sebrae. Dona Neida, cujo grupo trabalha na confecção dos famosos trançados de Arapiuns, foi homenageada durante premiação que aconteceu na noite da última quarta-feira, 9, em Brasília. 'É muito bom ver nosso trabalho reconhecido', comemorou. O prêmio Mulher de Negócios é um reconhecimento da gestão bem sucedida de mulheres empreendedoras do País.
O trabalho de dona Neida teve início com o Projeto Trançados de Arapiuns, desenvolvido pelo Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular juntamente com o Sebrae no Pará envolvendo seis comunidades ribeirinhas com o objetivo de resgatar a cultura dos trançados de palha de tucumã, na região do Arapiuns, em Santarém.
(Fonte:O Liberal)

Fazendeiros passam de 'heróis a vilões' na Amazônia, diz 'The Times'

Fazendeiros vistos como heróis por colonizarem a Amazônia na década de 70 hoje são considerados vilões ambientais pelo mesmo governo federal que os incentivou a ocupar as terras, afirma uma reportagem publicada neste sábado pelo diário britânico The Times. A reportagem conta a história dos fazendeiros que, durante o governo militar, ganharam terras no município de Alta Floresta, no Mato Grosso, como indenização por terras perdidas para projetos hidrelétricos.
"Mesmo com a pressão dupla do aumento dos preços de alimentos e da demanda por biocombustíveis, o Brasil não vê mais a Amazônia como um território vazio à espera do desenvolvimento, mas como a maior reserva de biodiversidade do mundo e uma arma crucial no combate ao aquecimento global", diz o Times.
O tradicional jornal londrino ressalta a mudança na percepção do papel que os "desbravadores da Amazônia" teriam: de "pioneiros" e representantes do progresso, passaram a "criminosos" e desmatadores.
Foto com presidentes
"Sentíamos que estávamos construindo alguma coisa aqui e éramos elogiados por isso. Tirei foto ao lado de dois presidentes. Eles nos tratavam como heróis", afirmou ao jornal britânico o fazendeiro Dernei Olindo del Moro.
De acordo com declarações de fazendeiros publicadas pelo Times, os antigos "pioneiros" hoje se sentem abandonados pelo governo federal, que vem apertando a fiscalização na região.
"Ainda não se sabe se essas medidas vão surtir efeito. Apesar do enorme reforço de novos funcionários, ainda há poucos agentes do Ibama na fiscalização", afirma a reportagem.
"Operações federais em uma região tendem a deslocar grileiros e madeireiros ilegais para outra, e as vastas áreas de floresta não consolidada são uma tentação para os fazendeiros."
O repórter do Times conclui a notícia com uma declaração taxativa do cientista brasileiro Carlos Peres, professor da Universidade de Anglia Oriental, na Grã-Bretanha.
"Os incentivos econômicos para colonizar e desbravar a região são enormes. Se eu quisesse ganhar dinheiro, ficaria lá mesmo."
(Fonte: Times)

Acusados de matar empresário transferidos para Santarém

Deevem chegar daqui a pouco a Santarém, procedentes de Manaus os foragidos Raimundo Moura da Silva( o Goiano), João dos Santos Galvão, Luiz Roberto S. e Silva, acusados de ser o mentor e os financiadores do assalto em que foi assassinado o empresário José Azevedo Aquino, domingo passado, em Óbidos.
Outro acusado, Adri Paixão Ramos, foi transferido hoje de manhã para a penitenciária de Cucurunã.

Deputado desanimado

O deputado federal Nilson Pinto(PSDB-PA) está desanimado com o que chama de 'derrota líquida e certa' das oposições ao presidente Lula diante de qualquer votação na Câmara dos Deputados.
"Lula tem o apoio de 400 deputados", resigna-se Pinto. "Só nos cabe espernear, obstruir, sabendo que no final seremos derrotados pelo rolo compressor do governo", resume o parlamentar.

Lei proíbe distribuição da 'pílula do dia seguinte'

A distribuição da pílula do dia seguinte está proibida em postos de saúde municipais de Jundiaí (a 60 km de São Paulo) desde o início desta semana. O Ministério da Saúde pretende derrubar na Justiça a medida sancionada pelo prefeito Ary Fossen (PSDB) com o argumento de que ela contraria uma lei federal. Outros municípios tentaram a proibição, mas tiveram de recuar.
O diretor do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas do Ministério da Saúde, Adson França, disse que a decisão de Jundiaí contraria a Lei de Planejamento Familiar e as normas técnicas da pasta. “É inconstitucional”, afirma o diretor.
(Agência Estado)

CNBB censura texto em que padres pediam fim do celibato obrigatório

José Maria Mayrink
O Estado de São Paulo

A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) censurou, com o aval de 39 membros do Conselho Permanente da entidade, um texto aprovado em fevereiro pela Comissão Nacional dos Presbíteros (CNP) que sugeria propor ao Vaticano “possibilitar outras formas de ministério ordenado que não seja apenas a do presbítero celibatário”. Isso significa, na prática, a ordenação de homens casados e a readmissão de padres que deixaram suas funções para se casar.
A CNBB cortou também outras sugestões que seriam enviadas a Roma: um pedido de orientações mais seguras sobre a pastoral de casais de segunda união; a revisão do processo de nomeação de bispos e a beatificação e canonização de padres e bispos brasileiros “que seriam de grande estímulo para a vida e o ministério presbiteral”. Entre os candidatos, o texto cita padre Cícero Romão Batista, d. Hélder Câmara, d. Luciano Mendes de Almeida e padre João Bosco Penido Burnier.
“A presidência da CNBB, ouvido o Conselho Permanente, deliberou, entre outras coisas, que o subsídio fosse publicado sem as referidas propostas, o que faremos em breve”, comunicou o presidente da CNP, padre Francisco (Chico) dos Santos, ao plenário da 46ª Assembléia-Geral dos Bispos, encerrada ontem no Mosteiro de Itaici, em Indaiatuba (SP).
Padre Chico alega, em carta distribuída aos presentes no dia 9 e obtida com exclusividade pelo Estado, que, “antes de sua publicação, a imprensa divulgou, de maneira distorcida, algumas propostas contidas no subsídio a serem encaminhadas às Congregações para o Clero, para os Bispos e para a Causa dos Santos.
Em um comunicado anexo, com data do dia 7, assinado pela Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, da CNBB, também obtido pelo Estado, o texto argumenta, referindo-se ao título “Padres sugerem o fim do celibato”, publicado pelo Estado em 20 de fevereiro, que propor “outras formas de ministério ordenado que não seja apenas a do presbítero celibatário” “não quer dizer que os presbíteros estejam pedindo o fim do celibato, nem quer indicar que não reconheçam o valor do mesmo como dom de Deus para suas vidas e missão”.
“Foi uma manchete distorcida, que não corresponde ao conteúdo do que foi publicado pelo jornal”, disse o presidente da CNBB, d. Geraldo Lyrio Rocha, em entrevista coletiva após o encerramento da assembléia-geral de Itaici.Segundo um bispo que participou da reunião, a presidência da entidade pediu desculpas ao Vaticano pelo vazamento da discussão sobre o celibato e pelo fato de a questão ter sido debatida pela CNP.
O texto que seria encaminhado à Santa Sé havia sido aprovado no Encontro Nacional de Presbíteros por 430 delegados representando os 18.685 padres brasileiros. Em seu comunicado , lido no plenário na segunda-feira, juntamente com a carta assinada pelo padre Chico dos Santos, a Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada confirma a censura das propostas dos padres.
“Diante do ocorrido, com toda a repercussão no Brasil e em outros países e por outras razões, o Conselho Permanente, reunido em fevereiro, considerou ser melhor pedir a retirada dos três itens indicados como encaminhamentos às Congregações para o Clero, para os Bispos e para a Causa dos Santos”, informa o comunicado.

