segunda-feira, 6 de abril de 2009
Sebastião Tapajós nasceu a bordo de uma lancha
Sebastião Marcião, cujo sobrenome Tapajós só se tornou oficial no ano passado, mediante alvará judicial, afirmou que "desde que me entendo como gente, a música entrou em minha vida".
Tião, como é carinhosamente chamado pelos amigos, revela na entrevista que nasceu a bordo de uma lancha que foi buscar sua mãe em uma localidade do rio Surubiú, município de Alenquer. "Quando a lancha estava a caminho de Santarém, minha mãe entrou em trabalho de parto e eu nasci ali mesmo", recordou
Ele contou que recebeu a influência do pai, que gostava de dedilhar o violão e interpretar "Cão de Estrelas".
O compositor santareno conta que seu pai se escondia para lhe ouvir, mas sua mãe era contra Tião seguir a carreira artística. "Para mim, a música é um sacerdócio", asseverou Tapajos.
Amanhã, as 13 horas, será exibida a segunda parte da entrevista.
Superlotação carcerária
No centro de triagem há outros 85 presos à espera de decisão judicial.
Farra de cortesias no Barbalhão
É que a própria diretoria do Pantera estimula esse esbulho ao torcedor que paga do bolso para assisitir às partidas no Barbalhão.
Sabem como?
Para o jogo de domingo, contra o Águia, o São Raimundo prefere colocar à venda apenas 16 mil ingressos dos 18 mil que poderiam ser vendidos, reservando, isto mesmo, reservando 2 mil ingressos para pessoas que tem a "entrada franqueada".
Como se sabe, todo o efetivo da PM, imprensa, pessoal de apoio e diretores do clube não ultrapassa a 200 pessoas.
Vê-se, com isso, que a diretoria do São Raimundo quer mesmo é fazer política ao adotar a farra dos ingressos de cortesia.
Faltam poucas horas para fim de inscrição ao concurso do TJE
Para as inscrições nas agências credenciadas dos Correios, as inscrições poderão ser feitas até o dia 7.
Continuam em vigor os demais dispositivos do edital original do concurso. Estão disponibilizadas 235 vagas e mais cadastro de reserva. No ato da inscrição, o candidato terá que escolher um dos 13 polos judiciários onde estão sendo oferecidas as vagas, sendo critério do TJE, caso seja aprovado, nomeá-lo em qualquer uma das cidades do polo e, assim, facilitar a fixação na região onde reside, um dos problemas na manutenção dos quadros operacionais.
A primeira prova para os níveis superior e médio, que será aplicada pela Fundação Carlos Chagas, está programada para o dia 17 de maio.
Em dia com o leão da Receita
Este é o total de santarenos que já entregaram Declaração de Imposto de Renda- Pessoa Física até as 08h00 desta segunda-feira.
Ética política
Embargo de gaveta
Pará, teu nome é notícia ruim
O nosso estado é campeão de atraso na entrega de correspondências pelos Correios.
Segundo a reportagem, há cartas postadas dia 8 de dezembro que ainda estão na central de distribuição em Belém.
Em Santarém, os Correios andam pela hora da morte.
Além da entrega atrasada, quando fazem, o abuso.
Na Jaderlândia, na periferia da cidade, o carteiro deixa toda a correspondência do bairro na sede do micro-sistema de abastecimento de água para a diretoria da entidade fazer serviço dele.
As tarifas da CDP
Essa madeira foi doada pelo Ibama para que a prefeitura construa estivas nas áreas alagadas de Santarém.
Valor da taxa: 150 mil reais.
Quer dizer: o valor da armazenagem, cuja receita a CDP abre mão, pelo visto, é maior que o preço da madeira doada.
Tucupi azedo- Opinião do leitor
- Romolo Sao Payo disse...
- Sr.Wildes Dias da Fonseca, eh deveras motivante ver um jovem da sua idade ,impavido e determinado em defender esse atentado insano as milenares especiarias amazonicas.
- Isso eh a mesma coisa que propor unificar todos os vinhos , cafes,chas do mundo e determinar que todos tenham um so padrao de gosto e sabor.
- Do ponto de vista gastronomico e cultural, isso eh simplesmente ABOMINAVEL.
- Pediria ao Editor que O Estado do Tapajos, dada a sua credibilidade e respeito junto aos leitores, fosse absolutamente atuante contra esse "Tucupicidio".
- Cordial abraco.
- 5 de Abril de 2009 12:59
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Pedro Maia disse... - O prof. Doraró anda saudosista e dá até para entender, mas não sejamos tão radicais. Tudo pode ser resolvido em conflitos, pois temos gente de Santarém que mora em Belém que gosta do tacacá de Belém e vice versa, então o usuário deve optar por aquele que lhe satisfaça.
- Um abraço
- 5 de Abril de 2009 13:50
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Tadeu disse... - MIGUEL, TU SABES BEM QUE O TUCUPI DOCE DO TEMPO DOS NOSSOS PAIS NÃO EXISTE MAIS. AQUELA PIZARIA LÁ DO ANTIGO TRAPICHE ADOÇA O TUCUPI COM AÇÚCAR PARA QUE ESTE FIQUE DOCE. E AINDA OFERECEM PARA O TURISTA ESCOLHER SE PREFERE DOCE OU AZEDO.
- 5 de Abril de 2009 16:30
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- Anônimo disse...
- Pedindo vênia aos experts no assunto eu diria que essa dúvida cruel pode ser resolvida pela Noca.
- Chamem a Noca para que esta ateste a sanidade gustativa do Dororó.
- 5 de Abril de 2009 16:32
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- Anônimo disse...
- Tacacá bom é o da Noca.
- Agora, azedo ou doce prá quem tá longe, vale tudo. Até o cheiro.
