segunda-feira, 25 de maio de 2009
Paraenses vivem no apagão
Não é apenas no quesito tributos que o Grupo Rede, sócio controlador das Centrais Elétricas do Pará (Celpa), vem causando prejuízos aos paraenses. A qualidade do fornecimento, atestada pelos indicadores da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), é uma das piores - senão a pior - do País.
Os números são assustadores. Enquanto o Brasil registrou, em 2007, uma média aual de 11 interrupções de fornecimento com um total de 16 horas sem energia elétrica para cada conjunto de consumidores, no Pará ocorreram 45,66 interrupções que deixaram os paraenses por 56,92 horas no escuro.
A média local é elevadíssima, mesmo quando comparada ao desempenho de outras distribuidoras controladas pelo grupo Rede. As Centrais Elétricas do Mato Grosso (Cemat), por exemplo, registraram, também em 2007, 24,80 interrupções em média para cada conjunto de consumidores, com corte no fornecimento de energia por 27,54 horas.
A situação se agrava quando a comparação é feita com estados com PIB semelhante ao do Pará, mas não atendidos por concessionárias do Grupo Rede. É o caso do Ceará, onde a Coelce registrou, em 2007, um desempenho médio de 7,87 interrupções com 9,40 horas sem atendimento.
Os relatórios da Aneel apontam, ainda, para um outro fato importante: Enquanto o Brasil, a Coelce e a própria Cemat vêm apresentando, desde 2001, uma melhoria na qualidade dos serviços oferecidos, com redução dos indicadores de descontinuidade, no Pará a tendência é inversa.
Em 2001, a média anual de horas sem fornecimento de energia para os conjuntos de consumidores paraenses era 29,46. No mesmo ano a quantidade média de interrupções atingiu 31,72.
Em 2008, o cenário local se mostrava ainda pior. Apenas no primeiro trimestre, o intervalo de tempo sem fornecimento de energia somava 56,45 horas – um número praticamente igual ao registrado em todo o ano anterior. Em relação às interrupções, entre janeiro e março de 2008, a média já acumulava 37,96 registros, com tendência a superar o resultado verificado no ano de 2007.
A esses indicadores soma-se um outro que comprova, sem nenhuma dúvida, que o estado possui um dos piores atendimentos em energia elétrica, a despeito de abrigarmos Tucuruí, a maior hidrelétrica 100%brasileira: dos 188 conjuntos de consumidores existentes no Pará em 2007, 169 apresentavam padrões violados de voltagem, o que corresponde a 89,89% do total.
Leia mais: Multas já ultrapassam R$ 37 milhões
Apartamento que pegou fogo estava segurado
João e a família não estavam em casa na hora do sinistro, que não foi total porque o quarto do casal foi preservado pela espessura de uma porta de acapu.
Mas na sala os estragos são mais sentimentais que materiais. Ali estavam expostas quadros de pinturas raras, duas destas compradas na Argentina, durante sua recente turnê com a esposa Marilu pelo cone sul.
Nem o seguro do apartamento, cuja apólice vale R$ 380 mil, consola João Sena:
- Há coisas que o dinheiro não paga.
Índice de imagem corporativa da MRN chega a 83% em 2009
A Mineração Rio do Norte comemora os resultados de sua mais recente pesquisa de imagem, realizada em março desse ano. O índice geral de imagem corporativa da MRN chegou ao patamar de 83% de opiniões favoráveis, cerca de 10% a mais que o resultado da pesquisa anterior, realizada em 2007, quando a MRN atingiu 76% de favorabilidade.
"A pesquisa visa mostrar a imagem corporativa da MRN perante a população local e formadores de opinião. Esse resultado mostra que estamos no caminho certo. Ele é consequência de um trabalho contínuo com foco no desenvolvimento, na qualidade das relações e na sustentabilidade”, avalia a gerente de Comunicação da MRN, Ana Maria Cunha.
O aumento mais expressivo foi na cidade de Oriximiná, onde o índice foi de 83% de favorabilidade em 2007 para 91% em 2009. Em Terra Santa, outra cidade da área de influência direta da empresa, a MRN obteve o resultado de 86%, contra 79% da pesquisa anterior. Em Faro, o índice favorável foi de 81%, o mesmo obtido em Óbidos.
No item “top of mind”, a MRN foi citada 97% das vezes como a empresa que mais contribui para o desenvolvimento dos municípios. Os impactos econômicos causados pela empresa fora considerados positivos por 95% dos entrevistados. Os impactos sociais foram avaliados positivamente por 81% das pessoas e os ambientais e de desenvolvimento sustentável por 80%.
O levantamento de 2009 incluiu domicílios das cidades de Oriximiná (zona urbana e rural), Faro, Óbidos, Terra Santa, Santarém e Porto Trombetas. Através da técnica de amostragem, foram entrevistados moradores dos municípios da área de influência da MRN, levando-se em consideração o tamanho e o perfil socioeconômico da população de cada cidade. A única exceção foi Santarém, onde a pesquisa se limitou a entrevistas com formadores de opinião e imprensa do município.
(Fonte: Assessoria de Imprensa MRN)
Ministra Ellen Gracie perde disputa por vaga na OMC
A cadeira será ocupada pelo advogado mexicano Ricardo Ramirez, ex-conselheiro do ministro da Economia de seu país. Ramirez teve o apoio dos EUA e da China.
A expectativa de que Ellen Gracie fosse para a OMC havia feito disparar a bolsa de apostas em torno de sua substituição no STF, onde agora a ministra deve permanecer.
A cadeira será ocupada pelo advogado mexicano Ricardo Ramirez, ex-conselheiro do ministro da Economia de seu país. Ramirez teve o apoio dos EUA e da China.
A expectativa de que Ellen Gracie fosse para a OMC havia feito disparar a bolsa de apostas em torno de sua substituição no STF, onde agora a ministra deve permanecer.
Festa do arromba (3)
Em Belém
Tapajós está atrás da grana federal para os municípios atingidos pela enchente.
O Blog do Estado foi a campo e descobriu que a ajuda pretendida para Santarém é de R$ 9 milhões.
Mas como a MP cortou 40% das verbas reivindicada pela governadora Ana Júlia....
