A Polícia Civil apresentou hoje a conclusão do inquérito da adolescente de 15 anos suspeita de furto que ficou presa por cerca de 20 dias em uma cela com 20 homens, em Abaetetuba, no Pará, em nomembro do ano passado. Foram indiciadas 12 pessoas: cinco delas do Sistema Penitenciário de Abaetetuba; cinco da Polícia Civil e dois detentos, estes últimos, os supostos autores do crime de estupro.
A denúncia de que a menina estaria presa na cela masculina partiu de um ex-companheiro de prisão. A jovem disse que era obrigada a manter relações sexuais com os presos em troca de comida.
De acordo com o inquérito, a jovem foi vítima de estupro, lesões corporais e ameaças no período em que ficou presa na cela masculina.
À época, a governadora do Pará, Ana Júlia Carepa, disse que dos 132 municípios do Estado onde existem delegacias, 123 não têm espaço adequado para as mulheres. Segundo ela, o governo já iniciou a reforma de cinco e a construção de seis novas delegacias com espaço adequado para as presas.
Quando o caso foi descoberto, o delegado-geral do Pará, Raymundo Benassuly, chegou a afirmar que a adolescente apreendida devia ter algum tipo de "debilidade mental" ao não manifestar a sua idade no momento da prisão. A polícia justificou a apreensão da jovem dizendo que ela não teria documento de identidade.
Detentos da cadeia de Abaetetuba disseram a deputados da CPI do Sistema Carcerário que dois promotores teriam visitado a cela em que estava uma adolescente. Segundo os presos, nada foi feito para tirar a jovem do local.
O inquérito será encaminhado na sexta-feira à Vara Criminal da Comarca de Abaetetuba
(Redação Terra)
quinta-feira, 13 de março de 2008
Incra começa a recadastrar assentados da reforma agrária
O Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) começou ontem o recadastramento dos assentados da reforma agrária. O objetivo é aperfeiçoar o sistema de dados dos assentados, verificar e corrigir eventuais falhas de informação, bem como concessão irregular de lotes. O Incra informa que adotará a partir de agora um sistema mais apurado de controle, com validações centralizadas, como consistência do CPF e cruzamento com outras bases de dados federais disponíveis --Rais (Relação Anual de Informações Sociais) e CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais). De acordo com o Incra, os assentados que tiverem em seu cadastro algum tipo de inconsistência de dados serão notificados e precisarão regularizar sua situação no prazo de 60 dias. Nos últimos cinco anos, o Incra informa ter retomado cerca de 20 mil lotes que estavam ocupados irregularmente. Os lotes foram cedidos para outras famílias.
(Folha Online)
(Folha Online)
Médico denuncia falta de condições de trabalho no Hospital Regional
O Estado do Tapajós recebeu com pedido de publicação a carta abaixo.
Seu teor confirma e amplia as denúncias formuladas por este jornaL quanto à iminência de fechamento do Hospital Regional do Baixo-Amazonas, com sede em Santarém.
Leia a íntegra da correspondência:
"Médico, 32 anos, bem sucedido,,financeiramente estável, família estruturada, amigos e esposa maravilhosos, um filho de 4 meses, hoje internado em uma UTI devido a provável infarto.
Para muitos a dúvida: por que alguém tão jovem nesta situação?
Muito diriam excesso de trabalho; outros, vida agitada. Mas a verdadeira resposta é que exercer a profissão com amor não é trabalho, é satisfação, é acordar cedo todo dia e saber que diante de você está alguém que você pode, de uma certa forma, ajudar com medicação certa, com uma palavra de conforto, ou simplesmente ouvindo-a. Saber que seu paciente é um senhor, poderia ser seu pai; se uma senhora, sua mãe; alguém de sua idade, seu irmão; e uma criança, seu filho. Saber que para você pode ser o centésimo paciente do dia, mas para ele você é o médico que pode lhe dar a esperança de cura.
Algumas pessoas, políticos ou outros desacreditados no ser humano podem dizer: ‘Infartou porque não recebe pagamento do Hospital Regional”. Ledo engano.
Como já falei, tenho excelentes condições financeiras, assim como minha família; um consultório particular que me dá condições para viver apenas dele, mas em contrapartida tenho um grande defeito, que na verdade, classifico como virtude: levo meu juramente profissional muito a sério, sou perfeccionista e quando me colocam em algum cargo de chefia tento dar o melhor de mim e assim começa a justificativa do meu atual quadro.
Há dois ou três meses fui chamado para atender no HospitAl regional. Finalmente vi a perspectiva de poder contribuir com o meu povo após 10 anos de preparação ( 6 anos de faculdade, dois anos de clínica médica e mais 2 anos de endocrinologia). Após um mês ascendi ao cargo de chefia da clínica médica e, posteriormente, ao de vice-diretor clínico.
Sabe-se que todo o começo é difícil e que ajustes precisariam ser feitos e as promessas seguiam por dias, semanas e nada...
Falta de medicamentos básicos como bicabornato de sódio, cloreto de potássio, gaze, antropina, entre outros. Isto mostra, além do despreparo e do desrespeito para com a população, também desrespeito com a equipe médica que fica sempre expostas a situações difíceis e insolúveis a curto prazo.
A equipe de enfermagem também sofre, e muito,, com a mesma situação.
Eu sempre ouvia: “Alvarenga, não se estresse”. Mas como não me estressar? Não há como fazer medicina desse jeito!
Como dormir tranqüilo sabendo que temos criança com suspeita de tumor cerebral e que não consegue fazer uma ressonância, pois não há contraste, que custa menos de R$ 2,00 a dose?; que não se corrige uma arritmia cardíaca por falta de cloreto de potássio; não se transfere um paciente da clínica para a tomografia por não ter bala de oxigênio de transporte e mangueira de oxigênio. As lamentações são muitas.
Recentemente houve uma reunião com o secretário-adjunto de saúde do estado, doutor Walter Amoras, onde um alto membro do governo, responsável pela licitação da Sespa disse: “Senhores médicos, os doutores precisam ler mais sobre direito e licitação”. Nesta ocasião estávamos ansiosos e cobrando com urgência os insumos para o bom funcionamento do serviço. Até hoje me arrependo de não ter me levantado e dito para esse senhor que era para ele se colocar no lugar do médico ou então no lugar do usuário que precisa do SUS para cuidar de sua saúde.
Por tido isso, nas atuais condições do Hospital Regional para os médicos, por falta de condições e por falta de respeito aos acordos já feitos, pelo atraso da remuneração por mais de 60 dias, e para aqueles que levam a medicina a sério, vai aí a recomendação: “O HOSPITAL REGIONAL PÚBLICO DO OESTE DO PARÁ FAZ MAL A SAÚDE”.
Dr. Alvarenga
CRM 8063"
Seu teor confirma e amplia as denúncias formuladas por este jornaL quanto à iminência de fechamento do Hospital Regional do Baixo-Amazonas, com sede em Santarém.
Leia a íntegra da correspondência:
"Médico, 32 anos, bem sucedido,,financeiramente estável, família estruturada, amigos e esposa maravilhosos, um filho de 4 meses, hoje internado em uma UTI devido a provável infarto.
Para muitos a dúvida: por que alguém tão jovem nesta situação?
Muito diriam excesso de trabalho; outros, vida agitada. Mas a verdadeira resposta é que exercer a profissão com amor não é trabalho, é satisfação, é acordar cedo todo dia e saber que diante de você está alguém que você pode, de uma certa forma, ajudar com medicação certa, com uma palavra de conforto, ou simplesmente ouvindo-a. Saber que seu paciente é um senhor, poderia ser seu pai; se uma senhora, sua mãe; alguém de sua idade, seu irmão; e uma criança, seu filho. Saber que para você pode ser o centésimo paciente do dia, mas para ele você é o médico que pode lhe dar a esperança de cura.
Algumas pessoas, políticos ou outros desacreditados no ser humano podem dizer: ‘Infartou porque não recebe pagamento do Hospital Regional”. Ledo engano.
Como já falei, tenho excelentes condições financeiras, assim como minha família; um consultório particular que me dá condições para viver apenas dele, mas em contrapartida tenho um grande defeito, que na verdade, classifico como virtude: levo meu juramente profissional muito a sério, sou perfeccionista e quando me colocam em algum cargo de chefia tento dar o melhor de mim e assim começa a justificativa do meu atual quadro.
Há dois ou três meses fui chamado para atender no HospitAl regional. Finalmente vi a perspectiva de poder contribuir com o meu povo após 10 anos de preparação ( 6 anos de faculdade, dois anos de clínica médica e mais 2 anos de endocrinologia). Após um mês ascendi ao cargo de chefia da clínica médica e, posteriormente, ao de vice-diretor clínico.
Sabe-se que todo o começo é difícil e que ajustes precisariam ser feitos e as promessas seguiam por dias, semanas e nada...
Falta de medicamentos básicos como bicabornato de sódio, cloreto de potássio, gaze, antropina, entre outros. Isto mostra, além do despreparo e do desrespeito para com a população, também desrespeito com a equipe médica que fica sempre expostas a situações difíceis e insolúveis a curto prazo.
A equipe de enfermagem também sofre, e muito,, com a mesma situação.
Eu sempre ouvia: “Alvarenga, não se estresse”. Mas como não me estressar? Não há como fazer medicina desse jeito!
Como dormir tranqüilo sabendo que temos criança com suspeita de tumor cerebral e que não consegue fazer uma ressonância, pois não há contraste, que custa menos de R$ 2,00 a dose?; que não se corrige uma arritmia cardíaca por falta de cloreto de potássio; não se transfere um paciente da clínica para a tomografia por não ter bala de oxigênio de transporte e mangueira de oxigênio. As lamentações são muitas.
Recentemente houve uma reunião com o secretário-adjunto de saúde do estado, doutor Walter Amoras, onde um alto membro do governo, responsável pela licitação da Sespa disse: “Senhores médicos, os doutores precisam ler mais sobre direito e licitação”. Nesta ocasião estávamos ansiosos e cobrando com urgência os insumos para o bom funcionamento do serviço. Até hoje me arrependo de não ter me levantado e dito para esse senhor que era para ele se colocar no lugar do médico ou então no lugar do usuário que precisa do SUS para cuidar de sua saúde.
Por tido isso, nas atuais condições do Hospital Regional para os médicos, por falta de condições e por falta de respeito aos acordos já feitos, pelo atraso da remuneração por mais de 60 dias, e para aqueles que levam a medicina a sério, vai aí a recomendação: “O HOSPITAL REGIONAL PÚBLICO DO OESTE DO PARÁ FAZ MAL A SAÚDE”.
Dr. Alvarenga
CRM 8063"
Hospital Regional - Estou certo ou errado?
Antenor Giovannini
Sr editor
Tenha certeza que se fosse uma castanheira ou um tracajá ou um mico-leão dourado em estado terminal ninguém precisaria pedir intervenção, o próprio MPF entraria em ação, e não iria medir esfôrços para junto com outros orgãos ambientais e mais as conhecidas organizações sairem em marcha contra essa violência e descaso. O espaço no Jornal Nacional já estaria armado para informar ao mundo que a região norte do País estava matando essas espécies sem atendimento. Estou certo ou errado? Mas, como se trata de um hospital, de vidas humanas já muda de figura.
São questões politicas que esse povo desinformado e apressado nao sabem como são os trâmites e que há uma demora perfeitamente compreensivel para que todos os ajustes estejam engrenados. Apenas terão que ter paciência. Atraso no pagamento é normal em qualquer empresa e isso tem que ter paciência. Os doentes em fase terminal .. ora esses que esperem um pouco mais .. afinal as discussões são em prol e em beneficios deles e mais do que nunca espera-se que haja compreensão ...
Ironias à parte, mas é dificil acreditar sr editor que não haja uma autoridade siquer em qualquer esfera que não haja com determinação, com rigor, com vontade e resolva de vêz e faça o hospital funcionar. Os srs senadores estiveram aqui e a coisa ao invés de avançar, regrediu. Hipocrisias temos aos montes mas ações com determinação falta quem tenha o chamado saco roxo ..
Sr editor
Tenha certeza que se fosse uma castanheira ou um tracajá ou um mico-leão dourado em estado terminal ninguém precisaria pedir intervenção, o próprio MPF entraria em ação, e não iria medir esfôrços para junto com outros orgãos ambientais e mais as conhecidas organizações sairem em marcha contra essa violência e descaso. O espaço no Jornal Nacional já estaria armado para informar ao mundo que a região norte do País estava matando essas espécies sem atendimento. Estou certo ou errado? Mas, como se trata de um hospital, de vidas humanas já muda de figura.
São questões politicas que esse povo desinformado e apressado nao sabem como são os trâmites e que há uma demora perfeitamente compreensivel para que todos os ajustes estejam engrenados. Apenas terão que ter paciência. Atraso no pagamento é normal em qualquer empresa e isso tem que ter paciência. Os doentes em fase terminal .. ora esses que esperem um pouco mais .. afinal as discussões são em prol e em beneficios deles e mais do que nunca espera-se que haja compreensão ...
Ironias à parte, mas é dificil acreditar sr editor que não haja uma autoridade siquer em qualquer esfera que não haja com determinação, com rigor, com vontade e resolva de vêz e faça o hospital funcionar. Os srs senadores estiveram aqui e a coisa ao invés de avançar, regrediu. Hipocrisias temos aos montes mas ações com determinação falta quem tenha o chamado saco roxo ..
JUSTIÇA PRECISA INTERVIR NO HOSPTAL REGIONAL
Editorial
Tem limite para tudo. Menos com o desleixo com vidas humanas.
Neste momento o Hospital do Baixo-Amazonas está na iminência de fechar suas portas.
Desde segunda-feira, por falta de pagamento dos salários dos médicos, diversas especialidades deixaram de ser atendidas naquele hospital.
Radiologia, endocrinologia, oftalmologia, cirurgia geral, otorrinolaringolia, clínica médica estão desativados.
Hoje à tarde está previsto o fechamento da UTI.
Neurocirurgia deve seguir o mesmo caminho do mal.
Só não toma o caminho do bem os dirigentes da saúde pública no estado do Pará.
Está mais do que na hora do poder judiciário decretar intervenção no hospital regional, isto é, se o Ministério Público começar a agir, com rigor, como deveria.
Com vidas humanas não se brinca.
Tem limite para tudo. Menos com o desleixo com vidas humanas.
Neste momento o Hospital do Baixo-Amazonas está na iminência de fechar suas portas.
Desde segunda-feira, por falta de pagamento dos salários dos médicos, diversas especialidades deixaram de ser atendidas naquele hospital.
Radiologia, endocrinologia, oftalmologia, cirurgia geral, otorrinolaringolia, clínica médica estão desativados.
Hoje à tarde está previsto o fechamento da UTI.
Neurocirurgia deve seguir o mesmo caminho do mal.
Só não toma o caminho do bem os dirigentes da saúde pública no estado do Pará.
Está mais do que na hora do poder judiciário decretar intervenção no hospital regional, isto é, se o Ministério Público começar a agir, com rigor, como deveria.
Com vidas humanas não se brinca.
Delano será enterrado amanhã
O corpo do vice-prefeito Delano Raiker já está sendo velado no plenário Benedito Magalhães da Câmara Municipal de Santarém.
Às 17 horas o corpo de Delano será trasladado para a Igreja Batista central, de onde sairá, amanhã de manhã, para enterro no cemitério de Nossa Senhora do Martires.
Às 17 horas o corpo de Delano será trasladado para a Igreja Batista central, de onde sairá, amanhã de manhã, para enterro no cemitério de Nossa Senhora do Martires.
Política: propriedade de famílias no Pará
Lúcio Flávio Pinto
Articulista de O Estado do Tapajós e editor do Jornal Pessoal
Como pode haver renovação de lideranças políticas no Pará se os partidos se tornaram propriedade privada dos que o comandam? A pergunta conduz a uma das chaves para elucidar a crise de representação política no Estado: a concentração de poder e o uso dos partidos como extensão de famílias, que se expandem no exercício de cargos eletivos, desestimulam quem tenta se iniciar na carreira política, mas não faz parte de igrejinhas ou de "panelinhas".
Um político que consegue chegar ao topo do poder arrasta logo em seguida filhos, parentes e aderentes, como se essa corrente fosse normal e até desejável. É um fenômeno nacional, como se vê pela dobradinha Edson Lobão, no Ministério das Minas e Energia, e Lobinho, o filho, na vaga deixada temporariamente no Senado pelo pai, ao passar a ocupar cargo no executivo federal. Esse nepotismo sempre houve no Brasil, país praticante de maus hábitos republicanos, mas o que era exceção está se tornando regra.
Outro dia um jornal publicou que o deputado Lira Maia, do DEM, aceitaria uma composição com o PMDB com o PT para a sucessão da prefeita Maria do Carmo, em Santarém, desde que seu sobrinho fosse o companheiro de chapa. Não sei quem é o sobrinho[vereador Erasmo Maia] do parlamentar, se possui ou não vocação política, demonstrada, mesmo que de forma embrionária, na vida que já viveu até aqui. Mas essa condição, que seria fundamental, deixa de existir porque estão em plena vigência dois ditados, dentre muitos outros ditados aplicados à espécie: "farinha pouca, meu pirão primeiro" e "Mateus, primeiro os teus".
Citei o caso do deputado santareno porque foi o mais recente de que tive notícia. Mas quantos podemos citar de memória? Convido o distinto leitor a mandar para este jornal os nomes de parentes que se desdobram em cargos políticos no Estado para fazermos um rol - o mais completo possível - do nepotismo no Pará. Publicarei a lista na próxima edição, se ela for realmente expressiva.
Quem não rezar pela cartilha do dono do partido, do controlador do curral eleitoral ou do detentor do cargo público (elegível ou não), estará fora da missa. Entrar e prosseguir na política exige como condição prévia sujeição a essa nobiliarquia de araque, ao mando do chefe, primeiro e único, como um Momo fora de época. Quem aceitar essas condicionantes estará se sujeitando de pronto a ser figura decorativa ou abrir mão de princípios. Daí a política se tornar cada vez menos representativa e menos expressiva, um autêntico jogo de cartas marcadas e de desempenho medíocre.
Quem quiser tirar a prova dos nove deve ir assistir a uma sessão do legislativo. É espetáculo sem atrativo, de retórica fraca e idéias curtas. Com um guia ao lado, logo se saberá que aquele parlamentar na tribuna defende causa própria, pois é, ao mesmo tempo, representante e representado, em virtude da sua condição de político e empresário. O outro deblatera em defesa da própria família, que se desdobra em todos os galhos do poder no município tal. Aquele outro defende determinado contrato ou convênio porque vai favorecer a empresa, que é sua, embora dela licenciado.
A res pública dos romanos, construtores dos alicerces sobre os quais ainda se assenta a nossa organização política, se tornou negócio privado, assunto familiar, tema corporativo. Com essa bitola, o mundo da política deixou de ser a projeção da sociedade para viver em uma bolha artificial, exposta ao risco de estourar quando submetida a uma crise. O cidadão comum, nessas ocasiões, se choca com o espetáculo das vísceras éticas e morais que são expostas. A política prossegue, mas contaminada por dentro por um vírus, a falta de credibilidade, que pode matá-la, com efeitos desastrosos sobre todos.
O que fazer? Certamente, continuar a tentar desfazer a quadratura desse círculo vicioso.
Articulista de O Estado do Tapajós e editor do Jornal Pessoal
Como pode haver renovação de lideranças políticas no Pará se os partidos se tornaram propriedade privada dos que o comandam? A pergunta conduz a uma das chaves para elucidar a crise de representação política no Estado: a concentração de poder e o uso dos partidos como extensão de famílias, que se expandem no exercício de cargos eletivos, desestimulam quem tenta se iniciar na carreira política, mas não faz parte de igrejinhas ou de "panelinhas".
Um político que consegue chegar ao topo do poder arrasta logo em seguida filhos, parentes e aderentes, como se essa corrente fosse normal e até desejável. É um fenômeno nacional, como se vê pela dobradinha Edson Lobão, no Ministério das Minas e Energia, e Lobinho, o filho, na vaga deixada temporariamente no Senado pelo pai, ao passar a ocupar cargo no executivo federal. Esse nepotismo sempre houve no Brasil, país praticante de maus hábitos republicanos, mas o que era exceção está se tornando regra.
Outro dia um jornal publicou que o deputado Lira Maia, do DEM, aceitaria uma composição com o PMDB com o PT para a sucessão da prefeita Maria do Carmo, em Santarém, desde que seu sobrinho fosse o companheiro de chapa. Não sei quem é o sobrinho[vereador Erasmo Maia] do parlamentar, se possui ou não vocação política, demonstrada, mesmo que de forma embrionária, na vida que já viveu até aqui. Mas essa condição, que seria fundamental, deixa de existir porque estão em plena vigência dois ditados, dentre muitos outros ditados aplicados à espécie: "farinha pouca, meu pirão primeiro" e "Mateus, primeiro os teus".
Citei o caso do deputado santareno porque foi o mais recente de que tive notícia. Mas quantos podemos citar de memória? Convido o distinto leitor a mandar para este jornal os nomes de parentes que se desdobram em cargos políticos no Estado para fazermos um rol - o mais completo possível - do nepotismo no Pará. Publicarei a lista na próxima edição, se ela for realmente expressiva.
Quem não rezar pela cartilha do dono do partido, do controlador do curral eleitoral ou do detentor do cargo público (elegível ou não), estará fora da missa. Entrar e prosseguir na política exige como condição prévia sujeição a essa nobiliarquia de araque, ao mando do chefe, primeiro e único, como um Momo fora de época. Quem aceitar essas condicionantes estará se sujeitando de pronto a ser figura decorativa ou abrir mão de princípios. Daí a política se tornar cada vez menos representativa e menos expressiva, um autêntico jogo de cartas marcadas e de desempenho medíocre.
Quem quiser tirar a prova dos nove deve ir assistir a uma sessão do legislativo. É espetáculo sem atrativo, de retórica fraca e idéias curtas. Com um guia ao lado, logo se saberá que aquele parlamentar na tribuna defende causa própria, pois é, ao mesmo tempo, representante e representado, em virtude da sua condição de político e empresário. O outro deblatera em defesa da própria família, que se desdobra em todos os galhos do poder no município tal. Aquele outro defende determinado contrato ou convênio porque vai favorecer a empresa, que é sua, embora dela licenciado.
A res pública dos romanos, construtores dos alicerces sobre os quais ainda se assenta a nossa organização política, se tornou negócio privado, assunto familiar, tema corporativo. Com essa bitola, o mundo da política deixou de ser a projeção da sociedade para viver em uma bolha artificial, exposta ao risco de estourar quando submetida a uma crise. O cidadão comum, nessas ocasiões, se choca com o espetáculo das vísceras éticas e morais que são expostas. A política prossegue, mas contaminada por dentro por um vírus, a falta de credibilidade, que pode matá-la, com efeitos desastrosos sobre todos.
O que fazer? Certamente, continuar a tentar desfazer a quadratura desse círculo vicioso.
Hospital não tinha cardiologista para atender vice-prefeito de Santarém
Prefeita retorna de Belém agora de manhã
Em Belém desde ontem, onde participou de reunião do Fórum Estadual de Competitividade, a prefeita Maria do Carmo interrompeu seus compromissos na capital em virtude do falecimento do vice-prefeito Delano Riker e retorna agora de manhã no vôo da TAM.
Já foi decretado luto oficial por três dias.
Já foi decretado luto oficial por três dias.
São Raimundo ainda não venceu no Parazão
Depois de ter sido derrotado pelo Vila Rica por 4 x 2, em Cametá, ontem à noite, a delegação do Pantera segue hoje de manhã para Marabá, onde, no sábado, enfrentará o Águia.
O cartolas do São Raimundo comemoram um título pra lá de vergonhoso neste Parazão: campeão da vencibilidade.
O cartolas do São Raimundo comemoram um título pra lá de vergonhoso neste Parazão: campeão da vencibilidade.
Cargo de vice será ocupado pelo presidente da Câmara
O presidente da Câmara de Vereadores José Maria Tapajós, com a morte de Delano Riker, é quem vai assumir a prefeitura na ausência da prefeita Maria do Carmo.
Mas Tapajós só poderá ocupar o cargo até 5 de abril, data em que é obrigatória a desincompatibilização dos candidatos à Câmara de Vereadores. A partir dessa data, quando viajar, Maria do Carmo será substituída pelo diretor do fórum da Comarca de Santarém e, na ausência deste, por um secretário municipal.
Mas Tapajós só poderá ocupar o cargo até 5 de abril, data em que é obrigatória a desincompatibilização dos candidatos à Câmara de Vereadores. A partir dessa data, quando viajar, Maria do Carmo será substituída pelo diretor do fórum da Comarca de Santarém e, na ausência deste, por um secretário municipal.
Morre Delano Riker
O vice-prefeito de Santarém Delano Riker faleceu hoje manhã de parada cardíaca.
Delano estava fazen do caminhada na orla quando se sentiu mal e foi levado às pressas para o hospital muncipal.
Quando o vice-prefeito chegou ao hospital não havia médico especialista(cardiologista)
de plantão.
Delano estava fazen do caminhada na orla quando se sentiu mal e foi levado às pressas para o hospital muncipal.
