sexta-feira, 1 de maio de 2009

Entrevista - Viviane Senna


Irmã de Ayrton Sena, presidente da fundação que leva o nome do piloto de fórmual 1, morto em acidente na pista de Monte Carlo, há 15 anos, Viviane Senna Araújo fala nesta entrevista da luta pela melhoria da educação no Brasil . "A gente está largando com todas as crianças, mas não está conseguindo chegar com elas na linha final. E isso se dá porque nós temos uma educação de pouca qualidade. Não é suficientemente forte para fazer as crianças irem até o fim.", diz Viviane na entrevista a seguir:

1994 é o ano da criação do Instituto Ayrton Senna e, ao mesmo tempo, a data da morte de seu irmão. Como a senhora lida com sentimentos tão opostos: a alegria pela criação do instituto e a tristeza pela perda do Senna?

A verdade é o seguinte: as coisas, em si, não necessariamente têm de determinar a sua reação. Tem uma frase que diz: “não se deixe vencer pelo mal, vença o mal pelo bem” e, para mim, isso é um princípio. A gente tem a liberdade de, mesmo diante de um mal, agir com o bem. E foi isso o que a gente fez. Diante daquela situação de morte, a gente reagiu com uma resposta de vida, que é todo o trabalho do instituto. Na verdade, o objetivo é dar a todas as crianças as mesmas oportunidades que o Ayrton, você e eu tivemos de ser bem-sucedido, de ser uma pessoa preparada para a vida, por isso a gente foca em educação. Então, acho que foi uma maneira de transformar um grande mal num grande bem.

Até então a senhora já tinha algum envolvimento com causas sociais?

Eu trabalhei durante mais de 20 anos com consultório, eu sou terapeuta, e em parte do meu tempo de consultório eu atendia pessoas de baixa renda. Então, era uma experiência num nível bem mais limitado, mas tinha o mesmo princípio de oferecer oportunidades para quem não teria necessariamente, do ponto de vista de acesso à saúde mental.

E o Ayrton Senna, ele sempre foi envolvido ou aconteceu num determinado momento da vida dele?

Ele tinha também uma atuação que era bem pontual, por demanda, pessoas ou instituições pedindo algum tipo de ajuda, e tinha uma resposta para cada uma dessas situações, mas era justamente uma coisa que ele queria evitar. Porque era uma coisa muito reativa, muito fragmentada, e isso tem uma eficácia muito pequena. Ele estava me falando, antes do acidente, de como fazer uma coisa mais organizada, e me pediu para pensar. A gente voltaria a conversar, mas não houve esse tempo. Então, minha família e eu decidimos criar o instituto. O Ayrton não tinha nem pensado em criar alguma coisa, era algo bem embrionário mesmo. O que ele tinha pensado, seja o que fosse fazer, era dar um percentual dos royalties do (personagem) Senninha, que ele tinha lançado em janeiro, para essa área de ajuda. Então, quando a gente fez a fundação, decidiu doar não uma porcentagem, mas 100% do uso da imagem do Senninha e também do Ayrton. E foi o que a gente fez, e resultou, até hoje, em mais de US$ 50 milhões que a gente doou para o país através dos projetos. E, posteriormente, depois de dois anos, empresas começaram a nos procurar. A gente não tinha pensado primeiramente em trabalhar com recursos que não fossem nossos, de licenciamento. Mas a gente achou que seria uma maneira de ampliar oportunidades. E aí juntamos recursos internos com externos, o que dobrou a capacidade de respostas. A gente está atendendo 2,2 milhões de crianças por ano e 1,6 mil municípios, quer dizer, mais ou menos um quinto dos municípios do país, em todos os estados.

Para a senhora, como foi sair da condição de uma psicóloga anônima para ser a grande dama do terceiro setor?

Olha, na verdade, a gente sempre teve a vida muito preservada. O Ayrton era a parte pública da família. Nesse caso, eu não tive nem opção. Como a imagem do Ayrton é pública, no momento em que a gente decidiu fazer o instituto, isso se tornou público com uma rapidez muito grande, gerou uma expectativa, uma atenção. Procuro canalizar essa atenção para a causa que realmente merece atenção, que é a questão da educação no país. Toda essa imagem do Ayrton, que traz tanta atenção, é que nem um foco de luz, que procuro canalizar para o que merece atenção; não para ele nem para mim, porque isso não é importante. O importante são os desafios públicos que a gente tem de resolver no país.

Hoje, para a senhora, qual o principal desafio na educação brasileira?

É a questão da qualidade e da eficiência. Porque a gente já cumpriu muito da tarefa quantitativa, que é colocar as crianças na escola, mas o que não foi cumprido é fazer isso com qualidade. Porque, ainda que você atenda muitas crianças, quase 100%, que é uma taxa de primeiro mundo, se você não faz isso com a qualidade e a eficiência, que é o objetivo, você acaba atendendo, de fato, poucas crianças bem. Que é o que acontece. Por conta da má qualidade, a criança repete, repete, repete, vai ficando cada vez mais para trás e acaba que ela desiste. De cada 10 crianças que entram na 1ª série do ensino fundamental, só cinco saem na oitava série e só três dessas cinco no ensino médio. Então, entre a 1ª série e o ensino médio, a gente perde 70% das crianças do país. Elas não chegam lá, elas saem no meio do caminho. Por conta da má qualidade, no fim, você faz educação para poucos.

Programas como o Bolsa Família ainda não conseguiram evitar o problema?

Eles contribuem à medida que exigem a frequência na escola, mas se a frequência não garante sucesso, você também não fecha essa equação. Na prática, isso continua significando educação para poucos, como era quando ainda era quantativamente insuficiente o atendimento. O que acontece é que nós fizemos um país para poucos, uma educação para poucos. É como um carro que coloca uma gasolina fraca e não chega ao final da corrida. A gente está largando com todas as crianças, mas não está conseguindo chegar com elas na linha final. E isso se dá porque nós temos uma educação de pouca qualidade. Não é suficientemente forte para fazer as crianças irem até o fim.

Tecnologia social

Prosseguem até 6 de maio as inscrições para o prêmio de tecnologia social da Fundação Banco do Brasil
Mais detalhes aqui

O que muda com o fim da Lei de Impensa

Sessão também foi marcada pelo primeiro encontro entre Gilmar
Mendes (sentado, à frente) e Joaquim Barbosa (à direita, ao fundo)
após discussão


Supremo põe fim à legislação que vigorava desde a ditadura militar, por considerar que feria a Constituição. Apenas Marco Aurélio Mello quis manter o texto na íntegra



Aprovada em plena ditadura militar e apontada como entulho dos anos de chumbo, a Lei de Imprensa (Lei 5.250, de 1967) foi sepultada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Em julgamento finalizado ontem, a maioria dos ministros entendeu que ela vai de encontro à Constituição Federal e que, portanto, deve ser totalmente revogada. Essa foi a posição de sete dos 11 ministros. Outros três queriam manter parte do texto e apenas um, Marco Aurélio Mello, defendeu a manutenção de toda a matéria. A Lei de Imprensa estabelecia a censura prévia a veículos de comunicação e a apreensão de publicações, além de prever penas mais duras para jornalistas que cometessem crimes de calúnia, injúria e difamação do que as previstas no Código Penal.

