Bem que a Celpa avisou ontem, com bastante antecedência, que hoje de manhã cedo a rede de distribuição de energia seria desligada para reparos na linha de transmissão de Rurópolis, mas a direção do hospital municipal, como se diz na gíria, não está nem aí para a saúde dos pacientes atendidos no s etor de emergência e não se antecipou ao problema que enfrentaria no dia seguinte.
Na hora do desligamento foi um deus-nos-acuda provocado pela escuridão.
O atendimento só foi normalizado depois que a energia foi restabelecida pela Celpa.
quarta-feira, 26 de março de 2008
Defesa Civil faz vistoria
Oficial do Corpo de Bombeiros e membro da Comissão Estadual de Defesa Civil já está em Santarém para vistoriar as áreas afetadas pelas chuvas.
Após laudo conclusivo, a prefeita Maria do Carmo vai decidir se decreta ou não situação de emergência na cidade.
Após laudo conclusivo, a prefeita Maria do Carmo vai decidir se decreta ou não situação de emergência na cidade.
Tucanos em ebulição
Na Coluna do Estado, edição desta quarta-feira:
O PSDB faz encontro regional na boate Fun House, dia 11 de abril, para difundir a tese de que os tucanos vão estar representados nas chapas majoritárias às eleições nos principais municípios do Pará, dentre estes, Santarém.
O PSDB faz encontro regional na boate Fun House, dia 11 de abril, para difundir a tese de que os tucanos vão estar representados nas chapas majoritárias às eleições nos principais municípios do Pará, dentre estes, Santarém.
Usina da Vale no Pará depende de energia e infra-estrutura, diz Agnelli
O projeto da Vale de instalar uma usina siderúrgica no Pará em parceria com um investidor estrangeiro depende de investimentos do governo em infra-estrutura, afirmou o presidente da companhia, Roger Agnelli. Segundo ele, o projeto ainda está em fase de estudos e ainda não há definições sobre o parceiro. 'A questão de energia e infra-estrutura na região Norte é crítica', disse em entrevista coletiva à imprensa. É o que noticia a Agência Estado.
A usina produzirá placas de aço, seguindo os moldes dos projetos da Vale com a alemã Thyssen no Rio de Janeiro e com a chinesa Baosteel no Espírito Santo. Agnelli defendeu que a melhor forma de proteger a floresta amazônica não é manter a região subdesenvolvida, mas apostar em investimentos que dêem oportunidades para a população local. A Vale também está negociando com o governo do Maranhão para instalar uma siderúrgica no Estado. Agnelli afirmou que teve há poucos dias um encontro com o governador Jackson Lago para debater o projeto. 'Um investimento neste setor leva tempo, depende da localização e da infra-estrutura', disse. O executivo destacou que o governo do Rio de Janeiro teve uma participação muito grande no seu projeto com a Thyssen.
(Pará Negócios)
A usina produzirá placas de aço, seguindo os moldes dos projetos da Vale com a alemã Thyssen no Rio de Janeiro e com a chinesa Baosteel no Espírito Santo. Agnelli defendeu que a melhor forma de proteger a floresta amazônica não é manter a região subdesenvolvida, mas apostar em investimentos que dêem oportunidades para a população local. A Vale também está negociando com o governo do Maranhão para instalar uma siderúrgica no Estado. Agnelli afirmou que teve há poucos dias um encontro com o governador Jackson Lago para debater o projeto. 'Um investimento neste setor leva tempo, depende da localização e da infra-estrutura', disse. O executivo destacou que o governo do Rio de Janeiro teve uma participação muito grande no seu projeto com a Thyssen.
(Pará Negócios)
Mais de 3,3 mil motoristas podem perder carteira de habilitação
Pelos próximos três meses, o Detran (Departamento de Trânsito do Estado) vai intensificar o envio de notificação a 3.324 condutores da instauração do processo administrativo de suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). São motoristas que já acumularam 20 pontos ou mais na CNH nos últimos 12 meses ou cometeram infrações que prevêem de forma específica a suspensão (ver quadro).Os condutores listados ainda terão prazo de, no mínimo, 15 dias para apresentar a defesa junto ao Detran. Segundo explica Cynthia Cordeiro, procuradora autárquica do órgão, os condutores que forem notificados poderão se dirigir a qualquer agência do Detran, e apresentar no protocolo a defesa por escrito, munido da cópia de qualquer documento de identificação.
Leia mais aqui.
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DEM quer PSDB apoiando Valéria
Ronaldo Brasiliense
Não se espantem se o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), pousar em Belém em missão de paz. Quer convencer o PSDB paraense a embarcar na canoa da ex-vice-governadora Valéria Pires Franco à disputa da Prefeitura de Belém, em outubro. O ex-governador Simão Jatene está inflexível: não quer e não vai disputar a Prefeitura. A aliança DEM-PSDB na capital vai acabar dando samba. Anotem.
Não se espantem se o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), pousar em Belém em missão de paz. Quer convencer o PSDB paraense a embarcar na canoa da ex-vice-governadora Valéria Pires Franco à disputa da Prefeitura de Belém, em outubro. O ex-governador Simão Jatene está inflexível: não quer e não vai disputar a Prefeitura. A aliança DEM-PSDB na capital vai acabar dando samba. Anotem.
Penso, logo existo
Bellini Tavares de Lima Neto
Advogado, articulista de O Estado do Tapajós
Um dos tópicos que eu pretendia inserir aqui se refere a um hábito que às vezes me parece que nós estamos perdendo. Trata-se do hábito de pensar. Antes que alguém conteste e me chame de extremista ou, o que é pior, um desses tipos conservadores que vivem lançando aquele “as novas gerações são isto ou aquilo”, vamos esclarecer direitinho. É evidente que capacidade para pensar, todo mundo tem e sempre teve. Ninguém era melhor ou se tornou melhor que ninguém em matéria de capacidade. O problema talvez seja o nível de comunicação que se tem hoje e que mostra com muito mais clareza o que sempre existiu, mas ninguém via ou percebia. Ou então é o tamanho da luta pela sobrevivência que obriga todo mundo a entrar de cabeça nela e consome todo o tempo e energia que se tem. Aí, todo o resto acaba ficando no prejuízo. E como dizem os cientistas, o que a gente não usa acaba atrofiando.
Hoje pela manhã eu ouvia um debate promovido pela Radio CBN entre dois deputados federais a respeito de um tema que vem ganhando dimensão: as medidas provisórias, seu uso pelo Poder Executivo e o movimento no sentido de limitá-las.
Antes mesmo de se tocar no debate de hoje, vale a pena observar que o atual ocupante do Palácio do Planalto anda furioso porque estão falando em limitar o uso das Medidas Provisórias. Aí ele vem a público afirmar que sem medida provisória não dá para governar. O curioso é que Medida Provisória é uma forma de legislar. Legislar é atribuição do Poder Legislativo. Poucos dias antes, o mesmo ocupante do Palácio do Planalto (acho que era o mesmo, não?) teve outro ataque de fúria (esse moço vive furioso. Isso faz mal a saúde) porque alguém, do Poder Judiciário andou dizendo alguma coisa sobre uma de suas iniciativas, Tinha alguma coisa a ver com uma campanha de distribuição de dinheiro durante um ano eleitoral e andaram dizendo que havia pirão por baixo daquele angu.
Neste momento não tem importância saber se havia ou não o tal pirão por baixo do angu e nem se o homem do Poder Judiciário tinha razão ou direito de falar o que falou. O que me chama a atenção é que o mesmo moço que disse que o homem do Poder Judiciário não podia meter sua colher no caldeirão do Poder Executivo, agora está bravo porque estão querendo limitar que ele, o moço furioso, meta a sua colher no caldeirão do Poder Legislativo. Ou editar leis sob a modalidade de medidas provisórias não é meter a colher no caldeirão do outro poder, o tal que deve fazer as leis?
Sabe o que é? É que as pessoas andam tão atarefadas, tão assoberbadas como se dizia antigamente, que não param para pensar que o que disseram ontem é exatamente o contrário do que estão dizendo hoje ou vice-versa. Aí, o jeito é dizer que as pessoas mudam, que vale a história da metamorfose ambulante e coisa e tal. Não sei, não, mas alguma coisa parece esquisita e até um pouco perigosa. Se a gente começa a mudar desse jeito, como é que se faz para viver no dia a dia? Se a regra de hoje pode não valer amanhã, como é que a gente vai atravessar a rua ou conversar com o nosso chefe ou dizer uma coisinha bonita no ouvido da nossa namorada?
Por isso é que é preciso pensar. Pensar no que se diz, no significado do que se diz, do que se faz, nas teses e posições que se defende. E então eu volto ao debate de hoje, mediado pelo jornalista Adalberto Piotto. Lá estavam os dois deputados federais, integrantes do Poder Legislativo, defendendo suas posições. O governista defendia o governo e o oposicionista atacava o governo, independente do que se tratava. O incrível, no entanto, é que os dois membros do Poder Legislativo em momento algum defenderam o Poder Legislativo cuja função é legislar, fazer leis, aprovar leis. O governista defendia a opinião do atual ocupante do Palácio do Planalto no sentido de que sem as Medias Provisórias não é possível governar porque o Congresso Nacional é lento e ineficiente. O oposicionista, por sua vez, dizia que havia um excesso de uso das tais Medidas Provisórias e que isso precisava ser limitado. Ele disse “limitado” e não “extinto”. Ou seja, em essência, ele concorda com o colega, mas diverge apenas no volume. Em síntese, o Congresso não funciona.
Aí o jornalista Adalberto Piotto perdeu a paciência e fez uma intervenção meio chata: “Um momento, senhores: chegamos então ao ponto do PAREM O CONGRESSO QUE EU QUERO DESCER? Ou seja, se tudo é tão ineficiente, para quê o Congresso Nacional, para quê o Poder Legislativo, para quê os deputados e senadores?”
Meus amigos, os dois moços ficaram tão atrapalhados que quase perderam o rumo da prosa. É que o jornalista resolveu estragar a conversa com esse tal hábito de pensar. Do jeito que a coisa vai indo, logo vamos ter mais um “slogan” circulando por aí: ”O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE: PENSAR É PERIGOSO E FAZ MAL A SOCIEDADE”. Ou será que vai ser a Casa Civil que vai editar?
São Paulo, 24 de março de 2008.
Advogado, articulista de O Estado do Tapajós
Um dos tópicos que eu pretendia inserir aqui se refere a um hábito que às vezes me parece que nós estamos perdendo. Trata-se do hábito de pensar. Antes que alguém conteste e me chame de extremista ou, o que é pior, um desses tipos conservadores que vivem lançando aquele “as novas gerações são isto ou aquilo”, vamos esclarecer direitinho. É evidente que capacidade para pensar, todo mundo tem e sempre teve. Ninguém era melhor ou se tornou melhor que ninguém em matéria de capacidade. O problema talvez seja o nível de comunicação que se tem hoje e que mostra com muito mais clareza o que sempre existiu, mas ninguém via ou percebia. Ou então é o tamanho da luta pela sobrevivência que obriga todo mundo a entrar de cabeça nela e consome todo o tempo e energia que se tem. Aí, todo o resto acaba ficando no prejuízo. E como dizem os cientistas, o que a gente não usa acaba atrofiando.
Hoje pela manhã eu ouvia um debate promovido pela Radio CBN entre dois deputados federais a respeito de um tema que vem ganhando dimensão: as medidas provisórias, seu uso pelo Poder Executivo e o movimento no sentido de limitá-las.
Antes mesmo de se tocar no debate de hoje, vale a pena observar que o atual ocupante do Palácio do Planalto anda furioso porque estão falando em limitar o uso das Medidas Provisórias. Aí ele vem a público afirmar que sem medida provisória não dá para governar. O curioso é que Medida Provisória é uma forma de legislar. Legislar é atribuição do Poder Legislativo. Poucos dias antes, o mesmo ocupante do Palácio do Planalto (acho que era o mesmo, não?) teve outro ataque de fúria (esse moço vive furioso. Isso faz mal a saúde) porque alguém, do Poder Judiciário andou dizendo alguma coisa sobre uma de suas iniciativas, Tinha alguma coisa a ver com uma campanha de distribuição de dinheiro durante um ano eleitoral e andaram dizendo que havia pirão por baixo daquele angu.
Neste momento não tem importância saber se havia ou não o tal pirão por baixo do angu e nem se o homem do Poder Judiciário tinha razão ou direito de falar o que falou. O que me chama a atenção é que o mesmo moço que disse que o homem do Poder Judiciário não podia meter sua colher no caldeirão do Poder Executivo, agora está bravo porque estão querendo limitar que ele, o moço furioso, meta a sua colher no caldeirão do Poder Legislativo. Ou editar leis sob a modalidade de medidas provisórias não é meter a colher no caldeirão do outro poder, o tal que deve fazer as leis?
