domingo, 23 de maio de 2010
Asembléia de Deus: uma colcha de retalhos
A Igreja do Senhor é uma bênção,transformações acontecem todos os dias na vidas das pessoas que crêem.
Porém, a nossa instituição Assembléia de Deus,pela falta de união de seus líderes, tem se convertido em uma colcha de retalhos,com infinitas divisões. É uma vergonha ver os debates de líderes se apedrejando no Youtube, e em espaços como este aqui.
Precisamos de uma mudança urgente, para restaurar a união, a santidade e comunhão entre os crentes. Operação Reage Já!
Que haja menor interesses pessoiais e particulares das denominações, e maior compromisso missionário para alcançar os confins da terra. Nos últimos 30 anos o islamismo cresceu, 0.54 % a mais que a igreja, eles investiram mais valores, enviaram mais missionários e consequentemente alcançaram mais territórios. Enquanto isso a igreja prefere edificar para cima em sua zona de conforto local e esquece dos missionários. É hora de mudança, porque a Obra é de Deus,mas, foi confiada na mão dos homens.
sábado, 22 de maio de 2010
Desnacionalização a frio da produção de alumínio
Editor do Jornal Pessoal
A Albrás e a Alunorte, das maiores indústrias de alumínio e alumina do mundo, são nipo-norueguesas desde o mês passado, quando foram transferidas pela Vale para a Norsk Hydro. O negócio foi de quase US$ 5 bilhões, mas ninguém parece ter-lhe dado importância. Importância que é fundamental.
A Albrás é a 8ª maior fábrica de alumínio do mundo, e a Alunorte, a maior planta internacional de alumina. Representaram no ano passado um faturamento bruto conjunto de 4,2 bilhões de reais e um lucro de R$ 385 milhões. Seus ativos somam R$ 9,4 bilhões, o patrimônio líquido é de R$ 6,5 bilhões e o capital social alcança R$ 4,1 bilhões. São as duas maiores empresas do Pará. No dia 2 elas foram completamente desnacionalizadas: passaram a ser de propriedade norueguesa e japonesa. A Vale anunciou que, por quase cinco bilhões de dólares, transferiu suas ações nas duas empresas para a Norsk Hydro, que já era sua sócia na Alunorte. O negócio incluiu o controle da jazida de bauxita de Paragominas, das maiores do mundo, a ser consumado no futuro, e o projeto de uma nova planta de alumina, da CAP, em Barcarena, do tamanho da Alunorte, ou maior.
O negócio pegou de surpresa a opinião pública e o próprio mercado. Embora as negociações tenham durado seis meses, segundo o comunicado da Vale, nada – ou quase nada – vazou dos ambientes de conversação. Foi uma façanha. Tão surpreendente foi o pouco interesse que a revelação causou. Depois de uma cobertura burocrática da imprensa nos primeiros dias, o assunto saiu completamente da pauta – nacional e paraense.
Tempos atrás um processo de desnacionalização tão súbito e profundo quanto este provocaria acesa polêmica. O silêncio atual se explica pela globalização da economia, que atravessou e eliminou as barreiras nacionais? Em parte, talvez. Mas só em pequena parte. Uma razão maior pode estar na convicção de que a Albrás nunca esteve realmente sob o controle da empresa nacional, embora a antiga Companhia Vale do Rio Doce detivesse a maioria das ações nas duas empresas do distrito industrial de Barcarena, a 50 quilômetros de Belém.
A inspiração do projeto foi japonesa, impulsionada pelas profundas transformações que o Japão sofreu a partir do primeiro choque do petróleo, em 1973. O empreendimento era de alto risco na época e por isso foi bancado pelos dois governos, como uma imposição dos entendimentos mais amplos que estabeleceram,. Um dos seus itens mais importantes era a viabilização da exploração das jazidas de minério de ferro de Carajás, as melhores do mundo.
Apesar de todas as aparências em contrário, a Albrás era uma fábrica cativa dos japoneses. A Vale detinha 51% do capital e podia comercializar com liberdade o equivalente da produção, mas a empresa nunca chegou a se identificar com a sua controlada. E quando a expansão da Albrás, que estancou em 460 mil toneladas (esticadas a partir da capacidade instalada inicial de 320 mil toneladas), esbarrou em vários problemas, sobretudo o energético, a Vale se exasperou.
Seu presidente Roger Agnelli, que impôs seu estilo agressivo à corporação, chegou a ameaçar desmontar a fábrica e remontá-la em outro lugar do mundo. Depois, conseguiu licença ambiental para uma grande usina térmica a carvão mineral, de 600 megawatts (mais do que a potência de uma das gigantescas máquinas previstas para a hidrelétrica de Belo Monte). Por fim, participou de um dos consórcios que se apresentou ao leilão da usina no rio Xingu, mas foi vencido.
Todas essas iniciativas se anularam pela transferência das duas fábricas. É um passo decisivo para a Vale abrir mão de presença ativa nesse mercado, que poderá se completar com a venda dos 40% que possui na Mineração Rio do Norte, que explora a mina de bauxita do Trombetas, a maior do país em produção (de 17 milhões de toneladas).
Certamente os responsáveis pela transação contra-argumentarão que a Vale passou a deter 22% da Norsk Hydro, um quinhão considerável. Até a operação, a empresa norueguesa era apenas a terceira maior produtora de alumínio da Europa, mas só atuava na ponta da linha, transformando o metal em produto acabado (extrudado e laminado). Começou em 1999 a enfrentar essa deficiência, que se agravaria com o tempo pela intensificação da concorrência mundial. Enfrentando as resistências das outras multinacionais do alumínio, comprou 5% das ações da MRN, passando a ter suprimento de minério; em seguida, entrou na Alunorte, estabelecendo o elo da cadeia, através da alumina; agora é uma indústria integrada, da matéria prima ao produto final. Passa a ter importância mundial.
É justamente essa a posição que a Vale perdeu. A ex-estatal pode ganhar da perspectiva dos rendimentos financeiros, como associada da Norsk em amplitude internacional, mas perdeu a condição de player, como são tratados aqueles que realmente contam, que têm poder decisório no jogo econômico. O Pará, como o principal Estado do pólo de alumínio no país, passa a ser dominado pelos cartéis (inclusive o nacional, do grupo CBA, da família Ermírio de Moraes), completamente desnacionalizado.
É a consolidação definitiva da regressão à condição de colônia mineral e de semi-elaborados. O Brasil poderia ter quebrado o cartel das “seis irmãs” quando o primeiro choque do petróleo inviabilizou para o Japão a produção própria de alumínio, o mais eletrointensivo dos produtos industriais. Os japoneses não hesitaram em se dirigir para o Pará, que oferecia condições ideais para abrigar uma grande fábrica do metal. Mas os brasileiros também podiam aproveitar essa oportunidade para não ficar dependentes das maiores multinacionais, que impunham o preço no mercado. Numa situação mais equilibrada, a parceria nipo-brasileira podia ser a grande oportunidade para verticalizar por completo o setor e quebrar a espinha dorsal do cartel.
Enquanto a Companhia Vale do Rio Doce foi estatal, havia essa perspectiva. A privatização desviou a empresa desse rumo. Sobretudo quando Agnelli chegou, egresso do Bradesco (que, violando a vedação normativa, modelou a venda da estatal), a prioridade passou a ser engordar os números, maximizando os rendimentos. Marcando passo na escala de produção, a Albrás foi perdendo relevância para a Vale, empenhada em resultados mais imediatos e indisposta a empreitadas mais espinhosas, como a de abrir uma nova frente de geração de energia em grande volume. A Alunorte, sem grande necessidade de energia e aproveitando o melhor preço da alumnina, se tornou bem maior do que sua irmã vizinha, apesar de seu produto valer pelo menos quatro vezes menos. Para a Vale, transferir Albrás e Alunorte para a Norsk Hydro foi um bom negócio. Mas não para o Brasil e o Pará. Muitíssimo pelo contrário.
A empresa norueguesa deverá dar um grande salto, que alcançará as bolsas de valores, com seu novo perfil, de indústria integrada, com acesso a uma valiosa reserva de bauxita (com garantia de suprimento por pelo menos um século) e à maior fábrica de alumina do mundo. Deverá aumentar os rendimentos dos seus sócios, dentre eles, agora, a Vale. Ao mesmo tempo, a participação do governo norueguês experimentou uma sensível queda, de 43,8% para 34,5%, não só para abrir espaço para a mineradora brasileira como prevenir alguma área de atrito e tensão por causa da desnacionalização da Albrás e da Alunorte.
Mas o Pará, que podia se tornar um personagem no cenário mundial, se conseguisse deixar de permanecer empacado na produção apenas de metal primário, volta ao rabo da fila. Em mais este capítulo, vira colônia. Sem dar um ai sequer. Ao contrário do que fez o governo norueguês nesta transação (como já fizera o governo canadense numa situação inversa, três anos atrás, quando a Vale comprou a Inco), o governo brasileiro não se manifestou sobre a questão nem nela atuou. Passou batido. Afinal, para ele, a Amazônia talvez seja como Marte: fica muito distante.
Correios justificam atraso na entrega de cartas por falta de carteiros
Além de Erasmo Maia estiveram presentes os vereadores Nélio Aguiar, Marcela Tolentino, Emir Aguiar e Gerlande Castro, representando os correios estavam o senhor Carlos Roberto D’ Ippólito – Diretor Regional dos Correios, Valquir Ribeiro Bentes – Gerente Planejamento e qualidade, Marcelo Haroldo Mena – Gerente de Engenharia, Erasmo Carlos da Silva Fernandes – Gerente de vendas, Roberdan Almeida- Coordenador de Atividade Externas da Região.
A principal justificativa dos representantes dos Correios é que a solução do atraso na entrega de correspondência esbarra na falta de mão de obra qualificada para realizar os serviços.
