sábado, 13 de junho de 2009
Manchetes deste sábado de O Estado do Tapajós
MARIA TOMA POSSE E LOTEIA SECRETARIADO
EX-PREFEITO, TAPAJÓS DIZ QUE COM ELE SANTARÉM VIVEU EM PAZ
O ESTADO DO TAPAJÓS NÃO SE INTIMIDARÁ
SÃO JOÃO ANIMADO E CARO EM SANTARÉM
Hélcio Amaral: O artesanato amazônico e o futebol
Lúcio Fávio Pinto: Pará: Para baixo
PROFESSORES CONDICIONAM VOLTA ÀS AULAS À DECISÃO DO COMANDO EM BELÉM
MP PEDE FECHAMENTO DE USINA DE ASFALTO
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Maria toma posse
Enchente provoca queda de 60% no turismo receptivo
Repórter
A enchente em Santarém afasta os visitantes e até mesmo os que vivem na cidade não procuram mais pelo passeio a bares e restaurantes pelo fato de o acesso a esses locais está precário. O gerente, Douglas Souza, de um dos bares restaurante da orla vive o reflexo da crise e dos impactos da enchente. De com o gerente, no sábado, 30, a água invadiu a calçada do bar e a situação que já estava difícil ficou ainda mais preocupante.
O movimento teve uma queda de mais de 70% sendo que a maioria dos freqüentadores é de visitantes que no momento evitam a estada na cidade. "Nós pensamos em fechar, mas ainda está dando para funcionar, no final de semana o movimento era triplicado, mas agora se olha para orla e se vê apenas pescador", disse.
Em outro restaurante localizado na orla da cidade o serviço teve que ser suspenso, a funcionária Marileuza Ferreira diz que desde o dia 10 de maio o restaurante deixou de funcionar, pois o movimento decaiu consideravelmente em conseqüência da dificuldade de acesso ao local que está alagado. O desconforto causado pela sujeira trazida pela enchente não permitiu que espaço continuasse funcionando.
O reflexo da crise causada pela enchente se estende para diferentes setores. As agências de turismo já não recebem pedidos de contrato para pacotes de visitas e reservas de passagem. Na agência onde Neide Noronha trabalha há quatro anos, a procura por visitantes em relação ao ano passado chega a 80%.
"Nós informamos ao cliente as condições da cidade, se ele quiser visitar uma praia não é possível, assim como para prédios históricos ou uma região ribeirinha existem dificuldades de acesso e sabendo disso, o visitante desiste de vir par a cidade", afirma a consultora. Nesta agência, os serviços com pacotes turísticos para grupos estrangeiros reduziram drasticamente, ela diz que até o momento nenhum grupo de turistas está previsto para visitar a cidade, a reserva registrada é marcada para agosto.
A consultora de viagens de uma agência de turismo que trabalha com recepção de visitantes, a queda pela procura ultrapassa 60%.
As agências deixaram de registrar reservas em hotéis que também foram gravemente afetados, sobretudos os localizados na extensão da orla. Em cinco hotéis localizados no centro próximo à orla, constatou-se que a queda no movimento ultrapassa 90%. O alagamento da Avenida Tapajó e as condições de acesso aos hotéis afastaram o hospede, em alguns hotéis a água invade todo o piso inferior como é o caso do hotel de José Antônio Pereira, onde tem a disposição 11 quartos, mas apenas dois estão ocupados, a maioria dos clientes desses hotéis é representante de lojas e vendedores, e como o comércio está em crise outros setores ligados à economia consequentemente são afetados. "A frente do hotel está cheia de água, foi preciso colocar ponte par chegar até a escada, por isso quase não tem movimento desde abril e o faturamento não dá nem pra contar quanto chega o prejuízo, mas passa de 80% de perda em relação ao ano passado", declarou o dono do hotel.
O Estado do Tapajós circula amanhã
A edição de sábado vai reafirmar que o jornal não se intimidará diante de pressões espúrias ou ameaças e vai manter sua independênca editorial que o faz líder no segmento de veículo impresso na região Oeste do Pará.
São Francisco pode disputar segunda divisão do estadual
Se tiver sucesso, o Leão poderá disputar o seletivo do Parazão 2010.
Mas será que o diretores do São Francisco não estão colocando a carroça na frente dos bois?
Lúcio Flávio Pinto: Prodígio explorado
Parecia que, finalmente, a TV não embotaria, mutilaria e destruiria uma pérola que foi jogada sobre seu chiqueiro. Até que o dono e feitor do SBT começou a manipular e a explorar a sua “companheira de trabalho”. O excesso provocou a intervenção do Ministério Público Federal, que quer punir o apresentador-ventríloquo e preservar a menina, que acaba de completar 7 anos. Espero que a iniciativa seja bem-sucedida e Maísa escape da máquina de triturar gente. Voltando a nos encantar e alegrar.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Osmando mantém laranjas em locadora para mamar nas tetas da prefeitura
Antes era o filho Bruno Paraíba que aparecia como sócio da locadora de Osmando Figueiredo. O nome do filho constava do contrato social da empresa para que o pai pudesse receber uma dinheirama da prefeitura pelo aluguel de carros.
Com a eleição de Bruno, agora é um irmão de Osmando quem é o testa de ferro da locadora que todo mundo sabe na cidade que é de propriedade do secretário de agricultura, aliás, que funciona no mesmo prédio do escritório de advocacia do titular da Semab.
Não está mais do que na hora do Ministério Público entrar em cena e acabar com essa triangulação que Osmando utiliza para auferir recursos públicos?
Maria se recusa a ser empossada por Nélio Aguiar
Tapajós já havia sido desaconselhado por assessores jurídicos a reassumir a presidência da Câmara para poder empossar Maria e fez chegar aos ouvidos de Nélio que a prefeita eleita se 'sentia constrangida' a participar da solenidade porque o vereador havia se desligado de sua bancada de apoio no legislativo municipal e migrado para a oposição.
O Blog do Estado conversou com Nélio Aguiar no final da tarde de hoje. Ele se encontra em Belém e só voltará a Santarém no sábado, após a posse de Maria. " Eu não vou causar constrangimento para ninguém. Preferi passar o cargo para o segundo-vice presidente, o vereador Emir Aguiar, que dará posse à prefeita", confirmou.
Liminar que obriga Seduc a remanejar alunos pode ser inócua
Em caso de descumprimento da ordem judicial, o magistrado estabeleceu multa diária de R$ 30 mil.