Valéria na corda bamba
Águia prefere árbitro de fora para confronto contra Pantera
A diretoria do Águia pleiteia trio de fora o duelo com o São Raimundo. Mesmo não tendo mando de campo, a diretoria aguiana fará tudo para o jogo seja dirigido por árbitros de outra federação. A decisão do pleito parte do presidente Sebastião Ferreira, que alardeia que caso o Águia consiga passar pelo São Raimundo, um dos jogos da final do segundo turno terá de ser realizado no estádio Rosenão,
O elenco fez ontem de manhã no Zinho Oliveira treino físico com o gaúcho Sérgio Antunes. Foi mais um trabalho regenerativo. A partir desta segunda-feira João Galvão começa pegar pesado com elenco, treinando pela manhã e tarde no estádio marabaense. ‘’O Águia vai estar nos cascos para duelo com o Mundico’’, ressalta. O time está inteiro e a boa fase dos aguianos se reflete na briga por posição no meiocampo entre Luiz Fernando e Flamel. O primeiro por muito tempo foi titular, mas devido uma lesão saiu do time. Entrou Flamel que vem ‘’arrebentando’’ e agora João Galvão fica em dúvida sobre o dono da camisa 10. Em Santarém, Galvão já decretou que o Águia vai no 3,5,2.
Jogadores querem prêmios por vitoria sobre Águia
Um dinheirinho a mais no bolso não faz a ninguém. Por isso os jogadores do São Raimundo estão discutindo com a diretoria do Pantera o valor da premiação pela vitória sobre o Águia domingo e também pela decisão do segundo turno, caso os alvinegros cheguem lá. Os jogadores apresentaram uma planilha com valores para estudo dos dirigentes. Amanhã tem nova rodada de negociação.
Mesmo com salários em dia, a diretoria vem dando ‘’bicho’’ por cada jogo vencido no Colosso, além disso, por meio de sorteio leva para Santarém familiares do jogador da capital. Como diz o diretor Sandicley Monte, o São Raimundo hoje é um clube e não somente um time de futebol. Segundo ele, a diretoria está empenhada em levar o São Raimundo à Serie D graças ao Remo. ‘’A campanha feita pelo Remo de não querer jogar em Santarém foi benéfica para o clube, porque os empresários do oeste do Pará estão unidos em torno da classificação para Série D. É aquela historia do mal que vem para bem. Os santarenos querem dar o troco no Remo’’, ressalta.
Treinos - O atacante Hélcio, que continua na ‘’meia-boca’’, vem treinando devagar para ganhar condições de jogo contra o Águia. O jogador foi lançado no sacrifício contra o Ananindeua e acabou não aguentando o pique e foi substituído no segundo tempo. Ele é a única situação preocupante do técnico Válter Lima, que tem o retorno do meia Marabá e do lateral Hugo Deleon. Marabá é vaga garantida, mas Deleon vai ter de brigar com Sidivan e David pela camisa 2. Hoje tem treino pela manhã e à tarde no campo do União, em Belterra.
FPF limita público do Barbalhão até 16 mil
A FPF decidiu que a capacidade do Barbalhão para jogos do campeonato paraense é de 16 mil torcedores.
E ponto final
domingo, 5 de abril de 2009
Pará revive corrida do ouro, arrastando velhas mazelas
Garimpos em Altamira, Itaituba, Jacareacanga e Novo Progresso reúnem cerca de 10 mil pessoas
Leonencio Nossa
O Estado de São Paulo
Bom Jesus é uma das "fofocas" - área de descoberta de ouro - que surgiram recentemente. Fica a duas horas de helicóptero de Itaituba, cidade às margens do Rio Tapajós e a 1.300 quilômetros de Belém. Já estão na "fofoca" duas mil pessoas. José Maria Vales, de 46 anos, é um dos que andaram dias pela mata atrás do novo filão de ouro. "Nunca fui um revoltado. Sou homem de esperança", conta ele, que não "bamburrou" - ficou rico - nas três vezes em que se aventurou num garimpo.
O aumento do preço do ouro no mercado externo, provocado pela crise financeira, e a falência de madeireiras ilegais estão por trás desse fluxo migratório. O sudoeste paraense, em décadas passadas, reuniu 70 mil homens em centenas de frentes manuais de extração ao longo do Tapajós.
A estimativa é de que 10 mil pessoas já vivem a nova corrida do ouro em garimpos de Altamira, Itaituba, Jacareacanga e Novo Progresso. É uma área onde a tradição da garimpagem tem mais de um século. A atividade, porém, vive de ciclos. É comum ouvir na região que, em 1983, o movimento do aeroporto de Itaituba só perdia para os de São Paulo e Rio. Uma foto na sala de passageiros do aeroporto da cidade paraense mostra um monomotor em cima de outro, resultado de uma aterrissagem em uma pista curta e pátio de estacionamento lotado.
DESMATAMENTO
Muitas são as histórias de contaminação dos rios e igarapés de Itaituba por mercúrio usado no processo de limpeza do ouro. Especialistas, porém, avaliam que a garimpagem, ao aquecer a economia local, ajuda a retardar a chegada da pecuária e da indústria madeireira, apontadas por ambientalistas como as atividades que mais desmatam.
Dados de 2007 do Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe) mostram que o município perdeu 7% de sua cobertura original. Em Xinguara, no sudeste paraense, município de pecuária extensiva, o índice chegou a 88%.
Nenhuma autoridade tinha colocado os pés no garimpo do Bom Jesus até a última terça-feira, quando o ministro Mangabeira Unger (Assuntos Estratégicos) desceu de helicóptero no local. Sem poder de influência e sem dinheiro, ele disse que queria conhecer "a realidade que não está nos livros". Num encontro com garimpeiros e prostitutas, ele ouviu relatos sobre três pessoas mortas por malária e uma série de casos de escravidão.
