quarta-feira, 14 de abril de 2010
Câmara de associações comerciais elogia empenho de Lira Maia pelo plebiscito
Justiça libera embargo à usina de asfalto da prefeitura de Santarém
Os serviços de tapa-buraco recomeçam amanhã à tarde, em quatro frentes de trabalho.
Hoje, o Ministério do Turismo liberou cerca de 2 milhões de reais do orçamento da União de 2008 para o serviço de recapeamento asfáltico de várias ruas da cidade, que deve ser iniciado pelas avenidas Borges Leal e Turiano Meira.
A verba de um total de 10 milhões de reais foi obtida através de emenda da bancada federal do Pará, inclusive, contou com o apoio do deputado santareno Lira Maia.
Aprovada urgência para plebiscito do estado do Tapajós
Foram 265 votos a favor, 51 não e 13 abstenções.
Como há quorum , o projeto em si pode ser votado ainda hoje à noite.
Neste momento, os deputados encaminham a votação do regime de urgência para o plebiscito do estado do Carajás.
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Atualização as 22h10:
O plenário da Câmara aprovou a urgência do plebiscito do estado do Carajás.
O próximo passo é a votação dos PDCs em plenário o que deve acontecer nos próximos dias. Para a aprovação, o quorum necessário é de maioria simples, ou seja, metade mais um de 257 deputados presentes.
Segundo Lira Maia, “trata-se de uma noite histórica para o Parlamento brasileiro que faz justiça com a população do Pará, assegurando o direito constitucional de se manifestar através do plebiscito. O trabalho que desempenhamos junto ao Presidente da Casa e junto aos Líderes foi fundamental para esta primeira vitória. Continuaremos trabalhando para votar, quem sabe na próxima semana, a autorização de do plebiscito. A partir de agora, a participação de Prefeitos, Vereadores e de toda a sociedade civil do oeste e do sul do Pará é fundamental para a aprovação dos PDCs do Tapajós e do Carajás”, concluiu o deputado Lira Maia.
Como ludibriar incautos, em nome de Jesus
São os mesmos ladinos que vivem repetindo aquela patuscada de “Deus é fiel”… vou te dizer.(Gerson Nogueira)
PSDB rebate nota do PT em defesa de Ana Júlia
O PSDB do Pará, diante da nota divulgada à imprensa pelo PT, vem a público dizer o que segue.
O senador Mário Couto cumpre rigorosamente o seu papel constitucional ao avaliar o governo Ana Júlia Carepa, e se o faz negativamente é porque, como representante do povo do Pará, reproduz o que pensa e sente a maioria da população.
O PT, repetindo comportamento já conhecido, não gosta de ser criticado e não aceita que a sua governadora seja avaliada por outros partidos. Mas deve reconhecer que o discurso do senador Mário Couto não é uma voz isolada, tanto que, na nota, o PT não arrisca uma palavra em defesa do governo. No dia-a-dia, em suas andanças em busca da reeleição, a própria governadora Ana Júlia Carepa tem sentido na pele a reação popular, conforme notícias da imprensa.
A mesma reação popular, a que o senador Mário Couto deu voz ao discursar no Congresso Nacional, é o reflexo do estado de abandono do Pará e das pessoas. O povo sente insegurança, convive diariamente com uma violência desmedida. A saúde está sucateada, crianças morrem na Santa Casa, os doentes de câncer vão se tratar em Teresina, o Ofir Loyola passou de referência nacional a hospital sem remédios nem equipamentos. O Pará é campeão em mortes pela gripe H1N1. As estradas estão destruídas. A educação está falida e os kits escolares vêm se somar aos muitos escândalos que rondam várias secretarias e órgãos do governo, conforme noticiado rotineiramente pela imprensa.
Esse é o retrato acabado do governo do PT, que, na oposição, sabe falar e criticar, sempre de forma irresponsável, mas, uma vez com o poder nas mãos, não sabe realizar. Ana Júlia e o PT tiveram tempo para cumprir suas promessas de campanha, mas até hoje nada fizeram. Iludiram os eleitores com discursos sobre mudanças, e só o que deixam são mudanças para pior.
É bem ilustrativo que, apesar de tantos atrativos, o Pará tenha perdido a Copa de 2014 para o Amazonas e, mais recentemente, o Grand Prix de Atletismo para o Rio, evento esportivo de grande envergadura, que já se realizava aqui no nosso Estádio Olímpico do Mangueirão desde 2002. Incompetência é o nome que se dá a isso. Esse governo não faz nada de novo. E sequer mantém o que já havia sido conquistado pelo povo.
Mas o PT, na tentativa de desvirtuar o debate, como é seu costume, fala em “preconceito” contra a mulher. Ora, o Pará está repleto de mulheres competentes em todos os níveis, inclusive em cargos de suma importância, e todas são devidamente reconhecidas. Os governos do PSDB tiveram inúmeras mulheres em cargos-chave, inclusive como vice-governadora, e todas bem avaliadas em suas funções.
O PSDB tem muito orgulho da história que construiu e das grandes lideranças que projetou e que, em doze anos de governo, deixaram marcas indeléveis e saudades na memória do povo, em realizações que engrandeceram o Pará e melhoraram a vida dos paraenses. Infelizmente, em quase quatro anos de PT, o Pará só fez andar para trás.
Por fim, o PSDB lamenta que o PT, no afã de defender sua governadora do indefensável, tenha resvalado para a baixaria. Esse é mais um traço do PT: o partido de Ana Júlia Carepa acha que pode falar de todos, mas ninguém pode falar dele.
O Pará está farto disso.
Belém, 14 de abril de 2010.
Senador Fernando Flexa Ribeiro
Presidente do PSDB do Pará
Compra premiada é pirâmide disfarçada de consórcio para lesar consumidor
Repórter
Grupos comerciais que se intitulam "Compra Premiada" para vender a ilusão de um 'consórcio' onde o cliente ao ser contemplado, não paga mais nada, estão se instalando em Santarém e em vários municípios do Oeste do Pará. A ação dessas empresas pode ser comparada a uma ‘pirâmide’ em que, inadivertidamente, a maioria dos participantes do grupo de compradores de cotas paga o prêmio sorteado para uma minoria, mas só descobre que foi lesada quando a loja fecha as portas.
Segundo o delegado Francisco Martins, da Polícia Federal de Mosssoró (RN), onde já foram fechadas várias lojas a pedido do Ministério Público, a pirâmide disfarçadas de consórcio é comparada ao ato de andar de bicicleta.Mas "Olha, quando alguém entra nesses 'consórcios' e é sorteado na primeira prestação, ele deixa de pagar, não é? Então, alguém terá que pagar aquele bem por ele. Assim, é como se fosse uma bicicleta. Enquanto ela estiver rodando, ou seja, eles tiverem conseguindo novos clientes, os prêmios vão sendo pagos. Mas chega um momento que o mercado já está saturado, como ocorreu no Ceará, por exemplo, então eles não têm como pagar os outros veículos e acabam fugindo. Aí, a bicicleta parou", diz o delegado.
