



A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) abre
inscrições aos Exames Supletivos de Educação Básica
(EJA), no período de 10 de agosto a 15 de setembro
em Santarém e demais municípios do Baixo-Amazonas.
O edital com o conteúdo programático para as disciplinas
do fundamental e médio, já está disponível no portal da
Seduc (www.seduc.pa.gov.br).
A aplicação do exame visa a certificação das habilidades
de conhecimentos adquiridos nos ensinos fundamental,
para alunos a partir dos 15 anos completos, e médio,
para alunos a partir de 18 anos completos. É vedada
a participação de pessoas que já possuam grau de
escolaridade superior ou igual a dos exames aos quais
pretenda se inscrever.
| A Agência Senado informa que o senador Mário Couto (PSDB-PA) denunciou em Plenário, ontem a ocorrência de fraudes na aplicação dos recursos públicos destinados ao pagamento do Seguro Desemprego de Pecadores no período de defeso, em vários municípios do país. Informando sobre o recebimento de denúncias frequentes sobre o problema por seu gabinete, Mário Couto solicitou providências urgentes ao ministro da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca, Altemir Gregolin, visando apurar as possíveis irregularidades. O senador deveria pedir, inclusive, uma auditoria nos cadastros dos 'pescadores' que foram habilitados a receberem o seguro pela colônia Z-20, de Santarém, uma vez que, segundo dados do Ministério do Trabalho, mais de 5 mil recebem o benefício, mas a produção de pescado é pequena para uma relação tão extensa de beneficiários. |
As críticas transmitidas pelo pastor Samuel Câmara, em seu programa semanal na RedeTV, no sábado, dia 13 de junhor e alçaram as discussões realizadas durante as eleições da CGADB, em abril. E foram reproduzidas aqui no Blog do Estado sob o título Assembléia de Deus em pé de guerra.
Mas o pastor José Wellington refutou as críticas do pastor Samuel e ressalta que "para justificar sua crítica, tornando fatos internos da CGADB expostos a membros da denominação e também ao mundo secular, pastor Samuel disse que a CGADB não é igreja, mas uma organização de filiação de pastores e evangelistas da AD, assim como categorias profissionais seculares, a exemplo de associações e sindicatos.
A crítica mais contundente diz respeito à devolução de cheques sem fundos, emitidos pela CGADB. O assunto foi exposto pelo pastor Silas Malafaia, atual primeiro-vice-presidente da CGADB, durante a Convenção em abril. Lá, após a exposição do assunto, o tesoureiro da CGADB, pastor Jonas, foi convidado pelo presidente a defender-se das acusações, mas se perdeu e não teve sucesso. Com isso acabou não reeleito, condição que fora atribuída por muitos em função da explicação aquém do esperado.
Porém, após análise do caso por uma comissão, indicada pelo presidente, o próprio pastor Silas Malafaia, da chapa do pastor Samuel Câmara, sugeriu a aprovação das contas, o que aconteceu.
A nota esclarece fatos, que não foram explicados pelo pastor Samuel, e acabam clareando alguns pontos que ficaram obscuros em sua fala".
A comissão criada pelo Ministério da Educação para avaliar os cursos de Jornalismo inicia projetos após o Supremo Tribunal Federal (STF) ter decidido pelo fim da exigência do diploma ao setor. Uma das alternativas que será encaminhada na próxima semana ao ministro Fernando Haddad propõe a instauração de mestrados profissionalizantes de Jornalismo aos graduados em outras áreas que queiram exercer o trabalho na imprensa.
Para o coordenador de mestrado da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Eduardo Meditsch, a expectativa é de que a partir de agora os cursos de especialização se tornem métodos de aperfeiçoamento. O diferencial, segundo ele, ainda será baseado na graduação e no mestrado em Jornalismo ministrado pelas instituições de ensino.
Além da criação dos mestrados profissionalizantes, a comissão também estuda alterações no currículo da graduação em Jornalismo. A proposta inicial é aumentar a carga horária do curso, de 2.700 horas para 3.200h, com a inclusão de estágio obrigatório em empresas do segmento, o que até então não é regra. A informação é do jornal O Globo.
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O Ministério Público do Estado pediu a absolvição do réu por falta de provas, sendo a tese acatada pelo Conselho de Sentença. O crime ocorreu em 1994, e somente quatorze anos depois o réu foi julgado pelo Tribunal do Júri. Presidiu a sessão o Juiz de Direito Rômulo Brito, que respondia provisoriamente pela comarca de Faro.
