segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Lira Maia e Von em visita pela Br-163
Em entrevista exclusiva a Rádio Cultura de Novo Progresso, no programa do “Ratinho”, falou que Medida Provisória 458, que rege sobre a regularização fundiária na Amazônia, foi elaborada em Novo Progresso e levada à Brasília por ele e pelo deputado Asdrúbal Bentes (PMDB), que foi o relator da matéria.
Lira Maia disse que tem participação na emenda que trará a agencia do INSS para Novo Progresso em parceria com o deputado Petista Zé Geraldo .
Lira Maia informou que foram destinados R$ 2,6 milhões para a construção do aeroporto de Novo Progresso
O deputado estadual Alexandre Von (PSDB), que está na comitiva de Lira Maia, deu destaque no seu trabalho na Assembléia Legislativa na defesa do Zoneamento Econômico e Ecológico da Amazônia.
Os deputados e comitiva seguiram para Castelo dos Sonhos onde participaram de um ato público, no domingo, sobre a redefinição da FONA do Jamanxim.
(Com informações de Manolo Garcia)
O dinheiro sumiu(2)
A torcida do São Raimundo não sabe organizar o evento, coloca um preço salgado dos ingressos, se tivesse baixado o valor para 5,00 a geral, 10,00 a arquibancada coberta, e 20,00 a arquibancada central, teria dado mais torcedores. Ontem tinha que ser promocional, principalmente era final de mês, o Bruno e Marrone levaram o dinheiro todo. E a diretoria não faz promoção nenhum, convocar é facil. Pergunta-se cadê o dinheiro do Parazão, o que foi que fizeram com esse dinheiro? Se pagaram alguma coisa, cadê os recibos? Toda a diretoria tem que prestar conta com a torcida. Pois a torcida quer saber?
Pescaria
Gazeta à vista
O presidente José Maria Tapajós e o vice-presidente Nélio Aguiar viajaram.
Se der número regimental, Emir Aguiar, o interino que preside a mesa, dará por aberta a sessão legislativa do segundo semestre.
Começou a disputa pelas Olimpíadas 2016
Na coluna de Lauro Jardim(Veja Online)
Começou oficialmente uma das mais disputadas provas olímpicas. No dia 21, representantes do COI desembarcaram no Brasil e fizeram reuniões com todos os interessados em comprar os direitos de transmissão das Olimpíadas 2016. Globo, Record, operadoras de telefonia, portais - foi uma reunião atrás da outra. Ou seja, estarão sendo negociados os direitos de transmissão para televisão aberta, paga, internet e por celular.
Os candidatos tem até o dia 15 para entregar ao COI suas propostas. A disputa pela transmissão de tevê aberta promete ser a mais acirrada da história. Por pelo menos dois motivos. Primeiro, por que a Globo não admite perder sua segunda Olimpíada consecutiva (A Record levou Londres 2012). E depois por que, uma das cidades favoritas para sediar o evento é o Rio de Janeiro.
Para ficar com Londres 2012, a Record pagou 60 milhões de dólares. Os Jogos Olímpicos de 2016 seguramente superarão essa marca apesar de, entre uma e outra oferta, ter surgido uma crise econômica mundial no meio.
O COI não estabeleceu a data de abertura das propostas. Mas sabe-se que será obrigatoriamente antes do dia 2 de outubro, quando será anunciado no nome da cidade que sediará o evento.
O dinheiro sumiu
O dinheiro do lazer do final de semana do santareno foi gasto no show da dupla Bruno & Marrone, que reuniu 12 mil pagantes na feira agropecuária.
Aos pedaços
A equipe se diviu em três pequenas aeronaves e chegou a cidade por volta de 15 horas.
O treinador da equipe, após o jogo, reclamava que não tinha dinheiro nem para pagar o jantar dos atletas.
domingo, 2 de agosto de 2009
São Raimundo perde pênalti
Continua: São Raimundo 0 x 1 Tocantins.
