O senador Barack Obama, provável candidato do Partido Democrata à Casa Branca, propôs hoje uma "Nova Parceria para as Américas", em que pretende "restabelecer a liderança americana no hemisfério".
O papel dos Estados Unidos seria o de defender a "liberdade política", "a liberdade das necessidades" e a "liberdade do medo".
Sobre o Brasil, a plataforma do candidato inclui o seguinte texto:"O caso do Brasil:O Brasil é um exemplo do grande potencial das energias renováveis na América Latina, além dos riscos que devem ser evitados. O Brasil é o décimo consumidor mundial de energia. O poder hidrelétrico tem sido a fonte de energia do Brasil e cobre hoje 83% da demanda por eletricidade. O Brasil também é um dos maiores produtores de etanol do mundo. O etanol do Brasil vem da cana-de-açúcar, que prospera no clima tropical do país. Nos anos 70, ex-ditadores militares do Brasil decidiram subsidiar a produção de etanol e garantir a distribuição. Mais da metade de todos os automóveis do país são flex, significando que podem usar etanol ou gasolina. Toda gasolina do Brasil contém etanol.
A liderança do Brasil na área de renováveis não veio sem preocupações. A região da Amazônia, um importante recurso global na batalha contra o aquecimento do planeta, cobre quase 60% do Brasil. Perdeu 20% da floresta - 1,6 milhão de milhas quadradas - para o desenvolvimento, a exploração da madeira e a agricultura.Enquanto o cultivo da cana não causou desflorestamento maciço da mesma forma que a soja, ambientalistas se preocupam que a crescente demanda poderia empurrar os produtores de cana para a Amazônia. Os produtores domésticos de etanol nos Estados Unidos se preocupam com razão com a competição do Brasil, que é o maior exportador de etanol do mundo.
Os Estados Unidos, no ano passado, se engajaram na Parceria de Biocombustíveis com o Brasil para ajudar os dois países a produzir biocombustíveis e procurar mercados globais para esses produtos. Esse acordo envolve parceria tecnológica entre Estados Unidos e Brasil, o avanço global do desenvolvimento de biocombustíveis e ajuda terceiros países para desenvolver suas próprias indústrias domésticas de biocombustíveis.
Barack Obama quer expandir a produção de energia renovável por toda a América Latina de forma a que ao mesmo tempo promova a auto-suficiência e a criação de mercados para os fabricantes americanos de energia verde e de biocombustíveis."
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Indignada, sim. Surpresa, nem tanto.
A ex-secretária Lúcia Penedo tomou conhecimento de que fora exonerada pela governadora Ana Júlia Carepa por uma funcionária da Secretaria Estadual de Esporte e Lazer (Seel). E se disse surpresa com seu afastamento.
Foi o que informou o Globo Esporte, da TV Liberal.
Admita-se o incômodo da ex-secretária por ter sido informada da exoneração por uma subordinada. Mas dizer-se surpresa, aí a ex-secretária já não é tão digna de crédito.
Porque se todo mundo já sabia que ela estava na base do cai-não-cai, desde que entrou em confronto com Otávio Carepa, irmão da governadora, como é que só Lúcia Penedo não sabia disso?
(Fonte: Espaço Aberto)
Foi o que informou o Globo Esporte, da TV Liberal.
Admita-se o incômodo da ex-secretária por ter sido informada da exoneração por uma subordinada. Mas dizer-se surpresa, aí a ex-secretária já não é tão digna de crédito.
Porque se todo mundo já sabia que ela estava na base do cai-não-cai, desde que entrou em confronto com Otávio Carepa, irmão da governadora, como é que só Lúcia Penedo não sabia disso?
(Fonte: Espaço Aberto)
Leilão florestal: mais um desvio?
Lúcio Flávio Pinto
Editor do Jornal Pessoal e articulista de O Estado do Tapajós
O primeiro leilão de madeira ilegal do Brasil foi realizado no dia 15, em Santarém, pelo governo do Pará, através da sua secretaria de meio ambiente. Dois dos três lotes oferecidos, contendo pouco mais de 3,6 mil metros cúbicos de madeira, foram arrematados por duas empresas por 1,3 milhão de reais. A madeira leiloada foi apreendida em ações de fiscalização do Instituto Brasileiro dos Recursos Naturais e Renováveis (Ibama). Dentre várias espécies havia ipê, maçaranduba, tauari, angelim, jatobá e jatuarana.
Os lances superaram em 15 a 20% o preço mínimo definido para o leilão. Foi bom negócio para quem comprou e atendeu a exigência legal feita ao governo pela justiça para autorizar o leilão, seguindo a pauta de valores estabelecida pela Secretaria da Fazenda. Aparentemente, não houve um cartel entre os pretendentes, embora poucos se apresentassem e a disputa tenha sido pequena. Uma das madeireiras vencedoras, a do lote maior, com 3.585 metros cúbicos, era do Rio de Janeiro. Espera ter bom lucro na comercialização em Macaé, onde o preço é bem mais alto do que o que ela pagou. O outro arrematante é de Itaituba, que levou apenas 63 m3. Um terceiro lote, ainda menor, não teve interessado. Vai ser usado em um novo leilão, já marcado para o dia 10 em Anapu, no Xingu.
Foi então uma boa experiência? Diante da alternativa de deixar a madeira apodrecer nos depósitos do Ibama ou ser doada, segundo critérios e formas nunca completamente conhecidos, como vinha acontecendo, não há dúvida que foi melhor. Mas não é solução para o problema da exploração ilegal de madeira na Amazônia. Sempre pode se repetir em relação à madeira procedimento adotado correntemente no Pará décadas atrás para fazer introduzir no Estado carros, perfumes, uísques, sandálias e outros produtos. O próprio contrabandista denunciava a sua carga para que a alfândega a apreendesse e depois a arrematava no leilão, legalizando-a. Claro que esse processo só era adotado no caso de produtos de maior valor e que possibilitassem ao contrabandista ser o único ou o mais poderoso pretendente à arrematação, como os automóveis (ou “cutias”, na linguagem da época). Ele tirava uma peça vital do carro, afastando os possíveis concorrentes.
Seria possível reeditar esse método nos leilões de madeira? No primeiro, não houve esse expediente. Mas se as vendas de avolumarem e se amiudarem, a possibilidade poderá começar a se tornar factível. Determinadas empresas ou madeireiros individuais podem se interessar por atrair a apreensão, principalmente se puderem também armar licitações combinadas. Mesmo que o processo for limpo e seguro, a rotina dos leilões provocará o aparecimento de predadores, que se apresentarão nessas vendas. O melhor mesmo é promover o fomento florestal.
O dinheiro arrecadado com o leilão será usado no aparelhamento e na infra-estrutura da secretaria estadual e do Ibama, para fortalecer a recomposição florestal e o combate ao desmatamento no Pará. A questão é a criação de uma dependência desses recursos, que pode ser acentuada pela pouca prioridade de fato que o governo dá à floresta amazônica, colocada de lado a decoração retórica. O governo pode achar que agora não precisa mais destinar ao setor as verbas que são necessárias para montar um serviço florestal à altura da tarefa, com uma guarda florestal de respeito (e que hoje inexiste) e um corpo técnico competente, além de meios materiais para que o Estado realmente assuma o controle da atividade florestal na Amazônia.
Sonho de uma noite de verão? Por enquanto, sim. E os leilões não vão ajudar a tornar esse sonho em realidade.
Editor do Jornal Pessoal e articulista de O Estado do Tapajós
O primeiro leilão de madeira ilegal do Brasil foi realizado no dia 15, em Santarém, pelo governo do Pará, através da sua secretaria de meio ambiente. Dois dos três lotes oferecidos, contendo pouco mais de 3,6 mil metros cúbicos de madeira, foram arrematados por duas empresas por 1,3 milhão de reais. A madeira leiloada foi apreendida em ações de fiscalização do Instituto Brasileiro dos Recursos Naturais e Renováveis (Ibama). Dentre várias espécies havia ipê, maçaranduba, tauari, angelim, jatobá e jatuarana.
Os lances superaram em 15 a 20% o preço mínimo definido para o leilão. Foi bom negócio para quem comprou e atendeu a exigência legal feita ao governo pela justiça para autorizar o leilão, seguindo a pauta de valores estabelecida pela Secretaria da Fazenda. Aparentemente, não houve um cartel entre os pretendentes, embora poucos se apresentassem e a disputa tenha sido pequena. Uma das madeireiras vencedoras, a do lote maior, com 3.585 metros cúbicos, era do Rio de Janeiro. Espera ter bom lucro na comercialização em Macaé, onde o preço é bem mais alto do que o que ela pagou. O outro arrematante é de Itaituba, que levou apenas 63 m3. Um terceiro lote, ainda menor, não teve interessado. Vai ser usado em um novo leilão, já marcado para o dia 10 em Anapu, no Xingu.
Foi então uma boa experiência? Diante da alternativa de deixar a madeira apodrecer nos depósitos do Ibama ou ser doada, segundo critérios e formas nunca completamente conhecidos, como vinha acontecendo, não há dúvida que foi melhor. Mas não é solução para o problema da exploração ilegal de madeira na Amazônia. Sempre pode se repetir em relação à madeira procedimento adotado correntemente no Pará décadas atrás para fazer introduzir no Estado carros, perfumes, uísques, sandálias e outros produtos. O próprio contrabandista denunciava a sua carga para que a alfândega a apreendesse e depois a arrematava no leilão, legalizando-a. Claro que esse processo só era adotado no caso de produtos de maior valor e que possibilitassem ao contrabandista ser o único ou o mais poderoso pretendente à arrematação, como os automóveis (ou “cutias”, na linguagem da época). Ele tirava uma peça vital do carro, afastando os possíveis concorrentes.
Seria possível reeditar esse método nos leilões de madeira? No primeiro, não houve esse expediente. Mas se as vendas de avolumarem e se amiudarem, a possibilidade poderá começar a se tornar factível. Determinadas empresas ou madeireiros individuais podem se interessar por atrair a apreensão, principalmente se puderem também armar licitações combinadas. Mesmo que o processo for limpo e seguro, a rotina dos leilões provocará o aparecimento de predadores, que se apresentarão nessas vendas. O melhor mesmo é promover o fomento florestal.
O dinheiro arrecadado com o leilão será usado no aparelhamento e na infra-estrutura da secretaria estadual e do Ibama, para fortalecer a recomposição florestal e o combate ao desmatamento no Pará. A questão é a criação de uma dependência desses recursos, que pode ser acentuada pela pouca prioridade de fato que o governo dá à floresta amazônica, colocada de lado a decoração retórica. O governo pode achar que agora não precisa mais destinar ao setor as verbas que são necessárias para montar um serviço florestal à altura da tarefa, com uma guarda florestal de respeito (e que hoje inexiste) e um corpo técnico competente, além de meios materiais para que o Estado realmente assuma o controle da atividade florestal na Amazônia.
Sonho de uma noite de verão? Por enquanto, sim. E os leilões não vão ajudar a tornar esse sonho em realidade.
Memória de Santarém - Lúcio Flávio Pinto
Congresso eucarístico
Foi "um dos mais belos e impressionantes espetáculos de fé" o encerramento do congresso eucarístico realizado em Santarém, em 18 de dezembro de 1960, que reuniu aproximadamente 40 mil pessoas. Alto-falantes colocados ao longo do percurso da procissão permitiram aos participantes do cortejo rezar as mesmas canções em harmonia. Impressionou aos observadores "o número de associações religiosas e o número elevado de associados presentes".
O Apostolado da Oração era o mais destacado: além da confraria de Santarém, tinha representações de outros lugares, com presença mais numerosa do Arapixuna. Numerosas também eram as congregações marianas, "com representações de todas as cidades do Baixo Amazonas". As bandeiras dessas associações "formaram bonito fundo para o altar monumento, com sua variedade de cores".
Quando a romaria chegou à praça do Congresso, "um mar de braços" ergueu-se para saudar a imagem de Jesus: "Véus, lenços, bandeirinhas, mãos, tudo se agitava no ar", enquanto "a usina apitava, rufavam os tambores, vivas, cantos, lágrimas, risos". Da comunhão, na véspera, participaram sete mil homens. No encerramento, o bispo, D. Thiago Ryan, proclamou que o santareno é "o melhor povo do mundo".
-------------------
Curto e grosso
Geraldo Pereira fez o que se pode classificar de discurso curto e grosso ao tomar posse como secretário municipal do prefeito Ubaldo Corrêa, em outubro de 1960. Disse simplesmente: "Na função pública não há amigos. Peço a cada um dos auxiliares que cumpram com suas obrigações e deveres a fim de que não me obriguem a usar das leis e regulamentos".
Foi "um dos mais belos e impressionantes espetáculos de fé" o encerramento do congresso eucarístico realizado em Santarém, em 18 de dezembro de 1960, que reuniu aproximadamente 40 mil pessoas. Alto-falantes colocados ao longo do percurso da procissão permitiram aos participantes do cortejo rezar as mesmas canções em harmonia. Impressionou aos observadores "o número de associações religiosas e o número elevado de associados presentes".
O Apostolado da Oração era o mais destacado: além da confraria de Santarém, tinha representações de outros lugares, com presença mais numerosa do Arapixuna. Numerosas também eram as congregações marianas, "com representações de todas as cidades do Baixo Amazonas". As bandeiras dessas associações "formaram bonito fundo para o altar monumento, com sua variedade de cores".
Quando a romaria chegou à praça do Congresso, "um mar de braços" ergueu-se para saudar a imagem de Jesus: "Véus, lenços, bandeirinhas, mãos, tudo se agitava no ar", enquanto "a usina apitava, rufavam os tambores, vivas, cantos, lágrimas, risos". Da comunhão, na véspera, participaram sete mil homens. No encerramento, o bispo, D. Thiago Ryan, proclamou que o santareno é "o melhor povo do mundo".
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Curto e grosso
Geraldo Pereira fez o que se pode classificar de discurso curto e grosso ao tomar posse como secretário municipal do prefeito Ubaldo Corrêa, em outubro de 1960. Disse simplesmente: "Na função pública não há amigos. Peço a cada um dos auxiliares que cumpram com suas obrigações e deveres a fim de que não me obriguem a usar das leis e regulamentos".
