sexta-feira, 8 de março de 2013

Homologadas as chapas para eleição de reitor e vice reitor da Uepa


A Comissão Eleitoral da Universidade do Estado do Pará (Uepa) divulga nesta sexta-feira, 8, o resultado da homologação das chapas que irão concorrer aos cargos de reitor e vice-reitor da instituição durante o quadriênio 2013/2017. De acordo com o regimento eleitoral, recursos podem ser interpostos nos dias 11 e 12 de março no Protocolo Geral da Uepa, localizado no prédio da Reitoria, localizado na rua do Una 156, no bairro do Telégrafo, no horário de 8h as 14h. O resultado da homologação está disponível no site da Uepa (www.uepa.br).
 
As eleições para reitor e vice-reitor ocorrerão no dia 17 de abril, das 9h às 20h, e serão realizadas através de votação universal e uninominal. Duas chapas formalizaram inscrição. A chapa ‘Viração’, composta por Ana Cláudia Serruya Hage e Laura Maria Vidal Nogueira, que concorrem respectivamente aos cargos de reitor e vice-reitor, e a chapa ‘Uepa no caminho certo’, formada por Juarez Antônio Simões Quaresma e Rubens Cardoso da Silva, que concorrem aos cargos de reitor e vice-reitor respectivamente.(Agência Pará)

Prova do concurso da Polícia Civil PA é adiada para 5 de maio

A Secretaria de Estado de Administração e a Polícia Civil reajustaram para o dia 5 de maio a data das provas objetivas dos certames C-169 e C-179, para provimento de vagas aos cargos de delegado, escrivão, investigador e papiloscopista. O adiamento do certame ocorreu para evitar que a prova coincidisse com a data de realização do Exame da Ordem dos Advogados do Brasil, que acontece no dia 28 de abril, já que muitos candidatos ao concurso da PC também concorrem na prova da OAB. Os ajustes foram publicados mo Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira, 8 de março.

Para os candidatos que prestarão o concurso para investigador, escrivão e papiloscopista, a prova será aplicada das 8h às 14h. Já os candidatos ao cargo de delegado de polícia farão suas provas das 14h às 18h, nos municipios de Altamira, Belém, Marabá, Santaro dia ém e Redenção do Pará.

Do total de postos, 150 são para o cargo de Delegado (que oferece remuneração total de até R$ 7.695,02 e exige formação em Direito), 250 para investigador, 250 para escrivão e 20 para o cargo de papiloscopista. Os três últimos cargos exigem formação de nível superior em qualquer área e remuneram os concursados em início de carreira com até R$ 3.098,79. 

As inscrições para o concurso da Polícia Civil poderão ser feitas até o dia 17 de março, pelo endereço eletrônico http://paginas.uepa.br/concursos, mediante pagamento de taxa no valor de R$ 47,50 para todos os cargos.(Agência Pará)

Volante de Monte Dourado vai jogar a decisão da TG pelo Vasco

Jucimar Lima Pacheco, o popular Abuda, literalmente percorreu muitos quilômetros até chegar aonde chegou. Natural de Monte Dourado, distrito de Almerim, no interior do Pará, ele “se jogou” Brasil afora para alcançar o sonho de se tornar um jogador.

Seu local de origem, que possui 12 mil habitantes e vive da pesca e do eucalipto, fica a 453 km de Belém. Quando tinha que ir até a capital, pegava um barco e, pelas águas do Rio Jari, viajava por três dias. O descanso durante a pequena maratona acontecia nas redes, algo comum no transporte fluvial da região.

Quando tinha de 13 para 14 anos, Abuda viu um amigo de seu pai, o senhor Reinaldo Morais, apostar no futebol. Com o aval da família, foi levado para morar na capital paraense, na casa do novo tutor. Lá, Abuda estudou e deu os primeiros passos no Paysandu. Na base do Papão da Curuzu, atuou com Ganso, ex-Santos e hoje no São Paulo.

Porém, enquanto o apoiador rapidamente despontou, o volante seguiu sua luta por um lugar ao sol. Passou pelo Tuna Luso (PA), Ferroviária (SP), Petrolina (PE), Cruzeiro (RS), até ser descoberto pelo Vasco, no ano passado.
O início na Colina, porém, foi difícil. Ele chegou em junho, mas somente em novembro atuou pela primeira vez. Sem espaço, temeu pelo futuro, mas foi só chegar 2013 para as coisas mudarem. Na atual temporada, foi titular em todas as partidas e, humilde, admite estar vivendo seu sonho de criança antes da final da Taça Guanabara:
– É um sonho. Trabalhei muito e sempre acreditei em mim.

 LANCENET!

Deputado quer equiparação do teto do SuperSimples no Pará



Com exceção do Pará todos os estados do Brasil, desde o ano passado, já se adequaram e ampliaram em 50% as faixas de enquadramento e o teto da receita bruta anual das empresas do Supersimples ou Simples Nacional, uma forma especial de tributação que foi criada para beneficiar com menor carga tributária micro e pequenas empresas. 

