quarta-feira, 29 de julho de 2009
Infraero coloca equipe de plantão para monitorar balizamento da pista
O diretor do Infraero em Santarém, Davi Oliveira, esclareceu que a pane não foi provocada por falta de energia no aeroporto Wilson Fonseca, mas sim no desarme da chave do sistema de balizamento da pista.
Na quinta-feira, Davi explicou que os técnicos do Infraero ainda não haviam detectado o motivo da pane, mas assegurou que o balizamento já está recuperado. " O balizamento ficou ligado de madrugada em teste. O equipamento está recuperado, mas por precaução, uma equipe está de plantão para atuar com rapidez caso situação anormal como a ocorrida na quarta-feira se repita".
Impugnado edital para exploração de flona Saracá-Taquera
O Serviço Florestal Brasileiro (SFB) já recebeu pelo menos uma impugnação do edital da concorrência 01/2009.
O objetivo do processo licitatório é outorgar a concessão florestal para a exploração de produtos e serviços nas unidades de manejo na Floresta Nacional (Flona) de Saracá-Taquera, que abrange os municípios de de Oriximiná, Faro e Terra Santa.
A impugnação, movida pelo empresário Luis Carlos Tremonte, é patrocinada pelo advogado Paulo Meira.
Alega-se, por exemplo, que os preços mínimos praticados na concessão do Jamari foram sensivelmente inferiores aos determinados na concessão Saracá-Taquera, o que configuraria desigualdade entre os concessionários do Estado de Rondônia e os futuros concessionários do Pará.
Os preços praticados na concessão Jamari, em relação à espécie maçaranduba foi de R$ 30,11 o metro cúbico, enquanto na concessão de Saracá-Taquera, para a mesma espécie, é de R$ 120,00, ou seja, quase quatro vezes o valor obtido na primeira concessão, e isso, sem nenhum fator ou motivo que justificasse tal majoração.
Até ontem, o SFB se mantinha em silêncio.
A licitação está marcada para a próxima sexta.
Time de ingênuos
Soa esquisita a grita do S. Raimundo de Santarém em meio às agruras da campanha na Série D. Dirigentes do clube estão em rota de colisão, o técnico Artur está por um fio e todos brigam pelo motivo mais comum para crises em família: falta de dinheiro.
A impressão é de que o clube não se preparou para a cobertura de despesas, apostando apenas no apoio do empresariado da região e em recursos que teriam sido prometidos pelo governo do Estado. Quem acompanha bem de perto o futebol paraense sabe que promessas desse tipo costumam ser vãs, não valem um tostão furado.
Mais que isso: houve certa ingenuidade da diretoria do Pantera em acreditar que a torcida prestigiaria os jogos do time no estádio Barbalhão, garantindo assim a receita necessária para a caminhada na Quarta Divisão. Pelo pior caminho, o clube está descobrindo o quanto é caro alimentar sonhos no futebol brasileiro.
Concurso para a Polícia Civil
São 150 vas( 50 para delegados, 50 para escrivães e 50 para investigadores).
As inscrições serão feitas apenas pela internet, no endereço eletrônico www.movens.org.br, no período de 03 a 16 de agosto. As provas serão realizadas dia 27 de setembro de 2009.
Pará lidera casos de gripe suína na região Norte
O Instituto Evandro Chagas (IEC) confirmou dois novos casos de gripe suína no Pará. Assim, chega a 46 o número de pessoas infectadas pelo vírus H1N1, que colocou o Estado no topo da lista do Norte do país com o maior número de casos confirmados. Hoje, um boletim atualizado com os índices da doença deve ser divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) e pelo Ministério da Saúde (MS), que deve divulgar o número de óbitos em todo o país.
Segundo a diretora do Instituto Evandro Chagas, Elisabeth Santos, além dos dois novos confirmados, outros três exames estão em processamento aguardando resultado. 'Hoje recebemos três materiais para processamento. O resultado só deve ser informado por volta das 22h de hoje (ontem)', informou a diretora.
Caso os três materiais processados ontem sejam confirmados para o H1N1, o número de ocorrrências de gripe suína no Estado chegará a 49.
Ghost write
O papelucho tem as digitais de um ongueiro inveterado.
No barro
Com barro.
Base Candiru será fechada
Já abandonaram o barco o Ibama, Marinha, Receita Federal e Sefa.
O posto de fiscalização será fechado.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Ibama solta 100 jabutis em Belterra
Esses animais são produto de entrega voluntária e de apreensões do Ibama, em suas operações ao longo dos últimos 18 meses. Segundo o analista ambiental Marcelo Eickhoff, fiscal do Ibama, coordenador dessa ação, alguns animais foram encontrados em vias públicas, em estradas, outros começaram a dar muito trabalho a quem os mantinha sob cativeiro, que, em alguns casos, foram abandonados.
No grupo de animais soltos, havia indivíduos de três a 15 anos, que pesavam entre um e três quilos. Os animais passaram por período de adaptação e estavam prontos para serem reintegrados à natureza. Alguns chegaram machucados e outros com seus instintos naturais muito comprometidos. De acordo com o biólogo Sidcley Matos, gerente do jardim zoológico, a readaptação se deu isolando os animais e alimentando-os com frutos da região.
Vários fatores foram considerados para que os jabutis fossem soltos na Floresta Nacional do Tapajós, entre eles por ser área protegida, oferecendo segurança aos animais em relação à ação do homem e a abundância de alimentação, o que permite vida longa à espécie.