Mas o remanejamento dos alunos pode se tornar inviável no prazo estabelecido pelo juiz Veloso uma vez que não ha disponibilidade de imóveis na cidade com capacidade de abrigar milhares de alunos das seis escolas interditadas pela decisão judicial.
O juiz Gabriel Veloso determinou o prazo de 60 dias, incluindo o mês de julho, para o remanejamento dos alunos das escolas Plácido de Castro, Álvaro Adolfo, Olindo do Carmo Neves, Nossa Senhora de Guadalupe, Gonçalves Dias e Frei Othmar.
De acordo com a decisão, o Estado deve providenciar no prazo de 60 dias o remanejamento dos alunos, sem prejuízo de carga horária e da qualidade de ensino. Em caso de não ser possível a transferência para outros centros, devem ser providenciados prédios provisórios para o funcionamento das escolas. O juiz apreciou imediatamente esse pedido de liminar, devido ao risco de vida dos alunos e professores, por conta dos problemas estruturais dos prédios.
Quanto aos demais pedidos do MP, incluindo a determinação de prazo de 90 dias para o inicio da realização das obras, Gabriel Veloso só deve apreciar após decorrer o prazo legal para contestação do Estado, por envolver questões orçamentárias.
(Da redação, com informações do Ministério Público do Pará/Baixo Amazonas)
Quem pagou a conta?
Sr Editor
Nada a contestar quanto a luta da prefeita em querer reconquistar seu lugar que foi dado através do voto popular,ou seja, da forma mais democratica. Sua luta merece aplausos pela persistencia. Porém, essa questão de gastos merece atenção tal qual a função dos seus secretários que participaram dessa blitz em Brasilia. Tais senhores são funcionários da prefeitura ou da prefeita? Ela afastada era tão somente uma candidata/municipe eleita atrás dos seus direitos e os seus ex-secretários (naquele momento) deveriam estar de plantão em seus gabinetes em Stm? Ou estou errado?
Seus salários foram descontados por falta ao trabalho como qualquer servidor que bate o cartão e nao comparecem ao trabalho? Ou isso nao vale para Stm. O governo era provisório e os secretários continuavam subordinados à prefeita e nao precisavam dar satisfações de suas viagens. de suas faltas e de suas preocupações? Entendo que o ex-prefeito sr José Maria deveria explicar essa situação, afora essa questão exposta do dinheiro que foi gasto. Quem afinal pagou a conta?
Antenor Giovannini
De olho nos imóveis
Os bens dos ex-sócios da Penta, principalmente imóveis, foram arrolados como garantia da dívida e aceitos pelo juízo cível.
Volta de Tapajós à Câmara: tudo a ver com a CPI da Saúde
É que Tapajós como prefeito foi, em última análise, o responsável pelos pagamentos que são considerados ilegais.
Agora, como vererador, vai querer investigar a si próprio?
Só o tempo dirá.
Lúcio Flávio Pinto: Papel: adeus
Este foi o motivo alegado para o Tribunal de Justiça do Estado se decidir pela extinção do seu diário em papel. A redução de custos é tão evidente que esta parece ser a tendência universal, adotada no ano passado pelos tribunais superiores do país. Mas será motivo suficiente para ser aceito pela sociedade? O acesso à internet ainda não foi universalizado no Brasil e dificilmente o será logo. O serviço também não oferece qualidade e segurança, que poderiam prevenir fatos desagradáveis, como a perda de prazo por eventual impossibilidade de consulta ao site do judiciário, ou outro tipo de falha. Para estar em condição de superar essas circunstâncias, o cidadão precisa contar com retaguarda técnica, que exige dinheiro. Essa assistência está ao seu alcance? Esse ônus poderá se somar às custas judiciais, que estão colocando o povo à distância do melhor atendimento.
Mas há outra questão. A resenha dos procedimentos e decisões da justiça não serve apenas à rotina do seu funcionamento: ela se destina também a assegurar o registro histórico e possibilitar o controle social. A constituição brasileira em vigor reforçou a necessidade da máxima divulgação possível dos atos oficiais, fiel ao princípio da ampla publicidade, que favorece a sociedade. A privação da versão impressa não compromete esse objetivo, que serve à democracia? Não representa uma adesão irrestrita, incondicional e um tanto irrefletida à nova tecnologia, privando o país de uma fonte adicional e necessária de informação e documentação?
Fica a pergunta a quem respondê-la possa. Ou, pelo menos, para impor um rito de passagem a um ato tão categórico como esse.
De onde veio o dinheiro?
A respostas vai aparecer quando o TCM receber a prestação de contas da administração José Maria Tapajós.
O solitário caiaque
Lúcio Flávio Pinto. “Ofir Loyola”: hospital enfermo
A última edição do Diário Oficial de maio publicou diversos aditamentos de contratos para o fornecimento de medicamentos quimioterápicos, antimicrobianos e controlados, que estavam em falta, por isso provocando revolta entre os pacientes e seus familiares, e gerais, além de material técnico-hospitalar.
Um contrato, no valor de 532 mil reais, com a firma M. Dos Santos Brito Comércio, foi prorrogado por mais seis meses, com valor de R$ 530 mil. Outro contrato, para os mesmos fins, assinado com a Brasfarma Comércio de Medicamentos, com valor original de R$ 411 mil, foi igualmente prorrogado por um semestre, aditado para R$ 405 mil. Um terceiro contrato, com a F. Cardoso, de R$ 275 mil, passou a ser de R$ 212 mil por mais seis meses. Todos os contratos foram assinados por João de Deus no dia 13 de maio e publicados no dia 29.
Se são corretas as acusações contidas no relatório da Auditoria Geral do Estado, por que os responsáveis pela má gestão continuam à frente do Hospital Ofir Loyola e seus atos são oficializados, quando há nova titular à frente da Secretaria de Saúde e deve-se deduzir da mudança brusca que a secretária anterior era conivente com os erros?
Não há mais dúvida que houve politicagem da grossa, e da mais torpe, em torno da crise real do setor de saúde, que grassa tanto no Estado quanto no município da capital. Foi o que disse, com todas as letras, o diretor-geral do HOL na edição dominical do Diário do Pará. João de Deus admitiu os graves problemas do hospital, mas os atribuiu a uma autêntica sabotagem, que sofreu por parte dos petistas. Sua verba de custeio, que devia ser de cinco milhões de reais por mês, foi reduzida para R$ 3,5 milhões. As contas feitas pelo próprio jornal não batem com o argumento, mas o discurso é claro: a cúpula do governo tirou o dinheiro necessário para o funcionamento do hospital com a intenção de comprometer sua administração, inviabilizando-a e possibilitando a sua remoção, com desgaste (ainda maior) para o PMDB. O interesse público e as necessidades da população foram ignorados.