Para garantir o mesmo benefício aos micro e pequenos empresários do Estado do Pará, o deputado Nélio Aguiar (PMN) deu entrada, nesta quinta-feira, 7, a um anteprojeto, solicitando ao Governo do Estado que se manifeste a respeito da matéria, uma prerrogativa exclusiva do Executivo para regulamentar o novo teto.

Segundo o parlamentar, o teto do simples nacional subiu de R$ 240 mil para R$ 360 mil ara microempresa e o da pequena passou de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões. O limite máximo de faturamento bruto anual do Empreendedor Individual também aumentou. Passou de R$ 36 mil para R$ 60 mil por ano. 

As medidas entraram em vigor no dia 1º de janeiro de 2012 mas no Pará, por falta da regulamentação os empresários continuam sujeitos aos valores anteriores. “Com exceção do Pará, todos os estados da federação já utilizam o novo teto, isso, está levando empreendedores que pretendem instalar empresas no Pará para outros estados e ainda prejudicando micro e pequenos empreendedores que ao ultrapassarem o teto ficam fora do Simples”, denunciou o parlamentar. 

Pelo Simples, empresas poderão recolher os impostos federais (IR, CSLL, PIS, COFINS e IPI) de forma unificada, com alíquotas de 3,0% até 12,6% sobre o seu faturamento. 

O deputado Nélio ressalta ainda que as micro e pequenas empresas (MPE) são fundamentais para a promoção do crescimento econômico, criação de empregos, geração de renda e melhoria das condições de vida da população. "O aumento do limite de receita bruta fará com que mais empresas se integrem ao Simples Nacional. Isso é um grande avanço para a economia e contribui para a sustentabilidade e para o crescimento do setor", destaca.
(Katia Aguiar)

quinta-feira, 7 de março de 2013

Capa desta sexta-feira de O Estado do Tapajós

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Nova distribuição dos royalties aumenta repasse a Santarém



A Lei dos Royalties, com a derrubada dos vetos, ontem, pelo Congresso Nacional, reduz a participação da União e ampliava a participação de estados e municípios não produtores na divisão dos recursos arrecadados com a exploração do óleo, tanto de contratos em vigor quanto de futuros. O texto estabelece como critérios de partilha os mesmos do Fundo de Participação dos Estados (FPE).

Pela nova lei, o município de Santarém, que recebia R$ 769 mil passará a receber R$ 4,7 milhões.

As novas regras mudam a destinação de aproximadamente R$ 100 bilhões até o ano de 2020. Em relação ao Pará, a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) estima que o Estado receberá em 2013 cerca de R$511 milhões. 
 
Em 2011, o valor ao Estado foi de R$44,7 milhões. Já os municípios também terão um aumento significativo. Os 143 municípios paraenses receberam em 2011, somados, R$31,6 milhões. Com as novas regras, devem receber, segundo dados da CNM, 192,5 milhões.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Santarém vai sediar Simpósio Brasileiro de Óleos Essenciais.

Será realizado, em Santarém, VII Simpósio Brasileiro de Óleos Essenciais.

O evento, organizado pela Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), vai ocorrer de 15 a 18 de outubro de 2013, vai reunir pesquisadores no âmbito da Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) de óleos essenciais. 

Podem participar do simpósio estudantes de graduação, pós-graduação e profissionais.

Os interessados podem fazer a inscrição pela página http://www.sboe.net.br/ até o dia 10 de maio de 2013.

Os interessados em submeter trabalhos, o prazo final de entrega de resumos é 31 de julho de 2013. 

Eles podem ser submetidos nas seguintes linhas temáticas: Óleos Vegetais da Amazônia: Óleos Fixos e Óleos Essenciais; P&D & Inovação; Ensaios Biológicos; Legislação; Cultivo de Plantas Aromáticas e Medicinais; Produção de Óleos Vegetais; e Mercado de Óleos Fixos e Óleos Essenciais. 

Dez municípios paraenses concentram 70% das áreas desmatadas

Segundo o Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (Idesp), do total desmatado no estado do Pará, nos últimos dois anos, 70,03% se concentraram em 10 municípios, o que corresponde a 1.488,73 km². 

São eles: Novo Progresso, Trairão e Jacareacanga (ao longo da BR-1630; Itaituba, Pacajá e Altamira (na BR-230); Ulianópolis, área de expansão de grãos; Cumaru do Norte e São Félix do Xingu, grandes produtores de gado, e Portel, na Ilha do Marajó, que sofre com a exploração ilegal de madeira.

Os dados completos estão disponíveis no site www.idesp.pa.gov.br.

Quadro da dengue no Pará: duas mortes

Os municípios com maior número de notificaçõesde casos de dengue são Belém (280), Parauapebas (261), Santarém (223), Rio Maria (131), Marabá (128), Itaituba (125), Santa Maria das Barreiras (87), Altamira (73), Juruti (71), Ananindeua (70), Conceição do Araguaia (67), Rurópolis (55), Irituia (47) e Portel (44). 