Sabe o que é? É que as pessoas andam tão atarefadas, tão assoberbadas como se dizia antigamente, que não param para pensar que o que disseram ontem é exatamente o contrário do que estão dizendo hoje ou vice-versa. Aí, o jeito é dizer que as pessoas mudam, que vale a história da metamorfose ambulante e coisa e tal. Não sei, não, mas alguma coisa parece esquisita e até um pouco perigosa. Se a gente começa a mudar desse jeito, como é que se faz para viver no dia a dia? Se a regra de hoje pode não valer amanhã, como é que a gente vai atravessar a rua ou conversar com o nosso chefe ou dizer uma coisinha bonita no ouvido da nossa namorada?
Por isso é que é preciso pensar. Pensar no que se diz, no significado do que se diz, do que se faz, nas teses e posições que se defende. E então eu volto ao debate de hoje, mediado pelo jornalista Adalberto Piotto. Lá estavam os dois deputados federais, integrantes do Poder Legislativo, defendendo suas posições. O governista defendia o governo e o oposicionista atacava o governo, independente do que se tratava. O incrível, no entanto, é que os dois membros do Poder Legislativo em momento algum defenderam o Poder Legislativo cuja função é legislar, fazer leis, aprovar leis. O governista defendia a opinião do atual ocupante do Palácio do Planalto no sentido de que sem as Medias Provisórias não é possível governar porque o Congresso Nacional é lento e ineficiente. O oposicionista, por sua vez, dizia que havia um excesso de uso das tais Medidas Provisórias e que isso precisava ser limitado. Ele disse “limitado” e não “extinto”. Ou seja, em essência, ele concorda com o colega, mas diverge apenas no volume. Em síntese, o Congresso não funciona.
Aí o jornalista Adalberto Piotto perdeu a paciência e fez uma intervenção meio chata: “Um momento, senhores: chegamos então ao ponto do PAREM O CONGRESSO QUE EU QUERO DESCER? Ou seja, se tudo é tão ineficiente, para quê o Congresso Nacional, para quê o Poder Legislativo, para quê os deputados e senadores?”
Meus amigos, os dois moços ficaram tão atrapalhados que quase perderam o rumo da prosa. É que o jornalista resolveu estragar a conversa com esse tal hábito de pensar. Do jeito que a coisa vai indo, logo vamos ter mais um “slogan” circulando por aí: ”O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE: PENSAR É PERIGOSO E FAZ MAL A SOCIEDADE”. Ou será que vai ser a Casa Civil que vai editar?
São Paulo, 24 de março de 2008.
Tucanos agitam sucessão na Pérola
Do site Quintaemenda:
O deputado federal Lira Maia (DEM-PA) anda com a pulga atrás da orelha com seus aliados tucanos. É que ele soube que os alados, com orientação do ex governador Simão Jatene, estariam preparando um encontro em Santarém onde lançariam o deputado estadual Alexandre Von candidato à prefeito. Von não teria nenhuma participação na tentativa de lançamento.Maia diz que os tucanos conhecem todos os seus passos na formação de uma aliança mais alargada, digamos.
Quem alargaria a aliança atende pela alcunha de Sobrancelhudo[Jader Barbalho].
O deputado federal Lira Maia (DEM-PA) anda com a pulga atrás da orelha com seus aliados tucanos. É que ele soube que os alados, com orientação do ex governador Simão Jatene, estariam preparando um encontro em Santarém onde lançariam o deputado estadual Alexandre Von candidato à prefeito. Von não teria nenhuma participação na tentativa de lançamento.Maia diz que os tucanos conhecem todos os seus passos na formação de uma aliança mais alargada, digamos.
Quem alargaria a aliança atende pela alcunha de Sobrancelhudo[Jader Barbalho].
Manchetes de O ESTADO DO TAPAJÓS
JUÍZES PEDEM TROPAS FEDERAIS PARA AS ELEIÇÕES EM SANTARÉM.
MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO JÁ RECEBEU MAIS DE 300 DENÚNCIAS
MOTOTÁXI TERÁ FISCALIZAÇÃO A PARTIR DE QUARTA-FEIRA
NÍVEL DO RIO TAPAJÓS ESTÁ APENAS A 1 CM DA MARCA DA ENCHENTE DE 2006
CURUÁ-UNA SÓ FICA PRONTA EM JUNHO.
Madrugada tranquila
Bom dia,
Não se confirmou a previsão da Defesa Civil de que Santarém seria varrida esta madrugada por ventos de até 50 km/hora.
Pelo menos até as 6 da manhã desta quarta-feira.
Não se confirmou a previsão da Defesa Civil de que Santarém seria varrida esta madrugada por ventos de até 50 km/hora.
Pelo menos até as 6 da manhã desta quarta-feira.
terça-feira, 25 de março de 2008
De olho no planalto santareno
É de autoria do deputado Antônio Rocha(PMDB) o projeto de lei que declara de utilidade pública a Associação dos Produtores Rurais Agro- extrativistas da Lagoa Azul, na Gleba Pacoval, localizada na região do Curuá-Una em Santarém. O projeto foi aprovado por unanimidade pelos deputados em plenário.
Dono de 1 mil hectares pode requerer regularização de terras na Amazônia
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta terça-feira (25) uma medida provisória que aumenta o limite de terras que poderão ser regularizadas na Amazônia.
Atualmente, quem vive e trabalha em áreas com até 500 hectares pode requerer documento que lhe garanta direito de uso da terra.
De acordo com o Palácio do Planalto, com a MP, os produtores que ocupam áreas de cerca de mil hectares também poderão apresentar o requerimento. O objetivo, segundo o Planalto, é resolver a questão fundiária na região.
(Agência Brasil)
Atualmente, quem vive e trabalha em áreas com até 500 hectares pode requerer documento que lhe garanta direito de uso da terra.
De acordo com o Palácio do Planalto, com a MP, os produtores que ocupam áreas de cerca de mil hectares também poderão apresentar o requerimento. O objetivo, segundo o Planalto, é resolver a questão fundiária na região.
(Agência Brasil)
Paysandu 1 x 0 Tuna
O Paysandu venceu a Tuna Luso por 1 a 0, gol anotado pelo meia Rafael Oliveira aos 37 minutos do primeiro tempo, e garantiu a liderança do primeiro turno, tendo o direito de jogar pelo empate na semifinal para disputar o título.
O Bicola volta a jogar no próximo domingo contra o quarto colocado, que será definido amanhã. Águia, Ananindeua, Tiradentes, Cametá e Castanhal entrarão em campo nesta quarta por três vagas às semifinais.
(Bola)
O Bicola volta a jogar no próximo domingo contra o quarto colocado, que será definido amanhã. Águia, Ananindeua, Tiradentes, Cametá e Castanhal entrarão em campo nesta quarta por três vagas às semifinais.
(Bola)
Suspensa liminar que liberava venda de bebidas alcoólicas em rodovias de SP
O desembargador federal Fábio Prieto de Souza, da 4ª Turma do TRF (Tribunal Regional Federal) da 3ª Região, atendeu pedido da AGU (Advocacia-Geral da União) e suspendeu liminar obtida pelo Sindicato de Restaurantes, Bares e Hotéis contra a Medida Provisória 415/08, que proibiu a venda de bebidas alcoólicas em rodovias federais.
Em Santarém, o bar Celeiro, localizado às margens da rodovia Br163, reabriu suas portas mediante liminar expedida pelo juiz federal Francisco Garcês.
Em Santarém, o bar Celeiro, localizado às margens da rodovia Br163, reabriu suas portas mediante liminar expedida pelo juiz federal Francisco Garcês.
Remo e Paysandu têm sedes leiloadas pela Justiça do Trabalho
A Justiça do Trabalho da 8ª Região dá início, nas próximas quinta (27) e sexta-feira (28), ao seu ciclo de Leilões Periódicos de 2008. No primeiro dia do evento, na sede do TRT8, às 14h, irão à praça 18 bens imóveis e veículos; no dia seguinte, no Depósito Público do Fórum Trabalhista de Belém, a partir das 9h, estarão disponíveis para arremate 250 bens móveis.
Entre os imóveis leiloados estão as sedes do Clube do Remo e do Paysandu Sport Club, ambas localizadas na Av. Nazaré. O terreno do Paysandu está avaliado em R$4 milhões e irá à praça pelo processo 1288/2005, em tramitação na 9ª Vara do Trabalho de Belém, movido pelo jogador Alex Sandro Pinho. Já o bem remista, avaliado em R$10 milhões e 800 mil, vai a leilão pelos processos 140/2005, 1102/2007 e 535/2007, movidos, respectivamente, pelos jogadores Thiago Lima dos Santos, Márcio Queiroz de Pinho e Sérgio Henrique da Silva.
Entre os imóveis leiloados estão as sedes do Clube do Remo e do Paysandu Sport Club, ambas localizadas na Av. Nazaré. O terreno do Paysandu está avaliado em R$4 milhões e irá à praça pelo processo 1288/2005, em tramitação na 9ª Vara do Trabalho de Belém, movido pelo jogador Alex Sandro Pinho. Já o bem remista, avaliado em R$10 milhões e 800 mil, vai a leilão pelos processos 140/2005, 1102/2007 e 535/2007, movidos, respectivamente, pelos jogadores Thiago Lima dos Santos, Márcio Queiroz de Pinho e Sérgio Henrique da Silva.
Odair desperta críticas e elogios
Opiniões de leitores sobre o vice-governador Odair Corrêa:
Mais uma vez o vice-governador Odair Corrêa não cumpre com o que prometeu,alias enganar os santarenos está se tornando rotina em suas andanças por esta cidade. Como o barbalhão não vai ser liberado como o mesmo prometeu aos torcedores santarenos,será que ele ainda vai ter a cara de pau de disser que não prometeu a reforma do estádio para o São Raimundo jogar em nossa cidade?
Me engana que eu gosto!!!
Paulo Roberto Cruz
Alvinegro de coração
24 de Março de 2008 22:19
-------------------
Quando os Santarenos elegeram o vice-governador tinham a esperança das coisas mudarem um pouco, pois o Sr. Odair Corrêa tinha conhecimento dos problemas enfentados pelos moradores, depois que conseguiu se eleger, é como se a cidade não existe mais para o vice-governador. Mas, afinal de contas quem é que lembra de Santarém sem ser em época de eleição? Espero que o povo lembre disso quanto for votar de novo em pessoas que só prometem, não cumprem e depois passeiam pela cidade achando que mais tarde vão se eleger novamente porque a memória dos eleitores é curta!
25 de Março de 2008 11:32
------------------------
O Odair deveria ganhar o premio de persona non grata dos torcedores santarenos. O homem é só promessa.
25 de Março de 2008 12:03
------------------------
Era só o que faltava,querer culpar o nosso vice governador ODAIR CORRÊA pela interdição do estádio. Eta povinho invejoso. Só porque o odair é pessoa simples e humilde começam a denegrir sua pessoa.
25 de Março de 2008 12:32
-----------------------
O anonimo das 12:32 só pode ser um daqueles assessores ´puxa saco. Te manca e pede pro teu vice-governador cumprir com o que prometeu, pois os santarenos já não aguentam tanta promessa por parte do Odair.
25 de Março de 2008 21:33
Mais uma vez o vice-governador Odair Corrêa não cumpre com o que prometeu,alias enganar os santarenos está se tornando rotina em suas andanças por esta cidade. Como o barbalhão não vai ser liberado como o mesmo prometeu aos torcedores santarenos,será que ele ainda vai ter a cara de pau de disser que não prometeu a reforma do estádio para o São Raimundo jogar em nossa cidade?
Me engana que eu gosto!!!
Paulo Roberto Cruz
Alvinegro de coração
24 de Março de 2008 22:19
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Quando os Santarenos elegeram o vice-governador tinham a esperança das coisas mudarem um pouco, pois o Sr. Odair Corrêa tinha conhecimento dos problemas enfentados pelos moradores, depois que conseguiu se eleger, é como se a cidade não existe mais para o vice-governador. Mas, afinal de contas quem é que lembra de Santarém sem ser em época de eleição? Espero que o povo lembre disso quanto for votar de novo em pessoas que só prometem, não cumprem e depois passeiam pela cidade achando que mais tarde vão se eleger novamente porque a memória dos eleitores é curta!
25 de Março de 2008 11:32
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O Odair deveria ganhar o premio de persona non grata dos torcedores santarenos. O homem é só promessa.
25 de Março de 2008 12:03
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Era só o que faltava,querer culpar o nosso vice governador ODAIR CORRÊA pela interdição do estádio. Eta povinho invejoso. Só porque o odair é pessoa simples e humilde começam a denegrir sua pessoa.
25 de Março de 2008 12:32
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O anonimo das 12:32 só pode ser um daqueles assessores ´puxa saco. Te manca e pede pro teu vice-governador cumprir com o que prometeu, pois os santarenos já não aguentam tanta promessa por parte do Odair.
25 de Março de 2008 21:33
Defesa Civil alerta para vendaval na madrugada de quarta-feira
A prefeita Maria do Carmo acaba de ser informada pela Comissão Estadual de Defesa Civil que na madrugada desta quarta-feira Santarém será atingida por rajada de ventos de velocidade de até 50km/hora.
