Rosana Hermann
O nível de intolerância e pressa dos seres humanos do século XXI aumenta exponencialmente. É possível perceber isso pelas expressões 'não aguento mais' em relação aos acontecimentos jornalísticos.
Compreensivelmente, depois da exaustiva cobertura do caso Isabella, todos nós partimos para o 'chega, não aguento mais ouvir falar ...'
Veio o Padre voador e seus balões, gerando uma avalanche de piadinhas. Rapidamente alcançamos o limite e veio o 'chega, não aguento mais o padre voador'.
Agora o caso Ronaldo já dá sinais de que já atingiu o patamar aceitável.
Parece que o Fantástico tem essa missão, de abrir e encerrar assuntos aos domingos.
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Concurso da Seduc é remarcado para junho
A Secretaria de Estado de Administração (Sead) confirmou, nesta segunda-feira (5), a nova data para a realização do concurso C-130 para cargos de níveis médio e fundamental da Secretaria de Estado de Educação (Seduc).
As provas objetivas vão ocorrer no dia 15 de junho, agora sob a responsabilidade do Instituto Movens.
O processo de seleção estava previsto para o dia 11 de maio, mas, em função das comemorações pelo Dia das Mães, os organizadores do concurso decidiram marcar a prova para o terceiro domingo de junho (15), já que há outros concursos agendados para os dias 1º e 8 do mesmo mês (Universidade Federal do Pará e Petrobras, respectivamente).
A Sead informa que, a partir da próxima semana, com a publicação do novo edital normativo do concurso, todas as informações relativas ao certame estarão disponíveis nos sites www.sead.pa.gov.br e www.movens.org.br.
As provas objetivas vão ocorrer no dia 15 de junho, agora sob a responsabilidade do Instituto Movens.
O processo de seleção estava previsto para o dia 11 de maio, mas, em função das comemorações pelo Dia das Mães, os organizadores do concurso decidiram marcar a prova para o terceiro domingo de junho (15), já que há outros concursos agendados para os dias 1º e 8 do mesmo mês (Universidade Federal do Pará e Petrobras, respectivamente).
A Sead informa que, a partir da próxima semana, com a publicação do novo edital normativo do concurso, todas as informações relativas ao certame estarão disponíveis nos sites www.sead.pa.gov.br e www.movens.org.br.
Memória de Santarém - Lúcio Flávio Pinto
Mortos ilustres em 1959
O "velho Faria"
No início de setembro de 1959 a doença obrigou Manoel Gomes de Faria, "chefe da conceituada firma Marques Pinto Exportações", a viajar para o Rio de Janeiro, acompanhado da esposa, do filho e do médico assistente Waldemar Pena, dono da Clínica São Sebastião. Mas os cuidados foram infrutíferos: no dia 12, o "velho Faria", como era conhecido, morreu na então capital federal, aos 74 anos.
Português por nascimento e brasileiro naturalizado, deixou viúva Ana Rosa da Fonseca. Tinha seis filhos: Raimundo Alberto de Faria, casado com Elza de Castro Faria; Jacirema, casada com Ernesto Chaves; Dulce (José Ávila Gomes), Joaquim (Dalmira Hennington de Faria), Honorina (Eymar da Cunha Franco) e Aldemar (Conceição Nunes de Faria).
Chegou em Belém quando tinha 13 anos, vindo de Leiria, em Portugal, onde nascera, junto com o pai, que morreu pouco depois. Aos 27 anos se transferiu para Santarém, dedicou-se ao comércio, comandando a Marques Pinto, Exportação S/A, uma das mais sólidas do Baixo-Amazonas, com sede em Santarém e filiais em Belém e no exterior.
Em seu obituário, O Jornal de Santarém o descreveu como "portador de uma qualidade pouco comum em homens de negócio": "usava de franqueza absoluta com todos, o que não agradava, muitas vezes, aos de conduta pouco retilínea e servia de alicerce e amizade duradoura àqueles que com ele lidavam sinceramente".
--------------
O alegre "Simõesinho"
Um enfarte fulminante encerrou a vida de Antônio Loureiro Simões, o "Simõesinho, quando ele tinha 43 anos, em 1959. Nascido em Santarém, filho de pais portugueses, foi industrial, comerciante e representante comercial, além de participar de muitas associações, entidades de classe e clube de serviço. Era o vice-presidente do Rotary Club de Santarém quando morreu, deixando viúva (Clarisse Lazarina Seiffert Simões) e nove filhos. Além de tanta atividade profissional, era uma pessoa alegre, simpática e cativante, o que justificava o tratamento carinhoso no diminutivo para um típico físico de grande envergadura física. Quem conviveu com ele, jamais o esqueceria.
--------------
Ismael Araújo
O ex-prefeito Ismael Araújo João Ismael Nunes de Araújo tinha uma biografia intensa e multifacetada quando morreu, em setembro de 1959, aos 52 anos, depois de atuar na sua profissão de médico e na política. Acreano, aos 16 anos se mudou para Belém, onde se formou na Faculdade de Medicina. Aprovado em concurso da Diretoria de Saúde Pública do Estado, se transferiu em 1936 para Santarém, como chefe do posto de saúde, dedicando-se ao tratamento de hansenianos (os leprosos da época), sobretudo na região do planalto de Santarém, ocupado predominantemente por nordestinos.
A estreita relação com a população o estimulou a ingressar na política, elegendo-se deputado estadual pelo PSD (Partido Social Democrático), de cujo diretório em Santarém seria presidente. Afastou-se da política depois de romper com Magalhães Barata, que controlava com mão forte o pessedismo. Ocupou a prefeitura de Santarém por quatro vezes, totalizando um ano e 11 meses de gestão, durante a qual construiu a garagem municipal, a reconstrução do Teatro Vitória, o calçamento da travessa Barão do Rio Branco e a instalação de água encanada. Antes disso, como presidente do Centro Recreativo, fora o responsável pela construção da sede social do clube.
Ao morrer era médico sanitarista da Secretaria de Saúde Pública do Estado, da qual foi requisitado para trabalhar na SPVEA (Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia). Deixou viúva Luzemira Barreiros de Araújo, professora normalista, e dois filhos (o médico Ronaldo Barreiros de Araújo e o engenheiro civil João Luiz Barreiros de Araújo).
O "velho Faria"
No início de setembro de 1959 a doença obrigou Manoel Gomes de Faria, "chefe da conceituada firma Marques Pinto Exportações", a viajar para o Rio de Janeiro, acompanhado da esposa, do filho e do médico assistente Waldemar Pena, dono da Clínica São Sebastião. Mas os cuidados foram infrutíferos: no dia 12, o "velho Faria", como era conhecido, morreu na então capital federal, aos 74 anos.
Português por nascimento e brasileiro naturalizado, deixou viúva Ana Rosa da Fonseca. Tinha seis filhos: Raimundo Alberto de Faria, casado com Elza de Castro Faria; Jacirema, casada com Ernesto Chaves; Dulce (José Ávila Gomes), Joaquim (Dalmira Hennington de Faria), Honorina (Eymar da Cunha Franco) e Aldemar (Conceição Nunes de Faria).
Chegou em Belém quando tinha 13 anos, vindo de Leiria, em Portugal, onde nascera, junto com o pai, que morreu pouco depois. Aos 27 anos se transferiu para Santarém, dedicou-se ao comércio, comandando a Marques Pinto, Exportação S/A, uma das mais sólidas do Baixo-Amazonas, com sede em Santarém e filiais em Belém e no exterior.
Em seu obituário, O Jornal de Santarém o descreveu como "portador de uma qualidade pouco comum em homens de negócio": "usava de franqueza absoluta com todos, o que não agradava, muitas vezes, aos de conduta pouco retilínea e servia de alicerce e amizade duradoura àqueles que com ele lidavam sinceramente".
--------------
O alegre "Simõesinho"
Um enfarte fulminante encerrou a vida de Antônio Loureiro Simões, o "Simõesinho, quando ele tinha 43 anos, em 1959. Nascido em Santarém, filho de pais portugueses, foi industrial, comerciante e representante comercial, além de participar de muitas associações, entidades de classe e clube de serviço. Era o vice-presidente do Rotary Club de Santarém quando morreu, deixando viúva (Clarisse Lazarina Seiffert Simões) e nove filhos. Além de tanta atividade profissional, era uma pessoa alegre, simpática e cativante, o que justificava o tratamento carinhoso no diminutivo para um típico físico de grande envergadura física. Quem conviveu com ele, jamais o esqueceria.
--------------
Ismael Araújo
O ex-prefeito Ismael Araújo João Ismael Nunes de Araújo tinha uma biografia intensa e multifacetada quando morreu, em setembro de 1959, aos 52 anos, depois de atuar na sua profissão de médico e na política. Acreano, aos 16 anos se mudou para Belém, onde se formou na Faculdade de Medicina. Aprovado em concurso da Diretoria de Saúde Pública do Estado, se transferiu em 1936 para Santarém, como chefe do posto de saúde, dedicando-se ao tratamento de hansenianos (os leprosos da época), sobretudo na região do planalto de Santarém, ocupado predominantemente por nordestinos.
A estreita relação com a população o estimulou a ingressar na política, elegendo-se deputado estadual pelo PSD (Partido Social Democrático), de cujo diretório em Santarém seria presidente. Afastou-se da política depois de romper com Magalhães Barata, que controlava com mão forte o pessedismo. Ocupou a prefeitura de Santarém por quatro vezes, totalizando um ano e 11 meses de gestão, durante a qual construiu a garagem municipal, a reconstrução do Teatro Vitória, o calçamento da travessa Barão do Rio Branco e a instalação de água encanada. Antes disso, como presidente do Centro Recreativo, fora o responsável pela construção da sede social do clube.
Ao morrer era médico sanitarista da Secretaria de Saúde Pública do Estado, da qual foi requisitado para trabalhar na SPVEA (Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia). Deixou viúva Luzemira Barreiros de Araújo, professora normalista, e dois filhos (o médico Ronaldo Barreiros de Araújo e o engenheiro civil João Luiz Barreiros de Araújo).
Professora lança autobiografia

“Na função de caminhoneira enfrentei muitas dificuldades e preconceitos. Conto como de caminhoneira me tornei professora na Amazônia”, afirma a Loreni. De acordo com ela desafios e dificuldades enfrentadas no cotidiano da escola, em terras sem lei, com garimpos foram algumas das experiências que enriqueceram sua trajetória. “É uma obra que trata da superação de obstáculos, semnunca perder seus valores e dignidade enquanto cidadã”.
Escrever o livro foi uma idéia que partiu de pessoas que convivem com a professora, que é doutoranda em Psicologia Evolutiva e da Educação, pela Universidade de Santiago de Compostela. “As pessoas ficavam admiradas com as histórias que contava”.
A obra dividida em 14 capítulos tem o prefácio assinado por Celso Antunes e a apresentação feita por Hamilton Werneck, que após o contato com obra a nomeou de fantástica. “Ele (o livro) me comoveu pela simplicidade de descrição, pela beleza da cada ato e pela coragem que perpassa por todos os caminhos trilhados por Loreni em sua vida se conquistas e grandes batalhas.”
A autora também tem dois artigos publicados no livro “Colóquios Temáticos”.
Cadê o Ministério Público?
Durante a inspeção que liberou o estádio Barbalhão para sediar jogos do campeonato paraense de futebol, em Santarém, estava presente uma promotora de justiça.
Longe da imprensa, a vistoria foi concluída e o estádio liberado.
Entre os itens pendentes estava a construção de uma rampa para acesso de ambulância ao gramado. Às pressas, foi providenciada uma rampa de madeira.
Pois bem. No jogo São Raimundo 3 x 2 Tuna, realizado no último sábdo, câmeras das emissoras de televisão flagraram um jogador da Tuna contundido deixando o gramado a pé em direção à ambulância que estava estacionada próxima ao portão de emergência do estádio.
O uso da rampa foi desaconselhado por motivos de segurança.
Pode?
Longe da imprensa, a vistoria foi concluída e o estádio liberado.
Entre os itens pendentes estava a construção de uma rampa para acesso de ambulância ao gramado. Às pressas, foi providenciada uma rampa de madeira.
Pois bem. No jogo São Raimundo 3 x 2 Tuna, realizado no último sábdo, câmeras das emissoras de televisão flagraram um jogador da Tuna contundido deixando o gramado a pé em direção à ambulância que estava estacionada próxima ao portão de emergência do estádio.
O uso da rampa foi desaconselhado por motivos de segurança.
Pode?
Brasileirão em dois pacotes de jogos pela TV
Na coluna “Outro Canal”, de Daniel Castro, na Folha de S.Paulo:
O parecer da Secretaria de Direito Econômico (SDE) sugerindo mudanças na comercialização dos direitos de transmissão pela TV do Campeonato Brasileiro levou em consideração sugestões feitas pela Record, rival da Globo, principal prejudicada pela decisão.