São Raimundo x Paysandu não tem horário definido

A 24 horas do jogo de domingo entre São Raimnundo x Paysandu a Federação Paraense de Futebol ainda não definiu o horário da partida no estádio Barbalhão.
Marcado inicialmente para 16 horas, há possibilidade do jogo ser realizado somente às 17 horas para fugir da concorrência da transmissão de Botafogo x Flamengo pela televisão. O clássico caricoa começa às 15 horas (horário local).

Almir Gabriel: equívocos de uma crise anunciada

Lúcio Flávio Pinto

Como quase toda personalidade pública, o ex-governador Almir Gabriel é amado e odiado. Qualquer que seja o sentimento que provoque, sua pessoa interessa à opinião pública. A notícia sobre o infarto que o acometeu provocou uma onda de reações díspares no Estado, como era de se prever. Sempre há pessoas de maus bofes, a desejar-lhe o pior. Mas no turbilhão de reações, a onda dominante carregou o desejo de todos nós de que ele supere mais uma adversidade física e retome sua vida normal, embora alguns de seus hábitos contribuam para o contrário, contra as expectativas que um médico podia suscitar em se tratando de saúde.
Muito do que o ex-governador realizou em sua vida é função dos seus méritos pessoais incontestáveis, a despeito de algumas características da sua personalidade desfavoráveis a uma convivência mais proveitosa, sobretudo em política. Mas certamente ele não chegaria tão longe sem o apoio que a sociedade paraense lhe deu, em função das esperanças que despertou (e também frustrou). Logo, o interesse da opinião pública não é só legítimo: devia ser considerado bem-vindo e atendido.
A decisão, atribuída à família, de bloquear ou limitar a divulgação de boletins sobre a evolução do estado de saúde do ex-governador durante o seu período de internamento no Hospital do Coração, em São Paulo, desserviu a quase todos, exceto aos que se lançaram sobre o episódio com maus instintos e propósitos. Informações corretas e suficientes teriam bloqueado os efeitos de boatos malignos e interpretações viciadas, gerando uma cadeia de notícias consistentes, mesmo que graves.
Claro que mesmo informações exatas podem receber análises desfavoráveis à figura do ex-governador, mas isso é inevitável na vida pública. Constitui a parte de espinhos da coroa de flores que tanto fascínio exerce. Quem usufrui as vantagens do poder tem que estar preparado para seus sacrifícios.
Os modos autoritários e egocêntricos criaram mais problemas para o ex-governador Almir Gabriel do que seus inimigos, adversários, ex-correligionários e ex-amigos. Estas duas últimas categorias têm apresentado um crescimento recente bem maior do que as anteriores porque ele deixou de admitir críticas, expurgou a pluralidade do seu âmbito e fez da própria vontade o eixo da sua atuação. Perdeu assim a capacidade de analisar com proveito a realidade.
Em sua boca, a frase suprema da monarquia absolutista francesa não soava despropositada: “o Estado sou eu”, pensou o doutor Almir em 2006, impondo sua candidatura fora de época. Ao ter que encarar a derrota, amargou a sua vida e a dos que lhe estão próximos. Com relutância, abandonou a vida pública, de forma hesitante e desastrosa, cobrindo com fel o encerramento de uma carreira brilhante, quando devia ser magnânimo e superior, porque a história lhe foi generosa.
Numa visão mais tolerante e ampla, ele teria percebido que sua fracassada tentativa de se tornar o único político a ser eleito por três vezes para o governo do Pará teve tanto do seu erro quanto do desamparo em que o deixou o seu sucessor. Simão Jatene podia ser fiel às suas palavras e do seu patrono: de que, acima das pessoas, estava o projeto do “novo Pará”, e que seria eternamente grato ao antecessor, que lhe deu a vitória ao permanecer até o fim no cargo e usar a máquina do poder para carregar o candidato pesado. Mas Jatene também teve bons motivos para se indignar com o uso plenipotenciário do poder de decidir que Almir fez, impondo o seu nome sem a menor consideração pelo governador e seu direito de reivindicar a reeleição, tal qual o antecessor. O projeto pessoal prevaleceu e ambos pagaram caro pela contradição. O Pará, muito mais que eles, em longas parcelas, ainda a vencer, sabe lá quando.
O isolamento de Almir Gabriel, na condição de mau perdedor, foi uma punição para ele e para os que lhe querem bem, a despeito de todos os seus defeitos, em quantidade e significação menor do que os seus méritos. Bertioga, contudo, não é Colombey-les-deux-Églises e o povo, que ele ignorou nas despedidas, não foi buscá-lo para vir marcar com sua presença as eleições municipais deste ano, como um De Gaulle tabagista. A solidão apenas o fez acrescentar mais uma carteira à sua insensata dieta diária de quatro carteiras de cigarros.
O resultado só não foi pior porque, no fim de semana, ele não estava tão só quanto ficava nos dias úteis, no condomínio fechado no litoral norte paulista. Como já acontecera quando da hemorragia na aorta abdominal, no seu primeiro mandato de governador, ele se salvou quase por milagre (milagre extensivo ao vice, Hélio Gueiros Jr., no sentido mais ativo da expressão).
Todos nós, paraenses de boa vontade, gostaríamos que o doutor Almir Gabriel interpretasse corretamente esses sinais e reescrevesse o epílogo de sua vida pública, para o bem de todos e felicidade geral do Estado, adicionando-lhe mais capítulos do que os ventos adversos sugerem. Longa vida, doutor Almir. Com superioridade e bom senso.

