sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Fila para compra de ingressos para decisão São Raimundo x Macaé já passa de 1 km

No início da tarde de hoje o final da fila para a compra de ingressos para a decisão de domingo no Barbalhão estava em frente à igreja d PAz, na Avenida Borges Leal, a cerca de 1 km de distância da bilheteria da sede do São Raimundo, na avenida Silva Jardim.
Foram colocados 16.400 ingressos aos preços de 12,50, 15,00, 25,00 e 35,00.

A tiragem do Diário do Pará

Trecho da matéria de Lúcio Flávio Pinto sobre a campanha publicitária de 1 milhão de leitores do Diário do Pará, da última edição do Jornal Pessoal que está nas bancas de Belém desde ontem:

"A tiragem do Diário do Pará, constatada pelo IVC em agosto deste ano, data da sua última auditagem, é de pouco mais de 26 mil exemplares (26.318, para ser exato). Logo, não pode gerar um milhão de leitores, o que daria quase 50 leitores por exemplar, média impossível. A realidade deve ser 10 vezes menor. O dado certo, de qualquer maneira, é o de 26 mil exemplares. De onde vem, então, o milhão apregoado? Da leitura acumulada “de todos os dias da semana”, como informa a matéria do jornal, muito rapidamente, inibindo raciocínio mais aprofundado sobre o que diz. Ou seja: total acumulado durante toda a semana."

Comissão que analisa plantio de cana-de-açúcar tem Lira Maia como membro

O deputado Lira Maia foi indicado pela liderança do Democratas na Câmara dos Deputados como membro titular da Comissão Especial destinada a proferir parecer ao Projeto de Lei 1.712/2007, que dispõe sobre o cultivo de cana-de-açúcar no País.

Esta Comissão irá definir ainda, critérios de plantio da cana-de-açúcar em todos os Estados da federação.

Segundo Lira Maia, os parlamentares amazônidas devem ficar atentos a esta matéria para que não proíbam de vez o plantio da cana-de-açúcar na Amazônia legal.

Leia mais aqui.

Elogios fora da fronteira

Gerson Nogueira

Bem, se parte da torcida paraense lhe vira as costas, indiferente ao mérito da campanha, o time de Lúcio Santarém recebe elogios fora das fronteiras estaduais.

Reportagem do portal Terra, ontem, faz relato minucioso das agruras enfrentadas pelo time santareno, que teve a pachorra de trocar de técnico por quatro vezes e superar a deserção de jogadores para chegar à decisão do campeonato.

O Pantera é retratado, no texto de Dassler Marques, como um típico time emergente do interior do Brasil, no que essa condição tem de bom e ruim. Com humildade, o diretor Sandiclei Monte admite que a disputa regionalizada nas primeiras fases foi benéfica para a equipe: “Facilitou para nós, porque os times são montados com muitas dificuldades. Fomos crescendo e pegando experiência”.

Com um único destaque individual, o meia (e artilheiro) Michel, o clube fez um esforço tremendo para não falhar com os jogadores. “Apesar das dificuldades, não atrasamos os salários. É questão de honra”, diz Sandiclei. Parece pouco, mas é tudo aquilo que os grandes da capital não fazem.

Seduc nomeia concursados para Santarém

Está publicado no Diário Oficial do Estado a relação dos candidatos convocados pela Seduc para preencherem vagas abertas através de concurso público realizado pela Seduc:

Artes
: Marcelo de Lima Lopes.
Educação Fisíca: Carla Filomena da Silva Imbiriba e Elaine da Silva Aranha Tapajós.
História: Wanderson Farias Fortes.
Matemática: Fabricio Vasconcelos Barbosa, Elza Nascimento Silva de Aguiar, Mauro Luiz Lobato de Vasconcelos, Herbert Junio Rebelo Rego e Wanderson Augusto Oliveira de Almeida.
Sociologia: Leila Cristiane Santos Sardinha e Fabricio Dias da Rocha.

Justiça é mais lenta em Santarém

OAB quer a convocação imediata dos candidatos aprovados no concurso do TJE para Santarém.
Na Quinta Vara Cível, a secretaria está fechada porque a única funcionaria do setor saiu de férias.
Confira o aviso fixado à porta da secretaria, cliclando aqui.

Volta a chover em Santarém

Santarém amanheceu nublada e chove fino na cidade desde as 6h50, após três meses de estiagem.

O Estado do Tapajós circula sábado

A edição desta semana de O Estado do Tapajós circulará sábado, dia 31 de outubro.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

PESQUISADORA TENTA DESMISTIFICAR PERIGO DE COBRAS


Cilícia Ferreira
Repórter


O Instituto Butantan realiza do dia 20 a 30 deste mês, em Santarém, o IV Encontro Butantan Amazônia com o tema "Biodiversidade e Pesquisa de Animais Peçonhentos na Amazônia".
Diversas palestras serão ministradas que abordarão os aspectos da região em relação aos animais peçonhentos como serpentes, aranhas e escorpiões.
A professora-doutora Ana Prudente(foto), do Museu Emílio Goeldi, falou sobre serpentes da Amazônia. No imaginário de grande parte da população toda cobra é perigosa ou venenosa e precisa ser morta. Perguntada como desmistificar isso a professora respondeu as serpentes foram muito maltratadas ao longo da História.
Segundo a pesquisadora, mudar o conhecimento popular é muito difícil, a população ribeirinha, por exemplo, sempre entendeu que o bicho é perigoso ou venenoso e que se entrar em casa, é para matar. O que normalmente se pode fazer é replicar o conhecimento científico. E repassar a informação da forma correta, nos veículos de comunicação, numa linguagem que possa atingir uma massa maior da população. Ela acrescenta que nas escolas e nas universidades, o que normalmente se faz são as palestras, explicando que 75% das cobras do Brasil não são venenosas.
Ana ressalta que essa mentalidade não é encontrada somente na Amazônia, mas no mundo inteiro - exceto alguns países ou regiões que cultuam as serpentes, como a Índia, por exemplo.
Ana informou que existe um projeto de estudo das serpentes da Flona do Tapajós, que é realizado por um professor de Santarém em parceria com outro do Butantan. O inventário já começou a ser levantado. Na região oeste do Pará, diz, não tem nenhuma espécie sendo descrita nesse momento. A descrição mais recente que a professora fez foi a da serpente Atractus surucucu, encontradas na Serra do Surucucu, na divisa do Brasil com a Venezuela. A descrição feita da Atractus surucucu pela professora é de que ela é uma cobra pequena, é um colubrídeo e não é venenosa. É um animal que vive em galerias, debaixo da terra, se alimenta de pequenos invertebrados que vivem igualmente a ela. "É meio marrom, meio preta".
De acordo com Ana Prudente, no bioma da Amazônia existem cerca de 138 espécies de serpentes. Ressaltou que esse número não é fixo, pois a cada estudo os números são alterados.
Sobre a utilização do veneno das serpentes ela disse que além do soro antiofídico, o veneno é utilizado na fabricação de cosméticos, e de vários medicamentos, por exemplo, na cirurgia cardíaca é utilizada uma cola que é feita com o veneno, remédios para operação oftalmológica.