Jatene em Santarém
O ex-governador vai fazer palestra em uma feira de empreendedorismo que está sendo organizada por uma faculdade local.
As 19 horas, no auditório do Amazon Park.
STF em pauta
Lúcio Flávio Pinto: A eleição de 2010 está nos gabinetes
Se a eleição para o governo do Estado fosse agora, o segundo mandato de Ana Júlia Carepa estaria em perigo. É o que todos os círculos políticos proclamam ou admitem, exceto um pequeno compartimento do partido da governadora, que abriga a tendência do PT Democracia Socialista. A DS só tem um militante de dimensão estadual: a própria Ana Júlia, com um currículo invejável.
Ela foi dirigente sindical (dos bancários), vereadora, vice-prefeita, prefeita em exercício, secretária municipal e senadora. Sofreu derrotas e deu saltos de impressionar. Tem qualidades pessoais sem as quais um político não se cria num Estado enorme, complexo, pobre e ao mesmo tempo rico, como o Pará. Mas antes de dar o salto, a própria Ana Júlia não se sentia em condições de enfrentar o desafio. Foi senadora e governadora depois de ter relutado em se tornar candidata. Achava que não ganharia. Foi obrigada a entrar na disputa pela direção nacional do partido e por um aliado de ocasião (ocasião cada vez mais repetida, a despeito do desejo em contrário dos protagonistas): Jader Barbalho, do PMDB.
Sem Ana Júlia, a DS voltaria a ser o que é sem essa adiposidade de poder: um grupo político que não consegue atravessar da teoria da política para a prática política sem se perder pelo caminho, que não é longo, mas está em terreno minado. No último ano de tempo útil antes do período oficial de campanha, qual a marca positiva do atual governo do Estado para credenciá-lo como postulante efetivo à vitória ou favorito na corrida? A promessa de que, daqui para frente, realizará o que não fez, compensando esse saldo extremamente negativo.
Fará com quê, se, de próprio, quase nada fez– e, além disso, os recursos do tesouro começam a faltar, por dissipação no uso ou evaporação na conjuntura econômica crítica? Fará com as verbas das emendas parlamentares e do Programa de Aceleração do Crescimento. Já foram abertas ou consumadas as licitações para as obras no segundo semestre, ou os editais estão prontos para ir às ruas. Logo o interior do Pará será um canteiro de empreiteiras, ávidas por faturar e dispostas a partir e repartir os recursos, os oficiais e os não contabilizados. O panorama atual se modificará por inteiro.
Talvez, contrastando com a inércia mantida até agora, essa transformação realmente ocorra e, por força da máquina oficial, Ana Júlia possa encerrar o ano como a favorita para a vitória eleitoral em 2010. Mas não se ficar entregue à competência da sua facção. Ninguém tem mais dúvida de que se Jader Barbalho não tivesse armado o bote contra Almir Gabriel em 2006, o tucano teria conseguido seu almejado terceiro mandato, mesmo o povo paraense querendo sair do vai-da-valsa dos tucanos, uma música emperrada por 12 anos à base da União pelo Pará, verticalização da produção e outros arremedos verbais de pouco efeito real. Mesmo as alquimias políticas do deputado federal peemedebistas podiam não ter rendido a quebra da hegemonia do PSDB se o adversário da candidata do PT fosse Simão Jatene.
Jatene estava no cargo e, mesmo com sua inapetência para o trabalho duro de colher votos num território com 1,2 milhão de quilômetros quadrados, estava mais credenciado do que Almir Gabriel. Mas o ex-governador não tinha dúvida: a situação foi bem pior em 2002, quando Jatene era traço nas pesquisas e um poste eleitoral, desgastado pelos chás de cadeira que dava nos políticos na ante-sala do seu gabinete de super-secretário do grande chefe durante oito anos. Jatene foi eleito pelo uso desbragado que Almir comandou da máquina oficial, “até o limite da irresponsabilidade” (uma das frases lapidares do PSDB nacional, cunhada por seu maior teórico, o príncipe Fernando Henrique Cardoso).
Logo, tudo que Almir quisesse, Jatene teria que aceitar. Mesmo porque Jatene nunca foi de entrar em bola dividida. Almir se dirigiu para a beirada do campo e mandou anunciar, através de O Liberal, cujos donos foram premiados (e engordados) pela mais promíscua das relações que um governo já manteve com um órgão de comunicação: estava paramentado, com chuteira, calção, camisa e meião para entrar no jogo. E entrou, mas sem a companhia de Jatene.
Enquanto Almir peregrinava pelos comícios, o governador fazia serestas e pescava. Cada um se sentindo com todas as razões para reclamar do comportamento do outro, tratado por traidor. Mas a equação não tinha mesmo solução: sem Almir no páreo, Jatene provavelmente teria sido eleito; se Almir tivesse tipo o apoio que esperava de Jatene, talvez não tivesse sido derrotado por Ana Júlia. Explorando essa cisão e cultivando o meio-de-campo até contra-atacar no final, Jader deu o xeque-mate mexendo a rainha. Não de ouro, embora reluzente: de paus.
A rainha venceu, está no poder e seus acólitos, adstritos à corte mais íntima, garantem que não tem para ninguém em 2010. Comportam-se com um maquiavelismo de nota de rodapé (ou de orelha de livro) e com prática de política estudantil, acrescida do empavonamento que muitos DAS, carros oficiais, aviões executivos e ajudantes de ordem proporcionam. Fizeram e aconteceram – e tudo parecia resolvido, ao menos na verborrágica propaganda oficial. Até novamente Jader Barbalho mexer alguns pauzinhos e mandar dizer através do seu jornal que os “anajulistas” só sabem mesmo é fofocar (quanto a esta capacidade, ninguém duvida).
Jader tratou de liberar o providencial José Priante para elevar os decibéis das críticas, que outros peemedebistas, como o deputado Parsifal Pontes, já vinham fazendo, em coro crescente, barulhento mesmo. Indicando que se Priante for de novo candidato (ao cargo e ao sacrifício, ainda não compensado conforme a conta apresentada), desta vez o PMDB poderá decidir em favor da volta dos tucanos, caso Almir Gabriel se curve, afinal, às determinações da realidade, ou Jatene dê um pequeno empurrão para que ele não saia mais do seu indefinido exílio nas praias de Bertioga, no litoral de São Paulo.