Garimpeiros relatam que, após a descoberta do filão, apareceu no Bom Jesus o madeireiro Valmir Climaco. Em poucos dias, apresentou documento de permissão de lavra e instalou sete máquinas para separar o ouro do barro e das pedras. Ele não é patrão dos garimpeiros, mas os homens que retiram sacos de terra do rio dependem dos moinhos para limpar o ouro. Na véspera da chegada de Mangabeira, Climaco havia sofrido um acidente de avião e estava hospitalizado.
DIREITOS
Num barracão lotado de homens, uma mulher de cabelos compridos se destacou nas reclamações contra o madeireiro. Francisca de Carvalho, 36 anos, a Kika, tomou a palavra: "Aqui todo mundo tem medo de falar", disse, em voz alta. "Verdade", gritaram em eco os garimpeiros. "No garimpo tem duas mil pessoas, mas só dez fazem ouro, por causa do curimã", completou a mulher.
Os garimpeiros explicaram ao ministro que "curimã" é a segunda passagem da terra e das pedras na máquina. O "capitalista" dono do equipamento fica com 20% do ouro produzido na primeira passagem de terra e repassa 80% para o garimpeiro. Só o empresário, no entanto, põe as mãos no ouro do "curimã". Ele ainda fica com o metal extraído por meio de processo químico e cobra R$ 400 pela energia consumida por cada barraca coberta de palha.
Segundo os garimpeiros, a estrutura de poder no local é garantida pela presença de seis homens armados, que trabalhariam para o dono das máquinas.
Desde a descoberta do ouro, três pessoas morreram em decorrência de doenças, sem tratamento. "Quando um colega adoeceu, tivemos de fazer vaquinha para tirar ele daqui", afirma Alex Rodrigues, 39 anos. José Ivan Mata de Lima, 45, reclama da falta de direitos trabalhistas. "Não temos patrão, mas tem gente ficando com todo o nosso ouro. Quero saber se isso pode existir."
A reportagem do Estado viajou a convite do Ministério de Assuntos Estratégicos
Destaques das revistas semanais
Veja
Capa - Transplantes: As cirurgias de transplante salvam milhares de brasileiros * Países ricos cedem no G-20 para pôr fim à crise * Entrevista: Victor Hugo Cárdenas – “O índio sou eu” – O líder da oposição boliviana diz que o presidente Evo Morales é um indígena de fachada e que seu governo incentiva um racismo às avessas, contra os não índios * Cigarros: Como o preço alto inibe o vício
Época
Capa - Cotas: Reservar vagas na universidade para negros, índios ou pobres é uma solução – ou cria mais problemas? *Ele é o cara: O sucesso de Lula na reunião do G20 * Exclusivo: O presente de R$ 178 milhões do governo para os usineiros * O que muda no vestibular: O novo processo seletivo para as universidades federais.
ISTOÉ
Capa - Os riscos do sexo precoce: Os perigos da erotização de crianças e adolescentes na era da internet * Delúbio, os novos negócios e articulações do ex-tesoureiro do PT * Entrevista: As revelações do cabeleireiro de Lula * O bruxo em ação: João Santana, marketeiro do PT, diz à IstoÉ como pretende fazer de Dilma Rousseff uma candidata sensível e de “pavio longo”.
ISTOÉ Dinheiro
Capa - Lily Safra vende tudo: Por que a mulher mais rica do Brasil procura um comprador para a rede Ponto Frio? * Entrevista: Thomas Besson, presidente da Nissan Mercosul – “Brasil e China são a saída para as montadoras” * Escândalo: Como o Madoff brasileiro deu um golpe de R$ 100 milhões. Tulio Vinícius Vertullo criou clubes de investimentos falsos e sumiu com mais de R$ 100 milhões dos clientes.
CartaCapital
Caoa - E, ainda por cima, Renan. A origem da crescente influência do senador alagoano, perfeito representante de uma elite política que se perpetua no poder * Líderes mundiais: O G-20 e a gambiarra de 1 trilhão de dólares * Até que ponto a ressaca global vai atingir o crédito direcionado aos pobres? * Privatizar os aeroportos resolveria?
EXAME
Capa - Para onde vai o consumo: Em 2009, a economia brasileira será sustentada pelo mercado interno. Um estudo inédito mostra como quase 2 trilhões de reais serão gastos neste ano * As grandes esperanças das empresas estão depositadas na emergente classe C. Uma pesquisa exclusiva mostra como esses 80 milhões de brasileiros se dividem, como se comportam – e o que compram.
Historiador critica uso de tucupi azedo em tacacá de Santarém
Segundo o mestre Dororó, que completa 90 anos este ano, o paladar do santareno já estava costumado ao paladar adocicado do tucupi usado aqui, bem diferente da capital, onde o azedume é a principal característica do suco da mandioca.
"Nada de unificação gastronômica", bradou o historiador.
E você, leitor do Blog do Estado, prefere o tucupi doce ou azedo em seu tacacá?
Marinha pretende cadastrar bajara dos índios
Matéria exclusiva de autoria do jornalista Miguel Oliveira, com fotos de Anderson Pantoja, do Portal Buré, revela em O Estado do Tapajós, edição impressa deste final de semana, que a delegacia de Marinha em Santarém pretende cadastrar as embarcações de propriedade de indígenas, que navegam no alto Tapajós.
Oito jovens de Santarém disputam vagas para a final de atletismo
São 8 atletas de Santarém que participam da seletiva que mais uma vez reunirá atletas de várias regiões do Pará. Eles têm a oportunidade de superar seus índices para alcançar a última fase da seleção, que acontecerá
Quem se classsificar vai participar da estapa final em Bragança Paulista.