A maioria dos casos confirmados de dengue está em Rio Maria (128), Santarém (91), Parauapebas (69) e Belém (65). 

Há confirmação de dois óbitos por dengue, um no município de Rurópolis e outro em Irituia.

Pirarucu da Amazônia será certificado pelo Inmetro


Do site de O Globo
O Inmetro acaba de publicar o regulamento para a certificação voluntária do Pirarucu Salgado Seco, popularmente conhecido como bacalhau da Amazônia. Para obter o Selo de Identificação da Conformidade, o peixe típico da região será avaliado desde o processo produtivo até a venda, e deve garantir a sustentabilidade de toda a cadeia produtiva e atender a aspectos sociais, como não utilizar mão de obra escrava e oferecer aos trabalhadores todo o equipamento de proteção necessário.
— A certificação também tem o objetivo de ser um diferencial de vendas para o micro empresário, tanto no país como no exterior, com avaliação do Inmetro, que tem reconhecimento internacional — acrescenta Gustavo Kuster, chefe da Divisão de Programas de Avaliação da Conformidade do instituto.
Alfredo Lobo, diretor de Qualidade do Inmetro, ressalta que o selo dará ao consumidor a garantia de estar adquirindo produto de uma região nobre, que é a Amazônia, e de forma sustentável, preservando o meio ambiente para as futuras gerações.
A certificação do pirarucu integra o programa Selo Amazônico, criado há pouco mais de um ano pelo Inmetro, que consiste no monitoramento de requisitos de qualidade, impacto social econômico e ambiental de produtos manufaturados com matéria-prima vinda da Amazônia brasileira, e que tenham parte ou todo o processo produtivo instalado na região.
O pirarucu é o primeiro produto regulamentado para receber o Selo Amazônico. No entanto, Lobo conta que há fitoterápicos, fármacos, biojoias, embalagens sustentáveis, outros alimentos e cosméticos em estudo.

terça-feira, 5 de março de 2013

Queijo sem origem declarada é apreendido em pizzarias de Santarém

O consumidor pode estar comendo pizza feita com queijo de procedência duvidosa e sem inspeção sanitaria.

Foi o que constataram fiscais da Divisão de Vigilância Sanitária(DIVISA), ao realizarem um blitz em pizzarias, lanchontes e restaurantes de Santarém, na semana passada.

Em alguns desses estabelecimentos, fiscais da vigilância sanitária apreenderam produtos como queijos, que não poderiam ser comercializados em Santarém por falta de certificação.

Audiência sobre local da hidroviária de Santarém será nesta quinta-feira

Uma audiência pública será realizada, quinta-feira(7), às 9h30, no plenário da Câmara de Vereadores, pela direção de gestão portuária da Companhia de Portos e Hidrovias do Pará, para ouvir sugestões da sociedade civil sobre a melhor localização da estação hidroviária que será construída, em Santarém, pelo governo do estado do Pará.

Desapropriações nada republicanas

Um bomba de efeito retardado foi deixada pela ex-prefeita Maria do Carmo(PT) ao sucessor Alexandre Von(PSDB).

Diversas desapropriações de áreas particulares feitas pelo municícipio, na gestão petista, beiram à irresponsabilidade e podem provocar enorme rombo nas finanças municipais.

É só anotar e conferir depois.

Tráfico de pessoas: CPI quer convocar responsáveis por Belo Monte

A Comissão Parlamentar de Inquérito da Câmara dos Deputados que investiga o tráfico de pessoas marcou sessão para esta terça-feira (05), quando apreciará requerimento de autoria do presidente do colegiado, Arnaldo Jordy (PPS-PA). No pedido do parlamentar, a convocação do diretor-presidente da Norte Energia S.A, Duílio Diniz de Figueiredo, que é o responsável pelo Consórcio que está construindo a usina hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu.

A CPI quer explicações sobre o bordel, que funcionava dentro do canteiro de obras e que foi desmontado em operação policial deflagrada no dia 14 de fevereiro.

Arnaldo Jordy que esteve em diligência no local, há uma semana, atestou que é “impossível atravessar o canteiro de obras” sem não passar em frente ao estabelecimento que mantinha dezenas de mulheres em cárcere privado.

"É impossível que este estabelecimento exista sem o conhecimento da Norte Energia, até porque no caminho de chegada até a referida ‘boate’ a comitiva da CPI passou por guaritas da empresa, que é área de atividade da obra", reforçou o presidente da Comissão.

Ainda durante visita às instalações da boate, os parlamentares constataram as condições subumanas em que 18 jovens, entre elas uma menor de idade, eram submetidas. Todas eram obrigadas a se prostituir e viviam em quartos minúsculos, sem janelas e com travas na parte de fora das portas, o que caracteriza situação de aprisionamento das vítimas. A maioria das mulheres foi recrutada no Sul do Brasil.