Sead divulga resultado final da Sespa

A Secretaria de Esta do de Administração (Sead) divulgou o resultado final nas provas objetivas e a convocação para a avaliação de títulos dos candidatos aos cargos de nível superior do concurso público, da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).
Foi divulgado também o resultado final nas provas objetivas e a convocação para entrega dos títulos dos candidatos aos cargos de nível superior, na seqüência cargo, especialidade, pólo de classificação, número de inscrição, nome do candidato por ordem alfabética e nota final nas provas objetivas.
AVALIAÇÃO - Os candidatos convocados para avaliação de títulos terão os dias 14 e 15 de abril para a entrega dos títulos, no horário das 9h às 17h, nos seguintes endereços: Belém - E.E.F.M. Lauro Sodré, Travessa Pirajá, s/nº, Marco. Altamira - Centro Poliesportivo Nicias Ribeiro, Rua Deoclides de Almeida, nº 300, Brasília. Marabá - E.M.E.F. Prof. Jonathas Pontes Athias, Folha 22, Quadra Especial, Nova Marabá. Santarém - Colégio E. E. M. Álvaro Adolfo da Silveira, Avenida Marechal Rondon s/nº, Santa Clara.

ANALISTA DE SISTEMAS/PÓLO - HR SANTARÉM ELENILSON OLIVEIRA SILVA, IRLEY MONTEIRO ARAUJO, JOSÉ WILDE SANTOS DA FONSECA, LUIZ CRUZ ALMEIDA, MARCIEL DE FREITAS ALVES, RODRIGO FRANCO DOS SANTOS, SANDRO ANDREY NATIVIDADE MONTEIRO BIOMÉDICO/PÓLO ­ HR SANTARÉM ANDRÉ ANTONIO CORRÊA DAS CHAGAS, ANDRE DE LIMA BRITO, ELAINE AUGUSTA DOS SANTOS SOARES, ELIANA DA SILVA NASCIMENTO, JANAINA TESSARO MOREIRA, JOSÉ OLIVÁ APOLINÁRIO SEGUNDO, MAURICIO LIBERAL DE ALMEIDA, RENATA DE MENDONÇA PAIVA, ROSILENE ANTONIA GUERREIRO VAZ, THAIANA SANTOS BARBOZA CONTADOR/PÓLO ­ HR SANTARÉM ALESSANDRO PEREIRA DE ABREU, MARCELO MOITA CARDOSO ECONOMISTA/PÓLO ­ HR SANTARÉM CIDIA GISELE MAGNO MORAIS, RAIMUNDO JOSE DA SILVA QUARESMA, VALDIR MATIAS AZEVEDO MARQUES JUNIOR ENFERMEIRO ­ ESPECIALIDADE: NEFROLOGIA/ PÓLO - HR SANTARÉM ALESSANDRA AMARAL BRANDÃO, CARINA ROCHA MIRAN- DA DE SOUSA, CLÉCE MARIA PANTOJA DOS SANTOS, ELLEN SARAIVA PINHEIRO LIMA, FABIOLA IVANA AGUIAR GUEDES, GRACE KELLY SÁ GOMES, JEYSE ALIANA MARTINS BISPO, JOSEMILDA SOUZA DOS ANJOS, MONICA KARLA VOJTA MIRANDA, NATHALIA CRISTIANE CALDAS DE SENA, RAQUEL SANTOS DA SILVA, ROSÁUREA LISBOA MACHADO, SANDRA MARA GOMES BATISTA, VALDIRENE DUARTE SOUZA ENFERMEIRO ­ ESPECIALIDADE: ONCOLOGIA/ PÓLO - HR SANTARÉM AILSON ALMEIDA VELOSO JUNIOR, ANA CLAUDIA DE MATOS SANTOS, BÁRBARA CHRISTINE DE SIQUEIRA ARRAIS, BENEDITO DO CARMO GOMES CANTÃO, CONCEICAO JENNINGS AGUIAR, DALVA E SILVA MARTINS, FRANCIANE DE PAULA FERNANDES, FRANCISCO DE ASSIS NASCIMENTO DE LIMA, GREYCIANE DE FATIMA ARAGÃO DA MATA, INARA MARIELA DA SILVA CAVALCANTE, JUCELINE MAURA BORGES CORRÊA DE SOUZA, LILIAN PONTES DE SOUSA, LUANA MODESTO DIAS, MARIA MONICA MACHADO DE AGUIAR LIMA, MARIA NACEME ARAUJO DE FREITAS, MIZA DE ASSUNÇÃO PIMENTEL DO AMARAL, ROBERTA ANTONIA LIMA FERREIRA, ROSANA MARIA SEIXAS ALVES PAIXAO, ROSANA ROSA AYRES DE LIMA, RUBÍDIA MARIA IMBIRIBA LIMA DE LIMA ENGENHEIRO ­ ENGENHARIA CIVIL/PÓLO - HR SANTARÉM JARDES CORREA COSTA ENGENHEIRO ­ ESPECIALIZAÇÃO:ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO/PÓLO - HR SANTARÉM EDUARDO SANTOS PEREIRA, MACIEL DOS SANTOS SOUZA, MIGUEL DO ESPIRITO SANTO TEIXEIRA LOUREIRO, MÔNICA CRISTINA BARCOS ESTATÍSTICO/PÓLO - HR SANTARÉM JORGE ALBERTO AZEVEDO ANDRADE, MARCO ANTONIO MARQUES DOS SANTOS FÍSICO/PÓLO - HR SANTARÉM EDSON FURTADO LOUZADA, EDUARDO JOSÉ D ELIMA GO- MES, FRANK OLIVEIRA DE SOUZA, JANDERSON FIGUEIRA FERREIRA, JOAO ROBERTO SOUSA DE MIRANDA, SANDRO ALÉSSIO VIDAL DE SOUZA MÉDICO/PÓLO ­ HR SANTARÉM ANDREA JOY VIEIRA REGIS, EDUARDO SOARES FREIRE, JUNIO AGUIAR AZEVEDO, ODILTON CLÉBER SIQUEIRA DE AMARAL MÉDICO ­ ESPECIALIDADE: ANESTESIOLOGIA/ PÓLO ­ HR SANTARÉM CHARLES FARAH SEREDNICKI, JOSÉ AUGUSTO MARTINS MORGADO, SILVIA ATAIDE DA SILVA, WALDACI MATOS MARTINS (CLÍNICA/CIRÚRGICA/PEDIÁTRICA)/PÓLO ­ HR SANTARÉM GICELY DE NAZARÉ LIMA PEREIRA MÉDICO ­ ESPECIALIDADE: CARDIOLOGIA ­ ÁREAS DE ATUAÇÃO: CARDIOLOGIA PEDIÁTRICA, HEMODINÂMICA E CARDIOLOGIA INTERVENCIONISTA/PÓLO ­ HR SANTARÉM EVERTON CARVALHO CANTO, FRANCISCO MACHADO DE AGUIAR, LEOPOLDINNE CABRAL GONÇALVES DE OLIVEIRA MÉDICO ­ ESPECIALIDADE: CIRURGIA-GERAL/ PÓLO ­ HR SANTARÉM ALDO MARÇAL GUIMARÃES, ANDRÉ LUIZ SANTOS RODRI-GUES, EVANDRO AGUIAR AZEVEDO, JEAN CARLO RODRIGUES PEREIRA, ROGERIO LEONEL BORGES MÉDICO ­ ESPECIALIDADE: CIRURGIA PLÁSTICA/ PÓLO ­ HR SANTARÉM EULER AMARAL DE SOUSA JÚNIOR MÉDICO ­ ESPECIALIDADE: CIRURGIA VASCULAR/ PÓLO ­ HR SANTARÉM ADELSO APARECIDO PEDROSA, EDIVALDO ROBERTO AZEVEDO MÉDICO ­ ESPECIALIDADE: DERMATOLOGIA/ PÓLO ­ HR SANTARÉM FRANCIMARY LEÃO DIAS SILVA MÉDICO ­ ESPECIALIDADE: ENDOCRINOLOGIA/ PÓLO ­ HR SANTARÉM ANDRÉA DE CASTRO LEAL MÉDICO ­ ESPECIALIDADE: GINECOLOGIA E OBSTE- TRÍCIA ­ ÁREA DE ATUAÇÃO: ULTRASONOGRAFIA EM GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA/ PÓLO - HR SANTARÉM ALVARO DE OLIVEIRA DUARTE, ARMANDO NAZARENO ALMEIDA DA CUNHA, EVA ELIANE GENTIL ALCOFORADO DINIZ, HELIO CABRAL DA SILVA, IARA DANTAS ALVES FERREIRA, JOÃO CARLOS DOS SANTOS, MÉDICO ­ ESPECIALIDADE: INFECTOLOGIA/ PÓLO ­ HR SANTARÉM JOÃO RICARDO RODRIGUES MAIA MÉDICO ­ ESPECIALIDADE: MASTOLOGIA/ PÓLO ­ HR SANTARÉM CRISTIANE DE PAIVA SILVEIRA AGUIAR, KLEBER DE SOUZA REIS MÉDICO ­ ESPECIALIDADE: MEDICINA DO TRABA- LHO/PÓLO ­ HR SANTARÉM JOÃO BATISTA DA SILVA NEGRÃO, JOSE MARIA ANTUNES LIMA MÉDICO ­ ESPECIALIDADE: MEDICINA INTENSIVA/ PÓLO ­ HR SANTARÉM ANTONIO CALDERARO NETO, ANTONIO CARLOS ALVES DA SILVA MÉDICO ­ ESPECIALIDADE: NEFROLOGIA/PÓLO ­ HR SANTARÉM JULIANA CUNHA FERREIRA MÉDICO ­ ESPECIALIDADE: OFTALMOLOGIA/ PÓLO ­ HR SANTARÉM JANDERSON FIGUEIRA DOS SANTOS, RICARDO TOMÁS DA COSTA MÉDICO ­ ESPECIALIDADE: ORTOPEDIA E TRAUMA- TOLOGIA/PÓLO ­ SANTARÉM LEONARD CABRAL GONÇALVES DE OLIVEIRA MÉDICO ­ ESPECIALIDADE: ORTOPEDIA E TRAUMA- TOLOGIA/PÓLO ­ HR SANTARÉM EROS DANTAS ALVES FERREIRA, FRANCISCO PEREIRA DE ARAUJO, PAULO HENRIQUE NASCIMENTO PIRES MÉDICO ­ ESPECIALIDADE: OTORRINOLARINGOLO- GIA/PÓLO ­ HR SANTARÉM FRANCISCO NÉLIO AGUIAR DA SILVA MÉDICO ­ ESPECIALIDADE: PEDIATRIA ­ ÁREA DE ATUAÇÃO: MEDICINA INTENSIVA PEDIÁTRICA/PÓLO ­ HR SANTARÉM DANIEL CALÇADO TERAPEUTA OCUPACIONAL/PÓLO ­ SANTARÉM ANNA ISABEL TEIXEIRA SILVA DE AMARAL, CLAUDETH REIS DA SILVA, ELLINGER CRISTINA SOUSA DA SILVA, LAIANA SOEIRO FERREIRA, MARY GLAUCY BRITO CHIANCA NEVES, NIELY CRISTINE MELO JORGE

PSDB não lança candidatura no encontro regional

Ainda não foi desta vez que os dirigentes do PSDB resolveram lançar a candidatura de um nome do partido à prefeitura de Santarém.
Reunidos em Santarém, sexta-feira, os tucanos preferiram apostar no entendimento entre os deputados Alexandre Von(PSDB) e Lira Maia(Democratas).
Pelos discursos das lideranças tucanas, já está fechada a coligação entre os dois partidos, não importando quem será o candidato.

Manchetes da edição de sábado de O Estado do Tapajós

MÁRIO COUTO VAI APRESENTAR CPI PARA INVESTIGAR O DNIT

ALVO DE CRÍTICAS DO PSDB, GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ DÁ HOSPITAL REGIONAL PARA PRO-SAÚDE ADMINISTRAR

COMISSÃO DE VISTORIA LIBERA BARBALHÃO PARA DOMINGO

CARREGADORES CONSTRÓEM PONTES NA TAPAJÓS

SANTARÉM TERÁ O MESMO HORÁRIO DE BRASÍLIA

REDE PÚBLICA PODERÁ TER AULA DE MÚSICA A PARTIR DE 2009

JUSTIÇA FEDERAL EXTINGUE AÇÃO QUE PEDIA LIBERAÇÃO DE VENDA DE BEBIDAS NA BR-163

sexta-feira, 11 de abril de 2008

O crescimento da agropecuária

Ronaldo Brasiliense

O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, garante que não é necessário derrubar nenhuma árvore da Amazônia para aumentar a produção agropecuária do País. Ele afirmou que a expansão dos cultivos pode ocorrer nos 165 mil km² de áreas já degradadas existentes em todo o Brasil. “Nós temos muita área degradada a ser recuperada. O que precisamos é de um programa para isso. O segundo ponto é a pecuária. Enquanto ocupamos 50 milhões de hectares para a produção de grãos, nós ocupamos, para a pecuária, mais de 200 milhões de hectares. Ou seja: quem efetivamente usa terras no Brasil é a pecuária, em uma densidade de aproveitamento muito baixa”, avaliou Stephanes.