Governadora Ana Julia defende redução da reserva legal
A proposta, segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, é permitir a redução da reserva legal nas regiões onde já existe degradação ambiental. 'Nessas áreas, as pessoas que desmataram 80% da cobertura terão de recuperar parte da mata até chegar a 50%', explicou.
Segundo a governadora, o estado do Pará está combatendo 'a grilagem, a picaretagem'. 'Ao mesmo tempo, não posso permitir que pessoas morram de fome por causa de uma ONG', disse.
Ana Júlia também criticou a interferência estrangeira na Amazônia, citando o governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. 'Vou falar para o Schwarzenegger, eles não fizeram nada para proteger a floresta deles, agora querem falar da Amazônia', afirmou.
Carbono de florestas esbarra em caos fundiário
Metade da área total de florestas ameaçadas da Amazônia Legal reúne condições para viabilizar economicamente mecanismos de compensação ambiental. Mas essa metade tem apenas 25% de suas áreas em situação fundiária que pode ser considerada regular. Os números constam do livro 'Pagamento por Serviços Ambientais: Perspectivas para a Amazônia Legal', lançado pelo Ministério do Meio Ambiente.
Segundo o estudo, 53% das áreas em risco de desmatamento -e, portanto, prioritárias para o chamado PSA (Pagamento por Serviços Ambientais)- estão em terras com 'pouca ou nenhuma informação a respeito da situação fundiária', o que impõe uma barreira à iniciativa que prevê compensar financeiramente os proprietários de áreas preservadas.
(Fonte: Amazonia.org.br, O Globo e Folha de S. Paulo)
Empresários reagem a bloqueios da Sema
| Raimundo José Pinto Empresários do setor madeireiro paraense reagiram ao anúncio do secretário de Meio Ambiente, Valmir Ortega, de que 458 empresas do segmento tiveram seu cadastro bloqueado no Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (Sisflora). De acordo com a assessoria de imprensa da Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Estado do Pará (Aimex), as empresas afetadas que se dirigiram à Sema com pedido de informação sobre o motivo dos bloqueios não conseguiram ser atendidas, pois a orientação era para agendar reunião com técnicos do setor responsável, só disponível para a segunda quinzena de abril. Para o diretor executivo da Aimex, Justiniano Netto, os bloqueios estão se tornando rotina, quando deveriam ser a última medida nesses casos. “A Sema simplesmente distribuiu bloqueios, sem a mínima estrutura para atender aos pedidos de revisões. As empresas não sabem por que estão impedidas de trabalhar”, critica. “É uma medida arbitrária e ilegal. O órgão ambiental inverteu os processos, primeiramente deveria ter notificado as empresas, observando o devido processo legal e o direito de defesa. A Uniflor irá acionar judicialmente a Secretaria, caso esta situação não seja revertida imediatamente”, dispara Edgard Medeiros Jr., assessor jurídico da União das Entidades Florestais do Estado do Pará – Uniflor. Na porta da Sema, muita confusão e indignação. Depois de muito insistirem, algumas empresas tiveram a informação de que teriam sido bloqueadas por estarem sem a licença de operação (LO), porém muitas delas disseram estar em dia com o documento, que é emitido pela própria Sema. “É um absurdo o órgão cobrar um documento que ele próprio já emitiu, alegando que são setores diferentes dentro da Secretaria, o do CEPROF e o que emite LO, e que as empresas deveriam ter encaminhado cópia”, disse uma empresária do setor, protestando contra a situação. Entidades do setor chamam atenção para o fato da Sema anunciar, de uma só vez, o bloqueio de mais de 400 empresas, demonstrando que o monitoramento periódico não está sendo feito. “Se o sistema estivesse sendo acompanhado com rigor e, principalmente, a comunicação com o usuário estivesse funcionando de fato, o problema não teria essa dimensão”, alerta Wagner Kronbauer, presidente da Uniflor. “A verdade é que se tornou um verdadeiro martírio depender de qualquer tipo de licença ambiental neste Estado”. Na limpeza de cadastro, até o CEPROF do Ibama, que participou da operação, foi cancelado. A Aimex teme que a situação agrave, ainda mais, a queda da produção e aumente o desemprego no Estado. “Em tempos de crise, uma paralisação injusta provoca a queda no faturamento e, muitas vezes, essa é a gota d’água para a empresa desistir de vez das suas atividades”, avalia Guilherme Carvalho, diretor técnico da Aimex. Segundo a associação, é preciso muita cautela para não agravar o clima de tensão e insegurança que vive a economia paraense, pois isso pode fazer com que as empresas reduzam seus investimentos no Estado. |
À sombra da mangueira
Tal mãe, tal filha
Acaba de abrir sua lanchonete 14 BIS, no bairro da Prainha, em Santarém.
Escolas informatizadas
Além dessa, são mais de 90 escolas das 420 existentes no município de Santarém que ganharão computadores do Ministério da Educação este ano.
Domingo sem futebol
A semifinal do Pantera contra o Águia será domindo de Páscoa, as 17 horas.
No mesmo horário, em Belém, haverá o clássico Re x Pa.
sábado, 4 de abril de 2009
Governo deixa Santarém fora de programa de saneamento
O projeto é destinado a construção de redes de água e esgoto nos municípios do interior.
Mas, Santarém, que não possui um palmo de esgoto sanitário e que, mesmo no período de chuva, sofre com a falta d'água, não está na relação dos municípios por onde o projeto Alvorada vai começar este ano.
Vereador atrapalhado
Na hora da votação do voto de repúdio à Cosanpa, o vereador diz ter se confundido na maneira de manifestar seu voto.
Ele jura de pés juntos que votaria a favor na Câmara de Vereadores voto de repúdio à empresa responsável pela falta de água em Santarém, mas na hora agá acabou por divergir da maioria daquela Casa, permanecendo na posição daqueles que eram contra a matéria, os vereadores Reginaldo Campos e Erlon Rocha.