Os parlamentares também observaram que as instalações da boate são similares às construções de galpões no terreno da obra de Belo Monte.

Horário e local

A sessão da CPI do Tráfico de Pessoas está prevista para as 10 horas no plenário 11 da Câmara dos Deputados.


Santarém oficializa a adesão ao Programa Municípios Verdes

A Prefeitura de Santarém, município do oeste do Pará, oficializa nesta terça-feira (5), no Hotel Barrudada, sua adesão ao Programa Municípios Verdes, desenvolvido pelo Governo do Estado visando o ordenamento ambiental e o controle do desmatamento. A assinatura do termo de adesão será um dos destaques da VIII Reunião do Comitê Gestor (COGES/PMV), que pela primeira vez acontece fora de Belém.

O Comitê Gestor é formado por diversos grupos e órgãos do Estado e sociedade civil, como Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público Estadual (MPE), Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Secretaria Especial de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção (Sedip), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) e The Nature Conservancy.

Santarém já fazia parte do PMV desde a assinatura do TAC (Termo de Ajuste de Conduta) do Ministério Público Federal, que estabelece metas para o combate e controle do desmatamento. A assinatura do termo de adesão, no entanto, vai consolidar ainda mais a relação com o Estado, já que Santarém é um grande polo de integração na região oeste e pode se transformar numa referência para os municípios vizinhos.

Durante a programação da VIII Reunião do Comitê Gestor serão apresentados os dados de desmatamento SAD de 2012/2013, e Deter, respectivamente pelo Imazon e Ibama.

Também haverá debates com a participação de secretários, prefeitos, técnicos, representantes do Estado e pesquisadores, que abordarão a situação atual do desmatamento no Pará, os avanços no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e as metas que devem ser cumpridas até o final de 2013.

Texto:
Diego Andrade-Municípios Verdes

domingo, 3 de março de 2013

Paysandu vence Remo com gol no fim e leva a Taça Cidade de Belém

Ivaldo Fonsseca

Foto: Tamara Saré



Uma partida digna de um clássico entre Remo e Paysandu. Na temporada 2013, em dois jogos disputados, a torcida remista se acostumou a sempre ter boas emoções na parte final da partida, com seu time fazendo o gol da vitória ou empatando. Mas, quis o destino que, no confronto mais decisivo da Taça Cidade de Belém, a sorte mudasse de rumo, e o torcedor bicolor tivesse a chance de ter esse sentimento. Com um gol aos 42 minutos do segundo tempo, o Papão venceu o Leão por 2 a 1 e conquistou o título do Primeiro Turno.
Clássico que teve mais uma vez o torcedor paraense provando o seu amor por Remo e Paysandu. As duas maiores torcidas do Norte do Brasil proporcionaram uma renda superior a R$ 1 milhão, com o Mangueirão recebendo um público total de 40.883 torcedores.
E quem foi ao estádio não se arrependeu. As duas equipes fizeram um grande jogo, com o Paysandu abrindo o placar através do zagueiro Raul, aos 29 minutos do primeiro tempo. O empate do Remo veio 10 minutos depois, com o atacante Leandro Cearense aproveitando o rebote do goleiro Zé Carlos.
No segundo tempo, o jogo seguiu truncado, mas o zagueiro Raul apareceu aos 42 minutos do segundo tempo para garantir o título e se tornar a estrela da decisão, assegurando a vitória bicolor por 2 a 1.
Com o título, o Paysandu já está garantido na Copa do Brasil de 2014 e na decisão do Parazão, caso a Taça Estado do Pará seja conquistada por uma das sete equipes participantes da competição. Aliás, o Segundo Turno já começa no meio de semana, com o Remo estreando quinta-feira contra o Santa Cruz, a partir das 20h30, no Mangueirão, em Belém, e o Paysandu jogando na quarta-feira contra o São Francisco, a partir das 20h30, no Colosso do Tapajós, em Santarém.
Remo 1x2 Paysandu
Local:Mangueirão
Paysandu 1 x 0: Raul (cabeça) 30' 1º
Remo 1 x 1: Leandro Cearense 39' 1º
Paysandu 2 x 1: Raul (cabeça) 42' 2º

RENDA: 1.172.030,00
Pagantes: 38.193
Credenciados: 2.690
Público: 40.883

Despesas: R$ 366.097,21
Cota dos clubes: R$ 402.968,39
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG)Os auxiliares serão o gaúcho Altermir Hausmann e o paulista Marcelo Van Gasse, ambos também da FIFA. Na retaguarda estão os paraenses Dewson Fernando Freitas da Silva (aspirante FIFA) e Djonaltan Costa de Araújo.

Simão Jatene já deixou o Hospital do Coração

O governador do Pará, Simão Jatene, já está em um hotel em São Paulo. Ele deixou o Hospital do Coração às 12h deste domingo (3), acompanhado de familiares e de sua médica particular, a cardiologista Heloisa Guimarães. O governador se submeteu a um procedimento para desobstruir uma artéria na última quarta-feira (27). 