Segundo D'Ipólito, já foi publicado o edital para concurso público disponibilizando cerca de 5.906 vagas na área operacional mas até o momento a prova não foi realizada. Outro fator segundo ele é que os Correios praticamente dependem das empresas aéreas Gol e TAM, que não priorizam encomendas.
Mas entrega de encomendas está sendo agilizara pós a chegada de onze motocicletas. A empresa está comprando bicicletas novas, mas mesmo assim, sem 9 carteiros para completar o quadro que atenda a demanda local, os atrasos vão continuar, segundo D'Ipólito.
Vereador Erasmo Maia questiona com relação às comunidades que estão descoberta do atendimento do serviço dos Correios e sugere que a empresa coloque na comunidade de Boa Esperança, o Serviço de Caixa Postal para que facilite o acesso dos moradores às correspondências.
O representante da empresa assumiu o compromisso e determinou que sua equipe providencie encaminhamento de cinco blocos de Caixa Posta para atender essas comunidades de Santarém, entre as quais Boa Esperança.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Aneel habilita consórcio vencedor de Belo Monte
A habilitação foi adiantada em alguns dias, pois estava prevista no cronograma do leilão para o dia 24 deste mês. A próxima etapa é o aviso de adjudicação e homologação do leilão, previsto para o dia 1º de julho, que permitirá a assinatura dos contratos de concessão da usina, marcada para setembro. Mas os empreendedores já anunciaram que querem assinar os contratos em julho, para antecipar em seis meses o início da geração de energia.
O Consórcio Norte Energia é composto principalmente pela Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf) e pelas empresas Queiroz Galvão, Mendes Junior, J Malucelli e Gaia Engenharia. Esta semana, a Eletrobras informou que vai entrar no consórcio, assim como a subsidiária Eletronorte. (ABr)
Professores municipais fazem assembléia para decidir ou não pela greve
O sindicato reivindica 12% de aumento salarial para o magistério, mas a prefeitura ofereceu 7% sobre os 60% do salário que são pagos pelo município - os outros 40% são complementados com o repasse do Fundeb).
De novo
Celpa informa que, devido a problema na subestação da Eletronorte, em Tucurui, os municípios do Tramoeste ( Altamira, Itaituba, Santarém) e do Baixo Tocantins (Cametá, Goianésia, Breu Branco, Novo Repartimento e Tucuruí) ficaram sem energia elétrica , nesta manhã, 21, às 10h44. A energia foi restabelecida, às 11h04.
MANCHETES DE O ESTADO DO TAPAJÓS
SMT NÃO PLANEJA NOVAS LINHAS DE ÔNIBUS ATÉ A UFOPA
DESNACIONALIZAÇÃO A FRIO DA PRODUÇÃO DE ALUMÍNIO NO PARÁ
REELEIÇÃO DE ANA JÚLIA ESTÁ CADA VEZ MAIS AMEAÇADA
PAC AUMENTA INSEGURANÇA NO URUARÁ
PADRES DEIXAM A BATINA PARA CASAR E IGREJA NEGA ADULTÉRIO DE PASTORES
TROCA-TROCA NA SEDUC EMPERRA REFORMA DE ESCOLAS EM SANTARÉM
ACIDENTADOS PRECISAM BUSCAR TRATAMENTO FORA
SAI A SENTENÇA DO JÚRI DE PAULO BOCA LARGA
Segundo twitter do jornalista Jota Ninos, a sessão terminou há meia hora. O juiz Gérson Gomes leu a sentença com pouca luz externa, pois faltou energia no prédio na hora da leitura.
O empresário de transportes coletivos urbanos Paulo Pimentel de Oliveira, o "Boca Larga" e Argemiro de Oliveira Gomes, o "Miro", ex-presidente do Sindicato dos Rodoviários de Santarém, foram condenados pelo Conselho de Sentença que acatou a tese do Ministério Público (representado pelos promotores Rodrigo Aquino Silva e Paulo Roberto Corrêa Monteiro), de que eles foram mandante e intermediário do assassinato do mototaxista Jonathas Lemos de Oliveira, crime ocorrido em 16.05.2002, na estrada Santarém-Jabuti.
Carlos Eugênio Simon apita Águia x Remo
Do Blog do Gerson Nogueira:
A Federação Paraense de Futebol informou, na tarde desta quinta-feira, que o árbitro que vai comandar a segunda partida das finais do returno do Campeonato Estadual entre Águia e Remo será o gaúcho Carlos Eugênio Simon, pertencente ao quadro da Fifa. Será auxiliado por Roberto Braatz (PR-Fifa) e Autemir Hausmann (RS-Fifa). A partida será realizada no próximo domingo, às 16h, no estádio Zinho Oliveira, em Marabá.
Muito contestado nos últimos três anos, Simon será o árbitro brasileiro na Copa da África do Sul. Jornalista formado, o gaúcho de 44 anos será o primeiro árbitro do Brasil a participar de três mundiais (2002, 2006 e 2010).
O último episódio envolvendo Simon ocorreu no Brasileirão 2009 quando invalidou um gol do Palmeiras contra o Fluminense, provocando a ira dos dirigentes paulistas. O presidente Luiz Gonzaga Belluzzo chegou a ameaçar sair no tapa com o apitador. Os auxiliares Roberto Braatz (42 anos) e Autemir Hausmann (41) também estão escalados para representar o Brasil na Copa. (Com informações da Rádio Clube)A justiça do Pará no banco dos réus
Editor do Jornal Pessoal
Três casos recentes de atuação irregular de juízes expuseram as deficiências do poder judiciário no Pará. Deficiências que não se devem às causas estruturais que limitam objetivamente a eficácia da tutela jurisdicional, mas a deficiências pessoais dos magistrados. Como a carreira jurídica é a melhor remunerada no serviço público e a que tem as maiores garantias para o desempenho de sua função, que é vital, a sociedade acompanha esses casos com interesse e desejosa de ver corrigidas as falhas.
Muito mais do que em qualquer outra época, corretivos são adotados. Mas eles são eficazes? Terão a condição de inibir a repetição dos erros constatados e apurados? O poder judiciário está conseguindo vencer a leniência que o imobiliza quando o espírito corporativo é provocado? Está disposto a excluir aqueles que o integram de forma malsã, comprometendo a credibilidade da justiça? A punição máxima, a mera aposentadoria do servidor público ímprobo, é adequada para o prejuízo que ele causa?
Um magistrado punido por essa pena, como a imposta pelo Conselho Nacional de Justiça à juíza Clarice Andrade (ou pelo próprio Tribunal de Justiça do Estado à desembargadora Tereza Murrieta), vai para casa usufruir do farniente com 13 mil, 15 mil ou mais de 20 mil reais pingando na sua conta a cada mês até o fim da sua existência. Que outro servidor público, ou qualquer ser humano, sofre tal “flagelo”?
E quando uma juíza é punida por falta de ética e de exação na sua atuação, depois de ter sido denunciada outras vezes, como foi o caso de Maria Edwiges de Miranda Lobato, a mera censura escrita tem expressão? Por último (mas não por fim, infelizmente), quando mais uma magistrada atropela as normas e o bom senso na defesa de direitos de presos de alta periculosidade, como traficantes de droga, a repetição é um grave alerta aos responsáveis pela justiça. Depois de ter aparecido no noticiário da imprensa como uma nova “imortal” da Academia Paraense de Letras, Sarah Castelo Branco é acusada formalmente pela polícia e a Ordem dos Advogados por favorecer traficantes.
Se a magistratura, como regra, é exercida por pessoas qualificadas e honestas, as exceções não estarão se tornando mais freqüentes do que o tolerável? Espera-se que o relato dos fatos inspire a boa reflexão. E, se possível, melhores decisões.
Conheça os três casos divulgados pelo jornalista Lúcio Flávio Pinto acessando o link abaixo:
http://tl.gd/1dg37t
Divisão de prefeitos do PMDB favorece candidata do PT
No Jornal Amazônia, sob o título 'PMDB dividido no Pará'
Embora persiga a aliança com os peemedebistas para fechar uma ampla coligação a sua reeleição, a governadora Ana Júlia Carepa (PT) chegou a uma conclusão: o PMDB está dividido no Pará. Segundo ela, há uma clara "divisão" na legenda em todo o Estado, o que vai fazer com que o palanque eleitoral de outubro próximo seja bem diversificado.
"Há prefeitos do PMDB que estão comigo e outras lideranças não. O meu sentimento, quando eu vou aos municípios, é de que há uma divisão", disse a governadora, durante entrevista coletiva no Encontro Estadual do Partido dos Trabalhadores, que aconteceu no Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia.
Ana Júlia Carepa ressaltou ainda que o PMDB não é diferente dos outros partidos e que todas as legendas possuem dissidências. A diferença, disse ela, é que partidos como o PT são mais transparentes com suas divergências, mas já nasceu assim, com grupos políticos internos. "Mas temos uma vantagem. Em horas como essa (encontro estadual), esquecemos todas as diferenças", pontuou.
Exatamente por estar disperso e sem comando único, em função da divisão de força interna, o PMDB é hoje o partido que está mais distante da coligação com o PT no Pará, segundo a governadora e o secretário nacional de Organização do PT, Paulo Frateschi, que veio acompanhar o encontro.
A governadora explicou que o PR é o partido mais próximo e pode vir a compor a chapa majoritária, a partir da indicação do vice-governador, enquanto o PTB, ainda que decidido a apoiar a ex-ministra Dilma Rousseff no Estado, não definiu os rumos de aliança local. "O prefeito Duciomar Costa vai apoiar a candidata Dilma e estamos dialogando", realçou Ana Júlia.