Canoístas vão repetir aventura pelo rio Amazonas em 2009
Repórter
Os quatro canoístas que partiram de Santarém para Belém no início do mês completaram com sucesso a aventura pelo rio Amazonas. Os santarenos Jaime Godinho e Ivaldo Rostande retornaram para casa na manhã da última terça-feira (20) e trouxeram consigo diversas homenagens que receberam na capital, além do troféu de terceiro lugar em uma competição que participaram em Tocantins a convite da Associação Ecológica de Canoagem e Vela de Belém (AECBEL). O desafio foi tão apreciado pelos atletas que deverá acontecer uma vez por ano, sempre no mês de maio. Para 2009 os canoístas já esperam poder contar com a participação de atletas de outros estados ou até países. Os atletas ainda reclamam da falta de incentivo por parte do governo e empresariado santareno.
A aventura pelo rio Amazonas durou 16 dias. Ivaldo relata que já havia feito o percurso em 1997 com outro companheiro e os dois bateram o recorde de nove dias remando até Belém. Já Jaime está na canoagem há 11 anos e nunca tinha participado de aventura de tantos dias. Ele relata que o máximo que já havia remado foram quatro dias, vindo de cidades como Parintins, Terra Santa e Porto Trombetas. Nos primeiros dias de viagem até Belém os atletas afirmaram que sentiram dores musculares e que no final das tardes já estavam cansados. Era a hora em que paravam em cidades ou comunidades ribeirinhas paras passar a noite e descansar, pois pegavam cedo no remo no outro dia. Nesta viagem os canoístas não tinham data certa para chegar, pois entre os atletas de Belém um tem mais de 50 anos e o outro tem uma perna amputada, o que os impedia de remar excessivamente durante o dia.
"O mais legal destas viagens é conhecer as comunidades ribeirinhas. Lá nós dormimos, experimentamos a culinária local e fizemos até amizades, pena que as deixamos para trás, mas um dia queremos voltar e rever estas pessoas" destacou Ivaldo. Os atletas contam que ensinaram aos ribeirinhos a fazer coletes salva vidas usando garrafas pet.
A aventura agradou tanto aos atletas que em 2009 está programada outra viagem até Belém, mas desta vez os atletas esperam contar com a participação de mais companheiros e receber mais patrocínio. "O convite já está de pé para quem se interessar. Vamos fazer de novo no ano que vem e em todos os anos. Os canoístas que querem conhecer a Amazônia e as comunidades ribeirinhas devem participar" destacou Jaime. O novo percurso deverá ser feito por volta do mês de maio, época em que o Amazonas está mais cheio e os canoístas encontram melhores condições para remar.
No total, os canoístas remaram 114 horas, descontando o tempo que paravam para almoçar. Eles afirmam que a rotina era de cinco horas pela manhã e mais quatro na tarde, houve momentos no caminho em que a equipe pegou tempestades, chuvas fortes e ventos, mas não teve problema para realizar o percurso. Eles comemoram a boa recepção que tiveram na capital, e de lá partiram para Palmas, onde participaram de uma competição pela Confederação Brasileira de Canoagem (CBC) e ficaram em terceiro lugar. Entre os atletas que receberam premiação apenas o quarto colocado não era paraense.
Para 2009 as paradas nas comunidades vão contar com palestras sobre educação ambiental. Nos próximos dias os atletas vão voltar a Belém para receber da prefeitura da capital uma medalha de condecoração pela travessia. Eles já receberam certificados e troféus da CBC e AECBEL. Nos próximos meses as aventuras deverão acontecer na região oeste, pois os canoístas estão se preparando para competir em setembro no Rio de Janeiro nos jogos da CBC.
Santarém registra melhor saldo de emprego formal em 4 anos
Paulo Leandro Leal
A julgar pelos números do emprego formal de janeiro a abril deste ano em Santarém, 2008 poderá ter o melhor resultado dos últimos quatro anos na geração de emprego com carteira assinada.
O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego registrou nos primeiros quatro meses deste ano um saldo positivo de 271 postos de trabalho no município, melhor resultado desde 2005, quando iniciou a uma das maiores crises econômicas da região.
O saldo do emprego formal é o resultado da diferença entre o número de contratações e demissões em um período. De janeiro a abril de 2004, o saldo foi positivo, com a geração de 295 novos empregos com carteira assinada em Santarém. Em 2005, o resultado no mesmo período foi negativo, com o fechamento de 183 vagas. No primeiro quadrimestre de 2006, o resultado foi positivo em 149 vagas. E de janeiro a abril do ano passado, o saldo foi novamente negativo, com perda de 124 postos de trabalho.
A expectativa da classe empresarial é que o resultado deste ano signifique uma recuperação da economia regional. O que mais anima o setor é que em nenhum mês deste ano houve resultado negativo segundo os dados do Caged. Em janeiro, foram registradas 624 contratações, contra 610 demissões, um saldo de 14 novos empregos em um mês em que geralmente as demissões são maiores que as admissões. Em fevereiro, foram 663 admissões, contra 587 demissões, gerando saldo de 76 empregos. Em março, o Caged registrou 825 contratações para 750 desligamentos, com saldo de 75 postos de trabalho.
Em todos os meses, as ocupações ligadas ao setor da construção civil foram as que tiveram os melhores resultados. Em abril, segundo os dados do Caged, o único setor que registrou saldo negativo foi o agropecuário, com a perda de 28 postos de trabalho. O setor com melhor resultado é a Construção Civil, com saldo de 55 postos de trabalho, seguido pelo setor madeireiro, que registrou saldo positivo de 38 empregos. O comércio registrou saldo de 27 novas vagas e o setor de serviços teve saldo de 15 contratações.
Recuperação - Apesar dos números do Caged não servirem para medir o nível de desemprego, já que registra apenas as contratações e demissões com carteira assinada e não leva em consideração a população que está desempregada, eles servem como um termômetro da economia. Maior geração de empregos formais significa uma aceleração econômica, o que anima os empresários de Santarém.
O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Santarém (ACES), Olavo das Neves, avalia que os dados do emprego formal registrados até agora são bastantes positivos comparados aos dos últimos anos, criando a expectativa de que este ano haja um grande superávit de vagas no mercado de trabalho. "A região vem sofrendo uma crise econômica devido às restrições impostas ao setor agropecuário e florestal", diz Olavo, acrescentando que os investimentos do setor mineral têm contribuído para a recuperação econômica de alguns municípios do oeste do Pará.
A julgar pelos números do emprego formal de janeiro a abril deste ano em Santarém, 2008 poderá ter o melhor resultado dos últimos quatro anos na geração de emprego com carteira assinada.
O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego registrou nos primeiros quatro meses deste ano um saldo positivo de 271 postos de trabalho no município, melhor resultado desde 2005, quando iniciou a uma das maiores crises econômicas da região.
O saldo do emprego formal é o resultado da diferença entre o número de contratações e demissões em um período. De janeiro a abril de 2004, o saldo foi positivo, com a geração de 295 novos empregos com carteira assinada em Santarém. Em 2005, o resultado no mesmo período foi negativo, com o fechamento de 183 vagas. No primeiro quadrimestre de 2006, o resultado foi positivo em 149 vagas. E de janeiro a abril do ano passado, o saldo foi novamente negativo, com perda de 124 postos de trabalho.
A expectativa da classe empresarial é que o resultado deste ano signifique uma recuperação da economia regional. O que mais anima o setor é que em nenhum mês deste ano houve resultado negativo segundo os dados do Caged. Em janeiro, foram registradas 624 contratações, contra 610 demissões, um saldo de 14 novos empregos em um mês em que geralmente as demissões são maiores que as admissões. Em fevereiro, foram 663 admissões, contra 587 demissões, gerando saldo de 76 empregos. Em março, o Caged registrou 825 contratações para 750 desligamentos, com saldo de 75 postos de trabalho.
Em todos os meses, as ocupações ligadas ao setor da construção civil foram as que tiveram os melhores resultados. Em abril, segundo os dados do Caged, o único setor que registrou saldo negativo foi o agropecuário, com a perda de 28 postos de trabalho. O setor com melhor resultado é a Construção Civil, com saldo de 55 postos de trabalho, seguido pelo setor madeireiro, que registrou saldo positivo de 38 empregos. O comércio registrou saldo de 27 novas vagas e o setor de serviços teve saldo de 15 contratações.
Recuperação - Apesar dos números do Caged não servirem para medir o nível de desemprego, já que registra apenas as contratações e demissões com carteira assinada e não leva em consideração a população que está desempregada, eles servem como um termômetro da economia. Maior geração de empregos formais significa uma aceleração econômica, o que anima os empresários de Santarém.
O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Santarém (ACES), Olavo das Neves, avalia que os dados do emprego formal registrados até agora são bastantes positivos comparados aos dos últimos anos, criando a expectativa de que este ano haja um grande superávit de vagas no mercado de trabalho. "A região vem sofrendo uma crise econômica devido às restrições impostas ao setor agropecuário e florestal", diz Olavo, acrescentando que os investimentos do setor mineral têm contribuído para a recuperação econômica de alguns municípios do oeste do Pará.
Combate à propaganda ilegal será rígido
Gisele de Freitas
Repórter
Repórter
O juiz eleitoral da 20ª zona Gabriel Veloso afirmou que o combate à propaganda eleitoral ilegal deverá ser rígido nas eleições para prefeito e vereadores de Santarém neste ano. Veloso garante que já há uma força-tarefa pela cidade fazendo a fiscalização da propaganda extemporânea, da qual participa pessoalmente. Para o juiz, a preocupação agora é com a propaganda fora de tempo, mas quando houver liberação para que a propaganda comece a fiscalização não deverá diminuir, visando encontrar irregularidades. O juiz acredita que a Força Federal deverá ser enviada a Santarém para dar tranqüilidade ao pleito.
O magistrado garante que juntamente com agentes da justiça eleitoral já iniciou fiscalizações pela cidade. A justiça está de olho nos possíveis candidatos ao pleito e em suas atitudes, visando não permitir qualquer tipo de propaganda antecipada ou que fuja as regras a partir do mês de julho, quando a propaganda for liberada. "O tratamento será igualitário e eu não vou permitir que haja irregularidades nas propagandas eleitorais, o que consiste em crime. Já estou trabalhando com poder de ofício e força policial para tomar as atitudes necessárias" afirmou o juiz.
Em relação ao envio da Força Federal que foi solicitada pela juíza Mônica Maciel há meses atrás, o magistrado entende que a mesma é necessária em Santarém para garantir que o pleito será tranqüilo e seguro. Ele afirma que a união ainda está analisando o pedido e ainda não se pronunciou a respeito. "Acredito que esta força deva sim vir para Santarém e concordo com meus colegas que a solicitaram, acho que será realmente necessário para garantir que teremos umas eleições tranqüilas" afirmou Veloso.
PROPAGANDA DA PREFEITURA - O juiz preferiu não comentar a liminar que concedeu na semana passada proibindo as imagens e voz da prefeita Maria do Carmo Martins Lima de aparecerem em programas e propagandas da prefeitura de Santarém. Para Veloso, a liminar foi concedida para que as propagandas fossem retiradas do ar, mas o processo ainda não acabou e está sob julgamento. O processo foi encaminhado a Justiça pelo partido Democratas, pedindo além da retirada das propagandas que a prefeita pagasse multa de R$ 53.205,00, decisão que deverá ser anunciada no final do processo. Maria está sujeita a pagar multa de R$ 5 mil para veiculação da prefeitura que conter sua voz e imagem.
O magistrado garante que juntamente com agentes da justiça eleitoral já iniciou fiscalizações pela cidade. A justiça está de olho nos possíveis candidatos ao pleito e em suas atitudes, visando não permitir qualquer tipo de propaganda antecipada ou que fuja as regras a partir do mês de julho, quando a propaganda for liberada. "O tratamento será igualitário e eu não vou permitir que haja irregularidades nas propagandas eleitorais, o que consiste em crime. Já estou trabalhando com poder de ofício e força policial para tomar as atitudes necessárias" afirmou o juiz.
Em relação ao envio da Força Federal que foi solicitada pela juíza Mônica Maciel há meses atrás, o magistrado entende que a mesma é necessária em Santarém para garantir que o pleito será tranqüilo e seguro. Ele afirma que a união ainda está analisando o pedido e ainda não se pronunciou a respeito. "Acredito que esta força deva sim vir para Santarém e concordo com meus colegas que a solicitaram, acho que será realmente necessário para garantir que teremos umas eleições tranqüilas" afirmou Veloso.
PROPAGANDA DA PREFEITURA - O juiz preferiu não comentar a liminar que concedeu na semana passada proibindo as imagens e voz da prefeita Maria do Carmo Martins Lima de aparecerem em programas e propagandas da prefeitura de Santarém. Para Veloso, a liminar foi concedida para que as propagandas fossem retiradas do ar, mas o processo ainda não acabou e está sob julgamento. O processo foi encaminhado a Justiça pelo partido Democratas, pedindo além da retirada das propagandas que a prefeita pagasse multa de R$ 53.205,00, decisão que deverá ser anunciada no final do processo. Maria está sujeita a pagar multa de R$ 5 mil para veiculação da prefeitura que conter sua voz e imagem.
Senador Jefferson Péres morre de infarto em Manaus
O senador Jefferson Péres (PDT-AM) morreu nesta manhã em Manaus (AM). O líder do PDT no Senado tinha 76 anos e sofreu um infarto em sua residência.
Péres foi também professor e advogado. Teve uma longa carreira como vereador em Manaus, sua cidade natal. Ele ocupava vaga no Senado desde 1995 e exercia seu segundo mandato como senador.
O senador Jefferson Péres nasceu em 1932, na cidade de Manaus (AM). Filho de Arnoldo Carpinteiro Peres e Maria do Carmo Campelo Peres, ele se formou em Direito em 1959 e em Admnistração de Empresas em 1967. Péres foi eleito vereador por duas vezes a partir de 1988 e eleito senador pela primeia vez em 1995. Filiou-se ao Partido Democrático Trabalhista (PDT) desde o inicio de 1999 e foi reeleito senador em 2002. Em 2003, o senador se recusou a participar do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, época em que foi escolhido líder da bancada do PDT no Senado.
(Fonte: G1)
Péres foi também professor e advogado. Teve uma longa carreira como vereador em Manaus, sua cidade natal. Ele ocupava vaga no Senado desde 1995 e exercia seu segundo mandato como senador.
