Em Ipixuna
(2ºTEMPO)
TIME NEGRA 1 X 2 CASTANHAL
Castanhal 1x0:Torrô(pênalti)31'1º
Time Negra 1x1:Sérgio 6'2º
Castanhal 2x1:Torrô 38'2º
Em Santarém
(1ºTEMPO)
SÃO RAIMUNDO 0 X 1 PAYSANDU
Paysandu 1x0:Velber(pênalti)12'1º
Temos que acabar com está política rasteira que toma conta de Santarém. Podaliro parabéns por mostrar a cara e demonstrar que a nossa geração tem valor. Vamos moralizar está cidade que merece todo o nosso carinho e dedicação!
Anônimo disse...
Are baba, gostei de saber que tem nova geração na política santarena. E gente nota 1000, como é o dr. Erik e o dr. Podalyro. Que bom que não se deixaram levar pelos maus, como agiu a Marcela Tolentino, em que muita gente depositou esperança de dias melhores. Mas todo cuidado é pouco, afinal, o poder é a desgraça da humanidade...Que Deus ilumine!
Professor Podalyro, o senhor foi por demais chamando o Everaldinho de mentiroso. O senhor lavou a alma de muitos santarenos que estão engasgados com tudo que tem acontecido na política de nossa cidade. O senhor honra as suas bolas. Pra prefeito, Podalyro, JÁ!!!!!!
O professor Valdir tem é que se dar bem no governo do Zémariatapajós. Valdir, deixa de ser besta, vai pegar corda, vai, do Podalyro e do Erick, só te digo vai, cara-pálida!!!!!!!!!
Mutá mutantes disse...
Eu caqui com meus botões(ou seriam bobalhões)me ponho a urubuservar a atitude dos verdinhos Erick e Poda...Esses santinhos que poluem o ambiente inteiro queimando a proibida querem falar dos outros.
Façam como o sábio Everaldo, cultivem verdinhas no cofre. Afinal, Poda, tu és agrônomo, bem que poderias plantar uma árvore que desse cédulas em lugar de folhas verdes. Aí estariam resolvidos todos os problemas dos integrantes do Partido Verde.
E tu Etick, implanta logo uma válvula de inteligência no crânio do Pereco.
Purquê, aqui de cima do meu mutá, tô só brechando a patota pajuçarense...
Se cuidem moços, em lago de piranha, jacaré nada de costas.
Universidade Federal do Pará
Aldeci de Aquino Magalhães..............................Penal
Alessandra de Souza Cardoso.........................Admistrativo
Eduardo Minuzzi Niederauer............................Penal
Elzany Mafra de Castro..................................Administrativo
Eric Reis Martins e Silva.................................Trabalho
Heliane Nunes Piza........................................Penal
Kariane Cavalcante Peleja..............................Tributário
Luana Daya Oliveira de Souza.........................Penal
Pedro de Souza Alho......................................Civil
Rafael Bentes Pinto.......................................Penal
Ricardo Willian Ramirez Vojta.........................Penal
Vinicius Monteiro Peloso da Silva.....................Civil
Celus/Ulbra
Agassis Favoni de Queiroz..........................Penal
Alberto Augusto Andrade Sarubbi................Tributário
Ana Patrícia Aquino de Oliveira ..................Trabalho
Charles Costa de Oliveira...........................Penal
Fabíola Martins Rabelo............................. .Penal
Fernando Amaral Sarrazin Junior..................Tributário
Hamilton Teodoro de Souza........................Trabalho
Laiana Rodrigues Gazel..............................Trabalho
Marjean da Silva Monte..............................Tributário
Silvia de Aquino Mota................................Trabalho
Vitor Nascimento Ávila...............................Penal
Faculdades Integradas do Tapajós
Auxilia Beatriz Soares de Carvalho..................Penal
Cinthia Cristiane Coelho Miranda....................Tributário
Elias Branches de Vasconcelos.......................Trabalho
Geana Mileo Câmara Sirotheau.......................Trabalho
Ilana Silva Pessoa........................................Trabalho
Milena Cristina Campos de Araújo...................Trabalho
Otton Willian Castro Silva..............................Penal
Paula Crislane da Silva Moares.......................Trabalho
Roberta Loreiro Antony..................................Penal
Da Redação do site Comunique-se
A pauta do 01/04 do Supremo Tribunal Federal (STF) tem dois assuntos que vão entrar para a história do jornalismo brasileiro: o julgamento da ação do PDT que pede a revogação da Lei de Imprensa e da ação do Ministério Público Federal, que pede a extinção da obrigatoriedade do diploma de jornalistas.