O mais impressionante na política, mesmo que esses movimentos provoquem mais fedor do que ar saudável, é o efeito multiplicador de certos e pequenos atos, quando praticados por profissionais, em contraste com a mise-en-scène de aprendizes de almanaque ou simples teóricos da ciência
A rigor, a matéria não trouxe novidade alguma. Não merecia ir para a manchete da capa do jornal. Ainda mais porque não apareceu qualquer referência ao nome de Marcelo Gabriel, o filho mais velho de Almir Gabriel, citado nesta e em outras histórias soturnas – e preso em uma delas. A substituição da biografia pelo prontuário de Marcelo abalou a família e teria sido o último fator a determinar a mudança de domicílio do ex-governador e a liquidação dos seus interesses e bens patrimoniais no Pará.
Sua retirada durou dois ou três meses. Como seu telefone não tocava, ele tratou de ligar para se fazer lembrar e a fazer viagens exploratórias a Belém. Persistiu em seus propósitos políticos, apesar de algumas decepções. Fez da candidatura do senador Mário Couto a arma contra o ex-amigo (e atual desafeto) Simão Jatene, que também não conseguiu voltar ao violão para retomar suas composições. O efeito se fez sentir e romarias começaram a ser organizadas com destino a São Paulo, o epicentro da disputa federal que se avizinha. Almir estava retomando o comando do PSDB paraense?
Uma nova União pelo Pará, se puder ser restabelecida, encontrará uma situação bem mais complicada porque Almir já não é mais o eixo de nada. É, quando muito, um nome e uma legenda. Mas sem a feição imaculada de antes. O estigma da corrupção, que ele usou como pano de fundo para sua pregação irredentista, já não cabe apenas sobre os costados dos seus adversários. Lama salpicou de vez a pretendida alvura do seu emblema. Não foi por outro motivo que ele saiu do estado de indecisão e deu adeus à política (tantos, a esta altura, quanto famosos jogadores de futebol).
Na voragem de voltar ao poder, o ex-governador pode ter criado uma falsa idéia sobre essa mancha. A matéria de capa da edição dominical do jornal de Jader Barbalho pode servir para alertá-lo de que não será assim a partir do momento em que ele chegar ao campo de batalha com seu cavalo branco – que já não é branco; é, no mínimo, malhado. Ele pode se apresentar de novo uniformizado, mas não como o dono da bola. Artilheiro é o que ele não é propriamente. Quando muito, um armador de jogadas, que não gosta de entrar na pequena área. Quase todo tucano é assim. Por definição. É a ontologia do ser, como diria FHC (e ainda rima).
Desta vez, com máquina ou sem ela, parece que todos, neste momento, são candidatos a tudo e a qualquer coisa. Ainda não há favoritos. Nem descartados. As cartas ainda estão sendo arrumadas para o jogo de logo mais, que poderá ser muito disputado. A governadora parece ter-se convencido de que os seus luas-pretas praticam arrufos de maquiavelismo que soam, a ouvidos treinados para óperas de Wagner, como sussurrantes fofocas, no dizer de um entendido nessas tramas.
Elas podem ser eficientes até o momento em que são desarmadas: depois de entregarem os cargos na máquina pública reclamados pelo aliado, os petistas do poder retiram os recursos, sobretudo a verba. Fica-se sem saber exatamente se há a crise por incapacidade dos gestores, porque eles desviaram os recursos ou, independentemente destes dois primeiros fatores, porque, eficientes ou não, corruptos ou não, eles simplesmente não receberam o dinheiro prometido ou necessário para desempenharem suas tarefas. A crise mais recente, a do Hospital Ofir Loyola, exemplifica essa tática da DS petista.
Depois de deixar que esse jogo se desenrolasse, como se o seu desfecho inevitável fosse a batida em retirada do PMDB, Jader desencadeou a contra-ofensiva em todas as direções, de aliados e adversários, como se revolvesse o terreno para que todo tipo de semeadura se tornasse possível, a partir das teias de composições e alianças que podem ser plantadas com base em prêmios e troféus, a serem retirados das estantes do poder, estadual e federal. Enquanto seus liderados atacam o governo e seus protegidos entregam seus cargos, o líder do PMDB ouve, conversa e não mostra suas cartas. Pode ser blefe. Pode estar bem armado (ou armado com qualquer arma, do que dá indício a volta de Hélio Gueiros à página semanal do Diário, para o que der e vier). O jogo começou.
Despejada dos sonhos, a governadora vai a campo, age, fala, promete, conspira, ameaça, faz valer a caneta com a qual assina os atos oficiais e a chave da liberação de verba no cofre, que carrega consigo. Mas está no meio do redemoinho, que apenas começa. Já busca proteção do outro lado, na máquina de comunicação do grupo Liberal e nos adversários de Jader. O que resultará dessa medição de forças não assumida, da qual poderá haver desdobramentos surpreendentes (ou mesmo indesejados), ninguém sabe. A campanha eleitoral de 2010 ainda não está nas ruas, porque a legislação não permite. Mas é como se estivesse.
Contando com o ovo
Bandeiras vermelhas já estão sendo confeccionadas para enfeitar os veículos dos cristãos-novos. Os antigos estão tirando o adereço do baú.
Mas como esse pessoal não tem bola de cristal, uma derrota de Maria vai encharcar de lágrimas o tecidos dessas bandeiras.
A conferir.
Alunos vão às aulas
Alguns professores também.
Mas é preciso esperar mais um pouco para saber se a greve do Sintepp gorou ou não.
Saída de Ortega pode ser consumada ainda hoje
É bem possível que a saída do secretário de Estado do Meio Ambiente (Sema), Valmir Ortega, seja consumada ainda nesta segunda-feira.
A governadora Ana Júlia tem pressa em substituí-lo.
Não só porque a substituição já está decidida, mas porque as denúncias que envolvem a Sema e que foram objeto de matérias que os jornais publicaram nos últimos dias – o Diário do Pará a sua na edição de ontem, com direito a manchete de primeira página – possuem teor suficiente para deflagrar repercussões políticas as mais negativas possíveis.