São Raimundo 0 x 1 Tocantins
São Raimundo 0 x 1 Tocantins.
Muirapinima vence festival de Juruti
Mudança no Ideflor
Jorge Yared é quem vai suceder Raimundinha no comando do Ideflor.
Público pequeno no Barbalhão
O tempo de jogo é de 10 minutos.
Placar: 0 x 0.
Viajeiros
Lá, se encontram com o senador Flexa Ribeiro e os deputados Wandenkolk e Zequinha.
Vice-campeão em morosidade dos TJ's

O Tribunal de Justiça do Estado do Pará é o vice-campeão em processos que correm no 2º Grau e que não receberam decisão em 2008, atrás apenas do TJ do Ceará.
Leia mais aqui.
Técnica de retirar cárie sem anestesia e uso da broca é utilizada como política pública no Brasil
Enfrentar a cadeira do dentista já é de dar medo em muito marmanjo, imagina então se o paciente é uma criança. Mas é possível retirar a cárie sem usar a broca, aquele instrumento que perfura o dente e faz um barulho de arrepiar. A técnica é bem simples, e é chamada Tratamento Restaurador Atraumático — ART, pela sigla em inglês. Não é nenhuma novidade na odontologia, mas após ser esquecida por um bom tempo começou a tomar fôlego nos últimos anos no Brasil e em vários países do mundo.
A ART foi inventada na década de 1980 pelo pesquisador holandês Jô Frencken, que estava na África e não tinha como realizar o tratamento odontológico convencional em comunidades carentes, onde, muitas vezes, nem havia energia elétrica. A solução quase sempre era a extração do dente, o que angustiava o dentista — por saber que era possível recuperá-lo. Foi então que teve a ideia de utilizar um material chamado ionômero de vidro, em substituição às tradicionais amálgama e resina, materiais utilizados nas obturações convencionais.
“Uma vantagem dessa técnica é que o ionômero libera flúor continuamente e endurece rapidamente (de três a quatro minutos), sem precisar do fotomolimerizador (aparelho elétrico que emite luz azul que ajuda a secar a resina)”, explica Soraya Coelho Leal, professora de odontopediatria da Universidade de Brasília (UnB), e coordenadora de uma pesquisa realizada em parceria com a Universidade Radboud, na Holanda, onde atua o pesquisador Frencken.
Na América Latina, o México é o país em que o ART está mais largamente difundido. Desde 2002, faz parte do programa oficial de saúde do governo. Em novembro, o país apresenta os resultados na população em um congresso que será realizado na Venezuela para comemorar os 20 anos de aplicação da nova técnica. No Brasil, os primeiros tratamentos dentários ART são da década de 1980 em Bauru (SP).
Em 2006, a técnica passou a ser adotada pelo Ministério da Saúde no programa Saúde da Família, como estratégia para ampliar o acesso à assistência. “É um tratamento rápido, com resultado semelhante ao de outras técnicas, e que nos dá tempo para investir em outras frentes no programa de saúde bucal”, explica Gilberto Pucca, coordenador Nacional de Saúde Bucal do Ministério da Saúde. Atualmente, 18 mil equipes do programa Brasil Sorridente aplicam a técnica ART pelas cidades brasileiras. As famílias carentes ainda recebem kit com creme dental e escova para prevenir novas cáries — 80 milhões de kits serão distribuídos.
Empate classifica o São Raimundo
Soldados da Força Nacional vão permanecer mais tempo em Santarém
Em Santarém, 30 homens da Força apóiam o Ibama e a Polícia Federal nas operações de repressão a crimes ambientais.
sábado, 1 de agosto de 2009
Vic e Faro são os mais assíduos da bancada federal
Das 60 sessões plenárias realizadas este ano, Vic e Faro faltaram à apenas duas.
Já o deputado Jader Barbalho(PMDB) lidera a lista dos mais faltosos. Jader deixou de comparecer a 40 sessões este semestre.