A SDE sugeriu ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que ainda irá julgar a questão, a imposição de um modelo que obrigue os clubes a negociarem dois pacotes para a TV aberta: um, mais atrativo, com jogos às quartas e aos domingos, e um segundo com partidas às quintas e aos sábados. Isso não acaba com a exclusividade da Globo, que poderá comprar os dois pacotes, desde que os exiba ou repasse os direitos para outra rede.
Essa regra foi sugerida pela Record, no ano passado, em um questionário da SDE. As respostas da Record fazem parte do processo que considerou lesivo à concorrência o atual modelo de "monopólio" da Globo. A Record já havia proposto dois pacotes de jogos na negociação pelo Paulista de 2007.
Outra sugestão da Record acatada pela SDE foi o fim da cláusula de preferência. Se o Cade tornar a recomendação lei, a Record poderá comprar torneios, desde que pague mais. Hoje, a Globo pode cobrir oferta da concorrente.
A Globo só se manifestará após analisar o relatório. A Record considera o parecer uma vitória do telespectador.
O parecer da Secretaria de Direito Econômico (SDE) sugerindo mudanças na comercialização dos direitos de transmissão pela TV do Campeonato Brasileiro levou em consideração sugestões feitas pela Record, rival da Globo, principal prejudicada pela decisão.
A SDE sugeriu ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que ainda irá julgar a questão, a imposição de um modelo que obrigue os clubes a negociarem dois pacotes para a TV aberta: um, mais atrativo, com jogos às quartas e aos domingos, e um segundo com partidas às quintas e aos sábados. Isso não acaba com a exclusividade da Globo, que poderá comprar os dois pacotes, desde que os exiba ou repasse os direitos para outra rede.
Essa regra foi sugerida pela Record, no ano passado, em um questionário da SDE. As respostas da Record fazem parte do processo que considerou lesivo à concorrência o atual modelo de "monopólio" da Globo. A Record já havia proposto dois pacotes de jogos na negociação pelo Paulista de 2007.
Outra sugestão da Record acatada pela SDE foi o fim da cláusula de preferência. Se o Cade tornar a recomendação lei, a Record poderá comprar torneios, desde que pague mais. Hoje, a Globo pode cobrir oferta da concorrente.
A Globo só se manifestará após analisar o relatório. A Record considera o parecer uma vitória do telespectador.
Médicos no SAMU
A assessoria de imprensa da prefeita Maria do Carmo faz esclarecimento a respeito da nota sobre a falta de médico em viatura do SAMU que socorreu ciclista atropelado, no último domingo:
Até o dia 30 de maio, o SAMU funcionará em caráter experimental. As equipes são integradas por técnicos de enfermagem, acompanhados por enfermeiros. O treinamento para os médicos, que correspnde à última fase desse processo de implantação, está prevista para ocorrer no dia 13 de maio.
Se precisar de mais esclareceimentos, estamos a disposição.
Nelma Bentes
Até o dia 30 de maio, o SAMU funcionará em caráter experimental. As equipes são integradas por técnicos de enfermagem, acompanhados por enfermeiros. O treinamento para os médicos, que correspnde à última fase desse processo de implantação, está prevista para ocorrer no dia 13 de maio.
Se precisar de mais esclareceimentos, estamos a disposição.
Nelma Bentes
Memória de Santarém - Lúcio Flávio Pinto

Dia-a-dia em 1960
*Antônio Anselmo de Oliveira, dono do Bar Chic, alugava um prédio na rua Coronel Joaquim Braga, "em ponto dos mais aprazíveis da cidade". Mas exigia "contrato assinado".
*O deputado estadual Santino Sirotheau Corrêa se elegeu presidente do diretório municipal do PSD, em 1959, em substituição a Ismael Araújo, com 24 votos, contra 12 dados ao médico Everaldo Martins e um voto em branco.
*Elias Jorge Hagem chefe da firma Elias Jorge Hage & Cia. Ltda., sofreu "sério acidente de viação" durante uma visita a São Paulo. Fraturou a clavícula "e outros ossos do corpo". Foi atendido na própria capital paulista e em seguida voltou a Belém.
*Já Aida Campos, esposa de Dácio Campos, agente local da Panair do Brasil, retornou a Santarém, com os filhos Ieda e Paulo, depois de se submeter a tratamento de saúde em Belém.
*Alexandra Cardoso foi eleita rainha do carnaval de Santarém de 1960, em festa realizada no Centro Recreativo. Ivone Veloso Salgado ficou com o segundo lugar, o de princesa.
*Dentre os milhares de candidatos que se inscreveram nos dificílimos exames vestibulares do ITA (o Instituto Tecnológico Aeronáutico de São José dos Campos, em São Paulo) e conseguiram aprovação, em 1960, estavam dois santarenos: Rui Enio de Matos Serruya, filho de José e Fleurice Matos Serruya, e Helmut Bastos Meschede(foto acima), filho de Alberto e Mariita Meschede, dois dos mais importantes comerciantes da cidade.
Rui prestou exame em São Paulo, sendo um dos 70 aprovados dentre 2010 candidatos inscritos. Já Helmut se classificou entre cinco dos 100 candidatos que se inscreveram em Salvador, na Bahia. Os dois iriam até o fim no curso de engenharia eletrônica, destacando-se em suas carreiras profissionais.
*Um Jockey Clube foi criado em setembro de 1959, em Uruxiacá-Curral Grande, para desenvolver nessa região corridas de velocidade e de resistência, "tiração" de argolinhas e outras práticas esportivas eqüestres. Francisco Chaves era o seu presidente e Maria S. Lima a secretária..
COSANPA SUSPEITA DE VAZAMENTO EM POÇOS PROFUNDOS
Gisele de Freitas
Repórter
A Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa) de Santarém contratou uma empresa de Belém para resolver os problemas de abastecimento de água nos bairros Conquista, Aldeia e Amparo. De acordo com o gerente Paulo Elair Lima, os poços dos três bairros devem estar com as paredes de aço furadas, o que permite a entrada de areia na bomba que puxa água. No Conquista há mais de 15 dias os moradores têm recebido abastecimento através de um carro pipa. Nos outros dois bairros o abastecimento continua, porém, há areia misturada na água que sai da torneira. Lima espera pelas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que deverão contribuir para que a água chegue com mais facilidade às residências dos santarenos.
De acordo com o gerente, a Cosanpa tentou solucionar o problema no bairro Conquista. A bomba condutora de água acabou danificando pela quantidade de areia que havia no poço. A Cosanpa esperou um compressor vir de Belém e fez a limpeza do local, extraiu a areia e trocou a bomba queimada por uma nova, porém a areia continuou entrando no poço e os técnicos constataram que a parede do poço deve estar furada. Para solucionar o problema, fazer um trabalho chamado de "obturação" uma empresa de Belém já está na cidade. O equipamento chegou a Santarém na manhã da última quinta-feira (24). "Os técnicos vão direto para o Conquista, lá é isolado e não podemos fazer uma manobra para desviar água de outros bairros e abastecer aquele. Acredito que no máximo em uma semana o problema lá estará resolvido" relatou Lima.
Após o Conquista, os técnicos deverão atuar no bairro Aldeia, nas proximidades da Praça Tiradentes, onde também há suspeita de que o poço tenha furado. Após, o alvo será o bairro Amparo, que apresenta o mesmo problema. Nestes dois bairros o trabalho deve levar no máximo quatro dias para ser concluído. Para o gerente, os furos nos poços acontecem quando o cano que conduz água estoura, a pressão da água seria muito forte e ao ficar em contato com o aço por algum tempo, acabaria abrindo buracos, por onde os recursos do solo entram e são puxados pela bomba juntamente com a água. "A Cosanpa está interessada em resolver logo esta situação, estamos fazendo tudo que é possível" destacou Lima.
PAC - Em relação aos R4 33 milhões de recursos do PAC destinados à ampliação do abastecimento de água em Santarém o gerente garante que as licitações para início da obra ainda estão ocorrendo em Belém e não há uma previsão de quando deva começar os trabalhos. Santarém receberá três poços e quatro reservatórios elevados, cada um com capacidade para três milhões de litros de água, sendo que hoje a Cosanpa possui um na cidade, com capacidade de um milhão de litros. Além destes benefícios deverá também ser feita uma câmara de contato no bairro Irurá, para ampliar o reservatório já existente no local. Os novos reservatórios serão construídos nos bairros Livramento, Conquista, Santa Clara e Aeroporto Velho. Lima acredita que as obras devam começar ainda neste ano ou no início de 2009.
Repórter
A Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa) de Santarém contratou uma empresa de Belém para resolver os problemas de abastecimento de água nos bairros Conquista, Aldeia e Amparo. De acordo com o gerente Paulo Elair Lima, os poços dos três bairros devem estar com as paredes de aço furadas, o que permite a entrada de areia na bomba que puxa água. No Conquista há mais de 15 dias os moradores têm recebido abastecimento através de um carro pipa. Nos outros dois bairros o abastecimento continua, porém, há areia misturada na água que sai da torneira. Lima espera pelas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que deverão contribuir para que a água chegue com mais facilidade às residências dos santarenos.
De acordo com o gerente, a Cosanpa tentou solucionar o problema no bairro Conquista. A bomba condutora de água acabou danificando pela quantidade de areia que havia no poço. A Cosanpa esperou um compressor vir de Belém e fez a limpeza do local, extraiu a areia e trocou a bomba queimada por uma nova, porém a areia continuou entrando no poço e os técnicos constataram que a parede do poço deve estar furada. Para solucionar o problema, fazer um trabalho chamado de "obturação" uma empresa de Belém já está na cidade. O equipamento chegou a Santarém na manhã da última quinta-feira (24). "Os técnicos vão direto para o Conquista, lá é isolado e não podemos fazer uma manobra para desviar água de outros bairros e abastecer aquele. Acredito que no máximo em uma semana o problema lá estará resolvido" relatou Lima.
Após o Conquista, os técnicos deverão atuar no bairro Aldeia, nas proximidades da Praça Tiradentes, onde também há suspeita de que o poço tenha furado. Após, o alvo será o bairro Amparo, que apresenta o mesmo problema. Nestes dois bairros o trabalho deve levar no máximo quatro dias para ser concluído. Para o gerente, os furos nos poços acontecem quando o cano que conduz água estoura, a pressão da água seria muito forte e ao ficar em contato com o aço por algum tempo, acabaria abrindo buracos, por onde os recursos do solo entram e são puxados pela bomba juntamente com a água. "A Cosanpa está interessada em resolver logo esta situação, estamos fazendo tudo que é possível" destacou Lima.
PAC - Em relação aos R4 33 milhões de recursos do PAC destinados à ampliação do abastecimento de água em Santarém o gerente garante que as licitações para início da obra ainda estão ocorrendo em Belém e não há uma previsão de quando deva começar os trabalhos. Santarém receberá três poços e quatro reservatórios elevados, cada um com capacidade para três milhões de litros de água, sendo que hoje a Cosanpa possui um na cidade, com capacidade de um milhão de litros. Além destes benefícios deverá também ser feita uma câmara de contato no bairro Irurá, para ampliar o reservatório já existente no local. Os novos reservatórios serão construídos nos bairros Livramento, Conquista, Santa Clara e Aeroporto Velho. Lima acredita que as obras devam começar ainda neste ano ou no início de 2009.