Simão Jatene permanecerá em São Paulo até a próxima terça-feira (5), quando passará por uma avaliação médica para definir sua volta ao trabalho. Os médicos já recomendaram que, após esta consulta de revisão, o governador fique 10 dias em repouso. Mas, segundo Heloisa Guimarães, ele já quer retornar a Belém na próxima quarta-feira (06).

Após a colocação de um stent para desobstruir a artéria, o governador ficou no hospital para realizar outros exames de rotina e ajustar a medicação. Heloisa Guimarães informou que não há nenhuma restrição para que Jatene retome sua agenda de trabalho. “O governador deve apenas fazer atividades físicas regulares, dieta e o controle periódico da pressão arterial”, explicou a cardiologista.(Antenor Filho-Secom)

Tráfico de mulheres é investigado em Santarém


sábado, 2 de março de 2013

Pesquisa estuda aproveitamento de resíduos florestais na Flona Tapajós


flonaBrasília – O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) participa de pesquisa sobre o aproveitamento de resíduos florestais (toras e troncos de árvores) na Floresta Nacional (Flona) do Tapajós, no Pará. Os resíduos são oriundos de exploração de produtos madeireiros, prevista no Plano de Manejo Florestal em vigor na Flona.

O estudo é desenvolvido em parceria com o Instituto de Biodiversidade e Florestas (Ibef), da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), e a Cooperativa Mista Flona Tapajós Verde (Coomflona).

O objetivo é quantificar e propor diretrizes técnicas para a extração, além de avaliar a  viabilidade do uso dos resíduos florestais pelo setor moveleiro. Tem como base arranjo feito com as movelarias comunitárias existentes no interior da unidade de conservação (UC) e o Plano de Manejo Florestal.

Início

A pesquisa começou em 2011 com a cubagem (cáculo da capacidade cúbida) de toras e galhos de 520 árvores, distribuídos em 21 espécies comerciais. A ação permitiu que se fizesse uma estimativa do volume de resíduo por árvore. Na ocasião, servidores do ICMBio, Ibama, Serviço Florestal Brasileiro (SFB) e da Ufopa estiveram em campo para definir os objetivos do estudo.

Em janeiro deste ano, foi iniciada a extração dos resíduos autorizados para a Unidade de Produção 7 (UPA  7), explorada no final de 2012. Desde então, o processamento vem sendo feito nos pátios de estocagem, previstos no Plano de Manejo Florestal, onde a madeira retirada da floresta é acumulada temporariamente.

Para beneficiar a madeira, é utilizada uma serraria portátil, licenciada na área de manejo na autorização de exploração de 2012 – UPA 7. A madeira serrada, produzida a partir do beneficiamento dos resíduos, será destinada, agora em março, às movelarias comunitárias existentes no interior da Flona do Tapajós.

As informações geradas pela pesquisa serão utilizadas pela CoomFlona no Plano de Manejo Florestal e poderão viabilizar o licenciamento da exploração dos resíduos florestais em larga escala. Com isso, será possível, no futuro, a venda da madeira beneficiada aos moveleiros de Santarém e Belterra, cidades próximas à UC, abastecidas, provavelmente, com madeira ilegal.

A cooperativa

A CoomFlona é formada por comunitários residentes na Floresta Nacional do Tapajós. Atua no manejo florestal madeireiro e não madeireiro desde 2005 em uma área objeto de um Contrato de Concessão de Direito Real de Uso (CCDRU) de 18.785 hectares no interior da Flona.

A cooperativa integra um grupo de trabalho formado por representantes do ICMBio, SFB e Ufopa que desenvolve, desde 2010, ações com objetivo de reestruturar a cadeia produtiva de móveis na Flona do Tapajós.

Dentre outras ações – licenciamento de serraria portátil na área de manejo florestal, aquisição de equipamentos para as movelarias, capacitação dos moveleiros –, o grupo articulou a realização do atual estudo com pesquisadores da Ufopa. (Comunicação ICMBio)