Banco da Amazônia tem sistema de informática em pane

Se já não bastasse o tempo em que a greve dos bancários deixou os clientes sem atendimento, os que procuram o Banco da Amazônia desde segunda-feira estão voltando da porta porque o sistema está fora do ar.

Apelar pra quem?

Kits escolares: até consultor é denunciado pelo MPF

Consultor-geral do Estado denunciado à justiça por causa do escândalo dos kits escolares.

Leia aqui no Blog do Espaço Aberto

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Reunião dos secretários municipais de saúde revela distorções do SUS

A secretária Sílvia Cumaru ouviu de corpo presente da maioria dos secretários municipais de saúde, com quem esteve reunida ainda há pouco no Barão Center Hotel - relatos dramáticos que a utilização do sistema SUS para marcação de internações é muito bonito no papel.
A secretária de Monte Alegre denunciou que no dia 11 de outubro, quando se realizava uma maratona de selva em Santarém, um paciente em estado neurológico crítico levou 5 horas para ser internado no Hopsital Reginal mesmo com o pedido de internação tendo sido inscrito no SUS havia 5 dias.
"Nem havia ambulância para remover o pacientes porque o Samu estava prestando socorro aos acidentados na maratona", queixou-se a secretária de saúde montealegrense.

Secretário diz que não há outro local para aterro sanitário em Santarém

Cilícia Ferreira
Repórter

O secretário de planejamento Everaldo Martins descartou a remoção imediata, como quer o Ministério Público, das cerca de 40 famílias que catam lixo no aterro controlado do Perema, no planalto santareno.

Com relação às denúncias de que o lixo estaria sendo somente despejado e não aterrado, Everaldo explicou que durante o inverno é preciso fazer uma deposição provisória de resíduos e fazer no verão o aterramento propriamente dito, as chamadas células. Informou que o aterramento está sendo feito, mas em um processo mais lento. Confirmou ser essa uma das medidas imediatas tomadas pela prefeitura.

Sobre a possibilidade de se transferir o local do aterro o secretário disse que "no momento, não há outro local".

Leia mais aqui.

PRF nega excesso de blitz em trecho urbano da Santarém-Cuiabá

Cilícia Ferreia Repórter

No trecho urbano da rodovia Santarém-Cuiabá vem sendo montadas barreiras da Polícia Rodoviária Federal em vários trechos do percurso, ocasionando a parada e o desconforto dos condutores em vários trechos para a fiscalização.

Segundo o inspetor Max Xabregas, chefe da Polícia Rodoviária Federal em Santarém, o aumento do número de barreiras da PRF ao longo da rodovia faz parte do trabalho diário da polícia. Questionado sobre a distância de uma barreira estar muito próxima da outra, o inspetor disse que não há uma distância determinada uma da outra. O que ocorre, diz, é que dependendo da necessidade do serviço as duas rondas são deslocadas para o mesmo local ou para locais diferentes.

De acordo com o inspetor Xabregas, a Polícia Rodoviária Federal em Santarém está com 40 novos agentes. A ampliação possibilita maior fiscalização da PRF na BR-163. Ao todo, 186 policiais recém-concursados foram destacados para a atuarem na rodovia Santarém-Cuiabá, sendo que 40 são para o efetivo definitivo de Santarém.

Ele informa que, durante a semana, o movimento é maior na área urbana ficando concentrada a operação no perímetro: são duas viaturas que realizam o serviço intercalando os perímetros para que o condutor não tente fugir da fiscalização; nos finais de semana e feriados as rondas são reforçadas e o número de barreiras pode variar de acordo com a demanda. A escala é de 24h para cada policial.

As fiscalizações diárias verificam os equipamentos e licenciamentos dos veículos, assim como a habilitação dos condutores. Nos casos constatados de irregularidades nos equipamentos, o documento do veículo é retido e o condutor tem o prazo de 24h para fazer o reparo e se regularizar junto a DPRF.

No dia da produção da matéria (19/10), uma viatura estava se deslocando do trecho em frente ao terminal rodoviário de Santarém até ao trecho próximo a Madesa, bairro da Matinha, onde se encontrava outra viatura.

Os coronéis do sertão e as elites modernas

Lúcio Flávio Pinto

Em 2001 a Geração Editorial publicou a biografia do senador Antônio Carlos Magalhães, Memória das Trevas, que tinha 766 páginas, com um subtítulo promissor (mas irrealizado): “Uma devassa na vida de Antônio Carlos Magalhães”. Agora lançou Honoráveis Bandidos, sobre o senador José Sarney, com 207 páginas e também um subtítulo convidativo: “Um retrato do Brasil na era Sarney”. A concepção da capa das duas publicações, com um close dos personagens atrás dos inefáveis óculos escuros, que constituem uma das características dos ditadores latino-americanos, sugere comparações. Qual o mais importante – ou o mais danoso – dentre os dois coronéis da política brasileira?