(Fonte: MPE)
O edital do Processo Seletivo Seriado 2010 (PSS 2010) da Universidade Federal do Pará foi publicado nesta terça-feira, dia 30 de junho, no Diário Oficial da União. O documento dita as regras e detalhes do concurso para ingresso na maior universidade federal brasileira em número de alunos e, a partir do dia 10 de julho, estará disponível no site do Centro de Processos Seletivos da UFPA (CEPS), no endereço www.ceps.ufpa.br. O conteúdo programático cobrado nas provas também está disponível no site.
O campus de Santarém vai ofertar pela primeira vez o curso de licenciatura em Geografia.
A presidencia da Fundação da Criança e do Adolescente do Pará (Funcap) informa que vai recorrer da decisão judicial que determinou o afastamento de sua titular, Euniciana Peloso, usando, assim, o recurso legal disponível de um prazo de 20 dias. A Funcap lembra que a dispensa de um funcionário do quadro da administração pública estadual cabe apenas a quem o nomemou, no caso, a governadora do Estado, Ana Júlia Carepa.
(Fonte: Agência Pará)
De fato, a pecuária já responde por 14% do PIB estadual e é uma empregadora significativa porque boa parte da produção sai de pequenas propriedades (nas grandes, o emprego é mínimo). O rebanho do Estado é dos maiores do país. Mas tudo isso foi constituído na contramão das aptidões naturais da região e, em regra, à margem da lei – ou contra ela. Não é, portanto, “sustentável”. Nem por isso, porém, é recomendável uma política de arrasa-quarteirão contra a pecuária.
Mas não é isso o que fez o Ministério Público Federal. Ele apenas deu o primeiro passo para evitar, de forma prática, o sacrifício de floresta nativa para a formação de pastos. Já há pastagens e áreas degradadas em quantidade até excessiva para sustentar o atual rebanho. Nada justifica derrubar mata para em seu lugar fazer pastagem. As próprias entidades do setor admitem isso. Mas o caminho do discurso à realidade não é trilhado por uma quantidade inaceitável de fazendeiros e outros agentes das derrubadas. Já é hora de brecar essa prática nociva.
Quem quiser prosseguir no criatório terá que se enquadrar à lei, mesmo que por etapas. Pode compensar os danos causados, modificar as técnicas de cultivo, incorporar cuidados ambientais e uma série de providências, a serem acertadas através de arbitramento. O poder público também tem que corrigir seus muitos e graves erros, que contribuem para as práticas irregulares ou ilegais. Mas não se pode mais tolerar desmatamento para produzir carne. O tamanho da devastação da Amazônia exige providências para pôr fim à esquizofrenia entre as declarações de boas intenções e os maus hábitos. Quem fizer errado não poderá continuar a fazer. Chega de falatórios e encenações.
A economia na Amazônia é composta de atividades cíclicas baseadas em extrativismo e cultura permanente, sendo as mais marcantes: DROGAS DO SERTÃO, CACAU, BORRACHA, JUTA e OURO. Em todos esses ciclos a história registra presença do homem nordestino contribuindo com o desenvolvimento econômico, miscigenando e ocupando o grande vazio desta imensa região. Não houve trabalho que o homem nordestino temesse. A imensidão líquida não foi obstáculo até mesmo para os que estavam habituados a prolongadas e castigantes secas. Alguns se tornaram hábeis navegadores do rio Amazonas e com bastante eficiência assumiram o comando de navios regionais e uma grande maioria habituou-se ao manejo das pequenas e arriscadas canoas e igarités, por ser estes os únicos meios de transporte que possibilitava acessar a margem dos rios onde se fixava a grande maioria da população amazônica. Não existiam estradas e até mesmo as vicinais carroçáveis eram de pouca distância.
A história nos mostra que na revolução cabana, em 1835, os nordestinos, Angelim e Vinagre lideraram e comandaram com bravura aquele movimento nativista alcançando a vitória, fato que se tornou marco na história da Amazônia.