Pontuando - José Olivar
Os custos de ligação de celular poderão ser diminuídos se for aprovado projeto de lei do Dep. Chico Alencar, neste sentido. Já era tempo. * Tramita na Câmara Federal, projeto de lei que torna crime hediondo o abandono de incapaz seguido de morte. O projeto altera a Lei nº 8.072/90. * Vai se transformar em lei um projeto que torna bem rigoroso o pedido de escuta telefônica para investigações criminais. Segundo o projeto, a escuta deverá ser feita pelo Ministério Público ou com aval do órgão mediante autorização judicial que se fundará em detalhada descrição do possível delito e a indispensabilidade da quebra do sigilo telefônico para as investigações. * Me parece que a Prefeitura não resolve o problema do lago que fica na vicinal Poço Branco/Estrada Nova, por simples birra, quiçá pelas insistentes cobranças desta coluna. * A lembrança, que a coluna fez, do nome do vereador José Maria Tapajós, para possível candidato a Vice Prefeito em qualquer coligação, repercutiu positivamente. * O Deputado Federal Lira Maia, é sempre destaque em qualquer cargo que ocupa. O foi como Prefeito, pelo grande trabalho que realizou por Santarém, e está sendo, como Deputado Federal. Político bom de voto é sempre acolhido. * O Tribunal Regional Eleitoral, deverá realizar em junho próximo, encontro em Santarém com Juízes Eleitorais, advogados, promotores e interessados, para debater o processo eleitoral vindouro. * Os assaltos continuam ocorrendo em Santarém, todavia, a Polícia está diligente e buscando prender os meliantes, o Delegado Jardel - Superintendente Regional - com certeza não medirá esforços para conter a violência e outros crimes. * Não tenham dúvidas de que a vinda da Ministra Marina Silva, com as autoridades alemãs à FLONA do Tapajós não vai trazer nenhum benefício para Santarém. Tudo isso é mais questão de diplomacia e refletor para que alguns políticos apareçam. * A Diocese de Santarém ordenará, hoje, mais 02 diáconos para auxiliarem nos serviços diocesanos. Que Deus os ilumine! * Até o dia 05 de outubro muita coisa vai rolar no processo eleitoral de Santarém. A Justiça Eleitoral vai ter que se desdobrar para proibir os abusos. Porém os dois juízes eleitorais (Dr. Silvio César e Dr. Gabriel Veloso), não darão trégua àqueles que pensam em fazer da campanha, salão de exposição de possíveis fatos desabonadores da conduta alheia, ou instrumento de burla à lei, punindo-os na forma da legislação. * A Dra. Betânia Figueiredo, Juíza titular da 8ª Vara (Fazenda Pública), tem tido muito trabalho nesta Vara Especializada, porém como ela é uma Magistrada que se doa de corpo e alma, os jurisdicionados terão sempre respostas urgentes aos seus pleitos. * Vamos nos preparar para o aumento dos gêneros alimentícios, como arroz, feijão, farinha, etc. ou mesmo suas faltas, em razão da política do Governo Federal que com benefícios populistas e eleitoreiros (bolsa família e outros tipos), ninguém mais quer plantar, mas somente colher nos cofres públicos.
DEM E PSDB ANUNCIAM CANDIDATO ATÉ O FIM DO MÊS
Um dos líderes da coligação DEM/ PSBD/ PV e demais partidos que hoje assumem papel de oposição no governo municipal, deputado federal Lira Maia (DEM) esteve em Santarém no fim da semana e garantiu que a união destes partidos já tem candidato próprio ao pleito 2008. A divulgação do nome escolhido será feita no final deste mês e promete agitar o cenário político regional.
Quanto à indicação do candidato a prefeitura de Santarém, o deputado Lira Maia explicou que já se tem o nome de quem será o opositor da petista Maria do Carmo na eleição municipal e que no fim deste mês virá ao município junto ao deputado estadual Alexandre Von para divulgá-lo a população. "Até o fim do mês, anunciaremos o nome de oposição que enfrentará a atual prefeita nas urnas", revelou o deputado.
Lira Maia classificou de 'inerte' o governo Maria do Carmo. "Nós só ouvimos a prefeita anunciar que tem uns milhões para ser aplicado nisso, e mais tantos milhões para aquilo. Passados quase quatro anos, poucas obras foram concluídas e os recursos amplamente divulgados não dão sinal de aplicabilidade. Exemplo disso são os 100 metros de orla e o restaurante popular".
Quanto à indicação do candidato a prefeitura de Santarém, o deputado Lira Maia explicou que já se tem o nome de quem será o opositor da petista Maria do Carmo na eleição municipal e que no fim deste mês virá ao município junto ao deputado estadual Alexandre Von para divulgá-lo a população. "Até o fim do mês, anunciaremos o nome de oposição que enfrentará a atual prefeita nas urnas", revelou o deputado.
Lira Maia classificou de 'inerte' o governo Maria do Carmo. "Nós só ouvimos a prefeita anunciar que tem uns milhões para ser aplicado nisso, e mais tantos milhões para aquilo. Passados quase quatro anos, poucas obras foram concluídas e os recursos amplamente divulgados não dão sinal de aplicabilidade. Exemplo disso são os 100 metros de orla e o restaurante popular".
Inscrição para vestibular especial da UFPA termina amanhã
Termina amanhã o prazo para inscrição no Processo Seletivo Especial (PSE) 2008, da Universidade Federal do Pará (UFPA), para preenchimento de 464 vagas que sobraram do vestibular passado. Os estudantes da Universidade que pretendem mudar de curso também têm, até hoje, para se inscrever no processo seletivo de Mobilidade Acadêmica Interna.
As vagas disponíveis são para diversos cursos nos municípios de Abaetetuba, Altamira, Bragança, Breves, Cametá, Castanhal, Marabá, Santarém e Soure. Não há isenção da taxa no PSE 2008-1. O pagamento das inscrições pode ser efetivado até amanhã, em qualquer correspondente bancário. O cadastro e a impressão do boleto devem ser feitos através do site www.daves.ufpa.br.
O custo da inscrição é de R$ 63,00.
As vagas disponíveis são para diversos cursos nos municípios de Abaetetuba, Altamira, Bragança, Breves, Cametá, Castanhal, Marabá, Santarém e Soure. Não há isenção da taxa no PSE 2008-1. O pagamento das inscrições pode ser efetivado até amanhã, em qualquer correspondente bancário. O cadastro e a impressão do boleto devem ser feitos através do site www.daves.ufpa.br.
O custo da inscrição é de R$ 63,00.
Turbinado
Comentário ouvido na Diretran, em Santarém:
23 quilômetros de asfalto separam Lira Maia de Maria do Carmo, de acordo com o velocímetro do carro da própria prefeita.
Mas no veículo turbinado do ex-prefeito a diferença que este leva sobre aquela na quilometragem é de 34 km de pista pavimentada.
23 quilômetros de asfalto separam Lira Maia de Maria do Carmo, de acordo com o velocímetro do carro da própria prefeita.
Mas no veículo turbinado do ex-prefeito a diferença que este leva sobre aquela na quilometragem é de 34 km de pista pavimentada.
Rio vira cemitério
Em fevereiro o barco comandante Monteiro naufragou próximo a Itacoariara. Morreram 14 pessoas.
Domingo, o barco Comandante Sales foi a pique. 15 corpos já foram resgatados. 15 passageiros ainda estão desaparecido.
O ano de 2008 não parce nada bom para o delegado da Marinha no Amazonas, capitão Dênis.
Domingo, o barco Comandante Sales foi a pique. 15 corpos já foram resgatados. 15 passageiros ainda estão desaparecido.
O ano de 2008 não parce nada bom para o delegado da Marinha no Amazonas, capitão Dênis.
domingo, 4 de maio de 2008
Lulês e o pesquisês
A prefeita Maria do Carmo vive repetindo:
- Nunca na história de Santarém um goverrno fez mais do que o meu.
O deputado federal Lira Maia vive repetindo:
- Nunca na história de Santarém o prestigio de um(a) prefeito(a) tá mais baixo que tapete de porão.
- Nunca na história de Santarém um goverrno fez mais do que o meu.
O deputado federal Lira Maia vive repetindo:
- Nunca na história de Santarém o prestigio de um(a) prefeito(a) tá mais baixo que tapete de porão.
Brasil Futebol Clube
Há colorados, palmeirenses e flamenguistas fazendo a festa da vitória na orla de Santarém.
Invasões ameaçam os mananciais e causam problemas sociais em Juruti
Paulo Leandro Leal
Uma onde de invasão ilegal está ameaçando mananciais e tirando a paz dos moradores do município de Juruti, extremo oeste do Pará, onde a mineradora Alcoa está implantando uma mina de extração de bauxita. Centenas de pessoas ocupam áreas próximas a igarapés, desmatam estas áreas e provocam um verdadeiro caos no município. Nesta sexta-feira, 2, o Conselho Juruti Sustentável, integrado por representantes do poder público, organizações civis e empresas, divulgou uma nota repudiando as invasões.
O Conselho Juruti Sustentável considera que as ocupações irregulares prejudicam o futuro da cidade, pois afetam diretamente o Plano Diretor do Município e causam desmatamentos que caracterizam Crime Ambiental. Segundo informações confirmadas pela polícia local, as áreas invadidas integram a Área de Proteção Permanente dos Igarapés Maranhão e Fifi, que formam o Lago Jará, um dos principais mananciais do município. Outras áreas invadidas ficam próximas à pista de pouso do Aeroporto Municipal.
A principal preocupação das autoridades de Juruti é que estas invasões causam sérios impactos ambientais, intensificando o despejo de terra e outros materiais para o leito dos igarapés, devido ao desmatamento e às queimadas. A Justiça já expediu mandado de reintegração de posse e a Polícia Militar de Juruti recebeu reforços dos Batalhões de Oriximiná e Santarém, mas até esta sexta-feira ninguém havia sido retirado das invasões. Os vereadores do município demonstram preocupação com as invasões às margens do Lago do Fifi, que pode causar impacto ambiental muito grande, caso não seja paralisada a tempo.
As invasões são realizadas, na maioria, por pessoas que possuem casas na cidade, motos e até carros. Segundo uma fonte, a motivação principal é uma disputa política que estaria por trás destas ações, além da má intenção de pessoas que querem invadir as áreas para vendê-las, já que Juruti vive um verdadeiro boom imobiliário em virtude da instalação de um grande projeto de mineração. Outras famílias que ocupam estas áreas simplesmente esperam receber algum tipo de indenização das empresas que atuam em Juruti.
Uma onde de invasão ilegal está ameaçando mananciais e tirando a paz dos moradores do município de Juruti, extremo oeste do Pará, onde a mineradora Alcoa está implantando uma mina de extração de bauxita. Centenas de pessoas ocupam áreas próximas a igarapés, desmatam estas áreas e provocam um verdadeiro caos no município. Nesta sexta-feira, 2, o Conselho Juruti Sustentável, integrado por representantes do poder público, organizações civis e empresas, divulgou uma nota repudiando as invasões.
O Conselho Juruti Sustentável considera que as ocupações irregulares prejudicam o futuro da cidade, pois afetam diretamente o Plano Diretor do Município e causam desmatamentos que caracterizam Crime Ambiental. Segundo informações confirmadas pela polícia local, as áreas invadidas integram a Área de Proteção Permanente dos Igarapés Maranhão e Fifi, que formam o Lago Jará, um dos principais mananciais do município. Outras áreas invadidas ficam próximas à pista de pouso do Aeroporto Municipal.
A principal preocupação das autoridades de Juruti é que estas invasões causam sérios impactos ambientais, intensificando o despejo de terra e outros materiais para o leito dos igarapés, devido ao desmatamento e às queimadas. A Justiça já expediu mandado de reintegração de posse e a Polícia Militar de Juruti recebeu reforços dos Batalhões de Oriximiná e Santarém, mas até esta sexta-feira ninguém havia sido retirado das invasões. Os vereadores do município demonstram preocupação com as invasões às margens do Lago do Fifi, que pode causar impacto ambiental muito grande, caso não seja paralisada a tempo.
As invasões são realizadas, na maioria, por pessoas que possuem casas na cidade, motos e até carros. Segundo uma fonte, a motivação principal é uma disputa política que estaria por trás destas ações, além da má intenção de pessoas que querem invadir as áreas para vendê-las, já que Juruti vive um verdadeiro boom imobiliário em virtude da instalação de um grande projeto de mineração. Outras famílias que ocupam estas áreas simplesmente esperam receber algum tipo de indenização das empresas que atuam em Juruti.
Motorista só de cueca atropela ciclista
Um automóvel gol branco com placas de Manaus atropelou um ciclista, hoje de manhã, na avenida Turiano Meira, esquina de avenida Marabá.
Marcelo, com sintomas visíveis de embriaguêz, estava trajando apenas uma cueca.
O motorista fazia zigue-zague na pista no momento do choque. O veículo ultrapassou uma canaleta lateral alcançando a calçada onde o ciclista estava parado.
A equipe do SAMU chegou ao local minutos depois do acidente, mas na equipe de socorro não havia médico, como foi garantido pela prefeita Maria do Carmo por ocasião do lançamento do serviço no último dia 1º.
Marcelo, com sintomas visíveis de embriaguêz, estava trajando apenas uma cueca.
O motorista fazia zigue-zague na pista no momento do choque. O veículo ultrapassou uma canaleta lateral alcançando a calçada onde o ciclista estava parado.
A equipe do SAMU chegou ao local minutos depois do acidente, mas na equipe de socorro não havia médico, como foi garantido pela prefeita Maria do Carmo por ocasião do lançamento do serviço no último dia 1º.
Hospital regional na TV
No Tutti Qui, de O Liberal:
O PSDB, no horário gratuito do TRE na TV, bateu forte no Governo do Estado no que ele tem atualmente de mais frágil, o setor de saúde pública. Uma das peças mostrava o Hospital Regional de Santarém, que a governadora Ana Júlia, depois de um ano e quatro meses, ainda o mantém parcialmente paralisado. As inserções movimentaram o secretariado e o PT, que já está incomodado com a situação de inércia na saúde.
