segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Prefeito constata falta de médicos no Hospital Municipal
Tapajós comprovou que a ouvinte tinha razão.
E prometeu aos presentes tomar providências.
No final da manhã, o prefeito convidou o médico Júlio Cezar Imbiria para retornar ao hospital municipal, justamente ele que foi mandado embora pela ex-prefeita Maria do Carmo por pura retaliação política.
Júlio Cezar, até o momento, mantém-se na posição de não atender ao convite do prefeito.
Uma pena.
Juruti: invasão e bloqueio de rodovia estadual causam prejuízo superior a R$2 milhões e colocam em risco empregos e impostos
Esses atos de vandalismo vêm obstruir também a continuidade das negociações que vinham sendo realizadas há mais de um ano entre moradores de Juruti Velho e a Alcoa, sob os auspícios do INCRA, para a assinatura de compromisso que estabeleceria as bases de relacionamento entre as partes, bem como definiria o valor dos pagamentos devidos pelo empreendimento aos superficiários que habitam os locais de mineração.
Essa ação violenta também coloca sob ameaça negociações que visavam ao equacionamento da quase totalidade da pauta de reivindicações que consta de uma nota pública que circulou hoje em Belém, assinada por um auto-denominado “Movimento Juruti em Ação e Via Campesina Pará”. Cerca de 80% dos itens referentes à Alcoa que constam dessa pauta também estavam sendo cobertos por essas negociações lideradas pelo INCRA e agora colocadas em risco pela invasão de propriedade e bloqueio de rodovia estadual. O impedimento de continuidade das obras, em virtude dessa invasão e bloqueio do direito de ir-e-vir de veículos e trabalhadores, por uma rodovia estadual, por um grupo de cerca de 20 pessoas, além de configurar várias ilegalidades, coloca também sob grave ameaça a própria continuidade do empreendimento da Alcoa, gerador de empregos diretos e indiretos e que, só em 2008, contribuiu com mais de R$48 milhões em receita de ISS para a Prefeitura de Juruti.
(Fonte: Assessoria de imprensa da Alcoa)
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NOTA PÚBLICA DAS COMUNIDADES DE JURUTI E JURUTI VELHO SOBRE A ALCOA
As comunidades de Juruti e Juruti Velho que lutaram e lutam até hoje pela não implantação da mineradora denominada de ALCOA e que hoje se encontra implantada graças ao descaso das autoridades dos governos federal e estadual, que não se importaram com as comunidades existentes na região, aprovando um projeto que está destruindo as matas privando a locomoção dos trabalhadores e trabalhadoras de poderem produzir seu sustento.
Há tempos as comunidades tentam negociações para a reparação dos danos causados nas áreas de assentamentos existentes no local onde a mesma foi implantada, além dos danos que viriam como Poluição do lago que circundam as comunidades diminuindo a quantidade de peixes e a locomoção dos ribeirinhos com a diminuição de água do lago, impactos esses que serão sentidos principalmente no verão;
Diminuição das coletas de frutos como: castanhas, andirobas, bacabas etc. Pois a mineradora esta derrubando as árvores nativas e enterrando junto a outras madeiras de lei;
Atropelamentos que podem acontecer por parte da ferrovia que corta assentamentos, e que não construirão nem túneis muito menos passarelas para as comunidades que trafegarem.
Por essas e outras as comunidades de Juruti e Juruti Velho se organizaram e tomaram como justa e necessária fazer luta contra a transnacional ALCOA e no dia 28 de janeiro as 15:00 horas cerca de 1500 trabalhadores e trabalhadoras ocuparam a base da mineradora, na chegada as forças do estado já estavam a postos pronto para defender a empresa contra os verdadeiros donos das terras, numa atitude truculenta da PM com o batalhão de choque, receberam os trabalhadores e trabalhadoras com spray de pimenta e bombas de gás, numa cena de pura barbárie onde crianças e mulheres passaram mal, não quiseram nem saber de conversas.
Apesar da truculência da PM o povo permanece em frente a base com acampamento montado e só sairão do local com a vinda do presidente da ALCOA na América Latina, INCRA Nacional, Casa Civil do Governo Estadual, SEMA, ITERPA, Ministério Publico Federal e Estadual e Governo Municipal, pois temos pautas e cobranças para todas essas autoridades, lembrando o Governo do Estado se o Pará e de fato terra de direito ou se o direito é somente de empresas estrangeiras que só se aproveitam de nossas riquezas e como lucro deixam a miséria, devastação e exclusão.
MOVIMENTO JURUTI EM AÇÃO E VIA CAMPESINA PARÁ.
Genérico contra a AIDS começa a ser produzido
Cortina de fumaça
Isto é, quanto mais Alexandre decolar sozinho, melhor, como estava escrito no figurino.
Então, ao serviço, inocentes úteis!
Xeque-mate
Esticou a corda o quanto pôde para despistar a situação.
Retirou-se da disputa no sábado de manhã.
Domingo de manhã colocou Nélio Aguiar como vice de Alexandre Von, lance impensável pelos seus adversários.
Se no dia 31 Lira Maia já tinha zerado o jogo, a partir do dia primeiro de fevereiro o deputado federal do Democratas colocou seu time na dianteira.
Trio no páreo
José Antônio/Milton Peloso
Alexandre Von/ Nélio Aguiar
Márcio Pinto/ Gean Carlos
Camaleão
Deixou no chinelo o vereador José Maria Tapajós e o ex-prefeito Ruy Corrêa.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Ronaldo Brasiliense - CURTÍSSIMAS
COPA – Todo paraense que se preza quer a Copa de 2014
CAMPEÃO – O outrora pacífico bairro da Campina É o campeão da violência
ENGESSADO – As terras indígenas ocupam 1.200.000 Km2 e as unidades de conservação outros 1.100.000 Km2, totalizando mais de 46% da superfície da Amazônia Legal brasileira. São 2,3 milhões de kms quadrados engessados para a exploração mineral. Ainda bem...
UBURU - Sucesso de público e crítica a apresentação do documentário Adote um Urubu, da artista visual Andréa Feijó, na Aldeia da Paz do Fundo Social Mundial. O vídeo, mais que uma reflexão sobre preservação ambiental na ilha de Algodoal, na costa atlântica paraense, é um grito de alerta. Imperdível.
NOMEAÇÃO – O papa Bento XVI nomeou o frei franciscano Johannes Bahlmann como novo bispo de Óbidos, no oeste do Pará. Ele toma posse dia 24 de maio substituindo dom Martinho Lammers, que se aposentou.
ALTA – Recuperado de uma angioplastia, quando implantou um stent em artéria do coração, o ex-governador Simão Jatene (PSDB) já recebeu alta hospitalar.
MINERAÇÃO - O diretor do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Rinaldo César Mancin, garante: a crise financeira mundial não afetará investimentos em mineração na Amazônia, principalmente, no estado do Pará. Segundo ele, o que deverá acontecer é apenas a dilatação dos prazos para esses investimentos, que são da ordem de 23 bilhões de dólares, anunciados antes da crise.
FÓRUM – Queremos bis!
Previsão confirmada
Lipoaspiração na campanha
Rodovia Santarém/Cuiabá é exemplo de atraso dos projetos do PAC
A pesquisa acompanhou apenas obras que constavam do terceiro balanço do PAC, até janeiro de 2008, e do último, até setembro. De acordo com a amostra analisada, os obstáculos ao avanço do programa, que completou dois anos em janeiro, variam de entraves burocráticos, ambientais, ideológicos a questões financeiras.