OSCIP do Paraná dispensada do Hospital Regional de Santarém

A secretaria estadual de saúde Laura Rosseti acaba de anunciar a rescisão unilateral do contrato da Sespa com o Centro de Administração Paranaense(CAP), a OSCIp que administrava o Hospital Regional do Oeste do Pará, com sede em Santarém.
No lugar do CAP entra a OS Pró-Saúde, que já administra o hospital regional de Altamira.

PSDB reúne mais de 500 pessoas no encontro regional


Abertura do Encontro Regional do PSDB no Oeste do Pará, hoje de manhã, na boate Fun House.
O único estranho no ninho tucano era o deputado federal Lira Maia(Democratas).

Unificação de horário de Santarém ao de Brasília teve por base projetos de deputados paraenses

O Senado Federal aprovou esta semana Substitutivo da Câmara dos Deputados ao Projeto do Senado, de autoria do Senador Tião Viana, que altera o fuso horário brasileiro.
A proposta altera as alíneas "b" e "c" e revoga a alínea "d" do art. 2º do Decreto nº 2.784, de 18 de junho de 1913, a fim de modificar os fusos horários do Estado do Acre e de parte do Estado do Amazonas do fuso horário de Greenwich menos cinco horas para o fuso Greenwich menos quatro horas para o fuso horário Greenwich menos três horas.
A Relatora da proposta na Câmara dos Deputados, Deputada Rebecca Garcia apresentou um substitutivo, fruto de um consenso que acolheu as sugestões dos projetos dos deputados paraenses Lira Maia e Elcione Barbalho, que foram apensados a proposta original.
Com isso, parte do Estado todo Pará também terá alterações em seu fuso horário passando a ter o mesmo horário de Brasília e Belém, acabando com a diferença que hoje é de menos 1 hora.
A proposta vai agora para sanção, pois o Senado Federal acatou na íntegra o substitutivo da Câmara dos Deputados.
Para Lira Maia, que apresentou o Projeto de Lei nº 1.323/2007 - um dos projetos apensados - atendendo a uma solicitação da Associação Comercial e Empresarial de Santarém, a nova lei unifica os horários no Estado do Pará, trazendo enormes benefícios, principalmente para a Região Oeste do Pará. "Com a aprovação desta importante Lei, nossa região não estará sendo prejudicada pela recente decisão do Governo Federal em proibir que programas realizados "ao vivo", somente podem ser transmitidos no mesmo horário de sua realização, como é o caso dos jogos de futebol. A recente medida colocava nossa região no passado tecnológico, e isso, graças à aprovação desta Lei, não ocorrerá mais", concluiu Lira Maia.

Tucanos alfinetam Ana Júlia

Nenhum cardeal tucano que está neste momento em Santarém dispensou a governadora Ana Júlia de ácidas críticas.
Os senadores Sérgio Guerra(PE) e Mário Couto acusaram Ana Júlia de omissa quanto ao não funcionamento do Hospital Regional do Baixo-Amazonas.
O senador Flexa Ribeiro afirmou que Ana Júlia está mais perdida "que carrocho em caminhão de mudança".

Alter do Chão na estação das águas

Ilha do Amor, em Alter do Chão, submersa pelas águas do rio Tapajós nesta época de cheia dos rios da região.
Foto: Olavo Neves.

Nem tudo que reluz é ouro

Reunião promovida pela Alcoa, ontem em Juruti, deixou alguns empresários da região com a pulga atrás da orelha.
Um dos palestrantes do evento foi curto e grosso ao falar das novas oportunidades de negócios abertas pela mineração;
- Não há lugar para aventureiros. Vocês têm que fazer um estudo de viabilidade de seus futuros negócios não pensando apenas no presente, quando há muita gente trabalhando nas obras de implantaçao de uma mina, mas no que vai acontecer quando esses empregos 'mingüarem'.

Receita muda número e ligação passa a ser gratuita de telefone fixo

A Receita Federal informou nesta quinta-feira (10) que alterou o seu número de atendimento ao público. A partir desta sexta (11), o contribuinte interessado em tirar dúvidas deverá ligar para o número 146 em lugar do 0300-789-0300. Segundo o órgão, a ligação, se feita de um telefone fixo, passará a ser gratuita. Anteriormente, havia uma tarifa de R$ 0,04 o minuto. Se a ligação for feita de telefone celular, pelo novo sistema, o preço cobrado será o mesmo de uma ligação local. A tarifa anterior era de R$ 0,40 o minuto. O atendimento pelo telefone é destinado especialmente ao contribuinte pessoa física.
(Fonte: G1)

Falta de assunto

A prefeita Maria do Carmo não tem obras e nem serviços para inaugurar.
Por isso, inventa factódides para desviar a atenção da opinião pública, através da TV Tapajós, dos graves problemas da cidade.
Primeiro, inventou essa história da prefeitura assumir o Hospital Regional do Baixo Amazonas.
Agora, fala da instalação da quarta turbina da hidrelétrica de Curuá-Una, pela Eletronorte, como se seu governo tivesse investido um único tostão naquela obra.

As muitas versões para a saída de Charles Alcântara da Casa Civil

Paulo Bermerguy, no Espaço Aberto, faz um retrospecto do processo de fritura de Charles Alcântara.
Juvêncio Aruda, no Quinta Emenda, faz conjecturas sobre o sucessor Cládio Puty.