Partidos como PP, PDC, PSB, PCdoB, PDT e PV já podem ser considerados membros da coligação que será formatada em 30 de junho, prazo fatal das convenções partidárias. Porque a própria governadora acredita que "o xadrez político" só será resolvido no último dia permitido pela legislação eleitoral. "Estamos dialogando com todos. Não estamos fechando as portas", ponderou. E se o PMDB insistir em lançar candidatura própria e buscar aliança no segundo turno, a governadora adiantou o recado: "Mas também não vamos ficar esperando", disparou, suavizando a seguir insistindo que "o diálogo nos interessa".
Encontro estadual reuniu 5 mil pessoas
O Encontro Estadual do PT foi o maior da história do partido no Estado. Mais de 5 mil pessoas lotaram as dependências do Hangar na condição de observadores. Apenas 500 delegados aptos ao voto participaram da aclamação de pré-candidaturas ao governo do Estado, Senado Federal, Câmara Federal e Assembleia Legislativa. Houve o lançamento das pré-candidaturas da governadora Ana Júlia Carepa à reeleição, do deputado federal Paulo Rocha ao Senado e da chapa completa para deputado estadual.
O PT não deve coligar na chapa de candidatos a deputado estadual, porque trabalha com a estratégia de que lançamento o maior número possível conseguirá coeficiente necessário. Já para deputado federal, o partido deve fechar coligação com outras legendas.
O Encontro Estadual do PT definiu que a Executiva Estadual da legenda vai cuidar de todas as alianças, a partir de hoje. O secretário de Projetos Estratégicos do governo do Estado, Marcílio Monteiro, reafirmou que o partido está aberto a coligações e vai buscá-las. "Agora, o lançamento das pré-candidaturas é para ocupar os debates", sublinhou.
Edição semanal de O Estado do Tapajós
quinta-feira, 20 de maio de 2010
O que aconteceu a Lyoto Machida?
Lúcio Flávio Pinto
O que aconteceu a Lyoto Machida que o fez perder a revanche contra o paraense Marcelo Shogun Rua, depois de lutar apenas três minutos do primeiro round, no dia 9, em Montreal, no Canadá, numa competição de Artes Marciais Combinadas (UFC, em inglês)? A primeira luta terminou em meio a dúvidas e críticas, mas, independentemente do resultado, Machida fez jus à sua fama. Vencera as 15 lutas anteriores, combatendo com pleno domínio de si, do adversário e do ringue, como um verdadeiro samurai.
Seu rosto não tinha marcas e sua jovialidade disfarçava a idade madura, de 31 anos, quando subiu novamente no tablado para o tira-teima com Shogun. Parecia consciente e aplicado à recomendação do seu pai e mestre: proteger a cabeça, não deixar que ela fosse golpeada.
O velho Yoshizo Machida sabia da profundidade do que dizia. Lyoto não tem a agressividade que um vale-tudo mal disfarçado requer. Não foi educado para ser um matador. Fora do ringue, é uma pessoa gentil, de voz macia, de conversa inteligente, um universitário. Precisa de muita concentração e determinação para se transformar num lutador disposto a tudo, especialmente a bater no oponente para destruí-lo. É deficiente no chão. Clássico demais.
Todas essas lacunas se revelaram quando ele caiu, sob o impacto do primeiro dos 11 socos que Shogun lhe aplicou em série contínua, e por ter escorregado quando do primeiro golpe. Estava à mercê da execução, cuja violência foi reforçada pela sua posição, com a cabeça contra o tablado, sem elasticidade para diminuir o impacto dos murros devastadores, absorvendo-os ao menos em parte. Mais alguns murros e talvez sua carreira estivesse liquida. Ou pior: sua vida.
Seu rosto provavelmente nunca mais será destituído de marcas e cicatrizes. A jovialidade poderá se tornar coisa do passado. E seus órgãos internos abalados? E sua psique? E os desdobramentos dessa derrota arrasadora: ela não estimulará a ousadia e a audácia dos adversários em potenciais, que o temiam até o nocaute? Ele poderá ter a vida dupla, de um jovem senhor desanuviado da brutalidade da combinação de várias lutas marciais em uma só, ou terá que se animalizar também? Ou não será melhor desistir dessa carreira de gladiador para velhos auditórios apenas maquiados de civilidade e civilização?
Um filho meu jamais subiria num rinque como aqueles que têm sido o lugar de trabalho de Lyoto Machida. Claro: sou estranho a lutas. Mas, se pudesse dar um conselho a ele, ao seu pai e aos seus irmãos, eu recomendaria se afastar dessa prática brutal em benefício do cidadão bom e admirável que ele é. Não sei o que o perturbou antes da luta com Shogun, que parecia impedi-lo de se concentrar suficientemente. Também não sei qual circunstância não lhe permitiu se preparar adequadamente para um desafio como aquele. Só sei que, nas duas vezes em que colocou o adversário no tablado, buscava ar pela boca e não conseguiu aplicar nenhum dos seus golpes potentes. Shogun se levantou e virou o jogo com uma facilidade surpreendente, que já fazia temer o que se seguiu.
Dentro do ringue, o que vi (e nunca mais quero rever) foi a destruição de uma pessoa que, momentos antes, parecia um guerreiro e, sob o impacto dos socos, que se multiplicavam pela conivência do juiz, se tornara um boneco de carne, osso e sangue moídos, espirrados, amassados. Tentei imaginar a dor lancinante que Lyoto devia estar sentindo naquele momento e o padecimento que se seguiu no hospital, na tentativa de se recuperar.
Tinha mesmo que imaginar. Depois do fraco noticiário da segunda-feira, os jornais de Belém se calaram na suíte da luta. Nenhuma notícia na terça-feira. No dia anterior, o primeiro depois do nocaute de Lyoto, o Diário do Pará parecia disposto a ampliar a má sorte do paraense adotivo, dando títulos quase irônicos ao noticiário e abrindo uma foto do momento em que Lyoto era massacrado. Já em O Liberal a cobertura do day-after contrastava com a dimensão que o jornal dos Maiorana deu à apresentação da luta, com um tablóide de quatro páginas na véspera, dedicado a exaltar os feitos do lutador formado em Belém na academia do pai.
Será que a cobertura superlativa do jornal dos Maiorana influiu no ânimo de Lyoto, infundindo-lhe excesso de confiança, que foi fatal diante da aplicação, concentração e gana do adversário, ferido em seus brios pela decisão da luta anterior, por pontos, que ele considerou errada? Não só ele, mas a maioria da torcida, que estava ao lado dele na revanche?
Já a repercussão desfavorável do jornal da família Barbalho era uma reação a um eventual acerto entre os Machida e os Maiorana, que transformaria o lutador num produto da “casa”, colocando o Diário em posição subalterna? O jornal dos Barbalho, se ficou atrás por deficiência própria, tentou compensar mantendo espaço para noticiar a chegada de Lyoto a Belém, às duas da madrugada, no mesmo dia, enquanto O Liberal nada publicou. O jornal dos Maiorana reagiu indo à entrevista coletiva de Lyoto, à qual o Diário não compareceu, e replicando a entrevista no dia seguinte, com alguns acréscimos.
Quaisquer que sejam os fatos por trás dessa cobertura desconexa, só sua existência pode servir de reforço ao pedido que, em nome dos admiradores de Lyoto e de todos os Machida, lhe faço aqui: deixe a luta profissional, praticada nessas rinhas mal disfarçadas, e abra novos horizontes na sua vida. Um desastre pode servir de inspiração a novos desafios para uma pessoa com as qualidades do mais bem sucedido de todos os atletas de combate que o Pará já viu se formar em seus limites. Não precisa ser mais no tablado, onde ele já provou suas qualidades e valor.Propaganda que deseduca
Mas uma escola, que se propõe a formar futuros cidadãos, não precisa usar como contraponto as greves ocorridas na rede pública para arregimentar alunos para suas turmas.
É o que veicula o Colégio Tapajós, da Faculdades Integradas do Tapajós(FIT) em comerciais transmitidos em emissoras de rádio de Santarém.
No comercial caricato, os pais dos alunos são incentivados a procurar um colégio para seus filhos, que garante que "o ano letivo será concluído, livre de greves".
Sucupira é aqui
Excesso de velocidade nas rodovias.
Buraqueira nas ruas.
E a secretaria de transportes de Santarém se preocupando com os carroceiros!!!!!
Sem grandeza
Agora não há mais dúvida: o Diário do Pará, de Jader Barbalho, do PMDB, faz oposição sistemática ao governo do Estado, do PT, e apóia quase incondicionalmente a prefeitura de Belém, do PTB. Já O Liberal, da família Maiorana, que não tem partido (mas se considera um partido à parte), se tornou governista (e petista) desde criancinha, fazendo as vezes de porta-voz de Ana Júlia Carepa, e abomina Duciomar Costa. Até recentemente as posições estavam invertidas ou embaralhadas. Por que mudaram tanto?
Se o leitor for atrás de um esclarecimento nas páginas editoriais dos dois jornais, vai terminar desorientado. Assim como não disseram por que apóiam, as duas folhas também não explicaram por que passaram a desapoiar. Os motivos nada têm a ver com programa de governo, visão de mundo ou quaisquer razões de fundo. São impulsos comerciais e políticos no sentido de usufruto do poder. Além de razões concorrenciais, como os decorrentes da opção de Duciomar Costa de seguir o exemplo de outros políticos com desejos expansionistas, criando seu próprio jornal (embora sem assumir diretamente a criatura).
A falta de idéias não é, porém, privilégio das empresas jornalísticas. Na campanha eleitoral que mais tem movimentado os bastidores em todos os tempos, sem se exibir na arena pública, a anemia programática é um mal corrosivo e profundo na pré-campanha eleitoral. O Pará parece que virou uma bacia das almas, ou um açougue de dignidades e coerências.