Entre as rodovias, um exemplo é a BR-163, que prevê a pavimentação de 1.000 km entre Guarantã do Norte (MT) até Santarém (PA). No trecho 1, por exemplo, que vai de Rurópolis a Santarém, a expectativa era terminar 20 km de terraplenagem e execução de 15 km de pavimentação até 31 de janeiro de 2008. Em setembro, a obra havia avançado só 11 km de terraplenagem e 10 de pavimentação. Neste caso, a lentidão é decorrente de atraso nos projetos executivos e de licenças ambientais.
(Fonte: O Estado de S.Paulo)
Pontuando - José Olivar
Lúcio Flávio Pinto: Um repórter estrangeiro e outros estrangeiros na Amazônia: um bem?
O americano Larry Rohter, de 59 anos, faz parte desse círculo restrito. Em 1972 ele começou a viajar para o Brasil, país pelo qual passou a interessá-lo quando ainda morava nos Estados Unidos. Em 1977 sua cobertura brasileira se tornou jornalística. No ano seguinte, ainda como correspondente do jornal Washington Post e da revista Newsweek, desceu pela primeira vez na Amazônia. Essas visitas se amiudaram a partir de 1990, quando assumiu o cargo de correspondente do New York Times, o mais influente jornal do mundo. Em nenhum dos anos até 2007, quando largou a função e regressou aos EUA, deixou de fazer o circuito amazônico pelo menos uma vez.
Uma seleção do que ele produziu a partir dessas excursões ocupa 10% das 416 páginas do seu livro, Deu no New York Times, lançado no ano passado pela editora Objetiva, do Rio de Janeiro, sede do escritório do jornal novaiorquino, que enfrenta a maior crise da sua história (e ameaçado de sucumbir a ela). O valor e a utilidade do que Larry Rohter diz sobre a Amazônia (como, de resto, sobre o Brasil) decorre de sua qualificação pessoal e profissional (ao mesmo tempo como jornalista e acadêmico) e dos meios que teve à sua disposição, graças à clarividente diretriz editorial que orientou o NYT ao longo dos anos recentes, para obter informações e checá-las nos próprios lugares onde os fatos ocorriam.
Não se trata de um intelectual de laboratório nem de um pesquisador que passou mais tempo lidando com informações secundárias e fontes indiretas. Larry pôde ir às fontes primárias e até acompanhar os assuntos quando sua consumação estava em curso, um privilégio conferido com mais freqüência aos jornalistas do que a qualquer outro profissional, mas somente aos jornalistas de linha de frente, aos autênticos repórteres. O capítulo amazônico do livro abriga apenas sete das numerosas reportagens que ele escreveu, algumas seguidas de comentários enriquecedores, todas com alguma contribuição documental.
O mais importante, porém, é a apresentação dessas matérias, a parte inédita. É quando o acadêmico, formado em história e especializado na China Moderna na Universidade de Colúmbia, se debruça sobre as anotações de campo para entender-lhes o sentido e captar suas sugestões. O tema central dessas reflexões é a relação da Amazônia com o mundo, mediada pelo Brasil. A Amazônia sempre esteve sujeita a uma razão categórica: a afirmação da soberania nacional em seu vasto e pouco ocupado território, um vazio demográfico, um anecúmeno.
A sujeição decorre da convicção, no topo da sociedade brasileira e na cúpula do governo nacional, da existência de uma sempiterna cobiça internacional sobre a região. Esse desejo de apropriação se valeria das condições naturais da região, coberta de floresta, que dificulta sua ocupação e integração, e da sua carência de densidade humana. Para contrapor-se a esse cenário tendente à usurpação por estrangeiros, o governo desencadeou um processo de ocupação intensiva, integrando a Amazônia para não entregá-la, substituindo o espaço vazio pela plenitude da presença nacional.
Quanto há de verdade nessa ameaça? Quantos dos inimigos projetados sobre o cenário geopolítico não passam de moinhos de vento, combatidos não por um cavaleiro sem mácula, mas por pessoas e entidades que criam fantasmas ao meio-dia em proveito próprio? Não será justapondo fantasmagorias sobre fantasmagorias ou mitos sobre mitos que se chegará às respostas necessárias. Será revelando as informações a partir dos fatos e submetendo-as ao teste de consistência, através do qual as interpretações se tornarão sólidas e fecundas, não mais garatujas sofisticadas ou elucubração metafísica.
Indiferente à suspeição que lhe foi aplicada em função de sua nacionalidade e da natureza do seu patrão, Rohter enfrentou com inteligência, bom humor e argúcia todas as armadilhas que pretendem reduzir os graves problemas a leis de um catecismo dogmático. Ele descobriu que os brasileiros falam muito sobre a Amazônia sem a conhecer, em muitos casos nem mesmo fisicamente. Outros já colocaram seus pés nessa terra úmida e incômoda, mas, como o torcedor que deduz o que vê de uma partida de futebol que se desenrola á sua vista pelo que seu ouvido capta da locução transmitida pelo aparelho de rádio colado ao seu ouvido, repetem como santa verdade informação que jamais se deram ao trabalho de checar. Num universo de coisas vãs, é vã a necessidade de saber o que se diz. De tão vasta, a Amazônia é como um papel em branco: aceita tudo que se lhe inscreva.
Como a existência de um livro de geografia adotado nas escolas americanas de ensino fundamental, por exemplo, com um mapa que secciona a Amazônia do resto do Brasil porque os brasileiros são um povo incapaz de administrá-la. Ou que a região perdeu a batalha da borracha porque um inglês contrabandeou sementes da seringueira para a Ásia, um crime até de lesa-majestade, por ser a hévea brasiliensis espécie nativa. Os brasileiros não se apercebem que se fosse verdade que uma árvore só dá bem onde surgiu, o Brasil não seria o país do café, arbusto exótico.
Qualquer país que abrigasse em seu território uma região como a Amazônia haveria de se empenhar em exercer nela a soberania nacional. É um desejo legítimo e inquestionável do Brasil submeter o interesse internacional aos seus desígnios e controle. O problema é que a soberania brasileira tem sido firmada à base da destruição da Amazônia. Em menos de meio século, um dos dois elementos definidores da região, a sua floresta (como a sua água), foi destruído como nunca em qualquer outro lugar e em qualquer fase da história humana. Sem ser sequer inventariada ou avaliada na sua esmagadora maioria, foi despojado de sua cobertura vegetal essencial um território que já equivale a quase três vezes o tamanho de São Paulo, a mais rica unidade da federação.
Para tentar minimizar o tamanho desse crime, alguns argumentam que, ainda assim, o desmatamento "só" representa 20% do espaço amazônico, sem conseguir ter uma idéia real do que estas últimas quatro décadas representaram a partir de um ponto de partida em 1970, ano da Transamazônica, quando o desmatamento estava bem abaixo de 1%. Outros ainda mantêm as últimas esperanças de normalidade nessa brutalidade contra a natureza (e o próprio homem), dizendo que foi assim no passado e só porque foi assim as grandes nações de hoje se desenvolveram. Omitem, como lembra Rohter, que antes não existia a ecologia (ciência da segunda metade do século XX).
