sexta-feira, 2 de maio de 2008

Metade de medicamentos some no caminho

No "Em Poucas Linhas", em O LIBERAL:

* Uma nuvem negra parece pairar sobre o Hospital de Santarém neste governo. De um carregamento de medicamentos mandados pela Sespa, só chegou a metade ao hospital.
* A Sespa diz que, se conseguir cassar a liminar que mantém na administração do hospital uma empresa do Paraná, colocará o estabelecimento para funcionar em 60 dias.
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Nota da Redação:
Quem entregou a adminstração do hospital regional a uma empresa do Paraná foi a própria Sespa.
Reclamar o quê, agora?

Vereadores votam contra sessão especial para saúde

A Câmara dos Vereadores de Santarém não aprovou requerimento que solicitava sessão especial para discutir a saúde no município. A base aliada da prefeita Maria do Carmo alegou que as sessões anteriores não surtiram efeito e que esta seria apenas um palco para a promoção política. O vereador Valdir Matias, autor do requerimento, afirmou que a solicitação foi feita em virtude das inúmeras denúncias feitas através da imprensa e em seu próprio gabinete, de que o atendimento do Hospital Municipal era precário.
"Nós apresentamos, dia 15, solicitando uma sessão para o dia 29 de abril, para discutir o problema da saúde no município, já que a prefeita municipal disse que o HMS estava muito bem administrado e por isso o município tinha condições de administrar o HRPO”.
O vereador lembrou que “é notório através da imprensa, que a população diariamente reclama do atendimento no HMS, devido a falta de remédio, falta de profissionais na área de saúde. Nós queríamos uma sessão para discutir isso".
Matias ressalta que o objetivo era de verificar de que forma a câmara poderia contribuir, ou seja, cumprir o papel daquela casa, que é uma casa de debate, e de alguma forma da uma resposta para a sociedade que diariamente os procuram.
Seriam convidados para dar esclarecimentos a Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA), através do secretário Emmanuel Silva, a diretora do Hospital Municipal, Francimary Silva, o ex-secretário de saúde, Nélio Aguiar, representante dos Sindicado dos Médicos, do Conselho Regional de Medicina, da Federação de Associações Comunitárias de Santarém-FAMCOS e da União das Entidades Comunitárias de Santarém-UNECOS, além do Conselho da Grande Área do Maicá.
Durante votação o vereador Rui Correa leu o texto do requerimento e alegou que a real intenção era fazer da Câmara Municipal um palco a fim de promover debates políticos e não para a saúde. "Tem alguns pontos no requerimento que conotam a vontade do vereador em montar um palanque e não e por isso, não vejo motivo para que a sessão seja realizada", falou.
Por sua vez, a vereadora Marcela Tolentino, membro da Comissão de Saúde da Câmara, reforçou acrescentando que a sessão ficaria no bla-blá e não surtiria efeito algum. "Eu entendo que a saúde pública não vai bem. Temos problemas para serem resolvidos, todavia não é desta forma que podemos debate-la", destacou.
Indignado, o vereador Henderson Pinto, disse que o principal papel da Câmara é discutir matérias de interesse da sociedade. "A decisão contrária à sessão especial mostra de que forma está sendo tratada a saúde do município. Isso é fechar os olhos para o que está acontecendo", comentou.
Por fim, o vereador Valdir Matias retrucou dizendo que os argumentos da base aliada da prefeita são frágeis e não respondem os anseios da população.

Repressão a madeireiros tem reflexo no comércio de Itaituba

Se já não bastasse o estrago no economia de Santarém causado pelo engessamento da produção florestal, agora é o município de Itaituba quem sofre os efeitos da sanha anti-madeira.
O comércio daquele município já sente os reflexos da operação Arco de Fogo e novos empreendimentos que estavam sendo planejados na área comercial de Itaituba já foram parar nas gavetas.

Monte-alegrense começa com o pé direito no Santos


Do Espaço Aberto:

O monte-alegrense Lima, ex-Juventus (SP), estreou com o pé direito no Santos. Foi dele o primeiro gol santista na vitória do time praiano por 2 a 0 sobre o Cúcuta, na noite de quinta (01), na Vila Belmiro, em jogo válido pela Libertadores da América.
Depois do jogo, entrevistado pela Rádio Bandeirantes, Lima (aí ao lado, na foto da Folha Online) falou rapidamente sobre sua vida no Baixo Amazonas.
Disse que a mãe é professora, que o pai trabalha com eletricidade na Rede Celpa e apostava que Monte Alegre parou, ontem à noite, para acompanhar sua estréia.
- Monte Alegre fica a quantos quilômetros de Belém – indagou o repórter da Bandeirantes ao atleta.
- Não sei não a quantos quilômetros fica. Mas sei que fica a dois dias de barco de Belém – respondeu Lima.
- A dois dias de barco?- Sim, a dois dias.
O Pará já brindou o Santos com outro talento. Trata-se de Manoel Maria, o santareno que começou na Tuna Luso Brasileira, de Belém, nos idos de 1967, teve uma passagem pelo Paysandu e foi parar no time de Pelé, que até hoje tem pelo ex-ponta-direita grande estima pessoal.
Mamá, como é conhecido dos amigos, continua até hoje em Santos, no litoral paulista, onde tem uma escolinha, a Escolinha de Futebol Manoel Maria.

Odair se recusa a assinar exoneração de titular da SEAD

Apesar de ter sido oficialmente afastada, Maria Aparecida Cavalcante, ainda na titularidade da Secretaria de Estado de Administração (Sead), passa por uma situação inusitada e, ao mesmo tempo, constrangedora: sua exoneração não será publicada na edição do Diário Oficial do Estado (DOE) de hoje, juntamente com as portarias de exoneração de vários assessores, diretores e coordenadores. Tudo porque o governador em exercício, Odair Corrêa, se negou a assinar a exoneração da secretária por considerar seu afastamento “absurdo”, tendo em vista o bom trabalho que a titular da pasta vinha exercendo.
Pelo visto, a tarefa de exonerar Maria Aparecida acabará recaindo mesmo para a governadora Ana Júlia, que está na Inglaterra, devendo retornar ao Pará apenas no início da semana que vem. Corrêa, que saiu do PSB e migrou para o PDT por atritos com o ex-senador Ademir Andrade, também não assinou nenhuma das 10 exonerações que serão publicadas no DOE de hoje. São eles: Benedito Rildo Jaste Furtado (chefe de gabinete), Marlete Fonseca (assessora), Margareth Lobato (secretária de gabinete), Oswaldo Luiz de Carvalho (assessor), Lucilene Araújo (gerente de Projetos da Política de Saúde Ocupacional), Alan da Silva Pereira (diretor de Tecnologia da Informação), Marli Macedo (diretora de Administração e Finanças), Paulo Fernando dos Santos (gerente de Serviços), Maria Soraya de Lana (diretora de Patrimônio) e Adriano Farias (coordenador do Sistema Integrado de Recursos Humanos).
(Fonte:Diário do Pará)

"“O Odair deveria ficar calado, para não dizer besteiras” (2)

Comentário de anônimo sobre o post "“O Odair deveria ficar calado, para não dizer besteiras”"

Vamos deixar de hipocrisia... nossas esposas trabalham dia inteiro ficam longe dos filhos, estes ficam sob os cuidados de uma outra mulher que ganha 350 contos pra "amar" nosso filho senão ela será demitida, o filho da empregada acha que vale menos que 350 contos por mes e fica sem a mae o dia inteiro, ou seja duas mulheres, patroa e empregada deixam seus filhos para ganhar dinheiro, logo o DINHEIRO tem mais valor que a familia. PARABÉNS PELA CORAGEM GOVERNADOR. EU CONCORDO COM VSA. EXCELÊNCIA.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Acidente de percurso

Terminou ainda há pouco o passeio ciclístico promovido pela assessoria de esportes e lazer da prefeitura de Santarém.
No palco onde neste momento está sendo realizado um show musical, animadora do passeio ficou enfurecida ao ouvir dos ciclistas - chamados atenção por ela - que é 'certo' fazer manobras radicais pelas ruas da cidade, como aconteceu durante o próprio passeio, próximo à avenida Cuiabá.
A animadora não contou conversa e disparou:
- De nada adiantou esse nosso passeio. Vocês acham certo desrespeitar as leis de trânsito? Antes a gente não tivesse feito essa promoção.

O que abre e o que fecha no feriado

Rosana Hermann

1.Válvula de gás hélio pra encher balões para religiosos voadores: fecha
2.Motel que aceita programas entre jogadores e travestis: abre3.
Clínica de plástica que atende Angela Bismarcki 24 horas: abre
4.Porão escondido em casa austríaca: felizmente, abre
5.Austríaco nojento que violentava a filha: se D'us quiser, fecha, pra sempre.

Capital

Lúcio Flávio Pinto

O capital social da Mineração Rio do Norte, que explora as jazidas de bauxita no Trombetas, chegou a mais de meio bilhão de reais (R$ 597 milhões, para ser exato). O lucro líquido da empresa no ano passado foi só um pouco menor do que o tamanho desse capital: R$ 432 milhões. Excluídos menos de um milhão de reais para a reserva legal, R$ 431 milhões foram transformados em dividendos para os acionistas, dentre os quais estão a Companhia Vale do Rio Doce, o grupo Votorantim, a Alcoa, a Alcoa, a BHP Billiton e a Norsk Hydro. A primeira parcela, de R$ 200 milhões, foi paga em fevereiro. A outra, de R$ 231 milhões, será quitada antes do final do ano. A MRN ainda foi autorizada pela Sudam a deduzir quase R$ 5 milhões do imposto de renda devido, direito que usufrui desde 1999. A empresa completará 30 anos de atividade comercial no próximo ano. É altamente superavitária há vários anos.