Carta ao médico que denunciou falta de condições de trabalho no Hospital Regional
Recebemos de leitor que não se identificou esta carta endereçada ao médico Manoel Alvarenga, autor de um dos posters mais importantes publicados por este site.
Dr. Manoel...
A gente não se conhece, mas trabalhamos de uma certa forma bem próximos. Sei muito bem do que estais falando, mas eu gostaria de dizer para todo mundo que puder ler as nossas palavras o tanto que és importante para nossa cidade, muito além de ser o único endócrino do SUS todos que te rodeiam sabem o tanto que és humano e amas a profissão que exerce.
Gostaria que ao menos a metade dos políticos paraenses tivessem amor pela profissão e pelo próximo...
Quero pedir encarecidamente para você Dr. Manoel Alvarenga que não permita que esse "balaio de gato" lhe separe da gente, pois precisamos muito do seu conhecimento. Deixe que o tempo se encarregue de mostrar ao povo daqui quem "eles" realmente são.
Não adianta abraçar uma causa aonde o maior privilegiado se acovarda e abaixa a cabeça. O Oeste do Pará já tem por sina sofrimento na sua história e não vai ser você quem vai mudar os maus costumes de um povo.
Só iremos aprender a viver quando aprendermos a VOTAR... Cada um tem o líder que merece!!
Fica com Deus!
Teu amigo e fã incondicional!!!
Dr. Manoel...
A gente não se conhece, mas trabalhamos de uma certa forma bem próximos. Sei muito bem do que estais falando, mas eu gostaria de dizer para todo mundo que puder ler as nossas palavras o tanto que és importante para nossa cidade, muito além de ser o único endócrino do SUS todos que te rodeiam sabem o tanto que és humano e amas a profissão que exerce.
Gostaria que ao menos a metade dos políticos paraenses tivessem amor pela profissão e pelo próximo...
Quero pedir encarecidamente para você Dr. Manoel Alvarenga que não permita que esse "balaio de gato" lhe separe da gente, pois precisamos muito do seu conhecimento. Deixe que o tempo se encarregue de mostrar ao povo daqui quem "eles" realmente são.
Não adianta abraçar uma causa aonde o maior privilegiado se acovarda e abaixa a cabeça. O Oeste do Pará já tem por sina sofrimento na sua história e não vai ser você quem vai mudar os maus costumes de um povo.
Só iremos aprender a viver quando aprendermos a VOTAR... Cada um tem o líder que merece!!
Fica com Deus!
Teu amigo e fã incondicional!!!
Vereador de Almeirim tem prisão preventiva decretada
O juiz substituto da comarca de Almeirim, Leonel Cavalcanti, decretou no dia 22 de fevereiro a prisão preventiva do vereador Francisco Carlos Gualberto dos Santos, "Onça", acusado de encomendar a morte de Raimundo Almeida dos Santos, popular ‘Cara Seca’, crime ocorrido no dia 03 de julho de 2004.
Também foi decretada a prisão dos demais possíveis envolvidos, José das Graças Borges Alves, vulgo "Zé Baixinho' e Alvino de Sousa Lima, diretor do hospital municipal de Almeirim.
Segundo o jornal Tribuna da Calha Norte, ao tomarem conhecimento do mandado de prisão, os acusados sumiram da cidade e passaram a condição de foragidos perante à justiça.
Geraldo Borges Fróes, vulgo "Pinto", autor do disparo que matou a vítima afirmou à polícia que foi "contratado" para "'fazer o serviço"por R$ 5 mil por Alvino de Sousa Lima, Francisco Carlos Gualberto dos Santos, (vereador Onça) e "Zé Baixinho".
Francisco Dias dos Santos, filho da vítima, informou que há no município de Almeirim a prática ilegal de grilagem de terras públicas (tanto que o cartório de ofício de Almeirim está sob intervenção judicial) bem como a exploração ilegal de madeira. Informou ainda que dias antes do crime de seu pai, ele, que à época era servidor da secretaria de meio ambiente do município, havia participado de uma diligência, a qual resultou na apreensão de várias motosserras pertencentes a ‘Zé Baixinho’, ‘vereador Onça’ e ‘Alvino’, o que resultou em seus indiciamentos pela prática de crime contra o meio ambiente e a paralisação da lucrativa exploração de madeiras nobres.
Francisco Gilberto dos Santos ‘Onça’ é vereador do PSDB e líder do Governo na câmara Municipal de Almeirim e Alvino de Sousa Lima é chefe do Hospital Municipal de Almeirim.
Também foi decretada a prisão dos demais possíveis envolvidos, José das Graças Borges Alves, vulgo "Zé Baixinho' e Alvino de Sousa Lima, diretor do hospital municipal de Almeirim.
Segundo o jornal Tribuna da Calha Norte, ao tomarem conhecimento do mandado de prisão, os acusados sumiram da cidade e passaram a condição de foragidos perante à justiça.
Geraldo Borges Fróes, vulgo "Pinto", autor do disparo que matou a vítima afirmou à polícia que foi "contratado" para "'fazer o serviço"por R$ 5 mil por Alvino de Sousa Lima, Francisco Carlos Gualberto dos Santos, (vereador Onça) e "Zé Baixinho".
Francisco Dias dos Santos, filho da vítima, informou que há no município de Almeirim a prática ilegal de grilagem de terras públicas (tanto que o cartório de ofício de Almeirim está sob intervenção judicial) bem como a exploração ilegal de madeira. Informou ainda que dias antes do crime de seu pai, ele, que à época era servidor da secretaria de meio ambiente do município, havia participado de uma diligência, a qual resultou na apreensão de várias motosserras pertencentes a ‘Zé Baixinho’, ‘vereador Onça’ e ‘Alvino’, o que resultou em seus indiciamentos pela prática de crime contra o meio ambiente e a paralisação da lucrativa exploração de madeiras nobres.
Francisco Gilberto dos Santos ‘Onça’ é vereador do PSDB e líder do Governo na câmara Municipal de Almeirim e Alvino de Sousa Lima é chefe do Hospital Municipal de Almeirim.
Santarém é o 5º município em casos de dengue
A secretaria de saúde do estado divulgou ontem o mapa da dengue no Estado do Pará.
Dos dez municípios relacionados pela Sespa como os de maior incidência da doença, Santarém aparece na quinta posição com 440 casos, atrás de Belém(1.204), Conceição do Araguaia(926), Parauapebas(827) e Oriximiná(766). Itaituba é o sexto município com 414 casos de dengue.
Dos dez municípios relacionados pela Sespa como os de maior incidência da doença, Santarém aparece na quinta posição com 440 casos, atrás de Belém(1.204), Conceição do Araguaia(926), Parauapebas(827) e Oriximiná(766). Itaituba é o sexto município com 414 casos de dengue.
MP entra com ação contra prefeito de Alenquer
O prefeito de Alenquer Cleóstenes Farias vai responder Ação Civil Pública impetrada perante à justiça estadual pelo Ministério Público Estadual pelo uso de propaganda institucional para promoção pessoal em inserções veículadas em emissoras de televisão de Alenquer em Santarém.
As denúncias contra Farias partiram de populares que acionaram a Ouvidoria do Ministério Público em Belém.
Na ação, os promotores pedem a aplicação de multa de R$ 15 mil para cada inserção veiculada.
As denúncias contra Farias partiram de populares que acionaram a Ouvidoria do Ministério Público em Belém.
Na ação, os promotores pedem a aplicação de multa de R$ 15 mil para cada inserção veiculada.
Chuvas castigam estradas e cidades na região Oeste do Estado do Pará
Paulo Leandro Leal
As fortes chuvas que caem diariamente na região oeste do Pará têm causados sérios estragos nas estradas, deixando-as intrafegáveis, e nas cidades, onde os moradores sofrem com alagamentos e enxurradas. A situação tem preocupado a defesa civil do Estado, que está alertando principalmente os municípios de Altamira, Rurópolis, Santarém e Itaituba para o risco de vendavais, alagamentos e acidentes, como queda de árvores e deslizamentos de encostas.
No sábado, 22, uma grande quantidade de terra deslizou para o leito da pista na Rodovia BR-163 (Santarém-Cuiabá), na Serra do Piquiatuba, zona urbana de Santarém. O 8º Batalhão de Engenharia e Construção (BEC) trabalhou quase o dia todo para liberar o tráfego na rodovia. No domingo, um deslizamento de areia interrompeu por cerca de uma hora o tráfego na rodovia estadual Everaldo Martins, que liga a cidade de Santarém è vila de Alter do Chão. O deslizamento ocorreu durante uma forte chuva.
Nas rodovias Transamazônica (BR-230) e Santarém-Cuiabá, diversos trechos ficam sob água durante as chuvas mais intensas. Os rios estão transbordando e muitas pontes podem ser levadas a qualquer momento pela correnteza. Os motoristas têm que esperar o nível da água abaixar para seguir viagem. Novos atoleiros se formam a cada dia e transformam a viagem num verdadeiro teste de paciência.
Na cidade de Santarém, maior da região, os estragos causados pelas chuvas têm sido grandes. Há duas semanas, o comércio da cidade ficou completamente alagado, a água invadiu as lojas e muitos produtos estragaram. Até mesmo carros foram arrastados pela enxurrada. Na periferia, a situação é mais dramática. Todos os dias, milhares de pessoas não conseguem sair de casa cedo para trabalhar.
Em alguns bairros, os moradores constroem barricadas para impedir o avanço da água durante a chuva. Na Nova República, um dos bairros mais distantes do Centro, muitos moradores jê tiveram as casas invadidas pela água e perderam móveis e eletrodomésticos. "Toda a noite chove e eu já nem durmo mais direito preocupada com meus filhos", relata a doméstica Maria Paula, 35, que mora sozinha com seus cinco filhos. Ela tem faltado com freqüência ao trabalho por causa das chuvas. "Tenho medo de perder o emprego", diz.
Valas e buracos tomam conta da cidade, que ficou com aparência de terra arrasada. A situação é tão grave que a prefeita Maria do Carmo (PT) estuda decretar estado de emergência no município. Mas ela é acusada pela oposição de não realizar os serviços básicos de infra-estrutura, como drenagem e desentupimento de bueiros, o que estaria aumentando o problema.
Segundo a defesa civil do Estado, tem chovido neste mês de março mais do que o índice registrado nos meses de janeiro e fevereiro juntos. A tendência é que as chuvas fortes continuem caindo até o final do mês e vá diminuindo a partir do mês de abril, mas o inverno deve prosseguir até o final do mês de maio.
As fortes chuvas que caem diariamente na região oeste do Pará têm causados sérios estragos nas estradas, deixando-as intrafegáveis, e nas cidades, onde os moradores sofrem com alagamentos e enxurradas. A situação tem preocupado a defesa civil do Estado, que está alertando principalmente os municípios de Altamira, Rurópolis, Santarém e Itaituba para o risco de vendavais, alagamentos e acidentes, como queda de árvores e deslizamentos de encostas.
No sábado, 22, uma grande quantidade de terra deslizou para o leito da pista na Rodovia BR-163 (Santarém-Cuiabá), na Serra do Piquiatuba, zona urbana de Santarém. O 8º Batalhão de Engenharia e Construção (BEC) trabalhou quase o dia todo para liberar o tráfego na rodovia. No domingo, um deslizamento de areia interrompeu por cerca de uma hora o tráfego na rodovia estadual Everaldo Martins, que liga a cidade de Santarém è vila de Alter do Chão. O deslizamento ocorreu durante uma forte chuva.
Nas rodovias Transamazônica (BR-230) e Santarém-Cuiabá, diversos trechos ficam sob água durante as chuvas mais intensas. Os rios estão transbordando e muitas pontes podem ser levadas a qualquer momento pela correnteza. Os motoristas têm que esperar o nível da água abaixar para seguir viagem. Novos atoleiros se formam a cada dia e transformam a viagem num verdadeiro teste de paciência.
Na cidade de Santarém, maior da região, os estragos causados pelas chuvas têm sido grandes. Há duas semanas, o comércio da cidade ficou completamente alagado, a água invadiu as lojas e muitos produtos estragaram. Até mesmo carros foram arrastados pela enxurrada. Na periferia, a situação é mais dramática. Todos os dias, milhares de pessoas não conseguem sair de casa cedo para trabalhar.
Em alguns bairros, os moradores constroem barricadas para impedir o avanço da água durante a chuva. Na Nova República, um dos bairros mais distantes do Centro, muitos moradores jê tiveram as casas invadidas pela água e perderam móveis e eletrodomésticos. "Toda a noite chove e eu já nem durmo mais direito preocupada com meus filhos", relata a doméstica Maria Paula, 35, que mora sozinha com seus cinco filhos. Ela tem faltado com freqüência ao trabalho por causa das chuvas. "Tenho medo de perder o emprego", diz.