A questão é de tal magnitude que impõe aos órgãos superiores ou externos de controle e fiscalização uma atitude drástica para apurar os fatos e corrigir a situação. Com todos os seus problemas e limitações, o “Ofir Lyola” realizou durante o ano passado 415 sessões de radioterapia e mais de 100 de quimioterapia a cada dia, além de 72 diálises diárias. Para a população pobre atingida pelo câncer, que não pode pegar o avião e ir para um lugar civilizado, é a única via de tratamento. Não é possível que perdurem dúvidas sobre lisura do poder público nessa guerra diária pela vida, que requer um alto investimento em recursos materiais (do erário, sem retorno) e em energia humana.
O Ministério Público podia entrar nessa história para apurar, acompanhado por outras instituições representativas da sociedade, as denúncias que têm sido feitas e até criar uma interventoria para reposicionar o hospital na trilha técnica, sem os desvios políticos que criaram ou agravaram sua crise atual. Anos atrás, o Tribunal Regional do Trabalho fez na Santa Casa de Misericórdia uma sólida assepsia e a instituição passou o período seguinte em ascensão.
Não se pode continuar a ouvir o disse-que-disse sobre os quatro aceleradores lineares que, na verdade, seriam dois, um dos quais, transferido pelo Ministério da Saúde no final do governo tucano de Simão Jatene, ainda está encaixotado. À disposição do doente, vítima de uma doença grave e cruel, entretanto, só há um, mas em funcionamento intermitente, sujeito a constantes paralisações. Ou apurar a causa de o hospital de oncologia infantil não passar de um esqueleto, apesar de já se ter esgotado o prazo previsto para a sua conclusão.
Diante da controvérsia instalada, independentemente de se saber se a culpa é do PMDB ou do PT (o que é necessário saber), se a crise tem causa externa ou resulta de um boicote interno, uma coisa já se sabe: o atual governo provou não estar em condições de assumir o desafio que o “Ofir Loyola” representa. A necessidade de uma intervenção na instituição já amadureceu tanto que pode vir a apodrecer.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
O diploma
O juiz eleitoral Gabriel Veloso entrega o diploma de prefeita de Santarém à promotora Maria do Carmo Martins de Lima, em solenidade realizada hoje, no auditório do tribunal do júri.
Educação para o trânsito ou no trânsito?
“Educação para o trânsito” é o termo que aparece em todos os artigos do Capítulo VI (Da Educação para o Trânsito) da Lei nº 9.503/97, que institui o Código de Trânsito Brasileiro. Diversos outros dispositivos da lei trazem a expressão “educação de trânsito”, mas deixo de considerá-la aqui, não apenas porque seu significado parece um tanto obscuro, mas principalmente porque as definições, os objetivos e as obrigações relativas à educação, tal como em geral a entendemos, estão estabelecidos mesmo é naquele capítulo.
De certa forma, “educação para o trânsito” também é expressão consagrada pelo senso comum, o que, por isso mesmo, não pode ser desprezado. Mas o que realmente significa educar para o trânsito? Será que o que se entende por isso reflete os objetivos de uma política séria, capaz, por exemplo, de reverter o quadro dramático do número de vítimas que nosso trânsito produz? Uma reflexão sistematizada sobre a questão certamente requereria mais espaço e o concurso de estudiosos mais especializados nos fundamentos pedagógicos do que é capaz de fazer um profissional da engenharia, ainda que lidando com o ensino e a pesquisa. De todo modo, arrisco a ponderação que segue.
Não duvido que grande número de pessoas associe à noção de “educação para o trânsito” a formação adequada de condutores de veículos. Não por outro motivo, muita gente entende que as Escolas Públicas de Trânsito, referidas no artigo 74 do Código, não são mais do que autoescolas, de preferência gratuitas, a serem mantidas pelos órgãos executivos de trânsito. Mesmo que nossos interlocutores rompam os limites dessa equivocada interpretação, dificilmente enxergarão na “educação para o trânsito” algo muito diferente do ensino-aprendizagem de um conjunto de regras que inevitavelmente reproduzem o ambiente das cidades cujas ruas, ao longo do último século, deixaram de ser o espaço público de circulação e de encontros de pessoas para se tornarem território ocupado pelo despótico império do automóvel.
Entretanto, se quisermos resgatar os princípios e diretrizes da Política Nacional de Trânsito, aprovados em 2004 pelo Contran depois de uma série de eventos que os discutiram nas principais áreas metropolitanas brasileiras, precisamos pensar a educação de forma diferente: menos de modo meramente normativo e mais como fator de emancipação e de promoção da cidadania. Assim, as pessoas poderiam protagonizar a construção de um ambiente de circulação verdadeiramente público, seguro e inclusivo, destinado a uma convivência social democrática. Ao mesmo tempo, teríamos a oportunidade de produzir uma ambiência propícia ao desenvolvimento de relações humanas em geral mais civilizadas, com mais respeito à coletividade.
Aí, sim, começaríamos a recuperar a dimensão transformadora da realidade que a educação tem, mas perde quando é reduzida a um instrumento de reprodução e conformação ao status quo. Talvez um passo significativo nesta direção possa ser dado com a substituição, não necessariamente na lei, mas essencialmente nos programas e ações, da “educação para o trânsito” pela “educação no trânsito”. E, naturalmente, para todos!
* Engenheiro, Doutor em Estudos de Transportes pela Universidade de Londres (University College London
Comeu abio
É que muito provavelmente Maria ainda tente encontrar respostas verossímeis para perguntas dos jornalistas sobre os escândalos do superfaturamento das obras do PAC e o pagamento de supersalários a médicos do Hospital Municipal de Santarém.