O PSDB, no horário gratuito do TRE na TV, bateu forte no Governo do Estado no que ele tem atualmente de mais frágil, o setor de saúde pública. Uma das peças mostrava o Hospital Regional de Santarém, que a governadora Ana Júlia, depois de um ano e quatro meses, ainda o mantém parcialmente paralisado. As inserções movimentaram o secretariado e o PT, que já está incomodado com a situação de inércia na saúde.
Palmeira garante Belo Monte
O paraense Jorge Palmeira, que deve tomar na presidência da Eletronorte na próxima terça-feira, enfatizou que a decisão de iniciar as obras da hidrelétrica de Belo Monte, na região do Xingu, é irreversível e merecerá todo o sem empenho.
'É meta nossa fazer Belo Monte. Eu assumo esse compromisso', garantiu Palmeira.
Engenheiro elétrico elétrico e funcionário de carreira da empresa, ele reconheceu, em entrevista concedida ao repórter Thiago Vilarins, que há entraves de ordem burocrática e judicial, por causa de questões ambientais que inevitavelmente envolvem projetos do porte da usina que se pretende construir. Mas considera que os entraves serão removidos quando todos se convencerem de que a hidrelétrica é necessária e pode ser construída sem agressão ao meio ambiente.
(Fonte: O Liberal)
'É meta nossa fazer Belo Monte. Eu assumo esse compromisso', garantiu Palmeira.
Engenheiro elétrico elétrico e funcionário de carreira da empresa, ele reconheceu, em entrevista concedida ao repórter Thiago Vilarins, que há entraves de ordem burocrática e judicial, por causa de questões ambientais que inevitavelmente envolvem projetos do porte da usina que se pretende construir. Mas considera que os entraves serão removidos quando todos se convencerem de que a hidrelétrica é necessária e pode ser construída sem agressão ao meio ambiente.
(Fonte: O Liberal)
As aventuras de um ministro alemão na Amazônia
No Repórter Diário, hoje:
Aperto
O aeroporto de Santarém precisa mesmo de urgente ampliação. Na quinta-feira, agentes federais tiveram que improvisar no sanitário masculino a inspeção ao arsenal que três seguranças do ministro do Meio Ambiente da Alemanha, Sigmar Gabriel, trouxeram na bagagem. Aos que se aproximavam do sanitário para as ditas necessidades fisiológicas, um agente federal, implacável na “guarita”, barrava a passagem.
Aos passageiros, restou resmungar e olhar feio, com aquela clássica sacudidela de cabeça e riso amarelo.
No ar
Aliás, no avião da TAM que fez o vôo JJ-3893, de Santarém a Belém, na mesma quinta, o ministro alemão sentiu o que é aviação de terceiro mundo. Trajando fino terno, Gabriel se aproximou do assento marcado no cartão de embarque dele e deu de cara com o lugar ocupado por passageiro que, já encarapitado à janela, exibiu, para surpresa geral, o mesmo número de poltrona que o do atônito ministro.
Sem falar chucrutes, ele foi salvo do mico e da mímica com o passageiro pelo embaixador alemão no Brasil.
Corredor
Mas quem disse que o brazuca cedeu lugar? Sem a opção da janela, para contemplar a natureza amazônica, o ministro se contentou com a ajuda de integrante brasileiro da comitiva, que lhe ofereceu poltrona do corredor. Bem pertinho, duas comissárias de bordo faziam de conta que não viam nada. Mas o avião, enfim, decolou, e atrasado, para variar.
No pouso em Belém, derradeira surpresa: o piloto deu baita susto na galera com um violento toque de rodas na pista.
Desconfia-se que o ministro não volta tão cedo.
Aperto
O aeroporto de Santarém precisa mesmo de urgente ampliação. Na quinta-feira, agentes federais tiveram que improvisar no sanitário masculino a inspeção ao arsenal que três seguranças do ministro do Meio Ambiente da Alemanha, Sigmar Gabriel, trouxeram na bagagem. Aos que se aproximavam do sanitário para as ditas necessidades fisiológicas, um agente federal, implacável na “guarita”, barrava a passagem.
Aos passageiros, restou resmungar e olhar feio, com aquela clássica sacudidela de cabeça e riso amarelo.
No ar
Aliás, no avião da TAM que fez o vôo JJ-3893, de Santarém a Belém, na mesma quinta, o ministro alemão sentiu o que é aviação de terceiro mundo. Trajando fino terno, Gabriel se aproximou do assento marcado no cartão de embarque dele e deu de cara com o lugar ocupado por passageiro que, já encarapitado à janela, exibiu, para surpresa geral, o mesmo número de poltrona que o do atônito ministro.
Sem falar chucrutes, ele foi salvo do mico e da mímica com o passageiro pelo embaixador alemão no Brasil.
Corredor
Mas quem disse que o brazuca cedeu lugar? Sem a opção da janela, para contemplar a natureza amazônica, o ministro se contentou com a ajuda de integrante brasileiro da comitiva, que lhe ofereceu poltrona do corredor. Bem pertinho, duas comissárias de bordo faziam de conta que não viam nada. Mas o avião, enfim, decolou, e atrasado, para variar.
No pouso em Belém, derradeira surpresa: o piloto deu baita susto na galera com um violento toque de rodas na pista.
Desconfia-se que o ministro não volta tão cedo.
Dica literária
O jornalista santareno Elias Ribeiro Pinto dá uma dica literária que deveria ser anotada por todos os amantes de uma boa leitura:
“Este ano é comemorado cem anos de morte de Machado de Assis e também os cem anos de nascimento de Guimarães Rosa”.
sábado, 3 de maio de 2008
São Raimundo derrota a Tuna e entra no G-4
Em partida válida pela quarta rodada do 2º turno do parazão, o São Raimundo derrotou a Tuna Luso Brasileira pelo placar de 3 a 2 neste sábado no estádio Barbalhão, no chamado jogo dos desesperados.
Os gols do Pantera foram marcados através de Divanor, Emerson Bala e Hélcio; Albertinho foi o autor dos gols da Tuna.
Com o resultado, o São Raimundo ocupa no momento a 4ª colocação com 6 pontos, já a Tuna permanece na última posição com apenas 1 ponto conquistado.
A renda da partida foi de R$ 14.595,00 e apresentou um público total de 2.017 torcedores, sendo 1.549 pagantes e 468 credenciados.
Pela quinta rodada no domingo, a Tuna enfrentará a equipe do Cametá/Vila Rica no parque do Bacurau em Cametá e o São Raimundo jogará contra o Tiradentes em Santarém.
Os gols do Pantera foram marcados através de Divanor, Emerson Bala e Hélcio; Albertinho foi o autor dos gols da Tuna.
Com o resultado, o São Raimundo ocupa no momento a 4ª colocação com 6 pontos, já a Tuna permanece na última posição com apenas 1 ponto conquistado.
A renda da partida foi de R$ 14.595,00 e apresentou um público total de 2.017 torcedores, sendo 1.549 pagantes e 468 credenciados.
Pela quinta rodada no domingo, a Tuna enfrentará a equipe do Cametá/Vila Rica no parque do Bacurau em Cametá e o São Raimundo jogará contra o Tiradentes em Santarém.
Por quê importamos alimentos?
Antenor Giovannini
Uma triste constatação. Se afora termos deixado do lado a produção de arroz, que chegou a casa dos 2 milhoes de sacas há tres anos atrás, fazendo com que o preço na gôndola do supermercado chegasse a R$ 0,46 kg, observamos nessa importação coisas absolutamente básicas e que poderiam ser incentivadas e produzidas localmente.
Xuxu é um exemplo. Batata é outra. Cenoura, repolho, tomate, e tantas outras.
Titularização das terras que é básico, aliado a condição de concessão de crédito, atrelado ao trabalho de projeto e orientação de plantio fornecido por orgãos oficiais locais e extremamente capacitados, aliado a uma centralização de recebimento dessa produção para posterior repasse ao consumidor, trariam ao mini/micro/pequeno produtor que são o alicerce dessa cadeia de produção de horti fruti uma segurança e principalmente condição de olhar o futuro com esperança.
Hoje é mais fácil chorar o leite derramado, culpar os outros e aplaudir quem se esforça para trazer 120 tons de alimento via carreta/aerea para nao faltar na mesa santarena.
Uma triste constatação. Se afora termos deixado do lado a produção de arroz, que chegou a casa dos 2 milhoes de sacas há tres anos atrás, fazendo com que o preço na gôndola do supermercado chegasse a R$ 0,46 kg, observamos nessa importação coisas absolutamente básicas e que poderiam ser incentivadas e produzidas localmente.
Xuxu é um exemplo. Batata é outra. Cenoura, repolho, tomate, e tantas outras.
Titularização das terras que é básico, aliado a condição de concessão de crédito, atrelado ao trabalho de projeto e orientação de plantio fornecido por orgãos oficiais locais e extremamente capacitados, aliado a uma centralização de recebimento dessa produção para posterior repasse ao consumidor, trariam ao mini/micro/pequeno produtor que são o alicerce dessa cadeia de produção de horti fruti uma segurança e principalmente condição de olhar o futuro com esperança.
Hoje é mais fácil chorar o leite derramado, culpar os outros e aplaudir quem se esforça para trazer 120 tons de alimento via carreta/aerea para nao faltar na mesa santarena.
"Sou a favor do diploma para o exercício do jornalismo", defende Cezar Britto

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto, defendeu com veemência a manutenção da exigência do diploma para o exercício profissional do jornalismo. "Sempre defendi o diploma para jornalistas, enão mudei de opinião", falou, de forma contundente, Britto para uma platéiade profissionais da área, professores e estudantes de Comunicação durante seminário sobre o novo Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, realizado no último dia 30, em Aracaju, e promovido pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Sergipe (Sindijor/SE).
Cezar também defendeu a melhoria da qualidade no ensino do jornalismo nas faculdades detodo o país e a criação do Conselho Federal dos Jornalistas.
Chamado para falar sobre ética, o presidente nacional da OAB acabou instigado a se pronunciar sobre a exigência do diploma para o exercício do jornalismo, diante do fato de que a questão está sendo apreciada no SupremoTribunal Federal.
Em novembro de 2006, numa decisão em caráter temporário, o ministro do STF Gilmar Mendes suspendeu, por meio de uma liminar, a obrigatoriedade do diploma de jornalismo para exercer a profissão. Desde então, o imbróglio da obrigatoriedade ou não do diploma está em suspensão, e só será resolvido em caráter definitivo quando o STF julgar um recurso contra a decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª região, que exigia o porte do diploma para os jornalistas.
"Sou totalmente a favor da manutenção da exigência do diploma para jornalista, porque acredito que isso tem relação direta com a qualidade da informação que chega até os cidadãos. Um jornalista que passa por uma boa formação acadêmica, ele tem as bases, adquiri os conhecimentos necessários para dar melhor tratamento à informação que irá produzir, e quem sai ganhando com isso é a sociedade", ressaltou Britto.
Analfabetos funcionais
O post "Salão do livro caro" suscitou o seguinte comentário do escritor e leitor Nazareno Santos, de Itaituba:
"Na condição de escritor e leitor voraz, vejo com tristeza o raquitismo cultural de um pais que cria tantas bolsas besteiras e ainda não pensou um bolso livro para que o brasileiro possa ler mais.
Um professor da Bahia criticou os estudantes da boa terra dizendo que se berimbau tivesse duas cordas o baiano não tocaria. Começo a achar que ele tem razão, mais(sic) estendendo a critica a todo o pais e pra nossa região.
Por isso que o mercado está impregnado de "analfabetos funcionais" que por esse ou aquele motivo não gostam de livros.
Mas concordo que o preço também é o que contribui para tornar o Brasil um pais pobre de leitores.
Nazareno Santos-Escritor, membro da Academia Itaitubense de Letras."
"Na condição de escritor e leitor voraz, vejo com tristeza o raquitismo cultural de um pais que cria tantas bolsas besteiras e ainda não pensou um bolso livro para que o brasileiro possa ler mais.
Um professor da Bahia criticou os estudantes da boa terra dizendo que se berimbau tivesse duas cordas o baiano não tocaria. Começo a achar que ele tem razão, mais(sic) estendendo a critica a todo o pais e pra nossa região.
Por isso que o mercado está impregnado de "analfabetos funcionais" que por esse ou aquele motivo não gostam de livros.
Mas concordo que o preço também é o que contribui para tornar o Brasil um pais pobre de leitores.
Nazareno Santos-Escritor, membro da Academia Itaitubense de Letras."
Acusados do Caso Dorothy voltam a julgamento nesta segunda-feira (5)
O juiz Raimundo Moisés Alves Flexa, da 2ª Vara de Júri de Belém, submeterá a novo júri popular, nesta segunda-feira (5), o fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura (Bida) e Rayfran das Neves Sales, acusados de participação no planejamento e execução da missionária, Dorothy Stang, de 73 anos.