Como já se informou, se a governadora não encontrar de imediato um nome que substitua Ortega, quem vai responder pela Sema interinamente é o advogado Rosemiro Canto.
domingo, 24 de maio de 2009
Ronaldo Brasiliense: Curtíssimas
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O juiz Castelo e as pressões
O juiz Marco Antônio Lobo Castelo Branco está no epicentro de uma polêmica em Belém.
O magistrado autorizou a abertura ao tráfego de uma via pública fechada por particulares.
Por isso, o juiz vem sendo criticado. Na imprensa e na blogosfera.
Castelo, como era conhecido, atuou como juiz da sexta vara penal em Santarém.
Passou por aqui incólume, numa vara que muitos juízes não esquentaram a cadeira.
O magistrado nunca aceitou pressão. De nenhuma das partes em litígio. Nem de defesa, do MP e das vítimas.
Quando recebia extrajudicialmente qualquer reclamação de inconformados com suas sentenças, Castelo dizia calmamente: - Recorram da minha decisão do TJE. Não sou o dono da verdade.
Mas em nome da verdade, é importante ressaltar neste momento em que o magistrado está sob fogo cerrado, que se não fosse sua altivez, um júri popular emblemático não teria sido realizado na Comarca de Santarém.
Além de se opor tenazmente à procrastinada instrução processual, que poderia levar o crime à prescrição, Castelo marcou o júri do acusado de ser o mandante da morte de um advogado, crime que chocou a opinião pública santarena. Não aceitou as manobras da defesa. Mas passou a ser pressionado a adiar o julgamento.
Na antevéspera da sessão do tribunal do júri, o juiz convocou os repórteres para uma conversa reservada.
Trasmitiu ao grupo, no qual eu me incluia, a notícia de que a sessão do júri estaria ameaçada e que poderia não ser realizada porque advogados do acusado pressionavam a cúpula do tribunal a removê-lo para outra comarca.
Os repórteres saíram dali indignados. A manobra foi tornada pública, as pressões cessaram, o júri foi realizado e o acusado condenado.
Este é um belo exemplo de que, nem sempre esta história de que o juiz só atua nos autos é verdadeira. Mas isso não quer dizer que o juiz tenha que se vergar à opinião pública.
Se julgar apenas com o seu convencimento, sem pressão, já é um bom caminho para que a justiça seja feita.
Nem que sua decisão agrade a alguns e desagrade uns tantos outros.
Vale nega negociação de preço com estrangeiros
A mineradora, que no primeiro trimestre ofereceu um desconto de 20% nos preços negociados em contrato de longo prazo, tem vendido para a China, um de seus maiores mercados, pelo preço do mercado à vista (spot). "A Vale não está na mesa de negociações, fizemos uma opção e a estamos seguindo", afirmou o executivo, referindo-se à alternativa adotada este ano pela vale, que é a de esperar pelo fechamento de preço de seus concorrentes.
Mega-sena acumula e vai pagar R$ 30 milhões
Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 1.076 da Mega-Sena, sorteadas na noite de sábado, e o prêmio acumulou em R$ 24.479.432,11.
Para o próximo concurso --de número 1.077-- a loteria pode pagar R$ 30 milhões, segundo estimativas da Caixa Econômica Federal.
As seis dezenas sorteadas em Patos de Minas (MG) são: 04 - 10 - 19 - 32 - 33 - 42.
O próximo sorteio acontece na quarta-feira.
Diário do Pará detona secretários de Ana Júlia
Espaço Aberto
Vocês ainda acreditam na possibilidade de uma reintegração do PMDB à aliança com o governo do Estado, aquela aliança, vocês sabem, que já acabou?
Vocês acham que ainda é preciso Ana Júlia ou Jader convocarem uma coletiva para proclamar: “Rompemos”?
Se vocês ainda têm dúvidas de que a aliança governo do Estado-PMDB nem chega mais a ser uma ilusão de ótica, porque realmente já acabou, então passem a mão no Diário do Pará deste domingo e deem uma olhada.
O Diário, não esqueçam, é de Jader Barbalho, presidente regional do PMDB, que, dizem, teria um encontro com Ana Júlia hoje.
Pois é.
Manchete do Diário: “Sema é celeiro de corrupção”. A Sema é a Secretaria do Meio Ambiente do governo Ana Júlia. E o secretário suspeito de corrupção, segundo o jornal, é Valmir Ortega, que está com os dois pés fora do governo. Só falta ser anunciada a saída dele.
Vamos agora para a coluna mais importante do jornal, a “Repórter Diário”, publicada na página 3.
Primeira nota: chumbo grosso em Danielle Cavalcante, apontada como “a nova dona” da Sespa e acusada de empregar na secretaria o próprio marido, Márcio Cavalcante, coordenador de Convênios.
Segunda nota: lambada em Danielle Cavalcante, acusada de sonegar recursos para o Hospital Ofir Loyola .
Terceira nota: pau em Danielle Cavalcante, acusada de ter avalizado a compra de R$ 1 milhão em medicamentos, sem processo licitatório.
Quarta nota: cacete em Marcílio Monteiro, ex-marido de Ana Júlia, atual secretário de Projetos Extraordinários e ex-superintendente do Ibama no Pará. Ele estaria, segundo o jornal, com os “nervos em frangalhos” porque indicou Ortega, que está atolado em suspeitas por causa do escândalo na Sema.
Quinta nota: lembra que o Ministério Público Federal e a Polícia Federal já vinham investigando, há tempos, as denúncias de corrupção na Sema de Valmir Ortega.
Agora, o “Linha Direta”, abaixo do “Repórter Diário”: das cinco notas, quatro atingem, direta ou indiretamente, o governo Ana Júlia.
E então?
Vocês acham que Jader ainda tem alguma coisa a conversar com Ana Júlia ou vice-versa?
E vocês acham que ainda é preciso um dos dois dizer formalmente que já rompeu com o outro?
Nem é preciso.
Outra tradução para a manchete de hoje do Diário é: “Rompemos”.
Pronto.
A edição do jornal fala por si mesma.