Valas e buracos tomam conta da cidade, que ficou com aparência de terra arrasada. A situação é tão grave que a prefeita Maria do Carmo (PT) estuda decretar estado de emergência no município. Mas ela é acusada pela oposição de não realizar os serviços básicos de infra-estrutura, como drenagem e desentupimento de bueiros, o que estaria aumentando o problema.
Segundo a defesa civil do Estado, tem chovido neste mês de março mais do que o índice registrado nos meses de janeiro e fevereiro juntos. A tendência é que as chuvas fortes continuem caindo até o final do mês e vá diminuindo a partir do mês de abril, mas o inverno deve prosseguir até o final do mês de maio.
Festival das Tribos de Juruti é patrimônio cultural do Pará
O Diário Oficial do Estado publicou ontem lei estadual que transforma o Festival das Tribos de Juruti em patrimônio artístico e cultural do estado do Pará. Na mesma edição foi publicada lei que dá igual tratamento à dança do Marambiré, de Alenquer.
Propaganda eleitoral na internet só nos sites dos candidatos
Os candidatos que vão concorrer às eleições municipais de outubro só poderão fazer propaganda na internet na página destinada exclusivamente à divulgação de sua campanha. Ou seja, está proibida a publicidade em outros sites. A regra consta na Resolução 22.718 do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que trata da propaganda eleitoral.
Segundo a resolução, a página dos candidatos deverá ficar no ar a partir de 6 de julho até antevéspera da eleição, ou seja, até 3 de outubro. Os candidatos podem optar em usar ou não a terminação “can.br”. Neste caso, deverão solicitar o domínio ao gestor da Internet Brasil e indicar o nome e o número do candidato -os mesmos que vão constar na urna eletrônica. Os domínios “can.br” serão automaticamente cancelados após a votação do primeiro turno ou do segundo turno -caso o candidato vá para o segundo turno.
As punições de cassação de registro e inelegibilidade impostas nos casos de uso indevido de meio de comunicação e abusos e excessos na divulgação de opinião favorável a candidato, partido ou coligação, que antes só atingiam matérias da imprensa escrita, foram estendidas à reprodução do jornal na internet.
(Folha Press)
Segundo a resolução, a página dos candidatos deverá ficar no ar a partir de 6 de julho até antevéspera da eleição, ou seja, até 3 de outubro. Os candidatos podem optar em usar ou não a terminação “can.br”. Neste caso, deverão solicitar o domínio ao gestor da Internet Brasil e indicar o nome e o número do candidato -os mesmos que vão constar na urna eletrônica. Os domínios “can.br” serão automaticamente cancelados após a votação do primeiro turno ou do segundo turno -caso o candidato vá para o segundo turno.
As punições de cassação de registro e inelegibilidade impostas nos casos de uso indevido de meio de comunicação e abusos e excessos na divulgação de opinião favorável a candidato, partido ou coligação, que antes só atingiam matérias da imprensa escrita, foram estendidas à reprodução do jornal na internet.
(Folha Press)
Assentamento do Incra é origem de parte da madeira extraída ilegalmente
Parte da madeira ilegal extraída no Pará tem origem em assentamentos rurais criados pelo Incra nos últimos três anos. A afirmação é do Ministério Público Federal no Estado, que aponta que, em pelo menos 25 municípios do oeste do Pará, há 107 assentamentos irregulares. Segundo o órgão, a área destinada pelo Incra em Santarém a projetos sem licença ambiental é de cerca de 56 mil km2. A suspeita é que muitos desses projetos foram criados por interesses de madeireiras.
As denúncias feitas pela Procuradoria levaram a Justiça Federal a determinar, em fevereiro, o bloqueio dos bens e a quebra de sigilos bancários, fiscais e telefônicos de nove pessoas acusadas de responsabilidade no caso, entre elas o ex-superintendente do Incra em Santarém, Pedro de Santana.
Sem-tora desmatam
A extração ilegal de madeira no Pará e a omissão do poder público em relação à atividade nos últimos anos possibilitaram o surgimento de grupos de posseiros, conhecidos como sem-tora, especializados em invadir terras e desmatar a serviço de madeireiras no Estado.
Os sem-tora, assim chamados porque nunca ficam com a madeira extraída, se passam por membros de movimentos de trabalhadores rurais sem terra e invadem áreas de florestas intactas com o objetivo de fornecer matéria-prima para as madeireiras. Estas, segundo a Secretaria Estadual de Meio Ambiente, financiam a estrutura da ação, fornecendo equipamentos como motosserras e caminhões.
(Fonte: Folha de S. Paulo)
As denúncias feitas pela Procuradoria levaram a Justiça Federal a determinar, em fevereiro, o bloqueio dos bens e a quebra de sigilos bancários, fiscais e telefônicos de nove pessoas acusadas de responsabilidade no caso, entre elas o ex-superintendente do Incra em Santarém, Pedro de Santana.
Sem-tora desmatam
A extração ilegal de madeira no Pará e a omissão do poder público em relação à atividade nos últimos anos possibilitaram o surgimento de grupos de posseiros, conhecidos como sem-tora, especializados em invadir terras e desmatar a serviço de madeireiras no Estado.
Os sem-tora, assim chamados porque nunca ficam com a madeira extraída, se passam por membros de movimentos de trabalhadores rurais sem terra e invadem áreas de florestas intactas com o objetivo de fornecer matéria-prima para as madeireiras. Estas, segundo a Secretaria Estadual de Meio Ambiente, financiam a estrutura da ação, fornecendo equipamentos como motosserras e caminhões.
(Fonte: Folha de S. Paulo)
O helicóptero da discórdia
O vice-governador Odair Corrêa está fazendo cavalo de batalha para tentar basear em Santarém o helicóptero doado ao governo do estado pela coordenação dos Jogos Panamericanos.
A governdora Ana Júlia já deu sinais de que quer ver a aeronave operando em Marabá, atuando na campanha Arco de Fogo.
Já Odair Corrêa, segundo nota publicada no jornal O Liberal, estaria interessado em basear o helicóptero em Santarém para dar apoio às ações das polícias militar e civil.
Mas quem conhece bem o vice-governador acha que ele, mais uma vez, está agindo em proveito próprio, pois seus antecedentes no que tange a esquemas espalhafatosos de segurança podem apontar na direção do uso da aeronave para os deslocamentos de Odair na região, principalmente no trajeto até Alter-do-Chão.
Para quem não lembra, na festa do Çairé, no ano passado, o pouso de um helicóptero que transportava o vice-governador e sua comitiva cobriu de poeira a casa do advogado José Ronaldo Campos, localizada às proximidades do campo de futebol do Luso Brasil.
A governdora Ana Júlia já deu sinais de que quer ver a aeronave operando em Marabá, atuando na campanha Arco de Fogo.
Já Odair Corrêa, segundo nota publicada no jornal O Liberal, estaria interessado em basear o helicóptero em Santarém para dar apoio às ações das polícias militar e civil.
Mas quem conhece bem o vice-governador acha que ele, mais uma vez, está agindo em proveito próprio, pois seus antecedentes no que tange a esquemas espalhafatosos de segurança podem apontar na direção do uso da aeronave para os deslocamentos de Odair na região, principalmente no trajeto até Alter-do-Chão.
Para quem não lembra, na festa do Çairé, no ano passado, o pouso de um helicóptero que transportava o vice-governador e sua comitiva cobriu de poeira a casa do advogado José Ronaldo Campos, localizada às proximidades do campo de futebol do Luso Brasil.
Prédio de rico, manutenção de pobre
A queda de um elevador no edifício Torre de Alhambra. no bairo do Umarizal, em Belém, está provocando um jogo de empurra de responsabilidades sobre o ocorrido entre o codomínio e a construtora do prédio, segundo conta hoje Juvêncio Arruda.
Mas se o Corpo de Bombeiros for a fundo mesmo - não em direção ao fosso do elevador - verá que o condomínio, para economizar dinheiro, contratou a firma Global Tec para dar manutenção no equipamento por um preço quase a metade do que é praticado no mercado de Belém.
Isso quer dizer quer o condomínio de rico foi buscar uma empresa 'pirata' que dá manutenção de pobre e o resultado todo mundo já sabe quem é.
Em tempo: esse é o segundo acidente em elevador cuja manutenção está a cargo da Global Tec e que, estranhamente, não foi noticiado pela imprensa de Belém.
Mas se o Corpo de Bombeiros for a fundo mesmo - não em direção ao fosso do elevador - verá que o condomínio, para economizar dinheiro, contratou a firma Global Tec para dar manutenção no equipamento por um preço quase a metade do que é praticado no mercado de Belém.
Isso quer dizer quer o condomínio de rico foi buscar uma empresa 'pirata' que dá manutenção de pobre e o resultado todo mundo já sabe quem é.
Em tempo: esse é o segundo acidente em elevador cuja manutenção está a cargo da Global Tec e que, estranhamente, não foi noticiado pela imprensa de Belém.
Vai ter Eia/Rima?
A reversão do terreno da Vera Paz ao município vai possibilitar que ali a prefeitura de Santarém construa um centro cultural.
Mas será que os ecologistas também vão exigir que seja feito Eia/Rima antes que as obras comecem?
Em tempo: a diretoria anterior da CDP havia reservado aquela área para estacionamento de carretas que chegassem até o porto de Santarém quando a Br-163 for asfaltada.
Mas será que os ecologistas também vão exigir que seja feito Eia/Rima antes que as obras comecem?
Em tempo: a diretoria anterior da CDP havia reservado aquela área para estacionamento de carretas que chegassem até o porto de Santarém quando a Br-163 for asfaltada.
Crônica do dia - Miguel Oliveira
Penico de barro enferruja?
- Alô?
- Alô?
- De onde fala?
- Da casa da dona Joaquina...
- A senhora me faz um favor?
- Sim, pode falar...
- A senhora sabe informar se penico de barro enferruja?
- Depende do rabo que nele senta seu f.d.p....
Eram só três números no início da telefônica em Santarém no meu tempo de menino, na década de 60.
Salvo engano, o telefone da casa da dona Joaquina tinha o número 124. Era o tempo em que possuir uma linha telefônica instalada em casa dava sinal de prestígio social.
De origem modesta, nunca tinha usado um telefone. Mas mamãe precisava falar com dona Puruca, em Belém.
- Vai lá, meu filho, pede para a dona Joaquina emprestar o telefone.
Obediente, pus-me rapidamente a atravessar a rua do Imperador e serelepe galguei o portão principal do velho bangalô dos Braz Rebelo, na esquina da travessa Pedro Teixeira, onde hoje funciona um restaurante.
- Dona Joaquina, a mamãe precisa dar um recado para Belém. Dona Puruca está doente...
- O telefone está cortado!, resmungou a vizinha.
Menino atrevido, ousei contestá-la.
- Mas não tem nenhum fio pendurado aí fora, dona Joaquina...
-Menino, menino, respeita os mais velhos. Tô falando que está cortado porque está cortado, resumiu dona Joaquina.
Dei meia-volta e logo estava diante de dona Sarita, minha mãe, sentada no alpendre de nossa casa que fazia fundos com o rio Tapajós.
Ela sustentou os óculos com a ponta do dedo indicador, de modo a permitir uma melhor visão e, à sua maneira, cobrou o cumprimento do mandado.
-Telefonastes como te mandei?
-Não, minha mãe.
-Por quê?
- O telefone está cortado.
-Menino mentiroso..vais ficar de castigo...nada de jogar bola na praia por uma semana.
-Mas, mamâe... dona Joaquina é que é a mentirosa, não eu. Foi ela quem falou isso.
-Menino, menino, respeita os mais velhos. Mas quando já que a dona Joaquina iria inventar que o telefone dela está "cortado"?
-Foi o que ela disse.
-Menino...
No final da tarde, minha mãe e dona Joaquina sentavam à porta do bangalô para contar prosa. Nem chuva desfazia aquela dupla de amigas.
Lá pela tantas, antes de escurecer, minha mãe não conteve a curiosidade e perguntou se o telefone de dona Joaquina estava mesmo 'cortado'...
Dona Joaquina deu uma sonora gargahada.
- Sarita, tu sabes que um engraçadinho quis brincar comigo no telefone hoje de manhã? Fiquei com tanta raiva que respondi com um palavrão, bem do jeito que a gente gosta de soltar quando dá uma topada com o pé. Ele desligou correndo...
-Mas por causa disso "cortaram" o telefone? Indagou minha mãe.
-Não, Sarita. Quando o menino veio aqui de manhã eu ainda estava me restabelecendo do acesso de raiva. Não queria nem ouvir o ruído do telefone sendo usado. Foi só isso...
- E tu sabes o nome do autor dessa brincadeira de mau gosto? Retrucou minha mãe.
-Tenho uma desconfiança...
- Conta, conta, quem é?
- O meu prório filho!
Dona Joaquina e minha mâe Sarita já não estão mais entre nós. Na década de 90, com pouco mais de 70 anos, as duas amigas foram morar em outro plano espiritual.