Tapajós diz que não guardará inconfidências
" Em respeito a seus leitores e acerca da nota intitulada TAPAJÓS VOLTA À CÂMARA SEM TER CAÍDO EM TENTAÇÕES, cumpre prestar os seguintes esclarecimentos:
Que, ao contrário do publicado, o Prefeito Interino de Santarém José Maria Tapajós ratifica que retornará à Câmara sem levar consigo nenhuma inconfidência política, da mesma forma que o fez ao assumir o comando do executivo municipal há pouco mais de cinco meses;
Que agradece a Deus, à população e a todos os seus Secretários e Coordenadores, sem exceção, pelo apoio e trabalho realizados visando um único propósito: o bem da coletividade santarena;
Que agradece a confiança que recebeu de partidos políticos, inclusive do Presidente do PDT, Osmando Figueiredo, que através de seu partido, deu apoio na eleição à presidência da Câmara através dos votos de seus dois vereadores;
Que todos os partidos políticos, independente de serem situação ou oposição ao governo, estavam atentos e ansiosos pela decisão do STF;
Que o Prefeito Interino José Maria Tapajós continuará o trabalho à frente da administração da Câmara Municipal como presidente, com o mesmo afinco que se dedicou enquanto Prefeito, e que o futuro de cada político depende essencialmente de cada um, no exercício de suas respectivas funções;
Que agradece o espaço concedido para os devidos esclarecimentos e aguarda publicação.
Nelma Bentes
Assessora de Comunicação da Prefeitura de Santarém"
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Nota da Redação:
O Blog do Estado mantém a informação publicada por ser verdadeira.
Reitera e elogia a postura do prefeito José Maria Tapajós de não se deixar levar por interesses políticos escusos,que visavam abalar a unidade do PMDB em torno da liderança do deputado Antônio Rocha, e prontamente rechaçados, segundo o blog exaustivamente apurou com diversas fontes.
É fato que, resistindo às tentações, Tapajós comportou-se como um magistrado, respeitando os acordos políticos que foram firmados pela coligação que reelegeu a prefeita Maria do Carmo.
Ao contrário do que possa ser entendido por alguns, a nota do Blog do Estado é um elogio a postura de Tapajós, mas se ele não se sente à vontade para confirmá-la, isso é uma atitude que este site respeita, embora mantenha integralmente tudo o que anterioramente foi publicado.
Ação requer paralisação das atividades de usina de asfalto
Da Assessoria de Imprensa do MPE
Em Santarém, o Ministério Público quer a paralisação imediata das atividades da usina de produção de asfalto no bairro do Amparo, bem como a suspensão da autorização ambiental de funcionamento expedida pela secretaria municipal e demais licenças posteriores. Os pedidos foram feitos em Ação Civil Pública com pedido de liminar, ajuizada pelo MP e assinada pelos promotores de justiça Lílian Regina Furtado Braga, Janaina Andrade de Sousa e Gustavo Rodolfo Ramos de Andrade. A ACP é contra o município de Santarém e a empresa Saneng- Santarém Engenharia Ltda, responsáveis pela usina, que funciona vinte e quatro horas por dia e vem causando problemas de saúde aos moradores do bairro.
Em junho de 2007, o MP recebeu denúncia do presidente da associação dos moradores do bairro do Amparo, acerca da usina, que funciona durante 24 horas sem interrupção, causando aos moradores problemas decorrentes da poluição sonora, mau cheiro, poeira e fumaça. Foi instaurado procedimento administrativo pela promotoria, constando-se ter havido um ?autolicenciamento?, já que o município foi ?ao mesmo tempo responsável pelo empreendimento e empreendedor? e apresentou apenas autorização emitida pelo Isam (Instituto Sócio Ambiental), sem o Eia-Rima e sem a realização de audiência pública. A empresa Saneng possui licença de operação emitida pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente. O MP pede a suspensão de todas as licenças, inclusive as posteriores, emitidas pela secretaria municipal de meio ambiente.
No curso do procedimento, o MP verificou vícios no processo de instalação e funcionamento da usina. Em julho de 2008, foi emitida uma Recomendação à prefeitura municipal, estabelecendo prazo para que a usina funcionasse em horário comercial, bem como que fossem tomadas providências para a minimização dos impactos causados. O poder municipal informou que a Recomendação havia sido encaminhada a Saneng, bem como o licenciamento ambiental estaria sendo encaminhado, ?o que nunca ocorreu?, segundo o MP.
De acordo com os moradores ouvidos no procedimento, os problemas decorrentes do funcionamento da usina atingem adultos e crianças. Por conta da poluição sonora, relatam estresse, problemas para dormir, dor de cabeça e enjôos. Outra moradora relata que durante o aquecimento do CAP (matéria prima do asfalto), são liberados pequenos grãos sólidos durante explosões, causando tremores na casa.
A perícia do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves indicou 40 quesitos respondidos acerca do funcionamento da usina. O laudo da perícia, feita em novembro de 2008, respondeu que, mesmo havendo licença ambiental em favor da usina, nenhum dos condicionantes para tal havia sido cumprido. Não há cobertura em brita nos locais onde pode haver derramamento do CAP e nem relatório de acompanhamento da empresa sobre os principais poluentes.
O laudo afirma ainda que os principais impactos do empreendimento são a poluição atmosférica e sonora. Há também risco de poluição hídrica e do solo causada pelo derramamento de material. Foi constatada a não existência de dispositivos para controle de ruídos, que foram medidos nas casas próximas, estando acima do permitido pela legislação.
Para o controle de emissão de gases, existe um filtro instalado na usina, porém na saída da massa asfáltica para o meio ambiente não há controle, havendo fuga de gases e partículas. No caso de inalação, as partículas finas podem se acumular na corrente sanguínea e provocar câncer. As partículas grossas provocam infecções nasais e respiratórias.
Além da paralisação imediata das atividades da usina, e a suspensão de todas as licenças já adquiridas, o MP pede que ao final da ação os requeridos sejam obrigados a realizar o estudo de impacto ambiental por uma instituição indicada pelo juízo, e que adotem medidas legais para obtenção das licenças necessárias e válidas, com a devida realização de audiência pública. ?Não restam dúvidas de que o empreendimento em questão ocasionou e ocasionará danos irreparáveis ao meio ambiente, especialmente da área do bairro do Amparo, onde está localizada, comprometendo o bem estar das famílias que ali residem e todo o conjunto ambiental que está danificado?, diz a ACP.
O MP pede também que os requeridos sejam obrigados a reparar os danos causados ao meio ambiente, com a requisição de perícia na área de engenharia ambiental e saúde física e mental do Centro de Perícias Cientificas do Estado do Pará. No caso de constatação de dano ambiental e da impossibilidade do retorno ao estágio anterior, por meio de recuperação, que sejam condenados a pagar indenização revertida ao Fundo Estadual de Meio Ambiente, para ser destinada a projetos de recuperação ambiental.