A julgar pelo volume dos livros, ACM, sem dúvida: ele mereceu quase quatro vezes mais páginas do que Sarney. No entanto, teve que dividir espaço com o autor da sua biografia, João Carlos Teixeira Gomes, que cuidou tanto da própria biografia quanto da do desafeto. Seu trabalho, por isso, perdeu a objetividade necessária e se esparramou em considerações pessoais sem maior interesse público, prendendo-se em demasia às quizílias locais. Já o ensaio de Palmério Dória é de melhor jornalismo. Bem escrito, fluente, equilibrado na seleção de fatos que convencem seu leitor sobre o argumento central da obra: o papel negativo que os coronéis da política desempenham no país e, em particular, nos seus redutos, que funcionam como autênticas satrapias.

A correlação entre o babalorixá baiano e o senhor maranhense ajudará a iluminar um pouco a análise de um dos problemas graves da vida nacional: o papel antipedagógico dos seus líderes. Ambos transitaram da república de 1946 para o regime militar de 1964 e dele conseguiram sobreviver com a redemocratização de 1985, tão ou mais poderosos do que antes. Sarney chegou ao posto máximo do pais, a presidência da república. Antônio Carlos parou num ministério.

Leia mais aqui.

Pontuando- José Olivar

Você sabia que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), já instaurou até hoje, 5.358 processos contra Magistrados de todas as Instâncias? Antes do CNJ, quase todas as condutas ilícitas de Juízes passavam despercebidas. Hoje sofrem o crivo do Conselho com possíveis punições.

Estas e outras notícais estão na coluna Pontuando, de José Olivar.

Acesse aqui.

Arraias de água doce estão entre animais mais perigosos da Amazônia

Iberê Thenório
Do Globo Amazônia, em São Paulo

Bonitas e pouco conhecidas, as arraias de água doce, comuns na Amazônia, figuram entre os animais venenosos que mais causam acidentes na região oeste do Pará. Segundo o Instituto Butantã, elas lideram o ranking de picadas junto com jararacas e escorpiões – animais perigosos já bem conhecidos em outras regiões brasileiras.

“A arraia tem um ferrão serrilhado na cauda, que entra fácil [na pele] e sai rasgando, machuca bastante. O ferrão é coberto por um muco, com um veneno muito dolorido. Além do veneno, há o problema da sujeira da água, que pode causar infecção. São três problemas diferentes”, explica o biólogo Giuseppe Puorto, diretor do museu biológico do Instituto Butantã. Segundo o pesquisador, os acidentes são sazonais e ocorrem na época seca, pois as arraias costumam viver na areia, no fundo dos rios.

‘Zona do veneno’

Para pesquisar e conseguir evitar acidentes com esses tipos de animais, o Butantan se prepara para instalar uma base avançada na Amazônia. A região escolhida fica em Belterra (PA), na confluência entre os rios Tapajós e Amazonas, entre Belém e Manaus. “A região de Santarém, por uma questão evolutiva, tem praticamente todos os animais peçonhentos brasileiros”, conta Puorto.

Leia mais: Instituto Butantan pretende abrir 'filial' na Amazônia

Ainda que não tenha sede física, o instituto já está presente na região. Na última terça-feira (20), pesquisadores começaram o quarto encontro científico “Butantan Amazônia”, em que são promovidas palestras e discussões sobre o estudo de animais peçonhentos no Pará.

O foco dos cientistas, além dos profissionais que trabalham em hospitais e de universidades, é a população ribeirinha. “Quem vive no campo são os mais atingidos por acidentes”, diz o biólogo do Butantan.

Para dialogar com quem mora na floresta, o instituto já publicou uma cartilha com orientações voltadas para esse público. Ali se recomenda, por exemplo, que galinhas sejam criadas próximas às casas para afugentar escorpiões e cobras, e que gaviões e mucuras (também chamados de gambás) sejam protegidos, pois são predadores naturais das serpentes.

São Raimundo joga completo

No AMAZÔNIA:

O São Raimundo entrará em campo sem desfalques no próximo domingo, contra o Macaré/RJ, em Santarém. Filho, que teria levado cartão amarelo na partida de ida, está livre da suspensão automática. O árbitro da partida, na verdade, registrou a advertência para o zagueiro Preto Marabá, que não estava pendurado. Com a permanência de Filho e o retorno do lateral Pedro Paulo, que já cumpriu suspensão, o time comandado pelo técnico Lúcio Santarém jogará completo.
Apesar da vantagem do adversário, que leva o título se sair com um empate, Lúcio Santarém está confiante no desempenho da equipe. O treinador, inclusive, já revelou a escalação. 'Não há segredo, não há problema. Todos estão aptos para o jogo do próximo domingo', revelou. O São Raimundo deve entrar com Labilá; Ceará, Filho, Preto Marabá e Pedro Paulo; Beto, Marcelo Pitbull, Trindade e Michell; Déo Curuçá e Rafael Oliveira.
Durante a semana, o Pantera treinará em apenas um período. As jogadas ensaiadas e os chutes a gol serão prioridade, segundo o técnico, que se mostrou insatisfeito com o número de gols perdidos na última partida. 'Vamos diminuir o ritmo de trabalho, porque, com as constantes viagens que temos feito, os jogadores estão cansados', declarou Lúcio Santarém. 'Observamos muito as jogadas deles e, no domingo, vamos tentar neutralizá-los.'
Os valores dos ingressos para a final entre São Raimundo e Macaré, no próximo domingo, 1º, às 16 horas, no Colosso do Tapajós, foram definidos ontem pela diretoria do Pantera. Bilhetes para as arquibancadas inferior, superior e central custarão R$ 15, R$ 25 e R$ 35, respectivamente. Estudantes pagarão R$ 12,50. As entradas começarão a ser vendidas somente na próxima sexta-fieira, 27. Devem ser colocados à venda 16 mil ingressos.
Arbitragem - Também foi definido ontem o trio de arbitragem que apitará a final. O árbitro escalado é o potiguar João Alberto Gomes Duarte, que, em agosto, se envolveu em polêmica após afirmar, em entrevista, que ex-presidentes da Comissão de Arbitragem de Futebol/RN teriam pedido resultados durante o estadual portiguar. Luiz Carlos Bezerra e Isac Márcio da Silva Oliveira, também do Rio Grande do Norte, serão os auxiliares. O regra-três será o paraense Andrei da Silva e Silva.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Entrevista com a secretária de saúde Sílvia Comaru


A secretária de saúde do estado, médica Sílvia Comaru, participou hoje de uma sessão da Câmara de Santarém para explicar os ajustes que estão sendo feitos nos serviços oferecidos pelo Hospital Regional do Baixo-Amazonas.