Alepa manifesta apoio ao Plebiscito do Estado do Tapajós
Na justificativa da proposição, o parlamentar do Oeste do Pará lembra que unidades territoriais de menores dimensões favorecem a gestão territorial e o desenvolvimento em todos os setores da sociedade, em relação às unidades de grandes dimensões. Como exemplo, cita os Estados Unidos, dividido em 50 Estados, a Argentina, com 1/3 do nosso território e 23 províncias, e o Chile, com território menor do que o do Estado do Pará, sub-dividido em 53 províncias.
Von lembra ainda que, em tempos mais recentes, duas divisões territoriais no Brasil deram excelentes resultados, que foram a criação do Estado do Mato Grosso do Sul, em 1977, e a criação do Estado do Tocantins, em 1988.
O plenário da Câmara Federal aprovou, em sessão realizada no último dia 14 de abril de 2010, requerimento de autoria do deputado federal Lira Maia (DEM/PA) estabelecendo o regime de urgência para a votação do Projeto de Decreto Legislativo de Nº PDC 731/2000, que autoriza a realização de plebiscito sobre a criação do Estado do Tapajós.
Tendo sido aprovado no Senado Federal, referido Projeto de Decreto Legislativo deverá entrar na pauta de votação da Câmara Federal nos próximos dias, daí a importância da manifestação de apoio dos deputados estaduais paraenses, que são defensores da realização do plebiscito, para confirmar o voto favorável dos parlamentares federais que assim já decidiram e para contribuir na formação do convencimento daqueles parlamentares que ainda estão sem opinião formada sobre a matéria.
Ao final de sua proposição, Alexandre Von requer que seja dado conhecimento a todos os parlamentares membros da Câmara Federal, em Brasília, da manifestação de apoio de 35 deputados estaduais (correspondente a 85% dos membros da Assembleia) à aprovação do projeto de decreto legislativo que autoriza a realização de plebiscito sobre a criação do Estado do Tapajós, que tramita naquela Casa Legislativa.
Para ver a moção na íntegra, clique aqui.
Uma carta à Rede Celpa e Aneel
Antenor Giovaninni
TENHO 61 ANOS, MORADOR EM SANTARÉM NO PARÁ E TENHO UM COMÉRCIO DE DOCES , BALAS E ARTIGOS DE FESTA NA CIDADE.
COMÉRCIO LOCALIZADO NA AV. MENDONÇA FURTADO, 365 – BAIRRO DA PRAINHA.
MEU NÚMERO DE UNIDADE CONSUMIDORA É 3513378.
POR ELE É FÁCIL NOTAR QUE SE TRATA DE UMA RELIGAÇÃO RECENTE, HAJA VISTO O COMÉRCIO ENCONTRAR-SE FUNCIONANDO HÁ APENAS 40 DIAS.
UM PERIODO CURTO, MAS QUE JÁ ME PROPORCIONOU MUITAS DORES DE CABEÇA DEVIDO AOS CONTÍNUOS PROBLEMA COM ENERGIA ELÉTRICA.
O LIGA E DESLIGA REPENTINO QUE OCORRE QUASE TODA SEMANA.
OU ENTÃO, FICAR DAS 09,30 DA MANHÃ ATÉ AS 16,45 HS SEM ENERGIA APENAS NO NOSSO SETOR E JUNTO COM DEMAIS VIZINHOS QUE APESAR DA INSISTÊNCIA NO APELO PELO 0800 DESDE DAS 10,00 HORAS, OBSERVA-SE A VINDA DE UMA EQUIPE POUCO DEPOIS DAS 16,20 HS QUE RAPIDAMENTE PROMOVE O RETORNO DA ENERGIA. O DIA JÁ TINHA ACABADO E OS PREJUIZOS, NÃO POR PERDA DE MERCADORIA, MAS PERDA DE VENDA QUE É TÃO PIOR QUANTO. LOJA ÀS ESCURAS, EXCESSO DE CALOR E O PIOR SEM CONDIÇÕES DE PASSAR CARTÃO DE CRÉDITO, FERRAMENTA DE ENORME IMPORTÂNCIA PARA O COMÉRCIO NOS DIAS DE HOJE.
SENÃO ISSO, AINDA TEMOS AS QUEDAS BRUSCAS DE ENERGIA COM TAMBÉM REPENTINO RETORNO PROVOCANDO UMA CORRERIA AO QUADRO PARA DESLIGAMENTO DA CHAVE GERAL EVITANDO-SE MAIORES PREJUIZOS.
ISSO PORQUE TEMOS NO-BREAKS NOS 3 COMPUTADORES DA LOJA E ESTABILIZADORES DE VOLTAGEM.
MESMO ASSIM, NÃO CONSEGUIRAM EVITAR QUEIMA DE PLACA DE COMPUTADOR E QUEIMA DE UM NO-BREAK.
MAS, A QUESTÃO DO E-MAIL NÃO ESTÁ EM RECLAMAR ESSES PREJUIZOS PORQUE SOU CONSCIENTE DA ENORME DEMORA E PERDA DE TEMPO QUE IRIA TER PARA COMPROVÁ-LOS.
PRIMEIRA QUESTÃO É SABER ATÉ QUANDO IREMOS CONTINUAR SOFRENDO DESSA MANEIRA E QUAL A ATITUDE QUE DEVO TOMAR.
CONTINUAR DESSA FORMA QUE NÃO POSSO FICAR.
E A SEGUNDA E QUE ME INTRIGA SOBREMANEIRA É O FATO DE TER PROCURADO FUNCIONÁRIOS DA CELPA UNIFORMIZADOS QUE SE ENCONTRAVAM REALIZANDO UM SERVIÇO PELAS REDONDEZAS DA LOJA, E SOLICITEI EXPLICAÇÕES PARA ESSES PROBLEMAS.
DE FORMA CLARA E DIRETA UM DELES ME DISSE:
-“ MAS, O SENHOR TAMBÉM FOI ABRIR UM COMÉRCIO EM FINAL DE LINHA. VAI SOFRER MESMO ?”
MUITO BEM, GOSTARIA DE SABER O QUE SIGNIFICA ESTAR NO FINAL DE LINHA ?
INTERESSANTE QUE NA CONTA DA ENERGIA ELETRICA QUE PAGO NÃO CONSTA NENHUM INFORMATIVO QUE ME ENCONTRO NO FINAL DE LINHA.
PELO QUE CONSTA NÃO HÁ QUALQUER DESCONTO OU QUALQUER BENESSE QUE INDIQUE FATO DE ME ENCONTRAR EM FINAL DE LINHA .
PELO POUCO CONHECIMENTO ENTENDO QUE A ENERGIA QUE EU PAGO É IGUAL A QUEM SE ENCONTRA NO COMEÇO OU NO MEIO DA LINHA . OU ESTOU ERRADO? SE HÁ ALGUM RISCO PORQUE ENTÃO EU E OS DEMAIS VIZINHOS NÃO TEMOS ALGUMA PROTEÇÃO JÁ QUE TEMOS O PRIVILÉGIO
DE ESTAR NO FINAL DE LINHA E ISSO CAUSE UMA MENOR CARGA DE ENERGIA E CONSEQUENTEMENTE ESSES PROBLEMAS.
UMA COISA É CERTA . O QUE NÃO PODE É CONTINUAR É A LOJA A SOFRER GRANDE PARTE DA SEMANA (HOJE POR EXEMPLO PASSEI DA HORA DO ALMOÇO ATÉ FECHAR CORRENDO ATÉ O QUADRO LIGANDO E DESLIGANDO PELAS CONSTANTES QUEDAS E SUBIDAS DE ENERGIA).
ESPERO RECEBER UMA RESPOSTA CONVINCENTE E PRINCIPALMENTE UMA RESOLUÇÃO DESSES PROBLEMAS, HAJA VISTO QUE ENTENDO NÃO MERECER ESSE TIPO DE TRATAMENTO.
ESPERO PONDERAÇÃO, COMPREENSÃO E PRINCIPALMENTE ATENÇÃO PARA ALGUÉM SÉRIO E QUE CUMPRE FIELMENTE SEUS COMPROMISSOS COM A CELPA. ESPERO QUE ELA CUMPRA COMIGO
NO AGUARDO
ANTENOR PEREIRA GIOVANNINIAV. MENDONÇA FURTADO, 365 – PRAINHA
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Atualização as 10h18
Já recebi da ANEEL uma resposta .
Pedem que aguarde pronunciamento oficial da Celpa e se não for satisfatório que retorne a eles.
De qualquer modo meu e-mail já foi repassado para ARCON/PA - Agência que regula os serviços públicos no Pará e que representa a ANEEL no Pará .
Vamos ver o que acontece.
Mas, creio que você possa alertar pelo blog que se mais pessoas usassem desse expediente de reclamar para Ouvidoria da Celpa com copia para Ouvidoria da ANEEL talvez alguma coisa seja feita.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Câmara aprova falta ao trabalho para cuidar de filho doente
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será enviado para análise do Senado, caso não haja recurso para votação pelo Plenário.
A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que já prevê algumas situações de falta sem desconto salarial, como casamento (três dias), alistamento eleitoral (dois dias) ou falecimento de parente direto (dois dias), como cônjuge e filho.
Laudo comprobatório
Segundo a proposta, o empregado deverá apresentar ao empregador o laudo médico que ateste a necessidade de assistência ao filho em horário incompatível com o do trabalho.
O relator, deputado Chico Lopes (PCdoB-CE), votou a favor da constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa do projeto e do substitutivo da Comissão de Seguridade Social e Família.
Australiana é morta após ser atraída para falso emprego pelo Facebook
Uma jovem australiana foi encontrada morta dois dias depois de ter partido para uma viagem com um homem que conheceu no Facebook e que a convidou para resgatar animais feridos, em um caso que chocou o país.