CNJ aprova resoluções que afasta titulares de cartórios e uniformiza regras de concursos
Os notários e tabeliães que ingressaram nos cartórios sem concurso após 1988 deverão perder seus cargos. Estima-se que mais de 5 mil pessoas estejam nessa situação. Já em relação à realização dos concursos, todos os cartórios deverão seguir as mesmas normas quando da realização das provas para ingresso nos cartórios.
Segundo a resolução do Conselho Nacional de Justiça que deixa as serventias vagas, caberá aos Tribunais de Justiça elaborar a lista das delegações vagas, no prazo de 45 dias, assim como encaminhar esses dados à Corregedoria Nacional de Justiça.
Em Santarém, há cartorários nessa situação.
Minc no mundo da lua
| Ronaldo Brasiliense
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Bancada de Maria do Carmo foge do plenário da Câmara de Santarém para evitar instalação da CPI da Saúde
Tão logo o vereador Erasmo Maia, líder da bancada do Democratas, encaminhou requerimento à mesa diretora da Câmara, requerimento solicitando a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito(CPI) para apurar o escândalo dos supersalários pagos pela Prefeitura de Santarém, desde a administração da prefeita eleita Maria do Carmo, a médicos da cooperativa que presta serviço ao Hospital Municipal, a bancada do governo se retirou de plenário para nãodar quorum a sessão.
Sem outra alternativa, o presidente da Câmara Nélio Aguiar teve que suspender a sessão.
A bancada do governo está reunida em uma sala da própria Câmara.
No plenário permanecem apenas os vereadores Erasmo Maia, Henderson Pinto, Jaílson do Mojuí e Valdir Matias Jr.
Bancada estadual do PSDB fecha com Jatene
Além do consenso em torno do nome de Jatene, Megale assegurou que a bancada estadual também não concorda com a avaliação de Almir sobre a administração do ex-governador. 'Falo em nome da nossa bancada. Não concordamos com essa avaliação. Muito pelo contrário, nós a refutamos, porque em nosso entendimento Simão Jatene fez uma excelente administração no Pará, com obras de peso, inclusive sem apoio do governo federal, que era um adversário do Pará', garante Megale.
Fonte: O Liberal)
Tapajós volta à Câmara sem ter caído em tentações
Mas o Blog do Estado soube que Tapajós foi incentivado a ser candidato a prefeito e promover mudanças no secretariado mesmo antes da agonia de Maria do Carmo no STF terminar.
O nome do bajulador?
Osmando Figueiredo.
Denúncia sobre supersalários no HMS chega à Polícia Federal
Outra representação foi protocolizada perante à Procuradoria de República de Santarém.
Maria será diplomada ao meio-dia
Na sexta-feira, às 17 horas, Maria e Zé Antônio serão empossados na Câmara de Vereadores.
terça-feira, 9 de junho de 2009
Rejeição de Dilma é maior que a de Serra, diz pesquisa CNI/Ibope
Pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta terça-feira mostra que o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), é o pré-candidato ao Palácio do Planalto com menor rejeição entre os eleitores. No total, 25% dos eleitores responderam que não votariam no tucano "de jeito nenhum" para a presidência, enquanto a rejeição à ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) chega a 34%.
O governador Aécio Neves aparece com 35% de rejeição, enquanto o deputado Ciro Gomes (PSB-CE), com 32%. A candidata com maior rejeição entre os eleitores é a ex-senadora Heloísa Helena (PSOL-AL), com 40% dos eleitores que responderam que não votariam na pré-candidata do PSOL "de jeito nenhum".
Além de ter a menor rejeição entre os candidatos, Serra também aparece como o pré-candidato com maior aceitação junto à população brasileira. Segundo a pesquisa, 27% dos eleitores responderam que votariam "com certeza" no candidato tucano. Dilma aparece em segundo lugar, com 13% de aceitação, seguida pelo deputado Ciro Gomes, com 10%, o governador Aécio, com 8% e a ex-senadora Heloísa Helena, com 6%.
Entre os eleitores que poderiam votar nos pré-candidatos, sem ter a certeza, Serra e Ciro lideram empatados com 38%. Heloísa Helena aparece em segundo lugar, com 27%, seguida por Dilma, com 26%. Aécio aparece em último lugar com 21% dos eleitores que "poderiam votar" no tucano para o Palácio do Planalto.
Conhecimento
Segundo a pesquisa, o pré-candidato mais conhecido entre a população brasileira é o governador Serra. No total, 31% dos eleitores responderam que "conhecem bem ou sabem muito" sobre o governador, enquanto a ministra Dilma é bem conhecida por somente 9 % dos eleitores. O deputado Ciro Gomes, apontado como pré-candidato do PSB à presidência, aparece em segundo lugar sendo bastante conhecido por 13% dos eleitores, enquanto o governador Aécio Neves (PSDB-MG), é muito conhecido por somente 9% dos eleitores --empatado com Dilma e com a ex-senadora Heloísa Helena.
Serra também lidera quando a pesquisa questiona os eleitores se conhecem "mais ou menos" ou sabem alguma coisa sobre o pré-candidato. O tucano aparece com 45% das respostas, seguido por Ciro com 39%, Dilma e Heloísa Helena empatadas com 27% e Aécio com 20% das respostas.
Quando os eleitores foram questionados se "nunca ouviram falar" nos pré-candidatos, Aécio aparece em primeiro lugar com 21% das respostas, seguido por Dilma, com 15%. Em terceiro lugar aparece Heloísa Helena, com 11%, depois Ciro, com 4% e Serra com apenas 1% das respostas.
Area de LIvre Comercio será debatida hoje à noite na ACES
Maria diz que vai manter secretarias com partidos aliados
Maria diz ainda que vai instalar as secretarias criadas após as eleições de 5 de outubro e que não foram implantadas pelo prefeito José Maria Tapajós.
Data da diplomação de Maria foi antecipada pelo Blog do Estado
É só clicar no link abaixo e conferir.
http://blogdoestado.blogspot.com/2009/06/gabriel-veloso-e-quem-vai-diplomar.html
A posse sera sexta-feira, no plenário Benedicto Magalhães da Câmara de Vereadores.
Democratas inicia conversas com pré-candidatos ao governo do estado
O primeiro a ser sabatinado foi o ex-governador Simão Jatene, que conversou durante três horas com os líderes democratas no Pará: Vic Pires Franco, Lira Maia e Márcio Miranda.
Provavelmente na próxima semana será a vez do senador Mário Couto.
E ainda este mês, as conversações vão envolver, ainda, o PMDB e o PTB.
Almir assusta aliados
A maioria dos tucanos ficou solidário a Simão Jatene.