sexta-feira, 1 de março de 2013

Uma importante reflexão sobre o futuro dos jornais

CARLOS HEYTOR CONY

Cada macaco no seu galho

DE SÃO PAULO 

Discute-se o futuro da mídia impressa, ou melhor, a falta de futuro dos jornais e revistas que ainda gravitam na "era gutemberguiana", considerada hoje como a pré-história da comunicação.
Pessoalmente, acho que sempre haverá espaço para o jornal, a revista e o livro, desde que a dita comunicação seja setorizada em forma e conteúdo. Há excesso quase imbecil de comunicação: a oferta é maior do que a procura, o supérfluo esmaga o necessário. E a mídia eletrônica, apesar do pouco tempo no mercado, já apresenta esse excesso, que só serve para poluir a programação das emissoras.
Gosto de citar o exemplo de Jacinto de Thormes em "A Cidade e as Serras", do Eça de Queiroz. Mostrando as maravilhas tecnológicas do seu palacete de Paris ao amigo que chegara das serras portuguesas, Jacinto exalta seu gabinete de trabalho, a luz elétrica e outros penduricalhos de última geração que faziam do 202 da Champs-Élysées um museu do futuro.
Nisso, o telégrafo derrama comprida tira de papel com caracteres impressos, "que eu, homem das serras, apanhei, maravilhado. A linha, traçada em azul, anunciava ao meu amigo Jacinto que a fragata russa Azoff entrara em Marselha com avaria! Desejei saber, inquieto, se o prejudicava diretamente aquela avaria da Azoff. 'Da Azoff?... A avaria? A mim?... Não! É [apenas] uma notícia!'".
Do telégrafo, que foi novidade "high tech" no século 19, para as infovias e outras vias por onde trafegam fragatas com ou sem avarias, a diferença é de grau, não de gênero. Daí que os novos veículos de comunicação, nascidos no inesgotável útero da informática, terão sempre gordura para absorver esse excesso de informação, no pressuposto de que, se Jacinto de Thormes nada tinha com a fragata russa que chegava a Marselha, haveria sempre alguém que ficaria preocupado com a revelada avaria.
Se a mídia impressa tentar competir com a velocidade e a amplidão do universo da era digital, estará ampliando a imagem de veículo ultrapassado. O exemplo que podemos sacar de um meio que deu a volta por cima de um desafio, mais ou menos igual, é o do rádio.
Com o advento da TV, os estrategistas do rádio perceberam que não poderiam competir com a imagem e procuraram encontrar aquilo que se costuma nomear de "nicho". Música e informação, debates, redes comunitárias ou religiosas --abriu-se um leque diversificado de opções em que o rádio não apenas podia competir com a TV como, em alguns casos, superá-la. É o caso óbvio da notícia em si, da primeira mão, do furo imediato.
Quando, como e, sobretudo, se a mídia impressa vai encontrar esse nicho, é uma questão aberta. Mas encontrará, não pela genialidade de seus profissionais, mas pela própria mecânica do veículo.
Noticiar, em manchete da primeira página, que o Palmeiras ganhou por 3 a 2 o jogo da véspera será sempre uma prova pleonástica desse excesso de informação. O leitor de jornal, revista e livro será diferenciado mercadologicamente do consumidor da mídia eletrônica. Exigirá mais, refletirá melhor, tentará absorver e metabolizar a informação.
Não tenho acesso confiável às pesquisas de jornais e revistas, mas entra pelos olhos que, a cada evento importante, apesar da cobertura massiva e até excessiva do rádio e da TV, jornais e revistas vendem mais no dia seguinte.
Pode-se até extrair um paradoxo da competição entre as mídias: diante de um fato realmente notável, bom ou mau, não importa, a mídia instantânea operada pelo rádio e pela TV funciona como eficiente comercial para aumentar o interesse (e a venda) de jornais e revistas.
É por aí que a mídia impressa, apesar de sua lentidão estrutural e de sua labiríntica rede de distribuição, resistirá para sempre, desde que seja encontrado o editorial que terá de priorizar a reflexão e não a emoção, a qualidade e não a quantidade.
Quanto ao livro, nada a temer dos sucedâneos nascidos da informática. Livros de serviço (dicionários, atlas, tabelas matemáticas, acervos científicos ou de arte etc.) poderão ser substituídos com vantagem pelos programas de aplicativos que a cada ano se tornam mais sofisticados.
Mas um ensaio, um poema ou um romance continuarão a ter no livro o seu espaço móvel e preciso, único e inalterável. Desde que, como o jornal em face da TV, não queira competir para anunciar que a fragata Azoff está entrando com avarias no porto de Marselha,