O chefe da Divisão de Controle e Fiscalização da Gerência Executiva do Ibama em Santarém, Gustavo Podestá, informa que manter animais silvestres em cativeiro é crime passível de multa. “Mesmo a pessoa tendo o animal há muitos anos, não é permitido mantê-lo em cativeiro, a menos que seja animal adquirido de criadores certificados pelo Ibama. Por outro lado, se houver a entrega voluntária, quem o fizer estará livre de qualquer punição.”
Denúncias de animais silvestres mantidos em cativeiro ou quaisquer outras irregularidades envolvendo o meio ambiente podem ser feitas através da Linha Verde 0800 61 8080, a ligação é gratuita e o denunciante terá seu sigilo garantido, pois não há necessidade de se identificar.
(Fonte: Ascom Ibama)
Liberado FGTS para vítimas das chuvas no Oeste do Pará
A ação está sendo possível através de um decreto assinado pelo presidente Lula. O saque pode ser de até R$ 4.650,00.
Para atender aos trabalhadores que tem saldo de FGTS, a Caixa Econômica Federal montou um posto de atendimento no CAEC, situado à Av. Sérgio Henn, às proximidades da Prefeitura Municipal, no horário de 8h às 13h.
Ontem (27/07), foram atendidos os trabalhadores dos bairros do Maicá, Pérola do Maicá e Jardim Santarém e nesta terça-feira (28/07), de Alter do Chão e Centro. De acordo com o calendário elaborado pela CEF, os atendimentos seguirão à seguinte ordem:
29/07/2009 – Floresta e Nova República;
30/07/2009 – Interventoria e Área Verde;
31/07 e 03/08/2009 – Caranazal;
04/08/2009 – Mapiri e Aldeia;
05/08/2009 – Santo André;
06/08/2009 – Uruará;
07/08/2009 – Matinha;
10/08/2009 – Maracanã I;
11/07 e 12/08/2009 – Santarenzinho;
13/08/2009 – Aeroporto;
14/08 a 21/08/2009 – Todos os bairros de Santarém, Oriximiná e Monte Alegre.
Em Santarém, de acordo com o cadastro repassado pela Prefeitura, através da Defesa Civil Municipal à Caixa Econômica, têm direito ao benefício 8.400 trabalhadores.
(Fonte: Assessoria de imprensa PMS)
Filho enjeitado
Até parece que o Pantera não representa o Pará.
Briga no São Raimundo era jogo de cena
Depois da reunião de hoje, diretoria e cartolas resolveram falar a mesma língua.
Até quando?
Eia da Cargill está incompleto
No Blog do Jubal
Liberação da av. Tapajós ainda vai demorar
A liberação depende de laudo que vai atestar o grau de deterioração do asfalto e das calçadas daquela avenida. Se o estrago for maior do que se imagina, o pit stop vai demorar um pouco mais.
Mello de Azevedo estoura rede da Cosanpa e deixa Caranazal sem água
As máquinas da Mello, que cavam as ruas para implantação de rede de esgoto do projeto de saneamento do PAC, danificaram uma das adutoras da empresa, além de romperem as ligações domicialiares em diversas ruas do bairro.
Deputado paraense não sabe o que é protocolo de Kyoto
Indagado pelo repórter Danilo Gentili se saberia definir o que é protocolo de Kyoto, Zé Geraldo desconversou, mesmo com a insistência do CQC. E não respondeu.
Para um deputado amazônida, não saber o que é o protocolo, que regula a emissão de CO2 na atmosfera, atingindo a camada de ozônio, é o mesmo do que um mulçumano não saber a história de Maomé.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Morre João Otaviano de Matos Filho
Informa o twitter do médico Nélio Aguiar.
Confira a relação dos novos professores nomeados por Ana Júlia para a Seduc
5ª URE - SANTARÉM
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO FÍSICA
DIONISIO BELLE DE FREITAS
DISCIPLINA: PORTUGUÊS
ARIELA SORAYA DO NASCIMENTO SIQUEIRA
VANIA LEILA REIS DOS SANTOS
JOELMA SA FIGUEIREDO
SELMA GUALBERTO SERRA
DISCIPLINA: HISTÓRIA
WELCIA MARA GOMES LEAL
CICERA DAMIANA PEREIRA SILVA
DISCIPLINA: GEOGRAFIA