Mesmo se o cidadão do nosso tempo não se tivesse apercebido da dinâmica do planeta vivo, a grandeza quantitativa do drama não perderia em seus tons trágicos. Porque nunca o homo sapiens colocou abaixo tanta mata quanto o brasileiro colonizador da Amazônia. Agindo assim na suposição de que, ao substituir o espaço da natureza pelo espaço do homem, o país evita que a Amazônia seja internacionalizada, o Brasil, na verdade, acaba com a Amazônia. E assim se concilia de vez com a natureza do seu bandeirante de ontem, de hoje e de sempre, um fazedor de desertos, paulista ou não.
Pelo contrário, um modo de estabelecer a presença do homem em harmonia com uma natureza tão fecunda e desafiadora, seria estimular in situ um debate sem fronteiras, atraindo para a região todos aqueles que se declaram dispostos a partilhar seu conhecimento e dedicar seus esforços para evitar que ela seja mais um capítulo da pilhagem dos recursos naturais e de saque dos povos.
O Brasil será o condutor desse diálogo (de idéias e de práxis) não só - nem principalmente - por ser o dono da Amazônia, mas por ser aquele que melhor a conhece. E por tão bem dominá-la, com as armas do saber e do conhecimento, à frente dos mecanismos de governo e das ações sociais, não pode ser iludido nem manipulado. Como define o jornalista, esse pode "acabar sendo o mais importante campo de batalha ambiental do século XXI".
Nem sempre Larry Rohter tira das suas informações, obtidas em contato direto com os fatos ou através dos seus interlocutores, as deduções coerentes ou as interpretações corretas. É verdade que os projetos de Henry Ford, de Daniel Ludwig e da Volkswagen não deram certo, mas não é verdade que "todos os grandes projetos comerciais estrangeiros de risco que foram executados na Amazônia fracassaram". Deu muito certo o da Bethlehem Steel, na época a segunda maior siderúrgica do mundo, que em quatro décadas extraiu do Amapá milhões de toneladas do melhor de todos os minérios de manganês e, quando o teor caiu, foi-se embora sem cumprir suas responsabilidades, inclusive ambientais.
A Georgia Pacific, que também foi a maior madeireira dos Estados Unidos, extrai árvores selecionadas (sem precisar fazer corte raso) na foz do Amazonas há décadas, sempre alegando dificuldades (que existem mesmo), mas sem parar de embarcar as valiosas pranchas para o exterior. A japonesa Eidai acaba de falir, mas porque a mesma trajetória seguida pela americana, em três décadas, sofreu uma interrupção excepcional, por fatores que ainda é preciso avaliar em profundidade para definir sua ponderação.
Deu certo, sobretudo, a estratégia dessas corporações de deixar de lado o controle nominal do capital dos "grandes projetos" e assumir o pleno domínio dos mecanismos de comercialização das matérias primas. Exercem seu poder a partir de fora, mesmo quando esse poder não se traduz no percentual das ações das empresas que exploram os mais valiosos recursos naturais da região.
Mas é verdade que a causa principal do desmatamento na Amazônia não são as multinacionais ou as ONGs disfarçadas, mas brasileiros inescrupulosos que grilam terras, extraem madeiras de qualquer maneira, compram-nas sem fazer qualquer indagação sobre sua origem ou querem é que a mata desapareça para dar lugar aos pastos ou às extensas plantações de monoculturas, como a soja. A principal sede dessa destruição não é Nova York, mas São Paulo.
"Sim, a Amazônia é do Brasil", concorda Larry Rohter. "Mas o que os brasileiros vão fazer com ela? Essa é a pergunta realmente importante e ainda não há uma resposta para ela", acrescenta o jornalista. E não há mesmo. O Brasil que modifica com dramaticidade a fisionomia, o modo de ser e o etos da Amazônia só pretende fazer esta pergunta, que devia ser ao mesmo tempo primal e seminal, quando a Amazônia for Brasil. Ou seja, quando deixar de ser o que ainda teima em ser, uma realidade estranha, diferente e desafiadora para os fazedores de desertos: Amazônia.
Aeroporto mixuruca
Articulista de O Estado do Tapajós
Meu dileto amigo Odair Correa - com seus novos e belos cabelos negros, que há algum tempo prefere, em lugar de suas antigas e características melenas grisalhas, que lhe davam certo charme, que perdeu - criou e protagonizou belíssimo factóide ao melhor estilo César Maia. Odair induziu o presidente da INFRAERO a vir a Santarém do Tapajós pagar tremendo mico. O brigadeiro trouxe o contrato do projeto do que será a futura estação de passageiros do Aeroporto de Santarém, contrato este já assinado em Brasília pelas partes competentes, para que nosso amado vice-governador lhe acrescentasse sua preciosa assinatura, como TESTEMUNHA, sob caridosos aplausos de convidados muito bem selecionados.
A esdrúxula ocorrência se deu na tarde de 22 de janeiro de 2009, no auditório da UEPA em Santarém. Cerimônia plena de pompa e circunstância para falso testemunho. O que seria de total inutilidade, não fosse a oportunidade aproveitada por espíritos atentos que detectaram incongruência no pré-projeto e alguém mais atrevido não alertasse o público para o crime que se prepara contra Santarém do Tapajós, contra o Pará d'Oeste, o futuro Estado do Tapajós renegado por Odair.
A premissas que orientam o projeto a ser elaborado e recém-contratado tem um horizonte de oito anos, isto é, define as instalações necessárias ao atendimento do número de pessoas que circularão no Aeroporto Wilson Fonseca em 2017. Ocorre que o tempo gasto, a partir da assinatura do contrato, para elaboração do projeto mais o que será despendido na construção - se não houver hiato entre o término de um e a licitação da outra - decorrerão quase quatro anos, metade do horizonte previsto.
Trocando em miúdos, isto significa que, a partir da data de sua inauguração, em 2013, a vida útil do novo aeroporto será de apenas quatro anos, quando já estará saturado e requerendo ampliação. Quatro anos após sua inauguração, o novo aeroporto estará nas mesmas condições precárias de atendimento ao público em que o atual se encontra hoje. Para projeto desse porte, vida útil de apenas quatro anos é, realmente, absurda insignificância.
Não sou noviço no assunto. Acompanhei o projeto do aeroporto do Galeão, realizado pela Hidroservice na segunda metade da década de 1960, o qual previa quatro módulos, um dos quais foi construído em seguida. Logo, esse módulo estava saturado. No entanto, o segundo módulo só foi construído após delongas e hesitações. Era o caso de vários aeroportos pelo Brasil afora que tiveram que aguardar por longos anos até que a Infraero construísse novas instalações. Um dos poucos casos sem solução é o aeroporto de Santarém do Tapajós e todos sabemos do empenho com que, desde que chegou a esta Terra da Felicidade, Luiz Barra se esforça por fazer a direção da Infraero a dar soluça de emergência à atual estação de passageiros e iniciar a construção do novo aeroporto.
Em toda parte, muito tardiamente se tomou a iniciativa de projetar e construir melhores aeroportos. Em todos os casos, por muitos anos, as cidades servidas por eles sofreram a obsolescência de seus aeroportos. E nós ainda teremos que penar tais agruras por mais quatro anos enquanto se projeta e constrói as novas instalações. Infelizmente, conforme se depreende da forma como foi apresentado o pré-projeto, este aparentemente inevitável problema se repetirá a partir de 2017 com a prematura obsolescência do novo aeroporto de Santarém do Tapajós.