Os dois já foram condenados pelo crime num primeiro julgamento, sendo sentenciados em 30 e 27 anos de reclusão, respectivamente. Como as penas ultrapassaram 20 anos, valendo-se da legislação penal para condenados em tribunal do júri, os advogados de defesa dos réus apelaram por novo julgamento. A nova sessão de julgamento está prevista para durar dois dias.
Na defesa atuarão o advogado Eduardo Imbiriba e defensora pública Marilda Cantal.
A acusação que pesa contra o fazendeiro Bida, sustentada pelo representante do Ministério Público, através do promotor de justiça Edson Augusto Souza, é o de ter contratado terceiras pessoas, mediante promessa de pagamento para executar a missionária. O primeiro júri, também presidido pelo juiz Raimundo Flexa, foi realizado em 14 de maio do ano passado. Rayfran Sales, que responde como executor do crime, foi condenado no primeiro julgamento a 27 anos de prisão, em dezembro de 2005, menos de um ano do cometimento do crime. Ele apelou por novo júri e retornou ao banco de réus, em 22 de outubro de 2007, tendo a condenação confirmada.
Através do advogado César Ramos, Rayfran recorreu do segundo julgamento em instância superior (Câmaras Criminais Reunidas do TJE), apontando problemas técnicos, que foi acolhido pela maioria dos desembargadores, que anulou o segundo júri. Com este, que acontecerá na segunda, Rayfran retorna pela terceira vez ao banco de réus.
Amair Feijoli da Cunha, o “Tato”, foi condenado a 27 anos de prisão como intermediário do crime, mas foi beneficiado com a redução de um terço da sentença - definitiva em 18 anos – valendo-se do recurso da delação premiada. O recurso garante benefício a acusados que colaboram com informações no processo.
Regivaldo Pereira Galvão, o pecuarista acusado de, em conjunto com Bida, ter planejado e mandado matar a missionária mediante promessa de recompensa, também foi pronunciado para ser submetido a júri. Ele está recorrendo em instância superior, da sentença de pronúncia. A exceção deste último que aguarda em liberdade a apreciação dos recursos, todos os demais estão recolhidos em casas penais do Complexo Penitenciário do Estado.
(Fonte: TJE)
Os dois já foram condenados pelo crime num primeiro julgamento, sendo sentenciados em 30 e 27 anos de reclusão, respectivamente. Como as penas ultrapassaram 20 anos, valendo-se da legislação penal para condenados em tribunal do júri, os advogados de defesa dos réus apelaram por novo julgamento. A nova sessão de julgamento está prevista para durar dois dias.
Na defesa atuarão o advogado Eduardo Imbiriba e defensora pública Marilda Cantal.
A acusação que pesa contra o fazendeiro Bida, sustentada pelo representante do Ministério Público, através do promotor de justiça Edson Augusto Souza, é o de ter contratado terceiras pessoas, mediante promessa de pagamento para executar a missionária. O primeiro júri, também presidido pelo juiz Raimundo Flexa, foi realizado em 14 de maio do ano passado. Rayfran Sales, que responde como executor do crime, foi condenado no primeiro julgamento a 27 anos de prisão, em dezembro de 2005, menos de um ano do cometimento do crime. Ele apelou por novo júri e retornou ao banco de réus, em 22 de outubro de 2007, tendo a condenação confirmada.
Através do advogado César Ramos, Rayfran recorreu do segundo julgamento em instância superior (Câmaras Criminais Reunidas do TJE), apontando problemas técnicos, que foi acolhido pela maioria dos desembargadores, que anulou o segundo júri. Com este, que acontecerá na segunda, Rayfran retorna pela terceira vez ao banco de réus.
Amair Feijoli da Cunha, o “Tato”, foi condenado a 27 anos de prisão como intermediário do crime, mas foi beneficiado com a redução de um terço da sentença - definitiva em 18 anos – valendo-se do recurso da delação premiada. O recurso garante benefício a acusados que colaboram com informações no processo.
Regivaldo Pereira Galvão, o pecuarista acusado de, em conjunto com Bida, ter planejado e mandado matar a missionária mediante promessa de recompensa, também foi pronunciado para ser submetido a júri. Ele está recorrendo em instância superior, da sentença de pronúncia. A exceção deste último que aguarda em liberdade a apreciação dos recursos, todos os demais estão recolhidos em casas penais do Complexo Penitenciário do Estado.
(Fonte: TJE)
O Tapajós é que nem carneiro que vai dar a marrada
Do Espaço Aberto:
O nível do Rio Tapajós, no trecho que banha Santarém, subiu até 8,14 metros e deu uma recuada até 8,08 metros.Mas ainda não é a vazante, aposta quem observa há mais de 50 anos o movimento das águas. “Nesta época, isto é normal. A água dá uma subida, depois baixa um pouco e vai subir de novo. É igual ao carneiro, que recua apenas para poder dar uma marrada mais forte”, diz o experiente pescador.Ele aposta: o rio voltará a subir logo, logo. E garante que as águas começarão a vazar mesmo somente a partir de junho.
O nível do Rio Tapajós, no trecho que banha Santarém, subiu até 8,14 metros e deu uma recuada até 8,08 metros.Mas ainda não é a vazante, aposta quem observa há mais de 50 anos o movimento das águas. “Nesta época, isto é normal. A água dá uma subida, depois baixa um pouco e vai subir de novo. É igual ao carneiro, que recua apenas para poder dar uma marrada mais forte”, diz o experiente pescador.Ele aposta: o rio voltará a subir logo, logo. E garante que as águas começarão a vazar mesmo somente a partir de junho.
Termômetro
A prefeita Maria do Carmo foi aplaudida apenas 'socialmente' após encerrar seu discurso na festa da empresa do ano promovida pela Associação Comercial e Empresarial de Santarém, ontem à noite, no Amazon Park Hotel.
Na platéria, citado por todos os oradores que antecederam a prefeita, estava o deputado federal Lira Maia.
Na platéria, citado por todos os oradores que antecederam a prefeita, estava o deputado federal Lira Maia.
Dieesel explosivo
Estradas intrafegáveis.
Preço da carga em aviões com preço estratosférico.
Dependência do transporte fluvial.
Esses três ingredientes misturados à pitada do aumento de 8% do óleo diesel nas bombas pode aumentar o custo do frete e, consequentemente, o preço dos alimentos em Santarém.
Para quem ainda não sabe Santarém importa 100 toneladas/mês de comida perecível.
Preço da carga em aviões com preço estratosférico.
Dependência do transporte fluvial.
Esses três ingredientes misturados à pitada do aumento de 8% do óleo diesel nas bombas pode aumentar o custo do frete e, consequentemente, o preço dos alimentos em Santarém.
Para quem ainda não sabe Santarém importa 100 toneladas/mês de comida perecível.
Cidade da dengue
Santarém, na administração petista de Maria do Carmo e Everaldo Martins Filho, é a vice-campeã paraense de casos de dengue.
Segundo dados da Sespa, em 2008 as ocorrências da doença no Pará colocaram a cidade de Parauapebas em primeiro lugar, com 540 casos registrados. Na seqüência, vem Santarém (439), Redenção (358), Belém (324) e Marabá (299).
Segundo dados da Sespa, em 2008 as ocorrências da doença no Pará colocaram a cidade de Parauapebas em primeiro lugar, com 540 casos registrados. Na seqüência, vem Santarém (439), Redenção (358), Belém (324) e Marabá (299).
Triângulo eleitoral
As frequentes interlocuções havidas entre o deputado Jader Barbalho, o advogado Helenilson Pontes e o deputado federal Lira Maia estão, por assim dizer, movimentando as peças do tabuleiro eleitoral em Santarém.
Xeque-mate à vista.
Xeque-mate à vista.
O dito pelo não dito
Desmentir o que disse ou deixou de dizer é rotina do vice-governador Odair Corrêa.
Primeiro, ele fala pelos cotovelos.
Depois de feito o estrago, um assessor redige nota dedizendo o que foi dito e nada mais lhe é perguntado.
Até o próximo disse-me-disse.
Primeiro, ele fala pelos cotovelos.
Depois de feito o estrago, um assessor redige nota dedizendo o que foi dito e nada mais lhe é perguntado.
Até o próximo disse-me-disse.
Alistamento eleitoral
Os futuros eleitores que deixaram para última hora o alistamento eleitoral enfrentam chuva torrencial da manhâ deste sábado.
Os cartórios abrem neste final de semana das 8 as 12 horas. O prazo temina dia 6.
Os cartórios abrem neste final de semana das 8 as 12 horas. O prazo temina dia 6.
Uma guerra viciada
Lúcio Flávio Pinto
Editor do Jornal Pessoal
A relação da Vale privatizada com o governo petista voltou ao estágio do conflito que houve em anos anteriores. A novidade nessa beligerância é que algumas situações podem estar fugindo ao controle dos protagonistas. O prejuízo pode ser maior do que aparenta.
Os dois maiores poderes no Pará colidiram na semana passada. A Companhia Vale do Rio Doce, maior empresa privada em atuação no território paraense, acusou o governo do Estado de estimular, por omissão calculada, mais uma agressão praticada contra a companhia pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra. Pela nona vez em 13 meses, o MST invadiu e bloqueou a ferrovia de Carajás, a terceira maior via de exportação do Brasil, que no ano passado movimentou riquezas no valor de quase sete bilhões de dólares. O governo devolveu a acusação: disse que só houve confronto porque a Vale foi inábil no tratamento dado à questão.
De fato, a empresa ajuizou uma ação que, em síntese, queria obrigar o governo a cumprir a lei, impedindo a consumação de um crime anunciado: o bloqueio dos trens, interrompendo o fluxo de minério, de carga geral e de passageiros entre Parauapebas e o porto da ponta da Madeira, em São Luís do Maranhão, numa extensão de 870 quilômetros. A situação, entretanto, é complexa. A ferrovia é uma concessão federal, outorgada por 50 anos à Vale. Logo, envolve direitos e responsabilidades da União e não só do Estado, que tem ao seu cargo a segurança pública em geral.
Já o crime só existe quando se materializa. Até lá, todos são inocentes, embora nem tanto. Com bastante antecipação, lideranças do MST anunciaram que o bloqueio da ferrovia de Carajás era um dos itens do “abril vermelho”, uma série de manifestações de protesto e reivindicação disseminadas pelo país. Do anúncio à sua consecução, os dias que transcorrem serviram para o movimento reunir pessoas, exibir sua força, medir a reação dos demais personagens e partir para o ato, como se ele fosse inevitável.
A proposição da ação pela Vale, mesmo que rejeitada pelo juiz federal de Marabá, combinada com a postura mais agressiva do presidente da empresa, modificaram o cenário armado para os eventos anteriores. Roger Agnelli se permitiu desviar seu jatinho para Belém e passar alguns momentos na cidade para advertir pessoalmente a governadora Ana Júlia Carepa, do PT, para o efeito da agressão do MST.
Tratou os integrantes do movimento por bandidos e garantiu que não cederia à sua intimidação, por ser ilegal. Chegou ao requinte inovador de, desta vez, não ameaçar suspender a implantação do projeto de uma siderúrgica no Pará, que representaria o almejado passo além da mera gusa no processo de beneficiamento (ainda em escala primária) do rico minério de ferro de Carajás. Agora, disse que a Vale continuará a siderúrgica sem contar com o governo do Estado, embora atos como o do MST venham a inibir outros investimentos, trazendo grandes prejuízos ao Pará.
A declaração de guerra do presidente da Vale ganhou eco ultra-ampliado na imprensa local e nacional (regiamente servida pela publicidade da empresa, que agora se tornou anunciante de grande peso, ao contrário do procedimento anterior, especialmente na era estatal) e provocou reações de representações da sociedade, sobretudo junto ao empresariado. Como o clamor ganhou corpo, o MST alterou sua estratégia: procurou desvincular-se do bloqueio da ferrovia, transferindo-o para a responsabilidade de um difuso movimento de garimpeiros, sem credenciais para promover um ato de tal envergadura.
As camisas e bandeiras vermelhas mudaram de cor, tornando-se amarelas. Podiam ser interpretadas como o símbolo da desculpa esfarrapada do MST para se isentar de responsabilidade, tão sem-jeito que imediatamente o movimento divulgou nota oficial declarando seu apoio à iniciativa dos garimpeiros, sem mudar o tom da linguagem, mais adequada para o dono da empreitada.