Lá com certeza, as gargalhadas de Joaquina e Sarita estão sendo ouvidas com muita intensidade. Quem sabe, depois de receberem um trote passado por alguém do outro lado da linha de um celular com chip, a coqueluche dos tempos modernos.
segunda-feira, 24 de março de 2008
Justiça suspende ações trabalhistas contra a Vale
A Justiça do Trabalho de Parauapebas (PA) determinou a suspensão das milhares de reclamações trabalhistas individuais ajuizadas contra a Companhia Vale do Rio Doce e empresas que lhe prestam serviço. O motivo é a ação civil pública com a qual o Ministério Público do Trabalho espera garantir os direitos trabalhistas reclamados de forma coletiva e mais rápida.
Nas ações, os trabalhadores fazem basicamente dois pedidos: o pagamento de horas "in itinere" e das horas excedentes à sexta hora trabalhada no sistema de turno ininterrupto de revezamento. O juiz Jônatas dos Santos Andrade suspendeu as ações individuais ainda não julgadas com base nos princípios da segurança jurídica, da economia processual e da razoável duração do processo. O magistrado afirmou os milhares de processos estão em vias de inviabilizar o Judiciário Trabalhista na província mineral de Carajás.
"O que se busca é uma forma de solução massiva de uma lesão coletiva que se arrasta há alguns anos sem solução à vista, sem prejuízo do processamento e do julgamento das demais ações de cunho individual", explicou Jônatas Andrade.
As duas Varas do Trabalho de Parauapebas receberam, nos anos de 2006 e 2007, cerca de 8.000 ações idênticas contra empresas terceirizadas da Vale do Rio Doce. A previsão para 2008 é a de que esse número ultrapasse as 10 mil ações.
A Vale não paga e não permite que as empresas que lhe prestam serviço computem na jornada de trabalho o tempo que os trabalhadores gastam no deslocamento da portaria até o efetivo local de trabalho (minas de Carajás e Sossego) —aproximadamente duas horas para ir e para voltar. No despacho em que suspendeu a tramitação das ações individuais, o juiz Jônatas Andrade enfatiza que vinha concedendo antecipação de tutela aos trabalhadores reconhecendo o direito pleiteado com base na inspeção judicial.
Na ação civil pública ajuizada pelos procuradores do Trabalho do Ofício de Marabá (PA) —Francisco Cruz, José Adílson Pereira da Costa e Marcos Duanne Barbosa de Almeida— pedem ainda que a Vale e as empresas sejam condenadas a pagar R$ 109 milhões de indenização por dano moral coletivo, sendo R$ 100 milhões pela Vale e R$ 200 mil por terceirizada.
Em nota, a Vale do Rio Doce afirma que celebra anualmente Acordos Coletivos de Trabalho com os sindicatos profissionais que representam os seus empregados, estipulando vantagens e condições de trabalho, gerando direitos e obrigações que, em seu conjunto, são favoráveis aos empregados. De acordo com o comunicado, nos acordos coletivos vigentes, estão previstas cláusulas sobre transporte coletivo entre o local de trabalho e o de residência do empregado, sendo que os Tribunais Trabalhistas reconhecem a validade da negociação destes temas.
(Última Instância)
Nas ações, os trabalhadores fazem basicamente dois pedidos: o pagamento de horas "in itinere" e das horas excedentes à sexta hora trabalhada no sistema de turno ininterrupto de revezamento. O juiz Jônatas dos Santos Andrade suspendeu as ações individuais ainda não julgadas com base nos princípios da segurança jurídica, da economia processual e da razoável duração do processo. O magistrado afirmou os milhares de processos estão em vias de inviabilizar o Judiciário Trabalhista na província mineral de Carajás.
"O que se busca é uma forma de solução massiva de uma lesão coletiva que se arrasta há alguns anos sem solução à vista, sem prejuízo do processamento e do julgamento das demais ações de cunho individual", explicou Jônatas Andrade.
As duas Varas do Trabalho de Parauapebas receberam, nos anos de 2006 e 2007, cerca de 8.000 ações idênticas contra empresas terceirizadas da Vale do Rio Doce. A previsão para 2008 é a de que esse número ultrapasse as 10 mil ações.
A Vale não paga e não permite que as empresas que lhe prestam serviço computem na jornada de trabalho o tempo que os trabalhadores gastam no deslocamento da portaria até o efetivo local de trabalho (minas de Carajás e Sossego) —aproximadamente duas horas para ir e para voltar. No despacho em que suspendeu a tramitação das ações individuais, o juiz Jônatas Andrade enfatiza que vinha concedendo antecipação de tutela aos trabalhadores reconhecendo o direito pleiteado com base na inspeção judicial.
Na ação civil pública ajuizada pelos procuradores do Trabalho do Ofício de Marabá (PA) —Francisco Cruz, José Adílson Pereira da Costa e Marcos Duanne Barbosa de Almeida— pedem ainda que a Vale e as empresas sejam condenadas a pagar R$ 109 milhões de indenização por dano moral coletivo, sendo R$ 100 milhões pela Vale e R$ 200 mil por terceirizada.
Em nota, a Vale do Rio Doce afirma que celebra anualmente Acordos Coletivos de Trabalho com os sindicatos profissionais que representam os seus empregados, estipulando vantagens e condições de trabalho, gerando direitos e obrigações que, em seu conjunto, são favoráveis aos empregados. De acordo com o comunicado, nos acordos coletivos vigentes, estão previstas cláusulas sobre transporte coletivo entre o local de trabalho e o de residência do empregado, sendo que os Tribunais Trabalhistas reconhecem a validade da negociação destes temas.
(Última Instância)
Um Porto para Santarém
Jubal Cabral Filho
Está prevista uma Estação Hidroviária para Santarém.
Mas será isso o bastante?
A organização de uma estação hidroviária genuninamente tapajônica seria o ideal.
Uma estação onde se juntasse o novo e o tradicional.
Onde houvesse espaços para a venda organizada de bilhetes de passagens, com a ARCOM orientando os viajantes a comprar seus bilhetes em balcões oficiais.
Onde se preocupasse com a organização do aspecto ambiental, com latas de lixos padronizadas, com servidores do ISAM orientando os passageiros a depositar os resíduos no local certo.
Onde houvesse espaço para que as cargas não se misturassem com passageiros e fossem entregues em tempo hábil.
Onde a gente pudesse se reunir para tomar um sorvete, apreciar uma comida típica, beber uma cerveja apreciando a natureza.
Isso é possível.
Está prevista uma Estação Hidroviária para Santarém.
Mas será isso o bastante?
A organização de uma estação hidroviária genuninamente tapajônica seria o ideal.
Uma estação onde se juntasse o novo e o tradicional.
Onde houvesse espaços para a venda organizada de bilhetes de passagens, com a ARCOM orientando os viajantes a comprar seus bilhetes em balcões oficiais.
Onde se preocupasse com a organização do aspecto ambiental, com latas de lixos padronizadas, com servidores do ISAM orientando os passageiros a depositar os resíduos no local certo.
Onde houvesse espaço para que as cargas não se misturassem com passageiros e fossem entregues em tempo hábil.
Onde a gente pudesse se reunir para tomar um sorvete, apreciar uma comida típica, beber uma cerveja apreciando a natureza.
Isso é possível.
Governo de calamidade x estado de emergência
Sem ter respostas concretas para a inoperância da Secretaria de Infra-Estrutura (Seminf) diante do caos que se abateu no sistema viário da cidade por causa das fortes chuvas, a prefeita Maria do Carmo ensaia decretar estado de emergência em Santarém.
A edição desse decreto vaii ser aquela festa para o secretario de planejamento, que vai poder contratar sem licitação no período em que durar o estado de emergência, tudo sob o manto da 'legalidade'.
Pena que não há como assinar um decreto de interdito do atual governo de calamidade pública.
A edição desse decreto vaii ser aquela festa para o secretario de planejamento, que vai poder contratar sem licitação no período em que durar o estado de emergência, tudo sob o manto da 'legalidade'.
Pena que não há como assinar um decreto de interdito do atual governo de calamidade pública.
Santarém terá encontro da Agenda Criança Amazônia
Começa esta semana a rodada de encontros da Agenda Criança Amazônia nos municípios. A visita a Santarém está marcada para os dias 17 e 18 de abril.
O objetivo desse momento é capacitar articuladores, comunicadores,secretários, conselheiros e representantes da sociedade civil organizadana metodologia da Agenda Criança Amazônia.
Em cada município, o primeiro dia será reservado para reunião com osgestores e participação em programas de rádio. No segundo dia serárealizada a oficina de capacitação na metodologia da Agenda CriançaAmazônia.
Para organizar os dias do evento, o Unicef e a Agência Unama ontam com o apoio das prefeituras e com a participação essencial doarticulador.
(Fonte: Agência Unama)
O objetivo desse momento é capacitar articuladores, comunicadores,secretários, conselheiros e representantes da sociedade civil organizadana metodologia da Agenda Criança Amazônia.
Em cada município, o primeiro dia será reservado para reunião com osgestores e participação em programas de rádio. No segundo dia serárealizada a oficina de capacitação na metodologia da Agenda CriançaAmazônia.
Para organizar os dias do evento, o Unicef e a Agência Unama ontam com o apoio das prefeituras e com a participação essencial doarticulador.
(Fonte: Agência Unama)
Memória de Santarém - Lúcio Flávio Pinto

O começo da Tecejuta
A Companhia de Fiação e Tecelagem de Juta de Santarém (Tecejuta) começou a funcionar oficialmente em 10 de novembro de 1951. Seu objetivo era industrializar a juta no seu próprio centro de produção, o Baixo-Amazonas. Até o final do exercício desse ano apenas havia aparelhado o seu escritório, que funcionava na rua João Pessoa, 260, e organizado sua escrita contábil.
Mas no relatório anual, a diretoria prometia que em 1952 "todos os esforços serão conjugados na construção do edifício industrial da empresa, em terreno já escolhido, como também a importação das máquinas encomendadas, necessárias ao funcionamento da fábrica". Se essas providências fossem cumpridas, "é bem possível que em 1953 o estabelecimento fabril venha a funcionar, coroando de êxito os esforços despendidos e proporcionando os resultados esperados". Walter Putz era então o presidente, Kotaro Tuji o diretor-gerente, Mário Mendes Coimbra o diretor comercial e Elias Ribeiro Pinto o diretor-secretário. O Conselho Fiscal era integrado por Adherbal Tapajós Caetano Correa, Vicente Malheiros da Silva e João Vieira Cardoso, tendo como suplentes Antônio Diniz Sobrinho, Manoel Cardoso Loureiro e Artur Vieira Brandão.
No início de 1952 chegou a Santarém, procedente do Japão, a planta da futura fábrica, que seria construída no bairro da Prainha, contendo, além das especificações técnicas da construção, a disposição das máquinas a serem instaladas. A estrutura metálica da fábrica pesava 200 toneladas. Embarcou no porto do Rio de Janeiro, em 1953, com destino a Santarém, num navio do Lóide. A construção ficou a cargo do engenheiro Agenor Penna de Carvalho. No dia 7 de dezembro de 1952 foi lançada a pedra fundamental da fábrica.
Em 11 de março do ano seguinte Elias Pinto e Kotaro Tuji foram recebidos pelo presidente Getúlio Vargas no Palácio Rio Negro, em Petrópolis. Informaram o chefe do governo sobre a chegada do primeiro contingente de máquinas, procedente do Japão, e o lançamento da pedra fundamental das instalações industriais.
Segundo o despacho telegráfico da agência de notícias Asapress, o presidente "mostrou-se vivamente satisfeito ao receber as notícias, e afirmando a promessa anteriormente feita de que visitará Santarém por ocasião da inauguração da referida Usina, o que devia acontecer até o final desse mesmo ano.
Abordado sobre a situação da juta, Getúlio garantiu prorrogar por mais um ano o decreto que estabeleceu o preço mínimo da fibra na safra anterior e também o seu financiamento. Elias Pinto "tratou depois da situação de Belterra, tendo o presidente Vargas demonstrado muito interesse pela situação dos trabalhadores daquela plantação, levando aquele prócer trabalhista instruções a fim de encaminhar medidas capazes de melhorar o padrão de vida dos moradores de Belterra".
Mas no relatório anual, a diretoria prometia que em 1952 "todos os esforços serão conjugados na construção do edifício industrial da empresa, em terreno já escolhido, como também a importação das máquinas encomendadas, necessárias ao funcionamento da fábrica". Se essas providências fossem cumpridas, "é bem possível que em 1953 o estabelecimento fabril venha a funcionar, coroando de êxito os esforços despendidos e proporcionando os resultados esperados". Walter Putz era então o presidente, Kotaro Tuji o diretor-gerente, Mário Mendes Coimbra o diretor comercial e Elias Ribeiro Pinto o diretor-secretário. O Conselho Fiscal era integrado por Adherbal Tapajós Caetano Correa, Vicente Malheiros da Silva e João Vieira Cardoso, tendo como suplentes Antônio Diniz Sobrinho, Manoel Cardoso Loureiro e Artur Vieira Brandão.