Por isso mesmo, o projeto deve prever ampliações rápidas, fáceis e baratas. O assunto tem que ser discutido e esclarecido, e nada melhor para isto do que a realização de audiências públicas para debater premissas, parâmetros e paradigmas do projeto a ser elaborado. Agora sim, aqui caberia bela iniciativa de Odair, não para criar palanque de prosopopéias e autopromoção, mas para que o povo objetivamente discuta e decida sobre assunto de tão vital importância para sua vida econômica, cultural e social.
É isto o que esperamos de Odair. É isto o que lhe restituirá respeito e apreço dos que, apesar dos desapontamentos, continuam amigos de sempre. Audiência pública e imediata do aeroporto. É isto o que exigimos.
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Manchetes deste sábado de O Estado do Tapajós
BLITZ DO DETRAN FAZ VISTA GROSSAS AOS ÔNIBUS
PREFEITO VISITA OBRAS DO PAC EM TRÊS BAIRROS
SANTARÉM REGISTRA RECORDE DE DEMISSÕES EM DEZEMBRO
PRAZO PARA ADERIR AOS SUMPERSIMPLES PRORROGADO ATÉ 20 DE FEVEREIRO
ALCO SÓ NEGOCIA COM ACORJUVE APÓS RETIRADA DE INVASORES
A REALIDADE DOS CURSOS DE LÍNGUA ESTRANGEIRA EM SANTARÉM
RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DO HISPITAL REGIONAL ESTÁ EM PANE
SECRETÁRIO DE SAÚDE ADMITE RECORRER À JUSTIÇA PARA QUE AGENTES NÃO SEJAM BARRADOS NAS CASAS
FALTA DE CONSCIÊNCIA AMBIENTAL E INADIMPLÊNCIA EMPERRAM FNO, DIZ SUPERITENDENTE DO BANCO DA AMAZÔNIA
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Maria indica vice do PMDB
Na chapa de Rocha, isso é que é a dúvida.
Porque a ex-prefeita, como este site já havia divulgado no post PT tenta imobilizar Rocha ensaiou um conversa mole de que o candidato do PMDB poderia ser o filho de Rocha, José Antônio, atual secretarío municipal de saúde.
Quer dizer: por vias oblíquas o PT disse a Rocha que não quer ele como candidato, embora não tenha coragem de lhe lançar o desaforo cara a cara.
Lúcio Flávio Pinto: Crise não afeta os dividendos
No comunicado distribuído à imprensa, a antiga CVRD informa ainda que o valor proposto é 24,5% superior à remuneração total média dos últimos três anos, entre 2006 e 2008, sendo “consistente com as diretrizes da política financeira da Vale, que prevêem a conciliação do financiamento das oportunidades de crescimento rentável com a preservação de um balanço saudável, fator essencial diante de um cenário de recessão global com várias incertezas sobre o futuro".
A questão merece uma reflexão. Os três últimos exercícios da companhia foram marcados por sucessivos recordes, graças à expansão desenfreada do consumo da China e aos preços sem igual das principais commodities comercializadas pela Vale. O principal efeito desse desempenho foi o pagamento de dividendos em escala tal que colocaram os papéis da empresa entre os de maior atração na bolsa de Nova York. A rentabilidade obtida pelos acionistas da Vale superou a dos banqueiros, algo fenomenal diante dos juros praticados no Brasil. As “incertezas sobre o futuro” trazidas para 2009 já fizeram a empresa demitir pessoal, reivindicar a redução do custo da mão-de-obra e cobrar uma espécie de AI-5 corporativo. Mas não atingiram a remuneração dos acionistas, que continuarão a ter as mesmas garantias dos anos anteriores.
Agindo assim, a Vale diz que concilia o “financiamento das oportunidades de crescimento rentável com a preservação de um balanço saudável”. Ela quer dizer que os ricos continuarão a investir nela, sejam acionistas como banqueiros, garantindo-lhe capital para continuar a crescer a despeito da recessão mundial. O executivo Roger Agnelli está pedindo que a sociedade lhe entregue um cheque em branco, confiando na sua capacidade e no seu faro.
Para poder lhe dar carta branca, dissipando alguns dos efeitos da crise, a opinião pública – que poderia se expressar através do principal controlador nominal da Vale, o fundo estatal Previ – precisa submeter a reavaliação seu desempenho à frente da segunda maior empresa do país e da sua principal fonte de divisas. As duas situações resultaram da época de vacas gordas, quando a companhia se comportou como se fosse uma simbiose da cigarra festeira com a formiga operosa. Agora, na estação das vacas magras, é preciso verificar se a face produtiva da Vale prevaleceu e irá predominar. A fixação em dividendos centrados no mercado internacional parece indicar que não. De qualquer maneira, para fazer a prova dos nove, é preciso verificar o que a empresa anuncia e confrontar sua palavra com a realidade.
Nélio Aguiar confirma candidatura a prefeito
Nélio vai liderar uma frente de seis pequenos partidos. O nome do vice deve sair do PSB, PSC ou PPS.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
TSE nega mandado de segurança para suspender eleições em Santarém
Em seu despacho, Ayes Brito mandou pedir informações ao Tribunal Regional Eleitoral e determinou a remessa dos autos para manifestação do ministro Marcelo Ribeiro, aquele mesmo que foi decisivo em seu voto para que o TSE indeferisse o registro da candidatura da ex-prefeita.
Esta é a oitava derrota da ex-prefeita Maria do Carmo nos tribunais superiores de Brasília desde o dia 16 de dezembro.
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Atualização: O despacho foi dado pelo presidente em exercício do TSE, ministro Arnaldo Versiani, outro ministro da corte que votou originalmente pelo indeferimento da candidatura da ex-prefeita.
Alcoa exige retirada de invasores para restabelecer negociações
Segundo a nota da assessoria de imprensa, a Alcoa sempre esteve ' disposta a negociar, não aceita, porém, que isso aconteça sob coação e invasão de sua propriedade, hoje ou no futuro. E só voltará a negociar quando Gerdeonor Pereira e demais invasores se retirarem do local pacificamente".
1. A Alcoa, desde antes do início de implantação de sua mina de bauxita em Juruti, sempre procurou e manteve ativamente o diálogo com todas as comunidades de Juruti e continua desejosa de manter essa relação construtiva com a população e o poder público. As maiores provas do êxito dessa conduta são as negociações bem-sucedidas e já concluídas com praticamente todas as comunidades do município em torno das atividades de mineração; e a comprovação, em pesquisa do Ibope, de que quase 90% da população têm uma atitude positiva para com o empreendimento da Alcoa;
2. Neste momento em que a implantação da nova mina se encontra em fase de conclusão e as negociações para a assinatura de um Termo de Compromisso entre Alcoa e as comunidades do Lago Grande caminham para de uma conclusão bem-sucedida – sob os auspícios do Ministério do Desenvolvimento Agrário e do INCRA – um grupo de pessoas está acampado em uma entrada da propriedade da Alcoa em Juruti, sem uma pauta de pleitos objetivos e em clara violação de propriedade privada. Houve tentativa de invasão com violência, que foi evitada, sem conseqüências, pela Polícia Militar;
3. O presidente da Alcoa, Franklin Feder, estava em visita a Juruti no momento da invasão e lá permaneceu disponível para uma reunião com Gerdeonor Pereira, que chefia esse movimento de invasão. No entanto Gerdeonor só aceita reunir-se com a Alcoa desde que também participem da reunião a SEMA, o INCRA nacional, a Casa Civil do governo do Estado, o ITERPA e a Prefeitura de Juruti;
4. A Alcoa, sempre disposta a negociar, não aceita, porém, que isso aconteça sob coação e invasão de sua propriedade, hoje ou no futuro. E só voltará a negociar quando Gerdeonor e demais invasores se retirarem do local pacificamente;
5. Neste momento em que, devido à crise financeira mundial, a Companhia acaba de suspender todos os seus investimentos, mantendo-os somente no Brasil e especificamente em Juruti, a Alcoa confia e espera que as autoridades governamentais continuem a desempenhar seu papel harmonizador e regulador, assegurando a continuidade da implantação da nova mina de bauxita, notadamente mediante a emissão da sua licença de operação, levando em conta a importância do empreendimento para a geração de empregos, receita tributária e desenvolvimento sustentável do Oeste do Pará;
6. Tão logo seja restabelecida a normalidade na localidade da mina, com a retirada dos invasores, a Alcoa continuará, como sempre esteve, aberta ao mais abrangente diálogo com todas as partes interessadas, em benefício da continuidade da implantação da mina de bauxita de Juruti.