Comaru descartou a municipalização do hospital, garantiu o retorno de algumas especialidades que foram canceladas pela Pro-Saúde, mas deixou claro que serviços de média complexidade terão que ser atendidos pelo hospital municipal de Santarém.

Sobre a volta dos concursados para vagas no hospital regional, a titular da Sespa foi enfárica ao descartar essa possibilidade.

Leia a íntegra da entrevista:


A Sespa vai assumir o controle do Hospital regional?

Sílvia Comaru – Estamos rediscutindo o perfil de todos os hospitais regionais. Nós garantimos agora a endocrinologia, reumatologia. Nós nos comprometemos a rever essas especialidades.

Por que foram reduzidas as verbas do hospital regional?

Sílvia Comaru - Nós estamos revendo metas de todos os hospitais regionais, rediscutindo o perfil de todos os hospitais regionais. Esses hospitais foram construído sem levar em conta a característica epidemiológica da população. Estamos fazendo isso, revendo metas que foram alcançadas ou não foram cumpridas. Isso foi feito em todos os hospitais do estado, não só no hospital de Santarém

Por que isso foi feito sem uma conversa com o município de Santarém?

Sílvia Comaru - Quem faz a regulação do hospital regional de Santarém é a prefeitura de Santarém e o doutor Sinimbu [Valter], que é o diretor de regulação, esteve presente na reunião. Dizer que o município de Santarém não participou da conversa, participou sim. Porque ninguém como a regulação do hospital regional que está no município de Santarém sabe da demanda reprimida para o hospital.

Por quê não é feita uma prestação de contas aos municípios da cada três meses do que é gasto no hospital regional?

Sílvia Comaru - Porque a lei da O.S.[organização social] diz que a O.S tem que prestar contas ao governo do Estado, à Assembléia Legislativa e ao Tribunal de Contas. Agora, na região, a cada dois meses reúne-se o Conselho Gestor, que reúne todos os secretários municipais de saúde da região. Amanhã os secretários vão se reunir e nada impede que o conselho aprecie. Nada impede que o hospital regional seja convidado para esta reunião para que seja feito uma exposição de gastos e do uso de cotas. Acho que isso pode e deve ser feito para se ter uma gestão transparente. E nós vamos construir isso amanhã do colegiado.

Como a senhora avalia a proposta de municipalização do hospital regional defendida pela prefeitura de Santarém?

Sílvia Comaru - Esse hospital foi construído para ser regional. Para tomar conta da saúde em 19 municípios da região.Ou seja, pra fazer principalmente a alta complexidade.Quando a gente diz alta complexidade, a gente diz cirurgia cardíaca, hemodiálise e outros procedimentos e fazer os procedimentos de média complexidade que nós temos capacidade instalada. A nossa idéia é que esse hospital seja regional.

Por causa de atraso no repasse de verbas, a UTI do Hospital regional vai fechar?

Sílvia Comaru - Nós estamos fazendo um ajuste nos procedimentos, ajustando metas, mas eu posso garantir que nenhuma UTI vai fechar no hospital regional e nenhum outro hospital do estado. Isso é compromisso meu, como secretária de saúde.

Quais são as especialidades que vão voltar?

Sílvia Comaru - Reumatologia e endocrinologia. Mas tudo pode ser revisto na repactuação. Nós temos amanhã uma reunião com os secretários municipais de saúde e eles estão propondo a volta de algumas especialidades. Vamos ouvi-los e eles vão nos dizer como está o acesso ao hospital regional.. Vamos reunir com o conselho municipal de saúde. Nada está fechado. Isso aqui é uma proposta. Agora, serviços que são de responsabilidade do município não vão ser restabelecidos. Esse hospital é pra fazer a média complexidade que os municípios não fazem e de alta complexidade.

Estudantes de medicina da Uepa reclamam que foram barrados no hospital regional. A Sespa pretende transformar o hospital regional em hospital-escola?

Sílvia Comaru - A idéia que se tem é que precisamos oferecer residência. Os estudantes que estão no quarto ano começaram pela atenção básica no postos de saúde da família, depois passaram pelo hospital municipal e agora que estão chegando no hospital de alta complexidade. O que houve foi um problema de convênio com a Uepa, um caso burocrático que vai ser resolvido. Depois que formar essa turma é que nós amos oferecer residência médica.

Os candidatos aprovados no concurso serão chamados?

Sílvia Comaru – Infelizmente, não.

Os funcionários demitidos pela Pro-Saúde serão readmitidos?

Sílvia Comaru - No caso das especialidades que forem reativadas, sim. Nas demais, não.

Entrevista com a secretária de saúde Sílvia Comaru

A secretária de saúde do estado, médica Sílvia Comaru, participou hoje de uma sessão da Câmara de Santarém para explicar os ajustes que estão sendo feitos nos serviços oferecidos pelo Hospital Regionaldo Baixo-Amazonas.

Comaru descartou a municipalização do hospital, garantiu o retorno de algumas especialidades que foram canceladas pela Pro-Saúde, mas deixou claro que serviços de média complexidade terão que ser atendidos pelo hospital municipal de Santarém.

Sobre a volta dos concursados para vagas no hospital regional ,a titular da Sespa foi enfárica ao descartar essa possibilidade.

Leia a íntegra da entrevista:


A Sespa vai assumir o controle do Hospital regional?

Sílvia Comaru – Estamos rediscutindo o perfil de todos os hospitais regionais. Nós garantimos agora a endocrinologia, reumatologia. Nós nos comprometemos a rever essas especialidades.

Por que foram reduzidas as verbas do hospital regional?