O senador Jefferson Péres nasceu em 1932, na cidade de Manaus (AM). Filho de Arnoldo Carpinteiro Peres e Maria do Carmo Campelo Peres, ele se formou em Direito em 1959 e em Admnistração de Empresas em 1967. Péres foi eleito vereador por duas vezes a partir de 1988 e eleito senador pela primeia vez em 1995. Filiou-se ao Partido Democrático Trabalhista (PDT) desde o inicio de 1999 e foi reeleito senador em 2002. Em 2003, o senador se recusou a participar do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, época em que foi escolhido líder da bancada do PDT no Senado.
(Fonte: G1)
Sai Lúcia Penedo, entra Carlos Alberto Leão
No Espaço Aberto:
O Diário Oficial desta sexta-feira publica dois decretos assinados pela governadora Ana Júlia Carepa que alteram o comando da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel). Um deles exonera Lúcia Penedo do cargo de secretaria. O outro nomeia Carlos Alberto da Silva Leão para exercer o cargo.Não é de agora que se prenunciava a saída de Penedo da Seel. Sua situação começou a ficar delicada na secretaria quando ela deu de encontro com ninguém menos que Otávio Carepa, um dos irmãos de Ana Júlia e que exerce o cargo de secretário-adjunto.
O desentendimento entre ambos chegou a tal ponto que se estabeleceu, como modus vivendi – precaríssimo, vale dizer -, uma divisão informal de atribuições: Lúcia Penedo cuidava do dia-a-dia administrativo da secretaria e do estádio Mangueirão, enquanto Otávio Carepa tomava conta da área de projetos sociais e dos eventos.
A nomeação de Lúcia Penedo mostra um pouco dos nossos costumes políticos. Ela sempre foi engolida a seco por Ana Júlia e pelos petistas em geral. É que ela tem sangue tucano em seu DNA político, já que chegou a exercer o cargo de adjunta de José Ângelo Miranda, o secretário de Esporte do governo Simão Jatene (PSDB).
E por que vias Lúcia Penedo foi parar no primeiro escalão de um governo petista? Por causa de seu genro Alessandro Novelino, que é deputado estadual do PMDB. Só por isso. Mas, ao que tudo indica, Ana Júlia vai manter a ex-secretária em outro cargo, para não contrariar o acordo com o PMDB.
O Diário Oficial desta sexta-feira publica dois decretos assinados pela governadora Ana Júlia Carepa que alteram o comando da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel). Um deles exonera Lúcia Penedo do cargo de secretaria. O outro nomeia Carlos Alberto da Silva Leão para exercer o cargo.Não é de agora que se prenunciava a saída de Penedo da Seel. Sua situação começou a ficar delicada na secretaria quando ela deu de encontro com ninguém menos que Otávio Carepa, um dos irmãos de Ana Júlia e que exerce o cargo de secretário-adjunto.
O desentendimento entre ambos chegou a tal ponto que se estabeleceu, como modus vivendi – precaríssimo, vale dizer -, uma divisão informal de atribuições: Lúcia Penedo cuidava do dia-a-dia administrativo da secretaria e do estádio Mangueirão, enquanto Otávio Carepa tomava conta da área de projetos sociais e dos eventos.
A nomeação de Lúcia Penedo mostra um pouco dos nossos costumes políticos. Ela sempre foi engolida a seco por Ana Júlia e pelos petistas em geral. É que ela tem sangue tucano em seu DNA político, já que chegou a exercer o cargo de adjunta de José Ângelo Miranda, o secretário de Esporte do governo Simão Jatene (PSDB).
E por que vias Lúcia Penedo foi parar no primeiro escalão de um governo petista? Por causa de seu genro Alessandro Novelino, que é deputado estadual do PMDB. Só por isso. Mas, ao que tudo indica, Ana Júlia vai manter a ex-secretária em outro cargo, para não contrariar o acordo com o PMDB.
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Pintura indígena em Nova York

A pintura indígena nos corpos dos visitantes é a última atração da exposição “Amazônia Brasil” em Nova York, que foi aberta no dia 22 de Abril e segue até o dia 13 de Julho. No mês de Maio, os visitantes do evento estão voltando para casa com os corpos marcados pela arte indígena inspirada nas culturas Marajoara e Caiapó. A artista plástica belenense Alcinda Saphira é a responsável pela oficina de arte ornamental amazônica que ocorre dentro da exposição na cidade americana.
A Pintura Corporal Indígena é apenas uma das várias atrações do evento. A “Amazônia Brasil” em Nova York, uma das mais importantes exposições já realizadas no mundo sobre a região, está espalhada por toda a cidade, convidando os moradores de Nova York a deixar a floresta de concreto para experimentar a cultura da Amazônia brasileira.
A artista Alcinda Saphira nasceu em Belém e começou sua formação artística na Escola de Belas Artes Federal da Bahia. Por anos, Alcinda viajou de cidade em cidade, buscando nas técnicas amazônicas inspiração para as cores, formas, texturas e temas das suas obras. Hoje, possui um estúdio em Nova York que, por cerca de 10 anos, tem sido referência artística e importante local para a promoção da arte brasileira.
A “Amazônia Brasil” em Nova York conta com patrocínio da Alcoa e Alcoa Foundation.
A Pintura Corporal Indígena é apenas uma das várias atrações do evento. A “Amazônia Brasil” em Nova York, uma das mais importantes exposições já realizadas no mundo sobre a região, está espalhada por toda a cidade, convidando os moradores de Nova York a deixar a floresta de concreto para experimentar a cultura da Amazônia brasileira.
A artista Alcinda Saphira nasceu em Belém e começou sua formação artística na Escola de Belas Artes Federal da Bahia. Por anos, Alcinda viajou de cidade em cidade, buscando nas técnicas amazônicas inspiração para as cores, formas, texturas e temas das suas obras. Hoje, possui um estúdio em Nova York que, por cerca de 10 anos, tem sido referência artística e importante local para a promoção da arte brasileira.
A “Amazônia Brasil” em Nova York conta com patrocínio da Alcoa e Alcoa Foundation.
MRN promove mostra de teatro
Acontece de 24 de maio a 08 de junho, a 9ª Mostra de Teatro Amador dePorto Trombetas, que reúne seis peças adultas e infantis de companhias de Oriximináe Santarém. Evento que já entrou no calendário dos moradores de Porto Trombetas, vila administrada pela Mineração Rio do Norte que, juntamente com o Mineração Esporte Clube - Nosso MEC, promove a Mostra.
O grupo de teatro santareno São José apresentará duas peças: a infantil A árvore rabugenta e o musical As Marias do Brasil, uma revisão bem humorada da história doBrasil e permeada pela trilha sonora composta pelo músico paraibano Chico César.
Já de Oriximiná, um dos destaques da Mostra é a montagem Os Pequenos Legumes, da Companhia de Teatro Konduri. A comedia retrata um casal de atores contratados paraapresentar um programa, onde tratam as pessoas como se fossem débeis mentais, masnão conseguem disfarçar ao publico, que não se entendem nem mesmo em seu trabalho.
"Ações como essa são de grande importância, já que Porto Trombetas está numa regiãofora de um eixo cultural. Essa é uma oportunidade que os moradores daqui têm de tercontato com manifestações culturais distintas. A Mostra proporciona ainda ointercâmbio de grupos culturais das cidades vizinhas, o que é um incentivo para ocenário cultural do Oeste do Pará", afirma Denílson Gonçalves, coordenador deeventos Nosso MEC.
(Fonte: MRN)
O grupo de teatro santareno São José apresentará duas peças: a infantil A árvore rabugenta e o musical As Marias do Brasil, uma revisão bem humorada da história doBrasil e permeada pela trilha sonora composta pelo músico paraibano Chico César.
Já de Oriximiná, um dos destaques da Mostra é a montagem Os Pequenos Legumes, da Companhia de Teatro Konduri. A comedia retrata um casal de atores contratados paraapresentar um programa, onde tratam as pessoas como se fossem débeis mentais, masnão conseguem disfarçar ao publico, que não se entendem nem mesmo em seu trabalho.
"Ações como essa são de grande importância, já que Porto Trombetas está numa regiãofora de um eixo cultural. Essa é uma oportunidade que os moradores daqui têm de tercontato com manifestações culturais distintas. A Mostra proporciona ainda ointercâmbio de grupos culturais das cidades vizinhas, o que é um incentivo para ocenário cultural do Oeste do Pará", afirma Denílson Gonçalves, coordenador deeventos Nosso MEC.
(Fonte: MRN)
Candidatos a vereador em 'sinuca de bico'
Decisões partidárias podem atrapalhar a vida de muitos candidatos a vereador em Santarém.
No PMN, por exemplo, se o partido migrar com a oposição, o ex-coordenador da CDU Marcílio Cunha fica em posição desconfortável.
O líder do governo na Câmara, vereador Emir Aguiar, já não sabe mais o que fazer porque seu partido, o PR, dá sinais de que pode não estar no mesmo palanque do PT nestas eleições.
E Laudenor Albarado, que faz oposição à prefeita Maria do Carmo, pode ficar sem espaço se o partido comandado por Reginaldo Campos em Santarém não pular do barco e permanecer na coligação que será encabeçada pelo PT.
No PMN, por exemplo, se o partido migrar com a oposição, o ex-coordenador da CDU Marcílio Cunha fica em posição desconfortável.
O líder do governo na Câmara, vereador Emir Aguiar, já não sabe mais o que fazer porque seu partido, o PR, dá sinais de que pode não estar no mesmo palanque do PT nestas eleições.
E Laudenor Albarado, que faz oposição à prefeita Maria do Carmo, pode ficar sem espaço se o partido comandado por Reginaldo Campos em Santarém não pular do barco e permanecer na coligação que será encabeçada pelo PT.
O cupuaçu é nosso!
O cupuaçu é nosso. Agora faltam as campanhas "O açai é nosso!", "A bacaba é nossa! "O bacuri é nosso!", "O muruci é nosso!", "O tucumã é nosso!" e etc.... e tal.(Ronaldo Brasiliense)
Alimentos não voltarão a ser baratos, diz FAO
BBC Brasil
Os preços dos alimentos devem continuar altos, segundo um relatório divulgado nesta quinta-feira pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), e não deverão retornar aos níveis baixos registrados antes da atual crise.
Segundo o estudo, ainda que os preços tenham caído um pouco nas últimas semanas, o aumento na demanda e a necessidade de repor estoques devem fazer com que os preços continuem altos."Comida não é mais um produto barato como no passado. O aumento no preço dos alimentos deve fazer com que os níveis inaceitáveis de privações sofridos por 854 milhões de pessoas piorem ainda mais", disse o diretor-geral assistente da FAO, Hafez Ghanem.
Uma das conseqüências, segundo a FAO, é que, pela primeira vez, o custo total de importação de alimentos globalmente deve passar de US$ 1 trilhão.Os países pobres que importam mais alimentos do que exportam serão os mais afetados, já que deverão ter de pagar quase US$ 170 bilhões neste ano para importar esses produtos, um aumento de 40% em relação ao ano passado.
Otimismo
Segundo o relatório, também há sinais encorajadores. Os preços altos levaram a um aumento na produção de alguns alimentos e, por isso, as próximas colheitas devem ser boas.No caso do trigo, por exemplo, a FAO prevê um aumento de quase 9%.O analista BBC Martin Plaut diz que a mensagem da organização é de que não há necessidade para pânico.
"A ONU diz que a era de alimentos baratos é coisa do passado. Mas a grande crise dos anos 70, quando se estima que milhões tenham morrido por causa de falta de comida, não deve se repetir", diz Plaut.
Segundo a FAO, o mundo está melhor preparado para lidar com uma crise global de alimentos. Mas o cultivo voltado para a produção de biocombustíveis deve impedir que a produção de alguns alimentos também aumente.
A produção de carne deve aumentar, apesar do custo alto para alimentar animais nas fazendas. Isso porque a demanda por carne vem aumentando rapidamente à medida que a renda da população em países em desenvolvimento aumenta.
Os preços dos alimentos devem continuar altos, segundo um relatório divulgado nesta quinta-feira pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), e não deverão retornar aos níveis baixos registrados antes da atual crise.
Segundo o estudo, ainda que os preços tenham caído um pouco nas últimas semanas, o aumento na demanda e a necessidade de repor estoques devem fazer com que os preços continuem altos."Comida não é mais um produto barato como no passado. O aumento no preço dos alimentos deve fazer com que os níveis inaceitáveis de privações sofridos por 854 milhões de pessoas piorem ainda mais", disse o diretor-geral assistente da FAO, Hafez Ghanem.
Uma das conseqüências, segundo a FAO, é que, pela primeira vez, o custo total de importação de alimentos globalmente deve passar de US$ 1 trilhão.Os países pobres que importam mais alimentos do que exportam serão os mais afetados, já que deverão ter de pagar quase US$ 170 bilhões neste ano para importar esses produtos, um aumento de 40% em relação ao ano passado.
Otimismo
Segundo o relatório, também há sinais encorajadores. Os preços altos levaram a um aumento na produção de alguns alimentos e, por isso, as próximas colheitas devem ser boas.No caso do trigo, por exemplo, a FAO prevê um aumento de quase 9%.O analista BBC Martin Plaut diz que a mensagem da organização é de que não há necessidade para pânico.
"A ONU diz que a era de alimentos baratos é coisa do passado. Mas a grande crise dos anos 70, quando se estima que milhões tenham morrido por causa de falta de comida, não deve se repetir", diz Plaut.
Segundo a FAO, o mundo está melhor preparado para lidar com uma crise global de alimentos. Mas o cultivo voltado para a produção de biocombustíveis deve impedir que a produção de alguns alimentos também aumente.
A produção de carne deve aumentar, apesar do custo alto para alimentar animais nas fazendas. Isso porque a demanda por carne vem aumentando rapidamente à medida que a renda da população em países em desenvolvimento aumenta.
Greve continua
Diversas escolas abriram as portas ontem à tarde para que professores em greve explicassem aos pais dos alunos o motivo da paralisação.
Poucos pais compareceram às reuniões.
Mas os professores estaduais de Santarém decidiram manter a greve depois que houve a suspensão das negociação entre a Intersindical e o governo do Estado ( ler nota abaixo do Página Crítica).
Poucos pais compareceram às reuniões.
Mas os professores estaduais de Santarém decidiram manter a greve depois que houve a suspensão das negociação entre a Intersindical e o governo do Estado ( ler nota abaixo do Página Crítica).
