As atualizações serão retomadas a partir de 08h00 de sábado, 26/12.
J.Lennon, Merry Christmas War Is Over
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As inscrições para o concurso público do Instituto de Assistência dos
Servidores do Estado do Pará (Iasep) foram prorrogadas até 12 de janeiro, informou a assessoria de imprensa da
Secretaria de Administração (Sead). A comunicação será publicada no Diário Oficial do Estado
nesta quarta-feira, 23.
Com a prorrogação, a dia da prova do concurso público do Iasep ficou marcado para 7 de fevereiro. O concurso do
Iasep vai ofertar 140 vagas para diversos cargos de nível médio e superior. Ele está sendo executado pela Fundação
de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp), com supervisão da Universidade Federal do Pará.
A carga horária de todos os cargos é 30 horas semanais. As provas objetivas do concurso público serão realizadas em Belém.
Lúcio Flávio Pinto
A vendagem do Diário do Pará ainda não atingiu o nível que a empresa gostaria de alcançar para começar a divulgar os resultados dos boletins de auditagem do IVC (Instituto Verificador de Circulação). A tiragem não cresceu desde que o Diário se filiou ao IVC, aproveitando-se da saída desonrosa de O Liberal, que se desfiliou na véspera da chegada a Belém de uma equipe encarregada de verificar se o jornal dos Maiorana continuava a fornecer informações falsas sobre sua tiragem.
Talvez por causa dessa estagnação, o Diário voltou a usar e abusar da publicação de fotos sensacionalistas sobre cadáveres no seu caderno de polícia, para atrair a atenção dos compradores. Estava se aproveitando da demora em ser intimado da decisão tomada pelo juiz Marco Antônio Castelo Branco, da 2ª vara da fazenda da capital, que reajustou para 20 mil reais por dia a multa a ser imposta ao jornal pelo descumprimento de sua sentença. O juiz recebeu uma ação civil pública proposta no ano passado pela Secretaria Estadual de Justiça e Direitos Humanos, Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos e Movimento República de Emaús contra os abusos do jornal na divulgação de fotografias de cadáveres. A intimação do jornal ocorreu na semana passada.O projeto de Inclusão Sócio-produtiva será desenvolvido com apoio e parceria de mais dez secretarias de estado e outros órgãos do governo, como o Banpará e a Adepará. Vai ampliar as competências de indivíduos e aumentar a capacidade familiar por meio da educação, da cultura e principalmente da qualificação e capacitação para o trabalho, com inclusão sócio-produtiva, e a promoção da autonomia delas para a produção e emancipação socioeconômica individual, das famílias e das comunidades.
(Com informações da Agência Pará)
O acidente, segundo o site G-1
O barco motor, chamado Almirante Barroso, com capacidade para cerca de cem pessoas, fazia o trajeto Monte Dourado, Almeirim, Prainha e Monte Alegre. O acidente aconteceu quando a embarcação seguia de Prainha para Monte Algre, numa localidade conhecida como Farol do Peregrino. É investigada a hipótese de o barco ter batido num banco de areia.
Segundo os bombeiros, a comunicação do acidente às autoridades foi feita pelo proprietário do barco, que estava em Santarém, às 2h25 desta terça. O dono teria recebido as informações por telefone de um tripulante, que contou que o acidente ocorrera por volta das 22h.
Segundo o major Lima, ainda não há dados sobre se a embarcação estava em situação irregular ou não.
Lúcio Flávio Pinto
Foi induzido ao erro quem, surpreendido pela manchete de capa de O Liberal, passou a considerar iminente o desmembramento de um quarto do atual território do Pará (280 mil quilômetros quadrados) para nessa área constituir um novo Estado, o de Carajás. O projeto foi apenas aprovado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado, onde estava desde 2007, quando foi apresentado pelo senador Leomar Quintanilha. É provável que a iniciativa venha a ser aprovada no plenário da casa, já que 33 senadores a subscreveram dois anos atrás. Mas ainda passará pela comissão técnica e pelo plenário da Câmara Federal, onde a aprovação é considerada problemática, na melhor das hipóteses para os defensores do novo Estado.
Ultrapassada a barreira do Congresso Nacional, começará a fase do plebiscito. Os pró-emancipação, porém, ou ignoram as normas legais específicas ou agem de má-fé: a população “diretamente interessada” a ser ouvida não é apenas a que mora nos 38 municípios do sul e sudeste do Pará que constituiriam o Estado de Carajás; o plebiscito terá que abranger tanto a população do território que se pretende desmembrar “quanto a que sofrerá desmembramento”, conforme a lei que regulamentou a matéria, sancionada em novembro de 1998 pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso. Se os emancipacionistas vencerem, será a vez de propor lei complementar para a criação do novo Estado, a ser aprovada pelo Congresso Nacional, mas levando em conta as informações que lhe forem prestadas pela Assembléia Legislativa do Pará.
O caminho, portanto, além de ainda ser muito longo, é pedregoso. Os defensores do retalhamento territorial do Pará terão que fazer proselitismo em todo o Estado para convencer a população a aceitar a redivisão. A população de Carajás é menor do que a da área metropolitana de Belém, onde a posição dominante é contra a separação. No oeste os separatistas deverão ter vantagem, mas nas demais áreas ficarão em minoria. Nessa correlação de forças, o mais provável é que percam o plebiscito, uma possibilidade que também parece prevalecer na composição da atual Assembléia Legislativa.