Sílvia Comaru - Nós estamos revendo metas de todos os hospitais regionais, rediscutindo o perfil de todos os hospitais regionais. Esses hospitais foram construído sem levar em conta a característica epidemiológica da população. Estamos fazendo isso, revendo metas que foram alcançadas ou não foram cumpridas. Isso foi feito em todos os hospitais do estado, não só no hospital de Santarém

Por que isso foi feito sem uma conversa com o município de Santarém?

Sílvia Comaru - Quem faz a regulação do hospital regional de Santarém é a prefeitura de Santarém e o doutor Sinimbu [Valter], que é o diretor de regulação, esteve presente na reunião. Dizer que o município de Santarém não participou da conversa, participou sim. Porque ninguém como a regulação do hospital regional que está no município de Santarém sabe da demanda reprimida para o hospital.

Por quê não é feita uma prestação de contas aos municípios da cada três meses do que é gasto no hospital regional?

Sílvia Comaru - Porque a lei da O.S.[organização social] diz que a O.S tem que prestar contas ao governo do Estado, à Assembléia Legislativa e ao Tribunal de Contas. Agora, na região, a cada dois meses reúne-se o Conselho Gestor, que reúne todos os secretários municipais de saúde da região. Amanhã os secretários vão se reunir e nada impede que o conselho aprecie. Nada impede que o hospital regional seja convidado para esta reunião para que seja feito uma exposição de gastos e do uso de cotas. Acho que isso pode e deve ser feito para se ter uma gestão transparente. E nós vamos construir isso amanhã do colegiado.

Como a senhora avalia a proposta de municipalização do hospital regional defendida pela prefeitura de Santarém?

Sílvia Comaru - Esse hospital foi construído para ser regional. Para tomar conta da saúde em 19 municípios da região.Ou seja, pra fazer principalmente a alta complexidade.Quando a gente diz alta complexidade, a gente diz cirurgia cardíaca, hemodiálise e outros procedimentos e fazer os procedimentos de média complexidade que nós temos capacidade instalada. A nossa idéia é que esse hospital seja regional.

Por causa de atraso no repasse de verbas, a UTI do Hospital regional vai fechar?

Sílvia Comaru - Nós estamos fazendo um ajuste nos procedimentos, ajustando metas, mas eu posso garantir que nenhuma UTI vai fechar no hospital regional e nenhum outro hospital do estado. Isso é compromisso meu, como secretária de saúde.

Quais são as especialidades que vão voltar?

Sílvia Comaru - Reumatologia e endocrinologia. Mas tudo pode ser revisto na repactuação. Nós temos amanhã uma reunião com os secretários municipais de saúde e eles estão propondo a volta de algumas especialidades. Vamos ouvi-los e eles vão nos dizer como está o acesso ao hospital regional.. Vamos reunir com o conselho municipal de saúde. Nada está fechado. Isso aqui é uma proposta. Agora, serviços que são de responsabilidade do município não vão ser restabelecidos. Esse hospital é pra fazer a média complexidade que os municípios não fazem e de alta complexidade.

Estudantes de medicina da Uepa reclamam que foram barrados no hospital regional. A Sespa pretende transformar o hospital regional em hospital-escola?

Sílvia Comaru - A idéia que se tem é que precisamos oferecer residência. Os estudantes que estão no quarto ano começaram pela atenção básica no postos de saúde da família, depois passaram pelo hospital municipal e agora que estão chegando no hospital de alta complexidade. O que houve foi um problema de convênio com a Uepa, um caso burocrático que vai ser resolvido. Depois que formar essa turma é que nós amos oferecer residência médica.

Os candidatos aprovados no concurso serão chamados?

Sílvia Comaru – Infelizmente, não.

Os funcionários demitidos pela Pro-Saúde serão readmitidos?

Sílvia Comaru - No caso das especialidades que forem reativadas, sim. Nas demais, não

Secretário de saúde contesta Blog do Estado

Sobre as críticas feitas na nota Secretário de saúde explica mas não justifica pressa da PMS em assumir hospital regional, leitor fiel deste espaço, o secretário de saúde de Santarém José AntônioRocha diz em linha direta com a redação, que o que está em jogo é a possibilidade de um gerenciamento público dos serviços de saúde de média e alta complexidade do Hospital Regional do Baixo-Amazonas.
"A defesa da municipalização é uma posição de governo. O que queremos na verdade é melhorar o atendimento do hospital regional. Como está não dá mais para ficar", explicou Zé Antônio.
Para o titular da Semsa, "a gestão privada do HR não se mostrou satisfatória até o momento e por isso o município está se preparando para propor à Sespa uma gestão pública daquele hospital", concluiu.

Secretário de saúde explica mas não justifica pressa da PMS em assumir hospital regional

O secretário de saúde do município José Antônio Rocha, em entrevista concedida agora há pouco ao Bom Dia Santarém, da Tv Tapajós, não soube garantir como a municipalização do hospital regional do Baixo-Amazonas vai melhorar o atendimento de alta e média complexidade na região.
Rocha insiste na conversa furada de que a prefeitura tem condições de gerenciar o regional a exempo do municipal, lorota que nem os hippies de Alter do Chão acreditam.
Rocha, pelo visto, optou pela técnica de repetir exaustivamente uma mentira para que esta se torne um verdade, como apregoava Gobels, o alterego do nazismo.