PF já sabe quem comprou facões para índios em Altamira
No Amazônia:
A Polícia Federal de Altamira já sabe quem comprou, no comércio local, os facões usados pelos índios caiapós para agredir o engenheiro da Eletrobrás Paulo Fernando Rezende, durante encontro em Altamira que discutia a construção da hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu.
A PF informa que ainda não divulgará nomes para não aumentar a tensão na cidade, mas já abriu inquérito para investigar a agressão ao engenheiro e não descarta responsabilizar as entidades que organizam o evento, que podem ter se omitido diante o incidente ou até mesmo agido para que o fato acontecesse, o que só vai ser informado depois das investigações.
O delegado federal Eduardo Jorge informou à reportagem que o inquérito que apura o caso já está instaurado, sob o número 073/2008, e que a PF possui muitas informações sobre as cenas de violência ocorridas na última terça-feira, no encontro Xingu Vivo para Sempre. Segundo ele, a polícia está analisando as imagens gravadas por emissoras de TV locais.
'Estamos analisando os vídeos para identificar os agressores', informou, acrescentando que a análise destas fitas poderá indicar quem incentivou os indígenas a partir para cima do engenheiro da Eletrobrás e qual índio foi o responsável pelo corte de 15 centímetros no braço direito de Paulo Fernando.
Na terça-feira, o engenheiro falava sobre o projeto, defendendo a construção da hidrelétrica, quando integrantes do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) começaram a pedir aos índios que partissem para a guerra. Os caiapós, liderados pela índia Tuíra, derrubaram Paulo Fernando, rasgaram a camisa dele e o espancaram por cerca de cinco minutos. Ele ficou ferido no braço e foi levado a um hospital. O engenheiro registrou ocorrência na delegacia de Polícia Federal e ainda na noite de terça foi para o Rio de Janeiro, onde reside. Segundo a Polícia Federal, Paulo Fernando vai prestar depoimento por escrito e foi liberado para viajar por motivos de segurança.
O delegado Eduardo Jorge diz que na próxima semana a PF poderá dar mais detalhes sobre as investigações, que estão transcorrendo em sigilo para evitar que o clima de tensão aumente na cidade. 'Estamos identificando os autores da agressão e a possível contribuição - por omissão ou por ação -, dos organizadores do evento. Vamos ver até que ponto eles podem ser responsabilizados por isso', disse o delegado, que pondera que no momento ninguém pode ser apontado como culpado pelas agressões, somente depois das investigações, mas que a PF vai investigar se entidades ou pessoas isoladas estão se aproveitando da condição dos índios e os usando para fazerem prevalecer os seus interesses (das entidades).
O que mais intrigou os policiais que acompanham o caso é que os facões usados pelos índios no evento são todos novos, comprados recentemente. Os facões foram usados como armas contra o engenheiro Paulo Fernando, o que levantou a suspeita de que alguma pessoa ou entidade tenha armado os índios. A PF conseguiu descobrir onde os facões foram comprados e por quem. 'Estamos sendo cautelosos, não podemos divulgar nomes antes de ouvir os envolvidos', diz, informando que o responsável pela compra dos facões terá que dar explicações à polícia e provar que não tinham a intenção de armar os indígenas.
A Polícia Federal de Altamira já sabe quem comprou, no comércio local, os facões usados pelos índios caiapós para agredir o engenheiro da Eletrobrás Paulo Fernando Rezende, durante encontro em Altamira que discutia a construção da hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu.
A PF informa que ainda não divulgará nomes para não aumentar a tensão na cidade, mas já abriu inquérito para investigar a agressão ao engenheiro e não descarta responsabilizar as entidades que organizam o evento, que podem ter se omitido diante o incidente ou até mesmo agido para que o fato acontecesse, o que só vai ser informado depois das investigações.
O delegado federal Eduardo Jorge informou à reportagem que o inquérito que apura o caso já está instaurado, sob o número 073/2008, e que a PF possui muitas informações sobre as cenas de violência ocorridas na última terça-feira, no encontro Xingu Vivo para Sempre. Segundo ele, a polícia está analisando as imagens gravadas por emissoras de TV locais.
'Estamos analisando os vídeos para identificar os agressores', informou, acrescentando que a análise destas fitas poderá indicar quem incentivou os indígenas a partir para cima do engenheiro da Eletrobrás e qual índio foi o responsável pelo corte de 15 centímetros no braço direito de Paulo Fernando.
Na terça-feira, o engenheiro falava sobre o projeto, defendendo a construção da hidrelétrica, quando integrantes do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) começaram a pedir aos índios que partissem para a guerra. Os caiapós, liderados pela índia Tuíra, derrubaram Paulo Fernando, rasgaram a camisa dele e o espancaram por cerca de cinco minutos. Ele ficou ferido no braço e foi levado a um hospital. O engenheiro registrou ocorrência na delegacia de Polícia Federal e ainda na noite de terça foi para o Rio de Janeiro, onde reside. Segundo a Polícia Federal, Paulo Fernando vai prestar depoimento por escrito e foi liberado para viajar por motivos de segurança.
O delegado Eduardo Jorge diz que na próxima semana a PF poderá dar mais detalhes sobre as investigações, que estão transcorrendo em sigilo para evitar que o clima de tensão aumente na cidade. 'Estamos identificando os autores da agressão e a possível contribuição - por omissão ou por ação -, dos organizadores do evento. Vamos ver até que ponto eles podem ser responsabilizados por isso', disse o delegado, que pondera que no momento ninguém pode ser apontado como culpado pelas agressões, somente depois das investigações, mas que a PF vai investigar se entidades ou pessoas isoladas estão se aproveitando da condição dos índios e os usando para fazerem prevalecer os seus interesses (das entidades).
O que mais intrigou os policiais que acompanham o caso é que os facões usados pelos índios no evento são todos novos, comprados recentemente. Os facões foram usados como armas contra o engenheiro Paulo Fernando, o que levantou a suspeita de que alguma pessoa ou entidade tenha armado os índios. A PF conseguiu descobrir onde os facões foram comprados e por quem. 'Estamos sendo cautelosos, não podemos divulgar nomes antes de ouvir os envolvidos', diz, informando que o responsável pela compra dos facões terá que dar explicações à polícia e provar que não tinham a intenção de armar os indígenas.
Por trás do acesso de cólera
Aldenor Junior, do Página Crítica:
Difícil imaginar que somente o destempero possa justificar o acesso de cólera do secretário da Fazenda, José Raimundo Trindade, que resultou na intempestiva retirada da delegação governamental da mesa de negociações ontem, 20, à tarde no Centro Integrado de Governo (CIG).
Diga-se que o bate-boca envolveu apenas o secretário, que também é o coordenador da equipe governamental, e Miriam Andrade, dirigente da Intersindical, uma petista de longa data, identificado com o grupo do deputado Paulo Rocha.
Colérico, dando murros na mesa, José Raimundo reagiu ao ouvir que os números apresentados pelo governo não eram confiáveis. De fato, confiança e credibilidade são artigos raros nestes tempos em que o governo prefere agir como alguém que tenta apagar o fogo com gasolina.
Difícil imaginar que somente o destempero possa justificar o acesso de cólera do secretário da Fazenda, José Raimundo Trindade, que resultou na intempestiva retirada da delegação governamental da mesa de negociações ontem, 20, à tarde no Centro Integrado de Governo (CIG).
Diga-se que o bate-boca envolveu apenas o secretário, que também é o coordenador da equipe governamental, e Miriam Andrade, dirigente da Intersindical, uma petista de longa data, identificado com o grupo do deputado Paulo Rocha.
Colérico, dando murros na mesa, José Raimundo reagiu ao ouvir que os números apresentados pelo governo não eram confiáveis. De fato, confiança e credibilidade são artigos raros nestes tempos em que o governo prefere agir como alguém que tenta apagar o fogo com gasolina.
Eterno mestre(2)
Comentário de leitor sobre opost "Eterno mestre", que enfoca os 45 anos de magistério do professor Cleyton.
Prezado Sr. Miguel,
Gostaria de parabenizá-lo pela sua matéria. Conheço o trabalho do Prof. Cleyton e de sua dedicação e profissionalismo. O que mais me admira nele é a vontade de viver, de educar, de exercer o magistério. O que me supreende neste grande professor é que depois de 45 anos de magistério, ele ainda ministra aula como se estivesse no início de carreira.
Como ele não fica cansado?
Parabéns por ser irmão do Prof. Cleyton, o mestre de todos os mestres. A família e os amigos devem sentir orgulho de fazer parte da vida dele.
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Anteprojeto do TJE cria juizado de violência contra mulher em Santarém
Belém- Os desembargadores integrantes do Pleno do Tribunal de Justiça do Estado, em sessão ordinária, aprovaram, à unanimidade de votos, anteprojeto de lei, que será encaminhados à Assembléia Legislativa sobre a criação de cargos de juiz e de mais Varas em Comarcas do interior e da capital, considerando-se a necessidade para a melhor prestação jurisdicional.
O objetivo é a criação de 50 cargos de juiz de direito, bem como a criação de 33 Varas, sendo 10 em Belém, quatro delas para atender o distrito de Icoaraci; três Varas de Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher nas Comarcas de Marabá, Santarém e Altamira; duas Varas de Juizados Especiais na Comarca de Belém; cinco Varas na Comarca de Ananindeua; duas Varas na Comarca de Marituba; duas Varas na Comarca de Benevides; uma Vara na Comarca de Santarém; uma Vara na Comarca de Parauapebas; uma Vara na Comarca de Oriximiná; quatro Varas de Juizados Especiais, sendo duas na Comarca de Marabá e duas na Comarca de Santarém; uma Vara na Comarca de Tailândia; e uma Vara na Comarca de Juruti.
Cada uma das Varas terá em sua organização um cargo de juiz, um cargo de assessor de juiz, três cargos de analista judiciário, dois cargos de oficial de justiça avaliador, dois cargos de auxiliar judiciário e um cargo de atendente judiciário. Já as Varas de Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, em cumprimento à Lei Federal nº 11.340/2006, além dos demais cargos, serão compostas também de equipe multidisciplinar, com quatro cargos de provimento efetivo de analista judiciário (carreira técnica, atividade finalística), sendo um com formação na área de Psicologia, um na área de Serviço Social, um na área do Direito e um com formação na área de Saúde.
A instalação das Varas, bem como o provimento dos respectivos cargos obedecerão ao cronograma de prioridades e necessidades definidas pelo Tribunal de Justiça e a disponibilidade de recursos do Judiciário.
(Fonte: Assessoria de Imprensa do TJE)
O objetivo é a criação de 50 cargos de juiz de direito, bem como a criação de 33 Varas, sendo 10 em Belém, quatro delas para atender o distrito de Icoaraci; três Varas de Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher nas Comarcas de Marabá, Santarém e Altamira; duas Varas de Juizados Especiais na Comarca de Belém; cinco Varas na Comarca de Ananindeua; duas Varas na Comarca de Marituba; duas Varas na Comarca de Benevides; uma Vara na Comarca de Santarém; uma Vara na Comarca de Parauapebas; uma Vara na Comarca de Oriximiná; quatro Varas de Juizados Especiais, sendo duas na Comarca de Marabá e duas na Comarca de Santarém; uma Vara na Comarca de Tailândia; e uma Vara na Comarca de Juruti.
Cada uma das Varas terá em sua organização um cargo de juiz, um cargo de assessor de juiz, três cargos de analista judiciário, dois cargos de oficial de justiça avaliador, dois cargos de auxiliar judiciário e um cargo de atendente judiciário. Já as Varas de Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, em cumprimento à Lei Federal nº 11.340/2006, além dos demais cargos, serão compostas também de equipe multidisciplinar, com quatro cargos de provimento efetivo de analista judiciário (carreira técnica, atividade finalística), sendo um com formação na área de Psicologia, um na área de Serviço Social, um na área do Direito e um com formação na área de Saúde.
A instalação das Varas, bem como o provimento dos respectivos cargos obedecerão ao cronograma de prioridades e necessidades definidas pelo Tribunal de Justiça e a disponibilidade de recursos do Judiciário.
(Fonte: Assessoria de Imprensa do TJE)
Réu é solto após júri e vai responder por lesão corporal
Numa sessão rápida, os sete membros do conselho de sentença do Tribunal do Júri da 6ª Vara Penal acataram a tese defendida pela promotora Janaína Andrade de Sousa, da 5ª Promotoria de Justiça Criminal e desclassificaram o crime de Tentativa de Homicídio para Lesões Corporais Leves ao julgar o pescador Luiz Diniz Brito.
Ele era acusado de tentar matar o eletricista Edicarlos de Sousa Batista, há quase dois anos no dia 27/08/2006, durante uma discussão em um bar na Prainha. A sessão presidida pelo juiz Alessandro Ozanan terminou antes do meio-dia, já que as testemunhas foram dispensadas e as partes usaram pouco tempo para debate.
O Defensor Público Adleer Calderaro Sirotheau oncordou com a tese do Ministério Público e após o veredicto dos jurados, o juiz desclassificou o crime e mandou soltar o réu, que estava preso desde o dia em que atingiu Edicarlos com uma faca. O laudo de corpo delito do IMl foi fundamental para a decisão de todos, ao constatar que a lesão provocada na vítima não colocou em risco sua vida.
Apesar da decisão, o réu não está livre de uma condenação. Seu processo será remetido ao Juizado Especial Criminal para ser apurado o crime de Lesões Corporais Leves, tipificada pelo art. 129 e cuja pena é detenção de 3 meses a 1 ano.
(Fonte: 6ª Vara Penal)
Ele era acusado de tentar matar o eletricista Edicarlos de Sousa Batista, há quase dois anos no dia 27/08/2006, durante uma discussão em um bar na Prainha. A sessão presidida pelo juiz Alessandro Ozanan terminou antes do meio-dia, já que as testemunhas foram dispensadas e as partes usaram pouco tempo para debate.
O Defensor Público Adleer Calderaro Sirotheau oncordou com a tese do Ministério Público e após o veredicto dos jurados, o juiz desclassificou o crime e mandou soltar o réu, que estava preso desde o dia em que atingiu Edicarlos com uma faca. O laudo de corpo delito do IMl foi fundamental para a decisão de todos, ao constatar que a lesão provocada na vítima não colocou em risco sua vida.
Apesar da decisão, o réu não está livre de uma condenação. Seu processo será remetido ao Juizado Especial Criminal para ser apurado o crime de Lesões Corporais Leves, tipificada pelo art. 129 e cuja pena é detenção de 3 meses a 1 ano.