Relator do processo da Lei de Imprensa, o ministro Carlos Ayres Britto pediu em 18/02 prorrogação de 30 dias da liminar que suspende 22 dispositivos dos 77 da lei.
Os artigos da lei, datada de 1967, foram suspensos em fevereiro do ano passado. Menos de uma semana depois, os dez ministros do STF votaram pela manutenção da liminar concedida por Ayres Britto. Em 04/09, eles decidiram prorrogar por mais seis meses a suspenção de parte dos artigos. “Eu tinha seis meses para trazer o voto de mérito, não consegui. Estou pedindo prorrogação por igual período”, justificou o relator da matéria, ministro Carlos Ayres Britto, na época.
Desde o ano passado, juízes têm tomado decisões baseados nos códigos Penal e Cível, para o julgamento de casos que não podem ser decididos com base nos dispositivos suspensos.
"Não há Lei de Imprensa possível"
Miro Teixeira está confiante na revogação total da lei. “Minha expectativa é ganhar. Eu tenho muita esperança de fazer prevalecer o que está garantido na Constituição. Não há Lei de Imprensa possível. As indenizações, por exemplo, não podem ter caráter punitivo na mesma linha, tampouco intimidatória. Elas servem para quem viola direitos da personalidade, como a vida privada. Entendemos que os fatos de interesse do povo tenham que ser noticidados. Às vezes são cometidos erros, que poderão ser corrigidos em qualquer momento. Erros acontecem até em decisões judiciais”, disse o deputado do PDT, quem apresendou a ação no STF.
Presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, Sérgio Murillo de Andrade acredita que o STF vai revogar alguns dispositivos dos artigos “abertamento inconstitucionais”, mas deve manter os demais até que o Congresso Nacional vote uma nova Lei de Imprensa, que, segundo ele, é uma dívida que deputados e senadores têm com a sociedade. “Uma dívida de votar um texto democrático”, diz ele.
Para Murillo, os códigos Penal e Civil são insuficientes e não específicos para casos que envolvam imprensa. “É muito melhor que haja lei específica. O direito de resposta no Código Civil é uma peça de ficção.
Obrigatoriedade do diploma
Os ministros do STF também julgam a questão do diploma, cujo relator é o presidente do Supremo, Gilmar Mendes. Desde novembro de 2006, profissionais que já atuam na área mas não têm diploma podem exercer o jornalismo.
“Sou a favor do diploma. As profissões evoluem. Antigamente a Advocacia não exigia diploma. As escolas de medicina surgiram a partir de um certo momento de desenvolvimento da humanidade. A atividade jornalística, que tem repercussão pública, precisa conter exigências maiores. Mas também quero continuar a ver o dr. Dráuzio Varella comentando saúde na TV, ver o Oscar [Schmidit] comentando basquete. Tem que existir a compreensão de que o cidadão tem que ser atendido nesta relação que se estabelece no ambiente do direito”.
“Se o STF fizer um juglamento rigorosamente técnico, não tem como não acompanhar a decisão dos tribunais inferiores, que sempre foram a favor da manutenção do diploma. Se prevalecerem outras motivações e interesses, aí de fato se corre risco. Não acredito que o STF faça isso”, finaliza Murillo.