An Júlia propõe subsídios para manutenção das florestas

Londres (Agência Pará) - A governadora do Pará, Ana Júlia Carepa, lançou nesta quarta-feira (30) em Londres (Inglaterra), durante reunião com o príncipe Charles, a taxação dos mercados financeiros mundiais, com a finalidade de constituir um fundo para subsidiar produtos florestais não-madeireiros, como óleos, fibras, látex e sementes, além do reflorestamento. Essa medida pode garantir a manutenção da floresta em pé, assegurando que o ecossistema continue oferecendo serviços ambientais à humanidade.
A proposta foi lançada durante encontro de trabalho para discutir a realidade da Amazônia, que reuniu terça e quarta-feira (29 e 30), na capital inglesa, lideranças políticas, sociais, econômicas e ambientais, em evento promovido pelo projeto Florestas do Príncipe. O encontro foi realizado no Palácio Saint James, residência de trabalho do príncipe Charles, que abriu e encerrou o encontro desta quarta-feira.
Depois de ouvir atentamente a governadora do Pará, o príncipe Charles fez questão de cumprimentá-la pessoalmente. Para Ana Júlia Carepa, há o reconhecimento de que as florestas tropicais cumprem um papel importante na regulação do clima mundial. No entanto, a extração de madeira tem peso significativo na economia desses países. Ela disse que só há um meio de enfrentar essa força, cuja causa é o desflorestamento: impor um movimento econômico em sentido contrário, mas com a mesma intensidade, que induza a manutenção da floresta em pé.
A proposta da governadora, que necessita de financiamento para ser colocada em prática, prevê a criação de um mecanismo mundial que financie o que ela denominou de 'commodities florestais'. Por esse instrumento, haveria a taxação do mercado financeiro, como os mercados de juros, câmbios, ações das bolsas de valores.
Para Ana Júlia Carepa, é justo taxar o próprio capital, que em última análise é quem pressiona a exploração dos recursos naturais. A governadora pediu o apoio do príncipe Charles na construção dessa engenharia financeira. Ela destacou que é o consumo que causa a pressão sobre os recursos naturais, não a pobreza, como muitos ainda apregoam. Segundo a proposta, os agentes locais das florestas tropicais do mundo manterão a cobertura vegetal em pé, assegurando os serviços ambientais que ela presta à humanidade, pelo simples fato de ganharem mais dinheiro dessa forma.
Ana Júlia Carepa convidou o príncipe Charles a visitar a Amazônia no segundo encontro do grupo, que será realizado no Pará, em local ainda a ser definido, no final de julho. Para a governadora, há pelo menos duas gerações ainda havia tempo hábil para cuidar da floresta. 'Para nossos netos pode ser muito tarde', frisou ela.

Mega-Sena acumula e deve pagar R$ 13 milhões no sábado

RIO - Ninguém acertou as seis dezenas do Concurso 965 da Mega-Sena. Segundo a Caixa Econômica Federal, o prêmio para o próximo sábado deve chegar a R$ 13 milhões.
As dezenas sorteadas nesta quarta em Monte Sião (MG) foram:
05 - 30 - 36 - 39 - 57 - 58
A Quina teve 61 ganhadores, cabendo R$ 18.625,79 a cada. A Quadra vai pagar R$ 288,81 a 3.934 apostas.

Ministro anuncia aumento de 10% sobre gasolina e de 15% sobre diesel nas refinarias

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou ontem à noite um reajuste de 10% no preço da gasolina e de 15% no óleo diesel nas refinarias. Ele também informou que haverá uma redução na Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre os combustíveis. O imposto sobre a gasolina reduzirá de R$ 0,28 por litro para R$ 0,18. No diesel, a redução será de R$ 0,07 por litro para R$ 0,03.
Segundo o ministro, o aumento na gasolina não será sentido pelos consumidores, o que não ocorrerá no caso do diesel, que deverá ter um aumento de 8,8% nas bombas. Mantega estima que isso deve provocar um impacto de 0,015 ponto percentual na inflação. O gás de cozinha não sofrerá aumento.
Ainda de acordo com Mantega, a perda de receita para o governo será de R$ 2,5 a R$ 3 bilhões por ano por causa da redução da Cide, que será compensada pelos lucros da Petrobras.
(Com informações da Agência Estado)

Eletronorte continua em Brasília

No Repórter Diário, hoje:

A sede da Eletronorte permanecerá em Brasília, garante o engenheiro Jorge Palmeira, empossado ontem na presidência da estatal. Além de perto dos gabinetes decisórios da República, a permanência na capital federal facilita, na visão de Palmeira, o trânsito de demandas dos nove Estados nortistas atendidos pela subsidiária da Eletrobrás.
No ano passado, políticos paraenses chegaram a reivindicar no Congresso Nacional a transferência da sede, foro e escritórios centrais da empresa para Belém, mas a forte reação, sobretudo de eletricitários e políticos brasilienses, matou a idéia no nascedouro.
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Leia mais sobre esse assunto aqui no post Eletronorte ficará em Brasília de vez?

ANS autoriza reajuste de 5,48% para planos de saúde novos

Os planos de saúde contratados por pessoas físicas a partir de 1999, conhecidos como planos novos, poderão ser reajustados nas datas de aniversário em 5,48%, conforme autorização dada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) nesta quarta-feira (30). A retroatividade máxima para aplicação do reajuste é de dois meses.
A decisão de conceder o aumento foi tomada em reunião da ANS e deverá ser publicada no Diário Oficial de sexta-feira (2 de maio). Cerca de 6,2 milhões de consumidores serão atingidos pela medida, o que representa 12,9% do total de 48,2 milhões de beneficiários de plano de saúde no país.
Segundo a ANS, desde 2004 o percentual de reajuste vem caindo e este é o menor dos últimos sete anos. No comunicado oficial da agência, o diretor-presidente da agência, Fausto Pereira dos Santos, sustenta que o percentual de aumento “confirma a tendência de queda que vem vendo observada e representa um resultado justo para atender aos anseios dos beneficiários e às necessidades das operadoras de planos de saúde”.
(Fonte G1)

Tito Cardoso vai substituir Manoel Ribeiro na Eletronorte

Além de Jorge Palmeira, que o deputado federal Jader Barbalho emplacou na presidência da Eletronorte e deve tomar posse na próxima semana, um outro paraense está para tomar posse numa diretoria da estatal.Trata-se de Tito Cardoso, que já exerceu os cargos de secretaria Municipal de Economia, no início do governo Duciomar Costa e também já ocupou o cargo de secretário executivo do Ministério das Comunicações. Ele teve como padrinho o ex-senador Luiz Otávio Campos (PMDB). Mas no fundo do fundão mesmo, quem avalizou a nova indicação também foi Jader.
Cardoso ocupará a diretoria de Gestão Corporativa da Eletronorte, no lugar Manoel Ribeiro, peemedebista – e mais do que isso, jaderista – que estava no cargo havia dois anos e agora foi substituído, conforme o Espaço Aberto adiantou com exclusividade.
Agora, são três os paraenses que estão na cúpula da estatal, uma vez que Wady Charone Júnior, diretor de Comercialização, também é nascido no Estado. Mas é ligado ao PT, e não ao PMDB.
Haverá igualmente um troca-troca na diretoria Econômico-Financeira da Eletronorte. Antônio Maria Barra é o novo indicado para ocupá-la, uma vez que o atual diretor, Astrogildo Quental – afilhado político do senador José Sarney (PMDB-AP) – será deslocado para a Eletrobras.

Resignada

A prefeita Maria do Carmo admitiu há pouco, em entrevista à Tv Tapajós, que o presidente Lula não virá a Santarém para lançar ou inaugurar obras do PAC.
Maria contava com essa visita para alavancar sua combalida candidatura à reeleição, uma vez que a avaliação de sua administração é a mais baixa desde que assumiu o governo.

Deputada recebe flores de Odair

No post do Espaço Aberto “O Odair deveria ficar calado, para não dizer besteiras” a deputada não disfarçava a irritação após ler uma nota de jornal, dizendo que o governador em exercício atribui às mulheres que trabalham – e são em número cada vez maior as que trabalham – o aumento da criminalidade, uma vez que não ficam em casa para cuidar dos filhos.
Regina Barata soltou o verbo.“O Odair deveria era ficar calado para que, no seu próprio momento de imbecilidade, não saísse falando besteiras por aí, dizendo que o aumento da violência no Estado é culpa das mulheres terem saído de casa para trabalhar. Para isso ele é vice, para ser comandado por uma mulher. Ele tem mais é que ficar caladinho, fazer seu dever de casa e abrir a boca somente quando a governadora estiver viajando ou não puder, porque é ela - uma mulher - quem coordena este Estado”, disse a deputada.
Pois bem.
Ontem, o governador em exercício arranjou uma visita de araque à Assembléia Legislativa. A deputada Regina Barata foi chamada até a sala da presidência e lá foi surpreendida pela entrega de um bouquê de flores pelo próprio Odair.
Foi um santo remédio.
Regina Barata era só sorrisos para Odair, como comprova a foto de Cláudio Santos, da Agência Pará.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

DNIT promove audiência pública para debater a licitação para o asfaltamento da Br-163