Assessoria de Comunicação Alcoa Mina de Juruti
Adesão ao Super Simples prorrogada até 20 de fevereiro
Rocha oferece ao PT lugar de vice na chapa do PMDB
Os emissários do PT - Everaldo Martins, Inácio Corrêa e Odete Costa- não disseram nem que sim, nem que não. Preferiram jogar a decisão para o encontro municipal do partido que se realizará amanhã.
Anúncio das sedes da Copa do Mundo será em 20 de março, diz Blatter
Blatter participou de uma reunião com o presidente Luis Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto, em Brasília. Além de ambos, estiveram presentes o ministro do Esporte, Orlando Silva, e o líder da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira.
"Nós confirmamos que a reunião do Comitê Executivo está prevista para os dias 19 e 20 de março, quando serão designadas as 12 cidades que organizarão a Copa do Mundo de 2014", disse o presidente da Fifa, após um encontro de uma hora com Lula.
Na quarta-feira, Blatter confirmou que serão 12 cidades-sede para o Mundial de 2014, ao contrário das dez que defendia anteriormente e que foram determinadas para a Copa do Mundo da África do Sul, em 2010.
"Estou feliz em constatar que os diferentes estádios e as diferentes cidades candidatas estão prontos para se organizar para a Copa do Mundo. O governo central e o chefe de Estado deram todas as garantias necessárias para isso", completou Blatter.
Também nesta quinta-feira, Orlando Silva afirmou que duas regiões brasileiras serão contempladas com vagas para o Mundial. Segundo o ministro, Manaus e Belém lutarão para serem sedes na Amazônia, enquanto Cuiabá e Campo Grande disputam na região do Pantanal.
Fonte: UOL
Escritório de santareno exporta projetos arquitetônicos
Há 05 anos no ar, o site que a princípio funcionaria apenas como vitrine para os projetos desenvolvidos pelo escritório, chamou a atenção do Brasil e do mundo e, logo chegaram os primeiros e-mails questionando sobre a possível venda dos projetos disponíveis no site. A internet então, passou de exposição para canal de comercialização.
Atualmente, com uma média de 1.000.000 (um milhão) de acessos mensais e de 120.000 (cento e vinte mil) visitas únicas por mês, o site apresentou no comparativo 2007/2008 um crescimento de 400% no número de atendimentos.
Os números impressionam. No último mês, o escritório produziu um projeto por dia e faz questão de entregar todos os pedidos sem atraso. “Temos um compromisso com o cliente. O site existe há 05 anos, mas já são 28 anos de intenso trabalho e aprimoramento”, afirma Ary Rabelo.
Essa é a grande prova do sucesso e da qualidade dos serviços prestados. Santarém pode se orgulhar destes grandes profissionais que já exportam seus trabalhos para o Japão, África e Europa, atendendo também qualquer lugar do mundo.
Lira Maia só toma decisão sobre candidatura no domingo
Adoçante no ego do presidente da FIFA
Do Espaço Aberto:
Por aqui, devem estar preparando – ainda devem estar – balõezinhos, bombons de cupuaçu, maniçoba, açaí e pato no tucupi para adoçar, apimentar e temperar a boca e o paladar de Joseph Blatter, o chefão da Fifa, quando ele chegar a Belém, no próximo dia 5 de fevereiro, para fazer sua inspeção in loco nesta cidade-candidata a uma das subsedes da Copa de 2014.Pois é.
Enquanto tudo isso ainda está sendo preparado por aqui, o governador do Amazonas, Eduardo Braga, adiantou-se.
Em vez de esperar a chegada de Blatter a Manaus, o próprio governador já foi ao encontro do presidente da Fifa, em São Paulo.
Braga ainda não adoça a boca de Blatter com sabores amazonenses.
Por enquanto, adoça o ego de Blatter.
E faz isso antes mesmo do Pará.
Projeto Alcoa na mira de grupo de manifestantes da Acorjuve
Do Espaço Aberto
Cerca de 100 a 200 pessoas, todas integrantes da Associação Comunitária da Região de Juruti Velho (Acorjuve),concentram-se desde ontem num ponto de acesso ao Projeto da Alcoa, em Juruti, na região oeste do Pará.A pretensão do grupo, segundo informações chegadas ao blog, era ocupar as instalações da empresa.
Mas a invasão não se consumou porque a Alcoa, que adotou cautelas antecipadas, já havia pedido reforço da Polícia Militar. Cerca de 40 PMs guardam as instalações do projeto.
Os manifestantes, entre os quais se incluem mulheres e crianças, não informaram ainda, precisamente, quais são as suas reivindicações. Mas pretendem conversar numa reunião com alguma representante da Alcoa, o que deverá acontece provavelmente hoje.
Juruti possui um dos maiores depósitos de bauxita de alta qualidade do mundo. A reserva estimada é de 700 milhões de toneladas. A mina é explorada pela Alcoa, uma das líderes mundiais na produção de alumínio.
Na última segunda-feira, o blog adiantou que setores da Inteligência da Segurança Pública há haviam detectado fortes indícios da ocupação de grandes projetos instalados no interior do Pará, durante o Fórum Social Mundial que se realiza em Belém.
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Miguel,
A informação que temos é que desde às 15h da tarde de ontem, um grupo de aproximadamente 200 pessoas está acampado em uma entrada da propriedade da Alcoa em Juruti. Houve tentativa de invasão, que foi evitada pela Polícia Militar.
O presidente da Alcoa, Franklin Feder, esteve em Juruti desde ontem, disponível para uma reunião com Gerdeonor Pereira, que é o coordenador desse movimento de invasão. No entanto Gerdeonor só aceita reunir-se com a Alcoa desde que participem também a SEMA, o INCRA nacional, a Casa Civil do governo do Estado, o ITERPA, a Prefeitura de Juruti, autoridades que não estão presentes no município.
Logo que tenhamos mais informações, encaminhamos ao Estado do Tapajós.
Cleide Pinheiro
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
São Raimundo vence jogo contra o Castanhal com gol relâmpago
A vitória levou o São Raimundo aos sete pontos, na vice-liderança, atrás somente do líder Paysandu. O clube mostrou sua força nas duas rodadas iniciais, ao massacrar o Remo, por 5 a 1 na estreia, e arrancar um empate com o Águia, em 2 a 2, na rodada seguinte. O Castanhal, por sua vez, é o penúltimo colocado, com apenas um ponto.