O corpo de Nona Belemosoff, de 18 anos, foi encontrado em um riacho. A polícia disse que Christopher James Dannevig, de 20 anos, tinha criado um perfil falso no Facebook no qual dizia ser um defensor de animais.
Ele teria atraído Nona com a perspectiva de lhe oferecer um emprego e a convidou para uma expedição em busca de animais feridos em um cerrado ao sul de Sydney.
Dannevig foi indiciado por assassinato. "Nona disse que, se não viajasse perderia o emprego, que era seu sonho", disse seu irmão, Gary. Milhares de pessoas colocaram mensagens na página de Nona no Facebook após a notícia de sua morte.
A polícia alertou para os perigos representados pelas redes sociais na internet. "É uma área onde predadores e pervertidos frequentam. Você não sabe com quem está falando", disse um dos investigadores do caso, o policial Russell Oxfordele.
Cais de arrimo de Santarém vira um caos
Após a remoção das estacas de concreto para a área do bosque da Vera Paz, o local virou acampamento de lavadores de carros.
À noite, o perigo é maior. Os transeuntes e mesmo os passageiros dos barcos corrrem o risco de sofrer queimaduras, pois os vendedores de churrasco descuidam dos fogareiros e as brasas se espalham pelo calçadão.
Na área do cais que foi ampliada recentemente, o SESC ocupa grande parte do passeio para aulas de ginásticas que poderiam ser ministradas na sede do órgão, na trav. Floriano Peixoto.
Sindicato quer supermercado fechado em seis feriados do ano
Os supermercados também já não abrem dia 1º de maio e Paixão de Cristo. "Estamos em discussão para que não sejam abertos os dias sete de setembro e oito de dezembro, afirma a presidente do Sindicato dos Comerciários, Lucinda Santos, mas o empresário Cezar Ramalheiro, presidente do Sindilojas, diz que os empresários do setor não concordam com o aumento de datas em que os supermercados fecharão as portas. "Não aprovamos esse pleito dos comerciários", afirmou. No dia 28 de maio, os lojistas fazem assembléia para escolher os delegados que participarão das negociações com os comerciários.
O sindicato dos comerciários quer acrescentar os feriados, sete de setembro e oito de dezembro, para que os supermercados não abram. Existe um acordo feito entre o sindicato e os empresários que nos feriados: 1º de janeiro, Sexta-feira Santa, 1º de maio e 25 de dezembro, os supermercados não podem funcionar, assim como os lojistas. "Muitas pessoas questionam, até mesmo os empresários, a necessidade dos supermercados abrirem nos feriados devido o consumo", declara Lucinda Santos, presidente do sindicato.
Nos outros feriados que virão, três de junho (Corpus Christi); sete de setembro (Independência do Brasil); 12 de outubro (Nossa Senhora de Aparecida); dois de novembro (Finados); 15 de novembro (Proclamação da República) e oito de dezembro (Nossa Senhora da Conceição), não é permitido que o comércio funcione, mas dá esse direito aos supermercados.
A presidente ainda declara que está em processo de solicitação, que nos feriados onde os supermercados são abertos, os funcionários só trabalhem seis horas. Atualmente o horário é de oito horas. A partir de 28 de maio, o sindicato vai se reunir com os empresários, para decidirem os acordos dos demais feriados até o Natal.
Feira internacional de turismo na Amazônia
adenauergoes@gmail.com
Plano de Desenvolvimento do Turismo do Estado do Pará, entregue á sociedade e empresariado no ano de 2001 pela PARATUR e idealizado pela THR, uma das mais prestigiadas e competentes empresas de planejamento e consultoria do mundo, com sede em Barcelona, na Espanha, define como uma das ações fundamentais para o fortalecimento do turismo paraense a elaboração de uma Feira Internacional, realizada a principio de dois em dois anos, que tivesse como estratégia principal apresentar produtos turísticos já elaborados e em condições plenas de comercialização tanto no mercado nacional como no exterior, desta forma foi criada e realizada a1ª FITA em 2002. Em função disto o Salão de Turismo Paraense atuaria no intervalo entre uma FITA e outra, ou seja, também de dois em dois anos como indutor local do desenvolvimento de novos produtos e aperfeiçoamento dos já existentes.
Claro está que não se pode perder de foco as principais feiras nacionais, como a BNTM no Nordeste, a ABAV no Rio de Janeiro, Salão de Turismo Nacional em São Paulo e o Salão de Turismo de Gramado no Rio Grande do Sul que servem de referência regional no calendário de eventos nacionais. Todo este processo precisa ter ações articuladas para que o produto turístico possa ganhar visibilidade e capacidade através de roteiros integrados que permitam a chegada de turistas com maior celeridade e freqüência em nosso estado.
Através de ações de fortalecimento do evento, articuladas junto ao Ministério do Turismo, e aos empresários através das entidades representativas dos diversos segmentos foi possível transformar a 3ª FITA em referência para a região amazônica e trazer o experiente Virginio Loureiro responsável por todo agrupamento e composição das operadoras de turismo que participavam da BNTM,(deixa estar que aqueles que têm melhor memória recordarão que o então Governador Simão Jatene assinou no Centur durante a 2ª FITA protocolo de intenções com o Governo do Ceará para desenvolvimento de roteiros integrados) a intenção estava clara ou seja juntar o produto turístico nordestino, principalmente sol e praia, onde os viajantes se brozeariam á sombra de nossa floresta, onde eles despelariam e seriam reidratados pelo nosso clima e cultura, e assim foi feito em 2006, quando tivemos a melhor e mais consistente feira já realizada e onde foi possível sentir na pratica a operação de negócios.
È necessário sim ter financiamento, investimento, mas sem articulação, estratégia e empresário, nada, mas nada mesmo vai funcionar em termos de venda, pois não cabe ao governo criar e vender produtos e sim estimulá-los, facilitando mecanismos e dando segurança aos empresários para avançarem e investirem seu dinheiro e mobilizarem o arranjo produtivo do mercado.
Hoje o momento é de muita preocupação, o Plano de Desenvolvimento Turístico do Estado foi deixado de lado, a divulgação e promoção do Pará que vinha num crescente, foi gradativamente murchando, o Salão de Turismo Paraense não mais se realizou, a FITA veio enfraquecendo de forma vertiginosa, deixando de ser referência de evento para a Amazônia.
A 5ª FITA, foi lançada em 07 de maio passado para acontecer de 12 a 15 de agosto próximo, imaginem, pouco mais de dois meses para organizar e fazer uma Feira Internacional e para piorar, está em total falta de sintonia com a classe empresarial que afirma que dela não irá participar.
O slogan “ PARÀ: A OBRA PRIMA DA AMAZONIA” foi abandonado única e exclusivamente por ter sido lançado pelo governo anterior, pois nada foi criado que possa melhor expressar na divulgação e promoção nosso fantástico estado aos olhos dos turistas. É uma pena, mas infelizmente retrocedemos, pois além de tudo que já foi dito a PARATUR teve seu orçamento diminuído e suas ações enfraquecidas, tornando-se ausente nas defesas dos interesses do turismo paraense. Está na hora do vento mudar de rumo novamente.
Pontuando - José Olivar
A ingratidão da FIT
As Faculdades Integradas do Tapajós (FIT), comemoraram durante a semana passada, suas Bodas de Prata (25 anos), com direito a sessão solene na Câmara Municipal.
O lado negativo de tudo é a falta de gratidão da instituição para com aqueles que foram realmente os pioneiros, os quais vestiram a camisa em prol do ensino superior em Santarém sem nunca terem sido reconhecidos.
É o caso do ex-vereador, hoje advogado e contador, Edson Serique que, como vereador, apresentou projeto de lei para doação do terreno onde hoje estão as edificações da FIT e, como prefeito interino, sancionou a lei.
Afora ele, outros foram esquecidos, como: o Luiz Antonio Corrêa (fundador e criador da Instituição em Santarém); o Prof. Walmir Gomes (Diretor que construiu as atuais instalações); os primeiros professores, aí me incluo entre eles, onde fui Coordenador do Curso de Direito por 06 anos e professor, por 11 anos. Nenhum desses recebeu qualquer manifestação de reconhecimento.
O pior defeito é a ingratidão!
Circo da Notícia - A volta das doutoras Solanges
Não faz tanto tempo assim: do mesmo jeito que os torturadores eram conhecidos quase sempre como "coronel Ubirajara", os censores eram a "doutora Solange", aquela que protegia os pobres, inocentes e sofredores brasileiros do noticiário que, embora verdadeiro, embora importante, eles julgavam inconveniente. Havia uma ditadura, os generais mandavam no país, a censura prévia era não apenas inscrita em lei como defendida, em nome da segurança nacional (e para evitar a divulgação dos malfeitos do Governo), pelos ideólogos do autoritarismo.
Hoje estamos numa democracia, os generais obedecem ao poder civil, a censura prévia é proibida pela Constituição, todos são contra a censura aos meios de comunicação. Todos? Não: o prefeito de São Bernardo do Campo, SP, o ex-ministro Luiz Marinho, do PT, conseguiu censurar um jornal, o Diário do Grande ABC, que mostra fatos verdadeiros e documentados de sua administração. O petista Marinho segue os passos do filho do ex-presidente Sarney, que conseguiu censurar O Estado de S.Paulo. Sarney e Marinho, aliás, já foram grandes adversários. Mas suas posições convergiram, e não apenas no campo da censura aos meios de comunicação que querem informar o público.
Marinho conseguiu em primeira instância o bloqueio de reportagens sobre o descarte de carteiras escolares em bom estado de conservação, que eram enviadas para reciclagem; conseguiu também que o Diário do Grande ABC seja multado todos os dias caso publique alguma reportagem sobre o tema.