NIVIA BERNA DA SILVEIRA CORREA
RISONETE DA COSTA GADELHA
DISCIPLINA: MATEMÁTICA
RICARDO JOSE DE ALMEIDA QUEIROZ
WELTON NOGUEIRA DA SILVA
ROGERIO VAZ DE AGUIAR
PAULO MARCELO PEDROSO PEREIRA
JAQUELINE PORTELA DE AGUIAR
DISCIPLINA: SOCIOLOGIA
CLAUDIO DE JESUS DA SILVA OLIVEIRA
DISCIPLINA: ARTES
RONICLEI BATISTA VIEIRA
OTAVIO ALBERTO NOGUEIRA FERREIRA
6ª URE - MONTE ALEGRE
DISCIPLINA: MATEMÁTICA
ANTONIO BENEDILSON DA SILVA BASTOS
ADRIANA DO NASCIMENTO BARBOSA
7ª URE - ÓBIDOS
DISCIPLINA: PORTUGUÊS
SUELEM DE ALMEIDA MORAIS
ANA DIANE PEREIRA VINHOTE
DISCIPLINA: GEOGRAFIA
ROSIVANE SANTAREM DE SOUZA
FRANCIMEIRE FLORENZANO DE MEDEIROS
MARIA ETIENE FERREIRA DA SILVA
DISCIPLINA: BIOLOGIA
RODOLFO PINTO DE JESUS
10ª URE - ALTAMIRA
DISCIPLINA: PORTUGUÊS
FRANCISCO PINTO DA SILVA
CLAUDIA CRISTINA BITTENCOURT MASCARENHAS
DISCIPLINA: MATEMÁTICA
JOSE CARLOS DE ARAUJO
FRANCISCO ALDENIR DO CARMO LUCIO
IDACI RODRIGUES DE ANDRADE
VANDERLEI ROBERTO DA ROSA
OLAVO TEIXEIRA ALVES NETO
DISCIPLINA: BIOLOGIA
WILSON MARTINS DA SILVA
11ª URE - SANTA IZABEL DO PARÁ
DISCIPLINA: PORTUGUÊS
GISELLE RIBEIRO DA SILVA
DISCIPLINA: GEOGRAFIA
VANDRO JOSE NASCIMENTO DE SOUZA
VIVIAN DE HOLANDA CARDIM
DISCIPLINA: MATEMÁTICA
NEYLA SILVA PINHEIRO
DISCIPLINA: BIOLOGIA
LUCIENE NUNES DA COSTA
DISCIPLINA: QUÍMICA
EVANDRO FERREIRA DE BRITO
DISCIPLINA: ARTES
RONALDO ADRIANO ALMEIDA ALVES
DISCIPLINA: INGLÊS
MARCILENE MORAES LEITE
12ª URE - ITAITUBA
DISCIPLINA: PORTUGUÊS
CLEONILDA DA SILVA BARROSO
RAILEUMA DIAS PAZ LIRA
DISCIPLINA: HISTÓRIA
MUNICÍPIO: AVEIRO
Disciplina: BIOLOGIA
MARALISE COSTA DE VASCONCELOS
ADENILSON NOGUEIRA CARVALHO
Disciplina: PORTUGUÊS
DANIELA LOBATO
COSME HENRIQUE DOS SANTOS PARINTINS
MUNICÍPIO: BELTERRA
Disciplina: EDUCAÇÃO FÍSICA
PATRICIA REYES DE CAMPOS
JONE LUIZ QUEIROZ DE OLIVEIRA
Disciplina: GEOGRAFIA
DEBORA LILIANE NASCIMENTO DA CRUZ
REDINILZA LEMOS FONSECA
MUNICÍPIO: CURUÁ
Disciplina: PORTUGUÊS
SILKA FERNADES VIANA
GENESIO MACAMBIRA DOS SANTOS
MUNICÍPIO: JURUTI
Disciplina: BIOLOGIA
POLIANA VIEIRA DA SILVA
JACINELMA MARY DA SILVA SOUSA
MUNICÍPIO: ÓBIDOS
Disciplina: EDUCAÇÃO FÍSICA
MARTA MARIA AMARAL DE VASCONCELOS
ANNE PATRÍCIA CORRÊA
Disciplina: BIOLOGIA
GILDSON SILVA DOS SANTOS
MUNICÍPIO: PLACAS
Disciplina: PORTUGUÊS
NEUZA CECY DA VERA CRUZ GUEDES
DIAN KELLY DO NASCIMENTO MOTA
MUNICÍPIO: RURÓPOLIS
Disciplina: PORTUGUÊS
GLEYCE ELEN TORRES DA SILVA
ZILEYCE DAMASCENO PEREIRA
Disciplina: MATEMÁTICA
ANTONIO MACIEL DA COSTA
KÁTIA CILENE AGUIAR COSTA
MUNICÍPIO: TRAIRÃO
Disciplina: PORTUGUÊS
VILEMAR SOARES DE ANDRADE
5ª URE - SANTARÉM
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO FÍSICA
ELIANE COSTA FELIX
DIANA REGO AMAZONAS
RAIMUNDA ADRIANA MAIA COSTA
DISCIPLINA: HISTÓRIA
ROSILENE BARBOSA RIBEIRO
ROBERVANIO ALVES DA SILVA
DISCIPLINA: GEOGRAFIA
CREUSA PEREIRA DOS REIS
CLAUDIA ALESSANDRA REBELO CINTRA
ANA CELIA GONDIM LIMA
LUCIVALDO BRANCHES DE SOUSA
ANDRE LUIS AMORIM MARINHO
MARICESAR PEIXOTO DE ALMEIDA
EDUVIGES CRUZ DOS SANTOS
LUCENILDO SANTOS DA SILVA
MARIA BERNADETE COSTA CRUZ
CLAUDIA LIMA DO NASCIMENTO
DISCIPLINA: MATEMÁTICA
WALDENILSON ARAUJO PESSOA
ORIVAN JOSE DE MATOS CAMPOS JUNIOR
CARLOS ANTONIO PEREIRA NASCIMENTO
DISCIPLINA: BIOLOGIA
LICA OKUBO
ADRIA PAULA LAVOR LOPES
NAZILDA DO CARMO PEREIRA MARTINS
DENIVAL SILVA CORREA
ADENILSON NOGUEIRA CARVALHO
DISCIPLINA: SOCIOLOGIA
HAROLDO ALESSANDRO SIQUEIRA E SOUSA
WANDER BARBOSA DE ANDRADE
ISAAC CAETANO PINTO
SILVANA GALVÃO DOS SANTOS
ANTONIO JOSE MOTA BENTES
DISCIPLINA: ARTES
ADRIANA SANTANA DE CARVALHO
JOSE ELAILSON COSTA SILVA
7ª URE - ÓBIDOS
DISCIPLINA: PORTUGUÊS
LAUDECIR OLIVEIRA DE AZEVEDO
KELLY TORRES DOS SANTOS
GESSONITA DA COSTA SIQUEIRA
RENILZA FONSECA DA PAIXÃO