Na próxima terça-feira, dia 6 de maio, o Ministério dos Transportes e o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT) realizarão uma audiência pública, às 10 horas, em sua sede, em Belém, para debater o processo licitatório de asfaltamento do trecho da rodovia BR-163 que liga o Estado do Mato Grosso a Itaituba e Santarém, no Estado do Pará. O deputado Zé Geraldo esteve reunido, hoje(30), em Brasília, com direção do DNIT e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e afirma que “será um momento histórico e decisivo para uma das maiores rodovias brasileiras, que tem um importante papel de integração do sudeste com o centro-oeste e o norte brasileiro”.
O parlamentar explica que durante o debate com o Ibama e o DNIT existia a expectativa de que fosse possível considerar e aproveitar o contrato de construção e licitação feito anteriormente com o Consórcio Construtor, formado pelas empresas Estacom, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão e Odebrecht. “No entanto, num diálogo com o Tribunal de Contas da União (TCU), foi colocada a restrição em aceitar o antigo contrato pelo fato de a obra atualmente possuir outra dimensão, o que significa, também, um outro projeto de construção e, consequentemente, a realização de uma nova audiência pública e a necessidade de nova licitação, bem como os demais protocolos legais”, explica o deputado.
O parlamentar enfatiza que o ministro do Transportes, Alfredo Pereira do Nascimento, acatou a orientação do TCU. “Vamos realizar a audiência pública. É bem provável que o asfaltamento da BR 163 se inicie em 2009. No entanto, enquanto isso, o Batalhão de Engenharia de Selva de Santarém pretende asfaltar 30 quilômetros no trecho Santarém/Cuiabá. E o Batalhão de Engenharia de Cuiabá iniciará, em junho, o asfaltamento de um trecho de Miritituba, município de Itaituba, no sentido Rurópolis, tendo como meta cobrir 30 km de asfalto”, detalha.
Para o deputado paraense, que acompanha os trabalhos, considera a decisão positiva. “É um cenário seguro e eficiente e traz um quadro de estabilidade para que as obras possam ser iniciadas e que haja garantia da continuidade, sem correr o risco de, em uma eventualidade, sofrer algum empecilho legal. O que eu lamento é que o Ministério dos Transportes não tenha tomada essa decisão em 2007, pois, se assim fosse, o asfaltamento iniciaria em 2008 com o aproveitamento dos recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)”, afirmou Zé Geraldo.
TRANSAMAZÔNICA
O parlamentar está acompanhando de perto o licenciamento da BR 230, Rodovia Transamazônica, trecho de Marabá/Altamira, que tem a previsão de ter seu licenciamento concluído ao final de junho e a licença de instalação das obras com data prevista para o início de julho de 2008. “Ficou acertado também com a direção do DNIT a necessidade de licitar a BR 422, de Tucuruí a Novo Repartimento, que possui um contrato antigo com a Camargo Corrêa, que já não possui viabilidade. Novas providências serão tomadas para garantir o fortalecimento destas rodovias fundamentais para o a integração e desenvolvimento das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste”, finaliza.

Acadêmicos de geografia discutem a Amazônia em Oriximiná

Os acadêmicos do 1º curso de Geografia da Universidade Federal do Pará (Ufpa) em Oriximiná se preparam para realizar, no período de 26 a 28 de junho, o I Encontro de Geógrafos do Oeste do Pará. O evento conta com o apoio da Associação dos Geógrafos do Brasil (AGB) e da Faculdade de Geografia e Cartografia da UFPA.
Os acadêmicos de Oriximiná esperam contar com a participação de mais ou menos 500 pessoas na abertura, entre estudantes, professores, bacharéis em Geografia e integrantes da sociedade em geral.
O evento tem como tema central "Território e Região, as Novas Formas de Ação Política e o Uso do Território na Amazônia". Na programação consta a discussão de vários assuntos importantes, como a integração e fragmentação territorial: os desafios da gestão do Estado. Outro assunto debatido será "Território e regionalização: novos rumos de integração e participação popular".
A influência da mineração na região também está na pauta de discussões, com o sub-tema "Mineração e desenvolvimento: o caso de Trombetas e Juruti. Outro tema será a redivisão territorial da Amazônia e as propostas de criação de novos Estados.
(Fonte: Ecoamazônia)

Delegado mantém proibição de festas na praia do Maracanã

O delegado Jardel Guimarães não liberou a realização de festa em dançará recem-inaugurado na praia do Maracanã, como queriam porque queriam o apresentador de tevê Clenildo Vasconcelos e a turma do Quebra-Gêlo.
A probição de festas naquele balneário foi tomada pela Polícia Civil e referendada pelo Ministério Público, há dois anos, em consequencia da ocorrência de mortes, incidência de brigas de gangues e reclamações de som em volume alto naquele bairro.

O Brasil depois do novo milagre

Lúcio Lúcio Flávio Pinto
Editor do Jornal Pessoal e articulista de O Estado do Tapajós

Não comprar carro era uma atitude política na época do “milagre econômico” brasileiro, durante o governo do general Médici (1970-1974). A classe média se motorizava desbragadamente (assim como comprava televisão colorida e jogava na loteria esportiva). As taxas de crescimento da economia gravitavam em torno de 10%. A indústria de bens de consumo se expandia de vento em popa. O Brasil ia “pra frente”. Quem discordasse, por não amá-lo, deveria deixá-lo. Éramos uma ilha de prosperidade num mar internacional encapelado.
Quem dizia isso? O mago do milagre, o então todo-poderoso ministro da fazenda, Delfim Neto. Só o Japão, que também fazia o seu milagrezinho, conseguia nos ombrear. Eu estava em Brasília quando o ministro do comércio exterior, Saburo Okita, perguntou ao onipotente ministro Delfim qual era a taxa de poupança do Brasil. Sabendo o que o esperava, pois competente ele é, Delfim desconversou: o Brasil não tinha poupança compatível com seu célere crescimento, mas tinha a Amazônia. A imensa fronteira de recursos naturais ia compensar nossa insuficiente poupança.
O que compensou mesmo foi o endividamento externo, que iria cobrar a conta quilométrica na década seguinte, ainda sob o império, já atenuado, do mesmo Delfim. Ele galgara ministérios (da agricultura ao planejamento) porque quem (também) entendia do riscado, como Simonsen e Rieschbieter, pulou do barco em menos de um ano de gestão do general João Batista Figueiredo (que o atual comentarista da Rede Globo, Alexandre Garcia, tentara popularizar como “o João”, imitando o “seu” Arthur, cunhado por Ibrahim Sued para o marechal Costa e Silva).
Ainda vivo (vivíssimo, aliás), aos 80 anos, Delfim Neto sai-se com mais uma boutade: Lula salvou o capitalismo. É verdade. Lula emprestou sua estampa e seu carisma para continuar o “milagre” de três décadas atrás. A classe média enriquecida compra mais carros (de dois a quatro por família, que nem quer saber sobre o congestionamento que provoca lá fora, no espaço público), acumula imóveis, viaja pelo mundo, se cosmopolitiza (e agora, uma vez tirado o bolo do forno monetário, distribui fatias aos sans-coulote, tratando de tocá-los com rédeas curtas estatais, subvenção direta e mais-valia relativa). Com base em qual taxa de poupança interna? Ora, debocha o nosso guia, um boneco competente: isso é detalhe.
No fundo, a base é a mesma: endividamento externo. Ao invés de formar poupança para investir num plano de desenvolvimento (individual, familiar ou social), acumulam-se ativos. A variação patrimonial de todos é notável, mas a liquidez depende da poupança dos outros, que chega ao país por falta de opção ou pela melhor taxa de juros do mercado mundial. Um terço da riqueza que circula pelo Brasil Grande de Lula, pai dos pobres e mascote dos ricos, é crédito. Um quarto do crédito é dinheiro estrangeiro, que rende no taxímetro do Banco Central ou pela absorção patrimonial, que se desnacionaliza. O anunciado feito da Petrobrás rende mais para a Espanha, na bolsa de Nova York, do que ao Brasil na Bovespa.
Na época do “milagre econômico” manu militari protestava-se andando a pé, resistindo às tentações das vitrines, ao apelo consumista, ao carro facilitado pelo crédito. Hoje, no prosseguimento da mesma novela, o país pode ser surpreendido e desabar do seu sonho de grandeza por falta de causas e de princípios. A esquerda, que era a fonte das utopias e a depositária das esperanças, negociou sua consciência em troca da “bolsa-ditadura”, do cargo no fundo de estatal, na ante-sala da multinacional ou no biombo da burocracia.
O que virá depois desses truques inteligentes e sofisticados dos Delfins? Talvez caiba, na antevisão, a resposta que Einstein deu a quem lhe perguntou, logo depois do fim da Segunda Guerra Mundial, sobre como seria travada a conflagração bélica seguinte: com arco e flecha, respondeu o sábio. É o que restará ao Brasil, depois de ter queimado seu patrimônio moral no baile plutocrata-proletário da ilha Fiscal?

TJE abre processo e afasta juíza do cargo

O Pleno do TJE acaba de decidir, por maioria, abrir processo administrativo disciplinar (PAD) contra a juíza Rosileide Filomeno
O Tribunal também decidiu afastá-la do cargo.
O relator do processo será o desembargador Leonardo Tavares.
(Espaço Aberto)

E nós vamos com qual das caras?