O chefe da fiscalização da Receita Federal do Brasil em Santarém, Álvaro Lima Sobrinho, reconhece que pode estar se configurando na cidade um comércio disfarçado sob a "roupagem de um consórcio". Embora não quisesse adiantar se a Receita vai agir contra esses 'consórcios", Álvaro diz que o órgão está atento as "movimentações do mercado em que empresas anunciam a distribuição de prêmios", para verificar se essas empresas estão recolhendo o Imposto de Renda.
"Compete à Caixa Econômica a fiscalização da propaganda de distribuição de prêmios e ao Banco Central a fiscalização do cumprimento das regras dos consórcios", explicou o chefe de fiscalização da Receita
Na semana passada, quatro estabelecimentos comerciais de Mossoró, que trabalhavam com os chamados consórcios de venda premiada de veículos, foram alvo de uma operação da Polícia Federal. Os donos destes estabelecimentos, segundo a PF, estavam exercendo uma atividade ilegal, pois não tinham autorização do Banco Central (BC).
No caso das empresas que vendem 'consórcios' de veículos, não há garantia nenhuma de que os bens serão entregues por montadoras. Mesmo assim, colocam as logomarcas em sua fachada sugerindo legalidade como fazem com as motocicletas. Uma das montadoras, por exemplo, comunicou aos concessionários "que existem atualmente mais de 25 denúncias nos Ministérios Públicos, principalmente nas regiões Norte e Nordeste e Centro Oeste contra estas "empresas"", e solicita à sua rede credenciada que "informe à matriz se em sua cidade há ocorrência de grupos informais, os chamados "sorteou quitou".
Como atrair comprador
A pedido da reportagem, dois 'clientes' procuraram a mais recente loja instalada em Santarém, a Eletro Sonhos Motos, localizada na avenida Rui Barbosa,
Os 'clientes' foram atendidos por uma vendedora de prenome Néia. Os dois interessados em adquirir motocicletas indagaram se o estabelecimento possuía autorização do Banco Central. A funcionária respondeu que não "é preciso autorização do Banco Central porque a loja não é um consórcio, é como se fosse um consórcio".
Foi indagado se é verdade que há sorteio todo mês de uma cota contemplada, como aparece nas propagandas. Néia respondeu que só há sorteio quando o grupo é fechado com 100 participantes. "Até com 90 participantes há sorteio. Se tiver menos cotistas que isso não haverá sorteio", explicou.
A principal indagação feita à vendedora teve a resposta mais inusitada. Perguntada sobre quem paga o restante das cotas de um participante sorteado - são em média 48 mensalidades - Nélia nem titubeou: são os que ainda vão entrar no grupo.
Perguntada se a Eletro Sonhos Motos possui autorização das montadoras para comercializarem esses veículos, a vendedora garantiu que a empresa possui permissão, mas não exibiu nenhum documento que comprovasse o que estava afirmando.
Em Mossoró foi constatada a irregularidade nesse tipo de atividade, assim como existe a suspeita de que alguns consumidores dos consórcios com venda premiada tenham sido lesados. Na operação, os agentes federais apreenderam vasta documentação que, inicialmente, já comprovam a realização dos consórcios sem autorização do BC. Já as suspeitas de golpe serão apuradas durante as investigações.
As conveniências de Jader Barbalho
Editor de O Estadodo Tapajós
Tenho, de há muito tempo, apreço pelo deputado Jader Barbalho. Ele nunca me fez favores pessoais e nem gozo de sua intimidade. Meu relacionamento com ele, embora esporádico, é estritamente profissional.
Faço essa introdução para que não venham impingir-me o rótulo de jaderista ou anti-jaderista a partir da análise a seguir.
A roda da política paraense está parada porque o deputado Jader Barbalho travou sua trajetória sob o próprio eixo, deixando imobilizados os demais atores. Todos esperam por uma definição do presidente regional do PMDB para fechar as coligações de outubro.
As táticas políticas de Jader são velhas conhecidas dos políticos paraenses, mas estes ainda não ousaram desmontá-las, preferindo virar seus reféns.
O PMDB adotou a tática de dividir o eleitorado para beneficiar os aliados de ocasião de Jader.
Em Santarém, em 2005, o PMDB lançou Antônio Rocha para facilitar a eleição de Maria do Carmo. No ano seguinte, a tática foi adotada a nível estadual para que Jader se vingasse de Almir Gabriel, e levasse a eleição para o segundo turno, quando Ana Júlia se tornou a primeira mulher a governar o Pará.
Mais uma vez, à falta de um estrategista competente no governo e no PSDB, Jader ensaia os mesmos passos, corteja e se deixa cortejar por quase todos os partidos, e todos, ao que parece, batem palmas para ele.
Por isso, não consigo entender o porquê do PT e da governadora Ana Júlia terem deixado Jader se apropriar politicamente de grande parcela do governo, descartar feudos na hora que quer, hostilizar os luas-prestas da DS[tendência interna de Ana Júlia] e travar as votações na Assembléia Legislativa.
É certo que os petistas parecem que acordaram tarde demais, quando Jader já se apresenta como candidato a cargo majoritário e vivam a situação humilhante de ter que, admitir, até, a hipótese da desistência de Paulo Rocha à candidatura ao Senado, para agradar ao (ex)aliado.
Agora, o PT paraense caiu na real e sabe que não vai contar com o PMDB no primeiro turno, a menos que o presidente Lula opere um milagre. E soa atrasado, que as reações às manobras de Jader venham se dando através de notas em jornais e na internet, quando estas deveriam ser operadas politicamente, há muito tempo.
Se o PT pensa enfraquecer Jader através de um debate público, cujos primeiros torpedos partiram do ex-chefe da Casa Civil, Cláudio Puty, o partido está em franca desvantagem por seu próprio erro estratégico de deixar que o presidente do PMDB tenha em mãos a trava da roda da política paraense e se dê o luxo de guardar para si o step, embora este esteja furado.
Enquanto os petistas sonham acordado, reúnem-se inúmeras vezes, em Belém e em Brasília, será que não aparece nenhuma liderança capaz de iniciar um papo-cabeça com a seguinte pergunta:
- Jader Barbalho é isso tudo mesmo que apregoa ou é só perfumaria?
STF suspende liminares que desobrigavam farmácias a limitar acesso a medicamentos
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) suspendeu nesta terça-feira (13) as decisões que desobrigavam farmácias a cumprir normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de limitar o acesso aos medicamentos pelos consumidores em seus estabelecimentos em São Paulo e no Distrito Federal.
O vice-presidente do STJ, Ari Pargendler, suspendeu decisões da Justiça Federal nos dois estados que beneficiavam às farmácias filiadas à Associação Brasileira de Rede de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e à Federação Brasileira das Redes Associativas de Farmácias (Febrafar).
A Anvisa, no pedido de suspensão, argumentou que “atuou dentro de sua esfera de competência e que as normas editadas foram fruto de anos de estudos com o objetivo de proteger a saúde da população, evitando, em especial, o estímulo à automedicação.”
As farmácias questionam a resolução da Anvisa, em vigor desde fevereiro, referente à prestação de serviços farmacêuticos em drogarias e farmácias e às instruções sobre quais medicamentos devem ser vendidos nas farmácias, bem como, os produtos que podem ficar ao alcance do consumidor.