MARIA RISONEIDE SENA GEMAQUE
DISCIPLINA: GEOGRAFIA
ODEISE DO AMARAL GOMES
JORGE DA SILVA SOUZA
MAURO LUIZ SOARES SOARES DE SOUZA
RONILSON DE LIMA BRELAZ
ROSANA ALMEIDA DE OLIVEIRA
ANA MARIA SOUZA DA SILVA
DISCIPLINA: BIOLOGIA
ELIARA PRISCILA ALBERTONI
0ª URE - ALTAMIRA
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO FÍSICA
DINAR DUARTE DE VASCONCELOS SANTOS
LUCIMAR DOS SANTOS MELO
ENNYO MAX DE LIMA MENDES
DISCIPLINA: PORTUGUÊS
JACILENE ALVES DA COSTA
MARIA EDINA DOS SANTOS SIANI
DISCIPLINA: HISTÓRIA
ANTONIA IVANILDES LEONARDO CHAVES SOUSA
DELMA MARIA CARDOSO
HELAINE MARTINS DA SILVA
SUZE SANTOS COELHO
DISCIPLINA: GEOGRAFIA
WILSON ALVES NASCIMENTO
ANTONIO SANTOS MORAIS
BENEDITO SOUSA DA SILVA
JOSIANE OLIVEIRA DA SILVA
CARLOS HENRIQUE BRITO SOARES
DISCIPLINA: MATEMÁTICA
OSVALDO SILVA DE MATOS
NADIA GRINGS BATISTA
ANGELINA CORADE TEREZA
CRISTINA MARCELINO DA SILVA
12ª URE - ITAITUBA
DISCIPLINA: HISTÓRIA
ILDEFONSO CAMPELO DA SILVA
JOSE DA CONCEIÇÃO ARAUJO
DIELEN PRISCILA SANTOS DA RESSUREIÇÃO
DISCIPLINA: MATEMÁTICA
UBIRAJARA FRANCISCO DO NASCIMENTO
CARGO: PROFESSOR, CÓDIGO AD4-401
MUNICÍPIO: PORTO DE MOZ
Disciplina: GEOGRAFIA
BENILDA DA SILVA GUERRA
MUNICÍPIO: VITORIA DO XINGU
Disciplina: BIOLOGIA
FRANCISCA VALERIA NERI DA ROCHA
ROBSON DE JESUS PICANÇO DA COSTA
Adenauer Góes: A temporada de cruzeiros marítimos
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Belline Neto: Se marcou, tem que bater
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Santarém terá show do projeto Pixinguinha
Através do Projeto, a Casa da Cultura Historiador João Santos, será palco de única apresentação da Banda paraense Sapecando no Choro, integrada por Diego Xavier (Bandolim), Diego Leite (Violão 7 Cordas), Carla Cabral (Cavaco) e Bruno Miranda (Pandeiro e Percussão). O estilo do quarteto que lançou seu primeiro Cd este ano com o título De Encomenda, tem forte acentuação para a música instrumental contemporânea e se diferencia pela forma com que trabalha os arranjos e por ter um repertório apurado e amplo
O show “Sapecando no Choro de Encomenda” será realizado em Santarém às 20h30 do dia 14 de agosto, com participação especial do santareno Derek (violonista e cavaquinista).
(Fonte: PMS)
Lúcio lança livro sobre censura ao Jornal Pessoal
A publicação conta o caso da censura a qual está submetido o jornal editado por Lúcio, o Jornal Pessoal, proibido pela justiça de citar o nome do falecido Rômulo Maiorana e seus filhos Rômulo Junior e Ronaldo.
Dinheiro, o pomo da discórdia no São Raimundo
O motivo da diáspora: dinheiro.
Os diretores dizem que suam a camisa, gastam tempo e usam seus prestígios para conseguir arrecadar grana para bancar as despesas. E batalham para que a renda dos jogos sejam boas.
Mas o presidente, para variar, quer dar o palpite final sobre o destino dessa grana. E nada faz para arrecadar.
Aí está o resumo da ópera.
Os diretores querem mandar e desmandar no futebol do clube porque se acham o pai da criança.
O presidente quer mandar sozinho por que se acha o avô da criança.
Eta família desunida!
Ibama lacra madeireira em Santarém
A partir de informações de que a madeira extraída ilegalmente era escoada através da Rodovia Curuaúna, que liga Santarém à Uruará, na Amazônia Brasileira, durante a noite, o serviço de inteligência do Ibama e da Polícia Federal foi acionado. “Tínhamos a informação de que os caminhões passavam pelo local por volta da 20 horas, então fizemos um mapeamento da região, observamos a movimentação e desde às 16 horas ficamos de campana até às 21h e 24min, quando o caminhão passou e fizemos a epreenção.” , disse Severiano Farias Lopes Jr., fiscal do Ibama.