Confira a lista completa:
Nome Faltas
Vic Pires Franco(Democratas) 2
Beto Faro(PT) 2
Asdrúbal Bentes (PMDB) 4
Giovanni Queiroz (PDT) 5
Paulo Rocha(PT) 6
Lúcio Vale(PR) 6
Bel Mesquita(PMDB) 6
Zenado Coutinho(PSDB) 8
Wandelkolk Gonçalves(PSDB) 9
Zé Geraldo(PT) 9
Nilson Pinto(PSDB) 10
Gerson Peres(PP) 10
Lira Maia(Democratas) 14
Elcione Babalho(PMDB) 15
Zequinha Marinho(PSC) 15
Wladimir Costa(PMDB) 20
Jader Barbalho(PMDB) 40
MP pede ajuda da Assembléia para investigar nepotismo no TCE
O MP pediu ajuda da Assembléia Legislativa, para investigar as denúncias de nepotismo no Tribunal de Contas do Estado.
O motivo: o TCE é órgão auxiliar do Poder Legislativo Estadual.
Então, tá.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Vem mais um escândalo
Aguarde.
Camarote 32
Como na novela da Globo, aguardem as cenas do próximo capítulo.
Distrato de temporários da administração direta é prorrogado
O acordo foi assinado quinta-feira (30) pelo procurador Geral do Estado, Ibraim Rocha, e pelo procurador Regional do Trabalho da 8ª Região, José Cláudio Monteiro de Brito Filho, e espera apenas homologação da Justiça.
A assinatura do acordo só foi possível depois que o MPT verificou que o Estado vem cumprindo todas as exigências estipuladas no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), mas que ainda existem algumas situações específicas que precisam de atenção especial, principalmente nas
secretarias de Estado de Saúde Pública (Sespa) e de Educação (Seduc).
Ainda assim, o Pará só contará, a partir de 1º de agosto de 2009, com 1.971 temporários.
(Fonte: Secom/Pa)
Serviço florestal suspende entrega de documentos para concessão da Flona Saracá-Taquera
A sessão estava originalmente marcada para 31 de julho de 2009 (sexta-feira).
A suspensão ocorreu para que o Serviço Florestal Brasileiro possa avaliar o pedido de impugnação impetrado pelo presidente da União das Entidades Florestais do Pará (Uniflor), Luís Carlos Tremonte.
A suspensão não significa que o pedido de impugnação será acatado, e sim que ele será analisado e respondido. O Serviço Florestal Brasileiro pode acatar ou não a argumentação do pleito.
O Serviço Florestal Brasileiro publicará, em breve, no Diário Oficial da União e no site www.florestal.gov.br sua decisão sobre a impugnação e os novos prazos para a continuidade do processo.
O pedido de impugnação é um ato legítimo e legalmente previsto na Lei 8.666/93 e no próprio edital de concessão florestal.
O Serviço Florestal Brasileiro avalia de maneira positiva o interesse da sociedade em participar dessa fase do processo de implantação do sistema de concessões florestais do país.
Se a moda pega em Santarém...
A Justiça de Minas determinou que uma igreja evangélica da cidade de Ponte Nova (MG) reduza o barulho feito durante os cultos, sob pena de multa no valor de R$ 1.000 em cada caso de descumprimento.
Segundo o Tribunal de Justiça de Minas, a ação foi movida por um empresário, morador do bairro Palmares, próximo a sede da igreja. O morador afirma a igreja realiza cultos e pregações "com gritarias, toques de instrumentos musicais, cânticos e orações difundidos por meios mecânicos que, sem nenhum isolamento acústico, produzem sons indesejáveis."
Ainda de acordo com o TJ-MG, um grupo de moradores recorreu à prefeitura da cidade que enviou fiscais para medir a intensidade do som produzido pela igreja, constatando que atinge 81,40 decibéis durante os eventos.
Com base nos dados, o juiz Damião Alexandre Tavares Oliveira, da 1ª Vara Cível de Ponte Nova, acatou o pedido liminar, impondo multa no valor de R$ 5 mil por cada descumprimento por parte da igreja.