O ministro Ari Pargendler acatou os argumentos da Anvisa. Ele entendeu que a agência atuou no exercício de sua competência, atendendo aos propósitos do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária. “A automedicação é um perigo que se estimulado, compromete a saúde pública, sendo condenada por organismo internacionais de saúde”, disse o ministro em sua decisão.
Deputados reclamam de repressão na fronteira Brasil-Guiana Francesa
Estima-se que cerca de 10 mil brasileiros dedicam-se ao garimpo ilegal na Guiana Francesa.
Parlamentares ouvidos pela Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional nesta terça-feira (13) reclamaram da repressão de autoridades francesas e do Exército brasileiro aos garimpeiros que exploram ilegalmente minas no território da Guiana Francesa.
O deputado estadual e presidente da Comissão de Relações Exteriores da Assembleia Legislativa do Amapá, Paulo José da Silva Ramos, criticou o tratamento dado pela polícia francesa aos brasileiros. Segundo Paulo José, cerca de 30 pessoas deportadas da Guiana Francesa chegam ao aeroporto de Macapá em três voos semanais.
Para o deputado, a ponte a ser construída entre o Brasil e a Guiana “pode se transformar num muro de Berlim”, com os pobres impedidos de transpô-la. Ele exibiu um vídeo onde são registradas as difíceis condições de deslocamento da população brasileira, obrigada a passar por trilhas de difícil acesso na mata carregando alimentos, para evitar a passagem pelo território francês, que seria um caminho mais fácil para suas localidades.
O comandante da 23ª Brigada de Infantaria da Selva, general de brigada Mário Lúcio Alves de Araújo, explicou ao parlamentares que o Exército impede a circulação de combustíveis e alimentos que possam ser usados no apoio das atividades ilegais de garimpo, sem cercear o direito de ir e vir dos moradores. “O Exército realiza o controle, não o bloqueio dos deslocamentos”, garantiu o comandante.
A deputada Dalva Figueiredo (PT-AP), no entanto, pediu a definição de critérios mais claros sobre o transporte de mercadorias, para que a população não fique à mercê da decisão subjetiva do soldado que está fazendo o controle. “Ninguém quer proteger qualquer atividade ilegal. Queremos os brasileiros tratados com dignidade”, afirmou a parlamentar - que propôs a realização da audiência.
O deputado Sebastião Bala Rocha (PDT-AP) criticou a atuação do Exército brasileiro, não só da polícia francesa. “As decisões entre Sarkozy e Lula passam por cima do diálogo com a população, excluída da discussão sobre a sua própria sobrevivência.”
Os participantes da audiência pediram, unanimemente, a negociação com as autoridades francesas sobre a liberação da passagem da Gran Roche para os brasileiros já vistoriados pelo nosso Exército e a implementação de uma política nacional integrada de desenvolvimento, que proporcione alternativas econômicas viáveis à população que hoje vive do garimpo ilegal.(Agência Câmara)
O discurso e a prática
Zé poderia afirmar isso, talvez, em outro lugar, mas justamente em Santarém há um grupo expressivo do PV que se opõe publicamente à coligação do partido com o PT.
Como jogada de efeito, talvez funcione, mas na prática o discurso ufanista sdoa como autovalorização.
A conferir.
Pantera pega times paraenses na Série C
A CBF confirma o grupo dos clubes paraenses no Brasileiro da Série C: Águia, Fortaleza (CE), Paissandu, Rio Branco (AC) e São Raimundo.
PT e PMDB jogam alianças ao vento
Lúcio Flávio Pinto
Editor do Jornal Pessoal
O presidente Lula foi o mais lembrado e o maior ausente na solenidade realizada no mês passado, em Marabá, para o início da implantação da siderúrgica da Vale, que devia render tantos dividendos ao PT. A razão estava em outra ausência: a de Jader Barbalho.
Um ponto foi comum em todos os discursos feitos durante a solenidade de entrega do licenciamento ambiental da Aços Laminados do Pará, em Marabá, no mês passado: a usina siderúrgica só saiu do papel graças à pressão direta do presidente Lula sobre o presidente da antiga Companhia Vale do Rio Doce, Roger Agnelli. A imprensa nacional reconstituiu o episódio: irritado, o presidente exigiu que a Vale não se limitasse a extrair o minério de ferro de Carajás. Queria a verticalização do processo produtivo até o aço. Se não fosse atendido, usaria o poder ao seu alcance para tirar Agnelli e colocar em seu lugar alguém de confiança, como o presidente do fundo de previdência do Banco do Brasil, o Previ, o principal acionista da Vale, que executaria suas ordens. Para se manter num dos postos mais cobiçados do país, Agnelli cedeu ao presidente.
Lula foi convidado para o ato formal que dava partida ao projeto, no valor de 5,3 bilhões de reais, mas não compareceu, não mandou razões públicas para a ausência e nenhum dos oradores, que tanto citaram o presidente, se lembrou do detalhe da sua ausência. Ainda mais injustificável porque Lula compareceu a eventos até insignificantes, na voragem de promover a candidata do PT à sua sucessão, a ex-ministra Dilma Rousseff. Por que faltaria justamente à partida de um dos maiores empreendimentos econômicos em curso no Brasil e para o qual sua intervenção teria sido decisiva, ao menos na versão oficial, aceita por todos?
A razão certamente é política e se deve à diretriz que Lula já estabeleceu para sua participação na campanha eleitoral deste ano: não irá aos Estados onde a base aliada do governo federal está dividida. Este é o caso do Pará. Se ainda havia alguma dúvida sobre o rompimento do PMDB com o PT, o episódio serve para eliminá-la de vez. Jader Barbalho não foi a Marabá para a festiva solenidade programada pelo governo do Estado.
O presidente da república podia até ter pressionado o líder do PMDB paraense para viabilizar sua própria presença em um ato tão importante, de repercussão nacional (e até internacional). Ou então abrir mão do compromisso firmado e aproveitar a oportunidade para ajudar o desempenho da sua cria política, mesmo contrariando o deputado federal peemedebista, um dos seus principais interlocutores nas manobras políticas palacianas. Não seria por esse incidente que os dois romperiam. Acabariam por acomodar seus interesses.
Havia, porém, um detalhe para complicar a iniciativa: a governadora Ana Júlia Carepa também se atribui a – no caso – maternidade da siderúrgica. De fato, ela se empenhou para que o projeto não ficasse apenas como uma vaga promessa da Vale, sem cronograma certo. Mas a mineradora é maior do que o próprio governo do Estado e está acostumada a adotar a estratégia de prometer algo maior e compensar sua falta com algo bem menor, mas o suficiente para adoçar a boca da voraz classe política local.
A frágil pressão da governadora se fortaleceu pela participação pessoal de Lula e a intrincada teia de relações que se formou entre a mineradora, o governo e o mercado. De fato, a Vale não pretendia implantar a siderúrgica do Pará, ao menos de imediato. Tanto que é o único – dentre os cinco projetos siderúrgicos definidos em todo país – em que a empresa aparece sozinha, sem nenhum sócio.