O caminhão apreendido era escoltado por dois motoqueiros, que verificavam se a área estava sem a fiscalização do Ibama, contudo, os agentes do Ibama e da PF foram mais ágeis e conseguiram interceptar o veículo, que estava carregado de madeira extraída ilegalmente. Os infratores levaram os agentes ao local de onde faziam a extração, uma área há quatro km da madeireira, onde havia outro caminhão, que estava abandonado.
De acordo com Severiano, a extração era feita em pequena escala, que logo era transportada, tornando o processo mais “seguro”, imaginando que passariam despercebidos pela fiscalização do Ibama.
A madeireira DDID Agro florestal, que trabalhava com 100% de madeira ilegal, foi lacrada, e será instaurado Processo Criminal, por parte da Polícia Federal. Da parte do Ibama, serão lavrados dois autos de infração: por não ter Licença de Operação – LO e por ter estoque de madeira serrada e madeira em tora sem cobertura de documento comprobatório de saldo no Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais – Sisflora, do Pará. Havia madeira serrada e em toras de diversas essências, como maçaranduba, ipê, tauari e fava. A madeireira tem 20 dias para recurso, após a ciência da autuação.
O caminhoneiro vai responder criminalmente na Polícia Federal, com pena prevista de seis meses a um ano de detenção e administrativamente no Ibama, que lavrou auto de infração por transporte sem Guia Florestal – GF, o que gera multa de 3.722,40 reais.
A secretaria do Meio Ambiente do Pará, Sema, fará a identificação e quantificação de toda a madeira apreendida.
O chefe da Divisão de Controle e Fiscalização - Dicof, da Gerência Executiva do Ibama em Santarém, Gustavo Podestá, solicita que os cidadãos utilizem a Linha Verde para denunciar quaisquer irregularidades de que tenham conhecimento, através do número 0800 61 8080, a ligação é gratuita e é assegurado absoluto sigilo ao cidadão.
(Fonte:Ibama)
Adianta reclamar?
Dois desligamentos que duraram quase uma hora.
Extraoficialmente, fala-se que o problema foi no linhão da Eletronorte.
Mas os prejuízos, quem os paga?
Lúcio Flávio Pinto: Quando a reportagem cruza com a história
Devo à sensibilidade dos dirigentes da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) o melhor tema que já me foi proposto desenvolver, sobre a relação da minha vida com a história contemporânea da Amazônia. Meu maior patrimônio profissional resulta de ter estado no lugar certo na hora certa na Amazônia durante duas décadas, pelo menos até o final dos anos 80 do século passado. Exatamente, até 1989. Por que justamente nesse ano? Porque foi quando pedi demissão de O Estado de S. Paulo, onde trabalhei por 18 anos seguidos. Até dois ou três anos antes dessa data, nenhuma proposta minha de viagem foi recusada ou sequer posta em questão pela sede paulistana. Fui aonde quis, pelos dias que quis, até que se consumou a destruição de uma das místicas que constituíam o encanto do jornal mais influente do Brasil.
Orgulho-me de ter estado na origem do compromisso que o Estadão assumiu com a sorte da última grande fronteira de recursos naturais do país – e do mundo. Esse compromisso começou a ser tecido no início de 1971. Num dos movimentos pendulares que então fazia entre o Sul Maravilha e a Jungle, decidi mais uma vez voltar a Belém. Ia interromper meu curso na Sociologia e Política, a mais antiga das escolas de ciências sociais do país, para atender ao chamado da selva, que ecoava pelas minhas entranhas de caboclo – caiado de europeu – das margens alvas do mais belo rio do planeta, o Tapajós. A Transamazônica avançava e a Amazônia encolhia, desaparecia. Era preciso ver, ouvir, ecoar, propagar.
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Esgotos entupidos
O resultado já era esperado: fedentina por toda a parte provocada pela água servida que corre pela sarjeta, mas que não consegue esgotar para o rio Tapajós.
Gripe suína?
Ainda bem que ninguém mais lembra, porque, até agora, tudo não passou de barriga de blogueiro apressado.
Ainda bem.
São Raimundo vence fora
No AMAZÔNIA:
O São Raimundo se recuperou da derrota em casa na rodada passada e, ontem à tarde, devolveu ao Cristal o revés anterior e bateu o time macapaense em pelo estádio Glicério Marques por 1 a 0. Com o resultado, a Pantera foi a nove pontos e se isolou na liderança do grupo 2 da Série D do Campeonato Brasileiro com nove pontos, com o empate por 1 a 1 entre Moto Club-MA e Tocantins-TO o time maranhense ficou em segundo, quatro pontos atrás da Pantera. A equipe santarena recebe no próximo domingo o Tocantins e, se vencer, estará classificada para a próxima fase.
Curiosamente, nem a vitória fora de casa de ontem pode ser suficiente pra selar a paz em Santarém. O técnico Artur Oliveira deixou claro que a de ontem pode ter sido a última partida dele no comando o time. Antes do apito inicial estava certo que o preparador de goleiros e o auxiliar técnico Nildo Pereira deixariam o clube. Os comentários eram de que Artur seguiria o mesmo rumo.
'Essa vitória foi a resposta a muitas coisas que estamos passando. Disse isso aos jogadores, que eles precisariam de uma atitude diferente. Sou muito feliz e honrado em ser o comandante desse grupo e não sei se é minha ultima partida como técnico', disse Artur após o fim do jogo.