O Supremo aceitou um pedido feito pelo PDT para banir todo o texto. Apesar da decisão, ministros informaram que partes envolvidas em processos poderão entrar com embargos no tribunal para esclarecer alguns pontos do julgamento. A tendência é que os juízes, a partir de agora, apliquem dispositivos dos códigos Penal e Civil e da própria Constituição em decisões. Outras ações podem ser arquivadas.

A discussão começou em 1º de abril, quando o relator, Carlos Ayres Britto, e Eros Grau defenderam a revogação da lei. Ontem, nove ministros votaram. Carlos Alberto Menezes Direito, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Cezar Peluso e Celso de Mello acompanharam o relator. “A liberdade de imprensa não se compraz com uma lei feita com a preocupação de restringi-la, de criar dificuldades ao exercício dessa instituição política”, afirmou Menezes Direito, primeiro a votar. “O diploma legal se mostra totalmente incompatível com os princípios da Constituição”, completou Ricardo Lewandowski.

Preconceito
Joaquim Barbosa e Ellen Gracie sustentaram que a maior parte do texto deveria cair. Eles opinaram, no entanto, a favor da manutenção dos artigos que tratam dos crimes de calúnia, injúria e difamação e de delitos de guerra, entre outros. Barbosa chegou a dizer que revogar toda a lei seria uma posição “radical”. “A imprensa pode ser destrutiva não apenas em relação a agentes públicos. Pode destruir vidas de pessoas privadas, como temos assistido nesse país”, declarou, na primeira aparição após o bate-boca com o presidente do Supremo (leia mais abaixo).

Mendes, aliás, queria manter todos os artigos da Lei de Imprensa que tratavam do direito de resposta. Ele citou como exemplo o episódio da Escola Base, quando reportagens citaram suposto abuso sexual contra crianças, o que acabou não sendo comprovado. E disse que o julgamento deveria servir de exemplo para que veículos de comunicação fizessem um processo de autorregulamentação. “A desigualdade de armas entre a mídia e o indivíduo é patente”, afirmou.

Em posição isolada, Marco Aurélio defendeu manter todo o texto. Ele disse que derrubar a lei causaria um vácuo jurídico. Por isso, sustentou que caberia ao Congresso aprovar nova lei. “O que teremos no dia seguinte, quando não tivermos mais uma lei para regrar (a atividade jornalística)? Deixemos à carga dos representantes do povo brasileiro a edição de uma lei que substitua essa sem ter-se, enquanto isso, o vácuo, que só leva à babel, à bagunça, à insegurança jurídica sem uma normatização”, disse.


As Alterações

O que muda com a revogação da lei

Calúnia
O artigo 20 da Lei de Imprensa prevê pena de seis meses a três anos de prisão, além de multa. Já o artigo 138 do Código Penal diz que a punição é reclusão de seis meses a dois anos e multa.

Difamação
O artigo 21 da Lei de Imprensa prevê pena de três meses a um ano e meio de prisão e multa. Já o artigo 139 do Código Penal diz que a punição é reclusão de três meses a um ano de prisão e multa.

Injúria
O artigo 22 da Lei de Imprensa prevê pena de um mês a um ano de prisão e multa. Já o artigo 140 do Código Penal diz que a punição varia de um mês a seis meses de prisão ou multa.

Indenização
O artigo 51 da Lei de Imprensa prevê que a indenização deve ser fixada em valores entre dois e 20 salários mínimos. Os artigos 20 e 297 do Código Civil dizem que quem sofre dano à imagem ou honra tem direito a indenização e que quem pratica ato ilícito fica obrigado a repará-lo. O artigo 5º da Constituição Federal também trata do tema. Nenhum deles fixa valores para a indenização.

Prisão especial
O artigo 66 da Lei de Imprensa diz que o jornalista só pode ser preso se tiver sido condenado em última instância, em sala “decente”, “arejada” e onde encontre “todas as comodidades”. O artigo 295 do Código de Processo Penal diz que quem tem diploma de curso superior tem direito à prisão especial.

Direito de resposta
Os artigos 29 a 36 da Lei de Imprensa tratam do tema. Um dos itens diz que o prazo para pedir direito de resposta é de 60 dias e que, a partir da decisão do juiz, o veículo tem 24 horas para publicar a resposta. Já o Código Civil não fixa prazo. Na prática, ao analisar processos, os juízes vão começar a delinear o entendimento sobre o assunto.


para saber mais
Prisões e multas

A Lei de Imprensa entrou em vigor em 14 de março de 1967, no final do governo Castello Branco. Ela tem sete capítulos e 77 artigos. O texto é apontado por muitos como defasado e em desarmonia com a realidade atual. A lei previa prisões e multas pesadas contra profissionais em casos de injúria, calúnia e difamação.

As decisões, agora, deverão ser feitas com base na Constituição e nos códigos Civil e Penal, que preveem penas mais brandas. Jornalistas e veículos de comunicação também poderiam ser processados se publicassem algo que ofendesse “a moral pública e os bons costumes”. A revogação do texto altera ainda a indenização para crimes de danos à imagem e à honra. O artigo 51 previa valores entre dois e 20 salários mínimos, enquanto o Código Civil e a Constituição Federal não estabelecem limites.

Também mudou o direito de resposta. A lei dizia que toda pessoa, órgão ou entidade pública a “cujo respeito os meios de informação veicularem fato inverídico ou errôneo” têm direito a resposta ou retificação. Agora, os juízes terão que analisar caso a caso. (MD)


Texto:
Mirella D’Elia( Correio Braziliense)
Foto:
Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr

Lúcio Flávio Pinto: Vontade real

Editor do Jornal Pessoal e articulista de O Estado do Tapajós

O PT pôs fim aos 12 anos de hegemonia tucana na política do Pará, mas não instalou uma nova forma de governar no Estado. As mudanças foram mais cosméticas e retóricas. As continuidades é que prevaleceram, de alto a baixo. Um pequeno exemplo a mais dessa constatação é oferecido pela sorte da Estação das Docas. O projeto foi combatido como uma intrusão onerosa do poder público num espaço essencialmente privado. A um custo final mais do que dobrado em relação ao orçado e tropelias pelo caminho, a Estação foi concluída, inaugurada e administrada imperialmente pelos delegados do arquiteto Paulo Chaves Fernandes. À frente do negócio, para efeitos legais, estava uma organização social, a Pará 2000. Mas ai de quem não cumprisse as determinações – urbi et orbi – do voluntarioso super-secretário (que era apenas de cultura, para quem quisesse acreditar).
O PT mudou a Estação das Docas? Não de início, mas agora, sim. O local é uma das pedras de fantasia do colar (de bijuteria) oferecida a um novo aliado político. As pessoas indicadas pelo Partido Verde entendem do riscado? A julgar pelo pânico que se estabeleceu entre os donos de restaurantes e demais pontos comerciais do espaço, não. Querem salários, DAS, vantagens, status e o que couber no butim. Um esforço de ajuste e correção de rumos, que estava em curso, foi lançado à baía das conveniências políticas e do arbítrio do executivo.
A OS Pará 2000 morreu, sem fita vermelha, se é que não nasceu morta. Atender aos interesses da clientela, respeitar a integridade dos conselheiros, servir ao público? Balela. O baile da ilha Fiscal acabou e os convivas estão à espera do “cristo” para voltar aos seus domicílios. O povo passa fome? Que coma brioches, pensa a Maria Antonieta ao tucupi. O exemplo da Estação é apenas um. Há muitos outros, bem mais graves. Mas é pelo dedo que se conhece o gigante. Quem ocupa o trono emite de lá os éditos reais e faz valer sua vontade: na Estação, no Hangar, na Seduc et caterva. Só não em Brasília, onde, ao que parece, Lula não mudou a primeira opinião sobre o governo petista do Pará. A primeira impressão ficou.