A festa de Jatene, o candidato
O engarrafamento no tráfego de veículos da avenida Augusto Montenegro a partir do Entroncamento e até o Mangueirão, a partir das 20 horas, fazia crer que havia jogo de campeonato. Mas não: o fluxo de carros aumentou por causa do aniversário do ex-governador Simão Jatene (PSDB), na sexta-feira à noite, na churrascaria Rodeio. Mais de 1.500 pessoas, segundo os organizadores do evento, passaram por lá. O senador Flexa Ribeiro, o deputado federal Zenaldo Coutinho, nove dos dez deputados estaduais do PSDB, dezenas de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores e Valéria Pires Franco (DEM), vice-governadora no mandato de Jatene, estiveram por lá. Os secretrários de estado da época de Jatene, também. Boa parte do PIB paraense, comandado por Altair Vieira, presidente da Associação Comercial, e Sidney Rosa, da Federação das Indústrias, prestigiou o evento, Em todos os pronunciamentos foi lançada informalmente a candidatura de Jatene ao Governo do Estado em 2010. É o que vai acontecer.
Superlotação e fuga carcerárias
E igual número de foragidos da polícia de Belém e Ananindeua.
Vendedores do tablado serão removidos para estacionamento do Mercadão
Terreno doado ao São Francisco tem dono
Mas tão logo a notícia foi divulgada, eis que já apareceram dois proprietários do imóvel.
Um empresário local e o espólio de um cidadão português.
Mas o prefeito José Maria Tapajós garante que essa área já foi desapropriada.
Na segunda-feria, haverá uma reunião para tratar, apenas, do valor da indenização das benfeitorias dos posseiros que ocupam o terreno.
Vem aí o repiquete
Quem conhece a beirada do cais de arrimo aposta que a enchente não vai perder o embalo nesta primeira quinzena de abril.
Prenúncio de que muitas águas ainda vão rolar em Santarém.
Manchetes deste sábado de O Estado do Tapajós
TESTE DO PEZINHO DO SUS É INCOMPLETO
MARINHA QUER CADASTRAR BAJARAS DE ÍNDIOS
CRISE AFETA SETOR DE BEBIDAS EM SANTARÉM
TESTE DE CATRACAS ELETRÔNICAS DEIXA ALUNOS DESCONFIADOS
PREFEITURA PRECISA DE 4 MILHÕES DE REAIS PARA OBRAS EM PONTOS CRÍTICOS DE SANTARÉM
SECRETÁRIO DE MEIO AMBIENTE ADMITE QUE É POLUIDOR
ÁGUIA NÃO VETA BARBALHÃO PARA O JOGO CONTRA O PANTERA
Luz amarela na prefeitura de Santarém
Além da queda dos repasses constitucionais, como o FPM e o ICMS, não houve incremento da arrecadação própria neste primeiro trimestre apesar do lançamento da campanha de arrecadação do IPTU.
Pane da Embratel isola provedores de internet em Santarém
O caos só não foi pior porque empresas de telefonia celular já oferecem o serviço de internet através de moden 3 G.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
TRANSPARÊNCIA DAS FINANÇAS DOS MUNICÍPIOS
A Secretaria do Tesouro Nacional em seu site www.stn.fazenda.gov.br (link Estados e Municipios - Dados Contábeis dos Municipios - 2007) publicou dados relativos as finanças municipais do ano de 2007. Aliás a série de dados disponíveis quanto a dados contábeis inicia-se em 2002.
Nesta base de dados constam 5295 municípios, constituindo o denominado FINBRA 2007. Dados de 13 municípios foram considerados inválidos e 254 não enviaram até a data da consolidação.
Essa base de dados decorre das disposições constantes dos artigos 111 e 112 da Lei no 4.320, de 17 de março de 1964, e do artigo 51 da Lei Complementar no 101, de 4 de maio de 2000, relacionadas com a obrigatoriedade da organização e publicação, até 30 de junho de cada ano, dos balanços consolidados das contas dos entes da Federação relativas ao ano anterior, o que vem sendo feito por intermédio da Secretaria do Tesouro Nacional.
Para agilizar e racionalizar o processo de coleta dos dados, a Secretaria do Tesouro Nacional utilizou do Sistema de Coleta de Dados Contábeis - SISTN da Caixa Econômica Federal - CAIXA - e promoveu a ampliação da base de dados constante do formulário "Quadro dos Dados Contábeis Consolidados Municipais", por intermédio da Portaria STN no 204, de 16 de abril de 2008, de modo a adequá-la ao novo plano de contas dos entes da Federação, editado pela Portaria Interministerial STN/SOF no 163, de 04 de maio de 2001, e alterações posteriores.
Nesse processo, aos municípios compete preencher o mencionado formulário com os dados extraídos dos seus balanços e encaminhá-los, sob a forma de papel, disquetes ou, preferencialmente, via Internet para a CAIXA. Esta recebe os dados, consolida-os em arquivo eletrônico próprio e providencia o seu encaminhamento à STN que, por sua vez, promove o tratamento dos dados recebidos com o propósito de cumprir suas atribuições legais e atender às suas demandas de informações.
A jurisdição da DRF Santarém engloba 29 municípios paraenses e 2 amapaenses. Destes 19 municípios do Pará e 2 do Amapá constam desta base de dados.Não constam, conforme anexo II da Nota Explicativa, os seguintes municípios desta região: Almeirim, Aveiro, Curuá, Jacareacanga, Placas, Prainha, Senador Jose Porfírio, Trairão, Uruará, Vitória do Xingu.