No início de 1952 chegou a Santarém, procedente do Japão, a planta da futura fábrica, que seria construída no bairro da Prainha, contendo, além das especificações técnicas da construção, a disposição das máquinas a serem instaladas. A estrutura metálica da fábrica pesava 200 toneladas. Embarcou no porto do Rio de Janeiro, em 1953, com destino a Santarém, num navio do Lóide. A construção ficou a cargo do engenheiro Agenor Penna de Carvalho. No dia 7 de dezembro de 1952 foi lançada a pedra fundamental da fábrica.
Em 11 de março do ano seguinte Elias Pinto e Kotaro Tuji foram recebidos pelo presidente Getúlio Vargas no Palácio Rio Negro, em Petrópolis. Informaram o chefe do governo sobre a chegada do primeiro contingente de máquinas, procedente do Japão, e o lançamento da pedra fundamental das instalações industriais.
Segundo o despacho telegráfico da agência de notícias Asapress, o presidente "mostrou-se vivamente satisfeito ao receber as notícias, e afirmando a promessa anteriormente feita de que visitará Santarém por ocasião da inauguração da referida Usina, o que devia acontecer até o final desse mesmo ano.
Abordado sobre a situação da juta, Getúlio garantiu prorrogar por mais um ano o decreto que estabeleceu o preço mínimo da fibra na safra anterior e também o seu financiamento. Elias Pinto "tratou depois da situação de Belterra, tendo o presidente Vargas demonstrado muito interesse pela situação dos trabalhadores daquela plantação, levando aquele prócer trabalhista instruções a fim de encaminhar medidas capazes de melhorar o padrão de vida dos moradores de Belterra".
Leonam assumirá como desembargador no dia 3 de abril
Do Espaço Aberto
A presidência do Tribunal de Justiça já confirmou para o dia 3 de abril, uma quinta-feira, às 18h, a posse do novo desembargador Leonam da Cruz Júnior.
Ele foi nomeado pela governadora Ana Júlia Carepa na quarta-feira passada, após ser escolhido pelo Pleno do TJE numa lista tríplice que também incluía os nomes dos advogados Haroldo Gulherme Pinheiro da Silva e Edilson Dantas.
Leonam assumirá pelo quinto constitucional da OAB-PA, na vaga aberta com o falecimento do desembargador Geraldo Lima, no ano passado.
Juiz do caso Murrieta continua no processo
As Câmaras Criminais Reunidas do Tribunal de Justiça do Estado rejeitaram por unanimidade, na manhã desta segunda-feira, pedido formulado pela defesa da desembargadora aposentada Ana Tereza Sereni Murrieta, para que o juiz Pedro Pinheiro Sotero fosse considerado suspeito de continuar presidindo o processo em que a magistrada é acusada de apropriação indébita de mais de R$ 1,5 milhão. Se o juiz fosse considerado suspeito, todos os atos praticados por ele até aqui seriam anulados e o processo voltaria à estaca zero.
Os integrantes das Câmaras acolheram o voto do relator, desembargador Milton Nobre, que não se convenceu de que havia fundamento no pedido formulado pelo advogado Osvaldo Serrão, que defende a magistrada.
A presidência do Tribunal de Justiça já confirmou para o dia 3 de abril, uma quinta-feira, às 18h, a posse do novo desembargador Leonam da Cruz Júnior.
Ele foi nomeado pela governadora Ana Júlia Carepa na quarta-feira passada, após ser escolhido pelo Pleno do TJE numa lista tríplice que também incluía os nomes dos advogados Haroldo Gulherme Pinheiro da Silva e Edilson Dantas.
Leonam assumirá pelo quinto constitucional da OAB-PA, na vaga aberta com o falecimento do desembargador Geraldo Lima, no ano passado.
Juiz do caso Murrieta continua no processo
As Câmaras Criminais Reunidas do Tribunal de Justiça do Estado rejeitaram por unanimidade, na manhã desta segunda-feira, pedido formulado pela defesa da desembargadora aposentada Ana Tereza Sereni Murrieta, para que o juiz Pedro Pinheiro Sotero fosse considerado suspeito de continuar presidindo o processo em que a magistrada é acusada de apropriação indébita de mais de R$ 1,5 milhão. Se o juiz fosse considerado suspeito, todos os atos praticados por ele até aqui seriam anulados e o processo voltaria à estaca zero.
Os integrantes das Câmaras acolheram o voto do relator, desembargador Milton Nobre, que não se convenceu de que havia fundamento no pedido formulado pelo advogado Osvaldo Serrão, que defende a magistrada.
Vereadores pedem Eia/Rima da Cargill mais abrangente
ALESSANDRA BRANCHES
REPÓRTER
Os vereadores Valdir Matias Junior (PV) e Emir Aguiar(PR) pedirão apoio da Procuradoria Jurídica da Câmara de Santarém a fim de identificar o motivo pelo qual a multinacional Cargill não irá fazer o Estudo de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) em toda área de influência da Br/163. Segundo informações extra-oficiais, a empresa contratada para realizar o serviço estaria se limitando a fazer o estudo apenas na área próxima as instalações do porto graneleiro.
"Iremos analisar com calma e verificar por que o Eia/Rima está sendo feito somente naquela área, já que vários municípios da região são afetados com a implantação do Porto. No mínimo as comunidades e cidades que ficam as margens da Br/163 deveriam ser ouvidas", frisou o vereador acrescentando que é a favor do desenvolvimento econômico da região, e sempre foi favorável a implantação da empresa na cidade. "Nunca fomos contra o progresso da nossa região, entretanto é necessário que o povo seja ouvido. Querendo ou não, eles estão sendo afetados", frisou.
Com o intuito de averiguar a situação, Matias Jr. enviará requerimento para a Câmara, pedindo apoio da procuradoria jurídica do órgão, para saber por que a área não está sendo contemplada. "Diante da problemática que atinge as comunidades da nossa região, a princípio convidaremos a empresa para prestar mais esclarecimentos sobre o caso", disse o vereador vendo a necessidade de serem realizadas audiências públicas. "É necessário ouvir o clamor dos movimentos sociais, da população santarena e de demais cidades", concluiu.
Para o líder do governo na câmara, vereador Emir Aguiar, a solução é reunir e estudar o caso. "Vamos averiguar se a lei ampara o estudo somente naquela área. Caso esteja omissa, vamos discutir o que fazer. O que não pode é deixar que as famílias tradicionais da região, não sejam ouvidas", comentou Emir.
Em entrevista a O Estado do Tapajós, um dos líderes da Frente de Defesa da Amazônia, (FDA), movimento organizado que reúne dezenas de pessoas que lutam a favor da preservação e do desenvolvimento sustentável da região, Padre Edilberto Senna, disse que a FDA juntamente com as demais lideranças comunitárias estarão de olho nas ações que visam a realização do EIA/RIMA. "Queremos que toda a área de influência da BR-163 seja ouvida e estudada para que de fato as irregularidades possam ser comprovadas e os danos imediatamente reparados pela graneleira", dizendo que iriam fazer o possível para que as audiências públicas realizadas como parte integrante do EIA, tenham sua finalidade alcançada. "Não queremos que as audiências tenham o mesmo fim como as que aconteceram em Oriximiná e Juruti, onde a população foi reunida, os impactos comprovados e a empresa acabaram funcionando", observou.
Diante disso, a presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santarém (STTR), Maria Ivete Bastos, também se manifestou e disse o número de produtores que deixou de trabalhar para abastecer os mercados e feiras da cidade é impressionante. Grande parte deles vendeu suas terras para migrantes de estados vizinhos e se refugiaram nos bairros periféricos de Santarém, onde atualmente passam.
O Estudo de Impacto Ambiental é um procedimento administrativo de prevenção e de monitoramento dos danos ambientais, com duas grandes orientações: deve oferecer alternativas e deve apontar as razões de confiabilidade da solução a ser adotada. O estudo, em conseqüência, gera o Relatório de Impacto Ambiental.
REPÓRTER
Os vereadores Valdir Matias Junior (PV) e Emir Aguiar(PR) pedirão apoio da Procuradoria Jurídica da Câmara de Santarém a fim de identificar o motivo pelo qual a multinacional Cargill não irá fazer o Estudo de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) em toda área de influência da Br/163. Segundo informações extra-oficiais, a empresa contratada para realizar o serviço estaria se limitando a fazer o estudo apenas na área próxima as instalações do porto graneleiro.
"Iremos analisar com calma e verificar por que o Eia/Rima está sendo feito somente naquela área, já que vários municípios da região são afetados com a implantação do Porto. No mínimo as comunidades e cidades que ficam as margens da Br/163 deveriam ser ouvidas", frisou o vereador acrescentando que é a favor do desenvolvimento econômico da região, e sempre foi favorável a implantação da empresa na cidade. "Nunca fomos contra o progresso da nossa região, entretanto é necessário que o povo seja ouvido. Querendo ou não, eles estão sendo afetados", frisou.
Com o intuito de averiguar a situação, Matias Jr. enviará requerimento para a Câmara, pedindo apoio da procuradoria jurídica do órgão, para saber por que a área não está sendo contemplada. "Diante da problemática que atinge as comunidades da nossa região, a princípio convidaremos a empresa para prestar mais esclarecimentos sobre o caso", disse o vereador vendo a necessidade de serem realizadas audiências públicas. "É necessário ouvir o clamor dos movimentos sociais, da população santarena e de demais cidades", concluiu.
Para o líder do governo na câmara, vereador Emir Aguiar, a solução é reunir e estudar o caso. "Vamos averiguar se a lei ampara o estudo somente naquela área. Caso esteja omissa, vamos discutir o que fazer. O que não pode é deixar que as famílias tradicionais da região, não sejam ouvidas", comentou Emir.
Em entrevista a O Estado do Tapajós, um dos líderes da Frente de Defesa da Amazônia, (FDA), movimento organizado que reúne dezenas de pessoas que lutam a favor da preservação e do desenvolvimento sustentável da região, Padre Edilberto Senna, disse que a FDA juntamente com as demais lideranças comunitárias estarão de olho nas ações que visam a realização do EIA/RIMA. "Queremos que toda a área de influência da BR-163 seja ouvida e estudada para que de fato as irregularidades possam ser comprovadas e os danos imediatamente reparados pela graneleira", dizendo que iriam fazer o possível para que as audiências públicas realizadas como parte integrante do EIA, tenham sua finalidade alcançada. "Não queremos que as audiências tenham o mesmo fim como as que aconteceram em Oriximiná e Juruti, onde a população foi reunida, os impactos comprovados e a empresa acabaram funcionando", observou.
Diante disso, a presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santarém (STTR), Maria Ivete Bastos, também se manifestou e disse o número de produtores que deixou de trabalhar para abastecer os mercados e feiras da cidade é impressionante. Grande parte deles vendeu suas terras para migrantes de estados vizinhos e se refugiaram nos bairros periféricos de Santarém, onde atualmente passam.
O Estudo de Impacto Ambiental é um procedimento administrativo de prevenção e de monitoramento dos danos ambientais, com duas grandes orientações: deve oferecer alternativas e deve apontar as razões de confiabilidade da solução a ser adotada. O estudo, em conseqüência, gera o Relatório de Impacto Ambiental.
Reunião do PMDB promete ser quente
O deputado Antônio Rocha comanda hoje à noite uma reunião da executiva municipal do PMDB e o assunto não poderia ser outro a não ser a sucessão da prefeita Maria do Carmo.
No último final de semana, a prefeita Maria do Carmo esnobou a força eleitoral do PMDB, comparando o partido comandado por Rocha ao PDT. Ao ser entrevistada pelo semanário O Impacto, a prefeita deixou nas entrelinhas que caso o PT não se coligue com o PMDB, vai manter a coligação com o PDT.
Trocando em miúdos: para Maria do Carmo o PDT tem a mesma força que o PMDB e essa declaração da prefeita não foi bem digerida nos arraiais peemedebistas uma vez que o partido detém a presidência da Câmara, possui dois vereadores e o PDT não elegeu ninguém nas últimas eleições a não ser o vice-prefeito Delano Riker, mas este já morreu.
Essa entrevista da prefeita colocando no mesmo patamar eleitoral o PMDB e o PDT soou como provocação ao deputado Antônio Rocha que, até o momento, ainda não se decidiu pelo apoio ou não ao PT nas próximas eleições para prefeito e vereadores.
No último final de semana, a prefeita Maria do Carmo esnobou a força eleitoral do PMDB, comparando o partido comandado por Rocha ao PDT. Ao ser entrevistada pelo semanário O Impacto, a prefeita deixou nas entrelinhas que caso o PT não se coligue com o PMDB, vai manter a coligação com o PDT.