Termômetro da crise

Esta semana, o Detran empalcou apenas 5 veículos novos em Santarém.

O amargo regresso

O prefeito de Santarém José Maria Tapajós voltou mais preocupado com as finanças municipais do que quando viajou a Brasília.
Tapajós submerge no feriado e só volta ao batente na segunda-feira.
O que ronda os pensamentos do prefeito, hein?

Chove, chuva

Chove há sete horas ininterruptas em Santarém.
Um dos poucos acessos a praça do Pescador, a tavessa Francisco Corrêa, está interditada a patir da rua Siqueira Campos.
Daqui a pouco, para se chegar na orla vai ser preciso atravessar de canoa.

Vélber desfalca Paysandu

O volante Vélber é o grande desfalque do Paysandu para o jogo de domingo contra o São Raimundo.
No Pantera, Marabá continua fora do time cumprindo o segundo jogo de suspensão.
A delegação do São Raimundo viajou hoje cedo para Belém e pretende fazer um treino apronto no Mangueirão.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Enchente ameaça subestação de energia e fiação de rede de dados do prédio da Receita Federal


A subida do rio Tapajós preocupa os servidores da Receita Federal do Brasil.
A água está cada dia mais próxima de dois locais delicados na sede do órgão: o transformador de energia da sub-estação que abastece o prédio e a fiação do Centro de Processamento de Dados.
O delegado interino Álvaro Lima tem tomado as providências necessárias no sentido de comunicar os órgãos competentes que dão o suporte neste tipo de situação (como o corpo de Bombeiros) mas alerta que se o nível das águas continuar a subir, pode ser necessária uma paralisação temporária nas atividades internas da Receita Federal em Santarém e da seccional da Procuradoria da Fazenda (que funciona no mesmo prédio), até que o problema seja normalizado.

Revelação

Lila Bemerguy:

Tive o privilégio de ser uma das espectadoras, no último dia 29, quarta-feira, das apresentações teatrais das turmas do primeiro semestre de Jornalismo e Publicidade da FIT. Os trabalhos foram solicitados aos alunos pelo professor Miguel Oliveira, que chamou alguns profissionais da área para lá estarem. Eu, simples iniciante da fotografia, pude estar lado a lado com profissionais experientes, como Edson Queiroz, Afonso Jimenez, Carlos Matos, e o cineasta Emanuel Loureiro. A fotografia é, realmente, uma matéria apaixonante. Sua história, ali vivenciada com grande esforço dos alunos, nos faz crer que tal arte permanece e permanecerá viva ao longo dos tempos.

A turma de publicidade fez uma apresentação mais subjetiva com relação ao aspecto histórico, ressaltando as diversas possibilidades e utilizações da fotografia. Ficou evidente o uso da fotografia como registro de acontecimentos familiares, responsável pela grande popularização da atividade. A filósofa Susan Sontag, em sua obra “Sobre a Fotografia”, ao discorrer sobre a nova invenção, faz um paralelo com o mito da caverna, de Platão. Afirma que a humanidade permanece na caverna, “regozijando, segundo seu costume ancestral, com meras imagens da verdade”. Para a autora, quando o mundo passou a ser fotografado, a partir de 1839, as condições de confinamento foram alteradas pela “insaciabilidade do olho que fotografa”. As fotografias vêm para modificar nossas escolhas do que queremos ver. Por fim, diz Sontag, “o resultado mais extraordinário da atividade fotográfica é nos dar a sensação de que podemos reter o mundo inteiro em nossa cabeça - como uma antologia de imagens”.




Esse registro do mundo, dos acontecimentos familiares, foi o que pude observar na apresentação da turma de publicidade, que também levantou a discussão sobre as novas tecnologias da fotografia, com o advento da fotografia digital. Esse é um tema que renderia outra crônica, por isso, prefiro somente “convocar” os alunos que se interessarem, a discutir a questão, mas não com preconceito contra qualquer modo de obtenção da imagem, mas sim tendo como foco que o mundo atual pode perfeitamente abrigar qualquer tipo de atividade artística, seja convencional, seja digital. É salutar conhecer o movimento mundial dos adeptos da fotografia “Pinhole”, feita com latas e caixinhas adaptadas com um papel fotográfico, e com as quais se obtém imagens surpreendentes. Em Belém, essa atividade é fomentada pela Associação Fotoativa (aquela que fazia os foto-varais na década de 80, e os faz até hoje, como foi lembrado por Emanuel Loureiro). Maiores informações sobre o tema, vocês podem obter nos sites http://www.eba.ufmg.br/cfalieri/cfalierinova/index.html; http://www.pinholeday.org/ ; http://www.fotoativa.blogger.com.br/ .





Já os alunos do curso de Jornalismo optaram por contar a história da fotografia cronologicamente, tendo com personagens principais os precursores e inventores da atividade, Niepce, Daguerre, e o injustiçado Florence, que introduziu a arte no Brasil, e foi o criador do termo “fotografia”, o que não lhe foi creditado historicamente. É importante saber as informações históricas sobre temas que desejamos conhecer, a fim de entendermos o contexto sobre os quais foram inventados. Sem essas informações, de como surgiu, do esforço para fixar a imagem, de como evoluiu, não há como compreender o processo fotográfico. Nos equipamentos de hoje, como sabiamente lembrou o fotógrafo Edson Queiroz, é muito fácil fotografar. É só apertar o botão. Se a imagem não ficar “boa”, acione o delete. Simples assim. Mas a paixão se dá pelo conhecimento. Por isso, não adianta ter o mais moderno equipamento fotográfico, se não soubermos como tudo começou. Por isso a importância das informações retratadas pelos estudantes de jornalismo.

Para finalizar, imploro aos caríssimos alunos: leiam! A leitura melhora o pensamento lógico, o texto (o que é importantíssimo para nossa profissão). Enfim, é o exercício para não atrofiar o cérebro. Indico aos interessados e curiosos em obter maiores conhecimentos não somente sobre a história, mas também sobre os aspectos filosóficos que giram em torno da arte fotográfica, os livros “A Câmara Clara”, de Roland Barthes; “O Ato Fotográfico”, de Philippe Dubois (São Paulo: Papirus, 2007); as duas obras de Boris Kossoy: Fotografia & História” e “Realidades e Ficções na Trama Fotográfica”, e de Susan Sontag, “Sobre Fotografia” (Companhia das Letras, 2004). Caso seja difícil o acesso aos livros, a internet também é uma ótima fonte de pesquisa.