Os bilionários do PT

Cartas da Amazônia
Em 1975 a hidrelétrica de Tucuruí, a quarta maior do mundo, começou a ser construída no Pará. Dez anos depois ela foi inaugurada. Foi uma das maiores obras públicas da história do Brasil, a mais cara da Amazônia. Projetada inicialmente para custar 2,1 bilhões de dólares, no final seu valor se multiplicara por cinco, passando de US$ 10 bilhões.
Já a fortuna do dono da empreiteira principal da obra, a Camargo Corrêa, “apenas” dobrou. Em 1975, Sebastião Camargo tinha uma fortuna pessoal calculada em US$ 500 milhões. Dez anos depois ele se tornou o primeiro bilionário brasileiro.
A usina hidrelétrica, que garante 8% de todo consumo de energia do país, com seus quase 200 milhões de habitantes, lhe permitira embolsar meio bilhão de dólares, em valor não atualizado.
Quando se abriu a última década do século XX, as listas das revistas americanas Fortune e Forbes incluíam apenas três bilionários brasileiros: Antonio Ermírio de Moraes, cabeça da principal família de industriais brasileiros, e Roberto Marinho, imperador das comunicações com sua Rede Globo de Televisão, além de Camargo.
Ao final do governo tucano de Fernando Henrique Cardoso, eram oito. Quando Lula passou o bastão presidencial à correligionária, Dilma Roussef, a lista passara a 30. No ano passado chegou a 35. A soma das fortunas individuais desses bilionários equivalia à metade do que amealhou o homem mais rico do planeta.
Por coincidência, o mexicano Carlos Slim, que tem na carteira US$ 69 bilhões, é dono das operadoras de telefonia Claro e Embratel nesse Brasil que se tornou terreno fértil para imensos ganhos pessoais.
Eike Batista, com apenas 55 anos, um jovem na companhia de anciãos podres de rico da seleta confraria, era o cabeça do ranking, em março do ano passado, com seus US$ 34,5 bilhões. Mas ontem seu patrimônio já era de pouco menos da metade, US$ 10,7 bilhões.
Nesse dia 7 ele perdeu US$ 300 milhões com a queda das ações da principal das suas seis empresas de capital aberto, sempre com um X no nome, a OGX. Segundo a agência de notícias americana Bloomberg, ele caiu fora da roda dos 100 homens mais ricos da Terra.
No curso de um ano a OGX, perdeu mais de três quartos do seu valor porque sua produção, depois de tantos anúncios mirabolantes, frustrou todas as expectativas, principalmente a de Eike. Os analistas mais bondosos justificaram a queda contínua e grande do patrimônio do empresário atribuindo-a ao seu excesso de otimismo.
Essa exagerada autoconfiança o teria levado a prever resultados sem base real. Como a de que passaria o mexicano Slim em 2015. A meta já era difícil de alcançar quando seu patrimônio era metade da foruna do concorrente. Agora é quase sete vezes menor.
Com mais realismo nas suas ações, acreditam esses analistas compreensivos, Eike Batista retomará a roda da fortuna e voltará ao topo. Ele seria a personificação do genuíno ricaço dos tempos do novo trabalhismo no poder, personificado pelo PT.
Ganhou muito dinheiro por ser um autêntico empreendedor, apostar nas riquezas do país, arriscar investimentos na produção e ter uma visão mais ampla e sensível da atividade empresarial. Um bilionário do bem, conforme o jargão maniqueísta dos nossos tempos de retórica de camuflagem. Embora uma das duas empresas que atuam no porto de Açu, a LLX, tenha sido acusada pelo governo do Rio de Janeiro de causar danos ao meio ambiente. E multada.
Por trás da pantomima do marketing, verifica-se que o sucesso começa com boas – ou mesmo privilegiadas, no sentido estritamente técnico da expressão – informações, a maior parte delas proveniente do aparato estatal.
É também na administração pública que esses empreendedores (na Rússia mais diretamente conhecidos por “barões ladrões”, com ênfase nos produtores de petróleo do Mar Cáspio, o equivalente do Pré-Sal dos Eikes Batistas et caterva neste país varonil) vão buscar seus quadros de gestão.
Duplo uso de informações privilegiadas, pois.
No caso de Eike, com a decisiva participação do pai, Eliezer Batista, ex-ministro de vários governos e presidente da ex-estatal Companhia Vale do Rio Doce, artífice de grandes investimentos públicos em logística, infraestrutura e produção, sobretudo de commodities.
A ascensão súbita e exponencial desses ricaços, quando se confronta seus ganhos através da manipulação de papéis com o balanço real de seu ingresso no processo produtivo, expressa uma nova modalidade de associação entre o governo e a iniciativa privada.
Quando se puxa o novelo da trajetória dessas pessoas, quase sempre se chega ao ente estatal. Mas agora com novo discurso, reforçado pelos números de programas assistenciais e de “inclusão social”, que permitiram a milhões de famílias sair da faixa da miséria ou formar um novo tipo de “classe média”, montada não sobre poupança real, mas graças a um endividamento perigoso, precário, uma faca só lâmina, como diria o poeta pernambucano João Cabral de Melo Neto.
Tudo muda para tudo ficar igual. Ao mesmo tempo em que Eike Batista era despejado do arrolamento nobre dos homens mais ricos do planeta, a viúva de Sebastião Camargo, Dirce, pulava à frente do banqueiro Joseph Safra, tornando-se a terceira maior bilionária brasileira.
Dirce? Mas quem é Dirce, devem ter perguntado os atentos leitores do noticiário financeiro. De fato, a viúva do grande empreiteiro, discreta como o marido, deixara os holofotes da imprensa.
Mas a Camargo Corrêa, que ainda hoje, passados quase 40 anos da sua instalação na área, continua a trabalhar (e faturar) no canteiro de obras de Tucuruí, no rio Tocantins, certamente um recorde – ao menos nacional.
E funciona a todo vapor nas novas hidrelétricas de Juruá, no rio Madeira, e de Belo Monte, no Xingu, esta destinada a ocupar o lugar de Tucuruí no ranking das maiores usinas do mundo.
No ano passado essas duas frentes de serviços responderam por 30% dos 17,3 bilhões de faturamento da empresa. Continuará assim pelos próximos anos, um maná tão parecido, na administração petista do Brasil, àquele que os governos militares providenciaram para sua empreiteira favorita. A ditadura virou democracia, mas o dinheiro é o mesmo, embora avolumado na drenagem para mais bolsos privilegiados.
A multiplicação dos bilionários bem que podia ser considerada uma das maiores obras do PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento (de quem mesmo?).