(Fonte: 6ª Vara Penal)
Alexandre Von volta a cobrar imediato funcionamento do Hospital Regional
Usando a tribuna da Assembléia Legislativa na sessão ordinária desta quarta-feira o deputado estadual Alexandre Von (PSDB-PA) voltou a fazer severas críticas ao Governo do Estado do Pará pelo não funcionamento pleno do Hospital Regional e a cobrar informações sobre o contrato de gestão, no valor de R$ 60.766.000,00, celebrado entre a SESPA e aPró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, e sobre o cronograma de implantação dos serviços de saúde de alta e médiacomplexidade para atendimento da população do Oeste do Pará.
O deputado também denunciou, tomando por base informações prestadas pelo novo diretor do Hospital Regional Público do Oeste e amplamente divulgadas pela imprensade Santarém, que aparelhos pertencentes ao patrimônio do Hospital tenham sido danificados em função do mau uso por funcionários insuficientemente treinados para o seu manuseio.
O deputado Alexandre Von, juntamente com o deputado José Megale (PSDB-PA), solicitou cópia do Contrato de Gestão Nº 01/SESPA/2008, bem como do cronograma para o efetivo funcionamento de todos os serviços de saúde de alta e média complexidade previstos para o Hospital Regional Público doOeste, com sede em Santarém.
(Fonte: Assessoria do Deputdo Alexandre Von)
O deputado também denunciou, tomando por base informações prestadas pelo novo diretor do Hospital Regional Público do Oeste e amplamente divulgadas pela imprensade Santarém, que aparelhos pertencentes ao patrimônio do Hospital tenham sido danificados em função do mau uso por funcionários insuficientemente treinados para o seu manuseio.
O deputado Alexandre Von, juntamente com o deputado José Megale (PSDB-PA), solicitou cópia do Contrato de Gestão Nº 01/SESPA/2008, bem como do cronograma para o efetivo funcionamento de todos os serviços de saúde de alta e média complexidade previstos para o Hospital Regional Público doOeste, com sede em Santarém.
(Fonte: Assessoria do Deputdo Alexandre Von)
AMUT vai discutir hospital regional
A Associação dos Municípios das Rodovias Santarém-Cuiabá, Transamazônica e Região Oeste do Pará(AMUT) realiza audiência pública para discutir o pleno funcionametno do Hospital Regional do Baixo-Amazonas, dia 6 de junho, as 14 horas, na Câmara de Vereadores de Santarém.
Eterno mestre
Miguel Oliveira
Editor-chefe
Em pleno domingo de manhã quando eu assistia ao Globo Rural, no intervalo do programa uma mensagem do governo do estado chamava os alunos a retornarem às escolas já nesta segunda-feira. Subliminarmente o governo informava o fim da greve dos professores estaduais, o que, ao que eu soubesse, ainda não havia sido suspensa em Santarém.
Mas a rotina da domingueira foi quebrada por uma visita ilustre que eu e minha amada Rejane recebemos em nosso aconchegante lar. Meu irmão Cleiton e esposa Terezinha, de passagem por Santarém, foram nos dar a honra de almoçar conosco. Ao grupo se juntariam mais tarde os amigos Edibal(Pipa) e Lúcia Cabral.
E não é que o gostoso papo de almoço se resumiu à atividade docente? Um prato cheio - desculpem o trocadilho- para quem, como Cleiton, está há 45 anos em sala de aula, mesmo depois de ter se aposentado da Universidade Federal do Pará.
A diferença de idade entre mim e Cleiton é quase 20 anos. Por isso, a vida de professor secundarista dele e seu ingresso na carreira acadêmica, justamente por lapso de tempo, ainda me eram um pouco desconhecidos. Mas nesse almoço, regado a vinho do Porto e a licor de creme de cassis, pude conhecer um pouco mais da carreira de magistério de Cleiton Nogueira de Oliveira, o segundo filho de dona Sarita e seu Petronilio.
Ainda estudante universitário, Cleiton abraçou o magistério. Para sobreviver e se manter em Belém, longe de casa, era submetido a extenuante jornada de trabalho. A figura do professor 'the flash", aquele que atualmente corre de uma escola para outra para cumprir carga horária, ao que parece, já existia naquela época.
Inúmeros colégios particulares e incipientes cursinhos pré-vestibulares, na metade dos anos 60, testaram o talento, a competência e a didática do promissor professor Cleiton.
Mas seu envolvimento no movimento estudantil de contestação ao regime militar lhe causaria embaraços para se firmar como professor universitário, após início de jornada como professor substituto do Colégio Paes de Carvalho.
Contra Cleiton e a maioria dos acadêmicos daquela época na UFPA pesavam a grave acusação de ser 'comunista'.
Conta meu irmão que quem comandava a reitoria da UFPa era o professor José da Silveira Neto, a quem Cleiton pediu uma audiência para reclamar que, apesar de estar lecionando matemática há dois meses na instituição, ainda não havia sido chamado para assinar seu contrato de trabalho e por causa disso, não estava recebendo seu salário.
Mas antes de se aventurar à reitoria, Cleiton avisou aos alunos que aquele seria seu último dia de aula como professor auxiliar, para espanto da turma. E aventou a possibilidade de estar sendo perseguido por problemas políticos e que o atraso de seu salário seria, por assim dizer, uma retaliação política.
Mas no final da aula foi procurado por dois integrantes da turma que logo identificou como membros do serviço de informações do regime militar infiltrados na universidade.
- Professor, não há nada oficial que desabone sua conduta. Somos testemunhas que o senhor, mesmo quando provocado, não fala de política e trata, ao contrário de outros professores, de ministrar sua aula, apenas - relatou-lhe um dos arapongas.
Meio assustado, Cleiton topou prolongar a conversa que seria providencial, uma vez que seus dois alunos lhe orientaram a ingressar com um pedido de hábeas data na auditoria militar. De posse do documento que nada constava que desabonasse sua conduta pela ótica da doutrina da segurança nacional, encorajou-se a procurar o reitor e definir sua situação funcional.
De posse do hábeas data e vestindo um paletó emprestado de um amigo - com as mangas cobrindo-lhes as mãos - recordou -, Cleiton foi até a reitoria. Lá chegando foi logo avisado que a agenda do professor Silveira Neto estava lotada.
-Não tem problema. Eu espero, retrucou Cleiton ao chefe de gabinete.
Depois de uma chá de cadeira de mais de seis horas, meu irmão pode, enfim, ingressar no gabinete do reitor.
- O que lhe traz aqui, rapaz? Indagou Silveira Neto.
-Gostaria de saber porque meu salário não está sendo pago? - respondeu-lhe o professor.
- O quê! Um menino desses vem aqui e tem a petulância de me cobrar salário atrasado - enfureceu-se o reitor.
-Mas é o que está acontecendo comigo, professor, replicou Cleiton.
-Você sabe muito bem o motivo. Você é ‘comunista’ e há um veto a sua contratação - disparou Silveira Neto.
- E se eu lhe provar que não há veto algum dos militares a minha pessoa, o senhor me contrata? - arriscou meu irmão.
- Se você conseguir isso, que eu acho praticamente impossível, o emprego é seu, desconversou o reitor.
- Pois então me contrate, retrucou Celiton. Aqui está o meu hábeas data emitido pelo exército.
Atônito, Silveira Neto ainda teve tempo de confirmar a autenticidade do documento, mas Cleiton conta que o velho mestre teve uma atitude nobre.
- O contrato é seu, meu filho. Contra fatos não há argumentos - despediu-se Silveira Neto.
Editor-chefe
Em pleno domingo de manhã quando eu assistia ao Globo Rural, no intervalo do programa uma mensagem do governo do estado chamava os alunos a retornarem às escolas já nesta segunda-feira. Subliminarmente o governo informava o fim da greve dos professores estaduais, o que, ao que eu soubesse, ainda não havia sido suspensa em Santarém.
Mas a rotina da domingueira foi quebrada por uma visita ilustre que eu e minha amada Rejane recebemos em nosso aconchegante lar. Meu irmão Cleiton e esposa Terezinha, de passagem por Santarém, foram nos dar a honra de almoçar conosco. Ao grupo se juntariam mais tarde os amigos Edibal(Pipa) e Lúcia Cabral.
E não é que o gostoso papo de almoço se resumiu à atividade docente? Um prato cheio - desculpem o trocadilho- para quem, como Cleiton, está há 45 anos em sala de aula, mesmo depois de ter se aposentado da Universidade Federal do Pará.
A diferença de idade entre mim e Cleiton é quase 20 anos. Por isso, a vida de professor secundarista dele e seu ingresso na carreira acadêmica, justamente por lapso de tempo, ainda me eram um pouco desconhecidos. Mas nesse almoço, regado a vinho do Porto e a licor de creme de cassis, pude conhecer um pouco mais da carreira de magistério de Cleiton Nogueira de Oliveira, o segundo filho de dona Sarita e seu Petronilio.
Ainda estudante universitário, Cleiton abraçou o magistério. Para sobreviver e se manter em Belém, longe de casa, era submetido a extenuante jornada de trabalho. A figura do professor 'the flash", aquele que atualmente corre de uma escola para outra para cumprir carga horária, ao que parece, já existia naquela época.
Inúmeros colégios particulares e incipientes cursinhos pré-vestibulares, na metade dos anos 60, testaram o talento, a competência e a didática do promissor professor Cleiton.
Mas seu envolvimento no movimento estudantil de contestação ao regime militar lhe causaria embaraços para se firmar como professor universitário, após início de jornada como professor substituto do Colégio Paes de Carvalho.
Contra Cleiton e a maioria dos acadêmicos daquela época na UFPA pesavam a grave acusação de ser 'comunista'.
Conta meu irmão que quem comandava a reitoria da UFPa era o professor José da Silveira Neto, a quem Cleiton pediu uma audiência para reclamar que, apesar de estar lecionando matemática há dois meses na instituição, ainda não havia sido chamado para assinar seu contrato de trabalho e por causa disso, não estava recebendo seu salário.
Mas antes de se aventurar à reitoria, Cleiton avisou aos alunos que aquele seria seu último dia de aula como professor auxiliar, para espanto da turma. E aventou a possibilidade de estar sendo perseguido por problemas políticos e que o atraso de seu salário seria, por assim dizer, uma retaliação política.
Mas no final da aula foi procurado por dois integrantes da turma que logo identificou como membros do serviço de informações do regime militar infiltrados na universidade.
- Professor, não há nada oficial que desabone sua conduta. Somos testemunhas que o senhor, mesmo quando provocado, não fala de política e trata, ao contrário de outros professores, de ministrar sua aula, apenas - relatou-lhe um dos arapongas.
Meio assustado, Cleiton topou prolongar a conversa que seria providencial, uma vez que seus dois alunos lhe orientaram a ingressar com um pedido de hábeas data na auditoria militar. De posse do documento que nada constava que desabonasse sua conduta pela ótica da doutrina da segurança nacional, encorajou-se a procurar o reitor e definir sua situação funcional.
De posse do hábeas data e vestindo um paletó emprestado de um amigo - com as mangas cobrindo-lhes as mãos - recordou -, Cleiton foi até a reitoria. Lá chegando foi logo avisado que a agenda do professor Silveira Neto estava lotada.
-Não tem problema. Eu espero, retrucou Cleiton ao chefe de gabinete.
Depois de uma chá de cadeira de mais de seis horas, meu irmão pode, enfim, ingressar no gabinete do reitor.
- O que lhe traz aqui, rapaz? Indagou Silveira Neto.
-Gostaria de saber porque meu salário não está sendo pago? - respondeu-lhe o professor.
- O quê! Um menino desses vem aqui e tem a petulância de me cobrar salário atrasado - enfureceu-se o reitor.
-Mas é o que está acontecendo comigo, professor, replicou Cleiton.
-Você sabe muito bem o motivo. Você é ‘comunista’ e há um veto a sua contratação - disparou Silveira Neto.
- E se eu lhe provar que não há veto algum dos militares a minha pessoa, o senhor me contrata? - arriscou meu irmão.
- Se você conseguir isso, que eu acho praticamente impossível, o emprego é seu, desconversou o reitor.
- Pois então me contrate, retrucou Celiton. Aqui está o meu hábeas data emitido pelo exército.
Atônito, Silveira Neto ainda teve tempo de confirmar a autenticidade do documento, mas Cleiton conta que o velho mestre teve uma atitude nobre.
- O contrato é seu, meu filho. Contra fatos não há argumentos - despediu-se Silveira Neto.
OAB divulga provas e gabaritos da 1ª etapa do Exame de Ordem
A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Pará já disponibilizou em sua página os gabaritos da prova da primeira etapa do Exame de Ordem do ano de 2008, aplicada no domingo passado em Belém, Marabá e Santarém.Mais de 900 candidatos em todo o Estado do Pará fizeram a prova. O Exame de Ordem é destinado a bacharéis em Direito e a aprovação é requisito indispensável para inscrição na OAB e para o exercício da advocacia. A prova é unificada, ou seja, a mesma prova da OAB-PA será realizada no mesmo dia em outras 22 seccionais em todo o país.
Clique aqui para ter acesso aos gabaritos.
(Fonte: Espaço Aberto)
Clique aqui para ter acesso aos gabaritos.
(Fonte: Espaço Aberto)
Greve dos professores continua
Não houve acordo entre a Intersindical e o governo do Estado.
Por isso, a greve dos professores prossegue em Santarém.
Por isso, a greve dos professores prossegue em Santarém.
Indústria paraense investe em inovação tecnológica
A aquisição de modernas máquinas para a indústria de base, o contato direto com grandes empresas na negociação de condições especiais para a compra de equipamentos industriais, e a possibilidade de novas parcerias entre os próprios empresários paraenses foram o saldo positivo da participação de empresários paraenses na FeiraInternacional da Mecânica, em São Paulo, organizada pelo Programa de Desenvolvimentode Fornecedores, da FIEPA. Vinte e cinco empreendedores Pará, representando os municípios de SantarémBarcarena, Belém, Paragominas e Parauapebas, tiveram acesso às principais inovaçõesno setor metal-mecânico.
Ronilson Souza, diretor financeiro da Retífica Souza, de Santarém, foi um dos primeiros a fechar negócio com os expositores chineses. A empresa será a primeira na região oeste do Pará a ter um torno de comando numérico para componentes pesados, utilizado para fazer a usinagem de peças como rolamentos com diâmetro de 1,6 metro.