Fundação premia ONG de Santarém

No AMAZÔNIA:


Fundação Itaú Social (FIS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) premiam hoje, em Belém, as três organizações não governamentais (ONGs) da região Norte vencedoras da etapa regional da 8ª edição do Prêmio Itaú-Unicef. A cerimônia de premiação ocorre em duas etapas. Às 13h haverá um almoço com representantes dos organizadores do prêmio no Hotel Crowne Plaza, em Nazaré, e um jantar, às 19h, na Igreja de Santo Alexandre, na Cidade Velha, marcará a entrega oficial da premiação às ONGs finalistas.
Os finalistas criaram projetos que chamaram a atenção de autoridades sobre a situação de vulnerabilidade em que vivem crianças e adolescentes. O Itaú-Unicef inscreveu 1.917 projetos em todo o Brasil, 69 deles somente na região Norte, onde foram selecionados dois projetos do Pará e um do Amazonas. A ONG Ponto de Cultura da Oca, de Alter do Chão, em Santarém, venceu na categoria Médio Porte, por abordar, além da difusão do ecoturismo local, a situação de risco de menores de idade. Entre os projetos de Grande Porte, o prêmio vai para Associação Casa de Misericórdia, de Tucumã, que atende 120 crianças e adolescentes com idades entre 7 e 17 anos, com atividades de acompanhamento escolar, minicursos de artesanato, preparação de produtos alimentícios, oficina de musicalização, informática, recreação e atendimento social, médico e psicológico.
A diretora da Fundação Itaú Social, Ana Beatriz Patrício; a executiva técnica de projetos do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec),Yara Brandão Boesel; e o coordenador do escritório do Unicef de Belém, Fábio Morais participarão da programação, hoje.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

O Hospital Municipal é um primor de exemplo?

Antenor Pereira Giovannini deixou um comentário sobre a postagem "Municipalização do Hospital Regional criticada no ...":

Caro Editor

Se a nossa Prefeitura nos concede uma série de confirmações de sua ineficiência, inabilidade, incompetência administrativa até mesmo para cuidar de uma rua. torna-se difícil acreditar que se candidatem a querer administrar um Hospital Regional.
Se mostram tão competentes para tal, porque não deixam o Hospital Municipal um primor de exemplo?
Com certeza seria a melhor resposta pelo interesse nesse bolo maior.
Sr Carlos Porto não deixa de ter razão quando levanta que a questão desse interêsse tem estreita ligação com as Cifra$$$$ envolvidas.
O povo, ora o povo damos as esmolas e eles ficam felizes ..

Briga pelo controle do Hospital Regional é por dinheiro

Carlos Porto deixou um comentário sobre ostagem "Municipalização do Hospital Regional criticada no ...":

O interesse pelo hospital está muito longe de querer dar ao povo da região um atendimento digno.
Na realidade as CIFRA$$$ que envolvem sua atividade é o que estão em jogo. PT e PMDB sabem bem disso. Pena que o povo não conheça esta realidade!

Uma derrota positiva

Gerson Nogueira

Perder normalmente não é bom negócio, mas desta vez pode-se dizer que foi no mínimo interessante. O S. Raimundo pode comemorar os 3 a 2 de ontem, em Volta Redonda, pois permitem uma situação auspiciosa para a partida de volta, domingo, no estádio Barbalhão. Os primeiros objetivos, que era não sofrer uma derrota por larga margem e fazer gol fora de casa, foram plenamente alcançados.
Longe de seus domínios, a postura inicial surpreendeu. O time de Lúcio Santarém entrou com ousadia, dando as cartas e levando muito perigo nos primeiros minutos. O golaço de Rafael Oliveira, que sofreu pênalti no lance, confirmou o bom momento, mas não foi suficiente para deter a reação do Macaé, que empataria e depois chegaria aos 3 a 1, graças principalmente a desatenções do setor defensivo santareno.
Por sorte, Labilá defendeu um penal no começo do segundo tempo, impedindo que o placar ficasse mais dilatado. Com problemas na articulação de jogadas pelas laterais, o time mostrava consistência no meio-campo, onde foi senhor quase absoluto das ações.
A confiança, que tem sido marca da equipe ao longo da Série D, manifestou-se no momento mais importante da partida. Quando poderia se limitar a deixar o tempo correr, satisfazendo-se com o placar, o S. Raimundo seguiu buscando diminuir a diferença. Acabou premiado com o pênalti, que Michel cobrou com extrema categoria, no minuto final.
É expressiva a vantagem de poder vencer por um escore simples (1 a 0 ou 2 a 1), decidindo em casa. Só precisa ser bem dimensionada, para que não haja desespero ou afobação diante da natural pressão da torcida.
No confronto de ontem, destaque para as atuações de Labilá (apesar do erro no segundo gol do Macaé), Rafael Oliveira, Pitbull e Michel. Sinal de alerta para os cochilos da defesa e os corredores nas laterais.

Municipalização do Hospital Regional criticada no twitter

Da futura jornalista diplomada Ronilma Santos, editora da TV Amazônia, em seu twitter, acerca da esdrúxula proposta de municipalização do Hospital Regional, notícia de primeira aqui no Blog do Estado:

Prefeitura assumindo o hospital regional, deus nos livre...o hospital municipal é "melhor" exemplo de como ñ de deve gerenciar
.
Vc entra c uma virose e se tiver sorte d ser atendido, ainda aumenta a possibilidade d sair +morto d q vivo, kem n tem plano tá lascado...

As duas face da mesma moeda



A foto no alto mostra o charme da orla de Santarém, no trecho do trevo da calcinha, em uma manhã ventilada de domingo.

A foto abaixo revela o descaso da prefeitura de Santarém com as nossas praias nesta mesma orla da cidade.

Mais uma perda paraense

No Blog da Franssi:

Foi enterrado ontem meu ex-professor de Cultura Brasileira na UFPA, José Ubiratan Rosário, historiador, folclorista e escritor, nascido em Viseu, criado em Castanhal e Santarém e nas últimas décadas morador de Belém, mas bragantino de coração.
Sócio efetivo da Associação Internacional de Lusitanistas, membro do Conselho das Comunidades Luso-Brasileiras e da Associação Brasileira de Antropologia, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Comissão Paraense de Folclore, e da Academia Paraense de Jornalismo, integrou também o Centro Regional de Antropologia de Urgência Brasil.
Em Oxford, apresentou o estudo 'Carlos Gomes e o sagrado lusoamazônico', publicado nas Actas do Quinto Congresso Mundial de Lusitanistas, distribuído em mais de 30 países.
Editava o jornal bimensal 'O Pássaro', voltado à divulgação do folclore paraense, e foi premiado nos concursos literários 'Samuel Mac Dowell' e 'José Veríssimo', da Academia Brasileira de Letras, com a obra 'Amazônia - processo civilizatório: Apogeu do Grão Pará'.
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Nota da redação:
Professor Ubiratan do Rosário foi mestre do editor do Blog do Estado e lhe orientou em uma pesquisa sobre folclore paraense, em 1979.