Além disso, surgiu um componente conjuntural de última hora que deve ter influído na decisão de Roger Agnelli de receber pessoalmente a licença ambiental prévia que o Conselho Estadual do Meio Ambiental concedeu à Alpa. O ex-governador Almir Gabriel retornou de vez ao Pará, abandonando seu fugaz retiro no litoral de São Paulo, disposto a usar politicamente uma arma poderosa: o sentimento anti-Vale. A liderança de Almir já é mínima até no seu próprio partido, o PSDB, mas justamente por essa fraqueza seu discurso e seus atos estão se radicalizando e se tornaram obsessivamente monocórdios: o Pará só terá futuro se atacar a maior empresa que atua no seu território, com uma capacidade de gerar dinheiro incomparavelmente superior aos recursos da administração pública. Para vários interlocutores, sem pedir reserva, e até para a imprensa (que preferiu ignorar a informação), o ex-governador chegou a afirmar que esse combate podia chegar a atos de sabotagem, caso a empresa não mude sua forma de exploração das riquezas do Estado.
Nesse contexto, o presidente da Vale decidiu reagir. Prestigiou a governadora, que passou a utilizar o projeto da siderúrgica como o principal mote da campanha publicitária em andamento, e mandou um recado para o ex-governador, ao ressaltar que agora a empresa consegue se entender com o poder público, sem as inconstâncias e rabugices próprias do temperamento de Almir, agora agravadas pela sua fixação numa meta: não permitir que Simão Jatene, outrora seu amigo, correligionário e a quem escolheu para substituí-lo, seja o candidato tucano ao governo estadual. A qualquer custo, mesmo o desproporcional em relação ao objetivo.
Essa ênfase impediu que Jader Barbalho, imbuído de espírito olímpico, pudesse também ir a Marabá para um acontecimento que o diminuiria. Dificilmente ele conseguiria algum faturamento pessoal num cenário montado para destacar a governadora. Mas ele deve ter sido o responsável pela ausência de Lula, que, dias antes, no interior de São Paulo, participara da entrega de ambulâncias a prefeituras paraenses, principalmente as controladas pelo PMDB. Jader Barbalho esteve lá e ficou próximo do presidente o bastante para sair em fotografias. Nessa “inauguração”, a governadora não apareceu. Foi um capítulo da base aliada nacional, a que mais conta para a candidatura de Dilma Rousseff.
Se esses episódios demonstram a dissolução da aliança partidária que possibilitou a eleição de Ana Júlia Carepa em 2006, desfazendo a hegemonia de 12 anos do PSDB, apontam também para o reforço de outra hipótese cogitada nos procedimentos para a campanha eleitoral, de que Jader Barbalho será candidato ao governo e não à reeleição ou ao Senado. O fato de ele não querer dividir palanque com Ana Júlia, de tal forma a obrigá-lo a privar-se de participar junto com ela de atos que poderiam proporcionar rendimento conjunto, significa que irá disputar na eleição o mesmo espaço que atualmente ela ocupa?
Jader já não estaria apenas abrindo campo para alguém que, à última hora, tirará do bolso do colete para apresentar como candidato do PMDB, mas ocupando ele mesmo esse lugar? Pode ser que, na hora oportuna, ele reverta a expectativa que tem criado nas suas peregrinações pelo interior do Estado, de que concorrerá contra Ana Júlia, e apóie outro nome, favorecido por essa estratégia. Mas pode ser que o recuo lhe acarrete tal desgaste que já não poderá fazê-lo.
Qualquer que venha a ser a hipótese confirmada, os últimos acontecimentos indicam que a eleição deste ano será pesada e desgastante no Pará, mobilizando mais recursos e mais personagens, mesmo que seja para, com nova mudança, tudo continuar como está.
terça-feira, 13 de abril de 2010
CHACINA DE MOJUI; RÉU CONDENADO A QUASE 70 ANOS DE PRISÃO
Terminou há poucos minutos o segundo julgamento do Caso Friemel, a chacina de uma família no ramal do Carrapichal, em Mojui dos Campos, ocorrida em junho de 2005. Por maioria de votos, os jurados condenaram o réu Evaldo Sievert, vulgo "Alemão", 39 anos, pelo crime que vitimou três membros da família. O juiz Gérson Marra Gomes, que presidiu a sessão, aplicou a pena de 69 anos e 8 meses de reclusão em regime fechado.
Os agricultores Josceli Carlos Friemel, à época com 37 anos, natural de Capanema/PR; sua companheira Adriângela Rodrigues, que tinha 28 anos e era nascida em Céu Azul/PR; e a mãe de Carlos, D. Frieda Friemel, que estava com 71 anos e era natural de Venâncio Aires/RS, foram executados com vários tiros pelo outro réu, Vilson Vicente Ferreira, o "Gaúcho", que já havia sido julgado em 2008 pela 4ª Vara Penal e condenado à pena de 65 anos de reclusão.
Evaldo Sievert, segundo se apurou nos autos, não executou o crime, mas foi quem veio contratar “Gaúcho” para cometer a chacina em nome de Dori Lorenzoni, o mandante do crime, que era cunhado da vítima Josceli Friemel. A motivação teria sido uma briga por herança da família. Durante o júri, o promotor Rodrigo Aquino informou que o mandante do crime já faleceu, vítima de ataque cardíaco. A defensora pública Emilgrietty Silva dos Santos anunciou que vai apelar da sentença.
PT rebate críticas pessoais de Mario Couto à governadora Ana Júlia
NOTA À IMPRENSA
O Partido dos Trabalhadores vem a público repudiar as recentes declarações do senador Mário Couto, que tentam denegrir a imagem da governadora do Estado do Pará, Ana Júlia Carepa.
Mário Couto é um representante do Estado do Pará, mas não se preocupa em defendê-lo. Sua atuação no senado teima em denegrir a imagem do estado, com um discurso truculento e preconceituoso com relação à condição de mulher e de governadora de Ana Júlia Carepa.
A atitude insana do senador esconde a incapacidade do seu partido, hoje sem lideranças e força políticas no Pará.
Ana Júlia Carepa, que o senador, em discurso, diz “gostar de uisque”, tem um passado irrepreensível e admirado pelo povo do Pará.
Foi lider estudantil, bancária, dirigente sindical, vereadora, deputada federal, vice-prefeita de Belém, senadora e é governadora do Pará.
Mário Couto, como é público e notório, não gosta que lembrem do seu passado.
A política no Pará avançou com Ana Júlia Carepa, que é querida e respeitada pelo povo e pelos prefeitos do Pará, inclusive àqueles do partido do senador, que reconhecem na governadora uma mulher que respeita as relações políticas.
Ana Júlia Carepa se relaciona de forma republicana com as demais autoridades constituídas do Pará, sem a prática da cooptação de prefeitos, tão comum à época do governo do partido do senador.
Por fim, o Partido dos Trabalhadores é verdadeiramente solidário com a batalha travada por um familiar do senador que luta, heroicamente, para se livrar da dependência do alcoolismo.
João Batista
Presidente do PT
UFOPA avança na interiorização
Hoje de manhã, a caravana esteve em Juruti e à tarde está em Oriximiná. A manhã os pro-reitores e diretores da UFOPA estarão em Óbidos e Alenquer. A ida à Itaituba e Monte Alegre ainda não foi confirmada.
Nesses municípios, a caravana está discutindo com os prefeitos o início das atividades da UFOPA a partir de julho, com a oferta de cursos de licenciaturas.