Quando o vice-prefeito chegou ao hospital não havia médico especialista(cardiologista)
de plantão.
Von denuncia custo de jardinagem do Hospital Regional
Em menos de seis meses, o Hospital Regional do Oeste do Pará, sediado em Santarém, já teve três contratos com dispensa de licitação por caráter de emergência, mas nenhum deles foi para a área de serviços médicos. Os contratos, que somados chegam a R$ 2,7 milhões, são voltados para limpeza, conservação e jardinagem, enquanto médicos estariam deixando de trabalhar por causa dos salários com atrasos de até três meses.
A denúncia foi feita ontem na Assembléia Legislativa do Estado pelo deputado Alexandre Von (PSDB), munido pelas publicações dos Diários Oficiais. No dia 7 de janeiro, o extrato com dipensa de licitação número 001/2008 da Secretaria de Estado de Saúde foi publicado anunciando o valor de R$ 612.463,92 mil em prol da empresa Scovan Serviços Gerais.
O contrato teria validade por 90 dias, mas antes mesmo de completar dois meses, no dia 3 de março o Diário Oficial, no extrato 010/2008, anunciou nova dispensa de licitação para o mesmo serviço, no valor de R$ 813.404,91 mil para mais 90 dias, agora beneficiando a empresa Amazon Construções e Serviços LTDA. Subentende-se, portanto, que duas empresas estariam prestando o mesmo serviço simultaneamente.
'Em menos de 60 dias foram realizados dois contratos, sendo que um passou a vigorar teoricamente quando o anterior ainda estaria em vigor. Se somarmos os R$ 813 mil da dispensa de licitação de março com os R$ 612 mil de janeiro estamos falando de um volume de recursos que se aproxima de R$ 1,5 milhão que estão sendo gastos apenas no ano de 2008 para limpeza, conservação e jardinagem do hospital e descumprindo a lei que rege as licitações', calcula o deputado.
Enquanto o hospital faz esses contratos, por outro lado, médicos estariam abandonando seus postos por causa no atraso dos pagamentos. 'Médicos chamados por uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) do Paraná - também contratada sem licitação deixaram de trabalharam porque estão há dois ou três meses sem receber seus salários. Eles também dizem que não há material hospitalar suficiente e necessário para a prestação de serviços básicos', denuncia.
Oficial -A Sespa (Secretaria de Estado de Saúde Pública) informa que a empresa Amazon Construções e Serviços Ltda, conforme publicado no DOE (Diário Oficial do Estado) do dia 3 de março de 2008, venceu a nova cotação de preços feita pela Sespa para serviços de conservação e limpeza do Hospital Regional do Oeste, com o preço de R$ 813.404,91 por um período de três meses. A Amazon substituiu a empresa Falcon, que antes prestava os mesmos serviços ao hospital por um valor superior a um milhão e 200 mil reais por três meses. A dispensa de licitação se fez necessária porque o Hospital Regional não poderia funcionar sem esse tipo de serviço.
Já a empresa Scovan Serviços Gerais Ltda havia vencido a primeira cotação de preços para substituição da Falcon, oferecendo um valor de R$ 612.463,92, conforme publicado no DOE, de 7 de janeiro de 2008. No entanto, logo solicitou distrato, alegando que não tinha condições de realizar os serviços por esse valor, obrigando a Sespa a tornar sem efeito a dispensa de licitação Nº 001/SESPA/2008.
A denúncia foi feita ontem na Assembléia Legislativa do Estado pelo deputado Alexandre Von (PSDB), munido pelas publicações dos Diários Oficiais. No dia 7 de janeiro, o extrato com dipensa de licitação número 001/2008 da Secretaria de Estado de Saúde foi publicado anunciando o valor de R$ 612.463,92 mil em prol da empresa Scovan Serviços Gerais.
O contrato teria validade por 90 dias, mas antes mesmo de completar dois meses, no dia 3 de março o Diário Oficial, no extrato 010/2008, anunciou nova dispensa de licitação para o mesmo serviço, no valor de R$ 813.404,91 mil para mais 90 dias, agora beneficiando a empresa Amazon Construções e Serviços LTDA. Subentende-se, portanto, que duas empresas estariam prestando o mesmo serviço simultaneamente.
'Em menos de 60 dias foram realizados dois contratos, sendo que um passou a vigorar teoricamente quando o anterior ainda estaria em vigor. Se somarmos os R$ 813 mil da dispensa de licitação de março com os R$ 612 mil de janeiro estamos falando de um volume de recursos que se aproxima de R$ 1,5 milhão que estão sendo gastos apenas no ano de 2008 para limpeza, conservação e jardinagem do hospital e descumprindo a lei que rege as licitações', calcula o deputado.
Enquanto o hospital faz esses contratos, por outro lado, médicos estariam abandonando seus postos por causa no atraso dos pagamentos. 'Médicos chamados por uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) do Paraná - também contratada sem licitação deixaram de trabalharam porque estão há dois ou três meses sem receber seus salários. Eles também dizem que não há material hospitalar suficiente e necessário para a prestação de serviços básicos', denuncia.
Oficial -A Sespa (Secretaria de Estado de Saúde Pública) informa que a empresa Amazon Construções e Serviços Ltda, conforme publicado no DOE (Diário Oficial do Estado) do dia 3 de março de 2008, venceu a nova cotação de preços feita pela Sespa para serviços de conservação e limpeza do Hospital Regional do Oeste, com o preço de R$ 813.404,91 por um período de três meses. A Amazon substituiu a empresa Falcon, que antes prestava os mesmos serviços ao hospital por um valor superior a um milhão e 200 mil reais por três meses. A dispensa de licitação se fez necessária porque o Hospital Regional não poderia funcionar sem esse tipo de serviço.
Já a empresa Scovan Serviços Gerais Ltda havia vencido a primeira cotação de preços para substituição da Falcon, oferecendo um valor de R$ 612.463,92, conforme publicado no DOE, de 7 de janeiro de 2008. No entanto, logo solicitou distrato, alegando que não tinha condições de realizar os serviços por esse valor, obrigando a Sespa a tornar sem efeito a dispensa de licitação Nº 001/SESPA/2008.
TSE decide que cabe recurso em processo de fidelidade partidária
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) firmou o entendimento de que cabe recurso em processo de fidelidade partidária. Por maioria de votos, a Corte assentou competência para julgar o mandado de segurança, interposto por um vereador cassado de Acará (PA) para suspender o acórdão do Tribunal Regional Eleitoral do Pará, que decretou sua cassação. A liminar pedida na ação foi deferida por unanimidade. Também em decisão unânime, o Pleno decidiu alterar a Resolução 22.610/2007 do TSE para admitir Recurso Ordinário ou Especial, “conforme a natureza da decisão” na origem. A matéria foi aprovada nos termos do voto do relator, ministro José Delgado. O ministro Cezar Peluso foi vencido ao votar contra a competência do TSE para julgar mandado de segurança contra decisão de Tribunal Regional Eleitoral relativa à fidelidade partidária. Para conceder a liminar e alterar a resolução sobre fidelidade partidária, no entanto, ele acompanhou o entendimento dos demais integrantes da Corte.
Aprovada a modificação, o artigo 11 da Resolução 22.610 passa a ter a seguinte redação: “São irrecorríveis as decisões interlocutórias do relator, as quais poderão ser revistas no julgamento final, de cujo acórdão cabe recurso previsto no artigo 121, parágrafo 4º, da Constituição da República”. O mandado de segurança, julgado na sessão plenária de ontem (11/3), foi impetrado em processo administrativo de filiação partidária. Diante do instrumento apresentado, a questão central em julgamento seria a competência para conceder a segurança. “Toda vez que o ato administrativo tem caráter eleitoral, o TSE tem competência para julgar”, sustentou o ministro José Delgado. A Corte concordou em que “ato administrativo que afasta titular de mandato não pode ser julgado como processo administrativo”, apesar de admitir a inadequação do instrumento (MS).
Cassação
O mandado de segurança foi impetrado contra decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Pará que cassou o mandato de João Cunha de Oliveira, vereador do município paraense de Acará, por infidelidade partidária. Os juízes regionais aprovaram por unanimidade, na sessão plenária de 29 de janeiro de 2008, pedido de cassação formulado pelo suplente, Newton de Lima Vaz. Ele pediu o cargo de vereador alegando que João Cunha de Oliveira foi eleito pelo PP e teria se desligado “sem justa causa” para se filiar ao PSC em período vedado —16 de setembro de 2007.
Resolução
De acordo com a resolução 22.610/2007, o partido político interessado pode pedir, perante a Justiça Eleitoral, a decretação da perda de cargo eletivo em decorrência de desfiliação partidária sem justa causa. Considera-se justa causa a incorporação ou fusão do partido; a criação de novo partido; a mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário; e grave discriminação pessoal.
O partido interessado pode formular pedido de vaga, assim como os suplentes, o Ministério Público Eleitoral e aqueles que tiverem interesse jurídico, de acordo com a norma. O TSE é competente para processar e julgar pedido relativo a mandato federal. Nos demais casos, é competente o Tribunal Eleitoral do respectivo estado. Se o pedido for julgado procedente, o Tribunal decreta a perda do cargo e comunica a decisão ao presidente do órgão legislativo competente —Câmaras municipal, estadual ou federal.
(Última Instância)
Aprovada a modificação, o artigo 11 da Resolução 22.610 passa a ter a seguinte redação: “São irrecorríveis as decisões interlocutórias do relator, as quais poderão ser revistas no julgamento final, de cujo acórdão cabe recurso previsto no artigo 121, parágrafo 4º, da Constituição da República”. O mandado de segurança, julgado na sessão plenária de ontem (11/3), foi impetrado em processo administrativo de filiação partidária. Diante do instrumento apresentado, a questão central em julgamento seria a competência para conceder a segurança. “Toda vez que o ato administrativo tem caráter eleitoral, o TSE tem competência para julgar”, sustentou o ministro José Delgado. A Corte concordou em que “ato administrativo que afasta titular de mandato não pode ser julgado como processo administrativo”, apesar de admitir a inadequação do instrumento (MS).
Cassação
O mandado de segurança foi impetrado contra decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Pará que cassou o mandato de João Cunha de Oliveira, vereador do município paraense de Acará, por infidelidade partidária. Os juízes regionais aprovaram por unanimidade, na sessão plenária de 29 de janeiro de 2008, pedido de cassação formulado pelo suplente, Newton de Lima Vaz. Ele pediu o cargo de vereador alegando que João Cunha de Oliveira foi eleito pelo PP e teria se desligado “sem justa causa” para se filiar ao PSC em período vedado —16 de setembro de 2007.
Resolução
De acordo com a resolução 22.610/2007, o partido político interessado pode pedir, perante a Justiça Eleitoral, a decretação da perda de cargo eletivo em decorrência de desfiliação partidária sem justa causa. Considera-se justa causa a incorporação ou fusão do partido; a criação de novo partido; a mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário; e grave discriminação pessoal.
O partido interessado pode formular pedido de vaga, assim como os suplentes, o Ministério Público Eleitoral e aqueles que tiverem interesse jurídico, de acordo com a norma. O TSE é competente para processar e julgar pedido relativo a mandato federal. Nos demais casos, é competente o Tribunal Eleitoral do respectivo estado. Se o pedido for julgado procedente, o Tribunal decreta a perda do cargo e comunica a decisão ao presidente do órgão legislativo competente —Câmaras municipal, estadual ou federal.
(Última Instância)
quarta-feira, 12 de março de 2008
Cada bebê terá direito a uma muda de árvore
Eis uma boa idéia para ser adotada pela Câmara de Vereadores de Santarém:
O Distrito Federal pode ficar mais arborizado nos próximos anos. A Câmara Legislativa do DF aprovou no último dia 5 a Lei n.º 4.102, que cria o programa Plantando Vidas. A norma determina que uma muda de árvore frutífera ou ornamental deve ser doada ainda nos hospitais para cada criança nascida na rede pública ou privada da região. Por ocasião da alta hospitalar, as mães receberão a planta e um cartão com a mensagem “Seu filho merece viver em um mundo melhor. Plante essa idéia”. As mudas serão doadas pela Secretaria de Agricultura ou entidades que atuem na área de preservação ambiental.
O Distrito Federal pode ficar mais arborizado nos próximos anos. A Câmara Legislativa do DF aprovou no último dia 5 a Lei n.º 4.102, que cria o programa Plantando Vidas. A norma determina que uma muda de árvore frutífera ou ornamental deve ser doada ainda nos hospitais para cada criança nascida na rede pública ou privada da região. Por ocasião da alta hospitalar, as mães receberão a planta e um cartão com a mensagem “Seu filho merece viver em um mundo melhor. Plante essa idéia”. As mudas serão doadas pela Secretaria de Agricultura ou entidades que atuem na área de preservação ambiental.
Mineradoras podem importar diretamente para porto de Santarém
As mineradoras que atuam na região oeste do Pará não precisam mais fazer as suas importações pelo porto de Belém. Nesta quinta-feira, 13, tem início o primeiro embarque de contêiner no porto de Santarém, que a partir de agora conta com o serviço de movimentação de contêineres, facilitando a exortação e permitindo a importação de produtos de tomas as partes do mundo.
Antes, o porto de Santarém só movimentava cargas soltas, o que impedia as mineradoras de importarem diretamente para um município da região onde atuam.
O gerente comercial da CMA-CGM, Rodolfo Castro, informou que a companhia já está mantendo contato com as mineradoras que atual na região, a Mineração Rio do Norte e a Alcoa, para que elas possam importar para o porto de Santarém. Segundo ele, as expectativas são boas. Já há conversações também com a Rio Tinto, que desenvolve pesquisas minerais na região da Calha Norte e pretende investir mais de R$ 4 bilhões em um projeto de extração e beneficiamento de alumínio.
Leia mais em Ecoamazônia.
Antes, o porto de Santarém só movimentava cargas soltas, o que impedia as mineradoras de importarem diretamente para um município da região onde atuam.
O gerente comercial da CMA-CGM, Rodolfo Castro, informou que a companhia já está mantendo contato com as mineradoras que atual na região, a Mineração Rio do Norte e a Alcoa, para que elas possam importar para o porto de Santarém. Segundo ele, as expectativas são boas. Já há conversações também com a Rio Tinto, que desenvolve pesquisas minerais na região da Calha Norte e pretende investir mais de R$ 4 bilhões em um projeto de extração e beneficiamento de alumínio.
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Chiquinho da Umes assume mandato e critica atendimento desumano no hospital municipal
Em seu discurso de estréia na Câmara de Santarém, o vereador Chiquinho da Umes (PSDB) anunciou que está ' à disposição da bancada de oposição para trabalhar em benefício do povo.'
E foi logo criticando a prefeitura. "Lamentavelmente vivenciei o drama de um jovem que foi picado por uma cobra e passou mais de 40 minutos para ser atendido no Hospital Municipal, com muita dor e sem maca, o atendimento se tornou desumano".
O vereador que foi beneficiado pela decisão do TRE que cassou o mandato do vereador Luiz Alberto Cruz, lamentou a carência de médicos e enfermeiros para atender cerca de 350 pessoas por dia e solicitou que os vereadores verifiquem in loco o que está acontecendo no hospital municipal, principalmente nos finais de semana .
E foi logo criticando a prefeitura. "Lamentavelmente vivenciei o drama de um jovem que foi picado por uma cobra e passou mais de 40 minutos para ser atendido no Hospital Municipal, com muita dor e sem maca, o atendimento se tornou desumano".
O vereador que foi beneficiado pela decisão do TRE que cassou o mandato do vereador Luiz Alberto Cruz, lamentou a carência de médicos e enfermeiros para atender cerca de 350 pessoas por dia e solicitou que os vereadores verifiquem in loco o que está acontecendo no hospital municipal, principalmente nos finais de semana .
Aposentados e pensionistas têm 30 dias para confirmar dados no INSS
O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) publicou ontem a relação de 1.562 aposentados e pensionistas que devem atualizar dados cadastrais para não perder o benefício.Os convocados têm 30 dias para comparecer à Agência da Previdência Social que mantém seu benefício, pessoalmente, ou por meio de representante legal ou procurador, para informar seu novo endereço. Os aposentados e pensionistas (ou seu representante legal) devem levar o CPF, documento de identidade com fotografia e o endereço correto da residência.Caso as informações sejam prestadas pelo procurador do titular, os servidores do INSS irão ao novo endereço indicado para nova pesquisa. Somente depois que o funcionário do INSS conseguir localizar o beneficiário é que o cadastro voltará à normalidade. Os convocados são beneficiários que realizaram o censo previdenciário por meio de procurador ou representante legal. Mesmo com a atualização dos dados pelo procurador, o INSS precisa localizar e comprovar que o titular está vivo. Quem não procurar o INSS no prazo de 30 dias terá o benefício suspenso. Depois dessa data, haverá tolerância ainda de 90 dias para regularizar a situação.
Relação de Beneficiários do Estado do Pará:
ABEDINA DA COSTA LIMA (105.217.791.0); ADELAIDE FERREIRA (098.302.824.9); ADILINO DOS SANTOS (111.066.437.8); ALCEU DIAS DE ARAUJO FILHO (029.790.379.9); ALESSANDRA PANTOJA SOARES (112.543.447.0); ALZERINA M P DO NASCIMENTO (095.720.259.8); AMELIA CABRAL DA SILVA (099.205.799.0); ANA CHEILA PAULO DE DEUS (117.964.615.8); ANDELINA PEREIRA DE LEMOS (102.294.848.0); ANGELA MARIA DELGADO CORREA (110.322.145.8); ANGELA MARIA P TEIXEIRA (119.802.589.9); ANORINDA MARIA DE SOUZA (099.203.725.5); ANTINIO HELIO DA LUZ (105.220.517.5); ANTONIA ALVES CORDEIRO NOBRE (121.067.199.6); ANTONIA FERREIRA DA SILVA (111.065.667.7); ANTONIA RODRIGUES FELIPE (120.281.170.9); ANTONIO MENEZES DA SILVA (094.586.145.1); ANTONIO RODRIGUES DE SOUZA (117.964.579.8); ANTONIO SANTOS DE OLIVEIRA (111.361.588.2); ANTONIO SILVA CORREA (106.284.642.4); AUGUSTO SEVERIANO (106.388.242.4); BEATRIZ GOMES DA S SANTOS (104.282.280.5); BENEDITA DA SILVA (100.761.187.9); CARLOS ALBERTO F DE SOUZA (119.658.515.3); CASSEMIRO ONOFRE COSTA (094.066.604.9); CONCEICAO GOMES DE ABREU (105.221.210.4); CREUZA SOARES DE SOUZA (120.748.467.6); DENIVALDO QUINTO DOS SANTOS (112.956.679.7); DEOLANDA BATISTA DA CUNHA (115.941.196.1); DOLORES DO SOCORRO DA S GAMA (127.270.124.4); DOMINGAS PIRAJA PINHEIRO (064.790.999.5); DORISMAR PEREIRA SANTANA (104.514.642.8); EDILSON COELHO DE ALMEIDA (108.696.201.7); EDSON LUIS MELO CARNEIRO (105.287.981.8); ELENI MOREIRA DOS SANTOS (113.643.923.1); ELIAS CORREA DE JESUS COSTA (100.775.785.7); ELIENE SANTANA SOUSA (126.315.133.4); ELZA RIBEIRO DE SOUSA (105.463.793.5); ERVA DOS SANTOS FERREIRA (108.885.411.4); EUCLENILDA C DE O SANTOS (029.785.164.0); EVANILDE DA CONCEICAO SOUSA (109.850.766.2); FLORENTINA F DE ARRUDA (098.299.615.2); FLORISA MACHADO DA SILVA (029.791.254.2); FRANCISCA BARBOSA DE CASTRO (102.557.272.3); FRANCISCA DAS C P DA SILVA (114.357.864.0); FRANCISCA DOS S P DE SOUSA (114.968.425.6); FRANCISCA G DOS SANTOS (030.660.275.0); FRANCISCA ZULEIDE DE FRANCA (100.748.634.9); FRANCISCO NUNES DOS SANTOS (107.689.717.4); GENUINO PIACENTINO (052.806.855.5); GERALDA ONOFRE DA SILVA (116.037.008.4); GERSON FERREIRA MORAIS (105.220.391.1); GODOFREDO PEREIRA (092.911.190.7); GRACILENE DA SILVA COSTA (115.052.832.7); GUIOMAR MARTINS RIBEIRO (054.649.680.6); GUIOMAR V DOS S PEREIRA (100.763.233.7); HONORATA MARIA DA CONCEICAO (051.096.322.6); IDACINETE SOUZA GOMES (103.504.224.7); IEDA MARA SANTOS DE SOUZA (029.789.918.0); ILDA DA SILVA (029.791.754.4); ILDA PEREIRA LIRA (126.315.021.4); ITAMAR BARBOSA DOS REIS (104.283.674.1); IVAN BRANDAO OLIVEIRA (112.379.904.8); IZABEL DOS SANTOS RAMALHO (117.147.461.7); JOANA ARAUJO DA SILVA (120.684.592.6); JOANA NERES DA PENHA SANTOS (113.453.748.1); JOANA PEREIRA DE ANDRADE (052.179.842.6); JOAO JOSE LOPES (078.973.538.5); JOAO MORAES GOES (108.423.210.0); JOSE ANTONIO DE ALENCAR (105.221.303.8); JOSE DE JESUS AZEVEDO (116.037.945.6); JOSE EMILIO PANTOJA DA SILVA (054.629.605.0); JOSE GERALDO DE ARAUJO (111.066.445.9); JOSE LINO DOS SANTOS (100.748.535.0); JOSE PEREIRA DA CRUZ (105.220.837.9); JOSE PINHEIRO DO NASCIMENTO (105.741.378.7); JOSE RITA CARLOTA DE FREITAS (112.840.831.4); JOSEFA PEREIRA DOS SANTOS (064.799.386.4); JOSENILDO DOS ANJOS SILVA (120.283.090.8); JOSUE CANDIDO DE ARAUJO (103.568.090.1); JULIANY BORGES DOS SANTOS (108.885.384.3); KATIA CILENE S DOS SANTOS (106.158.682.8); KWYRKRO KAYAPO (106.389.301.9); LAURA RODRIGUES DOS SANTOS (117.839.670.0); LEANDRO DA SILVA ANDRADE (100.767.878.7); LIDIA VIEIRA LUNA (110.674.634.9); LINDALVA DA SILVA PERDIGAO (120.282.565.3); LOURDES BELLARMINO PEREIRA (114.049.970.7); LUCILA QUEIROZ DE FARIAS (102.689.779.0); LUZIA DOS SANTOS SILVA (103.139.596.0); LUZIA MENDES MARTINS (110.745.411.2); LUZIA VERAS DA SILVA (049.945.000.0); MANOEL ARISTIDES A FAVACHO (052.183.927.0); MANOEL BRITO SALDANHA (100.763.168.3); MANOEL DE SOUSA.