A instituição recorreu da decisão, afirmando que a alegação dos moradores era motivada por preconceito e intolerância religiosa. Apesar disso, o relator do recurso, Alberto Henrique, manteve a decisão de primeiro grau, apenas reduzindo a multa para R$ 1.000.
Segundo o relator, os documentos anexados no processo foram "contundentes e hábeis a comprovar os ruídos que vêm sendo feitos pela igreja, que podem ser considerados mesmo poluição sonora, diante da sua magnitude, e os prejuízos sofridos pela população que reside no entorno, com tais ruídos."
Ano letivo na várzea de Santarém começa segunda-feira
Na várzea, esta data marca o início do calendário letivo 2009/2010 que foi adiado por conta da cheia dos rios. As aulas deveriam ter começado no mês de julho.
De acordo com o calendário oficial, elaborado pela Secretaria de Educação, as aulas da várzea começam agora e vão até o final do mês de abril do próximo ano. Porém, como a vazante dos rios está lenta, há escolas que poderão iniciar as aulas mais tarde, elaborando um calendário suplementar no qual sejam garantidos os 200 dias letivos.
A região da várzea de Santarém tem 46 escolas nas quais estudam 3.548 alunos.
(Fonte:Assessoria de Imprensa/PMS)
Tribos mirins fazem a festa hoje em Juruti
A programação do Festribal 2009 prevê ainda para amanhã, sábado, o momento mais esperado da festa que é a apresentação das tribos Munduruku e Muirapinima. As apresentações começam as 20 horas e cada grupo tem 3 horas para fazer sua evolução. A tribo Munduruku entra primeiro na arena do Tribódromo, logo em seguida vem a tribo Muirapinima. Um júri formado por pessoas de fora, analisa os itens oficiais do Festribal, entre eles, apresentador, porta estandarte, guardiã tribal, índia guerreira, pajé, tuxaua, levantador de cantos tribais, etc.
Barulho no ouvido dos outras é melodia
O grupo levou um pedido ensurdercedor: a revogação ou dimunição da área de abrangência da zona de silêncio no centro da cidade que está sendo sugerida Sema.
A zona por onde os carros de propaganda volante ficariam impedidos de trafegar começaria no Belo Centro e se estenderia até o Mercadão 2.000. Os barulhentos consideram o perímetro muito extenso.
O risco é o atual governo, que gosta de fazer demagogia eleitoreira, deixar-se emprenhar pelos ouvidos.
Comunidades tradicionais da Amazônia temem perder espaço com nova lei
Enviado especial da BBC Brasil a Santarém (PA)
A migração em massa para a Amazônia é coisa relativamente nova - iniciada com os grandes programas de colonização dos anos 70. Mas, já naquela época, viviam espalhados pela selva grupos indígenas, vilas remanescentes de antigos quilombos, seringueiros e populações ribeirinhas vivendo da pesca e da agricultura de subsistência.
Essas são as chamadas comunidades tradicionais da Amazônia, que temem perder ainda mais espaço com a regularização fundiária da região proposta pelo governo.
"O governo está mais preocupado em regularizar as madeireiras e as fazendas porque quer lucro. Nós queremos que o governo respeite a Constituição e dê prioridade à demarcação de terras indígenas", diz o cacique Gedeão Monteiro, presidente do Conselho Indígena Tapajós Arapiuns (Cita), que reúne comunidades da região de Santarém, no Pará.
A Constituição Federal determina que as comunidades tradicionais têm prioridade na demarcação das terras da Amazônia, mas o processo pode se prolongar, uma vez que exige pesquisas e laudos antropológicos. Com isso, aumentam os riscos de terras indígenas ou quilombolas acabarem como propriedades privadas.
Um bom exemplo dessa situação confusa é a Gleba Nova Olinda, na região de Santarém. Em 1994, o governo do Pará assentou nesse território um grupo de 24 fazendeiros e madeireiros.