O treinador viveu dias de pressão após a derrota em casa. Durante toda a última semana não foram raros os dias em que seu nome era dado como demissionário. Samuel Cândido chegou a ter o nome envolvido na central de boatarias como sendo o provável substituto, o que o tempo provou não ser verdadeiro. Por causa dessas especulações, a maioria vinda de Santarém, Artur ainda não definiu se permanece no cargo. Ele deve vir primeiro a Belém antes de voltar ao oeste paraense. Se voltar.
Já a partida de ontem, apesar do placar apertado, foi extremamente tranquila para o Pantera. Em nenhum momento o time da casa conseguiu fazer pressão. Chegou a ter maior posse de bola, mas limitava-se a cruzamentos sem perigo para o gol defendido por Labilá.
A bem da verdade o São Raimundo também pouco pressionou, mas esteve sempre bem postado em campo. Artur optou por um sistema de jogo apenas com Del Curuçá como atacante, mas com Luiz Carlos Trindade e João Pedro com liberdade total para armarem e chegarem na frente para ajudar. Foi assim que aos 41 minutos do primeiro tempo o time alvinegro chegou ao gol da vitória. Del Curuçá fez grande jogada, foi ao fundo e cruzou para João Pedro, do alto de seus 1,65m, subir sozinho dentro da área para cabecear para o fundo da rede. Daí em seguida restou administrar os três pontos.
domingo, 26 de julho de 2009
Morre pastor batista de Juruti
O velório está sendo reailzado na Primeira Igreja Bastista, da avenida Rui Barbosa.
O sepultamento será realizado amanhã, as 17 horas.
Cristal 0 x 1 São Rainundo
Crital 0 x 1 São Raimundo.
Gol de João Pedro, aos 41' do primeito tempo.
Von diz que Cosanpa discrimina santareno
O deputado estadual Alexandre Von criticou duramente a direção da Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa) por "tratar com desprezo os consumidores de Santarém". Segundo o parlamentar tucano, "é lamentável que a Cosanpa não tenha bombas e peças de reposição para
usar quando há pane nos poços do complexo do Irurá, como ocorre há mais de uma semana, penalizando os nosso consumidores'.
Von recebeu esta semana dezenas de reclamações de moradores dos mais diversos bairros da cidade acerca da falta de água nas torneiras desde a semana passada. "Muita gente se sente menosprezada pela Cosanpa quando há um problema mais grave que interrompa muitos dias o
abastecimento de água em Santarém", reclamou o parlamentar.
Para Von, " a companhia não tem um plano emergencial, não presta contas aos consumidores e só se lembra deles na hora de cortar a água de quem deixa atrasar suas contas". O deputado critica a centralização administrativa e financeira da Cosanpa em Belém, situação que o
presidente da companhia, Eduardo Ribeiro, prometeu rever por ocasião da realização de sessão especial na Câmara de Vereadores, em abril deste ano, que discutiu o cronograma de realização das obras do PAC em Santarém. " É impossível administrar, principalmente, as crises, a
partir de Belém. Em Santarém a Cosanpa não tem equipamentos de reposição imediata, tudo depende da capital. Isso dificulta uma solução mais rápida quando ocorrem esses problemas nas bombas e nos poços de captação de água do complexo Irurá", observou o parlamentar.
Alexandre Von mostrou-se preocupado com o sucateamento dos equipamentos da Cosanpa em Santarém, que não resistem, por exemplo, quando ocorre uma sobrecarga de energia, muito comum na cidade. " Não dá para entender que os equipamentos da Cosanpa não tenham uma
proteção melhor, de modo a resistirem aos picos de energia provocados pela Celpa", questionou Von.
O parlamentar santareno lamentou que a Cosanpa não dê explicações convicentes dos problemas enfrentados pela companhia em Santarém. "Quando há um grave problema como esse que assola a cidade há mais de uma semana, a Cosanpa não dá qualquer explicação. Não adianta colocar
sempre a culpa na Celpa. O povo de Santarém exige mais respeito e transparência da Cosanpa", asseverou Von.
sábado, 25 de julho de 2009
Retaliação
Os luas-pretas não engolem o cerco feito à titular da Seminf Valéira Lima pelo ex-prefeito com a ajuda do ex-vereador Rui Corrêa.
Emergência para dar tempo ao tempo
Tem tudo a ver com arranjos administrativos.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Juiz vê indícios de improbidade de Maria do Carmo, mas não decreta indisponibilidade dos bens da prefeita de Santarém
Leia mais aqui.
Depois da cheia, a vazante é esquecida
Mas agora, com a vazante, quando as doenças aparecerem, os órgãos públicos cruzam os braços.
Até quando?
Catadores de lixo invadem aterro sanitário do Perema

Miguel Oliveira
Repórter
Cerca de 20 catadores de lixo estão atuando diariamente no aterro sanitário da Prefeitura de Santarém sem que a secretaria de infra-estrutura tome qualquer providência para impedir que pessoas tenham contato direto com os resíduos que são despejados no local para serem recobertos por camadas de terra. O aterro localizado na comunidade de Perema, às margens da rodovia Curuá-Una, não possui licença de operação renovada pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente. Essas duas irregularidades podem provocar o fechamento do aterro a pedido do Ministério Público Estadual.