“Os equipamentos chineses apresentados na feira tinham condições de competitividade melhores até do que as ofertadas normalmente pelos fornecedores brasileiros. Esta foi uma oportunidade única para fechar bons negócios,não só durante a feira, mas depois também”, disse Ronison Souza.
"Entendemos que a ação será vital para as empresas, pois colocará novas técnicas de mercado e produção ao alcance da indústria de base paraense, o que vai facilitar o contato dos empresários paraenses com as novas tendências tecnológicas e a aquisição de equipamentos”, avalia David Leal, coordenador do PDF.
Uma novidade foram os equipamentos de corte e usinagem fabricados na China que chamaram a atenção dos empresários pelo menor preço em relação aos equipamentos fabricados no Brasil e outros países.
(Fonte: Temple Comunicação)
Ronilson Souza, diretor financeiro da Retífica Souza, de Santarém, foi um dos primeiros a fechar negócio com os expositores chineses. A empresa será a primeira na região oeste do Pará a ter um torno de comando numérico para componentes pesados, utilizado para fazer a usinagem de peças como rolamentos com diâmetro de 1,6 metro.
“Os equipamentos chineses apresentados na feira tinham condições de competitividade melhores até do que as ofertadas normalmente pelos fornecedores brasileiros. Esta foi uma oportunidade única para fechar bons negócios,não só durante a feira, mas depois também”, disse Ronison Souza.
"Entendemos que a ação será vital para as empresas, pois colocará novas técnicas de mercado e produção ao alcance da indústria de base paraense, o que vai facilitar o contato dos empresários paraenses com as novas tendências tecnológicas e a aquisição de equipamentos”, avalia David Leal, coordenador do PDF.
Uma novidade foram os equipamentos de corte e usinagem fabricados na China que chamaram a atenção dos empresários pelo menor preço em relação aos equipamentos fabricados no Brasil e outros países.
(Fonte: Temple Comunicação)
Paranóias
Rosana Hermann
Os fabricantes de bebida vagabunda sabem que as pessoas que tomam seus produtos ficam com dor de cabeça no dia seguinte. Por isso mesmo faria muito sentido imaginar que essas destilarias tenham algum tipo de acordo com os laboratórios que fabricam analgésicos.
As empresas de calçados também devem ter um forte acordo com os ortopedistas e pedicuros. Alguns sapatos simplesmente não foram feitos para serem calçados nos pés e sim para atrair desejo de consumo quando estão nas prateleiras.
A indústria alimentícia certamente tem um acordo com as clínicas de emagrecimento. Uma engorda a outra emagrece.
A impressão que dá é que o mundo capitalista todo funciona assim, um grande complô para enganar o consumidor tolo que se deixa levar pela vaidade, nosso ponto fraco mais explorado pela propaganda.
Tem dias que dá vontade de ir morar na praia e viver de peixe.Ou mudar pro mato e viver de milho.
Os fabricantes de bebida vagabunda sabem que as pessoas que tomam seus produtos ficam com dor de cabeça no dia seguinte. Por isso mesmo faria muito sentido imaginar que essas destilarias tenham algum tipo de acordo com os laboratórios que fabricam analgésicos.
As empresas de calçados também devem ter um forte acordo com os ortopedistas e pedicuros. Alguns sapatos simplesmente não foram feitos para serem calçados nos pés e sim para atrair desejo de consumo quando estão nas prateleiras.
A indústria alimentícia certamente tem um acordo com as clínicas de emagrecimento. Uma engorda a outra emagrece.
A impressão que dá é que o mundo capitalista todo funciona assim, um grande complô para enganar o consumidor tolo que se deixa levar pela vaidade, nosso ponto fraco mais explorado pela propaganda.
Tem dias que dá vontade de ir morar na praia e viver de peixe.Ou mudar pro mato e viver de milho.
A foto do fato
Venezuelanos comprarão búfalos paraenses
Uma comitiva da Venezuela, composta por seis integrantes, entrerepresentantes do governo e empresários chegará a Belém, na próximasemana, e será recebida pelo secretário de Estado de Agricultura, CássioPereira. Eles estão interessados em adquirir três mil cabeças de fêmeasbubalinas para produção de leite. Os venezuelanos devem permanecer uma semana e irão visitar 11 fazendas,em oito municípios paraenses.
O Pará possui o maior rebanho de búfalos do país, cerca de 430 milcabeças. Isso representa 37% do rebanho brasileiro. As regiões do Marajóe Baixo Amazonas concentram a maior quantidade desses animais, queapresentam um crescimento de 10% ao ano.
(Fonte: Agência Pará)
O Pará possui o maior rebanho de búfalos do país, cerca de 430 milcabeças. Isso representa 37% do rebanho brasileiro. As regiões do Marajóe Baixo Amazonas concentram a maior quantidade desses animais, queapresentam um crescimento de 10% ao ano.
(Fonte: Agência Pará)
Gangues matam
O jornal O Estado do Tapajós divulga hoje uma matéria em que informa que as gangues matam uma pessoa por mês em Santarém.
Mas ontem a noite essa triste estatística foi alterada com mais uma morte, no bairro do Santarenzinho. A esposa de um sargento da PM foi assassinada por integrantes de uma gangue. Em maio já ocorreram dois crimes provocados por gangueiros.
Duas pessoas acusadas de participação no crime já estão presas.
Mas ontem a noite essa triste estatística foi alterada com mais uma morte, no bairro do Santarenzinho. A esposa de um sargento da PM foi assassinada por integrantes de uma gangue. Em maio já ocorreram dois crimes provocados por gangueiros.
Duas pessoas acusadas de participação no crime já estão presas.
Carne clandestina
Greve dos servidores da Adepará pode provocar falta de carne em Santarém.
Mas não é tanto assim como estão falando, diz uma fonte do setor.
É que a não liberação da guia de transporte animal (GTA) vai prejudicar a chegada do gado aos matadouros, mas só a carne de origem controlada pode sumir dos açougues e supermecados.
Como mais de 50% da carne consumida em Santarém são de origem clandestina, portanto, sem inspeção sanitária, o consumidor não vai ser muito afetado a curto prazo.
Mas não é tanto assim como estão falando, diz uma fonte do setor.
É que a não liberação da guia de transporte animal (GTA) vai prejudicar a chegada do gado aos matadouros, mas só a carne de origem controlada pode sumir dos açougues e supermecados.
Como mais de 50% da carne consumida em Santarém são de origem clandestina, portanto, sem inspeção sanitária, o consumidor não vai ser muito afetado a curto prazo.
Cenários eleitorais
Concluída sondagem entre 628 eleitores sobre o pleito municipal que se avizinha.
A radiografia eleitoral captou imagens há muito tempo reveladas pelos desacertos dos inquilinos do poder.
O planalto - não o do palácio, em Brasília-, foi tomado por euforia.
Na Maracangalha, haverá choro e ranger de dentes.
A radiografia eleitoral captou imagens há muito tempo reveladas pelos desacertos dos inquilinos do poder.
O planalto - não o do palácio, em Brasília-, foi tomado por euforia.
Na Maracangalha, haverá choro e ranger de dentes.
Erros e acertos de Marina Silva
Ronaldo Brasiliense
Em artigo publicado no blog do jornalista Altino Machado, do Acre, Mary Allegretti aponta osprincipais erros da gestão de Marina Silva à frente do Ministério do Meo Ambiente: Partidarização do ministério - os cargos, em todos os níveis, foram distribuídos a filiados ou simpatizantes do PT, nem sempre conciliando competência com militância. A falta de uma equipe técnica e a desvalorização da experiência instalada no ministério e no Ibama prejudicaram a gestão; A centralização do poder em poucos - delegou a presidência do Ibama a alguém de sua confiança pessoal e não a alguém com experiência na gestão ambiental como fizeram quase todos os ministros do passado; permitiu a concentração de poder do Capobianco que, ao mesmo tempo, era o secretário-executivo e o presidente do Instituto Chico Mendes; A falta de apoio às comunidades e às reservas extrativistas. Delegou a coordenação da política extrativista a pessoas que nunca se envolveram com questão e/ou com o movimento social que originou essa proposta, ou que não têm a menor compreensão técnica do tema.
Em artigo publicado no blog do jornalista Altino Machado, do Acre, Mary Allegretti aponta osprincipais erros da gestão de Marina Silva à frente do Ministério do Meo Ambiente: Partidarização do ministério - os cargos, em todos os níveis, foram distribuídos a filiados ou simpatizantes do PT, nem sempre conciliando competência com militância. A falta de uma equipe técnica e a desvalorização da experiência instalada no ministério e no Ibama prejudicaram a gestão; A centralização do poder em poucos - delegou a presidência do Ibama a alguém de sua confiança pessoal e não a alguém com experiência na gestão ambiental como fizeram quase todos os ministros do passado; permitiu a concentração de poder do Capobianco que, ao mesmo tempo, era o secretário-executivo e o presidente do Instituto Chico Mendes; A falta de apoio às comunidades e às reservas extrativistas. Delegou a coordenação da política extrativista a pessoas que nunca se envolveram com questão e/ou com o movimento social que originou essa proposta, ou que não têm a menor compreensão técnica do tema.
Dependência do óleo diesel
Luiz Gonzaga Bertelli
O Brasil já consome mais de 42 bilhões de litros/anuais de óleo diesel, sendo que cerca de 10% dessa quantidade são importados, onerando a balança comercial. A conta do comércio externo do petróleo ficará em torno de US$ 10 bilhões, neste ano. As reservas de petróleo leve, recentemente descobertas, só devem começar a produzir nos próximos 7 ou 8 anos.
Sucede que o transporte brasileiro é praticamente efetuado em ônibus ou caminhões, movidos com o mencionado derivado do petróleo, eis que as ferrovias foram, praticamente, desativadas. Ademais, cresce exponencialmente o licenciamento de utilitários ou veículos importados, que consomem o diesel.
Existem inúmeras empresas, especialmente do setor do agronegócios, desejosas de usar o álcool combustível em substituição parcial ou totalmente do diesel nas suas frotas de caminhões, máquinas agrícolas e em motores estacionários para a irrigação das lavouras.
Consoante as montadoras de veículos, em breve, será colocado à venda um motor diesel-etanol, com um sistema de injeção eletrônica, mais competitivo que o similar movido unicamente a diesel.
Ademais, inúmeras organizações já empregam, há anos, o álcool anidro misturado ao diesel em caminhões, como é o caso da indústria sucroalcooleira. A economia poderá ser substancial, pois o álcool dentro da usina do açúcar e do álcool é produzido em torno de R$ 0,60/litro, enquanto o diesel é comprado nas bombas a R$ 2/litro.
Nos países europeus, entre eles a Suécia, já se emprega largamente o álcool nos motores para ônibus urbanos, em razão das questões ambientais e de preservação da saúde da população. Há mais de 10 anos, a Scania produz motores a diesel, transformados para o álcool e cerca de 600 veículos rodam na capital de Estocolmo, com esta condição.
Entre nós, nos idos de 1980, o governo brasileiro pretendeu implementar o uso do álcool anidro nos veículos pesados, movidos a diesel. Inúmeras organizações fizeram testes e conversões domésticas para o emprego do álcool em veículos acionados, originalmente, a diesel ou à gasolina.
Diante da queda do preço do petróleo, houve a redução do valor do diesel, embora subsidiado e, em decorrência, o desinteresse na substituição pelo álcool da cana, que era, à época, mais caro.
Hoje, aviões agrícolas já estão empregando o álcool nos seus motores, bem como, em inúmeras frotas cativas, como é o caso da distribuição de bebidas, jornais e gás liquefeito de petróleo - GLP. Os derivados do petróleo correspondem a 60% do faturamento da Petrobrás. Por outro lado, a gasolina tem um peso de 5% na inflação e o diesel de 1%.
Alguns especialistas reivindicam a correção real da defasagem dos preços dos combustíveis, que seria de mais de 30% no caso do diesel ou 18%, quando comparados com os valores internacionais.
Os preços dos derivados (base refinaria) no Brasil encontram-se inferiores aos dos praticados no mercado americano.
Em 2007, os derivados do petróleo tiveram um peso de 37% na matriz energética pátria.
A redução do nível de utilização do diesel justifica-se, ainda, devido aos impactos ambientais e na saúde da população, decorrentes das emissões dos gases do efeito estufa e causadores de chuva ácida, além das constantes majorações dos preços do petróleo. O contrato do barril do petróleo, para entrega em junho encerrou na Bolsa de Nova York a US$ 125. Desde o início do mês em curso, o preço do barril avançou US$ 15. As compras especulativas e os receios da falta do diesel nos estoques mundiais fomentaram a escalada.
Recentemente, o governo deixou de cobrar a CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) sobre a gasolina, a fim de garantir a competitividade do álcool hidratado.
O impacto da renúncia fiscal atingirá tanto Estados como municípios brasileiros, com a perda adicional de arrecadação de ICMS, que seria ampliada caso o preço da gasolina fosse aumentado nas bombas.
A nação brasileira possui mais de 300 milhões de hectares de terras agricultáveis e mais de 50 milhões de área em repouso. Em decorrência, o país poderá ter maior produção de biocombustíveis, a fim de substituir o óleo diesel, sem interferir na segurança alimentar e no meio ambiente.
O Brasil já consome mais de 42 bilhões de litros/anuais de óleo diesel, sendo que cerca de 10% dessa quantidade são importados, onerando a balança comercial. A conta do comércio externo do petróleo ficará em torno de US$ 10 bilhões, neste ano. As reservas de petróleo leve, recentemente descobertas, só devem começar a produzir nos próximos 7 ou 8 anos.
Sucede que o transporte brasileiro é praticamente efetuado em ônibus ou caminhões, movidos com o mencionado derivado do petróleo, eis que as ferrovias foram, praticamente, desativadas. Ademais, cresce exponencialmente o licenciamento de utilitários ou veículos importados, que consomem o diesel.
Existem inúmeras empresas, especialmente do setor do agronegócios, desejosas de usar o álcool combustível em substituição parcial ou totalmente do diesel nas suas frotas de caminhões, máquinas agrícolas e em motores estacionários para a irrigação das lavouras.
Consoante as montadoras de veículos, em breve, será colocado à venda um motor diesel-etanol, com um sistema de injeção eletrônica, mais competitivo que o similar movido unicamente a diesel.