Bellini Tavares de Lima Neto

Em que momento ou em que circunstâncias exatamente as pessoas se revelam? É comum se ouvir dizer que é nos momentos de grandes desafios que aparece a força do caráter. Alguém até criou uma historia que virou enorme sucesso de cinema e que traduz exatamente essa impressão. Estou me referindo à história do Hulk, aquele sujeito comum que, diante de uma grande ameaça ou de um perigo descomunal se transforma naquele monstrengo esverdeado e feio, mas que ganha uma força sobre-humana.
A fantasia do homem esverdeado fascina as pessoas e goza de uma aceitação bastante significativa. Quase todo mundo conhece uma história parecida ou até já viveu situações semelhantes. É claro que, para esverdear, só com uma crise hepática das bravas, adquirida, provavelmente, depois de intermináveis sessões etílicas também conhecidas como porre. É diante do perigo que se conhece o homem. Nos momentos de grande tensão e desafio surge aquela força que nos impulsiona e nos faz agir. É. Parece que é assim, mesmo.
No entanto, também não é menos verdade que a verdadeira face de um sujeito ou de uma sociedade pode vir à tona meio sem querer, por descuido ou desatenção. Ou então, vem à superfície porque compõe a personalidade desse sujeito ou dessa sociedade e, então, não há como evitar que, mais dia, menos, caia a máscara e apareçam as imperfeições, as cicatrizes.
Isto já pode estar começando a parecer lição de moral ou receita de auto-ajuda, mas, na verdade, é bem mais preocupante que isso. A revista VEJA da semana de 23 de abril de 2008 (Edição 2057 - ano 41 - no. 16) publicou uma matéria assinada pelo jornalista Marcelo Martho falando sobre uma das novelas da Globo. Mais exatamente, a que vai ao ar no horário mais nobre: a novela das 8 ou das 9, não sei bem ao certo. O jornalista comenta a decisão do autor da história, Aguinaldo Silva, de mudar o final para amenizar o destino do maior vilão do folhetim, o odioso Marconi Ferraço. O sujeito vai muito além do mau-caratismo que já se consagrou como instituição nacional. É quase uma peça surrealista, uma caricatura da vilania humana. Arma arapucas atrás de arapucas, prejudicou metade da população da história, trata mal a todo mundo, é, enfim, aquele tipo de sujeito que entra completamente anônimo num bar qualquer e, no ato, do nada, meia dúzia de sujeitos se levantam com vontade de lhe dar na cara. E, porque o festejado noveleiro global vai aliviar o destino da lacraia? Porque, segundo o jornalista, mais de um milhão de votos vindos do público pediram isso a ele.
Hora da verdade: e daí? Que importância pode ter o final da novela e, sobretudo, o que tem a ver o final da novela com a história da revelação do caráter de um sujeito ou de uma porção de sujeitos que compõem uma sociedade? Bem, se eu estava querendo criar um climazinho de suspense, acho que acabei de estragar tudo. Fica mais do que evidente que, no mínimo, é preocupante ver um milhão de pessoas pedindo ao autor da história que anistie o facínora simplesmente porque ele tem lançado uns olhares mais adocicados para a infeliz da primeira mulher e para o filho que até recentemente ele sequer conhecia e quando conheceu, considerava um estorvo. Mau-caratismo, falta de escrúpulo, canalhice, patifaria, nada disso em importância, nada disso pesa muito ou quase nada.
Novela é coisa trivial, supérflua, sem relevância, está longe de corresponder a idéia de um grande momento de tensão, de um grande desafio, tudo aquilo que faz aparecer o caráter de alguém. Pois é exatamente nessa hora que, talvez por descuido ou descontração, a gente vê um milhão de pessoas dizendo que a falta de caráter, de padrão ético, de moral, a natureza cafajeste do Marconi Ferraço não tem importância alguma. Um milhão de pessoas estão dizendo, com aquele jeitinho meio inconseqüente, que esse comportamento imoral, indecente, marginal é perfeitamente perdoável diante de um afago ou de um gesto de bom-mocismo.
Será que eu preciso trocar os meus óculos urgentemente ou faz algum sentido ver, nessa atitude, certa semelhança com a condescendência nacional com a história do “rouba, mas faz” ou com a ignorância assumida, incorporada e declarada a respeito de escândalos nacionais? É miopia ou a sociedade brasileira perdoa o Marconi Ferraço tanto quanto perdoa e afaga os mensaleiros, os sanguessugas, os aloprados, os dossiês travestidos de banco de dados?
Pois é. É só tirar os refletores de cima dos sujeitos e eles se descuidam, tropeçam e, pronto: lá vem à superfície a cara deles com todos os tons de realidade. O que assusta um pouco é que eles são um milhão de votos só na novela das 8. E se juntar todas as novelas, quem é que essa turma vai acabar elegendo?
24 de abril de 2008 .

Só parte dos servidores tem aumento garantido

A proposta orçamentária que o governo mandará ao Congresso Nacional reserva R$ 3,4 bilhões para bancar reajustes salariais do funcionalismo. Desse total, R$ 2,1 bilhões já têm destino certo: vão reforçar o contracheque de cerca de 800 mil servidores civis de 17 categorias que integram o Executivo. Mas não são suficientes para cobrir o aumento prometido aos militares. Para cumprir o acordo com as Forças Armadas, a folha terá de chegar a R$ 4,2 bilhões — um salto que, segundo o ministro Paulo Bernardo, está dentro das expectativas do Planalto. O que ainda não está na contabilidade são os possíveis aumentos que podem sair das negociações com auditores fiscais da Receita, funcionários do Tesouro Nacional, defensores e advogados da União. Esses, afirmou o ministro, ainda dependem de verba extra.
(Fonte: Correio Braziliense)

São Raimundo x Tuna será mesmo no sábado

O jogo São Raimundo x Tuna não será antecipado para amanhã como estavam
noticiando emissoras da capital do estado.
Sábado, as quatro da tarde, o Pantera tenta sua reabilitação depois da derrota para o Clube do Remo no últomo domingo por 1x0.

Pane na internet não dá mais prazo para contribuinte junto à Receita

Quem não entregar a declaração de imposto de renda alegando que deixou de cumprir o prazo que encerra hoje às 20 horas por falta de serviço de internet em Santarém vai ter uma surpresa desagradável.
A Receita não vai dispensar o pagamento de multa por quem perdeu o prazo uma vez que o contribuinte teve bastante tempo transmitir sua declaração ou então poderia fazer a entrega de disquete do IRPF 2007 na própria sede da delegacia da Receita Federal em Santarém.

Odair solta o verbo em entrevista a jornal

Ao contrário do que diz nota publicada na coluna Repórter Diário, o governador em exercício Odair Corrêa não está caladinho como pensa a governadora Ana Júlia, que está em Londres.

Entrevistado com exclusividade por O Estado do Tapajós ( íntegra da entrevista está publicada na edição impressa desta quarta-feira, que está nas bancas), Odair fez duras críticas a setores do governo do estado com atuação em Santarém, seu reduto eleitoral.

Primeiro, Odair mirou na Sespa por causa do não funcionamento do hospital regional: "Não concordo com essa situação que temos hoje. Quero que aja uma ação para colocar o hospital regional em funcionamento o mais rápido possível.

Depois, o governador em exercício desabafou:" Não aceito que mandem para cá ambulâncias velhas[para o Corpo de Bombeiros]. Não adianta vir com nada sucateado para cá que não dura mesmo e não resolve o problema", afirmou Odair ao saber que três viaturas dos Bombeiros estão na garagem por falta de peças.

“O Odair deveria ficar calado, para não dizer besteiras”

Do EspaçoAberto

Se a governadora Ana Júlia Carepa, diretamente de Londres, quiser saber mesmo o que anda fazendo o governador em exercício Odair Corrêa, pode muito consultar a deputada petista Regina Barata, que também preside a Comissão de Constituição e Justiça da Assembléia Legislativa do Estado.
Na sessão de terça-feira (29), Regina disse poucas e boas de Odair. A deputada não disfarçava a irritação após ler uma nota de jornal, dizendo que o governador em exercício atribui às mulheres que trabalham – e são em número cada vez maior as que trabalham – o aumento da criminalidade, uma vez que não ficam em casa para cuidar dos filhos.
Regina Barata soltou o verbo.“O Odair deveria era ficar calado para que, no seu próprio momento de imbecilidade, não saísse falando besteiras por aí, dizendo que o aumento da violência no Estado é culpa das mulheres terem saído de casa para trabalhar. Para isso ele é vice, para ser comandado por uma mulher. Ele tem mais é que ficar caladinho, fazer seu dever de casa e abrir a boca somente quando a governadora estiver viajando ou não puder, porque é ela - uma mulher - quem coordena este Estado”, disse a deputada.
Regina Barata. Este é o nome mais indicado para dizer por telefone, à governadora Ana Júlia Carepa, o que tem feito o governador em exercício, Odair Corrêa

Embratel com fibra ótica rompida entre Belém-Brasília

Este site não está sendo atualizado esta manhã porque os provedores de internet de Santarém estão sem funcionar devido a pane no serviço de fibra ótica oferecido pela Embratel.
Perdão, leitores!