Na última quarta-feira, a reportagem de O Estado do Tapajós constatou que a secretaria de infra-estrutura permite que os catadores de lixo tenham acesso ao local que, pela legislação sanitária, não deveria permitir a manipulação manual de resíduos. No aterro deveria ocorrer apenas a manipulação mecanizada do lixo, mas as fotografias tiradas no local mostram uma realidade bem diferente. Na área aonde os caminhões da empresa Clean despejam os resíduos coletados em Santarém a reportagem flagrou catadores de lixo em volta de um veículo coletor.
Combinado com o motorista, o lixo era despejado aos poucos, dando tempo para que as pessoas revolvessem seu conteúdo. Não foi detectada a presença de nenhum trator para fazer o trabalho de aterramento do lixo ali despejado.
Os catadores de lixo do Perena dão sinais que atuam no aterro sanitário há muito tempo. Uma barraca na parte mais baixa do aterro foi improvisada para guardar utensílios de cozinha e uma rede de pesca, usada no igarapé que tem seu curso d’água às proximidades. Uma família construiu uma barraca ao lado da cerca de arame que circunda o aterro, na parte superior do terreno.
Arredios, os catadores não gostam de dar detalhes do trabalho que executam. Mas um deles, um rapaz que aparenta ter cerca de 25 anos, informou que ele e seus colegas ( alguns parentes) estão ali à procura de garrafas de vidro e alumínio. “Nós coletamos vidro e alumínio para vender às sextas-feiras. Um empresário de Santarém vem comprar o que achamos no lixo lá na porta do lixão”, contou o rapaz.
Questionado sobre o perigo à saúde por causa do contato direto com o lixo, catador não deu muita importância ao risco que corre de contrair doenças. “Estamos aqui para ganhar dinheiro. È melhor do que trabalhar com carteira assinada, dá mais”, revelou.
Paga ou não paga?
O processo leva o número 20081006134-7 e tramita na 8ª Vara Cível.
A ação prosseguiu esta semana com despacho que mantém a Mello e a PMS no pólo passivo da ação.
O juiz do feito já fixou os pontos controvertidos, deferiu meios de provas e designou a data de 20 de agosto de 2009, às 11:00 horas, para a realização da audiência de instrução e julgamento.
Comissão vai hoje ao local onde muitos militantes foram mortos no Araguaia
Enviado especial da Folha a São Geraldo do Araguaia (PA)
Após dois dias de buscas até agora infrutíferas, hoje será o "Dia D" da segunda fase da missão de reconhecimento dos locais onde podem estar enterradas ossadas de mortos da guerrilha do Araguaia (1972-1975).
O Exército e os peritos vão hoje a três locais-chave, o que só será possível com a ajuda de um helicóptero com capacidade para 20 pessoas, deslocado para a região especialmente para a missão. A equipe irá à serra das Andorinhas --onde atuava o mais famoso dos guerrilheiros, Osvaldo Orlando Costa, o Osvaldão--, ao Matrinchã e à clareira do Cabo Rosa, apontada como principal palco de execução da fase final da guerrilha.
Só nesse último ponto podem estar de 6 a 12 corpos, estima Paulo Fonteles Filho, representante do governo do Pará no grupo. É nessa nova região que estão enterrados quase todos os guerrilheiros e "foi o coração daquele processo de execução", afirma. No total, quase 60 guerrilheiros foram mortos em três anos --41 provavelmente foram executados.
O uso do helicóptero é um dos pontos de honra do Exército, que vê a aeronave como uma demonstração de que está empenhado em encontrar os corpos. "A ideia é a gente realmente achar esse material para apresentar para as famílias. Isso aqui é pra valer", afirma o comandante logístico do grupo, general Mário Lúcio de Araújo.
Os dois locais vistoriados até agora nessa segunda fase não tinham indícios suficientes para que sejam realizadas escavações --etapa que começa na segunda semana de agosto. Na primeira fase, de quatro a seis pontos foram selecionados para escavações.
As buscas estão sendo realizadas em razão de uma sentença judicial. Em 2003, a juíza Solange Salgado determinou que o governo localize e entregue às famílias os restos mortais dos desaparecidos. Os recursos da União foram rejeitados.
Para cumprir a ordem judicial, o Ministério da Defesa montou a comissão de buscas, com 33 integrantes militares e civis e o apoio logístico da 23ª Brigada de Infantaria de Selva.
Pantera lidera grupo 2
Confira aqui a tabela de classificação do grupo 2 da sérei D, liderado pelo São Raimundo.
Sujou
Mas a fedentina vai aumentar quando o MP começar a revivar pra valer o lixo do aterro.
Placar apertado
Casco raso
Casco raso, patamares altos e estreitos.
Balançou muito para um lado, babau!
Melhorou um pouco
Será que a secura vai passar´?
Lúcio Flávio Pinto:O político biônico: agora, como antes
Era com este convite que, invariavelmente, um militante comunista abria as rápidas conversas que tínhamos quando ocasionalmente cruzávamos em algum lugar da cidade, na época do regime militar. De tanto ser convocado, um dia decidi ler o citado luminar do saber político-filosófico. Suportei umas poucas linhas e desisti. Era puro catecismo dogmático. J. Posadas escrevia como se ditasse a tábua das leis. Não eram pensamentos, raciocínios, argumentos: a verdade estava aprisionada a cada uma das suas frases. Era para ser citado. Nunca para ser entendido. Contestado, nem pensar.