Trocando em miúdos: para Maria do Carmo o PDT tem a mesma força que o PMDB e essa declaração da prefeita não foi bem digerida nos arraiais peemedebistas uma vez que o partido detém a presidência da Câmara, possui dois vereadores e o PDT não elegeu ninguém nas últimas eleições a não ser o vice-prefeito Delano Riker, mas este já morreu.
Essa entrevista da prefeita colocando no mesmo patamar eleitoral o PMDB e o PDT soou como provocação ao deputado Antônio Rocha que, até o momento, ainda não se decidiu pelo apoio ou não ao PT nas próximas eleições para prefeito e vereadores.
Juiz pede força federal para eleições em Santarém
O juiz eleitorial Silvio Maria solicitou ao Tribunal Regional do Pará o envio de força federal para atuar nas eleições municipais deste ano em Santarém .
Não vai dar tempo
Marcada para o dia 3 de abril, conforme antecipou este site, a abertura da licitação para a reforma do estádio Barbalhão.
Depois dessa data é preciso esperar 5 dias para anunciar o vencedor da modalidade. Aí, já estaremos no dia 8.
Ainda há a possibilidade recurso nesse período por parte de eventuais perdedores. Seriam mais 10 dias de espera.
Mas, torçamos para que isso não ocorra, mas mesmo assim o tempo é curto para que a obras sejam iniciadas e concluídas antes do dia 15, data em que o São Raimundo enfrenta o Paysandu.
Pelo andar da carruagem, o Pantera pisa no gramado do Barbalhão desinterditado pelos Bombeiros no dia de são nunca.
Depois dessa data é preciso esperar 5 dias para anunciar o vencedor da modalidade. Aí, já estaremos no dia 8.
Ainda há a possibilidade recurso nesse período por parte de eventuais perdedores. Seriam mais 10 dias de espera.
Mas, torçamos para que isso não ocorra, mas mesmo assim o tempo é curto para que a obras sejam iniciadas e concluídas antes do dia 15, data em que o São Raimundo enfrenta o Paysandu.
Pelo andar da carruagem, o Pantera pisa no gramado do Barbalhão desinterditado pelos Bombeiros no dia de são nunca.
Êxodo rural
Vinte e seis famílias que moravam no km 43 da rodovia Curuá-Una foram abandonadas pela secretaria de agricultura de Santarém e estão deixando suas terras.
Das 32 famílias que morravam na área dos ramais Boa Esperança, Moça e Gato, apenas seis permanecem naquela região à espera do cumprimento das promessas do secretário Osmando Figueiredo de dar trafegabilidade aos ramais e a implantação de energia elétrica através do projeto Luz no Campo.
Das 32 famílias que morravam na área dos ramais Boa Esperança, Moça e Gato, apenas seis permanecem naquela região à espera do cumprimento das promessas do secretário Osmando Figueiredo de dar trafegabilidade aos ramais e a implantação de energia elétrica através do projeto Luz no Campo.
Obra de Osmando vai para o fundo
O mercadinho da Prainha, uma das poucas obras de Osmando Figueiredo(Semab) foi pro fudo com a enxurrada no domingo.
A água da chuva invadiu os boxes e molhou dezenas de sacas de farinha.
A obra foi construída em nível abaixo da pista da avenida Curuá-Una.
Obra de qualidade é isso aí!
A água da chuva invadiu os boxes e molhou dezenas de sacas de farinha.
A obra foi construída em nível abaixo da pista da avenida Curuá-Una.
Obra de qualidade é isso aí!
PT bate o pé
Na coluna “Painel”, da Folha de S.Paulo:
Em vão
De nada têm adiantado apelos do próprio Lula e de outros grão-petistas, como José Dirceu, que recentemente visitou Belém: o PT local hesita em apoiar o peemedebista José Priante para a prefeitura. O partido trabalha para lançar Márcio Cardoso, ex-secretário de Educação da governadora Ana Júlia.
Em vão
De nada têm adiantado apelos do próprio Lula e de outros grão-petistas, como José Dirceu, que recentemente visitou Belém: o PT local hesita em apoiar o peemedebista José Priante para a prefeitura. O partido trabalha para lançar Márcio Cardoso, ex-secretário de Educação da governadora Ana Júlia.
Salão de Humor da Amazônia seleciona cartuns de 30 países
O I Salão de Humor da Amazônia - Ecologia no Traçoselecionou 92 cartunistas de 30 países para participar de seus salõesprincipais, "Ecologia" e "Comunicação", que serão realizados em Belém de 25a 30 de março. Além dos salões principais, o evento terá dois salõesparalelos: "Camillo Vianna", em homenagem ao ambientalista símbolo da lutapela Amazônia, e "História do Humor do Pará", trazendo cartuns e caricaturasdo início do século XX. O salão recebeu ao todo 388 inscrições, de mais de45 países.
Dos 92 cartunistas que farão parte do salão, 30 são do Brasil, oriundos de11 estados. Do Pará, foram selecionados J. Bosco, R. Maia e Waldez. SãoPaulo aparece com seis selecionados: Dalcio, Arpa, Caio Majado, Jean,Ronaldo Barata e Walter Martins. O Rio de Janeiro terá quatrorepresentantes: Extro, Lu Polastreli, Ray Costa e Walter Júnior. MinasGerais é o estado com o maior número de selecionados - são oito: Leite, Lex,Carlos Jorge, Duke, Edra, Mário Vale, Mello e Sidão. O Distrito Federal e oRio Grande do Sul aparecem com dois selecionados: Lane e Kim (DF) e Vilanovae Ronaldo (RS). Bahia, Maranhão, Pernambuco, Piauí e Paraná têm umselecionado cada: Cau Gomes (BA), Érico Ayres (MA), Jarbas (PE), Izãnio (PI)e Rafa Camargo (PR).
Dos 92 cartunistas que farão parte do salão, 30 são do Brasil, oriundos de11 estados. Do Pará, foram selecionados J. Bosco, R. Maia e Waldez. SãoPaulo aparece com seis selecionados: Dalcio, Arpa, Caio Majado, Jean,Ronaldo Barata e Walter Martins. O Rio de Janeiro terá quatrorepresentantes: Extro, Lu Polastreli, Ray Costa e Walter Júnior. MinasGerais é o estado com o maior número de selecionados - são oito: Leite, Lex,Carlos Jorge, Duke, Edra, Mário Vale, Mello e Sidão. O Distrito Federal e oRio Grande do Sul aparecem com dois selecionados: Lane e Kim (DF) e Vilanovae Ronaldo (RS). Bahia, Maranhão, Pernambuco, Piauí e Paraná têm umselecionado cada: Cau Gomes (BA), Érico Ayres (MA), Jarbas (PE), Izãnio (PI)e Rafa Camargo (PR).
Ibama lança dia 28 Projeto Floresta em Pé em Santarém/PA
O Projeto Floresta em Pé é uma parceria de empresas, comunidades do estado do Pará e os governos brasileiro e francês por meio de cooperação técnica entre os dois países. O objetivo é promover e apoiar iniciativas de manejo comunitário sustentável de recursos florestais na
Amazônia Brasileira.
O lançamento será no próximo dia 28 de março, no hotel Grão Pará, em Santarém, a partir das 9h30.
Segundo Antônio Carlos Hummel, diretor de Uso da Biodiversidade e Florestas do Ibama, “o seminário é muito importante porque vai discutir a relação entre comunidades detentoras de manejo e empresas”.
O projeto tem duração prevista para três anos, e sua região de atuação é o município de Santarém, Pará.
Os parceiros do Ibama são vários, entre eles, o governo Francês que participa com financiamento de aproximadamente R$3,8 milhões por meio do Fundo Francês para o Meio Ambiente e envolverá ainda, a Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, o IEB – Instituto Internacional de Educação do Brasil, O Onfi – Ofício Florestas Nacional, o Cirad – Centro de
Cooperação Internacional de Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento, o Gret – Grupo de Pesquisa e Intercâmbio de Tecnologias.
Amazônia Brasileira.
O lançamento será no próximo dia 28 de março, no hotel Grão Pará, em Santarém, a partir das 9h30.
Segundo Antônio Carlos Hummel, diretor de Uso da Biodiversidade e Florestas do Ibama, “o seminário é muito importante porque vai discutir a relação entre comunidades detentoras de manejo e empresas”.
O projeto tem duração prevista para três anos, e sua região de atuação é o município de Santarém, Pará.
Os parceiros do Ibama são vários, entre eles, o governo Francês que participa com financiamento de aproximadamente R$3,8 milhões por meio do Fundo Francês para o Meio Ambiente e envolverá ainda, a Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, o IEB – Instituto Internacional de Educação do Brasil, O Onfi – Ofício Florestas Nacional, o Cirad – Centro de
Cooperação Internacional de Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento, o Gret – Grupo de Pesquisa e Intercâmbio de Tecnologias.
domingo, 23 de março de 2008
Águas superficiais
Jubal Cabral Filho
A Contaminação
Um estudo divulgado recentemente constatou que, na região Norte é praticamente inexistente o saneamento das águas servidas. No popular: as fossas.Nesta região, em quase todas as cidades o esgotamento sanitário é lançado diretamene nos rios, incluindo as grandes capitais como Belém, Manaus e Rio Branco.
Resultado é um emporcalhamento total.Como obra enterrada não produz votos, dificilmente haverá uma mobilização dos prefeitos para realizar este tipo de trabalho, apesar do volume de verbas disponíveis no Ministério das Cidades.
A Contaminação II
Outro estudo divulgado também faz menção a contaminação de águas superficiais no Brasil.
Nesta região, onde utilizamos a água superficial para praticamente todas as funções vitais (lavar e beber), a contaminação se produz de forma geral: o governo realiza obras de embelezamento, mas não trata da conservação ao redor; os particulares emporcalham as praias e as praças com descartáveis; as ONG's realizam estudos, mas não tratam de levar estes resultados para quem produz a poluição e preferem apresentar ao governo que escuta, lê e nada faz.
Quer dizer: Agonia.
A Contaminação III
Além da poluição das águas superficiais ainda existem a questão dos lixões, que não apresentam nenhum controle ambiental.
São simples buracos feitos em locais inadequados, sem nenhuma proteção sanitária e que contaminam os lençóis freáticos.
Em Santarém, o lixão do Perema.Em Itaituba, o lixão do Curral Redondo.
Em Aveiro, em Jacareacanga, Rurópolis, Trairão, Novo Progresso e em outras cidades/localidades menores, o problema é mais acentuado pela falta de preparo da equipe ambiental local, que não atenta para o depósito nas cabeceiras dos igarapés e não produziram nenhum estudo ambiental para esta área. Simplesmente depositam o lixo e depois (pasmem!) tocam fogo em tudo.
Neste tudo estão incluídos resíduos hospitalares, plásticos, graxos...Uma constatação: o Instituto Socioambiental (ISA) realizou um cruzamento de informações e concluiu que há um aumento de doenças, como a malária e dengue, nos locais onde o saneamento básico é menor.
A Contaminação
Um estudo divulgado recentemente constatou que, na região Norte é praticamente inexistente o saneamento das águas servidas. No popular: as fossas.Nesta região, em quase todas as cidades o esgotamento sanitário é lançado diretamene nos rios, incluindo as grandes capitais como Belém, Manaus e Rio Branco.
Resultado é um emporcalhamento total.Como obra enterrada não produz votos, dificilmente haverá uma mobilização dos prefeitos para realizar este tipo de trabalho, apesar do volume de verbas disponíveis no Ministério das Cidades.
A Contaminação II
Outro estudo divulgado também faz menção a contaminação de águas superficiais no Brasil.
Nesta região, onde utilizamos a água superficial para praticamente todas as funções vitais (lavar e beber), a contaminação se produz de forma geral: o governo realiza obras de embelezamento, mas não trata da conservação ao redor; os particulares emporcalham as praias e as praças com descartáveis; as ONG's realizam estudos, mas não tratam de levar estes resultados para quem produz a poluição e preferem apresentar ao governo que escuta, lê e nada faz.
Quer dizer: Agonia.
A Contaminação III
Além da poluição das águas superficiais ainda existem a questão dos lixões, que não apresentam nenhum controle ambiental.
São simples buracos feitos em locais inadequados, sem nenhuma proteção sanitária e que contaminam os lençóis freáticos.
Em Santarém, o lixão do Perema.Em Itaituba, o lixão do Curral Redondo.
Em Aveiro, em Jacareacanga, Rurópolis, Trairão, Novo Progresso e em outras cidades/localidades menores, o problema é mais acentuado pela falta de preparo da equipe ambiental local, que não atenta para o depósito nas cabeceiras dos igarapés e não produziram nenhum estudo ambiental para esta área. Simplesmente depositam o lixo e depois (pasmem!) tocam fogo em tudo.
Neste tudo estão incluídos resíduos hospitalares, plásticos, graxos...Uma constatação: o Instituto Socioambiental (ISA) realizou um cruzamento de informações e concluiu que há um aumento de doenças, como a malária e dengue, nos locais onde o saneamento básico é menor.