Mas, o principal tema tratado é a definição de quais cursos permanentes serão implantados nos campi da insituição a partir de 2011.
PPS critica comentário de Dilma sobre exilados da ditadura
O presidente nacional do PPS, Roberto Freire, divulgou nota de repúdio na manhã desta segunda-feira à afirmação da pré-candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT) sobre exilados políticos durante a ditadura.
No sábado, Dilma disse que não tinha medo da luta e não fugia. A declaração foi encarada como uma crítica ao pré-candidato José Serra (PSDB), exilado político na época. "Eu não fujo quando a situação fica difícil. Eu não tenho medo da luta", disse ela, em referência à ditadura, quando foi para a clandestinidade.
Na nota, Freire compara a declaração de Dilma a do general Newton Cruz, que chefiou o DOI-Codi durante a ditadura. Em entrevista ao programa "Globo News Dossiê", da GloboNews, o general afirmou que os exilados da ditadura eram "fugitivos".
"Essa distorção infame do general contra os brasileiros que lutavam contra o regime ditatorial de 1964 e que tiveram que se exilar jamais poderia servir de mote para a insensatez de Dilma Roussef", afirma o partido.
O PPS ainda prestou solidariedade aos exilados, que, segundo a nota, "viveram dias amargos longe da pátria, sem poder voltar".
"Não bastou a declaração do Presidente Lula ao comparar o preso político Orlando Zapata Tamoyo, que morreu numa greve de fome em Cuba, com bandidos das nossas cadeias. Logo vem outra sandice, desta vez para macular a luta dos brasileiros exilados."
Reportagem publicada hoje na Folha mostrou críticas feitas à declaração de Dilma sobre o exílio. "É uma frase aloprada de quem nunca disputou eleição", disse o o pré-candidato à Presidência Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), exilado à época no Chile.
Até mesmo integrantes da base aliada repudiaram a frase. A deputada Jô Moraes (PC do B-MG), disse que o comentário "foi um equívoco".
Hoje, em seu Twitter, Dilma Rousseff deu explicações sobre a declaração. "O exílio significou a diferença entre a vida e a morte para alguns exilados brasileiros", escreveu ela pela manhã no Twitter. "Querer dizer que eu os critiquei só pode ser má fé."
Furtadas caixas-d'água das casas do PAC no Uruará
As casas, apesar de concluídas, ainda não foram ocupadas por famílias remanejadas de áreas alagadiças daquele bairro.
Gavião real pode nascer em zoológico de Santarém
Do Blog Deadline da Vida
Vai uma omelete ai??

Esse é um ovo de um Gavião Real, da éspecie Harpia, a maior ave das Américas, este ovinho está na Zôofit, e se estiver fertil, vai ser um dado mundial, já que não há registro de nascimento dessa ave em zoológicos de visitação.

É ou não uma ave linda??
Belterra tem mais eleitor que habitante
Repórter
Exclusivo: O município de Belterra, no Oeste do Pará, a 50 quilômetros de Santarém, viverá uma situação inusitada no dia 5 de outubro, data do primeiro turno das eleições. É que a cidade de 12.671 habitantes tem 12.741 eleitores aptos a votar em 2010. O eleitorado do município, medido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é 0,55% maior que a estimativa populacional, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no final de 2009.
Com 70 eleitores a mais que a população, Belterra é o primeiro da lista de cidades do Oeste do Pará com divergência entre os números de eleitorado e estimativa populacional e da relação percentual entre o número de habitantes com mais de 16 anos comparado ao número de eleitores. Pela estratificação da faixa etária do Censo, estima-se que, em média, 35% da população esteja na faixa de idade de
Uma das explicações pode ser o fato que a Justiça Eleitoral trabalhar com dados levantados a cada período eleitoral até o dia 7 de maio de cada pleito. Isso pode gerar uma diferença, porque o IBGE não faz censos oficiais anualmente. O IBGE divulga estimativas da população e não de um levantamento efetivo da população.
Mas uma fonte ouvida por O Estado do Tapajós garante que, em Belterra, muitos votantes moram em Santarém e tiveram seus domicílios eleitorais transferidos por candidatos a vereador daquele município a cada eleição. "Só uma candidata a vereadora nas últimas eleições municipais transferiu 50 eleitores de Santarém", revelou a fonte.
Segundo ainda essa fonte, a maioria dos eleitores transferidos para Belterra vota na colônia do Amapá, ás margens da rodovia BR-163. "É o local mais perto de Santarém onde há seção eleitoral. O eleitor chega lá de ônibus, de carro, vota e vai embora. Nem entra na cidade", explicou.
Questionado sobre a facilidade da transferência de domicilio eleitoral, a fonte explica que a maioria dá como endereço estradas que não têm numeração nas casas ou usa endereço de pessoas conhecidas e dos próprios políticos interessados em garantir votos nas eleições. " Basta verificar quantos endereços estão registrados apenas como Estrada 1, S/N. Se for feito um recadastramento e uma checagem nos endereços a Justiça Eleitoral vai comprovar essa irregularidade", ressaltou a fonte.
De acordo com o TSE, o domicílio eleitoral não implica necessariamente residência na mesma localidade, o que pode justificar as divergências estatísticas. Um cidadão pode morar em uma cidade, mas votar ou candidatar-se em outra. "É distinto o conceito de domicílio eleitoral do domicílio civil", informou a assessoria do tribunal por meio de nota.
Prefeita reclama sem razão
No dia primeiro de abril, este blog publicou a seguinte nota:
Decisão fora de hora
É que a vara da fazenda pública determinou a paralisação das atividades da usina de asfalto, localizada no bairro do Amparo, por provocar danos ambientais e prejudicar a saúde dos moradores do entorno da indústria.
Se já com a usina funcionando, a Seminf corria atrás do próprio rabo, rodopiava e não saia do lugar, imagine agora com essa interdição judicial?
Quanto às críticas às obras do PAC no bairro do Uruará, estas se prendem ao atraso na remoção das famílias e a situação de algamento das casas que continuam.
Nesse sentido, as observações são procedentes da maioria dos veículos de comunicação da cidade.
Quanto às famílias detentoras de áreas passíveis de desapropriação, mas que emperram as negociações, retardanto ainda mais o PAC do Uruará, a prefeita reclama que os meios de comunicações fazem pacto de silêncio porque esses proprietários são de "famílias tradicionais".
No caso do Blog do Estado, a assessoria de imprensa da PMS pode enviar o nome desses barões que aqui serão publicados para conhecimento do público.
O que não pode a prefeita é misturar os veículos como se todos seguissem a mesma linha editorial.
Como não custa repetir, o Blog do Estado critica quando é necessário, mas também elogia quando é merecido.
Puty duela com Jader na web
No Blog da Franssi, sob o título Duelo na rede
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Águia isolado na liderança; Pantera é o quinto
Classificação do returno do campeonato paraense, depois da quarta rodada:
1º Águia, 12 pontos
2º Remo, 9
3º Paissandu, 7
4º Independente, 5 (saldo: 0, gols pró: 9)
5º São Raimundo, 5 (saldo: 0, gols pró: 6)
6º Cametá, 4
7º Ananindeua, 3
8º Santa Rosa, 0
Projovem Urbano divulga edital de candidatos aprovados
A secretaria municipal de Educação divulgou na última sexta-feira, o resultado da primeira fase da seleção pública, para a contratação de educadores e auxiliares de merenda do Projovem Urbano.