Almir está operado da próstata em São Paulo

O ex-governador Almir Gabriel submeteu-se em São Paulo (SP) a uma cirurgia para extração de um tumor na próstata.Está no apartamento. Não está em UTI. E passa bem, segundo informaram há pouco, por telefone, ao blog.
(Espaço Aberto)
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Esta notícia foi antecipada ontem, aqui.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Compensação ambiental

Foi julgado quarta-feira no Supremo Tribunal Federal (STF) a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 3378 que havia sido ajuizada pela Confederação Nacional Federal (CNI) contra o artigo 36 da Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Lei 9985/2000), que estabelece a compensação ambiental por danos causados por empreendimentos. A maioria dos magistrados, com exceção de Marco Aurélio, considerou o pedido dos empresários improcedente. Segundo o relator Carlos Ayres Brito “a compensação ambiental se revela como instrumento adequado ao fim visado pela Constituição Federal qual seja, a preservação do meio ambiente para as presentes e futuras gerações e, por isso, não cabe a alegação da CNI de que o dispositivo atacado contraria a razoabilidade”.

Vem confusão por aí

quem acha que a CNI saiu perdendo nessa pode estar muito enganado. Basta ler o voto completo do STF. A maioria votou pela exclusão da frase “não pode ser inferior a meio por cento dos custos totais previstos na implantação de empreendimento” no 1º artigo do artigo 36. O que isso significa? Que o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade que, desde os tempos em que ainda se chamava Ibama, está lutando para se capitalizar com compensações ambientais, poderá minguar sem dinheiro, ou no mínimo demorará anos para receber compensações questionadas pela justiça. Quem vai financiar as unidades de conservação?
(Fonte: O Eco)

Ana Cláudia Cardoso assume Secretaria de Governo

Com a ida do economista Cláudio Puty para o comando da Casa Civil do Estado, em substituição a Charles Alcantara, Ana Cláudia Cardoso foi a escolhida para assumir a Secretaria de Estado de Governo. Ana Cláudia era secretária-adjunta da Segov. As mudanças foram anunciadas hoje, a partir da confirmação da saída do então Chefe da Casa Civil, Charles Alcantara, que desde ontem não fazia mais parte do governo. A troca foi decidida pela Democracia Socialista, uma das alas do PT nacional, que já indicou seu substituto. Especulou-se que o eleito seria Joaquim Calheiros Soriano, paulista, que atualmente é Secretário nacional de Formação Política do PT e dirigente da Democracia Socialista. Porém, a escolha para suceder Alcantara recaiu sobre Cláudio Puty.
(Fonte: Diário do Pará)

Paulo Rocha quer encontro de Lula com a bancada da Amazônia

Ray Cunha
Agencia Amazônia de Notícias

BRASÍLIA — Eleito novo coordenador da bancada federal da Região Norte — Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins — o deputado Paulo Rocha (PT-AP) arregaça as mangas e sai na defesa dos interesses da região. Rocha tem a execução do Plano Amazônia Sustentável como ponto de largada da ação frente ao bloco parlamentar formado por 86 deputados federais. Para isso, ele articula para maio uma reunião do bloco com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ex-líder do PT na Câmara, em 2005, Paulo Rocha está no quinto mandato como deputado.
Outro ponto crucial a ser debatido com a seriedade necessária é o da soberania brasileira sobre a Amazônia. “As Forças Armadas têm um papel fundamental para a Amazônia, nessa visão de desenvolvimento sustentável, de desenvolvimento humano e na questão da soberania. Esse é um ponto da pauta que a bancada deve priorizar. Em termos práticos, vamos chamar os comandantes das Forças Armadas na Amazônia, provocar um debate e, por meio do Orçamento da União, fortalecer mais a estrutura das Forças Armadas”, diz Paulo Rocha.

Carlos Martins coordena ação do legislativo para fórum mundial

Os órgãos de segurança pública e secretarias do governo estadual, além da prefeitura municipal de Belém vão receber o relatório da sessão especial realizada ontem, 10 de abril, na Assembléia Legislativa do Estado, onde foi debatida entre parlamentares, representantes do governo estadual, Prefeitura de Belém, Ministério Público e da sociedade civil, a organização da 8ª Edição do Fórum Social Mundial. O documento contém sugestões para a realização do evento, como segurança, esquema de coleta de lixo e oferta de serviços em geral. O FSM tem previsão de reunir cerca de 120 mil pessoas de todos os continentes, em Belém, em janeiro de 2009 para debater um modelo diferente de desenvolvimento com ênfase no ser humano, meio ambiente e na diversidade cultural.
A sessão foi requerida pelo líder da bancada do PT na Alepa, deputado Carlos Martins e seu colega de bancada Carlos Bordalo. Os dois parlamentares defendem que o parlamento se integre à organização do FSM, como representante institucional do povo paraense. "O fato de incluir Belém no Fórum Social Mundial é de grande relevância para o Estado e para a Amazônia. Significa dialogar com o mundo e é fundamental a participação do parlamento, porque devemos debater que modelo de desenvolvimento nós queremos para o planeta", explica Bordalo.
Além de discutir a questão da logística, defendeu Carlos Martins, o parlamento estadual deve levar em consideração o conteúdo do fórum, que é um evento de pluralidade é de grande importância para a região. Afinal, explicou Martins, todos os segmentos sociais da Amazônia estarão representados no FSM, como indígenas, quilombolas, trabalhadores rurais e urbanos e muitos outros.

Jardel na delegacia regional

Circula a informação que o delegado regional Carlos Mota, que está em Belémn, só regressa a Santarém para limpar as gavetas.
O mais cotado para assumir o comando regional da Polícia Civil no Oeste do Pará, é o delegado Jardel Guimarães.

Saúde de Almir preocupa

Parlamentar tucano que regressou esta madrugada de São Paulo e visitou Almir Gabriel no hospital conta que não gostou do que ouviu e viu sobre o quadro clínico do ex-governador.

Mário Couto suspende greve de banho

O senador Mário Couto suspendeu a greve de banho que faria em protesto pela não votação de projetos de leis que beneficiam os aposentados.
Ontem à noite, o plenário do Senado Federal aprovou os projetos de autoria do senador Paulo Paim(PT-RS) que fixam as aposentadorias pela média das últimas contribuição e garagem a correção pelo índice aplicado ao reajuste do salário mínimo.
A votação dos dois PL's era era a exigência que senador vinha fazendo desde a semana passada para suspender o protesto. Os projetos tramitavam na Cãmara há mais de 5 anos e foram engavetados pelo senador Aloysio Mercandante, seu relator.