Eles receberam o título como uma compensação por terra desapropriada na região de São Félix do Xingu, também no Pará. A terra em São Félix havia sido comprada regularmente pelos empresários, mas eles tiveram que ser retirados de lá quando a área foi declarada território indígena.
"Não vamos rever nada do que foi feito pela administração anterior, a não ser que haja ordem judicial. E congelamos a destinação de qualquer outra área da gleba até que a União defina o que é terra indígena", disse o assessor-chefe da presidência do Instituto de Terras do Pará (Iterpa), Girolamo Treccani.
"Longe de nós desrespeitar os direitos de comunidades tradicionais, mas precisamos que os órgãos competentes definam logo quais são estes territórios para que possamos dar destino às outras áreas. Com essa indefinição, fica impossível fazer uma política de terras no Estado", reclama.
Posse
Na gleba Nova Olinda, vivem 14 comunidades tradicionais, sendo três delas indígenas e o restante de outras populações ribeirinhas, em um total de quase 600 pessoas. Eles acreditam ter direito de posse coletiva sobre todos os mais de 180 mil hectares da área por ora pertencente ao governo do Estado do Pará - na maior parte, ainda sem destinação definida.
"Eles estão levando nossas terras, nossa madeira, nossas plantas frutíferas e medicinais. Os igarapés estão secando e muitas fontes de água foram cercadas", reclama o segundo cacique de uma das aldeias, Odair José Borari. "Aquela terra é nossa, e queremos que o governo faça logo a demarcação para que possamos nos defender e defender nosso espaço", diz.
Borari já foi agredido e ameaçado de morte, supostamente por fazendeiros e madeireiros, e chegou a passar algum tempo em um programa de proteção do governo do Estado que fornece escolta para líderes de movimentos sociais sob risco de assassinato. "É verdade que a pressão dos movimentos indígenas sobre o governo é forte, mas a dos madeireiros é mais forte ainda", diz o cacique.
O vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santarém, Manuel Santos Matos, diz que para essas comunidades é difícil lutar por direitos, por conta do isolamento e da falta de recursos.
Matos aponta isolamento e falta de recursos como dificuldades
"São comunidades que vivem a dez ou 12 horas de barco de Santarém. Mesmo aqui, não há uma agência da Funai, e o Incra planeja transformar sua gerência regional em um escritório de representação. É muito caro para nós ficarmos indo todo o tempo a Belém ou a Brasília", afirma Matos.
Por conta dessas dificuldades, o sindicalista diz temer que a lei criada a partir da MP 458 acabe servindo para oficializar invasões de terras que pertencem a comunidades tradicionais, mas que ainda não tiveram esse reconhecimento oficial.
Gedeão Monteiro diz que o governo também propôs a concessão de lotes individuais aos índios, ao invés de demarcar a terra indígena em um conjunto.
"A maioria das comunidades aceitou, mas nós não quisemos isso. Se os índios aceitam, muita gente vai ficar tentada a vender a terra quando os fazendeiros oferecerem dinheiro", diz.
"Tem muita gente que nem imagina quanto é R$ 20 mil e acaba vendendo seu pedaço de terra por uma oferta qualquer porque acha que aquele dinheirão nunca vai acabar. Só que essa pessoa tem que ir para cidade e, em geral, um ou dois anos depois já está sem nada e morando em alguma favela ou periferia."
Terra esgotada em Minas Gerais levou agricultor para Amazônia
O agricultor mineiro Cássio Barbosa diz que quando chegou à Amazônia, no começo dos anos 80, a ordem era desmatar pelo menos 50% da fazenda para conseguir ficar com a terra, mas afirma que já naquele tempo percebeu que isso não era boa ideia porque já tinha sentido na pele os efeitos do desmatamento.
A família já tinha decidido mudar sua fazenda da região de Carlos Chagas, em Minas Gerais, para a Amazônia porque os descuidos com o meio ambiente em seu estado natal prejudicaram a produtividade das terras por lá.