Tradicionais aliados de Almir em outros partidos que formavam a extinta União pelo Pará ficaram assustados com a virulência dos ataques a Jatene.
E mais: alguns antigos aliados e aliadas reagiram com indignação aos recados emitidos por Almir, nos batidores, para que nada decidam sem antes falar com ele.
Até parece que Almir ainda está sentado na cadeira de governador no Palácio dos Despachos, durante seus 8 anos de mandato.
MP entra com ação para obrigar Seduc a reformar mais 4 escolas
O pedido é que a justiça determine prazo de 90 dias para a Seduc iniciar as obras, sendo os alunos remanejados para outros prédios nesse período.
O blog da Petrobras
Anda causando celeuma a decisão de Petrobras de publicar, num blog, as perguntas que lhe são formuladas por escrito pela imprensa, bem como as respostas dadas.
O endereço do tal blog é http://petrobrasfatosedados.wordpress.com.
A justificativa que a empresa apresenta para a iniciativa está publicada aqui. Destacam-se os seguintes pontos:
A relação entre a Petrobras e os veículos de comunicação que a interpelam é essencialmente pública.
A publicação das respostas no blog, antes da decisão editorial de o jornal publicar ou não a reportagem em questão, reforça o objetivo da Petrobras de alcançar o máximo de transparência possível no relacionamento com seus públicos de interesse.
A agilidade no tratamento e no encaminhamento das respostas ao sempre legítimo questionamento da imprensa demonstra também o compromisso da Cia em prestar todos os esclarecimentos a ela solicitados.
A Petrobras tem liberdade para publicar a íntegra das respostas que fornece aos veículos de comunicação porque é fonte e detentora dos dados disponibilizados.
Os jornais não gostaram. A Associação Nacional dos Jornais, que reúne as empresas proprietárias desses órgãos, soltou ontem uma nota em que afirma:
Numa canhestra tentativa de intimidar jornais e jornalistas, a empresa criou um blog no qual divulga as perguntas enviadas à sua assessoria de imprensa pelos jornalistas antes mesmo de publicadas as matérias às quais se referem, numa inaceitável quebra da confidencialidade que deve orientar a relação entre jornalistas e suas fontes.
A atitude da Petrobras estimula uma porção de observações.
1. Não há problemas com as justificativas da empresa.
2. Não procede a reclamação da ANJ, de que a Petrobras teria rompido algum compromisso de confidencialidade entre a fonte e o veículo de imprensa. Esse compromisso nunca existiu. O que existe é o princípio de resguardo da fonte por parte de jornalistas. Não existe dever subjetivo da fonte de resguardar o jornalista. As fontes não estão presas à confidencialidade que a ANJ menciona.
3. Qualquer pessoa que já tenha sido fonte da imprensa sabe que entre o que se informa (por declaração, por escrito ou num relatório formal) a um jornalista e aquilo que sai publicado vai uma distância. Quando o repórter é um profissional correto, e quando o veículo em que trabalha também é, essa distância é geralmente pouco relevante. No entanto, em particular na imprensa escrita e nos noticiários da televisão, o processo de edição, em que se corta muito do que a fonte informou, pode levar a citações fora de contexto ou incompletas. (Já quando jornalista e/ou veículo são desonestos, o que sai publicado é qualquer coisa.) Assim, de modo a resguardar aquilo que se informou à imprensa, a iniciativa de publicar perguntas e respostas pode contribuir para a melhoria das práticas profissionais da área.
4. Na prática, o que a Petrobras passou a fazer tem consequências sobre a capacidade de órgãos da imprensa “furarem” seus concorrentes. Se a Petrobras publica as perguntas formuladas por um jornal assim que envia as respostas, bastará ao jornal concorrente consultar sistematicamente o blog da Petrobras para não ser “furado”. Isso tende a uniformizar o noticiário e a reduzir o estímulo para que os veículos busquem levantar assuntos inéditos. Quem perde com isso é o leitor.
5. Ao tomar a iniciativa que tomou, a Petrobras não disse o que fará em relação às informações que passa com exclusividade a jornalistas por sua própria iniciativa. O princípio deveria ser o mesmo — se a ideia é comunicar-se com o público sem a intermediação dos veículos de comunicação, então essas notícias “plantadas” precisariam também ser divulgadas no blog da empresa assim que formuladas por sua assessoria de imprensa.
6. De toda forma, ficará fácil verificar se a empresa procurará resguardar essas informações que distribui com exclusividade, pois se algo for publicado em algum veículo e a notícia disso não tiver sido divulgada previamente pela Petrobras, estará configurado o uso de dois pesos e duas medidas.
7. Em particular, é bom ver o que acontecerá com as informações prestadas pela Petrobras a veículos e agências noticiosas internacionais. Será mesmo que a empresa vai “furar” a Reuters, a Associated Press, o Financial Times, a Economist? Não é de se crer.
8. Embora pareça claro que a iniciativa da Petrobras vem como reação à CPI montada para investigar as suas operações, a tensão criada com os jornais não deverá persistir, pois não interessa à própria Petrobras. Por mais que a política de comunicação do governo federal tenha se voltado preferencialmente aos pequenos veículos locais e regionais, a Petrobras não pode prescindir da chamada “grande imprensa”, porque os investidores do mercado não lêem o Democrata de Xixirica da Serra, mas o Globo, o Estadão, a Folha, o Valor.
9. Por isso, é provável que a empresa recue da decisão de divulgar as perguntas e as respostas antes que os veículos publiquem as reportagens correspondentes.
10. Contudo, em favor da melhoria da qualidade da imprensa, a Petrobras deveria continuar a fazê-lo após os veículos terem publicado as suas histórias.
Nada de aumento
Na terra natal do jornalista, mais uma vez a governadora não quis muito papo com a imprensa.
Sua excelência limitou-se, laconicamente, a responder a uma única pergunta dos repórteres que cobriam a chegada de sua comitiva, ontem, no aeroporto Wilson Fonseca, sobre a greve dos professores:
- Não vai ter aumento, não.
Lúcio Flávio Pinto: Boa casa
Durante a gestão petista, em pelo menos 15%, ou 60 mil casas. De imediato, porém, o governo do Estado cedeu 30% de sua parte no programa “Minha Casa, Minha Vida” para a antiga estatal construir moradias em seis municípios situados na sua área de influência, em torno da província mineral de Carajás. Vai atender, é claro, seus funcionários, dependentes e agregados dos empreendimentos que mantém nessa região.