Relação de Beneficiários do Estado do Pará:
ABEDINA DA COSTA LIMA (105.217.791.0); ADELAIDE FERREIRA (098.302.824.9); ADILINO DOS SANTOS (111.066.437.8); ALCEU DIAS DE ARAUJO FILHO (029.790.379.9); ALESSANDRA PANTOJA SOARES (112.543.447.0); ALZERINA M P DO NASCIMENTO (095.720.259.8); AMELIA CABRAL DA SILVA (099.205.799.0); ANA CHEILA PAULO DE DEUS (117.964.615.8); ANDELINA PEREIRA DE LEMOS (102.294.848.0); ANGELA MARIA DELGADO CORREA (110.322.145.8); ANGELA MARIA P TEIXEIRA (119.802.589.9); ANORINDA MARIA DE SOUZA (099.203.725.5); ANTINIO HELIO DA LUZ (105.220.517.5); ANTONIA ALVES CORDEIRO NOBRE (121.067.199.6); ANTONIA FERREIRA DA SILVA (111.065.667.7); ANTONIA RODRIGUES FELIPE (120.281.170.9); ANTONIO MENEZES DA SILVA (094.586.145.1); ANTONIO RODRIGUES DE SOUZA (117.964.579.8); ANTONIO SANTOS DE OLIVEIRA (111.361.588.2); ANTONIO SILVA CORREA (106.284.642.4); AUGUSTO SEVERIANO (106.388.242.4); BEATRIZ GOMES DA S SANTOS (104.282.280.5); BENEDITA DA SILVA (100.761.187.9); CARLOS ALBERTO F DE SOUZA (119.658.515.3); CASSEMIRO ONOFRE COSTA (094.066.604.9); CONCEICAO GOMES DE ABREU (105.221.210.4); CREUZA SOARES DE SOUZA (120.748.467.6); DENIVALDO QUINTO DOS SANTOS (112.956.679.7); DEOLANDA BATISTA DA CUNHA (115.941.196.1); DOLORES DO SOCORRO DA S GAMA (127.270.124.4); DOMINGAS PIRAJA PINHEIRO (064.790.999.5); DORISMAR PEREIRA SANTANA (104.514.642.8); EDILSON COELHO DE ALMEIDA (108.696.201.7); EDSON LUIS MELO CARNEIRO (105.287.981.8); ELENI MOREIRA DOS SANTOS (113.643.923.1); ELIAS CORREA DE JESUS COSTA (100.775.785.7); ELIENE SANTANA SOUSA (126.315.133.4); ELZA RIBEIRO DE SOUSA (105.463.793.5); ERVA DOS SANTOS FERREIRA (108.885.411.4); EUCLENILDA C DE O SANTOS (029.785.164.0); EVANILDE DA CONCEICAO SOUSA (109.850.766.2); FLORENTINA F DE ARRUDA (098.299.615.2); FLORISA MACHADO DA SILVA (029.791.254.2); FRANCISCA BARBOSA DE CASTRO (102.557.272.3); FRANCISCA DAS C P DA SILVA (114.357.864.0); FRANCISCA DOS S P DE SOUSA (114.968.425.6); FRANCISCA G DOS SANTOS (030.660.275.0); FRANCISCA ZULEIDE DE FRANCA (100.748.634.9); FRANCISCO NUNES DOS SANTOS (107.689.717.4); GENUINO PIACENTINO (052.806.855.5); GERALDA ONOFRE DA SILVA (116.037.008.4); GERSON FERREIRA MORAIS (105.220.391.1); GODOFREDO PEREIRA (092.911.190.7); GRACILENE DA SILVA COSTA (115.052.832.7); GUIOMAR MARTINS RIBEIRO (054.649.680.6); GUIOMAR V DOS S PEREIRA (100.763.233.7); HONORATA MARIA DA CONCEICAO (051.096.322.6); IDACINETE SOUZA GOMES (103.504.224.7); IEDA MARA SANTOS DE SOUZA (029.789.918.0); ILDA DA SILVA (029.791.754.4); ILDA PEREIRA LIRA (126.315.021.4); ITAMAR BARBOSA DOS REIS (104.283.674.1); IVAN BRANDAO OLIVEIRA (112.379.904.8); IZABEL DOS SANTOS RAMALHO (117.147.461.7); JOANA ARAUJO DA SILVA (120.684.592.6); JOANA NERES DA PENHA SANTOS (113.453.748.1); JOANA PEREIRA DE ANDRADE (052.179.842.6); JOAO JOSE LOPES (078.973.538.5); JOAO MORAES GOES (108.423.210.0); JOSE ANTONIO DE ALENCAR (105.221.303.8); JOSE DE JESUS AZEVEDO (116.037.945.6); JOSE EMILIO PANTOJA DA SILVA (054.629.605.0); JOSE GERALDO DE ARAUJO (111.066.445.9); JOSE LINO DOS SANTOS (100.748.535.0); JOSE PEREIRA DA CRUZ (105.220.837.9); JOSE PINHEIRO DO NASCIMENTO (105.741.378.7); JOSE RITA CARLOTA DE FREITAS (112.840.831.4); JOSEFA PEREIRA DOS SANTOS (064.799.386.4); JOSENILDO DOS ANJOS SILVA (120.283.090.8); JOSUE CANDIDO DE ARAUJO (103.568.090.1); JULIANY BORGES DOS SANTOS (108.885.384.3); KATIA CILENE S DOS SANTOS (106.158.682.8); KWYRKRO KAYAPO (106.389.301.9); LAURA RODRIGUES DOS SANTOS (117.839.670.0); LEANDRO DA SILVA ANDRADE (100.767.878.7); LIDIA VIEIRA LUNA (110.674.634.9); LINDALVA DA SILVA PERDIGAO (120.282.565.3); LOURDES BELLARMINO PEREIRA (114.049.970.7); LUCILA QUEIROZ DE FARIAS (102.689.779.0); LUZIA DOS SANTOS SILVA (103.139.596.0); LUZIA MENDES MARTINS (110.745.411.2); LUZIA VERAS DA SILVA (049.945.000.0); MANOEL ARISTIDES A FAVACHO (052.183.927.0); MANOEL BRITO SALDANHA (100.763.168.3); MANOEL DE SOUSA.
Feira do peixe vivo
A feira do peixe vivo de Santarém será realizada no trevo da Fernando Guilhon com a entrada para o Maracanã, no Estádio Barbalhão, no Mercadão 2000 e em frente ao Colégio Batista, onde está localizada a sede da Associação dos Piscicultores.
O quilo do pescado ficará em torno de R$ 7,00 .
O quilo do pescado ficará em torno de R$ 7,00 .
Ana Júlia anuncia R$ 3,6 milhões para distrito industrial de Santarém
A governadora Ana Júlia anunciou que o governo do estado vai investir este ano no interior do estado grande soma de recursos nas áreas de fomento à industrialização, internet, biocombustíveis, regularização fundiária e cadastro estadual de florestas.
Quem conta as novidades é Olavo Neves, presidente da Associação Comercial e Empresarial de Santarém, direto de Belém, onde participou de reunião do Fórum Paraense de Competitividade, presidido pela governadora:
1-- O governo dará um foco especial para verticalização da produção em diversos municípios do Estado. No caso de Santarém serão destinados R$ 3,6 Milhões para implantação e fomento de um distrito industrial no município.
2- A Eletronorte estará até julho disponibilizando a comercialização de 5 gigas de banda larga através de fibra ótica para diversos municípios que carecem de internet de qualidade.
3- Serão criados diversos polos de produção de bio-combustível no Estado com vultosos investimentos, gerando nova perspectiva para muitas famílias que hoje vivem a margem do desenvolvimento.
4- Um dos principais focos do fórum será buscar a regularização fundiária e a ordenação do território paraense em todos os sentidos. Segundo a governadora, a medida é vital para estabelecer a paz no campo.
5- Durante o ano de 2008 estará sendo feito o cadastro Estadual de Florestas públicas e no ano seguinte (2009) serão licitados.
6- O forum se reunirá a cada 3 meses até o final do governo Ana Júlia, e durante estes intervalos, grupos de trabalho estarão reunindo para apresentar propostas que serão avaliadas durante estas reuniões trimestrais.: 05/06 , 11/09 e 04/12.
7- ACES foi convidada pessoalmente pela governadora aparticipar do fórum, a qual disponibilizou acento permanente para a entidade no conselho.
Quem conta as novidades é Olavo Neves, presidente da Associação Comercial e Empresarial de Santarém, direto de Belém, onde participou de reunião do Fórum Paraense de Competitividade, presidido pela governadora:
1-- O governo dará um foco especial para verticalização da produção em diversos municípios do Estado. No caso de Santarém serão destinados R$ 3,6 Milhões para implantação e fomento de um distrito industrial no município.
2- A Eletronorte estará até julho disponibilizando a comercialização de 5 gigas de banda larga através de fibra ótica para diversos municípios que carecem de internet de qualidade.
3- Serão criados diversos polos de produção de bio-combustível no Estado com vultosos investimentos, gerando nova perspectiva para muitas famílias que hoje vivem a margem do desenvolvimento.
4- Um dos principais focos do fórum será buscar a regularização fundiária e a ordenação do território paraense em todos os sentidos. Segundo a governadora, a medida é vital para estabelecer a paz no campo.
5- Durante o ano de 2008 estará sendo feito o cadastro Estadual de Florestas públicas e no ano seguinte (2009) serão licitados.
6- O forum se reunirá a cada 3 meses até o final do governo Ana Júlia, e durante estes intervalos, grupos de trabalho estarão reunindo para apresentar propostas que serão avaliadas durante estas reuniões trimestrais.: 05/06 , 11/09 e 04/12.
7- ACES foi convidada pessoalmente pela governadora aparticipar do fórum, a qual disponibilizou acento permanente para a entidade no conselho.
Vereador de Uruará cassado pelo TRE
Em sessão na manhã desta quarta, 12, o Tribunal Regional Eleitoral cassou o mandato do vereador vereador Francelino Batista de Lima, do município de Uruará. É a 27ª cassação, desde o início dos julgamentos dos processos de perda de cargo eletivo, em janeiro deste ano.
Francelino foi eleito pelo PTB nas eleições de 2004 e migrou para o Partido da Frente Liberal (PFL), atual Democratas (DEM) em 2005. Em setembro do ano passado, bateu assas em direção ao PMDB, sem justa causa.
A ação foi interposta pelo suplente de vereador Edson Lopes (PTB). A relatoria do processo foi do juiz federal José Alexandre Franco, que apresentou votou favorável à cassação. O juiz Rubens Leão foi o único voto divergente, ou seja, votou pela absolvição de Francelino. Ele entendeu que não ficou caracterizada a infidelidade partidária, uma vez que a primeira mudança de partido ocorreu antes do prazo determinado pela Resolução nº 22.610 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
(Espaço Aberto)
Francelino foi eleito pelo PTB nas eleições de 2004 e migrou para o Partido da Frente Liberal (PFL), atual Democratas (DEM) em 2005. Em setembro do ano passado, bateu assas em direção ao PMDB, sem justa causa.
A ação foi interposta pelo suplente de vereador Edson Lopes (PTB). A relatoria do processo foi do juiz federal José Alexandre Franco, que apresentou votou favorável à cassação. O juiz Rubens Leão foi o único voto divergente, ou seja, votou pela absolvição de Francelino. Ele entendeu que não ficou caracterizada a infidelidade partidária, uma vez que a primeira mudança de partido ocorreu antes do prazo determinado pela Resolução nº 22.610 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
(Espaço Aberto)
DNIT faz nova previsão para asfaltamento da Br-163
Luiz Antônio Pagot, diretor-geral do DNIT, reuniu a bancada paraense no Congresso Nacional, ontem, em Brasília, para avisar que finalmente as obras de pavimentação da Br-163 vão deslanchar.
Ele informou que a pavimentação está dividida em 16 sub-trechos que, segundo previsão do DNIT, vão ficar todos prontos em 2010.
Para este ano, depois do período de chuvas, o DNIT dará autorização para empresas atuarem em 8 sub-trechos da Br-163.
Outra boa notícia repassada à bancada paraense é que não há mais praticamente nenhuma pendência da obra na área ambiental.
Com a presença do Exército, Ibama e Funai a reunião contou com a participação dos deputados Paulo Rocha, Lira Maia, Zequinha Marinho, Gerson Peres, LúcioVale, Asdrúbal Bentes e do senador Flexa Ribeiro.
Ele informou que a pavimentação está dividida em 16 sub-trechos que, segundo previsão do DNIT, vão ficar todos prontos em 2010.
Para este ano, depois do período de chuvas, o DNIT dará autorização para empresas atuarem em 8 sub-trechos da Br-163.
Outra boa notícia repassada à bancada paraense é que não há mais praticamente nenhuma pendência da obra na área ambiental.
Com a presença do Exército, Ibama e Funai a reunião contou com a participação dos deputados Paulo Rocha, Lira Maia, Zequinha Marinho, Gerson Peres, LúcioVale, Asdrúbal Bentes e do senador Flexa Ribeiro.
Morram de inveja
Administrado por uma OS, o hospital regional da Transamazônica, em Altamira, está funcionando a pleno vapor.
Na administração do hospital regional do Baixo-Amazonas, em Santarém, tiraram uma OS na marra para colocar em seu lugar uma OSCIP.
Deu no que deu.
O HR vive dias de penúria.
Os poucos médicos que ainda vão trabalhar lá têm que levar consigo seu instrumental cirúrgico.
Até gaze está faltando.
Socooooooooooooooooooooooooooooooooorro!
Na administração do hospital regional do Baixo-Amazonas, em Santarém, tiraram uma OS na marra para colocar em seu lugar uma OSCIP.
Deu no que deu.
O HR vive dias de penúria.
Os poucos médicos que ainda vão trabalhar lá têm que levar consigo seu instrumental cirúrgico.
Até gaze está faltando.
Socooooooooooooooooooooooooooooooooorro!
Memória de Santarém- Lúcio Flávio Pinto
Várzea: o uso errado
Fui contemporâneo das duas maiores enchentes da Amazônia no século passado. Na de 1953 eu estava em Santarém e ainda não completara quatro anos de idade. O que lembro é remissivamente, a partir de fotos que vi depois. A principal rua do comércio estava coberta de água. Pranchas faziam a ligação entre as casas. O velho mercado ficou ilhado. Não houve tragédia. Mas, como sempre, políticos e demais intermediários angariaram dinheiro e produtos para os “flagelados”. E, como sempre, só uma parte da colheita chegou aos destinatários.
Da grande cheia de 1976 eu participei intensamente. Saí de avião de Belém para Altamira. De Altamira, por terra, até Porto Vitória. Fretei um barco (por coincidência, de uma pessoa conhecida: o comerciante e prefeito de Alenquer, Édson Macedo). Desci o Xingu, passei por Porto de Moz e fui chegar a Almeirim de madrugada. Sempre de barco, com muitas escalas, fui até Manacapuru, no Amazonas, em 12 dias de viagem marcante. Escrevi várias reportagens para O Estado de S. Paulo e O Liberal. Parte delas foi aproveitada em meu primeiro livro, Amazônia: o anteato da destruição.
Minha maior preocupação foi desfazer a imagem da cheia do rio como uma calamidade, que criava flagelados e tornava quase impossível a vida nas várzeas amazônicas. Ao contrário dessa imagem, a enchente é um fenômeno de ocorrência certa, com duração previsível, que acompanha a vida humana desde que ela se estabeleceu na Amazônia, 10 mil anos atrás, mais ou menos. Durante seis meses o Amazonas, o mais extenso e mais caudaloso rio do mundo, sobe, inundando terras marginais; nos seis meses seguintes, desce, deixando a descoberto as áreas que fecundou com os seus nutrientes.
Em 1921, o cientista suíço Hans Bluntschli disse que este ciclo das águas, que vem “do mar pelos ares à terra coberta de floresta e voltando da floresta pela planície fluvial ao mar eterno”, é, na verdade, “o grande acontecimento que domina a imagem da Amazônia, a sua vida e o seu caráter”.
A maioria dos varzeiros observa com espanto – e também com certa malícia – o súbito interesse que as enchentes provoca em pessoas desinteressadas pelas várzeas durante o ano inteiro quando as águas cobrem as casas e avançam sobre dezenas e dezenas de quilômetros de áreas que são firmes no verão. Há uma correria nesse pique das cheias: autoridades prometem providências, grupos de trabalho circulam pelo mundo das águas, políticos discursam e os de sempre tiram vantagem disso tudo. Não são os tradicionais moradores das áreas “flageladas”.
Na viagem de 1976 encontrei pessoas aflitas, os problemas se avolumavam, mas ninguém falava em flagelo. As enchentes, de fato, condicionam a vida nos alagados durante quase seis meses, mas os problemas só se tornam graves por falta de previsão e antecipação. Vi, nessa época, que muitas vezes não há tempo para transferir o gado para terreno seguro: as pastagens na margem do rio ficam rapidamente submersas e os animais têm que ficar abrigados nas “marombas”, currais improvisados de madeira sobre um tablado, onde o gado fica sujeito ao ataque de outros bichos, como as cobras, à febre aftosa e à desnutrição. Mesmo quando sobrevive, perde muito peso.
As poucas culturas agrícolas que são desenvolvidas na várzea, apesar de sua grande fertilidade, como a juta, o arroz, a melancia ou o tomate, são também afetadas. Elas devem ter um ciclo de até 120 dias para que possam ser colhidas antes das grandes águas.
O homem é também acometido de doenças (principal gripe e tifo) e sua moradia é destruída ou avariada pela ação da água, que às vezes atinge ou cobre o teto. Nas cheias normais, é comum que uma família fique confinada durante dois meses a uma pequena área, na cumeeira, dependendo de uma canoa para quebrar o completo isolamento e conseguir algum peixe, que se torna muito difícil nesse período, porque se esconde nos furos, paranás e lagos.
Todos esses inconvenientes são absorvidos porque quando a água baixa a terra está pronta para cultivar e o rio volta a ser o caminho da vida, a ser gratuitamente usufruído. Por que deixar esse paraíso aquático?
Ao fazer as reportagens, tive acesso a um recenseamento feito pela Igreja na várzea de Santarém depois da cheia de 1974, que também foi grande. Pela primeira vez o varzeiro foi ouvido e manifestou suas expectativas e reivindicações sobre a mudança de residência, que era uma das soluções mais apresentadas pelos ditos conhecedores do problema.
Das 986 famílias consultadas, 681 tinham permanecido na várzea durante a enchente, 175 se transferiram para áreas próximas de terra firme a apenas 86 procuraram a cidade de Santarém. Respondendo a outra pergunta, 832 famílias afirmaram que iriam permanecer na várzea e 151, mas não de forma incisiva, manifestaram o desejo de sair. Precavidas, 137 famílias já possuíam casa em Santarém e 123 também já mantinham uma moradia na terra firme, porém depois da cheia continuam a voltar ao seu terreno. A casa, além de abrigo para os momentos mais críticos, eram construídas para que os filhos pudessem estudar na capital. A educação não passava ainda pela várzea.
Outro cientista estrangeiro, o alemão Harald Sioli, que esteve várias vezes em Santarém, em 1951 definiu a várzea como a área mais importante para a agricultura no vale amazônico, prevendo que nos anos seguintes essa importância seria reconhecida. Parecia que sua previsão se realizaria quando o milionário norte-americano, contrariando todos os “grandes projetos”, estabeleceu uma área de várzea, em Almeirim, seu audacioso arrozal. Com investimento de 50 milhões de dólares, pretendia produzir 120 mil toneladas de arroz por ano, em duas safras, produzindo cinco toneladas por hectare em cada safra. Mas cometeu erros primários e o projeto acabou falindo.
O Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, com sede em Manaus), realizou experimentos para introduzir novos cultivos na várzea. Um deles foi com a soja. A variedade Júpiter teve produtividade, numa várzea próxima a Manaus, só obtida na Indonésia, a mais alta até então. Mas a soja acabou alcançando a terra-firme amazônica, o lugar menos indicado para ela. Mas, infelizmente, tem sido assim na região: uso errado do local certo. A várzea é um exemplo. Mas, desgraçadamente, não o único.
Fui contemporâneo das duas maiores enchentes da Amazônia no século passado. Na de 1953 eu estava em Santarém e ainda não completara quatro anos de idade. O que lembro é remissivamente, a partir de fotos que vi depois. A principal rua do comércio estava coberta de água. Pranchas faziam a ligação entre as casas. O velho mercado ficou ilhado. Não houve tragédia. Mas, como sempre, políticos e demais intermediários angariaram dinheiro e produtos para os “flagelados”. E, como sempre, só uma parte da colheita chegou aos destinatários.
Da grande cheia de 1976 eu participei intensamente. Saí de avião de Belém para Altamira. De Altamira, por terra, até Porto Vitória. Fretei um barco (por coincidência, de uma pessoa conhecida: o comerciante e prefeito de Alenquer, Édson Macedo). Desci o Xingu, passei por Porto de Moz e fui chegar a Almeirim de madrugada. Sempre de barco, com muitas escalas, fui até Manacapuru, no Amazonas, em 12 dias de viagem marcante. Escrevi várias reportagens para O Estado de S. Paulo e O Liberal. Parte delas foi aproveitada em meu primeiro livro, Amazônia: o anteato da destruição.
Minha maior preocupação foi desfazer a imagem da cheia do rio como uma calamidade, que criava flagelados e tornava quase impossível a vida nas várzeas amazônicas. Ao contrário dessa imagem, a enchente é um fenômeno de ocorrência certa, com duração previsível, que acompanha a vida humana desde que ela se estabeleceu na Amazônia, 10 mil anos atrás, mais ou menos. Durante seis meses o Amazonas, o mais extenso e mais caudaloso rio do mundo, sobe, inundando terras marginais; nos seis meses seguintes, desce, deixando a descoberto as áreas que fecundou com os seus nutrientes.
Em 1921, o cientista suíço Hans Bluntschli disse que este ciclo das águas, que vem “do mar pelos ares à terra coberta de floresta e voltando da floresta pela planície fluvial ao mar eterno”, é, na verdade, “o grande acontecimento que domina a imagem da Amazônia, a sua vida e o seu caráter”.
A maioria dos varzeiros observa com espanto – e também com certa malícia – o súbito interesse que as enchentes provoca em pessoas desinteressadas pelas várzeas durante o ano inteiro quando as águas cobrem as casas e avançam sobre dezenas e dezenas de quilômetros de áreas que são firmes no verão. Há uma correria nesse pique das cheias: autoridades prometem providências, grupos de trabalho circulam pelo mundo das águas, políticos discursam e os de sempre tiram vantagem disso tudo. Não são os tradicionais moradores das áreas “flageladas”.
Na viagem de 1976 encontrei pessoas aflitas, os problemas se avolumavam, mas ninguém falava em flagelo. As enchentes, de fato, condicionam a vida nos alagados durante quase seis meses, mas os problemas só se tornam graves por falta de previsão e antecipação. Vi, nessa época, que muitas vezes não há tempo para transferir o gado para terreno seguro: as pastagens na margem do rio ficam rapidamente submersas e os animais têm que ficar abrigados nas “marombas”, currais improvisados de madeira sobre um tablado, onde o gado fica sujeito ao ataque de outros bichos, como as cobras, à febre aftosa e à desnutrição. Mesmo quando sobrevive, perde muito peso.
As poucas culturas agrícolas que são desenvolvidas na várzea, apesar de sua grande fertilidade, como a juta, o arroz, a melancia ou o tomate, são também afetadas. Elas devem ter um ciclo de até 120 dias para que possam ser colhidas antes das grandes águas.
O homem é também acometido de doenças (principal gripe e tifo) e sua moradia é destruída ou avariada pela ação da água, que às vezes atinge ou cobre o teto. Nas cheias normais, é comum que uma família fique confinada durante dois meses a uma pequena área, na cumeeira, dependendo de uma canoa para quebrar o completo isolamento e conseguir algum peixe, que se torna muito difícil nesse período, porque se esconde nos furos, paranás e lagos.
Todos esses inconvenientes são absorvidos porque quando a água baixa a terra está pronta para cultivar e o rio volta a ser o caminho da vida, a ser gratuitamente usufruído. Por que deixar esse paraíso aquático?
Ao fazer as reportagens, tive acesso a um recenseamento feito pela Igreja na várzea de Santarém depois da cheia de 1974, que também foi grande. Pela primeira vez o varzeiro foi ouvido e manifestou suas expectativas e reivindicações sobre a mudança de residência, que era uma das soluções mais apresentadas pelos ditos conhecedores do problema.
Das 986 famílias consultadas, 681 tinham permanecido na várzea durante a enchente, 175 se transferiram para áreas próximas de terra firme a apenas 86 procuraram a cidade de Santarém. Respondendo a outra pergunta, 832 famílias afirmaram que iriam permanecer na várzea e 151, mas não de forma incisiva, manifestaram o desejo de sair. Precavidas, 137 famílias já possuíam casa em Santarém e 123 também já mantinham uma moradia na terra firme, porém depois da cheia continuam a voltar ao seu terreno. A casa, além de abrigo para os momentos mais críticos, eram construídas para que os filhos pudessem estudar na capital. A educação não passava ainda pela várzea.
Outro cientista estrangeiro, o alemão Harald Sioli, que esteve várias vezes em Santarém, em 1951 definiu a várzea como a área mais importante para a agricultura no vale amazônico, prevendo que nos anos seguintes essa importância seria reconhecida. Parecia que sua previsão se realizaria quando o milionário norte-americano, contrariando todos os “grandes projetos”, estabeleceu uma área de várzea, em Almeirim, seu audacioso arrozal. Com investimento de 50 milhões de dólares, pretendia produzir 120 mil toneladas de arroz por ano, em duas safras, produzindo cinco toneladas por hectare em cada safra. Mas cometeu erros primários e o projeto acabou falindo.
O Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, com sede em Manaus), realizou experimentos para introduzir novos cultivos na várzea. Um deles foi com a soja. A variedade Júpiter teve produtividade, numa várzea próxima a Manaus, só obtida na Indonésia, a mais alta até então. Mas a soja acabou alcançando a terra-firme amazônica, o lugar menos indicado para ela. Mas, infelizmente, tem sido assim na região: uso errado do local certo. A várzea é um exemplo. Mas, desgraçadamente, não o único.
Memória de Santarém - Lúcio Flávio Pinto
A primeira prelazia
Em 21 de setembro de 1903 o papa Pio X criou, em Santarém, a primeira prelazia do Norte do Brasil. Ela era também, nessa época, a maior prelazia do mundo, com jurisdição sobre uma área de 794 mil quilômetros quadrados. Com os desmembramentos efetuados nos anos seguintes, para a criação de outras prelazias (Xingu, Amapá e Óbidos), Santarém ficou com 316 mil km2. Era a sua área em 1963, quando comemorou os 60 anos de sua elevação à condição de prelazia, abrangendo os municípios de Itaituba, Aveiro, Monte Alegre, Prainha e Almeirim, além de Santarém, com população de 165 mil habitantes.
O primeiro bispo prelado de Santarém foi um religioso da própria região: dom Frederico Benício de Souza e Costa, que ocupou o cargo entre 1904 e 1906. Os seus sucessores foram estrangeiros, todos alemães, da Ordem dos Frades Menores: d. Amando Bahlman (1907-1939), frei Anselmo Pietrula (1941-1949) e frei Floriano Loewenau (1950-1958). Também franciscano, o americano Tiago Ryan interrompeu a sucessão européia em 1958, quando assumiu a prelazia e nela ficou pelo mais longo período até hoje.