Capa de O Estado do Tapajós desta sexta-feira

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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Em São Paulo, Jatene faz cateterismo e implanta 'stent'

O governador do Pará, Simão Jatene, 63 anos, passou nesta quarta-feira (27) por um procedimento cirúrgico no Hospital do Coração, em São Paulo. Por recomendação do cardiologista Marcos Barros, o governador se submeteu a um cateterismo, quando foi identificada a obstrução parcial de uma artéria do coração.

A equipe médica, que conta ainda com o cardiologista José Eduardo Souza, decidiu desobstruir logo a artéria com a colocação de um stent – uma prótese interna, considerada um procedimento menos agressivo que uma cirurgia convencional. O procedimento durou duas horas, das 13h30 às 15h30.
Jatene passa bem e já está no apartamento, consciente, acompanhado pela sua médica particular, a cardiologista Heloísa Guimarães. O governador deverá ter alta hospitalar no final desta semana.

Todos os anos, o governador vai a São Paulo se submeter a um check-up, o que foi feito na última terça-feira (26). Na semana passada, Simão Jatene teve alterações na pressão arterial, o que acelerou a realização dos exames no Hospital do Coração.(Agência Pará)

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Supostas irregularidades em convênio entre a Petrobras e UFPA serão investigadas


A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia declarou, na Ação Cível Originária (ACO) 1045, a atribuição do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPE-RJ) para investigar e apurar responsabilidades em razão de supostas irregularidades em contratações promovidas pela Petrobras, decorrentes de cursos de mestrado e doutorado em geofísica oferecidos por meio de convênio firmado entre a empresa e a Universidade do Estado do Pará (UFPA).

A ação foi ajuizada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, com o objetivo de solucionar o conflito de atribuição entre o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público fluminense.

A ministra-relatora explicou que a situação descrita no processo “não se enquadra na competência da Justiça Federal”, estabelecida no artigo 109 da Constituição Federal, tampouco está compreendida nas funções institucionais atribuídas ao Ministério Público Federal pelo artigo 5º da Lei Complementar 75/1993 (Lei Orgânica do Ministério Público da União), pois “não envolve bem, serviço ou interesse da União, de suas autarquias ou empresas públicas”.

De acordo com a ministra Cármen Lúcia, irregularidades na contratação de alunos de pós-graduação pela Petrobras, por força de convênios firmados com universidades federais, “não é suficiente para atrair a competência da Justiça Federal e, por conseguinte, demandar a atuação do Ministério Público Federal, nos termos do artigo 37, inciso I, da Lei Complementar 75/1993”.

Para ela, embora a Petrobras, sociedade de economia mista federal, seja entidade de direito privado integrante da administração indireta, “não se pode afirmar que a sua atuação nos fatos questionados evidencie risco ao patrimônio nacional ou interesse direto no deslinde da controvérsia”.

Em sua decisão, a ministra ressaltou que as medidas a serem adotadas contra gestores da Petrobras ou contra gestores das universidades federais “devem ser coordenadas e promovidas pelo Ministério Público Estadual”.
Ainda segundo a relatora, não está afastada a possibilidade de que eventual manifestação de interesse da União em ação ajuizada na Justiça Comum estadual enseje o deslocamento da competência para a Justiça Federal.

Nesse sentido, a ministra Cármen Lúcia declarou a atribuição do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro para investigar e apurar responsabilidades em razão de irregularidades no cumprimento do Convênio Petrobras/UFPA/CNPq/FINEP/FADESP (mestrado e doutorado em geofísica).

Fonte: Supremo Tribunal Federal - http://www.stf.jus.br/

Reposição de grama no Barbalhão já começou


Foto: Silvia Vieira/Semjel/Divulgação

O gramado do estádio Barbalhão vem recebendo cuidados redobrados por ter sido danificado em algumas áreas pela estrutura de palco e apresentações de dança e teatro em evento católico, durante o carnaval.

Para garantir que o gramado esteja em condições de jogo antes da partida entre São Francisco e Paysandu, dia 7 de março, válida pelo 2º turno do Campeonato Paraense de Futebol, a grama está sendo replantada nas áreas onde surgiram buracos. O gramado também está recebendo adubação e irrigação.

Hoje de manhã, o titular da Secretaria Municipal da Juventude, Esporte e Lazer, vereador Erasmo Maia, esteve no estádio para ver de perto os trabalhos de recuperação do gramado do Barbalhão.

Outros reparos no estádio, como a troca do cabeamento da rede de distribuição de energia, que demandam mais tempo, só poderão ser feitos após o encerramento do segundo turno do Parazão, (Com informações da assessoria de imprensa da Semjel)