Essa nova estratégia pode indicar a esperteza dos dirigentes do MST. Ao agir assim, eles se livraram das conseqüências legais do ato que planejaram e executaram (como a multa, previamente determinada pela justiça do Rio de Janeiro, e a possibilidade de prisão, ainda pendente). Mas, dependendo dos desdobramentos dessa nova situação, esse diversionismo pode começar a enfraquecê-lo, revelando algumas de suas fragilidades, como a de se valer do apoio oficial, velado ou explícito, verbal ou material, para poder exibir sua força. A relação entre um movimento que se recusa à institucionalização e legalização (não aceita se tornar pessoa jurídica), mas se vale do aparato do poder público, inclusive para arrecadar dinheiro, está sujeita a grandes flutuações conjunturais. Pode se manter eficaz e até duradoura, mas pode se corroer de súbito.
A ação do governo estadual no episódio guardou coerência com o padrão dessa relação difusa. As polícias militar e civil acompanharam a obstrução dos trilhos e a paralisação da composição ferroviária, só intervindo em certo momento, quando o desbloqueio já parecia acertado. A Polícia Federal, que seguiu essa sincronia, não deixou, porém, de carregar um elemento material do delito: prendeu e indiciou dois dos organizadores da manifestação, um deles da prefeitura de Parauapebas, sob o comando do PT e acusada de ser a principal patrocinadora do ato do MST.
A prefeitura e o governo podem alegar que assim se comportaram porque precisam ser o instrumento das justas reivindicações dos sem-terra e demais habitantes da região, desassistidos pelo Estado, e porque o poder da Vale tem sido usado abusivamente, sem freios nem peias, como precisava ser. É um argumento poderoso. No entanto, há também outros argumentos apresentados nos bastidores do poder: a constante impetuosidade sobre a Vale teria a finalidade de pressioná-la e forçá-la a ceder recursos ao município de Parauapenas, que reivindica na justiça direitos no valor de 600 milhões de reais e já teria gasto por conta parte desses recursos, embora sua obtenção ainda seja temerária.
Num ambiente de ocultações e manobras, todo tipo de interpretação e de boato tem curso fácil. Principalmente quando se pode de pronto montar uma agenda com itens graves que jamais são esclarecidos, sobretudo porque a poderosa Vale se recusa a descer do seu Olimpo metropolitano, dialogar com pobres mortais interioranos e ceder-lhes ao menos alguns de seus anéis, elaborados sob exaustiva exaustão dos recursos naturais do Pará.
A Vale acumula um contencioso enorme e insolúvel com o Estado, pelo qual o doutor Agnelli não consegue disfarçar sua má-vontade. Essa arrogância gera a antipatia geral pela empresa, que, se sentindo incompreendida e injustiçada (não sem alguma razão), reage com mais arrogância. Mesmo quando se dispõe a fazer alguma concessão ou aceitar alguma ponderação, age como se estivesse realizando uma caridade ou movida por mera liberalidade e paternalismo.
Não pode ser amada ou compreendida uma empresa que gera 10 mil demandas trabalhistas em Parauapebas, forçando a rápida duplicação da antiga junta de justiça, que não deu conta do trabalho. Agora, nem mais as duas são suficientes. As queixas são contra as empreiteiras da Vale em Carajás, mas a reação massiva é fruto de uma terceirização sem fronteiras, irresponsável. E de uma estratégia advocatícia estabelecida com base no frio cálculo aritmético, cujo resultado é revelar que a quitação da dívida em juízo é mais rentável do que o respeito prévio dos direitos trabalhistas. A terceirização de 90% da mão-de-obra de Carajás cortaria o elo da empresa com suas empreiteiras, protegendo-a em seu castelo de vidro por um fosso intransponível.
Esta é a ética predominante na Vale privatizada: ela se pauta pelos números, pela ânsia quantitativa de resultados e de grandezas, abstraindo pessoas e relações sociais, ignorando a paisagem em torno de suas catedrais da produção. Uma vez estabelecidas as metas, por critérios contábeis, atuariais, financeiros, de marketing e de gestão de negócios, o que importa é alcançá-las. A grandeza da empresa é também sua fragilidade: pés sem enraizamento têm que sustentar um comando sujeito à macrocefalia de poder. A autoritária voz de mando dissipou a bruma do querer bem que funcionários, clientes e população tinham pela CVRD, com todos seus erros e distorções.
O poder absoluto de que a Vale atual quer dispor para fazer seus projetos se realizarem exatamente como foram concebidos a levam a se tornar um macaco em loja de louças, ainda que louças de má qualidade, como as que os dois governos – o estadual e o federal – exibem em suas vitrines, quando se apresentam para encarar o difícil, complexo e amplo contencioso com a empresa nos diversos terrenos e setores em que ela atua. Como não há um diálogo franco e as regras do jogo mudam, assim como as próprias cartas colocadas sobre a mesa (e abaixo dela, e no colete dos jogadores), uma parte tenta enganar a outra e tirar mais vantagem da relação, manipulando armas e parceiros conforme as circunstâncias.
O efeito desse tipo de diálogo é um desgaste geral, com prejuízos para todos, ou para a esmagadora maioria dos que não têm meios de perceber a verdade e participar da cena como personagens ativos, não apenas como marionetes ou buchas de canhão.
Enquanto perdurar essa forma irracional e caótica de relação entre as duas fontes de maior poder no Estado, o jogo só trará vantagens para os iniciados e com acesso à cúpula desses poderes. Até que as riquezas que motivam toda essa movimentação se tenham esgotado, quando então haverá pouco o que fazer porque a Inês metafórica dessa peça já estará morta.
Editor do Jornal Pessoal
A relação da Vale privatizada com o governo petista voltou ao estágio do conflito que houve em anos anteriores. A novidade nessa beligerância é que algumas situações podem estar fugindo ao controle dos protagonistas. O prejuízo pode ser maior do que aparenta.
Os dois maiores poderes no Pará colidiram na semana passada. A Companhia Vale do Rio Doce, maior empresa privada em atuação no território paraense, acusou o governo do Estado de estimular, por omissão calculada, mais uma agressão praticada contra a companhia pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra. Pela nona vez em 13 meses, o MST invadiu e bloqueou a ferrovia de Carajás, a terceira maior via de exportação do Brasil, que no ano passado movimentou riquezas no valor de quase sete bilhões de dólares. O governo devolveu a acusação: disse que só houve confronto porque a Vale foi inábil no tratamento dado à questão.
De fato, a empresa ajuizou uma ação que, em síntese, queria obrigar o governo a cumprir a lei, impedindo a consumação de um crime anunciado: o bloqueio dos trens, interrompendo o fluxo de minério, de carga geral e de passageiros entre Parauapebas e o porto da ponta da Madeira, em São Luís do Maranhão, numa extensão de 870 quilômetros. A situação, entretanto, é complexa. A ferrovia é uma concessão federal, outorgada por 50 anos à Vale. Logo, envolve direitos e responsabilidades da União e não só do Estado, que tem ao seu cargo a segurança pública em geral.
Já o crime só existe quando se materializa. Até lá, todos são inocentes, embora nem tanto. Com bastante antecipação, lideranças do MST anunciaram que o bloqueio da ferrovia de Carajás era um dos itens do “abril vermelho”, uma série de manifestações de protesto e reivindicação disseminadas pelo país. Do anúncio à sua consecução, os dias que transcorrem serviram para o movimento reunir pessoas, exibir sua força, medir a reação dos demais personagens e partir para o ato, como se ele fosse inevitável.
A proposição da ação pela Vale, mesmo que rejeitada pelo juiz federal de Marabá, combinada com a postura mais agressiva do presidente da empresa, modificaram o cenário armado para os eventos anteriores. Roger Agnelli se permitiu desviar seu jatinho para Belém e passar alguns momentos na cidade para advertir pessoalmente a governadora Ana Júlia Carepa, do PT, para o efeito da agressão do MST.
Tratou os integrantes do movimento por bandidos e garantiu que não cederia à sua intimidação, por ser ilegal. Chegou ao requinte inovador de, desta vez, não ameaçar suspender a implantação do projeto de uma siderúrgica no Pará, que representaria o almejado passo além da mera gusa no processo de beneficiamento (ainda em escala primária) do rico minério de ferro de Carajás. Agora, disse que a Vale continuará a siderúrgica sem contar com o governo do Estado, embora atos como o do MST venham a inibir outros investimentos, trazendo grandes prejuízos ao Pará.
A declaração de guerra do presidente da Vale ganhou eco ultra-ampliado na imprensa local e nacional (regiamente servida pela publicidade da empresa, que agora se tornou anunciante de grande peso, ao contrário do procedimento anterior, especialmente na era estatal) e provocou reações de representações da sociedade, sobretudo junto ao empresariado. Como o clamor ganhou corpo, o MST alterou sua estratégia: procurou desvincular-se do bloqueio da ferrovia, transferindo-o para a responsabilidade de um difuso movimento de garimpeiros, sem credenciais para promover um ato de tal envergadura.
As camisas e bandeiras vermelhas mudaram de cor, tornando-se amarelas. Podiam ser interpretadas como o símbolo da desculpa esfarrapada do MST para se isentar de responsabilidade, tão sem-jeito que imediatamente o movimento divulgou nota oficial declarando seu apoio à iniciativa dos garimpeiros, sem mudar o tom da linguagem, mais adequada para o dono da empreitada.
Essa nova estratégia pode indicar a esperteza dos dirigentes do MST. Ao agir assim, eles se livraram das conseqüências legais do ato que planejaram e executaram (como a multa, previamente determinada pela justiça do Rio de Janeiro, e a possibilidade de prisão, ainda pendente). Mas, dependendo dos desdobramentos dessa nova situação, esse diversionismo pode começar a enfraquecê-lo, revelando algumas de suas fragilidades, como a de se valer do apoio oficial, velado ou explícito, verbal ou material, para poder exibir sua força. A relação entre um movimento que se recusa à institucionalização e legalização (não aceita se tornar pessoa jurídica), mas se vale do aparato do poder público, inclusive para arrecadar dinheiro, está sujeita a grandes flutuações conjunturais. Pode se manter eficaz e até duradoura, mas pode se corroer de súbito.
A ação do governo estadual no episódio guardou coerência com o padrão dessa relação difusa. As polícias militar e civil acompanharam a obstrução dos trilhos e a paralisação da composição ferroviária, só intervindo em certo momento, quando o desbloqueio já parecia acertado. A Polícia Federal, que seguiu essa sincronia, não deixou, porém, de carregar um elemento material do delito: prendeu e indiciou dois dos organizadores da manifestação, um deles da prefeitura de Parauapebas, sob o comando do PT e acusada de ser a principal patrocinadora do ato do MST.
A prefeitura e o governo podem alegar que assim se comportaram porque precisam ser o instrumento das justas reivindicações dos sem-terra e demais habitantes da região, desassistidos pelo Estado, e porque o poder da Vale tem sido usado abusivamente, sem freios nem peias, como precisava ser. É um argumento poderoso. No entanto, há também outros argumentos apresentados nos bastidores do poder: a constante impetuosidade sobre a Vale teria a finalidade de pressioná-la e forçá-la a ceder recursos ao município de Parauapenas, que reivindica na justiça direitos no valor de 600 milhões de reais e já teria gasto por conta parte desses recursos, embora sua obtenção ainda seja temerária.
Num ambiente de ocultações e manobras, todo tipo de interpretação e de boato tem curso fácil. Principalmente quando se pode de pronto montar uma agenda com itens graves que jamais são esclarecidos, sobretudo porque a poderosa Vale se recusa a descer do seu Olimpo metropolitano, dialogar com pobres mortais interioranos e ceder-lhes ao menos alguns de seus anéis, elaborados sob exaustiva exaustão dos recursos naturais do Pará.
A Vale acumula um contencioso enorme e insolúvel com o Estado, pelo qual o doutor Agnelli não consegue disfarçar sua má-vontade. Essa arrogância gera a antipatia geral pela empresa, que, se sentindo incompreendida e injustiçada (não sem alguma razão), reage com mais arrogância. Mesmo quando se dispõe a fazer alguma concessão ou aceitar alguma ponderação, age como se estivesse realizando uma caridade ou movida por mera liberalidade e paternalismo.
Não pode ser amada ou compreendida uma empresa que gera 10 mil demandas trabalhistas em Parauapebas, forçando a rápida duplicação da antiga junta de justiça, que não deu conta do trabalho. Agora, nem mais as duas são suficientes. As queixas são contra as empreiteiras da Vale em Carajás, mas a reação massiva é fruto de uma terceirização sem fronteiras, irresponsável. E de uma estratégia advocatícia estabelecida com base no frio cálculo aritmético, cujo resultado é revelar que a quitação da dívida em juízo é mais rentável do que o respeito prévio dos direitos trabalhistas. A terceirização de 90% da mão-de-obra de Carajás cortaria o elo da empresa com suas empreiteiras, protegendo-a em seu castelo de vidro por um fosso intransponível.