Sai Charles Alcântara, entra Cláudio Puty

Espaço Aberto:

Então é isso mesmo: onde há fumaça, há fogo. Ou então, o povo aumenta, mas não inventa; ou ainda, quando há fritura, alguém sai fritado; mais: quando celulares de todos os assessores estão fora de área, é sinal de a fumaça sai do fogo. Enfim, essas coisas todas, vocês sabem.
Enfim: Charles Johnson da Silva Alcântara não é mais chefe da Casa Civil da governadora Ana Júlia de Vasconcelos Carepa.
O site do Diário do Pará já informa até quem é seu substituto: Joaquim Calheiros Soriano, que não é paraense.
Diz o seguinte a informação do Diário:Ontem à tarde, em conversa com a governadora Ana Júlia, ficou decidido que o Chefe da Casa Civil, Charles Alcântara, não iria mais fazer parte do governo. A troca foi decidida pela Democracia Socialista, uma das alas do PT nacional, que já indicou seu substituto. Trata-se de Joaquim Calheiros Soriano, que por coincidência está em Belém há 48 horas. Joaquim Soriano é paulista e atualmente é Secretário nacional de Formação Política do PT e dirigente da Democracia Socialista.

ATUALIZAÇÃO ÀS 15H50:
O novo chefe da Casa Civil, em verdade, é Cláudio Puty. Mais: esta mexida no coração do governo Ana Júlia pode sobrar - de forma negativa - para o G10, o grupo pluripartidário que já tenta até influenciar na Mesa da Assembléia.
ATUALIZAÇÃO ÀS 16H04:
A versão do governo do Estado está sendo preparada. É mais quem quer quem conhecer a versão oficial. Porque a versão oficial, vocês sabem, é sempre mais articulada. Às vezes, chega a ser até mais divertida. Ainda há pouco, correu a história de que razões de saúde seriam apresentadas na versão oficial. É esperar para conferir. Mas tarde sai.

Nepotismo e outras questões da justiça

Do Jornal Pessoal, de Lúcio Flávio Pinto, que chega hoje às bancas de Belém:

"O Coordenador de Imprensa do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, Linomar Bahia, enviou uma carta a este jornal a propósito de matérias da edição anterior referentes ao judiciário. Considerando a importância das questões, decidi publicá-la à parte da seção de cartas. Minha resposta segue-se à correspondência do TJE.
De ordem da Presidência do TJE, e em atenção e respeito aos leitores e à sociedade em geral, faço chegar a V. Sa. as seguintes informações, esclarecendo o que consta de matérias publicadas na edição da 1ª quinzena de abril desse periódico.
Não se sustenta na legislação vigente e, assim, muito menos comporta o rótulo de arcaico, o que consta de trecho inserido na matéria de capa, intitulada “Na quadratura do círculo”, sobre o critério adotado pelo Pleno do TJE na votação da lista tríplice para preenchimento da vaga de desembargador destinada, pela Constituição Federal, a advogado constante de lista sêxtupla encaminhada pela OAB-PA.
Todo o processo de votação dos nomes observou rigorosamente a dispositivos constitucionais em pleno vigor para procedimentos dessa natureza, nos quais também repousam os textos dos regimentos do Superior Tribunal de Justiça e do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, ambos igualmente vigentes e observados no evento.
A votação aberta e fundamentada, embora recomendada pelo CNJ, ainda carece de uma decisão definitiva daquele órgão, mediante a competente Resolução, tema que foi objeto, inclusive, de informações que este TJE prestou ao Conselho.
Quanto à matéria “Nepotismo na Justiça?”, à página 4, seu caráter meramente especulativo impede que a denúncia nela insinuada, de natureza grave, possa ser objeto da apuração que, acaso fundamentada, seria prontamente procedida pela Presidência do TJE, esperando-se, para tanto, o fornecimento de indícios que porventura possam propiciar a apuração de responsabilidades.
MINHA RESPOSTA
É direito da presidente do Tribunal de Justiça defender a legitimidade e legalidade do processo de escolha do novo desembargador para o quinto constitucional reservado à OAB. Temos que reconhecer seu ponto de vista. Um entendimento objetivo da questão, entretanto, é facilitado pelo incidente ocorrido durante a posse de Leonam Cruz Júnior. Seu discurso se preocupou exclusivamente em homenagear as duas mulheres de sua admiração e que lhe permitiram assumir o cargo: a governadora Ana Júlia Carepa, que o nomeou, e a presidente do TJE, desembargadora Albanira Bemerguy, que encaminhou a lista tríplice à sanção da governadora. Aparentemente, só com alguma relutância ele incluiu, dentre as mulheres em destaque nesse momento especial da história feminina, a presidente da OAB, Angela Sales.
Entende-se e se aceita: Leonam não era o candidato da íntima preferência da dirigente da Ordem. Mas o novo desembargador é representante dos advogados no tribunal. Logo, devia de alguma maneira partilhar a posição da categoria, expressa pela sua maior representante, ainda que discordando da oportunidade e da forma do pronunciamento. Será que logo poderá estar repetindo atitudes, como a do magistrado que virou de costas quando a presidente da OAB discursava ou das duas desembargadoras que de pronto manifestaram sua reprovação à iniciativa?
Todos exerceram seu justo direito de expressão, mas têm que admitir também que cada um é responsável por suas próprias decisões. E se a presidente da Ordem decidiu falar, a resposta a ela tem que buscar o debate de conteúdo, o diálogo de idéias, e não a mera reprovação formalística, adjetiva, inquisitorial e voluntariosa. A sociedade está insatisfeita com as deliberações do tribunal, que são tomadas sem considerar que a manifestação da justiça só deve ser definida após a produção de provas e a ampla defesa. Não através de um édito do trono. Aos insatisfeitos individuais e aos demandantes nos feitos compete recorrer, conforme as regrar processuais e as ordenações legais. Mas a sociedade tem o direito de expressar-se fora dos autos. E os detentores de cargos públicas têm a obrigação de ouvi-la e considerá-la. Ou então o mundo deixa de existir, a pretexto de que ele não pode extrapolar os limites dos autos.
A discussão sobre a justiça precisa prosseguir até que o esclarecimento se torne satisfatório, aproximando o plano da representação do nível da realidade. A carta da desembargadora Albanira contribui positivamente para esse diálogo.
Quanto às acusações de nepotismo, sugiro à presidente do TJE alguns procedimentos. Ela pode apurar os fatos requisitando as fitas das gravações das quatro câmeras que registram os movimentos das pessoas no palácio judiciário. Verificará se parentes de magistrados estão ou não comparecendo regularmente ao local, como se estivessem no desempenho regular de funções no poder (o que, obviamente, não é mais possível, porque foram demitidos). A verificação talvez produzisse outro efeito lateral positivo: flagrar quem bate o ponto eletrônico e depois vai embora.
Também a presidente do tribunal poderia verificar se há assessores dos gabinetes que recebem seu pagamento, no dia 27 de cada mês e imediatamente sacam a maior parte dos seus vencimentos (em torno de 3,4 mil reais de um total de R$ 5,8 mil, reduzidos a R$ 4,4 mil líquidos), para repassar esses valores em dinheiro vivo. Deixam na conta aproximadamente mil reais, apenas.
Se esses fatos confirmarem os indícios apresentados, creio que surgirão os motivos para apurar as denúncias. Que, como todos reconhecem, são graves, ainda que em tese."