Parabéns a todos!


Fotos: Edson Queiroz

Me engana que eu gosto

Supera a desfaçatez o jogo de cena travado por caciques do PMDB e petistas que comandam o governo do Pará.
Volta à cena, com frequência, a notícia de que as relações políticas entre os dois aliados estariam tensas, a beira do rompimento. Mas a conversa não é bem assim.
Quem pensar que o deputado Parsifal Pontes, líder da bancada na Assembléia Legislativa, fala por si está enganado.
Parsifal fala em nome de Jader Barbalho, o cacique maior, apesar deste dizer que não foi avisado previamente que seu liderado ia desfilar um rosário de queixas esta semana na Assembléia.
Quem pensar que as críticas dos peemedebistas ao secretariado de Ana Júlia são igonoradas pela chefe do executivo estadual também está enganado.
Jader manda recado por seu pupilo apenas para barganhar.
Ana Júlia ouve e entende o recado, mas finge que não é com ela.
E assim o enredo continua: Jader finge que vai romper, Ana Júlia finge que não quer rompimento.
Mas a verdade é que Jader não tem coragem de abrir mãos dos cargos que têm no governo e Ana Júlia finge que pode oferecer migalhas ao PMDB, mas o que dá como uma das mãos tira com a outra.
E assim caminha a política paraense.

Órgãos do setor energético não comparecem a debate sobre hidreletricas no rio Tapajós

Nenhum órgão governamental das esferas estadual e federal mandaram representantes para o debate que está ocorrendo neste momento, em Itaituba, sobre a viabilidade ou não da construção de hidrelétricas no rio Tapajós.
Na arena do debate estão somente as entidades da sociedade civil e organizações não-governamentais.

Mãe de menor morto por motoqueiro condenado por crime de trânsito diz que sentença serve de exemplo

A senhora Heloiza Helena, mãe do menor Rodolfo Rithelly, de onze anos, atropelado e morto, em junho de 2005, por Erlan Rego quando este dirigia embriagado uma motocicleta em alta velocidade, na av. Fernando Guilhon, deixou um novo comentário sobre a postagem "Pela primeira vez, júri condena réu por crime de t...":

" Primeiramente agradecer a Deus que tem me dado forças para continuar, e tambem a toda imprensa escrita e televisiva. Justiça seja feita, meu filho não volta mais à vida depois disso, mas meu coração se conforta em saber que o culpado esta atras das grades.
Que sirva de exemplo para outras famílias essa luta ."

Onde está o dinheiro?

O secretário de planejamento de Santarém Everaldinho Martins vai embaixo, vai em cima, para frente e pra trás, pula, esperneia, desconversa, tangencia... mas não consegue explicar aonde foi parar a verba federal destinada em 2005 pelo governo federal para a construção do restaurante popular.

Projeto de lei obriga plantio de árvore em habitações financiadas com recursos publicos

A primeira proposta de lei apresentada pelo Vereador Valdir Matias Jr. em seu segundo mandato, propõe que seja plantado, uma árvore em todas as unidades imobiliárias residenciais e demais prédios públicos que forem edificados utilizando recursos do Tesouro Municipal ou sob responsabilidade deste.
Tal proposta de lei se justifica baseando-se no Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), que recomenda para uma cidade pelo menos 12 metros quadrados de área verde por habitante.

Essa medida vem pleitear um ambicioso projeto de plantar um bilhão de árvores ao redor do mundo. Com essa proposta de lei Santarém passa a entrar no Projeto “Plante para o Planeta” que incentiva todos os setores da sociedade a dar um passo prático para combater o aquecimento global. O engajamento do Governo Municipal, nessa que é uma das grandes preocupações do mundo, só trará benefícios para todos. Santarém dará um passo a frente no combate ao aquecimento global.
“Com certeza, o plantio de uma árvore, juntando-se à manutenção de milhares de árvores nativas, terá um impacto na neutralização ou mesmo redução de gás carbônico” assim afirmou Valdir Matias Jr.
(Fonte: Assessoria parlamentar)

Crise? Que crise?

Ronaldo Brasiliense

Da série Olha a maroilinha aí, gente:

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou estudo que indica que 80% dos empresários já adotaram medidas contra a crise, sendo que 54% deles optaram por realizar demissões. A pesquisa também revelou que 53% das empresas suspenderam novas contratações e 32% decretaram férias coletivas. As conclusões foram tomadas com base em entrevistas junto a 431 empresas. Foram ouvidos empresários de 30 setores industriais em 24 estados do país.

Enchente atinge lojas da Lameira Bitencourt

Não só as lojas da avenida Tapajós foram atingidas pelas águas da enchente do rio Tapajós, em Santarém.
Como a infiltração se dá pelos tubos de esgoto, algumas lojas da Lameira Bitencourt já estão com a água no batente e em outras a enchente já atingiu o piso do salão de vendas.

Cabeça a prêmio

Valdir Ganzer, secretário estadual de transportes, desembarca hoje em Santarém com o pescoço na guilhotina.
PMDB quer a cabeça dele a qualquer custo.
Ganzer é acusado de esnobar a bancada estadual do partido.
Nem telefone ele atende, quanto mais receber os deputados do PMDB em audiência.

Escola de Santarém entre as 5 piores do Pará

A Escola Estadual Frei Othmar, de Santarém, está incluída entre as 5 piores escolas do Pará com base nos resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), divulgado na terça-feira, 28.
(Fonte: Blog do Ercio)

MRN promove 7ª edição do Torneio de Integração entre municípios do Oeste

Oriximiná será a sede da 7º Torneio de Integração Regional de Futebol de Campo, promovido pela Mineração Rio do Norte (MRN) nos dias 1 e 2 de maio. As seleções de Porto Trombetas, Oriximiná, Terra Santa e Faro entrarão em campo no estádio municipal Doutor Picanço Diniz, a partir das 16h.
Tradicionalmente realizado em Trombetas, a intenção é que a partir dessa edição o torneio seja itinerante. “Vamos avaliar a possibilidade de realizar o evento a cada ano em uma das cidades. Acreditamos que assim a integração seja ainda maior”, explica o gerente de Relações Comunitárias da MRN, José Haroldo Chaves Paula. O torneio é uma realização da secretaria de Cultura, Desporto e Lazer de Oriximiná e do Mineração Esporte Clube (MEC), com patrocínio da MRN.