"Como nós viemos de uma região que praticamente assolou (a vegetação), que foi Minas Gerais, nós já chegamos aqui com esse conhecimento. Por isso a gente ainda mantém os 70% de mata nativa na propriedade", afirma Barbosa, que tem uma fazenda de 500 hectares, onde produz goiaba e abacaxi e tem criação de pequenos animais.
Mas o agricultor faz coro com quase todos os produtores da região ao dizer que crédito é essencial para permitir que a agropecuária se desenvolva sem que mais destruição aconteça.
"Sem financiamento, fica muito difícil recuperar as terras pra plantar ou criar gado de novo, principalmente para nós que vivemos de agricultura familiar", diz.
Descuido
O vice-presidente da Federação de Agricultura do Estado do Pará, Diogo Naves, admite que o descuido com as terras em outras partes do país foi um dos motivos para a enorme chegada de fazendeiros à Amazônia, e principalmente para o sul e sudeste paraenses.
"Eu, por exemplo, sou de Goiás, e minha família sempre teve fazenda lá. Mas as terras ficaram esgotadas e, por isso, as novas fronteiras foram abertas na Amazônia", disse.
"Também o desenvolvimento da agricultura de grãos no Centro-Oeste foi empurrando os pecuaristas cada vez mais ao norte", acrescentou.
Mas Naves diz que hoje em dia é possível evitar que esse mesmo ciclo de exploração-esgotamento-abandono se repita na Amazônia.
"Antigamente , era muito caro pra recuperar terra", afirmou. "Hoje, custa mais ou menos R$ 3 mil por hectare na Amazônia para tratar a terra, mas naquele tempo era pelo menos cinco vezes mais, o que tornava a recuperação inviável."
Público do show de Bruno & Marrone foi injusto com governadora
Quando o parceiro de Bruno citou o nome de Ana Júlia houve um estrondosa vaia, que deixou desconcertado até o experiente cantor.
Para quem não sabe, há muitos anos o governo do estado não investia pesado na feira agropecuária de Santarém como fez o atual governo e por isso a vaia soa como uma tremenda injustiça com Ana Júlia.
A prefeita Maria do Carmo quando teve citado seu nome também foi vaiada pelo público.
Mas esta vaia é de se presumir o motivo: a buraqueira do acesso ao parque de exposições e o poeiral que se levanta por toda a cidade.
CDP esclarece utilização de área do porto de Santarém pela Cargill
A CDP (Companhia Docas do Pará) esclarece que as áreas do porto de Santarém, denominadas 4A e 4B, atualmente cedidas mediante concessão à empresa Cargill Agrícola, e ainda não ocupadas com finalidade portuária, encontram-se à disposição do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Arquitetônico Nacional), para que sejam realizados estudos arqueológicos.
Registra ainda que não há notícia de nenhum plano de investimento imediato para estas duas áreas, e que não existe obra em andamento, e sequer projeto, para a construção de estacionamento no local. Praticamente toda a área do porto de Santarém ainda não utilizada deverá ser objeto de pesquisa, por determinação do Iphan, sem o que não será possível qualquer tipo de atividade na mesma, seja ela portuária ou recreativa, uma vez que ambas degradam o ambiente a ser estudado.
Algumas áreas serão definitivamente preservadas, como a que contém fragmentos de floresta original, e o material arqueológico resgatado deverá ser, no futuro, mantido em exposição em local apropriado na área portuária, num Museu do Sítio Portuário, integrado ao projeto de um segundo terminal a ser construído no Porto de Santarém, tendo como prioridade a recepção de passageiros regionais e de cruzeiros turísticos/internacionais.
A área 4B, localizada na esquina das avenidas Tapajós e Cuiabá, e que abrigava um dos campos de futebol utilizados pela comunidade local dentro do porto, sempre esteve na área no PDZ – Plano de Desenvolvimento e Zoneamento – do Porto de Santarém, com clara previsão de uso portuário, assim como outras áreas do Porto também utilizadas para fins recreativos no passado próximo.