Este colunista, que escreve duas vezes por semana no Diário do Grande ABC, revive os velhos tempos, quando trabalhava no Jornal da Tarde, que também sofria censura prévia.
A opinião da imprensa em geral é clara: a medida que atingiu o Diário do Grande ABC, diz a Associação Nacional dos Jornais, equivale à censura prévia e é inconstitucional.
Quanto ao prefeito censor, foi ouvido antes da publicação da primeira reportagem, e suas explicações ocuparam um terço do espaço da matéria (mesmo assim, pediu à Justiça o direito de resposta). Mas, talvez percebendo que na batalha das informações não tinha como ganhar, Marinho preferiu buscar a censura.
E agora?
Já com dois jornais sob censura (fora os outros, que são estrangulados economicamente), está na hora de uma reação coletiva - talvez uma ação direta no Supremo, para que fique claro que ninguém pode se substituir às doutoras Solanges e aos censores militares para evitar a publicação de notícias. Ou então que se revogue de vez a Constituição. Se não é para valer, para que está lá?
A hora da ação 1
O fato é que, quando sente seus interesses econômicos prejudicados, a imprensa atua na hora e em bloco. A Associação Nacional dos Jornais, ANJ, reagiu rapidamente à entrada do grupo português Ongoing no mercado brasileiro de veículos de comunicação, e representou à Procuradoria-Geral da República. O Ongoing abriu um jornal, o Brasil Econômico, está concluindo a compra do grupo jornalístico carioca O Diae já se anuncia que pretende abrir dois jornais em São Paulo, um esportivo e um tablóide de leitura rápida.
De acordo com a Constituição, estrangeiros podem possuir até 30% do controle de empresas de comunicação; e não podem dirigir a parte de conteúdo. O grupo Ongoing alega que sua empresa é controlada, no Brasil, por Maria Alexandra Mascarenhas Vasconcelos, brasileira nata - e esposa de Nuno Vasconcelos, o empresário português que comanda o grupo.
A hora da ação 2
Representação idêntica, embora menos rápida, foi apresentada à Procuradoria-Geral da República pela ANJ e pela Abert, que reúne emissoras de rádio e TV, contra o portal Terra. O Terra veicula notícias; e, segundo a acusação, sua empresa controladora, a Terra Networks Brasil, pertence à Telefónica espanhola.
É briga grande: muitos anos atrás, Samuel Wainer, criador da Última Hora, sofreu dura campanha por não ser brasileiro nato (na realidade, nasceu na Bessarábia, e veio criança para o Brasil). Depois, houve campanhas contra a Rede Globo, por seu acordo com a Time-Life, e a Editora Abril, por ter estrangeiros entre seus proprietários. A lei hoje é mais flexível, mas a guerra continua feroz.
O caso do repórter
E, por falar em Abril, o debate do momento, nos meios jornalísticos, é o da demissão dos quadros da editora de Felipe Milanez, editor da National Geographic, depois de ter feito duras críticas à revista Veja (entre os termos que utilizou, estão "escrota" e "idiota"). O Sindicato dos Jornalistas se opôs à demissão, há comentários contra e a favor na Internet. Discute-se se a liberdade de opinião foi ou não violada.
Comecemos com uma constatação: se a empresa tem o direito de demitir o empregado sem justa causa, pagando-lhe uma determinada quantia, a discussão legal está encerrada. Isto não vale apenas para jornalistas, mas para todas as profissões.
O segundo ponto tem a ver com comunicação. Imaginemos alguém que trabalhe, digamos, na Coca-Cola. Um executivo da Coca não pode ser visto tomando Pepsi (e vice-versa). Imaginemos um executivo da De Soto circulando num Honda e dizendo que o Plymouth, que foi produzido pela empresa em que trabalha, era inseguro. Em termos de mensagem à opinião pública, por que um dos carros fabricados pela empresa seria inseguro e os outros não?
E, finalmente, se a empresa é tão ruim que a principal revista da casa é "escrota", por que ficar nela? O melhor é se afastar o mais rapidamente possível.[Coluna publicada originalmente no site Observatório da Imprensa, em 18 de maio de 2010.]
Rota do crime
A globalização atingiu os municípios de Oriximiná, Faro e Terra Santa pelo seu lado mais terrível: o crime. Grupos ligados a assaltos a bancos, tráfico de drogas e armas, biopirataria, pirataria fluvial, contrabando, roubo, furto e prostituição infanto-juvenil atuam na antigamente pacata região da chamada Calha Norte do rio Amazonas, no oeste do Pará.
Até o distrito de Porto Trombetas (em Oriximiná), enclave da Mineração Rio do Norte onde durante décadas tudo funcionava 100%, virou rota da bandidagem.
Área fronteriça, nesta época os rios e lagos ficam conectados por causa da cheia e permitem rotas alternativas a quadrilhas do Brasil inteiro, inclusive do Mercosul.
Twitter fora do ar
O Blog do Estado está hospedado no twitter no endereço www.twitter.com/BlogdoEstado
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Atualização:
As 13h34 o twitter voltou a funcionar.
Morre Walter Rodrigues
Lúcio Flávio Pinto:
Entro neste espaço para comunicar a morte de Walter Rodrigues, ontem à noite, de enfarte fulminante, em São Luís. Walter Rodrigues foi um dos maiores patrimônios intelectuais que o Pará cedeu ao Maranhão nos últimos anos. Sua morte tão prematura deixará um vazio nos dois Estados, aos quais serviu com seu jornalismo independente, seu texto saboroso e seu humor inesgotável.
Tornou-se uma fonte de referência indispensável sobre a história contemporânea do Maranhão. Foi uma honra, para mim, ter trabalhado com ele no nosso semanário alternativo de 1975, o Bandeira 3, e tê-lo colocado como correspondente de O Estado de S. Paulo em São Luís.
E foi um privilégio ler seus artigos sobre esse vasto e desafiador mundo. A dor de perdê-lo é muito grande. Espero que os gonçalvinos lhe dêem a despedida de que ele é merecedor, no próprio nome e também em nome dos paraenses.
Pane no Tramoeste deixa Santarém sem luz
Acidente na estrada de Alter-do-Chão pode ter sido suicídio
O Blog do Estado apurou que o motorista teria cometido suicídio, ao simular acidente que também matou a jovem Andressa, 18 anos, natural de Monte Alegre.
O carro em que viajavam no sentido Santarém-Alter-do-Chão bateu de frente com a árvore, na última segunda-feira. O motorista e a passageira ficaram presos nas ferragens do veículo e tiveram morte instantânea.
Antes de sair de casa, 'Touro' comentou com sua mãe que o leite preparado por ela seria o “último que tomaria em sua vida”. Após o café da manhã, ele apanhou Andressa para um passeio até Alter–do-Chão.
Andressa mantinha um relacionamento amoroso com Touro, mas dava sinais de que queria romper o romance, segundo informou uma fonte ao Blog do Estado.
Revista vê destino negro para o Imperador
Mesmo fora da Seleção Brasileira, Adriano ainda desperta a atenção da imprensa europeia. Com uma carreira marcada por gols, títulos e problemas extracampo, o atacante do Flamengo foi alvo de uma reportagem de dez páginas da revista francesa ‘So Foot’. Na edição número 76, do dia 5 de maio, a publicação traça um perfil do Imperador e afirma que o centroavante é o maior ‘suicida profissional’ depois de Garrincha, ídolo do Botafogo e da seleção brasileira nas décadas de 50 e 60, que teve sua carreira marcada pelo alcoolismo.
A publicação lembra que o drama de Adriano começou com a morte de seu pai, em outubro de 2004. A partir daquela época, o ‘sucessor de Ronaldo’ entrou em depressão e aumentou suas viagens ao Brasil. Em abril de 2009, veio o auge da crise. Adriano deixou a Itália definitivamente e se refugiou na Vila Cruzeiro, favela onde foi criado na Zona Norte do Rio de Janeiro. Sem rumo, convocou uma entrevista coletiva anunciando o fim precoce de sua carreira.
A promessa de vida nova viria no Flamengo. Ao retornar para o clube de seu coração, a revista lembra que o jogador ‘se sentia feliz como uma criança de sete anos’. O título brasileiro em 2009 parecia libertá-lo de todos os males. Mas 2010 foi marcado por problemas. Em certo trecho, ao falar da semana de preparação para a final da Taça Rio, o autor escreve: “o treinador rubro-negro conta uma boa piada sobre o jogo contra o Botafogo: está encantado com o trabalho feito por Adriano”. No dia da decisão, “Adriano estava grande como um barril”, pesando 103 quilos. O texto lembra ainda o pênalti perdido pelo atacante, mas ressalta que o jogador sempre é perdoado pela torcida e pelos companheiros.
A publicação comenta que o Imperador teria sido um dos responsáveis pelo fim dos treinos matinais rubro-negros, para que o jogador pudesse dormir até mais tarde. Relata também as brigas com Joana Machado e traça um perfil da relação do jogador com as favelas. No fim, uma ironia apocalíptica: ‘Garrincha morreu em 20 de janeiro de 1983, na pobreza e sofrendo de alcoolismo, aos 49 anos. Adriano está com 28. A festa vai continuar um pouco mais’.
Saem buracos, entram calombos
Mas o serviço tapa-buraco está sendo mal executado em algumas vias, como a Álvaro Adolfo, onde o motorista que antes lutava para desviar dos buracos, agora tem que enfrentar os montículos de asfalto formados pela obturação das crateras.
Se fosse um aqui outro acolá até que os calombos seriam inofensivos, mas do jeito que o buraco é tapado, o solavanco continua: antes o balé das molas era de baixo para cima, agora é de cima para baixo.