No folheto da festa da Conceição de 1963 foram assinalados os “acontecimentos marcantes na história da Prelazia”: em 1907, a recém-criada prelazia foi entregue à Ordem dos Frades Menores, Província de Santo Antônio do Brasil Setentrional; em 1910, a fundação do Colégio Santa Clara, das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição, por dom Amando; em 1943, a fundação do Ginásio Dom Amando, por dom Anselmo, e a chegada dos primeiros missionários franciscanos da Província do Sagrado Coração de Jesus, de St. Louis, no Missouri, Estados Unidos; em 1951, a vinda dos irmãos da Congregação da Santa Cruz para dirigirem o “Dom Amando”; em 1957, a chegada das irmãs da Congregação das Adoradoras do Preciosíssimo Sangue; em 1962, inauguração do Seminário S. Pio X.
Em 21 de setembro de 1903 o papa Pio X criou, em Santarém, a primeira prelazia do Norte do Brasil. Ela era também, nessa época, a maior prelazia do mundo, com jurisdição sobre uma área de 794 mil quilômetros quadrados. Com os desmembramentos efetuados nos anos seguintes, para a criação de outras prelazias (Xingu, Amapá e Óbidos), Santarém ficou com 316 mil km2. Era a sua área em 1963, quando comemorou os 60 anos de sua elevação à condição de prelazia, abrangendo os municípios de Itaituba, Aveiro, Monte Alegre, Prainha e Almeirim, além de Santarém, com população de 165 mil habitantes.
O primeiro bispo prelado de Santarém foi um religioso da própria região: dom Frederico Benício de Souza e Costa, que ocupou o cargo entre 1904 e 1906. Os seus sucessores foram estrangeiros, todos alemães, da Ordem dos Frades Menores: d. Amando Bahlman (1907-1939), frei Anselmo Pietrula (1941-1949) e frei Floriano Loewenau (1950-1958). Também franciscano, o americano Tiago Ryan interrompeu a sucessão européia em 1958, quando assumiu a prelazia e nela ficou pelo mais longo período até hoje.
No folheto da festa da Conceição de 1963 foram assinalados os “acontecimentos marcantes na história da Prelazia”: em 1907, a recém-criada prelazia foi entregue à Ordem dos Frades Menores, Província de Santo Antônio do Brasil Setentrional; em 1910, a fundação do Colégio Santa Clara, das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição, por dom Amando; em 1943, a fundação do Ginásio Dom Amando, por dom Anselmo, e a chegada dos primeiros missionários franciscanos da Província do Sagrado Coração de Jesus, de St. Louis, no Missouri, Estados Unidos; em 1951, a vinda dos irmãos da Congregação da Santa Cruz para dirigirem o “Dom Amando”; em 1957, a chegada das irmãs da Congregação das Adoradoras do Preciosíssimo Sangue; em 1962, inauguração do Seminário S. Pio X.
A vida é um show (2)
Para quem ainda tem dinheiro sobrando, o pop star lantino Júlio Iglesias faz show no Studio 5, em Manaus, dia 19 de março.
A turnê pelo Brasil tem o título de "A voz do Universo".
A turnê pelo Brasil tem o título de "A voz do Universo".
A vida é um show
Quase a metade da molecada que se fez presente no show das Periguetes, sexta-feira, na Signus, era formada de jovens que vieram a Santarém de cidades vizinhas.
A maior delagação de fãs do MC Serginho era de Monte Alegre, seguida de Itaituba e Rurópolis.
Uma prova que a circulação de dinheiro na cidade, em momentos de grave crise econômica, depende de gente de outras cidade.
Não é à toa que a mineração injetou mais de R$ 40 milhões na economia santarena no ano passado.
Não fosse isso, a maioria das lojas de material de construção já teria fechado as portas.
A maior delagação de fãs do MC Serginho era de Monte Alegre, seguida de Itaituba e Rurópolis.
Uma prova que a circulação de dinheiro na cidade, em momentos de grave crise econômica, depende de gente de outras cidade.
Não é à toa que a mineração injetou mais de R$ 40 milhões na economia santarena no ano passado.
Não fosse isso, a maioria das lojas de material de construção já teria fechado as portas.
Licença forçada
Foi no consultório de um médico otorrino que o delegado Carlos Mota foi avisado que não ficará mais no comando da superintendência regional da Polícia Civil no Baixo-Amazonas.
Do outro lado da linha um intermediário do staff da delegacia geral explicava a Mota que o PDT fez um 'inferno' para que algum delegado filiado ao partido se aposse do cargo em ano eleitoral.
A delegada Márcia Rabelo e o delegado Jardel Guimarães andam se engalfinhando pelo cargo.
Como consolo, Mota vai receber licença especial de um ano.
Do outro lado da linha um intermediário do staff da delegacia geral explicava a Mota que o PDT fez um 'inferno' para que algum delegado filiado ao partido se aposse do cargo em ano eleitoral.
A delegada Márcia Rabelo e o delegado Jardel Guimarães andam se engalfinhando pelo cargo.
Como consolo, Mota vai receber licença especial de um ano.
Bola fora
Comissão de deputados estaduais pensa em ir até o Rio de Janeiro e Brasília para garantir para Belém o status de sub-sede da copa do mundo de 2014.
No ano passado, o vice-governador Odair Corrêa prometeu que Santarém seria um local de treinamento de equipes que por ventura disputassem a copa na capital do estado, tudo isso a um custo de R$ 30 milhões.
Mas nem a reforma emergencial no estádio Barbalhão, orçada em R$ 120 mil e que daria condições ao São Raimundo disputar os jogos da segunda etapa do Parazão em Santarém, Odair teve prestígio para dar o ponta-pé nesses obras.
Mas de promessas, Odair entende muito. E como entende.
No ano passado, o vice-governador Odair Corrêa prometeu que Santarém seria um local de treinamento de equipes que por ventura disputassem a copa na capital do estado, tudo isso a um custo de R$ 30 milhões.
Mas nem a reforma emergencial no estádio Barbalhão, orçada em R$ 120 mil e que daria condições ao São Raimundo disputar os jogos da segunda etapa do Parazão em Santarém, Odair teve prestígio para dar o ponta-pé nesses obras.
Mas de promessas, Odair entende muito. E como entende.
Manchetes da edição impressa desta quarta-feira de O Estado do Tapajós
IBAMA PODE PEDIR FORÇA NACIONAL PARA OPERAÇÕES EM SANTARÉM
MINISTÉRIO PÚBLICO PROMETE APOIO A LUTA DE ESTUDANTES CONTRA AUMENTO DE PASSAGEM DE ÔNIBUS
CAIS DE ARRIMO VIRA LOCAL DE EMBARQUE DE CARGAS
INSS NÃO TEM PESSOAL SUFICIENTE PARA ATENDER A SEGURADOS DA PREVIDÊNCIA
CATÓLICOS FAZEM VIA SACRA EM DEFESA DA VIDA
COLÉGIO DOM AMANDO COMEMORA 65 ANOS DE FUNDAÇÃO
MINISTÉRIO PÚBLICO PROMETE APOIO A LUTA DE ESTUDANTES CONTRA AUMENTO DE PASSAGEM DE ÔNIBUS
CAIS DE ARRIMO VIRA LOCAL DE EMBARQUE DE CARGAS
INSS NÃO TEM PESSOAL SUFICIENTE PARA ATENDER A SEGURADOS DA PREVIDÊNCIA
CATÓLICOS FAZEM VIA SACRA EM DEFESA DA VIDA
COLÉGIO DOM AMANDO COMEMORA 65 ANOS DE FUNDAÇÃO
Hospital regional vive dias de penúria
O Hospital Regional do Baixo Amazonas, com sede em Santarém, não tem papel para emissão de laudos médicos.
Ontem, quatro médicos que manipulam diagnósticos por imagem não mais apareceram para trabalhar. Essa turma está sem receber salário desde dezembro.
Hoje, o diretor do hospital segue para Belém. É possível que nem volte mais a Santarém. Ele teme que esteja sendo boicotado porque é um dos últimos moicanos da nefasta era Halmélio Sobral. A Sespa não repassa um vintém para as despesas do HR.
No final da tarde de hoje outro grupo de médicos pode pedir o boné.
Como se temia, o hospital vai virar fantasma, como previu o senador Augusto Botelho(PT-RR).
Ontem, quatro médicos que manipulam diagnósticos por imagem não mais apareceram para trabalhar. Essa turma está sem receber salário desde dezembro.
Hoje, o diretor do hospital segue para Belém. É possível que nem volte mais a Santarém. Ele teme que esteja sendo boicotado porque é um dos últimos moicanos da nefasta era Halmélio Sobral. A Sespa não repassa um vintém para as despesas do HR.
No final da tarde de hoje outro grupo de médicos pode pedir o boné.
Como se temia, o hospital vai virar fantasma, como previu o senador Augusto Botelho(PT-RR).
terça-feira, 11 de março de 2008
Marina não quer discutir desmatamentos agora
Ana Luiza Zenker (Agência Brasil)
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, disse hoje, em Brasília, que não é o momento de se discutir os dados sobre desmatamento na Amazônia apresentados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). "No meu entendimento, neste momento não temos que ficar contestando os dados do Inpe. Nós temos é que agir para que em 2008 nós também tenhamos uma queda no desmatamento".
A ministra afirmou desconhecer o levantamento que o governador do Mato Grosso, Blairo Maggi, diz ter e que contesta os dados do Inpe apresentados pelo governo federal. O secretário de Meio Ambiente do Matio Grosso, Luiz Daldegon, informou hoje que o levantamento deve ser concluído esta semana para depois ser levado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O governador pretende pedir a revisão da lista que aponta 19 municípios do estado como alguns dos principais responsáveis pelo avanço do desmatemento nos últimos meses de 2007. "O pior dos mundos seria ficarmos correndo atrás de verificar se o desmatamento está ou não acontecendo em vez de tomar as medidas", disse Marina.
Segundo ela, a discussão sobre se há ou não desmatamento em uma determinada área faria com que em 2008 se chegasse à conclusão de que o desmatamento cresceu e nada foi feito.Ela afirma ainda que os critérios para a inclusão dos municípios nessa lista dificilmente serão contestados. A ministra diz que o ideal é haver um movimento de mão dupla."Todos somos favoráveis às medidas de combate ao desmatamento. E todos somoes favoráveis às ações de desenvolvimento sustentável".
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, disse hoje, em Brasília, que não é o momento de se discutir os dados sobre desmatamento na Amazônia apresentados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). "No meu entendimento, neste momento não temos que ficar contestando os dados do Inpe. Nós temos é que agir para que em 2008 nós também tenhamos uma queda no desmatamento".
A ministra afirmou desconhecer o levantamento que o governador do Mato Grosso, Blairo Maggi, diz ter e que contesta os dados do Inpe apresentados pelo governo federal. O secretário de Meio Ambiente do Matio Grosso, Luiz Daldegon, informou hoje que o levantamento deve ser concluído esta semana para depois ser levado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O governador pretende pedir a revisão da lista que aponta 19 municípios do estado como alguns dos principais responsáveis pelo avanço do desmatemento nos últimos meses de 2007. "O pior dos mundos seria ficarmos correndo atrás de verificar se o desmatamento está ou não acontecendo em vez de tomar as medidas", disse Marina.
Segundo ela, a discussão sobre se há ou não desmatamento em uma determinada área faria com que em 2008 se chegasse à conclusão de que o desmatamento cresceu e nada foi feito.Ela afirma ainda que os critérios para a inclusão dos municípios nessa lista dificilmente serão contestados. A ministra diz que o ideal é haver um movimento de mão dupla."Todos somos favoráveis às medidas de combate ao desmatamento. E todos somoes favoráveis às ações de desenvolvimento sustentável".
Pesquisador do Imazon aponta medidas para conter desmatamento ilegal
O detalhamento do macrozoneamento econômico-ecológico, a regularização fundiária, expressivos investimentos em créditos e tecnologia e a valorização econômica das áreas de floresta já desmatadas integram o pacote de alternativas de curto e médio prazo para conter a tendência crescente de desmatamento no Pará. Elas foram reiteradas nesta terça-feira (11) pelo pesquisador Adalberto Veríssimo, do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), ao apresentar aos deputados da Comissão Especial de Estudos sobre Desmatamento, a evolução do desmate e degradação no Estado e as soluções para combater o problema.
Leia mais aqui no Pará Negócios.
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Memória de Santarém - por Lúcio Flávio Pinto
Agapito conta outra história
Agapito de Andrade Figueira escreveu a O Baixo Amazonas para desmentir notícia do Jornal de Santarém, de que o prefeito Santino Corrêa fora recebido "com grande carinho por parte da população geral do Arapixuna" durante viagem que fez ao lugar, quando aproveitou para inaugurar a sede do Barão do Norte Esporte Clube.
Para Agapito, a visita não foi oficial, mas para atender "um convite de uma sociedadezinha por nome Rio Branco, sociedade esta que consta-me já ter recebido algum amparozinho da parte do sr. Prefeito somente porque lá se acham os que são dirigentes da mesma, adeptos do tal PSD". Foi na sede desse clube que o prefeito esteve e não na do Barão do Norte, sendo, por isso, ignorado por Agapito.
Para ele, o prefeito esteve em Arapixuna "tratando diretamente é de política", inclusive numa segunda visita, "onde reuniu meia dúzia de seus adeptos e fizeram lá o seu comício, desmoralizando na maior situação o governador do Estado". Agapito ignorava a visita ao povoado, até mesmo porque o prefeito não foi à capela, "que deveria ser o seu ponto principal". Com a notícia divulgada no outro jornal, o prefeito estaria objetivando "ganhar cartaz em minha terra".
Mas em cima do Agapito, não.
Juta: a riqueza do vale
O cultivo da juta era, na metade do século passado, "o esteio" da economia de Santarém. Introduzida por imigrantes japoneses, teve excelente desempenho nas áreas alagáveis do Baixo Amazonas. Mas a safra de 1952, como as anteriores, não teve qualquer tipo de amparo: a cheia desse ano causou prejuízos ao plantio e o preço pago ao produtor não compensava (além disso, apenas a ele era imposto um preço prefixado, enquanto a indústria não tinha "a responsabilidade de oferecer um preço mínimo capaz de proporcionar vantagens ao comércio exportador".
Todas essas questões ficaram à margem da terceira Conferência Nacional de Juta, que acabava de ser concluída em Belém, quando, em sua segunda edição, em maio daquele ano, o jornal O Baixo Amazonas registrou em editorial sua crítica a esse abandono. As diversas reivindicações do "homem glebário" foram reunidas nessa conferência, mas apenas serviram para isso: para serem ditas. Na verdade, porém, foram ignoradas: "O que de tudo isso se conclui é que existe uma força organizada, por trás dos bastidores governamentais, para estrangular a juticultura amazônica", observava o jornal.
A juta do Arapixuna - Nessa mesma edição do jornal, A. Barros relatou - em duas reportagens - a viagem que fez para conhecer a situação da juticultura no município. Ele embarcou na lancha Marpinto, de propriedade da firma Marques Pinto Irmão Ltda., em Santarém, para ver como trabalhavam os juteiros do igarapé Arapixuna. A lancha, rebocando o batelão Chico Pinto, desatracou às duas e meia "de uma madrugada escura e fria, açoitada por um vendaval penetrante".
Diz o repórter que, em outras circunstâncias, "poderia acontecer sermos tomados pela monotonia contagiante que caracteriza as paisagens da Amazônia, numa sucessão de quadros sempre idênticos", mas desta vez teve "a felicidade de travar conhecimento com o bom humor" de Braz Rebelo, que o levou na viagem, "sempre espirituoso e muito solícito".
A região dominada pelo igarapé Arapixuna, "com suas margens incrivelmente dilatadas pelas enchentes e suas infindáveis curvas", não era a única zona onde então se desenvolviam os plantios da juta, iniciados mais de duas décadas antes na Amazônia. Mas expressava a mesma realidade de qualquer outra zona produtora.
"A maior parte dos moradores daqueles sítios empregam suas atividades no plantio da juta e todos, direta ou indiretamente, dependem do êxito proporcionado pela dita fibra", observa o repórter.
Todos estavam sujeitos a uma estrutura sobre a qual pouco podiam influir, dependendo das decisões tomadas acima e além, numa série de fatos "que vão desde a falta de recursos do plantador modesto, obrigado a trocar seu produto pelos gêneros de primeiro necessidade do seu fornecedor, ao qual se submete e que geralmente é estabelecido no mesmo local; desde que, por sua vez, entrega o produto adquirido do plantador ao seu aviador, ainda em troca de gêneros essenciais, até o consumidor ou industrial".
Da atitude do destinatário final do produto, o industrial, "dependerá a atitude do exportador, quase sempre aviador, para com seus aviados e destes para com os verdadeiros trabalhadores da juta, os modestos plantadores que vivem sob sua dependência e sobre os quais recai o pior da questão".
Com esperança de mudar esse quadro fatalista, o imigrante Kotaro Tuji participara da III Convenção Nacional da Juta, como representante da Associação Comercial do Baixo Amazonas e da Associação Rural dos Juteiros do Estado do Pará, da qual era presidente. Mas voltou desalentado para Santarém, expressando esse sentimento ao jornalista: as indústrias paulistas de fiação e tecelagem, maiores consumidoras da juta, não mandaram representante ao conclave.
Frustraram, assim, sua principal finalidade: "a aproximação de produtores e consumidores para um entendimento perfeito e satisfatório de ambas as classes".
Por isso, não houve qualquer definição sobre o preço da juta para a safra que seria colhida, inicialmente com boas perspectivas de crescimento, mas, sempre dependendo do movimento das águas. Elas não podiam demorar além do período necessário para a lavagem da fibra, nem se antecipar à época certa de colheita.
Os produtores santarenos estavam tentando então uma nova saída: criar uma comissão executiva, com sede em Belém e a participação de todos os envolvidos no ciclo da produção, para sustentar os preços e defender a cultura. Para manter esse novo órgão, seria cobrada uma taxa de cinco centavos por quilo de juta comercializada.
Se já existisse, esse órgão poderia ter sido importante na comercialização da safra de 1952. Havia muita fibra estocada pelos compradores e, embora o governo federal assegurasse a compra de 20 mil toneladas pelo Banco do Brasil e o Banco de Crédito da Amazônia (atual Banco da Amazônia), os preços deviam cair.
Produção crescente - Em 1952, a produção de juta e malva na Amazônia duplicou em relação ao ano anterior, quando alcançara 19,6 mil toneladas, tornando o Brasil auto-suficiente nessas fibras e poupando o país de importar o similar estrangeiro. Em sua mensagem, o presidente Getúlio Vargas sugeriu ao Congresso Nacional a criação da Carteira de Juta e Produtos Similares no Banco de Crédito da Amazônia, dotada de um fundo especial de 50 milhões de reais (o total das operações creditícias do BCA em 1952 foi de Cr$ 787 milhões). O banco já vinha financiando a produção de juta e malva através do comércio aviador.
Agapito de Andrade Figueira escreveu a O Baixo Amazonas para desmentir notícia do Jornal de Santarém, de que o prefeito Santino Corrêa fora recebido "com grande carinho por parte da população geral do Arapixuna" durante viagem que fez ao lugar, quando aproveitou para inaugurar a sede do Barão do Norte Esporte Clube.
Para Agapito, a visita não foi oficial, mas para atender "um convite de uma sociedadezinha por nome Rio Branco, sociedade esta que consta-me já ter recebido algum amparozinho da parte do sr. Prefeito somente porque lá se acham os que são dirigentes da mesma, adeptos do tal PSD". Foi na sede desse clube que o prefeito esteve e não na do Barão do Norte, sendo, por isso, ignorado por Agapito.
Para ele, o prefeito esteve em Arapixuna "tratando diretamente é de política", inclusive numa segunda visita, "onde reuniu meia dúzia de seus adeptos e fizeram lá o seu comício, desmoralizando na maior situação o governador do Estado". Agapito ignorava a visita ao povoado, até mesmo porque o prefeito não foi à capela, "que deveria ser o seu ponto principal". Com a notícia divulgada no outro jornal, o prefeito estaria objetivando "ganhar cartaz em minha terra".
Mas em cima do Agapito, não.
Juta: a riqueza do vale
O cultivo da juta era, na metade do século passado, "o esteio" da economia de Santarém. Introduzida por imigrantes japoneses, teve excelente desempenho nas áreas alagáveis do Baixo Amazonas. Mas a safra de 1952, como as anteriores, não teve qualquer tipo de amparo: a cheia desse ano causou prejuízos ao plantio e o preço pago ao produtor não compensava (além disso, apenas a ele era imposto um preço prefixado, enquanto a indústria não tinha "a responsabilidade de oferecer um preço mínimo capaz de proporcionar vantagens ao comércio exportador".
Todas essas questões ficaram à margem da terceira Conferência Nacional de Juta, que acabava de ser concluída em Belém, quando, em sua segunda edição, em maio daquele ano, o jornal O Baixo Amazonas registrou em editorial sua crítica a esse abandono. As diversas reivindicações do "homem glebário" foram reunidas nessa conferência, mas apenas serviram para isso: para serem ditas. Na verdade, porém, foram ignoradas: "O que de tudo isso se conclui é que existe uma força organizada, por trás dos bastidores governamentais, para estrangular a juticultura amazônica", observava o jornal.
A juta do Arapixuna - Nessa mesma edição do jornal, A. Barros relatou - em duas reportagens - a viagem que fez para conhecer a situação da juticultura no município. Ele embarcou na lancha Marpinto, de propriedade da firma Marques Pinto Irmão Ltda., em Santarém, para ver como trabalhavam os juteiros do igarapé Arapixuna. A lancha, rebocando o batelão Chico Pinto, desatracou às duas e meia "de uma madrugada escura e fria, açoitada por um vendaval penetrante".
Diz o repórter que, em outras circunstâncias, "poderia acontecer sermos tomados pela monotonia contagiante que caracteriza as paisagens da Amazônia, numa sucessão de quadros sempre idênticos", mas desta vez teve "a felicidade de travar conhecimento com o bom humor" de Braz Rebelo, que o levou na viagem, "sempre espirituoso e muito solícito".
A região dominada pelo igarapé Arapixuna, "com suas margens incrivelmente dilatadas pelas enchentes e suas infindáveis curvas", não era a única zona onde então se desenvolviam os plantios da juta, iniciados mais de duas décadas antes na Amazônia. Mas expressava a mesma realidade de qualquer outra zona produtora.
"A maior parte dos moradores daqueles sítios empregam suas atividades no plantio da juta e todos, direta ou indiretamente, dependem do êxito proporcionado pela dita fibra", observa o repórter.
Todos estavam sujeitos a uma estrutura sobre a qual pouco podiam influir, dependendo das decisões tomadas acima e além, numa série de fatos "que vão desde a falta de recursos do plantador modesto, obrigado a trocar seu produto pelos gêneros de primeiro necessidade do seu fornecedor, ao qual se submete e que geralmente é estabelecido no mesmo local; desde que, por sua vez, entrega o produto adquirido do plantador ao seu aviador, ainda em troca de gêneros essenciais, até o consumidor ou industrial".
Da atitude do destinatário final do produto, o industrial, "dependerá a atitude do exportador, quase sempre aviador, para com seus aviados e destes para com os verdadeiros trabalhadores da juta, os modestos plantadores que vivem sob sua dependência e sobre os quais recai o pior da questão".
Com esperança de mudar esse quadro fatalista, o imigrante Kotaro Tuji participara da III Convenção Nacional da Juta, como representante da Associação Comercial do Baixo Amazonas e da Associação Rural dos Juteiros do Estado do Pará, da qual era presidente. Mas voltou desalentado para Santarém, expressando esse sentimento ao jornalista: as indústrias paulistas de fiação e tecelagem, maiores consumidoras da juta, não mandaram representante ao conclave.
Frustraram, assim, sua principal finalidade: "a aproximação de produtores e consumidores para um entendimento perfeito e satisfatório de ambas as classes".
Por isso, não houve qualquer definição sobre o preço da juta para a safra que seria colhida, inicialmente com boas perspectivas de crescimento, mas, sempre dependendo do movimento das águas. Elas não podiam demorar além do período necessário para a lavagem da fibra, nem se antecipar à época certa de colheita.
Os produtores santarenos estavam tentando então uma nova saída: criar uma comissão executiva, com sede em Belém e a participação de todos os envolvidos no ciclo da produção, para sustentar os preços e defender a cultura. Para manter esse novo órgão, seria cobrada uma taxa de cinco centavos por quilo de juta comercializada.
Se já existisse, esse órgão poderia ter sido importante na comercialização da safra de 1952. Havia muita fibra estocada pelos compradores e, embora o governo federal assegurasse a compra de 20 mil toneladas pelo Banco do Brasil e o Banco de Crédito da Amazônia (atual Banco da Amazônia), os preços deviam cair.
Produção crescente - Em 1952, a produção de juta e malva na Amazônia duplicou em relação ao ano anterior, quando alcançara 19,6 mil toneladas, tornando o Brasil auto-suficiente nessas fibras e poupando o país de importar o similar estrangeiro. Em sua mensagem, o presidente Getúlio Vargas sugeriu ao Congresso Nacional a criação da Carteira de Juta e Produtos Similares no Banco de Crédito da Amazônia, dotada de um fundo especial de 50 milhões de reais (o total das operações creditícias do BCA em 1952 foi de Cr$ 787 milhões). O banco já vinha financiando a produção de juta e malva através do comércio aviador.