Aliás, fala por ele.
Por Jader.
Coca-Cola: falta reciclagem
Nos podemos esquecer que com tais embalagens há um alto indice de material que fica jogado por aí.
Não tendo reciclagem torna-se dificil.
Bem que eles poderiam se responsabilizar por uma coleta de pelos menos esses materiais.
Coca Cola: Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço
A Coca-Cola ao retirar-se de Santarém baseou sua decisão em planejamento. Até aí tudo bem, em se tratando de uma empresa. Acontece que ao retirar-se deixou de gerar os poucos empregos que ainda gerava; deixou de pagar os impostos locais que pagava e mandou dizer pra todos que se quiserem beber os seus produtos terão que se contentar com embalagens pets e de alumínio. Sendo assim além de não gerar mais empregos, não pagar impostos locais ainda deixa pra todos nós os passivos das suas embalagens plásticas que já "enfeitam" as nossa ruas, rios e igarapés. A pergunta a ser feita é a seguinte:
Deveremos dá credibilidade ao comercial atualmente visto nos canais de televisão onde a empresa diz ser responsável ambientalmente?
Será que tudo mesmo que a Coca-Cola está fazendo de Bom está retornando pra nos?
Pra Coca_Cola so resta a máxima:
"faça o que eu digo mas não faça o que eu faço".
Lúcio Flávio Pinto: As pasagens aéreas de Vic Pires Franco
O deputado Vic Pires Franco incorporou ao seu currículo um título que deverá acompanhá-lo pelo resto da sua vida pública: o político da Amazônia que mais utilizou as cotas de viagens da Câmara Federal para promover vôos internacionais. O parlamentar, com 27 passagens lançadas em seu nome, ficou em 7º lugar na listagem nacional (o Pará é o 16º por IDH, o Índice de Desenvolvimento Humano), liderada por Dagoberto Nogueira, do PDT do Mato Grosso do Sul, com 40 emissões de bilhetes internacionais. O título de tornou um estigma. Dependendo do jeito como for utilizado, poderá abreviar muita carreira política quando sua renovação for tentada, na eleição do próximo ano.
Não quer dizer que este venha a ser o destino inexorável do deputado paraense. Ele é inteligente, articulado e audacioso. Flagrado na primeira hora pela revista eletrônica Congresso em Foco, Vic não apenas admitiu o uso das passagens: foi o primeiro a desenvolver uma teoria explicativa para o fato, que ainda hoje continua a revelar facetas surpreendentes, chocantes ou escabrosas.
Pelo raciocínio do marido da ex-vice-governadora Valéria Pires Franco, ao invés do título negativo, esteve em suas mãos uma bandeira única: ser o único parlamentar a devolver o valor da cota de passagens por falta de uso. Mas ele afastou de si esse cálice valioso. Como não precisou de todas as passagens (com destino a Buenos Aires, Miami e Paris), ele transferiu bilhetes para a esposa, os filhos, os namorados das filhas e um casal de amigos, do qual é compadre.
Vic argumentou que procedeu dessa maneira porque, até a questão estourar como escândalo, os deputados eram informados pela administração da “casa” que podiam usar como quisessem as passagens Só não podiam vendê-las. Ao repórter do Congresso em Foco, disse que só tinha três caminhos: “devolver a cota, usá-la para viajar ou vendê-la”. Em tese, porém, só teria duas, diante do veto à venda: devolver ou viajar. Como “ninguém nunca devolveu” uma passagem que fosse, só havia um destino para os senhores parlamentares: a “farra das passagens”, a qualificação aplicada a essa prática tão pouco republicana.
A revelação dessa orgia não afetou aqueles seus praticantes que nunca deixaram qualquer dúvida sobre a razão de terem buscado uma cadeira parlamentar: para “se ajeitar”. Mas desnudou a face oculta daqueles que tentavam assumir o discurso da moralidade, da ética, do compromisso público. De forma clamorosa, políticos como Fernando Gabeira e a ex-senadora Heloísa Helena. Gabeira, sem escapatórias, limitou-se a reconhecer o erro e falar o mínimo possível para não fazer marola e se afogar. Heloísa Helena sacou da teoria conspirativa para com ela atirar a esmo em todas as direções. A manobra, por seu claro sentido diversionista, não deverá ter grande eficácia. Ela denunciou todas as possíveis motivações interesseiras e comprometidas por trás da denúncia feita contra ela, que também usou a cota de viagem, mas não negou o fato. Justamente por se tratar de fato. Portanto, ela não é a mulher de César, que tentava parecer que era.
Tentativas de explicar ou teorizar, como a que o deputado Vic Pires Franco sacou com sagacidade, se aceitas, levam a uma – e só – conclusão: não há lugar para a virtude no parlamento brasileiro. O virtuoso, que teria devolvido a cota das passagens não usadas, sabendo-a uma concessão do povo, simplesmente não existiria no Congresso Nacional, a julgar pela declaração do deputado paraense. Não existindo a virtude, tudo que está à margem dela se torna possível.
Pontuando: José Olivar
sábado, 23 de maio de 2009
A enchente levou a verba
Na última quarta-feira o vice-presidente José de Alencar assinou medida provisória liberando cerca de R$ 800 milhões para o Norte e o Nordeste.
A assessoria de imprensa do Palácio dos Despachos divulgou na quinta-feira que a cota do Pará seria de 88 milhões.
Mas na sexta-feira, como palavras o vento e a enchente levam, a ajuda financeira foi reduzida para R$ 53 milhões.
Reginaldo é desautorizado pela Igreja da Paz
Incomodados com a polêmica criada pelo vereador com o time do São Raimundo por causa da coincidência de data da estréia do Pantera na série D e o Congresso da Paz, os pastores exigiram que Reginaldo se desmentisse publicamente, isentando a cúpula de igreja de qualquer ato hostil ao clube santareno.
E assim foi feito.
Reginaldo, com cara de tacho, foi à imprensa dizer que tudo não passou de um mal-entendido e que o congresso seria adiado.
Coca-Cola deu chabu nos consumidores
Lembram daquela desculpa esfarrapada que a gerência do Grupo Simões, fabricante da Coca-Cola no Pará e Amazonas inventou para justificar o fechamento da unidade da Santarém Refrigerantes?