Major PM acusado de comprar terreno superfaturado em Santarém é promovido

Do Espaço Aberto:

Sindicância mandada instaurar pelo comandante-geral da Polícia Militar, Luiz Dário da Silva Teixeira, concluiu que o tenente-coronel Luiz Fernando Gomes Furtado cometeu irregularidades à frente do Centro Social da Policia Militar do Pará (Ceso-PMPA). Mesmo assim o acusado foi promovido a tenente-coronel “por merecimento”.
O militar foi afastado do cargo e agora deverá ser alvo de um processo administrativo disciplinar (PAD), a ser instaurado pela Corregedoria Geral da PM. Procedimento mais rigoroso que a sindicância, o PAD poderá resultar em dura punição ao oficial da PM. Os autos também foram remetido à Justiça Militar Estadual, “para conhecimento e
Providências”.
A sindicância, homologada através da portaria nº 178/2008, de 24 de março passado, foi presidida pelo coronel Vladisney Reis da Graça e concluiu que Furtado adquiriu em Santarém um terreno com valor superfaturado com base em laudo de avaliação irregular, “causando prejuízos aos associados do Ceso-PMPA”.
A apuração também considerou procedentes as denúncias de que Furtado pagou serviços de engenharia sem comprovação de execução da obra, contratou serviços de conservação e limpeza com sobrepreço, procedeu à contratação direta de prestadores de serviços e autorizou a concessão de empréstimos em desacordo com o Estatuto do Centro Social da Policia Militar do Pará.
Mesmo diante dessa tormenta de acusações – todas confirmadas, segundo a sindicância -, Luiz Fernando Gomes Furtado foi promovido de major a tenente-coronel, “por merecimento”, conforme ato da governadora Ana Júlia Carepa de 21 de abril passado.
O que é que se pode alegar num caso desses? É que prepondera o princípio da presunção de inocência, porque Furtado ainda nem está sendo julgado pela Justiça Militar. Responde apenas a investigações no âmbito administrativo.
É fato.
Mas é fato também que o ato de promoção – e ainda mais “por merecimento” - poderia aguardar, não poderia?
Para o governo do Estado, não.
E tanto é assim que um mês depois de concluída a sindicância, o militar foi promovido.
Por quê?
Somente o governo do Estado poderia explicar.
Mas não explicará, obviamente.

São Raimundo adia para sábado viagem a Belém

Mudanças nos planos da comissão técnica do São Raimundo com relação à viagem para Belém. A vinda da delegação estava prevista para sexta-feira, mas foi transferida para sábado a pedido do técnico Válter Lima, que pretende ainda trabalhar com o elenco no Mangueirão, caso ele seja liberado. O coletivo do alvinegro será no Colosso do Tapajós na sexta-feira à tarde, quando o time será definido para o primeiro jogo contra o Paysandu.
O Pantera vem com todo gás para cima dos bicolores para ter a vantagem no segundo jogo da decisão. ‘’Está tudo igual. É como começar do zero. Quem vencer este jogo está com a mão na taça. Espero que a vitória seja nossa’’, conta Luiz Carlos Trindade, o jogador mais experiente da equipe alvinegra, considerado o maestro da equipe.
Com rendimentro físico num bom patamar, apesar de estar encarando gramados pesados, o fisicultor Roni Lameira vem efetuando trabalhos de acordo com a necessidade do plantel e sua preocupação é com a lesão que pode tirar jogador na reta final do campeonato. Até o treino desta quarta-feira ninguém havia procurado o deparamento médico se queixando de problemas. O médico Alberto Tolentino vai para Belterra toda tarde para controle clínico dos jogadores.
O lateral Hugo Deleon não está quieto como reserva de Erick, vem treinando como ‘’leão’’ para recuperar a posição que perdeu para o meio-campista. Erick jogou improvisado contra o Águia. Foi aprovado pelo treinador e virou titular. Há dois anos no São Raimundo, Hugo Deleon vê o sonho de ser campeão paraense mais próximo. Ele já viveu esta emoção com o time sub20 do Paysandu há cinco anos.
Reforços - O foco principal é o Parazão, mas a diretoria da Pantera já está no ‘’mercado’’ em busca de reforços para o campeonato brasileiro da Série D. Existem vários nomes agendados, só depois de serem negociados terão suas identidades reveladas. O volante Beto, do Remo, segundo um diretor, é muito caro, mesmo assim não está descartada sua contratação. Um goleiro para revesar com Labilá também faz parte dos interesses dos santarenos. O goleiro Adriano, que está nos planos do Águia, deve ser procurado pelos dirigentes.
(Fonte: Amazônia)

Trecho do cais de arrimo é interditado

A prefeitura de Santarém interditou o trecho do cais de arrimo situado entre as travessas Sete de Setembro e Visconde do Rio Branco.
Mas as embarcações poderão atracar em outro trecho do cais, às proximidades do porto improvisado da praça Tiradentes.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Régua d'água

A tábua fluviomérica da Delegacia da Marinha em Santarém marcava na manhã de hoje a cota de 8,82 metros, isto é, 20 cm maior que o pico da enchente de 2006.
E ainda faltam cerca de dois meses de cheia do rio Tapajós.

Von propõe votos de aplausos ao São Raimundo pela conquista da Taça Estado do Pará

Usando a tribuna da Assembléia Legislativa do Estado do Pará na Sessão Ordinária realizada no último dia 28 de abril de 2009, o deputado estadual Alexandre Von (PSDB/PA) requereu votos de aplausos ao São Raimundo Esporte Clube pela brilhante conquista da Taça Estado do Pará, correspondente ao 2º Turno do Campeonato Paraense de Futebol Profissional. Von lembrou que, com a merecida conquista, o São Raimundo Esporte Clube se habilitou para disputar com o Payssandu Esporte Clube a final do campeonato paraense e garantiu também uma vaga na quarta divisão do Campeonato Brasileiro deste ano e na Copa do Brasil de 2010.

Ao defender o direito do São Raimundo e de sua torcida em ver realizado um dos jogos das finais do Campeonato Paraense em Santarém, por ser campeão de turno e por ter somado o maior número de pontos dentre todas as equipes na competição, o parlamentar do Oeste do Pará garantiu confiar que o São Raimundo tem um elenco e uma comissão técnica de qualidade indiscutível e preparada para vencer o desafio das finais, mesmo que seja obrigado a disputar seus jogos na Capital.

Em aparte, os deputados José Megale, Arnaldo Jordy, Martinho Carmona e Luís Cunha somaram-se às manifestações de congratulações pelo grande feito do time santareno e em apoio à realização de um dos jogos em Santarém.

Ao final do Requerimento Nº 138/2009, Alexandre Von solicita que o Poder Legislativo Estadual aprove Votos de Aplausos à equipe do São Raimundo Esporte Clube, extensivos à diretoria, comissão técnica e aos milhares de torcedores que em muito contribuíram pela vitória alcançada.

(Fonte: Assessoria parlamentar)

Dom Amando e Cristo Salvador entre as 25 melhores escolas do Pará

O MEC divulgou a lista das 25 melhores colocadas do Estado do Pará.
O Blog CJK conferiu que somente a primeira e a sétima colocadas são instituições públicas (e federais), todas as demais são privadas ou religiosas, dentre os quais o Colégio Dom Amando (católico) e o Centro Educacional Cristo Salvador(luterano).