Neste início de novo período dos Poderes Executivos Municipais em que prefeitos foram empossados ou reempossados, este texto serve para que o objetivo de transparência da Lei da Responsabilidade Fiscal (LC 101/2000) seja atingido, para na próxima divulgação de dados possamos ver todos os municípios apresentando seus dados contábeis.
FPF define jogos da semifinal para o dia 12 de abril
Em Belém, no Mangueirão, às 16 horas, será jogado o clássico Re x Pa.
Em Santarém, no Barbalhão, às 17 horas, o São Raimundo recebe o Águia.
O São Raimundo conseguiu a liderança ontem ao derrotar o Ananindeua por 2 x 1.
O Paysandu foi derrotado pelo Águia, pelo mesmo placar.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Antônio Rocha falta à posse de Marcelo Corrêa, indicado pelo PMDB para a secretaria de Meio Ambiente
Lúcio Flávio Pinto: Uso da água por bacias: realidade ou promessa?
O ministro do meio ambiente, Carlos Minc, anunciou que submeterá ao Conselho Nacional de Recursos Hídricos uma nova metodologia para o licenciamento de hidrelétricas. Elas não serão examinadas mais caso a caso, mas por bacia hidrográfica. Garantiu que essa proposta não significa aprovação em bloco de usinas, um efeito nocivo que logo poderia ser argüido da sua iniciativa. Os projetos admissíveis serão analisados individualmente para o licenciamento ambiental, mas só eles serão considerados na área da bacia.
Há duas décadas defendo, aparentemente sem sucesso algum, ao menos de público, tese parecida. Sugeri que cada bacia da Amazônia seja objeto de um plano de desenvolvimento específico, estabelecido com base num amplo estudo que a diagnostique e analise seu potencial de uso. O documento seria consolidado num projeto de lei, a ser enviado ao poder legislativo para aprovação. O processo de ocupação seria desviado das estradas para os rios, estabelecendo um critério mais harmônico com a natureza da região, que seria a nova diretriz da ação humana. Os estudos determinariam, dentre outros objetivos, quais os aproveitamentos hidrelétricos que poderiam vir a ser examinados em trabalhos mais específicos, descartando de pronto as hipóteses em desacordo com os critérios de conciliação da nova intervenção com as condições geográficas e humanas do local. O compromisso, transformado em lei, teria que ser obedecido, sob as penas da própria lei em caso de transgressão.
Essa abordagem poria fim à prática ainda em curso pelas empresas do setor. Elas definem a construção de uma hidrelétrica sem uma visão de conjunto da bacia hidrográfica. Não só se restringem a um dos usos da água, a geração de energia, como utilizam esse estratagema para criar um fato consumado, a usina isolada, e a partir dele desencadear outros fatos, as novas barragens. É o que está acontecendo no Tocantins desde a usina de Tucuruí e poderá se repetir no Xingu com Belo Monte. O argumento de que o prosseguimento da regularização do rio permitirá ganhos marginais com a geração de energia, além de outros usos, atropela qualquer preocupação ecológica ou social.
A proposta do ministro do meio ambiente parece incorporar essa idéia, mas ele ainda não a expôs com suficiente profundidade (conforme seu estilo) para que se possa examinar sua consistência e efeitos. Uma coisa, porém, a distingue do que já foi apresentado: ele pensa em tratar a questão apenas no plano administrativo, sem lhe dar o embasamento de lei, o que significa sujeitar um bom propósito às circunstâncias e variâncias da política brasileira. Mais uma manifestação do modo lulista de governar.
Ingressos a 5 reais para São Raimundo x Ananindeua
Mas, pelo andar da carruagem, este será o menor público de todas partidas disputadas pelo Pantera em Santarém.
Presidente da FPF garante na Assembléia que mando de campo é do time de melhor rendimento
Ao se pronunciar na sessão, o parlamentar santareno cobrou do presidente da Federação Paraense de Futebol, Antonio Carlos Nunes, também presente no ato, a garantia do mando de campo ao clube com melhor rendimento, tanto nas semifinais quanto nos jogos finais do returno e, eventualmente, do campeonato.
Ao se manifestar, já no encerramento dos debates em plenário, o presidente Antonio Carlos Nunes garantiu a realização dos jogos decisivos do Parazão 2009 tanto nas semifinais e finais do returno quanto nas finais do campeonato, nas sedes dos clubes com melhor rendimento na competição.
Este tema foi levantado a partir de notícias amplamente divulgadas nos jornais da Capital, ao longo desta semana, dando conta de que as diretorias de Remo e Paysandu não aceitam a realização dos jogos decisivos do returno em Santarém, em possível cruzamento com o São Raimundo, até mesmo com a ameaça do Clube do Remo de ir à Justiça contra jogos finais no interior.
Em defesa da postura da Federação Paraense de Futebol, através de seu diretor técnico Paulo Romano, que assegurou não haver qualquer impedimento quanto à realização de jogos finais no interior, Von cobrou um posicionamento oficial do Presidente da Federação Paraense de Futebol.
Outro assunto abordado por Alexandre Von está relacionado à desigualdade nas quotas de patrocínio do BANPARÁ e nos valores das transmissões de jogos do campeonato pela TV Cultura/Governo do Estado do Pará. Nas quotas de transmissão de jogos, enquanto Remo e Paysandu receberão cada um R$ 940.000,00 (novecentos e quarenta mil reais), os clubes do interior receberão apenas R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais).
Na verba de patrocínio do BANPARÁ, a discriminação é ainda maior: enquanto Remo e Paysandu receberão um patrocínio oficial de R$ 720.000,00 (setecentos e vinte mil reais) cada um, nenhum patrocínio está sendo oferecido aos demais clubes do interior pelo Governo do Estado. Para Von, comportamentos como esses só acentuam as desigualdades, diferenças e desequilíbrios entre a capital e o interior do Estado.