Biocombustíveis não estão promovendo agricultura familiar, aponta relatório



Ana Sachs

O levantamento"O Brasil dos Agrocombustíveis: Impactos das Lavouras sobre a Terra, o Meio e a Sociedade - Soja e Mamona", feito pela ONG Repórter Brasil com base em pesquisas, entrevistas e viagens por 19 mil quilômetros de estradas nos Estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Pará, Ceará, Bahia, Piauí e Maranhão, além do Paraguai, revelou que Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel, criado em 2004, não está cumprindo seu principal objetivo, que é o de promover a agricultura familiar por meio da produção de soja para os biocombustíveis.
O relatório mostra estimativas do Ministério do Desenvolvimento Agrário para a área plantada de oleaginosas no início de 2008, apenas 15% do biodisel produzido no país virá de matérias-primas fornecidas por pequenos agricultores. Das 51 empresas produtoras de biodiesel no país, 28 possuem o Selo Combustível Social, fornecido aos que promovem a inclusão social no campo. O estudo também avaliou que o cultivo da mamona, eleita pelo governo federal um dos carros-chefe do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel, não decolou. Há apenas 158,2 mil hectares estimados para a safra 2007/2008, o que representa menos de 1% da agricultura do país e apenas 1,7% de aumento com relação à safra 2006/2007.
As plantações de soja correpondem hoje a 45% da área cultivada no país na safra 2007/2008, com 21 milhões de hectares plantados. Essa produção deve aumentar nos próximos anos, puxada pela demanda por farelo de soja no mercado mundial para utilização como ração de animais e pela queda na produção dos Estados Unidos, até então o maior exportador do produto, que se volta para a produção de milho para a indústria do etanol.
(Fonte Uol - Noticias)

Bom Dia, Santarém.
Vista aérea da cidade às 6 horas da manhã de hoje.

terça-feira, 29 de abril de 2008

Carlos Martins quer levar ensino médio para a comunidade do Tapará

A comunidade de Correio do Tapará, em Santarém, ainda não dispõe de escola de ensino médio, apesar da demanda de jovens no local e nas localidades arredores ser grande. A carência de ensino médio na área acaba dificultando a vida dos estudantes, que precisam se deslocar para a sede do município para estudar.
O líder do PT na Assembléia Legislativa, deputado Carlos Martins, está em negociação com a Secretaria Estadual de Educação (Seduc), visando a implantação de uma escola de ensino médio no Correio do Tapará, a fim de atender a comunidade local. Martins entende que a educação é dever da família e também do Estado, que deve dar todo incentivo e apoio, oferecendo o desenvolvimento para os jovens exercerem a cidadania, se qualificar para o mercado de trabalho e ser um agente de desenvolvimento de sua região.
Além de enviar ofício à Seduc, ontem, dia 28 de abril, o deputado conversou pessoalmente sobre o assunto com a secretária de Educação, Iracy Gallo, sobre a viabilidade de implantar o Ensino Médio Modular na comunidade do Tapará, que também poderá atender a população das localidades vizinhas, incluindo a comunidade no Plano Estadual de Educação.
"Como parlamentar e ex-vereador de Santarém, tenho acompanhado o plano de trabalho educacional de nossa região, no qual programas são fundamentados em uma nova filosofia de ação e são direcionados para o melhor atendimento das demandas existentes. Mas, apesar dos esforços do governo, ainda há carência do ensino médio em algumas localidades de Santarém que precisam ser atendidas para facilitar o acesso à educação", enfatiza Carlos Martins.

Um caso a ser pensado

Rosana Hermann

Asquerosa, pra um. Oportunista pra outro.
Boni acha que a mídia não pode carregar tanto nas tintas. Não faltam críticas pertinentes e embasadas aos excessos cometidos na cobertura do caso Isabella pela midia.
Mas não faltam também resultados mostrando o quanto a mídia cresceu em audiência com a cobertura incessante do crime.
Os telejornais, por exemplo, cresceram 46%,segundo a Folha.
O caso chamou mais atenção do que a CPI dos cartões corporativos.
E o que ele nos diz sobre nós, o público?
O que os peritos em comunicação podem concluir sobre a hipnose coletiva que o caso causou?
O que nos escraviza tanto, o que nos prende a tudo isso?
As pessoas dizem 'eu não aguento mais esse caso' mas continuam vendo.
Somos nós, as pessoas, o povo, o público, a audiência, que colocamos as coberturas em primeiro lugar de audiência mesmo quando não há nada para ser mostrado, em pleno domingo de manhã. Ancelmo Goes comenta texto de Clóvis Rossi, que acredita que seja o gosto pelo sangue.
Soninha acha que é o fascínio pelo horror.
Não sei a resposta.Mas há fortes indícios de que nós, a audiência, sejamos culpados ou ao menos, cúmplices, de todas as aberrações cometidas.
Se fizessemos uma reconstituição da cobertura da mídia no caso Isabella, compromvaríamos facilmente que muita gente, em busca de atenção, audiência e resultados, agiu de forma brutal, a ponto de ferir os princípios humanos, esganar o respeito, cortar as grades de proteção que nos separam do absurdo e, em minutos, atiraram a ética pela janela, que se estatelou no chão matando boa parte da nossa esperança.

De Euclides à internet: as verdades do jornalista

Lúcio Flávio Pinto
Editor do Jornal Pessoal e ariculista de O Estado do Tapajós


O momento mais importante da escola antiga era, para mim, o da leitura. Quando ouvia ou quando lia, minha reação era a mesma: saía do texto e ficava a errar pela memória. Ora tentava dar corpo ao que ouvia, ora recriava o que lia. Um dos maiores impactos foi a descrição do sertanejo, o forte, um elemento da natureza, em contraste com a neurastenia das cidades. Foi no Grupo Escolar Camilo Salgado, onde minha tia era diretora. Perguntei à professora sobre o livro do qual fora extraído aquele trecho para a leitura do dia. “Os Sertões”, ela informou, não sem aconselhar: não leia “A Terra” nem “O Homem”; vá direto à “Luta”, o capítulo que tem ação e é interessante.
Mas comecei pelo começo e continuei na seqüência estabelecida pelo autor, Euclides da Cunha, até o fim, deslumbrado. “A Terra” é a mais encantadora descrição geográfica que já li até hoje. Como engenheiro, ele sabia, tecnicamente, do que falava quando citava rochas e demais acidentes naturais. Como artista, recriava a paisagem com uma narrativa cheia de símbolos, de imagens, de inventiva pessoal. A plasticidade é tal na abertura de “Os Sertões” que precisei voltar várias vezes nos anos seguintes. Primeiro, para apreciar o som das palavras. Em seguida, para captar o que elas queriam dizer, seu significado. E, por fim, usando-as como roteiro para uma consulta à cartografia. A geografia adquiriu aquele componente mágico tão acuradamente observado por um grande leitor de literatura, o nosso Eidorfe Moreira (filósofo da geografia ou geógrafo da filosofia, hein, Benedito Nunes?).
Essa paragem já remota da minha vida veio-me fresca ao ler a entrevista do jornalista Marcos Sá Corrêa à última edição da revista História. Ele recomenda a criação de uma cadeira chamada Euclides da Cunha em toda faculdade de comunicação. Nela, os futuros jornalistas aprenderiam o que é ética, o que é revelar o mundo real, como Euclides fez, desvendando o interior do Brasil para as sanguessugas litorâneas que dominam o país e lhe impõem sua visão da nação. Mas também aprenderiam a não escrever como Euclides, que “escrevia de uma maneira chatíssima”. Repetindo a professora do primário, Marcos pontifica, hiperbólico: “Os Sertões começa chato, é preciso passar por aquela maçaroca inicial, mas quando você chega na guerra, o texto começa até a ficar melhor”.
Até entendo o que o filho de Vilas-Boas Corrêa (meu colega de Estadão) quis dizer, mas sua boa intenção pode resultar numa tragédia. É preciso assinalar logo uma verdade secular: Os Sertões não é jornalismo, é literatura. Claro que revelou muitas verdades, desmistificou muitas asneiras, é o melhor relato da guerra de Antônio Conselheiro e seus jagunços por quem a viu. Desde então, porém, muito melhor jornalismo e historiografia sobre o tema foi produzido, em alguns aspectos cobrindo Os Sertões de cinzas. Mas esse ainda é – e o será cada vez mais – o grande épico brasileiro, à altura de criações equivalentes, como Guerra e Paz, de Tolstói.
Euclides não criou uma nova língua para se aproximar das Geraes, como fez Guimarães Rosa em Grande Sertão: Veredas. Ele simplesmente aproximou velhos dicionários da terra e dos homens, refazendo sua história, de uma forma appassionata, com sua imaginação febril, profética, trágica. A grande obra é o seu criador, que nela se contém e a contém. É provável que o conselho de Marcos não sirva de cautela aos jornalistas, permitindo-lhes aprender no livro o que devem aprender. Mas certamente desviará muito leitor do prazer fecundo da leitura de Os Sertões, que deve começar pela descrição da terra, por ser inigualável.
Às vezes os jornalistas, pagando prêmio à originalidade, cometem o pecado de serem categóricos demais, de darem um salto que excede as próprias pernas. Na mesma entrevista, Marcos proclama, como se tivesse à mão as tábuas da lei: “Todos os jornais em papel vão morrer nos próximos vinte anos no máximo, e já vão tarde”. A internet já os está sepultando. O dobre de finados soou para eles.
Talvez até venha a ser verdade. Mas ao final da leitura das 675 páginas de Os Melhores Jornais do Mundo, livro (em papel) de Matías M. Molina, fica-se, no mínimo, na dúvida, elemento mais propício às descobertas do que a certeza com data certa, como a de Marcos. Depois do mais completo levantamento já publicado em língua portuguesa sobre os mais influentes jornais do mundo, Molina observa a longevidade dessas publicações: “Dois deles foram fundados no século XVIII, onze no século XIX e apenas quatro no século XX – embora três deles tenham sido herdeiros diretos de diários muito antigos”.
Alguns dos melhores jornais estão em crise e é provável que mudem de donos ou mesmo desapareçam, mas não todos e nem essa forma de divulgação de informações, se a busca de qualidade continuar a ser a sua principal diretriz, para se fazer ouvir e influir, sendo aquele tipo de bom jornal caracterizado por Arthur Miller: “a nação falando para si mesma”. E com um toque de grandeza que se realiza pela capacidade “de ter uma visão crítica a respeito de si mesmo”.
Utopia? Quimera? Molina cita um exemplo que impressiona: a revista inglesa The Economist dobrou sua tiragem em 13 anos: passou de 500 mil exemplares em 1993 para um milhão de cópias em 2006. Quem já teve a oportunidade de ler a volumosa publicação dispensará epitáfios tão categóricos quanto o de Marcos. Seu perfil, ao contrário do de Euclides, não combina com o figurino de profeta.