Os recursos virão dos cofres estaduais e federais, parte deles a fundo perdido e a outra parte a custo abaixo do mercado. A Vale, através da sua fundação, entrará com os projetos e a administração. E faturará o lucro e os dividendos da iniciativa. O Pará continua a ser um negócio da China para a ex-CVRD.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Nada a declarar
Pela nova programação, a comitiva de suas excelência seguirão em carreta até a praça da Cohab, onde haverá comício.
Em comício, como todo muito sabe, os oradores não são quetionados, ao contrário das entrevistas coletivas.
Bem diferente do que foi comunicado pela assessora de imprensa da prefeitura, jornalista Nelma Bentes, ontem à noite.
Vai que a dupla não tem muito o que falar mesmo ao povo de Santarém.
Coca - Cola: faço o que eu digo, mas não faça o que eu faço
Fazendo coro ao Blog do Estado, que foi o primeiro a protestar contra o fechamento da fábrica da Coca-Cola em Santarém e não mais comercializar o produto em garrafa de vidro de 290 ml, o Blog do Paju dá uma estocada interessante na multinacional que adora a fazer propaganda usando o pano de fundo 'faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço.
Almir x Jatene: Ponto e contraponto
O que diz Almir.
A resposta de Jatene.
A 'justiça' de Maria
Esta é a resposta de Maria do Carmo ao post "Um dia após o outro", que critica a mudança de opinião da prefeita eleita em relação ao judiciário, cujas decisões só lhe agradam quando lhes são favoráveis:
"Hoje, além de ganhar a eleição e governar, existe o desafio criado com a ‘judicialização' das campanhas eleitorais. É muito fácil ser acusado de alguma conduta vedada, mas muito difícil comprovar seu direito.
Todo cuidado é pouco
E nada da polícia botar as mãos neles.
Á espera da próxima vítima
Nem a obra de 1 km feita às pressas aguentou a força das chuvas.
A estrada é um pirulito só.
E Juca ainda promete que a Setrans vai asfaltar 10 quilômetros assim que as chuvas cessarem.
Apenas para lembrar o presidente municipal do PT: a rodovia Everaldo Martins tem 28 quilômetros de extensão.
Almir Gabriel colhe o que plantou
Não causou supresa o teor da entrevista que o ex-governador Almir Gabriel concedeu, domingo, ao Diáro do Pará, na qual acusa o também ex-governador Simão Jatene de ter "feito mole" na campanha de 2006 que elegeu Ana Júlia para o governo do estado.
Quem conhece bem Almir sabe que a sua entrevista é um tiro no pé, uma ve que foi ele quem impôs sua candidatura ao partido usando meios nem tão republicanos como se imagina.
Almir, que se considerava imbatível, perdeu para ele mesmo.
Não é plausível que o ex-governador queira jogar culpa nos outros por uma derrota que foi dele mesmo, já que ele era o candidato de si próprio.
Se teve topete para se ungir candidato, contra o resultado das pesquisas internas e da opinião da maioria dos políticos bons de voto do interior e ainda por cima vetar coligação com Jader Barbalho, Almir não pode estar, agora, se queixando do azar.
Almir ainda tem tempo de aprender um lição que vem da milenar sabedoria chinesa: quem planta, colhe.
Não será só festa
A reentronização de Maria do Carmo na prefeitura de Santarém, quando estiver apta tal, de acordo com a legislação eleitoral, não será apenas de festas.
A promotora-prefeita terá que responder de saída duas graves denúncias que envolvem sua administração: superfaturamento das obras do PAC e apropriação indébita de vencimentos pela turma do ortopedista Emanoel Silva, ex-secretário municipal de saúde.
domingo, 7 de junho de 2009
Lúcio Fávio Pinto: A eleição já começou na imprensa partidária
O recado aos tucanos é direto e veio logo depois que o ex-governador Simão Jatene brindou com fartos salamaleques seu ex-correligionário e amigo, durante a solenidade de sagração do novo empresário do ano, Carlos Xavier, com raízes também no PMDB. O beija-mão de Jatene foi seguido por outras aves emplumadas (ou que assim se supõem) do PSDB. Se o gesto é sinal de aliança eleitoral, Jatene vai ser fustigado pelas armas estocadas pelos Maiorana: a candidatura alternativa do senador Mário Couto, o estímulo à bílis do ex-governador Almir Gabriel e todo tipo de baixaria, que retorna como atavismo ao jornal, que já foi o porta-voz do “baratismo”, inspirado nos hábitos nada republicanos do caudilho Magalhães Barata (cuja morte completou meio século no dia 29).
A outra ameaça é dirigida à petista Ana Júlia Carepa, que, a partir da semana passada, foi colocada à frente do “Meio Governo do Estado”, batismo da coluna Repórter 70 inspirado na ruidosa e ruinosa iniciativa da administração estadual de reduzir o expediente de uma máquina que, no horário regular, já funciona ruim, quando funciona. Os vastos e salientes defeitos do governo do PT, que vinham sendo colocados para debaixo do pano, sob o estímulo de extensa propaganda oficial, foram postos na vitrina dos veículos de comunicação do grupo Liberal, em função dos insistentes indicadores de uma nova tratativa para renovar o acordo com o PMDB jaderista.
Já não será suficiente para Ana Júlia abrir as burras do erário para fazer soar o caixa dos Maiorana, como já vinha fazendo: ela terá que se manter à distância de Jader, sob pena de enfrentar a fuzilaria do grupo. Os Maiorana acham que chegou a hora de eliminar seu maior inimigo. A questão é saber se esse alvo está ao alcance de suas armas, antes poderosas, hoje nem tanto.
Isso porque, do seu lado, o grupo de comunicação de Jader testa suas baterias atirando sobre os petistas para dar uma idéia do que poderá acontecer se cederem à pressão dos adversários políticos e concorrentes comerciais. A capacidade de influência dos Maiorana através da televisão é muito maior, mas a relação se altera, embora sem uma inversão igual, quando se trata da imprensa escrita, já que o alcance do Diário se tornou maior do que o de O Liberal.
Se ainda não dá para prever quem sairá ganhando nesse cabo de força, dá para prever: a eleição de 2010 vai feder. Aliás: já está fedendo.