1. E E I F M TENENTE REGO BARROS – Belém
2. CENTRO DE ESTUDOS JOHN KNOX - Belém
3. COL MARISTA NSRA DE NAZARE - Belém
4. COL STA CATARINA DE SENA - Belém
5. SOCIEDADE CIVIL INTEGRADA MADRE CELESTE - Belém
6. CENTRO DE ENSINO TECNICO IDEAL - Belém
7. CENTRO FEDERAL DE EDUC TECNOLOGICO DO PARA - Belém
8. SISTEMA DE ENSINO EQUIPE - Belém
9. E E F M ALVORADA - Marabá
10. CENTRO INTEGRADO DE ENSINO EXITO-CIEE - Marabá
11. COLÉGIO DOM AMANDO - Santarém
12. CENTRO EDUCACIONAL CRISTO SALVADOR - Santarém
13. SISTEMA DE ENSINO UNIVERSO - Belém
14. COLÉGIO GENTIL BITTENCOURT - Belém
15. COLÉGIO PITÁGORAS DE CARAJÁS - Parauapebas
16. SOCIEDADE CIVIL COL MODERNO - Belém
17. E PART E I F M INST NSRA DOS ANJOS - Abaetetuba
18. E E F ADV DA CIDADE NOVA V - Ananindeua
19. COL STA ROSA - Belém
20. COL STO ANTONIO - Belém
21. CENTRO EDUCACIONAL ADMA DARWICH - Altamira
22. SISTEMA DE ENSINO VESTIBULANDO - Abaetetuba
23. INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DARWIN - Castanhal
24. SISTEMA DE EXPANSÃO SOPHOS - Tucuruí
25. COLEGIO IMPACTO – Belém.

CPI da pedofilia ouvirá depoimentos em Santarém e Itaituba

No Blog do Jubal:


"Integrantes da CPI da Assembléia Legislativa que apura crimes sexuais contra crianças e adolescentes no Pará anunciaram que no dia 06 de maio será a vez de Itaituba.

Nos dias 07 e 08, os deputados seguem para Santarém.

Não se escondam atrás das saias de ninguém. Nem do advogado!"

O preço da omissão

O prefeito José Maria Tapajós está em Brasília em busca de verbas federais que possam ser destinadas a minimizar os estragos das chuvas e das enchentes em Santarém.
Nada demais que o prefeito siga até Brasília de pires nas mãos. Afinal, a penúria financeira das prefeituras é moda neste país, agravada ainda pelos efeitos da marolinha do presidente Lula.
Mas o que chama atenção é o abandono do prefeito pelas lideranças do PT.
Tapajós é do PMDB, mas conserva a mesma equipe da ex-prefeita Maria do Carmo
Só isto bastaria para que os deputados federais do PT que tiveram votação em Santarém - Paulo Rocha e Zé Geraldo - estivessem solidários com o prefeito de Santarém.
Mas não estão. Principlamente Paulo Rocha, mentor da ex-prefeita Maria do Carmo.
Este, por sinal, fiador político da coligação vitoriosa que deu com os burros n'agua ao passar pelo crivo do TSE, largou Tapajós à própria sorte.
Mas Rocha pode estar dando um tiro no pé.
É público a falência do sistema viário e hidroviário de Santarém na gestão de Tapajós.
Mas a população fica se perguntando por quê, depois de quatro anos de administração da ex-prefeita Maria do Carmo, Santarém ainda passa por essa situação de calamidade.
Uns dirão que Maria só fez obras de fachada. É verdade.
Outros dirão que Tapajós nada pode fazer por que está sendo boicotado por gente de confiança do PT que permanece no secretariado. Isso também é vero.
E ainda outros mais críticos apontarão que o governo de Maria foi uma obra de fachada que ruiu ao contato com as primeiras chuvas e as marolas da enchente do rio Tapajós.
O Blog do Estado considera que as três alternativas apontadas estão corretas.
Para desgraça de Santarém o desgoverno de Maria está custando tão caro em função da omissão do PT diante da administração do PMDB.
Paulo Rocha que se cuide.

Manchetes desta quarta-feira de O Estado do Tapajós

BOMBEIROS INVESTIGAM DANOS A PRÉDIOS NA ORLA DE SANTARÉM

BARCOS PODEM SER IMPEDIDOS DE ATRACAR NO CAIS DE ARRIMO

PANTERA TERÁ QUE JOGAR AS FINAIS EM BELÉM

POSTER DO SÃO RAIMUNDO CAMPEÃO DA TAÇA ESTADO DO PARÁ

PREFEITO DIZ QUE EMBARGO VAI ATRASAR CONCLUSÃO DO TERMINAL HIDROVIÁRIO

COMEÇA USO DE CATRACA ELETRÔNICA

SEMSA DETECTA 22 NOVAS CASOS DE HANSENIASE EM SANTARÉM

Memória de Santarém: A AMEAÇA SOBRE O BELO

Secretário de transportes debate com empresários amanhã em Santarém

O secretário de transportes do estado, Valdir Ganzer, tem reunião de trabalho na sede da Associação Comercial e Empresarial de Santarém (ACES), amanhã à noite.
Valdir vai conhecer um dos principais pleitos dos empresários santarenos, que é a necessidade de integração rodoviária entre os polos Tapajós e Xingu.

Pela primeira vez, júri condena réu por crime de trânsito em Santarém

Em Santarém, pela primeira vez na história do Tribunal do Júri local, foi condenado um réu por crime de trânsito, com o uso da tese do “dolo eventual”. O Ministério Público Estadual atuou por meio dos promotores de justiça Paulo Roberto Monteiro e Harrison Bezerra, que conseguiram condenar o réu Erlan Rego Nascimento a dez anos de reclusão, pela morte de uma criança de onze anos. A sessão, ocorrida ontem, 28/04, foi presidida pelo juiz Paulo Pereira da Silva Evangelhista. O júri condenou o réu, acatando a tese do MP de dolo eventual, ou seja, quando não há intenção de matar, mas se assume o risco.
O réu Erlan Rego atropelou e matou uma criança, Rodolfo Rithelly, de onze anos, em junho de 2005, ao dirigir embriagado uma motocicleta em alta velocidade na av. Fernando Guilhon, em frente ao bar Asa Delta. O réu não possuía habilitação para dirigir. O Ministério Público ainda pediu agravante da pena, por ser a vítima uma criança.

A defesa do réu ficou sob a responsabilidade das Defensoras Públicas Paula Maria de Sousa Adrião e Emilgriethy Silva dos Santos, que alegaram a tese da “culpa presumida”. Nesse caso, o réu não teria sido levado a júri, e poderia ser condenado com base no Código de Trânsito Brasileiro, com pena de dois a quatro anos. O dolo eventual é uma tese difícil de ser defendida em júris populares, pois deve ser provado que o réu, embora sem a prévia intenção de matar, tinha condições de prever o crime, assumindo o risco de produzi-lo, como foi o caso de Erlan, que ainda responde por outros crimes.