Ademais, inúmeras organizações já empregam, há anos, o álcool anidro misturado ao diesel em caminhões, como é o caso da indústria sucroalcooleira. A economia poderá ser substancial, pois o álcool dentro da usina do açúcar e do álcool é produzido em torno de R$ 0,60/litro, enquanto o diesel é comprado nas bombas a R$ 2/litro.
Nos países europeus, entre eles a Suécia, já se emprega largamente o álcool nos motores para ônibus urbanos, em razão das questões ambientais e de preservação da saúde da população. Há mais de 10 anos, a Scania produz motores a diesel, transformados para o álcool e cerca de 600 veículos rodam na capital de Estocolmo, com esta condição.
Entre nós, nos idos de 1980, o governo brasileiro pretendeu implementar o uso do álcool anidro nos veículos pesados, movidos a diesel. Inúmeras organizações fizeram testes e conversões domésticas para o emprego do álcool em veículos acionados, originalmente, a diesel ou à gasolina.
Diante da queda do preço do petróleo, houve a redução do valor do diesel, embora subsidiado e, em decorrência, o desinteresse na substituição pelo álcool da cana, que era, à época, mais caro.
Hoje, aviões agrícolas já estão empregando o álcool nos seus motores, bem como, em inúmeras frotas cativas, como é o caso da distribuição de bebidas, jornais e gás liquefeito de petróleo - GLP. Os derivados do petróleo correspondem a 60% do faturamento da Petrobrás. Por outro lado, a gasolina tem um peso de 5% na inflação e o diesel de 1%.
Alguns especialistas reivindicam a correção real da defasagem dos preços dos combustíveis, que seria de mais de 30% no caso do diesel ou 18%, quando comparados com os valores internacionais.
Os preços dos derivados (base refinaria) no Brasil encontram-se inferiores aos dos praticados no mercado americano.
Em 2007, os derivados do petróleo tiveram um peso de 37% na matriz energética pátria.
A redução do nível de utilização do diesel justifica-se, ainda, devido aos impactos ambientais e na saúde da população, decorrentes das emissões dos gases do efeito estufa e causadores de chuva ácida, além das constantes majorações dos preços do petróleo. O contrato do barril do petróleo, para entrega em junho encerrou na Bolsa de Nova York a US$ 125. Desde o início do mês em curso, o preço do barril avançou US$ 15. As compras especulativas e os receios da falta do diesel nos estoques mundiais fomentaram a escalada.
Recentemente, o governo deixou de cobrar a CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) sobre a gasolina, a fim de garantir a competitividade do álcool hidratado.
O impacto da renúncia fiscal atingirá tanto Estados como municípios brasileiros, com a perda adicional de arrecadação de ICMS, que seria ampliada caso o preço da gasolina fosse aumentado nas bombas.
A nação brasileira possui mais de 300 milhões de hectares de terras agricultáveis e mais de 50 milhões de área em repouso. Em decorrência, o país poderá ter maior produção de biocombustíveis, a fim de substituir o óleo diesel, sem interferir na segurança alimentar e no meio ambiente.
Banco Mundial diz que preço de alimentos ficará alto por anos
CINGAPURA (Reuters) - O Banco Mundial alertou terça-feira prever que os preços de alimentos, como arroz, ficarão altos por vários anos.
O diretor-gerente do Bird, Juan Jose Daboub, disse a jornalistas que a recente alta dos custos dos alimentos não é de curto prazo nem um fenômeno que acabará dentro de alguns meses.
O diretor-gerente do Bird, Juan Jose Daboub, disse a jornalistas que a recente alta dos custos dos alimentos não é de curto prazo nem um fenômeno que acabará dentro de alguns meses.
Senado libera venda de bebida em estrada
Na Folha de São Paulo:
O Senado liberou a venda de bebidas alcoólicas em rodovias federais ao ampliar, ontem, para a zona rural a autorização. O projeto de lei de conversão da medida provisória, cujo objetivo inicial do governo era vedar o comércio do produto nas estradas federais, foi aprovado de forma simbólica graças a um acordo firmado entre senadores governistas e oposicionistas.
A matéria agora voltará a ser apreciada na Câmara.
O maior derrotado é o ministro José Gomes Temporão (Saúde), que defendeu a edição da medida provisória para proibir a venda de bebidas em todas as rodovias federais. A violação previa a multa de R$ 1.500.
Contudo, ainda na votação na Câmara, a proposta do governo já havia sido alterada. Os deputados autorizaram a venda de bebidas por estabelecimentos localizados em estradas federais na zona urbana."Entendi que não fazia sentido, então, excluir o comércio fica na zona rural", afirmou o senador Francisco Dornelles (PP-RJ), relator do parecer que mudou a medida provisória.De acordo com ele, a proposta inicial prejudicaria 50 mil estabelecimentos no Brasil (40 mil da área urbana e 10 mil da zona rural). "Não podíamos causar esse dano aos hotéis, restaurantes e bares localizados nessas áreas", disse.Apesar da manutenção do comércio nas estradas federais, a medida provisória pune o motorista que for flagrado dirigindo com qualquer índice alcoólico no sangue. Ele pode sofrer multa, ter o o veículo apreendido e até ser detido.
O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), negou que a liberação seja "uma esculhambação".
"O foco tem de ser no motorista."
Senador ligado à oposição, Mão Santa (PMDB-PI) elogiou as mudanças que o colega Dornelles fez na medida provisória. "[Dornelles] Resolveu todos os problemas. Muita gente iria ficar desempregada", disse.
Mão Santa, acostumado a citar dados históricos, comparou a restrição de venda de bebidas nas estradas brasileiras à lei seca dos Estados Unidos nos anos 1920 e 1930. "Nos EUA houve lei seca e acabou surgindo o [gângster] Al Capone", disse.
O Senado liberou a venda de bebidas alcoólicas em rodovias federais ao ampliar, ontem, para a zona rural a autorização. O projeto de lei de conversão da medida provisória, cujo objetivo inicial do governo era vedar o comércio do produto nas estradas federais, foi aprovado de forma simbólica graças a um acordo firmado entre senadores governistas e oposicionistas.
A matéria agora voltará a ser apreciada na Câmara.
O maior derrotado é o ministro José Gomes Temporão (Saúde), que defendeu a edição da medida provisória para proibir a venda de bebidas em todas as rodovias federais. A violação previa a multa de R$ 1.500.
Contudo, ainda na votação na Câmara, a proposta do governo já havia sido alterada. Os deputados autorizaram a venda de bebidas por estabelecimentos localizados em estradas federais na zona urbana."Entendi que não fazia sentido, então, excluir o comércio fica na zona rural", afirmou o senador Francisco Dornelles (PP-RJ), relator do parecer que mudou a medida provisória.De acordo com ele, a proposta inicial prejudicaria 50 mil estabelecimentos no Brasil (40 mil da área urbana e 10 mil da zona rural). "Não podíamos causar esse dano aos hotéis, restaurantes e bares localizados nessas áreas", disse.Apesar da manutenção do comércio nas estradas federais, a medida provisória pune o motorista que for flagrado dirigindo com qualquer índice alcoólico no sangue. Ele pode sofrer multa, ter o o veículo apreendido e até ser detido.
O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), negou que a liberação seja "uma esculhambação".
"O foco tem de ser no motorista."
Senador ligado à oposição, Mão Santa (PMDB-PI) elogiou as mudanças que o colega Dornelles fez na medida provisória. "[Dornelles] Resolveu todos os problemas. Muita gente iria ficar desempregada", disse.
Mão Santa, acostumado a citar dados históricos, comparou a restrição de venda de bebidas nas estradas brasileiras à lei seca dos Estados Unidos nos anos 1920 e 1930. "Nos EUA houve lei seca e acabou surgindo o [gângster] Al Capone", disse.
Osmando 'estimula' candidatura de Nélio Aguiar
Com o objetivo escuso de forçar o lançamento de uma 'terceira via' para dividir os votos da oposição, Osmando 'poucos votos' Figueiredo tem procurado com insistência Nélio Aguiar para articular o nome do médico a prefeito por uma coligação de pequenos partidos.
Mas Nélio diz que está vacinado contra manobras e quer ver para crer se o secretário traíra de Maria do Carmo está falando mesmo a verdade.
Tanto que Nélio já tem uma contraproposta na ponta da língua: Osmando rompe publicamente com o PT, entrega as duas secretarias que o PDT ocupa e rompe os contratos de sua locadora de veículos com a prefeitura.
Se fizer isso, Nélio até que topa conversar.
Mas Nélio diz que está vacinado contra manobras e quer ver para crer se o secretário traíra de Maria do Carmo está falando mesmo a verdade.
Tanto que Nélio já tem uma contraproposta na ponta da língua: Osmando rompe publicamente com o PT, entrega as duas secretarias que o PDT ocupa e rompe os contratos de sua locadora de veículos com a prefeitura.
Se fizer isso, Nélio até que topa conversar.
Manchetes da edição de quarta-feira de O Estado do Tapajós
COMBATE À PROPAGANDA ILEGAL SERÁ RÍGIDO, GARANTE JUIZ ELEITORAL
LANCHAS DESTROEM CORRIMÃO DA ORLA
EMPREGO COM CARTEIRA ASSINADA MELHORA
GANGUES MATAM UM POR MÊS EM SANTARÉM
DIFERENÇA DE TARIFAS ENTRE BANCOS É ALTA
CANOÍSTAS VÃO REPETIR AVENTURA PELO RIO AMAZONAS
DIOCESE DE SANTARÉM CELEBRA FESTA DO CORPO DE DEUS
LANCHAS DESTROEM CORRIMÃO DA ORLA
EMPREGO COM CARTEIRA ASSINADA MELHORA
GANGUES MATAM UM POR MÊS EM SANTARÉM
DIFERENÇA DE TARIFAS ENTRE BANCOS É ALTA
CANOÍSTAS VÃO REPETIR AVENTURA PELO RIO AMAZONAS
DIOCESE DE SANTARÉM CELEBRA FESTA DO CORPO DE DEUS
terça-feira, 20 de maio de 2008
Rio Maicuru sobe e interdita Pa-255

Tribuna da Calha Norte
A rodovia PA 255 que liga a cidade de Monte Alegre, ao porto de Santana do Tapará, fazendo ligação com Santarém através de balsa, está interditada em um trecho com cerca de 200 metros.
O trecho interditado está na comunidade de Turará, que fica após a ponte do Cauçu, que atravessa o rio Maicuru, distante cerca de 50 quilômetros de Monte Alegre. As águas do rio Maicuru subiram com a cheia, inundando também alguns igarapés que cortam a região, fazendo com que transbordasse inundando a rodovia com águas que já chegaram a 1,50m.
Os veículos que precisam trafegar na rodovia tiveram que suspender as viagens, assim como os ônibus que fazem a linha Monte Alegre-Santarém.
Foto: Genival Cardoso
Mulheres se profissionalizam em Juruti
Os cursos de Culinária Trivial e Higiene e Manipulação de Alimentos capacitaram donas-de-casa e profissionais que já trabalham no setor de alimentação. Iracy Menezes concluiu os dois cursos e diz que oportunidades como essas são raras em Juruti. “Aprendi a fazer pratos variados e bem saborosos. Tudo o que pudemos, extraímos da professora. Nunca sabemos o dia de amanhã. Quem sabe não posso vir a abrir um restaurante? Agora, posso preparar um bom prato e oferecer no final de semana aos amigos, filhos e marido. Para mim, cozinhar é uma grande satisfação. E o melhor ingrediente é o amor”, comenta.
De acordo com a instrutora Graça Rocha, que ministrou os cursos de “Higiene e Manipulação de Alimentos” e “Culinária Trivial”, ambos foram pensados em atender as necessidades tanto de donas-de-casa como de empreendedoras do ramo de alimentos. “A manipulação de alimentos é muito importante na cadeia da alimentação. São procedimentos exigidos pela Vigilância Sanitária e Ministério da Saúde. Já a culinária básica, como o nome diz, é saber valorizar pratos simples, tornando-os mais saboroso. Buscamos valorizar coisas da própria região e as alunas mostraram excelentes resultados”, explica.
Diretor da Eletrobras é ferido por índios em Altamira
Da Agência Envolverde:
A hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, acaba de fazer uma vítima. O diretor da Eletrobrás, Paulo Fernando Vieira Souto Rezende, foi cercado por índios em Altamira e ferido no braço com um golpe de facão. A tensão na região vem crescendo desde que a Justiça autorizou a retomada dos estudos de viabilidade técnica e ambiental para a construção da usina. Estes estudos haviam sido suspensos pela Vara de Altamira, mas depois de reuniões com representantes do Ministério de Minas e Energia e da Justiça Federal, a retomada dos estudos foi liberada. O argumento é que o atraso pode provocar também o adiamento da operação da usina de Belo Monte, prevista para começar a funcionar em 2011, com a geração de 11.182 MW.
Paulo Fernando Vieira Souto Rezende estava na cidade participando de audiências sobre Belo Monte, após uma dessas reuniões foi cercado por um grupo de índios pouco depois foi ferido. Ele está sendo atendido em um hospital local. Este conflito certamente vai colocar mais lenha na fogueira da questão indígena no Brasil. A região do Xingu, onde fica um dos maiores parques indígenas do país vem sofrendo pressões de diversas formas, como o avanço da fronteira da soja e a poluição do Rio Xingu, considerado vital pelos povos indígenas que vivem às suas margens.
A hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, acaba de fazer uma vítima. O diretor da Eletrobrás, Paulo Fernando Vieira Souto Rezende, foi cercado por índios em Altamira e ferido no braço com um golpe de facão. A tensão na região vem crescendo desde que a Justiça autorizou a retomada dos estudos de viabilidade técnica e ambiental para a construção da usina. Estes estudos haviam sido suspensos pela Vara de Altamira, mas depois de reuniões com representantes do Ministério de Minas e Energia e da Justiça Federal, a retomada dos estudos foi liberada. O argumento é que o atraso pode provocar também o adiamento da operação da usina de Belo Monte, prevista para começar a funcionar em 2011, com a geração de 11.182 MW.
Paulo Fernando Vieira Souto Rezende estava na cidade participando de audiências sobre Belo Monte, após uma dessas reuniões foi cercado por um grupo de índios pouco depois foi ferido. Ele está sendo atendido em um hospital local. Este conflito certamente vai colocar mais lenha na fogueira da questão indígena no Brasil. A região do Xingu, onde fica um dos maiores parques indígenas do país vem sofrendo pressões de diversas formas, como o avanço da fronteira da soja e a poluição do Rio Xingu, considerado vital pelos povos indígenas que vivem às suas margens.