Infraero prorroga inscrições e retifica itens do edital
A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) publicou nesta quarta-feira (1/4) o edital de retificação do concurso que irá formar cadastro reserva para cargos de níveis médio e superior. A principal alteração diz respeito ao período de inscrições, que foi prorrogado mais uma vez: agora se estende até o dia 9 de abril e pode ser feita pelo site site. O pagamento da taxa também pode ser feito até o último dia.
Outra mudança é em relação ao cargo de profissional de serviços técnicos, na especialidade de técnico de enfermagem do trabalho. Com a nova redação, o posto passa a ser chamado de auxiliar de enfermagem do trabalho e abre chances também para os candidatos que possuem o certificado de conclusão do curso de auxiliar de enfermagem. As informações estão disponíveis no Diário Oficial da União, na página 21 da terceira seção.
De acordo com o edital de abertura, a remuneração para funções que exigem nível médio varia de R$ 1.029,50 a R$ 1.696,32. Já quem possui nível superior terá salários mínimos de R$ 2.484,18 e máximos de R$ 3.203,53. A aplicação das provas objetivas e discursivas está prevista para o dia 21 de junho, em todos os estados. Os testes para os para os cargos de ensino médio serão aplicadas no período da manhã, e para os de nível superior à tarde.
Para acessar o edital de retificação e o edital de abertura, que lista todos os cargos oferecidos pelo concurso, clique aqui.
Líderes mundiais discutem fundo florestal
Idéia é que o novo fundo chegue a US$ 15 bilhões anuais.
Numa reunião sem precedentes, lideres das principais economias e dos maiores países tropicais do mundo estiveram reunidos, em Londres, para discutir a criação de um mecanismo internacional de até US$ 15 bilhões para o financiamento da conservação e uso sustentável das floretas tropicais.
A reunião, organizada pelo príncipe Charles, contou com as presenças dos primeiros-ministros do Japão, Austrália, Noruega e Itália; os presidentes da França e da Indonésia, o rei da Arábia Saudita, além de Angela Merkel, chanceler alemã, e a secretaria de estado americana, Hilary Clinton.
Participaram ainda o secretario geral do ONU, Ban Ki-moon, o presidente do Banco Mundial, Robert Zelik, e o presidente da Comunidade Europeia, Durão Barroso. O Brasil foi representado pelo chanceler Celso Amorim, acompanhado pelo diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro, Tasso Azevedo.
Segundo Azevedo, esse foi o encontro de mais alto nível de poder de decisão já realizado para discutir a questão da floresta no contexto do aquecimento global. O que, para ele, significa uma vitória. “Essa reunião mostra que conseguimos definitivamente incluir nas discussões da Conferência do Clima o tema florestal e seu uso sustentável”, afirma.
Durante o encontro, foi debatida a ideia de se gerar um mecanismo internacional de financiamento, que levante entre US$ 10 e 15 bilhões, por ano, entre 2010 e 2020, para apoiar a conservação e uso sustentável da floresta.
Esses recursos seriam repassados aos países tropicais com base em resultados alcançados na conservação das florestas – usando os mesmos princípios que o Brasil aplica no Fundo Amazônia.
Os lideres concordaram em estabelecer um grupo de trabalho internacional que deverá apresentar um modelo de operacionalização da ideia até julho deste ano, com vistas a buscar um modelo passível de consenso antes da conferência das partes da Convenção de Mudanças Climáticas, a ser realizada em Copenhagem, no final do ano.
(Fonte: Serviço Florestal Brasileiro)
Verdes em pé de guerra ( 4)
A reunião marcada para ontem à noite ficou prejudicada pela ausência do prefeito José Maria Tapajós.
Convidado pelos verdes santarenos, Tapajós seria sabatinado sobre a alegada 'governabilidade'.
Mas um problema de agenda acabou impedindo o encontro do prefeito com a direção municipal do PV.
Enquanto isso, há ofertas de cargos estaduais aquelas lideranças que se opõem à adesão do partido ao governo do PT em Santarém, muito embora o prefeito seja do PMDB.
Times do interior servem de escada para Remo e Paysandu ganharem dinheiro público
Exemplos disso: o patrocínio do Banpará apenas ao Clube do Remo e ao Paysandu, cada um recebendo cotas iguais de R$-720 mil e o patrocínio da Funtelpa às transmissões dos jogos pela TV Cultura, destinando R$-940 mil para o Remo e valor igual ao Paysandu e tão sómente R$-50 mil a cada uma das demais agremiações que disputam a competição.
Fonte: Blog do Ércio Bemerguy
Lúcio Flávio Pinto: Vícios no judiciário
Em 22 de dezembro do ano passado a então presidente do Tribunal de Justiça do Estado, Albanira Bemerguy, que encerrava seu mandato, criou uma comissão, formada por três desembargadores, para apurar denúncias feitas nesse dia pela também desembargadora Maria Helena Ferreira. A magistrada revelou que havia conivência do setor de distribuição de processos do TJE com alguns escritórios de advocacia de Belém.<
Apesar da providência, tanto a presidente como vários dos seus pares estranharam que a colega tivesse levado tanto tempo para revelar a existência do crime, já do seu conhecimento, também não tomara qualquer providência ao seu alcance e deixara para se manifestar exatamente no dia em que seria derrotada (por 23 a 6) por Rômulo Nunes na eleição que o escolheu como sucessor de Albanira.
Apesar de todas essas fundadas circunstâncias, que condicionavam a iniciativa da desembargadora Maria Helena Ferreira, sua acusação pode ser procedente. É o que sugere o relatório provisório da inspeção preventiva que o Conselho Nacional de Justiça fez no Pará, entre os dias 17 e 20 de dezembro, na mesma época em que acontecia o processo sucessório no judiciário paraense. Gilson Dipp, ministro corregedor nacional, constatou que o módulo de distribuição de processos no TJE “não é seguro, permitindo o direcionamento da distribuição”. Ao analisar o setor, verificou ser “altíssimo o número de habilitações e desabilitações de desembargadores”.