Saudades do Pará
Toda quinzena um funcionário do ex-governador Almir Gabriel providencia uma remessa farta e generosa de produtos da culinária paraense até Bertioga, litoral paulista.
Lá, ávido pelas nossas iguarias, Almir mantém no cardápio farinha tapioca, farinha de mandioca, jambu, tucupi, pupunha, peixe de água doce, cupuaçu e bacuri.
Lá, ávido pelas nossas iguarias, Almir mantém no cardápio farinha tapioca, farinha de mandioca, jambu, tucupi, pupunha, peixe de água doce, cupuaçu e bacuri.
Priante, o ex-quase-futuro ministro
O ex-deputado José Priante, segundo graduada fonte deste site, bateu o pé.
Priante só sai da disputa para a prefeitura de Belém se for nomeado ministro de Lula.
Como Lula não tem mais vagas para peemedebistas em seu ministério, o ex-deputado quer causar constrangimentos ao PT, que reluta em apoiá-lo, mesmo com o empurrãozinho do nada simpático ex-ministro José Dirceu que, segundo o Diário do Pará, apóia a aliança PMDB/PT para as eleições em Belém.
Priante só sai da disputa para a prefeitura de Belém se for nomeado ministro de Lula.
Como Lula não tem mais vagas para peemedebistas em seu ministério, o ex-deputado quer causar constrangimentos ao PT, que reluta em apoiá-lo, mesmo com o empurrãozinho do nada simpático ex-ministro José Dirceu que, segundo o Diário do Pará, apóia a aliança PMDB/PT para as eleições em Belém.
Canoagem no igarapé de São Braz
Será realizado dia 23 deste mês o oitavo rally ecológico no igarapé de São Braz, reunindo canoístas da Ascae e do projeto Navegar de Santarém.
MPF investiga falta de Eia/Rima para porto em Santarém
Paulo Leandro Leal
A Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) confirmou que não emitiu qualquer licença para a construção de um porto fluvial na cidade de Santarém, oeste do Pará, obra que custará cerca de R$ 16 milhões e está incluída no Programa da Aceleração de Crescimento (PAC). Depois que o EcoAmazônia revelou que a prefeitura de Santarém dará início as obras em 30 dias, mesmo sem o licenciamento, o Ministério Público Federal (MPF) fez uma consulta formal à secretaria, que respondeu que não deu qualquer licença para a construção do porto e que não havia recebido estudos de impactos ambientais da obra.
Na semana passada, a prefeita Maria do Carmo disse em entrevista que o licenciamento para a obra já existia, mas a Sema nega que tenha dada a licença ambiental, necessária para as obras deste tipo. Na Sema, segundo informações da assessoria, não se sabia nem ao menos que seria dado início à construção de um porto das dimensões do que está para ser iniciado em Santarém. O terminal fluvial de cargas e passageiros será construído na margem do Rio Amazonas, no bairro da Prainha, na área da Tecejuta, uma antiga fábrica de fibras.
Segundo ainda as informações da Sema, uma obra deste porte não poderia ser licenciada pelo órgão ambiental do município. Um técnico ouvido pela reportagem garante que a legislação é bastante clara e exige a realização de Estudos de Impactos Ambientais e o Relatório de Impactos ao Meio Ambiente (Eia/Rima) para a construção de novos portos. "Este caso não difere muito do porto da Cargill e acredito que se houver contestação judicial a obra não poderá prosseguir", avalia o técnico da área ambiental.
A obra será realizada pela construtora Melo de Azevedo e está sendo executada pela prefeitura, através de um convenio com o Departamento Nacional de Infra-estrutura em Transportes (Dnit). O órgão do Ministério dos Transportes já liberou, desde 2006, R$ 4 milhões para o projeto, mas só agora a prefeitura vai iniciar as obras. O porto vai ter píer de atracação, locais para embarque de cargas e passageiros, estação de passageiros, local para armazenamento de cargas e outras instalações. A obra deve demorar três anos para ficar pronta.
A procuradora da República Daniela Masset, que fez a consulta formal à Sema, passou toda a tarde desta segunda-feira em reunião na sede da Procuradoria da República em Santarém e não pôde falar sobre o assunto.
A Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) confirmou que não emitiu qualquer licença para a construção de um porto fluvial na cidade de Santarém, oeste do Pará, obra que custará cerca de R$ 16 milhões e está incluída no Programa da Aceleração de Crescimento (PAC). Depois que o EcoAmazônia revelou que a prefeitura de Santarém dará início as obras em 30 dias, mesmo sem o licenciamento, o Ministério Público Federal (MPF) fez uma consulta formal à secretaria, que respondeu que não deu qualquer licença para a construção do porto e que não havia recebido estudos de impactos ambientais da obra.
Na semana passada, a prefeita Maria do Carmo disse em entrevista que o licenciamento para a obra já existia, mas a Sema nega que tenha dada a licença ambiental, necessária para as obras deste tipo. Na Sema, segundo informações da assessoria, não se sabia nem ao menos que seria dado início à construção de um porto das dimensões do que está para ser iniciado em Santarém. O terminal fluvial de cargas e passageiros será construído na margem do Rio Amazonas, no bairro da Prainha, na área da Tecejuta, uma antiga fábrica de fibras.
Segundo ainda as informações da Sema, uma obra deste porte não poderia ser licenciada pelo órgão ambiental do município. Um técnico ouvido pela reportagem garante que a legislação é bastante clara e exige a realização de Estudos de Impactos Ambientais e o Relatório de Impactos ao Meio Ambiente (Eia/Rima) para a construção de novos portos. "Este caso não difere muito do porto da Cargill e acredito que se houver contestação judicial a obra não poderá prosseguir", avalia o técnico da área ambiental.
A obra será realizada pela construtora Melo de Azevedo e está sendo executada pela prefeitura, através de um convenio com o Departamento Nacional de Infra-estrutura em Transportes (Dnit). O órgão do Ministério dos Transportes já liberou, desde 2006, R$ 4 milhões para o projeto, mas só agora a prefeitura vai iniciar as obras. O porto vai ter píer de atracação, locais para embarque de cargas e passageiros, estação de passageiros, local para armazenamento de cargas e outras instalações. A obra deve demorar três anos para ficar pronta.
A procuradora da República Daniela Masset, que fez a consulta formal à Sema, passou toda a tarde desta segunda-feira em reunião na sede da Procuradoria da República em Santarém e não pôde falar sobre o assunto.
segunda-feira, 10 de março de 2008
PM e Polícia Civil cercam agentes da PF por engano
Três agentes da Polícia Federal à paisana que fotografavam fachadas e terrenos de empresas em Itaituba tiveram que se identificar a policias civis e militares que foram chamados por comerciantes que desconfiavam da atitude 'suspeita' dos federais.
Alguns proprietários não sabiam que eram agentes da PF chamaram a Polícia Civil e a PM e deram as caractesristicas dos 'suspeitos'.
Os civis e militares saíram em disparada na tentativa de encontrar os supostos fotografos e invasores, cercaram os federais mas, na hora H, os agentes mostraram suas identidades funcionais.
As patrulhas, meio sem graça, tiveram que pedir desculpas aos agentes da PF.
Alguns proprietários não sabiam que eram agentes da PF chamaram a Polícia Civil e a PM e deram as caractesristicas dos 'suspeitos'.
Os civis e militares saíram em disparada na tentativa de encontrar os supostos fotografos e invasores, cercaram os federais mas, na hora H, os agentes mostraram suas identidades funcionais.
As patrulhas, meio sem graça, tiveram que pedir desculpas aos agentes da PF.
Caravana da Imagem lança o vídeo “As Pedras Que Contam”
O projeto Caravana da Imagem lança nos dias 11 e 13 de março o documentário “As Pedras Que Contam”, produzido por moradores de Monte Alegre a partir das oficinas realizadas no município pelo projeto. As oficinas aconteceram entre novembro e dezembro de 2007 e envolveram todas as etapas de produção de um documentário, do roteiro à direção.
O documentário “As Pedras Que Contam” foi criado coletivamente pelos participantes das oficinas oferecidas pelo projeto. O vídeo aborda a polêmica em torno de pedras das ruas de Monte Alegre, que os moradores do município acreditavam ser radioativas, devido à existência de uma certa concentração de urânio no local. No entanto, técnicos foram até lá e comprovaram que o nível de urânio não comprometia a saúde dos moradores.
-------------------
Serviço
Dia 11 (próxima terça-feira), às 19h, exibição do vídeo documentário “As Pedras Que Contam”, no Sesc de Santarém (Floriano Peixoto, 535 - Centro). Dia 13 (quinta-feira), exibição em Monte Alegre, na Escola Imaculada Conceição. Entrada franca. Patrocínio: Petrobras. Informações: (91) 3229-9993.
O documentário “As Pedras Que Contam” foi criado coletivamente pelos participantes das oficinas oferecidas pelo projeto. O vídeo aborda a polêmica em torno de pedras das ruas de Monte Alegre, que os moradores do município acreditavam ser radioativas, devido à existência de uma certa concentração de urânio no local. No entanto, técnicos foram até lá e comprovaram que o nível de urânio não comprometia a saúde dos moradores.
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Serviço
Dia 11 (próxima terça-feira), às 19h, exibição do vídeo documentário “As Pedras Que Contam”, no Sesc de Santarém (Floriano Peixoto, 535 - Centro). Dia 13 (quinta-feira), exibição em Monte Alegre, na Escola Imaculada Conceição. Entrada franca. Patrocínio: Petrobras. Informações: (91) 3229-9993.
Concurso para professor da Seduc - 1ª fase - Altamira, Óbidos, Monte Alegre e Itaituba
Confira a relação dos candidatos classificados a segunda fase do concurso para professor da Seduc nos municípios de Altamira, Óbidos, Monte Alegre e Itaituba.
Meia-volta, volver!
De uma só canetada a governadora Ana Júlia mandou do gabinete militar do Palácios dos Despachos de volta aos quartéis nada menos que um major, nove capitães e um tenente.
Os decretos de exonerações foram publicados na edição de hoje do Diário Oficial do Estado.
Os decretos de exonerações foram publicados na edição de hoje do Diário Oficial do Estado.
Divulgado resultado da prova escrita do concurso para professor da Seduc
A Secretaria de Estado de Administração (Sead) divulgou o resultado da prova objetiva e a convocação para a prova de títulos dos candidatos aos cargos de professor AD-4. 1. Confira os nomes aprovados para Santarém:
CIDADE: SANTAREM
CARGO : PROFESSOR AD4 - ARTES
NOME INSCRIÇÃO PONTOS
--------------------------------------------- --------- ------
ADRIANA SANTANA DE CARVALHO 012112 6.22
ADSOM WENDER DE JESUS SOUSA 366319 7.06
DANIELE DE OLIVEIRA TORRES 325050 7.06
DEMERSON PAULO DOS SANTOS MENDES 306291 6.43
GERIDI HENRIQUES REBELO 390985 6.43
JOSE ELAILSON COSTA SILVA 011841 6.01
LEONICE MARIA BENTES NINA 332203 6.22
LUCIANA SOUSA DOS SANTOS 012137 6.43
MARCELO DE LIMA LOPES 341579 6.43
MATEUS BARBOSA DA SILVA 367541 6.01
OTAVIO ALBERTO NOGUEIRA FERREIRA 332371 6.22
RAPHAEL SOTERO PEDROSO ABREU 306450 6.22
RODINEI BENTES DA SILVA 322394 6.85
RONICLEI BATISTA VIEIRA 312880 6.01
SARA LENY LISBOA MOURA 311656 6.85
CIDADE: SANTAREM
CARGO : PROFESSOR AD4 - BIOLOGIA
NOME INSCRIÇÃO PONTOS
--------------------------------------------- --------- ------
ADENILSON NOGUEIRA CARVALHO 311346 7.69
ADRIA PAULA LAVOR LOPES 012339 7.48
ADRIA GISELE COUTO BASTOS 332505 7.06
ALBINO LUCIANO PORTELA DE SOUSA 012084 8.32
ANA MARIA OLIVEIRA DE SOUSA 307556 8.53
ANDREA NUNES FIGUEIRA 018045 7.69
ANTONIO ANDRE DA SILVA JUNIOR 366109 7.06
ARACELY LIBERAL LOPES 321914 7.48
BRUNO JOSE FERREIRA DA SILVA 318353 7.27
CARLOS ANDRE FERREIRA SILVA 304055 7.06
CACERO LUCINALDO SOARES DE OLIVEIRA COSTA 326281 8.95
CELSEANE LIRA PANTOJA 358889 8.11
DANIELLI PINHEIRO DE ARAUJO VIDAL 390663 7.90
DENIVAL SILVA CORREA 394027 8.11
DIEGO FERREIRA MARQUES 319003 7.27
DIEGO RAMOS PIMENTEL 320266 7.90
EDER CLAY ARAUJO DE SOUSA 018212 7.69
EDUARDO SHALAKO DUARUE DA PAZ 012061 7.48
ELISSANDRO FONSECA DOS BANHOS 012033 8.74
ERNESTO LUIZ CRESPO RIBEIRO 018331 7.48
FABIO SARMENTO DE SOUSA 324858 7.48
GILSON ANDREY SIQUEIRA PINTO 316453 7.06
HERIBERTO FIGUEIRA DA SILVA FILHO 322208 7.27
IRENE CIBELLE GONÇALVES SAMPAIO 328232 7.69
IRISMAR DAS CHAGAS SANTOS 304012 8.32
JONAS DA PAZ AGUIAR 306382 7.90
JOSUE SENA BEZERRA 018292 7.27
LICA OKUBO 309299 8.74
LORENA LOUREIRO COELHO 323083 7.06
MARALISE COSTA DE VASCONCELOS 011948 7.06
MARIA ALDENORA LIMA SILVA 318039 7.27
MARIA CRISTIANE TRINDADE ROCHA 312123 7.06
MARIA NAZARE NASCIMENTO LEAL 308684 7.90
NATALIA GUIMARAES DE LIMA 012097 7.27
NAZILDA DO CARMO PEREIRA MARTINS 302817 7.90
PAMELLA SUELY SANTOS SANTA ROSA 334929 7.48
RACHEL ULLMANN LEITE 365569 9.37
RENATA SILVA DOS SANTOS 331790 7.06
RUBIA CONCEICAO ARANHA 352015 8.95
RUIVALDIR DOS SANTOS FERREIRA 322264 6.85 PNE
SHEILA FARIAS DE CARVALHO 307703 7.06
SUELEN MARIA COSTA MONTEIRO 351645 8.11
VALERIA COELHO MARQUES 316471 7.06
VANJA CLEA RODRIGUES MARQUES 018007 6.64 PNE
CIDADE: SANTAREM
CARGO : PROFESSOR AD4 - EDUCACAO FISICA
NOME INSCRIÇÃO PONTOS
--------------------------------------------- --------- ------
ADRIA DE PAULA SIQUEIRA FERREIRA 011878 7.48
ADRIA IMBIRIBA DA SILVA 011826 7.48
ADRIANE DE ANDRADE COSTA 359309 7.90
ALCINETE ROLIM LIMA 334409 8.11
AMELIA DE LIMA OLIVEIRA BARBOSA 379285 7.06
ARTHUR PETER VINHOTE DE VASCONCELOS 330688 7.27
AUGUSTO CESAR PEDROSO DE SOUSA 301478 7.90
CARLA FILOMENA DA SILVA IMBIRIBA 369307 8.32
CAROLINE MIRANDA DA SILVA 328271 7.90
CASSIA CRISTINA VIEIRA BARROS 018370 7.27
CLEUMARA DA SILVA CASTRO 332463 7.69
DIANA REGO AMAZONAS 316832 8.11
DIEGO SARMENTO DE SOUSA 329493 7.27
DIONISIO BELLE DE FREITAS 315941 8.32
EDILENI CANEIRO DA SILVA 011741 6.85
EDMUNDO SIDNEY OLIVEIRA JATI 320531 8.11
ELAINE DA SILVA ARANHA TAPAJOS 355099 7.27
ELIANA DA SILVA COELHO 321725 6.85
ELIANE COSTA FELIX 355397 8.11
ELIANEY ROBERTA AZEVEDO LAGES 302924 8.11
ELIZETE GARCIA SILVA 018327 7.69
ELTON FIGUEIREDO CARDOSO 018152 7.48
FRANCIELE COLDEBELLA 316875 7.48
FRANCISCO MARCELO PRADO LIMA 390371 8.13
GLAUCIA MARA JESUS DE OLIVEIRA 012053 6.85
GRACIELLY LOPES GONCALVES 368231 6.85
JABERT DINIZ JUNIOR 318603 7.48
JAIRO RICELLY OLIVEIRA SILVA 313014 7.27
JASSON DE MIRANDA SILVA 318048 7.27
JONATHAS LUCIO DAMASCENO DE OLIVEIRA 332537 8.53
JONE LUIZ QUEIROZ DE OLIVEIRA 011787 8.11
JORY PAULINO DE SOUZA 313342 7.69
JOSE DE SOUSA LIMA 306462 7.90
JOSIELY SOARES DE JESUS MACEDO 349259 7.27
JOSUE RIBEIRO DE SOUSA 011834 7.69
KATIA LUCILA BARROSO VIANA 318574 7.06
KEILA SOUSA DE JESUS 340019 7.90
KEYSE SIMONE MOREIRA FERREIRA 363177 7.27
LIA MAIRA DA SILVA DUARTE 335819 7.90
LIDIA CRISTINA DOS SANTOS SILVA 014019 6.85
LUIZ CARLOS RABELO VIEIRA 018390 7.27
MARCILON GUNAR CANTO LEITE 012067 7.27
MARCOS ALEXANDRE E SILVA FIGUEIRA 304211 8.11
MARCOS PAULO ALHO DE SOUSA 341909 7.27
MARCSON LUIZ MOTA BRANCO 018302 7.06
MARIA JAQUELINE GOMES DE ALMEIDA 308010 7.69
MARIA MARLIANE DAMASCENO DE OLIVEIRA 358117 7.90
MARIO SERGIO NUNES SILVEIRA 352857 7.48
MARY ALLINE DE LIMA SOUSA 366295 7.06
MAX ANTONIO DA SILVA PAZ 322420 6.85
MICHELLY LIMA FREITAS 372561 7.48
MILENA MAIA SARAIVA 325425 7.90
PATRICIA REYES DE CAMPOS FERREIRA 329471 7.90
RAIMUNDA ADRIANA MAIA COSTA 317498 8.32
RICARTT LIVELTTE DANTAS DA CUNHA 368807 6.85
RITA MARIA DE FATIMA PELOSO GRASSO 303119 7.06
RITHIA DANIELLE VIDAL DOS SANTOS 367559 7.69
RONIVALDO LAMEIRA DIAS 018124 6.85
SABRINA BATISTA GOMES 313186 7.69
SALETE CIRINO BULEGON 328631 7.48
SILVANIA SILVA DOS SANTOS 011812 7.90
SILVERT LUIZ PINHEIRO GRIGORIO 357439 8.11
CIDADE: SANTAREM
CARGO : PROFESSOR AD4 - FILOSOFIA
NOME INSCRIÇÃO PONTOS
--------------------------------------------- --------- ------
ROSANA PORTUGAL DE FREITAS 377885 6.22
CIDADE: SANTAREM
CARGO : PROFESSOR AD4 - FISICA
NOME INSCRIÇÃO PONTOS
--------------------------------------------- --------- ------
DILCINEY MARCOS GUIMARAES 018047 6.64
GREGORIO BARBOSA CORREA JUNIOR 328869 6.22
CIDADE: SANTAREM
CARGO : PROFESSOR AD4 - GEOGRAFIA
NOME INSCRIÇÃO PONTOS
--------------------------------------------- --------- ------
ACIEL TAVARES RIBEIRO 375743 7.90
ALBANIZIO RABELO DE LIMA 322260 7.90
ALVARO ANTONIO ORTOLAN 382387 6.64
ALZENIRA SOUSA 011722 7.27
ANA CELIA GONDIM LIMA 018086 6.22
ANDRE LUIS AMORIM MARINHO 354451 6.22
CECILIA VASCONCELOS PAIVA 011849 6.43
CIDNEIA SILVA MONTEIRO 018020 6.64
CLAUDIA ALESSANDRA REBELO CINTRA 011911 6.22
CLAUDIA LIMA DO NASCIMENTO 361363 6.01
CLEBIO ARAUJO CARRIAS 324220 8.32
CLEVERTON JONNE COSTA SILVA 018044 6.22
CREUSA PEREIRA DOS REIS 018204 6.22
DENILDA CECILIA DE SA NEVES 012103 7.27
EDUVIGES CRUZ DOS SANTOS 318341 6.01
ELIAS PASCOAL VIEIRA JUNIOR 384031 7.48
ELIZABETH MASCARENHAS DOS SANTOS 374153 8.95
ENIO ALVES CORREIA 349105 7.48