As divisões no ninho tucano
| Ronaldo Brasilense A proposta apresentada pelo presidente do PSDB nacional, senador Sérgio Guerra (PE), de que uma pesquisa, feita por instituto acreditado, defina o candidato do partido ao governo do Pará em 2010 – o ex-governador Simão Jatene ou o senador Mario Couto – está longe de conciliar as partes em conflito. |
Maria de volta
Do aeroporto, após coletiva à imprena, o trio desce a rodovia em carreata, até a praça da Cohab, onde haverá comício político.
Resex Renascer: Ponto e contraponto
Leia-os:
Antenor Giovaninni
O discurso do sr Presidente da Aces é correto porém temos que destacar que essa situação em grande parte cabe culpa à propria sociedade santarena que de forma passiva aceita essa ingerência. Não é de hoje que tal influência negativa vem sendo destacada por várias ações desses Grupos que absolutamente nada trazem de beneficios e que vivem exclusivamente de recursos financeiros advindos nao se sabe de onde e nem se lícitos o são. Não há nenhum controle e como há uma falta de ação do Estado, seja que esfera fôr, esses grupos se acham no direito de intervir, palpitar e conseguindo voz, fazem com que toda uma região seja prejudicada. E o que esse comércio que hoje chora inadimplência, chora falta de opção, falta de giro financeiro, falta de oportunidades faz. Nada. Aceita passivamente essa intromissão. Por gentileza sr Presidente da Aces veja se esses grupos palpitam ou mesmo se alojam no estado do Mato Grosso. Esperneiam, gritam, fazem mídia, dão troféu moto-serra para o governador, mas veja se passa disso. Veja o Estado e não uma ou outra regiao em que estágio de desenvolvimento e crescimento se encontra. Veja qual o PIB de inúmeras cidades. Existe oportunidade, emprego, crescimento economico, e futuro para os jovens que saem das faculdades que diferen totalmente do que temos por aqui,que nenhuma chance de emprego conseguem almejar já que nao temos esse mesmo indice de desenvolvimento.
Ninguem quer que o desenvolvimento seja obtido às custas de desmatamento mas, temos que convir que há limite para que se consiga sobrevivencia , e senão houver uma mobilização da própria sociedade em pleitear o que ela pretende, aonde ela quer ir, aonde ela quer atingir, certamente ficando omissa, acovardada diante de tantas e tantas ingerencias de estrangeiros que nada trazem, nada compartilham em termos de como se obter um crescimento sustentável será dificil sair desse marasmo e o que é pior com tendencias pessimistas para o futuro. Torna-se dificil querer que se viva de extrativismo como alguns querem enfiar goela abaixo como se isso sustentasse 300 mil bocas. Desculpe sr Presidente, o discurso é correto mas entende-se que sem ação efetiva de desagravo, a tendencia é ficar muito pior .
Se hoje temos 450 tons de importação mes de alimentos , amanhã o problema nao será importar mas sim se teremos quem consiga comprar.
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Jubal Cabral Filho
Jogar a culpa nas ONGs é tentar tirar a parcela dos ombros de nossos empresários.Na verdade, as entidades não governamentais fizeram uma coisinha tão simples que ninguém está vendo: se organizaram e mobilizaram uma multidão que queria de alguma forma, pagar pelos “pecados” de seus antepassados e os seus presentes.Estão errados?
Vamos lembrar que a ACES poderia ter construído uma base sólida e pronta para elevar suas "casamatas" e ajudar os políticos e particulares a diminuir seus problemas ambientais, desta mesma maneira.Mas foi mais fácil deixar cada um brigar por si e a ACES reclamar de todos.E as ONGs se aproveitaram da indecisão empresarial e vieram com o freio nos dentes.Os possíveis erros sugeridos e feitos pelo governo na área ambiental se tornaram mais reais quando as grandes entidades não se mexeram, não se anteciparam aos fatos.Será que os empresários do setor florestal, mineral e agropecuário não sabiam da legislação ambiental que está em vigor desde 1981? Afirmar que o INCRA determinou que fosse feita da maneira que era mais viável é acreditar em Papai Noel.A solução dos problemas ambientais ou sua minimização exige uma nova atitude dos empresários e administradores, que devem passar a considerar o meio ambiente em suas decisões e adotar concepções administrativas e tecnológicas que contribuam para ampliar a capacidade de suporte do planeta.Em outras palavras se espera que as empresas deixem de ser problemas e sejam parte expressiva das soluções.A experiência mostra que essa atitude dificilmente surge espontaneamente.As preocupações ambientais dos empresários são influenciadas por três grandes conjuntos de forças que interagem reciprocamente: o governo, a sociedade e o mercado.Se não houvesse pressões da sociedade e decretação de medidas governamentais, não se observaria o crescente envolvimento das empresas em matéria ambiental.As legislações ambientais geralmente resultam da percepção de problemas ambientais por parte de segmentos da sociedade (em nosso caso, as ONGs) e que pressionam os agentes estatais para vê-los solucionados. A aprovação de leis ambientais com a freqüência com que se observa na atualidade mostra que o tema entrou definitivamente na agenda dos políticos, militantes ou não, na área ambiental.As organizações da sociedade civil que atuam nas áreas ambientais e sociais têm se tornado uma influência poderosa que se manifesta por meio de denúncias, da formação de opiniões perante o grande público, de pressões políticas nas instâncias legislativas e executivas e de cooperação com as empresas. O crescente envolvimento das ONGs nas questões globais tem sido uma garantia de que as resoluções e recomendações dos acordos multilaterais ambientais não acabem esquecidas nas gavetas dos governantes. E incomodam bastante os empresários que não perceberam sua influência poderosa no mercado.Enfim, não faltam pressões para que as empresas adotem medidas de proteção ao meio ambiente. As iniciativas empresariais voluntárias, individuais ou coletivas, na medida em que pretendem ir além da legislação, acabam indicando os caminhos para as futuras leis.
E o que esta entidade fez além de reclamar?Então, posso sugerir que ainda há tempo de se preocupar antecipadamente com o Nosso Futuro Comum e prever as conseqüências que uma crise comercial/financeira ou uma ResEx trará para os empreendedores.
Os futuros profissionais poderão se tornar ou continuar sendo “Office boys de luxo” se o mercado continuar fechando os olhos e ouvidos às tendências que são apresentadas diuturnamente. Nisto haverá uma parcela de mérito ou culpa da ACES, como entidade que congrega empresários de todas as formas e cores.
Corporação sustentável é uma abordagem de negócio para criar valor aos acionistas de longo prazo, aproveitando as oportunidades e administrando os riscos econômicos, ambientais e sociais.
Esta deveria ser a visão empresarial da ACES, no meu ponto de vista.