O São Raimundo volta a campo somente na próxima quarta-feira, quando enfrenta o Time Negra, às 17 horas. Já o Castanhal joga contra o Vila Rica, às 17 horas, um dia antes.
Confira os resultados da terceira rodada:
Sábado
Remo 2 x 2 Vila Rica
Domingo
Ananindeua 3 x 0 Águia
Paysandu 4 x 1 Time Negra
Quarta-feira
Castanhal 0 x 1 São Raimundo
São Raimundo derrota Castanhal e segue vice-líder
Em Castanhal(FINAL)
CASTANHAL 0 X 1 SÃO RAIMUNDO
S.Raimundo 1x0:Hélcio 33" 1º
STF é favorável a que comércio em farmácias se limite a medicamentos
A ação de Serra propõe que o comércio em farmácias seja disciplinado e se limite à venda de medicamentos, com o que o procurador concorda em parte
Higiene
Segundo Souza, produtos de higiene e de saúde individual, como cosméticos, perfumes, produtos dietéticos e óticos, podem ser vendidos em drogarias, uma vez que, legalmente, podem ser considerados insumos farmacêuticos e correlatos.
No entanto, o conceito não abrange produtos como filmes fotográficos, cartões telefônicos, bebidas lácteas, barras de cereais e artigos para bebês, os quais - concorda o procurador - não deveriam ser vendidos em drogarias. O parecer do procurador-geral será analisado pela ministra Ellen Gracie, relatora da ação no STF.
Discussão sobre sentença teria levado réu a ferir juiz com uma pá e levar dois tiros do magistrado
A cena foi presenciada pelo promotor público Paulo Roberto e por pessoas que estavam na audiência.
Antônio Rocha consolida candidatura
No caso de Ruy, ficou certo que o vereador Maurício Corrêa, seu primo, deixaria de postular a indicação de candidato do partido, deixando Rocha bem à vontade, o mesmo ocorrendo com o ex-prefeito Ronan Liberal.
Já a pré-candidatura de Helenilson Pontes o afastou ainda mais do deputado peemedebista. Nenhum dos dois quis abrir mão da candidatura em benefício do outro.
Como Antônio Rocha controla 99% do diretório, as chances de Helenilson virar o jogo na convenção de domingo são remotíssimas.
Lúcio Flávio Pinto: A crise chega a Carajás
A Companhia Vale do Rio Doce, impulsionada pelos grandes aumentos nos preços das matérias primas, foi uma das empresas que mais cresceu no mundo nos últimos anos. Sem dúvida, foi a de maior desempenho no setor mineral, siderúrgico e metalúrgico. Agora a dúvida, gerada pela atual crise econômica internacional, pode ser dividida em duas partes. A primeira: depois do salto, haverá o tombo? A segunda: de qual tamanho?
Os dados sobre a produção da empresa em 2008, divulgados na semana passada, não escondem a significativa retração que houve no quarto trimestre do ano, de mais de 26%. Ainda assim, recordes de produção foram batidos comparativamente a 2007, em virtude do ritmo superaquecido da produção até setembro de 2008. Se no último trimestre a demanda mundial não tivesse caído tanto, os números finais seriam impressionantes – mais do que isso: seriam chocantes.
A Vale incrementou o máximo que pôde as suas frentes de produção para aproveitar a maré ascendente dos preços e acumular reservas para o período de calmaria e refluxo que se seguiria? Ou a empresa não avaliou corretamente a crise e o seu tamanho, tendo que refrear seu ímpeto, com ônus para seu equilíbrio econômico-financeiro? Qualquer que seja a resposta, a questão agora é o ajuste da antiga estatal ao andamento da economia internacional pelo próximo período, cuja duração ainda é incerta.
O relatório que acompanhou as estatísticas de produção sustenta que a Vale mantém sob seu comando suas atividades e que elas seguirão seu planejamento, com algumas variações e adaptações em função do desaquecimento da demanda pelos seus produtos. Se esse prognóstico é correto, o Pará tem mais motivos para se preocupar com a tendência apontada do que em saudá-la como positiva.
A siderurgia no mundo todo foi desaquecida, mas não paralisada. Fornecedores com menor capacidade de competição ficarão pelo meio do caminho, mas quem dispõe de mercadoria de boa qualidade continuará a vender, ainda que em menor quantidade ou por preço inferior. A produção de ferro em Carajás bateu o recordo histórico em 2008 e nada indica que se reduza de forma expressiva. A elevada qualidade do minério, o melhor do mundo, manterá a extração, só que agora não mais remunerada por valores até então inconcebíveis. Se com a tonelada a 60 dólares posta no porto de embarque o Estado mais padeceu do que usufruiu dos benefícios, na nova situação o desequilíbrio será maior.
A situação é a mesma do manganês, outra matéria prima da siderurgia. A mina do Azul, a maior do país, chegou a dois milhões de toneladas (do total de 2,3 milhões da Vale), marca que não só não se pensava ser atingida, como não se desejava que o fosse. Representa uma sangria irreparável porque poderá eliminar de vez a possibilidade de acrescentar valor ao produto no próprio local, através da industrialização. O Pará minerador está cada vez mais distante de um Estado manufatureiro.
Se os setores do níquel e do cobre poderão não retomar a escala de produção que ainda conseguiram manter em 2008, com o expressivo desempenho da mina do Sossego, já a principal fonte de cobre para a Vale, o ciclo do alumínio resistiu ao choque internacional. Baixou a produção de bauxita no Trombetas (ainda assim, na escala de sete milhões de toneladas), mas não os valores finais. A mina de Paragominas chegou ao limite da sua capacidade inicial, de 4,5 milhões de toneladas, devendo dobrar esse valor em 2010.
A fábrica de alumina da Alunorte já opera no nível de 6,2 milhões de toneladas, de longe a líder mundial desse setor, e a Albrás empacou na sua capacidade máxima, de 455 mil toneladas, por falta de energia para a expansão. Energia que deverá vir do gás da bacia do Pará-Maranhão, se as prospecções em curso forem bem sucedidas, ou do carvão da Colômbia e da África, onde a presença da Vale se acentua.
Quem examina com atenção os registros físicos da produção, ainda sem o complemento necessário dos números do faturamento, não conseguirá deixar de concluir que a Companhia Vale do Rio Doce se internacionalizou mais do que supõe a opinião pública e a própria empresa admite. Suas estratégias, embora sujeitas a erros, que poderiam ter sido desastrosos (como a felizmente fracassada tentativa de comprar a Xstrata), têm uma perspectiva muito mais ampla do que a moldura nacional da sua origem, numa tendência de deslocamento para fora do país. Nesse contexto, o Pará, tão importante para o sucesso dessa estratégia, cada vez mais se torna um detalhe dentro da corporação. Por um motivo principal: falta de conhecimento sobre o que a empresa é e de capacidade de intervenção nas questões que lhe dizem respeito.
O estilo Helenilson de fazer política
Esse Helenilson se atribue uma importancia e astutice que somente ele e os infladores dessa aventura tosca deles, conseguem visualizar.
O alencarino ta precisando de marketeiro se quiser se aventurar nessas veredas pq com essa pose, desse jeito e com esse papo ...