Em 2008, após analisar o balanço entre potencial de uso portuário e uso social, a atual Diretoria da CDP cedeu, sem ônus para a cidade, uma área contigua à 4B para a Prefeitura de Santarém, num total de 10 mil metros quadrados e bastante arborizada, na orla da cidade e no final da avenida Tapajós, para a construção de um parque recreativo/esportivo. A prefeitura já possui dotação de R$ 800 mil para a obra, com previsão de início assim que o nível do rio baixar.
(Fonte: O Liberal)
Quem ama o feio, bonito lhe parece
O muro de proteção ao igarapé do Irurá, que estava sendo construiído pela Cosanpa foi embargado pela Seminf - por ferir a estética urbana.
Mas a mesma prefeita se vangloria da feira do pescado, um monstrengo erguido em plena na orla da cidade, fechando uma janela para o rio Tapajós.
O muro enfeia, né?
E a feira, embeleza?
Catraca eletrônica: Santarém será Maringá, amanhã!
Os cobradores de Santarém que se cuidem, pois logo logo eles perderão o emprego. Estou em Maringá e aqui como em outras cidade do Sul e Sudeste, a catraca eletrônica substituiu o cobrador.
Lei é potoca em Santarém
Sabem o que aconteceu, ou melhor, não aconteceu?
A reforma dessas escolas e o aluguel de novos espaços para abrigar os alunos.
Pois é.
Manda quem pode, obedece quem tem juízo.
Miniusinas, macroproblemas
Manchetes desta sexta-feira de O Estado do Tapajós
FESTIVAL DAS TRIBOS AGITA JURUTI
CONSELHO DE TRANSPORTE VAI OPINAR SOBRE ADEQUAÇÃO DA LEI DO MOTOTÁXI
EMPATE DOMINGO GARANTE CLASSIFICAÇÃO AO PANTERA
CPC NÃO PODE MAIS EMITIR LAUDO PARA MUDANÇA DE CARACTERÍSITICA DE VEÍCULO
Mal de Alzheimer: AVANÇOS NA COMPREENSÃO DA DEMÊNCIA
FRUTAS TEM ALTA PRODUÇÃO, MAS DESPERDÍCIO AINDA É GRANDE
JUIZ LIBERA TERMINAL DA TECEJUTA, MAS EXIGE RIMA EM 90 DIAS
PREFEITURA NÃO VAI SUBSIDIAR REFEIÇÃO DO FUTURO RESTAURANTE POPULAR
Série Memória de Santarém: ROBERT AVÉ-LALLEMANT, O VISITANTE CURIOSO DO SÉCULO XIX
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Prefeita critica morosidade na liberação de recursos do governo do estado
"Não quero nem dinheiro novo, basta a governadora Ana Júlia liberar o dinheiro [10 milhões dos 17 milhões das verbas federais do orçamento da União liberadas através do governo do estado.]
As críticas foram feitas agora de manhã por Maria do Carmo no programa Sinval Ferreira, da Rádio Rural.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
MRN e terceirizadas vão pagar indenização por morte de operário em Porto Trombetas
O juiz Romulo Nogueira de Brito, que responde pela Comarca de Oriximiná, determinou, no último dia 27, que a Mineradora Rio do Norte, Consórcio SETAL/UTC e outras empresas, paguem 300 salários mínimos por dano moral para o menor R.S.L, filho de Raimundo Borges Leal, ex-funcionário da empresa Tomé Engenharia Transportes LTDA, que morreu, no seu ambiente de trabalho, em um acidente de trânsito, em 7 de maio de 2002. Em decorrência dos danos materiais, as empresas também terão que pagar ao menor pensão mensal, equivalente a 1/3 do salário que o funcionário morto recebia, incluindo o 13º salário, até que o mesmo complete 25 anos.