ERIC REIS MARTINS E SILVA 377891 7.90
FLORENILDA ALMEIDA LEMOS 018043 7.27
FRANCISCO DA SILVA SANTOS 304638 6.85
GENI PEREIRA HUPPES 018085 7.06
GEREMIAS SOUZA SANTOS 324189 7.06
GRACIETE MARIA RIBEIRO CORREA 018008 6.01
IONEIDE NORONHA DE JESUS 314251 6.64
JOAƒO VITOR BRANDAƒO ANTUNES 364599 6.85
JOELMA JOANE VIDAL NASCIMENTO 018014 8.53
JORGINETE GARCIA SILVA 390791 7.90
JOSILENE FIGUEIRA DE SOUSA 011869 7.48
JULIA ENA LEMOS FERREIRA 385977 6.43
LIGIA DOS SANTOS VIEIRA COUTINHO 324625 6.43
LUCENILDO SANTOS DA SILVA 018140 6.01
LUCIVALDO BRANCHES DE SOUSA 018173 6.22
MARCELO DOS SANTOS XAVIER 011989 6.85
MARIA ASSUNTA COLARES ROCHA 018315 6.64
MARIA AURINETE CARVALHO DA SILVA 011702 6.64
MARIA BERNADETE COSTA CRUZ 014665 6.01
MARICESAR PEIXOTO DE ALMEIDA 012163 6.02
MARINETE DOS REIS MAIA 361277 6.85
MOACIR HENRIQUE LIMA 393729 7.69
MONICA LUZ COSTA MANGUE 373157 8.32
NATANAEL DO NASCIMENTO ROCHA 381009 6.43
NIVIA BERNA DA SILVEIRA CORREA 321964 8.74
ODINEI DA SILVA 326782 7.06
OZIEL SOUZA DA ROSA 011817 6.43
RAIMUNDA CHAVES ALVES 329863 7.69
RAIMUNDA MARGARETE TEIXEIRA MUNIZ 012082 8.32
RAIMUNDO JOCELIO FERNANDES NASCIMENTO 018034 7.06
RENATO FREITAS MARTINS 311217 8.74
RISONETE DA COSTA GADELHA 011775 7.06
RODRIGO ULYSSES 332117 6.01
RONEI OLIVEIRA DE MORAES 349341 6.43
RUBENILTON BATISTA RODRIGUES 018032 7.27
SALOMAO SOUSA ALENCAR 319802 8.53
SERGIO RICARDO ARAUJO NOBRE 018409 8.11
VALDECY DA SILVA SANTOS 431653 6.22
CIDADE: SANTAREM
CARGO : PROFESSOR AD4 - HISTORIA
NOME INSCRIÇÃO PONTOS
--------------------------------------------- --------- ------
ALDALICE BENICIO REGO 311405 6.22
ALENILSON ANTONIO MOTA RIBEIRO 706215 8.32
ALLINE MENDES DOS SANTOS 339595 6.43
ALTEMAR SANTOS VIDAL 012070 6.22
ANA FLAVIA MOURA PEREIRA 343131 6.85
ANA PAULA PANTOJA BENTES 352117 6.64
ANTONIO VALDEMARI RODRIGUES MORAIS 323446 7.90
AULIZANDRA DOS SANTOS CORREA 373889 6.01
CATIA MARIA MEDEIROS DOS SANTOS 334043 6.01
CICERA DAMIANA PEREIRA SILVA 373051 7.06
CLAUDE ANNE SILVEIRA DINIZ 012145 6.01 PNE
CLAUDIA LAURIDO FIGUEIRA 314463 7.69
DARLENE MARIA GOMES DE OLIVEIRA 012003 6.85
EDINELZA OLIVEIRA DE FREITAS 011774 6.43
ELAINE MILANI 322456 6.22
ELBANEI SILVA DE FREITAS 018238 6.64
ELISEU LEVI XAVIER DE FREITAS 368699 7.69
EMILIA DE SOUSA LIMA 306474 6.43
ERWIN UCHOA DA SILVA 014058 7.28
FABIO DOUGLAS CASTELO DE SANTANA 337533 6.01
FRANCELSON MARTINS DO CARMO 348981 6.85
INGRID SOUZA LIMA 011307 6.22
IRAMAR SILVA DO NASCIMENTO 329092 6.22
ISAAC RODRIGUES DIAS 366459 6.43
IVANILCE SILVA DOS SANTOS 314733 8.11
JECINALDA TRINDADE DA SILVA 012196 6.43
JOAO BATISTA DA SILVA 348919 6.01
JOELMA CRISTINA PEREIRA DOS SANTOS * 018438 7.48
JOHN HENRY DE OLIVEIRA VALE 342593 7.48
JOSUE DE SOUZA FEIJA£O 328732 6.43
LEONARDO LEITE DE ANDRADE 365817 6.64
LUCINEIA DEINA 012122 6.01
MARCELO MARCOS DE ARAUJO 315313 6.43
MARCELO RAMOS DE SOUSA 303068 6.22
MARCO AURELIO ALBARADO AMARAL 012371 6.01
MARCONE MARTINS DA SILVA 345439 8.32
MARIA DAS DORES ROCHA SILVA 011857 6.43
MARIA DO SOCORRO LIBERAL REGO 018059 6.01
MARIA IVANEIDE DA SILVA LIMA 018197 6.01
MARIA LUCIMAR GOMES DA ROCHA 011795 7.06
MARIA VALDIRA SILVA OLIVEIRA 316839 6.43
MARINA HOMOBONO NOBRE 328218 6.22
MARINALVA SOUSA PIMENTEL 018268 6.43
MARLON CARVALHO MOURA 011972 6.64
MESSIAS NUNES MOURA 321332 6.22
MIGUEL ANGELO SANTOS ORRICO 308152 7.27
MIRELLY MADEIRA DE CARVALLHO 305204 6.22
NAZARE MARIA CORREA CRUZ 012049 6.22
ODILON JERTER RESENDE DE ALMEIDA SILVA 017132 6.43 PNE
ONESTALDO DO CARMO BENTES DA COSTA JUNIOR 312002 7.27
OSVALDO PORTO DE ARAUJO 369747 8.11
PATRICIA SORAYA DOS SANTOS NAVEGANTE 325936 6.43
RAIMUNDO BATISTA FILHO 308734 6.43
RAIMUNDO EDSON DE MORAIS MACAMBIRA 317526 7.06
RAIMUNDO ILTOMAR REIS SILVA 350271 7.27
ROBERVANIO ALVES DA SILVA 311568 7.06
ROGELIO SANTOS DE BRITO 306138 6.85
ROGERIO APARECIDO BERALDO 300579 8.95
ROSEMARY TEIXEIRA DA SILVA 018274 6.43
ROSILENE BARBOSA RIBEIRO 324495 7.06
SAMARA ALENCAR DE SOUSA 373511 6.85
SANDRA MOURA DA SILVA 386183 6.43
SELMA PIRES DE SOUZA 320261 6.22
SERGIO MURILO GABRIEL DE OLIVEIRA 322887 7.27
SILVANA DOS SANTOS COSTA 018404 6.01
SOLANGE ALVES DE SOUZA 361195 6.22
SOLANGE PACHECO GUIMARAES 301188 6.01
SORAIA GABRIEL DA SILVA 365441 6.22
SUZANE DA CONCEICAO BATISTA DE SOUSA 011963 6.22
VAGNER LUIZ REIS DOS SANTOS 368317 6.64
VALDENIRA SILVA DE MELO 012019 7.27
VALDERLANE CRISTINA DA MOTA LOBATO 352963 6.64
WAGNER SANTOS ARAUJO 332429 6.01
WALTER FERREIRA DOS SANTOS 369887 7.90
WANDERSON FARIAS FORTES 386199 6.43
WELCIA MARA GOMES LEAL 012140 7.06
CIDADE: SANTAREM
CARGO : PROFESSOR AD4 - INGLES
NOME INSCRIÇÃO PONTOS
--------------------------------------------- --------- ------
ALESSANDRA BUCHHOLZ 018353 7.06
AMARO THEODORO DAMASCENO NETO 316603 7.69
EVALDO TEIXEIRA FIGUEIRA 375289 6.22
EVERALDO GOMES DOS SANTOS 339049 6.64
ILMA MARIA DO NASCIMENTO FERREIRA 012062 6.01
JANICE LEAO DE ARAUJO 018130 6.64
JOAO RENATO AIRES DE MENDONCA 350009 8.53
JOSE LUIS FIGUEIRA LAURIDO 319112 8.53
LAUDENILSON DA SILVA SOUSA 350555 7.06
LINDEMBERG DOS SANTOS SILVA 011821 6.22
MANUEL BENJAMIN MONTEIRO LIBERAL SOUSA 011930 8.32
MARCOS FRANCISCO SERAFIM DE SOUZA 320825 7.90
MARIA ALMIRA DA CUNHA MCGRATH 379017 7.90
PAULO AUGUSTO COUTO NEGRAO 018300 6.22
RAIMUNDO DA SILVA MENEZES 369119 6.01
SIDNEI DE ALMEIDA 372397 6.85
SILVIA CRISTINA BARROS DE SOUZA 367797 8.95
WASHINGTON LUIS MAIA COSTA 301856 8.95
CIDADE: SANTAREM
CARGO : PROFESSOR AD4 - MATEMATICA
NOME INSCRIÇÃO PONTOS
--------------------------------------------- --------- ------
AGNESIO SOUSA FERREIRA 310184 6.64
ALDARLENE DE ALMEIDA TEIXEIRA 012712 7.27
ALDO SOUSA CAMPOS 011906 6.85
ALEX PEREIRA DA SILVA 011902 8.32
ANDREA DE SOUSA VASCONCELOS 302804 6.85
ANDREI ALAN SILVA BORGES 310136 7.71
ANTONIO WALLACE SARAIVA LEITE 331589 6.85
ARDSON FERREIRA PEREIRA 394023 7.48
ARLISON SOUSA GALVAO 306772 6.85
AROLDO EDUARDO ATHIAS RODRIGUES 306562 9.79
ASTESIO SOUSA DE ALMEIDA JUNIOR 018052 6.64
BALTAZAR LOPES PAES 362525 6.01
BARBARA BATISTA PEREIRA 318814 6.23
BIBIANE GHIOTTI MARCHIORO 305276 7.48
CARLOS ALBERTO BACELAR DE OLIVEIRA JUNIOR 346405 7.48
CARLOS ANTONIO PEREIRA NASCIMENTO 367607 7.69
CLEMERSON MENEZES ROCHA 012115 6.85
DANNY JOSE CARDOSO SILVA 011880 6.22
DARLISSON SILVA DE CARVALHO 310691 6.86
ELISEU DA ROCHA MARINHO FILHO 322502 8.32
ELZA NASCIMENTO SILVA DE AGUIAR 311006 6.22
EVERTON LOPES DE SOUZA 351455 6.85
FABIO SOARES DE VASCONCELOS 304083 7.69
FABRICIO VASCONCELOS BARBOSA 011983 7.48
FRANCISCO SOLANO LOPES MENDONCA 310042 7.48
FRANK RIBEIRO DOS SANTOS 012176 6.22
GERLIANDRESON MANCHESTER MONTE NOGUEIRA 332411 6.01
GILMAR CARDOSO DE NORONHA 307466 9.16
GILSON SILVA OLIVEIRA 306106 6.22 PNE
HELLITON MAIA SOUSA 329184 8.32
HERBERT JUNIO REBELO REGO 018111 6.43
ISAAC DO NASCIMENTO SILVA 018306 6.01
JACKSON OLIVEIRA DA SILVA 011747 6.22
JADSON DAVID OLIVEIRA DA SILVA 331694 7.50
JAQUELINE PORTELA DE AGUIAR 321726 7.48
JERONIMO ROSALVO TRINDADE DA SILVA 018288 6.85
JOELSON MAGNO DIAS 357847 7.90
JONNES SANTOS FARIAS PEDROSO 328331 6.43
JOSE ROBERTO DA SILVA MARTINS 310999 7.48
JULIANA DA PONTE SANTOS 313319 7.90
LEUZIANE MOREIRA ROBERTO 011868 6.85
LUCAS FRANCISCO DE MEIRELES NETO 303116 6.01
MANOEL REILDO CERDEIRA DOS SANTOS 323422 6.01
MARCICLEIA VIEIRA CORREA 311926 6.85
MARCIO RODRIGO RIKER MADURO 326861 8.32
MARCOS PATRICK SOUZA SILVA 325991 8.11
MARIO JUNIOR COSTA DA SILVA 301633 6.43
MARISA EUSTAQUIO UCHOA 014126 6.01
MAURO LUIZ LOBATO DE VASCONCELOS 018189 6.22
MIGUEL ANGELO MORAES DE SOUSA 315002 8.95
NARA ROBERTA DE PADUA ANDRADE 338529 6.64
NARACY MARIA DE SOUZA PEREIRA 012110 6.85
NEYLANE LOBATO DOS SANTOS 018017 7.31
ORIVAN JOSE DE MATOS CAMPOS JUNIOR 337557 7.48
OTAVIO OLIVEIRA DE FREITAS 325651 6.85
PAULO MARCELO PEDROSO PEREIRA 314882 7.06
PERICLES UCHOA NETO 011867 6.22
RENATA REPOLHO DO SANTOS 357669 6.01
RICARDO JOSE DE ALMEIDA QUEIROZ 361211 6.64
ROGERIO VAZ DE AGUIAR 311000 7.06
RONDENELES CONCEICAO COELHO PICANCO 018287 6.85
RONIEL DE LIMA BRELAZ 012713 7.27
ROSIANY MARLA RIKER MADURO 301698 7.27
RUDINEI ALVES DOS SANTOS 309402 8.11
SAMUEL MARINHO NINA 318831 7.90
SIDCLEY MOTA MARINHO 018270 8.53
TANIA MARA PIMENTEL GOMES DE LIMA 018536 6.85
TATIANE SOUZA CANTO 018407 6.43
TONI ALDENIS FERREIRA SILVA 302864 8.32
UBIRAELSON DE LIMA RUELA 326408 8.53
UMBELINO SA FIGUEIREDO 018314 7.06
VALDINEIA DA SILVA CARVALHO 311862 6.64
VANESSA PIRES SANTOS 326872 8.53
WALDENILSON ARAUJO PESSOA 313974 7.06
WANDERSON AUGUSTO OLIVEIRA DE ALMEIDA 303534 6.43
WELTON NOGUEIRA DA SILVA 368837 6.64
CIDADE: SANTAREM
CARGO : PROFESSOR AD4 - PORTUGUES
NOME INSCRIÇÃO PONTOS
--------------------------------------------- --------- ------
ADRIA CRISTINA GOES DA SILVA 345745 8.95
ADRIANA CRISTINA LOPES REGO 361421 9.18
ADRIELEN SA BATISTA 377967 8.53
ANA CRISTINA DA ROCHA CARVALHO 310684 8.95
ANA CRISTINA DE MORAES KIMURA 310773 8.53
ANA ILZA MOREIRA DA SILVA 011947 9.37
ANA MARIA CARVALHO DOS SANTOS 011731 8.95
ANDREA DA SILVA CALDEIRA 354707 8.32
ANDREIA SOUSA DUARTE 389575 8.95
ANTONIA GILCIVANIA SOUSA SIQUEIRA 012123 8.53
ARIELA SORAYA DO NASCIMENTO SIQUEIRA 012034 8.53
BETIA CAMPOS RODRIGUES 018392 9.16
CARMEM RAMOS PEREIRA 316578 8.95
CLAUDIA DANIELA CAMPOS ROCHA 376911 8.53
CRISTIANE REIS DOS SANTOS 334573 8.32 PNE
CYNTHIA ALMEIDA DE SOUZA 324218 8.32
DANIELA LOBATO 018211 8.32
DETIMAR PEREIRA DE LIMA 327453 8.32
DIAN KELLY DO NASCIMENTO MOTA 315211 9.37
EDIVANE DE JESUS ROCHA QUEIROZ 350759 8.32
ELISANIA CARVALHO DUARTE 313020 8.53
ELIZANGELA MARIA CARDOSO GUIMARAƒES 303144 8.53
EMANUEL GUIMARAES DOS SANTOS 383039 8.74
EMILIANA BERNARDO DE SOUSA 320680 8.95
ERNI SILVANA CALSON 014823 8.53
EUCINEI JANETE COSTA COELHO DOS SANTOS 346805 8.32
EZEQUIEL DIAS CASTRO 316739 8.74
FAGNER LINHARES FREIRE 388819 8.53
FRANCISCA MARCIA LIMA DE SOUSA 018229 8.74
FRANCISCO CESAR SOUSA REGO 387821 8.53
GISELE DA SILVA LOPES 351379 8.32
HIVERTON FRANCK SOUSA DE AQUINO 318717 8.95
JOELMA SA FIGUEIREDO 011969 8.74
JOSE GECINEY SILVA FEITOSA 305700 8.53
JOSILENE DOS SANTOS CARVALHO 309162 8.32
KATIANE DE AGUIAR ROCHA 308235 8.74
LUCENILZA LUANA SILVA BATISTA 328686 8.53
LUCIVANIA PEREIRA DE CARVALHO 372857 9.58
MANOEL MARIVALDO DOS SANTOS SOUSA 011777 8.74
MARIA DA CONCEICAO NASCIMENTO DA COSTA 011987 9.16
MARIA INES MARTINS DE MELO 311167 8.74
MARIA IVANI DE PINHO DOURADO 322450 8.32
MARILEY SIMONE CORREA TAVARES 012022 8.74
MARLY ANGELINA GALUCIO MACIEL 358001 8.95
MICHELINE DA SILVA BASTOS 012016 8.55
MICHELLE DA SILVA VALENTIM 012040 8.74
NAIRA AUGUSTA PEDROSO DE SOUSA 304249 8.74
NARA CLAUDIA ALVOREDO DA CRUZ 011990 8.95
NUBIA DOS SANTOS OLIVEIRA 343093 8.32
OSEIAS SOUSA DA SILVA 342333 9.37
PAULIANE MARQUES DOS SANTOS 312934 9.37
PAULO SERGIO MONTEIRO LIBERAL SOUSA 304411 8.32
RAIMUNDO HEMENEGILDO GARCIA JUNIOR 358319 8.53
RAIMUNDO SOLANO LIRA PEREIRA 316819 8.95
REGINA LUCIA DE OLIVEIRA MELO 018147 8.32
RENATA GUIMARAES CABRAL 012048 8.32
ROSA LUCIANA PEREIRA RODRIGUES 352191 8.74
ROSA MARIA SIQUEIRA DE CARVALHO 006035 8.32
ROSICLEIA PEREIRA DE SOUSA 381347 8.32
SAMELA RAMOS DA SILVA 308322 8.74
SAMIRA SOUSA DE OLIVEIRA 014088 8.53
SEBASTIAO SOUSA DA COSTA 314319 8.53
SELMA GUALBERTO SERRA 339711 8.74
SERGIO AUGUSTO SANTOS DE PALMA 345883 8.74
SILVIO FELIX GOMES FONSECA 307158 9.79
SIMONE ADELAIDE MARMITT EICH 341263 8.32
TATIANA SAVINO LOPES 349567 8.95
VANDA LIDIA REIS DOS SANTOS 012692 8.32
VANIA LEILA REIS DOS SANTOS 012691 8.53
VIVIANY TAGID DOURADO FROTA 018076 8.54
ZANEIDE SOARES CANTUARIA 325498 8.32
CIDADE: SANTAREM
CARGO : PROFESSOR AD4 - QUIMICA
NOME INSCRIÇÃO PONTOS
--------------------------------------------- --------- ------
ARLISSON DE JESUS ROCHA 018289 6.43
ELAINE CRISTINA DA SILVA PEREIRA 012174 6.43
MARCOS ANDRE DA CRUZ COTA 018491 7.06
RAIMUNDO DIRCEU DE PAULA FERREIRA 311641 7.06
CIDADE: SANTAREM
CARGO : PROFESSOR AD4 - SOCIOLOGIA
NOME INSCRIÇÃO PONTOS
--------------------------------------------- --------- ------
ANTONIO JOSE MOTA BENTES 348959 6.43
CLAUDIO DE JESUS DA SILVA OLIVEIRA 310248 6.01
CRISTINA DA SILVA SOSNISKI 330258 7.31
FABRICIO DIAS DA ROCHA 310567 6.25
GILNEIANE DE CANTUARIO CASTRO 011898 7.27
GLEZ RODRIGUES FREITAS 331074 8.11
HAROLDO ALESSANDRO SIQUEIRA E SOUSA 315004 6.43
ISAAC CAETANO PINTO 358771 6.85
LEINA CRISTIANE SANTOS SARDINHA 018252 6.64
NIVEA PATRICIA GOMES DE ARAUJO 012128 6.85
RAQUEL ARAUJO AMARAL 310900 6.85
SILVANA GALVAO DOS SANTOS 332579 6.43
VALDELICE AZEVEDO MARQUES 393935 6.64
WANDER BARBOSA DE ANDRADE 367243 6.85
CIDADE: SANTAREM
CARGO : PROFESSOR AD4 - ARTES
NOME INSCRIÇÃO PONTOS
--------------------------------------------- --------- ------
ADRIANA SANTANA DE CARVALHO 012112 6.22
ADSOM WENDER DE JESUS SOUSA 366319 7.06
DANIELE DE OLIVEIRA TORRES 325050 7.06
DEMERSON PAULO DOS SANTOS MENDES 306291 6.43
GERIDI HENRIQUES REBELO 390985 6.43
JOSE ELAILSON COSTA SILVA 011841 6.01
LEONICE MARIA BENTES NINA 332203 6.22
LUCIANA SOUSA DOS SANTOS 012137 6.43
MARCELO DE LIMA LOPES 341579 6.43
MATEUS BARBOSA DA SILVA 367541 6.01
OTAVIO ALBERTO NOGUEIRA FERREIRA 332371 6.22
RAPHAEL SOTERO PEDROSO ABREU 306450 6.22
RODINEI BENTES DA SILVA 322394 6.85
RONICLEI BATISTA VIEIRA 312880 6.01
SARA LENY LISBOA MOURA 311656 6.85
CIDADE: SANTAREM
CARGO : PROFESSOR AD4 - BIOLOGIA
NOME INSCRIÇÃO PONTOS
--------------------------------------------- --------- ------
ADENILSON NOGUEIRA CARVALHO 311346 7.69
ADRIA PAULA LAVOR LOPES 012339 7.48
ADRIA GISELE COUTO BASTOS 332505 7.06
ALBINO LUCIANO PORTELA DE SOUSA 012084 8.32
ANA MARIA OLIVEIRA DE SOUSA 307556 8.53
ANDREA NUNES FIGUEIRA 018045 7.69
ANTONIO ANDRE DA SILVA JUNIOR 366109 7.06
ARACELY LIBERAL LOPES 321914 7.48
BRUNO JOSE FERREIRA DA SILVA 318353 7.27
CARLOS ANDRE FERREIRA SILVA 304055 7.06
CACERO LUCINALDO SOARES DE OLIVEIRA COSTA 326281 8.95
CELSEANE LIRA PANTOJA 358889 8.11
DANIELLI PINHEIRO DE ARAUJO VIDAL 390663 7.90
DENIVAL SILVA CORREA 394027 8.11
DIEGO FERREIRA MARQUES 319003 7.27
DIEGO RAMOS PIMENTEL 320266 7.90
EDER CLAY ARAUJO DE SOUSA 018212 7.69
EDUARDO SHALAKO DUARUE DA PAZ 012061 7.48
ELISSANDRO FONSECA DOS BANHOS 012033 8.74
ERNESTO LUIZ CRESPO RIBEIRO 018331 7.48
FABIO SARMENTO DE SOUSA 324858 7.48
GILSON ANDREY SIQUEIRA PINTO 316453 7.06
HERIBERTO FIGUEIRA DA SILVA FILHO 322208 7.27
IRENE CIBELLE GONÇALVES SAMPAIO 328232 7.69
IRISMAR DAS CHAGAS SANTOS 304012 8.32
JONAS DA PAZ AGUIAR 306382 7.90
JOSUE SENA BEZERRA 018292 7.27
LICA OKUBO 309299 8.74
LORENA LOUREIRO COELHO 323083 7.06
MARALISE COSTA DE VASCONCELOS 011948 7.06
MARIA ALDENORA LIMA SILVA 318039 7.27
MARIA CRISTIANE TRINDADE ROCHA 312123 7.06
MARIA NAZARE NASCIMENTO LEAL 308684 7.90
NATALIA GUIMARAES DE LIMA 012097 7.27
NAZILDA DO CARMO PEREIRA MARTINS 302817 7.90
PAMELLA SUELY SANTOS SANTA ROSA 334929 7.48
RACHEL ULLMANN LEITE 365569 9.37
RENATA SILVA DOS SANTOS 331790 7.06
RUBIA CONCEICAO ARANHA 352015 8.95
RUIVALDIR DOS SANTOS FERREIRA 322264 6.85 PNE
SHEILA FARIAS DE CARVALHO 307703 7.06
SUELEN MARIA COSTA MONTEIRO 351645 8.11
VALERIA COELHO MARQUES 316471 7.06
VANJA CLEA RODRIGUES MARQUES 018007 6.64 PNE
CIDADE: SANTAREM
CARGO : PROFESSOR AD4 - EDUCACAO FISICA
NOME INSCRIÇÃO PONTOS
--------------------------------------------- --------- ------
ADRIA DE PAULA SIQUEIRA FERREIRA 011878 7.48
ADRIA IMBIRIBA DA SILVA 011826 7.48
ADRIANE DE ANDRADE COSTA 359309 7.90
ALCINETE ROLIM LIMA 334409 8.11
AMELIA DE LIMA OLIVEIRA BARBOSA 379285 7.06
ARTHUR PETER VINHOTE DE VASCONCELOS 330688 7.27
AUGUSTO CESAR PEDROSO DE SOUSA 301478 7.90
CARLA FILOMENA DA SILVA IMBIRIBA 369307 8.32
CAROLINE MIRANDA DA SILVA 328271 7.90
CASSIA CRISTINA VIEIRA BARROS 018370 7.27
CLEUMARA DA SILVA CASTRO 332463 7.69
DIANA REGO AMAZONAS 316832 8.11
DIEGO SARMENTO DE SOUSA 329493 7.27
DIONISIO BELLE DE FREITAS 315941 8.32
EDILENI CANEIRO DA SILVA 011741 6.85
EDMUNDO SIDNEY OLIVEIRA JATI 320531 8.11
ELAINE DA SILVA ARANHA TAPAJOS 355099 7.27
ELIANA DA SILVA COELHO 321725 6.85
ELIANE COSTA FELIX 355397 8.11
ELIANEY ROBERTA AZEVEDO LAGES 302924 8.11
ELIZETE GARCIA SILVA 018327 7.69
ELTON FIGUEIREDO CARDOSO 018152 7.48
FRANCIELE COLDEBELLA 316875 7.48
FRANCISCO MARCELO PRADO LIMA 390371 8.13
GLAUCIA MARA JESUS DE OLIVEIRA 012053 6.85
GRACIELLY LOPES GONCALVES 368231 6.85
JABERT DINIZ JUNIOR 318603 7.48
JAIRO RICELLY OLIVEIRA SILVA 313014 7.27
JASSON DE MIRANDA SILVA 318048 7.27
JONATHAS LUCIO DAMASCENO DE OLIVEIRA 332537 8.53
JONE LUIZ QUEIROZ DE OLIVEIRA 011787 8.11
JORY PAULINO DE SOUZA 313342 7.69
JOSE DE SOUSA LIMA 306462 7.90
JOSIELY SOARES DE JESUS MACEDO 349259 7.27
JOSUE RIBEIRO DE SOUSA 011834 7.69
KATIA LUCILA BARROSO VIANA 318574 7.06
KEILA SOUSA DE JESUS 340019 7.90
KEYSE SIMONE MOREIRA FERREIRA 363177 7.27
LIA MAIRA DA SILVA DUARTE 335819 7.90