Após a abertura da navegação motorizada no rio amazonas, em janeiro de l852, a presença do homem nordestino se tornou mais freqüente. As comunidades receberam trabalhadores braçais, médicos, agrimensores e advogados que ocuparam cargo de juiz, promotor, professor ou profissionais liberais que participaram da vida pública e privada acelerando a economia e desenvolvendo a política da região. A faculdade de direito do Ceará, por ser mais antiga do que a do Pará, encaminhou inúmeros juristas que chegaram a assumir a presidência e demais cargos da justiça paraense. Foi na década de 80 do século XIX que o fluxo migratório intensificou. A propaganda exacerbada da riqueza causada pela comercialização da borracha, despertou uma cobiça a todos os povos do mundo inteiro e nossos irmãos nordestinos foram os mais presentes nesta corrida em busca do enriquecimento fácil e rápido coletando a goma elástica para alimentar os carentes e insaciáveis mercados europeus e americanos que experimentavam a grande corrida da revolução industrial. Foi instalada em todo nordeste agencias alistando trabalhadores para a coleta de látex nas florestas da Amazônia. Os alistados eram encaminhados aos seringalistas, coronéis de grandes áreas localizadas à margem dos rios. As despesas de passagem e alimentação, desde o momento em que saiam do nordeste, eram debitadas ao alistado e anotadas no caderno de aviamento (conta corrente) junto com o rancho necessário a sobrevivência da permanência na floresta e que seria ajustado no momento da entrega do produto (borracha), coletado no período, que em grupo ou sozinhos permaneciam na floresta durante o período de estiagem, considerado o mais apropriado para a coleta do látex. A falta de princípios éticos e morais do “patrão” (seringalista ou aviador) impossibilitava o pobre seringueiro obter saldo positivo em sua conta, o que o obrigava viver em constante submissão, coagido até com ameaça de morte, caso desistisse da atividade.
Os artigos de subsistências recebidos para a sobrevivência na floresta eram anotados unicamente as quantidades e o preço só eram colocados no momento da entrega do produto. O preço arbitrado para a borracha, no momento da entrega, nem sempre correspondia ao valor dos artigos de subsistência recebidos e muito menos correspondia a um determinado percentual do valor de exportação do produto para o mercado externo. Não havia forma diferente de parceria nessa atividade. Todos os seringalistas eram inescrupulosos, rudes e truculentos, não se tem informação de um só que fosse diferente.
Na última década do governo Imperial, viveu no Pará um nordestino de Crato, que se tornou um mito; foi o coronel José Júlio de Andrade. Segundo o escritor Cristóvão Lins, em seu livro, Setenta Anos de Império Jarí, José Júlio foi um dos homens mais famosos e poderosos do Pará na última década do século XIX e início do século XX. Tinha bastante dinheiro, fama , influência política, prestígio entre os homens de negócio e se tornou o maior latifundiário do mundo, tendo dentro de sua propriedade um rio, Rio Jarí, desde a nascente até a foz. Na sede de seu império, Arumanduba, as companhias de teatro e ópera francesas, se exibiam, mesmo não tendo um teatro. Sua principal atividade era o extrativismo, tendo a castanha e a borracha como os principais, produtos. Diz o escritor que se não tivesse ocorrido uma forte arenga entre ele e o interventor do Pará, General Joaquim Cardoso de Magalhães Barata, provavelmente ele teria sido convidado para ser candidato a governador do Pará. Diz ainda o cuidadoso escritor, que José Júlio falava corretamente oito idiomas e que lia os clássicos gregos e romanos em sua original. A verdade é quer a fama de José Júlio, perdura até hoje na região do Rio Jarí onde mais tarde veio se estabelecer a Empresa Agro Florestal Jarí.
Ontem à noite uma operação desmontou um esquema de disk droga em Santarém, oeste do Pará. O traficante Antonio Luis R. Nascimento, 32 anos, marceneiro, foi preso em flagrante na Rua Alegria no bairro Diamantino com 21 gramas de pasta base de cocaína, 314 reais e um celular e a motocicleta que ele utilizava para fazer a distribuição do material entorpecente.
Toda a droga estava nos bolsos de Antonio Luis que levou a polícia até sua casa localizada no Beco Madre, no bairro Santíssimo onde foram encontrados diversos materiais de preparo da droga e embalagens para a distribuição. O núcleo de inteligência da Policia Militar já acompanhava a algum tempo o caso desse traficante, sendo possível somente ontem prendê-lo em flagrante num trabalho conjunto com o Grupamento Tático Operacional e 16ª zona de policiamento.
Esse tipo de comércio de droga já vinha sendo denunciado pela população e existia até um telefone onde o viciado ligava e o traficante entregava o material. A polícia militar intensificou os trabalhos ostensivos e está reduzindo a atuação de traficantes em Santarém.