Pois é. Quando a fábrica da Coca fechou, os diretores do grupo vieram a público assegurar que os consumidores não teriam nenhum prejuízo, pois os produtos aqui fabricados e envazados seriam importados das fábricas instaladas em Manaus e Belem.
Pois bem, mas não é isso o que está acontecendo.
Num passe de mágica sumiram dos bares, lanchonetes, depósitos de bebidas e supermecados da cidade as garrafas retornáveis de 290 ml, a mais barata, justamente a que era produzida em Santarém.
Agora, o consumidor tem que se contentar com produtos em embalagem pet ou em lata, esta vendida pelo dobro do preço que era cobrado por um garrafa de Coca-Cola de 290 ml.
Não digo, não digo, não digo
O prefeito José Maria Tapajós admite que vai demorar um pouco para a prefeitura botar a mão na grana liberada através de Medida Provisório para os municípios atingidos pelas enchentes.
Embora Santarém seja citado no relatório como o município que mais sofreu danos este ano, o prefeito guarda a sete chaves o valor dos recursos que serão liberados pelo Ministério da Integração Regional.
Tapajós teme que os demais prefeitos da região Oeste se sintam discriminados pelo fato de Santarém ficar com a maior fatia desse bolo.
Na segunda, o prefeito põe no air bus em direção a Belém para apressar a liberação do dinheiro frderal.
Vem aí novo relatório da CGU
Está sendo concluída pela CGU mais uma auditoria em cima da utilização de verbas federais pela ex-prefeita Maria do Carmo, irmã de um e concunhada de outra.
Foram auditadas as obras de construção do terminal hidroviário da Tecejuta, o restaurante popular e asfaltamento de vias com recursos do Ministério do Turismo.
Até o cais de arrimo entrou na mira do pessoal da Controladoria.
Danielle Cavalcante é a interina da Sespa
A médica Danielle Cavalcante assumirá interinamente a Secretaria de Saúde
do Estado(Sespa).
Laura Rossetti entregou o cargo ontem à noite.
Justiça determina demolição de dique em Alenquer
Um dique construído de forma irregular, no município de Alenquer,
região oeste do Pará, será demolido. A Procuradoria Geral do
Estado (PGE)conseguiu sentença favorável para a demolição. A
decisão judicial atendeu a um pedido feito por Ação Civil
Pública, ajuizada pelo Estado do Pará, Ministério Público
Federal (MPF) e Secretária Municipal de Meio Ambiente de
Alenquer, com base em laudos técnicos que apontaram várias
irregularidades, caracterizadas como crime ambiental.
O dique está numa Área de Preservação Permanente (APP).
Na época da estiagem, os peixes ficam aprisionadas,
causando a morte das espécies.
Além disso, não há documentação que comprove a liberação
da construção pelos órgãos ambientais.
O responsável pela obra, Luiz Cláudio de Oliveira Martins,
apresentou proposta para que a remoção do dique seja feita
só no próximo semestre,alegando que a construção está
submersa em decorrência das cheias do rio Amazonas e afluentes.
Mas a juíza da Comarca de Alenquer, Adelina Luiza Moreira
da Silva, determinou a derrubada do dique, construído de
formairregular paraatender necessidades da agricultura
irrigada mantida na propriedade.
Segundo a PGE, é necessária uma vistoria por técnicos do
MPF,Secretária de Meio Ambiente de Alenquer e Secretaria
de Estado de Meio Ambiente(Sema), para determinar a melhor
forma de demolir o dique.
(Fonte:PGE)
Saída de Laura Rosseti foi discutida em Santarém
Mas a saída de Laura foi discutida com Ana Júlia durante a visita que a governadora fez a Santarém, na semana passada.
Laura conversou com Ana na sede da Seir.
À mesa da sala onde foi realizado o encontro havia recortes de jornais que noticiavam o estremecimento das relações entre as bancadas do PMDB e PT na Assembléia Legislativa e a auditoria realizada pela Auditoria Geral do Estado nas contas do Hospital Ophir Loyola.
A saída de Laura Rosseti abre a possibilidade do cargo de secretário de saúde do estado retornar ao controle do PMDB após a demissão de Halmélio Sobral, ocorrida em abril do ano passado.
Odair, de novo
A de que sua excelência anda preocupada em levar energia às comunidades distantes.
O vice de Ana Júlia está perdendo o sono por dar tanta atenção aos que moram prá lá da 'boca do Acre'.
Se brincar, Odair vai ficar estressado.
Nordestinos
Mesmo os que acumulam patrimônico com o suor do rosto, levam uma vida maneira, sem exibicionismo.
Mas aqueles que acumularam riqueza de forma desonesta também são notados na sociedade santarena.
Não adianta esconder o sol com a peneira.
Como dizia o cônego Batista Campos, herói da Cabanagem, 'boi é boi, ladrão é ladrão'.
Mais uma praça terá poço da Cosanpa
Anotem para conferir depois.
A Cosanpa pretende furar um poço profundo na praça São Sebastião. ao lado do Museu João Fonna, que é um prédio tombado pelo patrimônio histórico.
Mas o prefeito José Maria Tapajós ainda não sabe da iniciativa.
Mas está sabendo agora.
A Companhia já capta água de um poço na praça Tiradentes.
Se bobear, a Cosanpa vai furar um poço na praça da Matriz.
Manchetes deste sábado de O Estado do Tapajós
VEREADORES EXIGEM ESCLARECIMENTOS DA PREFEITURA SOBRE SUPERFATURAMENTO DO PAC EM SANTARÉM
REELEIÇÃO DE ANA JÚLIA CORRE RISCO SEM O APOIO DO PMDB
AÇÃO DO HOMEM MUDOU O RIO NA AMAZÔNIA
GOVERNO PLANEJA 5 HIDRELÉTRICAS NO RIO TAPAJÓS
LAVAGEM DO CENTRO COMERCIAL APÓS VAZANTE NÃO TERÁ PRODUTOS QUÍMICOS
SETRAN SÓ VENDE CRÉDITO DE VALE-TRANSORTE SE EMPRESAS ASSINAREM CONTRATO
JUIZ NEGA INSTALAÇÃO DE VARA DE TRÂNSITO EM SANTARÉM
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Tarifa de mototáxi é reajustada em Santarém
O valor da tarifa será de R$ 4,00, nos limites compreendidos para a Nova República (limite dos bairros Nova República, Vitória Régia, Jutaí e Área Verde); para o Maicá (limite do bairro da Matinha) e para o Santarenzinho (limite dos bairros Santarenzinho e Amparo, abrangendo a grande área do Santarenzinho/Maracanã).