LIDIA CRISTINA DOS SANTOS SILVA 014019 6.85
LUIZ CARLOS RABELO VIEIRA 018390 7.27
MARCILON GUNAR CANTO LEITE 012067 7.27
MARCOS ALEXANDRE E SILVA FIGUEIRA 304211 8.11
MARCOS PAULO ALHO DE SOUSA 341909 7.27
MARCSON LUIZ MOTA BRANCO 018302 7.06
MARIA JAQUELINE GOMES DE ALMEIDA 308010 7.69
MARIA MARLIANE DAMASCENO DE OLIVEIRA 358117 7.90
MARIO SERGIO NUNES SILVEIRA 352857 7.48
MARY ALLINE DE LIMA SOUSA 366295 7.06
MAX ANTONIO DA SILVA PAZ 322420 6.85
MICHELLY LIMA FREITAS 372561 7.48
MILENA MAIA SARAIVA 325425 7.90
PATRICIA REYES DE CAMPOS FERREIRA 329471 7.90
RAIMUNDA ADRIANA MAIA COSTA 317498 8.32
RICARTT LIVELTTE DANTAS DA CUNHA 368807 6.85
RITA MARIA DE FATIMA PELOSO GRASSO 303119 7.06
RITHIA DANIELLE VIDAL DOS SANTOS 367559 7.69
RONIVALDO LAMEIRA DIAS 018124 6.85
SABRINA BATISTA GOMES 313186 7.69
SALETE CIRINO BULEGON 328631 7.48
SILVANIA SILVA DOS SANTOS 011812 7.90
SILVERT LUIZ PINHEIRO GRIGORIO 357439 8.11
CIDADE: SANTAREM
CARGO : PROFESSOR AD4 - FILOSOFIA
NOME INSCRIÇÃO PONTOS
--------------------------------------------- --------- ------
ROSANA PORTUGAL DE FREITAS 377885 6.22
CIDADE: SANTAREM
CARGO : PROFESSOR AD4 - FISICA
NOME INSCRIÇÃO PONTOS
--------------------------------------------- --------- ------
DILCINEY MARCOS GUIMARAES 018047 6.64
GREGORIO BARBOSA CORREA JUNIOR 328869 6.22
CIDADE: SANTAREM
CARGO : PROFESSOR AD4 - GEOGRAFIA
NOME INSCRIÇÃO PONTOS
--------------------------------------------- --------- ------
ACIEL TAVARES RIBEIRO 375743 7.90
ALBANIZIO RABELO DE LIMA 322260 7.90
ALVARO ANTONIO ORTOLAN 382387 6.64
ALZENIRA SOUSA 011722 7.27
ANA CELIA GONDIM LIMA 018086 6.22
ANDRE LUIS AMORIM MARINHO 354451 6.22
CECILIA VASCONCELOS PAIVA 011849 6.43
CIDNEIA SILVA MONTEIRO 018020 6.64
CLAUDIA ALESSANDRA REBELO CINTRA 011911 6.22
CLAUDIA LIMA DO NASCIMENTO 361363 6.01
CLEBIO ARAUJO CARRIAS 324220 8.32
CLEVERTON JONNE COSTA SILVA 018044 6.22
CREUSA PEREIRA DOS REIS 018204 6.22
DENILDA CECILIA DE SA NEVES 012103 7.27
EDUVIGES CRUZ DOS SANTOS 318341 6.01
ELIAS PASCOAL VIEIRA JUNIOR 384031 7.48
ELIZABETH MASCARENHAS DOS SANTOS 374153 8.95
ENIO ALVES CORREIA 349105 7.48
ERIC REIS MARTINS E SILVA 377891 7.90
FLORENILDA ALMEIDA LEMOS 018043 7.27
FRANCISCO DA SILVA SANTOS 304638 6.85
GENI PEREIRA HUPPES 018085 7.06
GEREMIAS SOUZA SANTOS 324189 7.06
GRACIETE MARIA RIBEIRO CORREA 018008 6.01
IONEIDE NORONHA DE JESUS 314251 6.64
JOAƒO VITOR BRANDAƒO ANTUNES 364599 6.85
JOELMA JOANE VIDAL NASCIMENTO 018014 8.53
JORGINETE GARCIA SILVA 390791 7.90
JOSILENE FIGUEIRA DE SOUSA 011869 7.48
JULIA ENA LEMOS FERREIRA 385977 6.43
LIGIA DOS SANTOS VIEIRA COUTINHO 324625 6.43
LUCENILDO SANTOS DA SILVA 018140 6.01
LUCIVALDO BRANCHES DE SOUSA 018173 6.22
MARCELO DOS SANTOS XAVIER 011989 6.85
MARIA ASSUNTA COLARES ROCHA 018315 6.64
MARIA AURINETE CARVALHO DA SILVA 011702 6.64
MARIA BERNADETE COSTA CRUZ 014665 6.01
MARICESAR PEIXOTO DE ALMEIDA 012163 6.02
MARINETE DOS REIS MAIA 361277 6.85
MOACIR HENRIQUE LIMA 393729 7.69
MONICA LUZ COSTA MANGUE 373157 8.32
NATANAEL DO NASCIMENTO ROCHA 381009 6.43
NIVIA BERNA DA SILVEIRA CORREA 321964 8.74
ODINEI DA SILVA 326782 7.06
OZIEL SOUZA DA ROSA 011817 6.43
RAIMUNDA CHAVES ALVES 329863 7.69
RAIMUNDA MARGARETE TEIXEIRA MUNIZ 012082 8.32
RAIMUNDO JOCELIO FERNANDES NASCIMENTO 018034 7.06
RENATO FREITAS MARTINS 311217 8.74
RISONETE DA COSTA GADELHA 011775 7.06
RODRIGO ULYSSES 332117 6.01
RONEI OLIVEIRA DE MORAES 349341 6.43
RUBENILTON BATISTA RODRIGUES 018032 7.27
SALOMAO SOUSA ALENCAR 319802 8.53
SERGIO RICARDO ARAUJO NOBRE 018409 8.11
VALDECY DA SILVA SANTOS 431653 6.22
CIDADE: SANTAREM
CARGO : PROFESSOR AD4 - HISTORIA
NOME INSCRIÇÃO PONTOS
--------------------------------------------- --------- ------
ALDALICE BENICIO REGO 311405 6.22
ALENILSON ANTONIO MOTA RIBEIRO 706215 8.32
ALLINE MENDES DOS SANTOS 339595 6.43
ALTEMAR SANTOS VIDAL 012070 6.22
ANA FLAVIA MOURA PEREIRA 343131 6.85
ANA PAULA PANTOJA BENTES 352117 6.64
ANTONIO VALDEMARI RODRIGUES MORAIS 323446 7.90
AULIZANDRA DOS SANTOS CORREA 373889 6.01
CATIA MARIA MEDEIROS DOS SANTOS 334043 6.01
CICERA DAMIANA PEREIRA SILVA 373051 7.06
CLAUDE ANNE SILVEIRA DINIZ 012145 6.01 PNE
CLAUDIA LAURIDO FIGUEIRA 314463 7.69
DARLENE MARIA GOMES DE OLIVEIRA 012003 6.85
EDINELZA OLIVEIRA DE FREITAS 011774 6.43
ELAINE MILANI 322456 6.22
ELBANEI SILVA DE FREITAS 018238 6.64
ELISEU LEVI XAVIER DE FREITAS 368699 7.69
EMILIA DE SOUSA LIMA 306474 6.43
ERWIN UCHOA DA SILVA 014058 7.28
FABIO DOUGLAS CASTELO DE SANTANA 337533 6.01
FRANCELSON MARTINS DO CARMO 348981 6.85
INGRID SOUZA LIMA 011307 6.22
IRAMAR SILVA DO NASCIMENTO 329092 6.22
ISAAC RODRIGUES DIAS 366459 6.43
IVANILCE SILVA DOS SANTOS 314733 8.11
JECINALDA TRINDADE DA SILVA 012196 6.43
JOAO BATISTA DA SILVA 348919 6.01
JOELMA CRISTINA PEREIRA DOS SANTOS * 018438 7.48
JOHN HENRY DE OLIVEIRA VALE 342593 7.48
JOSUE DE SOUZA FEIJA£O 328732 6.43
LEONARDO LEITE DE ANDRADE 365817 6.64
LUCINEIA DEINA 012122 6.01
MARCELO MARCOS DE ARAUJO 315313 6.43
MARCELO RAMOS DE SOUSA 303068 6.22
MARCO AURELIO ALBARADO AMARAL 012371 6.01
MARCONE MARTINS DA SILVA 345439 8.32
MARIA DAS DORES ROCHA SILVA 011857 6.43
MARIA DO SOCORRO LIBERAL REGO 018059 6.01
MARIA IVANEIDE DA SILVA LIMA 018197 6.01
MARIA LUCIMAR GOMES DA ROCHA 011795 7.06
MARIA VALDIRA SILVA OLIVEIRA 316839 6.43
MARINA HOMOBONO NOBRE 328218 6.22
MARINALVA SOUSA PIMENTEL 018268 6.43
MARLON CARVALHO MOURA 011972 6.64
MESSIAS NUNES MOURA 321332 6.22
MIGUEL ANGELO SANTOS ORRICO 308152 7.27
MIRELLY MADEIRA DE CARVALLHO 305204 6.22
NAZARE MARIA CORREA CRUZ 012049 6.22
ODILON JERTER RESENDE DE ALMEIDA SILVA 017132 6.43 PNE
ONESTALDO DO CARMO BENTES DA COSTA JUNIOR 312002 7.27
OSVALDO PORTO DE ARAUJO 369747 8.11
PATRICIA SORAYA DOS SANTOS NAVEGANTE 325936 6.43
RAIMUNDO BATISTA FILHO 308734 6.43
RAIMUNDO EDSON DE MORAIS MACAMBIRA 317526 7.06
RAIMUNDO ILTOMAR REIS SILVA 350271 7.27
ROBERVANIO ALVES DA SILVA 311568 7.06
ROGELIO SANTOS DE BRITO 306138 6.85
ROGERIO APARECIDO BERALDO 300579 8.95
ROSEMARY TEIXEIRA DA SILVA 018274 6.43
ROSILENE BARBOSA RIBEIRO 324495 7.06
SAMARA ALENCAR DE SOUSA 373511 6.85
SANDRA MOURA DA SILVA 386183 6.43
SELMA PIRES DE SOUZA 320261 6.22
SERGIO MURILO GABRIEL DE OLIVEIRA 322887 7.27
SILVANA DOS SANTOS COSTA 018404 6.01
SOLANGE ALVES DE SOUZA 361195 6.22
SOLANGE PACHECO GUIMARAES 301188 6.01
SORAIA GABRIEL DA SILVA 365441 6.22
SUZANE DA CONCEICAO BATISTA DE SOUSA 011963 6.22
VAGNER LUIZ REIS DOS SANTOS 368317 6.64
VALDENIRA SILVA DE MELO 012019 7.27
VALDERLANE CRISTINA DA MOTA LOBATO 352963 6.64
WAGNER SANTOS ARAUJO 332429 6.01
WALTER FERREIRA DOS SANTOS 369887 7.90
WANDERSON FARIAS FORTES 386199 6.43
WELCIA MARA GOMES LEAL 012140 7.06
CIDADE: SANTAREM
CARGO : PROFESSOR AD4 - INGLES
NOME INSCRIÇÃO PONTOS
--------------------------------------------- --------- ------
ALESSANDRA BUCHHOLZ 018353 7.06
AMARO THEODORO DAMASCENO NETO 316603 7.69
EVALDO TEIXEIRA FIGUEIRA 375289 6.22
EVERALDO GOMES DOS SANTOS 339049 6.64
ILMA MARIA DO NASCIMENTO FERREIRA 012062 6.01
JANICE LEAO DE ARAUJO 018130 6.64
JOAO RENATO AIRES DE MENDONCA 350009 8.53
JOSE LUIS FIGUEIRA LAURIDO 319112 8.53
LAUDENILSON DA SILVA SOUSA 350555 7.06
LINDEMBERG DOS SANTOS SILVA 011821 6.22
MANUEL BENJAMIN MONTEIRO LIBERAL SOUSA 011930 8.32
MARCOS FRANCISCO SERAFIM DE SOUZA 320825 7.90
MARIA ALMIRA DA CUNHA MCGRATH 379017 7.90
PAULO AUGUSTO COUTO NEGRAO 018300 6.22
RAIMUNDO DA SILVA MENEZES 369119 6.01
SIDNEI DE ALMEIDA 372397 6.85
SILVIA CRISTINA BARROS DE SOUZA 367797 8.95
WASHINGTON LUIS MAIA COSTA 301856 8.95
CIDADE: SANTAREM
CARGO : PROFESSOR AD4 - MATEMATICA
NOME INSCRIÇÃO PONTOS
--------------------------------------------- --------- ------
AGNESIO SOUSA FERREIRA 310184 6.64
ALDARLENE DE ALMEIDA TEIXEIRA 012712 7.27
ALDO SOUSA CAMPOS 011906 6.85
ALEX PEREIRA DA SILVA 011902 8.32
ANDREA DE SOUSA VASCONCELOS 302804 6.85
ANDREI ALAN SILVA BORGES 310136 7.71
ANTONIO WALLACE SARAIVA LEITE 331589 6.85
ARDSON FERREIRA PEREIRA 394023 7.48
ARLISON SOUSA GALVAO 306772 6.85
AROLDO EDUARDO ATHIAS RODRIGUES 306562 9.79
ASTESIO SOUSA DE ALMEIDA JUNIOR 018052 6.64
BALTAZAR LOPES PAES 362525 6.01
BARBARA BATISTA PEREIRA 318814 6.23
BIBIANE GHIOTTI MARCHIORO 305276 7.48
CARLOS ALBERTO BACELAR DE OLIVEIRA JUNIOR 346405 7.48
CARLOS ANTONIO PEREIRA NASCIMENTO 367607 7.69
CLEMERSON MENEZES ROCHA 012115 6.85
DANNY JOSE CARDOSO SILVA 011880 6.22
DARLISSON SILVA DE CARVALHO 310691 6.86
ELISEU DA ROCHA MARINHO FILHO 322502 8.32
ELZA NASCIMENTO SILVA DE AGUIAR 311006 6.22
EVERTON LOPES DE SOUZA 351455 6.85
FABIO SOARES DE VASCONCELOS 304083 7.69
FABRICIO VASCONCELOS BARBOSA 011983 7.48
FRANCISCO SOLANO LOPES MENDONCA 310042 7.48
FRANK RIBEIRO DOS SANTOS 012176 6.22
GERLIANDRESON MANCHESTER MONTE NOGUEIRA 332411 6.01
GILMAR CARDOSO DE NORONHA 307466 9.16
GILSON SILVA OLIVEIRA 306106 6.22 PNE
HELLITON MAIA SOUSA 329184 8.32
HERBERT JUNIO REBELO REGO 018111 6.43
ISAAC DO NASCIMENTO SILVA 018306 6.01
JACKSON OLIVEIRA DA SILVA 011747 6.22
JADSON DAVID OLIVEIRA DA SILVA 331694 7.50
JAQUELINE PORTELA DE AGUIAR 321726 7.48
JERONIMO ROSALVO TRINDADE DA SILVA 018288 6.85
JOELSON MAGNO DIAS 357847 7.90
JONNES SANTOS FARIAS PEDROSO 328331 6.43
JOSE ROBERTO DA SILVA MARTINS 310999 7.48
JULIANA DA PONTE SANTOS 313319 7.90
LEUZIANE MOREIRA ROBERTO 011868 6.85
LUCAS FRANCISCO DE MEIRELES NETO 303116 6.01
MANOEL REILDO CERDEIRA DOS SANTOS 323422 6.01
MARCICLEIA VIEIRA CORREA 311926 6.85
MARCIO RODRIGO RIKER MADURO 326861 8.32
MARCOS PATRICK SOUZA SILVA 325991 8.11
MARIO JUNIOR COSTA DA SILVA 301633 6.43
MARISA EUSTAQUIO UCHOA 014126 6.01
MAURO LUIZ LOBATO DE VASCONCELOS 018189 6.22
MIGUEL ANGELO MORAES DE SOUSA 315002 8.95
NARA ROBERTA DE PADUA ANDRADE 338529 6.64
NARACY MARIA DE SOUZA PEREIRA 012110 6.85
NEYLANE LOBATO DOS SANTOS 018017 7.31
ORIVAN JOSE DE MATOS CAMPOS JUNIOR 337557 7.48
OTAVIO OLIVEIRA DE FREITAS 325651 6.85
PAULO MARCELO PEDROSO PEREIRA 314882 7.06
PERICLES UCHOA NETO 011867 6.22
RENATA REPOLHO DO SANTOS 357669 6.01
RICARDO JOSE DE ALMEIDA QUEIROZ 361211 6.64
ROGERIO VAZ DE AGUIAR 311000 7.06
RONDENELES CONCEICAO COELHO PICANCO 018287 6.85
RONIEL DE LIMA BRELAZ 012713 7.27
ROSIANY MARLA RIKER MADURO 301698 7.27
RUDINEI ALVES DOS SANTOS 309402 8.11
SAMUEL MARINHO NINA 318831 7.90
SIDCLEY MOTA MARINHO 018270 8.53
TANIA MARA PIMENTEL GOMES DE LIMA 018536 6.85
TATIANE SOUZA CANTO 018407 6.43
TONI ALDENIS FERREIRA SILVA 302864 8.32
UBIRAELSON DE LIMA RUELA 326408 8.53
UMBELINO SA FIGUEIREDO 018314 7.06
VALDINEIA DA SILVA CARVALHO 311862 6.64
VANESSA PIRES SANTOS 326872 8.53
WALDENILSON ARAUJO PESSOA 313974 7.06
WANDERSON AUGUSTO OLIVEIRA DE ALMEIDA 303534 6.43
WELTON NOGUEIRA DA SILVA 368837 6.64
CIDADE: SANTAREM
CARGO : PROFESSOR AD4 - PORTUGUES
NOME INSCRIÇÃO PONTOS
--------------------------------------------- --------- ------
ADRIA CRISTINA GOES DA SILVA 345745 8.95
ADRIANA CRISTINA LOPES REGO 361421 9.18
ADRIELEN SA BATISTA 377967 8.53
ANA CRISTINA DA ROCHA CARVALHO 310684 8.95
ANA CRISTINA DE MORAES KIMURA 310773 8.53
ANA ILZA MOREIRA DA SILVA 011947 9.37
ANA MARIA CARVALHO DOS SANTOS 011731 8.95
ANDREA DA SILVA CALDEIRA 354707 8.32
ANDREIA SOUSA DUARTE 389575 8.95
ANTONIA GILCIVANIA SOUSA SIQUEIRA 012123 8.53
ARIELA SORAYA DO NASCIMENTO SIQUEIRA 012034 8.53
BETIA CAMPOS RODRIGUES 018392 9.16
CARMEM RAMOS PEREIRA 316578 8.95
CLAUDIA DANIELA CAMPOS ROCHA 376911 8.53
CRISTIANE REIS DOS SANTOS 334573 8.32 PNE
CYNTHIA ALMEIDA DE SOUZA 324218 8.32
DANIELA LOBATO 018211 8.32
DETIMAR PEREIRA DE LIMA 327453 8.32
DIAN KELLY DO NASCIMENTO MOTA 315211 9.37
EDIVANE DE JESUS ROCHA QUEIROZ 350759 8.32
ELISANIA CARVALHO DUARTE 313020 8.53
ELIZANGELA MARIA CARDOSO GUIMARAƒES 303144 8.53
EMANUEL GUIMARAES DOS SANTOS 383039 8.74
EMILIANA BERNARDO DE SOUSA 320680 8.95
ERNI SILVANA CALSON 014823 8.53
EUCINEI JANETE COSTA COELHO DOS SANTOS 346805 8.32
EZEQUIEL DIAS CASTRO 316739 8.74
FAGNER LINHARES FREIRE 388819 8.53
FRANCISCA MARCIA LIMA DE SOUSA 018229 8.74
FRANCISCO CESAR SOUSA REGO 387821 8.53
GISELE DA SILVA LOPES 351379 8.32
HIVERTON FRANCK SOUSA DE AQUINO 318717 8.95
JOELMA SA FIGUEIREDO 011969 8.74
JOSE GECINEY SILVA FEITOSA 305700 8.53
JOSILENE DOS SANTOS CARVALHO 309162 8.32
KATIANE DE AGUIAR ROCHA 308235 8.74
LUCENILZA LUANA SILVA BATISTA 328686 8.53
LUCIVANIA PEREIRA DE CARVALHO 372857 9.58
MANOEL MARIVALDO DOS SANTOS SOUSA 011777 8.74
MARIA DA CONCEICAO NASCIMENTO DA COSTA 011987 9.16
MARIA INES MARTINS DE MELO 311167 8.74
MARIA IVANI DE PINHO DOURADO 322450 8.32
MARILEY SIMONE CORREA TAVARES 012022 8.74
MARLY ANGELINA GALUCIO MACIEL 358001 8.95
MICHELINE DA SILVA BASTOS 012016 8.55
MICHELLE DA SILVA VALENTIM 012040 8.74
NAIRA AUGUSTA PEDROSO DE SOUSA 304249 8.74
NARA CLAUDIA ALVOREDO DA CRUZ 011990 8.95
NUBIA DOS SANTOS OLIVEIRA 343093 8.32
OSEIAS SOUSA DA SILVA 342333 9.37
PAULIANE MARQUES DOS SANTOS 312934 9.37
PAULO SERGIO MONTEIRO LIBERAL SOUSA 304411 8.32
RAIMUNDO HEMENEGILDO GARCIA JUNIOR 358319 8.53
RAIMUNDO SOLANO LIRA PEREIRA 316819 8.95
REGINA LUCIA DE OLIVEIRA MELO 018147 8.32
RENATA GUIMARAES CABRAL 012048 8.32
ROSA LUCIANA PEREIRA RODRIGUES 352191 8.74
ROSA MARIA SIQUEIRA DE CARVALHO 006035 8.32
ROSICLEIA PEREIRA DE SOUSA 381347 8.32
SAMELA RAMOS DA SILVA 308322 8.74
SAMIRA SOUSA DE OLIVEIRA 014088 8.53
SEBASTIAO SOUSA DA COSTA 314319 8.53
SELMA GUALBERTO SERRA 339711 8.74
SERGIO AUGUSTO SANTOS DE PALMA 345883 8.74
SILVIO FELIX GOMES FONSECA 307158 9.79
SIMONE ADELAIDE MARMITT EICH 341263 8.32
TATIANA SAVINO LOPES 349567 8.95
VANDA LIDIA REIS DOS SANTOS 012692 8.32
VANIA LEILA REIS DOS SANTOS 012691 8.53
VIVIANY TAGID DOURADO FROTA 018076 8.54
ZANEIDE SOARES CANTUARIA 325498 8.32
CIDADE: SANTAREM
CARGO : PROFESSOR AD4 - QUIMICA
NOME INSCRIÇÃO PONTOS
--------------------------------------------- --------- ------
ARLISSON DE JESUS ROCHA 018289 6.43
ELAINE CRISTINA DA SILVA PEREIRA 012174 6.43
MARCOS ANDRE DA CRUZ COTA 018491 7.06
RAIMUNDO DIRCEU DE PAULA FERREIRA 311641 7.06
CIDADE: SANTAREM
CARGO : PROFESSOR AD4 - SOCIOLOGIA
NOME INSCRIÇÃO PONTOS
--------------------------------------------- --------- ------
ANTONIO JOSE MOTA BENTES 348959 6.43
CLAUDIO DE JESUS DA SILVA OLIVEIRA 310248 6.01
CRISTINA DA SILVA SOSNISKI 330258 7.31
FABRICIO DIAS DA ROCHA 310567 6.25
GILNEIANE DE CANTUARIO CASTRO 011898 7.27
GLEZ RODRIGUES FREITAS 331074 8.11
HAROLDO ALESSANDRO SIQUEIRA E SOUSA 315004 6.43
ISAAC CAETANO PINTO 358771 6.85
LEINA CRISTIANE SANTOS SARDINHA 018252 6.64
NIVEA PATRICIA GOMES DE ARAUJO 012128 6.85
RAQUEL ARAUJO AMARAL 310900 6.85
SILVANA GALVAO DOS SANTOS 332579 6.43
VALDELICE AZEVEDO MARQUES 393935 6.64
WANDER BARBOSA DE ANDRADE 367243 6.85
O boi continua batendo asas
Há sim um fundo de verdade na nota publicada no Espaço Aberto O boi bate as asas. Está pronto para tentar alçar vôo.
Sobre as tratativas que estariam em curso entre PMDB e PSDB com o objetivo de pavimentar o caminho à reeleição do prefeito de Ananindeua Helder Barbalho, experiente jornalista, que ainda se mantém distante da blogosfera paraense, ouvido pelo site fez as seguintes observações:
1- Ninguém pode afirmar hoje quem é o favorito para a eleição em Belém.
2- Ao contrário de Belém, o quadro em Ananindeua é mais consolidado e, neste cenário, Manoel Pioneiro é o franco favorito.
3- Dificilmente o PT vai abrir mão de lançar candidato em Belém, mesmo que o nome indicado tenha pouca densidade eleitoral e, com isso, é quase nula a chance do candidato do PMDB José Priante vir a ser apoiado formalmente pelo PT.
4- Jader Barbalho está furioso com Duciomar Costa por causa da proximidade do prefeito com o grupo Liberal.
5- O deputado federal Vic Pires Franco(Democratas) não tem poder de barganha, apesar de sua esposa, a ex-vice-governadora Valéria Pires Franco, aparecer bem nas pesquisas.
6- Simão Jatene já sabe que o PSDB não vai aprovar o apoio à reeleição do prefeito Duciomar Costa. E por isso, a candidatura do ex-governador a prefeito de Belém, além de pacificar os tucanos, abre caminho para negociações com Jader Barbalho, mesmo que isso contrarie o ex-governador Almir Gabriel e o deputado Vic Pires Franco.
7- A solução Pioneiro, em Ananindeua, levantada pelo Espaço Aberto, não só resolveria o imbroglio Helder Barbalho, como também definiria o quadro eleitoral em Santarém, onde Democratas, PSDB e PMDB poderiam firmar uma superaliança em torno de Lira Maia ou Antônio Rocha para derrotar a prefeita Maria do Carmo(PT).
Sobre as tratativas que estariam em curso entre PMDB e PSDB com o objetivo de pavimentar o caminho à reeleição do prefeito de Ananindeua Helder Barbalho, experiente jornalista, que ainda se mantém distante da blogosfera paraense, ouvido pelo site fez as seguintes observações:
1- Ninguém pode afirmar hoje quem é o favorito para a eleição em Belém.