A história se repete!

Olavo Neves

Invariavelmente, todos os anos a sociedade se mobiliza, reúne com políticos e instituições, clama por atenção especial para a BR-163, e da mesma forma, invariavelmente, a história é a mesma: Isolamento, desolação e atoleiros. Até quando?
É impressionante como a falta de planejamento aliado a má vontade política, mais uma vez instala o caos nas rodovias de nossa região, e o pior trecho também já conhecemos: SANTARÉM-RURÓPOLIS.
Em recente reunião com o comando do 8o. Batalhão de Engenharia e Construção, responsável pela manutenção do pior trecho de nossa rodovia, novamente se ratifica aquilo que ano após ano regularmente ocorre, recursos escassos liberados em pleno inverno amazônico, onde o que deveria ser utilizado no verão para manutenção da BR-163 com vistas à prevenção do inverno amazônico, acaba sendo gasto nos famosos pontos críticos, que, aliás, já são conhecidos de todos, pois ali a chuva comumente faz seus estragos.
Chega de conversa! Chega de enganação! Trafegabilidade é o mínimo que exigimos para a BR-163, pois se trata de um direito basilar do cidadão, o direito de ir e vir.
Graças a Deus estamos chegando ao final de mais um inverno amazônico (sobrevivemos!) e com a chegada da nova estação vem a aflição da liberação de recursos que garantirão a manutenção da trafegabilidade desta rodovia tão importante para nossa região.
Esperamos que neste verão a história seja diferente, e que prevaleça o bom senso dos políticos e instituições que detém em seu poder a grande sapiência de liberar os recursos suficientes e em tempo hábil.
Asfalto? Prefiro nem comentar!

* Olavo das Neves é presidente da ACES

Marina Silva e Sigmar Gabriel visitam resex Tapajós-Arapiuns

A Prefeita Maria do Carmo recepcionou, há pouco, no Aeroporto de Santarém o ministro do Meio Ambiente, Proteção da Natureza e Segurança Nuclear da Alemanha, Sigmar Gabriel, que cumprirá agenda oficial em Santarém hoje e amanhã, quarta-feira.
Do aeroporto, a comitiva de Sigmar Gabriel segue para Alter do Chão.
Às 18h00, no Hotel Beloalter, acontece um encontro no qual serão iniciados contatos para iniciativas de cooperação bilateral, oportunidade em que serão priorizados temas como biodiversidade, desmatamento e biocombustíveis.
Às 19 horas quem chega a Santarém é a Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que acompanha a comitiva do ministro alemão na visita de campo que ele fará amanhã.
Logo depois, os ministros do meio ambiente dos dois países se reunirão, em jantar oferecido pela Prefeitura, no Buffet Coma Bem, às 20 horas.
Visitas - Amanhã, a partir das 07h00, em visita à Floresta Nacional do Tapajós, os representantes dos governos brasileiro e alemão serão recebidos pelos comunitários de Maguari. A comitiva almoça na Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns.
À tarde está prevista uma visita à Comunidade Suruacá. Em seguida, a comitiva volta a Alter do Chão, onde, à noite, reúne com membros de Organizações Não-Governamentais que lutam em favor da preservação da Amazônia.
Na manhã do dia primeiro de maio, a comitiva segue para cumprir agenda em Belém.
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Atualizada às 17h50:
A ministra Marina Silva cancelou sua visita a Santarém.

Mário Couto apresenta emendas ao Orçamento para Santarém

Atendendo a uma solicitação do deputado estadual Alexandre Von (PSDB-PA), o senador Mário Couto (PSDB-PA) apresentou emendas ao Orçamento da União beneficiando o Bairro de Jaderlândia e a Vila de Mojui dos Campos, no município de Santarém
Estão previstos a construção de uma quadra poliesportiva coberta no Bairro de Jaderlândia, município de Santarém, no valor de R$ 220 mil e a construção de um microssistema de abastecimento de água no Bairro de Vila Nova, na Vila de Mojui dos Campos, no município de Santarém, no valor de R$ 200.000,00.
Segundo informações prestadas pelo deputado Alexandre Von, a Prefeitura de Santarém, através da Secretaria Municipal de Governo, já está devidamente informada da disponibilidade dos recursos orçamentários acima descritos, bem como das providências a serem agilizadas junto à Secretaria de Planejamento e Orçamento do Estado do Pará, uma vez que os convênios para a viabilização dos recursos serão originados do Governo do Estado do Pará.

OAB busca soluções para reduzir a violência

Do Espaço Aberto

A Ordem dos Advogados do Brasil, seccional do Pará lança nesta terça a campanha Brasil Contra a Violência. O lançamento será simultâneo entre as 27 seccionais da OAB em todo o país.
A campanha prevê a realização de conferências em todas as seccionais da OAB durante o mês de julho, assim como no Conselho Federal no mês de setembro. Com a iniciativa, a Ordem pretende buscar soluções para a violência e a criminalidade, bem como para a propagação de uma cultura de paz no Brasil.
As conferências serão ministradas por especialistas de diversas universidades do país, propondo ações práticas e objetivas que resultem na segurança e na melhoria de vida dos cidadãos brasileiros, atacando os males que, além da violência e da criminalidade, propiciam as desigualdades, as exclusões e os conflitos sociais.

Socorrooooooooooooooooooooooo!

Posto de saúde da comunidade do Cipoal, no planalto santareno está sem funcionar há dois meses.
Equanto isso, a prefeita Maria do Carmo diz que a saúde no município vai as mil maravilhas.

Babel

Sem que os digentes do São Raimundo tenham sido avisados previamente, a Federação Paraense de Futebol já teria remarcado o jogo São Raimundo x Tuna de sábado para quinta-feira, dia 1º de maio, às quatro da tarde, no Barbalhão.

Juiz some do TJE

Fora da magistratura, o juiz Alan Rodrigo Campos Meireles, que apareceu em grampo telefônico judicialmente autorizado à polícia por suspeita de ligação com a quadrilha de justiceiros presa pela Operação Navalha na Carne, continua sem ser visto no TJE.
Sem inquérito ou denúncia pela Navalha na Carne, Meireles responde a processo que corre na Corregedoria das Comarcas do Interior por “bronca” na Comarca de Almeirim.
(Repórter Diário)

Prefeita de Santarém defende conciliação entre PT e PMDB

Espaço Aberto*

* Maria do Carmo (PT) diz que PMDB é “estratégico”
* Quadro eleitoral em Belém tem reflexos no interior
* “Candidatura do Mário Cardoso também é legítima”
* Prioridade é reforçar aliança com PMDB em Santarém

A prefeita de Santarém, Maria do Carmo Martins Lima (PT), considera que ainda há tempo para que PT e PMDB, representados por suas principais lideranças e pelos pré-candidatos até aqui conhecidos, sentem-se à mesma e procurem conciliar interesses para que possam caminhar unidos, em Belém, nas eleições municipais de outubro.
“Na minha opinião, é indiscutível que o PT e o PMDB devem conversar sobre as composições políticas em Belém, porque a eleição na Capital pode, sim, ter reflexos políticos em todo o interior e também”, diz a prefeita, com a autoridade de petista que administra um município de 174 mil eleitores, o terceiro maior colégio eleitoral do Estado, depois de Belém e Ananindeua.
O Espaço Aberto conversou com Maria do Carmo, por telefone, no último final de semana. Bastaram cerca de 15 minutos para que a prefeita expusesse com clareza – e franqueza – suas opiniões sobre uma conjuntura eleitoral que mudou de curso nas duas últimas semanas.
Os ventos que, segundo se imaginava, até então sopravam na direção de uma aliança entre PMDB e PT em Belém, mudaram bastante desde a ocorrência de quatro eventos que se sucederam rapidamente.
Primeiro, foi a decisão da deputada estadual Regina Barata, que surpreendeu muita gente ao formalizar perante seu partido, o PT, sua desistência de manter-se pré-candidata e disputar as prévias com seu companheiro, o professor e ex-secretário de Educação Mário Cardoso.
Segundo, a entrevista que Mário Cardoso concedeu ao Espaço Aberto, na qual considerou mentirosas as informações divulgadas amplamente – inclusive por outdoors que naquela altura estavam fixados em vários pontos de Belém – pelo pré-candidato do PMDB a prefeito de Belém, o ex-deputado José Priante, de que era o preferido o do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à sucessão de Duciomar Costa. Além das críticas, Mário Cardoso disse que Priante, a bem da transparência, deveria informar de onde vem o dinheiro que lhe tem permitido promover-se nesta fase pré-eleitoral.
Terceiro, a oficialização, pelo Diretório Municipal do PT, do nome de Mário Cardoso como o pré-candidato a prefeito de Belém e do início efetivo dos debates distritais, reveladores de que a decisão da legenda em sair com candidato próprio não é figuração, segundo reforçou ao blog o vereador e presidente do partido em Belém, Adalberto Aguiar.
E quarto, o anúncio do deputado federal Jader Barbalho, presidente regional do PMDB, de que, diante das críticas e acusações de Mário Cardoso e da deliberação do PT de Belém em lançar Mário Cardoso, o ex-deputado José Priante será o candidato peemedebista a prefeito da Capital. E mais: que, ao contrário do que pretende, o PT não merecerá do PMDB nenhum tratamento preferencial em relação a eventuais alianças para o segundo turno.