A entrevista dos candidatos aprovados foi realizada nos dias 9 e 10 de abril no prédio da SEMED da Avenida Rui Barbosa, no setor de Educação Especial.
A relação dos selecionados na primeira fase está disponível no Site da prefeitura de Santarém: www.santarem.pa.gov.br.
Eleição sindical anulada em Belterra
A justiça anulou a eleição para a diretoria do sindicato dos trabalhadores rurais de Belterra, vencida por Raimunda Lúcia Souza. O pleito foi anulado atendendo a denúncia de uso da máquina pública na disputa sindical formulada pelo candidato de oposição, Moisés Cristino.
BEC não conversa com vereadores sobre Br-163
A desculpa do comando é que a reunião pedida pela Câmara de Vereadores só poderia acontecer com a presença de um representante do DNIT.
Enquanto o DNIT não vem, a buraqueira toma conta da Br-163, podendo causar acidentes fatais a qualquer momento.
Garapeira Ypiranga ganha blog

Já está no ar o blog da Garapeira Ypiranga, um dos mais tradicionais pontos comerciais de Santarém.
O blog é de responsabilidade de Dalila, filha de Herbert Farias, o popular cacheado.
O Espaço Garapeira Ypiranga pode ser acessado aqui.
Semop está sem comando
Mas não pôde anunicar aos seus colaboradores o nome do irmão, Heymar, como seu sucessor.
O nome dele foi vetado por Everaldo Martins Filho, que apesar de ser o chefe da Casa Civil, ainda é o alterego da administração municipal.
Wlad e RBA indenizam Edmilson Rodrigues
Lúcio Flávio Pinto
Editor do Jornal Pessoal
Em 2003 o ex-prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues (então no PT, agora no PSOL), cobrou indenização por danos morais que o radialista e deputado federal (do PMDB) Wladimir Costa lhe teria causado em seu programa na TV RBA, Comando Geral. No mês passado o arquiteto ganhou a causa, na 8ª vara cível. Wladimir foi condenado a pagar 60 mil reais e a emissora de televisão da família Barbalho, R$ 30 mil, valores a serem atualizados e acrescidos de honorários e custas judiciais. Por pedido do autor, da ação, 80% do valor da condenação serão destinados a uma instituição sem fins lucrativos com trabalho voltado para crianças e adolescentes.
Edmilson conseguiu convencer o juiz João Batista Lopes do Nascimento que o radialista, mais conhecido como Wlad, o atacou pessoalmente, atingindo sua honra, e que a RBA não podia se eximir de responsabilidade pelo conteúdo sensacionalista do programa, como tentou fazer, porque faturava com o arrendamento do horário. Ainda cabe recurso contra a decisão.
Em várias audições do programa, de grande audiência, Wladimir Costa disse que Edmilson era responsável “por uma péssima administração”, caracterizada por roubalheiras, indústrias de multas através de sensores eletrônicos (denominados araras), que integrava uma “quadrilha junina da língua plesa”, chamou-o de arquiteto dos buracos e anunciou que iria fechar a entrada em Mosqueiro porque o prefeito não permitia a entrada de seu "Trio Elétrico", administrando Belém como se fosse o dono do município e não apenas o gestor. Também disse que o rosto do prefeito parecia um “maracujá de gaveta”, atribuindo-lhe a pecha de pior prefeito que a cidade da já teve.
Na sua sentença, o juiz observou: “Acusar alguém de ser ladrão é uma das mais graves ofensas que se possa dirigir ao ser humano, em especial quando o móvel são querelas políticas e sem nenhum indicativo de provas, o que torna a vida da pessoa um verdadeiro caos”. A referência às características físicas de Edmilson resultaria de “condutas inadmissíveis no mundo civilizando, é ação dolosa para que o mesmo se torne objeto de risos e galhofas”. O juiz considerou ainda que, por tratar-se de uma empresa de comunicação de massa e de “um grande parlamentar, de quem se esperava conduta diferente pelos compromissos com a comunidade, devem ser apenados de forma exemplar para que sejam demovidos da possibilidade de reincidir”.
Por quê a governadora Ana Júlia deveria ter exonerado a secretária de Educação
Todas as vezes que a secretária vem a cidade dá desculpas esfarrapadas que não resolvem o problema.
Nem mesmo com uma escola interditada pelos bombeiros - Olindo Neves - a titular da Seduc apressou a licitação da reforma do educandário. OS alunos desabrigados vão ter estudar no turno da fome em uma escola municipal.
A reforma do colégio Alvaro Adolfo já foi tema de liminar concedida pela justiça a pedido do Ministério Público desde a gestão de Mário Cardoso, passando por Bila Gallo e nada foi feito de concreto.
Na última sexta-feira, mais uma vergonhosa cena foi registrada no Alvaro Adolfo. Um ventilador caiu do teto e feriu três alunas.
As fotos estão aqui, no Blog do Parsifal.
Este não seria o mais novo motivo para colocar Socorro Coelho no olho da rua. Bastam os antigos.
Ainda é tempo, governadora.
Acadêmico sustenta que não houve perda demográfica dos índios Zoé
Prezado Editor:
Sua notificação sobre o tratamento de saúde aos Zo'é impressiona. Que bom que continuam sendo bem tratados!
Porém, como conhecedor dos fatos, percebo que houve um grave equívoco nesse relato, pois no contato com essa população não houve "perda demográfica" como afirmado.
Na realidade, está fartamente documentado que esses índios estavam num grave processo de extinção, devido à malária já existente entre eles. E, graças ao incansável tabalho de assistência à saúde feita na époco, o quadro foi revertido e a população voltou a crescer consideravelmente.
Diante disso, sugiro que seja feita uma reparação no texto, pois é inaceitável que informação improcedente como essa permaneça veiculando nesse importante meio de comunicação de nossa cidade!
Onésimo Martins de Castro
Acadêmico da UFPa - Campus de Santarém - PA.
domingo, 11 de abril de 2010
Meus oito anos
- Oh! que saudades que tenho
- Da aurora da minha vida,
- Da minha infância querida
- Que os anos não trazem mais!
- Que amor, que sonhos, que flores,
- Naquelas tardes fagueiras
- À sombra das bananeiras,
- Debaixo dos laranjais!
- Como são belos os dias
- Do despontar da existência!
- — Respira a alma inocência
- Como perfumes a flor;
- O mar é — lago sereno,
- O céu — um manto azulado,
- O mundo — um sonho dourado,
- A vida — um hino d'amor!
- Que aurora, que sol, que vida,
- Que noites de melodia
- Naquela doce alegria,
- Naquele ingênuo folgar!
- O céu bordado d'estrelas,
- A terra de aromas cheia
- As ondas beijando a areia
- E a lua beijando o mar!
- Oh! dias da minha infância!
- Oh! meu céu de primavera!
- Que doce a vida não era
- Nessa risonha manhã!
- Em vez das mágoas de agora,
- Eu tinha nessas delícias
- De minha mãe as carícias
- E beijos de minha irmã!