A proibição da “paradona”
A Fifa, criticada pela lerdeza na tomada de decisões, desta vez surpreendeu pela agilidade: coibiu parte da farra em que se transformou a cobrança de pênaltis, com especial requinte de malandragem no futebol brasileiro. A tal “paradona” estará definitivamente banida a partir do começo da Copa do Mundo da África do Sul.
A providência vem em boa hora. Nos últimos anos, presenciamos casos abusivos, como as paradas em dois tempos, como as de Fred, do Fluminense, e Neymar, do Santos. A cobrança ensaiada, além da óbvia humilhação para os goleiros, representa um caso típico de dupla punição pela quase impossibilidade de defesa.
Quando o atacante chega correndo para disparar o chute e estanca no último instante, fingindo chutar, o goleiro perde totalmente a concentração na bola. Distraído pela ação enganosa do cobrador, fica sem chances de prever para onde o chute será disparado.
Não conheço nenhum estudo sobre os índices de acerto de penalidades com a parada fatal, mas é visível que a vantagem dos atacantes – que já é, normalmente, imensa – torna-se quase total. Uma covardia. Não há antídoto para isso, nem mesmo o velho truque de se adiantar à cobrança, como faz a maioria dos goleiros.
Segundo os goleiros mais experientes, a maneira mais eficiente de tentar fazer a defesa é a posição de espera, procedimento dificultado pelos reflexos naturais do arqueiro, que tende a escolher o canto para se antecipar ao chute. Como o artifício vinha sendo tolerado pelos árbitros brasileiros, começaram a pipocar variações cada vez mais exageradas, aumentando terrivelmente o grau de dificuldades para o goleiro.
A decisão da Fifa e International Board, divulgada ontem, acrescenta uma emenda à regra 14 e cria uma distinção interessante e oportuna. Permite ao atacante fazer a paradinha – fintar o goleiro parando durante a corrida em direção à bola –, mas veta a paradona, proibindo que ele finja chutar uma vez. Ao chegar diante da bola, deve dar o chute imediatamente, sem a pausa que engana. Caso a norma seja descumprida, o jogador será punido com cartão amarelo.
Justiça se faça: a avacalhação do momento dramático mais forte do jogo é obra quase que inteiramente nacional. Nasceu nos anos 60, com sutileza, pelos pés do Rei Pelé (sempre ele), que inventou o breque na corrida para a bola, truque logo batizado de paradinha. Prosseguiu depois com Djalminha e Marcelinho Carioca nos anos 90, ainda com engenho e arte.
A situação só começou a sair de controle nos últimos três anos, com o uso da paradona, gerando muitas dúvidas de interpretação. Enquanto os apitadores nacionais foram permissivos, nos jogos da Taça Libertadores árbitros sul-americanos sempre avisavam aos jogadores brasileiros que a cobrança seria repetida se o recurso fosse usado. Agora, nem precisarão mais avisar, pois o abuso está proibido por decreto.
"O que aconteceu a Lyoto Machida?":
O Lyoto veio com uma estratégia boa de levar a luta para o chão, já que Shogun não esperava a iniciativa nesse sentido. Todavia, as críticas o fizeram alterar seu jogo também em pé (striking), de modo que foi muito mais agressivo e tentou trocar à meia-distância.
A luta à meia-distância era a pior estratégia para o LYoto na luta em pé, porque sua base de Shotokan não protege o queixo, não tem esquiva em forma de pêndulo e raramente se utiliza de cruzados.
Ou seja, não é do Machida Karatê jogar na média distância. Entrou direitinho no jogo do Shogum pelas provocações. O kNOCKOUT era uma questão de tempo…
Deveria também o Lyoto ter aproveitado mais o chão, para amassar a cara do Shogum quando ele tentava passar a mão por baixo da perna para conseguir a raspagem/reposição de guarda.
Agora, pelo menos acabam com as pressões em cima do Lyoto quanto à invencibilidade. Vamos torcer para ver se ele fica um pouco mais moderno e deixa esse negócio ainda familiar pra ´se trasformar em um campeão definitivo - formando uma equipe de MMA profissional, chamando para treinar o Anderson Silva, José Aldo, Minotauro e CIgano. Além disso, espera-se que contrate um bom nutricionista, coisa fundamental para atletas do nível do Lyoto.
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BOM, A PRINCÍPIO QUERO QUE SAIBAM OS LEIGOS, QUE LYOTO É UM LUTADOR ABSOLUTAMENE TÉCNICO, E QUE SHONGUN É FORÇA E EXPLOSÃO, O QUE NÃO IMPLICA DIZER QUE MACHIDA NÃO SEJA FORÇA E EXPLOSÃO. TODAVIA, A TÁTICA ADOTADA POR MACHIDA NESTA LUTA NÃO FUNCIONOU. O QUE ACONTECEU FOI ISTO. TÁTICA ERRADA!
ESPERAMOS UMA PRÓXIMA REVANCHE PELO TÍTULO, ONDE CADA UM DEVE PERMANECER NO SEU QUADRADO. SHONGUN TROCADOR, MACHIDA ESTRATEGISTA. ESPERA MACHIDA O CARA VIR PRA CIMA, E DESCARREGA A SUA TÉCNICA SOBRE ELE...
ABRAÇO PRA FERA MACHIDA !!!
Obama assina lei que obriga Departamento de Estado a monitorar liberdade de imprensa no mundo
A nova legislação – batizada Lei Daniel Pearl sobre Liberdade de Imprensa – foi inspirada no repórter Daniel Pearl, do Wall Street Journal, assassinado no Paquistão pouco depois dos atentados de 11 de setembro de 2001. Ele apurava matérias sobre grupos terroristas no país quando foi sequestrado e decapitado.
O blog The Caucus, do New York Times, apontou uma contradição no fato da Casa Branca ter restringido o acesso da mídia a um evento sobre liberdade de imprensa, permitindo a entrada de apenas um grupo de repórteres. O blog lembrou ainda que a Casa Branca “vem tentando forçar” um repórter do New York Times a prestar informações na Justiça sobre as fontes ouvidas em seu livro sobre esforços secretos para abortar programas de armas nucleares no Irã.
terça-feira, 18 de maio de 2010
O que aconteceu a Lyoto Machida?
Quem responde a essa pergunta é Lúcio Flávio Pinto em seu Jornal Pessoal desta semana, que chega às bancas quinta-feira:
O que aconteceu a Lyoto Machida que o fez perder a revanche contra o paraense Marcelo Shogun Rua, depois de lutar apenas três minutos do primeiro round, no dia 9, em MontrealCanadá, numa competição de Artes Marciais Combinadas (UFC, em inglês)?
BGE divulga locais de prova para mais de 191 mil vagas de recenseador
Do CorreioWeb
São oferecidas 191.972 vagas temporárias de nível fundamental. De acordo com a empresa organizadora, mais de um milhão de pessoas se inscreveram na seleção pública. As contratações devem acontecer a partir de 26 de julho.
Os aprovados serão responsáveis pelo Censo Demográfico 2010 e terão direito a receber remuneração por produção, 13º salário e férias proporcionais aos dias trabalhados. São reservadas 5% do total das vagas a candidatos portadores de necessidades especiais.
De acordo com o edital de abertura, a previsão de execução dos trabalhos é de até cinco meses. Os contratos terão duração de 30 dias, podendo ser sucessivamente prorrogados por igual período, dependendo da necessidade do trabalho.
Clique aqui para conferir os documentos da seleção pública.
PMDB aprova nome de Temer para ser vice de Dilma
Brasília - A Executiva do PMDB aprovou, por aclamação, o nome de Michel Temer (SP) para ser o vice na chapa da pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff. A decisão será oficializada na reunião nacional do partido, em 12 de junho.
“O partido resolveu me indicar e fico muito entusiasmado, mas com muita cautela. Estamos com toda cautela nessa questão. Vamos unir o PMDB para levar a uma campanha naturalmente vitoriosa", disse.
Temer afirmou que pretende, desde já, fazer algumas viagens pelo país, para se tornar mais conhecido dos eleitores. Acrescentou que a Presidência da Câmara – cargo que ocupa hoje – não ficará prejudicada. “A campanha começa efetivamente em junho, quando estaremos praticamente de recesso. Depois de agosto, diminuem severamente os trabalhos”, explicou.
Perguntado sobre como será sua postura durante a campanha e se efetivamente a chapa Dilma-Temer for eleita, disse que pretende ser discreto. “Serei um vice nos limites da Constituição Federal. Serei extremamente discreto, como convém a um vice-presidente”.
O partido também estabeleceu a data de 15 de junho para que as chapas nos estados sejam definida
Prefeitos pedem compensação no repasse do FPM
Brasília - Prefeitos de todo o país defenderam hoje (18) a distribuição de royalties decorrentes da exploração de petróleo na camada de pré-sal de forma igualitária entre estados e municípios. Eles pediram também a aprovação da Emenda 29 pelo Congresso Nacional, que fixa os percentuais mínimos a serem investidos anualmente em saúde pela União.
O aumento do percentual de repasses ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM) foi outra reivindicação durante a abertura da 13ª Marcha a Brasília, que começou hoje (18) e vai discutir a autonomia municipal até quinta-feira (20).
O presidente da Confederação Nacional dos Municípios, Paulo Ziulkoski, pediu que o governo repasse este ano pelo menos a mesma quantidade de recursos concedida em 2009 para compensar a queda do valor nominal dos repasses para o FPM. Ano passado, o valor do fundo foi de R$ 53 bilhões, mais R$ 2,5 bilhões de complementação.
O ministro de Relações Institucionais da Presidência da República, Alexandre Padilha, afirmou que vai levar ao Ministério da Fazenda a reivindicação. Segundo ele, em 2003 o FPM recebia apenas R$ 22,7 bilhões e atualmente recebe mais de R$ 50 bilhões por ano. Ele disse que grande parte das dificuldades que os municípios encontram para o repasse de outros recursos decorre de problemas ligados à legislação e não ao interesse do governo.