“O PMDB é importantíssimo, é estratégico”
Foi considerando todo esse quadro que Maria do Carmo – que no PT compõe a mesma tendência que o próprio Mário Cardoso e o deputado federal Paulo Rocha – expôs ao blog sua avaliação sobre o presente e o futuro próximo das negociações sobre alianças que precedem o pleito de outubro.
A prefeita considera que o PT precisa reconhecer o papel do PMDB nas eleições de 2006. “Não há como minimizar a importância da aliança que nós, do PT, fizemos com o PMDB. A participação do ex-deputado José Priante foi de fato importantíssima, tanto para a vitória da candidata Ana Júlia ao governo do Estado como do próprio presidente Lula. E o PMDB é importantíssimo, é estratégico, tem importância central não apenas na eleição em Belém, mas em Santarém”, diz Maria.
Ela não considera que seja obstáculo o fato de que tanto o PT como o PMDB em Belém já terem definido os nomes de Mário Cardoso e José Priante, respectivamente, como pré-candidatos à prefeitura. “Não vejo isso como impedimento, porque nós precisamos pensar nesse assunto estrategicamente, sem predisposições pessoais. Devemos pensar partidariamente”, pondera Maria do Carmo.
A prefeita de Santarém avalia muito mais como a expressão de “posições pessoais” os juízos e as avaliações formulados pelo professor e ex-deputado Mário Cardoso na entrevista que deu ao Espaço Aberto. “O Mário é um grande companheiro. É um companheiro dos mais valorosos. E acho também que é absolutamente legítima a pretensão do nosso partido em Belém de ter uma candidatura própria. Da mesma forma, é legítimo que o PMDB almeje apresentar candidatura própria. Mas a conjuntura, analisada de uma forma bem mais ampla, demonstra que precisamos deixar de lado questões pessoais e avaliarmos o que é melhor para nós, em proveito de projetos políticos mais abrangentes”, diz Maria do Carmo.
Ela só identifica um ponto positivo no fato de PT e PMDB caminharem separados em Belém. “Se cada partido realmente sair com candidatura própria, é claro que aumentam as chances de um deles pelo menos passar para o segundo turno. Em outra hipótese, se os dois partidos se unissem, o destino deles seria um só: se ganhassem, tudo bem; mas se perdessem, também perderiam juntos”, especula a prefeitura.
Nesse contexto, ela até admite que PT e PMDB pudessem apresentar candidaturas próprias – e separadas, portanto – às eleições de outubro, desde que isso obedecesse a uma orientação estratégica, conjunta, afinada entre as duas agremiações, para conquistarem a Prefeitura de Belém. Mas no ritmo em que avança a carruagem, puxada por PT e PMDB querendo tomar diferentes, Maria do Carmo considera que os caminhos a serem percorridos dessa forma podem não ser favoráveis tanto a petistas como a peemedebistas em Belém, com reflexos no interior do Estado.

Aliança ampliada em Santarém

Maria do Carmo enfatizou que ao contrário de Belém, onde arranhões e confrontos parecem ter abalado irremediavelmente a convivência entre PT e PMDB, em Santarém a convivência entre os dois partidos mantém-se – conforme assegura – tão cristalinas como as águas do Rio Tapajós que banham a cidade.
“Nossa prioridade aqui em Santarém é reforçar a aliança com o PMDB. Temos tido um ótimo relacionamento com o PMDB, através do deputado Antônio Rocha, que não tem nos faltado com seu apoio. O PDT e o PSB também têm nos ajudado bastante a consolidar uma aliança que garanta a nossa reeleição”, afirma a prefeita, que em 2004 chegou ao governo municipal com 60,3 mil votos, 45,1% da votação válida naquele pleito.
Aos partidos que se aliaram ao PT em Santarém nas eleições de 2004 – PDT, PSB, PPS e PCdoB -, Maria do Carmo diz que tem se empenhado em ampliar o arco de apoios para incluir não apenas o PMDB, mas o Partido Republicano (PR), do ex-deputado Anivaldo Vale, o PSC, o PMN e o PP, além do PTB.
Justamente o PTB, que em Belém é encarnado pelo prefeito Duciomar Costa e já foi mencionado pelo presidente municipal do PT em Belém, vereador Adalberto Aguiar, como um dos três partidos com os quais os petistas não admitem qualquer negociação visando alianças. Os outros dois são o PSDB e o DEM.
Maria do Carmo considera que uma aliança como a que pretende formar poderá garantir melhores condições e melhor respaldo eleitoral para lhe garantir mais quatro anos de mandato à frente da Prefeitura de Santarém.

Veeador acusa chefe de gabinete de Odair Corrêa de promover tumulto em congresso do PSB

O vereador Reginaldo Campos, em discurso na Cãmara, agradeceu a participação maciça de filiados do Partido Socialista Brasileiro no Congresso Municipal que aconteceu no último domingo (27), no plenário da Câmara Municipal.
Segundo o vereador, mais de 500 filiados compareceram ao evento em Santarém, número superior ao congresso realizado em Belém, que foi de apenas 337.
Reginaldo denunciou a interferência do chefe de gabinete do vice-governador, Mauro Marques, que veio de Belém, tentar tumultuar o nosso processo democrático, mas não conseguiu.
" Os números finais demonstraram a magnitude dos nossos filiados, ganhamos com 488 votos, a outra chapa [apoiada por Odair Corrêa]obteve apenas 15 votos, festejou o vereador.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Líderes patronais se unem contra o governo e os entraves que emperram o Pará

ADRIANA NICACIO
Isto É Dinheiro

Há algo de preocupante no Pará. O setor produtivo do segundo maior Estado em área do País, um dos mais ricos em recursos naturais, está atormentado e resolveu se levantar contra a governadora Ana Júlia Carepa e os órgãos ambientais. Apenas nos dois primeiros meses do ano, a indústria da madeira perdeu 656 empregos com carteira assinada. A indústria de transformação registrou saldo negativo de 677 demissões, a construção civil e a agropecuária também tiveram queda nos empregos formais nesse período. O setor de alimentos e bebidas manteve a tendência e, nos últimos 12 meses, a indústria cresceu apenas 2,8%, colocando o Pará em 11º lugar entre as 14 regiões pesquisadas pelo IBGE. Isso dá uma idéia do humor dos empresários e trabalhadores paraenses. E faz parte dos motivos que levaram 94 entidades de classe a se unir no movimento "Alerta Pará".
"Queremos atrair investidores, mas há uma resistência grande", disse José Conrado Santos, presidente da Federação das Indústrias do Estado do Pará. "Nos últimos meses, perdemos fábricas de leite em pó, de móveis, de calçados e de aproveitamento de resíduos de madeira."
Os empresários reclamam da ausência de incentivos fiscais. Ana Júlia assumiu o governo sem concessões e assim o manteve. Segundo Conrado, empresas como Vale e Alcoa têm projetos minerais de US$ 20 bilhões, mas o Estado perde a oportunidade de novos negócios que essa expansão atrairia, por falta de incentivos.
O presidente da Federação do Comércio, Carlos Tonini, diz que no setor atacadista, por exemplo, os comerciantes paraenses são obrigados a pagar 17% de ICMS pela mesma mercadoria que os vizinhos Maranhão e Tocantins cobram 1%. "Não tenho preço para competir com eles", desabafa. A governadora, contudo, alega que os incentivos não distribuíam renda e que muitas empresas perderam o benefício por comprar produtos de mão-deobra escrava. "Criamos o Fundo de Desenvolvimento Sustentável, que tramita na Assembléia", disse Ana Júlia, por meio de nota oficial.

ANA JÚLIA CAREPA: sem uma política de incentivos, a governadora é alvo de críticas generalizadas

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária, Carlos Xavier, diz que o agronegócio é o setor mais ameaçado. No momento, há 200 fazendas invadidas e 49 pedidos de reintegração de posse que o Executivo não cumpre. "É a banalização do crime", reclama. Os agropecuaristas denunciam lentidão na liberação de planos de manejo, demora na concessão de licenças ambientais - há mais de seis mil processos parados - e ainda no plano de macrozoneamento ecológicoeconômico, que não foi implementado. Por falta dessa regulamentação, há 20 milhões de hectares de áreas degradadas que não podem ser usadas.
"A Secretaria de Meio Ambiente licenciou três milhões de metros cúbicos em 2007", responde a governadora. Mas os empresários mantêm a lista de insatisfações e acrescentam a falta de segurança. No mesmo Estado em que mulheres ficam presas com homens, o bispo dom José Luiz Azcona, da ilha de Marajó, está ameaçado de morte por denunciar o narcotráfico e a prostituição infantil.