De acordo com o decreto, nas áreas externas aos limites especificados, os valores dos serviços poderão ser acordados entre o condutor e usuário.
A assinatura do ato foi realizada em uma solenidade no estádio Everaldo de Sousa Martins reunindo mototaxistas, vereadores, representante do Detran e os secretários municipais Sandro Lopes (Transporte) e Inácio Corrêa (Governo). Na oportunidade, o prefeito José Maria Tapajós fez a entrega de novos coletes aos 450 mototaxistas legalizados.
(Fonte: Assessoria de imprensa da PMS)
Jurados absolvem motorista de ônibus que esfaqueou passageiro
Os jurados absolveram por 6 votos a 1 o réu Valdivino de Aguiar, motorista, de 63 anos, acusado de esfaquear Francisco de Assis da Silva Santos, que à época do crime (um sábado, 27/01/2001) tinha 42 anos e era pintor.
A tese dos advogados, acatada pelos jurados, foi a de que o motorista agiu em legítima defesa, inclusive evitando um acidente e salvando os demais passageiros, já que a vítima alcoolizada o agrediu seguidamente com tapas e socos enquanto aquele dirigia o veículo próximo à Rádio Rural.
Durante o júri as duas únicas testemunhas confirmaram que o pintor estava embriagado e agrediu o motorista, e este se defendeu tirando-lhe a faca, e na luta acabou acertando em sua barriga. A faca atingiu a veia Aorta e a vítima acabou morrendo de hemorragia interna.
Valdivino, que tinha 55 anos, à época, foi preso em flagrante, ganhou liberdade provisória e respondeu todo o processo livre. Agora foi inocentado. Ele vive no interior de Monte Alegre para onde se mudou desde o crime.
O júri foi presidido pelo juiz Gabriel Veloso de Araújo, tendo na acusação a promotora Larissa Brasil Brandão e o promotor Danyllo Pompeu Colares, e na defesa os advogados Rubens Lourenço Cardoso Vieira e Paulo Boaventura Maia Medeiros.
Atacante Élcio é operado no Hospital Regional
O jogador foi operado no joelho esquerdo, e de uma ruptura de menisco.
Elcio foi submetido, ainda, a uma ressonância magnética no ombro direito.
Emasculados de Altamira - Médico foragido é preso no Espírito Santo
A prisão foi uma ação conjunta do Grupo Especial de Prevenção e Repressão ás Organizações Criminosas do Ministério Público do Pará (Geproc), do Grupo Especial de Trabalhos Investigatórios do Ministério Público do Espírito Santo (Geti) e da polícia local.
O coordenador do Geproc Milton Meneses informa que o preso deverá ser transferido para Belém nos próximos dias. Informações iniciais indicam que ele estava exercendo a profissão de médico em um hospital publico naquele Estado.
(Fonte: Assessoria de Imprensa doMPE)
O processo anda
A tática do PT de empurrar o julgamento para o mês de junho, pelo visto, não deu certo.
A não ser que, mais uma vez, haja embargo de gaveta a partir de pedido de vista, como aconteceu no TSE.
MRN apresenta trajetória da cadeia do alumínio no Pará na IX Fipa
Em um espaço desenhado a partir de uma proposta inovadora, as palavras-chave serão acessibilidade e tecnologia. Monitores LCD touchscreen irão trazer imagens em 3D e informações em texto (com teclado alfanumérico) e áudio, além do resumo em braile.
Os visitantes que possuírem celulares com bluetooth poderão fazer o download de imagens de projetos socioambientais, fauna e flora do estado. Outros produtos virtuais e aplicativos multimídia também estarão à disposição dos visitantes.
(Fonte: Assessoria de Imprensa da MRN)
Visita a obras
PT x PMDB
Hoje, o Espaço Aberto, de Paulo Bemerguy, aprofunda o assunto:
O líder do governo admitiu que o clima de exasperação entre o PMDB e o PT força o governo a trabalhar com dois cenários: ou o de construir – ou reconstruir, se quiserem – uma aliança sólida, com a participação do PMDB como aliado, ou então de romper definitivamente.
Na especulação sobre um segundo cenário, o do rompimento, Faleiro considera que isso seria mais racional e mais lógico do que manter o quadro atual, em que os peemedebistas ficam de um lado, com um discurso incendiário e de acusações ao governo, enquanto o PT e o governo se veem obrigados a ficar no lado opostos, amparados num discurso de igual contundência para responder aos ataques.
Faleiro considera que um eventual – e cada vez mais iminente – desembarque do PMDB do governo seria uma perda política de monta, mas está certo de que a governabilidade da gestão Ana Júlia Carepa não estará nem de longe ameaçada.
“Hoje, na Assembleia Legislativa, temos apenas os oito deputados do PSDB como oposição. Se o PMDB romper, nós ainda podemos fazer uma composição de 23 deputados que apóiam o governo, incluindo os do PT, os do G8 e outros deputados. É evidente que, nessa circunstância, teremos de construir uma nova base, inclusive com a divisão de cargos”, explicou Faleiro.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Vale reduz investimentos em 36% neste ano para US$ 9 bilhões
Segundo a mineradora, os valores foram revistos em função da redução dos custos dos projetos diante do novo cenário econômico, a atrasos pela demora de concessões de licenças ambientais, e pela simplificação de alguns empreendimentos.
Estão reservados US$ 5,930 bilhões no desenvolvimento de projetos, o equivalente a 65,6% do total. A manutenção das operações existentes consumirão US$ 2,074 bilhões, o correspondente a 23% de todo o montante. Já o investimento em pesquisa e desenvolvimento terá US$ 1,031 bilhão.