A imagem do guru – ou lua preta – me vem sempre que alguém me fala de personagens desse tipo. São sábios que não se vê pelas ruas, cujo desempenho pouco ou nada foi testado e as realizações são vagas, intangíveis. Mas seus nomes são pronunciados com um eco de sapiência e autoridade. Se atuam na política (em geral nos bastidores), são tidos como verdadeiros oráculos. Suas previsões são ouvidas com o respeito devido ao sumo sacerdote. Suas sugestões e seus conselhos são postos em prática como se eles fossem verdadeiros alquimistas. Eles próprios, porém, não podem atestar com seus exemplos a validade das previsões. Por serem, acima de tudo, teóricos.
Na esquerda, o tipo é notório. Mas ele abunda também na direita. O momento grave é quando tentam sair da penumbra e dos tetos de zinco quente para a planície, o rés-do-chão. O ex-governador Almir Gabriel não deixou um vapor de dúvida sobre a única maneira de fazer a transição no governo: colocar a máquina pública a serviço do novo político, que estréia por cima, às vezes no mais alto posto do serviço público. Do contrário, ele nunca sairá da condição de poste, ao menos para fins eleitorais.
O ex-senador disse-o com a inflexibilidade de um cirurgião, quando atribuiu ao absenteísmo de Simão Jatene a causa da sua derrota na terceira tentativa de voltar ao governo do Estado. Se Jatene tivesse feito o que todo governador faz, ao usar o aparelho oficial para favorecer seu protegido, Almir conquistaria galardão único na história paraense: de ser o primeiro governador tri-eleito pelo voto popular. Ao invés disso, tem agora que engolir rancor sem fim pela desfeita nos confins do litoral paulista (escolha pessoal da qual já parece ter-se arrependido).
O PT navega pelo mesmo rio de fisiologismo. A governadora, que tem a própria horta de votos, mas se valeu de transferências conseguidas por meio de aliança para expandi-la além do seu próprio domínio, tem seu projeto político de longo prazo. Esse projeto não é formado por uma visão de mundo, tecida a partir de programas e projetos de maior fôlego para mudar o Estado. É, simplesmente, um projeto de perpetuação no poder. Pode, eventualmente, ser ou não ser associado a ações externas. O que ela mais deseja no momento é constituir candidaturas e dar-lhes viabilidade eleitoral, para reforçar o seu grupo e dar-lhe mais densidade.
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Amazônia precisa de um "Big Brother", diz dono de fazenda modelo
Enviado especial da BBC Brasil a Paragominas (PA)
O modelo de pecuária e agricultura sustentáveis que o fazendeiro Mauro Lúcio Costa adota em suas terras ainda está no campo das exceções na Amazônia.
Em sua fazenda, 80% da área de 4,5 mil hectares ainda é de mata preservada, a produtividade nos pastos é quatro vezes superior à média da Amazônia, reflorestamento e soluções ambientalmente positivas estão por todos os lados, não pesam sobre ele denúncias (ou condenações) de crimes trabalhistas ou ambientais e não há qualquer conflito pela terra.
Não são muitos os grandes fazendeiros da região que podem ostentar uma ficha dessas --por isso, Costa é comumente citado como exemplo, por ambientalistas e técnicos, de como uma fazenda pode funcionar sem destruir a natureza.
"Quando falava disso, oito anos atrás, tinha muita gente dizendo que gado não dava dinheiro suficiente para fazer uma fazenda assim", diz o fazendeiro, presidente do Sindicato de Produtores Rurais de Paragominas, no sudeste do Pará. "Agora, as coisas mudaram e tem cada vez mais gente percebendo que esse é o caminho."
Sem exemplos
O fazendeiro diz que a nova mentalidade já está chegando a outros agricultores e pecuaristas. Mas tem dificuldades para citar outros bons exemplos específicos de boas práticas ambientais em fazendas da região, que conhece bem.
Costa diz que lei só vai funcionar se houver monitoramento e fiscalização. "Tem mais gente que está adquirindo essa consciência, mas é um trabalho que demora a surtir resultados na prática. Minha fazenda está assim porque já faz quase dez anos que a sustentabilidade é uma preocupação", afirma.
"Quando nós fomos convidados pelo governo para vir para cá [nos programas de colonização da Amazônia], a ordem era produzir a qualquer custo e desmatar para poder ficar com a terra', acrescenta. 'Agora que tudo mudou, queremos o mesmo respeito do governo que tínhamos no passado para que possamos adequar nossas práticas."
Costa apoia a nova lei criada a partir da MP 458, mas diz acredita que ela só vai funcionar se o monitoramento e a fiscalização dos fazendeiros na Amazônia --hoje bastante criticados-- forem reforçados.
"Eu acho que a fiscalização vai ser essencial dentro do processo", afirma o fazendeiro. "Ela tem que ser rígida e eu diria que o ideal para nós seria um 'big brother', em que você estaria sendo monitorado 24 horas, online."
"Se tivermos essa consciência, podemos ser os vigias que a Amazônia tem que ter. Eu por exemplo sou: se eu souber de algum vizinho meu, alguma pessoa que está fazendo desmatamento, eu vou denunciá-lo."
Mas Costa reclama que o governo caiu em uma contradição ao determinar que a MP regularizaria terras de, no máximo, 1,5 mil hectares.
"Quando os fazendeiros vieram para a Amazônia, nos anos 80, os lotes para ocupação eram de 3 mil e 4,5 mil hectares. Agora, não faz sentido o governo não regularizar o que ele mesmo prometeu anos atrás."
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