Ponto e contraponto sobre sede da Copa de 2014 em Manaus
- É lamentável que esta notícia sem fundamento fique sendo propagada pela grande rede de computadores, está na cara que é uma notícia com fins políticos. Belém investirá cerca de R$ 70 milhões para ser sede, onde o Estádio Olímpico do Pará - Mangueirão - já possui 70% das exigências da FIFA, sendo desnecessário construir outro estádio como acontecerá em Manaus. Belém está crescendo muito na região sua rede hoteleira está em fase de expansão, estradas interligadas através da Alça Viária, Aeroporto Internacional, vários portos para embarcações de todos os portes e Belém teve nos últimos 2 anos Belém vários Congressos e Encontros Nacionais e Internacionais, e atualmente está sediando o Fórum Mundial da Educação, Fórum Mundial da Saúde, Fórum Parlamentar Mundial, Fórum Mundial de Juízes e o Fórum Mundial Social, não esquecendo os diversos pontos turísticos que temos: Hangar, Estação das Docas, Mangal das Graças, Cidade Velha, Casa das 11 Janelas, as diversas praças de Belém, Complexo Feliz Lusitânia, Parque da Residência, Ver-o-Rio, Ver-o-Peso, Museus, Bosques, Parques, Bio Parque e Jardim Botânico, Memorial dos Povos, arquiteturas e ruas com seus corredores de mangueiras, ilhas e praias (mosqueiro, icoaraci e outeiro), e claro um belo passeio de barco pela orla de Belém. Visitem o site http://www.belem2014.com para saber porque Belém tem tudo para ser sede.
- Anônimo disse..
- Concordo em Parte com o que o Alan Maia escreveu em seu post. Só que o maior critério é o da relação custo, benefício que o evento trará. A impressão que eles tem de fora é que Belém fará tudo de "afogadilho", ou seja obras que só serão feitas se a copa Vier. Não é esse o objetivo da Copa do mundo. Então nossas "autoridades" tem é que começar a fazer... Independente de a copa vir ou não. Só que já não há muito tempo pra isso, outras capitais Como Manaus por exemplo, já vem fazendo a algum tempo o que nossos governos anteriores deveriam fazer, e não fizeram. Nossa rede hoteleira é insuficiente, nosso sistema de transporte é precário, a segurança pública nem se fala, Saúde pública...Melhor nem comentar. Sinceramente? Belém ainda não tem condições de sediar uma copa. Ainda torço para que algum arranjo político nos beneficie , do contrário, fica difícil! Or concours mesmo só a nossa paixão pelo futebol. Isso ninguém tira. Mas esse comentário do Juca Kfouri foi realmente um balde de água fria nas nossas pretensões.
Delegacia de Porto Trombetas reformada com apoio da MRN
Com o objetivo de melhor atender e servir a população de Porto Trombetas, o prédio da delegacia passou por uma grande reforma. Através de recursos destinados pela MRN, diversas melhorias foram implementadas. Dentre elas, destacam-se: reforma das celas, construção de sala exclusiva para a Polícia Civil, climatização do espaço, iluminação e pintura de todo o prédio. Na ocasião, a MRN também doará três caminhonetes para as polícias dos municípios de Terra Santa e Oriximiná.
Para o Delegado Superintendente da Policia Civil do Baixo e Médio Amazonas, Jardel Guimarães, a Mineração Rio do Norte está contribuindo para a segurança e o bem estar da população de Porto Trombetas e de seu entorno. “Essa parceria entre a empresa e a polícia é essencial para garantir o combate à criminalidade e a segurança da população de Porto Trombetas e da região”, ressalta.
(Fonte: MRN)
José Maria Tapajós pede apoio a Antônio Rocha
Habilidoso, procurou esta semana o deputado Antônio Rocha para propor um pacto: caso o presidente do partido mantenha sua candidatura, Tapajós lhe apóia. Caso desista, o prefeito deixa o cargo de presidente da Câmara e espera ser apoiado por Rocha para disputar a convenção de domingo.
Em outra frente diametralmente oposta, Helenilson Pontes parte para o tudo ou nada: diz que se não for o candidato do PMDB apóiará o nome do vereador Nélio Aguiar, do PMN.
Excesso de velocidade continua como a infração mais comum
A segunda infração mais frequente foi o avanço do sinal vermelho com 50.954 ocorrências. Logo após, aparece o uso do celular no trânsito (31.485).
O levantamento mostra, também, as infrações mais corriqueiras registradas em 2008 na capital. De acordo com os dados computados pelo Detran, das mais de 85 mil infrações por excesso de velocidade no Estado todo, 70.675 foram em Belém. O avanço do sinal vermelho aparece logo atrás (45.561) seguido pelo uso do celular no trânsito (28.388).
Cinto - De acordo com o levantamento do Detran, apesar de ter aumentado a quantidade de ocorrências de condutores que deixaram de usar o cinto de segurança - 29.129 em todo o Pará, a infração, que até 2007 apareceria como a segunda mais frequente, caiu para a quarta mais comum em todo o Estado. Em Belém, a falta do uso do cinto de segurança também foi a quarta infração com o registro mais frequente. No total, houve 18.478 autuações aplicadas em quem deixou de usar o cinto de segurança nas ruas da capital.
(Fonte: Detran)
SMT nega aumento da tarifa de mototáxi
REPÓRTER
Os representantes da categoria dos mototaxistas de Santarém estiverem reunidos com o Secretário de Transportes do município, Sandro Lopes, para pedir a concessão de aumento de 50% nas tarifas para as corridas na zona urbana da cidade, o que faria o preço subir dos R$ 2 cobrados hoje para R$ 3, de acordo com a planilha apresentada pela entidade que pede o reajuste para compensar o aumento no preço dos combustíveis, pneus e peças dos veículos acumulados de 2003, ano quando o serviço foi regulamentado, até hoje.
Apesar da reivindicação da categoria o pedido foi negado porque os mesmo não apresentaram a planilha correta mostrando o balanço comparativo dos últimos cinco anos entre os custos dos insumos que compõem o preço final das tarifas. Diante da situação, o secretário, Sandro Lopes negou o pedido por falta de informações e adiantou que o próximo pedido de aumento terá que ser encaminhado diretamente para executivo. Caso o prefeito José Maria Tapajós se convença da necessidade do aumento pode encaminhará o pleito então, ao Conselho Municipal de Transportes que é o Órgão que define de fato se haverá reajuste ou não.
O aumento compensaria reajustes dos insumos
A gasolina que é o principal insumo utilizado pelos mototaxistas que reivindicam o aumento de 50% nas tarifas urbanas, em 2003 custava menos de R$ 2 e hoje é cobrada a R$ 2,75 por litro, ou seja, teve aumento de mais de 30% em cinco anos. O pneu há cinco anos custava cerca de R$ 30 cada, hoje não sai por menos de R$ 70. Existe ainda o kit contendo corrente, coroa e pião que em 2003 custava R$ 15 e agora sai a R$ 35, mostrando a realidade não atualizada para os mototaxistas.
Os mototaxistas rodam hoje com 450 motos credenciadas e convivem com outros quase 2 mil clandestinos que fazem inclusive transporte irregular de crianças de colo, como foi flagrado e resultou no caso da agressão sofrida por uma equipe de TV do município, que teve repercussão em rede nacional.