- Livre filho das montanhas,
- Eu ia bem satisfeito,
- Da camisa aberta o peito,
- — Pés descalços, braços nus
- — Correndo pelas campinas
- A roda das cachoeiras,
- Atrás das asas ligeiras
- Das borboletas azuis!
- Naqueles tempos ditosos
- Ia colher as pitangas,
- Trepava a tirar as mangas,
- Brincava à beira do mar;
- Rezava às Ave-Marias,
- Achava o céu sempre lindo.
- Adormecia sorrindo
- E despertava a cantar!
- ................................
- Oh! que saudades que tenho
- Da aurora da minha vida,
- Da minha infância querida
- Que os anos não trazem mais!
- — Que amor, que sonhos, que flores,
- Naquelas tardes fagueiras
- À sombra das bananeiras
- Debaixo dos laranjais!
'Caronas' no Barbalhão são cerca de 20% do público pagante
A renda da partida foi de 38 mil 945 reais.
O publico pagante somou 3.803 torcedores.
668 entraram de carona - uma minoria desse total era formada por quem vai ao estádio trabalhar.
Isso representa quase 20% do público pagante.
O total de público presente ao estádio foi 4.471 pessoas.
Empate mantém Pantera fora do G-4
Com o empate de hoje, diante do Cametá, o São Raimundo somou 5 pontos, 1 a frente do time cametaense.
No dia 21, quarta-feira, em Belém, o Pantera enfrenta o Ananindeua.
São Raimundo 1 x 2 Cametá . 13 minutos do segundo tempo
Atualização aos 26 minutos.
Michel e Wilson expulsos de campo.
Sató no lugar de Leandrinho.
São Raimundo 0 x 1 Cametá .43 minutos do primeiro tempo
Wilson, aos 47 minutos, Cametá 2 x 0 São Raimundo. Gol foi feito após juiz ter apitado fim do primeiro tempo.
Escudo do Pantera é padronizado

Segundo o departamento de marleting do clube, o São Raimundo" realizou um estudo e constatou que nos últimos anos foram feitas várias mudanças no escudo do clube devido o time, em épocas passadas, não ter um departamento que cuidasse da marca São Raimundo Esporte Clube".
A partir do jogo de hoje, "o São Raimundo, voltando as origens e olhando para sua história, passa a utilizar a partir de hoje o escudo original do clube que inclusive já passará a ser utilizado no novo uniforme do time profissional, cuja fornecedora é a mundialmente conhecida Wilson".
sábado, 10 de abril de 2010
Canção do Sonho Acabado
Já tive a rosa do amor
- rubra rosa, sem pudor.
Cobicei, cheirei, colhi.
Mas ela despetalou
E outra igual, nunca mais vi.
Já vivi mil aventuras,
Me embriaguei de alegria!
Mas os risos da ventura,
No limiar da loucura,
Se tornaram fantasia...
Já almejei felicidade,
Mãos dadas, fraternidade,
Um ideal sem fronteiras
- utopia! Voou ligeira,
Nas asas da liberdade.
Desejei viver. Demais!
Segurar a juventude,
Prender o tempo na mão,
Plantar o lírio da paz!
Mas nem mesmo isto eu pude:
Tentei, porém nada fiz...
Muito, da vida, eu já quis.
Já quis... mas não quero mais...
Definições partidárias
O PR do vice-prefeito licenciado de Belém, Anivaldo do Vale, deverá se aliar ao PT do Pará na eleição deste ano. É o que sugere a movimentação de Anivaldo, que poderá vir a ser o companheiro de chapa da governadora Ana Júlia Carepa. Ele é responsável pelo preenchimento de vários cargos da administração federal no Estado, que não pode dispensar, sob pena de enfraquecer seu partido e inviabilizar seus projetos pessoais de poder, que incluem o filho, o deputado federal Lúcio do Vale.
Por isso, o PR se dissociou do PTB, com o qual fez a coligação vitoriosa para a última eleição municipal. Não foi um rompimento aberto e definitivo, mas o PTB não acompanhará seu parceiro. O prefeito Duciomar Costa não será candidato a nada neste ano, permanecendo no cargo até o prazo de desincompatibilização para a eleição seguinte.
O lançamento do nome do empresário Fernando Yamada como candidato do partido ao governo, ainda que seja apenas uma manobra de sondagem do terreno, pode indicar que o PTB não apoiará a reeleição de Ana Júlia (mesmo sendo aliado nacional de Lula) nem embarcará na canoa do PMDB no 1º turno. Terá candidato próprio e depois negociará com aquele que tiver melhor oportunidade de vencer no 2º turno, o que inclui o PSDB de Simão Jatene (que o ajudou a eleger-se prefeito), além do PT e do PMDB. É Duciomar, como sempre, procurando o maior rendimento possível.
Engana-se quem pensa que Fernando Yamada não tem aspirações políticas. Além de ter integrado a administração do governo Hélio Gueiros (1987/1990) como secretário de indústria e comércio, ele nunca se desvinculou de políticos e sempre cultivou sua presença em público. Mas aquilo que o torna economicamente forte o enfraquece politicamente: sua empresa, dona da maior rede de varejo do Pará, dentre vários negócios. Num palanque, ele se tornará vulnerável a determinados ataques, sobretudo em matéria de sonegação de impostos e desvio de dinheiro, acusação que já lhe acarretou uma prisão temporária pela Polícia Federal.
Motivado pelo convite de Duciomar, Fernando deve estar avaliando a tentação de entrar na política, pela qual voltou a ser atraído quando se filiou ao PTB, no final do prazo legal para poder participar da eleição de outubro. A filiação surpreendeu o mundo político, que supunha Fernando desinteressado do poder. Ele pode dar o passo que custou tão caro ao também empresário Sahid Xerfan, quando deixou os bastidores e entrou no palco aberto. Ele foi prefeito, disputou (e perdeu para Jader Barbalho) o governo do Estado e agora só consegue votos para se eleger vereador, tendo sacrificado suas empresas.
Fernando também pode desistir da aventura. O convite em si, porém, já bastaria para transmitir um recado do PTB: nada com o PT no 1º turno no Pará. A não ser que tudo não passe de mais um lance para surpreender a opinião público com o inverso do que é declarado (como uma dobradinha Ana-Fernando). O que não seria nenhuma novidade na temporada atual, nesta como nas anteriores,sexta-feira, 9 de abril de 2010
Todos os números do clássico RexPa
O jogo deste domingo será o Re-Pa de nº 705.
São 247 vitórias do Remo, 237 empates e 220 vitórias do Paissandu. Diferença pró-Remo: 27 vitórias.
Total de gols marcados: 1.831, com 921 anotados pelo Remo e 910 pelo Paissandu. Vantagem pró-Remo: 11 gols.
Em títulos estaduais, a vantagem é do Paissandu, que venceu 43, contra 42 do maior rival.
Primeiro Re-Pa da história: em 10 de junho de 1914, Remo 2 x Paissandu 1, pelo Campeonato Paraense. Último jogo: no dia 21 de março de 2010, Remo 3 x Paissandu 3, pela decisão do turno do Campeonato Paraense.