Quem não quer a Amazônia?
Larissa Oliveira
Estudante de Jornalismo
Em sua edição de 18 de maio de 2008, o jornal americano The New York Times publicou uma matéria - escrita pelo correspondente do NTY no Rio de Janeiro, Alexei Barrionuevo - onde defende uma possível internacionalização da Amazônia. A tradução da matéria pode ser lida no site Vi o Mundo.
Concordo com o repórter em dizer que a floresta deixou de ser "prioridade da segurança nacional", mas, ainda sim, acho-a incabível. Não pela defesa de que a Amazônia é uma instituição internacional. Incabível é que a soberania dos países em que floresta pertence a seus territórios seja atacada.
A Amazônia pertence, sim, ao Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela. E não digo "e de mais ninguém" porque percebo a importância de ter um mundo preocupado com o futuro do que restou de natureza.
Mas é muito fácil querer meter o dedo na política interna alheia (ou na falta dela) enquanto a maioria dos países ricos e desenvolvidos do mundo destruiu suas matas nativas para chegarem ao status que hoje estão. Agora, todos se voltam para o restou de verde no planeta. E o meio ambiente com maior biodiversidade do mundo é, coincidentemente, aqui no Brasil, ora vejam só.
E o que fazemos com ele? Bom, quem conhece a parte norte do país sabe que, fora as capitais, praticamente nada pode ser chamado de desenvolvido. Nem nos moldes internacionais, nem mesmo no brasileiro. E o que as comunidades locais querem? Adivinhem... Desenvolvimento. E o que os governos fazem às custas disso, ou pelo menos, teoricamente, em nome disso? Digamos que eles não chegaram exatamente a um modelo sustentável.
Nos lugares isolados, onde só se chega após dias de viagem de barco - sim, aqueles mesmos, com redinhas penduradas balançando pra lá e pra cá - é fácil imaginar porque não chegam políticas públicas efetivas que melhorem as condições de vida e de trabalho local. Se eu pudesse mandar um recado a quem meu colega Gabriel Gabardo chama de "Meu Presidente", e também para os próximos que virão, eu diria: "Se preparem para guerra, pois quem não cuida do que é seu, vem outro e toma".
Estudante de Jornalismo
Em sua edição de 18 de maio de 2008, o jornal americano The New York Times publicou uma matéria - escrita pelo correspondente do NTY no Rio de Janeiro, Alexei Barrionuevo - onde defende uma possível internacionalização da Amazônia. A tradução da matéria pode ser lida no site Vi o Mundo.
Concordo com o repórter em dizer que a floresta deixou de ser "prioridade da segurança nacional", mas, ainda sim, acho-a incabível. Não pela defesa de que a Amazônia é uma instituição internacional. Incabível é que a soberania dos países em que floresta pertence a seus territórios seja atacada.
A Amazônia pertence, sim, ao Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela. E não digo "e de mais ninguém" porque percebo a importância de ter um mundo preocupado com o futuro do que restou de natureza.
Mas é muito fácil querer meter o dedo na política interna alheia (ou na falta dela) enquanto a maioria dos países ricos e desenvolvidos do mundo destruiu suas matas nativas para chegarem ao status que hoje estão. Agora, todos se voltam para o restou de verde no planeta. E o meio ambiente com maior biodiversidade do mundo é, coincidentemente, aqui no Brasil, ora vejam só.
E o que fazemos com ele? Bom, quem conhece a parte norte do país sabe que, fora as capitais, praticamente nada pode ser chamado de desenvolvido. Nem nos moldes internacionais, nem mesmo no brasileiro. E o que as comunidades locais querem? Adivinhem... Desenvolvimento. E o que os governos fazem às custas disso, ou pelo menos, teoricamente, em nome disso? Digamos que eles não chegaram exatamente a um modelo sustentável.
Nos lugares isolados, onde só se chega após dias de viagem de barco - sim, aqueles mesmos, com redinhas penduradas balançando pra lá e pra cá - é fácil imaginar porque não chegam políticas públicas efetivas que melhorem as condições de vida e de trabalho local. Se eu pudesse mandar um recado a quem meu colega Gabriel Gabardo chama de "Meu Presidente", e também para os próximos que virão, eu diria: "Se preparem para guerra, pois quem não cuida do que é seu, vem outro e toma".
Quem fala a verdade?
Duas notas do R-70 de hoje sobre a sucessão municipal nos dois maiores colégios eleitorais do Oeste do Pará:
Rasteira
O PT e o PMDB estão se engalfinhando nos principais municípios do Estado para indicar o cabeça de chapa na eleição à prefeitura. Em Itaituba, o PT local já tinha decidido indicar o vice na chapa com o PMDB, cujo cabeça é o empresário Valmir Clímaco. Bastou uma viagem da dupla Zé Geraldo e Airton Faleiro ao município para desfazer o acordo. A ordem agora, da direção estadual do PT, é inverter o que tinha sido combinado. Ou seja, o PMDB deve ficar com o vice. Se espernear, que vá cantar em outra freguesia.
Troco
Em Santarém, não é diferente. Apesar da gritaria e das ameaças do ex-deputado José Priante de apoiar Lira Maia ou Alexandre Von para derrotar o PT, está praticamente fechado o acordo em que o PMDB terá o filho do deputado Antonio Rocha como vice de Maria. As bênçãos desse acordo é de Jader Barbalho, aquele que dispensa apresentações. Priante promete dar o troco. Com juros e correção.
Rasteira
O PT e o PMDB estão se engalfinhando nos principais municípios do Estado para indicar o cabeça de chapa na eleição à prefeitura. Em Itaituba, o PT local já tinha decidido indicar o vice na chapa com o PMDB, cujo cabeça é o empresário Valmir Clímaco. Bastou uma viagem da dupla Zé Geraldo e Airton Faleiro ao município para desfazer o acordo. A ordem agora, da direção estadual do PT, é inverter o que tinha sido combinado. Ou seja, o PMDB deve ficar com o vice. Se espernear, que vá cantar em outra freguesia.
Troco
Em Santarém, não é diferente. Apesar da gritaria e das ameaças do ex-deputado José Priante de apoiar Lira Maia ou Alexandre Von para derrotar o PT, está praticamente fechado o acordo em que o PMDB terá o filho do deputado Antonio Rocha como vice de Maria. As bênçãos desse acordo é de Jader Barbalho, aquele que dispensa apresentações. Priante promete dar o troco. Com juros e correção.
Memória de Santarém - Lúcio Flávio Pinto
Comício de 1960
Conforme a tradição da época, a caravana que fazia a campanha dos candidatos da coligação PSD/PTB (Partido Social Democrático/Partido Trabalhista Brasileiro) às eleições de outubro de 1960, saiu diretamente do aeroporto para a praça da Bandeira, onde se realizaria o "comício monstro" inaugural em Santarém. A massa humana ocupava todos os ângulos do logradouro, "derramando-se também pela praça da Matriz", para ouvir os oradores que se sucederam no palanque: Santino Sirotheau Corrêa, Elias Pinto, Océlio de Medeiros e Álvaro Paz do Nascimento.
Foi a vez então do candidato ao governo, Aurélio Corrêa do Carmo, e a vice, Newton Burlamarqui de Miranda. Encerrando o comício, já a uma hora da madrugada, discursou o governador Moura Carvalho. Começou então, "um animado show de canto e música folclórica, desempenhados por excelentes artistas".
Os comícios do dia seguinte foram nas colônias de São José e Mojuí dos Campos. Acompanhando os candidatos, havia uma "completa ambulância de medicamentos, médicos, dentistas e enfermeiros", para atender "numerosas pessoas doentes". Coube aos dentistas um "trabalho estafante na extração de centenas de dentes de pessoas que para isso procuraram os profissionais".
No domingo, a comitiva foi a Arapixuna inaugurar uma melhoria feita no local pelo governo do Estado: uma escadaria, "construída no ponto de desembarque", fazendo as vezes de cais. De volta, a comitiva foi ao bairro da Aldeia para mais um comício, na praça São Raimundo, onde falaram: Benedito Magalhães, Santino, Océlio de Medeiros, Elias Pinto, Manoel Moraes, Álvaro Nascimento, Ronaldo Campos, José Maria Matos, Newton Miranda e Aurélio do Carmo. O encerramento ficou novamente para o governador. E mais um show dos artistas da caravana.
O discurso de maior impacto foi o de José Maria Matos. Emocionado, ele denunciou o baixo expediente utilizado pelos seus adversários (e antigos correligionários) da Coligação, através de um boletim impresso "com ataques à honra do orador, que com sabedoria soube destruir o maquiavélico expediente", garantiu O Jornal de Santarém.
José Maria disse que se retirou da coligação "saturado de sofrer decepções, ingratidões e gastar seu dinheiro com os espertos". No PSD, sentia-se satisfeito, "trabalhando com lealdade para vencer". Foi cumprimentado calorosamente por Moura Carvalho, que, às seis da manhã, 5 de setembro de 1960, deixou Santarém no vapor "Lauro Sodré".
Conforme a tradição da época, a caravana que fazia a campanha dos candidatos da coligação PSD/PTB (Partido Social Democrático/Partido Trabalhista Brasileiro) às eleições de outubro de 1960, saiu diretamente do aeroporto para a praça da Bandeira, onde se realizaria o "comício monstro" inaugural em Santarém. A massa humana ocupava todos os ângulos do logradouro, "derramando-se também pela praça da Matriz", para ouvir os oradores que se sucederam no palanque: Santino Sirotheau Corrêa, Elias Pinto, Océlio de Medeiros e Álvaro Paz do Nascimento.
Foi a vez então do candidato ao governo, Aurélio Corrêa do Carmo, e a vice, Newton Burlamarqui de Miranda. Encerrando o comício, já a uma hora da madrugada, discursou o governador Moura Carvalho. Começou então, "um animado show de canto e música folclórica, desempenhados por excelentes artistas".
Os comícios do dia seguinte foram nas colônias de São José e Mojuí dos Campos. Acompanhando os candidatos, havia uma "completa ambulância de medicamentos, médicos, dentistas e enfermeiros", para atender "numerosas pessoas doentes". Coube aos dentistas um "trabalho estafante na extração de centenas de dentes de pessoas que para isso procuraram os profissionais".
No domingo, a comitiva foi a Arapixuna inaugurar uma melhoria feita no local pelo governo do Estado: uma escadaria, "construída no ponto de desembarque", fazendo as vezes de cais. De volta, a comitiva foi ao bairro da Aldeia para mais um comício, na praça São Raimundo, onde falaram: Benedito Magalhães, Santino, Océlio de Medeiros, Elias Pinto, Manoel Moraes, Álvaro Nascimento, Ronaldo Campos, José Maria Matos, Newton Miranda e Aurélio do Carmo. O encerramento ficou novamente para o governador. E mais um show dos artistas da caravana.
O discurso de maior impacto foi o de José Maria Matos. Emocionado, ele denunciou o baixo expediente utilizado pelos seus adversários (e antigos correligionários) da Coligação, através de um boletim impresso "com ataques à honra do orador, que com sabedoria soube destruir o maquiavélico expediente", garantiu O Jornal de Santarém.
José Maria disse que se retirou da coligação "saturado de sofrer decepções, ingratidões e gastar seu dinheiro com os espertos". No PSD, sentia-se satisfeito, "trabalhando com lealdade para vencer". Foi cumprimentado calorosamente por Moura Carvalho, que, às seis da manhã, 5 de setembro de 1960, deixou Santarém no vapor "Lauro Sodré".
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Na foto, Elias Pinto e Benedicto Monteiro recepcionam o vice-presidente João Goulart, em visita a Santarém.
Os tucanos decidem não decidir
Fonte do site presente à reunião dos tucanos, ontem, em Belém, resume o que na verdade não ficou decidido quanto à sucessão municipal em Belém:
1- Valéria e Duciomar serão chamados para que exponham suas propostas.
2- Somente após esgotada a fase de consulta, será avaliada a possibilidade do PSDB lançar candidato próprio.
3- O ex-governador Simão Jatene vai abster de defender este ou aquele nome que será lançado ou apoiado pelo partido.
1- Valéria e Duciomar serão chamados para que exponham suas propostas.
2- Somente após esgotada a fase de consulta, será avaliada a possibilidade do PSDB lançar candidato próprio.
3- O ex-governador Simão Jatene vai abster de defender este ou aquele nome que será lançado ou apoiado pelo partido.
O cerco se fecha ao HR
O senador Mário Couto quer convocar o ministro Temporão para que este explique no Senado Federal o porquê do hospital regional do Baixo-Amazonas ter consumido uma montanha de recuros federais e ainda não estar funcionando plenamente.
Amanhã, o deputado estadual Alexandre Von solta o verbo na Assembléia Legislativa para questionar o valor do contrato assinado pela Sespa com a Pro-saúde para administrar o HR, no valor de R$ 60 milhões.
Amanhã, o deputado estadual Alexandre Von solta o verbo na Assembléia Legislativa para questionar o valor do contrato assinado pela Sespa com a Pro-saúde para administrar o HR, no valor de R$ 60 milhões.
Lei reconhece cupuaçu como fruta brasileira
O cupuaçu agora um é uma fruta legitimamente brasileira. É o que prevê a Lei n.º 11.675, sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e publicada hoje (20), no Diário Oficial da União. A patente do cupuaçu era questionada pelo Brasil no exterior.
A árvore do cupuaçu, o cupuazeiro, é nativa da Região Amazônica, em particular do nordeste do Maranhão. Um dos principais produtos dessa fruta é o chocolate de cupuaçu, que já pode ser encontrado em diversas capitais do país e já começa a ser exportado.
(Fonte: Agência Brasil)
A árvore do cupuaçu, o cupuazeiro, é nativa da Região Amazônica, em particular do nordeste do Maranhão. Um dos principais produtos dessa fruta é o chocolate de cupuaçu, que já pode ser encontrado em diversas capitais do país e já começa a ser exportado.
(Fonte: Agência Brasil)
Liberado
O alto comando estadual do PMN liberou a comissão executiva do partido em Santarém a manter conversações com Democratas e PSDB visando a formação de uma coligação para disputar a prefefeitura de Santarém.
A missão foi confiada ao médico Nélio Aguiar.
A missão foi confiada ao médico Nélio Aguiar.
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