Os projetos ligados a minerais não-ferrosos receberão US$ 3,109 bilhões, acima dos US$ 2,302 bilhões que serão destinados a empreendimentos de minerais ferrosos. Os gastos com logística totalizarão US$ 1,858 bilhão, sendo que a maior parte desse valor será voltada para o plano de expansão de capacidade de produção de minério de ferro. O investimento em energia terá US$ 630 milhões, e outros US$ 578 milhões estão reservados para o desenvolvimento de projetos no segmento de carvão.
Analisados individualmente, os projetos que receberão mais recursos em 2009 são os da linha de transporte marítimo (US$ 595 milhões), o projeto de Goro, na Nova Caledônia, (US$ 520 milhões), a expansão de Carajás, no Pará (US$ 455 milhões) e Onça Puma (US$ 435 milhões).
Ana Júlia manda recado para o PMDB
Durante almoço hoje do conselho de governo, Ana Júlia informou à cúpula petista que vai procurar ainda esta semana o deputado federal Jader Barbalho para um conversa franca sobre a aliança PT-PMDB que dá sinais de esfacelamento.
A governadora quer saber de Jader, o quanto antes, qual é a posição real do partido frente ao governo do PT. " Se o PMDB for permanecer na base, que fique como aliado e não como oposição. Caso decida romper conosco, que nos avise logo", ressalvou Ana Júlia, segundo relato do deputado Airton Faleiros.
Promotores tomam posse dia 25
Mudança na Sema
A queda de Ortega estaria relacionada à investigação que a PF está fazendo na Sema recentemente a mando da Justiça Federal, que pediu a lista e cópia de todos os processos que passaram pela secretaria desde que o governo estadual assumiu a gestão florestal, em dezembro de 2006, de acordo com reportagem publicada esta semana pelo Novo Estado.
O jornal sustenta que o esquema da Sema não é nenhuma novidade no Pará. "Nos quatro cantos do Estado o assunto é tratado por lideranças políticas e empresariais, mas a investigação sobre a máfia da madeira ilegal vinha sendo mantida sob sigilo", afirma o periódico.
Interinamente responderá pela Sema o advogado santareno Rosemiro Canto.
A conferir.
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Atualização às 16h27.
O líder do governo na Assembléia Legislativa, deputado Airton Faleiro, em linha direta com a redação do Blog do Estado, informou que durante almoço, hoje, da governadora Ana Júlia com o conselho de governo, da qual o parlamentar tem assento, a reforma do secretariado foi um dos assuntos discutidos.
E que assim como em outros órgãos da administração, haverá mudança de comando na Sema, faltando definir, apenas, quando Ortega deixará o cargo.
Igreja não ajuda a dar água a quem tem sede
Nada a obstar que os reverendos defendam essa linha de atuação com base na doutrina da Teologia da Libertação.
Mas na hora H, quanto a igreja católica é colocada diante de uma situação concreta de minorar o sofrimento do povo de Deus, ai aplica-se o dito popular erroneamente adaptado dos Evangelhos: - Mateus, primeiro os meus!
É o que acontece no bairro da Conquista. Lá, a Cosanpa precisa de um terreno de 10 x 30 metros para construir um reservatório de água, já que o terreno ao lado, onde a companhia está furando um poço profundo, é pequeno demais para a obra.
Sabem de quem é o terreno pretendido pela Cosanpa? Da igreja católica.
E sabem quanto o pároco do bairro pediu para vender a propriedade ociosa?
R$ 50 mil à vista.
Sabem quanto vale um terreno desse tamanho naquele bairro?
De R$ 5 mil a R$ 8 mil.
E sabem quantas vezes o pároco aceitou reduzir o preço?
Nenhuma.
Desse jeito, o povo da Conquista vai ficar com sede por anos a fio.
Uso comunitário da floresta pode alcançar 140 milhões de hectares
| Gomes defende aplicação de soluções locais para a transformação social / MARCELO RIBEIRO |
Ele não tem dúvida de que as transformações são obtidas com pequenas intervenções sociais. Mas considerou “pesada” a missão de agregar nas 18 regionais do GTA os conhecimentos de pescadores, trabalhadores rurais, agroextrativistas e outros. “Eles precisam se mobilizar, sem esperar que o governo faça tudo”, disse.
Gomes, que é músico, mencionou projetos de certificação sócio-participativa da cadeia produtiva do açaí, de coleta de óleos vegetais aromáticos em Silves (AM) e a Oficina Escola de Lutheria da Amazônia, de Manaus (AM). No entanto, advertiu: “Até para ter instrumento de qualidade igual à européia – caso do violão – a certificação da floresta, sem trabalho escravo, é o ideal. Precisamos intervir com atos políticos na formação de trabalhadores adolescentes de Boa Vista do Ramos”. A cidade fica a 18 horas de barco de Manaus e sedia o Centro de Treinamento do Processamento da Madeira.
Gomes lecionou sua arte para menores infratores no Acre e na Universidade do Amazonas. A Escola baseia seu trabalho no uso de madeiras certificadas de acordo com os princípios e critérios do Forest Stewardship Council (FSC) ou madeiras de aproveitamento de construções e móveis antigos. Ou ainda, recolhendo material de árvores mortas na floresta ou de pastagens e campos abandonados há mais de 10 anos. Espécies ameaçadas e de uso tradicional – mogno e jacarandá da Bahia – não são utilizadas.
por mês. A oficina produz violão, viola caipira, violão de sete cordas, bandolim, cavaquinho e banjo, incluindo linhas eletroacústicas e de aço para estúdio. Os preços variam de R$ 800,00 a R$ 2.000,00. (M.C
As peças certificadas chegam ao mercado por cerca de 50% do custo de instrumentos da mesma qualidade. A oficina tem capacidade para produzir 35 peças.)
Festa do arromba (II)
O Coma Bem foi o escolhido.
Professores anunciam greve
Presente e passado
Na primeira página do Diário do Pará, melhor dizendo.
Na campanha eleitoral de 1990, Xerfan aparece em uma charge com roupa de presidiário.
Ontem, Xerfan aparece como paladinho das finanças públicas nas páginas do mesmo jornal.