A ação foi movida pela representante e mãe do menor, Nelma Viana dos Santos. Segundo os autos, o trabalhador da mineração “Porto Trombetas” morreu quando se deslocava da mina para o alojamento da empresa. A Kombi, onde ele estava sendo transportado, colidiu de frente com um ônibus da empresa “Cattani”. De acordo com as investigações, o ônibus teve problemas com o freio e para não colidir com um veículo, entrou na contra- mão e acabou atingindo a Kombi.
Governo do estado publica lei de regularização de terras públicas
Leia mais aqui.
Avenida Tapajós está liberada, menos no trecho entre Felisbelo e 2 de junho
Durante a visita técnica foi constatado que as laterais em alguns trechos da Avenida ainda estão muito encharcadas, impossibilitando o estacionamento de veículos. Dessa forma, não será permitido o estacionamento no perímetro da Tapajós compreendido entre as travessas Padre João e Senador Lemos.
Após a análise de outros pontos, os secretários decidiram liberar a avenida para o tráfego de veículos, com exceção do trecho compreendido entre as Travessas Felisbelo e 02 de Junho (em frente à Capitania dos Portos). “Por questões de segurança, é necessário mantermos interrompido o transito nesse trecho, inclusive para pedestres, haja vista que a base, a camada que antecede o asfalto continua muito encharcada”, afirmou Alba Valéria.
Outras vias que também foram atingidas pela enchente, como as Travessas Padre João e Senador Lemos, vão permanecer interditadas, enquanto que as Travessas 15 de Novembro e 15 de Agosto já foram liberadas.
As vistorias técnicas na Avenida Tapajós vão continuar conforme for diminuindo o nível do Rio Tapajós.
(Fonte: Assessoria de Imprensa PMS)
Catraca eletrônica dá lucro aos donos de ônibus de Santarém
Os empresários do setor de transporte coletivo de Santarém não têm o que reclamar em 2009. Desde que o sistema de bilhetagem eletrônica foi implantado, em maio deste ano, a receita das empresas cresceu cerca de 18%. "A catraca acabou com os prejuízos que os empresários alegavam com o uso indiscriminado de passes escolares e vales-transportes. Agora, os cartões só podem ser usados pelos beneficiários do sistema e o dinheiro pela venda dos créditos é uma receita antecipada", informa uma fonte do setor. O secretário municipal de Transportes, Sandro Lopes, ouvido pela reportagem garante, por outro lado, que o reajuste da tarifa aos níveis da variação do salário-mínimo ajudou a amortizar o reajuste concedido pelo Setrans aos motoristas e cobradores dos ônibus urbanos de Santarém.
Somado ao resultado positivo do novo controle dos passes estudantis, de idosos e dos empregados, através da catraca eletrônica, as empresas podem negociar descontos com fornecedores para pagamento à vista, uma vez que o sistema permite o recebimento antecipado dos créditos que serão usados pelos beneficiários do sistema. "Com dinheiro em caixa, as empresas economizam gastos com peças, equipamentos e insumos. Isso é receita extra", diz a fonte.
Mas a melhoria na receita das empresas não reflete, ainda, o serviço de transporte público de passageiros em Santarém. A maioria da frota é antiga, as reclamações de queima de paradas e pegas entre ônibus de empresas concorrentes são freqüentes. "As empresas precisam reinvestir na frota e na qualidade do serviço", cobra o secretário Sandro Lopes.
Segundo o titular da SMT, circulam em Santarém cerca de 120 ônibus. Sandro reconhece que o serviço das empresas ainda não é o ideal, mas destaca avanços no em
algumas linhas. "A setores da cidade bem servidos de transporte coletivo. Mas temos de reconhecer que há a necessidade da instalação de terminais de integração', reconhece o secretário. Ele lamenta que ainda existam passageiros que ainda precisem pagar duas passagens para ir a um único destino. " Temos que buscar recursos para implantar esses terminais de integração", prometeu o secretário.