Esta é a ética predominante na Vale privatizada: ela se pauta pelos números, pela ânsia quantitativa de resultados e de grandezas, abstraindo pessoas e relações sociais, ignorando a paisagem em torno de suas catedrais da produção. Uma vez estabelecidas as metas, por critérios contábeis, atuariais, financeiros, de marketing e de gestão de negócios, o que importa é alcançá-las. A grandeza da empresa é também sua fragilidade: pés sem enraizamento têm que sustentar um comando sujeito à macrocefalia de poder. A autoritária voz de mando dissipou a bruma do querer bem que funcionários, clientes e população tinham pela CVRD, com todos seus erros e distorções.
O poder absoluto de que a Vale atual quer dispor para fazer seus projetos se realizarem exatamente como foram concebidos a levam a se tornar um macaco em loja de louças, ainda que louças de má qualidade, como as que os dois governos – o estadual e o federal – exibem em suas vitrines, quando se apresentam para encarar o difícil, complexo e amplo contencioso com a empresa nos diversos terrenos e setores em que ela atua. Como não há um diálogo franco e as regras do jogo mudam, assim como as próprias cartas colocadas sobre a mesa (e abaixo dela, e no colete dos jogadores), uma parte tenta enganar a outra e tirar mais vantagem da relação, manipulando armas e parceiros conforme as circunstâncias.
O efeito desse tipo de diálogo é um desgaste geral, com prejuízos para todos, ou para a esmagadora maioria dos que não têm meios de perceber a verdade e participar da cena como personagens ativos, não apenas como marionetes ou buchas de canhão.
Enquanto perdurar essa forma irracional e caótica de relação entre as duas fontes de maior poder no Estado, o jogo só trará vantagens para os iniciados e com acesso à cúpula desses poderes. Até que as riquezas que motivam toda essa movimentação se tenham esgotado, quando então haverá pouco o que fazer porque a Inês metafórica dessa peça já estará morta.
Manchetes deste sábado de O Estado do Tapajós
DEMOCRATAS E PSDB LANÇAM CANDIDATURA ÚNICA ATÉ DIA 30
HMS SEM PEDIATRAS NO FERIADO DE 1º DE MAIO
ENCHENTE DO TAPAJÓS REGISTRA PICO DE 8,14 M, MAS ÁGUAS COMEÇAM A VAZAR
REMOÇÃO DE VENDEDORES DO MERCADO MODELO CAUSA TEMOR
EMPRESAS DE SUCESSO RECEBEM PREMIAÇÃO EM NOITE DE GALA
DELEGADO PÕE GANGUES E POLUIÇÃO SONORA COMO ALVOS
COM 24 HORAS DE FUNCIONAMENTO SAMU JÁ RECEBEU TROTE
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Metade de medicamentos some no caminho
No "Em Poucas Linhas", em O LIBERAL:
* Uma nuvem negra parece pairar sobre o Hospital de Santarém neste governo. De um carregamento de medicamentos mandados pela Sespa, só chegou a metade ao hospital.
* A Sespa diz que, se conseguir cassar a liminar que mantém na administração do hospital uma empresa do Paraná, colocará o estabelecimento para funcionar em 60 dias.
---------
Nota da Redação:
Quem entregou a adminstração do hospital regional a uma empresa do Paraná foi a própria Sespa.
Reclamar o quê, agora?
* Uma nuvem negra parece pairar sobre o Hospital de Santarém neste governo. De um carregamento de medicamentos mandados pela Sespa, só chegou a metade ao hospital.
* A Sespa diz que, se conseguir cassar a liminar que mantém na administração do hospital uma empresa do Paraná, colocará o estabelecimento para funcionar em 60 dias.
---------
Nota da Redação:
Quem entregou a adminstração do hospital regional a uma empresa do Paraná foi a própria Sespa.
Reclamar o quê, agora?
Vereadores votam contra sessão especial para saúde
A Câmara dos Vereadores de Santarém não aprovou requerimento que solicitava sessão especial para discutir a saúde no município. A base aliada da prefeita Maria do Carmo alegou que as sessões anteriores não surtiram efeito e que esta seria apenas um palco para a promoção política. O vereador Valdir Matias, autor do requerimento, afirmou que a solicitação foi feita em virtude das inúmeras denúncias feitas através da imprensa e em seu próprio gabinete, de que o atendimento do Hospital Municipal era precário.
"Nós apresentamos, dia 15, solicitando uma sessão para o dia 29 de abril, para discutir o problema da saúde no município, já que a prefeita municipal disse que o HMS estava muito bem administrado e por isso o município tinha condições de administrar o HRPO”.
O vereador lembrou que “é notório através da imprensa, que a população diariamente reclama do atendimento no HMS, devido a falta de remédio, falta de profissionais na área de saúde. Nós queríamos uma sessão para discutir isso".
Matias ressalta que o objetivo era de verificar de que forma a câmara poderia contribuir, ou seja, cumprir o papel daquela casa, que é uma casa de debate, e de alguma forma da uma resposta para a sociedade que diariamente os procuram.
Seriam convidados para dar esclarecimentos a Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA), através do secretário Emmanuel Silva, a diretora do Hospital Municipal, Francimary Silva, o ex-secretário de saúde, Nélio Aguiar, representante dos Sindicado dos Médicos, do Conselho Regional de Medicina, da Federação de Associações Comunitárias de Santarém-FAMCOS e da União das Entidades Comunitárias de Santarém-UNECOS, além do Conselho da Grande Área do Maicá.
Durante votação o vereador Rui Correa leu o texto do requerimento e alegou que a real intenção era fazer da Câmara Municipal um palco a fim de promover debates políticos e não para a saúde. "Tem alguns pontos no requerimento que conotam a vontade do vereador em montar um palanque e não e por isso, não vejo motivo para que a sessão seja realizada", falou.
Por sua vez, a vereadora Marcela Tolentino, membro da Comissão de Saúde da Câmara, reforçou acrescentando que a sessão ficaria no bla-blá e não surtiria efeito algum. "Eu entendo que a saúde pública não vai bem. Temos problemas para serem resolvidos, todavia não é desta forma que podemos debate-la", destacou.
Indignado, o vereador Henderson Pinto, disse que o principal papel da Câmara é discutir matérias de interesse da sociedade. "A decisão contrária à sessão especial mostra de que forma está sendo tratada a saúde do município. Isso é fechar os olhos para o que está acontecendo", comentou.
Por fim, o vereador Valdir Matias retrucou dizendo que os argumentos da base aliada da prefeita são frágeis e não respondem os anseios da população.
"Nós apresentamos, dia 15, solicitando uma sessão para o dia 29 de abril, para discutir o problema da saúde no município, já que a prefeita municipal disse que o HMS estava muito bem administrado e por isso o município tinha condições de administrar o HRPO”.
O vereador lembrou que “é notório através da imprensa, que a população diariamente reclama do atendimento no HMS, devido a falta de remédio, falta de profissionais na área de saúde. Nós queríamos uma sessão para discutir isso".
Matias ressalta que o objetivo era de verificar de que forma a câmara poderia contribuir, ou seja, cumprir o papel daquela casa, que é uma casa de debate, e de alguma forma da uma resposta para a sociedade que diariamente os procuram.
Seriam convidados para dar esclarecimentos a Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA), através do secretário Emmanuel Silva, a diretora do Hospital Municipal, Francimary Silva, o ex-secretário de saúde, Nélio Aguiar, representante dos Sindicado dos Médicos, do Conselho Regional de Medicina, da Federação de Associações Comunitárias de Santarém-FAMCOS e da União das Entidades Comunitárias de Santarém-UNECOS, além do Conselho da Grande Área do Maicá.
Durante votação o vereador Rui Correa leu o texto do requerimento e alegou que a real intenção era fazer da Câmara Municipal um palco a fim de promover debates políticos e não para a saúde. "Tem alguns pontos no requerimento que conotam a vontade do vereador em montar um palanque e não e por isso, não vejo motivo para que a sessão seja realizada", falou.
Por sua vez, a vereadora Marcela Tolentino, membro da Comissão de Saúde da Câmara, reforçou acrescentando que a sessão ficaria no bla-blá e não surtiria efeito algum. "Eu entendo que a saúde pública não vai bem. Temos problemas para serem resolvidos, todavia não é desta forma que podemos debate-la", destacou.
Indignado, o vereador Henderson Pinto, disse que o principal papel da Câmara é discutir matérias de interesse da sociedade. "A decisão contrária à sessão especial mostra de que forma está sendo tratada a saúde do município. Isso é fechar os olhos para o que está acontecendo", comentou.
Por fim, o vereador Valdir Matias retrucou dizendo que os argumentos da base aliada da prefeita são frágeis e não respondem os anseios da população.
Repressão a madeireiros tem reflexo no comércio de Itaituba
Se já não bastasse o estrago no economia de Santarém causado pelo engessamento da produção florestal, agora é o município de Itaituba quem sofre os efeitos da sanha anti-madeira.
O comércio daquele município já sente os reflexos da operação Arco de Fogo e novos empreendimentos que estavam sendo planejados na área comercial de Itaituba já foram parar nas gavetas.
O comércio daquele município já sente os reflexos da operação Arco de Fogo e novos empreendimentos que estavam sendo planejados na área comercial de Itaituba já foram parar nas gavetas.
Monte-alegrense começa com o pé direito no Santos

Do Espaço Aberto:
O monte-alegrense Lima, ex-Juventus (SP), estreou com o pé direito no Santos. Foi dele o primeiro gol santista na vitória do time praiano por 2 a 0 sobre o Cúcuta, na noite de quinta (01), na Vila Belmiro, em jogo válido pela Libertadores da América.
Depois do jogo, entrevistado pela Rádio Bandeirantes, Lima (aí ao lado, na foto da Folha Online) falou rapidamente sobre sua vida no Baixo Amazonas.
Disse que a mãe é professora, que o pai trabalha com eletricidade na Rede Celpa e apostava que Monte Alegre parou, ontem à noite, para acompanhar sua estréia.
- Monte Alegre fica a quantos quilômetros de Belém – indagou o repórter da Bandeirantes ao atleta.
- Não sei não a quantos quilômetros fica. Mas sei que fica a dois dias de barco de Belém – respondeu Lima.
- A dois dias de barco?- Sim, a dois dias.
O Pará já brindou o Santos com outro talento. Trata-se de Manoel Maria, o santareno que começou na Tuna Luso Brasileira, de Belém, nos idos de 1967, teve uma passagem pelo Paysandu e foi parar no time de Pelé, que até hoje tem pelo ex-ponta-direita grande estima pessoal.
Mamá, como é conhecido dos amigos, continua até hoje em Santos, no litoral paulista, onde tem uma escolinha, a Escolinha de Futebol Manoel Maria.
Odair se recusa a assinar exoneração de titular da SEAD
Apesar de ter sido oficialmente afastada, Maria Aparecida Cavalcante, ainda na titularidade da Secretaria de Estado de Administração (Sead), passa por uma situação inusitada e, ao mesmo tempo, constrangedora: sua exoneração não será publicada na edição do Diário Oficial do Estado (DOE) de hoje, juntamente com as portarias de exoneração de vários assessores, diretores e coordenadores. Tudo porque o governador em exercício, Odair Corrêa, se negou a assinar a exoneração da secretária por considerar seu afastamento “absurdo”, tendo em vista o bom trabalho que a titular da pasta vinha exercendo.
Pelo visto, a tarefa de exonerar Maria Aparecida acabará recaindo mesmo para a governadora Ana Júlia, que está na Inglaterra, devendo retornar ao Pará apenas no início da semana que vem. Corrêa, que saiu do PSB e migrou para o PDT por atritos com o ex-senador Ademir Andrade, também não assinou nenhuma das 10 exonerações que serão publicadas no DOE de hoje. São eles: Benedito Rildo Jaste Furtado (chefe de gabinete), Marlete Fonseca (assessora), Margareth Lobato (secretária de gabinete), Oswaldo Luiz de Carvalho (assessor), Lucilene Araújo (gerente de Projetos da Política de Saúde Ocupacional), Alan da Silva Pereira (diretor de Tecnologia da Informação), Marli Macedo (diretora de Administração e Finanças), Paulo Fernando dos Santos (gerente de Serviços), Maria Soraya de Lana (diretora de Patrimônio) e Adriano Farias (coordenador do Sistema Integrado de Recursos Humanos).
(Fonte:Diário do Pará)
Pelo visto, a tarefa de exonerar Maria Aparecida acabará recaindo mesmo para a governadora Ana Júlia, que está na Inglaterra, devendo retornar ao Pará apenas no início da semana que vem. Corrêa, que saiu do PSB e migrou para o PDT por atritos com o ex-senador Ademir Andrade, também não assinou nenhuma das 10 exonerações que serão publicadas no DOE de hoje. São eles: Benedito Rildo Jaste Furtado (chefe de gabinete), Marlete Fonseca (assessora), Margareth Lobato (secretária de gabinete), Oswaldo Luiz de Carvalho (assessor), Lucilene Araújo (gerente de Projetos da Política de Saúde Ocupacional), Alan da Silva Pereira (diretor de Tecnologia da Informação), Marli Macedo (diretora de Administração e Finanças), Paulo Fernando dos Santos (gerente de Serviços), Maria Soraya de Lana (diretora de Patrimônio) e Adriano Farias (coordenador do Sistema Integrado de Recursos Humanos).