MRN vai realizar audiências públicas para a instalação de novas minas
Paulo Leandro Leal
A Mineração Rio do Norte (MRN), empresa que atua há mais de 20 anos na mineração de bauxita na região do Rio Trombetas, no oeste paraense, vai realizar audiências públicas no próximo mês para obter a licença ambiental necessária para a instalação de duas novas minas (platôs) em seu projeto. Os investimentos totais para a operação dos platôs Bacaba e Bela Cruz devem chegar a R$ 105 milhões. Os Estudos de Impactos Ambientais (Eia) e o Relatório de Impacto ao Meio Ambiente (Rima) da instalação das minas estão prontos. A empresa aguarda apenas a autorização do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para dar início às audiências.
Será realizada uma audiência pública em Oriximiná para a discussão da instalação da mina Bacaba e outras duas para o licenciamento da mina Bela Cruz. Esta última faz parte de um conjunto de seis platôs que estão entre a divisa dos municípios de Oriximiná e Terra Santa, por isso, as audiências devem ser realizadas nos dois municípios. Esta é uma grande novidade no projeto da MRN no Trombetas, que desde a sua instalação, na década de 70, retirava minério do subsolo de áreas de Oriximiná, sendo a primeira vez que a lavra da bauxita ocorre em terras de outro município.
O gerente de Relações Comunitárias da MRN, Ademar Cavalcanti Silva Filho, informou ao EcoAmazônia que o planejamento da empresa é iniciar a lavra no platô Bacaba em janeiro do ano que vem e no platô Bela Cruz em abril. A primeira mina requer investimentos na ordem de R$ 4 milhões, pois está localizada próximo ao platô Almeida, que está em fase final de operação. "Será necessária somente a abertura de uma estrada com cerca de três quilômetros", explica Ademar Cavalcanti. Já a instalação da mina Bela Cruz vai custar pouco mais de R$ 100 milhões, segundo informações da MRN.
A Mineração Rio do Norte (MRN), empresa que atua há mais de 20 anos na mineração de bauxita na região do Rio Trombetas, no oeste paraense, vai realizar audiências públicas no próximo mês para obter a licença ambiental necessária para a instalação de duas novas minas (platôs) em seu projeto. Os investimentos totais para a operação dos platôs Bacaba e Bela Cruz devem chegar a R$ 105 milhões. Os Estudos de Impactos Ambientais (Eia) e o Relatório de Impacto ao Meio Ambiente (Rima) da instalação das minas estão prontos. A empresa aguarda apenas a autorização do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para dar início às audiências.
Será realizada uma audiência pública em Oriximiná para a discussão da instalação da mina Bacaba e outras duas para o licenciamento da mina Bela Cruz. Esta última faz parte de um conjunto de seis platôs que estão entre a divisa dos municípios de Oriximiná e Terra Santa, por isso, as audiências devem ser realizadas nos dois municípios. Esta é uma grande novidade no projeto da MRN no Trombetas, que desde a sua instalação, na década de 70, retirava minério do subsolo de áreas de Oriximiná, sendo a primeira vez que a lavra da bauxita ocorre em terras de outro município.
O gerente de Relações Comunitárias da MRN, Ademar Cavalcanti Silva Filho, informou ao EcoAmazônia que o planejamento da empresa é iniciar a lavra no platô Bacaba em janeiro do ano que vem e no platô Bela Cruz em abril. A primeira mina requer investimentos na ordem de R$ 4 milhões, pois está localizada próximo ao platô Almeida, que está em fase final de operação. "Será necessária somente a abertura de uma estrada com cerca de três quilômetros", explica Ademar Cavalcanti. Já a instalação da mina Bela Cruz vai custar pouco mais de R$ 100 milhões, segundo informações da MRN.
O bom exemplo do TRE do Pará
Ronaldo Brasiliense
A Justiça Eleitoral no Pará está dando exemplo para todo o Brasil no julgamento de políticos infiéis, fazendo cumprir à risca decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). E tem que ser assim: a infidelidade partidária é uma praga brasileira, que precisa ser extinta.
Político infiel, que muda de legenda como se trocasse de camisa, tem que ser punido exemplarmente, preferencialmente com perda de mandato.
Parabéns ao Tribunal Regional Eleitoral do Pará.
Ana Júlia no olho do furacão
A governadora Ana Julia Carepa (PT) decidiu que irá pessoalmente a Tailândia, dia 27 de março, anunciar medidas de emergência para beneficiar milhares de desempregados pelas operações Guardiões da Amazônia e Arco de Fogo, de combate aos desmatamentos na Amazônia.
Levará a tira-colo a cantora Nina Hossi, uma espécie de embaixadora informal do governo do Pará na Alemanha.
Não se sabe se a governadora, como anunciou tempos atrás, vai usar colete à prova de bala.
Em tempo: a Força Nacional de Segurança e a Polícia Federal permanecem em Tailândia.
Pará tem surto de dengue hemorrágica
Agora, no Pará, sabe-se da existência de surto epidêmico de dengue hemorrágica pelo Diário Oficial do Estado.
Está lá no DOE, de quinta-feira, a Secretaria de Estado de Saúde adquirindo, com dispensa de licitação, 40.000 litros de óleo de soja, usado como solvente de inseticida em equipamentos motorizados. O óleo destina-se ao Departamento de Controle de Endemias da Sespa.
A explicação para a aquisição do óleo diesel dada pela secretária de Estado de Saúde, Laura Rossetti, segundo o Diário Oficial:- Estamos enfrentando o início de surto endêmico de dengue em vários municípios do Estado.
A empresa contratada sem licitação para fornecer o óleo de soja é a ST Irajá Agrícola Ltda., que receberá R$ 159.200,00 pelo produto.
O Diário Oficial não informa quais municípios paraenses estão enfrentando início de surto epidêmico de dengue hemorrágica.
A Justiça Eleitoral no Pará está dando exemplo para todo o Brasil no julgamento de políticos infiéis, fazendo cumprir à risca decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). E tem que ser assim: a infidelidade partidária é uma praga brasileira, que precisa ser extinta.
Político infiel, que muda de legenda como se trocasse de camisa, tem que ser punido exemplarmente, preferencialmente com perda de mandato.
Parabéns ao Tribunal Regional Eleitoral do Pará.
Ana Júlia no olho do furacão
A governadora Ana Julia Carepa (PT) decidiu que irá pessoalmente a Tailândia, dia 27 de março, anunciar medidas de emergência para beneficiar milhares de desempregados pelas operações Guardiões da Amazônia e Arco de Fogo, de combate aos desmatamentos na Amazônia.
Levará a tira-colo a cantora Nina Hossi, uma espécie de embaixadora informal do governo do Pará na Alemanha.
Não se sabe se a governadora, como anunciou tempos atrás, vai usar colete à prova de bala.
Em tempo: a Força Nacional de Segurança e a Polícia Federal permanecem em Tailândia.
Pará tem surto de dengue hemorrágica
Agora, no Pará, sabe-se da existência de surto epidêmico de dengue hemorrágica pelo Diário Oficial do Estado.
Está lá no DOE, de quinta-feira, a Secretaria de Estado de Saúde adquirindo, com dispensa de licitação, 40.000 litros de óleo de soja, usado como solvente de inseticida em equipamentos motorizados. O óleo destina-se ao Departamento de Controle de Endemias da Sespa.
A explicação para a aquisição do óleo diesel dada pela secretária de Estado de Saúde, Laura Rossetti, segundo o Diário Oficial:- Estamos enfrentando o início de surto endêmico de dengue em vários municípios do Estado.
A empresa contratada sem licitação para fornecer o óleo de soja é a ST Irajá Agrícola Ltda., que receberá R$ 159.200,00 pelo produto.
O Diário Oficial não informa quais municípios paraenses estão enfrentando início de surto epidêmico de dengue hemorrágica.
Barcos navegam com insegurança pelos rios da Amazônia
Agência Brasil
Os recentes acidentes fatais de barco ocorridos no Rio Amazonas e no Rio Cuiabá chamaram a atenção da opinião pública nacional para a falta de condições de segurança e conforto nas embarcações que transitam pelos rios da Amazônia Legal. Mas segundo pescadores e oficiais de náutica, acidentes de barco na Amazônia são muito comuns.
A maioria dos barcos que trafegam na região é construída de maneira tradicional, como se faz a mais de dois séculos, ou seja, sem utilizar recursos e tecnologias de engenharia naval – que na opinião de especialistas poderiam possibilitar um transporte mais rápido, seguro e eficiente.
Estudo realizado pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam) revela que há excesso de carga e passageiros nos barcos, falta limpeza e conservação (inclusive de bóias e coletes de salva-vida). Segundo a pesquisa, a alimentação servida é de péssima qualidade; e faltam informações aos passageiros sobre segurança.
De acordo com o presidente da Federação das Associações de Pescadores Profissionais do Estado do Amazonas, Ronildo Nogueira Palmeri, acidentes com pescadores (inclusive com mortes) acontecem todas as semanas, mas nem sempre é divulgado, até mesmo para a capitania dos portos.
“São pessoas pobres e não se divulga. Parece que o pescador não é importante e acabando caindo no esquecimento”, lamenta o presidente da associação.Para o engenheiro naval Carlos Daher Padovezi, do Instituto de Pesquisa e Tecnologia da Universidade de São Paulo, os acidentes de barco na Amazônia ocorrem por falha no projeto e na construção das embarcações; mas 70% das causas estão relacionadas a erros humanos.
Ele avalia que é necessário aumentar a fiscalização para cobrar mais responsabilidade dos proprietários dos barcos e de quem conduz os barcos. “Uma das possíveis soluções é evoluir na cobrança de quem tem embarcação, de quem opera e de quem transporta”, sugere Padovezi.
O presidente do Sindicato dos Oficiais de Náutica e Práticos do Estado do Pará, comandante Edson Lima, denuncia que os acidentes acontecem por “imprudência, imperícia e negligência”. Segundo ele, são precárias as condições de navegação e muitas embarcações são comandadas por pessoas não qualificadas.“Essas embarcações trafegam sem a menor condições e burlam a fiscalização das capitanias. Às vezes são comandadas por pessoas que não receberam habilitação para exercer tal função”, alerta Lima. Segundo ele, além dos riscos de acidentes, passageiros e tripulantes estão expostos a roubos e assaltos.
“Os ladrões têm voadeiras, lanchas e armas potentes. Eles atacam geralmente em bando de dez pessoas e a tripulação fica completamente dominada.”
Os recentes acidentes fatais de barco ocorridos no Rio Amazonas e no Rio Cuiabá chamaram a atenção da opinião pública nacional para a falta de condições de segurança e conforto nas embarcações que transitam pelos rios da Amazônia Legal. Mas segundo pescadores e oficiais de náutica, acidentes de barco na Amazônia são muito comuns.
A maioria dos barcos que trafegam na região é construída de maneira tradicional, como se faz a mais de dois séculos, ou seja, sem utilizar recursos e tecnologias de engenharia naval – que na opinião de especialistas poderiam possibilitar um transporte mais rápido, seguro e eficiente.
Estudo realizado pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam) revela que há excesso de carga e passageiros nos barcos, falta limpeza e conservação (inclusive de bóias e coletes de salva-vida). Segundo a pesquisa, a alimentação servida é de péssima qualidade; e faltam informações aos passageiros sobre segurança.
De acordo com o presidente da Federação das Associações de Pescadores Profissionais do Estado do Amazonas, Ronildo Nogueira Palmeri, acidentes com pescadores (inclusive com mortes) acontecem todas as semanas, mas nem sempre é divulgado, até mesmo para a capitania dos portos.
“São pessoas pobres e não se divulga. Parece que o pescador não é importante e acabando caindo no esquecimento”, lamenta o presidente da associação.Para o engenheiro naval Carlos Daher Padovezi, do Instituto de Pesquisa e Tecnologia da Universidade de São Paulo, os acidentes de barco na Amazônia ocorrem por falha no projeto e na construção das embarcações; mas 70% das causas estão relacionadas a erros humanos.
Ele avalia que é necessário aumentar a fiscalização para cobrar mais responsabilidade dos proprietários dos barcos e de quem conduz os barcos. “Uma das possíveis soluções é evoluir na cobrança de quem tem embarcação, de quem opera e de quem transporta”, sugere Padovezi.
O presidente do Sindicato dos Oficiais de Náutica e Práticos do Estado do Pará, comandante Edson Lima, denuncia que os acidentes acontecem por “imprudência, imperícia e negligência”. Segundo ele, são precárias as condições de navegação e muitas embarcações são comandadas por pessoas não qualificadas.“Essas embarcações trafegam sem a menor condições e burlam a fiscalização das capitanias. Às vezes são comandadas por pessoas que não receberam habilitação para exercer tal função”, alerta Lima. Segundo ele, além dos riscos de acidentes, passageiros e tripulantes estão expostos a roubos e assaltos.
“Os ladrões têm voadeiras, lanchas e armas potentes. Eles atacam geralmente em bando de dez pessoas e a tripulação fica completamente dominada.”
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