Pontuando - José Olivar
Manchetes desta quarta-feira de O Estado do Tapajós
PRESIDENTE DA ACES DIZ QUE MAPA DA SOJA É UMA FARSA
A MADEIREIRA JAPONESA EIDAI SE VAI. A CULPA É DE QUEM?
TRAFICANTES SÃO MAIORIA EM CUCURUNÃ
DESFILE DE CARNAVAL SERÁ REALIZADO EM TRÊS DIAS
CRISE ECONÔMICA MUNDIAL CHEGA ATÉ A SERRA DOS CARAJÁS
OBESOS ESTARÃO LIVRES DE PASSAR POR CATRACAS NOS ÔNIBUS
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Quadro clínico de Simão Jatene é considerado bom pelos médicos
Segundo informações do publicitário e amigo de Jatene, Orly Bezerra, o quadro clínico do político é satisfatório. 'Os médicos devem dizer ainda hoje quando ele poderá ter alta médica'.
O ex-governador passou por uma angioplastia para desobstruir uma artéria que estava 60% entupida. O procedimento ocorreu sem alterações, durou cerca de 20 minutos e foi realizado pelos médicos Heloisa Guimarães e Ulisses Costa, que fazem parte da equipe comandada pelo médico Dionísio Bentes.
Internação - Simão Jatene estava em casa quando sentiu uma alteração na pressão, ainda na noite de sexta-feira (23). Ao chegar no hospital, o político foi submetido a um cateterismo, procedimento que faz um mapeamento das artérias do corpo. O exame constatou o entupimento de uma artéria e por conta do exame, o ex-governador foi levado para UTI.
(Portal ORM)
Belém abre fórum social com 90 mil pessoas hoje
Os hotéis e pousadas da cidade estão lotados - até os motéis mudaram as regras para abrigar participantes do encontro. Outras 15 mil residências foram alugadas, até por R$ 2 mil, para os dias do fórum. Com a procura, uma diária de hotel hoje em Belém chega a R$ 900, com direito a café da manhã, almoço e jantar.
Para garantir a estrutura do evento e a segurança dos participantes, o governo estadual investiu R$ 143 milhões, um terço na compra de carros para a polícia. Dez hospitais de campanha foram montados nos campi da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e da Universidade Federal do Pará (UFPA), onde também foram construídos alojamentos para 30 mil visitantes. Outros 270 leitos hospitalares estão disponíveis nas redes pública e privada para atender às emergências.
(Agência Estado)
Carnaval terá 3 dias de desfile de blocos
Haverá desfiles na sexta, sábado e terça-feira gorda.
A prefeitura vai dar 31 mil reais de subvenções aos blocos.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
“Nosso desafio é trabalhar o desenvolvimento duradouro”, diz Ana Júlia
Por Ronaldo Brasiliense
Com o Pará como anfitrião do Fórum Social Mundial (FSM), que pela primeira vez é realizado no norte do Brasil, a governadora Ana Júlia Carepa (PT) espera que a Amazônia volte a ser o centro do debate mundial sob a ótica do desenvolvimento sustentável. Nessa entrevista, exclusiva, Ana Júlia fala de sua expectativa sobre a realização do FSM em Belém e anuncia que as medidas adotadas em parceria com o governo Lula garantirão a segurança dos milhares de participantes do Fórum.
Qual a importância da realização do Fórum Social Mundial em território paraense?
ANA JÚLIA CAREPA – É a oportunidade de colocar a Amazônia no centro do debate mundial, sob a ótica do desenvolvimento sustentável. A nossa região concentra a maior floresta tropical do Planeta, mas não é um território constituído apenas de fauna e flora. Só na Amazônia Brasileira existe uma população superior a 20 milhões de pessoas, que tem direito a uma vida digna. O nosso desafio, portanto, é trabalhar o desenvolvimento de forma duradoura, em que os recursos naturais possam ser utilizados de forma equilibrada. Então espero que as discussões do Fórum possam nos ajudar a consolidar o novo modelo de desenvolvimento que estamos implantando e que assegura a inclusão social das populações locais, o investimento em ciência, tecnologia e inovação de tal forma que possamos tirar proveito da nossa biodiversidade, através da incorporação de produtos da floresta em pé.
A questão da segurança para os mais de 100 mil visitantes esperados no Fórum está equacionada com a presença da Força Nacional de Segurança e com as medidas adotadas por seu governo, como a contratação de mais policiais?
ANA JÚLIA – Esperamos que sim. Quando assumimos o governo do Estado encontramos um déficit de 13 mil homens, resultado de mais de dez anos sem a realização de concurso público para a Polícia Militar. Já fizemos um concurso, vamos fazer o segundo e colocamos 1.500 policiais nas ruas, treinados e equipados. Para garantir a segurança do Fórum Social Mundial, solicitei a presença da Força Nacional, que veio reforçar o trabalho da Secretaria de Segurança e deverá permanecer em Belém por mais 90 dias. Isso mostra a parceria do nosso governo com o Governo Lula. Creio que o que une as pessoas que participam do Fórum é maior do que aquilo que as separa, já que todos estão identificados com os ideários do evento, que é a busca uma nova ética planetária, que pressupõe respeito, tolerância e sustentabilidade ambiental.
Em termos práticos, o que a senhora espera que o Fórum Social Mundial deixe de positivo para a Amazônia?
ANA JÚLIA – O aumento da consciência mundial sobre o papel da Amazônia. Esperamos despertar ainda mais as organizações científicas e de cooperação internacional para que possamos implantar os nossos projetos, o nosso programa de 1 bilhão de árvores em cinco anos, os nossos parques tecnológicos e outras propostas. Porém, o mais importante para nós é fortalecimento das relações entre os povos da Pan-Amazônia e a consolidação do nosso bloco de integração latino-americana, que é o Mercosul, que nos dará maiores e melhores condições de afirmar as nossas propostas de superação de um modelo baseado na opressão, no egoísmo e na exploração de imensa parcela da população mundial. Mas tudo isso só ocorrerá com o fortalecimento das organizações sociais, que impulsionam governos e instituições em busca de um novo modelo baseado na solidariedade e no equilíbrio ambiental do planeta.
Rocha divide para reinar
Com muita habilidade, Rocha lançou os pré-candidatos a prefeito de Santarém em busca de apoio. Cada um por si.
Enquanto outros três concorentes buscam alianças externas, Rocha raciocinou que os mesmos não teriam tempo para costurar acordos internos capazes de lhe tirar o favoritismo.
Internamente, Rocha controla o PMDB.
Isso é que é dividir para reinar, mesmo que pareça concessão a José Maria Tapajós, Helenilson Pontes e Maurício Corrêa.
Alcoa testa manobra de navio no canal de Juruti
Recentemente houve operação de manobra de navio, medição da profundidade no canal e outras operações necessárias para atestar a viabilidade do acesso que liga o porto de embarque de minério ao rio Amazonas.
Sylvia Fujioka, assessora de imprensa da Alcoa, diz que o teste foi um sucesso.
Jatene deve receber alta até quarta-feira
Durou apenas 20 minutos a angioplastia a que se submeteu na manhã desta segunda-feira, no Hospital Porto Dias, o ex-governador Simão Jatene.
A pequena cirurgia foi feita pelos médicos Heloísa Guimarães e Vinícius Costa, que integram a equipe do dr. Dionísio Bentes.
Jatene está bem e se encontra na UTI.
A previsão é de que amanhã seja transferido para um apartamento e na quarta-feira volte para casa.