Municipalização do Hospital Regional de Santarém

A proposta da prefeita Maria do Carmo de assumir a administração do Hospital Regional do Baixo Amazonas não é tão inocente quanto parece.
Como os municípios da região 'pactuaram' as cotas de atendimentos, os recursos repassados pelo SUS a esses municípios ficariam no cofre da prefeitura de Santarém e não mais com a Sespa.
Além disso, soa estranho que somente agora a prefeita tenha se manifestado sobre tema tão polêmico, já que um dos motivos que levaram os prefeitos da AMUT a apeá-la do cargo de presidente da entidade foi justamente sua omissão diante do não funcionamento do hospital regional.

Diabetes aumenta o risco de Alzheimer, segundo pesquisa

Da France Presse

WASHINGTON – Homens que desenvolvem diabetes na meia idade têm significativamente maiores riscos de sofrer do mal de Alzheimer, segundo estudo divulgado nesta quarta-feira. A pesquisa sobre o assunto ouviu 2.269 homens na Suécia que descobriram ser portadores da doença aos 50 anos de idade; o diabetes é causado por níveis anormais de insulina. Durante o período de acompanhamento, de 32 anos em média, 102 participantes foram diagnosticados com Alzheimer, 57 com demência vascular e 235 com outras formas de demência ou dano cognitivo. Os autores, que publicaram o estudo na revista médica "Neurology", concluíram que os homens com baixo nível de insulina aos 50 anos têm cerca de 1,5 vez mais chance de desenvolver Alzheimer do que homens sem nenhuma problema de insulina, e que o risco é igual mesmo considerando a pressão sangüínea, a massa corporal ou o nível educativo.
A descoberta "tem relevância para a saúde publica dado o índice cada vez mais alto de pessoas diabéticas e a necessidade de intervenções maiores", disse a autora da pesquisa Elina Ronnemaa da Universidade Uppsala na Suécia. "É possível que os problemas de insulina causem danos às veias do cérebro, o que acarreta problemas de memória e o mal de Alzheimer, mas uma pesquisa maior deve ser feita para identificar os mecanismos exatos", acrescentou.
Ronnemaa disse que este vínculo demonstra como os problemas de insulina são fatores de risco quando as pessoas não são portadoras do gene APOE4, conhecido por aumentar o risco do Alzheimer, uma doença cerebral degenerativa que afeta principalmente os idosos.

Acusados por fraude contra Banco do Cidadão serão ouvidos

Três servidores do Banco do Cidadão, denunciados por crime de peculato e falsidade ideológica serão ouvidos pela juíza da 1ª Vara Penal de Belém, Ângela Alice Alves Tuma, às 9h desta quinta-feira (10). Eles foram denunciados pelo promotor de justiça Luiz Márcio Cypriano, de se apropriarem de recursos no valor de R$ 10 mil, do Banco do Cidadão mediante contrato fraudulento.
A juíza informou que só após a audiência de qualificação e interrogatório dos acusados apreciará o pedido de prisão requerido nos termos da denúncia formulada pelo representante do Ministério Público. Ela comunicou, ainda, à Coordenadoria de Imprensa do TJE que, na semana passada os advogados Santino Siroteau Júnior e Humberto Boulhosa estiveram no gabinete da magistrada para informar que os denunciados estão à disposição do Juízo, e se prontificaram a comparecer dia e hora determinada pela Justiça.
O desvio do recurso foi descoberto através do agente de crédito Paulo Renato Carvalho Melo que foi procurar por Amarildo Monteiro de Oliveira e saber sobre o crédito e se certificar se tinha sido aplicado na construção de uma marcenaria. O agente soube por Amarildo que um servidor do Banco do Cidadão tinha obtido a fotocópia dos documentos de Amarildo e imediatamente comunicou ao gerente financeiro do Banco, João de Matos Feitosa. Além da fraude ser denunciada à Delegacia de Polícia Administrativa, o gerente também remeteu um relatório narrando os fatos à Vice-Governadoria do Estado.
Durante as investigações feitas pela Polícia, os servidores Olinto Ferreira dos Santos, Miguel Augusto Souza Wanghon e Márcio Luiz Pereira do Nascimento confessaram o crime à Polícia. Na conclusão do relatório os três foram indiciados. A denúncia se baseou na conclusão do inquérito policial, e os servidores vão responder como incursos nas sanções punitivas para os crimes de peculato e falsidade ideológica.
O caso - Em setembro de 2007, Amarildo havia solicitado um empréstimo ao banco no valor de R$ 10 mil. De acordo com o processo judicial, Miguel Wanghon e Márcio Pereira Nascimento se aproveitaram da situação de servidores públicos e fizeram cópias da documentação do microempresário. Com isso, conseguiram fraudar o empréstimo com a conivência do gerente administrativo do órgão, Olinto Ferreira dos Santos, responsável pela falsificação da assinatura de Amarildo de Oliveira, conforme a denúncia. Os três confessaram a fraude à polícia, fato confirmado também pelos laudos periciais realizados pelo Centro de Perícias Renato Chaves.
(Fonte: TJE/PA)

Hora em Santarém vai ser igual à de Brasília

O plenário do Senado aprovou ontem substitutivo da Câmara dos Deputados ao projeto de lei do Senado (PLS) 305/07, de autoria do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), que estabelece a redução do fuso horário vigente no Estado do Acre e em parte do estado do Amazonas. Essas áreas passarão a obedecer agora ao fuso 'Greenwich menos quatro horas', em substituição ao 'Greenwich menos cinco horas'.
A matéria agora vai à sanção do Presidente da República.
A proposição também atinge o Estado do Pará, que passará a ser enquadrado no limite 'Greenwich menos três horas' - o mesmo horário de Brasília -, em substituição ao limite vigente de 'Greenwich menos quatro horas'. Com isso, Santarém, onde o horário é uma hora atrasado em relação a Brasília (e também a Belém), vai passar a ter hora semelhante à do Distrito Federal.
(Com informações de O Liberal)