Cheia do rio Surubiú castiga Alenquer





"Av. Gétúlio Vargas ou a "rodafrente" de forma "inavegável", um verdadeiro engarrafamento de pontes e pequenos barcos; - a praça da matriz de Stº Antônio onde a água do Surubyú já chegou em suas duas esquinas frontais e, empurrou a pequena feira do peixe para a praça; -as residências dos Yareds, Carito, Yrlei, Otávio Moraes, Rivail Figueiredo, a esquina do Mesquita; - a sede do Internacional e a casa da D. Duzita, onde a água do rio ultrapassa pela primeira vez a Visconde do Rio Branco nestes últimos 150 anos no mínimo; - o principal acesso aos barcos uma ponte por sobre a Av. Getúlio Vargas; a praça da bandeira e a casa do Sr. J. Valente; a Casa dos macêdos e D. Orzila e muito mais..."
Isso é a cheia em Alenquer, oeste do Pará, no relato de Tereza Emília Ferreira.

Tabela divulgada em novembro de 2008 já previa decisão em Santarém

Ronaldo Pastor, um dos ícones do radiojornalismo paraense, agora atuando na Super Marajoara AM, de Belém, envia nota ao Blog do Estado lembrando que a tabela divulgada no dia 17 de novembro do ano passado deixa claro os locais dos jogos das finais do Parazão 2009.
Ronald ressalta que a tabela "aponta, que, em caso de cada turno ter um campeão distinto, os dois jogos finais deverão ser: 1o. JOGO: Campeão do 1o. turno ( PSC) x Campeão do 2o. turno ( S.RAIMUNDO). 2o. JOGO: Campeão do 2o. turno (SÃO) x Campeão do 1o. turno ( PSC). O MANDO DE JOGO cabe ao clube do lado esquerdo de quem olha a tabela."
"Como podes observar", escreve Ronald, "o 1o. jogo deveria ser em Belém e o 2o. em Santarém. Deveria, mas não vai ser. Esta é a informação documentada que me foi passada pelo setorista da FPF".

Presidente da Cosanpa confirma atraso na liberação de verbas do PAC para abastecimento de água em Santarém

O presidente da Cosanpa, Eduadro Ribeiro, informou ainda há pouco, no programa Sinval Ferreira, da Rádio Rural, que a verba de 25 milhões do PAC para obras de ampliação do sistema de produção e abastecimento de água em Santarém ainda depende de liberação da Caixa Econômica Federal.
"O dinheiro ainda não está no banco, como muita gente pensa, é preciso a documentação e os projetos estarem atualizados para o dinheiro ser liberado e as obras comecem", esclareceu Ribeiro.
A informação de que a Cosanpa dispunha de verba do PAC e não aplicava em Santarém foi difundida a partir de visita de profissionais liberais ao Ministério Público Estadual, na semana passada.

Nélio assume a prefeitura

O vereador Nélio Aguiar, presidente da Câmara de Santarém, assumiu hoje o comando da prefeitura por causa da viagem do prefeito José Maria Tapajós a Brasília.
Será que, mesmo na interinindade da interinindade, Nélio vai fazer o que muito santareno espera há muitos anos: a exoneração do secretário de planejamento Everaldo Martins?

Rodoviários anunciam greve a partir de segunda-feira

Os rodoviários de Santarém decidiram ontem entrar em greve a partir do dia 4 de maio.
O motivo é o de sempre: reajuste salarial de 16% que não foi atendido pelo sindicatos das empresas de transporte coletivo.
Na segunda-feira, ironicamente, está marcado para começar a funcionar o novo sistema de bilhetagem eletrônica nos ônibus urbanos de Santarém.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Promotor tem porta-voz informal

O Blog do Estado foi alertado para ficar atento à defesa cega dos atos do promotor de Itaiuba por uma balzaquiana que vive tomando as dores do ilustre membro do parquet.
Não que o dito cujo esteja agindo errado ou que não mereça que se importem com o trabalho dele.
Mas soa estranho, isso soa, que o digníssimo promotor precise de porta-voz informal.
Melhor seria que o membro do parquet , quando necessário, utilizasse a estrutura de comunicação que o Ministério Público dispõe.
Ou que contenha esse oba-oba desnecessário e antipático.

Alter do Chão, em dia de banho prolongado

Cenas captadas hoje de manhã, na orla de Alter do Chão, pelas lentes do fotógrado Ronaldo Ferreira.
Em primeiro plano, vê-se as catraias ociosas e em segundo plano o hotel Mirante ilhado pela enchente.

Santareno adotivo pode comandar segurança pública no Pará

José Sales, piauiense de nascimento e santareno por adoção deve ser guindado ao posto de secretário de segurança pública do Pará a partir do próximo mês, após o início das férias do morimbundo titular Geraldo Araújo, que, segundo o blog do Hiroshi, só comprou passagem de ida.

Dois pesos e duas medidas

A respeito da nota São Raimundo não consegue liminar para jogar decisão em Santarém recebemos o seguinte comentário de um leitor do Blog do Estado.

Pois é Miguel,
O Clube do Remo acaba de ser absolvido em processo idêntico ao do São Raimundo no STJD,tendo o tribunal decidido que o Clube do Remo não deu causa para o incidente ocorrido no jogo contra o Flamengo, no Mangueirão, onde como aqui em nossa cidade, foi arremessado objetos para dentro do gramado.

Mulher anda 5 km para achar orelhão que funcione

Maria da Conceição Barbosa, moradora do bairro Vitória Régia, na periferia de Santarém, no Oeste do Pará, precisou caminhar cerca de 5 quilômetros para encontrar um tefefônico público que funcionasse na cidade.
A dona-de-casa só achou um orelhão da Oi em condições de uso em pleno centro comercial, em frente à agência central do Banco do Brasil, depois de andar a pé por mais de duas horas.

Captura controlada de jacarés pode ajudar comunidades ribeirinhas do Amazonas

Apesar de ainda não ter sido oficialmente confirmada para 2009, a captura experimental e controlada de jacarés no Amazonas pode trazer avanços práticos e científicos para o estado, em comparação aos anos anteriores em que a atividade foi realizada.

Segundo a gerente de apoio à utilização de animais silvestres do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário do Estado do Amazonas (Idam), Sônia Canto, a evolução da captura controlada de jacarés depende do avanço das pesquisas que fundamentem a exploração desse recurso, aliada à superação de obstáculos relativos à comercialização da carne e da pele dos animais.

Leia mais aqui: Paranegócios.com.br

Mercados da Amazônia vendem olhos de boto e entregam órgãos de porco

Do Blog da Amazônia:
Teste de DNA indica que órgãos comercializados são de outros animais

Em mercados da Região Norte existe o comércio de olhos de boto cor-de-rosa como amuletos. Um teste de DNA realizado pela Universidade Federal da Amazônia (Ufam) aponta que quem compra esse tipo de produto, além de estar cometendo crime ambiental, pode estar sendo enganado.

O exame indicou que esses órgãos, vendidos em mercados de Belém, Manaus e Porto Velho, são retirados principalmente do boto-cinza marinho, mas também podem ser de porcos ou ovelhas.

A pesquisa foi realizada pela bióloga Waleska Gravena, do Laboratório de Evolução e Genética Animal da Ufam. Com autorização do Ibama, ela coletou 43 amostras de olhos vendidos em capitais amazônicas. Depois de analisar geneticamente o tecido desses órgãos, ela descobriu que nenhum deles era de boto cor-de-rosa ou boto vermelho, como é chamado na região.