(Fonte:Diário do Pará)
"“O Odair deveria ficar calado, para não dizer besteiras” (2)
Comentário de anônimo sobre o post "“O Odair deveria ficar calado, para não dizer besteiras”"
Vamos deixar de hipocrisia... nossas esposas trabalham dia inteiro ficam longe dos filhos, estes ficam sob os cuidados de uma outra mulher que ganha 350 contos pra "amar" nosso filho senão ela será demitida, o filho da empregada acha que vale menos que 350 contos por mes e fica sem a mae o dia inteiro, ou seja duas mulheres, patroa e empregada deixam seus filhos para ganhar dinheiro, logo o DINHEIRO tem mais valor que a familia. PARABÉNS PELA CORAGEM GOVERNADOR. EU CONCORDO COM VSA. EXCELÊNCIA.
Vamos deixar de hipocrisia... nossas esposas trabalham dia inteiro ficam longe dos filhos, estes ficam sob os cuidados de uma outra mulher que ganha 350 contos pra "amar" nosso filho senão ela será demitida, o filho da empregada acha que vale menos que 350 contos por mes e fica sem a mae o dia inteiro, ou seja duas mulheres, patroa e empregada deixam seus filhos para ganhar dinheiro, logo o DINHEIRO tem mais valor que a familia. PARABÉNS PELA CORAGEM GOVERNADOR. EU CONCORDO COM VSA. EXCELÊNCIA.
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Acidente de percurso
Terminou ainda há pouco o passeio ciclístico promovido pela assessoria de esportes e lazer da prefeitura de Santarém.
No palco onde neste momento está sendo realizado um show musical, animadora do passeio ficou enfurecida ao ouvir dos ciclistas - chamados atenção por ela - que é 'certo' fazer manobras radicais pelas ruas da cidade, como aconteceu durante o próprio passeio, próximo à avenida Cuiabá.
A animadora não contou conversa e disparou:
- De nada adiantou esse nosso passeio. Vocês acham certo desrespeitar as leis de trânsito? Antes a gente não tivesse feito essa promoção.
No palco onde neste momento está sendo realizado um show musical, animadora do passeio ficou enfurecida ao ouvir dos ciclistas - chamados atenção por ela - que é 'certo' fazer manobras radicais pelas ruas da cidade, como aconteceu durante o próprio passeio, próximo à avenida Cuiabá.
A animadora não contou conversa e disparou:
- De nada adiantou esse nosso passeio. Vocês acham certo desrespeitar as leis de trânsito? Antes a gente não tivesse feito essa promoção.
O que abre e o que fecha no feriado
Rosana Hermann
1.Válvula de gás hélio pra encher balões para religiosos voadores: fecha
2.Motel que aceita programas entre jogadores e travestis: abre3.
Clínica de plástica que atende Angela Bismarcki 24 horas: abre
4.Porão escondido em casa austríaca: felizmente, abre
5.Austríaco nojento que violentava a filha: se D'us quiser, fecha, pra sempre.
1.Válvula de gás hélio pra encher balões para religiosos voadores: fecha
2.Motel que aceita programas entre jogadores e travestis: abre3.
Clínica de plástica que atende Angela Bismarcki 24 horas: abre
4.Porão escondido em casa austríaca: felizmente, abre
5.Austríaco nojento que violentava a filha: se D'us quiser, fecha, pra sempre.
Capital
Lúcio Flávio Pinto
O capital social da Mineração Rio do Norte, que explora as jazidas de bauxita no Trombetas, chegou a mais de meio bilhão de reais (R$ 597 milhões, para ser exato). O lucro líquido da empresa no ano passado foi só um pouco menor do que o tamanho desse capital: R$ 432 milhões. Excluídos menos de um milhão de reais para a reserva legal, R$ 431 milhões foram transformados em dividendos para os acionistas, dentre os quais estão a Companhia Vale do Rio Doce, o grupo Votorantim, a Alcoa, a Alcoa, a BHP Billiton e a Norsk Hydro. A primeira parcela, de R$ 200 milhões, foi paga em fevereiro. A outra, de R$ 231 milhões, será quitada antes do final do ano. A MRN ainda foi autorizada pela Sudam a deduzir quase R$ 5 milhões do imposto de renda devido, direito que usufrui desde 1999. A empresa completará 30 anos de atividade comercial no próximo ano. É altamente superavitária há vários anos.
O capital social da Mineração Rio do Norte, que explora as jazidas de bauxita no Trombetas, chegou a mais de meio bilhão de reais (R$ 597 milhões, para ser exato). O lucro líquido da empresa no ano passado foi só um pouco menor do que o tamanho desse capital: R$ 432 milhões. Excluídos menos de um milhão de reais para a reserva legal, R$ 431 milhões foram transformados em dividendos para os acionistas, dentre os quais estão a Companhia Vale do Rio Doce, o grupo Votorantim, a Alcoa, a Alcoa, a BHP Billiton e a Norsk Hydro. A primeira parcela, de R$ 200 milhões, foi paga em fevereiro. A outra, de R$ 231 milhões, será quitada antes do final do ano. A MRN ainda foi autorizada pela Sudam a deduzir quase R$ 5 milhões do imposto de renda devido, direito que usufrui desde 1999. A empresa completará 30 anos de atividade comercial no próximo ano. É altamente superavitária há vários anos.
An Júlia propõe subsídios para manutenção das florestas
Londres (Agência Pará) - A governadora do Pará, Ana Júlia Carepa, lançou nesta quarta-feira (30) em Londres (Inglaterra), durante reunião com o príncipe Charles, a taxação dos mercados financeiros mundiais, com a finalidade de constituir um fundo para subsidiar produtos florestais não-madeireiros, como óleos, fibras, látex e sementes, além do reflorestamento. Essa medida pode garantir a manutenção da floresta em pé, assegurando que o ecossistema continue oferecendo serviços ambientais à humanidade.
A proposta foi lançada durante encontro de trabalho para discutir a realidade da Amazônia, que reuniu terça e quarta-feira (29 e 30), na capital inglesa, lideranças políticas, sociais, econômicas e ambientais, em evento promovido pelo projeto Florestas do Príncipe. O encontro foi realizado no Palácio Saint James, residência de trabalho do príncipe Charles, que abriu e encerrou o encontro desta quarta-feira.
Depois de ouvir atentamente a governadora do Pará, o príncipe Charles fez questão de cumprimentá-la pessoalmente. Para Ana Júlia Carepa, há o reconhecimento de que as florestas tropicais cumprem um papel importante na regulação do clima mundial. No entanto, a extração de madeira tem peso significativo na economia desses países. Ela disse que só há um meio de enfrentar essa força, cuja causa é o desflorestamento: impor um movimento econômico em sentido contrário, mas com a mesma intensidade, que induza a manutenção da floresta em pé.
A proposta da governadora, que necessita de financiamento para ser colocada em prática, prevê a criação de um mecanismo mundial que financie o que ela denominou de 'commodities florestais'. Por esse instrumento, haveria a taxação do mercado financeiro, como os mercados de juros, câmbios, ações das bolsas de valores.
Para Ana Júlia Carepa, é justo taxar o próprio capital, que em última análise é quem pressiona a exploração dos recursos naturais. A governadora pediu o apoio do príncipe Charles na construção dessa engenharia financeira. Ela destacou que é o consumo que causa a pressão sobre os recursos naturais, não a pobreza, como muitos ainda apregoam. Segundo a proposta, os agentes locais das florestas tropicais do mundo manterão a cobertura vegetal em pé, assegurando os serviços ambientais que ela presta à humanidade, pelo simples fato de ganharem mais dinheiro dessa forma.
Ana Júlia Carepa convidou o príncipe Charles a visitar a Amazônia no segundo encontro do grupo, que será realizado no Pará, em local ainda a ser definido, no final de julho. Para a governadora, há pelo menos duas gerações ainda havia tempo hábil para cuidar da floresta. 'Para nossos netos pode ser muito tarde', frisou ela.
A proposta foi lançada durante encontro de trabalho para discutir a realidade da Amazônia, que reuniu terça e quarta-feira (29 e 30), na capital inglesa, lideranças políticas, sociais, econômicas e ambientais, em evento promovido pelo projeto Florestas do Príncipe. O encontro foi realizado no Palácio Saint James, residência de trabalho do príncipe Charles, que abriu e encerrou o encontro desta quarta-feira.
Depois de ouvir atentamente a governadora do Pará, o príncipe Charles fez questão de cumprimentá-la pessoalmente. Para Ana Júlia Carepa, há o reconhecimento de que as florestas tropicais cumprem um papel importante na regulação do clima mundial. No entanto, a extração de madeira tem peso significativo na economia desses países. Ela disse que só há um meio de enfrentar essa força, cuja causa é o desflorestamento: impor um movimento econômico em sentido contrário, mas com a mesma intensidade, que induza a manutenção da floresta em pé.
A proposta da governadora, que necessita de financiamento para ser colocada em prática, prevê a criação de um mecanismo mundial que financie o que ela denominou de 'commodities florestais'. Por esse instrumento, haveria a taxação do mercado financeiro, como os mercados de juros, câmbios, ações das bolsas de valores.
Para Ana Júlia Carepa, é justo taxar o próprio capital, que em última análise é quem pressiona a exploração dos recursos naturais. A governadora pediu o apoio do príncipe Charles na construção dessa engenharia financeira. Ela destacou que é o consumo que causa a pressão sobre os recursos naturais, não a pobreza, como muitos ainda apregoam. Segundo a proposta, os agentes locais das florestas tropicais do mundo manterão a cobertura vegetal em pé, assegurando os serviços ambientais que ela presta à humanidade, pelo simples fato de ganharem mais dinheiro dessa forma.
Ana Júlia Carepa convidou o príncipe Charles a visitar a Amazônia no segundo encontro do grupo, que será realizado no Pará, em local ainda a ser definido, no final de julho. Para a governadora, há pelo menos duas gerações ainda havia tempo hábil para cuidar da floresta. 'Para nossos netos pode ser muito tarde', frisou ela.
Mega-Sena acumula e deve pagar R$ 13 milhões no sábado
RIO - Ninguém acertou as seis dezenas do Concurso 965 da Mega-Sena. Segundo a Caixa Econômica Federal, o prêmio para o próximo sábado deve chegar a R$ 13 milhões.
As dezenas sorteadas nesta quarta em Monte Sião (MG) foram:
05 - 30 - 36 - 39 - 57 - 58
A Quina teve 61 ganhadores, cabendo R$ 18.625,79 a cada. A Quadra vai pagar R$ 288,81 a 3.934 apostas.
As dezenas sorteadas nesta quarta em Monte Sião (MG) foram:
05 - 30 - 36 - 39 - 57 - 58
A Quina teve 61 ganhadores, cabendo R$ 18.625,79 a cada. A Quadra vai pagar R$ 288,81 a 3.934 apostas.
Ministro anuncia aumento de 10% sobre gasolina e de 15% sobre diesel nas refinarias
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou ontem à noite um reajuste de 10% no preço da gasolina e de 15% no óleo diesel nas refinarias. Ele também informou que haverá uma redução na Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre os combustíveis. O imposto sobre a gasolina reduzirá de R$ 0,28 por litro para R$ 0,18. No diesel, a redução será de R$ 0,07 por litro para R$ 0,03.
Segundo o ministro, o aumento na gasolina não será sentido pelos consumidores, o que não ocorrerá no caso do diesel, que deverá ter um aumento de 8,8% nas bombas. Mantega estima que isso deve provocar um impacto de 0,015 ponto percentual na inflação. O gás de cozinha não sofrerá aumento.
Ainda de acordo com Mantega, a perda de receita para o governo será de R$ 2,5 a R$ 3 bilhões por ano por causa da redução da Cide, que será compensada pelos lucros da Petrobras.
(Com informações da Agência Estado)
Segundo o ministro, o aumento na gasolina não será sentido pelos consumidores, o que não ocorrerá no caso do diesel, que deverá ter um aumento de 8,8% nas bombas. Mantega estima que isso deve provocar um impacto de 0,015 ponto percentual na inflação. O gás de cozinha não sofrerá aumento.
Ainda de acordo com Mantega, a perda de receita para o governo será de R$ 2,5 a R$ 3 bilhões por ano por causa da redução da Cide, que será compensada pelos lucros da Petrobras.
(Com informações da Agência Estado)
Assinar:
Postagens (Atom)