Conselho de Saúde serve de massa de manobra para prefeitura assumir Hospital Regional

A maioria dos membros do Conselho Municipal de Saúde foi cooptada pela prefeitura de Santarém para defender a esdrúxula proposta da administração do Hospital Regional do Baixo-Amazonas ser municipalizada.
Esses pelegos deveriam era exigir esclarecimentos da própria prefeitura sobre a central de regulação, a cargo do município, que é também - a exemplo da gestão da Pro-Saúde - uma verdadeira caixa-preta.
E tem mais: parece que esses inocentes úteis querem convencer os santarenos de que o município, que mal e parcamente dirige o Hospital Municipal, teria pernas para assumir uma gestão de tamanha envergadura.
Amanhã, a secretária de saúde Sílvia Cumaru ficou de dar esclarecimento à Câmara de Vereadores sobre a crise no hospital regional.

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Atualização as 13h40:
Acabou agora a reunião do Conselho Municipal de Saúde.
A proposta da prefeitura de municipalizar o hospital regional não foi aprovada como queiram o secretário de planejamento Everaldo Martins e de Saúde, Zé Antônio Rocha.
Alertados pela nota acima do Blog do Estado, acessada através de um notebook usado por um participante da reunião, maioria dos membros do conselho recuou da idéia de dar um cheque em branco à prefeitura de Santarém que mal consegue administrar o hospital muncipal.
Os conselheiros querem ouvir primeiro o que tem a dizer a secretária de saúde do estado Sílvia Cumaru, amanhã, em audiência pública na Câmara de Vereadores.

Garrafões de água mineral tem validade de apenas 3 anos

Do Correio Braziliense

As embalagens retornáveis de 10 e 20 litros que acondicionam água têm prazo de validade. Segundo determinação do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), a vida útil desses garrafões é de três anos.
Os vasilhames antigos devem ser retirados do mercado de forma gradual até 30 de junho de 2010, conforme Portaria nº 358. A primeira etapa do recolhimento teve início em 30 de setembro, quando passou a ser proibido o envase ou reenvase de água mineral em embalagens de plástico retornáveis com data de fabricação anterior a 1º de janeiro de 2004.
Desde então, os consumidores vivem um jogo de empurra entre indústrias de água mineral e pontos de venda. Às vesperas de a portaria entrar em vigor, vários garrafões que estavam para vencer foram jogados no mercado e comercializados. Quem adquiriu o produto com data anterior a janeiro de 2004, até agora não consegue trocá-lo por outro. As divergências foram parar na Justiça. O prazo de validade já havia sidoestipulado na Portaria nº 387, de 2008, do mesmo DNPM.

Lances do jogo Macaé 3 x 2 São Raimundo

Michel marca o segundo gol do São Raimundo

Rafael Oliveira marca o primeiro gol do Pantera.

Labilá defende pênalti

domingo, 25 de outubro de 2009

Encerrado. Macaé 3 x 2 São Raimundo. Jogo de volta será domingo no Barbalhão


Michel empata cobrando penalti, aos 49 do segundo tempo. Macaé 3 x 2 São Raimundo

Penalti para o São Raimundo.

Macaé 3 x 1 São Raimundo. Anderson, aos 41 do segundo tempo

Bolsa Família parece acomodar as famílias que recebem o benefício no Nordeste

O Globo

"O Programa Bolsa Família (PBF) é um programa de transferência direta de renda com condicionalidades, que beneficia famílias em situação de pobreza (com renda mensal por pessoa de R$ 70 a R$ 140) e extrema pobreza (com renda mensal por pessoa de até R$ 70), de acordo com a Lei 10.836, de 09 de janeiro de 2004 e o Decreto nº 5.209, de 17 de setembro de 2004. O PBF integra a estratégia FOME ZERO, que tem o objetivo de assegurar o direito humano à alimentação adequada, promovendo a segurança alimentar e nutricional e contribuindo para a erradicação da extrema pobreza e para a conquista da cidadania pela parcela da população mais vulnerável à fome".

Exatamente desta forma é definido o Programa Bolsa Família no site oficial do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Apesar disso, na prática não é bem assim que as coisas estão ocorrendo em algumas áreas do país, principalmente no Nordeste. De acordo com a matéria principal do jornal "O Globo", na edição deste domingo, o benefício vem servindo como uma forma de acomodação das famílias e com o medo de perder a ajuda do governo, algumas pessoas deixam de buscar conhecimentos ou especialização profissional. Nas 85 cidades do país com maior cobertura do Bolsa Família, somente 1,3% da população trabalha com carteira assinada. Este é outro problema que assola esta região do país.

A baixa escolaridade não permite que funcionários consigam empregos formais. Em entrevista ao "O Globo", a secretária de Assistência Social da Prefeitura de Presidente Vargas, no Maranhão, admitiu que demorou a concluir que o benefício estava acomodando as famílias, mas chegou a essa conclusão. O programa mantém as crianças na escola e oferece uma gratificação entre R$ 22 e R$ 200 às famílias.

Macaé vira. 2 x 1. André Gomes, aos 21 do segundo tempo

Labilá defende pênalti cobrado por Wallace do Macaé. Continua 1 x 1

PM prende assaltante de casa lotérica em Santarém

O Núcleo Regional de Inteligência do CPR 1 em conjunto com a 16ª zona de policiamento prendeu Josiel Monteiro da Silva, vulgo Brilhoso e Josimar Aires Costa por volta de 01:00h da madrugada de domingo (25/10). Os dois foram presos na comunidade Arumazal localizada na rodovia Santarém/Cuiabá.

O serviço de inteligência obteve as informações e se deslocou até o local onde estava acontecendo um aniversário e nos arredores da casa haviam vários homens conversando com algumas mulheres e o suspeito Josiel Monteiro da Silva foi identificado logo em seguida confessando
ser o autor do assalto à uma funcionária de uma casa lotérica ocorrido por voltar das 13 horas do dia 20 de outubro em frente a agencia da Caixa Econômica da Avenida Borges Leal. Na casa onde “Brilhoso” foi preso a Policia Militar ainda encontrou duas espingardas.