A maior parte dos olhos analisados era de boto-cinza, também conhecido como tucuxi, da espécie Sotalia guianensis, que só consegue viver no mar. Entre as amostras também foram encontrados quatro olhos de porco e um de ovelha.

Segundo a pesquisadora, a ideia de realizar o teste de DNA surgiu depois que amigos dela lhe presentearam com olhos secos, supostamente de boto cor-de-rosa. Como o animal está ameaçado de extinção, ela queria saber se a caça do mamífero era frequente na Amazônia. “Como eles vinham secos, fiquei em dúvida se eram mesmo olhos de boto [cor-de-rosa]”.

Foto: Waleska Gravena/Arquivo Pessoal

Olhos secos analisados pela pesquisadora da Ufam. (Foto: Waleska Gravena/Arquivo Pessoal)

Caça proibida

Ainda que o amuleto não seja do animal esperado, especialistas do Ibama alertam que a captura de qualquer mamífero aquático, incluindo o tucuxi, é proibida, assim como a compra de qualquer parte desses animais. Quem comete o crime pode pegar de um a seis meses de prisão, que pode ser multiplicada por três caso a caça seja comercial.

Segundo a bióloga Carla Marques, do Centro de Mamíferos Aquáticos do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) em Belém, muitos botos-cinza são mortos para serem usados como isca para a pesca de tubarão. “Também ocorre a captura acidental, sem intenção. Se o animal se engancha numa rede de pesca, não consegue subir para respirar, e pode morrer”, conta Marques.

São Raimundo não consegue liminar para jogar decisão em Santarém

O São Raimundo venceu a primeira batalha na Justiça Desportiva, mas perdeu a guerra. André Cavalcante, advogado da Pantera, protocolou ontem à tarde, no Tribunal de Justiça Desportiva (TJD), um pedido de liminar para suspender a punição imposta ao clube enquanto o recurso contra a decisão da 3ª Comissão Disciplinar do TJD era julgado. Em vão. O presidente do tribunal, José Alberto Vasconcelos, indeferiu o pedido de liminar. Com isso, as duas finais do Parazão serão disputadas em Belém, nos próximos dias 3 e 10 de maio.

Na última quinta-feira, os auditores do tribunal determinaram a perda de um mando de campo e o pagamento de multa de R$ 10 mil pelo São Raimundo, acusado de omissão no jogo contra o Paysandu, pelo segundo turno, quando foram atirados objetos no gramado do Colosso do Tapajós. Se conseguisse adiar a punição, a Pantera enfrentaria os bicolores em Santarém, na primeira partida da final. 'Em todos esses anos, quantas vezes o Campeonato Paraense foi decidido no interior?', questionou o advogado do São Raimundo.

De acordo com o Código Brasileiro de Justiça Desportiva, o tribunal pode suspender decisões que causem 'prejuízos irreparáveis' aos clubes. E, para André Cavalcante, impedir que o São Raimundo dispute a final no Colosso do Tapajós seria um desses casos. 'É um direito do São Raimundo que não pode ser adiado', declarou André Cavalcante, que não tentará adiar a punição em outras instâncias da Justiça Desportiva. 'Não é o caso. Estava tentando algo que não era o mérito do processo, então não posso recorrer ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva', explicou.

O advogado do São Raimundo não quis entrar em detalhes sobre o indeferimento do pedido de liminar, mas reconheceu que pode ter relação com os últimos julgamentos do TJD, quando André Cavalcante fez críticas severas aos auditores. 'É uma questão de convencimento pessoal do presidente do tribunal, prefiro não me manifestar até que o mérito do recurso seja julgado', justificou o advogado.
(Fonte: Amazônia)

Prainha pode ficar sem água encanada

As bombas da Cosanpa instaladas na orla à altura da Praça São Sebastião e Porto do Léo estão na iminência de irem para o fundo.
Se a água do rio Tapajós subir mais um pouco em Santarém o sistema elétrico será atingido e os equipamentos terão que ser desligados.
Essas duas bombas abastecem as residências do bairro da Prainha.

Lei de Imprensa deve ser julgada pelo plenário no dia 30

O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) deve retomar no dia 30 de abril, próxima quinta-feira, o julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 130, ajuizada pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT), que questiona a Lei de Imprensa (Lei 5.250/67).
O julgamento foi suspenso na sessão plenária do dia 1º deste mês, quando o relator do caso, ministro Carlos Ayres Britto, votou pela procedência integral da ação. Para ele, a Lei de Imprensa não pode permanecer no ordenamento jurídico brasileiro, por ser incompatível com a Constituição Federal de 1988.

Naquela sessão, o entendimento do ministro-relator foi seguido pelo ministro Eros Grau, que adiantou seu voto.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

O caneco é do Pantera

Jogadores do São Raimundo erguem a taça Estado do Pará, após a vitória por 2 x1 diante do Clube do Remo.
Foto: Alfonso Jimenez

A nova orla de Santarém

Centro comercial de Santarém, nesta segunda-feira, as 11h30.
Pedestre atravessa a 'orlinha' que interliga calçadas na avenida Tapajós, esquina da trav. 15 de Novembro.
A água da enchente toma conta do centro comercial.
Foto: Miguel Oliveira

Calendário de pagamento do governo do estado


28/4 Inativos (militares), pensionistas
29/4 Inativos (civis)
30/4 Seduc
4/5 Segup, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Polícia Militar
4/5 Adepará, Arcon, Asipag, CCIDS, CDI, Ceasa, Cohab, Centro Renato Chaves, EGPA, Emater, Fapespa, FCG, FCPTN, FCV, Funcap, Funtelpa, Hospital das Clínicas, Hospital Ofir Loyola, Hemopa, IAP, Ideflor, Idesp, Igeprev, Imep, Ipasep, Iterpa, Paraminérios, Paratur, Prodepa, Santa Casa, Susipe, Uepa
5/5 Auditoria, Casa Civil, Casa Militar, Consultoria, Defensoria, Gabinete da Vice-Governadoria, NAF, NGPR, Procuradoria, Sead, Secom, Sefa, Segov, Sepaq, Sepe, Sepof, Sagri, Secult, Sedect, Sedes, Sedurb, Seel, Seicom, Seir, Sejudh, Sema, Seop, Sespa, Seter, Setran

Pega na mentira

A então prefeita Maria do Carmo bem que tentou desmentir a denúncia do jornal O Estado do Tapajós de que o porto da Tecejuta estava sendo construído sem elaboração do Eia/Rima.
Em entrevista ao jornal, "Maria do Carmo garantiu que o Licenciamento Ambiental do trecho em que será construído o porto já foi feito".
"Já saiu no Diário Oficial do Estado há mais de seis meses a realização do Licenciamento Ambiental", afirmou a ex-prefeita em janeiro do ano passado.
Mas como mentira tem pernas curtas, o juiz Gabriel Gabriel Veloso constatou exatamente o contrário.