2- Ao contrário de Belém, o quadro em Ananindeua é mais consolidado e, neste cenário, Manoel Pioneiro é o franco favorito.
3- Dificilmente o PT vai abrir mão de lançar candidato em Belém, mesmo que o nome indicado tenha pouca densidade eleitoral e, com isso, é quase nula a chance do candidato do PMDB José Priante vir a ser apoiado formalmente pelo PT.
4- Jader Barbalho está furioso com Duciomar Costa por causa da proximidade do prefeito com o grupo Liberal.
5- O deputado federal Vic Pires Franco(Democratas) não tem poder de barganha, apesar de sua esposa, a ex-vice-governadora Valéria Pires Franco, aparecer bem nas pesquisas.
6- Simão Jatene já sabe que o PSDB não vai aprovar o apoio à reeleição do prefeito Duciomar Costa. E por isso, a candidatura do ex-governador a prefeito de Belém, além de pacificar os tucanos, abre caminho para negociações com Jader Barbalho, mesmo que isso contrarie o ex-governador Almir Gabriel e o deputado Vic Pires Franco.
7- A solução Pioneiro, em Ananindeua, levantada pelo Espaço Aberto, não só resolveria o imbroglio Helder Barbalho, como também definiria o quadro eleitoral em Santarém, onde Democratas, PSDB e PMDB poderiam firmar uma superaliança em torno de Lira Maia ou Antônio Rocha para derrotar a prefeita Maria do Carmo(PT).
Memória de Santarém - por Lúcio Flávio Pinto
Candidatos baratistas
Candidatos do Partido Social Democrático, o PSD de Magalhães Barata, às eleições de 11 de janeiro de 1947.
Para prefeito: Aderbal Tapajós Caetano Corrêa, fazendeiro.
Vice-prefeito: Pedro Gonçalves Gentil, comerciante.
Vereadores: major João Otaviano de Matos, proprietário.
Wilson Dias da Fonseca, bancário.
Braz de Alcântara Rebelo, comerciário.
Gonçalo Ferreira Lima, agricultor.
José Clarindo Martins, médico.
Osman Bentes de Souza, comerciário.
Benedito de Oliveira Magalhães, comerciante.
Humberto de Abreu Frazão, comerciante.
O alto-falante
O alto-falante era um elemento importante na vida de cidades pequenas, como era Santarém, até a metade do século passado. Junto com reduzido número de emissoras de rádio, era o único meio de comunicação disponível. Por isso, houve festa concorrida na inauguração das novas instalações do Alto-Falante Guarani. Foi assim registrada pela crônica do jornal O Baixo Amazonas, o novo semanário que começou a circular na cidade nesse mesmo mês, em oposição ao Jornal de Santarém, lançado em 1943 :
"Precisamente às 10 horas do dia 1º de maio [de 1952], com a presença das principais autoridades, teve lugar a inauguração da nova aparelhagem do Serviço de Alto-Falantes Ipiranga, à rua Siqueira Campos, nº 391, revestindo-se o ato de grande importância para os nossos meios radiofônicos, de vez que, com os aparelhos ora instalados, aquela empresa pode orgulhar-se de ser a mais perfeita do interior paraense.
Iniciando a execução do programa das solenidades, cortou a fita inaugural a srta. Lidalva Ferreira, representante do prefeito municipal, debaixo dos aplausos dos presentes. A seguir, o dr. Aluizio da Silva Leal, Juiz de Direito, abriu a porta principal do estúdio, onde o Sr. Vicente Malheiros da Silva, revendedor, em toda região, dos aparelhos Phillips, colocou em funcionamento o disco-prefixo da organização.
Após, o sr. Elias Pinto descerrou a bandeira brasileira que encobria o retrato do Chefe da Nação, dr. Getúlio Vargas, sob demoradas palmas e acordes de bem executada marcha patriótica.
Franqueada a palavra, usou-a o sr. Bernardino de Pinho, diretor do Serviço de Alto-Falantes Ipiranga, que pronunciou eloqüente discurso, focalizando as atividades que pretende desenvolver no sentido de bem servir à nossa terra. As suas últimas palavras foram bem recebidas por todos os presentes, que prorromperam, no final de sua oração, em estrondosa salva de palmas.
No término das solenidades, foram servidas taças de champanhe às autoridades que se dignaram comparecer ao ato.
A estação de rádio
A estação de radioamador era outro elo vital, mas de ligação para fora da cidade. Um cabo subaquático da Western Telegraph ligava Santarém a Belém, mas servia para contatos rápidos, devido ao seu alto custo, e em certos horários. O rádioamador, apesar das dificuldades de sua propagação, permitia acesso muito mais longo e contínuo, com a possibilidade de conversação, que estava fora do alcance do telegrama.
Por isso que o rádio-amador do comerciante Manoel Gomes de Faria, de origem portuguesa, um dos homens mais ricos do seu tempo, era importante na Santarém da década de 50 do século passado. Em outubro de 1953, ele colocou a estação à disposição dos familiares de Manoel Cornélio Caetano Corrêa Sobrinho, que falecera em Belém no dia 1º daquele mês, "antes e depois do transe doloroso".
Numa nota na qual agradeceu "a todos os amigos que compareceram ao aeroporto para receber os despojos mortais do seu extremoso esposo e pai", a família destacou esse auxílio.
Sob a inicial "R", O Baixo-Amazonas relatou em artigo como foi a reação em Santarém à morte do influente personagem:
"O comércio por dois dias fechou meia porta, os cinemas não funcionaram, a bandeira do São Francisco F. C. (clube que ele tanto amava) e da Associação Comercial foram postas a meio pau, a missa de corpo presente num domingo pelos seus merecimentos, e o enorme acompanhamento ao seu féretro".
Louva a decisão do morto ilustre de "ser enterrado na cidadezinha onde nasceu, túmulo de seus antepassados e berço de seus filhos".
Mais conhecido como Manelito, Manoel Corrêa, casado com Solange Campos Corrêa, deixava nove filhos: Ubaldo, Terezinha, Maria de Lourdes, Paulo, Rogério, Carlos, Solange Maria, Raimundo Guilherme, Luiz Antônio, Eduardo Augusto e Manoel Cornélio. Descendente do barão de Tapajós (o outro nobre local da época do Império era o barão de Santarém), Manelito era filho de Ambrósio Caetano Corrêa e irmão de Ambrósio, Geraldo, José Caetano, Aderbal e Cristina. Uma das estirpes mais notáveis da cidade.
Caridade na missa
Em outubro de 1965, A. Dolores (professora Antonieta Dolores Teixeira) pedia que o hábito de fazer a coleta na igreja-matriz seja modificado. A pessoa encarregada de recolher os óbulos entregava a sacola para a primeira pessoa na ponta do banco, que se encarregava de passar em frente, sucessivamente, assim "perturbando a oração dos fiéis". Considerando que Santarém "já está civilizada", a cronista pedia que fosse adotado o método em outras cidades. Ou seja: a pessoa encarregada da coleta devia estender a sacola até o meio do banco, percorrendo-o de cada lado, sem causar a perturbação constatada em Santarém.
Enfermeiros não aceitam plantão de 12 horas
Os enfermeiros da Sociedade Beneficente São Camilo - Hospital e Maternidade Sagrada Família estão tentando reverter a decisão da diretoria de trocar a jornada de trabalho de seis horas por 12 de folga para 12 horas de trabalho por 36 de folga. A casa de saúde já vem realizando este processo em alguns setores há alguns meses, mas agora estendeu para todos os profissionais.
A delegacia sindical dos funcionários hospitalares se manifestou na manhã da sexta-feira passada (29), de acordo com a diretora, Vânia de Lucena, o sindicato fará tudo o que puder para trazer de volta a jornada de seis horas por 12 de folga. Alguns funcionários estão encaminhando demissões após a decisão.
A diretora salienta que a jornada de 12 horas prejudica não só o profissional de enfermagem, mas também os próprios pacientes, que não receberão o mesmo tratamento se o profissional estiver cansado e indisposto. Além disto, ela salienta que muitos profissionais têm outras atividades lucrativas, fazem cursos e até mesmo faculdade para melhorar a sua qualificação e conseqüentemente o seu trabalho, mas com o novo sistema seria impossível continuar cursando. Além disto, há profissionais que trabalham no hospital há 15 e 20 anos, estes já tem idade avançada, portanto estão impossibilitados de suportar escalas de 12 horas, sendo que o número de pacientes é grande, pois além de Santarém a clientela vem de diversas cidades do Oeste do Pará.
Vânia salienta que o atual sistema de seis por 12 horas já vem sendo aplicado no local há anos, se tornando um direito do trabalhador.
A diretoria do hospital teria fixado em um mural o novo horário para plantão, começou a valer no último sábado (1º). O sindicato está com esperança de que a diretoria chame todos os funcionários nas próximas semanas para conversar sobre a situação. "O maior problema foi terem simplesmente mudado a nossa escala sem que nos consultassem se seria viável ou não, e para muitos não é. Vamos lutar com todos os recursos que temos para mudar esta situação e tentar voltar a trabalhar seis horas folgando 12, não simplesmente atendendo a uma vontade do empregador", explica Vânia.
Alguns profissionais de saúde, que possuem outras atividades no intervalo de 12h estão encaminhando demissões à direção e Vânia garante que além disto o próprio hospital pode vir a demitir aqueles que se recusarem a trabalhar no novo horário. Além desta mudança a casa de saúde implantou ainda um horário intermediário para duas funcionárias atenderem a demanda do bloco cirúrgico, que seria das 10 às 16h, diariamente.
Já a inspetora do Conselho Regional de Enfermagem, Adalgisa Lima Araújo, recebeu a reportagem de O Estado do Tapajós no hospital e mostrou que todos os setores estão funcionando normalmente. Ela, que trabalha no hospital, garante que não há problemas com a mudança no horário dos enfermeiros e sugeriu que a denúncia feita seria apenas um trote.
O diretor do conselho, Leidiberg Araújo, admitiu que o hospital está mesmo trocando os horários de trabalho dos funcionários e que o turno de 12 horas está funcionando em alguns setores já há algum tempo. Ele garantiu que a rede São Camilo possui 33 hospitais pelo país e que o de Santarém está sendo o último a adotar o plantão.
A delegacia sindical dos funcionários hospitalares se manifestou na manhã da sexta-feira passada (29), de acordo com a diretora, Vânia de Lucena, o sindicato fará tudo o que puder para trazer de volta a jornada de seis horas por 12 de folga. Alguns funcionários estão encaminhando demissões após a decisão.
A diretora salienta que a jornada de 12 horas prejudica não só o profissional de enfermagem, mas também os próprios pacientes, que não receberão o mesmo tratamento se o profissional estiver cansado e indisposto. Além disto, ela salienta que muitos profissionais têm outras atividades lucrativas, fazem cursos e até mesmo faculdade para melhorar a sua qualificação e conseqüentemente o seu trabalho, mas com o novo sistema seria impossível continuar cursando. Além disto, há profissionais que trabalham no hospital há 15 e 20 anos, estes já tem idade avançada, portanto estão impossibilitados de suportar escalas de 12 horas, sendo que o número de pacientes é grande, pois além de Santarém a clientela vem de diversas cidades do Oeste do Pará.
Vânia salienta que o atual sistema de seis por 12 horas já vem sendo aplicado no local há anos, se tornando um direito do trabalhador.
A diretoria do hospital teria fixado em um mural o novo horário para plantão, começou a valer no último sábado (1º). O sindicato está com esperança de que a diretoria chame todos os funcionários nas próximas semanas para conversar sobre a situação. "O maior problema foi terem simplesmente mudado a nossa escala sem que nos consultassem se seria viável ou não, e para muitos não é. Vamos lutar com todos os recursos que temos para mudar esta situação e tentar voltar a trabalhar seis horas folgando 12, não simplesmente atendendo a uma vontade do empregador", explica Vânia.
Alguns profissionais de saúde, que possuem outras atividades no intervalo de 12h estão encaminhando demissões à direção e Vânia garante que além disto o próprio hospital pode vir a demitir aqueles que se recusarem a trabalhar no novo horário. Além desta mudança a casa de saúde implantou ainda um horário intermediário para duas funcionárias atenderem a demanda do bloco cirúrgico, que seria das 10 às 16h, diariamente.
Já a inspetora do Conselho Regional de Enfermagem, Adalgisa Lima Araújo, recebeu a reportagem de O Estado do Tapajós no hospital e mostrou que todos os setores estão funcionando normalmente. Ela, que trabalha no hospital, garante que não há problemas com a mudança no horário dos enfermeiros e sugeriu que a denúncia feita seria apenas um trote.
O diretor do conselho, Leidiberg Araújo, admitiu que o hospital está mesmo trocando os horários de trabalho dos funcionários e que o turno de 12 horas está funcionando em alguns setores já há algum tempo. Ele garantiu que a rede São Camilo possui 33 hospitais pelo país e que o de Santarém está sendo o último a adotar o plantão.
Hospital Santa Terezinha é fechado
Por não conseguir receber mais de R$ 200 mil do Sistema Único de Saúde por serviços prestados, o Hospital Santa Terezinha, de propriedade do médico Aloisio Maciel, fechou as portas desde o início do mês.
A direção do hospital tenta receber o débito por via judicial. Hoje haverá uma audiência no fórum de Santarém.
A secretaria de saúde, gestora do SUS em Santarém, alega que os pagamentos foram retidos porque o hospital não apresentou certidões negativas de débitos da Receita Federal do Brasil.
A direção do hospital tenta receber o débito por via judicial. Hoje haverá uma audiência no fórum de Santarém.
A secretaria de saúde, gestora do SUS em Santarém, alega que os pagamentos foram retidos porque o hospital não apresentou certidões negativas de débitos da Receita Federal do Brasil.
Três perguntas x três respostas - Desembargadora Albanira Bemerguy
José Olivar
Articulista de O Estado do Tapajós
No Dia Internacional da Mulher, a coluna tem a satisfação de fazer uma homenagem especial, à Desembargadora Albanira Lobato Bemerguy, eminente Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, que deu a seguinte entrevista:
1) A magistratura tem na senhora o expoente máximo da mulher paraense. Como a senhora analisa sua trajetória no Judiciário?
R: Analiso como cumprimento de uma missão a que me propus desde cedo, em prestar serviços à sociedade nessa área tão nobre quanto difícil. Em mais de 40 anos de magistratura, atuando em várias Comarcas do interior, depois na Capital e, por fim, no desembargo, sempre tenho empregado o melhor de meu trabalho e dos meus conhecimentos com esse objetivo. Agora, na presidência do Poder Judiciário, minha longa experiência com as necessidades e dificuldades, inclusive as peculiaridades geográficas e limitações orçamentárias, para a prestação de Justiça no Estado tem valido como referência para as realizações e procedimentos estruturais, funcionais e operacionais, principalmente nos avanços tecnológicos, objetivando superar obstáculos.
2) Santarém foi uma das Comarcas onde a senhora exerceu a Magistratura, aqui deixando vários amigos e boas lembranças. O que isto significou na sua carreira?
R: Significou muito. As condições de trabalho e as carências regionais, bem mais sérias e difíceis do que as atuais, me proporcionaram, contudo, um grande aprendizado para superar dificuldades e melhor desempenhar minha função de julgadora. Em Santarém, como em todas as Comarcas em que atuei, amigos e lembranças resultaram de uma postura adequada à função judicante, que sempre exerci com serenidade e responsabilidade. Guardo, naturalmente, boas lembranças, inclusive de natureza afetiva e familiar. Tive a satisfação de conseguir as novas e melhores instalações do Fórum à altura da importância estratégica de Santarém.
3)A Presidência do Tribunal é uma tarefa árdua que a senhora exerce com dignidade e competência. Tal fato ultima suas aspirações pessoais ou ainda há objetivos a alcançar?
R: O magistrado sempre aspira chegar ao desembargo e, então, presidir o próprio Poder Judiciário. Menos por mera vaidade, mas pelo dever de também contribuir, como administrador, para responder cada vez mais positivamente aos anseios da sociedade, devolvendo-lhe em eficientes e céleres serviços de Justiça os impostos com que nos remunera. Como disse anteriormente, a magistratura deve ser vista como missão, a ser desempenhada a todo momento, independentemente da instância. Embora, naturalmente, a Presidência seja o máximo a atingir, em nada, todavia, faz cessar o interesse e a dedicação para prosseguir atuando, com a mesma dedicação e responsabilidade, o que prosseguirei fazendo enquanto Deus e Nossa Senhora de Nazaré me permitirem.
Articulista de O Estado do Tapajós
No Dia Internacional da Mulher, a coluna tem a satisfação de fazer uma homenagem especial, à Desembargadora Albanira Lobato Bemerguy, eminente Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, que deu a seguinte entrevista:
1) A magistratura tem na senhora o expoente máximo da mulher paraense. Como a senhora analisa sua trajetória no Judiciário?
R: Analiso como cumprimento de uma missão a que me propus desde cedo, em prestar serviços à sociedade nessa área tão nobre quanto difícil. Em mais de 40 anos de magistratura, atuando em várias Comarcas do interior, depois na Capital e, por fim, no desembargo, sempre tenho empregado o melhor de meu trabalho e dos meus conhecimentos com esse objetivo. Agora, na presidência do Poder Judiciário, minha longa experiência com as necessidades e dificuldades, inclusive as peculiaridades geográficas e limitações orçamentárias, para a prestação de Justiça no Estado tem valido como referência para as realizações e procedimentos estruturais, funcionais e operacionais, principalmente nos avanços tecnológicos, objetivando superar obstáculos.
2) Santarém foi uma das Comarcas onde a senhora exerceu a Magistratura, aqui deixando vários amigos e boas lembranças. O que isto significou na sua carreira?
R: Significou muito. As condições de trabalho e as carências regionais, bem mais sérias e difíceis do que as atuais, me proporcionaram, contudo, um grande aprendizado para superar dificuldades e melhor desempenhar minha função de julgadora. Em Santarém, como em todas as Comarcas em que atuei, amigos e lembranças resultaram de uma postura adequada à função judicante, que sempre exerci com serenidade e responsabilidade. Guardo, naturalmente, boas lembranças, inclusive de natureza afetiva e familiar. Tive a satisfação de conseguir as novas e melhores instalações do Fórum à altura da importância estratégica de Santarém.
3)A Presidência do Tribunal é uma tarefa árdua que a senhora exerce com dignidade e competência. Tal fato ultima suas aspirações pessoais ou ainda há objetivos a alcançar?
R: O magistrado sempre aspira chegar ao desembargo e, então, presidir o próprio Poder Judiciário. Menos por mera vaidade, mas pelo dever de também contribuir, como administrador, para responder cada vez mais positivamente aos anseios da sociedade, devolvendo-lhe em eficientes e céleres serviços de Justiça os impostos com que nos remunera. Como disse anteriormente, a magistratura deve ser vista como missão, a ser desempenhada a todo momento, independentemente da instância. Embora, naturalmente, a Presidência seja o máximo a atingir, em nada, todavia, faz cessar o interesse e a dedicação para prosseguir atuando, com a mesma dedicação e responsabilidade, o que prosseguirei fazendo enquanto Deus e Nossa Senhora de Nazaré me permitirem.
Faltam professores em laboratórios de informática das escolas estaduais
Alesandra Branches
Repórter
Poucas escolas da rede estadual de ensino estão com seus laboratórios de informática funcionando. Das raras que ainda conseguem oferecer o serviço para os estudantes, o funcionamento é precário, e caminha a passos lentos, já que o número de computadores e professores graduados em educação informatizada é insuficiente para atender a demanda de alunos da rede estadual em Santarém.
Exemplo disso pode ser constatado na escola estadual de ensino médio Wilson Fonseca, no bairro da Nova República, que atualmente possui um laboratório com 25 computadores e apenas uma professora para dar conta de mais de 1200 alunos. "Atualmente a nossa maior dificuldade é organizar o horário da nossa professora que possui apenas 100 horas para trabalhar no educandário. Com isso, ela divide o tempo para poder atender todas turmas", revela a diretora da escola, Julia Pinheiro de Sousa, comentando que os alunos ainda debocham da situação do laboratório de informática, que não está conectado em rede e possui apenas um ponto de internet. "Nós recebemos muitas críticas dos alunos que pensam que a culpa é da direção. Fazemos o possível para ajudar os estudantes, porém não nos compete melhorar a infra-estrutura, não temos dinheiro para isso", explicou a diretora.
Além disso, Júlia Pinheiro destacou que devido à demora para colocar as máquinas para funcionar, alguns computadores ficaram com defeito e foram enviados para Belém e nunca mais voltaram. "O laboratório estava pronto desde 2006 e só começou a funcionar em 2007. Diante disso, alguns tiveram problemas e foram levados para a 5ª URE (Unidade Regional de Educação)que por sua vez enviou para a Secretaria Estadual de Educação (SEDUC) em Belém. Dos quatro computadores que foram para manutenção, apenas um voltou. Isso porque, um dos nossos professores foi a Belém, e conseguiu depois de muita burocracia trazê-lo para a escola", frisou a diretora.
Na escola Álvaro Adolfo a situação é idêntica. "Tem computador, mas não há profissionais para trabalhar no laboratório", explica a diretora daquele educandário, Joana da Cunha Bernardo, revelando que a única professora lotada para trabalhar no laboratório da escola está de licença maternidade. "Temos apenas uma professora lotada para trabalhar aqui. Entretanto, ela está de licença e ninguém foi colocado em seu lugar pela 5ª URE. Em vista disso, já enviamos uma solicitação a unidade regional de educação para que solucione o nosso problema, oferecendo mais três profissionais ao nosso laboratório", destacou a diretora.
Na Escola Estadual Frei Ambrósio a situação é melhor. Apesar da professora lotada para a instituição trabalhar somente à noite, os demais professores foram capacitados para manusear o sistema Linux. "Nos outros períodos, os professores que precisam da sala de informática para desenvolver suas atividades se deslocam para o laboratório e manuseiam o programa sem problemas. Contudo, as turmas são divididas, ou os alunos sentam a dois, já que só temos oito computadores", revelou o vice-diretor da escola, Cristiano Lima.
A diretora da 5ª URE, professora Raimunda Nonata foi procurada pela reportagem mas não foi encontrada porque viajou para Belém esta semana.
Repórter
Poucas escolas da rede estadual de ensino estão com seus laboratórios de informática funcionando. Das raras que ainda conseguem oferecer o serviço para os estudantes, o funcionamento é precário, e caminha a passos lentos, já que o número de computadores e professores graduados em educação informatizada é insuficiente para atender a demanda de alunos da rede estadual em Santarém.
Exemplo disso pode ser constatado na escola estadual de ensino médio Wilson Fonseca, no bairro da Nova República, que atualmente possui um laboratório com 25 computadores e apenas uma professora para dar conta de mais de 1200 alunos. "Atualmente a nossa maior dificuldade é organizar o horário da nossa professora que possui apenas 100 horas para trabalhar no educandário. Com isso, ela divide o tempo para poder atender todas turmas", revela a diretora da escola, Julia Pinheiro de Sousa, comentando que os alunos ainda debocham da situação do laboratório de informática, que não está conectado em rede e possui apenas um ponto de internet. "Nós recebemos muitas críticas dos alunos que pensam que a culpa é da direção. Fazemos o possível para ajudar os estudantes, porém não nos compete melhorar a infra-estrutura, não temos dinheiro para isso", explicou a diretora.
Além disso, Júlia Pinheiro destacou que devido à demora para colocar as máquinas para funcionar, alguns computadores ficaram com defeito e foram enviados para Belém e nunca mais voltaram. "O laboratório estava pronto desde 2006 e só começou a funcionar em 2007. Diante disso, alguns tiveram problemas e foram levados para a 5ª URE (Unidade Regional de Educação)que por sua vez enviou para a Secretaria Estadual de Educação (SEDUC) em Belém. Dos quatro computadores que foram para manutenção, apenas um voltou. Isso porque, um dos nossos professores foi a Belém, e conseguiu depois de muita burocracia trazê-lo para a escola", frisou a diretora.
Na escola Álvaro Adolfo a situação é idêntica. "Tem computador, mas não há profissionais para trabalhar no laboratório", explica a diretora daquele educandário, Joana da Cunha Bernardo, revelando que a única professora lotada para trabalhar no laboratório da escola está de licença maternidade. "Temos apenas uma professora lotada para trabalhar aqui. Entretanto, ela está de licença e ninguém foi colocado em seu lugar pela 5ª URE. Em vista disso, já enviamos uma solicitação a unidade regional de educação para que solucione o nosso problema, oferecendo mais três profissionais ao nosso laboratório", destacou a diretora.
Na Escola Estadual Frei Ambrósio a situação é melhor. Apesar da professora lotada para a instituição trabalhar somente à noite, os demais professores foram capacitados para manusear o sistema Linux. "Nos outros períodos, os professores que precisam da sala de informática para desenvolver suas atividades se deslocam para o laboratório e manuseiam o programa sem problemas. Contudo, as turmas são divididas, ou os alunos sentam a dois, já que só temos oito computadores", revelou o vice-diretor da escola, Cristiano Lima.
A diretora da 5ª URE, professora Raimunda Nonata foi procurada pela reportagem mas não foi encontrada porque viajou para Belém esta semana.
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