Josiel Monteiro da Silva, vulgo Brilhoso, afirmou que do montante roubado havia sido feita uma partilha e ele teria ficado com 15 mil reais, dos quais entregou 12 mil a seu irmão Josimar Aires Costa para guardar, tendo o mesmo enterrado a importância no quintal de sua residência localizada na Rua B, Quadra 17, Lote 26 no bairro da Jaderlândia. O local foi mostrado a Polícia Militar pelo próprio receptador Josimar Monteiro da Silva que desenterrou um pote plástico de creme para cabelo onde estava o produto do crime.

Na casa também foi encontrada uma motocicleta e a guarnição da Polícia Militar apresentou os dois homens na delegacia da Polícia Civil onde foi realizado o procedimento. Josiel Monteiro da Silva, vulgo Brilhoso, ainda afirmou ser foragido da justiça do município de Itaituba onde cumpria pena também por roubo.
(Fonte SD Michele)

Começa o segundo tempo. Macaé 1 x 1 São Raimundo

Encerrado primeiro tempo. Macaé 1 x 1 São Raimundo

Macaé empata. André Gomes, de cabeça, aos 32 do primeiro tempo. São Raimundo 1 x 1 Macaé

Macaé 0 x 1 São Raimundo

Rafael Oliveira, aos 2o minutos do primeiro tempo.
Macaé 0 x 1 São Raimundo.

Presenças

Cento e sessenta e oito advogados estiveram presentes à festa de lançamento da candidatura de Geraldo Sirotheua à presidência da OAB/Santarém, realizada sexta-feria, no Palladium.

Mototaxistas planejam interditar estrada do aeroporto de Santarém

Da redação:

Agora virou moda em Santarém inteditar a rodovia Fernando Gulhon, que liga a cidade ao aeroporto Wilson Fonseca.

Primeiro foram os trabalhadores rurais manobrados pelo MST, Fetagri e Greenpeace que bloqueram a estrada do aeroporto para protestar contra a dita lentidão do Incra em resolver questões agrárias na região do Arapiuns.

Agora, o Blog do Estado foi informado que os mototaxistas legalizados pretendem fechar a rodovia amanhã para chamar atenção da concorrência desleal que consideram sofrer dos clandestinos e do pouco caso da prefeita Maria do Carmo com a conservação das ruas da cidade que causa acidentes fatais e danos às motocicletas.

A manifestação vai coincidir com o retorno a Santarém da delegação do Pantera que está no Rio de Janeiro.

Espera-se, desta vez, que o serviço de inteligência dos órgãos de segurança consiga abortar essa anunciada palhaçada.

Incógnita

Da coluna de Gerson Nogueira:

O único problema de Lúcio Santarém para o jogo desta tarde, em Volta Redonda, é a ignorância sobre o adversário. O Macaé é um ilustre desconhecido. Seu mais famoso jogador é Lugão, goleiro que frangueou miseravelmente numa decisão de turno carioca, há dois anos, contra o Fluminense. Por outro lado, o Pantera* não terá torcida contra, pois o Macaé também está fora de casa. Se a lógica prevalecer, dá empate.

Acompanhe Macaé x São Raimundo pelo Blog do Estado

O Blog do Estado bate para você o andamento da primeira partida da decisão da série D entre Macaé x São Raimundo, hoje, direto de Volta Redonda.

Pantera em busca do título

No AMAZÔNIA:

A partir das 16 horas de hoje o São Raimundo tenta fazer história ao começar a decidir o Campeonato Brasileiro da Série D diante do Macaé-RJ. O alvinegro santareno tenta igualar os feitos de Paysandu, Remo e Tuna e tornar-se o quarto time paraense com um título nacional. Em todas as divisões nacionais poucos foram os times do interior que chegaram a decisões, menos ainda tornaram-se campeões. Outro motivo para elevar o possível feito do Pantera é o ineditismo do feito. Essa é a primeira quarta divisão brasileira a ser disputada, o que garante o nome na história do vencedor. A partida começa às 16 horas (de Belém), em Volta Redonda (RJ).
A trajetória do São Raimundo até o primeiro jogo final de hoje foi acidentada, difícil e praticamente desacreditada por todos. A equipe santarena trocou de técnico duas vezes até chegar a Lúcio Santarém. Começou com Artur Oliveira, passou por Carpegiane e flertou com Válter Lima até chegar a seu comandante atual. Por vias tortuosas, conseguiu o feito.
Os próprios destaques do time exemplificam muito bem as desventuras santarenas. A começar pelo goleiro Labilá, baixinho para a posição e, mesmo assim, uma espécie de paredão desde o Campeonato Paraense. O meia Luiz Carlos Trindade, que dita o ritmo da equipe, é quase um quarentão e mesmo assim corre os 90 minutos - quando cansa, compensa com experiência e catimba. Seu companheiro de armação é o amazonense Michell, que voltou do Paysandu, onde não foi bem, para voltar a ser um ídolo local. A eles somam-se jogadores como Preto Marabá, João Pedro, Rafael Oliveira, Beto e outros antes rejeitados pelos grandes da capital.
Todos eles conseguiram formar um grupo que já pode ser considerado vencedor, a despeito de outro tipo de dificuldade: a financeira.

Mudança de nome

Paulo Cidmil deixou um novo comentário sobre a postagem "A vanguarda do atraso na UFOPA":

Miguel tenho observado colocações e protestos sobre a implantação da nova Universidade Federal que considero bastante equivocadas. São muito boas algumas de suas observações e melhor ainda é o proposito de colocar o assunto em discussão.
Aproveito para colocar uma questão que parece detalhe mas que penso ser relevante. Acho que UFAM é um nome mais adequado para uma Universidade que nasce com o objetivo de ser um grande centro de especialização e produção científica, não só de nossa região,
mas de toda a Amazônia. Ufopa a regionaliza por demais. UFAM aponta para o futuro, inclusive podendo vir a ser um espaço fundamental para a integração com outros países que fazem parte desse território continental chamado Amazônia.