Os fogos soltados em torno da aprovação do projeto no Senado são, por enquanto, de artifício. Mas a realização do plebiscito pode ser o caminho mais certo para colocar o debate sobre a fisionomia territorial do Pará sob novos parâmetros, afastando o bate-boca inócuo que tem sido travado até agora. Pode ser que a ameaça de um fato concreto sirva para alertar os paraenses para a importância de encarar a questão com a seriedade – e a conseqüência – que ela merece. Não com mero passionalismo ou pelo impulso de interlocutores incompetentes ou de má fé.| Jader Barbalho | |
Na primeira semana deste mês o Senado Federal aprovou o projeto de Decreto Legislativo que autoriza a realização do plebiscito sobre a criação do Estado de Carajás, igual ao já anteriormente aprovado para a criação do Estado do Tapajós. Os dois projetos ainda tem que ser submetidos à votação na Câmara Federal e ter aprovação da maioria dos deputados para, depois, serem encaminhados ao Tribunal Superior Eleitoral, responsável pela realização da consulta popular. Isso fez com que o tema divisão do território paraense voltasse às discussões em qualquer roda de conversa. | |
Foram definidos neste domingo os dois últimos classificados para a fase principal do Parazão de 2010. As duas equipes que se garantiram na última rodada foram Ananindeua e Santa Rosa. Cametá e Independente já estavam classificados. As quatro agremiações se juntarão na fase de elite do campeonato a Paissandu, São Raimundo, Remo e Águia. Os dois rebaixados para a segundinha de 2010 são Bragantino e Vila Rica. O artilheiro da primeira fase foi o atacante Juliano César (Cametá) com 7 gols.
Última rodada da primeira fase do Parazão 2010:
Tuna 1 x 0 Independente
Castanhal 3 x 1 Time Negra
Ananindeua 3 x 2 Vila Rica
Sport Belém 0 x 1 Santa Rosa
Bragantino 1 x 6 Cametá
Classificação final:
1º Cametá= 21 pontos
2º Ananindeua= 16 (Vit= 5)
3º Santa Rosa= 16 (Vit= 4; saldo= 5)
4º Independente= 15 (Vit= 4; saldo= 4)
5º Tuna= 14
6º Castanhal= 13
7º Sport Belém= 10 (Saldo= -2)
8º Time Negra= 10 (Saldo= -6)
9º Vila Rica= 9
10º Bragantino= 2
(Com informações da Rádio Clube)
Lúcio Flávio Pinto
A carta que o ex-governador Almir Gabriel escreveu para comunicar sua desfiliação do PSDB é um dos documentos mais hipócritas da história recente do Pará. É totalmente utilitário o argumento de que ele decidiu abandonar o partido do qual foi um dos fundadores, “em razão dos atuais desvios dos princípios políticos e éticos que o alicerçavam”. Esses princípios não estavam em vigor quando Almir patrocinou as candidaturas ao Senado de Luiz Otávio Campos, Duciomar Costa e Mário Couto, com currículos nada éticos.
Também não se aplicava então a rejeição que agora Almir exige dos tucanos à Companhia do Vale do Rio Doce (transformado em Rio Amargo, na rancorosa carta do ex-senador). Se seus correligionários de hoje se renderam ao “egocêntrico” Roger Agnelli, Almir chegou a lançar a pedra fundamental da fábrica de cobre da Sabolo Metais, em Marabá, com fanfarra e tudo. O projeto ficou no estouro dos foguetes na festa de lançamento presidida pelo bicudo governador. Uma fantasia para minorar os efeitos do seu azedume.
É igualmente falso que a decisão do PSDB, referendando o nome do também ex-governador Simão Jatene sobre o de Almir, que completou recentemente 78 anos de idade, se fundou “na tola e odiosa discriminação aos idosos”. Almir foi candidato ao governo em 2006, quando tinha 75 anos, e perdeu para Ana Júlia Carepa, do PT, não por ser velho, mas por não concatenar suas idéias, raciocinar com dificuldade e deixar transparecer um estado de espírito próprio não exatamente de velhos, mas de pessoas senis. No entanto, em 1994, ele explorou contra o seu adversários as mesmas características que Jarbas Passarinho, seu adversário, exibiu durante a campanha eleitoral. A carta de desligamento comprova mais uma vez que a história acabou para Almir José de Oliveira Gabriel. Não por estar velho. Mas por estar superado. As orquídeas continuam a esperar por sua promessa de cuidados.Da ESPN
O Ministério Público Federal e o Ministério Público do Estado do Amazonas recomendaram ao governo estadual, nesta quinta-feira, que anule o procedimento de pré-qualificação de empresas para a construção da Arena Amazônia, complexo esportivo que será construído como parte das obras para a Copa do Mundo de 2014 e que substituíra o estádio Vivaldo Lima. A anulação, segundo os órgãos, deve ser feita por conta de diversas irregularidades encontradas no edital que impediriam o caráter competitivo da licitação. Entre elas, estão a exigência de valores mínimos de faturamento anterior e a limitação de tempo para as comprovações de experiência, além da proibição de participação de consórcio.
Para o Ministério Público Federal, as exigências de valores mínimos de faturamento anterior e de limitação de tempo para comprovações de experiência são ilegais e atentam contra o princípio da livre concorrência, restringindo o caráter competitivo do procedimento licitatório. Das 14 empresas que adquiriram o edital, apenas três – Construtora Andrade Gutierrez S/A, Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A e Odebrecht Serviços de Engenharia e Construção S/A – participaram da pré-qualificação. A reportagem procurou a assessoria do governo estadual para comentar sobre a recomendação, mas não obteve retorno
Cilícia Ferreira
el. Crianças entre 1 a 5 anos aprendem a valorizar o momento, assim como os componentes da refeição.