Titulação coletiva em área de várzea mantém polêmica

ALESANDRA BRANCHES
REPÓRTER


Há cerca de um ano o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) havia anunciado que a Colônia de Pescadores Z -20 ficaria responsável pelo controle de assentamentos coletivos que seriam criados nas áreas de várzea. Atualmente o Incra descarta esta possibilidade, mas está elaborando projetos de utilização coletiva das áreas e aponta vantagens, mas o Sindicato Rural de Santarém (SIRSAN) continua discordando da idéia e quer uma reunião com o superintendente Luciano Brunet para discutir o caso.
De acordo com o assessor de comunicação do Incra, Luís Gustavo, a superintendência regional do Incra em Santarém está elaborando, juntamente com o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), planos de utilização e projetos básicos, para licenciamento ambiental de 15 projetos agroextrativistas. Os projetos e planos de utilização prevêem o mapeamento e o uso das áreas da várzea na região oeste, incluindo Santarém. O convênio assinado entre o Incra e o Ipam tem validade até dezembro do ano que vem. O valor total de investimentos nos projetos será de R$ 2.280.441,20, deste valor R$ 228.045,20 serão pagos pelo IPAM.
Ainda está em discussão de quem será a responsabilidade pelo controle dos assentamentos, mas de acordo com o Incra, não existe a possibilidade de que a Colônia de Pescadores tenha esta responsabilidade. A entidade, assim como outras tiveram e ainda têm espaço para contribuir com as decisões tomadas em relação ao uso da várzea. De acordo com Luís Gustavo, desde o anúncio da criação dos projetos, diversas reuniões foram realizadas nas comunidades com o intuito de esclarecer e encaminhar a implantação destes assentamentos.
Como benefícios dos assentamentos coletivos o Incra destaca que a criação de assentamentos e a concessão real de uso coletivo permite que as famílias varzeiras tenham acesso a créditos que a titulação individual não prevê. “O interesse do Incra é adequar as atividades das comunidades à capacidade ecológica da várzea” destacou o assessor.
Quanto aos créditos, apenas os assentados recebem, o Apoio Inicial e Fomento, cada um no valor de R$ 2.400 por família que é para a aquisição de bens de primeira necessidade e o incremento de atividades produtivas. Para a compra de material de construção são destinados até R$ 7 mil por família. De acordo com o assessor, o título individual, gera encargos que algumas famílias não teriam condições de assumir.
Apesar das explicações Adinor Batista, presidente do Sirsan ainda quer uma reunião com o superintendente do Incra, Luciano Brunet, para discutir a questão do uso da várzea. “Uma reunião ainda não foi confirmada, queremos falar com este novo superintendente e dar o nosso parecer sobre o assunto, levantando os problemas das pessoas que vivem na várzea” destacou Batista.
De acordo com o presidente, a várzea santarena possui comunidades instaladas há mais de 100 anos e ele acredita que os direitos destas comunidades devem ser preservados. Batista afirma que alguns produtores estão recebendo ameaças de perder o direito de viver e usufruir do território das várzeas, por não se enquadrarem no perfil de pequenos produtores. Quanto aos assentamentos o presidente foi taxativo em afirmar que várzea não é lugar para tal. “Não tem condições de fazer assentamento em várzea, nesta época, por exemplo, a mesma está completamente embaixo d’água, não adianta encher de gente para ficar em cima de marombas. Acredita que a várzea deve ser utilizada na sua época que é de seca e ser preservada em sua totalidade quando o rio está cheio” relatou Adinor.

Cronistas esportivos dão vexame

Lamentável, para não usar outra qualificação, a atitude destemperada da maioria dos cronistas esportivos e apresentadores de programas policiais ao criticar o árbitro auxiliar Jailton do Vale pela anulação do gol do São Raimundo contra o Remo, ontem, no Barbalhão, quando o Pantera foi derrotado por 1 x0.
O argumento usado por esses boquirrotos é que o bandeirinha, que é santareno, teria de deixar passar essa irregularidade - afinal, o gol foi feito em completo impedimento de dois atacantes do São Raimundo - porque no entendimento desses maus profissionais, se fato idêntico a esse tivesse acontecido contra o São Raimundo em outra cidade esse impedimento não seria marcado por um árbitro prata da casa.
Trocando em miúdos: Jaílton teria que ser desonesto porque presumivelmente outro colega seu o seria.
Correta a atitude do bandeirinha.
Lamentável a verborragia de certos locutores de Santarém.
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P.S: Na transmissão da Rádio Rural o narrador Oti Samtos afirmou que o gol foi ilegal e mereceu ser anulado.

Memória de Santarém - por Lúcio Flávio Pinto


Ontem como hoje(1959)

A Comissão de Serviços à Comunidade do Rotary Clube de Santarém fez, em setembro de 1959, pela imprensa, um apelo que é um retrato da cidade nessa época. Em linguagem contida e com muito tato, era uma crítica às autoridades e uma censura aos hábitos da população, especialmente à sua inércia. Também um diagnóstico da perda de qualidade da cidade e da existência de problemas, que, sob outras formas e intensidade, persistem até hoje.
Dizia o apelo:
Dentro de um clima de respeito, devemos confessar que Santarém ainda precisa de mais reajustamento de suas necessidades.Sem o menor respeito à comunidade, o leite, principal alimento das crianças, é vendido com bastante água por alguns elementos alheios ao senso de responsabilidade.
O pão, alimento sagrado, indispensável à mesa do pobre e do rico; infelizmente, agora, estamos adquirindo manufaturado de véspera e até mesmo de dois dias. Não se compreende que outras cidades muito mais atrasadas que Santarém, tenham o pão fresco e saboroso pela manhã.
Oxalá os proprietários de padarias, pessoas esclarecidas, procurem contornar essa lamentável situação, oferecendo à população pão fresco e bom, como outrora.
A nossa sala de visitas, o coração da cidade, está com suas calçadas superlotadas de vendedores ambulantes e caixas de engraxates, que obstruem o livre trânsito das vias públicas.
Seria oportuno que as autoridades competentes tomassem mediante atitude para regularizar o que nos parece tão fácil, Para isso, a Comissão de Serviços à Comunidade do Rotary Club de Santarém está à disposição para colaborar no sentido de melhor servir.
Resposta
A Associação Profissional dos Trabalhadores nas Indústrias de Panificação deu o troco. Em nota oficial, assinada pelo presidente, João Roberto Pimentel, procurou justificar a situação. Alegou que a fabricação do pão durante o dia decorria da impossibilidade de os proprietários das padarias manterem duas turmas de trabalho, "o que implicaria no aumento do produto". Explicaram ainda que o tempo normal de fermentação do pão exigiria trabalho noturno para poder oferecê-lo pela manhã, "o que implicaria no aumento do salário", com o acréscimo de 20% sobre o valor da jornada diurna.
Essas alternativas eram inviáveis porque a associação não concordava "em abrir mão de qualquer direito de seus associados, assegurado em lei. Lamentava "não poder tomar qualquer medida contrária ao atual processo de fabricação do pão, que decorre da razão direta da angústia que atravessa as indústrias e o comércio, face a restrição do crédito". Mesmo que pudesse, porém, "somente tomaria qualquer atitude se não viesse a onerar ainda mais o produto. Que se tornaria então proibitivo para a classe pobre, pois o direito de comer pão não pertence a classes privilegiadas, mas ao povo sem qualquer distinção".
Apesar de todas as ressalvas, logo depois a Padaria Vitória começou a vender de novo o pão fresco.
Carne
Apesar de não ter tido as respostas esperadas, a comissão prosseguiu na sua campanha comunitária. O passo seguinte foi um "veemente apelo" ao prefeito, que já era Ubaldo Corrêa, "para que tome medidas enérgicas contra o conhecido abuso à nossa pacífica comunidade de alguns gananciosos açougueiros que, além de venderem a carne por preço que bem entendem, ainda primam pela inexatidão das pesadas". Os rotarianos da comissão deixavam de sugerir as medidas a serem tomadas por estarem bem certos de que o prefeito "bem as conhece e saberá pôr em prática o zelo que tem pelos seus munícipies".

Fadesp divulga gabarito de concurso para técnico da Seduc

A Fundação de Amparo ao Desenvolvimento da Pesquisa já colocou no site o gabarito preliminar (aqui) da prova do concurso para técnico em educação da Seduc aplicada no domingo (27).
O concurso foi anulado em fevereiro passado, depois da constatação de que um envelope de provas lacrado apresentava fissura na parte lateral.

Pai de Helenilson Pontes perde R$ 100 mil em assalto

Dois homens armados invadiram no final da manhã de hoje o escritório do empresário Francisco Pontes, localizado em um posto de gasolina, e levaram cerca de R4 100 mil.
O empresário, pai do advogado Helenilson Pontes, não esboçou qualquer reação.
Chama atenção o fato de Chico Pontes, como é conhecido, dispor de quantia tão alta em dinheiro em plena manhã de segunda-feira, quando o movimento no final de semana nos postos de combustíveis é considerado fraco.

PMDB e PT se confrontam nos escalões médios e inferiores

Do Espaço Aberto

Voltou a ficar quente – aliás, quentíssimo – o clima entre peemedebistas e petistas que se aboletam nos escalões médios e inferiores do governo do Estado.O PMDB reclama que o fluxo de decisões em algumas secretarias tem sido seriamente afetado porque as ordens que partem de cima não se efetivam nos andares debaixo.
De outro lado, os petistas estão insatisfeitos porque acham que há muitas funções DAS que bem poderiam estar sendo ocupadas por gente filiada ao PT. Se não estão, é porque existem filiados, indicados e apadrinhados do PMDB ocupando os lugares.
A governadora Ana Júlia já sabe das faíscas. Não apenas sabe, como já sentiu o efeito das faíscas. Resta saber o que fará quando voltar de seu roteiro europeu que incluirá Londres e Paris. Pelo que oferecerem as duas belas capitais européias - sobretudo a segunda -, a governadora deverá voltar com a cabeça frigidíssima.
E ela precisa mesmo disso. Porque há procelas à vista. E procelas temperadas com ingredientes pré-eleitorais, vocês sabem, são bem mais pesadas.