Maior vitória do Paissandu: no dia 22 de julho de 1945, 7 a 0, no estádio Evandro Almeida, pelo Campeonato Paraense.
Maior vitória do Clube do Remo: no 5 de março de 1939, 7 a 2, na Curuzu, pela Taça Abelardo Conduru.
Maior artilheiro: Hélio (Paissandu, 1941-1952), 47 gols.
Árbitro que mais apitou: Manoel Francisco de Oliveira, 30 jogos.
Jogador que mais atuou: Quarentinha (Paisandu, 1955-1973), 135 jogos.
Jogador recordista de gols em uma partida: Jango (Remo), 5 gols (Remo 7 x Paissandu 2, em 05.03.1939).
Maior série invicta: Clube do Remo, 33 jogos (1993-1997).
Estádio mais utilizado: Evandro Almeida, 201 partidas.
Recorde de público: em 29.04.1979, Remo 1 x Paissandu 1 – Campeonato Paraense . Estréia de Dario no Paissandu. Local: Mangueirão. Total de pagantes: 59.613, mais 3.297 “caronas”, totalizando 64.010 torcedores.
Recorde de arrecadação: R$ 714.320,00, no jogo Remo 2 x Paissandu 1 – 02.03.2008 – Mangueirão – Campeonato Paraense/2008 – 1° Turno.
(Com informações do jornalista Ferreira da Costa)
Geraldo Mesquita Júnior declara apoio a José Serra
O senador Geraldo Mesquita Júnior (PMDB-AC) voltou a declarar nesta sexta-feira (9) seu apoio ao pré-candidato do PSDB à Presidência da República, o ex-governador de São Paulo, José Serra. O senador disse também que tentou promover uma aliança entre o PMDB e PSDB do Acre para as próximas eleições, mas que as tentativas foram infrutíferas. Mesmo assim, afirmou, continuará apoiando Serra, mesmo sem saber se o PMDB de seu estado vai ou não apoiar o candidato tucano.
- Eu sou um dos poucos senadores, pouquíssimos aliás, do PMDB filiados à candidatura de José Serra. Isso ocorreu hoje de manhã? Não. Há muito tempo que eu declino a minha convicção e a minha opção pela candidatura de José Serra dentro do meu próprio partido. Portanto, eu sou dissidência dentro do meu próprio partido nessa questão - disse, ressaltando que há quase dois anos já havia informado ao então governador Serra que o apoiaria para presidente da República em 2010.
Geraldo Mesquita Júnior explicou que o PMDB do Acre já anunciou apoio a Serra mas, devido às negativas do PSDB em compor aliança, ele não sabe se esse apoio será mantido ou não. Depois das negativas, disse o senador, o PMDB já lançou candidatos a governador e a senadores próprios no Acre.
- A situação no meu estado, no que diz respeito às oposições hoje, é um conjunto esfarelado, espatifado, fragmentado. O que isso me afasta da candidatura do governador Serra? Nenhum milímetro. Não vou atribuir a ele a culpa por uma má condução numa interlocução com o PMDB. Não me afasta um milímetro, a minha disposição continua a mesma. O governador Serra vencerá essas eleições pelos méritos que tem, homem probo - afirmou Mesquita Júnior, elogiando o desempenho de Serra como senador, prefeito e governador.
Em aparte, o senador Papaléo Paes (PSDB-AP) elogiou o pronunciamento do colega e disse esperar que Mesquita Júnior seja candidato a reeleição ao Senado Federal nas eleições de outubro de 2010.
Agência Senado
TSE muda resolução para permitir debate de candidatos na internet
A resolução dispõe sobre a propaganda eleitoral e sobre as condutas dos candidatos nas eleições. Por erro, o texto original estendia para a internet as regras aplicadas a rádio e televisão.
O plenário do (TSE) Tribunal Superior Eleitoral aprovou nesta quinta-feira mudança no texto da resolução nº 23.191 para liberar a realização de debates entre candidatos na internet.
A resolução dispõe sobre a propaganda eleitoral e sobre as condutas dos candidatos nas eleições. Por erro, o texto original estendia para a internet as regras aplicadas a rádio e televisão.
Em decisão unânime, foi aprovada sugestão do ministro Arnaldo Versiani, relator das resoluções que regulam as eleições deste ano.
As outras regras previstas nessa resolução para os debates nas emissoras de rádio e televisão continuam valendo.
(Fonte:www.votabrasil.com)
Manchetes desta sexta-feira de O Estado do Tapajós
Exclusivo: O município de Belterra, no Oeste do Pará, a 50 quilômetros de Santarém, viverá uma situação inusitada no dia 5 de outubro, data do primeiro turno das eleições. É que a cidade de 12.671 habitantes tem 12.741 eleitores, 70 a mais, aptos a votar em 2010.
COMPRA PREMIADA FUNCIONA COMO ‘PIRÂMIDE’ E ENGANA CLIENTE
Exclusivo: Grupos comerciais que se intitulam "Compra Premiada" para vender a ilusão de um 'consórcio' onde o cliente, ao ser contemplado, não paga mais nada, estão se instalando em Santarém e em vários municípios do Oeste do Pará. A ação dessas empresas pode ser comparada a uma ‘pirâmide’ em que, inadivertidamente, a maioria dos participantes do grupo de compradores de cotas paga o prêmio sorteado para uma minoria, mas só descobre que foi lesada quando a loja fecha as portas. Segundo o delegado Francisco Martins, da Polícia Federal de Mosssoró (RN), onde já foram fechadas várias lojas a pedido do Ministério Público, a pirâmide disfarçadas de consórcio é ilegal.
LOJA EM ALTER DO CHÃO VENDE ARTESANTO DE OITENTA TRIBOS
Além das belas praias formadas pelas águas límpidas do Rio Tapajós, os visitantes da vila de Alter do Chão, em Santarém (PA), se surpreendem também com uma loja que reúne um acervo único de arte indígena. São centenas de peças originais de mais de 80 distintos povos amazônicos.Há exemplares do banquinho típico dos índios tukano, redes, colares, vasos de diferentes tipos de cerâmica, máscaras com formas de animais, cestas, tecidos, armas, remos, entre outros tipos de ornamentos e artesanatos.
Marina Silva arrecadou apenas 2.500 reais em 2 meses
Segundo a colunista, dois meses depois de lançar campanha pioneira de arrecadação de recursos pela rede, o PV de Marina Silva arrecadou apenas R$ 2.500. O valor não cobre o salário de um dos seis funcionários que cuidam das páginas do partido e da pré-candidata à Presidência da República na web.
Em Santarém, amanhã, o PV reúne seus membros e simpatizantes em encontro regional, no plenário da Câmara de Vereadores.
O evento reunirá o presidente regional da sigla José Carlos Lima e as lideranças dos municípios de Belterra, Placas, Itaituba, Aveiro, Rurópolis, Jacareacanga, Trairão, Mojuí dos Campos, Oriximiná, Óbidos, Monte Alegre, Alenquer, Terra Santa, Faro, Juruti, Almerim, Curuá, Novo Progresso e Prainha.
O IV Encontro discutirá temas relativos à conjuntura política nacional e estadual, sustentabilidade das cidades e as estratégias do PV-regional para a campanha da pré-candidata da senadora Marina Silva.