Ele ressaltou que o governo conseguiu nos oito anos de governo tirar 30 milhões de brasileiros da linha da pobreza "por causa da participação dos prefeitos".
Igrejas reforçam disciplina contra adúlteros e pedófilos
Repórter
A repercussão negativa das denúncias de abusos sexuais praticados por padres, levaram a Igreja Católica a aumentar o rigor na seleção dos seminaristas e intensificar o acompanhamento durante os sete anos do curso de formação para padres. A medida, a ser implantada até o fim do ano, deve causar impacto direto em pelo menos 600 novos sacerdotes formados a cada ano nos cerca de 500 seminários espalhados pelo país. O reitor do seminário São Pio X, em Santarém, padre Alaelson Souza de Lima, garante que os seminaristas tem acompanhamento psicológico durante o curso para aprender a conviver com o celibato.
Igrejas evangélicas de Santarém adotam uma postura mais rigorosa quando tomam conhecimento de envolvimento de pastores em casos de adultérios. Em dez anos, três pastores foram afastados do ministério da Igreja da Paz por infidelidade conjugal. Na Assembléia de Deus, de aproximadamente 700 pastores, cerca de 10 por cento são afastados em casos de adultério ou homossexualismo.
A reportagem tomou conhecimento que um dos casos que teve grande repercussão na Igreja da Paz envolveu a confissão pública de um pastor que traiu a esposa, no final da década de 90. "Ele fez a comunicação em público, pediu perdão, foi perdoado, mas perdeu o ministério", revela uma fonte daquela igreja evangélica.
Na Assembléia de Deus, uma fonte revela que também quando ocorrem adultérios por parte das esposas dos pastores, a direção da igreja já mudou as medidas disciplinares: o pastor é transferido de igreja desde que se divorcie, constitua outra família para manter o ministério. Antes, nesses casos, o pastor era afastado. Pastor homossexual é banido sumariamente do cargo, embora possa permanecer congregando sob discipulação.
Seminaristas
Em relação aos futuros padres, haverá uma maior cobrança aos pré-requisitos que já são exigidos de um religioso. "Reforçaremos a necessidade de uma boa formação intelectual, espiritual, humana e pastoral de um religioso", lembrou o padre Alaelson, reitor do seminário São Pio X.
Atualmente, a diocese de Santarém mantém 19 jovens estudando filosofia no seminário e seis cursando teologia em Belém, no seminário São Gaspar.
Segundo padre Alaelson, o aluno tem que ter concluído o segundo grau para ser admitido como seminarista. La, os estudos e atividades se concentram em cinco áreas: comunitária, espiritual, pastoral, intelectual e humano-afetiva.
Esta última, segundo o reitor, trata de questões psicológicas dos seminaristas a fim de prepará-los para adotar o celibato. " Pelo menos três vezes por ano temos a presença de uma psicóloga para avaliar os seminaristas e perceber se os mesmos estão se preparando corretamente para a vida religiosa", explicou padre Alaelson.
Indagado se o seminário São Pio X adota algum procedimento mais explícito para prevenir futuros casos de pedofilia, o reitor ressaltou que o seminário trabalha com jovens em formação e que é praticamente impossível detectar que podem surgir padres pedófilos, no futuro. " O que fazemos é sermos mais rigorosos na seleção e no acompanhamento dos seminarista e darmos acompanhamento psicológico para que eles saibam lidar com a sexualidade e estar preparados para vida celibatária", explicou padre Alaelson.
O reitor informou que em média, para cada dez seminarista, a diocese ordena apenas um padre. " Além das desistências, há também desligamentos do seminário daqueles que não demonstram estar preparados para a vida religiosa", encerrou.
Cosanpa é criticada na Câmara de Vereadores de Santarém
Nélio Aguiar através de pedido de informações ao presidente da Cosanpa Eduardo Ribeiro está solicitando que ele dê explicações à Câmara e ao povo de Santarém, do por que as obras de distribuição do sistema de abastecimento de água, não foram até o momento concluídas.
Série C, primeiras impressões
Gerson Nogueira
Saiu a tabela da Terceirona, confirmando o “grupo da morte”, com Paissandu, Fortaleza, Águia, Rio Branco e São Raimundo. A disputa começa para os paraenses no dia 18 de julho, logo depois da Copa do Mundo, e o Paissandu estréia em casa, recebendo o Rio Branco no Mangueirão, enquanto o Águia na mesma data vai à capital cearense enfrentar o Fortaleza no acanhado estádio Alcides Santos, o alçapão do “Pici”, com capacidade para 5 mil espectadores. O São Raimundo estréia uma semana depois, visitando o Águia em Marabá.
O que se temia acabou acontecendo. Pelos humores da CBF, os três representantes paraenses ficam presos a um grupo só, disputando duas vagas contra dois adversários de bom nível. O Fortaleza, cuja queda à Série C jamais foi absorvida pelos torcedores, acaba de conquistar o certame estadual e expressa a disposição de formar uma grande equipe, a fim de conquistar o campeonato. Pelo histórico recente e tradição em torneios nacionais, é favorito destacado a uma das vagas.
O Paissandu é o outro time credenciado a passar à etapa seguinte. Tem tanta história e tradição quanto o Fortaleza, ou até mais. Além disso, deve aproveitar as lições e evitar os erros das últimas participações no torneio para fazer melhor papel desta vez. Acima de tudo, esboça um planejamento mais criterioso em relação às edições anteriores.
Foi anunciada ontem a contratação de Marcelo Ramos, atacante veterano, mas sob medida para uma competição de nível intermediário. A diretoria busca ainda três ou quatro nomes para compor o time titular, além de reforçar o elenco com Marcelo Dias, Adelson e Vaninho.
De preocupante somente a indefinição quanto ao comando técnico. No clube, alguns dirigentes já comentam abertamente a possibilidade de substituição do técnico Charles Guerreiro após a decisão do Campeonato Paraense, seja qual for o resultado – situação que não seria inédita para o atual treinador no próprio Paissandu.
Caso a mudança venha mesmo a ser efetivada, por mais contraditória que seja, o mínimo que se espera é a aquisição de um técnico de nível, com experiência na competição. Dos nomes aventados, o de Roberval Davino, campeão pelo Remo em 2005, seria o mais adequado. Paulo Comelli também é lembrado, mas não é unânime na Curuzu.
Quanto a Águia e São Raimundo, as expectativas são diferentes. O Águia tem time e ambição para brigar pela classificação, tentando desbancar os favoritos Paissandu e Fortaleza. A boa campanha no returno do campeonato estadual deu fôlego extra a João Galvão e certamente vai estimular a contratação de reforços.
O campeão da Série D, ao contrário, está imerso em incertezas. Acertou na permanência de Valter Lima, mas não parece disposto a investir alto para este primeiro ano na Série C. Por enquanto, divide com o Rio Branco a condição de azarão da chave.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Série C: Pantera estréia dia 25 de julho contra o Águia
A CBF divulgou, na tarde desta sexta-feira, a tabela do campeonato da Série C. Na primeira fase, os três representantes paraenses – Paissandu, Águia e S. Raimundo – estão abrigados no grupo A, juntamente com Fortaleza (CE) e Rio Branco (AC). O Paissandu estreará no Mangueirão, no domingo, 18 de julho, às 16h, contra o Rio Branco. No mesmo dia, o Águia será recebido pelo Fortaleza no estádio Alcides Santos, às 16h. O S. Raimundo estreia no dia 25, às 19h, no Zinho Oliveira, contra o Águia.
Na última rodada, o Paissandu joga contra o S. Raimundo, na Arena da Floresta, no dia 19 de setembro, às 16h. O Águia encerra sua participação na primeira fase recebendo o Fortaleza, também no dia 19 de setembro, às 16h, no Zinho Oliveira. O último compromisso do S. Raimundo será contra o Águia, dia 11 de setembro, às 16h, no estádio Barbalhão, em Santarém.
Acordo permite volta do ônibus às ruas, mas negociações continuam
Mas as negociações dos outros itens da pauta salarial e social continuam.
Se houver novo impasse, os rodoviários prometem parar mais uma vez.
Entrevista com Maria do Carmo
As principais declarações:
1- Dificilmente a obra do bosque da Vera Paz ficará pronta para o aniversário de Santarém. Além das chuvas, o MPF acolheu representação de uma funcionária da CDP que alega que no local há presença de sítios arqueológicos.
2- Obras do estádio Barbalhão ainda sem definição. Ministério do Turismo, que financiaria a construção de arquibancadas na antiga área da geral, exige ampliação do projeto, incluindo a urbanização do entorno e construção de palco fixo para eventos não-esportivos.
3- Além das exigências no estádio e seu entorno, o Ministério do Turismo exige a mudança de nome do estádio, que seria uma arena multiuso. A prefeitura reclama que o governo do estado, que é dono do estádio, não investe nenhum centavo em sua manutenção.
4- Prefeitura terá um técnico da Seminf para acompanhar diariamente as obras que estão sendo feitas na cidade. O relatório servirá para atualizar a prefeita do andamento dessas obras. Se forem detectados problemas no andamento dessas obras, a prefeita será informada imediatamente, para que providências imediatas sejam tomadas.
5- Obras do PAC no Uruará. Prefeita espera autorização de Brasília para pagar parte das obras que estão paralisadas.
6- Recapeamento da Alvaro Adofolfo. Prefeitura tem dinheiro em caixa, mas não acredita que as empresas Saneng e Mello de Azevedo tenham capacidade operacional para tocar essas obras e deve solicitar apoio do Oitavo BEC para fazer o asfaltamento daquela avenida.