Foram detectados casos de “distribuição com sorteio a um único desembargador, estando os demais desabilitados”. Apesar de haver situações reais que autorizam legalmente a exclusão, por impedimento ou suspeição de determinados desembargadores, o mecanismo também pode ser usado – advertiu o corregedor do CNJ – “para evitar que um feito seja distribuído a um determinado magistrado, por exemplo, quando conhecida sua posição favorável ou desfavorável a determinada tese”.
O melhor uso da tecnologia disponível e certas regras administrativas poderiam prevenir a prática de irregularidades usuais, como o ajuizamento de várias ações por uma mesma parte, que insiste nas demandas até que seu processo chegue às mãos do juiz desejado, quando então desiste das demais ações. Uma boa detecção dos casos de prevenção de magistrado pode servir de antídoto a essa prática malsã.
A distribuição é um momento vital do exercício do poder de julgar porque o seu direcionamento, através de fraudes, como as que existiriam no judiciário paraense, “pode levar à violação da imparcialidade e do princípio do juiz natural, abrindo então oportunidade à corrupção e à troca de favores”, observa o ministro Gilson Dipp. Resta agora apurar os casos concretos dessa violação, procurar identificar quem a pratica na justiça do Pará e punir os responsáveis.
Missa dos santos óleos
Esta missa, antes celebrada na quinta-feira santa, foi antecipada para que os vigários possam estar presentes em suas comunidades durante as celebrações da Semana Santa.
A missa dos Santos Óleos é uma tradição da igreja Católica. É o momento onde os presbíteros renovam suas promessas sacerdotais e onde o bispo, com seu presbitério, dá a benção dos três óleos usados em momentos especiais: o óleo dos enfermos, do catecúmeno conhecido como do batismo, e o óleo do Crisma, usado também na unção das mãos por ocasião da ordenação de um sacerdote ou bispo.
MRN desenvolve cursos de capacitação para profissionais do Oeste do Pará
A existência de uma demanda para contratação imediata de mais de 80 pessoas no município, em vagas de empresas de associados à AEOR, levou a entidade a entrar em contato com a MRN. “Eles não estavam encontrando pessoas qualificadas para as vagas, então pediram nosso apoio para disponibilizar cursos de capacitação para o público da cidade”, explica o especialista em Suprimentos da MRN, Ângelo Matos.
A solicitação gerou uma parceria com o PDF, por intermédio da MRN, que financiou a primeira turma do curso. Os valores arrecadados com as inscrições dessa primeira turma serviram de subsídio financeiro para a realização de outras quatro turmas do curso, totalizando mais de 200 pessoas capacitadas. “O mais importante é que o curso se tornou autosustentável, uma turma financiou a outra. Em uma semana, os alunos aprenderam, por exemplo, técnicas de como abordar o público e de como atender as expectativas dos clientes”, destaca Matos.
Como empresa mantenedora do PDF, a Mineração Rio do Norte desenvolveu no ano passado uma série de turmas do curso de Gestão Empresarial para empreendedores do Oeste paraense. “Trabalhamos em três frentes: capacitação de empresários, capacitação de mão-de-obra e certificação de empresas. Em 2008, focamos nos empresários. Esse ano, o esforço será de priorizar a capacitação de mão de obra. Mão de obra qualificada significa negócio produtivo, competitivo e rentável”, avalia o especialista.
Para a realização de diversos cursos de capacitação no estado do Pará, o PDF capta recursos de empresas apoiadoras - que não são do Pará, mas tem filial no estado e são contratadas das empresas mantenedoras do PDF, como a Mineração Rio do Norte.
(Fonte: Assessoria de Impensa da MRN)
Começa sessão da Assembléia Legislativo sobre regulamento do campeonato paraense
Até o momento, deputados e convidados, entre estes, o presidente da FPF Antônio Carlos Nunes, nada falaram sobre a virada de mesa que o Clube do Remo conseguiu em cima do São Raimundo.
FPF dá tempo para Remo virar o jogo
A virada de mesa mantém, pelo mesmo critério de classificação, apenas o jogo Paysandu x Àguia, para o próximo domingo, dia 5.
Mas nada se sabe se a FPF, caso as posições se invertam na tabela, vai manter o mesmo calendário aprovado nas coxas ontem à noite, em Belém.
Tapajós faz operação resgate de Valéria no Mapiri

O prefeito José Maria Tapajós, além de atuar como salva-vida junto às famílias atingidas pelas águas no bairro do Mapiri, teve que apagar incêndio provocado pela incontinência verbal da secretária de infra-estrutura Valéria Lima.
A dupla missão do prefeito-bombeiro foi provocada pela reação de comunitários às explicações nada convincentes dadas pela titular da Seminf para os problemas de alagamento de várias ruas daquele bairro.
Valéria disse que a prefeitura estava trabalhando no local e que, embora atrasadas, as obras do PAC iriam resolver defintivamente o problema.
Os moradores, no entanto, afirmaram que necessitavam de soluções urgentes, e que Valéria não recebia as lideranças que a procuravam na Seminf.
Tapajós, então, para não entornar o caldo, chamou a responsabilidade para si e determinou a execução de obras emergenciais naquele trecho.
Minutos depois, aos vereadores que lhe acompanhavam na visita, o prefeito-bombeiro reclamou que Valéria não está atuando com 100% de eficiência. " A Valéria tem que ser igual a médico, tem que estar de plantão 24 horas", teria comentado Tapajós reservadamente.
Na foto de Ronaldo Ferreira, um flagrante da visita da comitiva de Tapajós ao Mapiri.

